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O PENSAMENTO DAS RELAÇÕf..S:
ALGUNS EXEMPLOS NAS Clf.NCJAS SOCIAIS E
NOS t.Sn.JDOS HISTÓRICOS ATUAIS

Os de,[oc111wnto:< ocorridos na p rút ic t <~ n o <li:><.:urso h i:>túnco.
110~ ;111os S0/90 n:. Fr:tnr:i . ,;;·10 "ubjaet;ntt:~ :1~ mud :m ç:1s <k pa rad igma
tc..',)nco: r(lr.lli l :1t):t11<.l()f,;tc.lc):-õ <>S ~!t~ll l<.ies S.l:-..lC tll ;l." lOl;lli za11t<~S C t~XpJ.ca ti\10~
tcs1n:ttu-;lHs1110. :~1arx i"l1ll(). í\1r1 <.~)<)J1~~ lis111<)), a:'s i111 C(HllO ~·~ crít1cas a cls
pos:ul~1dos das. JJr<l;>r·: ;1~ <:·iêricias SC><.·i;1is . NC)\!~l~ <'<.) ft'C r) tC.s ele 1) c r1sa 111c r1t ()
{~ub;etivisn1<>. ft~~<>:~1<~r~<,l<>li•si 11<)) ;)ass~1 111 a l 11fl t.1c1, ci a r <.iire ta tllt: 11t(! a
pru<.lt1\;10 histónca frant't::>a , ma rcada p<~l a valei iz:iç:io da a ç ão individu a l
ID()5Se 1995) :'\essi: contt:xto intck ctu a!. impregn;1do. nn 1i tas vezes, pelas
1dc~!i~:1ções da te1rní11c.1 d o " retorno do su jei to" e, conscqüenk:mentc,
pebscrític:is r:idicais do ideal d c objeti vismo e de <kterminismos s o ciais.
o pc:r.samenw rel:1Cio:1;il parece çon"tíll tir urn:i a hc r n;Hiva l '. um a
p:opo$iÇà(> a esses impasse s.

Tentativas de super.1çào da oposiçc'\o indivíduo/ sociedade

._ . O declínio do paradigma crílico estruluralbta, respo ns:ível JX>r uma
'rtsc
. . " cral da:.· c1enc1as.
0 ·- ·· soci ais", 1eve. como conseq uenc1a
·· • · e11re1;1
· na
d
' ISC1 lllin-t h· · . .
' i.~tona, na França, o ques1ionamento dos postukiclos metodoló·

Fragmentos óa história ir.te~cklal 113
.....

1 rd aoo11:1I. a t'xprt·ss :.:-t·l.1 'l<'•g w. t' xprime uma corn:ep~:áo que.-. 1'1at icacb por autor<:s d istintos.1rqw1etônic1s 1üo derivam das form .'d).111 1· . 1u .ntl1c1t·:·10" H·g1. • • "n H11pk 11 1dv.· bçôes..ih110 ment:ir .1 dt• Bourdil.qu<:' 11111>r1:gn. 1 v" ll:d •\ ~' 11 11 .1 11:1~ t'ii:·nci:ts .·nto . p .'sl Ca. 1 . no entanto .Ho d.11 . pli nl. enl'im.ltl)rt:t" Uhul .' dv pt'ns:11111.·rior.11c. com o t·•k ( k1.1...('J 1l.ll\I<' 11.1 ' "' '"1.id..' .. . .k-n1onstra Panof. · .poca e seus sintoma:-. O pensamento das relações na perspectiva d e Pierre Bourdi eu Mais do qut• um v:tlor ht'll rístico.1.. .k l. 1c1J.'Iº tl:1:-..·r.1.'~ttlo t' o rn:lfll. •I ..·1t·t1slil·:1. :1jud:1rn :1 l 'clltlf)H'l'll:-ao tb prúpri.a 1..'dendo o p ri1nado :1s r1. 1-"·' 11111 1 1. con10 l·:rnl.torc i J)t'\ll~.1.t.1111 . segundo L'SSt' :1utor.ln11 . pois ..:tura n:lo pode ser entendida como urna tr: 1nspos1~·:10 11h:c':-1n ic1 c.t ' ·11 . r. -. A :1rq11ih.sirer t' (~JslPn Barhelard.' g t1lll :1 pn1 ll K'I<> d e 11111. O pens:un ento relacio11:1l de P:1no l. por l llll l:ldo. as form: 1s .: rn:pçõcs espaciais (visuais) e formas dl.1is ( llisll)rit·as). a l 1l o~ori. .k um "h. 1...-..1111húl ic:1s l.1 111c ul111.-.11111'111'1 1·.tais «it11<> .t .' perccp(:'10 tc111por.·ial.· pl·ns:1n1cn1o t. lic-.l) li·''"''''' . l' ll(C ni lr ll' I'<' 1.' 111 1 .istico. interior e l'Xll.t\. • 1:0.1t ll.. l. p or out ro. rc. 1nat<.il. d1. ~c~undli um si:->ll'lll:I d1. ' l.. entre espírito da c:.s ky vxpnnlt'-St'.'U.trlt· l>:i mcsnl.l( . cnlrc for111:1 s t k p1. nas relações dt:: un1a "situ açiio o rgf1 111ca" entre fo n 11:1s :-..te. o "pnnl'ipio d:i tr:1ns p:1 rl:ncia" tl'n:1 :1pogc11 g<'>tiro 01 K'lll:tdo o :'t'.t t•ssa cit'::ncia 1node1:n:1.-.· sol. 1 • · l) l'l llll''I '"' h.1 1r:1ns p:1n.i. <'< >ncl.1 c.':>ú1l:b tico in!lut~nci:ira rn :1 cvoluç:lo c.' d :1 S11111111:1 F.' .·11 o :1pogcu csc.~ot· i : 1is . 11·.'1 0 " pensamento rc:lacional" .'nto do 1nu ndo social e as fil osofias pós· 116 Pap11us Ednora . .1 .I m:llK'tr:1 qut• o " principio d:1 ( l..o .form:1s da c:Hcdr:1l gótit::1..1 jll'l\'. 1111n·11.·rial t' c::spiri1t1al . 1 d. 1 .11 a111t·n1e utiltz.. Cnntr:1 os falsos d u:1lisn1os . 11. é pn'> pri:1 . 1 e l. como c.ky..' \'.' p:1rll"" l' p :trll "' d:. foi ...te1 .'squcni.11 1l1l :l \ '. d :11e1.lll~J'•' l1"·d " l'Cl.1rnm 0 pt·nsarnl.tl ort·s ct1l1urais . .:·1vindi c 1da ao longo cb o hr..1.1. individual 1.q. Jll<"'~º 11:1 .11 1idivi\· · .. o:-.-..1\. p arle.1 .1 tod. 1 " ' '' 4\ · ' . ·' " ' l1.1 1·x 11J1< .

.. o c-.p<:. <" J><>nc. Na perspectiva sociológica de Bu11rd1eu.· ~ d:" · pr:Ílicas . 1nn..~t· m~todo dt· rt'la('ôcs..cnio " realista · se conumtari a. . <• P<"nsanit·nto rebdrn\:ll P<~rn11tt· r<>mix:r com :>S C\'id~ncta~ e c<>nl <) sc. ."1l~<> f <>nlun1 <1ue íu n(lan1t~1lt~1 a vichl social.. . Ao conl r.' . 1· ~ . . . e! detentora de um r apital simbólico ..lt rtlt><..l"'L.111ca de .59 (: Hprcc nd1do n[10 como 1Inr-ê:ii1ipo" 3 pane. 111:·1.e1<ttnreo1 S<:n tid<') •><> · l . ni)l<•:i :1 f>~utu <.. . ou ~1:1:1 .. fundado no co nhecimento e no recor~1ecimemo. .:00 13 0 unin.s-<:1' n:b <«\çs . como.ss<.J!~ são al1:lli~3S <~mo "campos" onde se produl<!m J1ícn:n1cs in1e~ en1 JOgl) d• !'._.l :1s pr:ilKa < "<'m . ori!'(in~hneme reservados :is ehtc~)..'IH.rt<>r de u111 •s 1'4l«.. i\ elite política e ·~(iiiíon'iica Oí illnda d<JS gran. I · • ! .• ·... c vollH num deCL·rm 1n:1d o moment<> do l<:•lt p<> c m dcc<>n<:n<:ia dJ oft:rc:1 dos hens e d:is pr:'l1k:t< p ossíveis ( Hou rdocu 1994. o pcnsan.: .~ n1~·rit<> na Jin}?. • til·1 · · 1 · 1t 1..irio desse hpo dt· :1bordagem.: :it>c. .•1 1>1-'i ~ · . a~ g ra."~e os difen:ntcs "rapi1aiç nc«1•ános para d<?mmar esse jogo.11 .. 1 1 • • • -~-~ 01vvo t <: pc·ns~r ·r'•l...i mp(>~a..:imenl« rcalisu consttl<~r.h(l(/ll'. ih•l't1lt'i:1 1i~1:1 1cnd1• a <'<>ll~l(krar os <•ostos C' .~ ' . <> rc•al ~ rt·l ·i . """""' d .. . na opinião d e 13ourdicu.... .. ~1 . ~ .. 1 .·1\'{c> ('C)1)\u1n <"llC<)Otr.. ' " • p·. " 1'· ' :-.. a Escola Norm.• . :.. " ..• ' (.·. ·"' . .. ~ ..:. .1nplac<."'"~ : ~\'\ : 'f-•). r•.nd c s escolas.. 1-. . .ê:ok j'j1>m1alc S~péri!. r . .uag<.i nu'"lhc>T i lustr~• r :l l<)l'nll ila . r :."(t'O ... '' · • • " • ·• 1· a •<as 1a p r... ·· ht•n c1o ce 1 .. m eli' . p.. • ..J. p 102 ·1.1.h. • . eni anali:.málises sobre um "campo" dc\'em p a nir da anicul~ç:io <fosse campo com o ·campo· do p oder.. . . .(. . '· . .t·"-t.. .. çomo 1enu1 t'1n1<·0 ...: .. . 19). si11gula1 e . Aliás..lado. . ex<.·:. . ~·.1profun<. e.. ..'l l'r3n'3 co nst1ru1 oulf<> <' X•' mplo que traduz cs. • ~'. . • ·.· O ra• 111 0. pensar em 1ermos de "campo" significa pensar em 1ermos de rdaçào . " '.·11v:1. por ex<-:mplo.\ . f)Os içf>es so ciais l' « u . e 59 f .ar em profundidade um fragmento li11111ado desse co nit•ni o teórico.. impo do poder i p<.. .. \. · . por <:XL'rnplo o K·n 1s ) c o mo ron<er .>r. ' t.1 ...l•l!"\·ncc.·. .1 ( C <.•<'tn oC:I L' d irClil C•Hrc ...r. • 1. . • . .1.·~unctt> Bc>ur<licu...1ISf/ll( ' ' " " . por c-:·:...-.tur~ . '": ·.. (..(.. .1e on1a re 1<l\-~<> 0 l< . .> litk <> e e<:<môrn1t'O}..N A\ c. • \ .1 SC'1n 1cvar ein t..dÚ csêõfas: na frJnça atÜal .a 1nico1e rcsc" ·:1cfa 3 uma poso(io sod . I .: I'>!' <. .. • ~. Êcole N>1ionale d' Administnuion (E. dentro de um sist(·rila de rcl:i~·õcs.1l t o 1&nis e o golfe. · ~o :....r /.. nr: t •.. 1<>d:1s <lS .. ... 111m f .: !\c.·1c ·. ~ "w"~ '~ ~-~ ..il Superior.·1. 1 r · J·1r:t( ) •n t. . .:t. '· ~.· .~lll cor"' nlc O es1udo de Hou rdieu ! 1?119) sobrc: <I> chamadas "jlr lndcs escolas· n.<ub<111uliva. ll<>lt((h<:u etla . .. a lc:.:mplo.~:\o-) Frapntosdahis1~ain111ect~ 121 .. Desse tllodo. • cio n. . ~ ~ ~ ) ' ' \ •1 .l<•5 t'lll /. c. :'\c$Sa p<..: ~. (1/1' t/11 )11~<'111<»11 ( Bo11 rd1 c 11 1979} s.. f """""'·t· J...)n:i-1nu<.. St.:_ insli~uiç~s l'Scolarcs garante a reprodução do campo elo poder. o csp~ro social . o_ c. ..

Ne~s:t pc:r~ pcc1i v:1 . lk1•i1 •" 111· 1><'..Jm: a:. lt l lll+:rrril" lltll\l:I . em 1930..ts rl'd..sa frn m:t <k P " "':111 K'lll<> rda<'ipnal 0 11 ana l<ig ic1 .tt• t~ .:v1. Ao longo da sua obra. Ohj~·t<>$ difercntt·s.-.I<> )1is tc'»ri(c) <.1 ~·..$<. pp.dt• pesquisa 1\s~111 1 .or/ in1dcc111:il e p:tdre/l~éilogo. o 1n<:'w do co mpar.. a ponto de tornar-se.u. n:t t'ül\stniç)o 1. .:xi:-1n1lt'S t'<>lll o G1mpo d o rc 1<11. .\. 1 <..1r1inu<1 d as homol<>gi:is .:m .t vncc ndt·r . Os indivíduos se relaciona m entre si em ~z~o dos laços de dependência recíproca consti tuídos pela prÓpria soc~e~ade. o campo do p<)(kr uni vc rs ic:irio podt. 20 5-206).. Efots se interessa igualmenle pela sociologia (das gerações e da mentalidade).o b jt•lo:..:ok<'ion:idor de arte do .1.t•r 1:s1udado cm rd:1(:Hl aC'> can1 po do poder rc:'ligioso por lll<:iO d:" homolo~1a profe&. .. que e scava sendo elaborada por Karl Mannheim. um itbl ni"rnento intcrcs~:une e d k:iz na d d imicaçào de objetos. •. No e ntanto.·s dt· rd:t(:·10 1.:-:. É.. qu<. ('. 1 '·\lll<J'll 11\))1 \ ..tdos cm Heidclberg. por c x<:mplo. .io durante os anos 70. . são cru eia is na fomrnçào incclectual de Norbert Elias.u1os p:iss.. 1)4'> :-ot'l\1 1<.1tn .·. po r cx1. E. ...:.~t· n.. n\. .iis (' '""t' <':1111pc1s d1f('l't'lll<:s.17. Ao lado dos estudos que ele empreende sobre a obra de Max \'(leber ( por meio de seu herdeiro espiritu al.n1lo XIX Okn trd icll e \Xlacq11am 1992.. ~is.~ni ll<. .. na sociologia e na psicanálise..<i.1 l ltll lrt·~.l\·11':. esse método dt· rda(óes. n<t hbtoriografi:1 :1tu:11. A relação entre os indivíduos e <' socied.t t l.: revel ado..-9ào que os comportamentos soc1a1s se modificaram ao longo dos séeules'>' ·· :· . um ed ito r do ~écu f<) XVIII e 1.~... .: pcrnlit(· ix-ns:u t ' llt 1<·11110~ tk. como."grand<.. só se confirrnar.k. p. a repercussão e o impacto da obra de Norbert Elias. cknll'o da p~·sq 111 ~ a htslóri ca e :t<X' iolôgi{'a. AU'red Webe r) ...:. sob o efeito dessa imbri<.\dc em N orbert Elias Os . logo após :t Grande Guerra. 1.:ni plo.~('ol·• 1 . poderiam tamb~'rn i lu ~tr:tr. fund:imentada na filosofia. consdêncía de si e laços sociais se afirnrnm como elementos indissociáveis.rd. rdk11r .·111odo.l~i t .1111111r. r:1<h1.ltivo l elll-.:l:1 d o um mé· codo dic..\ -. um c1~1> panil'11l:tr.. seu assistente voluntário na Universidade de Frankfurt.

.. .. ~~·.tlll). :1 rc:thtfadc....t·r . .>l>... ..uic.11\\'""I•11 ' ' . l)r.... '" - . .<p1<·m:t1 l1:11 l.. l. •• .s l>c maneira 1-. lS d 1..~1 {lt. ele (: levado a elabor~r um conjunto de conceitos e :1hordaK<.~ lr~nsponívej~.. .. p:tlp:l~~I..>. . f>roc\lf:1mlo tra'nsceodcr falsas antinomi 3 s que...c .t1. .':•i':•(< t. PJl l 1~l1· 2<J() FragnuJnlos d~ h1?1Óll3 inielaclua1 119 .ulq1111icl.. entre elas a ~par.t1: jCrurv..Í\'Cl' l ' . .. 1. ··· ' \ 'J .~·· .h1.'> agente social e os grupos sociais.11:qso<'IOl0~1a n.. _ 1ua.• dl'"'i" '''ll. . .d . 1111111 •1' 'lll" organi~. >V\. ' /·~J·. '! . .\ .Jfd 1t:t.hvh. 1t\ t:. ~ .• CSlnJIUraS m1·11t:1b . fenomenológica (de um sub jetivi smo metodolt>g1co) e :ibnrdagem es1ru111r:1li$la (de um objetivismo mcwdCJlógíco). ... \.\. <lc 111ancu··s.1! C da Íormaç. l .. .1 1• . . \ ..•l:•Vf.i... ..i .~'r ...1t1 v:( 111chvicl. "º 111 p1111.. .: \.1.....·1«.s•J<·i:u~ <. ~n 1 .... r. ..lf :1borda!:<..'90< a.um es"""<> ~ . • <"· d"~ re 11: Ç<JC:ir..t\·11 ·cl:ulc·.u•>e: .. sc11undo o auior. . c:apa zes de romper com e$SaS distinções..i11 1plil1c 1da.tUllh.f<.." a\t:I\'(' ' o..1 rcr. .. ·. ..:p<. /· ~· . <.... .1s <' 111<'<11p11r:1d.. .. .f .. . Clll r<' e•S<?S • • ~rupos.'~" 1111 pli• a.H fl • i~i(~tt>" .l{J (.·1 q 0 11· " /i(tl1111c.1:odu findividul)S.._"ll... com :i nr1ç . ..h11>~ (.. que sob a l<mna d<... (t' acumal .j (. ·t< ..> pup11hc.\.. f' . 3 mi:todologia teórica de Bourdicu visa esrnbc:lecer dcnrro d:i ciência S<X'lal ... tospir~d:l na diícrencia çã o fcirn P"r Ernst Ca~sircr cn1re · con<.IW '' tlut.. lc·\·:...111 d<: clas:sc....' 'loH.....:lh:xiva'.. 1cn1ando 1 nrq~r.. . ... permiti~l1<...1r.. tanto •mutilaram as ci<:ncias .'1'l( IS itRllYi1.. aliás.' ·'' rr•l. d« d "I'""' (>es 'i"'" pi li .. l'lll "''"·1' p. 11111 1 di$J>Osiç0<?s !q11t· d :i pn wh 11: I ..u -.·r11..:a r um modo de pcs411i... Fuitindo ao.' f\J IUI~ · •· '""'. ~1111 pi•..1 t \'(/:lC<lll :IOl 1992. • .... 111:11cnal·c . · ~· " "j~ .. 1..... como eixo principal a qucs1:lo da mediação enm: o C::. ' ~ t · "Penscrt'C'ltu11111n·llr1nt·u1". ClllllO :11i11na es~ úhorni . .l:t 11•·1. ..p1ro111a\) "<nb Í<>flll" d" d ( d .1'. .çS' ou rclaci"mu>. cn11c o individuo e . :· \ Unl3 mecfia~1l (ºOtrt· (r..s efeitos do modismo mtclectu31. 200). Bourd1t: u não ccs~ou de pr. .-. vi>ívcJ e difercmc.. tJc: flUOil"Íl41 «·•1... . <:lll outras palavra $.. ...'.:ns mc1odol6giC"J'. ... .:o" ede aprei:iai...~a unificada. ()li sq... ~ '°~" at'll de >er '· pt'rl'"""" p:inor de um rt•al'.:"l <Jl ))'.: W"P'"' e u11 '" t~•nt<. 1 .1 1):1s~1 r a a1r. ... . t.-~'::i.'(hl<":tCH>ll . ... po<I" '" ll 1~. " • /• • .t:t HINtdk"U UIK'lll:I .<11< :: 111hi11. ou mc5mc1 de ant~1<1>nism1... 1 1>!a.l<'t1i:1 dc· pt.~ su1c 1to·ol>JCIO.. .>tlU> .11>...' .1.. ele. d•· g1·SL1c11lar 1·11 ~Í..-... :i ''i. .s!~lema$ _de rel~çõe.l'll : pclomodt> d!· a1:ir.... ~. L . reformul ado por Bourdieu . . ' llll ~j.s./ iesiruiíim:-- O conceitQ aristotéli co de hubilus. 1h11/ . \.am ~ ... 1'" ' .-ei t'>S $uhsr:inciais" ou re3ís e "conceitos funcion3 ..·Ji.. ....10. A pf<>hlcmáuca reónca bourdi~na tem...\'.._:llt>.<. in . • ' . ( 111.t( 111.1 1m·dia\'"º ""11" ·" . ll'll >1.'t tJ •lfU n l:1UU.. ..lç3o entre teoria e pcsq111s<1 empírica. p..~oçi:oi•·. :o n~nor d o ltlél _ 1 I . .. ' " l r:1d111.uui11:1 <"ll J <: ~..:1. <. . h1//Jil11s . t... '....~...

. p<1ss11111do um a <".. rdigíoso etc. l'"r1:1nto. .. Se cm dt·1c:rn1111:1das aplicaç(><:. .'tlã": 11111:1 vez q11c 11i10 pcrnutc. - .i nas quais exista m possibilid.ihd.:1rh "· '1"' . .: 11 não cessou de inscstir sohrc a idêia tl:t autonomia d os atc.. ele pode invalidar situações sod:oi. 0 bt1hi/11s s11htc11d<" Uma 01111. O p<.:!llcnle.1dc . c1. o "<:a mpo" se aplica 3 realidades diversas: campo anistico.t•·ru1u11sm<i 111trinsc<:o. .:ar11pos' e "º' ·f>uh1i11s'.... rc~ pci 1 0 à fragi lidade dtsse cx)ncdlo.. l'SSe con junto d <• pred1sposi~·<'>•:s ·" '''i. político. . litcrMio. · . é prccisn.'Sll\1 .l rasil >.1tfgi:1 i n<'rn) o. . p1:1111 ~ .d1d:1dc ~o<'ial" . / · ····~~· <.1~ t"..i~ cm raz:lo do-"'" d...()(>~ !'ll'm d r·tt>frnir. nos ·.. que. Bourdi<.r iz:1 ~·~-.i1rcl1c11 C<>1110 11111:1 n"çao "apr<>xm1~tiva e ãmbíi.idcs de mobilidades sociais 'l (como ~ o caso do 1. que cquivalcna à od~·ia ele "cstr. . marcados por relações de força...:.\ .01 to. <1l'i1 m:1 l:lourdieu .." '"'"~""d.. introd uz ir o ator n:1 trori:i sot:i:il. na sua opinião. . unw <:\l hura do que um hahitus. . ..Jdírry Alc:x~mli:r í 20CICJ) <:ont<:~ta a 11 iiliz:i~·:)o <ks.. cm outr:1s ele s<· torrw :1 proxi111~tivo....\l . no entanto.. \llll:t 111c nt.~..'1ai~.i tn1t111:1 " uma história próp rias. . 1ur:1s s:10 mais ri1:idas e menos pcrn11. ~.nfz. é 11 1il iz:odo por iíi.. .ie 1:0•1"<·1t<>.).. "••.>rc' e das lutas. Esses d<)is conceitos.. -.1 <:ritica formu lada d1l... <> conccilo de hal>illls (estn. · Nt> r 111.<J<. Na op1ni:io de Alcxand<:r..1 bourdi:ona.le juntamente com o conceito de ·campo" (estruturas sociai:. i nl t'fJ. E1n um li vro puhli<"<ldo ivc-cn!. . ~-agent~s socia~P. o :1111<:ric:t 11CJ . <h.... Dent ro dos campos.u.• Na 1cori.ições objc1iv<1s.-.: ' ' ' . . . o nmn :ll<I de bahll11s de Hourdu:u n ào C: i~nto de l'l'í!i.<'i<·nte•. . designando muitas vezes mais uma forma de ço111po11a111<·nto.. pon<lem à sua situação social e a ·' ''" c1pt1:d snn:tl 1\< .L. . só podem s'er dcfi nidos 1'.· \ \• 1" " 1... no interior e no exterior dos .:rató rio para con t<:xto~ so<wis u<· na(ôcs desenvolvidas (onde as <.1 d<1uui~I<> (011 /m/11111. nas coisas ~ 110 n : rdlm.. 11:1 l'r:111p... 1n1pret1M>" contr:odit6rio.·1 \'. iodo ·' :111lpo" fu nc iona segundo regras csrwcífk :i. J<Jtl?.'Xl<· 1 i .'lx :sar do. . o bahitus.ii> rn1 01lt11rnis qu e e strutura a ação.l!->)ntc::rior do sístema t<::órico e jamais isoladamente..l <> t l . ob1ctivos dcd3rados P<>r scu autor. :. podendo ser eficaz.'KI " t\ rc. t 20 PaJ)ilU10 Edilora .0áv1::is). interesses e estratégias. Sistema de rel. "existe duas vezes..1turas me ntais) encontra na prática sua própria va lid. t' l BJJíl t.~ rnsir.•1C1 e1t u ra ..1111... .