Orientações e normas para escrita de trabalhos Acadêmico-científicos

Prof. José Antônio Baêta Zille

Belo Horizonte 2005

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Prof. José Antônio Baêta Zille

Orientações e normas para escrita de trabalhos Acadêmico-científicos

Material de referência para escrita de trabalhos acadêmico-científicos com orientações e normas segundo ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Belo Horizonte 2005

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Ficha catalográfica

A imaginação humana recoloca o orgulho humano do conhecimento faustiano nos limites alegres da condição humana. objeto sem felicidade apropriadora é apenas alienação do homem.4 Ciência sem poética. inteligência pura sem compreensão simbólica dos fins humanos. Gilbert Durand . conhecimento objetivo sem expressão do sujeito humano.

..................3..............8 Agradecimento(s).....10.1................................................... 9 1 ESTRUTURA DO DOCUMENTO.................... 1............................... 10 1.............1 Capa.......................... 1............................ 22 2..2..12 Sumário...1.......................5 ILUSTRAÇÃO(ÕES)...........1 Introdução.....2......................1........................................................................1 Referências................................... 22 2........................... 24 ............. 1........................................ 1................................3 Conclusão.....................................l0 Resumo...........................2 Desenvolvimento....................... 1....................................................................................................................3 Apêndice(s)...................................................3....... 1............................................ 1......................................................................1....1............5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO..............1..................................5 Errata...............4 EQUAÇÃO(ÕES) E FÓRMULA(S)................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ 23 2........................................................... 1.............................................................................. 1.............3........................3 SIGLA(S).............................11 Listas................... 1...........9 Epígrafe(s)..............1......... 1.......4 Verso da folha de rosto.................................... 1............................. 1.. 1..................... 1.......2 Lombada................................................. 1...........................................................1......................... 11 11 12 12 13 14 14 14 15 15 15 15 16 16 17 18 18 18 19 19 19 19 20 20 21 2 INSTRUÇÕES GERAIS DE APRESENTAÇÃO.............6 Folha de aprovação.........................................7 Dedicatória(s)....................................................2 Glossário.........................................4 Anexo(s)...... 1.......... 1................1......................................................................................1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS...........................................................1 Português.................. 24 2............................................................................................................................3 Folha de rosto...........1................................................................................................................3................................2 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS SEÇÕES.................................. 1....................... 1..........................1...... 22 2..................................................................... 1........................ 1.................................................................................5 Índice(s).............................................1..................................1.....................10...2 ELEMENTOS TEXTUAIS.........................................1...........................................................................2...........................1 REDAÇÃO...........2 Língua estrangeira.3............................... 1.............................................................. 1.........................3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS.......................................................................................................

............................. 4..................................12 Citação de vários trabalhos de autores diferentes.....................10 Citação de eventos................................................. 26 2.................. 4................................4 Citação com mais de três autores.........................................2 SISTEMA NUMÉRICO....................................5 DESTAQUES ....1...1 Citação com um autor............................................................................................................1........................................................2 CITAÇÃO INDIRETA.....................................................................1..1............................ 28 3 CITAÇÕES............ 35 3................11 Citação de vários trabalhos do mesmo autor................................ 46 6.. 39 40 40 41 41 41 42 42 42 43 43 43 44 4.1...................... 36 3..................1............................ 29 3.2 Paginação......................................................... 4...............................................................................5 Citação de diversos documentos do mesmo autor e ano........................6 2........................................................ 25 2.................. 29 3..........3 Citação com até três autores................1....................................................................................6 SUPRESSÕES NO TEXTO......................................................... 4.................................1 Expressões latinas................................... 44 5 APRESENTAÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DIGITAIS.................... 39 4.......... 4.................................................................................................. 35 3...............1.........7 ACRÉSCIMOS E COMENTÁRIOS........ 45 6 PADRÃO DE REFERENCIAS PARA TRABALHOS ACADÊMICOS..........................................................8 NOTAS DE RODAPÉ................................................................................................ 47 ............................. 4..............................7 Citação com coincidência de sobrenome..............................1...................... 34 3. 36 4 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO.........................................................4 CITAÇÃO DE FONTES INFORMAIS........................1 SISTEMA AUTOR DATA................ 27 2......................................................... 4............................................ 4...........7....1 Espacejamento............................... 4............8.................................. 31 3..............................7...............6 TABELA(S)...............................................................1 MONOGRAFIAS (ou trabalhos monográficos).................................1..1.... 4... 32 3.1..2 Citação com dois autores............. inicial do prenome e ano.... 31 3.....6 Citação com coincidência de sobrenome e ano..8 Citação de publicações anônimas......................................................................................................................... 4............1....................................7 APRESENTAÇÃO GRÁFICA..1 CITAÇÃO DIRETA................................1 Monografia considerada no todo.... 4.............................................................................3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO.................9 Citação de entidades coletivas..... 46 6.................................................

......................1 Com indicação de um autor.....1.........3..7 6..........1.................2 Capítulo de livro com a mesma autoria da obra no todo....... 6.... 6..... 6...1 Leis e decretos................1..10...................5.......2 Monografia considerada em parte..........1......3..1 Nomes com sufixo.........5......................................5............................................................................................8 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO. 6............. 60 6.......................... 6......................1..1............................... 6.5......1...........5..... 6...........................2 Teses...............7 Com indicação de série.1.....................................1 Capítulo de livro com autoria distinta da obra no todo........................................1...............1..............2................................... 6.1......1.......................2........ 6............. 6......2 Publicação seriada considerada no todo......................1.......................................................... 6....................2................2 Trabalho apresentado em evento.............................................1............................. 6.................................3 EVENTO..2 Constituição federal..... 6.................................................................. 6. 6.....................................5 Publicação de autoria desconhecida..................................... 6...... 6..............5....................5 Portarias...10..............3................................................................2 Nome(s) do(s) autor(es) com mais de uma obra 6.......................... 60 6.... 6.....4 PATENTE..........................1 Evento considerado no todo.............1.................1.... 6................ 6.................2.....1...............................................7 Jurisprudência.............1.. 6.........................................1..................... 6...............................................1...................................................................8 Com indicação de responsabilidade intelectual................................................................................4 Medida provisória............................1.....10................................................1......................................................1.............................. 47 47 47 48 48 49 49 49 50 50 50 51 51 51 52 52 52 52 53 53 54 54 54 54 55 55 55 56 56 6......... 6.......3 Artigo e/ou matéria de periódico.....5 DOCUMENTO JURÍDICO... 6..........3 Com indicação de três autores....... 61 .......4 Artigo de jornal.............1...............1...1.6 Consolidação de leis............4 Com indicação de mais de três autores.........3 Emenda constitucional........7 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO.......................10.6 Com indicação de tradutor.....2 PUBLICAÇÃO SERIADA............................................................................. 6.....................................................................................1.......3 Memorial..............................................3 Trabalho de evento publicado em periódico.....................1.......................... 6........1..........3 Verbete...............10 Referências com outros tipos de materiais monográficos...............2 Com indicação de dois autores........... 6.........2................................... 6........1.............................................. 6...................................................... 6.1..............................................1.....1.................... deliberações e resoluções.... 56 6.......... 6.....1..1..................................................................2....................................................... 6.......6 IMAGEM EM MOVIMENTO................1 Editorial..1............................................................................1..4 Relatórios.....................................................1 Catálogos.......................................1........................ 6....5...........2.................................. 57 57 57 58 58 58 59 59 6......9 Autor entidade.......................... 6...

......................................... 64 65 66 66 67 67 67 68 68 68 68 7 NOTAS GERAIS..................12...............12................................. 6.... 71 ANEXOS...................... bases de dados e lista de discussão.1 Documento sonoro considerado no todo........................................................12.................................2 Lista de discussões.................................................................................12......12.2 Partitura considerada em parte.........9................................1 Imagem de satélite.....................11 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL................................................8 6.3 Acesso a arquivos em disquetes...................................................................12......12.................. 63 6......12.....9........................................................ 62 6...................4 Acesso a CD ROM......................... 64 6.............. 62 6.......1 Acesso a banco.....10 PARTITURA............. 6........ 6............................ 6...........................................................................................7 Documento cartográfico em meio eletrônico.................................................12............................................. 63 6.....10......................................1 Partitura considerada no todo.......................................6 Documento iconográfico em meio eletrônico..........7.......................... 61 6.........................1Mensagem pessoal........ 6................................................... 6....................................... 93 ............5...................2 Acesso a website comercial e institucional......................... 6.............................................................10......................................................................... 6....5....................2 Documento sonoro considerado em parte...........................5 Acesso a mensagem eletrônica (e-mail)........... 70 REFERÊNCIAS.........................................................12 DOCUMENTO DISPONÍVEL EM MEIO ELETRÔNICO.................................9 DOCUMENTO SONORO................................................. 6........................... 72 APÊNDICE.....12........... 6.......................... 63 6......

esse trabalho foi organizado no intuito de orientar alunos de cursos de graduação e pós-graduação. Acredita-se que a padronização dos trabalhos científicos possa contribuir para a qualidade de sua apresentação e divulgação dos resultados do desenvolvimento intelectual. produzindo-o segundo padrões internacionais. A redação desses trabalhos deve estar fundamentada em uma linguagem e forma científica. . A essas recomendações foram acrescentaram-se comentários de forma a facilitar a utilização das mesmas. Para tal. facilitar a redação e compreensão do texto e um melhor aproveitamento do tempo despendido em sua elaboração. no Brasil. da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. para a obtenção dos títulos de graduação e especialização. A linguagem científica se apóia na literatura da área e a forma em estruturas científicas. atualizadas. Com esse trabalho tenciona-se ainda.9 APRESENTAÇÃO Uma das exigências de muitas faculdades. órgão representativo da Internatinal Standard Organization – ISO. procurou-se reunir nesse documento as recomendações. na padronização dos trabalhos acadêmico-científicos. ambas visando a valorização da metodologia e dos resultados obtidos nos projetos de pesquisa. é a produção de trabalhos acadêmico-científicos. facilitando o intercâmbio entre a comunidade acadêmico-científica. Nesse sentido.

visando a obtenção do título de mestre. analisar e interpretar informações. A autora. (Grifo nosso). todo e qualquer estudo sobre um tema específico ou singular. Nesse sentido. um trabalho monográfico tem as seguintes características: a) trabalho escrito. uma monografia. obtido através de rigor metodológico e metodicamente exposto na forma de texto. da arte. é a descrição de um estudo que procura investigar um determinado tema em profundidade e sob perspectivas diferenciadas. original e pessoal para a ciência.10 1 ESTRUTURA DO DOCUMENTO Segundo Lakatos (2005). sistemático e completo. abordando vários aspectos e ângulos do caso. a monografia ou o trabalho monográfico. da história etc”. é limitado). E feito sob a coordenação de um orientador (doutor). d) tratamento extenso em profundidade. Nesse sentido. dependendo dos fins a que se destina. citando a American Library Association. pode ser considerado uma monografia. mas não em alcance (nesse caso. usualmente pormenorizado no tratamento. com o objetivo de reunir. dissertação ou trabalho escrito que trata especialmente de determinado ponto da ciência. b) tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela. mas não extenso em alcance. f) contribuição importante. de valor significativo. Dessa forma. em termos gerais. Ainda dentro dessa perspectiva geral. c) estudo pormenorizado e exaustivo. a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) na sua norma NBR 14724 define: DISSERTAÇÃO – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo. em seu aspecto geral. acrescenta que um trabalho monográfico ainda pode ser um trabalho sistemático e completo sobre um assunto particular. ou trabalho monográfico. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. é “uma descrição ou tratado especial de determinada parte de uma ciência qualquer. . de tema único e bem delimitado em sua extensão. e) metodologia específica.

(LAKATOS. As informações devem ser transcritas na seguinte ordem: 1 O padrão de encadernação deverá seguir as orientações da coordenação do curso. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor ou livredocência.similares (trabalho de conclusão de curso . Como uma modalidade destes últimos estão as monografias consideradas no seu aspecto restrito: MONOGRAFIA – documento que representa o resultado de um trabalho minucioso sobre um tema relativamente restrito. 1. A capa é considerada uma para proteção externa do trabalho. módulo. Nela devem ser impressas as informações indispensáveis à identificação do trabalho.TCC. estudo independente. trabalho de graduação interdisciplinar .1. curso. os trabalhos monográficos devem seguir a seguinte estrutura: 1. constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. (Grifo nosso). programa e outros ministrados. . Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.TGI e outros): documento que representa o resultado de estudo.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS De acordo com a norma NBR 14724. grifo nosso) Sob essas perspectiva. devendo expressar conhecimento do assunto escolhido. TRABALHOS ACADÊMICOS . (Grifo nosso).11 TESE – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado.1 Capa1 Elemento obrigatório. Freqüentemente solicitado como “trabalho de conclusão em cursos de graduação ou de pósgraduação “lato-senso”. 2005. es elementos pré-textuais devem ser apresentados na seguinte ordem e características. Deve ser elaborado com base em investigação original. que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina.

quando necessário abreviado pelas cinco primeiras palavras significativas seguido de reticências. • elementos alfanuméricos de identificação. • título e subtítulo (se houver) em letras minúsculas. com exceção da primeira letra do título. na folha de rosto devem ser apresentados os elementos essenciais à identificação do trabalho. • nome completo do autor. • número de volumes (se houver mais de um). • nome da instituição a que é submetido o trabalho. A folha de rosto deve conter: • nome completo do autor. nomes próprios e/ou científicos. (ANEXO B) 1. • título e subtítulo (se houver). As informações nela impressas devem obedecer a seguinte ordem: • nome completo do autor. • ano de depósito (da entrega).1. Assim como a capa.3 Folha de rosto Elemento obrigatório. por exemplo v.12 • nome da instituição (opcional). impresso da mesma forma que o nome do autor.2 Lombada Elemento opcional. • natureza do trabalho (dissertação ou tese). abreviando-se o(s) prenome(s) quando necessário.1. impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada conforme NBR 12225. . 2. • local (cidade). (ANEXO A) 1. • título.

em conjunto com o bibliotecário.4 Verso da folha de rosto No verso da folha de rosto devem constar: • ficha catalográfica: conjunto de elementos de descrição técnica do documento de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano. Deve-se evitar encabeçar a folha de rosto com o nome da Universidade e/ou Unidade Universitária. (ANEXO C) A folha de rosto deve ser encabeçada pelo nome do autor para favorecer a correta identificação de autoria do trabalho. • ano de depósito (da entrega). Nota: O Código de Catalogação Anglo-Americano (1985) estabelece como responsabilidade de autoria a pessoa ou entidade citada em primeiro lugar.13 • grau pretendido (mestre ou doutor). • número de volumes (se houver mais de um). • área de concentração. 1.1. Os descritores ou palavras-chave (termos representativos do trabalho) devem ser definidos pelo autor. (ANEXO D) . • nome do orientador e co-orientador (se houver)2 • local (cidade). Nota: A ficha catolográfica deve ser elaborada por um bibliotecário. a ser elaborada pelo Serviço de Biblioteca. • autorização para reprodução: declaração textual de concordância ou não da reprodução do trabalho.

1.1. (ANEXO G) . (ANEXO E) 1. (ANEXO F) 1. • título e subtítulo (se houver). • natureza do trabalho (dissertação ou tese). • data de aprovação. titulação. • nome.5 Errata Elemento opcional.1. • grau pretendido (mestre ou doutor). que consiste em uma lista em que são apresentadas as páginas e linhas em que ocorrem erros.7 Dedicatória(s) Elemento opcional. Uma errata deve ser inserida logo após a folha de rosto e conter a referência do trabalho para facilitar sua identificação. instituição a que pertence e assinatura dos componentes da banca examinadora.14 1.6 Folha de aprovação Elemento obrigatório e deve conter: • nome completo do autor. • nome da instituição a que é submetido o trabalho. Cada página e erro devem ser seguidas das devidos correções. • área de concentração. Nessa pagina o autor homenageia ou indica pessoa(s) a quem dedica seu trabalho.

1. O resumo deve ser redigido em parágrafo único. Pode haver. seguida de indicação de autoria.1. (ANEXO H) 1.” Sugere-se ressaltar os objetivos. destacando-se os elementos de maior interesse e importância.10. epígrafes nas folhas de aberturas das seções primárias. isto é. Nesse ponto o autor pode apresentar uma citação. também. relacionada à matéria tratada no corpo do trabalho.1 Português Elemento obrigatório.15 1.1.8 Agradecimento(s) Elemento opcional. Esse momento é reservado ao autor para agradece à(s) pessoa(s) e/ou instituição(ões) que tenha(m) contribuído de maneira relevante para a elaboração do trabalho. Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho .1.9 Epígrafe(s) Elemento opcional. Para Lakatos (2005) um resumo “é a apresentação concisa e freqüentemente seletiva do texto. resultados e conclusões. métodos empregados. as principais idéias do autor da obra. numa linguagem clara e conter no máximo 500 palavras. (ANEXO I) 1.10 Resumo 1.

Cada item deve ser designado por seu nome específico. ou Abstract deve ser redigido em inglês.10. • Lista de ilustrações Elemento opcional. fotografias. Esse(s) elemento(s) deve(m) ser elaborado(s) de acordo com a seqüência apresentada a seguir. quadros. organogramas.1. (ANEXO J) 1. gráficos.11 Listas Elemento(s) opcional(is). acompanhado do respectivo número da página. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos. mapas. O resumo em língua estrangeiro deve ser elaborado com as mesmas características do resumo em língua portuguesa. esse resumo. Essa lista deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. retratos e outros).1. (ANEXO M) . Para fins de divulgação. plantas. (ANEXO L) 1. Deve ser precedido da referência do documento e elaborado de acordo com a NBR 6028.16 (palavras-chave ou descritores). fluxogramas.2 Língua estrangeira Elemento opcional apenas para monografias.

e nem com Listas.1. Essa lista deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. Quando necessário. descritas em 1. descrito em 1.11. (ANEXO O) • Lista de símbolos Elemento opcional. seguida do significado correspondente.12 Sumário2 Elemento obrigatório. (ANEXO P) 1.1.17 • Lista de tabelas Elemento opcional. seções e outras partes do trabalho. Consiste na enumeração das principais divisões. .5. Essa lista dever ser elaborada em ordem alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. (ANEXO N) • Lista de abreviaturas e siglas Elemento opcional. acompanhado do respectivo número da página. Tais siglas devem ser seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. Cada item deve ser designado por seu nome específico.3. Devem ser referidas obedecendo mesma ordem e grafia daquela apresentada no 2 Não deve ser confundido com Índice.

objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema trabalhado. É constituída de três partes fundamentais: introdução.2. que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções.1 Introdução Parte inicial do texto em que deve possibilitar ao leitor formar uma idéia geral do que trata o trabalho. desenvolvimento e conclusão.2 ELEMENTOS TEXTUAIS Consiste na parte do trabalho em que é exposta a matéria.18 corpo do trabalho e acompanhadas do respectivo número da página. . em cada um deve constar o sumário completo do trabalho.2 Desenvolvimento Parte principal do texto. É interessante que também seja feita uma breve descrição do conteúdo de cada capítulo. Caso haja mais de um volume. 1. que variam em função da abordagem do tema e do método. (ANEXO Q) 1. conforme a NBR 6027. 1. como forma de mostrar o leitor de como o trabalho foi desenvolvido. É importante que contenha a delimitação do assunto tratado.2.

3. conforme apresentados a seguir. acompanhadas das respectivas definições. que foram utilizadas no texto.2). Trata-se de uma lista alfabética das palavras ou expressões técnicas de uso restrito. .1 Referências Elemento obrigatório. Caso usado o sistema numérico de chamada. de maneira que permita a identificação individual de tais documentos.3 Conclusão Parte final do texto.3. 1. Consiste na relação das obras consultadas e citadas no texto.2 Glossário Elemento opcional. (ANEXO R) 1.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais complementam o trabalho. que contém as conclusões e considerações finais correspondentes aos objetivos ou hipóteses.2. ou pouco conhecidas. (Ver Anexo R). as obras consultadas devem ser relacionadas conforme aparecem no texto.19 1. 1. As referências devem ser organizadas em ordem alfabética caso as citações no texto obedeçam ao sistema autor-data (ver 4. (ver 4. Indicar em nota de rodapé a norma utilizada para elaboração das referências.1).

Caso todas as 23 letras do alfabeto tenham sido usadas. dando seguimento ao texto principal. seguidas de travessão e respectivo título.20 1. excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos apêndices.3.4 Anexo(s) Elemento opcional. Exemplos: APÊNDICE A – Roteiro de observação usado na pesquisa de campo APÊNDICE B – Terceiro movimento da Sinfonia “Rufar dos Tambores” de Joseph Haydn 1. seguidas de travessão e respectivo título.3 Apêndice(s) Elemento opcional. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Os apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas. que servem de fundamentação. Trata-se de textos ou documentos elaborados ou não pelo autor. excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos anexos. São textos ou documentos elaborados pelo autor. A paginação deve ser contínua. a fim de complementarem sua argumentação. Exemplos: ANEXO A – Modelo de capa para dissertações e teses ANEXO B – Fac-simile Ricercar Primo para cello de Domenico Gabrielli . dando seguimento ao texto principal. A paginação deve ser contínua.3. comprovação e ilustração. Caso todas as 23 letras do alfabeto tenham sido usadas. Os anexos devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas.

5 Índice Elemento opcional.21 1. título ou assunto) ou sistematicamente (ordenação por classes. A paginação deve ser contínua dando seguimento ao texto principal. Assim. numérica ou cronológica). seguida da página em que se encontra no texto. Consiste de uma lista de palavras ou frases ordenadas alfabeticamente (autor. . cada item aí relacionado localiza e remete para as informações contidas no texto.3.

Cada seção primária (como os capítulos) representa as principais divisões do trabalho.22 2 INSTRUÇÕES GERAIS DE APRESENTAÇÃO A apresentação dos trabalhos monográficos deve ser elaborada de acordo com os itens a seguir. deve-se atentar para a utilização adequada e precisa da linguagem e das terminologias. Cada seção e/ou subseção deve receber uma numeração progressiva e em seqüência lógica. Na mesma perspectiva. torna-se indispensável que o conteúdo de tal trabalho seja compreendido pelos seus leitores. Para tal. é importante que se adote uma linguagem objetiva. deve-se utilizar recursos como o negrito ou itálico ou sublinhado ou redondo ou caixa alta ou versal. Além disso. não é recomendável preâmbulos. As seções e subseções devem ser destacadas sucessivamente de forma gradativa e de maneira uniforme ao longo de todo o texto. Assim. utilizando-se algarismos arábicos. 2. prolixidade.2 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS SEÇÕES Como forma de evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho deve-se garantir que o texto esteja convenientemente dividido em seções e subseções. conforme NBR 6024. Deve-se garantir que . clara e concisa. evitando-se neologismos e estrangeirismos. com o uso do vocabulário técnico padronizado. 2.1 REDAÇÃO Um dos objetivos de um trabalho monográfico é o registro e a divulgação de um estudo sistemático sobre um determinado assunto. como convém a trabalhos de natureza científica. sendo indicadas por numeração e título próprios. Nesse sentido. repetições e descrições desnecessárias. Tais divisões devem iniciar em folhas distintas.

lista de ilustrações. A(s) dedicatória(s). Esse conjunto. devem vir colocadas entre parênteses. Estas. Exemplo: Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) . indicação numérica. referências.3 SIGLA(S) “Sigla é a reunião das letras iniciais dos vocábulos fundamentais de uma denominação ou título” (Ferreira. não possuem indicativo numérico e devem ser centralizados e cada qual apresentado em folha distinta.23 o mesmo esquema utilizado para a numeração das seções ao longo do texto também seja usado no sumário. indicativo numérico e título. 1999). constantes dos elementos pré e pós-textuais. anexo(s) e índice(s). lista de abreviaturas e siglas. resumos. 2. deve ser alinhado à esquerda. agradecimentos. glossário. separado por um espaço de caractere. precedidas da forma completa do nome que representam. epígrafe(s) e a folha de aprovação são elementos que não possuem títulos e tão pouco. (Ver anexos). quando aparecerem pela primeira vez no texto. Cada seção deve ser indicada por um indicativo numérico que precede o seu título. lista de símbolos. sumário. Os títulos: errata. Tais elementos devem ser apresentados em folhas distintas. apêndice(s).

subtração. essa operação deve ser feita interrompendo-as antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. multiplicação e divisão.5 ILUSTRAÇÃO(ÕES) Consideram-se ilustrações: os desenhos. os quadros. deve-se numerá-las. os retratos e outros. A numeração deve ser feita em algarismos arábicos e se fazer acompanhar pelo respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. As identificações das ilustrações devem aparece na parte inferior.4 EQUAÇÃO(ÕES) E FÓRMULA(S) As equações e as fórmulas são elementos textuais que devem ser colocados de forma destacada no texto. as plantas. os gráficos. admite-se o uso de uma entrelinha maior do que a que vinha sendo utilizada. índices e outros) poderão ser visualizados com facilidade. Esquema. Quando esses elementos se encontrarem na seqüência normal do texto. sempre que necessário. facilitando sua leitura. Exemplos: ∆S = V0 ⋅ t + ∆V ⋅ t 2 (1) p a − p b = µgha (2) 2. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. os mapas. precedida da palavra designada (Figura. de forma a dispensando uma consulta ao texto. Assim. as fotografias. em mais de uma linha por falta de espaço. os esquemas. os organogramas. . os fluxogramas. seus componentes (expoentes. Mapa etc). Caso haja a necessidade de fracionar uma equação e/ou fórmula.24 2. e à fonte. Quando equações e/ou formulas forem destacadas do parágrafo devem ser centralizadas e.

: A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. Quando a numeração for feita por capítulo. Exemplos: Figura 1. conforme o projeto gráfico. que expressam as variações qualitativas de um fenômeno. . (ANEXO T) 2. Vista do endoscópica do esôfago. Gráfico 1. Para a construção de tabelas deve levar em consideração os critérios estabelecidos pelo IBGE (1993) que seguem: • toda tabela deve ter significado próprio. cuja finalidade básica é resumir ou sintetizar dados. o número de ordem deve ser precedido do número do capítulo e um ponto.6 TABELA(S) Tabela é o conjunto de dados estatísticos. dispensando consultas ao texto e estar o mais próximo possível do trecho a que se refere. • as tabelas podem ser numeradas consecutivamente por capítulo ou no documento como um todo. • o título deve ser precedido pela palavra Tabela (apenas com a inicial T maiúscula). Emissão de vogais sobre unidade estrutural.25 Obs. seu número de ordem em algarismos arábicos e um hífen. dispostos em determinada ordem de classificação.

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Exemplos: Tabelas do capítulo 5 Tabela 5.1 – Contagem bacteriológica das amostras de 1 a 15 Tabela 5.2 – Análise da freqüência do perfil bio-psico-social do grupo 4 ou Tabela 1 – Contagem bacteriológica das amostras de 1 a 15 Tabela 2 – Análise da freqüência do perfil bio-psico-social do grupo 4

• a tabela deve ser colocada preferencialmente em posição vertical, facilitando a leitura dos dados. Caso não haja espaço suficiente, deve ser colocada em posição horizontal com o título voltado para a margem esquerda da folha; • quando houver necessidade, a tabela pode ser continuada na folha seguinte. Nesse caso, o final da primeira folha não será delimitado por traço horizontal na parte inferior e o cabeçalho será repetido na folha seguinte. Cada folha deverá ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira, continuação para as demais e conclusão para a última; • as colunas não devem ser delimitadas por traços verticais e os traços horizontais superior e inferior ao cabeçalho devem ser mais fortes; • as fontes consultadas para a construção da tabela e outras notas devem ser colocadas após o traço inferior.

(ANEXO S)

2.7 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

O texto deve ser apresentado em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), digitado na cor preta, com exceção das ilustrações, que podem ser coloridas. A impressão deve ser feita

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sempre no anverso das folhas, exceto a folha de rosto (nesta deverá constar a ficha catalográfica).

Deve-se usar fonte Arial ou Times New Roman em tamanho 12 para o texto e tamanho menor para notas de rodapé, paginação (recomendável tamanho 10), citações de mais de três linhas e legendas das ilustrações e tabelas (recomendável tamanho 11). Para os textos de citações com mais de três linhas, deve-se observar o recuo de 4 cm da margem esquerda.

A configuração das páginas devem respeitar margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm.

2.7.1 Espacejamento

O texto deve ser digitado em espaço 1,5. Já as citações com mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, os dados da folha de rosto e folha de aprovação (natureza do trabalho, grau pretendido, nome da instituição a que é submetido e área de concentração), devem ser digitados em espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por espaço duplo.

A natureza do trabalho, o grau pretendido, o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração devem ser alinhados do meio da parte impressa da página para a margem direita na folha de rosto e na folha de aprovação.

O título de uma subseção deve ser separado do texto que os precede, assim como do texto que os sucede por dois espaços duplos.

(ANEXO C)

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2.7.2 Paginação

A partir da folha de rosto, todas as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente. No entanto, as folhas pré-textuais, embora contadas, não são numeradas.

A numeração deve aparecer a partir da primeira folha da parte textual (Introdução). Essa numeração deve ser em algarismos arábicos, colocada no canto superior direito da folha e a 2 cm da borda superior e o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.

Caso o trabalho seja constituído de mais de um volume, deve-se manter a numeração continuada do primeiro ao último volume. No caso de se haver apêndices e anexos, suas folhas devem ser numeradas em continuação à paginação do texto principal.

segundo Severino (2000.3. obrigatoriamente. As citações reproduzidas em um texto devem. Nesse tipo de citação a reprodução deve ser integral conservando-se a grafia. o idioma etc. a pontuação. A forma de apresentação da autoria de uma citação no texto encontra-se descrita em Apresentação de Autores no texto (ver 4).8).1) no final do trabalho e/ou em Notas de Rodapé (ver 3.1 CITAÇÃO DIRETA Consideram-se citações diretas às transcrições literais das palavras do autor retiradas de uma obra consultada.29 3 CITAÇÕES Citações. . p. As citações podem ser diretas ou indiretas. 106) “são os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentação e que se revelaram úteis para corroborar as idéias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio”. Aspas simples são utilizadas para indicar uma citação que esteja no trecho que está sendo usado como citação. mesmo que compreenda mais de um parágrafo. Toda citação deverá vir acompanhada de sua autoria. seguir a mesma forma de entrada utilizada nas Referências (ver 1. 3. A transcrição de um texto de até três linhas deve ser incorporada ao período entre aspas duplas.

p. 150). espacejamento simples e sem aspas. aos quais incessantemente nos entregamos quando pensamos e comunicamos. (LÉVY. p. do acaso. 1988. tão característico do homem até nas culturas primitivas. As produções com mais de três linhas devem figurar abaixo do texto. compreendidas mais como informação complexas. as mudanças paradigmáticas ocorridas nos final do século XX e início do século. “A personalidade alienada que se põe à venda tem que perder grande parte do sentimento de dignidade. Na interface entre o homem e o computador.]”. a ideografia dinâmica apresenta-se como imaginação artificial. queremos construir um instrumento que possa prolongar. Certas escritas estáticas apresentam-se como memórias artificiais. 27) “[. Onde há uma avaliação ampla do papel construtivo da desordem. XXI possibilitam a abertura para [... 1959. A ‘metáfora do impacto’ remete a um fator causal [. com letra menor (desejável tamanho 11) que a do texto utilizado.. da complexidade.] seria equivocado falar em ‘impacto’ das novas tecnologias infocomunicacionais sobre o social.30 Exemplos: De acordo com Baudrillard (2001. da polifonia. Ao concebê-la. Exemplo: De acordo com Oliveira (1999. p. p. da necessidade do diálogo. Segundo Silva (2002. que entretanto nunca é colocado com universal. do que como simples ausência de ordem. com recuo de 4 cm da margem esquerda. da auto-organização e uma re-significação profunda das idéias de crise e caos.. sustentar e ampliar a atividade espontânea de elaboração e simulação de modelos mentais.] uma consciência crescente da descontinuidade. da não-linearidade. do desvio. da diferença.. p. 20) .” (FROMM. é que a escolha da regra nos livra da lei”. 152).. 25). “o único princípio do jogo.

WADSWORTH. • Incluir a citação da obra consultada nas Referências. J. B. seguido da data. • Mencionar em nota de rodapé a referência do trabalho não consultado. Tais palavras ou conceitos são mencionados na fonte consultada.31 3. 2 ed. o texto criado com base na obra de autor consultado. o imaginário se manifesta nas culturas humanas através de imagens e símbolos.2 CITAÇÃO INDIRETA Consideram-se citações indiretas. Como não se trata de reprodução exata do texto original. No texto indica-se o sobrenome do(s) autor(es) do documento não consultado. são de autoria de outro autor e originais em outra obra que não se teve acesso. porém. da expressão latina apud (citado por) e do sobrenome do(s) autor(es) do documento consultado e data. dispensa-se o uso de aspas duplas. São Paulo: Pioneira. 1993. Esméria Rovai. 3. são reproduzidas as idéias do autor e/ou conteúdo contidos no texto original.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO Consideram-se citações de citações às expressões usadas quando se transcrevem palavras textuais ou conceitos de autor de uma fonte não consultada. Trad. Exemplo: Para Durand (1988). . Nesse caso. Inteligência e afetividade na criança na teoria de Piaget.

A obra de Wadsworth será referenciada no final do trabalho e a obra de Piaget será referenciada em nota de rodapé. Nessa obra.4 CITAÇÃO DE FONTES INFORMAIS • Informação verbal Consideram-se informações verbais a toda e qualquer informação obtida através de comunicações pessoais. não consultada. anotações de aulas. O desenvolvimento do pensamento: equilibração das estruturas cognitivas. 1977 apud WADSWORTH. Deve-se evitar citações de citações. 3. 2. _______________ PIAGET. Jean. congressos. a obra consultada foi Inteligência e afetividade na criança na teoria de Piaget de autoria de Wadsworth (1997). o autor citou a idéia de equilibração formulada por Piaget e presente na obra. 1997. 1997. datada de 1997. Deve-se indicar entre parênteses a expressão (informação verbal). palestras. mencionando-se os dados disponíveis somente em nota de rodapé. .32 Exemplo: A equilibração (PIAGET. trabalhos publicados em eventos e não publicados (conferências. simpósios etc). Lisboa: Dom Quixote. p. Esse tipo de citação deve ser reservado para os casos de impossibilidade de acesso às fontes originais. 21) é o regulador que permite que novas experiências sejam incorporadas. com sucesso. aos esquemas. Notas: 1. O desenvolvimento do pensamento. No exemplo. seminários.

_______________ 1 DAVID. Exemplo: Vidal ressaltou a importância da comunicação [.ufsj. (informação verbal)1.. O processo de desintegração das culturas indígenas no Brasil. as comunidades indígenas sofreram constantes processos de miscigenação [.. . A ser editado pela Kronus. 2005. 2004. • Informação pessoal Consideram-se informações pessoais aos dados obtidos de comunicações pessoais. Deve-se indicar entre parênteses a expressão (informação pessoal) mencionando-se os dados disponíveis em nota de rodapé.] (informação verbal)2. • Em fase de elaboração Trabalhos ainda em fase de elaboração devem ser mencionados apenas em nota de rodapé. 2 Informação fornecida por Ferreira em Curitiba 1999. Comunicação e inteligência. Mensagem recebida por alice@educa. _______________ 1 VIDAL. _______________ 1 Informação fornecida por Volker em aula ministrada no Curso de Especialização em Adolescência da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.33 Exemplos: Volker (2002) afirma que o verdadeiro é explicado pela Natureza e o que é falso é explicado pela sociedade. L.. após estudos realizados junto a grupo de estudantes. S. concluiu que não existe [..] (informação pessoal)1.. Ferreira (2000). J. Exemplo: Segundo David. correspondências pessoais (postal ou e-mail).edu em 20 mar. em 2002..] (em fase de elaboração)1.

Exemplo: “A espécie humana caracteriza-se por um desenvolvimento singular das relações sociais”..5 DESTAQUES • O grifo ou negrito ou itálico podem ser usados para da para ênfases ou destaques em algum trecho de numa citação.] 3. No entanto. Quando for esse o caso. p. • O grifo ou negrito ou itálico serão usados se o autor consultado fez uso de algum desses artifícios no trecho consultado. 2002. Após a citação deve-se acrescentar.1) Exemplo: Para Marques (2006). (LACAN. 12. “todo indivíduo pertence um complexo [. 2002. devem ser mencionados na lista final de Referências seguido do termo ‘No prelo’. logo após data e/ou número da página. Citações retiradas desses trabalhos devem ser usadas como qualquer outro já impresso. seu imaginário. Exemplo: “O emissor é um contador de histórias que atrai o receptor de maneira mais ou menos sedutora e/ou impositora para o seu universo mental. sua récita”. grifo nosso). grifo do autor) . a expressão ‘grifo nosso’ entre parênteses. (Ver 6. deve-se usar a expressão ‘grifo do autor’ entre parênteses. (SILVA. 11..34 • Em fase de impressão Consideram-se trabalhos em fase de impressão a todo material que se encontra em fase final de editoração.2. logo após data e/ou número da página. p.

Saussure e Peirce”. quando fora de seu contexto original. no meio ou no fim do parágrafo e/ou frase. 1987.]. Exemplo: Eco (1999. [. p.6 SUPRESSÕES NO TEXTO • Nem sempre uma citação é transcrita completamente. que deve incluir agora a maturidade sexual.35 3. Nesses casos. estejam elas no início ou no fim do parágrafo e/ou frase. há a necessidade de se indicar as supressões estejam elas no início.. 01) salienta que “[. ...] como aproximação poderiam servir as definições dos dois estudiosos que [.” (ERIKSON.7 ACRÉSCIMOS DE COMENTÁRIOS • Hás vezes torna-se necessário.] prognosticaram-lhe o nascimento oficial e a organização científica. p. para o bom entendimento de uma citação. sobretudo de uma moratória para a integração dos elementos de identidade [. indica-se tais interferências dentro de colchetes. Nesses casos. 129). 3. acrescentar-se algum acréscimo ou comentário próprio..... somente parte de um período ou frase é de interesse na construção de texto.] [os adolescentes] precisam.. Exemplo: “Em busca de um novo sentido de continuidade e uniformidade. Muitas vezes. Tais supressões devem ser representadas por reticências dentro de colchetes.

No entanto. (ANEXO U) 3. trabalhos em fase de elaboração ou não consultados diretamente (ver 3. A essas. esse padrão é conseguido automaticamente com o comando apropriado para inserção de notas de rodapé. As notas de rodapé podem ser indicadas por numeração consecutiva com números sobrescritos dentro do capítulo ou da parte (não se inicia a numeração a cada folha). de algum tipo de observação e/ou esclarecimento.3). inclui-se dados obtidos por fontes informais (ver 3. • notas de referência: indicam documentos consultados ou remetem a outras partes do texto onde o assunto em questão foi abordado.8 NOTAS DE RODAPÉ As notas de rodapé devem ser usadas sempre que torne necessário a inclusão. As notas de rodapé podem ser classificadas em: • notas explicativas: constituem-se em comentários. No caso de se usar o editor de textos Word. por parte o autor do trabalho.1 Expressões latinas Algumas expressões latinas podem ser usadas para evitar repetições constantes de fontes citadas anteriormente. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de aproximadamente 3 cm. a partir da margem esquerda.36 3. tais expressões podem prejudicar a especificação de uma . pessoal.4) tais como: informação verbal.8. Devem ser digitadas em fontes menores (recomendável fonte tamanho 10). complementações ou traduções que interromperiam a seqüência lógica se colocadas no texto (SOARES. dentro das margens. 2002).

. muitas vezes em páginas anteriores. (do mesmo autor) Usada em substituição ao nome do autor. 1979. 1977 apud WADSWORTH. devido a dificuldade que acarretam à leitura. loco citato. FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. considerando-as palavras estrangeiras. !" As expressões latinas não devem ser usadas no texto. no final do trabalho. exceto apud. só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem. p.. !" A presença da referência em nota de rodapé não dispensa sua inclusão em lista de referências. 2001.] Idem ou Id. de uma determinada fonte. opus citatum. 1997. !" Não usar destaque tipográfico quando escrever expressões latinas. apenas em nota de rodapé. segundo) Utilização Usada para se referir a uma citação de citação. Id. Abreviatura Apud (citado por. Id. No caso de se optar pelo uso de tais expressões deve-se levar em consideração: !" A primeira citação de uma obra deve apresentar sua referência completa e as subseqüentes podem aparecer sob forma abreviada (Quadro 1). !" As expressões idem. Assim. 21) [. exigindo do leitor uma investigação. passim. 2003 4 5 . ctl e et seq. 1978.37 fonte. é conveniente evitar o emprego desse tipo de expressões. Exemplo A equilibração (PIAGET. 1 2 3 FREIRE. Id. 2000. Única expressão latina que pode ser usada tanto no texto como em notas de rodapé. ibidem. quando se tratar de citação de diferentes obras de um mesmo autor. Deve ser colocada em notas de rodapé. conforme.

1997. 32-45. TURKLE. p. (opere citato. cit. 2 3 Ibid. Deve ser colocada em notas de rodapé. (no lugar citado) Usada para designar a mesma página de uma obra já citada anteriormente. pois o único dado que varia é a página. p. Cf. (confronte) Usada como abreviatura para recomendar consulta a um trabalho ou notas. p. Deve ser colocada em notas de rodapé. MORAES.23. Edgar. MORAES. 1972. BATESON. p. MEAD. 78. p. p. cit. 2000. Usada quando não se quer citar todas as páginas da obra referenciada. 1997. 03 et seq. 55 et seq. op. 1 (aqui e ali. 1983. Campinas: Papirus. 34. Confira ou Cf. OLDS. em diversas passagens) diversas páginas do documento Loco citato ou loc. LIDZ. Ibd. nota 1 desse capítulo. 1 2 3 4 1 MEAD. Deve ser colocada em notas de rodapé. p. 122. p. Deve ser colocada em notas de rodapé. 88. 1 MACHADO. (na mesma obra) Usada em substituição aos dados da citação anterior. Lisboa: Instituto Piaget.38 Ibidem ou Ibid. TRUKLE. 19881. MORIN. obra citada) Usada no caso da obra citada anteriormente. 2 3 Cf. JAKOBSON. PAPALIA. 44. Arlindo. p. Cf. p 74. Opus citatum ou op. 1995. mas com intercalação de notas. cit. cit. Deve ser colocada em notas de rodapé. 1990. 1959. cit. loc. 124-127. 1 2 Quadro 1 — Expressões latinas . 1972. Deve ser colocada em notas de rodapé. (seguinte ou que se que se segue) Usada em informação seguinte ou que se segue. FROMM. quando houver intercalação de outras notas. FROMM. Pré-cinemas & pós-cinemas. cit. Introdução ao pensamento complexo. 45. passim. op. 1995. na mesma página. 1997. p. Sequentia ou et seq. 1 2 3 4 Passim ou passim Usada em informação retirada de referenciado. p. loc.

seguida da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação. c) se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido).1) incluir a(s) página(s). “Nas citações. no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade. pela instituição responsável ou título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e. separados por vírgula e entre parênteses. separados por vírgula e entre parênteses. Para a citação direta (ver 3. (NBR 10520). este deve ser incluído na indicação da fonte. b) pela primeira palavra do título seguida de reticências. A forma da entrada do nome do autor (pessoal ou institucional) na citação deve ser a mesma utilizada na lista de referências ou em notas de rodapé. São considerados elementos identificadores de uma citação: autoria (pessoal. Qualquer que seja o sistema adotado deve ser seguido ao longo de todo o trabalho. institucional ou entrar pela primeira palavra do título em caso de publicação anônima) e ano da publicação referida. seguido(s) da data de publicação do documento e da(s) páginas(s) de citação. .1 SISTEMA AUTOR-DATA Nesse sistema. no caso de citação direta. ou monossílabo. quando estiverem entre parênteses devem ser em letras maiúsculas. no caso de citação direta.39 4 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO São dois os sistemas de chamada para a indicação de citações em um texto: autor-data ou numérico.” (NBR 10520). a indicação da fonte é feita da seguinte forma: a) pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação. 4. as chamadas pelo sobrenome do autor.

2000. “os modelos são a parte conhecida da relação analógica”. 2000. e também de como ficam iguais. p. acrescentar o número da página [p. desde a concepção até a morte” (PAPALIA. Exemplos: “Os modelos são a parte conhecida da relação analógica”. p. Separar os sobrenomes dos autores citados pela letra e. ambos separados por virgula (. (ALVES.1. nº da página]. ou Para Papalia e Olds (2000.1 Citação com um autor A indicação é feita através do sobrenome o autor. “o campo do desenvolvimento humano focaliza o estudo científico de como as pessoas mudam. . 4. quando fora dos parênteses. 25). 52). 52).) e entre parênteses. Exemplos: “O campo do desenvolvimento humano focaliza o estudo científico de como as pessoas mudam. ou Segundo Alves (2000. separados por ponto e vírgula (. desde a concepção até a morte”.1.2 Citação com dois autores A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores entre parênteses. p. e também de como ficam iguais. 25). seguido da data de publicação de onde foi retirada a referida citação.).40 4. No caso de citação direta. OLDS. P.

(MORISON. ou Segundo os estudos de Lataille et al. Exemplos: [.1.. separados por ponto e vírgula (... afirma que [. 1999b). CASTRO.] [.] (LATAILLE et al. sem espaço.4 Citação com mais de três autores A indicação e feita através do sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina et al.. Indicar o primeiro sobrenome do autor separado do seguinte por vírgula (. LACAU.].41 4. Exemplos: [... 2003).] Ítallo (1999b)..1.3 Citação com até três autores A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores entre parênteses. 4. ou Morison.. 4... afirma que [.] (ÍTALLO.1.].. . Castro e Lacau (2003) salientam que [.] (ÍTALLO. Exemplos: [.]. (1992) [.).. 1992)...) e o segundo sobrenome separado do último pela letra e quando fora dos parênteses..5 Citação de diversos documentos do mesmo autor e mesmo ano A indicação é feita acrescentando-se letras minúsculas após o ano. Esse procedimento deverá se repetir ao relacionar o documento nas referências bibliográficas.. 1999a).. (e outros). ou Ítallo (1999a).

. A. Lúcio. A.] . Luiz.] (BARBOSA..] (SOUZA.. 1998).7 Citação com coincidência de sobrenome.1... (2000) [.. Exemplos: [. seguida de reticências e do ano de publicação.. Luiz (1998) [...] (1989). 4..1.. 4...] (SOUZA. Exemplos: [.6 Citação com coincidência de sobrenome e ano A indicação é feita acrescentando-se as iniciais dos prenomes para estabelecer diferenças..] [.] Souza.. L. 1998).] (BARBOSA.. 2000). inicial do prenome e ano Usar os prenomes completos para estabelecer diferenças.. (2000) [. serão [.. ou Souza.] (SEMANÁRIO ...1. 2000).. Exemplos: [.] Barbosa.42 4.. 1989)...8 Citação de publicações anônimas A indicação é feita citando a primeira palavra do título.. L. ou Barbosa.] [.. Lúcio (1998) [. ou De acordo com a publicação Semanário [.

desde que considerado no todo. Exemplos: [. mencionando-se o nome completo do evento. 2000.43 4.. 2000.10 Citação de eventos A indicação é feita.] reafirmado por Almeida (1988. Exemplos: [. 1988.. ou [..1. 2001).. ou Fundação Ferman para o Meio Ambiente (2003) [.1. 2001).] (ALMEIDA.11 Citação de vários trabalhos do mesmo autor A indicação é feita através dos sobrenomes do autor seguido das datas das publicações em ordem cronológica.. separadas por vírgula (..1..] 4. 2001).. Exemplos: [. ou Os trabalhos apresentados no XIII Encontro Nacional da ANPPOM (2001) [.] (XIII ENCONTRO NACIONAL DA ANPPOM.9 Citação de entidades coletivas A indicação é feita da forma em que aparece na referência.). .] (FUNDAÇÃO FERMAN PARA O MEIO AMBIENTE.. 2003)..] 4. seguido do ano de publicação...

). na mesma ordem em que aparecem no texto.44 4. ou Para Huizinga o jogo “é um traço essencial talvez o mais importante das sociedades humanas”(21). Exemplos: [. KALIN et al. HELMAN.. 1988). Não se deve iniciar a numeração das citações a cada página. a indicação da fonte deve ser feita por uma numeração única e consecutiva..1. Helman (1972) e Kalin et al. do capítulo ou da parte. remetendo à lista de referências ao final do trabalho. em algarismos arábicos. (1988) concordam ao afirmar […] 4. 2003. . 1972.] (ALBIN.2 SISTEMA NUMÉRICO Neste sistema.. ou Albin (2003). Exemplos: Para Huizinga o jogo “é um traço essencial talvez o mais importante das sociedades humanas” 21.12 Citação de vários trabalhos de autores diferentes A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores em ordem alfabética seguidos de vírgula e data e separados entre si por ponto e vírgula (.

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5 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS MONOGRÁGFICOS DIGITAIS
Para apresentação de trabalhos monográficos digitais, deve-se seguir as instruções seguintes.

FORMATOS DE ARQUIVOS RECOMENDADOS

• No que se refere a processador de texto, deverá ser utilizado o MS Word; • No que se refere a processador de partitura: Sibelius (.sib); Finale (.mus); Encore (.enc); • Imagens: GIF (.gif); JPG (.jpg ou .jpeg); TIFF (.tiff); PNG (.png); CGM (.cgm); PDF (.pdt); • Vídeo: MPEG (.mpg ou .mpeg): Quicktime (.mov ou .qt); AVI (.avi); • Áudio: MPEG-3 (.mp3); WAC (.wav); AIFF (ad); SND (.snd); MIDI (.mid ou .mid); • Especiais: Excel (.xls); AutoCAD (.dxf).

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6 PADRÃO DE REFERÊNCIAS PARA TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS

Os padrões de referências aqui apresentados foram normatizados de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – NBR 6023.

Referência é conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite a sua identificação individual. (NBR 6023, 2002, p. 2). "Constitui uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto. Não devem ser referenciados documentos que não citados no texto. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico não citado, deve-se fazer uma lista própria após a lista de referências sob o título: Bibliografia recomendada." (NBR 10719, 1989, p. 13).

Notas: !" Título das obras que não iniciam a referência e título dos periódicos devem ser realçados por negrito ou itálico. !" As referências devem ser alinhadas à esquerda. !" Os espacejamentos entre linhas devem ser simples. !" Os espacejamentos entre cada referência devem ser de duplos.

6.1 MONOGRAFIAS (ou trabalhos monográficos)

Consideram-se como monografias: livros, guias, catálogos, dicionários, trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, trabalho de conclusão de curso e memoriais) etc.

Nota:

Os elementos que constituem a referência bibliográfica de uma monografia devem ser obtidos preferencialmente no verso da folha de rosto (ficha catalográfica).

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6.1.1 Monografia considerada no todo

6.1.1.1 Com indicação de um autor

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso).Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional).

Exemplo: MAINGUENEAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. 3. ed. Campinas: Pontes, 1997. 198 p.

6.1.1.1.1 Nomes com sufixos (Júnior, Neto, Filho etc)

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) INCLUINDO SUFIXO, Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional).

Exemplo: TELLES JÚNIOR, Goffredo. Tratado da conseqüência: curso de lógica formal. 5. ed. São Paulo: José Bushatsky, 1980.

6.1.1.1.2 Nome(s) do(s) autor(es) com mais de uma obra referenciada

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional). ______*. Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional).

Prenome(s) (iniciais ou por extenso). As estruturas antropológicas do imaginário. data de publicação. SOBRENOME DO SEGUNDO AUTOR. 1988. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Prenome(s) (iniciais ou por extenso). J. Exemplo: DURAND. T. 1997. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Edição.1. Local (cidade): Editora. Buenos Aires: Editorial Losada. Paginação (optativo). Título da obra: subtítulo. Danilo. São Paulo: Cultrix-EDUSP. M.. Gilbert. MASSETO. BEHRENS. MARTUCELLI. Título da obra: subtítulo. M.1. 2000. Campinas: Papirus. SOBRENOME DO TERCEIRO AUTOR. Exemplo: MORAN. François.1. Local (cidade): Editora. M. Exemplo: DUBET..48 * O traço corresponde a seis toques sublineares (em substituição ao nome do autor).3 Com indicação de três autores SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR. 6. 1997. En la scuela: sociologie de la experiencia escolar. Edição. A imaginação simbólica. data de publicação. São Paulo: Martins Fontes. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 6. Prenome(s) (iniciais ou por extenso).2 Com indicação de dois autores SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR. Paginação (opcional). A.1. . ______. SOBRENOME DO SEGUNDO AUTOR.

7 ed.5 Publicação de autoria desconhecida PRIMEIRA palavra do título em maiúscula: subtítulo.4 Com indicação de mais de três autores SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR. A identidade cultural na pós-modernidade.1. Stuart. Indicação do tradutor. Exemplo: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Exemplo: HALL. Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 64p. data de publicação. 1992. Local de publicação (Cidade): Editora. Título da obra: subtítulo. Piaget. Louro.1. Local (Cidade): Editora. 1993. data de publicação. Rio de Janeiro: DP&A.49 6. conforme aparece no documento. Tradução Tomaz T. 2002. Edição. Paginação (opcional). da Silva. Paginação (opcional).1. Local (cidade): Editora. Guacira L. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. Vygotsky.6 Com indicação de tradutor SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES).1. . Exemplo: LATAILLE. 6. Edição. data de publicação. Yves et al. 6. Prenome(s) (iniciais ou por extenso) et al. Edição. São Paulo: Summus. Título da obra: subtítulo.1.1. Paginação (opcional). Prenome(s) (iniciais ou por extenso).

coordenador etc) SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES).1. 2005. data de publicação. 6. C. Título da obra: subtítulo. data de publicação. 282 p. Edição.50 6. Paginação (opcional). Local de publicação (Cidade): Editora. Tratado Geral de Semiótica. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Exemplo: COIMBRA. ed. D.8 Com indicação de responsabilidade intelectual (editor. organizador. (Série estudos. 285 p. 73). Paginação (opcional)..1. Título da obra: subtítulo.7 Com indicação de série SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES).1. Título da obra: subtítulo.). Local de publicação (Cidade): Editora. Edição. . Exemplo: ECO. Umberto.1. governamentais. particulares etc) AUTOR ENTIDADE POR EXTENSO EM MAIÚSCULAS. 1995. São Paulo: Perspectiva. Á. número da série). Geneva: OMS. Paginação (opcional).9 Autor entidade (entidades coletivas. 4. J. públicas. Local (Cidade): Editora.1.1. Gilson C. Tradução Antônio de P. Fronteiras da ética. La Salud de los Jóvenes: un reto y una esperanza. Prenome(s) (iniciais ou por extenso) (Coord. São Paulo: SENAC. Edição. 2002. A (Org. 6. Exemplo: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. (Série.). data de publicação.

2 Teses SOBRENOME DO AUTOR. Título da obra: subtítulo. Paginação (opcional). Exemplo: RAY. 228 f. 156p. 1996. data de publicação. Local de publicação (Cidade).1. Caracas: El Museo.10 Referências com outros tipos de materiais monográficos 6. Local. Data (ano de depósito).10. Título . Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Sônia. Paginação (opcional). Museo de Bellas Artes.). São Paulo: Annablume. No.1. . Catálogo de obras brasileiras para contrabaixo: catálogo. Título subtítulo: catálogo.1. 345.10.1. Grau de dissertação ou tese – Unidade onde foi defendida. data (ano da defesa). 6. Catálogo dos quinhentistas portugueses da Biblioteca Nacional: catálogo.1 Catálogos SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Catalogo geral: colección pinturay escultura latinoamericana. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Escola de Ciências da Informação.1. UF). INSTITUIÇÃO (Local. Il. Exemplo: BRETAS. algumas color. Universidade Federal de Minas Gerais. Notas complementares. de folhas (no f. 74p. Local de publicação (Cidade). Interações telemáticas – estudo sobre jovens internautas de Belo Horizonte. 1979. 2002. 2004.subtítulo: catálogo. data de publicação. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). BIBLIOTECA NACIONAL.2001. Rio de Janeiro: Edições Biblioteca nacional. Notas complementares. Maria Beatriz Almeida S.1.51 6. Belo Horizonte.

Exemplos: WAQUIL. Universidade Federal do Rio de Janeiro.1 Capítulo de livro com autoria distinta da obra no todo SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da parte referenciada. ano. número). L. Bioestratigrafia e Palinologia do Paleozóico Superior da Bacia do Paraná. páginas (inicial e final). Sete Lagoas: Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo.68-69. Paginação (opcional). Rio de Janeiro. Título do relatório: subtítulo.10. Memorial.4 Relatórios SOBRENOME DO AUTOR. 6. (Relatório Técnico Anual. Título da publicação.1. Prenome(s) (iniciais ou por extenso) da publicação. Título da parte referenciada. Local: Editora. Local. Local: Editora.2.1.3 Memorial SOBRENOME DO AUTOR.1.1. v.1. Contarinia sorghicola (Coquillett.6. DAEMON R.1.10. M. 1 v.C. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Memorial. Ponta Grossa : PETROBRÁS/DESUL . Concurso para Docência – Instituição onde foi apresentada. OLIVEIRA. Edição. 1997. (Série. J. etc.52 6. 1969. 6. de. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). p. 19921993).). Monitoramento da mosca-do-sorgo. 1994. 162 p. Capítulo. Ano. Concurso para Docência – Faculdade de Letras. Exemplo: ADELSIN. QUADROS. P. (Relatório Interno nº 384)..2 Trabalho monográfico considerado em parte 6. 1898) através de armadilhas de feromônio. In: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) (ou editor. . data de publicação. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). E. Paginação (opcional)..F. A. 1998.

p. ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da biossíntese. Página.) Imagem-Máquina: a era das tecnologias do virtual. André (Org. 6.2 Capítulo de livro com a mesma autoria da obra no todo SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da parte referenciada. Benedicto (Coord. ano. Dicionário de filosofia.1. Educação. O Tempo do Virtual.1. Título da parte referenciada. 1986. p. In: PARENTE. Exemplo: LUCKESI. P. data de publicação.2. . Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Edição. Cipriano Carlos. Local: Editora. 2000. Dicionário de ciências sociais.53 Exemplo: QUÉAU. p. São Paulo : M. In: Fonte de onde retirou-se a definição do termo.Rio de Janeiro: 34.2. p. ÉTICA. In: ABBAGNANO. Fontes. Nicola. 6. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.).326. 2000. 87-98. In: SILVA. In: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da publicação (ou editor.) Ludopedagogia: educação e ludicidade. Salvador: Gepel. Exemplos: EMPIRIOCRITICISMO. 433-435.91-99. etc).3 Verbete Verbete (primeira palavra em maiúscula). Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da publicação. In: ______ (Org. Local de publicação (cidade): Editora. 1993. Capítulo (página inicial e final).

Local: Editora. mês. jornais. volume. ISSN 0100-0691. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). comunicações de sociedades. fascículo. Título do artigo: subtítulo.1 Editorial SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). período e data de publicação. 6.3 Artigo e/ou matéria de periódico SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). ano. páginas. mai/jun. Título da publicação. 6. atas.54 6. paginação inicial e final do artigo. ISSN. volume. Exemplo: REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. publicações anuais (relatórios.2 Publicação seriada considerada no todo TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Periodicidade. Paulo: FEBAB. C. Título do artigo. No prelo. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 2006. 4. La Paz. Revista Chilena de Antropologia Social. Título do periódico. ano inicial e de encerramento da publicação.2 PUBLICAÇÃO SERIADA Consideram-se como publicações seriadas aquelas que têm sua edição com relativa regularidade. n. Semestral.2. Estão entre elas: periódicos. séries monográficas. Local de publicação (Cidade).2. revistas. anuários etc). local. quando tratadas como publicação periódica.2. Editorial. número. 1973-1992. . S. 6. Exemplo: MARQUES. 34. p. Continuada por: Boletim Informativo da Federação de Associações de Bibliotecários.

3 EVENTO Considera-se evento o conjunto dos documentos reunidos num produto final com denominação de: atas. Seção. A Gazeta.. a música eletrônica caminha no sentido oposto. 1998. paginação inicial e final do artigo ou matéria. nº 3. 6-7. Interatividade: uma mudança fundamental do esquema clássico da comunicação. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 6.. anais.. local de realização do evento. P./dez. Folhetim. p.4 Artigo de jornal SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Atas.2. data de publicação. Rio de Janeiro.55 Exemplo: SILVA. 18 jun. 6. data de publicação. 9. 15 jul. . 19-27. c. DALLARI diz que o governo intervirá em plano de saúde. proceedings.1 Evento considerado no todo NOME DO EVENTO. Título do Jornal. 1994. numeração em arábico se houver. Boletim Técnico do SENAC. entre outras. São Paulo. Local de publicação (Cidade). Título do documento. Som e conhecimento : operando com o mesmo arsenal da pesquisa científica. Marco. caderno ou parte do jornal. 23. Vitória. v. Exemplos: CAVALLARI. Páginas (inicial e final da parte referenciada). Título da matéria: subtítulo.3. 2000. 6. Marcelo Musa. Resumos) Local de publicação: Editora. I. (Anais. Folha de São Paulo. set. ano.

2002.. 3..3. . numeração do evento em arábico (se houver). 2. Carole. p.3. datas (do período de registro). Londrina: ASBRA.3 Trabalho de evento publicado em periódico SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). 1. Suplemento. Título do Periódico.. Fragmento da Conferência proferida no VII Congresso Brasileiro de Adolescência. Exemplo: GUBERNIKOFF... In: TITULO DO EVENTO.2 Trabalho apresentado em evento SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). n. Notas. Exemplo: GIL. espaço e tempo digital. Título do documento. Número da patente. V.. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 1998. 96-105. n. paginação. 196. Adolescência Latinoamericana. (Anais. 2001. data de publicação. cyber...56 Exemplo: CONGRESO DE ADOLESCÊNCIA DO CONE SUL. v. local de realização. 6. Atas. Título do trabalho. local. Páginas (inicial e final da parte referenciada). Tristam Murail – L’Esprit des dunes. v. 6. Belo Horizonte: UFMG. 2001. Suplemento. Título do trabalho apresentado. Gramado. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 13. p. Título. Belo Horizonte.. Anais.1.4 PATENTE NOME DA ENTIDADE RESPONSÁVEL E/OU AUTOR. Londrina. 6. ano. Porto Alegre. José Luiz. 2002. Anais. Jovens. ano. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM MUSICA. Resumos) Local de publicação: Editora.

Constituição (1988).17. 1988. Local: Editor.57 Exemplo: ALFRED WERTLI AG. ESTADO ou MUNICÍPIO. 27839. Título. 1980.394.5 DOCUMENTO JURÍDICO Consideram-se documentos jurídicos: legislações. Diário Oficial da União.º 9. Brasília. Exemplo: BRASIL. . Int CI3B22 D29/00. 6. número da Lei e data (dia. DF: Senado. Lei ou Decreto. Brasília. Seção 1. ano).2 Constituição federal PAÍS.PI 8002090. Exemplo: BRASIL. Constituição (data de promulgação). de 20/12/1996. 23 de dezembro de 1996.5. Seção. p. 1980.1 Leis e decretos PAÍS. 25 nov. mês. Ementa. mês. jurisprudências e doutrinas. Lei n. Constituição da República Federativa do Brasil. data (dia. Ano de publicação.5. Número de páginas ou volumes. Revista da Propriedade Industrial. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 6. Notas. p. Dispositivo numa usina de fundição de lingotes para o avanço do lingote fundido. 2 abr. Local de publicação. n. ESTADO ou MUNICÍPIO. 6. ano). Publicação. 527. página. Rio de Janeiro.Den. Bertrand Reymont.

p.1. Local. Diário Oficial da União. de 30 de abril de 1999.. Ementa.3 Emenda constitucional PAÍS. e dá outras providências. A decisão da Medida. Título da Publicação. seção II p.º 1. Emenda Constitucional n. Exemplo: BRASIL. p. setembro de 2000. Diário Oficial da União n. . mês. 82. Medida Provisória n. Tipo de documento. Portaria Interministerial Ministério da Saúde e Procuradoria Geral da República n. Constituição (1988). Brasília. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. de 14 de dezembro de 1998. 1. página. de 2000.5. Título (natureza da decisão ou ementa). seção I. Trata da institucionalização do Siops no âmbito do Ministério da Saúde.58 6. 15 de dezembro de 1998.4 Medida provisória PAÍS. Ministério da Saúde. páginas.5. mês e ano. volume. n. data (dia. Exemplo: BRASIL.5 Portarias.. mês e ano. Brasília. data. Dispõe sobre o valor total anual das mensalidades escolares. v. 178 E. Título da Publicação. data. 6. (Entidade Coletiva).. Seção. Dispõe sobre recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. número e data (dia. deliberações e resoluções AUTORIA.733-56. mês e ano).5. Seção 1. p. Exemplo: BRASIL. Constituição (ano). Medida provisória nº.. Brasília. Publicação. Emenda constitucional nº. ano). 1999.16. local. 529. 6. 29.

Relator. número. número e/ou página inicial e final da parte. Local. DF. Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício de 1992 e dá outras providências. 70. mês abreviado. Título (dados). Súmula N. Local e data do julgamento.7 Jurisprudência Consideram-se jurisprudências: súmulas.).5. sentenças e demais decisões judiciais. volume.59 6.6 Consolidação de leis PAÍS. agravante. ano. 1994. Brasília. Edição. 12247.º 115. data. 155. DF.5. n. impetrado. agravado. JURISDIÇÃO. Brasília. 2002. 132. Na instância especial é inexistente recurso interposto por advogado sem procuração nos autos.° 8926. etc. jun. apelante. v. de 9 de agosto de 1994. impetrante. volume.° 1848. Lei n. Local. data (dia. ano). 12037. Corte Especial. Título da Publicação: subtítulo. v. Exemplo: BRASIL. Título da jurisprudência (natureza da decisão e/ou ementa) e número. p. p. de advertências e recomendações sobre o seu uso por pessoas de mais de 65 anos. 132. Torna obrigatório a inclusão. Brasília. Partes envolvidas (se houver. 330-364. n. nas bulas de medicamentos. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. 1994. 7. de 23 de julho de 1991. Revista do Superior Tribunal de Justiça. . 6. páginas. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Lei n. apelado. Supremo Tribunal Federal. acórdãos. Exemplos: BRASIL. RIO DE JANEIRO (Estado). Brasília. Título do documento: subtítulo (se houver). n. 27 de outubro de 1994. v. Órgão judiciário competente. p. 152.

Alec Baldwin. 2000. diafilmes. local. fotografias. Elementos do templo egípcio. transparências. (Videoteca Folha). Título (Quando não existir. materiais estereográficos. son. Anny Simon. 1 diapositivo. entre colchetes). Notas complementares. Roteiro: Walter Hill. color. 1 fotografia. p e b. São Paulo: PUC. São Paulo: Videolar Multimídia.. Data. color. Exemplos: MONTEIRO. Belo horizonte: UFMG. CIRQUE DU SOLEIL. Jennifer Tilly. 25x20 cm. VHSNTSC. Produção: David Foster. cartazes. Direção: Roger Danaldson. p e b. gravuras. O ciclo de Krebs.7 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO Consideram-se documentos iconográficos: pinturas. Senhora morta. color. desenhos técnicos. 1900.. 1 DVD (50 mim).60 6. 25 cm x 17 cm. dispositivos. DVD etc). 18 transparências. James Woods. 2001. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. TÍTULO. 1 videocassete (115min). Michael Madsen. produtor. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). São Paulo: Videolar. 1994. produtora. Especificação do suporte. David Morse. . Produtor: Guy Labiberté. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título. etc. Diretor: Pierre Lacombe. Intérpretes: Kim Basinger. son. SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). A mágica continua. gravação de vídeo e som (videocassete. diretor. 1999. Exemplos: A FUGA. data e especificação do suporte em unidades físicas. Augusto.6 IMAGEM EM MOVIMENTO Consideram-se imagens em movimento: filme cinematográfico. 6.

fotografias. 1981. Escala variada. Egon. 33x21 cm. Gustav. KLIMT. 2 f. Viena. Escala 1:250. GEIG. SP). A morte e a jovem. 1905. ano. Exemplos: Atlas Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânea do Brasil. CDs. fitas cassete. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Belo Horizonte. 70x80 cm. SCHIELE. Palácio Stoclet: vista do interior. Viena. W. 1 original de arte. AUTORIA. Título: subtítulo. 1915.8 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO Consideram-se documentos cartográficos: mapas. 52 cm.000. W. imagens de satélite e escalas. designação específica e escala. 1962. CARSALADA. Tinta-da-china e lápis sobre papel milimétrico. Londres: W.5 cm. Pascali Gontijo de. Sem escala definida. Bauxita o minério de alumínio. Regiões do governo do Estado de Minas Gerais. JACKSON. Color. 256 mapas e diagramas. Belo Horizonte: FEAM. 1fotografia aérea. Reforma com acréscimo da unidade Senai unidade Horto: projeto de arquitetura. color. N. E. Josef. [19--].9 DOCUMENTO SONORO Consideram-se documentos sonoros: discos. globos. óleo sobre tela.61 HOFFMANN. Bacia do Rio Piracicaba: enquadramento dos cursos d’água. Local: Editora. 1 mapa. Jackson. FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (MG). 6. fitas magnéticas etc. Original em mídia digital. Óleo sobre cartão. Coleção particular. 43x62. Novo Atlas do mundo. 2006. color. 1898. Pomar. 1994. color. 1995. 6.N. Ouro Preto: SICEG. . Österreichische Galerie. 1 gravura.

Local: Gravadora. The English Baroque Solists.Direção/Regência: (se houver). Especificação do suporte. Intérprete(s):. CAETANO VELOSO. Título. 1992.2 Documento sonoro considerado em parte COMPOSITOR(ES). ano. Título: subtítulo. Cantata for the Feast of the Visitation of Mary. Rio de Janeiro: Polygram. Local: Gravadora. JOHANN SEBASTIAN BACH. Rio de Janeiro: Polygram. The five piano concertos. ano. 1CD. Direção: John Eliot Gardiner. Intérprete: Steven Lubin. É luxo só. The Academy of Anciente Music. Exemplos: CHICO BUARQUE.1 Documento sonoro considerado no todo COMPOSITOR(ES) OU INTÉRPRETE(S). Exemplos: ARY BARROSO. 1995. Songbook Ary Barroso. Intérpretes: The Monteverdi Choir. Título: subtítulo. 1 cassete sonoro (60 mm. Caetano Veloso. Remasterizado em digital. In: COMPOSITOR(ES) OU INTERPRETE(S). 1993. Intérpretes: Elza Soares e Aquarela Carioca. .). ou COMPOSITOR(ES). 1. In: JOHANN SEBASTIAN BACH. Intérprete(s) da parte (ou faixa de gravação):. Rio de Janeiro: Lumiar. Cantatas. 6. Faixas 8-17. Especificação do suporte. Londres: Decca Record. Almanaque. In: ARY BARROSO.62 6. 1988.9. Direção/Regência: (se houver). Especificação do suporte. 1990. LUDWIG VAN BEETHOVEN. 3 CDs. Faixa 5. 1 CD. Nome da parte (ou faixa de gravação).9. Local: Gravadora. Direção: Chistopher Hogwood. v. ano. Hamburg: Deutsche Grammophon. 1 CD.

Nota: Partituras manuscritas. 6. MIGNONE. 1 partitura (39 p.). Local: Editora.).). MORAES. Melodia e acompanhamento. Edvard. deverão ser referenciadas substituindo-se o nome da editora pela palavra ‘manuscrito’.l. Vinícius. Local: Editora.10. ano. In: Título: subtítulo. S. Piano. SALOMÉ. Título: subtítulo. . 1 partitura (p. Instrumento a que se destina. Nelson. 1 partitura (65 p. In: Songbook Edu Lobo. 1994. Edu. Prenome(s) (iniciais ou por extenso).). Francisco. ano.). Flashes de um desenho gótico. Exemplos: LOBO. Exemplos: GRIEG.1 Partitura considerada no todo SOBRENOM(ES) DO(S) AUTOR(ES). páginas. Rio de Janeiro: FUNART. 1 partitura (5 p. 52-53). Sonata nº. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 3.63 6. Quantidade de partituras (p.2 Partitura considerada em parte SOBRENOM(ES) DO(S) AUTOR(ES). Quantidade de partituras (número de páginas p.: manuscrito.10 PARTITURA Consideram-se como partituras toda e qualquer partitura impressa. Frankfurt: Peters.10. Rio de Janeiro: Lumiar. Violoncelo e piano. 1986. Título da parte: subtítulo. Arrastão. Konzert em a-Moll opus 16. Instrumento a que se destina. 1997. 6. Piano e orquestra. não editadas.

adagio cantabile. entre colchetes). M. Sechs Lieder ohne Worte. madeira. Especificação do objeto. 17 –. Nova York. opus 62. Obra do destino. Original destruído.5 cm. vol 2. maquetes. Porcelana com verniz amarelo e pigmentação ferrugem. 1 escultura variável. 1 peça. HAYDN. MARNU. 6. jogos. 21 cm. animais empalhados. 1916-17. 187-190). Bartholdy. Berlin. 15–]. 1984. 1 escultura. 62. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Piano. Antônio Francisco (Aleijadinho). LISBOA.2x49. Sonata nº 49 in E-flat Major. celulóide e metal. Museum of Modern Arte. período Chia-Ching. München: G. Naum. Cristo Flagelado. protótipos etc. Museu Staatliche. 1 escultura.64 MENDELSSOHN. Cópia por Walter Drietrich. objetos de museu. 1901. Ano. dimensões ad lib. 1 partitura (p. 1 partitura (p. feita por ocasião da comemoração do centenário do autor. 86-95). modelos. Henle Verlag. In: Lieder ohne Worte. Piano. Título (Quando não existir. Ostasiastiche Kunstabteilung. Ouro Preto. 6. São duas as modalidades de acesso: .11 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL Consideram-se documentos tridimensionais: esculturas. In: Complete piano sonatas. Exemplos: GABO. Joseph. SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Munique.12 DOCUMENTO DISPONÍVEL EM MEIO ELETRÔNICO Consideram-se documentos disponíveis em meio eletrônico aqueles que são passíveis de serem manipulados (edição. Coleção particular. madeira policromada. CÂNTARO [Dinastia Ming. Museu da Inconfidência. leitura) por computador. New York: Dover Publiacations. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem titulo. nº 1. 1981. Cabeça de mulher.

W. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 6. Aids no Brasil.bireme. 1998. Anco de dados elaborado pelo Sistema Nacional de Agravo de notificação – SINAN.br/final/dados/aids. arquivos etc. Disponível em: http//:www. ed. BDT in Brasil. Base de Dados Tropicais: o ar desde 1985.gov. arquivos em disco rígido. mensagens eletrônicas. Acesso em: 25 nov. LILACS. BIONLLNE Discussion List. Quando se tratar de obras consultadas online. 3 ¼ pol.65 • acesso direto: a leitura é possível através de equipamentos periféricos ligados ao computador tais como: disquete. Nota: para arquivos eletrônicos. precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento.br/cgibin/wxislind. CD-ROM. Ex. List maintained by the Bases de Dados Tropical. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO”. podem ser: banco/bases de dados. incluir o endereço eletrônico. apresentado entre sinais <>. Flechtmann. Acesso em: 20 ago. Acesso em:22/05/2005 ÁCAROS no Estado de São Paulo (Enseius concordis): banco de dados preparado por Carlos H.org/bdt/acarosp>.1 Acesso a banco. Consideram-se serviços online: listas de discussão. Exemplos: BRASIL. serviços online tais como.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah. Disponível em: <http://www/bdt. Programa Nacional de DST e Aids.br>. Segundo Weitz (2002). • acesso remoto: o acesso é efetuado por redes locais ou externas. websites.xis&base=LILACS&lang=p>. 1998. precedida da expressão Acesso em:.org.: 2 disquetes.12. versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. Aceso em: 28 nov. Título serviço ou produto. Word for Windows 7.aids. base de dados e lista de discussão SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). . Disponível em: <lisserv~bdt. 2002.htm>.0. DVD. Laser. catálogos ou livro. Disponível em: <http://bases. acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo.

Brasília. Local.doc.br/portal>. Local (se houver).ppt. 2001. desenvolvida por 9zero9.crb1. 2 disquetes. . Bibliotecas digitais. Exemplos: CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA. Software utilizado. 1999.aeudf. ano de implantação. Acesso em: 2 jul.12. Apresenta informações direcionadas aos profissionais de biblioteconomia. Descrição do conteúdo.org. 4 out. mês abreviado e ano de acesso. 2002. 3 ½ pol.3 Acesso a arquivos em disquetes SOBRENOME. atualizada por Caliope Paz. PORTAL DA INFORMAÇÃO. 1 disquete. Acesso em: 4 jul. Brasília.66 6. Disponível em: <http://www. Título: subtítulo (se houver) do disquete (opcional). coordenador. tamanho do disquete. Apresenta informações das bibliotecas central e digital. Disponível em: <http://www. Conhecendo o mundo da Internet.2 Acesso a website comercial e institucional TÍTULO ou denominação da página: subtítulo (se houver). coordenada pela Biblioteca Central da Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal. Microsoft PowerPoint 97.br>. Brasília. 2000. INFOLEGIS: pesquisa jurídica no Brasil. ano. Quantidade de disquetes.extensão. 4 jun. Apresenta as principais fontes para busca de legislação estrangeira. Disponível em: <http://www. Nome do autor. 2001. Disponível em: <endereço eletrônico>. mês abreviado. REFERÊNCIA bibliográfica. Indicação de responsabilidade (editor. Exemplo: PIRES.infolegis.com. Tatiana. Brasília. Acesso em: dia. Microsoft Word 97. 2002. Nome do arquivo. Brasília. 2002. desenvolvedor e/ou responsável pela manutenção).12.br>. desenvolvida por Edilenice Passos. 1998. 3 ½ pol. 6. Acesso em: 4 jul. dia.

mês abreviado e ano de acesso. Nome ou e-mail do remetente. Quantidade de CD-ROMs utilizados. Tribunal de Justiça. Sistema operacional e nota (opcional).5 A cesso a mensagem eletrônica (e-mail) Notas: !" Mensagem eletrônica não é recomendada como fonte de pesquisa.67 6. Nome(s) do(s) autor(es).4 Acesso a CD-ROM SOBRENOME. constituição estadual. circulares. sempre que possível. 6.5. Título. súmulas. provimentos. do cabeçalho da mensagem recebida. ed. versão (se houver): subtítulo (se houver). 6. 3. constitucional e administrativo: com referências doutrinárias e de legislação. Edição (se houver). Exemplo: SBD/IPUSP. Local: Editora. processual. 2000. Mensagem recebida por <E-mail do destinatário> em dia. 2002.br> em 01 ago. SANTA CATARINA. 1999. 1 CD-ROM. Dagma Paulino dos. Treinamento na metodologia LILDBI [mensagem pessoal]. Florianópolis. .12. Jurisprudência catarinense: acórdãos. Assunto da mensagem [mensagem pessoal ou de trabalho].12. !" As informações devem ser retiradas. Mensagem recebida por <biblioteca@usjt. Dicionário jurisprudência: civil. Exemplos: REIS. data de publicação.1 Mensagem pessoal SOBRENOME. São Paulo: Revista dos Tribunais.12. 1 CD-ROM.

Disponível em: <http://www. Resolução. acesso online etc). mês abreviado e ano de acesso. Largura: 827 pixels. Curitiba: PUC-PR.7 Documento cartográfico em meio eletrônico 6. Exemplo: VASO. Nome ou e-mail do remetente.12. In: Pergamum. Modo. 3. 6. mês abreviado e ano de acesso.br/prgamum/php/prin.6 Documento iconográfico em meio eletrônico As referências para documento iconográfico em meio eletrônico devem obedecer aos padrões indicados para documento iconográfico. Ariel. 2002. Tamanho. Acesso em: 20 ago. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes. Altura: 1083 pixels.68 6. Altura: (unidade).2 Listas de discussões SOBRENOME. Disponível em: <endereço eletrônico>. Formato TIFF bitmap. Disponível em: <C:\Carol\VASO. 1999.TIFF>. Acesso em: dia. Largura: (unidade).7. Acesso em: dia.12.12. Acesso em: 28 out. Compactado. Disponível em: <endereço eletrônico>. EXTENSÃO.TIFF.5 Mb. E.php>. Formato. TÍTULO. 1999. 32 BIT CMYK. CD-ROM.5. Exemplo: MULHOLLAND.pucpr. 300 dpi. 6.12. In: Nome do grupo.1 Imagem de satélite .pergamum.

abril. 557Kb. National Oceanic and Atmospheric Administration. Exemplo: ESTADOS UNIDOS. IR04. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento. 2002. Disponível em: http:// guiaquatrorodas. 1 disquete. 1999. . GOES-08: SE. Título serviço ou produto. 17:45Z. 13 jul. incluir o endereço eletrônico.com. extensão.GIF.br. DENITE (Departamento de Infraestrutura de Transporte). 1622Kb. Mapa rodoviário de Minas gerais. apresentado entre sinais <>. 1 mapa. 1999. precedida da expressão Acesso em:. 1999071318. 3 ½ pol. Acesso em: 13/03/2005. 1 imagem de satélite.69 SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Quando se tratar de obras consultadas online. pdf . Utajaí: UNIVALI.

deve-se indicar a expressão latina sine nomine”. 2nd ed. 1980] #"um ano ou outro [1979 ou 1980] Nome do local é a cidade de publicação e no caso de homônimos de cidades. abreviada. Viçosa. ed.n.1. 3rd 3ême Quando o local e o editor não puderem ser identificados. Se nenhuma data puder ser determinada. AL.70 7 NOTAS GERAIS A edição somente é indicada a partir da segunda. entre colchetes [s. com abreviatura dos numerais ordinais. acrescenta-se o nome do estado. Exemplos: #"data certa não indicada [1980] #"década certa [198-] #"década provável [198-?] #"data provável [1980?] #"data aproximada [ca. Exemplos: Viçosa.]. utilizar as expressões latinas. Quando a editora não é identificada.: s.n]. Exemplos: 2. abreviadas e entre colchetes [5. na forma adotada no documento. . MG. registra-se uma data aproximada entre colchetes.

Cataloging electronic resources: OCLC-MARC coding guidelines. Rio de Janeiro. WEITZ. São Paulo: Atlas. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Metodologia do Trabalho Científico. 2002. 1993. ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Disponível em: <http://www.org/connexyion/documentationltype. 2003. 2002. ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Eva e MARCONI.71 REFERÊNCIAS* ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1 CD-ROM. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Rio de Janeiro. 2002. Acesso em: 04 de novembro de 2002. São Paulo: UNESP. Rio de Janeiro. NBR 6028: resumos: procedimentos. S. Sistema Integrado de Bibliotecas. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Cortez. 6. LAKATOS. 2000. . STRALJD 2002: tutoriais de acesso as bases de dados online. 2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Mariana de A. J. Antonio Joaquim. Grupo DiTeses. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Coordenadoria Geral de Bibliotecas. Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso. 1990. referências e outros recursos informacionais.oclc. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.htm>. * De acordo com: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.). (Org. São Paulo: SIBi-USP. 3. NB-6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Normas de apresentação tabular. Rio de Janeiro. SOARES. Rio de Janeiro. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. 2002. 2004.B.C. 2003. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. SEVERINO.

portanto.72 ANEXOS∗ ∗ Os exemplos apresentados nos anexos se encontram dentro de um retângulo que representa a folha de papel. . não fazem parte da configuração dos exemplos.

73 ANEXO A – Capa [obrigatório] UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG LUIZ CARLOS DE SOUZA SOBRINHO Influencias da diversidade musical e estética contemporânea na educação musical formal Belo Horizonte 2005 .

0 cm . Graduação UEMG 2005 2.Lombada [opcional] Influencias da diversidade musical e estética contemporânea Luiz Carlos de Souza Sobrinho na educação musical formal 2. Espaço reservado para etiqueta de localização em biblioteca.74 ANEXO B .5 cm.

Ms. Área de concentração: Educação Musical Orientador: Prof.75 ANEXO C – Folha de rosto [obrigatório] LUIZ CARLOS DE SOUZA SOBRINHO Influencias da diversidade musical e estética contemporânea na educação musical formal Monografia apresentada à Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Grais para obtenção do título de Graduação em Licenciatura em Música. João Fernandes da Silva Belo Horizonte 2005 .

POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO. I. 322f. Tese – Doutorado em Educação Orientadora: Profa. – Belo Horizonte: UFMG/FAE. Lazer – história – teses 2. Gomes. Santos. W491 Significados de recreação de recreação e lazer no Brasil: reflexão a partir da análise de experiências institucionais (1926-1964)/ Chriscianne Luce Gomes. Dra. DESDE QUE CITADA A FONTE. Lucíola Licínio de C. III. Catálogo da Fonte: Biblioteca da FAE/UFMG .76 ANEXO D – Ficha catalográfica [obrigatório] AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO. Faculdade de Educação. Chirtianne Luce. 1. 2003. Santos. Recreação – Brasil. Recreações infantis. II. 4. Universidade Federal de Minas Gerais. Trabalhadores – recreação. 3. PARA FINS DE ESTUDO E PESQUISA. Lucíola Licínio de Castro Paixão. Título. P.

J. Dissertação (Mestrado em Pedagogia Musical) – Faculdade de Música. São Paulo. B. ERRATA Folha 22 34 83 Linha 4 22 13 Onde se lê pespectiva As vanguardas tem mártir Leia-se perspectiva As vanguardas têm Mártir . O professor instrumentista atuante em cursos de formação: estudo sobre a construção de suas identidades profissionais. Universidade de São Paulo. 137f.77 ANEXO E – Errata [opcional] AQUIAR. 2003.

no mínimo seis. Orientador: Prof. o número de membros da banca depende da regulamentação especificada no regulamento da escola. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: ___________________________________________________________ ______________________[Assinatura]_______________________ Prof.78 ANEXO F – Folha de aprovação [obrigatório] FOLHA DE APROVAÇÃO Giani David Silva A informação televisiva: uma encenação da realidade Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Lingüísticos. . no mínimo quatro. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: ___________________________________________________________ ______________________[Assinatura]_______________________ Prof. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: __________________________________________________________ Obs. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: ___________________________________________________________ ______________________[Assinatura]_______________________ Prof. como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em Lingüística. Doutorado. No caso de Especialização e Graduação. O número de componentes da banca examinadora depende do título pretendido. Área de concentração: Lingüística. O orientador poderá ser considerado em ambas titulações. Mestrado. Linha de pesquisa: Análise do Discurso. da Universidade Federal de Minas Gerais. [titulação] __________________________________________ Aprovado em: Banca Examinadora ______________________[Assinatura]_______________________ Prof.

admiração e gratidão por seu apoio. com amor. .79 ANEXO G – Dedicatória [opcional] A ________________. carinho e presença ao longo do período de elaboração deste trabalho.

. pelo apoio e primeiros incentivos nessa empreitada. atenção e incentivo. Agradeço em especial: Dr. Ao Prof. À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – Fapemig. A ____________________________. pelo apoio financeiro para a realização desta pesquisa. À Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. companheiro de muitas caminhadas. atenção e apoio durante todo o processo de definição e orientação. sempre presente com seu apoio. pelo grande apoio que deles recebi. pela oportunidade de realização do curso de mestrado. Dr. ___________________________. pelo convívio. Aos meus colegas. _________________________.80 ANEXO H – Agradecimentos [opcional] AGRADECIMENTOS Deposito aqui meus agradecimentos a todos aqueles que de alguma forma contribuíram para a realização desse trabalho.

que pára perante os fenômenos e diz: ‘Há apenas fatos’. eu digo: ‘Ao contrário. fatos é o que não há.81 ANEXO I – Epígrafe [opcional] “Contra o positivismo. há apenas interpretações.’” Nietzsche .

O presente trabalho analisa a prática da aprendizagem músico-instrumental em geral. entre outras. também chamada de psicomotricidade relacional. buscando oferecer subsídios para a elaboração de métodos de ensino que otimizem a aprendizagem instrumental aplicada por profissionais da área. e as operações mentais envolvendo conexões criteriosas. metodológico e temático necessários. agregando a ela outras práticas observadas. Parte-se da noção de Blasius. Afrânio Krás Borges. Universidade Federal de Santa Catarina. também.82 ANEXO J – Resumo [obrigatório] RESUMO HAINZENREDER. que proporcione a maior fluência do todo integrado do qual fazem parte da sincronia entre visão. para quem a aprendizagem deve ir além da mecânica e da pura imitação. 2004. ou mais precisamente pela reeducação da psicomotricidade fina. Em termos metodológicos. Conclui-se que conforme a elaboração de métodos de ensino de instrumentos musicais construídos com bases no todo que envolve a sincronia de múltiplos elementos será a resposta do aprendizado. audição. Esta sistematização está apoiada em pesquisa bibliográfica que proporcionou o suporte teórico. 65 f. Reeducação postural. sociologia e lingüística. . Florianópolis. Subsídios para a sistematização de um método de ensino de música objetivando a otimização da aprendizagem instrumental. que vê na psicomotricidade uma ciência que se beneficia da biologia. Palavras-chave: Música. Aprendizagem músico-instrumental. atendendo às necessidades pedagógicas do aluno quanto aos critérios de desenvolvimento das capacidades psicomotoras. com ênfase nos aspectos mecânicos da execução dos instrumentos. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Centro Tecnológico. Considera-se. psicologia. a perspectiva de Coste. a elaboração deste trabalho consiste na sistematização da experiência profissional do autor enquanto professor de música. tato e texto musical direcionado a aprendizagem. Deve levar em conta a necessidade de postura adequada. Psicomotricidade. psicanálise. que proporcione a liberdade dos movimentos. A motivação para este tema surgiu de minha necessidade enquanto aluno em passar pela reeducação postural.

Psychometrical. This work also intent to offer subsidies for the elaboration of education methods that optimizes the instrumental learning applied by professionals of the area. Cold be conclude that the methods of education of musical instruments elaborated with bases in the all that involves the synchrony of multiple elements will be the reply of the learning. psychoanalysis. It considers. Subsidies for the systematization of a method of music education objectifying the otimization of the instrumental learning. This analysis is based in Blasius’s ideas. Federal University of Santa Catarina. that the biggest fluency of all integrated provides of which is part of the synchrony between sight. sociology and linguistics. The present work in general does an analysis of the practical of the learning at musician-instrument. perspective of Coste that sees in the psychometrical as a science that benefits of biology. The motivation for this subject appeared of my necessity while pupil when I needed a postural re-education. It must take in account the mental necessity of adjusted position. that provides the freedom of the movements.83 ANEXO L – Abstract [opcional para monografias] ABSTRACT HAINZENREDER. with emphasis in the mechanical aspects of the execution of the instruments. also call reactionary psychometrical. taste and musical text directed the learning. for which the learning must go beyond the mechanics and only a imitation. also. methodological and thematic supports. hearing. and others. adding it observed practical others. 2004. Dissertation (Master Degree in Production Engineering) – Technology Center. and operations involving criterions relationships. Florianópolis. Learning musician-instrument. Postural re-education. This systematization is supported in bibliographical research that provided the necessary theoretical. the learning must take care of to the pedagogical necessities of the pupil as the criteria of development of the psychomotor capacities. psychology. or more precisely for the re-education of my fine psychometrical. . The elaboration of this work consists of the systematization of the professional experience of the author while music teacher. 65 f. Afrânio Krás Borges. Key words: Music.

.......... 12 Mapa 3 – Aproveitamento do solo no Estado de Sergipe ........... manuscrito de Bach ....... 86 Figura 3 – Uma página do diário de Schubert .................... 40 Mapa 5 – Municípios do Estado de Sergipe ........................................................................ 56 ............. 123 Figura 4 – Compassos 1-4 da peça op..... 36 Mapa 4 – Recursos hídricos no Estado de Sergipe ........... 35 Figura 2 – Quarteto de viole da braccio (soprano...... tenor........84 ANEXO M – Lista de ilustrações [opcional] LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Prelúdio em Dó Maior do cravo bem temperado...................Divisão geomorfológica da Região Nordeste .................. contralto.... baixo) e cravo ..................................... 156 Mapa 1 ..23 nº 5 de Schoenberg .............. 11 Mapa 2 – Divisão geomorfológica do Estado de Sergipe .............

.. 85 Tabela 4 – Aproveitamento escolar .................. 87 Tabela 5 – Variação do grau de eficácia do estudo Programado .............................85 ANEXO N – Lista de tabelas [opcional] LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Distribuição de respondentes por idade ………………........... 81 Tabela 2 – Distribuição de respondentes por hábito de leitura ........................................... 122 ...................................... 84 Tabela 3 – Distribuição de respondentes por série ............................

86 ANEXO O – Lista de abreviaturas e siglas [opcional] LISTA DE ABREVIATURAS IBGE PEA MEC SCANS MST PROEP SEMTEC E1 Qp Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística População Economicamente Ativa Ministério da Educação Secretary’s Comission an Achieving Necessary Skills Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra Programa de Expansão da Educação Profissional Secretaria de Educação Média e Tecnológica Entrevista n° 1 Questionário para professores .

[A / m] densidade volumétrica de carga. T = Wb / m e campo magnético 1 . . [H / m] vetor posição da fonte de corrente.87 ANEXO P – Lista de símbolos [opcional] LISTA DE SÍMBOLOS ! E ! B ! H campo elétrico. indução magnética e intensidade de campo elétrica. C / m 3 [ ] ρ [ ] ε 0 permissibilidade elétrica do espaço livre. [V / m] densidade de fluxo magnético. respectivamente. [m] µ ! r1 0 1 Alguns autores referem-se a como intensidade de campo magnético. [F / m] permissibilidade magnética do espaço livre.

........................................................................................................................................................................................................2 O agricultor..................... 11 1 REVISÃO DA LITERATURA........................ 16 1................3 O artesão... 85 ...................................................4 O operário.......... 78 REFERÊNCIAS........................................2............................................................................................................. 1........................... 1.. 1.......................................................................................................................................5 O empreendedor..................................................... 70 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS............. 40 2 QUESTÕES METODOLÓGICAS E OPERACIONAIS........................................... 17 17 20 25 30 34 1.......2................................................................................................ 64 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO........................... 45 3 DADOS DA PESQUISA.......................2...........3 O TRABALHO SOB UMA PERSPECTIVA PSICO-SOCIAL..........................2..........................................................1 O coletor........ 1..............................................2........................1 UMA VISÃO ANTROPOLÓGICA DO TRABALHO...... 1..2 A HISTÓRIA DO TRABALHO.88 ANEXO Q – Sumário [obrigatório] SUMÁRIO INTRODUÇÃO............................................... 16 1........................ 82 ANEXOS..............

1993. 2002. NBR 6028: resumos: procedimentos. Rio de Janeiro.). ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. LAKATOS. 2002. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. WEITZ. Rio de Janeiro. 3. 2000. Sistema Integrado de Bibliotecas. Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. São Paulo: Atlas. 2005. Rio de Janeiro. Antonio Joaquim.org/connexyion/documentationltype. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. 2002. NB-6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. 1990. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. 2003. STRALJD 2002: tutoriais de acesso as bases de dados online. 1 CD-ROM. Metodologia do Trabalho Científico. * De acordo com: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Grupo DiTeses. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Coordenadoria Geral de Bibliotecas. referências e outros recursos informacionais. Normas de apresentação tabular. Rio de Janeiro. São Paulo: UNESP. 2002.B. 6. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. ed. Mariana de A.C.oclc. Rio de Janeiro. 2004. .htm>. SEVERINO. Cataloging electronic resources: OCLC-MARC coding guidelines. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. SOARES. Fundamentos de metodologia científica. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: Cortez. Acesso em: 04 de novembro de 2002. S. ed. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. São Paulo: SIBi-USP. (Org. Eva e MARCONI. 2003. 2002. Disponível em: <http://www. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. J.89 ANEXO R – Referências (sistema autor-data) [obrigatório] REFERÊNCIAS* ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

90 14 104 Freq. Total Resp. No.90 ANEXO S – Tabelas Tabela 2 – Distribuição de respondentes por idade Resp.3 14.8 1. % 5.0 100 Grupo 3 Resp.5 13.0 100 Idade 13 14 15 16 17 18 19 23 Total Tabela 3 – Distribuição de respondentes por sexo Total Sexo Masc.6 100 .6 13.5 100 Grupos 1 e 2 Resp. % 55 100 0 55 0. No.4 14 49 28. Freq. Freq. No.6 5.3 24.8 12.6 22. Fem. 6 13 23 25 15 14 6 1 103 Freq. % 86. % 35 71. No.

91 ANEXO T – Ilustrações % 30 25 20 15 10 5 0 13 14 15 16 17 18 19 23 Idade Total Grupos 1 e 2 Gráfico 1. Compassos 1-4 do Epigrama nº 5 de Edino Krieger . Distribuição de respondentes dos grupos 1 e 2 por idade Figura 3.

e não como uma linha seqüencial evolutiva. Freud (1989. Teseu pôde matar o monstro e com o auxílio do fio de Ariadne. Longe das discussões acerca da validade ou não do conceito referente à Pósmodernidade. Teseu e o Minotauro.. Assim.ar/~libros/cyg/juventud/balardini. utiliza-se aqui o termo como referência ao período da Modernidade Tardia em que se permitiu o surgimento de um tipo de consciência que pensa a cultura como multiplicidades e a história como uma rede em que cada parte influencia o todo..doc>.] operam-se mudanças destinadas a dar à vida sexual infantil sua forma normal”. 2 3 4 5 6 . não adolescência. porém ressurge imbricada e potencializada pelas tecnologias da informática e das telecomunicações. O autor faz referencia ao mito grego de Ariadne.clacso. Disponível em: <http://www. Ariadne. O herói Teseu deveria entrar em um labirinto onde vivia o monstro que se alimentava de carne humana. encontrou o caminho de volta. para o momento em que “[. filha do rei de Creta se apaixona por Teseu e lhe entrega um novelo recomendando que o desenrolasse à medida que adentrasse pelo labirinto.92 ANEXO U – Nota de rodapé 1 PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos – é desenvolvido e coordenado internacionalmente pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). p. Para o autor esse tipo de organização social já teve lugar na história. O conceito de uma sociedade organizada analogamente a uma rede é encontrado em Castells (1999). 196) utiliza a palavra puberdade.edu.

93 APÊNDICE A – Itens para consulta rápida Naturalmente. 3 cm 2 cm 3 cm 2 cm 0 cm Recuo de 4 cm. 1 CONFIGURAÇÃO Papel. os itens aqui relacionados representam apenas uma parte daqueles necessários para uma escrita adequada às norma da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. A única folha com impressão posterior será a folha de rosto que receberá a ficha cadastral. Portanto. letra tamanho 11 sem aspas. Margem Esquerda Margem Direita Margem Superior Margem Inferior Início do Parágrafo Citação Longa (mais de 3 linhas) 2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Elementos Capa Folha de rosto Lombada Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimento(s) Epígrafe Resumo Abstract Listas Sumário Obrigatoriedade Obrigatório Obrigatório Opcional Opcional Obrigatório Opcional Opcional Opcional Obrigatório Opcional para monografias Opcional Obrigatório .7 cm de altura). Utilizar sempre a frente das folhas. não dispensas a consulta às normas originais ou ao material intitulado “Orientações e normas para escrita de trabalhos Acadêmico-científicos” ou similar. que tenha como referência as normas da ABNT. o que aqui se encontra listado. Margem e Recuos Papel Especificação A4 (21 cm largura por 29.

maiúscula/minúscula 14 a 16 – negrito. Espacejamento Entre título e sub-título Entre título/sub-título de texto Entre linhas Entre parágrafos Entre o texto e ilustrações (tabela. devem ser alinhados ao centro da página. anexos). Apêndices e anexos Mais de um volume 3 TEXTO Títulos de seções numeradas devem ser alinhados à esquerda.) Entre o texto e citações longas (mais de 3 linhas) Do fim do texto a um título Nas notas de rodapé Referência Bibliográfica Entre Referências Bibliográficas Duplo Duplo 1. Devem ser numeradas de maneira contínua de em seguimento ao texto principal Deve-se manter uma única numeração do primeiro ao último volume.5 Duplo Duplo Especificação Duplo antes e Duplo depois Duplo Simples Simples Duplo Fontes Tipo de Letra Nome da Entidade na Capa Nome do Autor na Capa e Folha de Rosto Título do trabalho Texto explicativo da natureza do trabalho Área de concentração e nome do orientador Local e data na Capa e Folha de Rosto Título de Seção Subtítulo de Seção Subsub-título de seção Especificação Times New Roman ou Arial 14 a 16 – caixa alta 14 a 16 – normal. gráfico. negrito 14 – caixa alta. conclusão. maiúscula/minúscula 12 – normal 12 – normal 12 – normal 14 – caixa alta. Deve ser posição no canto superior direito da folha.94 Paginação A partir da folha de rosto (inclusive) Da Introdução em diante Especificação Embora contadas. A numeração – em números arábicos – é colocada a partir da introdução. não devem ser numeradas. Títulos de seções não numeradas (Introdução... normal 12 – normal .

95 Texto Citação longa (com mais de três linhas) Nota de Rodapé Identificação de Ilustrações e Tabelas Palavras com conotações “forçadas” Palavra estrangeira 12 – normal 11 – normal 10 – normal 11 – normal Utilizar aspas Utilizar Itálico .

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