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Texto - O contato com o paciente texto 5

1. O "antes" do contato

2. Motivos conscientes e inconscientes

- admissão da existência de algum grau de perturbação e de dificuldades que justificam a
necessidade de ajuda.

- motivos aparentes X motivos reais

- encaminhamento

- observar como o paciente trata a si mesmo e as suas dores (vestimenta, comunicação
verbal e ñ-verbal, linguagem corporal ...)

- o terceiro excluído ou incluído

- problemas quando a realidade é distorcida:
a) processo iniciado com conflito deslocado;
b) percepção da discrepância e projeção no material do teste (paciente) / falsa exploração de
um tema (psicólogo);
c) devolução: parecer técnico contaminado e distorcido;
aliança do psicólogo com aspectos patológicos;
atitude ambígua;
apenas pontos tolerados pela família e o paciente são
clarificados;
d) comprometimento da indicação para a terapia.

3. Identificação do paciente

- definir quem efetivamente é o paciente

4. Dinâmica da interação clínica

- aspectos conscientes e inconscientes:
* no plano das atitudes - psicólogo é o examinador e clínico; o paciente é
sintomatológico e precisa de ajuda.
* no plano das motivações - psicólogo e paciente assumem papéis de acordo com
seus sentimentos primitivos e suas fantasias.

- transferência e contratransferência: vínculo e resistência

- objetivos que o paciente percebe no psicodiagnóstico

- rapport

5. d) possível reação regressiva.pressões presentes na condução do caso: expectativas familiares. 7. e) ambivalência diante da liberdade. Importância para o Psicodiagnóstico . c) perigos de auto-confrontação. Definição de problemas e necessidades do psicólogo . b) perda de controle sobre a situação. Variáveis psicológicas do psicólogo e do paciente . 6. do paciente e do próprio psicólogo.variáveis constantes relativas ao paciente: a) auto-exposição e vulnerabilidade.variáveis constantes relativas ao psicólogo: a) aspecto voyerista b) aspecto autocrático c) aspecto oracular d) aspecto santificado .