You are on page 1of 9

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) JUIZ(A) DA VARA DO TRABALHO DE

BETIM/MG.

AMAURI RODRIGUES GOMES, casado,montador de
telhado, RG nº 14756161 SSP MG, CTPS nº 4257515, série 0040, nascido em
26/11/1984, residente e domiciliado na Avenida Raimundo Marçal de melo, nº
15,ap 304,bloco 1, Bairro Paulo Camilo, Betim- MG. CEP: 32667-565; por seu
advogado que esta subscreve procuração em anexo, com escritório na Rua
professor Osvaldo Franco, nº 90, centro, sala 505 edifício Paris, Betim/MG,
local onde recebe as intimações e notificações bem como nos emails
anacarolina.damaziob@hotmail.com e andre_baroni@hotmail.com, vem,
respeitosamente, a presença de Vossa Excelência, com fundamento no artigo
840 da CLT, /c 282 do CPC, propor a presente RECLAMAÇÃO
TRABALHISTA em face de RM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
EILELLI, CNPJ n° 21.036.209/0001-85 com sede na avenida juiz Marco Túlio
Issac, n° 470, sala 2, Bairro chácara, Betim MG, CEP: 32670-250 e FIAT
AUTOMÓVEIS S/A, indústria metalúrgica, inscrita no CNPJ sob o nº.
16.701.716/0033-33, sediada na Avenida do Contorno da Fiat, nº 3455 – CEP.:
32.530-490 – Bairro Paulo Camilo Pena – Betim/MG, pelos fatos e
fundamentos adiante aduzidos.

1. Da responsabilidade solidária/subsidiária da
segunda reclamada.

O reclamante prestou serviços para a segunda
reclamada, empresa que se beneficiou diretamente de sua mão de obra para
auferir renda em obra realizada nesta cidade.

O reclamante somente vendeu sua força de trabalho em
decorrência da existência do contrato de prestação de serviços firmado entre
as reclamadas.

A segunda reclamada, enquanto tomadora dos serviços
da primeira reclamada, empregadora da reclamante, concorreu diretamente
pelas obrigações contraídas e inadimplidas por esta, pois não escolheu bem a
contratada, tão pouco fiscalizou o cumprimento das obrigações decorrente do
contrato de trabalho celebrado.

Logo, deve ser reconhecida a responsabilidade solidária
ou subsidiariamente da segunda reclamada, por todos os direitos reconhecidos
nestes autos em favor dos reclamantes, nos termos da Súmula 331, IV, do
TST.

como . O reclamante foi admitido na empresa reclamada na data de 30/03/2014 à 01/02/2016. exercendo a função de manutenção de telhados. Todavia. pode-se comprovar que a conduta do reclamante não foi a mencionada pelos empregadores. Logo. Do contrato de trabalho. Alíneas “b” e “h” do art. da CLT. tendo também sofrido ameaças para que o mesmo pedisse demissão. Ao discordar de uma alteração na escala de horários imposta pelos empregadores. requer-se desde já a anulação da rescisão por justa causa. não sendo passível de justa causa. na qual desempenhava atividades como manutenção e pintura de telhado. nos termos do artigo 9º da CLT. pois. o reclamante trabalhou na empresa por 2 (dois) ano. Assim. 482. Laborava de quarta a domingo. sempre trabalhando com muita disciplina e diligência sendo que nunca teve nenhuma indisposição com nenhum outro funcionário bem como os seus superiores hierárquicos. Entretanto a justificativa do empregador não pode prosperar uma vez que o empregado vem sendo perseguido por seus superiores há muito tempo. condenando-se a Reclamada ao pagamento do aviso prévio. é importante reafirmar que a muito tempo o reclamante vinha sentindo uma pressão feita pelos empregadores o forçando a pedir demissão. Da reversão por justa causa O reclamante foi dispensado por justa causa no di a 26/01/2017 por uma suposta conduta de indisciplina e insubordinação em desfavor a seus superiores. durante a semana de 8:00 as 17:30 e finais de semana das 6:00 as 15:00h. pois em momento algum o reclamante cometeu falta grave que justificasse a sua demissão motivada. em frente aos demais funcionários e logo após foi lhe informado que seu contrato de trabalho teria sido rescindido por justa causa. férias proporcionais e multa de 40% do FGTS incidente sobre os depósitos havidos bem como liberação dos mesmos e entrega das respectivas guias. há que se ter a rescisão como sem justa causa. o reclamante foi escoltado para fora da sala. 2. mediante testemunhas que estavam presente no momento. 13º salário proporcional. Ora. nos termos do art. por meio de força policial sem necessidade. e ainda não se descarta a justa causa aplicada ao empregador foi uma maneira que os empregadores encontraram para que o mesmo fosse desligado de suas funções. a conduta da empresa nada mais é que uma tentativa de se exonerar do pagamento das verbas trabalhistas devidas ao empregado. 3. 482. inexistindo motivação à mesma.

porque não recebeu integralmente as verbas rescisórias. Ora. 477 da CLT. jamais provocando qualquer ato que desabonasse sua pessoa ou atividade laborativa. porque lhe obstou de receber o seguro-desemprego. a fim de amenizar as despesas corriqueiras do ser humano. liberação das guias de seguro desemprego. Salário proporcional. multa de 40% sobre todo o FGTS. despesas médicas. férias proporcionais e demais parcelas. pois. e . Logo. o prazo estabelecido no § 6º do art. através do desvio de função e da falta grave por descumprimento do contrato de trabalho. a dispensa do Reclamante pela alegação de justo motivo. Das verbas: A reclamada não pagou integralmente as verbas rescisórias devidas ao reclamante. segundo. etc. 4. inobservando-se. terceiro. Quanto ao aviso prévio. férias proporcionais acrescidas de 1/3 legal. 13º salário e férias proporcionais. 13º. pois durante a relação empregatícia sempre exerceu sua função com zelo. multa de 40% sobre o saldo do FGTS. vedou-lhe de levantar o saldo existente do FGTS. foi planejada pela empresa Reclamada com o único propósito de ser ver livre dos encargos trabalhistas que a dispensa sem justa causa acarretaria. tem-se que como a despedida por justa causa sofrida pelo Reclamante é nula. requer desde já o pagamento das seguintes verbas trabalhistas: diferenças salariais (que inclusive devem ser pagas em primeira audiência sob pena de dobra). décimo terceiro salário proporcional. este é devido ao mesmo. água. como adiante se demonstrará. luz. destarte. Na realidade é a reclamada quem não vinha cumprindo o contrato de trabalho. tais como: aviso prévio. Na verdade. medicamentos. pelo que torna-se devida a multa prevista no § 8º do mesmo artigo consolidado. 1/12 de férias e 13º salário. Essa atitude arbitrária e ilícita deixou o reclamante totalmente desamparado financeiramente: primeiro. tais como alimentação. O reclamante foi surpreendido pela demissão por justa causa. FGTS sobre aviso prévio. o reclamante foi despedido imotivadamente e sem pré-aviso em 26/01/2017 sem pagamento das verbas rescisórias a que faz jus. aviso prévio integrando e projetando o tempo de serviço para todos os fins.também as guias do seguro desemprego ou a sua indenização pelos prejuízos que causou ao Reclamante. em sendo revertido para despedida sem justa causa – o que se espera e confia . em razão da suposta "despedida por justa causa".

não houve o pagamento no prazo determinado na legislação. são devidas ao reclamante tais guias e em sendo isto impossível. a empresa reclamada tentou burlar a despedida do reclamante invocando a justa causa. vencidas em 26. mesmo indenizado. por não ter efetuado o pagamento da totalidade das verbas rescisórias no prazo estabelecido no art. 8. carnê das lojas Lebes e Bom Jardim. Uma vez descaracterizada a justa causa. 477 DA CLT Além de não ter computado todas as parcelas devidas ao reclamante por ocasião da rescisão do contrato de trabalho. 5 .01. Da mesma Lei. férias e demais verbas.01. DA MULTA DO ART. horas extras. alínea b. 467 do referido diploma legal. no valor da maior remuneração do reclamante. tudo conforme atestam os documento anexos. a exemplo da prestação da casa. deverão ser pagos em primeira audiência sob pena de dobra. tendo em vista que a despedida se deu sem justa causa. conforme determina o art. . E. razão pela qual. o pagamento integral das verbas rescisórias deveria ter sido efetuado até o dia 26. DO SEGURO DESEMPREGO A não entrega das respectivas guias do seguro desemprego foi motivada pelo ato unilateral da reclamada. . 477. ou seja. 6.seu computo no tempo de trabalho para todos os fins de direito. décimos terceiros salários. 7. requer desde já. 467 DA CLT Os salários. DA INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL Vale enfatizar que o fato de ser dispensado sem pagamento das verbas rescisórias. indubitavelmente. da CLT. Assim. o correspondente pagamento de indenização do respectivo valor de cada parcela pelo montante do conjunto remuneratório devido inclusive face os pleitos da presente. uma vez que suas contas estão atrasadas. ultrapassado está o prazo para pagamento das verbas rescisórias.2017. são salários em sentido amplo e incontroverso. projeta o tempo de serviço do reclamante para mais um mês e diante disso faz jus em receber mais 1/12 de férias e 13º salário. DA DOBRA DO ART. tem feito com que o reclamante e sua família estejam a passar necessidades alimentares e privações. Isso porque o aviso prévio. a condenação da reclamada no pagamento da multa prevista no parágrafo 8º. da luz. . parágrafo 6º. Portanto.2017. da água.

o que conduz ao nexo de causalidade. a rescisão do contrato de trabalho sob a infundada alegação de justa causa gera constrangimento e abalo moral ao trabalhador. sonega o pagamento integral das parcelas rescisórias a que teria direito. A Constituição Federal. a capacidade. pois. além de macular sua imagem. a vida privada. 1988. a capacidade econômica da reclamada e o aspecto pedagógico da punição. a intimidade. X. dispõe que "São invioláveis a intimidade. no momento em que deveria lhe dar total amparo! 9. a integridade corporal. depreende-se que o dano moral é todo sofrimento humano que não resulta de uma perda pecuniária. o decoro. p. 73). Dos adicionais: a. colocando-o em situação vexatória perante os colegas de trabalho comprova o fato gerador a ensejar o pagamento de danos morais. Saraiva. a reclamada de forma arbitrária. 5º. o estado de família)".17): "Consiste na lesão a um interesse que visa à satisfação ou ao gozo de um bem jurídico extrapatrimonial contido nos direitos da personalidade (a vida." O dano que o reclamante pretende ver reparado é aquele definido doutrinariamente como dano moral direto. causado por ato ilícito de outrem “in casu” pelo empregador! Ora.] Em síntese. vexatória e desumana dispensou o reclamante sem direito as verbas rescisórias. a própria imagem) ou nos atributos da pessoa (o nome. citada por Glaci de Oliveira Pinto Vargas (em Reparação do Dano Moral . Ed. com prejuízos à imagem pessoal e profissional do demandante. atingindo sua honra e dignidade. p. Síntese. O próprio ato arbitrário e ilícito da reclamada despedida sob a falsa alegação de justa causa. Além disso. a liberdade. além da gravidade dos fatos.Controvérsias e Perspectivas. Ademais. Cabendo para fixação do “quantum” indenizatório. em seu art. que na conceituação de Maria Helena Diniz (Responsabilidade Civil. SP. a honra. os sentimentos afetivos. ser considerado o valor do salário e o tempo de serviço. assegurando o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. a honra e a imagem das pessoas. Porto Alegre. mas de afronta a direitos de personalidade. haja vista a indubitável repercussão das humilhações sofridas no ambiente de trabalho. Adicional de insalubridade: .

até porque os adicionais são devidos por causas e com fundamentos absolutamente diversos. Adicional da periculosidade: O Reclamante além da exposição a agentes insalubres. e dessa forma utilizava vários produtos químicos como Tiner. passiveis de explosão (como comprovam as fotos em anexo) de modo que também faz jus ao pagamento do adicional de periculosidade. devem prevalecer sobre àquelas constantes do parágrafo 2º . quando tratou do "adicional de remuneração para as atividades penosas. as reclamadas deverão ser condenadas a pagar ao reclamante o adicional de insalubridade e seus reflexos no. 1. do art. A norma constitucional. notadamente ao princípio da dignidade da pessoa humana e ao . sem a utilização de EPI's capazes de neutralizar os malefícios por ele provocados( como comprovam as fotos em anexo). O reclamante laborou em condições insalubres. uma vez que trabalhava em contato direto com combustíveis. férias do período + 1/3 e FGTS + 40%. pois permanecia submetido aos efeitos nocivos de agentes biológicos.254 . A impossibilidade de percepção cumulada dos adicionais de periculosidade e insalubridade constante do parágrafo 2º . 2. também desenvolvia o trabalho sob risco de queimaduras e explosão. 193 da CLT e do item 15. o que deverá também ser provado através de perícia. 155 da OIT. do art. ratificada em 18.RECURSO ORDINÁRIO RO 00022934620125020064 SP 00022934620125020064 A28 (TRT-2) Data de publicação: 29/05/2015 Ementa: CUMULAÇÃO DOS ADICIONAIS DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE. b. insalubres ou perigosas". de 29. Apurada a insalubridade e seu grau. e com isso alem da manutenção ainda fazia a pintura.05. Amianto. aprovada no Brasil pelo Decreto Legislativo n. 13º salário do período. o que requer desde já o Reclamante.94. será necessária a designação de perícia técnica para apuração do grau de insalubridade a que ficava exposto. conforme jurisprudência: TRT-2 .3 da NR-15. As disposições contidas na Convenção n.3 da NR-15 não se mostra compatível com as normas constitucionais mencionadas.03. POSSIBILIDADE. Importante consignar a possibilidade de acumulo dos adicionais. O reclamante exercia a função de manutenção de telhados.09. 193 da CLT e do item 15.92 e promulgada pelo Decreto n. não estabeleceu qualquer impedimento à sua cumulação.92. Importante observar que os tratados de direitos humanos ratificados pelo Brasil gozam de hierarquia supralegal. Assim. de 17. físicos e químicos. catalisado e não recebia o adicional de insalubridade.

eis que normas constitucionais e supralegais. POSSIBILIDADE. O Colendo TST já se pronunciou sobre o tema: RECURSO DE REVISTA. direito à redução dos riscos inerentes ao trabalho e ao meio ambiente laboral saudável. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. Não obstante. na forma da lei. PREVALÊNCIA DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS E SUPRALEGAIS SOBRE A CLT. JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA DO STF QUANTO AO EFEITO PARALISANTE DAS NORMAS INTERNAS EM DESCOMPASSO COM OS TRATADOS INTERNACIONAIS DE DIREITOS HUMANOS. . CONVENÇÕES NOS 148 E 155 DA OIT. Relator Ministro: Cláudio Mascarenhas Brandão. sendo que o próprio TST em recente decisão já se posicionou em sentido contrário. que será demonstrado por meio de prova pericial. autorizam a cumulação dos adicionais. CUMULAÇÃO DOS ADICIONAIS DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE. Processo: RR . NORMAS DE DIREITO SOCIAL. NOVA FORMA DE VERIFICAÇÃO DE COMPATIBILIDADE DAS NORMAS INTEGRANTES DO ORDENAMENTO JURÍDICO. O artigo 7º da Constituição da República assim preconiza: Art. insalubres ou perigosas. bem como o respectivo adicional de insalubridade. Deste modo. Não há que se falar em aplicação do artigo 193 parágrafo 2º da CLT como óbice ao direito obreiro.0384 Data de Julgamento: 24/09/2014.5. deve ser deferido o obreiro o pagamento das diferenças salariais conseqüentes e seus reflexos legais. hierarquicamente superiores à CLT. deve ser informado que nada obsta ao obreiro o pagamento de ambos os adicionais.02. CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE.1072-72. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XXIII . Data de Publicação: DEJT 03/10/2014. o que desde já requer o Obreiro. INCOMPATIBILIDADE MATERIAL.adicional de remuneração para as atividades penosas.2011. 7ª Turma. reconhecido o acúmulo de função. quais sejam de periculosidade e de insalubridade.

com multa proveniente da rescisão sem justa causa de 40%. férias proporcionais acrescida de terço constitucional. no valor de: f) a condenação da reclamada ao pagamento da multa do art. FGTS mais multa de 40% sobre os títulos reivindicados. como determina o artigo 22 da retro referida Lei. FGTS sobre o aviso prévio. bem como o depósito do FGTS sobre todas as parcelas de natureza remuneratória pagas e devidas ao reclamante. já em primeira audiência sob pena de dobra. a fim de retificá-la para despedida sem justa causa. INSS. no valor de uma remuneração do reclamante. compor a base de cálculo das horas extras. férias e 13º. devendo. 477 da CLT. DOS REQUIMENTOS: Diante do exposto. a notificação da reclamada. o reclamante REQUER a Vossa Excelência. devido ao não pagamento da totalidade das verbas rescisórias dentro do prazo legal. sob pena de revelia e confissão ficta. no valor de: . devido ao longo de todo pacto laboral. b) a condenação da reclamada ao pagamento do adicional de periculosidade e insalubridade durante o período trabalhado no valor de: c) a liberação do FGTS depositado e pagamento da respectiva multa de 40%. bem como o pagamento do adicional de insalubridade em grau máximo pelas atividades de Soldador. sem maiores delongas. com reflexos no aviso prévio.036/90. 15. em sentido amplo e incontroverso. no valor de: e) a condenação da reclamada ao pagamento das parcelas do Seguro Desemprego correspondente ao maior salário recebido ou devido. além da multa de 40% sobre todo o saldo do FGTS. Salário proporcional. sem prejuízo da multa de 20% sobre a sua totalidade. 8. bem como o deferimento dos pedidos das alíneas abaixo: a) seja reconhecida e declarada a nulidade da despedida por justa causa. Deste modo. saldo de salários. aviso prévio de 30 dias (integrando e projetando o tempo de serviço para todos os fins). querendo. para. ainda.no valor de: g) a condenação da reclamada ao pagamento de todas as verbas que se caracterizam como salário. da Lei nº. conforme prevê o art. acrescido de juros de 1% ao mês. no valor de: d) a condenação da reclamada ao pagamento das verbas rescisórias ao reclamante. uma vez que não foram efetuados no prazo previsto do art. 10. sendo esta constituída pelas diferenças salariais. comparecer à audiência e apresentar defesa. deverá este Douto Juízo determinar o pagamento do adicional de acúmulo de função no importe de 50% da remuneração obreira. FGTS e sua indenização de 40%. 13º salário. 467 da CLT. integrado das horas extras e RSR.

m) Por fim. recibos de pagamentos mensais. inclusive atestados médicos. controles de horários. tudo corrigido monetariamente. no valor de: k) a concessão ao reclamante dos benefícios da Assistência Judiciária Gratuita. protesta pela produção de todos os meios de provas em direito permitidos. sem prejuízo de seu sustento e de sua família. perícia.. tendo em vista sua impossibilidade de arcar com as custas e despesas judiciais.. juntada e solicitação de outros documentos e todas as demais medidas que necessitarem. 14 de fevereiro de 2017 Ana Carolina Damazio Iob Andre de Mattos Baroni OAB MG:165793 OAB/MG 156579 . Atribui-se a causa o valor de . acrescido de juros. custas e demais despesas.. oitiva de testemunhas. conforme for apurado em liquidação de sentença. l) requer ainda seja a reclamada compelida a apresentar toda a documentação referente ao contrato de trabalho do empregado. condenando a reclamada em todo requerido. Betim. sob pena de confissão ficta. no valor de: j) A condenação da reclamada ao pagamento de honorários advocatícios sobre o valor atualizado da condenação. especialmente pelo depoimento pessoal do representante legal da empregadora.h) a condenação ao pagamento de danos morais no valor de: h) A TOTAL PROCEDÊNCIA da presente ação trabalhista.