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Profa. Chafiha Maria Suiti Laszkiewicz

chafiha@uninove.br

ALUNO: ________________________________________________ RA: _____________

CURSO ________________________________________________ SALA ____________

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1. A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO
“A única pergunta idiota é a que você não fez.”
(Paul MacCready – Engenheiro americano 1925-2007)

Leia com atenção os textos que seguem e elabore um texto que apresente suas
reflexões sobre a importância de estudar.

SABER LER E ESCREVER
Em 2003, o governo lançou o programa “Por um Brasil Alfabetizado”. Desde então,
periodicamente, há cerimônias solenes de formatura para os adultos que aprenderam a ler e a
escrever e para os que completaram o ensino fundamental. Com freqüência, o próprio
presidente Lula felicita a turma.
No sábado passado, no Rio de Janeiro, o presidente disse aos alunos que, uma vez
formados, eles poderão mais facilmente encontrar emprego e ganhar mais do que um salário
mínimo. Além disso, o progresso na qualificação dos trabalhadores contribuirá para o
desenvolvimento nacional.
Um mês atrás, em circunstâncias análogas, o presidente evocou uma lembrança
tocante: seu pai, analfabeto, comprava o jornal para que os outros não descobrissem que ele
não sabia ler. Juntando Fome Zero, programa de alfabetização e campanha da auto-estima
brasileira, ele afirmou: “Comer e estudar possibilitam ter força para trabalhar. Possibilitam
estufar o peito e dizer „eu sou brasileiro e não desisto nunca‟.
Não há como não concordar: o analfabetismo é injustamente vivido como vergonha, o
esforço de quem se alfabetiza na idade adulta pode e deve ser motivo de grande orgulho e,
certamente, é mais fácil trabalhar comendo e sabendo ler e escrever.
Mas resta que, nos discursos citados, nada parece ser dito sobre o que significa mesmo
aprender a ler (não tenho acesso à integra desses discursos, talvez minha observação valha
apenas para a seleção relatada na imprensa).
Algum leitor tomará a dianteira: “Agora ele vai nos dizer que o importante, na
alfabetização, não é melhorar o acesso ao mercado do trabalho e permitir o exercício digno da
cidadania (saber ler formulários, votar, informar-se). Ele vai dar uma de intelectual e afirmar
que a pessoa deve se alfabetizar para ler Camões e Machado de Assis”.
É quase isso. Explico.
No começo dos anos 1970, em Genebra, fiz parte de um pequeno grupo de acadêmicos
italianos que organizou um curso noturno para os imigrantes que quisessem completar o

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ensino fundamental. Leitores de Paulo Freire, tínhamos a ambição de fazer de nossas aulas
um momento de “conscientização” (era a palavra da moda).
Pois bem, as pequenas turmas que ajudamos se interessavam, obviamente, pelo
diploma (que era a condição para se candidatar a um emprego público na Itália). Mas o que
todos queriam, o que os motivava, depois de um trabalho brutal, a passar as noites numa sala
de aula era outra coisa.
Foi a pedido deles que inventei um jeito de resumir muitos daqueles livros sem os
quais o mundo fica mais triste e pobre. Resumi a “Divina Comédia”, “Dom Quixote”, “Crime
e Castigo” e “Moby Dick”. Resumi “Édipo Rei” e a “Fedra” de Racine. Resumi “O Jovem
Törless” e “O Coração das Trevas”. Para cada livro, eu contava a história, mostrava como ela
nos tocava de perto e trazia um parágrafo ou dois de um momento crucial, para a gente ler e
comentar. Às vezes, mudava as palavras e endireitava a sintaxe, simplificava o texto.
Mais pelo fim do curso, a gente ia ao cinema aos sábados. Depois do filme, durante as
noitadas das quais ainda sinto saudade, no café Landolt, era um festival de nexos e
interpretações: “Ele fez que nem o capitão Ahab”, “Ela era uma Fedra mesmo”, “O outro se
tomava pelo Grande Inquisidor” e por aí vai. As conversas se confundiam com o papo dos
estudantes de letras nas mesas ao lado da nossa. Emocionava-me a familiaridade com a qual
tratavam a tradição literária, mas o fato mais comovedor, para mim e para eles, era que sua
experiência e sua fruição do mundo eram, de repente, mais ricas, mais complexas, mais
humanas.
Como é possível que, na hora de promover o programa nacional de alfabetização, só
pareçam importar as vantagens materiais e sociais do diploma? Qual incompreensão do
sentido da cultura e de seu uso faz que os discursos que felicitam os candidatos só falem de
seus emprego e mudança de status?
Não vale responder que os candidatos têm necessidades imediatas (trabalho, arroz e
feijão), enquanto a cultura é um luxo: negar esse “luxo” sob pretexto de que ele não enche a
barriga significa negar a humanidade dos que se sentam num banco de escola.
No discurso de setembro que citei antes, o presidente concluiu: “Se um filho de pai e
mãe analfabetos chegou a presidente da República, vocês acreditem que se quiserem podem
chegar muito mais alto do que os livros dizem que vocês podem chegar. É só ter vontade, e
não parem de estudar.” (obviamente, o destaque é meu).
Paradoxo: se os livros dizem que a gente não pode subir na vida, por que aprender a
ler e por que continuar estudando? Ah, claro, tinha esquecido: para ganhar um emprego
melhor...

. Ilustrada. esses livros ensinam a sonhar. Contardo. selecionem um componente do grupo para apresentar o trabalho à classe. em seguida. a viver a vida mais plenamente e a levá-la a sério. 27. (CALLIGARIS. Das várias maneiras de “subir na vida”. FSP.05) ATIVIDADE Após leitura dos textos. mas sei que os livros de que gosto (e de que meus alunos de Genebra gostavam) não dizem ao leitor que ele não pode subir na vida. 14. Ao contrário. E. Em suma. é a que mais vale a pena. discutam com seu grupo de trabalho sobre a importância do estudo. 4 Não sei de quais livros o presidente está falando.10. Elaborem um breve texto com o resultado de suas reflexões. eles ensinam a ser gente.

entrar e sair da aula várias vezes. bem como as suas .  Não evite as aulas mais complexas. concentração. Por outro lado. Qual seria. manter uma atitude passiva. dinâmica e construtiva: um olhar e postura fixa no professor não significam.  Procure uma escuta ativa. sistematicamente. 5 2. necessariamente. mas estará acumulando o conteúdo que lhe parece complicado. Assim como é um erro acreditar que assistir às aulas é o suficiente para aprender. Só é possível adotar uma decisão ou uma opinião após ter ouvido tudo que envolve o assunto. Há duas atitudes opostas e inadequadas à sala de aula: não prestar atenção à explicação ou exposição do professor e adotar a postura de ouvinte atento. desistimos de ouvir uma mensagem. então. Evidentemente.  É preciso relacionar os fatos: um bom ouvinte procura ouvir as idéias principais e encadear os acontecimentos. nem menospreze aquelas que julga mais simples: não assistir às aulas mais complexas pode proporcionar um alívio provisório. Mesmo a abordagem de temas conhecidos deve ser vista como uma oportunidade para conhecer melhor o que causa essa reação de rejeição para rever a sua opinião ou reforçá-la. O pré-conceito pode prejudicar a aprendizagem. conversar com os colegas.  Concentre-se: procure combater essa tendência de ceder a distrações e concentre. COMO ESTUDAR O estudo começa na sala de aula Assistir adequadamente às aulas e organizar os estudos em casa são atitudes complementares que garantem melhor aprendizagem. De nada adianta conhecer os fatos e não compreender seu significado ou em que contexto é que surgem. fingir que presta a atenção e manter um olhar fixo ao professor sem perder tempo com anotações também não leva a nada. fazer desenhos ou ler sobre outras matérias são atitudes que não permitem ao estudante assimilar o conteúdo discutido. porque não concordamos com ela ou não gostamos do que começamos a ouvir. a atitude mais adequada? O programa Aprendendo a Aprender oferece algumas orientações que sintetizamos a seguir:  Não rejeite antecipadamente o conteúdo: muitas vezes. a sua atenção na informação que recebe do professor. também é um equívoco acreditar que estudar tudo de uma vez em casa será o suficiente para garantir o conhecimento sobre determinado assunto.

24) A preparação para os estudos compreende uma série de questões.. são fundamentalmente bibliográficos. Essa fundamentação teórica das ciências. adquirindo paulatinamente. (SEVERINO. ou repetições. maior ênfase dada a determinadas partes com exemplos. o ensino superior. 2000. p. Muitos passam horas e horas aos finais de semana dedicando-se a exercícios. antes de aí chegar. mecanicamente. Prepare-se para cada aula relendo os seus apontamentos da aula anterior. culminando no fornecimento de algumas habilidades profissionais próprias de cada área (. das artes e das técnicas é justificativa essencial desse nível de ensino. E é por aí que se inicia a tarefa de aprendizagem na universidade. pior. mas de maneira bem sistemática. mas lembre- se de cada pessoa tem seu próprio código de estudo e. mesmo universitários. “A assimilação desses elementos (teóricos) é feita através do ensino em classe propriamente dito. nunca dominamos integralmente um conteúdo. pois os conteúdos são apenas memorizados. de laboratório ou de campo. (SEVERINO.) Contudo. mas é garantida pelo estudo pessoal de cada estudante. pode levar estudantes a acreditarem que não são capazes de aprender. Anote também os resumos dados no início e no fim de cada aula. Quanto às disciplinas menos. Concentre-se nas pistas do professor. fundamentalmente. 6 dificuldades em relação a ele. não têm significado algum o que torna difícil sua aplicação. dicionário etc. os livros fundamentais para o desenvolvimento de seu estudo. que não levam a resultados satisfatórios nas avaliações e na vida prática. ou ainda que têm uma visão equivocada do que seja estudar. que podem ser o material escrito no quadro. E é por isso que precisa ele dispor dos devidos instrumentos de trabalho que. O que ocorre na realidade é a falta de hábito e de técnica de estudo. p. lembre-se de que a aprendizagem é um processo contínuo. nas aulas. Suas próprias notas focam sua atenção e testam a sua compreensão do assunto. o estudante precisa começar a formar sua biblioteca pessoal.. Estudando em casa É muito comum estudantes. Ao dar início a sua vida universitária. Faça apontamentos das idéias principais da aula. ou mesmo com alterações do tom de voz. o material necessário para essas atividades – suas notas de aula. servirão mais a quem as fez. livros. 24) . demonstrarem que não desenvolveram métodos de estudo. Essa biblioteca deve ser especializada e qualificada. “A formação universitária acarreta quase sempre atividades práticas. em nosso meio. como um local tranqüilo e bem iluminado. 2000. um planejamento de estudo que aponte os conteúdos que precisam ser estudados ou revisados e as tarefas e trabalhos a serem realizados. faz-se necessário um embasamento teórico pelo qual responde.  Faça anotações das aulas: as anotações dos colegas podem ser copiadas. certamente. Essa situação leva à frustração e.

como se pode selecionar e assinalar trechos e julgá-los importantes. É preciso ler as orelhas dos livros.” (SEVERINO. o primeiro passo para se atingir a apreensão do conteúdo estudado é ser um leitor competente.) “Em virtude de os universitários brasileiros. é preciso que o grupo seja formado por colegas responsáveis e motivados. faz-se regra geral um intervalo de meia hora para alteração do ritmo de trabalho. selecionar e reter informações. deve haver a organização do tempo disponível pra os estudos.1. Quando o período de estudos ultrapassar duas horas. garantir a compreensão do texto. assim. disporem de pouco tempo para seus cursos e exercerem funções profissionais concomitantes ao curso superior. 31) Grupo de estudo Manter um grupo de estudos é uma prática produtiva. 2000. pois a cada leitura é possível que se façam descobertas e o uso do lápis permite fazer e desfazer anotações. E uma vez estabelecido o horário. na sua grande maioria. o prefácio. p. 2. predetermina-se um horário para o estudo em casa. 7 Além disso. Afinal. bem como a consciência de que intervalos de descanso planejados também contribuem para a assimilação dos conteúdos e tornam o trabalho eficiente. procure utilizar o lápis e não canetas que iluminam o texto. a introdução. assim. é necessário começar sem muitos rodeios e cumpri-lo rigorosamente.grifar o texto desde a primeira leitura pode criar equívocos... Deve-se também criar um . Uma segunda leitura deve ser feita com auxílio do dicionário.. pois permite a troca de informações. exige-se deles organização sistemática do pouco tempo disponível para o estudo em casa... A LEITURA A maioria das atividades de estudo compreendem o ato de ler. o que significa saber como coletar. se não se conhece o todo da obra? Além disso. Só então se está preparado para fazer anotações e detectar idéias chave . Esse intervalo também precisa ser seguido à risca. mantendo um ritmo de estudo. A boa leitura compreende algumas fases: a primeira delas é a leitura na íntegra do objeto estudado.) o essencial é aproveitar sistematicamente o tempo disponível. tomar conhecimento de quem é o autor. fluente e prazeroso. indispensável para um aproveitamento mais inteligente do seu curso de graduação(. Feito o levantamento do tempo disponível. já as canetas que iluminam o texto nos levam a retomar sempre os mesmos pontos de leitura. todavia devem ser mantidas as diretrizes oferecidas anteriormente. que os objetivos sejam definidos com clareza e objetividade para que as tarefas sejam cumpridas com rigor. para que possam ser sanadas dúvidas de vocabulário e. com uma ordenação de prioridades. Além disso. verificar os itens do sumário. (.

parênteses. mas porque apreendeu e não simplesmente decorou. chaves. estabelecendo. se não faz relações com os conhecimentos que já possui. muitos pontos ficarão em sua memória. assim. ou seja. Alguns autores sugerem que as informações sejam distribuídas em fichas com informações específicas:  Ficha de resumo ou conteúdo.  Ficha bibliográfica. de fluxogramas. se o estudante não conferir significado ao que lê. seja em arquivos no computador. o registro das informações é de fundamental importância para a posterior produção do trabalho. O importante é que se saiba como pesquisar e o que documentar. de interrogação. a mais utilizada é o fichamento. seja em fichas tradicionais. Atividade Reúna-se. uma análise crítica acerca do que leu. de fichamentos. . novamente com seu grupo de trabalho e discutam sua postura como estudante e a validade das informações oferecidas no texto. DOCUMENTAÇÃO: MÉTODO DE ESTUDO A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento. pontos de exclamação. Os registros podem ser feitos em forma de resumo. Depois desse levantamento. o tópico frasal estudado nas aulas de Leitura e Produção Textual.é que grande parte dos textos trazem os pensamentos principais logo no início dos parágrafos. é preciso pesquisar e relacionar conteúdos para que se possa criar um conceito próprio sobre o tema estudado.  Ficha de comentário. Todo esse trabalho seria em vão. 3. entretanto. não se pode confiar apenas na memória. certamente. é importante que se façam anotações. na realização de pesquisas para trabalhos acadêmicos.  Ficha de citações. 8 código próprio de leitura: um grifo. Após todos esses cuidados e essa dedicação ao que se estuda. (Platão) Especialmente. Convém ressaltar também que uma única fonte de estudo não é suficiente para quem deseja aprofundar seu conhecimento. Existem inúmeras formas de registrar as informações. Outro aspecto importante a saber .que auxilia na apreensão dos significados . estudar também compreende registrar.

2 deste material) são marcadas por aspas. exemplos. pp.  Tema. sugere-se a utilização de um documento único que traga o maior número de informações de que possa precisar futuramente. bibliografia.  Identificação da fonte da leitura (Livro. ROSSI. 9 Entretanto. clareza. assim mesmo. edição. Tese. Gerson T. lógica. desse modo o registro trechos importantes facilitará a composição dos relatórios. tradução) Identificação da fonte de leitura Referência Bibliográfica: Resumo: Comentários: Citações: Localização da obra: Mais informações sobre fichamento podem ser encontradas em: JARDILINO. Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. citações. logo após o erro. rev. 21. 66 – 72.  Resumo ou síntese das idéias do autor. São Paulo. Caso apresente erros.  Localização da obra ( biblioteca. Nesse documento deve constar:  Título. editora. 91-104.ilustrações. Gion. SEVERINO. deve-se colocar o número da página de onde foi retirado o texto. Ao final de cada citação selecionada.  Comentário (apreciação da obra: extensão do texto. e ampl. ano). pp. 2000. utilize a abreviatura (sic) que significa tal qual. Graficamente. ed. Orientações metodológicas para Trabalhos Acadêmicos. filme etc). cidade.). caso o texto original já apresente esse sinal. título. SANTOS.  Citações As citações são essenciais para a fundamentação dos trabalhos. São Paulo: Cortez. Gisele. deve ser transformado em aspas simples („). Para facilitar a visualização. 2000. site. sua constituição. exemplificação genérica ou específica. Lembre-se de que não podemos alterar o texto original. . José Rubens. Artigo em revista. as citações diretas (item 8. propriedade do aluno etc). pode-se organizar essas informações em quadros: Título Tema Título original ( no caso de obra estrangeira.  Referência bibliográfica (autor.

todavia esse instrumento requer muito critério na escolha dos sites que serão utilizados. sugerimos a busca em sites como Google Acadêmico. 1. Para evitar trabalho equivocado ou infrutífero.gov. aqui. CNPq. Há outros endereços que podem ser úteis: www. adaptado de Barros e Lehfeld (1986.14) e. “odos” = caminho. identificando as limitações de suas utilizações. “logos” = discurso. A Metodologia. 5. A Metodologia e a Universidade “Porque não começarmos pela apresentação de um problema àquele que acaba de ingressar no curso superior: O que é Metodologia? Que relação há entre Ciência e Metodologia Científica? Qual a sua importância e utilidade para o universitário? Partindo da definição etimológica do termo temos que a palavra Metodologia vem do grego “meta” = ao largo.br.ibict. Um instrumento de pesquisa muito utilizado atualmente é a Internet. estudo. teses. Uma busca sistemática compreende a utilização de obras especializadas. Convém lembrar que há espaços na rede em que todos podem postar informações. A Metodologia é entendida como uma disciplina que consiste em estudar e avaliar os vários métodos disponíveis. A IMPORTÂNCIA DO PADRÃO METODOLÓGICO Texto para leitura e reflexão Leia o texto. www.br. de registros bibliográficos: livros.usp. revistas científicas.br. em seguida. apresente para a classe as conclusões a que chegaram por meio das questões apresentadas a seguir. FONTES DE PESQUISA Todo o levantamento de informações necessário à produção de um trabalho científico deve ser sistematizado e seguir um método. entretanto nem sempre esses registros são precisos e fundamentados. num nível aplicado. a orientação de que os livros sempre são fundamentais a qualquer trabalho de pesquisa científica. 4. Scielo. pp. 10 ATIVIDADE Prepare o fichamento de um dos textos pesquisados que seu grupo utilizará para a realização do projeto integrador. www. examina e avalia as técnicas de pesquisa bem como a geração ou .tese. Reforça-se.ibge.

Constitui o procedimento que deve seguir todo conhecimento científico para comprovar sua verdade e ensiná-la. isto é. mas escolhe as maneiras de encontrá-las. Para nós. selecionar e organizar cientificamente os fatos da realidade. orienta o universitário no processo de investigação para tomar decisões oportunas na busca do saber e na formação do estado de espírito crítico e hábitos correspondentes necessários ao processo de investigação científica. esta é baseada na apresentação e exame de diretrizes aptas a instrumentar o universitário no que tange a estudar e aprender. a orientação básica para se chegar a um fim e técnica é a forma de aplicação do método. um estudo que tem por objeto a própria Ciência e as técnicas específicas de cada Ciência. a Metodologia Científica deve-se propor a desenvolver a capacidade de observar. A Metodologia não procura soluções. pois voltados para assessorar e colaborar como crescimento intelectual do aluno para a formação de um compromisso científico frente à realidade empírica. Assim. Estamos. Tem-se então o método como estratégia e as técnicas como táticas necessárias para se operacionalizar a estratégia. o método estabelece de modo geral o que fazer e técnica nos dá o como fazer. Assim. a maneira mais hábil. A Metodologia seria a aplicação do método através de técnicas. Com relação à importância da Metodologia Científica. isto é. integrando os conhecimentos a respeito dos métodos em vigor nas diferentes disciplinas científicas ou filosóficas. analisando-a e refletindo-a à luz de concepções filosóficas e teóricas. A Metodologia no quadro geral da ciência é uma “Metaciência”. Representa a maneira de atingir um propósito bem definido. O método é o caminho ordenado e sistemático. . portanto. 11 verificação de novos métodos que conduzem à captação e processamento de informações com vistas à resolução de problemas de investigação. mais vale o conhecimento e manejo desta instrumentação para o trabalho científico do que o conhecimento de uma série de problemas ou o aumento de informações acumuladas sistematicamente. (.. O uso de processos metodológicos permitirá ao estudante o desenvolvimento de seu raciocínio lógico e de sua criatividade.) Através da Metodologia Científica deve-se criar ou estimular o desenvolvimento do espírito crítico e observador do aluno para que ele possa ver a realidade com toda sua nudez. A Metodologia auxilia e. mais perfeita de fazer uma atividade..

A Metodologia Científica estrutura-se. à estrutura e à aplicação. Aprendendo a pensar. para contribuir para que a Universidade desenvolva as funções que lhe são impostas frente às necessidades culturais e econômicas emergentes. normas técnicas e métodos reconhecidos pelo uso entre cientistas. a pesquisar e formando o seu espírito científico. Vem. referentes ao planejamento da investigação científica. mas sim um conhecimento que deve estar sempre em relacionamento e a serviço de uma proposta nova de Universidade e conhecimento. A formação profissional competente está diretamente relacionada ao crédito dado ao estudo e à elaboração de um projeto de estudo. fornecer os pressupostos do trabalho científico. TIPOS DE CONHECIMENTO . Assim. o universitário estará obtendo conhecimentos novos e ao mesmo tempo construindo-se como ativo e participante da História”. ou seja. Em que a Metodologia ajuda o estudante? 6. deve estar implícita a preocupação em aprender as funções advindas de sua carreira profissional. através do estudo da Metodologia Científica vão sendo apresentadas diretrizes para a formação paulatina de hábitos de estudos científicos já que a pesquisa e a reflexão devem constituir-se em objetivos principais da vida universitária. O que é estratégia? 4. Atividade Questões para reflexão 1. Metodologia Científica não é um amontoado de técnicas. Pretende-se alcançar uma formação profissional competente bem como uma formação sócio-política que conduzirá o aluno a ler crítica e analiticamente o seu cotidiano. a Metodologia Científica vem para auxiliar na formação profissional do estudante. embora elas devam existir. O que é método? 2. ela terá na Metodologia um valioso ajudante quanto ao desenvolvimento de capacidades e habilidades do universitário. portanto. apresentação e comunicação dos seus resultados. com o rigor da aprendizagem e com o progresso da ciência. Considerando-se a Universidade como centro do saber. como uma instituição preocupada com a qualificação do ensino. O que é técnica? 3. Isto é. 12 Assim. portanto.

superficial. ou seja. já que desde os primórdios da filosofia. tampouco da tentativa de validá-las. Marconi (2008. pois pode ser percebido no dia a dia e assistemático. É racional. pelo discernimento entre o certo e o errado.” (JARDELINO. Só o conhecimento filosófico nos pode libertar da prisão deste mundo [científico]. o conhecimento filosófico é valorativo e não verificável. teológico ou religioso. na vida diária. dizíamos. anterior à experimentação (própria do conhecimento científico). p.15). p14) o ato de conhecer não é apenas um problema da era científica. há uma busca sobre o conhecimento das coisas e dos seres. a partir desse espanto.18). ou seja. sem que haja a busca ou a intenção de estudar. SANTOS. pelo questionamento acerca dos fenômenos. antes de tudo. subjetivo e sensível. as relações lógicas e conceituais. uma vez que não procura uma sistematização das idéias. conhecimento científico. o saber que se adquire no contato direto com os seres e coisas. na vivência e nas emoções da vida diária.19). é o saber transmitido pelas tradições de uma geração à outra. valendo-se do processo dedutivo que visa à coerência lógica. com o que se ouviu dizer. . ao que até agora era evidente e não levantava dificuldade. falível e inexato. o conhecimento popular é valorativo. O conhecimento filosófico caracteriza-se pela reflexão. já que conforma-se com a aparência. Para Lakatos e Marconi (2008. Há quatro tipos de conhecimento que se diferenciam mais pela questão metodológica que pelo conteúdo: conhecimento empírico ou popular. uma vez que tem por base a correlação de enunciados lógicos. conhecimento filosófico e conhecimento metafísico. O conhecimento filosófico deve. De acordo com Lakatos. pois consiste em hipóteses que não podem ser submetidas à observação. Assim. a filosofia tem por objeto de estudo as idéias. ROSSI. nem da forma de adquiri-las. “a filosofia não se preocupa em explicar o fenômeno. p. 2000. pois baseia-se no ânimo. pensando nós sejamos sujeitos que se dirigem a objetos (sic) e dessa dicotomia vejamos residir a clareza? A partir desse espanto em relação ao que está presente a todo instante. É ainda verificável. mas em refletir sobre ele. O conhecimento empírico ou popular diz respeito ao modo espontâneo de conhecer. 13 Segundo Jardilino. recorrendo apenas à razão humana. ao que não merecia atenção mais demorada. p. sem a formulação de hipóteses. Rossi e Santos ( 2000. sistemático por visar a representação da realidade como tentativa de aprendê-la e também infalível e exato já que não se submete à experimentação. ser capaz de surpreender-se com o óbvio: qual a significação do fato de que.

vai além fenômeno percebido pela experiência sensível. afirmou-se que os conhecimentos empírico e científico são verificáveis e falíveis. portanto. a finalidade e o destino do mundo). segundo Jardilino. Atividade Responda . 11) como falível e aproximadamente exato. podendo ser revisado. cujas evidências não são postas em dúvida. “decorrentes do ato de um criador divino. 2008. infalível. Desse modo. 15 e 16) O conhecimento teológico. (JASPERS 1965. o significado. P. reformulado por novas pesquisas e técnicas. pode-se caracterizar o conhecimento religioso como inspiracional. p. Assim. 20) às quais as pessoas aderem como um ato de fé. em seu caderno. observar ordenadamente os dados sobre o fenômeno (e a correlação entre os fenômenos) estudado. 2000. 20). já os conhecimentos teológico e filosófico são não-verificáveis e infalíveis.4 apud JARDELINO. p. nem sequer verificáveis” (LAKATOS. às seguintes questões: 1) O que diferencia o conhecimento de base metódica e o conhecimento de base ametódica? 2) Como estudamos. o conhecimento científico pode ser caracterizado por três propriedades:  demonstração – explicação dos o motivos pelos quais se chegou a determinada conclusão. indiscutível e não-verificável ( implica uma atitude de fé). MARCONI. 14 chegamos a outros problemas. P. pois o conhecimento científico não é definitivo. MARCONI. Por fim. . verificável de modo “que as afirmações (hipóteses) que não podem ser comprovadas. p 15). o conhecimento científico é dinâmico? Por quê? 3) Na caracterização dos tipos de conhecimento. p. É ainda considerado por Trujillo (1974. SANTOS. valorativo. sistemático (apresenta a origem. o conhecimento científico oriundo da observação sistemática e metódica. explique essas afirmações. 2008. consideradas verdades. ROSSI. sendo. busca compreender e explicar os fenômenos. metafísico ou religioso tem por princípio revelações sobrenaturais. Rossi e Santos ( 2000. não pertencem ao âmbito da ciência.  universalidade – validade do saber: o fenômeno ou coisa observada serve para todos os casos da mesma espécie.  metódico/objetivo – necessidade de método para selecionar.” (LAKATOS. lida com ocorrências ou fatos.

296-300 e 485) Popularmente. ed. Se estamos certos de que algo existe. Rio de Janeiro: 1982.. porque a existência de Deus é tão certa como que algo existe. 1970. quando submetido a um forte golpe. R. (LUNGARZO.) Para Aristóteles não faz falta a prova da existência de Deus.) embora em diversas passagens de seus escritos (na Metafísica. faz e refaz. tendem a se deslocar com maior velocidade e a se afastar umas das outras”. isto é. 19) Atividade Ao longo deste material. p. na Psicologia) formule algo que poderia parecer-se com o que chamaríamos hoje provas da existência de Deus – não crê que seja necessário demonstrar a existência de Deus. estamos certos de que Deus existe. 7.. p. James George Sir. MARCONI. 21. não tem nenhuma disciplina. 1991. Essa energia é absorvida pelas partículas que fazem parte da substância. leia os conceitos oferecidos na obra: LAKATOS. (FRAZER. São as chamadas moléculas. pp. 1978. São Paulo: Atlas.. (. Metodologia científica.aptado de GARCIA. 1994) d) “Magos e xamãs têm poderes extraordinários para ajudar e proteger os seres humanos porque podem entender-se com espíritos invisíveis de todos os tipos e enfrentá-los. 7 ed. Carlos. foram citadas inúmeras vezes “trabalho científico”e “método”. Janeiro: FGV. Quais seriam os conceitos de ciência e método? Para auxiliar a responder a essa questão. As moléculas. Eva Maria. Esses poderes se manifestam tanto em atos como em atributos”. desperdiça esforço e energia. Comunicação em prosa moderna. Métodos Indutivo e Dedutivo (Texto adapt.99) b) Um copo de cristal quebra. O ramo de ouro.. nenhuma . A energia contida no calor (energia térmica) é transformada em energia mecânica.44 e 45. Porque para Aristóteles a existência de algo implica necessariamente na existência de Deus. 2. método é a melhor maneira de fazer as coisas. c)“Toda fonte de calor transmite ao corpo aquecido uma dose de energia. 15 4) Leia os textos a seguir e identifique-os entre os quatro tipos de conhecimentos: a)“Aristóteles (. Marina de Andrade. p.” (MORRENTE. Othon M. o que entendemos é que essa pessoa perde tempo. elabore um conceito para ciência e método. Quando dizemos que alguém não tem método de trabalho. tendo maior energia. A partir da leitura. na Física.

ele deve pesquisar: observar os fatos. através de dissertações. a segunda frase. Não vale utilizar alguns. para o particular. regra. colher os dados. valendo-se do método dedutivo. Pela indução. a definição. é descoberta sua fraude através de inquéritos. o que se diz sobre o assunto – enfim. da causa para o efeito. o fim. a uma generalização. análise). ou seja. 16 organização. monografias ou ensaios e teses. É partir daquilo que já existe. já é lei ou norma ou regra para chegar à conclusão. logo. Parte-se então do efeito para a causa. classificá-los. descobrir e chegar à comprovação da verdade. ele é inelegível”. o que já se fez ou se faz. pois a característica da primeira premissa (primeira frase) deve ser universal. Observe o seguinte exemplo: O estudante X quer vencer as eleições para o grêmio de sua faculdade e usa de fraudes para isso. É necessário que a primeira parte do silogismo seja uma premissa universal: todo ou nenhum. a última parte do . O método dedutivo O contrário do método indutivo é o dedutivo: parte-se da generalização. elaborará o seguinte raciocínio: “Todo candidato condenado por fraude é inelegível. A Lógica – parte da Filosofia – conceitua “método” por processos que o ser humano emprega para investigar. finalmente. Prova-se sua culpa. Como é um mau caráter. o estudante X foi condenado por fraude. o normativo etc. chegar a uma conclusão. discuti-los e. o que ele primeiramente deve fazer é saber o que já existe. A dedução é formalizada pelo raciocínio chamado “silogístico”. Ele vence e. Existem dois tipos principais de operações mentais (métodos de raciocinar): a indução e a dedução. pelo qual se chega a um objetivo. o histórico. Como se chegou à primeira frase: pelo método indutivo (pela pesquisa. existem outros métodos que ajudam a descobrir e a comprovar a verdade. Quando se pede a um aluno para fazer um trabalho sobre qualquer tema. a uma lei. a síntese. ora. e seu contrário é a dedução – parte-se do geral para o particular. logo. A palavra “método” é o caminho. a demonstração. Contudo. do geral. então. tende a ser verdadeira. a comparação. analisá-los. muitos dos quais usamos com freqüência: a análise. parte-se do particular para o geral. candidata-se novamente no ano seguinte e os eleitores. Vem do grego meta (= através de) e odos (= caminho). observação. mais tarde. a classificação. O método indutivo Parte-se da observação e análise de fatos concretos para se chegar a uma conclusão. norma.

José da Silva lê Karl Marx. resultam de um processo de raciocínio dedutivo ou indutivo? . 17 período também é verdadeira. evitar a precipitação. pois não têm integridade moral. propôs o método dedutivo que adota a razão como princípio do conhecimento humano. José da Silva é comunista”. No caso do estudante X. . .. . pois se pesquisou que candidatos fraudadores sempre se tornam inelegíveis. Dessa forma. este raciocínio pode apresentar problemas. então ele também não poderá ser reeleito. . As leis científicas. Atividade Responda às questões: 1. . ora. Observe o silogismo a seguir e decida se é verdadeiro ou não: “Todo comunista lê Karl Marx.. filósofo inglês. generalizações enfim. obedecendo os seguintes passos: . O filósofo René Descartes (1596 -1650). cujo método influenciou Isaac Newton.formulação de generalizações e leis. normas. . adotar como verdadeiro apenas o que tem clareza suficiente para que a dúvida seja impossível. . logo. Assim dizem as regras. propõe o método indutivo.evidência: não adotar como verdadeiro algo que não se reconheça como tal. Contudo. Francis Bacon (1561-1626). sua inelegibilidade é verdadeira. regras. os eleitores conscientes não deverão votar no estudante X.testagem das hipóteses.experimentação. O método cartesiano submete-se a quarto regras: . em oposição ao método dedutivo de Aristóteles. teorias. princípios.repetição.enumeração: elaborar enumerações e revisões de tal modo cuidadosas para certificar-se de que nada foi omitido. a experiência.formulação de hipóteses.análise: dividir as dificuldades de modo a melhor resolvê-las. o preconceito e juízos.síntese: adotar sequências de complexidade crescente (iniciar pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer até chegar aos objetos de que não se disponha). cujo ponto de partida para a obtenção de leis que governam o funcionamento do mundo são os acontecimentos factuais.

18 3. isso não impede. utiliza-se o método indutivo ou dedutivo? 4. Uma boa forma de criar títulos é dividi-los em: . Para chegar à generalização de que toda laranja verde é azeda. a fim de armar silogismos cujas conclusões sejam as seguintes proposições: a) Os analfabetos devem votar. 7. mas dificulta o trabalho (há sempre a questão do prazo). A elaboração do projeto de pesquisa: estrutura a) Escolha do tema A elaboração do projeto de pesquisa se inicia pela escolha do tema (no caso do projeto integrador. PROJETO DE PESQUISA Todo trabalho de pesquisa requer um planejamento e o projeto de pesquisa é o registro desse plano que levará o pesquisador a adotar a disciplina necessária à realização de um bom trabalho.  Prazo de conclusão do trabalho: os prazos para a realização de trabalhos são estabelecidos. b) O Brasil é um país pobre porque não tem carvão. Crie declarações de ordem geral que sirvam de premissas maiores (falsas ou verdadeiras) e junte-lhes premissas menores (verdadeiras). pois é de fundamental importância que o estudante tenha o discernimento entre o que é PROJETO DE PESQUISA e RELATÓRIO DE PESQUISA.  Relevância social: o trabalho precisa despertar interesse. a escolha já foi estabelecida). c) Título O título deve ser o mais fiel possível ao conteúdo do trabalho. Tal escolha deve observar os seguintes aspectos:  Interesse pessoal: o prazer em pesquisar  Disponibilidade: tempo para a pesquisa e limite de conhecimento (trabalhar com assuntos de sua área de conhecimento. 7. Estude com atenção os próximos itens deste material. assim o tema deve estar delimitado de modo que o trabalho possa ser concluído no prazo.1.  Material para consulta: muitas vezes o tema escolhido não é muito trabalhado pelos autores.

deve-se observar também os seguintes aspectos:  não estabelecem juízos de valo: o que é melhor ou pior. especificando o tema abordado. é a questão que se pretende responder acerca do tema. já que todo trabalho científico constitui um raciocínio demonstrativo uma hipótese ( SEVERINO. é o questionamento que delimita a abrangência da pesquisa. Específico ou técnico: aparece como um subtítulo. Enfim. Como o problema deve ser explicitado de maneira clara e precisa.  o problema deve ser passível de generalização. e) Hipótese A hipótese (sinônimo de suposição) é a resposta provável que o autor oferece ao problema enunciado.  as experiências pessoais em relação ao tema. ou seja. no caso do projeto integrador a relevância da pesquisa para a efetiva realização do trabalho). 19 Geral: apresenta de maneira ampla o teor do trabalho. Na elaboração do problema. as possíveis limitações e a necessidade de aprofundar a pesquisa ( o que a justifica ).  referência a estudos anteriores (revisão bibliográfica) já feitos sobre o tema. d) Problema O problema é a mola propulsora do trabalho. entretanto nada impede que o problema seja enunciado por uma afirmação.  o problema deve fazer referência a fenômenos observáveis ( lembre-se do que estudou em relação ao método).130). Por exemplo: Educação: o impacto das novas tecnologias no ensino fundamental c) Justificativa Trata-se de um texto em que o autor deixa claro:  o que o motivou à pesquisa.  a contribuição que se espera oferecer com o trabalho ( relevância para sua área de estudos científicos e atuação profissional . É preciso ressaltar que nem sempre há a confirmação da hipótese o que não leva à perda do trabalho – já que se comprovou algo -. 2000. p. muitos autores sugerem a elaboração de uma pergunta que será respondida por meio de uma hipótese a ser testada ao longo da pesquisa. aproximando-se do objeto de estudo. Trata-se de um encaminhamento que o autor dá à pesquisa. a justificativa exalta a necessidade de se efetuar tal pesquisa. apenas à revisão das idéias pré-estabelecidas. f) Objetivos .

mas não há obrigatoriedade de assim os dividir. os instrumentos ( coleta de documentos. A organização das referências deve seguir os padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT que apresentaremos no item 8. As atividades podem ser divididas em períodos semanais. quinzenais ou mensais. questionários. As etapas apresentadas neste material destinam-se à realização de trabalhos durante os cursos de graduação. Em trabalhos de pesquisa na pós-graduação. verificar etc.1 deste material. Uma boa estratégia na elaboração dos objetivos é inicia-los com verbos no infinitivo: esclarecer.  Geral: o fim específico da pesquisa. de acordo com as características o trabalho. observação em campo. 20 Os objetivos determinam os resultados que o autor pretende alcançar. h) Cronograma O cronograma apresenta os prazos previstos para a realização da pesquisa e da redação final. demonstrar. explicar. outros itens são inseridos ao projeto de pesquisa de acordo com as exigências de cada instituição e programa. neste item deve-se apresentar todos os documentos e fontes de informação consultados para a realização do trabalho. ATIVIDADES / PERÍODOS fev mar abr maio jun jul 1 Levantamento de literatura X 2 Montagem do Projeto X 3 Coleta de dados X X 4 Tratamento dos dados X 5 Elaboração do Relatório Final X X 6 Revisão do texto X X 7 Entrega do trabalho X i) Referências Bibliográficas As referências são obrigatórias em qualquer trabalho. ou seja. consultas a arquivos e bibliotecas). g) Metodologia A metodologia é a explicação detalhada das ações que serão desenvolvidas. .  Específicos: dizem respeito às etapas que devem ser cumpridas a fim de alcançar o objetivo geral ( podem marcar os itens ou capítulos a serem desenvolvidos). Por exemplo: Verificar os impactos das novas tecnologias. do método (caminho) que será percorrido para a realização do trabalho. Alguns autores dividem os objetivos em geral e específicos. porém essa divisão pode facilitar a condução da pesquisa. definir. analisar. avaliar.

ELABORAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO: ESTRUTURA E NORMAS DE FORMATAÇÃO Os trabalhos acadêmicos. ou seja. bem como primar pela impessoalização do texto. papel formato A4 do tipo sulfite. .o tratamento e o registro dos dados. ou seja. o trabalho de acordo com o método proposto. fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho. sendo que o texto corrente deverá ser em letra tamanho 12. A estrutura de um trabalho acadêmico é composta pelos itens abaixo:  Capa (Modelo 1). um texto que traz o resultado do trabalho realizado de acordo com os propósitos estabelecidos no projeto. o que se analisa é o fato científico e não o pesquisador. a validação de argumentos baseada em leis gerais e não na opinião particular do pesquisador. dividem-se. denotativa. é preciso redigir o relatório de pesquisa. classicamente em introdução. Reveja em seu material de Leitura e Produção textual quais são as formas mais indicadas para a impessoalização de um texto. já que. Cada uma dessas partes traz características específicas que serão explicitadas a seguir. livre de termos imprecisos. numeração das páginas no canto superior direito.  Folha de rosto (Modelo 2). margens de 3 cm (esquerda e superior) e 2 cm (direita e inferior). Convém ressaltar a importância de se utilizar uma linguagem objetiva. clara. desenvolvimento e conclusão. entre linhas 1. RELATÓRIO DE PESQUISA: REDAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO Depois de preparado e aprovado o projeto de pesquisa. procure usar os verbos na 3ª pessoa. efetivamente. fonte Times New Roman. nesses trabalhos.5.  Lista de figuras (Modelo 3). 21 8. pois assim se faz referência ao objeto externo que é o foco de pesquisa. 8. inicia-se. Após a coleta. com alinhamento justificado. frases e noções confusas ou com duplo sentido. Não pode ultrapassar 500 palavras. Desse modo.1. Todo esse rigor se deve ao fato de que a ciência tem por objetivo o consenso.  Resumo na língua vernácula Traz a apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto. Todo trabalho acadêmico deverá ser digitado no aplicativo MSWord for Windows.

pois isso confere coesão ao texto. antecipando o conteúdo de cada capítulo. Tempo verbal Na introdução. 22  Lista de tabelas (Modelo 4). Cabe ainda apresentar a estrutura do trabalho. o problema e a hipótese levantada – porém essas informações compõem agora um texto e não mais tópicos como foram apresentadas no projeto). deve-se utilizar o tempo. Anexos (elemento opcional) . na área das ciências exatas. gráficos são essenciais para comprovar e fundamentar conceitos. especialmente.2). ao se apresentar o trabalho.  Sumário (modelo 7). na qual se apresentam conclusões referentes aos objetivos e hipóteses do trabalho. diagramas.  Lista de símbolos (Modelo 6). O desenvolvimento é trabalhado com o tempo presente e a conclusão apresenta verbos no tempo passado. trata-se de uma retomada do trabalho de modo a demonstrar que o que foi anunciado inicialmente pode ser dado como correto. Lembre-se ainda de manter certa uniformidade na extensão dos capítulos.  Desenvolvimento É o conteúdo central do trabalho. Sua função primordial é oferecer uma síntese dos argumentos oferecidos em favor da hipótese apresentada.  Referências (veja item 8.  Conclusão Parte final do texto. estruturados com lógica tal que possam comprovar da hipótese levantada.  Introdução Trata-se da parte inicial do texto na qual se pretende apresentar de forma clara o propósito do trabalho (o tema. figuras. A introdução traz também a retrospectiva histórica. O uso de citações (item 8. formado por capítulos inter-relacionados (subdivididos em tópicos e sub-tópicos).  Lista de abreviaturas e siglas (Modelo 5).3)  Glossário (elemento opcional)  Apêndices (elemento opcional) Texto elaborado pelo autor para complementar sua argumentação. a justificativa e o objetivo da pesquisa. O levantamento dos objetivos específicos podem auxiliar na divisão dos capítulos.

 A identificação de uma figura deve ser feita conforme Modelo 9. .  A indicação da referência bibliográfica no texto deve ser feita conforme Modelo 12. Tal palavra deve ser escrita no texto na língua vernácula. Ambos alinhados à esquerda (Modelo 8).  A identificação numérica dos títulos e subtítulos deve ser feita da seguinte forma: letra maiúscula em negrito para o título. comprovação e ilustração. Em caso de dúvidas. consultar o arquivo Sistema Internacional de Unidades disponível no portal. letra maiúscula e minúscula em negrito para o subtítulo.  As equações e fórmulas devem ser indicadas conforme exemplo abaixo: x2 + y2 = z2 (1) (x2 + y2)/5 = n (2)  Todas as unidades utilizadas devem estar no Sistema Internacional de Unidades (SI). 23 Texto não elaborado pelo autor para servir de fundamentação. Exemplo: realimentação.  A identificação de uma tabela deve ser feita conforme Modelo 10.  Novo capítulo deve ser iniciado em uma nova página. Outros itens devem ser ressaltados para o trabalho em questão:  Palavras em língua estrangeira não podem ser utilizadas no texto. a não ser que sejam colocadas entre parênteses. resposta (feedback).

centralizado. não faça moldura na capa de seu trabalho. fonte Times New Roman) São Paulo 2009 (Na última linha. fonte Times New Roman) Título: subtítulo (No meio da folha. na primeira linha após a margem superior de 3cm. fonte Times New Roman) Nome completo dos alunos (Em ordem alfabética. letra tamanho 12. letra tamanho 12. letra tamanho 12. fonte Times New Roman) .centralizado. Universidade Nove de Julho (O nome da universidade deve ser colocado centralizado. dois espaços depois do nome da universidade. letra tamanho 12. 24 1. antes da margem de 2 cm. Margens adotadas da capa ao término do trabalho: Esquerda e superior de 3 cm. Capa (modelo 1) Esta linha representa a folha. direita e inferior de 2 cm. centralizado. Utilize papel sulfite A4.

centralizado letra tamanho 12. justificado. Utilize papel sulfite A4. Margens adotadas da capa ao término do trabalho: Esquerda e superior de 3 cm. espaço simples entre linhas. 25 2. Folha de rosto (modelo 2) Esta linha representa a folha. fonte Times New Roman) Título: subtítulo (Com letras maiúsculas e minúsculas. centralizado. dois espaços depois do nome da universidade. não faça moldura na capa de seu trabalho. fonte Times New Roman) ( espaço simples) Trabalho de conclusão de curso apresentado à Universidade Nove de Julho como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Engenheiro de Produção. letra tamanho 12. (ou apresentado à disciplina NONONO Orientação: Professor NONONONO (Tamanho 12. letra tamanho 12. centralizado. Times New Roman) . direita e inferior de 2 cm. Nome completo dos alunos (Em ordem alfabética. no meio da folha. recuo de 7cm a partir da margem esquerda de 3cm) São Paulo 2010 (Na última linha antes da margem de 2 cm. normal.

2: Comparação entre os valores de pH do UASB 1 e UASB 2 – Fase 1 -----.2: Caixa de Areia e Calha Parshall ------------------------------------------------.--62 Figura 5.1: Peneira do pré-tratamento -------------------------------------------------------.---63 .--62 Figura 5. 26 LEMBRETE: as margens indicadas nos modelos 1 e 2 devem ser mantidas em todo o trabalho.3: Variações dos valores de pH do ponto 1 ao ponto 6 do Reator UASB 1– Fase 1 ------------------------------------------------------------------------------------------.3: Caixa de Gordura -----------------------------------------------------------------.--48 Figura 5.--47 Figura 4. 47 Figura 4. (Modelo 3) LISTA DE FIGURAS Figura 4.1: Variação do pH no Reator UASB 1 e UASB 2 – Fase 1 --------------------.

2: Programa de monitoramento do reator UASB 1 e UASB 2 durante o período de partida -----------------------------------------------------------------------------------55 Tabela 4. 27 (Modelo 4) LISTA DE TABELAS Tabela 3.1: Vantagens e desvantagens de um reator UASB ---------------------------------27 Tabela 3.1: Programa de monitoramento do reator UASB 1 e UASB 2 durante os 04 dias iniciais da partida ------------------------------------------------------------------------------54 Tabela 4.3: Análises complementares do programa de monitoramento dos reatores UASB 1 e UASB 2 durante a operação sob regime estabilizado -----------------------------56 .2: Valores das concentrações de DQO. SST e SSV no esgoto bruto e no efluente de UASB -----------------------------------------------------------------------------------41 Tabela 4.

28 (Modelo 5) LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS A/M – alimento/ microrganismo BF.Biofiltro aerado submerso Cetesb – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental Crusp – Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo CTH – Centro Tecnológico de Hidráulica DQO – Demanda Química de Oxigênio DBO – Demanda Bioquímica de Oxigênio ETE – Estação de Tratamento de Esgotos .

P[ ] matriz de transições da cadeia de Markov t intervalo de tempo t P[ ] matriz de transições da cadeia de Markov no instante t b( ) distribuição da probabilidade de observação n. 29 (Modelo 6) LISTA DE SÍMBOLOS A. S estados do modelo de Markov N número máximo de estados do modelo de Markov k símbolo observável x vetor de símbolos Q conjunto de estados do modelo .

1 Isomeria plana -------------------------------------------------------------------------.1 Características do átomo de carbono ----------------------------------------------.21 2. 30 (Modelo 7) SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO --------------------------------------------------------------------------.1.2 Isomeria espacial ----------------------------------------------------------------------.49 4 ALCANOS --------------------------------------------------------------------------------.52 4.3 Isomeria de compensação -----------------------------------------------------.1.2 Isomeria de posição ------------------------------------------------------------.17 2 CADEIAS CARBÔNICAS-------------------------------------------------------------.25 3 ISOMERIA DA QUÍMICA ORGÂNICA ------------------------------------------.44 3.2 Nomenclatura -------------------------------------------------------------------------.63 APÊNDICES --------------------------------------------------------------------------------.1.53 5 CONCLUSÃO ----------------------------------------------------------------------------.40 3.63 .63 ANEXOS -------------------------------------------------------------------------------------.1 Isomeria cis-trans ou geométrica --------------------------------------------.1.1.46 3.61 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS -------------------------------------------------.29 3.46 3.21 2.30 3.1 Estrutura -------------------------------------------------------------------------------.2 Tipos de cadeias carbônicas --------------------------------------------------------.47 3.50 4.2 Isomeria óptica -----------------------------------------------------------------.1 Isomeria de cadeia -------------------------------------------------------------.

2 Ambiente Internacional .1. 31 (Modelo 8) 2 ESTRATÉGIA COMPETITIVA 2.1 Mercado concorrente 2.2 Mercado internacional 3 ANÁLISE AMBIENTAL 3.1 Mercado da região sudeste 2.1 Ambiente Nacional 3.

. 32 (Modelo 9) Figura 4. 2005).1 – Peneira do pré-tratamento (CASEIRO.

33 Modelo 10 Tabela 2. entre aspas. 1996). 13: refere-se ao número da página onde se encontra o texto de Mott. SST e SSV no esgoto bruto e no efluente de UASB (SOUSA.: Maria Ortiz.53 SST (mg/L) 256 38 85 SSV (mg/L) 162 19 88 8.2. Este fato levou os europeus a acreditarem que "o baiano ao meio dia vira mulher" (MOTT.4 4. autor que foi citado. Q (L/d) TDH (h) COV (kg. enquanto os maridos comiam. em espaço um (1). Dois sistemas de citação de autores podem ser utilizados no trabalhos científicos: o sistema numérico ou o sistema alfabético (autor e data).1 – Valores das concentrações de DQO..m³/d) Esgoto Bruto UASB Eficiência (%) DQO (mg/L) 442 108 76 1 ª Fase 20. CORPO DO TRABALHO – ALGUMAS NORMAS ELEMENTARES A importância das citações Citação é a menção no texto de uma informação extraída de um documento ou um canal de informação. em Salvador. A frase entre aspas é texto de Mott. 1988: 13).1 86 2ª Fase 24 4 2.: MOTT: autor que faz a citação. Obs.As margens são recuadas à direita. com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizados no parágrafo de texto no qual está inserida Ex. A segunda linha e as demais são alinhadas sob a primeira letra do texto da própria citação.Deve ser feita na continuação do texto.. 1988: o ano de publicação da obra deste autor na bibliografia. dar crédito à pesquisa além de fornecer o embasamento para argumentação da própria pesquisa.25 SST (mg/L) 187 71 62 SSV (mg/L) 129 42 67. (. incentivando os homens a continuarem a luta. as mulheres lutavam em seu lugar. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço. No texto . moradora da Ladeira do Pelourinho.5 DQO (mg/L) 422 58.7 2. com o objetivo de inserir a pesquisa na temática pertinente. Citação Direta Citação direta curta (com menos de 5 linhas) .) de sua janela jogou água fervendo nos invasores holandeses. Citação direta longa (com 5 linhas ou mais) .

Ex. O termo “Bibliografia” será usado quando relacionarmos as obras genéricas sobre o tema. "A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento das cadeiras das escolas femininas. Ex. 8. Ex. são incontestáveis dois princípios que norteiam o entendimento do processo inventivo: a tradição não tem poder determinante sobre aqueles poetas de talento individual.: idem significa o mesmo autor citado anteriormente e ibidem. cujas mestras estiveram sempre mais ou menos marginalizadas do saber" (Saffioti. 1988: 35). as obras consultadas e não citadas no trabalho e as obras gerais sobre o tema. Não obstante sobressaírem as mulheres no ensino das prendas domésticas. ou seja. aos quais o acesso à instrução era muito mais fácil.: Ainda com relação à questão da inventividade. Obs. que a citação indireta está no mesmo livro citado anteriormente. 37) Obs. Obs. Citação Indireta . 1976:193). 34 citado deve ser utilizada letra tamanho 11.: O Imperador Napoleão Bonaparte dizia que "as mulheres nada mais são do que máquinas de fazer filhos" (BONAPARTE apud LOI. e o reconhecimento dessa individualidade dar-se-á pelo conhecimento do contexto em que uma peça inovadora foi criada (idem. que a tomam como ponto de partida (Dronke. Referências Bibliográficas Usa-se a expressão “Referências Bibliográficas” quando relacionamos apenas os documentos utilizados. ibidem. consultados e citados ao longo do trabalho. 3. uma vez que as mulheres que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal função.: Além disso.: apud = citado por. .: O nome do autor citado pode vir em minúsculas ou maiúsculas. as poucas que se apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que deveriam ensinar que não logravam êxito em transmitir seus exíguos conhecimentos.É a citação que sofre uma interpretação por parte do autor. p. Citação de citação É a citação feita por outro pesquisador. Se os próprios homens. a qualidade do ensino fornecido era duvidosa. aquelas utilizadas para compor o trabalho. se revelavam incapazes de ministrar o ensino de primeiras letras. 1981:36). lastimável era o nível do ensino nas escolas femininas. Deve-se deixar uma linha em branco entre a citação e os parágrafos anterior e posterior.

Instituição. Antônio Joaquim. = sem local de publicação. s. Domingos. Cidade de publicação: Editora. Título. In: SOBRENOME. São Paulo: Editora SENAC. ou seja. SOBRENOME. Exemplo: DANTAS. Título do livro. Acerto de Contas. = sem notas tipográficas. R. 115) Normas específicas: 1. Exemplo: CHAUI. Audálio (org. Tese (Doutorado) / Dissertação (Mestrado). Até três autores: indica-se o nome dos três autores. Título do capítulo. Exemplo: MEIRELLES. São Paulo: Gois Editora e Publicidade. 2. e ampl. Livros SOBRENOME. ano de publicação. p. Cidade de publicação. = sem data. Edição. Edição. Repórteres. Cidade de publicação: Editora. ROSSI. Unidade de Ensino.l.ed. ano de apresentação.n. ed. São Paulo: Cortez. G. Nome do autor do capítulo. Repórteres. São Paulo: Brasiliense. O que é ideologia. 42. 2000.. s. L.). Dissertações e teses SOBRENOME. Observe-se que o sobrenome do autor e o título do documento têm um destaque gráfico. 1998.). 35 “A apresentação dar-se-á por ordem alfabética de autor e pela ordem cronológica da publicação. Título. enquanto o título principal deve vir em itálico (grifado. Nome.d. o sobrenome do autor que abre a referência deve vir em maiúsculas ou caixa alta. SANTOS. 21. In: DANTAS. G. Exemplo: . 1998. ano de publicação. Orientações metodológicas para elaboração de trabalhos acadêmicos. Marilena. São Paulo: Editora SENAC. 2000. Referência bibliográfica de parte da obra ou capítulo. Metodologia do Trabalho Científico.t. quando faltam todos os elementos”. s. Quando um dos dados bibliográficos não é identificável no documento. somente quando o texto é datilografado ou manuscrito). = sem editor. Nome. ele pode ser substituído pelas seguintes abreviações: s. Nome do autor do livro. Audálio (org. (Fonte: SEVERINO. rev.. ed. J. 1997. Exemplo: JARDILINO. T. Mais de três autores: indicar o nome do organizador ou do coordenador da obra.

v. revistas de circulação SOBRENOME. Trabalhos apresentados em congresso. o pivô da guerra das cervejas. Abrindo janelas à noção de competência para a construção de um currículo interdisciplinar: estudo preliminar. Título do trabalho.. Nome. Título do artigo. B3. p.. Dissertação de Mestrado. Nome. Disponível: identificador (data de acesso). Raquel. 16 de março de 2004.br/papers/xxii-ci/gt27/27z02. data.. INTERCOM. Dalmo O. Título do Jornal. ano e cidade de realização. Diário de S.intercom. A. 2002. J. Título do trabalho. MEDEIROS. Cenários da Comunicação. São Paulo: UNINOVE. ano de publicação. número do fascículo. B. Produtor (opcional).Z. cidade de publicação: Editor. Tipo de mídia. Artigos de publicações acadêmicas SOBRENOME. 6. set. (1999). 1994. Acesso em 14. Exemplo: ARAÚJO. Trabalhos de fontes eletrônicas SOBRENOME. Paulo. Título. Exemplo: BRAYNER. Souza. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. A. (Ano). Número ou título do caderno. 16-29. 1. Anais. 4. 5. páginas inicial-final. 1994. Artigo de jornal. Janete Bernardo da. R. Ágora ou o Zoológico Humano?. 1. 3. . Título do periódico. Local: Editora. São Paulo: USP. São Paulo. páginas inicial-final. Exemplo: CARDOSO. São Paulo.F. Faculdade de Educação. SOBRENOME. páginas inicial-final. In: NOME DO CONGRESSO.PDF. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos.uma contribuição para o debate sobre os Reality Shows.6. 1999. seção ou suplemento. A. MOREIRA. n. p. Mass Media: um enfoque político-social. 36 SILVA. 57-71. Nome / EDITOR. (On-line).org.. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS.M. Economia. mês e ano. Exemplo: SILVA. Título do artigo. p. C.2004.G.. Nome. número do volume. 9. Zeca. Disponível em: http://www. número do congresso. cidade.

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