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ESC TIDÃO
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http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/174437

BR I
T~ 10 I ISTORICO-J R DICO-SOCIA

PEl.O

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Pr.' gostinlJo .1l1nrqul'5 l~~rbiglill .ftlllllJciro.

punE J.

nmr.lT OBRE O E. R \ '() LmERTO~.

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RIO DE ANEIRO.
TYPOGRAPHIA NACIO TAL)
Rt:.1.. DA GUARDI.. 'ELBA.

1 66,

BIBlIDTEC . I&-·J ciO FtOERAL
Este vo'u :: ê..:. vu registrado
sob onumelo q;.,~J>.3 . -
do ano de .L~Th - -

o BP. ~IL.

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Li/JI'I"/l/8 /1 i/l /" iru/(" :, d
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, " mil J I. dilecta patriü, deLlico o pre. on1°
Ir; alho. "'ir i.l Ul mai do que Yós tem o direito
" ir l se . flU10' todo o concurso que cada
llOJ P .;"'a dar ln 'a o melhoramento, progres o, e
fercidaõe da 'a ão E la não morre, no entanto
e a gel' Õ • e ,ão ucced 'ndo om a rapidez
do t mpo; a idéa permanecem vivas nas que
~eYr ,e produzem afinal o eu desejado ef-
1 'I • De e-e no pre ente preparar o futuro, para
cru est não orprehenda dolorosamente os vin-
lo 1'05, e talvez apropria g ração aclual.
scra-ridão um do Jllaiore males que ora
é obre' ós. Cumpre e aminar de perto as
l t ,1- es que ella uggere, e ulacal-a com pru-
der cia ma francamente e com energia, para qlJe
cc. m 5 illu ões, en-o durmão o Brll ileiros o
01 mo a iudifferença, e da confiança infantil,
sol' l'e o vulcão e o abysmo, creados pelo elemento
iI (, a no~: a ocicdade.
eponl no Vos o Altar a minha me.qnínha
'enda.
TOn.

! .

.A ESCRAVID.llo NO BRASIL.

.

a concorrer tambem com s minhas debeis forças para a obra grandiosa da t. naturalmente dividido cm tres parte . A magna questão da eseravidão no nosso palz em me preoccupado o espirito. preenchida assim uma grande lacuna .1 resse e utilidade actual. e verdadeiramente amigo do Brasil.E' trabalho de in- .. Esle Opusculo (pois não é senão um Rnsal ) é. apenas o posso fazer publicando o ructo de minhas investigações e estudo. quér em relação aos Indi- ChUS.Não era ~ differente tambem ter noticia da historia da ~ cravidão entre nós.1Ossa litLeratura juridica. . ~a primeira terá o leitor systematicamente ex- ta a doutrina de nosso Direito sobre os e cravo ibertos. por me faltarem os ~lementos. quér cm relação aos Africanos. 'egeneração do nosso estado social. portanto. . cumpria conhecer Direito actual sobre os escravo~. e ainda emquanto dur:n' J e rrRvidüo no Impel'lo. Antes de nos embrenharmos na delicada c espi- hosa questão da emancipação. como me parece ue deve ter preoccupado o de todo o homem ensador. Propuz-me. ortanto. Não o po- dendo fazer de outra fórma.

Na terceira. ao D1 n paiz. As outras lhe succederáõ cm occasião opportuna. é preeiso Jancal-a. restando-me sempre cn I qualquer caso a tranquil1idade de minha cons·. e a atisfnção intima de desejar o bem. poilo. Pro'a que uma idéa germine' e fructifiquc. o melhor premio de qne na terra se possa gozar . em estação apropriada. . as vigilias dispen adas. Aprimeira é a que ora vê a luz da publicidade.i- J 'i.. da do Africanos. debaixo do ponlel) de vista bi torico. romo a semenle. conseguintemente da . no. oGial e econor mico. Se desta fórma conseguir l' ulil ao meu on-· cidadãos. IlId.f1'el'yescenle e paI pitante questão da extiúcçãO da escravidão em nossa patria. im como da calechese do me ruo . I \rTl n. Rio de Janeiro. Circunstancias publicas e notarias acon elhão re·· erva e prudencia. darei por bem emprcgallai. S' tralarú da 'scl'avi<l<io do. 3 de Self'm1Jro ele 1866. segunda.l genas tle~de a de coberta ate ua üboliçiio..ophico. ciencia.

.-E O LmERTO. PARTE t. O desenvolvimento ficará ao estudo e gosto de cada um. o ESCRAVO ANTE AS LEIS rOSlTIVAS. A ESCRAVIDÃO NO BRASIL. A materia deste Titulo e Parte 'I . procurando todavia fazeI-o por fórma.a constitue por si só objecto digno de um tratado. PREAIIDIJLO. principalmente nas infinitas Y relações civeis que ligão os escravos e os senhores entre si e com terceiros. e em tantas outras que emergem constantemente. Tão importante é e1Ja. 'porque nossas leis são escassa e como que fugi- tivas a tal respeito. nas questões cardeaes de estado de liberdade ou escravidão. O assumpto é lJua i inexgotavel. que ao menos os principios fundamentaes e de maioT frequencia prática sejão consignados de um modo claro e methodico. Muito mais. Mas nós nos circum creveremos no quadl'o correspondente ao plano deste nosso trabalho. a TITULO UNICO. tão va to o campo a percorrer.

32 Dig. jur L. Desde que o homem é reduzido u condição de cousa. § 1. õ-Servilc capul nu\lum jus bahel. Cap. o ESCRAVO A TE A LEI POLITICA E ADMI~I TRATIVA." § 1. (3\ JW'a civitalis. 17-ln his rru~e otll ium pcr lib 1'as fleri j1m'SOllas lcges (lc idel'anl. dc reg.). quando cidadão bra- sileiros. L. é havido por ?/W1"to.·Ip.-U1p. privado de todos os dú"eUos. de cap. sendo lJUC lodavia nenhuma era applicavel ao c cravo por não lCl' cUl'eilo algum. e illlplicit:unenLe Lambcm pela maxima. 3. rod-SCl'vlIS I' illllbH ~ causá al1css non . (4) Paulo. L. 17. 209 eod -sel'vilulem mOl'lalilaLi fcre compal'amu . sujeito ao pode?' e dominio ou propriedade de um outro. L. portanto. ainda quando nascido no Imperio. nem lei alguma contempla o escravo no numero dos cidadãos. cit. minul.' (2) Paulo. pretender direitos politico . 0 Dig. na phra e do Povo Rei (3)' nem exercer cargos publico (4): o que se acha expres- (1) V. como diremos (II). para qualquer effeilo em relação u vida social.-Quorl allinel ad Jus Civüe. que c pcrdião pela capitis minut·io media. di- reitos da cidade. 3. a § 1. IV. Dig. 1I1l. servi pro nullis habelllul':. e não tem rep1'esentação algwna. de reg. Não póde.0 de la P:U'le 1. L. politica ou pu- blica. 175 Dig.0 O nosso Pacto Flmdamental. ervus inLCl'vcniJ'c non pOlesl . gozão de certos direito politicos e podem exercer alguns cargo publicas. L. com'o já havia decidido o Direito Romano (2). Apenas os libertos. 4.0 Dig. L. (L. jlll'. -2- CAPITULO 1.

em I'cgra.\. do DI'. 'j qui' 7. de CWlha ~lato'. Decrel.-Abbade André. i-Report.) 11'l'cgularidade C[ue. MOl'. moI'. como o de tabellio1Uls. 20. lIuantos são aqu lIe mi er'aveis que a ua infeliz 'oudiÇão faz iucapaz 11al':\ o otlicio llUblico. E illllumera dcei ões.-V.0 Cap. ii. Pari :1810 Y. me mo U10derui imas (18G3-Dia.O .• cravo 'Cire. n. de Theolog. 17.nem ão o e cravo admittido a servir com praça lia exercito e marinha (6). 17 n. c para os LI'aclo c contraeto de toda a' especie '" rG . e gozavão de cerLO dh'eitos (Fresquet. Tal é a extensão dessa incapacidade. v. Cours de DI'oil Cauon. (11) Alv. servi pllblici. -3- samente consignado em varias leis patl'ias anLigas. para o com- mel' 'ia. DicL. 2. quér de natureza mixta. de senis non ordiuandi :-Abbadc Piel'1'ol. v.-Rcperl. 1. em tão pouco a exercer cargo Ecclesia.0 de Abril de 1680 i Decl'. Paris 1859. qu 'I' para o c:\Cl'cito. M. cravo . e Dit'. Bispo do llio tle Janeiro) Comp. ela se favorecida. 'ab.rio O(ficictl) mandando restituir ao' enhor . quae os de ParocllO e oult'o .0 in fine). que. . Eccles. c clave . talll bem compl'c- bende o libc1'Lo (e. tom. aí. cscm"o recI'ulado ou aJlros nt:Hlo voluntariaUlClfLo. no que vai de accordo a Lei Canonicacom a Lei Civil (7). tiC05. cli t.-I'adre Monle cle AraujO (ComI tle lrajá. Pothier P:llIclecta: L. Cap. embora ella reconheção ser este um dos grande male resultantes da escravidão (5). como principias jncontestav~i . cit. e os prejuÍzo qtle resuILão ao Estado de ter tanto va sallos bal- dado e iuutei . tli t. quél' para a marinha. .. do 1. de 20 de Dezembro de 1603.Slli) de 27 de O zembro de 1860. irl" gulal'ilé . FlIl'lado. Alv. e é ainda de nosso Direito actual.v. de 16 de Janeil'o de 1773-na palavras-B con idc- rando a gl'ande indecencia que as dilas escl'avidões inferem aos meu va alias. ISO tit. Droit Rom. (7) A e cravidão constitue irregularidade para erem confe- rida a Ordens (Can. para a agricultura. potest. de tbeolog. v. a eonfu õe e adio que cntre elles causão.o llag. L. Coll.. . qu6r de natureza puramente espiritual. OS 116 e 07. entre nó . podião exercer algun . de 28 de Janeiro de 1811. c clav<lg'.

-Mackeldey. o ESCRAVO . - AqueUa regra tem sido invariavelmente seguida 'entre todos os povos antigos e modernos. quél' na parte historicu. LEI ClUMlNAL (PENAL E DE Pl\OCE 50) E POLICIAL. quér na parte juridica (8). A evidencia destas proposi. (9) avign)'. quando. perfeitamente os distingue (Lom. 1852 § 70 . Droit Pl'ivé dcs Romains. por GuenouI.u. -'4. de maltrataI-o e até matul-o impu- nemente (ias vitro et necis). dos cargos pu- blicas.TE A. o magnifico trabalho de "'alIou -Rist.1. que o (8) V. do mesmo modo. de l'esclavage dans l'anLiquité-3 vaI. Droit Rom. o jus potestatis (9). trad. Marezol. do exercicio de qualquer direito de seme- lhante ordem" de qualqu8r pa/'tic'ipução da sobe- rania nacional e do poder publico. ahi veremos sanccionuda a extrema consequencia da latitude do direito de propriedade constiluido sobre o escravo. o § 55). por Pellat. . Lrad. em cujo seio se inlrod uzio a escravidão-exclusão dos escravos da conununhão politica. Paris 1~7. se lhe deu II faculdade de dispôr do e cravo como bem lhe aprouvei"se. conferindo-se ao senhor. além do jus dominii. CAPiTULO iI. 121i. Se remontarmos ao Direito Romano antigo.ões dispensa maior desenvolvimento. cm desenvolvimento.. obra coroada pelo Instituto de França. !\[anuel de Dl'oiL Hom.

" ~ 2. 2. J. permittio que o escravo. coei-Si tlOlUillllS iu cnus revicril. XLVIIl. qui ub impel'io Romano unl. v. e fü voraveis ás manumissõe . Scc. Ainda mai .·. COUlIll. os Judeos. L'. 8 . ervum snum occidcl'il. (10) Gaio. e sem que mais voltasse ao dito senhor (-\4. cujas leis ao contrario erão alLamen te protectoras dos escravos.).' (I.· c 3. pudesse recorrer á Autoridade a fim de obrigar o senhor a vendeI-o banis conditio- nibus. 3. ~Ius aquella extensão dos direiLos do senhor farão nu propria Roma restringidos. jUl'. (14) Ip. Aotooino Pio ampliou e ta disposição. T. 6-í'iam apud omnes gCllLes animadverLcre pos- SlIll1U dominis in san'os yiL:n neci fluC poLcslaLem ruisse. tle bis qui sui ycl alien. • am cx cou tiLuLionc Divi AnLonini. como teremos occasião de 'ler em lugar mai opportuno (1-1). La ~ 1." Dig. 8) d' llis qui ui vcl alicn.. aLe. L. 3. por sevicias ou por ofi'ensas ao pudor c á honestidade. IX. 2. (1. ad legem Corno dc Siecal'. applicando a mesma pena ao senhor que sem justo motivo (sine ca1lSa) matasse o seu proprio escravo «13). ad legem Aqui!.2-3 !) Dig. qui sine eaustl.liccL supra modulU et sine e:l\Isillegibus cognila in senos uos srevirc. arl . 1.'.' desLa ParLc 1. a ~ 2. cogallLl1r crvos uos bonis condiLiouibu vendere.· Dig. L. vcl 3d . Entre outros povos.' :1 •• Dig. 0 C8. [ 52' L. isto não se dava. COIU. L. lluam qui alicnulU servultl oecidel'it.poderia fazer com um animal que lhe pertencesse.' Dig. porém. L.' (12) Ulp. 1. nul1is bOlllinibus. 2. jur. 1. ou outro qualquer objecto de seu dominio ('10). g.-Scd boe tempor .-L. I ~ 53. (13) Gaio. A Lei Cor- neHa-de Siccatiis-puoia com as penas do ho- micídio aqueHe que matasse de proposito (dolo) um escravo alheio (12). de bis qui sui." Vigo tle otlieio prml'ecLi urbi j-IuSL. 2.1) Cap. 1\on minus puuiri julletul'.-Si inLolcrabili' vide3Ltll' s "'iLia dOlllinorulll.

/í.-Mu- destino L.Caqueray -L esclavage cbcz lo R. lll}. J'.2 Dig. rlc Anlollino já CiL. ati Log. o Di".omains-Paris 1864. .-ConSlanLino 110 Cod. (18) L. dOlUinocum iutt:l'est ue auxiJiulU coull'a srevitiam. de cmeudaL. -6- Já Adriano havia punido a malrona Umbricia por sevicias conlra os seus escravos (15). vel ramem. 8. i . cri lnnc l'CUS homi jllii sil . dienLLlI di 'LiocLiollc sil'e illLcrpl'elatione u- blatà. pedra'.e-lhe. (16) y. dc his qui suL. lIsar de ceL'lo inslrumenlos ou modo: para casligar por serem só proprios de bar- baras (19). Só reslava aos senhores o direito de castigai'. si duriu' quino ~'Cquu11l est. vul illlOlel'a- bilem injuriam denegeLuJ' . XL VIU. alll cuslodia: cau ii in vincula conjcceril. un. já cito . de siccar. e até que fossem ven- didos para esse fim. ele. caso se se- guisse a morte. pl'ohibindo. UUllUUl crimiois melum scrvo mOl'Luo Sll Lincat. SC1'I'or IX. emp!.O1'1'UII1 aUlixcrit.. Ics Ccsars. outros a Nero (16). idcOllUC coguoscc . com tanto que sC'ln c1'~wldadc.. turpCIlHlUC \"iolalioucUl cOUlpcllaL . 2. ita ut in pOlestatelll domiui Hon revcrLalllur. IX lil12. (t7) M:lTciaoo L. segundo uma lei de Marco Aurelio (47).. Thcodos.. Cod. ele. sob penas contra o Yen- dedor e comprador. . que os e cravos fossem mandados pelos senhores ao combate das féras. H-Si vil'gis aut 10l'i dOlllinu .-Walloll. Chantpagny. e que..-L. XY/I[.. ciL. Chegou-se mesmo a prohibir pela lei Petronia.' Dig. L. que un referem fi Augusto. Nec I'CI'O immoderalc SllO jUl'c ulalul'.. Corncl. (19) L. I'elliri jubc. (1iS) Uill. COll. 11 ~§ 1 o e 2. ct. de coutrah.. impudicitiam. I' '- ncuo. porém. da1'llo'. não se pudesse attribuir á intenção de o fazer por esse meio ('18). vel illfami injuria afrectos cognovcl'is.-CulllU ~ão. L. J'ugo.

da Ord. porém. Repert. sem incorrer em crime llo ca?' ere privado (Ol'd. . de ti do Novembro de 1835. Crim. Crim.0 § 11).er o escravo pOl' castigo. (20) Ord. Av. como queimar o e cravo. L. Ropert. E neste caso.O tit. L. não soja o castigo contral'io ás leis em '/. Se o castigo não é moderado. 11 o 263 de 21i de Novembro de :I. 4.°. Cod.stigar moderadamente.podem prendel' . 3) Provi . -7- Nossas leis antigas e Dl0dernas tem formal- mente negado.o. ha ex- cesso que a lei pune. e pódo o seBhor IlI'euEl. podia a Irmandade de S.. uota ad vorba o senhol' ao escl'avo. v. . 3rt. lIlodel'adamente (MeHo Freire. Dir. de 2711c :"lovembl'o do :I. como os pais aos filhos. e negão aos senhores o direilo de vida e morte sobre os escravo .-Sem que se Ihc pos a OppUl' o principio do art. al't. precipitai-o no mar. de Consulta de 20 de :\I3rço de :I. das Ord. offendeI-o emf1m por modos semelhantes.77!1. notas 49 a 51)..o-E' preciso qu . Tit. que não é aplllicavol sonão ás questõeÇde pl'opri lIade exclusivamente tao . auto- rizão o e cravo a requerer que o senhor o ven- da (22). em Re .°. bem como no de quererem os senhores vendeI-os por vingança. (21) LL. senhores . castigaI' póde .. iS.-Cod. C01'l'ea TeHes. e fossem irmão (23). POlUa.O tit. (22) Bepert. e apenas lhes dão a faculdade de os ca.688j-Circ.. 93 § 4. tambem por nosso direito.81S2. cito supra i-Prov.79 § 22 da Consto do Imp. Romanas cit. Benedicto compraI-os para li- herlar.ligaI' ( il. :1. e com justa razão (2-1). lí. As evicia. art. Crim. cito v. como se o offendido não fôra escravo. 3G § 1. além de moderado. 14 ~ 6). mas sem exce o.•. 14 § G. e os mestres aos disci~ pulos (~O). Acc. 14 § G. feril-o com punhal.

como se lê em varias leis.O 263 dc 181>'2.a (24). :u't." de Outubro de 1828 art. 16 § 3. 29 Dig'.3 3rt. 3. 28 § 16 eod j e outra. -Majores no tl'i LI omni supplicio severius sel'VOS quilm Iibel'os pllniel'unL. A.' § ulL. 9. 7. . pena de açoites só se applicava. indicando os meios de pre- venil-os (25). ~ 4. póde ser obrigado a as ignar termo de seg~wanr. Cap. do Proc. Dig. Cod.° Secç. de preni . L. c varias cO-l'elatil'as.° de ta Parle J. aos.° cod. e não ao homem livre (28).- A1iter enim puniuotur in iisdem facinoribus servi qllàm libel'i. Crim._\'.- Entre os Romanos. 19 j-Claurt. 10 Dig. sobre tal assumpto. os delinquente escravo erão punidos de modo mais severo do que os homens livres. • (U) Cil'C. 7). 3.-A já cito Provís. -Í'l- Se ha receio fundado de que o :senhor maltrate o e cravo. escravos (27). XL. cito n. L. do 1. de 20 de rrIarço de 1688 até mandava que sobre e te objecto se tira sem devassas annualmente. Anteriorlllente elle era. ~ se admittissem clenuocia . (26)l\Iacel'. L. de statlllib.A . cit.1!1. em regra. de prenis XLVIII. ujeito aos açoites e ás outras penas. em alguns casos. lS9. de prenis XLVIU. (28) L. 1211..-Antonino Pio oa L. (29) Stat~llibcl'. Callistr. forão as Camaras Municipaes incumbidas de participar aos Con- celhos Gemes de Provincia os máos tratameu- tos e actos de crueldade que se praticassem com os escravos. SatUl'u. (2/S) L. especialmente nos delictos contra os senhores (26). (27) L. 10 Dig. como os cscl'avos (L. mesmo quando liberto condicionalmente (29). E até.

13~ j GOLhofredo noLa 00. 1.. 2) L. qui el a quib. nem ao segundo aproveitasse a manumissão (30). olbava. si"e in Lempol':llia. sem que ao primeiro prejudicasse a mudança posterior. Osenhor consorvava o domínio sobre' o escravo.m apllli a ão alguma nLI' 11Ó.- L. placuiL 1100 eam prenam subir'e quem debel'e. 10 1'1'. 13 Dig.' Dig. L." Dig de pceni iL. de pcenis.. ([uam ondiLio ejll admiLLiL ex Lempore qllo 5 nLenlia de o fCl'LUr.. ca o em que se poderia hav r Jlor livl'e IL. de pooni ). cuju foeriL. 38 4.SCl'VU. de slaL. ainda ([ue fo se perdoado Jl lo J'l'inc:ipe (L. ([lIum deliqui selo (31) Arg.ive in perpetua vincula fueriL damnaLu •en'us.1. Dig.. (30) "'11.. (33 ão se mandava restituir ao enhor. 28 § 4. quér ab olvido me mo cm cau a capital sem que o ~enllOr o defendesse (32): ex- cepto aquelle que pela condemnação era feito servo da pena (33). . por não llal'cr sCl'l!idão (Ia. . L. aOLequam damnal'eLlll" . O que não Lr. L.-QuoLien de de- ]jCLO Ij1. pena' a qual. !l.L. 8 g ult.IOOl'iLuI'. Si ex JlOX.L VllJ . Dig. imo ut libcr. sed am. 1!l. Dig. LSi fuerit absoluLuS. diz-punilllr.e ao estadu do delinquente na occasião do de1icto. VlI. para ser punido como livre ou como escravo. uH.-Não se linha (lor abandonado (pro del'elieto). . foi abolida 1101' alcn- liniano e Ju LiniallO." eod. em commenlaTio á L. qlli 1I0n pO. do 'slaLuliber . forLun: judicio a do- mino commissu. XL. causa li. -9- Quanto áimpo ição da pena.". (I-Servus in cau a capilali. quér fo e este condemnado á pena perpetua ou temporaria. 9 § L° J)i". 110m.." § 12 Di". manlllll. 8.-L. Esta ultima parte foi alterada em favor do escravo manumittido depoi do delicto (31). de p nis X. i co lempol'e e selsenLenliam !laSSIJ . flagcllis c<esus domino reddi jllbeLnr . 'IInL ad libel'lal.. od . e outra ).' io line Cod. !) j-L. 1I0ll fit liber.-l':1II10 L. m mo anll'C o Romauo. eju l'emanet. 'ovo 115. pro derelicLo.. 12. 1. T. quaOl sllslinercL. perven. ulL.

-não só quanto aos que estivessem em sua companhia. e Paul. Dig. :1. ~o- o escravo era sujeito a interrogatorio sob tor- tura (qurestio) . de calumniat.dissemos acima. 1. de Diocleciano L. morte.a pr. IS . 9 Dig. Cod. ou vivessem debaixo do mes- mo tecto. em seu soccorro. de jurisdiét. quér accusasse el1~. IV. 29 eod. Esses rigores forão-se moderando com o pro- gresso da jurisprudencia. L. quér fosse elIe accusado réo de algt1m crime (34. n. de Lest. .-tJlp. Le génie du Christianisme. . 21 § 2.). e §§ 22.. 27 Dig. . (37) Senatus-Consulto Silaniano. nos casos excepcionaes em que o podia fazer (36)1 ~Com mais rigor ainda se procedia em semelhante modo de descobrir a verdade. Caqueray pago 19. (35) Arcadio L.-e out1. de qurestion IX. mesmo quanto aos escravos. mas tambem quanto aos que houvessem fugido. J. IX j -LL.Troplong. quando se levan- tavão contra estes as mais leves suspeitas em casos de assassinato. ad legem Juliam de adultero XLVIII. senão em falta de outras provas (39). L. e até de suicidio dos senhores. sobretudo o senhor. IS .-V.-Chateanbriand. e em punir de morte os escravos. ~1. 1 .28. . quér fosse chamado como tes- temunha (35). Modest.as. não tivessem accuçlido em defesa do se- nhor.° Dig. Silan. 7 §3 Dig.a e OllLras do Cod.1. (96) Comp . (39) Ulp. Ulp. (34) Papin. C.-L. de qurestion.. XXIX. L. 5. e sobretudo com a in- fluencia do Christianismo (38). nao lj. (as) Wallon já cit. 3:1 Dig. 27.ouvessem até impe- dido que ene se suicidasse (37). XXII. promulgado por AugusLO.. Augusto e Adriano modificárão as leis da tor- tura (qurostio) não a permittindo. L. de S. Inllucncc <1u Ohristianisme SUl' le Droit Civil des Romain~ .

L. o escravo ([ue trou~esse a.0-Vestigios da legislação Romana. Graciano e Tneodosio ainda exigirão que o accusador se obrigasse á pena de Talião antes de os submetter a ena. iá semelhança do que se pratica nos auimacs ! (44) Ord.ldobrava eontl'a os escravos.· L. 1.13 Cod. 41. de prenis _ IX. reipondendo pelo seu valor ou pelo damno causado (&0). J. já appli- cando-lhes açoiles.quo faeies qu:e ad siRlililudinem pulebritudinis creleslis est figurala.°_ E~ces o que l'J. 17 Cod. já penas crueis. pena.o lil.. Provis. Constantino prohibio marcar no rosto os condemnados. 5. § 5. (45) Verdadeira legislação Dl'aconiana era. v.. 62 § 1. a da Ord. 2. I. J. e (40) Cod. 47 . já a mntilação de alguma . mas ainda como signal para mais facilmente serem reconhecidos. Alv. IX til. de 3 de J\larço de 1741.1).parte do corpo (U). já marcas de ferro quente (43). farão absolutamente prohibidos.Ord. só proprios de barbaras. e outl'as.. As torturas. Theodos. (42) . já em excesso a pena de morte (4. marcas de ferro quente.· Nossas leis antigas dão noticia de disposições excepcionaes a respeito dos escravos. (43) V. L. L.~ crueis e outros actos semelhantes. 2 L. L. IX tiL. 14 L. 1. em geral. 40. g. já a tortura para fazerem de- clarações (42).Valentiniano.la('cavão não só como pena. de accu- sation IX. de 3 de Abril de 1720. inclu- sive os escravos (4. Õ.l'cabuz (al'ma de ~ogp) menol' de 4 llalmos era llllUi510 ue morte! . Theodos. lS.5). ° til. minime maculelur. (41) Cod.

309 d 2l de Julho de 18M.7). de 10 lle Junllo de 1831i.O Mas. 468 de 17 de Outubro ue 1861 TIS. nem II de palma- toadas (52).0 LiL. IlS2) Só as de mulL. pela Constituição lio Imperio promul- gada em . e ouLro .' (53) Av. !12- desde logo. 3M de ti de Junho. L. Apena de açoites igualmente ahi foi abolida (4. 60. sempre sc entendeu-salvo quanto aos escravos (48). 179 § 19.1824 (46). 1. e o tcm sido em leis posteriores (51). do 1. . de 10 de Junho de 1837. 113. . (46) AJ't. n. 18ü4. tiL. L. razúo por que no Codigo Penal li encontramos só applicada aos e cravos (49). 8G § !S. tiO § 2. (47) Arl. 41. c ordenou que com elles se OberVà$Sem a leis do Ueiuo.l e pl'isão na t'úrllla do arl. . 5.. As Camaras Municipaes e Á sembléas Provincilles não a podem decretar ou impô!'. (ISO) Orel. Foi.-AL. 17!) ~ 19 j Av.\v. como era já anteriormente (50).· tit. (l1S) V. igualmente. 59 de H de Fevereiro de 18G2. 10 de 12 de Janeiro. 61í § 2i.o. c ouLras. (!Si) L.°. 'fhomaz. (49) Art. § G.Alvcs Junior. cito de 171í6. u de OuLubro de 1828 (.Cuja douLrina se deve entendel' gtH':ll. 72 da L. L. 283 de 26 de Junho (Ie 1865. LiL. quanto a esta. c pOl'LanLo allpli 'uvcl a (ll1:llfluer ouLm Au- Loridade. ueclul'udo que o Juiz dc Paz não póde mandur açoitar escravo alheIO sem ha- veI-o devidamente proces ado com audiencill do senhor (53). (le U de Jaueil'o de 1756 prohibio punir com açoites os negro e mulatos livres. . líl ue 30 ele Janeiro. Annotações au Codigo Criminal nrasilcü'o 1)<:10 Dr. .

i4). 'l Parle :I. 7. evi- dentemente o deixou de er. a int rprelação é sempre re ldelil'a." a1'l. a (Il~) V.ceda uma jlJ. odiosa. .. Cap.1 Dig. e degenere cm pena mai grave do lue a lei n im quiz impor.. ao esC'ravo emq'llánto escravo (56). uel. llviUanle e infamante (i.9 16nicr· de pool1i . tio. al'l. é. em matcria criminal. de modo que não ex. 60 do no so Codigo Penal. 365 de 10 de Junho tle 1S(1).) Como aliá ja!ta 'ia ido decidido entre os Romano na ). 5(. como seria se o (i)~J lI'. c l'a\'01'a\'c\ ao j'éo. 3. O liberto.i5). (55) Odio a I·cslrill"cnda. isto é. ainda quando o s 'ja condicionalmente ou denominado pelos Romanos statuliber. 3. ta punição. mandando entregar o esemvo a seu senhm'J pre ume que o condemnado foi.-V. .° X. nào podendo o escrilVO levar mais de "O por dia. dCIIU' Lioll"cL. E te arbítrio deve ser exercido com toda a prudellcia c humanidade. RCl'i la do lu lilulO do Advogados Brasil il'O . porém. \39) GOI!. e permanece c cravo. de que trata o urt. ollvillo o juizo mcdi o na execução. lom. O Juiz deve determinar na sentença o '1H6merO de açoites da condemnação (58). O mesmo devemos enten- der <lcerca da oondemnação de lrazer ferro.° lle ta Pm'lc La (oS) Parcc quc nã pótlc ex 'cdcr :\ 200' e em lodu a o. assim como o tempo e maneira de trazer o ferro (59).Domai.1.. (eil' . e o st(6t~6liber já não é pl'opria e rigoro amente escravo (57).j llcJulllo dci7i5 12.° Se 'ç. Este me mo artigo da lei. ella só deve applicar- se nos termos striotos da lei (t. Porém sem lllallle I ena não é applicavel ao liberto. Cl'im. 2.

n 30 de 9 de l\Iarço de 18110 ao quesito 3. 45 do Cad. eit. deve o escravo so[rer a pena de galés sem fIue o Juiz a possa commutar em açoites. (Av. á CoB. não é.no Additam. 0 . Penal. deve neces- sariamente ser condemnado na de açoites e de trazer ferro por commutação .Sem que possão ser commutadas pelo Juiz em ]lri ão perpetua..na sentença res- pectiva (ô2). ou maior de 60. Dr. sobretudo na Circo n. extensiva a todos os criminosos. o escravo que incorrer em pena que não seja a capital (de morte) ou de galés (61). (Av. continuando pois nas galés (64-). 365 de 10 de Junho de 186i- (61) Emquanto a Assembléa Geral não resolve outl'a cousa. de 22 de Julho e 9 de Agosto de 1850. 311 do cil. Cod. e reCQlL1- mendando moderaçãe. de 9 de Agosto lle 1850. modificando mesmo em alguns casos as sentenças dos Juizes inferiores. ainda que haja no lugar Casa de Correção (63). de 3 de Fevereiro de 1836). Bl'as. .-E por ser (60) V. (6~ V. 60 do Cod. por ser disposição geral e commum. Annot. deve a seu respeito observar-se o disposto no art. Mas se o delinquente é escrava. porém. Penal? Pa- rece que sim. (G-~) Av. segundo o arl. ou menor de 2'1 annos. 219 de 24 de Abril de 1865). (62) Av. (63) Av. Segundo a regra geral do arl. extensiva aos escravos. Thomaz Alves. Crim. A commutação de galés temporarias em prisão com trabalho. -H- castigo fosse tal que delle proviesse ou pudesse provir a morte (60).Os 'fribunaes do Imperio assim tem procedido. O Governo tambem o ha expressamente feito. ao Cod. adiante § 10 e nota !J3. como o são todas as. outras disposições que não soffl'êrão expressa modificação quanto aos escravos (65).

todavia não decidio a duvida. visto como a pena originaria é de galés.zão da idade. do Juiz de Djreito Crime da 1.Vara de ta CÔI'tc. a commlltação em açoite eomprebende todas. rec- corrida a .olhal' não exclu ivamente para a época ou data do delieto. a fim de e applical' o que fõr mais favoravel ao réo. e á Ord. de que os escravos são passiveis.-A que época se deve atlender para a commutação de que trata o § 2. . cito de 18M. parccendo contr\lrio.° do cit. -l\Ia parece que s~ não póde estabelecer como absoluta semelhant0 doutrina. 601 Penso que não. 109 de 13 (le Abril de 18lS1S.. por maioria de votos decidio que á data do de- licto e não á do julgamento (67). (67) Acc. por- que não se verifica rigorosamente a bypothese do cit. -15 - escravo.9 de 24 de Maio de 186ií. reccorrente Candido Lopes de Oliveit'a. deverá ser-lhe esta nova pena commu- tada na forma do art. e o senhor do escravo não está obrigado a pagal-a (69). o menor de 21 annos e o maior (le 60: devendo-se. art. de IS de Abril dc 1865 em o processo n. Quando á pena principal se adjecta a de multa. .. art.O Av. 1838. 45 é um favor deferido ao sexo e á idade. Intel'llretação re trictiva. mas igualmente para a tia coudemnação. como aliás o é quanto á indemnização ou satisfação do (6) V. que declarou obrigado o senhor pela pena pecuniaria imposta ao escravo. nota 73. segundo uma regra conhecida e recebitla de Direito Criminal. poi . cm ra. de 12 de Janeiro de 18M.i5? O Supremo Tribunal de Justiça. pOl'que a inten ão do legislador é que não eja pa ivel da pena de galés. em contl'ario a dua decisões.Justiça. e a commutação do art. (69) AV. n. vindo de Pouso Alegre. de 7 de Novembro de IBM e 17 de Fevereiro de 1855. que portanto não deve degenerar em mal e prejuizo seu (66). (68) Av. 21. 60. porque a multa é verdadeira pena (68).

. '1.. nos deliclos contra o senhor ou pessoa de sua familia (s. quanto á penalidade. a le. Pcnal :'1l'L. carceragem. (71) Idem' ar"'. ([uando a pena de galés é commulaoa pOI' virlUl!' do dispo to no al't. rege. ou ascendente) que em ua companhia morar." dc JUlJllo de 1861. ('12) Dr. tom. 16- delicto e ás ellstas do processo (10). Razões exh'aordinarias de ordem publica. e suas mulheres que com el1es viverem.ica.Sel'ão ponirto com:J ]lena d mm'le o. eontra administrador. on fiz rem qualquer oull'a grave olfcnsa phy. (1 1 :. mulh r. embora de pri ão com trabalho 01J [simples.Regr:'! (Iue par c devcr-sc cn lend r ~cl'a I .). qne m:Jt:'!l'em p01" qll:Jlqu I' mannira (IUe seja. e cravo' 011 eserav:ls. (V. por- que nenhuma lei faz semelhanle di tincção. Pouco importa que o e cravo seja da 'ação' nem por isso é isento di") pena de açoite.. 1..10 ele Junho de 1835 arl. Av. u (7~. feitor. . 28 § 1. 621. Thomaz Alves cil. a sua . C :lpplicavel pOl'lanlo em oulro ca os. obtêm por aclo do Poder Moderador a com- mutação em outra. comedorias e outra de pezas (11). a cu 5cn1l01'. nola 66). 140 do 1. v. . descendente. (73) Av. g.° 113ll'.0. como foi julgado na Relação de ta Côrte (72). UII J\l'fL (Ie 3j (le Janeiro de 1842. Penal. dos 3rl . tendo incorrido em pena d ga- lé .i excepcional de . . não podem ser condemnados ti açoiles por nova commutação judicial (13) § 7. de (70) Cod. 41S do Cod.m. Escravos que. c. 10t t:17 (lo DC('1'. (74) Que diz o seguinte.° Es'pecialmente. pl'Opinal' lU veneno. ·il. f ril'cln gr:'!vcmcnle.

feitor. sem di.o escravo. O que se deve entender igualmente de quaesquer outros motivos que isentem de culpa. administrador. Dabi os factos graves. e observado o proce so especial. --17- segurança dos cidadãos e 'familias. se o escravo commetteu o deliclo contra o senhor ou contra estranho. originados da escra- vidão. sobretudo agrí- colas. 0 Sendo homicidio commcltido nas fronteiras do Imperio. exacerbárão-se com a crise revolucionaria de 1831 que abalon profundamente a nossa sociedade. e á suas mulheres que com elles viverem. Será j ustificavel o deliclo se o escravo matar ou ferir o senhor. á proporção das circumsLancias mais ou menos aggravantes. a pena será de açoite . poi que a lei que deu-lhe essa attribuição não fez distincção alguma. derogatoria do Codigo Criminal nessa parte (75). em defesa propria ? Parece que sim. (76) V. e nem muI heI'. a admini tradol'. § 8. fizerão expedir semelhante lei. § 10 e nota 93 seguintc . (7iS) O elementos naturaes e pcrpetuos. a descendentes ou ascendentes que em sua companhia morarem. tincção. que exigít'ào as providencias cxcepcionaes e de rigor que se tomárão Ilara debellar e subjugar o inimigo domestico . Se o ferimento ou offeusa phy ica fOl'em leves. etc. assim como que a aggravem ou atlenuem (76). deve o julgamento ser pelo Juiz de Di- reito? Deve-se applicar a lei commum ou a espe- cial de 1835 ?-O Juiz de Direito é o competente. não alterada pela cito lei. 3 . ex vi do disposto no Codigo Criminal na parte geral. feitor.

al'l. 11.Ord. (83) Dig. E' a acção nOflial dos Romanos. rece- bido pelo offendirlo o escravo 011 o seu produclo. 5. IX.·..° § 7. L. 4. COl'I'êa Telles. nOla upl'a . de noxal. Mas se o escravo morre. Crim. til. que derogou o art. Lo lS. se é condemnado em pena capital ou perpetuu. nction.-V. 269 § lS. como quer a (1{) L.° Do facto criminoso do escravo re uUa para o senhor a ohrigação de i~demnizal' o damno ao offendido (79).. Man. IS. 18- o Regulamento respectivo (77). (78) Por conseguinte a da L..o Cil. Mello Freire..o (lo Cor!. como aliás dispunha o Direito Romano e a nossa lei anlerior (84). cito dc 1830. 707 de 9 dc Outubro do mesmo aono. cH. de 3 de Dezembro de 18i1 art.. 'I'im.lil. e já conhecida do' nosso Direito (83). . se se deI' o caso della. § 437. L.01'(1. 562 de 2 (le . 83pr. PI·OC. c Rcg. que prescreve em trinta annos (82). 7. o í80) Idem.. se o senhor o entrega. fica liberado? Parece lião haver questão na ullima hypothese. caso em que. mas s6mente até o valor do mesmo escravo (80). AcC.·. o. on especiaes (78). 36. Dil'. tem-se preenchido a satisfa~ão. 31 do Cod. (81) L. 68.· til. communs. § 9.. Crim. Não póde ser pedida senão por acção civel (81).j Ol'd. Crim.Tullio de 1800. 28 1. de 1841 art. 19) Cod. e o art. (82) L. 'Mas a penalidade deve ser a que se acha consignada nas leis paTa os casos occurrentes. (84) Noxm deditio . 86 § iS.

6. an Cl'\'U . 807. L.. o que parece oppõr- se ao determinado no Cod. Dr.Dig. de obJig. se o senhor não fosse obrigado.·tlc laLlllib. 31.. 21 e se- guintes. e os outros factos conseqllencias ou eífeitos da condemnação. a qual deve ser a mais com- pleta que er possa. . (88) U1p.0 (86) Cod. 28 § 1. embora seja esta responsabilidade limitada ao 'l)alm' do escravo. Consolldação das Lei Civis Brasileil'as 2. porque seria iníquo. que. 28 § 1. porélll.or lambem coutinuas'e (8iS) Cod. Olegario na Revista Juridica-i86lS pago 283. independente' da punição e mesmo da criminalidade (8ê). 28 § 1.. se podem le- vantar nas outras hypotheses. ao art. 'I. quando já semelhaute valor elLe 11ao conserva (87). Oescravo. XLIV. embora o enlJ. todavia o ofl'endido nenhuma indemnização receberia. act. eL i llIãllUIUiLlallLlll' . sendo o fallecimento um successo fatal." edição 18GIS-nota lS ao :\l'l. 'i-Scrvi ex delicli t1uidcm obligantllr. de uox. 'C esttl obrigação o acompanhava me mo depoi de l'ibe1'lo. (87) A razão e o cspirito do art. 7' L.. eLacL. Tllomaz Alves cit. conduzem a esta conc1u ão. IV. pagasse ao ofi'endiuo quantia igual ao valor do mesmo. .' COfl.. ficava obrigado pelo t1ellcto. arts. XL. que declara o senhor subsidiariamente responsavel. fiom. sobre~udo se tem feito abandono do escravo. além de perder o escravo. que ainda em taes casos o scnhor não fica obri- gado.-V. 20 pr. como e decide em varias leis Romanas. 0 .. H. ainda quando stat~t­ libel' (88). art. Parece-nos.. Dj~. L. 14 Dig. Na indemnização do damno.10- lei (85). Crim. porquanto. porém. Cl'im. 30. 28. segundo o Dir. Crim. e me mo no art. cito al'ls. obligali rCUlanent i L. . e não á pessoct deste. Alguma duvida. nr. 11.V. 22. 0 Cod. trata-se p1'inc'ípalmente da repaTação do mal cau- sado ao offendido.

. Se o escravo culpado. . depois de liberto. L.. § 3.° de nox..-Si servus domino noxiam commiseriL. por factos do tempo anterior (90). § 6. liberto. ficava livre (9t). . dando-se a acção di?'ecta contra o causador do damno. apresentava o seu valor..- L.o 183 de 18 de Outubro de 1854. se elle (liberto ou statu)iber) não puder pagar a indemnisação..° (Ie nox. (91) Inst. ella é apenas Sltbsidiaria: por modo que. IV. acLio nu)]a nascitur. act. acL. São proeessados. eAv.° tit. 20- obrigado solidariamente (89).° de nox..Inst. agi potest. pronunciados e julgados. § 10. porém. a eo(l-sed et ipse servus lUanumissus tenetur j. a Cod. O senhor. como os outros delinquentes livres ou libertos. 6. au~i1io Pl'rotOl'ís invito domino manumitLeLUl'. juizes. 4. 799). Crim.Sin autem damnum ai cui deditus est (servus) rcsarcieriL (fu... de nox.. entregue pelo senhor. Ideoque ... neque cum ipso .. porquanto. 28 do Cod. act.•. L. 5.0 Dig. IV p8 j-Inst. salvo (89) Uip. manumissus'fuerit. Em relação ao processo. dominus teneLur j-L. a edição nota 4 ao art. 2. 14-ex antecedentibus post datam liberta tem eos nuHa raLio juris a dorninis quondmn convaniri patitur. an servus . contra este Aviso a Couso!. J. Com. (00) Gaio. 6. nephum direito tinha a pedir indemnização ao escravo.. 32Cod.usita pCCllnia. segundo c art. J. Circo n. a § 1. não póde ser aceita no nosso Direito. J. conforme os delictos e lugares. ou tribunaes especiaes. Crim. dever-Ihe-ha ser commutada a sua importancia cm prisão na fórllla geral do art..Esta responsa- bilidade do senhor pelo escravo. que conheção dos delictos commettidos pelos escravos..•. das Leis Civis Brasil. acto -Sive manumiserit . 8. devemos observar que não ha entre nós autoridades. si servus . depois dr. (V.

it. (92) V. cito de 18'12 art. sobre a aggravação ou atLenuação da rimiualidade (Cad. L. 19 e 20.1- modificações de que tralaremos (92). de 1851). E quanto ao habeas-corpus. (93) São-lhes por consegllinte applicaveis os Ill'incipio obre a isenção de imputabilidade (Cad.llinen'a. Proc.° aiO. De arte que e devem neste obsel'\'ar lOd. Avs. Reg.e mesmo a defeza fuudada cm pre cripção. de 1841 art. de 10 de . e outras disposições.·. de 1842 alt.· e to. AI'. sobre a justificação do l1elicto (Cod. ainda pam a impo ição de a p na. 33 a 64) com are tricção do art. admittin~o.s-col'/JUs n. 18.TuolJo de 18315. 383. de 3 de Dezembro do 184. sobre a imposição l1as penas e sua execução (Cod. 3. de 19 de Ago to ele 186-1. do Proc. 66). aiuda nos ca os e peciae da L. . de 10 de Junho de t830. de 31 de Janeiro de 1842. portanto. usarem de todos o recurso (Cod. Crim. L.·. de 9 de Nov mbro de 1830 art. 1)01). 340. desde que seja requerido por um cidadão brasileiro (94. 17. salvas as cUs- po içõcs c peciae (L. 14). 2. (94) Consto al'L. São. cito art. em relação ao proces O.. de 10 de Junho de 183õ. Aec.-Do mesmo modo. o da L. L. im. de 10 de Junho de 18315 (Av. 80.94.-Deereto de 22 de Ago to de1833 ã Resol. 3. cito de 18U art. Reg. mesmo sobre o gráo de pena. livrarem-se soltos mediante fiança. Em caso ele empate.• 120. cito arts. em regra.14 de Fevereiro de 1801). deve seguir-se a parte mai favoravel ao réo ( oto de . no Diario Oflicial cle 20 do meSlliO).ão da culpa. E as. art. 0).'\s as formalidades. Crim. de 10 de Junho de 183i:í). do Proe. 179 8. de 8 dc Outnbro de 18ill. cito de 18~t art.eUI petição de /labep. '16. E a im o tem cnlclHlido a Helação de ta Côrte (\7. quér uo julgamento. para a imposi. art. Reg. quando por Juiz colleclivo. L. al'l . aos escravos os principios geraes do Direito Penal e do Processo Criminal (93). 6G. n. cipal e sobre cada uma das Cil'CUlustancia que a lei exige para que eja ella impo ta e da constituti as do delicto (L. de 3 de De- zembro de 1841.1. Cad. Proc. Crim. L. de 31 d Janeiro de 1842). 11S. quér na fOl'ma~. é-lhe extensivo este remedia exlraordinario~ Entendo que sim. arts. 6O. . 0 190 de 17 de Julho de 1852). Cod. ão nece sario llelo menos rlou terço cio voto obre o facto prin. Reg.ão (la pena de morte me mo 110 ca. uão basta a SilO pies confi ão do e Crayo (Cad. que em geral exigem a leis.). eit. L. Crim. eit. applicuyeis.

JIlO ser e te obl'ig:lIlo a :l sigual' termo de segurança). 73. 97.· Que nos crimes da Lei ele tiO de Junho de '1835.· 263 de 181l2-podendo me. Pr'oc. 73 cil" quando o ca u não fôl' de accusação por denuncia. qual o e cravo..98.l'g. da Orei.). ilJ'b.° 377 de 30 dI) AgosLO (le 186~ (I[ue {Iefluio o lerlllO misel'atlcl desl' al't. 1. l'I'OC. ou do P romolol' Publico. Mas devemo atlender ás excepções e modifica- ç(ícs de Direito em relação aos escravos. art. -O Av.l. de 1853. n. assim como no de insurreição e quae quer (011) Corl. rim. se a seuhor uão éler a queixa. ]JO(lelldo ser culpado o proprio seuhol'. art. é lambem lodo aquelle que.9~. em Direilo.° ão póde er testemunha j1. dt.0 Quando réo ou accusado. Assim: 1.· O escravo não e admitlido a dar queixa por si. :ll't. c 1). Repugna que a im seja. e visto se não admiLLil' a fazeI-o o escravo directamente por si ó. 5. e ap nas i nforman te (98). pelas cil'cmnstallcias de Stlct posição.- § H. -E se rÔI' COlllra o eullOJ'.·' Cud. por sua condição especial. devel'á ficar impune o delieLO. ou procedimento oflicial da AUlhol'idade. T'roc. 7õ § 2. L. 1I1as. (97) Cod. A\'. 1I1iseravel. . se repula digno do fàVOl' e auxilio da Lei. nào 6 ó o pobl'e. 2. 3. 72.• (98) Cod.I' afll'ali ae! Julgar.° Não póde dar denuncia conlra o senhor (97). cabendo enlão a saltItai' pro- videucia tl0 art. 2".E l~. llo Proc. . 1'1'0'.H2e2fj.· tit. cil. (:\1111. mas por intermedio de seu senhor (95). deve-se-lhe no- mear defen 01' ou CIIL'ildoL' pelo Juiz do proces o. ou de qualquer do povo (se o senhor o não faz). 73) parecem OppOl'-sc. 89.?"{u[a. 3. como pes oa misera el (96 .) de 27 de Abril de18ll3. . cito art. fica debaixo da prolecção da Authol'idnde a 1111 de vital' que o senhol' o sevicie (Av. 41 § O. (116) Cod. se o senhor se não presta a i 50 como seu cu- rador nato (99). (90) A. CI'ilu.

Relat. de 21S de . o 0103). po\' ser exac- tamente o acto em que fica demonstrado e o facto crilninoso é lal. de Abril de 1866 no p\'ocesso n. (Ie :2 de Julho de 18/S0? Os Tribunae igualmente se :lcltão dividido em opiniões oppostas. ll. porque a lei I'efere. 0 . como porque assim se collige da di cussào nas Cam aras e sobre- tudo no Senado por es a occa ião." Que em Laes casos póc1e ser extmordinaria- mente convocada essão do Jllry para o julga- mento (101). de 10 d .\ resol"er (V. ou tambem ao de ah olviçáo? Os Tribunaes 110 lmpel'io se tem pronunciado por ambas as opiniões. Em outros tem tomado conhe- cimento.\re c todavia mais aceitavcl a doutrina qlle entende cm sentido lalo a di po içiio. Circo 2M de 21 lle 'ovemhl'o de 1802 sobre Reso!. tendo-a o art.runho de'f83iS art. Cod. O 5109.- TalllbeUl no ca o em que o julgamento seja de Juiz ingular. cito de 18311 art. o Govemo suhmeLleu a (Invida ao COI'PO Lcgi Jativo para . I'. cm caso de duvida. da Just. Acc.sim e tem julgado na Re- lação de ta Corte.rusliça. 6. qlle incorra o delinqllenLe na prohibição de recursos. da Côrte de Lo de Setembro de 1865 em o pl'ocesso u. 4.\go LO de 1865 em 1)l'OCeSso n. á da pronuncia. ISOl. de 3 de Dezemhl'O de 1841 al't. de 3l (le Janciro dc 1842 alt. Ilo Conselho de Estado pleno. 80. L. ou á da concleOl- nação? E' duvida.o. a favor do réo.-Es a disposição refere-se tão ómente ao caso de condemnação.e ao crime e não á pena imposta. e é de Jlermenentica criluillal que a lei pCllal se entenda. e assim foi julgado na Rei. pal'ecendo \)re"alecer a dontriua de que ba ta que 6 delicto po a ser punível de morle. não ha recurso algum.. ti lia perpetração do dclicLO. 80 cito consignado não f '" dislillcção alguma. de sorte que. paI' maioria apenas de mlt voto. (le 186/s). 319. fundado no l'elatorio apl'esenlado I)elo Pre idente do Su- premo Tribunal de . .o 1í321\. 93- oulros em que caiba Q pena de morte.CrilU. uão conh~cer do recur o. de 1830. Apezal' de que é mais racional que isto e tire a limpo pelo plenal io do 1)('OCeS o. vindo de Bagé. e a. mesmo o de revista (J 00). .)'Oc. de Cons. qual o de homicidio ou roubo nas fl'Ouleiras do Imperio de que tI'ata a L. não 6 porque.2. R g. E ainda ultimamente por Acc. da ReI. 1100) L.art. desla Corl POI' Acc.. a Helação dcsta Côrte decidio. . (101 L. e seria redundante se qllizess I'cpruduzll' :lpenns o que já estava na L. -A ([Ue época se deve referir 'para negar-se o recurso. do i'lin. de 24.

Av. quando (102) L. cito de i81í7). e finalmente abolindo-se i1 escravidão. tornando-lhe mais supportavel ou menos intoleravel o captiveiro.'.)- Ainda a bem de escravo deve ser remettido ex-o/Tlcio. nem esse excesso de rigor tem produziJo os effeitos que delle se esperavão. 1293 de i81í3. em tal caso. 001. de 6 de Novembro de 1862. Av. Reg. de 26 de Fevcl'eiro de 1834ol'llenavu que se executasse logo a sentença. de i826 art. carecem de reforma. Decr. de 9 de Março de 1337. mandado obsel'Var pelo Av. a inter- dicção de recursos. Av. o abuso da de morte.° Que.ipios da sciencia. iOl § 8. na rórma geral (Av. Nem estão de accordo com os princ. todavia. de i i de Setembro de 18"26. i310 de 2 de Janeiro de i804.-Aoteriormente.' e seguinte. § 12. sem que fosse permitLido ncm mcsmo o recurso de gl'aça ! . Esta legislação excepcional conlra o escravo. a applicação da pena de açoites. Esta mancha negra da nossa sociedade estendeu-se á legi la- ção.12 an. Reg. art. de i7 de Fevereiro de i8i. o Decr. de 9 de Novembro de 1860. i. eit. não se deve esta executar sem se decidir o recurso de graça ao Poder Mode- rador (-102).2.'. se a condemnação fôrem pena capilal (morte). E s6 melhorara. n. L. A historia e a estatislica criminal do Imperio tem continuado a registrar os mesmo deliclos. de 27 de Outubro de i8a7 -Suspende sempre a execução da pena ultima (Coust. sobretudo em relação ao senhor. 2/~ - 7.' S 804 de i3líl. de 31 de Jancil'O de 18. e denegrio algumas de suas paginas. (le ii de Abril de 1829. . i. 141í8 de 14 de Outubro de i81íi art. Ú proporção que os costumes e forem modificando em bem do misero escravo.

Tllnho dc 183õ' o ((ual roi apoiado mandado ill1prilllÍl' para cntrar lia ordcm do t1'abalhos. Thl'ol'ia do Direilo Penal 1857 . t864.Tcllllitillhonha em Maio de 1865 oO'ercceu um no cnado conlcndo reforllla de alguma dispo içõe do Colligo Pcual. Consclheil'o Ferrão.III l. e não houve cl'il11ioo o quc se prc lasse a dal'-Ihe cJ. em isto I) no so Codigo Penal é um dos mais perfeitos do' tempos modernos ('103). (106' Como v )' mo adianle.~Ii('a. Entre nó mesmo e a questtlo . mas absolutamente. Donuerillc. pOl' Lcven-Pari 186lS. MiHel'lIl:lycl' ..no Dial'Ío Off'Cial de 15). lodavia l'epl'ova a pu blicirlad~ da c:\:c liÇão na praça publica. (\c 186iS sc le quc o Governo. é uma idéa que já tem passado do dominio da ciencia para a legislação de divcr.-E sa peua seria letra morta na lei.-O \"i condc dc . os estados conLem- poraneos ('105). Amélioralion de la loi cl'imioellc. 25- . de 26 réos condelllnados á morle e cuja pcna foi comlllulada III galé pcrpctu3 I 21 crão escravos (DcCI'. A abolição da pena de 1l1orte..~o Rcl.. Thomaz Alve já cit. do ~fin. nola scguintc (10i O Podcr ~rodcradol' lem procurado conigir eJ se rigor da lei. tia . um melhoram -ato poderá ser desde (103) ".e agita ('106). . dc 1'1 de Abril d 18(1). (103) V. e que tende a propagar-se.. .De la pcillc dc mort-lrad. ilra Ferrão cit. Ainda ha pouco. a Camal'a do Dcputado foi otTcrccido um pr9jccto abolindo a pcna de IIllll'lc. - E alé mcreCCll O nos o Codigo !ll'r t1'aduzido cm rrallcez pOl' Viclor Fouchel'..-De la peine til} morl). Ainda quando elIa se con erve na legislação até que pos a er abolida (queslflo esta de summa gmvidade). 4 . de 10 de . E este movimento não póde deixar de 'er favoravel tambem ao e cravo (107). (10l) Fclizmcnlc a antiga barbara Icgislação que nos rcgia roi revogada i tal pena não sc acha allplicada enll' nós cm maleri3 polilica (V.:eclI(':'io vi lO ('omo não Ll'mOS de nJTkio. scm cO"il:ll' já da :lbolição de' a pena. da L. não s6mente em materia politica ('10/10). GuizOl. ' recutor da alta"if(.

Pl'O .. contra a manifesta intenção do 1egis1ador (109). em geral. Luiz C:ll'lo da Fon e 'a) fundado em uma expel~encia de mais de 20 annos a qualifieão morte com marlYI'io. c lomão. ao menos com cerleza do da ociedade. barbara emCLm. 332 do Corl.- E DO projecto oll'ereciclo ao Scnado em 1865 pelo Vi conde cle J lluiLinlJonha alguma' \ll'oviel ncias . 26- já introduzido. immoral. de 1857 a questão se avcntou. desigual. 66. do Mia. que exigio apena o dOll terços. Furtado). Crim.O projeclO aeima referido do Vi eonde de . . que se declara Onlra (' la pena. enão do proprio escravo ou e'crava. oífensiva do pudor. do Min. e p de provi- dencias ao Corpo Legi -laLivo. improficua para uns. -Já no ReI. e em leis e peciaes. oe 3 de Dezembro de 1811 al·l. os qllae (sobretudo o DI'. ma tambem no~ de 2. da . . já ciL.Tl:ISt. ao quae deverião continuar a subir o processos por via de recurso ex-o(ficio. (109) V. exigir. excessiva para oulros. dispo ição que foi fTenerali'ada pela L. melhoramento no rigor' conlra o es- cravOs.o e em especial. Relat. a revogação da Lei de 10 de Junho de '1835 (108). a . se o são igual mente as de prisão no casos não definido no art. de ~o d Junho de 1835. Crim. podendo conduzir á morte. de 1865 (Conselheiro F.I .lust. J.a 'in tancia. Quanlo á pena de afoites. rcfel'indo·se e apoiando-se na opinião dos mcdicos da Casa de Correcção da Côrte.fequilinhonha conlém di posiçõe benigna.-Foi allel'atIo i to em rclação ao escravo no caso da L. não Ó no Juizo de . Se a pena ele galés é applicavel ao escravo. da . 60 do Cad.animidade da votação 'obrc o facto e cada uma lia suas CiJ'CILJllSl~ncia pura a impo i ão tht (lcn:!. enlendo que deve ser riscada das nos as leis penae .e a unanimidade de votos para a impo ição de emelhante pena. no de commutação por vír- (LOBj A ull. de J\Iort' I'a já dc no so Direito liO aJ·[. por anacl1ro- nica.

abolindo completamente os açoites? Felizmente as idéa actuae Lendem a esta im- portante e humanitaria reforma. . ciL. - 113) V.a de- cisão.1 com- prehellde o ea. Tholllaz Alves na sua- ÁI/notações-procura cxcusal' esLa pcna. . Quanto aos recursos.Iulho d 1&0 seu Re a • de 9 (le Outubl'o do dit anilo cabe . subsista a primeira e unic. é exorbitante de todos os principios de justiça tIlle contra o escravo con- demnado. referido.. nOLa 100. c Pl'oj. arL. sem lhe e1' facultada a revisão do pro- ce so. de 2 de . e quando impostas por comIDutação do Poder Moderador. Por outro lado.oUI'. li t I) ão intuiLiva as I'azõ '. I' SLO de barlJal'i 'mo. . -O feITO dcgralla c avilta aPI1l de morlificar e cau ar llIal . Crim. 80 da Lei de 3 d Dezembro de 184. se se entender (como parece melhor e por vezes se tem julgado) que a prohibição do arL. noLa :lIltcccdcnte. (112) c no (':I O da L. 45 Cod. de que trata o Cad. (110) V. nos caso especiaes da Lei de 10 de Junllo e outros. qual a razão por que se não hão de converter em regra essas excepções. corno infel izrnente e tem veri licado em mui tos ca os ('112). o de absolviç~o (113). 60 (I 11). 'eul' o ao eser:wo. eit. 27- Lude do arL. partindo do pro- prio Governo do paiz (I-lO). Ainda algumas observações. ele 1860. Lambem a justiça publica fica de armada para fazer punir um ver- dadeiro delinquente ab olvido cm taes circums- tancia . é que tão. V. quando tal conclemnação pôde ser injusta. O mesmo diremos ou pena de trazer ferro. nelaL.

á honesLidade. 219 e seguinte. desde que eUe não é o offendido em sua pessoa. (UO) 'Como já vimos. a questão é de pro- prieda. não dê lugar ao crime. portanto. Em relação á lei penal. Dig. Crim. '13. y. ou pacieúle. o crime já não é (1L4) ln Sel'\'OI'UII) l>el"ollõ't-tliz a L. em- quanto propriedade. PI'OIlI'Ía e rigorosameute tal pela natureza e nos termos do arL. pessoal e directamente pelos delictos quecommetta. sl~jeito do delicto ou agente delle. Illllliullo-sc até os esel'avos mais severa- mente do que a pessoas livres.. g. Responde. o que. e ontl'os do Cod. porém. lIelll Lào pouco aos e cravos p 'I~ in- fl'ac!:ào da fidclidacle couju"'al. 201 a 2(6). é um ente hu- mano. ou pela violcncia libidinosa. de p<. pois que este al'tigo sõ se l'efeL'e á destl'ltição ou damni(icação de COl. ao ponto dc negar-se-lhe a llesaf- fl'onta e l'cparação pela oll'eusa á virgindade. v. mas por modo algum á destl'ftição do escravo (morte-al'ts. porém. empre foi sem questão ('1 '13). Isto.192 a 11l6). l'enaJ. nesta ultima parte. . 250. Objecto do delicto. e sim exclusivamente o senhor Da na propriedade. um homem emfim. para ser punido como tal ('116). embora o offensor fique sujeilo a indemnizar o senhor. nào é C01tSa. 266 Cod. 268. ignal pela natureza aos outros homen livres seus semelhantes. ou dalltl1i(icaçlio do Ille mo (olfen a physicas-:lrts.oalmente po sa ser victima não constitue o crime de clalnno. .. g" do :lI'tS. é pessoa na accepr. O mal de que elle pes. 10 pr. uâoseria a applicarel. não quer dizer que o escravo. Ao conlrario. o escravo. cumpre distinguir. (116) A elas ificação do art.-lgualmcnte entendemos que procedem :1 favol' do escravo contra o seu ofl'ensOl' as di posiçõe . A tri te e mesquinha condição a que é reduzida a c 'crava nào a ti vc degl'allal' ante a ociedade. mas na outra é de personalidade. de furto.ão lata do termo (H 4). j:) - . e sim olfensa physica.de.sa alhei(t.cuis.

L.-O· errolles 1'1\0 cqui- 1):lI':ldo' ao fugiLil'O' (L. scndo digno de nolal'. qui rugiLiyum cclaYiL.i. E /1 no 'ulegi Iaç50 antiga enumera 11<. 121 Lei' l'OUI:lII. CiL tiL. :122) Y. é pela lei ljuulifi adu roubo (117). 1 Ilionalo . '01 cel'to C:I o lI. li3. t-[ . L.' ulandal'ão alé.Orl\. cud-'cd i pl'O lib 1'0 SC 'c'serinL. Xl. Ij17) L. I ~ . . (IUI' Y. d' fllgilo vr 1).. Ile rugiL' xr. irn o rudu de escravo nem é simples furto.0 l)i~. Lo-o 'pcl:iac -de (lIgilivis."cstclliOllctto(IJ )'ea 'iolclUoulro'ca o 'ernelhante' (I 19). 2. 120) God. . fuI' c ·L). \. el 'i lJui '1'1'0 siL}. iI. e em Oull'O em co lume mal'cal' com sil{nac ou lelra .' • 3. ". L." Dig. arl. 'c 111'0' '(lião COUIU livl'~ (L. Cl'Ím. ü3 llUUi. Em loda as ~poca e nll'e todos povos. Hu ainda li notar-se que niuguem de\e acoulal' es(. 2M'. cilo IL' 1837... principalmente lI0 Dig.307 dc 8 d Julho de 1!:1fi3.' Dig. tle 15 de OuLubro lle 1837.10 pou'/1 (122)... cx fu~ilÍ\ ii natulU nuu cOnLincl'i). o lil·. E la Icgi 'Ial:ão roi Illoclilicada. lU ~euúu eU! rulut. ubl'cLnelu na parte 'I'illlinal I~ v.~ ucm o oc ulla\'. CiL. L. . 1. ~Ia não cJ'ào l'ugiLh'os o Jilho tia c crava' fugida' uotl-FugiLiri auLcm appcllaLionc.) 'cicnlcmcnLe el'a I'imino o Ile fUl'lo (llp.I U(lco ou ){Olll'lI . Li2. 26~. 3. e com mais l'igOl'. U8) COII. til.ull'as pl'orílL ueia C nCOllLl'àl). Ilc J863.l com a cS"l'avidflO u .\ \'.. vr. I' lideI' ou alicnal' o c cr:lVO c'pecialJllculc IrYllo- lhe ado \ . vender ou alienar como proprlo o escravo üllleio.. a 1m l fi sido: O Direito Romuuo conlém r1i'po'i~õcs termiuunle' a 1'0 !Jeito lo e'c1'avus fllgido (1 . 'iI. C Coei. arl.". S'. arlo 260.-EI'ão punido O' e cravo' fugidOS. L.rtlvo fugido" sob pena de ser punido de 'de que haja fraud ou scienüia da parle de quem o' o culLa ('120). lil.Cod.üu ii c 'lc. :. 1). 1. "I':lviÍls co 'I'e 'ri otenL). Ar. que S' lhe 'orla" UIll p:. 13'\). ' purlunlo unicamenle wnlra a propriedüde. ud-FubiLirum aceipc." Cotl.c que a Ol'll. 70.

Ol'd. dc 6 de )far. E' alheio do Q'os 'o proposito actual da!' noticia mai minuciosa' é. de 'd~ que e achavão rcu- nidos cillco e cravos (Provis.1al'\:0 de 1i-'í1. no Alv.\I' tllll'oj1l'iatlo \\'.-:"(CllI ralia ao c '1'a\'o a ill1ll1uojelade ou a )'10 fia ll{I'Cja. 0 (deduzida da L. . ue his qui ali Eccles. . E d f'end ndo. 'conl'ug. comquilllto procur 111 e11es sempre a proximidade do povoados para poderem prover ás suas neccssidades. quilOtnIJolCts ua Proris. 12)-ibi. llLrc ouLI'U . C0l110 S r \ da . (121) ~rais delalhadamcnte Lralar 'IIIOS deste a' Ulllpto elll JU". ciL." Uod. por demai notavel o quiJombo do Palmal'es.e a im de {acto ao capliveiro. uão har 'rú seu SCIl li 01'. para que doixemos le mcn iooal-o ('12í) (IUC coudnz. ainda por via do latrocinio. mas scrá por força Lil'ado della. ou f'azcullo-o por eu lIlalld:Hlo) II 'lia alguma. não sCl'á por ella (lct'unllido. c em OULl'a . Es a rellniõe's farão deuominada quilO1nbos ou mo- cambos. eximindo. de 311c . a llesta obra.lll o Lil'al' ( J1(10 seu eriado. (123) Calhambola se le. em que e Lá.::o do mc mo auno. o facto de abaudonarem os escravo' a casa do senllores e iuterllarem- se pelas matas ou ertõc.issc para róra du Reinu e Cl'a\'os alheiu .-Era l'cputado quilollllJo. 2. 30- Entre nós foi frequente de de tempos antigo e ainda hoje so reproduz. ou quem a 'i. 'C de sua Lirada s' lhe SCl(uir a 1l1OrLe." '$ 6. Li\'.wo (aiuua flue seja Chl'isL:io) fugil' a cu enlJol' pal'a a Igreja. contrariedades e pe- rigos que ahi pudessem ou possão levar.. 10 Brasil tem sielo isto facil ao cscravos cm razüo de sua exten üo territorial c d li as matas. embora sujeitos á viela pl'e- caria e cheia Lle privações. acouLau(lo-sc a clJa.eu c'cr. c HVI'ar (lo eapLivciro. I'arte 3.0 tiL. e os escravo' us 'ilo fugidos (fossem om grande ou pequeno numero) quilombolas ou ca- lhambolas ('12:3). 5. porem.c cll'. 1101' de ouLra manCÍl'a o niio pullcl'cm Lirar. por. 4. dc 6 fl u1al'ço lIc1'íH). I.

açcIo de um pé. mas expre samente revoga lo pelas leis modema . . no Cocligo Negro para a eolonia Fl'anccza J que no art. Chec. LOl'tUI':I..lremo icrnomino o e barbara de fazer-lhe impor com ferro quente u marca F p la 1. g.· com a 'I1luti/.Bar- baridade semelhanLe praticav:l euu' o Romano '. que tornúrão ou tras providencias (-128). 4.\ pela i.° ccç.-Entre outras pro. 31 - A lei pro -idenciárão a tal 1'e peito. de 2~ de :et mbro de 169ft qu ri elal'ou i coLo de cl'iminalidade o homiciúio cm o fugidos ou {[uilombola rlllalH(o e LI'aLa c de apprclJ ndel-o .e-lhe uma orelha pela 9. CX' lHO 'C bourc :c ClIlplt mal/ifes/ll . d 1) de . creando me mo o cargo de capitães do lIwlo. d t" fallareUlo adiante (Cap.. logo que appr hendido .a. por simples mandado do Juiz sem.-o Alv. Ce ar ugu LO lIarlfue no Aprm- tum n/os !Jara o lJicciollU1W historico .) as penas cru i . c man'a II r ('1'0 qu nlc. ii10." vez com a marca de (ló/' de li. a que se deu Regimento (I :.e por cada c craro :1pp('chcndido em div 'I' a' CapiLania . a vez e corlar. [126} V.. 3.3). me mo aote de ntrarem para ü cadeia (I :. . in lituindo premias. de 3 de larl.\[aio de 1703 e val'ia oulra Lei' tratã 110' cl'a\'o fugidos. arL. P!'oYis. a obsel'vallcia do Regim. :'. d 10 de Março de 16 2 ( obre o "Palmare" 01"11. processo algUln. Prori .í). 38 pllui.. e paz elas familias (126). :1l1provanl1o o premio lIlIe ra costume pa"':lr. pela 2.e ao ex. cito do Capitão tio maIo de 1721. 1:76 § 19 abolio desde logo (1:8'24. Prori . e pela 3.0 desta Parte i. 123} Em 1721. a ) 127 Alv. (le 12 oc ." com a '//toNe! (128) A Consl. I:slo foi não ó implicita.noLa 121" -E ainda se Ic m 1 gi laçõe modema de naçõe Européa v. e dando OUlra \ll'ovil\ellcia .." al'L.rou.:o de 1141. a 01'(\. cito de 1699. ([li ão I'cpulal\o do evento. 01'.: na costas. lk João da iI\':1 Li boa no Jornal rio l'imoll..ranei!' d.lIaranhã01. . do. . man- dando que as ntoridade tive em muito a peito e te objecto pelos grave inconvenjenle que dahi vinhão á ordem public3. Alv. cito dc 3 de )[al'l. de 6 de Mal' o deste mesmo anuo l'ceOl1lCOdalldo os p('eruios.:o de 1741 (V.

clJalUallos capoeiras. de 3 de Dez. .-Os es- cl'avo nào poüelll vinjar por mal' ou por terra em pas aporte (Cod. ma aindl\ um 'inimigo publico. pótle-se dizer. 1I1UJ1ULeUção da segw'. ~11! - § iJi-j. nem accuffilllar fuctos. L. de 1lH1 arL. i\Ioclc tino. lia a da L. egundo a L. prompto sempre a rebellaL'- se. salvo os ca os cxcCpLu. e lem introduzido. levantamentos. (l31) Con ell. e obrc o modo de lll'ocederem Ic-:c ))0 Reginl. L:lpiano. para de graça de no sa patria.118.)s scnhores ou all10 (illem) . Em todo o puize em q LI I e te cancro. Outro perigo maior I' sulta da escL'avidão pal'il o E tado ordem publica. 91. Entre n6s. Reg.lllo 110 \Jg. a de Ll'uição dos c!uilol1lbo . que 1·. u e cravidüo foi yidencia . 5. .·. 65 a 68. aLLribuiçào que ainüa conscl'vào .0 G. ontro). e procurando assim jusLifical-as.. 70). tle 28 de Março üe 1828 arls. igualmeuLe. fazendo-os prendei' c punir cOl'l'cccionalmcnte. ('120) Proviüencias policiaes se tem tomado diversas. cito de 1812 art.ia ao captiveil'o f) iuillli"o ho.11I 'a e Lranquillidade publica. de 31 ele Janeil'o de 1842 al'L (ii) 5.'a de certas horas 11a rua em rcsalva úo seulJol'C". ti pl'opria Roma no mi- nistra o exemplo e tronlioso da gllert'u deSpartüco. exigia provid ncia excepcional (129). Bem como amlarcm fci. insurreiçõe de es- cravos se tem e1ado. ti ). n levantar-se (-13 '1) Para não ir mni long. explicanúo a leis 'xcepcion:H~' de e[ue. acima f'allillllo . sem prejuizo da que cabe ás AuLoridade l'oliciac cm Vil'Lude da gc- llCl'alidadc de sua aLLl'ibuições par. de 3 elü1)ezembro de 18H art.o quc incumbio ao J uize . Proc.~du7. (130) COOlO l'cconheccl'ão os jurisconsulLo ROluauos (Gaio. 1l.ucncia do Direito da Gentes ( egundo 3S idéas L1alfll 'I\('S tPII1110 ). 12. desde que. art. o e cravo não é s6reputado um iniJn'igo domestico (130). Coutra 0. CriJll. nego dc 3L de Janeiro üe 18'12 art. alnela l[Ue vão em companhia 1I. dc 10 dc Outubro de 1827 arL. (l '.\I'a evitar-se a I'cpctição tle sua ol'l'erias.le 1'37.

o chefe cl1lfim' me 0)0 )) 'la redacção c \l cia! . quér inte tina (134). \132 Y. (13. da . galês pcrpetuas no medio. 78 de tIS (lc . que ainda conservamo . Crim. 33- neHa introduzida. ri a ~. Os e cravo . por 1iS anoo no mini mo j ao mai. e ainda tentão. é a mina prompla. e livrou-o do flagello do 'eu perseauidores e algoze (~32). Part ' 2. de cendentes da ra a fricana.imo.)) Qu diz o eguiole: Julgar.-Cabeça define. (134) V.0 do Cod. 4. já por deliberação propria.Julho dc 1 12 ynonimo de autor egund o art.C yinle ou mai c ['avo para haverem a Iibel'dad por lU i da força. I'cunindo.° (lo Cod. por instigaçãe de e trunho .e no Av. já. hão por veze t ntado (133).:Ma par c que lionavel esta inlerpl' tação pela maior cOl1lprcltcn ão quc a defini ão (le autores do art. de mortc no ~ráo max. c Jl} diver a' épocas. .lu L. assim dá. 4. pune-o com penas ex- cepcionaes (135). quér em cri e de con- flictos in ternacionae . de muito maiol' gravidade. O Coel. art. Se (ruiz provavclmente iUIHoal' lllua dC1Cl'lllillação eXCC]1Ciollal.e-ha cOOlmcttido e te crime (in urrei 'ão. ilquelIc que CI'ca dá o plano.-Pcna : ao cabeça. 113. a Oil . Os Indios derão sempre muito trabalho ao povos e ao Governo na luta em que constantemente vivêrão para e eximirem á oppre ão. quando o legi lador quiz I'e tringil-a ao pl'incipaL ou prillcipaes autores. é o volcão que amea. {133 Em val'ia provin 'ias do IIll)l rio. quencias des a llemicio i illla iu Liluição denominada escl'al'iddo. . •\ hiLoria criminal do paiz Lem r gi Lrado in uncic. de 186lS e 1866.aos cabeças-ao mais. aiuda ulLimamente os Relat.a constantemente a sociedade. ao captiveiro em que os trouxerão. até que a lei decretou a ua victoria. E' uma da fune La 00. do Min.\ida. CH) Ing:ll' li' (H/tores O COI1l]JUces. a (le la obra. a fazer expIo ão á menór centelha. Crim. prevendo esse crime.õe qua i eonLinua cle e cral'o'.

." desta Obra). L-Origem da escmviclão. Av: (le 9 de Janeiro de 1851. 17 § 1. 731 de 14 de Novcmbl'o dito.GENERALIDADES. igualmente o é j e providenciou.6 de 1) de Junho de 181). Rp. de 10 de Julho de 183~.g. de 7 de ovo de . de 7 de Novembro de 1851. E FISCAL. csta materia tel1\ 311ena um i1Hel'esse histOl'ico. Proe. de 1841 art. AR'r. o ESCRAVO ANTE A LEI CIVIL. n. c sobre olla diremos cm outro lugar (\. 3 de Dez. (137) Cod.a semelhante delicto (437). mot.1).e. como se acha." in finc.- § 46. L. ror outro lado. . Dec.-Applicavc1 aos que iutroduzão no Imperio Afl'icanos ou fluae quer outros como escravo (port. lIIas. de 31 de Janeiro de 1842 al'lS. 179. incumbindo ás Autoridades pro- cederem mesmo ex-olicio por er de accusação public. Av. Crim. protege o homem livre. Q . exLincto o trafico. 88 de 2() de Maio de 1847). n. AV. rlc 21 de'l\laio de 1831. art. CAl'ITULO III. 211 § 1. ParLe 3. SBCÇÃO 1. de 31 de Jant:Íl'o de 1842 art. Reg. (136) Cod. 708 de 14 (le Outubro de 18110. casti- gandQaquelle que o reduzir ou tentar reduzir á escravidão (136).e na L. ai.° ia fin. L. 221 e 222. de " do Se- tembro de 1850). de 4 de Setembro de 181:10. de. A escravidão antiga achava sua escusa no di- reito do vencedor em guerras internacionaes.1831. Reg. segundo o (H'OCt:sso commum no re- gímel1 antcrior á de 18110 (L.Quanto ao trafico de escravos. Cl'ím. § 117.&. e hoje segundo processo es': pecial na Auditoria de lIIal'iuha (L. 37 § 1.

O com- mel'cio licito.Foi (pretendem) um progresso no direito das gente da antiguidade conservar a vida ao prisioneiro inimigo.° de jUI'. 0) Dos prisioneiro os pertencente como e cravos ao Estado lll'ão venl1ido (em Roma) Iltb cOI'mui. de stat. C.V. homo I. pel 00. Wallon já cito (tti) Mello Freire. Gregos. Claudiano lol1. 1. . (140) As yrio .·1). a quem se julgava ter direito de matar. § 2.CiJmjure paturali OI\lIlCS liberi uascel'eutlu'. un.0 3. como se lê em varios pareceres dos Jurisconsultos Romanos e em leis Imperiaes (139). de J. 2. Este mesmo fundamento foi mais tarde formalmente reprovado pelo pro~ prio legislador. de justo el jure I. 1.P Dig. VH. Egypcios.. que não só qualificou a escravidão de contraria á natureza (contra naturam). ~. resta saber qual o direiLo que rege (138) Florent. . 0 til. Civ. e existindo ena infelizmente lambem. 4 §S 1. L. fonle ol'jainaria da escl':\vidão que n Bra ii eslste..L. Dh'. § 18. 4.0 e 3.Serv/lus cst eons iltltio juris gemialU. 1 . 2.. ervi ex eo appellati unt.' Dig. quod imperatores c plivos vendere I ac per hoc servare I uee oeeidere 80Ienl. mas de introduzida pela ferocidade do~ inimigo ( (tro. de S. L. Civ.° e 2. persou. em a nossa sociedade. 2... (139) lnst. Cod. -o ao captiveÍJ'o e do- IDinio do veneedor (-138). sujeitando-o em compensa. J. Introduzida a escravidão entre os Povos desde a mais remota antiguidade (140) por diversos fun- damentos. Romanos.. Dil'.3 .Ootr de- rivão de lel'll'Íell. L. de stat.° de jUl'. L.do pIeHo FI'eire. . embora sem causa que a pos a escusar (14. J.° Dia. 1. Inst.§ 1. !S. hom. Judeos. citate hostium). L. lj\p. 4.0 § 12. dos quaes todavia a guerr\l foi o prin- cipal.0 til. e illiciLo (Ll':tI\co ou eenll'abando) dos escravos Aft'i ano .

§ -4:. com tanto que do direito das gentes (1 H) .a § 1. de reduzir a c:'\I}- Liveil'o o' nosso semelhahte i mas nem ao menos póúe ser e - cusada pela JlPparenle 11IlmanidacJe cio cap tiveil'o proveniente lla guerra. § 19. a que se procedia. i<1 cst. (142) Como tercmos occasião de ver na quasi genrralidadc dos casos. ue slaL. verdadeiro Dedalo. (143) Dizião e\1es: Servi aut nascuntur aut fiuut. em todos os não' é titulo' habil. Di to trataremos na Pal'te 3. no Direito antigo. 1. J. 24 ])ig. ÁRT.es. : . IJcm assim não 'crã~ eSC1'avos os prisionciroS cm guerra civil ( Ip. Os Romanos. fiUUl aut jUl'c.0 de juro [lerson.° deixar algum cidadão de se inscrever no censo lustral. Insl. .geutiulll. L. L. em que a propria legislação Romana ( a fonte mais abundante e rica de disposições a respeito) tanlas vezes íluctuou contradictoria e incerta. rompendo quasi sempre contra as regras gera. como' não o é qual{IUCI'.° Dig. 'aut ju. 3). e com terceiros.44) i\1arcian. nascuntur ~ex ancillis nostris.:. 36- as relações dos escravos entre si.•T.. llc C3pliv . § 4. u:-Jlfodos eíe ser escravo.° fi guerra.re c!vili (Inst. Os aprisionados por piratas Ou salteadores não eráo pl'opriamente escravos. ex captiviLatc." desta Obra. cmbora dc {acto fossem conservados 'ín scrvitntc.0 -'Dig!' ood). o. 1). ( Ip. reconhecião por modoslegitimos(143) de cahirem escravidão: 1.. 2. 21 § 1.'LTX. o. Por modo que se póde dizer que as leis que regem essas re- lações são todas de excepção ao Direito Civil Commum (142). com seus se- nhbres. 0 cito . L. quanto aos direitos e Qbrigações civis e naturaes. homo I. 't.

11 Regl'.48) L.m~ com e .-Gaio. 4. coo-tiluido cm dOlC. c o enho!' c:ouscnlia. ii ~'J Dig. de tal. 0 o roubo em . 13.E' clal'o llu . 7" a 8e1'- (14:» Ulp .t1l:\CTrant ." p~l'le. . 5. 11 tiL. 8'1).Di (lo ição ampliada ao caso de ba\" I' J'ccel>ido algum c cravo dinbeiro ou paga para n"'ur3l' lll) c cravo doauo. em a quaes não cahia em e cravidão (·!. 189. 3.. a iu cl'ipção. . vel :l I . I. o (lU LO(\u"i:1 foi 11l'OltilJll!0 PUI' (ll'iauo c Ju Lilli:\llo. (tiO) eualu -Coos. . LL.LL. . lum alicuju facere po- lc 1. I. verifieando. llc jul'.· deixar-se alrruem vender como e ravo contra a prohibição da lei ('148). ou cm penhor. o Dig. 2. 6.· (lI'.9). 1l llc"". 7. podia esLe er vendido para fóra C t'rans Tibe1'im) . bom.. 36. pel'soll. 39 CUll. como e cravo. li mulieriuus lJua:'e cni alicni junx rWll. ra vendido como e cravo publico (145).' L. 2. 11roclam. de libel'. 'au à VII .2. 0 a insolvabilidade do de- vedar. a muUlel' cOnlillll:lvu como Une. 23 :. . 1 .Couvenlio priva ta neque I'yum l[U mquam. e os filhos 1':10 livl'e tl il1gelluos: ex- cepLo Sll O. Com.·. Dig. pelo credor ('147). im- pOl·t:lI'a a manllmi 'flo ao e cravo.. (1~6) Leg. 3. . n qu iiI> . e ouLra militas clausulas.· (1. ClaurliaulIlll' '11l'. 37- qllinqucnnio. 1. Ip.. 16. Iu·l. lII. 37 Dig. e advertida tre. lle lil> 1'.. (147) Lcg.. Gaio.i. 12 . causâ XL. C\aulliuno . XII Labul. 11 lil. llc libcral. L.1. .Em compen a 'ão.0 liL.e. J .Paul. . CUh01' l)Slipuluva flUC os filhos Ihc \l l'lCllCCl'Hio como IlrOI'enicnl s lIe cu eSCl'UYO (Gaio Com. veze pelo enhor deste.Illnl/l us era (lenominado. 2L A.- cravo. 3. 6. Cluudiaoo -1. 2~. (150) cnalu -Cou . entreter mulher 0 livre relaçõo iI licitas ou cont~lberni1.C. . Com..Iarciaoo L. (Palllo L. 8. de liberal. de COII elllimculo do cnbol"." parle. culen. noo licct . não abandonas e taes relaçõe (150). 3 Dig. a idade maior de 20 annos. I ' 91. . . au à). Quibu au IilJ I'tat. Cau a. II labul. afim de fraudar o com- prador. 160. Liv. iS. e. 10. porém. o ladrão C(w' manifestus) era açoitado e enLregue como cravo ao ofl'endido (146).

e sobretudo por . uh i lere liherLale atl[ue valcre. que aliás como tal não podia ser açoitado nem soffrer a pena de morte. (1lS2) Celso L.Con. 8. . § 1. 2 e 4 Cod. pudesse soffrel-a(151).I'C lituiL jUI'js gcnlium )' guiam. Com. J. L.12. Iibcrum parial.Po lca Di"us Adriauu iniquilate rci et inele"::lnlià juris molu . ficção da lei Porcia para que o cidadão Romano. 2~ Dig. o grande refor- mador da legi lação Romana. ul cum ipsa muliel' lib I'a pcrm:meal. era elIe de novo reduzido ao antigo captiveiro (153).J. ct in nosll'à f10rerc el augCl'i rcpubli à. diminul. subI. L. seguindo a sorte do ventre. (1/)6) Insl. YII . o propugnador mais acerrimo da causa da liberdade (154-). 8~ . Clatld. por iniqua e con- traria á belleza do Direito. § 3. OV. (liílS) Gaio. . . (i51) ln t. IS. 24 dc . III. IS. . a convenção pela qual os filhos de mulher livre pudessem ser escravos do senhor do pai (155).libel· VI. diminut 1. 4.° dc ca()it. dc decurion. en'on a LU. L. 3 parte do S. eod. LiL. I. § 1.6. 78 Cal>.ando apenas ao senhor o direito de castigar o escravo que entretives e relaçõe com mulher livre ('156). 2. homo I. o ca o ri venda ad p/'ctitWl p(lI'ticipandulII. 38- vidão da pena.° ql!. 0 a ingra- tidão do liberto. 19 Dig. mod. ti53) ln lo J.• II 2. dada a qual. Coel.1. 0 o nas- cimento. 0 Nobis aulem cxtat SllHliul1l . Adriano já havia probibido. outros forão expressamente abolidos em diversas datas.°. C. e obtida sentença.L.Coo lamiuo e Theo- do io uasLL.Tustiniano. L. d IilJertis et cor. .0 de cap. pelo qual o filho da escrava. 1. loll mio . 7. 9. r.ib. J. Ju tiniano abolio intei- ramente a 2. C.0 de succcs . 16. J. CLandiano. era escravo (152). 1. . 12. (15~) E de <[ue fez padl'ão lle gloria 110 cu rcinado. 9 Dig. deix. Alguns desses modos forão cahindo em desu o. de lal. em que incorrião os condemn dos á pena de morte ou uHimos upplicios.

S GO(l.0 § 82. como de algum modo já o havia reconhecido o grande Justiniano na L. . DI'oil cle Gcus § 2~9 j-l\fartens. L.v. ll~m de o l'edu:ir á escl'avidão (Groeio. Claudiano. uno Cad. havcu(lo Ille me as gl'andes potencias da Euro[Ja conseguido exterminar o captiveiro a que os Argelino c outro reduzião os ([ue apprehcntlião. g. (1lí8) No\'. .1:I80 de 2lS de Dezembro de 186iS. taU. (1 7) Nov. de preni . 10 j VaLtel. 2. Recit. L. Droit l\1aritime InLcrnaLional.0 pago 20 e '1i1. 3. a guerra não se reputou mais uma fonte legitima.1. 288. E prit !les Loix. obra coroada pela Academia elas Sciencias mOI'aes e po- liticas de Fl'ança).purremlorl'. Li\'.° .° §~ :151. attribuindo semelhante principio á feroci- dade dos inimigos (159). ·C. o liL 3. § 20. 'I. de S. limitando-se a fazer punir por oulfa fórma os culpados ('158).. Tlieod. (liS!I) O que cra aiuda questionado e disputado em época anteriores ó hoje universalmente recebiuo como principios in- concussos. 3. Este progresso em semelhante materia augmen- tou com a civilização moderna e espirita do Chris- tianismo. 152: . 22 cap.-v. deixou de ser reduzido á escravidão. 2." ~ 6 e 7 j-lIIonte qui u. qui etiam dmlum el'vientium ma- II Ulll i ores esse r tinavimu. .~ I ag. LIV.° cap. Próci du DI'oiL des Gens j-\Vlleaton.Neque enjm mutamu nos formam liberam in ervilcm statum.-Não !ta dircito ele matar o P7. v.-i\Iello FI'ei('c. Elements 01' inl l'I1acional Law.8. õ!). 41 pal't cliap.". De sorte que o prisioneiro nas guerra. Civ. tom. tle juro natlll'. DI'oil dos Gcus L. t.i- sioneil'o..IUllbel'. Dil'.Yalentiuiano já o hayiu decre- tado na L. Claud. 287. de juro belli ac pac. ..0 tH 1.\. 2 j-Cauchy. Leão o sabio revo- gou a t. Lom. 39- Foi ainda Justiniano quem abolio definitivamente a escravidão da pena (157). et gentj -lleiu. C.a parte do S. l'aris 18l12.

da Leg.lIleIJo Cil. Ord. (l63) Ord.\\". 0 tiL. m'L. a ParLe de La Obra. scd C[uo . ão e Ilorlelll enlendrr senão em UJIl enLido figurado. lUremos na 2. embora insuslentavcl a c cravidão que entre nó existe e se mantém () 64-). L. 2.0 § 12 . e em repre alia do captiveiro il que elles reduzião os pri ioneiro christãos (HH). y ligio' da mazimCt callit.prc são (lo lli- reiLO model·uo.0. 62 pr. tio 1. L. du ROlllano. ni L.° IiI. '11. AU"'USIO Teh-eil'a dc :Fl'eiws). de que inimigos erão reduzidos il captiveiro (0160).° §ü.. De arte quc. 5.0 tiL. 40 - 2'1. 21 § 1. L. 0 til.0 de . 2. d PorLugal 120' lello Freire. pl'ohibio 101' oscr.lunho ri 1641.. tiL.2.°. porém. til. 1t ~ 4. LiL. A nos a legislação antiga dá idéa. Lolcraulul'. morte civil na e).\\. 1. pelo llr. 1. Cil'.) 1\lcllo Frcil'e. c do Cocligo do ' i i- godo . L. 85. . Dil'. e havidos em mais estimação do que o neg1'os (16g). (162) Como c ve de lei ami(fui ima..° til. n .-Sobre a do ludio.° LiL. '01110 cxplicilu o J lu'isCOIl'l111 ~ (V. m. e ainda na Onl. Alexandre llereulano. Fil.. c ~ 2. § 22.o "louros. 2. Mas nada disto tem hoje applicaça0. FU. AIf. (164. e de perda de" liberdade (1 G3).°. 26 : 28.-0 .°.°. de POl'w"al.i 111'0 cL lílulo' UIC [leuiLlI igllo- r:ll'C fa [COI'. Bem como dá notieia de escravo b7'ancos. mesma ln nos'o Direito actual.16 .. Faz ainda mençẠde servidão da pena. L. 1. 83 § 4. por não (tOO) Ord..el'\'i lIi"l'i in Brasilia . tac como os ~louros ou infiei nas guerra om Christãos. 2. 81 : 6. W C 'eguillLc . 88 16. o que prova que cllcs exi Lião e erão tolerado aLe c a época. C em OUlra . L. o nota' Lobão :I ~lello Cil.° lil. (161) Coelho da RoelJa.. til. Cousolidaç'ão da' Leis Cil'i do fira ii. de1llillut. -'1. L. porém. Dil'. Civ.

. e em casos diverso dc emanCi[la ão forçada ou legal (Yid. seguindo então o (]lho a condição do pai. de sorte que eru livre ou escravo o filho. o principio rcgulildor é que . Romano (166). con- (161)) Da revoga ão da liberdade ou alfonia por ingratidão. de 10 de ~Iarço de 1682 L·. 4. abolido entre nós de direilo e de fac lo.-1\1as teremos occasião de ver que esle principio so1Tre limita~õCfi. L. Mas u que época se deve aUender para csse fim? á da concepção. na Parte 3. lralarei adiante.·. a cr:ulnlt> ~C(' . 1. § 23. tal rado o facto pela leis em l'azão de ordem publica.Universo Jurídico . Secç.° § 2.e escra ·0-. um dos modos de cahil' em escravidão por Direito Civil.' nrt.0 n. Por fórma quc-o filho dct eSCl'at)a nast. de 16 de Janeiro (te 1773. G . 41 - pr vir senüo da i nlo n mais r provada (qual t'l. a do tempo dagestação?-O Direito Romano vacillou Ror muito tempo. eja livre ou e- cravo (167).' desla obra. á elo nascimento. Yiolcncia de haverem al'l'an ado os miseravcis Afri- canos ás suas terr . Ó re ta por nosso Di- rcito aclual o nascÍJnenla como fonte de escra- vidão (1165). § 1)•• (167) Padre Bremeu . (166) Alv. .° . pouco imporlando quc o pai.Lisboa 1749- Trat.~[elto Freire it. 2. e reduzido por lucro e ga- nancia a e cravos)." ar!.parlas seq·uitw· ventrem -. A principio olhou-se á data elo nascimento. . 2.° €' 3.3. Alv. IS. de 6 de Junho de 171S5 § 4.Do trafico de cscra\'os. L· til. como di~punha aDir.°).

de staL. 1. lp. qui in ventre est. . hom.- crava (169). L. Conseguintemente devemos assentar como regra :. qui in ventre est. . se a1nà·ié livre em qual- quer te1npo... J. hom. . I.istas. eLe. se a mãi era livre ao tempo da concep . e em que porll:1nto (J68) Gaio Com. ainda. RegI'.l seguir entre nós-que. o 11lho eria livre. concepçãO até o parto. qui nasci til I' . De~ cídio-se mais tarde que. homo I. eH. 25. ainda q'ue ella em qual- q1~e1' dessas épocas seJ'(It ou (osse escrava (17'1). o filho nasce lim'e e ingen'uo.)- forme a maIo era tambem nessa época (-t 68). Civ.O 2 v. pr. . libel'um nasci.ln L. J.'. ainda que ella foss escrava ao tempo da concepção e do parto. 0 10. 1j.ão. trat. que ao do nascimento fosse ella e. 0 LiL. idiario.J. o filho o devia igualmenle ser. 4 . Celso L. 0 I it. Dil'. Di so- mos.BOl'ge Cam iro. de ingenuis I. Casos ha. Marciano cit. (170) Inst. em que. . e perfeitamente de accordo com o espirito e disposições gemes de nosso Direito cm seme- lhante maleria.~ § 3 Dig. deinde aneilla racLa pal'iat. 0 D. 1. tiL. porém.69) lIIal'eianoL. se a mUi durante a gestaçúo foi livre (170). qHia non debeL calamiLas maLl'is ei noeel'e.0 § 2. Por ultimo. 1. 4. O 2. 3 § 33 n. Esta doutrina é de Direito ub.. e aceita pelo nossos Prax. dc staL. (171) Padre DJ'cmeu cit. liberam malrem vel medio tempol'c lIabuisse. desde a. l). non etiam noeel'e 110SSU11·t. § 8!l j . ~le staL.~. - Sufficere ei. IS.i libera eoncepel'ÍL. placuiL eum. de boa razão.- Media tempol'a libel'LaLi prodesse.19 Dig. não obstante escrava a mãi durante todo esse tempo. 5. 5 § 2 Di~.. que. (.

. si fUCI'H cx ancilla proprià. nem já o consentia o Direito Romano. 43 deY~nl ° filho nascer c cravo. 15. Esta COI~­ alusão. e aos principio correlativos do nosso direito na materia. .A distincção . quaudo exige o reconhe- cimento do pai por cscl'ipturu publica ou Lestamento." eclição pag... 92 pr. da Lei Ch-i 2. prohibilldo vender os filhos e negando propriedade sobre elIes (174.ão christã. 179)... ju venundandi Iiberos. Nov. (173) MelJo Freire. Comm. nota b.°_ nunquam apucl nos l'eCC]ltum fuit.).78cap.0 . 127 in fine. . 2.o porque repugna ao Direito aturaI qp. L. adhue relinquere serl'ituros. 10 .° D. 3. demanumis.0 § 1. .Arouca á I" o..L.. desde Dio- cleciano. L. . assim como ao espirito do seeulo e ao progresso da civilisaç. . 5' [li oponcuc\a . VIr. Ci\'. J. hom. . clle todavia livre e ingenuo. A Ord. de SLat. e implicitamente o dominio (173).' § 1. nem as nossas leis isto permittem desde que negão o direito de vendel-o . ct~ ..·COlt. (nào haver o pai di posto rlelle até sua morte) que fa7J o Padre Bremeu no seu nivel'so Ju1'Ídico cito § 2. ~. o de ser seu pai o proprio senhor de tal escrava. etc.od.. proprios . iII noxalll alii dare?. g.. das Ord.0 tit. imo expresse Jll'obibitum cisdem legibus .Tal é. filios ex suo natos semine. é inaeeitavel por contl'aria á Phill)sophia do Dil'eito. ~ i ue noxa). filho na- tural do peão c ele escrava sua.Seria mesmo crime dé reduzir á escravitlão pessoa livre (Cod.Ilepert. com yarios DD.O 2 v. tacite Iibcl·tatem a L ge consequitur.0 Dig. (72) L. v.E as im decidio unanimemente o ln tituto dos Advogados Bra i- leil'os em sessão de 22 de Junho do anno de 181S9. 8. 4. . Crim.. aetioll IV. Qui' lIim pnLiatnr filium SUUIll ct maxime filiam. art. Dil'. v. a sim se deve entender nas palavras finaes -se 1'01' ?norte de seu pai ficaI' forro -.Keque el1im quilibeL eum putaturus eril. in I'VOS llllllummotlo no 'al s actiolL c...• o Til.4.. etiam l1ccessitate cogente.e ulgnem possua como seu captivo seu proprio H1ho (172). (174) Insl. v. porque amplia a Lei de 2 de Setembro de 18H a casos de que eUa não cogitou. Igualmente não é aceilavel a restl'icção que faz a Consol.

neque pi. 43. § 16 ta mãi não pódc Ilc:lL' cscraya dc seu fiUHl). e ç.-V. ~di3nLc. }lorém !>CI'lllíltio a venda (lo reccUl- nascidos (sanguinolentos) em caso dc c. . quib. só Levc cm vista que uã.0.ConstanUno.). 2. decisõ' do rust.veudiliQnis necrue llollalionis Ululo.J. Nov.. ncc ub pr:. pau'ibu . . a Cod. . de vcrbol' significo L. o e' TllVO ubordinado ao jiodel' (potcstas) do cnhol" c além dislo equiparado as CfH6sas por tima ficção da lei emcluanto sujeito no dominio pall'i:l pOlcsl.° Just. § 26. eo I) . enLen. 2t A. (176) Arg. 16).Deci ii unaniOlC do lnsL dos Atlv.. dc pall'ib: qui filios uos di lrax IV. Assim como se deve ampliar a oulros casos. c: Causo manULnjL 1. a al'L.°. mani{estissimi jt'ris csl. ~ 13 (nem li patt'un do eu liberto).) liberisc eomprehenc1cm todos os descenclentes (L. do 3. em sessão de 13 d' lllubro ne 181m.11i3 cap. como sejão de cendentes por aflinidude. conj uge (116.). liberlatclIl cl'ipCI'C 11011 . fel'l'i posse. 1..0 LH. lmhru c J3l1B Ou1ubm d 18"9. cH...L.-E'ltulo.-Fwnitia. :nO Dig. HI .o fossclJ\ abandonados e :molTc cm ao (l -ampat·o. 47 .). mas uão licavão cs I'avo [)roJll'ialllcntc dilo (L. .]JJ'a·.- Liberos a pal'clllibus IlC efUC . ascen- lentes con aoguineos ou llffin ..cxlJre sã(.. G (IiJ'csquet. do~Adv. 3. (1715) MesmO P0l'quCl)a. . Am." Cod.. L. 3ut alio quolibct modo.. DJ'oit Rom. 1.c accipicntis ill alium tran.uOI'is jure. pago 102 e 103). Isto mesmo foi revogado p r Justiniano W.13. g. Jicercl.clcx!u ignoranU:.. JlI'cs'ões d'10 tio}. VIII. 2. tI'cma pobreza dos pais. -H- Esta oxcepção procode evidentemente tUlUbem em toda U ordom dos descendentes (175). Dras.colLuleraes onhe- cídamente tae oll'eludo praximo (irm10s v.Paulo. Got~ofredo á L.

II § 96.Dig. L. ed. flue todaria terem o oecasião de ver l]UC na 311plicação sotrria e som·c llotnycis mo- dificações. L. 17' . li.). dc 16 de . BiS pr. (1). scr te t 'munha (Ord.cs- CI'CbliO . e lU outras.' til. § 27. :l6-Nll\lum C3pllt habet.Nov. 4. I. na L. Buliam !>ersollam !Iabet. E' pois privculo de tOLlct Cb capctcidade civil ('178). .°). T.'sona. 16. (lSO) ScrlJilis pc. et Jur.de outrem." Dig.1Ua '1Jeldcy. 5(). (179) Homo aUCIlus se lê na L. com quanto fi principio dés e ao senhor toda a latitude no exer- icio desse direilo até ao ponto exlremo de poder impunomenle aniquilar es a propriedade . pr. etc.i. J. dom. L. deminut. con tituído a sim objecto de proprie- dade. 92 pI'. 22. lJl'oiL UOIII. III 17. llerdar (Ord.. 11. d ·cruoJ'.) fazeI' te lamenLo (Ord.Janeiro dc 1773).Na distribuição das mu- leria do Direilo. (Li Con egllint III nt j)l'ivarto de todo os dir ilO civi inhibido de xel'eel' aeto da vida ciYil.2 15 Dig. 3. os Jurisconsullos e o proprio (177) ln L. que elle não era rigorosamen le uma CO'llSa como os irracionae . por synonimo de S I'VltS. 54 § 4 • Dig. 1. Liv. dc Jur. in pCI'sonam sertilellt UlIl. § 121 c nota 1. 3. V.° til. .li. e e lê na ln t. tI. não tmn personalidade. uma pessoa mesmo(18D).Tal' a regra. re tringio successivamellle 'lal exercício.' tlt. eontl\1etos (AlI'. d ju t. tI. rCl'. que no escravo havia um ~ homem (179).iII pcrsoná sCI'Vi Paulo JJ. s I' Lutor (Ol'd. I. ll). pcr on.- ~rai detalhadamente o diremos. jur.o til. L. . em eontr3]l0 ição a libcr homo. de redil. de reg. 81 § 4. signi!'. d sLip. L.o tiL. reconhecendo assim que no escravo havia oulra cousa mais do que um objeclo de propriedade. . sel'yol·.· de C:lpit. :102 § 1. J. diz Gaio Com. ~las o proprio Direito Romano.sCI'vilis 1'c'''o/l a. <le aCél.. estado (177).'). 2:! Uig. ti. L. L..

(183) Roduzido . reconhecendo que a respeito destes havião disposições que não po- dião ser remettidas paTa os titulas ou Parte . e líVTC (t 82). .-escmvo. de um lado. de aequir. § 28.." $ 9. em uttençiio no escravo a sua qua- lidade de homem. - na posse L. ellas sotrrem mocliflc3ç-ões constantes e quasi sempre profundas cm favol' do homem. Alas. pel'son. e devião necessariamente caber á Parle-Das pessoas (De jure personarum). porquanto teremos occasião de ver que. 2. espíritos fortes. do YaLicano § 71) . E assim veremos que é..3. . erronea a· opiniiio daquelles que.fict'iciamente o homem a objecto de propriedade ele ontro homem. 14 Dig.. eL act. de obligaL.~.0. era forçoso applicar-Ihe nestas relações as leis que rtlgulão as questões de propriedade. e oulros (181). nos delicLos L. pTelendem entre nós applicar. 1. em innumeros casos se fazem excepções ás regras' e leis geraes da propriedade (183) por ÍQconeiliaveis com os direitos ou deveres do ho- mem. (182) V. po~ses. XLI. dejl:lr.Das cousas (de jure rerum). e sim um enLe humano. á es. E' essencial e da maior importancia ir fir- mando estas idéas.[1l'. J. de S§T íntelligente. g.E' digno ainda denotar-se que. como selêem Gaio. aindé! que poucos.° Dig. 46- Imperador Justiniano dividirão as pessoas em l'iv'res e eSC1'avos (summa di visio). assim espoliado d~ sua liberdade. para eifeitos civis.sa n~i~cl'a condição pelo al'biLl'io da lei posiLil'. com os principias de humanidade.-nos legados (in lega tis pemoM servi specLaLur) fI'. rnSi.. e naluraes. em muilos actos se devia ter. lla sna pel'sonaliuadc. I§9. c dCg'I'\ldado. (t81) Com. aqneHas leis lhe não são appli- caveis cm Loda a sua extensão e riKor. 1. tomo eUe não é por natureza e realmente objecto de dominio. com direi Los e deveres.

o esctavo não tinha nem tem (aJnilút (18iS). . copula accidental não era tida em con- sideração.°. com dÍl'eitos até de suecessão. sobretudo e com especialidade nas que se re- ferem ao estado ele livre ou escravo. liquido. § 29.. . art. levado pela extrema bondade do seu coração. em regra. 4.ão eslá toda a difficuldude (184.Pal'is 1P. poís que não admiLtia nos escravos o connuôiwn . e sim {or- nicatío. bem como. e in~onle tavel ele propriedade. .·). (186) União que a lei reconhccia.V. o eScravo fazia parte da familiá do senbor.. porém. . 7. prevalece ::empre a liber· dadc. é menos censuraveI o procedimento do uHi mos. o Direito Romano já havia reconhecido e fir- mado o principio de que . e o patrono era. De la condiLion dos enralls nes hors ulUl'iagc. cm tal materia. e outro direitos. liberto. lIIorillot.. entre e cravos não havia. não se dizia pOl' isso haver contuberniulfl. não e> é menos a daquelles que.0\.. . tomava o seu appellido.a accepção lata. esta concilia.- 1'01' Direito Natural elle a tem.~7- cegamenle e sem criteria ao escravo toda as dis. (1811) Em accepção propria e Lricta. que.). e Sec. posições geraes sobre a propriedade. e entre um e outro se dava obrigação de alimentos. apezar de que. Ler sempre em lembrança que na collisão da liberdade e da propriedade. como entre os Judeo e por tal fórma. apenas coMubemium (186). .. como diJ'emos adiante .Gli. (J8i) D vendo. sem tod avia oíl'ender um direito certo. de outro lado. deixão de applicar as que devem sêl-o. deve-se temperar com a maior equidade passiveI o rigor da leis geraes. ca:-amento. reputado seu aguado.Em todas as questões. resguardando-o tanto quuuto sej a compativel com a garantia e favor á liberdade..

cod. v.l. de redil. (Ic gra(libus xx.° Dig. ii § 3. de redil. tanto o do (l87) Paulo L.o Dig.Paulo L. erciscun~al quàm com. 2 j . . 10 § lS.Qui' enim fer:lL !iberos a pal'clltibus. XXXJIl. 11 comm .° Dig.raulo L. nem pa. 7. 14 § 2. L. Leão. . por via de regra. J. Outras lei. lO. elc riln nuptiar. 7. L.l'cntc CO. aiuda 1'econhecião 'osse parentesco. mantendo indissolllveis os casamento entre escravo e pessoa livre.n~ilia servil (19 I). Mas ui to mesmo a lei abria excepçõe .0 til. Coel. L." Dig. 38. L.arital. dc instruct. (lS!l) ln t. :l viris conjuges separari ? .. § 30.Ulp..x. ou patrio (187).bio. J.. a do L.leod. et instruIU. 41 § 2. (loo) Constantino. 10. COII. 12 § 7. :XII. edicto (J!l2) Con to 100 10'. 3. 2lS. tam famU. (188) Pompon. c o 1'e peitavão mesmo para eífeilos civis. mp. (191.. infelizmente. llclll poder 1J1. 2.í· unIão nlllw'ul ou de facto. edicto X '1. Tl. g.A(I Icges sCI'vilcs cognaLLOl1cS non pcrtincnt. Entre nós. os escravos vi em em uniões illicitas.° XXXII. de legat.ln t. Se H- uertos pretendião casar. J. os maridos da mulheres. . de I'itu nUpLi:ll'. . § 10 tIe nupLii I.L.vur. introdllzio a mais importante re- fárma. L.1. O que foi ampliado a alliança natural acima referida (189). divido III. os irmãos (190). 95 Díg. dc sCl'viJi ognationc III. o parentesco em certos gráos impedia (188). 3ii Dig. lcgal. e mesmo de escravos entre si quando algum viesse a ser liberto ('192). . o sa. as im como em relaçfto a outro aclos em bem da r{(. l' . a fratribus sorores.° Dig. 0 Dig. de se não separarem os filhos dos pais. L. 8.

° tiL. Debita tamen cl consueta servitia non minus debent prollriis dominis exhiberi. V. de conjup-io ervorum. Il'at. mulher. (196) Todavia o senhol' não póde vendir ou àllenal' o e cravo dc modo que elle não (10 a fazcr vida matl'imonial (L. por conseguinte.. neqlle Ilber . .Padl'e B"CIIlOU. em regra. Cani-. a Amphilot[llO. L . -.. 11 § 104 n. com quanto reconheça o c. na fórma gel'al do Direita Canonico L. 'fhomé- Conclitio servituti ignol'ata matrimoniulll impetlit. 16. com C3rdoso e Gabl'iel Pcreira) j restric ão re uHantc do 1U3lrimonio. Em algumas partes.es (-193).Cours de DroiL Canon. Dir. cmpóchemens. não é raro verem-se familias de escravos.49.Sane jlD:l:l vel'bum Apo loli. á lei da natureza ou á devassidão. (193) Como cm conformidade da doutrina ele Chl'i to (\ . ielll in Chri lo Jesu neque liber neqlleser- Vll e ta Sacl'ameutis Ecclcsi:n removendu .o DeC:l'et. pen- samLo ca 31' com pc soa livro. O Direito Civil.. m rido. 4. Abbade André . BasHib. Cano 40.. sobre- tudo ontre os lavradores.. 19) o pl'égou ao nivel' o o Apostolo S.os unum e Lis in CllI'isto Je u. e con- seglúulemente a ua indí olubilidade.. o casam enio é válido (V. A Igreja.i.. quando um livre casa COI\1 cscI'avo ignorando que o é (8. e sim o CITO de estado da pesso:!. 1 ° Dltcret. Epist.A escl'avidão não é por si impedi- mento ao casamento.· 00. Civ. lU. nou autem servitus ip a) . 28). é verdade confessar. 18.. nn1la ratione slLnt propter lioc dissolvenda. 4. humana e ohJ'istã. sancciona e legitima esse matrimonias (194). ante a qual todos são igull.. .0 Cap. U1CS dá (196).0 § 6.1. entregues. perfcilamentejll la.1. Paulo (aeI Gal.-Y. JlIl'id. qua i nenhuns efi'eitos.Alé o se- eulo XII. esclal. 0 tiL. omnes eniO} .J serviço' urbano como os do rUfaI. lliz Dorge Carneiro. 'l . 0 rosol. ita nec servos malri- monia debent nullatcnll prolliberi: ctsi contradiceutibus domi- nis eL invitis coutracla fuerint. (LO~) Ainda que contl'ahidos contl'a vontade dossenhore .. Paris 1859. . Lu- cas IV.0 Cap.Non est servus. S. (195) S. Univ. não as im. filhos. pOL'ém. .'c) . se um escravo casa com escravo. 7. embora por seculos fosse a escravidão impedi- mento dirimente do ca amento (195).. cit. .

Tnst. o quc devc seI' aceito entre nós. dc 3 de . des- lituição do Arcel>i pa o da BallÍa arls. por morte do se- nhor ficavão de (lireito IiITes todos (Const. A modiücações mais importantes. c L.Não ha commuolJão de ben . JI. eit.. fossem direilo renes. sc um do conjufTcs é escravo (Rep.jur.· . {1. só podem dar-se. marido c mulher :Io meci- }'gS nota a limitação 2. especialmenteAlv. . im adquirir todos os direito re. como vimos.p clivo cm sua plenitude (199). já cito nota 1 ao arl. (200) Gaio Com. dc iGde J unIJo de 16!l3.'ovembro de 1716. quanto n c. (1.Se o Iivrc se sujeitava ii servidão. § 3. como teremos ocea- o ião de "Ver.OO) Consto 100 e 101 de LeflO o Sabio. Tal era o principio do Di- reito Romano (200). es effeitos. 8. e a. pCtrct si' tudo pam o senhor. e já o prevenimo acima. de11S6i.98) Todavia já o Drr. cuiq. de 3 de • o~ vembro de 1827. '0 CSCl'aVO n'ldct culqllil'ict. adquil·. Consol. Conlinuão marido. . quando sobrevem alforria voJunlaria ou legal. Rom . Dccr. (J97) V. 9. da Ord. O conjuge liberlo poderia re galar a liberdade da familia (mulher e filho ).° (lc his qui sui vel alicn. Peculio. § 1. . 111). ry. 96. L.).-Pl'opriellade. mulher c filhos a ser propriedade do enhor (198). not. icl domino adquil'iluJ'. Quodcumque per serYum a<lquil'iLUI'. prohibindo separar os seu membros. 0 per quas person. III § 167. V. SCl'~ \'tlS enim nihil suum habcl'c llO!(·st. 31. ART. J. 393 e 30~. da Lei eit.. de 12 deSet. I. Con 01.•'ovo havia procurado con er\'ar unida a família sorvil. II § 87. acompanhando a mulher c filh9S. 3 ao art. nem adquil~c. facto e o sanccione implicitamente pera: receI çuo çla leis da Igreja (197).

33 Dig.Caso.cl. porém. já porque outros são exorbitant. ainda sobre aquell:\ regl':\ "aria oul/'as lei (L. vel cx llouaLiolle. g.es e contrarias a princípios de nossa legislaçã. 33.. ml([llire o cnhor. sivc quill sUpulenllll'.ados a eserayos. reI'. lcgad herança.4. o legado: se deix. vr. 2i a 3t. sem que todavia c hajão admillido lodos os modos de acquisição s nccionados por aquelle direito. h:erellil.-Vobi aequirilllr quo(l servi v. pro empt. de legal. tcm-se 1)01' não e criplo Oll Dullos.eliam invili vobis p I' servos Ycsll'O acquirilur pellc ex omnibu' cau is. adq'lÍria o e. L. de acqui/'. 38) i Caqueray já eit. § eH.~ Dig. pOI'ém. ainda que sem sciencia e consen- timcnto do senhor (20 I).51 - membraçõcs da propriedade.. de ae [ui/'. . Enlre nós tem sido recebida c pra li cada uquella regra. .L. c por- tanlo ioapplicaveis ao nosso estado. J.a pI'. 6.o e direito consuetudinurio (20:2). '. a h rança. eLC. crcdito. vel ex r[llalillel ali' eau à aer[ lir.. . (fui sui vel.)-Y. já porquc alguns süo fundados em subti- l· zas c razões peclll iares do palO Romano.\l1a. IlOe COilll vobi ignol'antibus eL i'lYiLi obvcnit. inslituição particular des e Direilo. vel ex legalo.\nL.. XLI. pag.tlsLl'i nanei ellnLIII'. 4. 2. possc.'UVO para (201) 1nsl. lermos em que tacs lei Romanas não podcm 01' adoptadas como diTcíto ~ubsiuiurio. Dig." Cod. Por excepção. (202) Y. Era fieção propria da J gi lal)â UOIU. nií() o. dom. havia em que o consenti- menlo do cnbor cra nee~s al'io (L.

ainda que sobre parte do palrimonio do propl'io sc- 11hor (205). o potlia fazeI' (L. Ex 110e ila lU tempol'e ill omnem [lostel'ilalclll JmpcratOl'i servi rel'um sual'um l'cverà t10mini unto: ita ane. X. de I galo 1'1. Conlra a regra gcral que l1 'oltibia legado e herança aos escravo . de consentimento expresso ou tacHo do senhor.1\las de eonsentimento do senbol'. que concedeu aos cs- c. iUSlilul-). legaL. direilo que foi no Imperio do Orienle ampliado pOl' lei de Leão o Sabio. de condilion. 23 . de aquil'o vel olJlitl. 2L Dig. o peculio (204). 5 § 3. IS!>. 1. L. L. fI'. Uel'mog. valendo a disp03içã que a 'iHl s fizesse se fo 'se com ~. sive a:-gl'oli mOl'tem imlllinel'e puteJlt. ('r. legado de alimento' (:W3). de hi qUal pro Don script.' Dig. XV lil. ('W7) Ulp.· C 4. hab. neque sor- yilulis llomiue ex l'el'llm quaG. de h:nl'ctl in5lit. 25 Dig.. eOll. usufruir.2 -- i em y ri casos. . (204) Dig. ul sive sani sinl. L. L. 1\1 as. de peclIlio XV. qnod Sel'\'U domini permi ti separalu1l1 :t rationibus dominici habct . era-lhe prohibido dispôr (206). e ganhar. que podia Ilor testamenlo dispôr de metade do pcculio (207). (203) L. L. 3. v.. i. VI. serVlIln peculillm suum }105 e dislrahel'e. h:lJI'edit-j L." CId. til. 37). 3. po 'sedcrlnl dominio cxpeUantlll'.Ulp. VII. Comm. ue l' bus i>uis pro ar1Jill'io l:\LlIcmlí polesLalc nOIl lH'iv ntul'.ec .UI. L.-. . 8.° Dig. 1- (206) Cod. cm regra. de peculio cjus qui Iibel'lal. 11 Dig.la condição (L.· de peculio. XVI. 20. mesmo tacito. uno Cod. e exigia que fos clll liberlo . excepto o escravo publico ou d'õl. 38-plenam i]lSis administTandarum I'erum su:u'um pote ta tem facio. 4. emquanLo e cravo (L. ação. de succes . lí3 Dig. XXXIV." Cod. como incapazes de ad1luirit'em. administrar. Reg.-e outras leis:. 16 til. l'eculio diz-se tudo aquillo que ao escravo eril pel'mitliclo. de :Ilim. 4. (208) Con l. (201í) l'u illa pecunia...XX. L' Dig.ra"o~ do dominio Imperial a faculdade de ui - porem livremente em rida ou por morte ue todo o seu pcculio (208).

amento. . de 1 :>2lom. § 34. . ~. TIra. Se os senhores tolerão que. quc se occupa especial- mente !lo objeclo. dc manulni " á Consto 38 cil. Alguns casos de peculio dos esc. c mellOS a livre dispo 'ição sobretudo por acto de ullima 'Vontade. nenhuma lei garanle no e cravo o pcclIlio. L. SO § ~.li Dig.0.° L . Caetano AI]) I'lo Soares (impl'l:lssa em 1817 c de novo na llcv. O nossos Praxistas referem mesmo como aceitos ou aceilnvei alguns principias a esse respeito. sem (212). • !lo Dig. dos ..\dlog. 1. (210. No entnnto conviria que alguma providencias so tomassem. n.19ã). 00 Dr.. fundado na Ord. que todu'iÍü deve ser re peitada (21 I). onde a loler3ncia chegara á p rmi ão d di tl'iuuirell1 os eSeTayOS coll'e o seu (domostico!) o peculio.0 pag. em "ida ou mesmo cllusà mofli . 1"0 • (211) Como acontecia IIll'C o Romano. 1.o tiL. 92 pI'. do lu l. como sejào de J o é Bonifacio de Andral1a ilva no proj Cl que devel'a scr ub- III Llido á Coustiluinle Bl'a ileira (corre imprcsso de de eutão). nem a successão.l fornece neste Ilssumplo copia preciosa de subsidio ao nosso direilo (200).ar por esse meio as manumissõ's e o estabelecimellto dos que se liberta. sobretudo em ordem a facilit. . ainda quando seja escravo da Nação (210).ravos se achão {20~1 obretudo o til. ~i3- A lcgi 'ltlção Rumal1l. de (j de Juuho de 1SBG (Diario Oflicial n.O que inhibc o escravo ue fazer tesl.) (2l2 E 'la idéa já tem ido apresentada cm alguma m Olorias sobl'c a c cravidão public3das entre nós. me 1110 em fúrma le lamenlarla (GolllO- !'redo á L. que lhe nega o direito de sucees ão. lIstentádo pelo Av. o façào. O 16 de 13 de Ferel'ciro de 18. é um facto. e na llo til. Av. Enlre nós.

0 m. .° se alguma cousa fór doada ou legada ao escravo com clau ula expressa ou tacita de que seja exclusivamente sua. 214) Decr. criado ne ta Côrte (~1 i) Bem como a (2131 Tl'aL 1. e em outros casos analogos. \ Consol. o § 2. para o-Seguro Mutuo de Vidas-. . pelo qual fosse o c cravo obrigado fi dar-lhe um certo jornül. 5. Rocentemente o Governo tem tomado alguma medidas naquelle intuito.° se ao escravo . poupando os eus alimento. se por extranho. - a im compenlliados em o niverso Juridico do Padre Bremeu (213). á emelhança do que di põe o direito acerca dos filhos sujeitos ao plltrio poder mesmo (IUanto ao usufructo.° se ao escravo fõr duda ou legada alguma cousa em aLtenç1io ao prop1'io escravo e não ao senhor.° se o escravo. e não do senhor. de consenti- mento dos senhores.:). 6. a sua impor- tancia pertence ao escravo. Tolera-se todavia em nosso cosLumes que possuão dinheiro e bens movcis. v.1. se manda pagar alguma índemnização por alguma offensa recebida.. quaes são. 7. 0 .° se o senhor expressa ou tacitamente convém em que o escravo adquira para si alguma cousa. que en tende nulla tal clausula. com quanto se deva decidir que pertence ao escravo. lião obstante a opinião contraria. 3. di- vergem. g. o excesso seria do escravo. E' assim que hoje é permitlido aos escravos entrarem. 42 (líz:-O escravos são inhabei para aclquil'il'. n.° o de ujuste com o proprío senhor. lias Leis Bt'a .° se o escravo augmentar o seu peculio ou naturalmente ou industrialmente. se pelo senhor. 03283 lIe 13 de Junho ele 186~ arL 61. cito nota t ao àt't. 4.: 11. õ. os converte em valores ou bens. U! . 2.

que são seu pecu- lio. de 30 de Junho do mesmo anno. o ex- cesso é seu peculio:-e que até vivão em casas que não as elos senhores. dando-lhes porém um certo jornal.z a . com mEús liberdade (216. serviço na fa- Drica de ferro CIe S.o til. ver enlre nós culli varem escravos para i terras nas fa- zendas dos enhores. 70 pr.. no Ar- senal de guerra da Côrle. João de Ipanema em S. sobretudo no campo. (218) Eu tive occa ião de ver em uns autos uma carla de liber- dade_em que uma liberta aliorri. Isto. cujo destino principal é a propria emancipação dos que se fizerem dignos (215). e Av. com os senhores. ndo um en e cravo lhe imp{. porém. (216) A Ord. L. Entre os Romanos. Não é raro.ceiros (217). (21 Wallonjá cit.) § 35. Instr. Ii. arbitrando-se-lhes su- larios. na da polvora na Eslrella (Rio de Janeiro). e com ter- . se dispõz favoravelmente cm diversas Instrucçãe. o prohibia. . de i3 de Junho de 186iS. encontravão-se com f1'e- queneia no peeulio do escravo algun outros es- cravos. sob penas. que erão denominados vicarii para dis- tinguil-os dos ordinarii: o que fazia ainda muito muis complicadas as relações respectivas dos mesmos entre si. nenhuma applicação tem tido no Brasil (2'18. Paulo.) (21lS) Instr. fllzem seus todos os fruetos. de consentimento destes. constituindo-se-lhes assím um peculio. 35 ]'e peito dos escraíos da Nação D.-Mesmo nas cidad s e povoados alguns per- mittem que os seus escravos trabalhem como livres.

dum el'nlS e L. -:)0 - r--' . e soffrem excep- ções e rnodificaçõc . L. ou seu produclO el'ião pcelllio de se e cravo.ti-in per onam ervilcm nulIa C:lfIiL obligalio j. . XXXIV. 17 . de reg. . de liberat.22Dig. nee el'YO pOle L debcl'i.Nemo e' ser- viWlis a Lu po Llib l'laLcm tenClllr. . o escraL'o nem se obl'ign 1.' LIY. . 14 Di~. itll.wn obrign a~ senhor ou terceiros (z I9). quasi Qbrigação de trabalhar para um filIJO da me ma. L. a lei reconheeiu que o escravo onLruhe obriga ões. el ael. jur.)eg.Nec servus qllillquam debere polesl. AUT. 2R 7 Dig. 1'CS- poude pelos actos praticados emquanto CSC1'CLIiO (220.) . es e. au SCI'VU pro suo facLO IY.. e para o tractos c contractos de Lodas a espeeies. . Era. . 11m' Direito Civil. o qll é mai ingul:lI'. . pl'oficcrc Iil.-Ex contracLibns :lutem cil'ililel' quid m non obliganLur. L.. 7. 3. mesmo depois de lib'erlo. ('220) L. AlI'. Obl'i!J{lfÜCS.qlle.Quoa qui. de pecuJ. 41 DiiT.c oulrns 0<1. Mas estes principias soffriiíó. jUl'.L. 'S 3-.. dc reg. 146 nig. Y. . 'egit. assim como adquire direitos por virtude de contractos.apaze para o commercio.V. lYeln. ed n:lW:' raliler obligantur el obliganlj . De orte que..U. 2. de 16 de Janeiro de 1773 . que ainda jazia em e crayidão de seu patrono. § 3G. e é ti regra.Paulo. accecl ndo o euhor. erviço. QunnLo ao direiLo Natural. o liberlo el'yil'iu ou Lrabalharia para o c crayo! (21!l) rll).JCI'O 'faclo non poLesl.. L. p:lJ'a a agricultura.L. de oblig.L.

. Sayign)'. 21). pOI' PellaL. d 1 g.0- lULion XLVI. XTI. por "ia d regra.O senhor.o de La La ecção. G. de !leClllio XV. L. podia fa- zer valer os eus direitos. regulando-se as divi- das entre senhor e e cravo na (ónna ordinaria. Obligalion. . 17 Dig. Dl'oíL d s obligaLions. c.. de rcg. 1. 3. 11 Dig.. C qlla~i lelí ·tos (. quér a seu favor.~Ia hclal'o.Ex ali. enhor. c]·licto. de cond. (222) L. enhor a acção Út (actwn ('226). XLIV.L. obligati rcmanelll. ..V. 32 nj"" de . (2'23) Pompon. jlll'..' Coil. uma l-i de Alexan Ire S vera c1'líà ao . cluér contra clle (222). Porém negava. d oblig. ou geral (223). de nt\goL.L. o escravo era can- o iderado como pessoa livre.- ~em mesmo com o enltor .. (221) L. L. embora a obrigação fo se natural (224). CL acL. à ei\'ili compnLaodum c l. 4~ ~ 2.° Dig. egundo o Direito Pretoria. -llt'I'ogaloloja da L.. Dl'oiL fiom. c:'( dclieti. oJ'lleL de fal is. Dl'oit privé dcs Romams. que n ot'gava. rit. 'i. 13l)i"'. -l\lill'e 01. et. indeb. (224) Ip. Em alguns casos toda via. nllLul' II .11. obligantllr.'-l'aLuraliLer eLiam scrvus obligalul'. gesto. cL 3 t.I.. (22G) L. quando liberto. ím: 4. adiante 3rt. (225) Idem. me mo pura com o . 3.. c se a obrigação era contrahida para obter a alforria. valer pelo etreitos civis. L. CtCfcio p' ra os ['tWl' yuler peso onlmante. do oblig.eum ervo olllla 3CLio est. si manumilanllllo.. H Dig.° cm relaçilo ao peclllio.ex eontl'aeliblls .1·I'vns 1\'. Ainda mui . . . igualmente. po- dia pela obrigação natural contrnhida pelo es- cravo fazer valer indirectamente contra o mesmo. i to c mouill- ·un. 30 . di '00tn1 tos.. 107 Dig. os seus efi'eito (22:'). a Dig.-V. liberto podia fazêl-o. naturalitcl' oblig:mtur ct oblig:ml. 7 .

por excepção o podia fazer extNfrordinem para ooter sua manumissão. 2. como de preposto ii nave- gação. 8' .1. 2. 10. LL.ÍY.' que. 1 .-Dc peculio tenus. IV.2. (232) Acção de pcculio. L. Inst.' que. 5.. em relD~uo ao peculio.' Ainda. fo se o senhor obrigado pela to- talidade. o senhor fos e obrigado dentro cl a forças tlo mesmo (232)." rlue ainda nessa relações (221) lIIàrciano. \'230) Acções quod jussu. Liv. de fidcicom. que o fo e igual- . IV. 25. Corno XLVIIT. XV.8 ([uod cum eo qui iII a1ienâ pote lale IV. V. comprehendendo-se nesta disposição os mandatos especiaes. L. ajustada. dispondo o seguinte: 1. a Dig. 53 Dig. COll- lrahia obrigação natural (2. (231) Acça:o de in I'cm vel'so." Dig. ao commercio (230). 2~. . ou intra vil'l'. (228) Bermog.0 ql10d cum eo. quando o escravo obrasse em qualidade de manclala1'ío do senhor. cra a regra que o senhor não era re PQl1sa vcl pelos con traclos ou quasi-contr~tos do escravo. !~. ~3 1. 4i Dig. § 4. IV. Mas o Direito Pre- toria. ou por oulros modos commcttida ao senhor ou por e te prom ttida (':~z8)... 2.Juizo (227). liberLa. convencionada. Dig. 7.PomI 011. mente. L. 3.° Na relaçõc com ter eira. quando do aclo do escravo vie e pro- veito ao senhor (231). Dig. 1.°. XIV. 4-. L. (229) V. modificou i to. Cod. uepeculio f. DU mesmo como gestor mas approvado ou rali- ficado o acto." Dig. J. porém. e mais tarde o Direito Civil. XL. -Gaio Com. 9). c te. 'illsliloria. pcculii. 7. nus relações com o senhor.Liv. ue in)' m vel'SO XV.. ." e 3. 7. embora o escravo o não pudesse demandar cm . e 3. 1.Nullo modo crvi eum domini suis eonsisLcrc possunL. de Leg. 71. de Judie. e cSCl'ipL01"S supracitados. L. ([uodjussu XV. 3. 3. cxcrcitol'ia. lnsL J.Ip.

~e dé~se üc~ão ntre o credores e o cnbor pura eu pagamento (233). e acoutar os fuO'ido .1. .Dig.\YO quünto ao pc- culio. 14 Dig.-Dig. V. 'ntl'c terceiro'. 7. LiLIY LiL." I'alle. J. COtt.1.UlLe ecç. L." (233) Como di semo anlcriorOl nle." Parle. no ca o cm que fo se e te empregado no commercio. til. 2. já p ra fazer valer os seus direitos do- minicae (~3. já por corrompeI-o (237). 3.. de oblig:lL. e a im muHas de sa regra' do (233) Aeção triblllo)·ül. XI Lit.. .' an en'u pro suo facto POS! manwni sionem lcuealuI' IY. . III t. • 3 e5 qllOll CUOl co IV. 0 de la 1" I. (2\O) D·no~:tlibll-a·lilllliIJLI-. Lil'. Li\". 3 . enhor..' de La 1. XIV. o senhor fi ava todavia snj ito fi palTar o damno (2W). .. ~ • qu contra o terceiro podia o senhor intentar diver"u.J.'L' lil. '23'1) V.' arL . t".Dig. r.. 3. . (238)' G.° 4. (237) De serro cOrrulllo. já pela acqui ições provenienLe' do e cravo como in trumenlo della c pelo I f\lctos e obrigaçãe que contrahis c obl'igando-o (235). . o que nos delictos do escravo contra terceiros. III~l.\quiJia. Cap. IV Li!. 2. 0 . 2.:I LiL. IX tiL. lu (. já por delicto contra os en e cravo (23G).-V. 2. 2..• (23. 0 . 14.nlllita de tusreluçõc'aindu:colJ er- vão de faclo. (236) Lex .0 (238) De fugiLil'i '."." desla. et aeL.-Dig.9) L. adi. acçõe .1. 2. e e~cri. L . embora fosse eUe obrigado nal~li'al­ mente e esta obrigaçüo o acompanha se mesmo depois de liberto (23D).Dig-. Entre nó . Cap.~). Lir. Cap. Lil'.Y.:lI'le. J .'.'1.

feitores.RT. 2.-<4. -'. 7. altenta a constituição "ela escravidão no nosso paiz. e as l'estricçõcs LJUC os nossos costumes. vr. assim como de suas sub- tilezas. entre nós. ::l. em taes casos. aquella dis- posições poderão ser applicaveis. são as flUO sc referem ao estaAo de livre ou escl'avo. L.scin- dindo pOl'~m sempre do que eru instiLuição pe- euliar daquellc povo. allegar defeza pelo réo auseu te (.-l'estcJnunha1'.·2). maior do 25 anilaS.Jt:úo.' l':.-A lei pcrmiLLia que pudesse o es- cravo. o mesmo se não pôde dizer." til. ver escravos· encarregados pelos senhores de exercerem actos pelos mesmos.0 . tem introduzido. De moela que. \'2\fj V.-Esta'l' cm Jll'Í::o. CaJ!.no - Direito [tomemo Lom Loda i. administradores. Em materia criminal. Não é pouco frequente. e semelhan- tes. e organização social quanto ao elemenLo servil. pre. As questões mais frequentes. 'rodavia.• ~ 3. Será raro o caso em que alguma questão se mova em Juizo a tal respeito. § 39.1 nppliu. por excm- .° de&la 1. Ã. já' o dissemos em outro lugar (3H). quanto a outros facLos.ll'lc. ~11!2J Onl. pIo. e àas quacs nos oeenparemos em lugar opporLuno. A materia tão complicada e inLrincada do peculios dos escravos não nos atormenta. como seus prepostos.

dcjudic. 2. e eoullrUla as de isões dc . de aecusat. O escra.YO extra-ordinem.9). d ('aI. Severo. 20. 2. IJ..~ullo mouo er\'i CUIU domini suis consi tere po unL.Como aULol'. igualmente.tnha (24.. de judie.vo não podia ser test(J11t'l. ad Leg. Em materia civil.E La Lei ('a1Ja csp eial- mcnte do L'SL. L.) • (2'14) Marciano L. de rcg. 1. L. e ene pediu ser vendido bonis eonditionibus (246). a e 11.0 se eru tido garalmente por livre.Dig. 3'2 Dig.). Como réo. juro L.° Di"'. L. ao eSCi'al}O o di1'eito de figurar em Jui- =0. nem as. 61 - § 40.-Os Juizes vinhão em auxi- lio do e5CrD.\lllCulO. (2'18) LL. AlIlouiuo. 43). 44 R 1. cornel. .. 10 . 0 desta 1. .Cum CI'\"O nulla aeLio est. eL inseri pL. supra Cap. quér em relação ao senhor.° de testam. 2. dc leg. .Cod. (~11) L.iJU (L. 47) Caquel'ay já eit.° Cod. Y. t246) V. IV. cm alguns ca os lhe era isto permll- tido. eH.0 e nota 14. o senhor o seyiciava.. reg. L. 8..· Cod. 7. § 7. 107 Di~. Todavia. Ex- cepto: 1. de testiIJ..· Cod.. mesmo contra o senhor (2. jlU'. Consto 49 de L :lo o abio..stctl'e in jU1'e veZ in j'udicio ( . de fal i .gundo a expressão dos JurisconsulLos (247). o quando a verdade (243) Gaio L. .8). quando. 6. driauo. ó com autoriuade elo senllol' (L.. o Direito Romano negava. se. 113 Dig. quér em re- lação a terceiros (245).· Parte' 2. de judie. (2"O) fnst. Corne). 17 . . J.H). e sobretudo quando trata se de sua liber- dade. cm ragra. a Dig. 6. o acto nüo cra nullo (24. 7.

Aquella Ord.· § 4. (250) L.Ord. são applicaveis enlre nós.° v. v. .° nas causas e piriluaes. L. 0 nas coneernentes Ú sua liberdade. o que dis élllos 'u11ra Cap. 85 pr. 6~- se não podia descobrir paI' outro modo (930). 81) coosigna a de ser informante. L.0 tit. de cobrir a \'el:{[adl~ lV.. 56 § 3. v. Ul'as. Os mesmos principias. a Di~.· como informante (253). Crim. 3. 2.· se é havido geralmenle por homem livre. trat. 8iS PI'. 4. 1. 0 § G Cod.17. ° se a verdade se não póde pI'ovar de outro modo. era tido lJor livre. Souza l'into proc. salvo nos casos por Direito especialmente determinados. abstrac~ão feila do que era peculiar aos Romanos.· 6 . 7. § IÍ\) n. § 41. nos casos em que era permittido (25 I). 3. O cscran) não póde ser teste- munha. L. §§ 78 e !l2.-Igualmente não póde ser teslemunha. (21)1) Y. civ. reconhece que !Ia excepções.O 10. O Cad. Pereira c Souza. 8.13.° nas. civ. 7. nem será perguntado geralmente em feito algum.° tiL.° (252) "' . 2. de testib. nota '1Ti. A do L. de repudii Y. . que forem de evidenle interesse publico (2D2). - Padrc Bremell. Jurid. 2. proe. 3. ex- cepto: 1.· til. (21)3) Ord.-O escravo não póde estar em Juizo. 4. Pereira c ouza cit. nem o eseravo. E o Praxistas o eosioão. art.· tiL. exce- pto: 1. . sobre ma- trimonio.1'\. eOll5igna expressamente o ca o de ser reputado !iV/'e o escravo para não annullar o acto. § 42 n. Univ. assim como quc é admissivel o testemunho do e cravo quando não !ta Outl'O lll'Jdo de '(. 12.\. g.. pois pr/o erro commwn em que todos com etlc estavão. 3.• ~ (J resol. do Proc. o quando submettido á torlura.

(230) Omnesliberi naseerentur. Insto J. § 4. de reg. de staLulib. . juro L.U1p. Ulp.:I7. e as proprias leis pronunciárão sempre e rccommclldurão lodo o favor c equidade a maior passiveI na applicação do Direito. Parliml0 da idéa capilal de que o escravo é lambem um homem.. de reg. 9 § 2 Dig. § 2. uefinindo ser contra a natuTeza (254). A bem da liberdade muitas cousas se deter- rninão contra o rigor do Direito (258). L. lS.-Favor á liberdade. uma pessoa. . lnst.1- (256) Libertas peeuni:\ lui non potest..- ornnes ::cquales sunt. Paulo L. vi to como por Direito _alural todos nascem livres. ha mais digno de favor do que a liber- dade (257).-Aponlaremos alguns.Paulo L. nec reparal'i (emi) pote t. Nada. 1. G3- AnT. Tn I.° ele donat. L. L. delibertin. (2õi) Libel·tas omnibus rcbus favorabilior est . axiomalicos se póde dizer. (2. (258) MuHa contra juris rigorem pro liberLate snut con LiLllla . F1orent.L. 4 § 1.° de jur. . em favor da liberdade.infinita ::cstimatio esL Iiber- tati . Começárão elles mesmos por desconhecer a lcgiti1nidade da escra- vidão. 2q § 10 Di:.0 Dig. 110m. jur. 176 eod. j .Dig. embora rompessem as regras geraes do Direito. que se não póde comprar. os JurisconsulLos Romanos.. pr. 122 Dig. person.Gaio L. todos são ig1baes (235). I.'>i) Contra naturam. E coherenlemente estabelecêrão principios. A liberdade é cousa sem preço. islo é. \'fIo-RegTas de intcrprc[açào. stat. .. de Hrlci '. liberlat. J. nem avaliar em dinheiro (256). de justo etjur.libertas in::cstimabili res e t . § 42. 106 Dig. 4.

(2GO) Quotic llubia intcl'pl' LaLio Iib rlali cst. Em igualdade de valo.e a fuvor da IiI erdade (260). Poll)icl'. pro \ibm'late IH'ollunliandll1ll esse constituLum ' L-L.0 (260) Fa\'ol' libcrLatis L IIL majores judiees hab re debeaL - L.e julgar a farol' da liberdade (263). pro liberta te prODU tiari ju um . favendum CSL IiberlaLi . (263) Lcge Junia-Pelrooi:i. V. (2. Pand.L. :. ~ tant seotenti:n. 8. juro (26l) [o ob eur:i volunlate••. prevalece e ta (266).cg.l>.° Dig. Pothier. Sempre que u intcrprelaç. ciL. Dig.sciant l'OIUIIlOdo pe nniario pl':l""'~l'endlll1l c..}). 20 dere". ati T. 32 ~ fino Dig-. as questõe de liberdade deve ser pr ferido o e cripta mais fUíoraíel a ella. devc. . causo lU. te lalU. ceUndilOl Ií- bCl'laLem r pondcntlum cl'it. § 1.Paul. se lib l'Lali~ callsam. IV.n50 s ja o mai moderno (26').° de eo eui Iibcl'tat. de manum. '0 que fOr obscuro e deye favorecer a liber- dade (261). 17!J Dig. eod.5..)9) Fayor IibcrlaLis s:npc bcnigniorcs cnLcoLias xprimit - L.(2) ln Iiberlatibus lcyi sima eriptul'a spcelantla est .o é duvidosa. de maumi. L. i dis onantes parc judicum r:i. de reccpl. Não páde a liberdade er julgada por arbitro. d ve c1ecic1ir. 64·- favor da liberdade muilas veze :prim a idéu ma. . _j Dig. quando a lestemunhas forem contrarias e favoruveis cm numero igual (~6. No conflicto de um interesse pecuniario c du liberdade. Pand. Falcid. 32 ~ 7. (259). (264) Scd eL i Lestes. § 1. quando me mo ..i benigna.L. nou dispal'i J1IlmerO. (266) InsL ••J. L.POIUI)On. Do mesmo modo.V. 12 . e sim por Juizes de maior categoria (26t». (:1111 pro IibCI'lalc quilm eootra lilierlaLem dixcl'inl.

l a [. O qll fica r f riLI0 clú ilIéa .çüo de um cscravo ~It)uro ptl. forfcs e dI} iI!/tio}' f'ollsiderarao as I'a- . L. e em thcse reconhece que-nwitas 'ousas selo constituídas em {aval' da libeJ'cladc contra as ngtas gemes d~ Direito (269). na. Reconhece igualmente. cm principio. 61 a II m da Iibcrdallc mantém a fiança prcstada por mulh 1'.(ue 126i) cm I pro lillcrl. pcla lIlCSOla r cchill () que lambem era consignado no Dir. 2'1 Dig. ll)li ü o 1'ilYI i' ú libcrdad'.' JG80.:üos quc /tlb fi (111.l' no exten o Corpo d Direilo no- mano. m Ibor o espirito que prc . que a e~ crariLlão é contml'ia á 1'i natul'al (. . .lalllcmfln[p J' 'colllllleuduLlu. 4. 11 § 4.' til. 'lHe cOllfra a II(cl/ll'eza . Vellci:l1lo. illi:faeloria.linian.O arl. .IuOuencc uu Chi liani 'me .' que ]Ioli'ln {rLJc/' jldo o rnJlfil'ciro (271):.itlio á' rcfUl'IlHl:'. (269) Ord. mal.ra trocar lJor um Christilo cap- tiro ClU poder L10s Inlleis. contra a regra. 4. L.111' le DI'oit Civil dcs Romains j 'YalJon.Que sao ma.0 dc Abril Íf..lIpropriD. (2(13) Troplollg . de I'cscla\'a"~ dall l'antiquilé Ch:l- lcaubrialld.~íJ) L. C. Ui . . Genie du Christiallismc. geral tio . que cria enfadonho e tal' n compilar. Ainda oulra deei õc' • e nconlrão .A OI'cI. brcllluo de Jn. 'i.\ L 'j ílulorilil\'it mc '1110 a II '.01' ela lib Tdatle do que a.ln- A junl n(~i. Rom.L. L. quaes o\lbe gl"lntlc parle e gl ria ao Chri 'liani ~mu (tG J• .1vor LIa lilpnlüdc lo irr ro- gareI (267). (270) Ord. do 1. capliIJeiro. uc doI.1'.' . .2/0):.0 til. 12. paIllada e appIicüd.\us 'H' II'j 11ilO cUIl. d' ue I mpn: an ligo:. .Jl uiCL:llllcutcntiam I' ctractari nOll opporl t .

1 a~{íe::l a l'e.)" Sl:r:c. tí2. o.{('{llibenlculc.-Di}"rilo. porque (6 seu {ctcor está a prcswnpf{io plellissima de Direito (273) : .a.l'lo. l' gl'u' gera .:.~ cdi\'ilO nola a.tc: ({ lJrow incullLbe aos qlw requerem COJ/l/.Que nas que Wc de liberdade 11âo ha alçada. •' (271)) lJOUúll. (0-") _ /.\l"Ídãu a scnlcn:.. I[ue rul pfofundam~n-ic m \iüc..wn' c potestas 1':iO c :io as fontes do dircito (1"0 cnhor. l"cconhe 'ia a ':\j'lencia Ú' 11111 c5Lado d' c cf:ll"idáo em nhor -: wrll. u- .I.t!IO.o!JrNII ~(l pl'l:~ It'~i.'. GG- (t libCl'Llutle 6 l1' Dit'eilO JYllumll (2. de ((j de Jalleiro ttc 17:.I'T1'\'O.O Dir. porélll. da propriedacl .lulho UI. L. (:!. AHT."I"iiES LIIIHS SOBRE I:SL:Il. . da Lei Bras.~ sind (lamil/o .~Em tüdos os paize' a' ~fl1: tem sido.>o :"1. rcgula a alçada..1 r..m . 2. Rum. IJ(Jr i s que o escraro "rcvulatlo tousa. (:273) AlI'.feilo ao domínio (dominiu. ~ por fleçJo da lei sulJordinütlo ús. nào l ii yalor (1110 inhibl\ de interpor lodo. RomanO'.'. EIll(luanlo h€JmwL ou l)c: 'oa (ac- f' 'pçiio laLa). DOlllill/r·((('S.dclldeJuullodc171iti§!l. .. ·it.Se ("(ir..QI'F. C:l fal"ol' da Iióel'lbde. onsul.'. ta:) com 'lItt respc ti\'u con ClJU n ji1s. l."crClllO . del0d')[ul'I. de1ü82.· 12-7'li Ali'.'ção de JU5- UO·:. contra a ('_"c~. Outra.\1érn tTo ub idio.i:!) :-Ql.\11'.. e Ilil-se I"alor í \. E o Itoliano' 1\OS fl rnuccm uma abundante.o ar!. porélll.~pcil)l (27ü}.:"1 ..' jG09. qucr dizer. (:rial Como . é ujeilo ao poder do mesmo (po- t . de 3~ (Ic . rrcl1l'SOS a s 'U favor (2n).lll) ue cu scuhor. ain(ln se 1\('111 rm Yiuias Ir'is dcci- - lll'. do Dir.fonte uc u'lermi- .

vc li!'.. quanlo . . llrobibido alJu ai' lias forl:as. (280) Intel' servos uuHa dilfcrcotia. § Ui.. i III 11101\\C (21'0). useitada pela Pro\'. s(. 0 tiL. corre-lhe a olJl'igaçií~ ue ali- llll'nlül'. homo (28 L) ln lllinistel'iis eorum mulliplex .o til. cli. grande em e é a su' vüricLiull' (~S I). de 20 de . .lo c lcs Pl'ill- "jllio .. e não cuidava deli e por cufcrulO. n.ilos.lCira que wai:i lhe 'ollvenl1a (~J7 . Dig. incolllpalin. eselavage j \Valloo jà cit.iudo servi': s exce '- hos. .O de jur~ pcrsou.:ão. C o ..2... .V.0 dc Dez~mbro de 1698. do 1.ão da llriu. (27(l) As leis cil'i e Cl'illlioaes assim di poem. (37- o 'cllllOr t'll1 direito de üuferir du 'crü\'o loJo o pruveitu 1>0' iycl. ma' aiuda o quc cm ' a na ces cm. L. l~nhor n gal'a. ROUL. J\ão pótl " touaviu.llllo ao.-A Ol'd. do r'~ado.'e por aban- donado. o senhor "irrir do c 'Cl'llVO aclo rilllÍnoso" illi(. 1. 3 j-Mal'l:iauo L. iI'a illlUit.-110j fica iSlO â eOllsciencia.E p l' Du'. Code de I'llumauité por Félice v. nã c Lleycudu jõlllwis c 'quec l' de que TI lIe ha 11m Clll 1111- mano cn).· ill fine. i 'lo l\ ':\1"11' o' cu' 'ervi<. como foi explicado na C.a pI'. da idade do elO do e 'cravo. oh 11CIla everas j exceplo COlltra vonlade dos cscravo . Ma. eh'. (l9. :s.•'cm o teUJol' revCl'cucial rio escravo para o senhur o iscnla dc culpa. di 'PCll :io de coyol villlcn lO.Inst. ''1. LiulIa.'1 sua 'OlH1i~ÚO. e o c cl':n'o ficaI-a Iirrc. J. obrigava me 1110 o eobol' a fazer baptizar não ó os c cravo vindos dc Guiué e da Co la d Arrica." § a. L. Mello Freire Dir.:lIa aiuda :I(lui .S. qUi.l'yic:o'. cm 'Cl'lo ta o .cral.(idcm)..77' E' cOl'ollario ncce ":lrio da pr jlriclladc COll51ituida ob!' o c cra\'o. esel:lve. § :S. Enlre o cravos.i' clC.:ão. em I.alimculo ao c Ta\'o por inca[Jal dc scn'iço.. I.'li E' lambcm i lo de inluit. } lU compen 'u<. . curür do escravo. de stat. lIfiu ln difrcrcn(:ü(280).:o' grullliLalllen le p lo modo e Ultll..\bril de 171\1.

de la CiviJisatioll cn fl'anec et cu Eul'opc..t ue U ll':lllsfol'Ulation en sel'vitudc de glcbe- Paris-18GO. alienaI-o. impor nos contracto ou no acto de u](ima vontade.)1.wlo. Ante a lei estão to<1o. Ma islo nüo quer dizer que. aqllelle prin- cipio geral deí'e ser recehi lo como lhe o.m :lU moI' o-. GuizOl. s n.tCtsi-e8cl·avos.vi. quc 11 -llo' tcm. q'. novo alentou o colo/l. legal-o . ofl'udo. O Dir.cm pé ele i""ualdatlc cmquanl e cra-. os I'edemJlti. (28~) SCI'VOlwn loco. P6cle. ad:licti. (28 i) v. lrün 'ição pura a emancipação lo o cravos (283): o Dircilo [eudal a servidão dct gleba. desde a liberdade pleua al6 e e extremo de sua negação. o::. !tom. IIi t.)). to III . l)re. dcsenvol\'imcuto áo trabalho de Saviguy sobre o ootonado llomano. ta digre fio que para nós não tem intel'es e immed into. tituil-o cm pe- nhor ou hypotheca. (281)) :\lélJo eil. igualmente. as im COlll0 aceilal'.os (:2 . 3. de. Lu t ij1i. nüo possão haver modiflcuc. Ilom. ycnuel-us daI-o . de - rnembrar da nua propriedade o li. nb olutamünle fallando.De 1 abolitioo de l'e elaya:. os nC.·. cindindo. exerCer ernfim todos os chreilos legilimos de verdadeiro dono ou proprielario (:i!86). a lição no tom. (. T:lC Cl'ào os illdil'il1uo in m~ncipio.óe:-. O proprio Dir.. (283) V. 12 6 a\.\I\'t.ifí. Y3noski .'. 1S. -SObJ'éLUdo a 7. póde o 6uhor alugaI-os.cou. emprestai-o'. Pelo direilo de propl'icuadc. Rom. antigo o reconhecia (28'2). dispàr dos seu servj~:o . por ~1l1.. .e ancit.).jlrli~ ~ir. os servos (HlsCl'ipticios (z8S.

'J Gomo já t 'mos I'isl . 3.e 'cravo .-. ciL.-:'Ias províncias é I' Ilda provincial (V.\ 'c:ripluru 1'6ue cr la- \23'. ..").e contiUn:ll'clllo~:I ver. e Av.. (2~0) !leg.E é ujeila [lO 50ilo 1)L'oporcionnl (290). :\I·l.O 16ü\l de 7 de 'ovcmlJro de i8ii6 ârl. além da rc"alid:lção. o da~iio Úl saIu/um. que faculta escl'jpto p:lrliculal'. e que ainda l'cge as venda não excedente' a 200. li.:. !leg.\ .O 1140 de 21 de SetelllbI'1l de 18liO ar't. é E tal. 1 ar!..°.o.O 2699 de 28 de ~ovelillJro de 18liO. Como proprieduuc 1úue o c 'C1'L\\'O 01' objecto ue scguro (288). cito uc 1860 art . De tl'S cguros l:Ic c cravo temos xcmplo cutrc uú~. 686 só rcl'crc ás pé soas IÍI'!'c' (~ 2. G9- todu a comliçócs e elau \lIas '\(1I11i8 'i. ahi deverá ser paljo o imposto. meno quanto ao imposto c mui la. D. fiég'. 220 de 18 :\laio (le 186J).)\). 12 7. 'cncia1mcntc feita por e - cl'ipt1ll'tl pllblicLl. Dccr.i8. V.. No no o Dircito üetu:t!. . n.. salva as exce[ll/i'ics cle Di- reito ospecÍL\cs U llropriednJ .. 12 § 7.-QuanlO á legi'- lação :lntel'ior.O 1140 de 27 de Setembro de 1860 ar\.°. e no iI:Upo 'lo (291 ). 2S8j A pI'ohibiç:io do cgUI'O ue \·id. e recolhido como geral ou prolillcial . dilo Manual). <\. 1Ila5 onde se fizer a e eriptura.0) (289) L. i·tia de 5 de Ago lO u' um art.. § . em que todavia as Com· p:lnhias h:ljão tomado a si :I rcsponsabilidade f{u:llIdo o Callcci- menta do c cravo proviel' d' cvidas LIa scuhol't:' (V.'1.. de 1860) . COIl1. a rcullü ue 'cravo.\1':.Sob peDas.reis fllHlnlo aos bens cm geral. ~Ial1ual do l'roeu rador dos Feitos. li. por pl'C~O cxc:edcutc a :200$000. (lar mim (ulJlicado em i8. pena de nullidude do contracto (2S0 ). lro ·a. 2l\l de 17 de Maio. de 3 de Junho de 1809 foi sulJ tituida p~ll':Io 2\funicipio neutro pelo imposto dc 40H por cabeça (L. (291) A meia siza do Alv.°.(287).i. .~. c1C1'O ser e. de 26 de Dezembro de 18liO. Em to(lo o II\l(lcrio (Cir'.. de que tral:l COI!.° tio Re. o lleg..

pela falta de lJagamcllto. e devidamente regi ·trH- da (. art.° ~ 12. foi inui tiudumcnle pel'miLlido (203 ).). lI:! multa. 8. de 11 de Setembro de 1865. art. eit.10 do Civel. eit. 0 .. e só 'oojunctalllenLe com tu os immo\"eis eomo uccC' ol'ios destes.· ! 2.13~.205 • . 3. 2%) L.i) L. ~.eit. 'e soure escravos. Deer. . 1\ g.:ão (2\)3). A. n.".142 § 4." 6.°) (~92) L. (293) Lei eil. art. 7.° ~ 6.\v. art. Reg.237 de 24 d S·t llJll1'o do 186'1 3rt. 11.° nego. do mesmo modo que o animnes (2U4).:·a II c c 'cru \"u. cito art. art.o. 6. .9:» L.O 216 lIe 18(j2).0 §§ 2. cnciulmenlc por eS~l'iptul'a pulJlica. O penhor. cit. ue 10 a 301101' cento (L.!. ou pelo Escrinl0 do Juizo ue faz (20~ I independenle de di 'Ll'iblli<. 1. I urt. dt. íÜ- Hildãindi liuclumente porTubdliih.°) j mas depelluente ue acção (CoITêa T '1lcs..°. :. o-O (illtos das cscr:l I'a . art. de eOlll.0 2. falla UO pagamento éla íza impol'- tava e importa lIulliuaue (Ileg. lIypuLlu.9:> aI.O 3~a3 de 26 de . al't. cil. nego n. 11 § 3.\lll'i1l1e 1865 art. 116 ~ 3. 4. o ~ I. arts. 110 ~ 2. ci!o ano 'r. 9. li lJ 'poLheca deve er feiLa e. ° 1. 6.° j Reg.o. n. 2. ao contrurio que o COll. eit. art.' l1ÜU pôde hoj e 1'e- cahir senão subre os que perLencerem n esLalJc- (ecimentos agri~o(a l'om tanto que ~cjüo c pe- I cificados no contracLo. quando mercantil.° n.° cll.° 1H9 Ue 21 de Setembro de 1861 art. 8. Acc. :trl. . por E'cri". 273 havia prollibido que sé GonsLiLui. . 2838 de 12 (te Outubro de 1861 j . que sobrevierem. lIota :1." pr. j Ar. (29.296). aeolnpanhão a sorto das lI1àis (como as erias dos anil1laes!) j a h)'potlIee:l os eomprchellde (L. o.

19."o ou \I fl'llelo. Circo n.. compu La. 6. 92 de 23 de Fe".igillo por Direito (298). de 186lS). D.:. 62.tau. ii - () P '111101' (10 . 'Ll 1'C p.. ~. cil.° ~ 6. IS.99)' e a in inua~ão ao impo:to 1'0. qtL }) I'Lcn('C'. 't. '3 o) T•. suj iLa á Laxa 1'e - 11' lira.°. tle Hi de elt:l1Iuro de 18H.. par . . 2713 de 2G de Dez mbro tlC1800. arg. a 1 gl1do. t: m.lilali..cm a . Y.n..c obre o tolal d 10 :Io1nO ( ". de mOrto cau • dOD. por "m . Yilalicio. (:102J ne 01. nem necessidade de eSel'i!IIUra publica (V.tülJP1c í- 1111~nlo: íF'rit. c1uro cOlBLnL' ele e cril1to r0111 rilll'ü Lc:. 13(3) Reg.. o escravo é Iiuerlatlo. 168 de 1850 rau.\11'.98 Ol'll. .l'al1or {lo Feitos já il.:iio. dc 10 Ile Outubro de 180:. 2íj:J. A. :llvas as ex eIJ 'õ' . L. 1:. não 11:1 direito a eobl'ar. 2708 de lo de nczclIll}l'Q lln ISGO :11'1. embora. 11UJI'Ii.Lell1unun: (aO I). fundado na J" 4.inuada. n. O tit.os. til. arL. ~[anual do I'rocl. ulre". 11. C' (rrtll. CIl1und se y ri ficar pela morte do doador (30·:))... (. tiro impo Lo (302). 119 de 18\7.". fila" p I' c'cripll1l'tl publica e in:.. no Ct\'O Clll fJ.". ~ll'e logo o rlominio.Y.illlll1l. 0. . . \30J) Correa Tcllcs. de 27 de Aj)l'il Ile 1863. >: :.. ne". 11e i 'Lo" x.'C' .o!ils. ~lü é i:cnla de in- . I ' válida.v. § <'13. (2W 1\ g.. '" 10:1I'ilo illlu rirog.' Cod. Munu:ll cil.°. ueyc ser lrau-icri pto ou regi 'Lrarlo ' :. nem in i- nuação. al'L...e a doação é do eni o do e I'a. .Ie Ui!' iI • .). L. d 'VC . ~Iannál do Tabelliiio ! 171. S frlr ('((II~cl. COIl1 e c encal'go de senii.\ clawllla ('o/l.. pedira 130 ). E' IljciLa a sello proporei llal (. ou e o (29. ~H3 de 30 de :'io"embl'O de J8H art 2i. Equi- pnl'tl(h\. D. IIOl'éOl. do Av.0..

Consol. adjccta á alforria. de ii) de Dezembro de 1860 (sobre a taxa 01\ lIecima). de 27 do Abril de 18ô3). penho- rado. Dig.-A obrigação de scn'ir. (30ií) S~l\'igny. de 26 de Dezembro de 1860). Corno propriedade é aillda o e cn1YO sujeito a . Souza Pinto. n. e n:io sujeita ao imposto (. 1G2.0 tiL 86. Drag. art. L. Doir.o sernol'eutes (Ol'd. Ma- nual do })roc. r. fundado nas L. embargado ou alTo'luuo. arremutado. Port. l3úi} 51.s 31'rcmata{:ões C adjutlicaçõc& ão sujeitas ao impogto respectivo ou meia siZ<! (Alv. cit. o escrüvo eomo 11l'Opri c1ilclc 1/:1. eh'.Cl' equeslra<lo. os direitos desta com- prehendem os escrav r. 737 de 1850. n. de de 10 Junho de 181Sl)\. excepto t3mb m S a fayor da Iib('nlaclc (nt'g.il. Lo obre as heraJl~as e ] gauos 111 s 'ão cxlen ivo. da me ma lllancil'H ( 30G ). § 0 í? . 3. nota 130 art. Se é :lnecadada a herança. lamenLo. don.-V. 170. L. de mul't. dJ me mo modo que o outro: hens elo Jefunlo senhor ( 30:j ). já cito de 1860): -c:\:cepto se para libmiade (Reg. das Leis Oras.u ~ 1. já cito de 180!).07) Com. .lta~iio é feita em ha la (:l<M) COrl'(~a:Telles. i. . adjudicado (307). uos Feito já cit. Lom. de 20 de Junho de 1774. i:!3. i. deixü de ser CLtllsd /Itol'li. Rom.\'. 10m.\. sn por sllcr. 160. Reg. Proc. (308) A.0). (3()1J) Reg. eau .' § 57.iz- ctvllllur l'vl1lwda ão direilu d0 a l'Grogi r ad !tU- tUI7l. depo itaclo. 42). Decr. 20). Assim come \lO sello proporcional (Reg. :lI'L. correndo sobre clle todo o termos sem attcntão mai' do que ii propriedade no mesmo con tí- tuic1a (308 .' art. e ha habilitação. (Reg. A arrem. ~Ianual ciL. não aILera a condição de liberto.. 3. 27 e 42 Dig. (3.e:--si'ío ou por te. E o impo.

de 1li-i. de 18:lO. ZiülI de 17 de Selembro de 1a~. pôde seI-o em leilão ( 3. embora com clausuJa de servil' a algucm.1. os Romanos admiltirão. § 53. e Loma outra providcncias. veJ tlu:l1lto lIlinoris anno COJlcludl. cit. Decl'. DecI'. sendo a principio de '\ $000 por cllbeça maior de . L. cito tiL.> (ondc foi apr - 'cnlado pelo cu aulor o Senador i1veira da Molta) para a Ga- mara tempor3J'ia. O projecto n. (310) Cod. a. e remeLLido á COllllUis ão de Justiça Civil IV • J(JI'nal do Commel'Gie de !) dc llaio de 1865. 3'. 70.-0 c cravo forro ou libel'to. nos negocio mercanlí. .12 anno . dc :ndilitiis aCliollillus Liv. n. 287. a acção ?'edhibito1'ÜIJ. 374 de 13 Agosto 1863). al't..'. n. não e tá sujeito (Ord. lS8-L. do Com. A respeito dll venda do:> escravos. Cod.\Ias foi atliado na 2. de 1843 :11'1. de:. prohibe a venda em lcilão ou ha La publica. (309) 01'd. V. 3lS8. 737 de 18:lO arts. fi. e. XXltit. 324 de 18lS7. 86. Manual do l'I'OC. . hoje é de 4$000 ( 311). de 21 de OUL. denominado tw a. 862. 8St l\e 181S6. dos Feitos já cito (312) Dig. 'it. vindo do Senad.edililio etliclo Liv.-V. nOla eguinte. rnanifesti JUl'is est.) dc 1862.tli!CUS ão.. Av. pago 1 coi. e a qIluntii minoris ou msti- matoda. qne. (311) L. 10 . e outras dispo- ições.11 combinada com a L. Ainda mais nas Cidades e Villas é lançado I sobre os escravos como propriedade um imposto. IV Lit. bem como 'obre a dos animaes. -73 - publica (309). das quaes a primeira prescrevia em G mt'zes. 2. Reg.10 ). n.. e a segunda eru um anno ( 312).ELellillll'edllihitol'iam aclionem Sex mellsium tcmpOI'ibus.

. pondo nisso toda a diligencia (le sua parle.E o me mo será. e depois se achar que não sabia a tal arle.L' 1)01' fugitivo (como acima dissémos). Estas acções passárúo para as nossas leis. e a o entregar ao vClHleclor. me- reç. li poderá engeilar a qUQIIl Ih'o yelldeu. ou tem alguma habilidade. e se achão em vigor. Porém. 011 não tinha a tal habilidade. comlalllo que eite ao vendedor dentro de seis mezes do dia. pedindo-o porém dentro de um anilO contado no modo acima dilO. Lív..0 Eugeilando o compradur o scravo ao veu_ lledor. Qualquer pessoa que comprar algum . sabe alguma al'le. li ue pOI' elle deu. que veude. e o veudedol' tornará o preço e a sisa que o comprador pagou.-~ 3. e isto não sómente 11010 louvar. para que O não possa engeilar. e ainda 11ão fÔI' livre por sentença. tornar-luo-ha. o não de larasse.:a. com as mesmas prescl'ipções (3'13). comtanlO que possa provar que cm poder do vendedor tinha o vicio de fugitivo. . poderá pellir que lhe Lome o preço. lliz o seguilltc :-pr. 17. fontes fia nossa. bastará que o seravo saiba da dita arte.· Se o scravo tiver conllnellido algum deliclo. ([ue POI' elle deli.·".-~ 2.li. E quando se o scraro engeiLa. E uao se rec{uerc ser con- sumado nolla. podera o compl'ador pedir o pre. ainda que por o eravo ter qualquer vicio de animo (que não seja de fugitivo) e o vendedor o calar mo possa o comprador engeilal-o. posto ande fugido. vindo a seu poder. cravo doeu te de tal enfermidal\c. ou 'tenha Lal habilidade meammenle. porém.-A nossa Ord. mas polo vender por tal. ciL. que acima l!iS ernos. e assi o que üver dado . e sabendo-o o vendedor. seravo. sendo-lhe provado. poderá todavia pedil' o que menos vaI 1101' causa do tal vicio. contados da maneira. que tÍllha em poder do \llndedor. (313) Essas léis Romanas.o. que o seravo lhe fó\' entregue. }lelo qual. assim como pintar. poderá o coJ1'lprall.-§ 6.ao Corretor: .· Se o vendedor a1firUlar (lue o seravo.0 TiL. poderá o COIU- pI'adol' engeiLal-o dentro de seis mczes. se o scravo tivesse tenlado malar-se por si mesmo com abonecimento da vida. que lhe tolha servir-se deU . 4-.a pena de morte. qne se póllc eugeitar por lloente. e Illle provai' ({ue t'allcc 'U da dOClll.. nos lermos da Ord. ministrão desen- volvimentos e subsidios preciosos nesla matcria . esgl'ÍmiJ't ou que é cQsi- nheiro. provando que já CI'a l~oeute cm seu poder da tal enfermidade.§ ti. E dará fiança a o l1u5e:lr.o Se o.or cngeiLal-o. e o vendedor ao tempo da venda o não declarar. falleeer em poder do COlO lll':lll 01'.

ou se o venderlor '" mani(eslar ao túmpo da \"Cnda.CW de. mas só quando por qualquer titulo one- roso de transmis ão do dominio (316). porque.° Se o scravo tiver "icio do anilOo. E Lodas l\S cousas aeim~ ditas Se poderáõ engeitar não sómente quando :'io havidas por titulo de compra.° v.. . nem ladl'ão. cm que e tl'as- passe o seuborio: mas não se poderáõ engeital" quando forem havidas por mulo de doa 'fio.-~ 2. mas ainda se fOl'em Ilavidas pOl' tl'oca. ). cit. Se havidos por doação. ou se o vendedOl' ao tempo da venda afllrmasse que o sCl'avo não tinha vicio algum cel'to) assi como so di 'sesse que não el'a bebado. não tem lugar taes acções. !:lãos e doentes. cil. vendidos conjnncta- mente bons c mãos. que facilmente se deixe eonlJecol'.. quanilo por causa da doeu a o entzeilar. ).0 }~ sendo a doença de qualidade. salvo se fÔl' fugitivo. os defeitos patentes dos occul- tos (3. (I'ódll porém pedir a ditl'ercllça nos casos eUl que não \llÍde en"eital'-v. não o poderá por i o o comprador cngeital'.. lIem [ledir o que meuo valia 1\0 pre(. fôr tão leve. Porém . 75 Deve-se e é essencial distinguir o V1. (3H) Ol'd. não se podem separar. nem jogador. os conjuges. POI'ém.. Convém ainda observar que. ou cm parte. o vendedor uãe sendo lIIais qoe o que per Direito ou Regimento lhe 1'01' devido. ou dadas em pagamento.8..:o. que lhe não impida o serviço. e o vendedor a' calar ao tempo da venda. ou eseaimbo. e o comprador comprar o scravo sem embargo di o: cm Laos casos não o porlerá engeil:\T. nem pedir o que meno vai por causa da tal doença.1). . o po(I~'i1 engeital' o con'lll'adol'. bem como não se podem separar os 11Ih08 dos pais.feitas 11ft cUl'a do SCI'avo. que tivc)' . (3US) On\. .. não poderá o comprador engeit:\I' o scravo. como atrá he (Ieclal'ado . O seravos se não poelem eng ilal' por qualquer vicio e fa\la do animo. ou por qualquer outro titulo.1 &. que por ell deli por causa da tal doença.. quo o seravo tiver.1. E aS'illl Jlwi' pagará o vendedor ao compnldor as des- pezas.. achando-se que ullc tinha till vicio ao tempo da venda. os irmãos. animo do llhysico. se a doença.

aliás viria o vendedor a ser lesado.-lIam id genus lJominlllU ad 11ICl'1I1ll pol. decidiào que . L. lUcIa aiL: ct ob eam l'cm mangoncs non mel'Catol'Cs. sive plUl'cs. por dignidade humana. sive unus pal'tus sit. Entre nós. et qllod ex eà post vcndiLionem natum eril. E quanto aos filhos das escravas havidos de- pois da compra -7 Parece consequente que elles acompanhem as mã!s. (319) L. sigll. sujeito a preço ou valor. in fine. não é objecto de com- mereio. cito . (3i8) Africano L. edicLo XXI. e rehavel-os todos restituindo'o preço ao comprador ( 316 ).18). sed vcnaliliaJ'ios appellari aiL. os q li aes erão mal vistos na sociedade (320). . 3ií Dig. et I'ecte. Ulp.. e assim se deve entendei' o nosso Codigo (3i6) Ulll. de :i:dilít. 207 Dig. 3G eod. 16-l\lel'cis appclla- Lioue homines (servi) non conLineri. rcddetur. 34 Uig. L.ius "el tllJ'pitcl' l'acicnclllnl.. nem dcnomi- qavão commerciantes (n'/. podemos igualmente dizer que o escravo. 38 eod. 3i § 2. cod-Si anciJla rcdhibeaLur. c sim mangones ou 'vc'll-Ctlita1"ii (3 H»). na L. (3t7) E assim o decide Ulp.° Dig. ~e verb. L. L. 16- 'póde oppor-se. ficando com clles gratuitamente (317 Embora o escravo fosse objecto vellal.. 44 § L' Dig. pJ'oniu' cst. 207 Dig. de :Cllil. 1. eod.e/'cato1'es) os que fazião profissão de comprar e vender esci11voS. edict.o homem não era objecto de commercio (3. (320) Paulo L.-Pompou. Al'l'icano L. todavia os Juriscollsultos. locupletando-se o compl'ador á sua custa. como homem. .

- 77

Commer 'ial no ad. H}I ( ~ I ),-lguulmente, por
honra da humanidade da nos'a civili ação, os
impropriamente denominado negociantes de es-
cravos ou aotes traficcbnte. (tangal1hão ou tongo-
mão) ão mal con. iderados na no a ociedado,
c pela propl'ia 'la se do v rduçJeirament nego-
cianl. ou commel'cianle (lue os repell m do
seu gl'emio 322).

;j(i .

Entre a: condi(;õc' c tlall 'ula , C]IlC o enh l'
podia estipular, alguma erão nOLavci'. A on-
uiljões SlI pcnsivas ou re olllti va casuacs, po- I

I.eslnlivus, e mixttl as. im como Outl'US clausula
I

de Direito. qne se podião ad,jeclal' ao ont1'acto'
Obl" ii propriedade er&o, por via de reO'ra, igual-
ment' admi iv i, cm rela"ão aos que ver a cm
obre o e cravo (3...3).
,la' o escravo era homem' o enltor podia es-
tipular contra ou a favor do me mo.- s im ,
cm rozão de lia jJl'opria egul'ança, porliu o
01101' 'xi..,il' (1110 o comprndol' lhe não on enlis
rc iuir em 'erlo lugar, ou <lu o le asse para

321 A CXllrc""iio sCl1wl)ente,~ lIellc ClI1ll1'Cl;õllla 11110 'e deve
cntendcr qlle autol'izc o contrario. c a lni totcrão ainda a
C cl'ayidào, loclavia nào t \111 degradado o "ravo ao ponlo dc
'CI' \lcl'I'eila e illLeil'alllcnte i"nalado ao. anima horaciona ,
e de con liltlil-o ctreito ele commel'ciu.
(322) ']'al \ a rei 'ão actual da 110 a ociclladc. Ha me mo C loto
meno pl'cl)o pal'a ta s ltomcn ,
'323) Con'cqocnci.\ da licção de Dil'cilopeta {[II:!l o CSCrayo é
f'(IlWt ou propriedade. '-adas 11'i~ o 11 (irmão' (;" I' 'gl'a gcral é
(I' illlnif:ão,

- i8-
fóra da tidade ou da provincia; a lei garautia a
observanr.ia da Chlll ula, e dava ao vendedor o
direito de rehavel' o e cravo, ou pedir a pena
quando e til fa se e tipuladu, no cu o de inob' r-
vancia, ex plo e o v ndedol' relevasse (32.;');
em falta de e tip.u)al;iio, davil-se a acção eX-Vellr
ditu em attenção a que por aqucLle facto o senhor
Linha vendido o escravo por preço infel'iod:12:').-
O endedoI' podia estipular, ao contrario, que o
es 't'êlVO não fa e mandado para fóril por ca t;!lO ;
isto se deveria ob ervar(3'Z6).-O vendedor podia
estipular que o c 'cr'lVO vendido não fosse liber-
tado (ne !nl(,nwnittatLbl')" e o comprador infriugia,
o escravo não eru livro (::l27). - Podia, inversil-
mente, ajustaI' que o escravo vendido fosso Jilprlo
ou logo ou em certo prazo (llt 1nanwnittatllr):
devia. cumprir-se, e u lei mantio.ha a liberdade
(328).-Podia, lambem, dispôr, em fuvor da hone .

:tUI 'lpi IDU e I'ilpilliallo-LL. l.a e 5. a Di~, de se",'. expor!.
XVUl,7; I'aulo L. !l,a Di~. eod j CoeI. J. 1.1..1." e 2.• is rv.
exporto IV, 55,
(320) abino seguido 1101' Papilliallo-L. 6.' ~ L.U e L. 7.' Di"
cle serv. expol'L,
(326) Papin. L. 7." Dil5' cud-Nec vid.enLw' intcl' e contraria
esse, diz elle referindo-'e à de i ão fIada uo ca o ioycl' o supra
referido P01' P:lI' CCI' cou~l'a(lictol'io.

(32J Cod. J. L, o." Si mallcipiulII IV, 57. ;'\cque enim conditio
qu~c pCl'soua: cjn coh.csit, ilLlnlutal'i facto l:jU qui cà leg~ com-
p:lJ'avit, poles~.
(328) LL. 1, 3,6, !l Dig. qui sillc JlIUIIUlfi. XL, (ol i - L, 1i6 Dig. de
COOLi'. e1l1p~. XVIll, 'li-L. 1." Cod si lllallcipiulll IV, 57-
Quél' fosse em caso de venda ou ~l':1nsmissã() li tiLulo on I'OSO,
t(uél' 110 dê doação ou a titulo gl'atuito (L. t,· Cod. cit.)-placult
non SOIUill ad rcuditos, . écl I:lialll 'lei donalu' C'1I11 1 b III uI ma-
tlul/li/terc/lIl', p I'tinerc,

- ifl -

lidado da e crava, que ella não 1'0 e pl'o"li-
tuida (ne prostit'uatu.r)· e e infringia, a escrava
ou adquiria a Iii erdade, ainda que houves e tam 4

bem a lau 1lla de reyerler ao vendedor, por
favor á primeira (329), ou voltava ao poder do
vendedor, se tal se ajusla e simple mente (330);
e cnso, li im voltando a este, fo se por eH pro-
lifuicla, <'I'a declarada livre, e Romana (331 ),
prrrlcndo ai ~ .... nhor o diJ' ito. d palrono 1

(33:2). ~o 'i.1 o ue ernclbanle inCra ~ão, 'e alCtuma
oulra prna se adj clavil, o vend dor podia re-
clamaI-u, lI,io oh tante ,er fi 'crara declarada
livl' ; e, cm faHa, podia uSllr da a t.-50 ca:-vendito
em allcn~l1o ao preço de e timaçi10 (333).

(329) L. 1.' od, i m:wcip. IV, Iii; L. uu. S4. 0 Cod. de latin.
libert. LolI. YlL, fi; Paulo L. 9." Dig. de r\'. exporL. vel si
mane. X, III, 7- i prior iLa "endidiL ut prostituta lilJeora essel,
!,osLcdorllt mallu injicerc /icerei, IloLior eslliberLa5, quinD manus
inj eLio. PJ:l1Ie i prior Jex manus habeal injeeLionem, posLerior
lib rLaLeOl, favorabilius dicetur liberam forr, quoniam uLraque
cUIll!iLio pro 1l1antipio addiLul'.
~330)Paulo L . .'S6 Dig. decQntl':lh. empl. x'VIH,J.
(331) L. IIn. Lo Cod. dc J:Hin. \ibCl·t. LolI.-. i qui aneillam
suam 'ulJ lI:lc 'oncliLinnu aliell:lYcril-IlC p/"ostillmtu/:-, novu
aul m r10Jllillu IlIIpi:\ IIIcl"caLionc Ollll pro lituenclam e tcn~
L:H'l'riL, wl si pri liuu c10minus iujcetioncm Illanu in LaJi aJic-
D:llione ibiJ l"e CI'\':lVCI'il, cL eiJm ad cum fueril I'ev r a, aueillalll
prosliluoriL: illico in libel'lall'll1 nOIll:luam eripialllr: et qui eam
prosLillleril, olllui jUI'c pall'onaLII repcllalur. Qui cnim iLa de-
gl:,H'r LiJllpius 'on.liluLu c I... II II rnododignll eSLvelallcillam,
velliLerl:l1ll :lm lJab 're ~
(332) L. un. ~ 4. 0 Cod. cit.
(333) l':lpiu, L. (l.n pI'. Dig. de servo exporl. XVIIl, 7-Si
nc pl"OslitUlltlll" execplUtn CSL, nulla r:lLio OeCUlTil cur p::ena
pOli ol exigi n011 l1cbe:ll... i eLenim alias, remotâ '{uoque SLipu-
lanone, plaeuiL ex YlndiLO 5 acLionclll,

- ~o-

o que mais complicuva os diversos conll'Uütos
erão as clausulas relativas á liberdade. Mas o
Direito, e a J urisprudencia, resolvião, em geral,
a favor desta.

§ B7

Todas c sas, e outras co-relativas disposições,
tão sensatas, são, pOl' via de regra, aceilaveis como
Direito subsidiaria no soo - Porém ha algumas
excepções ou restricçães a fazer, no que diz 1'es-
peito á liberdade principalmente, como teremos
'occasião de ver. Desde já cumpre consignar que
a clausula -na '1nanwniltat~br- não deve ser re-
cebida (33&'), reputando-se con~eguintemente nuBa
ou não escri pta; porquanto ella se resente das
subtilezas do Homanos, da sua organiZação pecu-
liar e pl'opl'ia, e se oppãe ao espirita geral do
nosso Direito actual, é oü'ensiva da humallldade,
da lalitute mesmo do direito de propriedadt~ qde
passa para o comprador, contraria ás idé·'l.s chri -
tãs, da civilisução moderna, do bem publieo
emfim que aconselha e ex.ige que as manumissões
se facililem e multipliquem em ordem e vista de
se ir ex.tinguindo o gravissimo e barbaro mal ela
escravidão.

(alV.) ;\Iesmo enlre os Romanos essa clausula se infringia e
tocl:lvià a liberdade era mantida em muitos casos, como se de-
prllhende, cntrc outras, (la L. 6." Uig, de servo exporto X.VIIJ,
"7-altt Hbej'o, Í'lIdicetltl', .

.. . que não po ão enLre i partir sem damno.----- ..ua um do' condomino . Ú semelhança do que su 'cede com os beo immovei ou quae - quer oulro.j~).. que podem acllar. 277. 0 IiI.-E:le faclo importa modilicaçiio no dir ilo d eJ. e não é}J ivel que 11e o pl'e le a lodos i multa- neamrnLe. nll qllando não el'ileju cm erviço com- mum. o-Condoll~inio.-Filho. al'l' ndal-a-hão. Fl se so não pollercm (l01' csLa maneira avi I'.~ ~§ 276.S) OI'lL.. . ma devem-na vcnder a cada hum delleil. ~ . ou que aquelle do condoll1ino que e irva do e cravo ou eja preferido.. .-A.tliclo 'no eu xerci 'io . Quanlo lU crviço do escravo commum.. L. (33ti) L h'io.cq'Uisições . as i eOI1\O scra o.e enl r-olli ào llU con.. 11 . Cm e cra \'0 ou rario . o qne li ccl1r mai:. _ .O-Tendo o herdeiros Otl compa- paoheiros algum:! cousa. paCtue ao oulro a qu lu razoavel de alug'1J I carl' pondcnlc ao u::. qual mais qui- zerem ou pcr seu aprazimento trocal'áo om 11uLra ou as .~. ~I - AR!. quinhãc (336). 'urnpre que ou seja aluuad pura e repartir o preço" não chegarem a accordo obre ven- derem i1 um . '1. nó 5.. não a dcvem parLi)'.. (33i..ó o'entre si ou a terceiro. ou a Outl'O allTllm.. e partiráõ :l ronrla cnLl'c si. § 5~.... 1'1' quenlemente na manu- mi ões de que lnllnremo' cm lugar opportuoo.. ou de trocarem por outro' ben (3:3:». ra (I. e cravú ' podem pertencer a dou' ou mai enhores em commum. ~.

(33/ Pal'Lus equiLul' venll'enl. Tl'al.-Quaudo estipulava pOI' Lo(lo IWlIlinatim. (339) L. L. de SLip.. L. 18.° de tipo servo 111. a regra era que adquirido p1'O portione dOl1únicâ (338). l' L. pcr lJuas pel' onas nobis aCf(uil'aLUl'. de a Quil'. XXX[X. L. 37 Dig. 1. L." § 1. L. § 61. [n L. XLI. já eit. ~ 167. eod' XLY.. 7. de SLip.Doutrina aceitavel entre n6s (343). Inst. . (338) Gaio Com. 3. cit. segundo o Direito Romano. SCI'VOI'. Nas llcquisições que fazjão os enhores por ín- termedio dos escravos. sen. Xj'VI.Pomp. 82- § 60. dc stip.0 Dig. e Olp. (343) r. Ulp. (341) Gaio. 'l:í. 7. Olp. .0 ~ 6. de :Il1CLor. (3í2) LI" já cito supl'a e outras cO-l·clativ:ls. dom. lU. 8. (340) JnsL. ou quando era exclusiva- mente por um encarregado de negJcio seu pro- prio e não commum (34. iS. de donat. 37 Dig. J.' Dig. . alguns opinavão que se deveria enLcndcl' pro 1101'Iiolw virai (pOI' cabeça) . Os filhos das escravas é cluro que pertencem igualmente em commum a todos (337). sel·v. 13 Dig. ult.5." DiA'. I'el'. IV. Cod. e presumia-se adquirir para todos os con- dominos (339) :-excepto quando evidentemente a acquisição s6 podia aproveitar a um (3&. c Bl'cmeu já cil. L..0 tiL 7. ou quando o escravo estipulava nomeadamente (no- minatim) por um (341). Marcel. § 3.2). luLol'. 12 Dig. 211.° l'esol.0).

Icgado. (346) Meia siza nlOje imposto fixo).°' Reg. 242.' (348) L. até O valor deste. Quanto aos impostos quc são proporcionacs aos valores sobrc quc rú 'ahem.ommet- tido por escravo commum. .° j Reg. art. náo póde ser constituida em quotas dos mesmos. troca. dação in Olutulll. Cada condomino póde alienar ou di pôr como quizer. cito :lI'L. dccim3 ou taxa de legados e[ilCr'3nças. § 6~. entre vivos ou de ulLima vontade (345). 1tiO § 2..§ 1. L. ° 371 de 13 (le Junho de 1861. n. . importando o condominio de algum (344) Arg. Pódc me mo rcnunciar 3 sua quota cm bem da libcrdadc do eSCl'avo.7). parece coherente que todos respondão. do ar'L 28 §1. n. é evidente.) o dccidio o Av. e outros se- mclhantes. porém segundo unicamente a quota ou valor que no mesmo tenha cada um (344). de insinuação.i6). 3tilSa de 18611 art. (34lS) 'cnda. g.-A hy- potheccl. Quanto aos fixos (siza v.83- § 02. dircitos de habilitação. . porém. hcrança. Mas nessa alienação ou disposição deve-se ter em vista que. c outrOs semclhantes. 4. v. Na indemnização do damno por deliclo c. Cl'im. da sua quota no escravo. ríl. por titulo onflroso ou gratuito.- O princípio da solidariedade consignado no art.Os impostos são cobrados na mesma pl'oporção (3.' ~ 8. segundo as regras geraes. 27 não tem applicação ao caso. por er indivisível o ob- jecto (348). 2. nos casos em que é admissivel hoje sobre escravos (34. 0 do COtl. doação illter vivos ou caus:\ mOl'tis. (Mi) V.O 1237 dc 24 de Selo de 1864 art.

o direito aos erviços c a todas as vantagens que o e. 4. dom. H. a lpj faz excep<.- modo reciprocas l'e ·tri 'çõ s ' 1l10dUkaçõe no exercicio dos direitos de cada condomino. que nullifique o direito do outros ou o sen exercicio (349).· per (lua. J.· desLeCap. iLa placuiL.a I. ou ex operis serd (353). § (H·. no entanto.i\) Di '. portanto o. . 3. s rviço . 6. e nada mais .-Acqu. E' mesmo facto frequente .-[ r. ln L. id yoj)j adjiciaLul': quod vero ~~Lra eas causas conseqtnlLi slInt." . ART. tiL qt. eit. . 94.).:ão (350).isifdes . o Ll u1'ructuario tinha.-A bem da liberdade.Ue ii :luLem servis ín quibus LauLulU- modo usUmfmCLl111l habcLis. 4. pCI'son.lidquid ex I'C vcsLrà veJ ex operís suis :H\qllil'alll. (SISO) V.Gaio Coru. MuiLas lei O comprovão.-Filhos. 10 § 3·. Per 'ebia. adianLe e ç.· (35l) Jtts ulcndi el {mel/di. por Díreito Romano. L. § 4. H §§ (H. § 4.~Orl'1tClo. r·r. 3. de :lequir·.9' L. (352) Inst. em vida ou por morte. o senhor póde de membl'ar daDua propriedade o usofrllcto. não póde er tal. ~Ia lião pÓtte ir ao cxLrcmo rle xLinguil' elil'ccla ou intlil'Cl'LamenLe (I di- reiLo dos condomiuos. adquirindo assim ex r'C sud. ca Ligo e outro en'ciLo. cravo pude 'e pre tal" podia até alugal-o (3"1). (349) o exercicio elo tlil'eiLO esta limitado reciprocamente. quanto ao uso." art. e di pôr de um e de oLMo. c [ruetos ti vi . fTl. Iii po ição. iii n(\ l!olllinUIlI pl'opr'ietalis Iler- Iillp.

d> II ufr. Í\"c pi po r. 11" l'ela(~õcs de U lIf'ruclllario c nú propl'ictal'io.u' o eSCl'ilVO modcradnm nle (:i:ju).l11!) ntenfli uão da Vil di reilos lã I amplos. Sr "\'01'.X. l'.. (:lil.2.. : G7. eJ. I'~ frlll'lu3l'ii.cpto se cs as acquisições erão em ('ontemplafão do USllfl'uctu. H ~ 6.!/. o LISO ou .in ilUillli'.. § uG.sio l'ull'il Il'arlila.galll" [JllillllUid lllwr:l ua adquiril \rl . ~ 2.'uclus illr. \356) \. de dous 011 mai ' usufl'll. e com o propl'i C5cnlVO cm razão fIo 'CU P cu] io (:F . . 7. sprcorlWI participa 'a de all1bos. GatlItcnlI' ja ('iI.' t'i tio art. 3d. E tn matcria segllildo li Icgi"l çüo 'tOllll na cru muilo omplicad\1. ccnslIl':ludO () expoSlo uas ln I J. \'1 . <1ifI'el'enps (%8 . (35~CIIi. idem.AppliC:l\'c\ enlrc nü . (la . si\'t' .omqllllnlo tive.j). III'ill.i cni llSU f.° [lcr qllas pCl'sou. L. sua. o trailalho ou npl. rio (3:H). (353) Idem. 2. de 011'1'. vpl IcgalUlIl :Icecpcl'il: Labeo (Ii li 19-uit CUjltS y"ntiâ \'el h"re. e npenflg aos "cl'Yi~o (3:>7). 23 J)j'. X..modj 3m qlloquc ca 'Ugalioll 'UI frllCLU:ll'Ío ('Olllpcterc. pOl'quP o c:cruvo nào " destinado pum fazeI-a (3.1.° Col!o Cl'inl. de u li et usufl'. Ao u ufl'llctuül'io era facullado 'u:tig. (308) Dig.'UI. 111. Vil.lilllll IUI'.'111. Si vel'O her'c' iii tílutus iL. rapino 1. VI'\ JCl{:tlUIll aecep ri!. . eod ..ctuflrios em COnlmum. L.3')') \" othicl'.29.ld. :iii cum (lel'lill'l." Dig.)3): exc. .l.cr. As ou(t'\1 UGqui 'il:õC crão cm be11 Ueio elo DI't propl'ielario. 21 Di::.

(361) Cou.. o usufructuario tem direito á indemnização respectiva. o poswido1' de boa fé eril equi parado ao USll- fructuario. 28 § J .H § 2. Cl'im. § ü9. Clill1. 31't. . sive alienus servus . idelll plaeet el de bon::c fidei possessore. Aquem pertencem? Foi esta velha questão longa- mente debatida enU'e os Juri consultos Romanos. sem prejuizo da que fôr devida ao nó proprietario (361). L. 1 . VII. §4. de uSllfl'. nUn1l1llam rlllbil:l\'i.~.21-U1p. vacillando Scevola e outros.Pl'opl'iclaJ'ius sel'VUIl1 nox:n rledel'c poterit. 0 Dig. (360) Cod.i{tcit.. ar. u- § 68. ulilem aCl. sem lJue P01' isso se cxtingll:l o usufl'ucto (Ulp. ~ f. 29 -Idem placct et de eo qui ::t vobis l. 0 _ 'Póde abandollal-o á iuuemniza- ção. do mesmo modo (359). se fôl' o escruve o offendido ou morto. si hoe sine dolo maio facial: quoni:\I11 nox:n declitio jure nou perimit usulDfl'uCllIll1). Quod enim placuit de usufrllctu:lrio. Uma grave questuo se levanta relativamente ao filhos das escrava que estão em usofructo a alguem. portanto. respol)de o propl'ietario ou dono até o seu valor (360). sive is liber sit.o per lJll:lS pel'son..Mas. § 70. eod-Siqlli servum oeeidel'il. :ll't.1. attrjbuindo-os ora ao uSllfructuario como fructos á semelhança das (31S9) Inst .. L.Jonà fide possidetur. No caso em que o scravo em usofrncto com- meHa delicto.· Dig. adquirindo.1i§3.ionem exemplo Aljuili:n fl'uetual'io llan(131ll.

' Ó [ara traba- lhar(:36i'). ora.ufrucluül'io ó pódc prelender os (I'uCtOS ]Jl'olJl'ialnente ditos.ati 1)(lI'III. l'lp. Ma im a qu 1\ cm oulro texto (364). deu lU'. . 363 ln'l. 6ll Dig. que o u:.ljruru . il lima jumenta ou outro animal emell1aute (366). 3í cit.cd Brllli cnlClllia o!Jlinuil. Jí. <Icu'uJ'r.1(. P lbicr' P:lllrl. 3. 136~\ 11Ip. nr. dc u'lIJ'r. . '" 37 d~ dhi . hac \'alion " nec u ull1l'rllClul11 in o frllClUariu habcbil. fi il.Ol'lolall ii' lu lo II' .Lm lh c cl'ilu cllllip:lI'allo' ~ cria tto' 31lim3C'. ophia L1u g\'anrh~ . L1p. 1. ü8."CIlI l'uiL lIu lio . . h 'l'cdil. E' uma razão de dignidudchumuu' • pela qual repugna igualar a mulher. porém. h 'reliil. E :e a e.'. I .11Iri·colI'ulto. o fruelo forão crendo. Esta decisão não lere. d' l)cLiL.\la l'lu C([U iluI' \ cnll' 1Il. as escl'avas niío são destinadas lJara dfLr filhos. l' lrazid a ella do 362 In'L. por verdadeiro fundamento a razão que c I ~ m algun lexlo do Direilo de se não deverem con idcl'ar fmelo o filho da e crava por i o qne não póde 01' fruelo o hom m. cml ora escrava.~ ad (ruCtllUl'iltlll pel'- tincl'cl. L. Y. I'CI'. J. 2 Dig. ü' p lil.' Gaio L. . ora ao nú prOL rielario: até que prevaleceu u opinião de Bruto. d vem o Olho' . fruclllal'ium in co 10CUlll nou h:lb rc: IlCl)UC cllim iII f'nlClU hOlllini hOll1o cs c pOle l. para quem lol! .) ceelllo lac . 'iI.. aliás repu- lalla fl'llelO L. (363)..I. Lo Dig. 1. qne era íl egunda (362).' In't. :3litlj (ln Lelll '1'1\ :uH:ilh' cjU"' l'ci ':1U :\ COIllIJ~U'lII1Llll' tiL \)al'ialll... 27 Dig. W admirav I a agu<lc~:t e pliilo.:I LiLul0 (Ie (tct'c$são Haltl/'ul pcrlen 'ião . '7- crias dos animacs.lll~l. dada n 11 l'c1eil'O obrigado á collacáo.)0 'cnho\' da lllãi clrnndo a regra . II.tl) GOlhol'rctlu lIu(a ti L. 71. L. 27 nig.

clJe H. (363) GonH rimos.1lHal'iu: do ti e. . nua oh 't<lnte !ta\' l' ndllUil'ido (} lomillio.E' quostiio melindros. por lho flilO perLCflC('J'PHl (368). Mas estou l:(lnl'cllcil!o hoje de que é mai" acertada a Opilliflo cbutral'ia. uão <i illcun iliavcl coU! a ol)I'igaçâo de conferir. !I'j. i. quanto aos nascidos dor'unle ti Yir1.siUl que.° til. Se lJül'ém.1JI0 l'lllyil\:\ dI! I\o:tllol'. L. se so verificar na época compd 'nle tjllÜ cxceLlc as J'on:us Llo doador e ffende a' legitima:) dCls co-hul'deil'Us (371). não ha duvida que devem se1-0 (:367).\. ~ 37 de diris. (3CiH) OI'C!. A faculrlatlu de alienar. da J.) '0 sujeito ii cnll. se o psr I'. Mas. de i8ôfiJ. ~. gu Inc.cssol'ios que acompnnhüü a enndi~ào e surle do Yenll'e(370).' C(lmo i\c. coa- ferida ao hencnciaflo.O pt'i 1cilJiu pnJ'IIH .itallléllle·a Lei (V. '3S7} 01"1.0 (3~)\ As opiuiões se anlJão dil'iúldas uo nos o fdl'O e 'l'!'ibllnacs a r'cspcHo <I'a questão. !n §~ 11 e iii.A (lnesr. cellllelllcs.ll c<1. fusl.'fio ('all~'rc 1ll1~.h'l' Le 'i'latil'u p:lI'a i 1Lt'I')ll'elàl' ali lJeni..Il. segou nd o os tt't'tllo: d<l 'onces ào). CI1I l.o til. seriu fón do durida que os filhos (h8 CSC1'dva' de 'iüü ser ll'il- ziuos ti 'ollação. Bela!. (lo r. pHl'eCe que.IO 0 DilUples llsufnwlutlri .oda :t applit:at:iio. 108 Cap.lUO ~~lIi pOl' lUuiLO tempo a opi- nião (le tIue so não (levem coufel'il' os Jilnos Ilavillo aui's llo fallccimenlO do lloalfor. l" o herdeiro fosse simples lISlIfl'llctnario (cor~o pôrle acontecer. pc- . qll(. Tanlo a:..'o.JS lilllOS da. \ii. pensão. Hfl - mesmo lllodo que a tnili ~. do fullecimento do doador. L. co1llsigo n clausula illlplieitn da 'HLiI SIl.ão a~h:l-:c ~ Iblllellida ao Po. e mO:imo da 1'0 Ohl~ÜO u' propriedulle. IjllC !~IJl jlUI' fim uspedalissimo :1 igualllade dos 1111i- n:lõ '8 heI' .ãú. :'\ov.c. c pollei' me mo aliêll Ir (:169). ln!:·.iI (\ a ~olUl'ft . (\ Lod<l\ôia obrig'lllo a conferir till11belll (. tem aqui !. l'eJ'. 4. (371) 01'(1.' escrava.\ do mesmo. L. 1. cnl~lllll('. hertieil'us t'ol'çaclos ou IlC- cessarios." lil. . iI dUcH. milis dime. J. rq/tiI1/t' '/'cntl'l'lJl. Quanto uos na cidos depoi.

1206. 4." Cod. 1. ex epto e aIguem o adQuiria e po uia por mai de 30 anno (375). I' ceu por conla do accl'\'O. 2. > sujeito a ser adquirido por usucapião ou prescripçúo. (3í2j y. . (3io) PI' rip ão lOllgi. llU:: O Pro 'ilo da alfol'ria ou ['rida p h nú proprietario pelo u ufl'uctuurio.ç.Scrvwn fu- gitivum ui fUI't111ll faccrc. n. mauif sLul11 e t: Dr.o fugido con erva o s nllor a po c ci"iI. o escravo. cc{'. e não v '111 acHa porl. VI. de acquil'.t1r/'ccadcLrão de escravos de heranfas ou.çimi tClnpol'is." arl. 1. § 73. em boa ré. Dir.aI"'. 3.lianLc (3""2). dc servo fugil.-.o (374) So crav. 1216.. po cs) L. el:\ !'lI. mansa e pacifica (373). por mui oe fl'cs annos.~\11n('m t)rf'llo ril. t idco non habcrc locum \lCC usu- eapioncm n"c tougi L mpori prro cripLion 111. bens de defwUos e ausente. ~ 11. ã. como propriedade. e § 1-1 c iii..· Dig. 111 a qual :l boa r~ e littllo SI' pr(..sllcapião. cit.· dc te Cap. a im lhe olJ lava a má fé (3íl'). agos. da Lei Dra .1nlo o eu valol' L. de eollation. Con 01. O Direito Romano abria -excepção a 1'e peito elo eSC1'ClVO fugido. v remo' ül. scrvol'um fll~a dominis snis ex qn:\rulllqllc C:lns:\ naL llamnosa.' Dig. nola 4 ao al'l. llo evento. YCl amitl. L. 3· (373) Prcscrip{'ão do mo 'cis e cmor nte -:\1 110 Fl'cil'e..' ~ 2. nota 2 in flne ao 3l't. CiI·.-Reivindi- cação c outras cLcções . porque c te e roubava a si mesmo . 4. pr.• lil.. 3. ou ]J1'Cscl'ipção. ART. em- quanlo elle não é :Illpr Itcndido por outl' m (I•• i. desde que uc~ede posse titulada.°) )2 .

n.A '. Rom. (37G). g. Como objecto de propriedade.Do mesmo modo que aquella é ri ]ll'ot ctora do dominio. não é reclamado dentro do prazo designado (DcCl·. 3.4 (le }'evereiro de 18õ7. póde ainda o escravo ser arrecadado. o senhor póde fuzer valer conlra o po suidor ou detentor do cu escravo todas as acções que serião e são competente a respeito da demais propriedade. § 7G. porém." 2433 de itS de Junho de 18lS9. se adquire por prescripção.'civindicatio é ri garantia do dominium' é a acção l' alo (378) Idem. a art.. tom.~ Manual do Procurador dos Feitos já eit. Sec. 1. por maioI' que seja o lap o de tempo. .Rep11ta-se do evento o escravo tambem no caso em que. V. vago. Por pr scripção ningucm é feito escra'vo. 00- § 7 q. . .-l3e01 como contra o proprio escravo para o sujeitür ao seu poder (378).. como bem do evento. e Secç.a (377) S:wigny . ou perten- cente á herança de defuntos e a ente (379). 3. § 75. esta (vinclicatio in sCl'uitutcm) o é do poder dominical (potestas) • (379) V.. de 1. v.0.Dir. 4. 0 § 00 . Reg.Esta. a reivindicação (377).) . não e perde por esse facto a liberdade. (376) Como veremos em lugar opportuno.s di po içõcs vigentes. na fórma dn. recolhido á Casa de Corrccção na Côrte.

o captiveiro era temporario.Si emeri sel'vum llebrooum. 3. (382) Dig. mesmo da ele morte.. J. Jur. findava para os nacionaes no anno subbàtico (383). 1.o 1) -Não assim. Quanto a questão prejudicial de escravidão. . 1 a 20 (manwllissiones). in sepLimo egl'eeUetul' libcl' gl'alis. 2. 6. 8 qui siIle manullljssione ad libel'latem pel'- veni::nlL. de mauwuissio- l1ibus XL. e fo se po sivel re useiLaJ'. nom. diremos em occusião mais apropriada. Dig. \)1 - § 77. 1iS \'. 1..° c nOla 3).° pela manumissão ou alforria (381). .12. nem o pcrcUo. tUs. como já lJavia tlecidido o Dir.12 Cap. A escravidão póde terminar.°. 2 . SECÇÃO 3. J. como ena se prende á de liberdade. Liv. na theol'ia da capit.' pela morte natural do escravo (380). excepto quantlo servo da pena l~ 4. XL.V. 2.° § 1. o De liberUois. § 71.V. Eutl'e os Judeos.0 n.a. I liL. L-Modos dc findar o captiveiro..-TERllUN1ÇXo DO CAPTIVElRO. demo (§ 1. o 3rt. XL. el Sel'Vll liber a domino suo. e nolas 32 e 33): -nem a morte civil.iO .DeUle- l'onomio Cap. Cod. (380) Job Cap. § 79. a pena. sex annis SCI'Viel Libi.° seguiu te. 21 Y. 'frat.De arte que.) Inst.° til. § 78. Uuiv. ART. 3. Dig. 5. 13 quibus ex causis servi pro proomio libertatem aCCil]iunt.Pal'vus el magnus ilJi sunt. VII. 0 por disposição da lei (382). o seguinte art. . porclue a não p6de sofTrcr o escravo.-l\Ior' omnia solvil (Nov. ln v. seria como livre (Padre Bremeu.' (383) Exodo Cap. 20) -?tIa- rezol por Pellal. Liv. (38:1. 1.

cuja" legislação se foi modificando. os Gregos sobretudo os A. Ulll dente.él' por virtude da Lei. ou mutilando-o por modo emelhnute (38&). e nos tempos modernos. e até mesmo a servidão. 10 SancliticabislIllC :lJlLlUlIl tlllinqua- ge&illlull1..A . e por disposição da lei. nec vcndere poleris pecullià . el unusquisquc l'edieL ati fallliliaOl pl'i lillôllll. hoie.•. ipse CsL uim jubileu. 2-6 c 27 •. ofrende1~o senhor ao Qscrnvo. antigos e modernos. 'íV. (385) DClltCI'Onomio Cap. e algumas possessões de Portugal e Hespunha (387). § ~O.:-- unir-se em matl'imonio ou tomar por concubina. 11 ::114 . (387) V. (386) Exoc10 Cap. todas as Nações Chrlstãs. se póde asseverar flue em terras de Chri tãos não ha escravidão senão no Brasil.A. e cm gemI para touos. ql).i. qllél' por aclo do senhor. nos ministrão exemplos irrecll- saveis. os Romanos..e para os estrangeiros. •. na antiguidade. como Ieg"itimas outras causas para se obter a liberdade.o. por ex. HlI~~ia aIJoliu cm :t86'1 a tiervÍll. fazendo-lhe perder um olho.tL. afém disto.dimiLlcs cam lU)eraJn. no jl1bilêo (38q. (38'1) LcviLico Cap.. 2i5 v. hão con- sagrado com mui' ou menos latitude a faculdade de extinguir-se a escravidão por munumissão ou alforria. Todos os povos.). a l)onto de abolirem a e cravidão. mesmo cllptiva na guerra (38 '). A.\llfJll já cil. AlIgtlsliu Cochill-Abolitioll de l'os- cJa~agc I'ari~ itl61 -. RcverleLul' homo atlpusscs- sionem suam...enienses. de sorte que. Reconhecião. " tliUlIHcl cos ]i1Jol'oS pl'O ocu]o quem el'uil.lém dos Judeos. 21 v. 21 v.

o.Jl1. 03- JlrosliÍmliuuo. . cle 18 de Ago to de 1769. (390) t. remontemos aos Romanos.' (388) Como decidio a L. de consentimento do senhor. costumes c indole da Nação (388).l1e\. o tes- tamento (389). LiL. e eonseguinLemente ]Jú1a aboliç:l. e esLa liberdade c1e\'e ser l'espeitaua. Pelo censo. se o escrayo. c o defensor reclamava a liber- lloll:llll1a eni 1862 a eseravidão l1a colonia . a vindicla.0). segundo o uso moderno. mas bem entendido. § 81. ao espirita do Dieeito actual. 11e([Ue vindicLà. a saber. ucstc lüstorico e l!u le- gislação 1'e 'pectiva. porem. se inscrevia como cidadão (390).0 . .A lie panha c l'orLugal tratáo do assumpLo quanto ás colonias. de liUjO Direito nos teremos oe soccorree muitas vezes c mo sub 'idiario ao nos. 2.. . Pela 'lJ'indiclCl" se o escravo acompanhado de seu defensor (adsertor libertutis) se apresentava ante o magistrado. obtee a lilJel'dade por tres modos solemnes. doi explicado pelos EstatuLos da Universida(!e (le Coimura de 28 de Agu 10 de 1772.'.Sí neque censu. Pelo Direito antigo apenas se podia. (389) Gaio Com. quando conforme á boa razão. cm Roma. a que e procedia de cinco em cinco annos sobretudo para a estatistica da população. ás idéas do seculo.o. nec te Lamento liber faetus c t. inaugu- rada em 1!llii. 1. Topic. 11011 esL liber (Cícero.A gigantesca con- Lenda de sanguc nOs Estado -Uuiclos ela 1 'orLe-Alllerica. o pen- samenLo é livre.0 8. I ~ 17 . a inseripção no censo.E' possivel que o Brasil se mantenha cm ullit1acle por muito Lempo em I'ela 'fio a semelllanLe questão '. tertuÍllou pela derrota do Sul.Tcremo o cuidado ele ir fazendo a applicação (lUe no ]Jal'écel' aeeitàv 1 de se Direito' ouLros farão o me mo....

Ueiu. lilJorL. . eit. 011 in liLuido hel'deiro ou legatario ma ao mesmo tempo declal'udo livre (39'). ~ 2. 1lI. salvuva de {acto a libenlade.li. havia a ceremonia ou formalidade de ser tocado com a vara (vin- dieta) ou pelo defensor ou pelo magistrado (391). IV § 16. 1J. Heio. FI'OS(fllOl Dl'oil Rom.o lil. 7. Gaio Com. J. presenle O enhor e não contrudizendo.' 101.1. per convivium.' Coa.-O DireiLo Pretorio. o intel' amicos. além disso. eit.. lolI. n garantio as manumissões. VIr) 6) • (~9J') f". rOlhiol' P:mdecl::c. para maior gal'anlia du vCl'dade a favor dos libeJ'tos o tam»cm dos senhores (L. nece sario que o senhor tivesse o (loll~inio quil''ilario. (392) Ulp. declarando que ficavão latinos os libertos por moelas 'nela solemnes (393). ue latin. quando o senhor declarava por escripto que dava a liberdade: nenhUlllll forma- lidade era a prineipio exigida (394). do Latin.Mai tardo Justiniano exigio que a carta fossc a "ignnlia 1101' cinco lcslcmu- 1111as. Ol'lolao ás ln l. un. \'11. Rocit. E a Lei JUlliu-Nor- bana modificou aquelle rigol' do antigo Direito. pois á mesa só podia estar com o senhor (391) Ulp. toll. 7 a 9. Reg. libcl'lat. porém. Estes modos neia solemnes forúo introduzidos com o correr dos tempos. uno § i. 3. Pelo testamento. quando o 0 senhor admittia á sua me a ante teslemunha o escravo.". quando era neUe deixado livre pelo senhor. (39~) y. ~. isto é." pe/' epis- tolam (por carta).. mesmo sem escripto algum I e apenas verbalmente ante testemunhas (amicos) em 11 umero de cinco (393). . (393) UI p. Era. li t. Tues erão : 1. o magi trado o declarava livre." Cod.. 04- duue. Pund.6.

1. porem já sem as for- malidade antigas. bas- tando. J. de qlle resulta e. le manumis is vindiclà XL. imperauor christão. ub tituio esse modo pela lIumwnissão solemne ante a 19/'eja (in 58. 3. de consenti- mento do senhor. Ecclesíis). que abolia ab olutamcnle a diíferença entre dominio qui/'i- (39G) Pothier Pan<l. como já era cos- tume.13. 1. 103. de bis qui in S . li 96. {):) --. toll. meuiante certas formalidades. pC· oa Iirro (3%).. g. J. G. pag. 4. bastando qne o senhor de- clarasse ante qualquer magistrado a sua vontade de que o escravo fosse livre (4. L.Y. de latiu.2. PoLbier ciL. YIr. O testamento igualmente. J. legaLario." Cód.0 (39i) ln L. 23 Dig. Lue o enhor o fize se de modo tacito 011 pre umptivo (401). (308) Ilein.99. A vindiclCb conservou-se. reduzindo-se a escl'ipto em que c te as ignuva om testemunhas (399). liberl.). por qualquer outro mouo. 12 d adoption. cit. o 3 vol. T'oLhior l'ancl. ('iL. (~Ot) Como. A maior reforma é de Justiniano. o titulo de dominio sobre o mesmo (Caqllcray eit. ia tit. :Ma Constantino. Reeit. 71. pois. ser a intenção do enhor libertar o e cravo (398). 2. 2.. Eccles.) . . o nomeasse tuLor ou 111':\(101' . L" e 2.0 n. ainrla tacila ou conjeclll1'almente. uno 10 COll. eon clltir que o es- cravo c apr cnla o cm publico com m dalha e di 'linclivo proprio do innoconL (Ucill. g. dispensaLla a neces- sidade de expressa e directa manumi são. se o adoptava. ou ['a gal' ante ta. mo tratava por filho cm algum acto publi o (39i).. 0 pc/' nomínalione/n. ou me. (399) LL.° em gel' l. L. v.00). so o insLituisse herdeiro. O enso cahio cm desuso cm Roma d sde -es- pa iano. (-\00) L. 1. entr galo ao o el'avo perante te temunha .n 'in.

° Dig. no entanto. . aut aliam quamlibct ultimam voluntatem. Corl. com poucas rl's Ll'icçíil'. Recit.ani gozavão de torJos os direitos Cil'i. Dir. tit. (~02) L. J. Lit. os outros erão latini ou lCbti'Y!i-j~tniani (Lei Junia-Nor- bana). (400) A Lei iElia SenLia é do lempo c1eAugll. mb- mero (406). logo depois os lCbtini. nut vindictã. VII. auL inLcl' amicos.. §~ 2. aut enint cx sacl'is consLitutionibus ill saL:l'osancH Ecclesiis. tincção de modos solemnes e não solemnes de manumissão (403).7a~ cap ti) • (ti06) llein. segull(lo a opinião mais seguida. 15 (coD1munia de lUanu1l1is~ sionibllS). Orlol.sto (761)..:l Norbana.° de libCl'Linis I.. de Tiberio (772). iElia Sentia) erão s libertos que.Os latini podião igualmente adquirir os direitos de ci'vos I'omani cm casos especiaes. XLIX. porquanto só os libertos por modo solemne erão cives 'f'o1nani (404).. importancia real entre os Romanos.• . 0 (de l:ltinà libertate toUendà. sendo os Ro- man'i os mais favorecidos..-Os cledititii. ou marcados no rosto. L.I uma outra pena infamante (4.. aut per testamentum. 5 (dc dedititiã li!Jortate tollendà). Seu et aliis 111ultis moLlis Iibcrtas scr\'o cOfnpctere I)otest .o tledilii design3ya originariamente os inimigos que vencidos se ent~'egavào (se dedel'ant) llara distinguil-os dos outros apprcherl- <lidos {1nQ. 1m.Cou. de captiv. e em ultimo lugar os dedititii ou dcditiol'U111.-Havia grande diITerença de uns para os outros. E ta distincção tinha.. 15). quando escravos. auL pcr epistolam. 20. 5. 6. VII.. J. to11. et per certos modos ill civitatem romallam tr:lllsfu à). havião sido aç itados. dc nudo jurc Quirit. 0 c 3. Rom.lar'ia c bonital"io (402) c conseguintemente fi di . (404) Aos captioos manumlttidos pelo EsLauo tambem se con- cedia esta qualidade (L. 5 -l\'[ulLis :lutem modis mallumissio proeedit. Savigny. (403) Inst. ás Inst. tit. peregrini (L.0a). ou punidos com <.Só 08_ rom.' § 3. ..A expl'essii.

como os demais cidadãos nacionae ..° tiL 11. ou estrangeiro (&:10). libertat. 97- Mas Justiniano abolia tambem toda essas dis- tillcçõe e deu a todos igualdade de po ição como cives 1'ornani (407).° § 11. 2. Cad. -Ampliandam magi civÍtatem no tram. toIl. CoeI. de que démos noticia em relação a R. un. Iibertat. de de(lit. UD. -Nem temos essa variedade de libertos (408). 1. VIT. (410) V.oma até o tempo de Jus- tiniano (409). Rf'cit.0 (409) MesmO lJeste tempo os dedililii Itavião cnhido em deslIso (L. § 8.:. q IC a liberdade seja con~ rida ao escravo. . Do que fica exposto se lleve concluir que. 1. . L. cxpre sa ou tacitamente ou me mo em fórmu conjectul'ill 011 pre umida. read- quirindo a ua capacidade civil m toda a ple- nitude. quando (407) L. 2. loLl. Outras muita reformas ainda introduzia o me - mo Imperador. ou ainda ~em eH' . ele latio. L. pois. 13 . IS). por actos entre vivo ou de ultim vontade. Por qualquer modo. niÍo ha nem deve haver diO'erença es encial no moelos de manumi suo. (408J MeIlo [o'I'oire. e o e cravo a 'sim liberto entra na ma :a geral do cidadão. directa ou indirectamente. de m:lnumis . Snvign . deUas daremos noticia no lugare apropriados.1.·Coll. a liber- dade é legitimamente adquirida. -Ktú rnt ndido que. entre nó tambem. solemnc ou não. Dir.° til. ITein. particular. Rom. Dil'.3.. toll.. Jibel'tat. un. Cad. qllàm minuend:lIn (isse censemus. Civ.. de uedil. Comm. L. L. por escripto publico.

L. (411) A carla é geralmente registrada nas No. (U3) Os livros parochiaes dos baptismos o confirmão.O tit.tas de algum ta- bel1i1!o.tom. 17 tom.° a pia baptismal (413). 99. é em these. Terminação vol'untar-üt da escravidão. tit. no que 1em este ampla faculdade. (412) Os registros das Provedorias são a prova viva desta as- serção. sobreturlo. Por acto voluntario do senhor póde o escravo ser restituido á liberdade.-potbier PandectreL. 1S. Os modos mais communs no Brasil são: 1. o. ISP-De Regulis juris. e suas relações com os patronos. é nccessario acto ou declaração do senhor (arg. a bem da liberdade. cujo desenvolvimento daremt:ls em outros lugares. alforria.. da Or~.- Póde selr entre vivos ou por morte do senhor. E' o que se diz pro- priamente manumissão (manumissio). em relação á ma leria deste art.O bap- tismo só por si não liberta. . . 98- isto dizemos. 4O-De manumissionibus. § 83. 0 o testamento ou codic-illo (412) .IS. 3. ainda que assignada sómente pelo senhor ou por outrem a seu rogo. II. 3. e L. 'ART. indepenl!lente de tes- temunhas (411). (414) V. 0 pago 613 e se- guintes. 2. e Provo de 29 de Abril de 1719). .0 pago 33 a 36 -Veremos que. assim como quaes os direitos politicos e civis dos libertos. protegida pelas leis com in- numeros favores (414). do que dão fé os registros respectivos. em geral. 2. não obstante taes favores á causa da Iiberda9tl ha limitações no exercicio ou faculdade de manumittir. 0 a carta.

· § 6. quando ha nul- lidade visceral ou radical.· reso\. se poderem manter-se por algum outro fundamento ('\"15). li\) (como por vezes já se tem julgado nos Tri- bunacs do Imperio). em regra. . L. 7. seja qual fôr o valor pecuniario (4. 2i e 21S. (417) Segunclo o axioma de Dir. Por tal maneira que.· LH.­ NiI il ogit). g. essa nullidade não affecla nem prejudica as liberdades neHe conferida. 3.V. de H1Jer. E se vicio annulLa. qual v. § 85. ou mesmo não e chegue a concluir o Le lamenLo.16).' a liberdade. por e deverem entender não conferida (. a falta de escripLura publica. Taes são a falsi- (411)) Como se lhe faltar alguma solemnidacte. pelo qual conferida a liberdade era inauferível. Call&~. Pothicr. Pand. 630 e 631- (U6) Nenhuma a!>plicaçâo lcm ao ca o das manumi sõe a Ord. segundo l'efcr julgado já em 1486 o Padre Bremeu no eu-Univer o Juridico-Tl'al i. que ail'ecte o acLo.· pags. me mo no upremo Tribunal de Ju tiça (AcC. toda a prova é ad- missivel. no Correio blercantil de 2i de ovembro). de 29 de OutuDm de 1864. como vimos. ainda mesmo em acLo solemnc. 3. é indifferente. o te tamento. o mesmo já se não póde dizer. o que entre nó c ha igualmente julgado. 20 Cod. se este não póde valer por inobservancia de formalidades externa ou por outro motivos. devendo-se con eguilll'm 'lItc entender que não bavia sido conferida (L. igualmente. Rom. Não a prejudica. quér de ultima vontade.· til. 99- § 84. Quanto ao modo ou {árma. quér enlre vivos.í-17).. . L <i0 tom.

L.0 Dig. si uou ruit lJolwttas mauullIiLLelllli .-Si pl'ivatus coac[. XL. COl1:. ([ui posses ionem libCl'làtiS ex 'l!oluntaie domil\i cOllsel{uitul'. de filleicom. ati libel'lat. 9. l[Uem tlOll1illUS 'igno- "asset SlllUl1 esse. por ex. L.'it. Plane. H.L. 47])ig.· COl!. si tnentittl. ct lUe pCl'tert'iLus sCl'ipsitliberulll CIllO esse. datur herelli vigioti am'COl'lIll1 repetiLio. manUIll. quib. III' sel'VllS libel' non cril. se o herdeiro ou legatario libertollo escravo. . (419) Papin. quihllS avunculo tlcfllnct:c Jegatus esse vi<leris. . iguor. 2 Dig. 13. Paulo L. quamvi. qui l:\ qllib. eod..Paulo L.11011 videt\ll' tlomloi voluntate sel'V'US in libel'tate e Se. non pos . 3. volllntatem accomotl:l\'erit.tcstam. testam .-Esta Lei de Adriano foi a'pplicada por AlltÓniOO ao caso lIo legatal'io. posto que falso o titulo. sceun<llllll Div. -. ({ui et a quib.-Sed etsi cOlldilionis itnpl nua. . M Cotl. viginti solillos a singulis hominibus ÍIl- fel'CfHlos e se h::cretli Prineel2s constituit. Et est bOG vel' li 111 • Is enim dCll1um volun- tate domilli in libertatc est.100 - dade. 1.." Cod. a Cod.: gl'aUlI. licet non uebila. Assim. (~7 § 1. \) Dig. tamen. falsi pronunciati SUllt. o testamento. . servuru insLiwtlls 1l1:1nuJlli erit. Dig. quantlo ínteres- sacio fllho do tcstatlor.. não volta este ao capliveiro.l fiJius de inofiicioso agendo lCnuel'it. m:mum. ac poste:.non fit liber. eou equens eriL idem in h:\c s\leci íieri IIlIOd in fal is cOllicillis constitutul\I cst. de liberal. a violencia ou coacção. 11a ap(mas lugar á indemnização (~. O erro sub 'tancial. dixit cs e libel'um.-L. quj ct a ([l. si ante ulUtam cl'ill1ini~ quu:stionem juslam libcrtatem e a Icgatal'io cons -'cutus. causà.f til)- millns ne a magistl':üíllllS castigal'etul'. 2. Marciano L. de jUI'. a ausencia de vontade..-Aintla no tes- tamento declaratlo il1ofticioso ou meslllo falso.19). pr'estita tamen alll1::crede fuisset. cill1l nullus sit errantis cousellsus. clt.-. VIr.4. 0 Dig. proclamare non licet XL.[lo tcriol' eventus non infirmat ita datam lilJel'latcllI. qui coegel'it ut elllll tlol1linus tnUllU- mltt. (418) Dig.PU1ll11011io L.' Cod. \l. tl manultl. L. dcmanum.Quamvis cO(1icilli. Lamen non el'itlibeL'. vel Lestamen lU 11\ falsunl I'ucrit PI'Ol1lUlciatum. et fact. Jibcrt. eOll.s a poplllo Illanumise.lt.-Quum ex falsis codicillis per elTorem libertas.1ib. 8. eomo se lê na L.lI. . 17 § 1. se o erro não é essencial. a incapacidade no ma- numissor. Mas ainda aqui a lei fuvorece as liberdades. liberi non fillnt x r. qui . 17 Dig. Hadl'ialli COtlsLiLU- tionem. e outras semelhantes (H8).

. (421). XL. .1.0 se o escravo I. era valida u manumi ào.° pag'.I". Homano (4... U' la d Dez 'Iubro UC lR'23 eoll. dc mauum.'cmo nim aliculllll 'rl'UlI\." Gou. Pauu. dr. a Cou. r". 10.•. tiiiO a 6ii1.-1'0 L cau alll a jlluicibu' pl'ObaLalll cL lIlauulllis ionclll 'cCnl:lJlI. W'lalll. Lacs como: '1.. .t lUanuJlIi 'io j alvà llJaoulllissori actiune quod I/wtus cau. 'ab.1 v. .." VlI-l'al'iwl' liI. . não pelo e cravo. 4. (4?A) Provi.~las. como di 'punha já o Dir. nem por islo deixava de ser valiosu i1 munumi 'são (ti-'22). por Dir. de InaUlIJlI.Pothi('I'. 20 Dig.\. qui ta !luib.V. lIiio pód \ 'Cl' privado du uOllliuio . nas manumi' ões por modo não solcmne.\I:ào 'uLl'c nós. libel'i D li fiunL. non o) 'L laLu' iu llubiulIl rcvocari.· li 2. § tiO. !l. cOIl1Ll1do. W~2) L. apezal' do beuigno n olhimellLO qu' as id~as IlhilanLI'opicas rcoommeu- d1l0 111 (lUC Lõc' dc liltCl'llatlc. vai . i dicnULul' fal'à dcmou lraliollc libcl ali. ninguem pôde forrar euão o eu proprio c 'cravo. 'li Ui". nem pelo povo.-[·LO nãu \cm aplllic.. \'11.• .0).Ú ad- YCl'SUS um a quo cuacLu 'L.. lJ.•. ad libel'latcm PCl'UU 'CI'C l)ot 't. . . me mo porl[uc a uiSLiocção dc \Ilodo' olemnc' c não o\Cll1UC nunca foi I'cClbiua. L. e o enhor é coagido. cQmo ha opposição 00 rcconhecido \)UhOI'•.. lJlIO(llllCLU' (:all~."U.a § L° Dig. (423) ~[ode Lino L. manUill.. Pandecl:l' L.L..ct quis coacLu' IUallllllliil. vind .'121.. lIuamvi~ UL pl'opl'iul1l manumittal. de bis qui a nau [lomino manUJIl. '101 - igualmente (4. L.3). a ) em da lilJel'c111de. 3. excepto por justa cilu'a. em algllns casos e podia por uquclle Dil'eil di por cm favul' do scnlVO ullwio. unl YlI. D. ~o lom. vinuiclà. Lil. -.• J1Iauulll. 1. e se le no no o (kio). Rom. I' lhicr. 5'1 PI'· eod . se o menor incapaz de libertar. L. a coalção aunulla o acLO segundo as regra g 'I'ac do Direito. 'od. 'e'vola L.° Dig. illlJclia.· Cou.. v oeliclo 'om a t:lJU- ("~O) I'apin. l. Por via ue regra.

de manumiss." arts.° (430) Idem. ou doação.e 3. srJlOC elegcl'jut. depeudat. l)and. qui sine mallumis. ut pl'ctiul1l corum dOll1inis.-)j 3. <I. ac si suos ll1anumittit.· em outros casos seme- lhantes (432). com semelhante clausula a bem de algum escravo seu (430). ou herdeiro.0 se o filho liberta. todavia ficava sendo seu patrono. sobretudo ele ultima vontade..1. de haver sido transferido o domínio ao mandaote peja tradição (L. ou benel1ciado aceita o legado. (428) L. s::epe rescriptum est tCDCl'Í. cito (426) LL. 3.Cod. 1. in flne.-V. 3. e cl'avo deste (L. 8.. . 3. (432) V.Eum. 4. eod.' Cod. de quc já tratámos ante- cedentcmcllte.. (4211) E' a clausula ut manwnittatw'." e 6. 2. enten- de-se em fórma fidei-commissaria (429). o libe)'tar antes.jur. XL.. SUllt): ." Dig. cod. 8.· se o legaturio. 6. (429) V. adiante Sccç. disposição extensiva ao caso da doação ou titulo gratuito (427). obri- gado este a cumpril-o.° se por algum acto.. 5. -) ." Dig. e de tal força.° dcste Cap. g. (427) L.° se o acto é :ll)pro- vado ou ratificado pelo scnhor (L. aIguem dispõe a favor de escravo alheio.Dig.28). que a mudança de vontade não prejudica a liberdade (4." se o senhor se satisfaz com o preçq ou valor do escravo (43'1). manumis. 1\02- sula de ser libertado pelo comprador (425).: 1.Cothofl'edo :lcha extl'aordinario (illcl'adibile) que o compl'ador seja cm tal caso patrono {orçado do liberto. Pothicl'. 2." Dig. 22 Dig.° se :lIguem. 1. ainda que coagido por sentença (426). de llis qlli a non (10m. herança. 10. qui servos alienos. (431) L. dc bis qui a non dom. de consentimento do pai. VIT. vel quanti sua iuterest. dereg. 2. encarregado de comprar para outrem algum escravo.

de maollmissionibu XL.L.Infante é o menor de sele :lnnos (L. qui eL a quib.Excepto se é devida a liber- dadfl ao escravo a titulo de fidei-eommisso ou outrO semelhante. qui infaus non e t. M Dig. Seilieet tutol'e aueLore)." PI'. Olesmo porque se diz pia a eau a da liberdade. L.- Todavia a p. Dig. não a outros (Potbier.) (435) Pomponio L.PUpillllS. e lim'e d·isposição. .• CCXXXIV). qui postca sel'VUS ipse pl'oountiatus est. !J. XL. curador e outros. por não estar na admin'istração a faculdade de alienar (435).Assim: 1.° o usufruclario. \fuando se enlenda em vigor. islo é. é necessario. de mano vindo XL.° o escravo não póde fazeI-o por não ter capacidade civil (4. L. quia in administratione patrimonii mauumi io uon est. 103- § 87. 21).ISO tiL. (434) Paulo L. 4.. L. Para dar alforria. 2. de manum.° o infante (in{ans) por incapaz de vontade (434. 1.-l'odia. o manumissor tenha capacidade. .. .-Nulla compctit libCl'Las data ab eo. 22 Dig.'e cripção aproveita a bem da libel'dade (L. 4. dubitationis toJIend::c causâ. 17 noLa 8 ao n . porém. 3.°. Pand. vind. cm regra. por não ter (<133) l\Iodcst. representado por seu lutor (L." Cod. 1): o que enl1'e nós nenhuma applicação póde ter. não é extensiva á alforria. 8. L.Aquella prohibição só se reftwe aos escravos proprios do menOl'.. de manumis. 2~ Dig. L.33).Dig. 19 Dig.O sel'vodapena tambem não podia ffiaoumittir (L. ab agnato tra- lendum servum. cui tradiLus esset..).. .Si antem ex fidci-commis i eausâ deberet Iib'lrtaLem fm'iosus. XL. 24 eit.. . ciL... qui mano non poss. 2. por JusLa causa apud consilium. apud consilium recte manu- miLlit. . 13 Dig. a prohibição da Ord. de manum.° o tutor.Cod.. 6. . 13 Dig.. fazeI-o. 81 § 6. 2. de juro deli bel' . .° tiL. o impubere sujeito á tulcUa (436). que.Servus furiosi ab aguato euratore manumitti non pote t. Octa- venlls ail. uL ab o. L.° o pupillo ou pupilla. 18 Cod. qui ct a quib. igualmente. manumittatur. ne de LaL deflloeL po I quinqueooium qU::Cl'atur VII. vindo (436) Paulo L. 5. 1. .

0 tiL 81 § 2. 3. scgundo o qual o usofl'uctual'ío não pôde dispôr da mbstancia (L. ainda por testamento (439). e outros (1. fiom." cap. (437) Ulp. por çquil1arado a verdadeiro propl'ieLario (Nov. precedendo decisão compe- tente (apud consilium) sobre a causa justa da ma· numissão. 8 §~ 1. excepto em lucidos intcrvallos (441)). Tal deve ser tambem o nosso Direito (443). L.). isto é.° (f143) Al'g. J.° tít.38). I § 13. ex causis manumiLt. Esta disposição da Lei fElia Sentia.0 qlli eL quib. dc tlsufl'. não o podia fazer o menor de vinte annos. e § 1. O louco.° desta Sccç. 2.. L. (442) Nov. 4. 1.. . L. 4. I § 19. antigo. 108 cnp. § 7. que só podia ser das consignadas na Lei (4-40). se tem :l faculdade de dispôr. de manuruis .° (438) Nao o podião por Dil'.° ([ui et C[uib. L. foi modificada por Justi- niano. de herell. da lei CorDclia de siccariis. demente. c outl'OS seme- .Excepto sc é i/1l111'Opl'io. daOrd. insto XXVIII.o e outros se· melhantes (4. adiante art.0 c 2. 4.).° Dig. coú. Segundo o Dir. G. 6. (439) Gaio Com. J. • W'14) ArS'. Juliam. §§ 4. L. 404 - livre e plena disposição (437).10 ael leg. 81 pr.). L" Dig. 9 § 20 Dig. (441) Inst. o-O surdo pódc libcl'l.O que entre nós não está aceito. 4.'ll' (L. ln I. ex causls manum. I § 40.0 a 6. ele maJlumissíonibus). 3. tambem 6 incapaz (444. o tiL. non liceL I. que [bespCl':nitte testar . IS)- Dircito geral. Ord.6. e só pela vindicta. Gaio I § 19.~ill1 o mtHlo. (440) Vlp. furioso. o cego. o )-V." Dig. pro- mulgada por Augusto.. e por ultimo qne o fizessem todos os habilitados para fazer testamento. que permittio a principio a m' numissão testamentaria aos que tivessem '17 annos de idade c:)mpletos (441). da. e a. Rom. 1. 81 pI'.° (445) Ord. 1. os réos de lesa-magestadcl de crimes capitaes. e conseguin- temente aos puberes (442).-Lei 11ma sentia. 39. 119 cap.Inst.

8).· lil. sobre os de ultima von- tade n-o ha duvida. e outras).3 man- dou que i to e (' [1 'iUl e (Coll. com- quanto incapaz por interdicto. 1) ••) (4~6) A inlerdicção.° lit. C:1l'lIeil'o Oh'. .4. já lU . .aria a alfonia. "ab.PI'O crI -. obreludo por acto de lI!lima di po i ão á cOlclhan a de oulro a o. o pOI' fllndall1cnto a ali encia de conJJe- cimelllo. sendo favo- 14 . O Governo não póde dar alforria gratuita aos es !'avos da ação..')-00 Dial'io Offirial d '12 de .\'. '-Rel) I't. 6 a Assembléa Geral (U9). V. Julia de adull rii i . AY. Cam iro Dit'.:lOllo. lltaulC . 115 da Con t.12 11 1220.. n. Cir.. :l mulher C:l ada não o pódc fazcl' pOl' i ó por aelO 'nlrc vivo .d 1 de Janeiro de 1860. (111 Em re~ra. pago 9 • ~[asJ por fayor á lib rdadc o :leto e dcve manter tanto quanto seja (lO ivel. 4.· 3'1. a d. 4. L. L. 32.\ Provo dei! de Outubro de 18'>. COI11 t~\lllO que possi'lo 1l1. II.ol.46) A mulher ca ada igualmente. tH.· 87 de 20 ele Março de 18i12. de 13 de Julho de 186. 12 121' . L. 8t § 4. .e os principio de IJUIIJ3nidatle com os dircilo do cab a de casal e iot~re es eonjugaes (arg. 2. Ord. c de outro C:l0. B. ria Ord. ludnyia não tem n IC ca. Civ. n.10. póde faiel-o (450). n.. 97 pr. Av..1 . (.\g slo. de lUfado tal por ~entença. do al'L. sobretudo nesles ultimo t'OlPO." J.· til. (4. Iibcrdad '.60 de 30 de Outubro de 1847. do [lnll. 61 :I . ainda mesmo por actos entre vivo (447).· 317 de 21 deOulubl'O de18U art.ucionado . . da L. parece que o po- deria por favor á liberdade (4.• tit.- prodigo. do UI'.1nif'c ·tar a ua vonladc pOI' modo legllimo larg.148) qu~ ~ frcquente entre nó~.arg.-1)O qlle lia iOl1l1Olel'Os exemplos. hannoni1. a 1101:1 avaliação l'a:W3vel. cicn 'ia. porque áhi está ella em pé ele igualdade com seu marido (4. e.-Arg.Con. porém. da L i TIra'.. 1. (!l-i9) Avi o n. 011 voutade' o favor á liberdade :luLOI'j1.•. cil. ·il.-. da Ord. da L. Furlado Y. .·. a titulo onero o. da L. 2. embora illlpOI'lc lI1 I'c"'m a Jll'ohibição de alienar c me mo de atlmiuistr:u Illrtl. L.'lO) Al'g.

. g.i:lIl1 si debitor locuple sit. manlllll.~inc CO/l.Salvo se o credor cOTlvinlla (lIermog.Pignol'i datus SC1'VIIS.. havião disposições sobre . eod. 3. CI. (<l1S2) Ulp." Cod. sine dubio pleno jure debituris est. XL. ct justam libel'tatem ab co consequi potest.' Cod.-A carla é sujeita a dcspe7. se- gnndo já vimos (&:1>1).. qui eL a quib.-L. Assim: 1. v. VIr..faculdade de libertar ou não certos escra vos. de firleic. 40 § 1. si solvendo sit. 9. deserv.si lex AlUa sentia non impe(Uat liberta tem .° PaI! cou'Venção ou acto entre vivos. 3lS8 de 4 de Agosto de 1863). t . autequam debiti I\omine fi:i'L satis. Id es!. mauumitti non !lotest). de manum.° Di~.(Q!) - § 88. se cessava a causa da j)I'ohibiçâo (L. bem como por acto de ultima vont.. qui non posso ali libel'tal. de servo pignOl~i dato manllmis. pecvenirel. 3. 8).as. podia o senhor p'rohibil' a muuumissl:to (ne manumittatu7).Servulli pignori datum m:\II11- mittere non possumus.V. libertat. 4. Por Direito Romuno.Excepto. (41í3) G:lio L. . se o pl'oprio senhor o libertava (L..cepto se a hypotheca ou penhor era geml (4. cOllcede-se-llle a alforria.scnm ol'crlitol'wn Jll:lnlll1litti oon potcsti-L. da Faz. . maoulU. 29 cit. ou 'e ella se extinguia.).' Dig.' Di:. . L. importavão uma prohibição l'elaliva. que tambem devem ser pagas (Av. supra §§ lS6 e 57.0 O escravo hypoLhecado ou dado em penhor (452). pago o preço da avaliação (V. 2. (41S1) L.Ainda que o devedor fosse rico (Paulo L.' Cod. Relal. ex.Generalilcr pigllol'i dalUs servlls. 4.53). ou de de- terminação da lei.. pign.ade.-Esta pl'O- hibição ou vinha de acto do senhor. eoll.- Salvo se em fraude dos credores (L. Lo 27 eod. o que julgamos pouco equitativo.Servus J'lignol'l datus. quando mesmo especícLl fosse. de 1866). 9 § 2 Dig. libel'i non fiunL XL. pelo pagamento ou por outros 010- I'aveis ao escravo as informações. 2. dat. 29 Dig. . do 1\(. nec ob id cre- (litol'es yi!leantur fl'uudHrí).

27 . e o cle" 'doI' olria a obril{ação. LJign. cad. cm cCI'las eir- eulU Lancia valia a l\1:luumissão ou como definlLiva. . IH'. c: iJIà yo!untate Jibl'i" liLj.-CoUllallLo quc o mal'ido seja solv3yel i e o e 'CI'a\o mIo ' teja '011 LiLuido 111 bypolhe 'a nu p Dllol' pecial {LL. qui eL a quib. ip c lI1anumis '01'.Por excepção.a Cod. Paulo 1.-POI'·lU manLillhão. de l[all act. eguudo o Dir ito gel'al (L. já til.1J Dig. . li. já cil.: L. dat.. (·íIj'll ScCyola L.'olut:\ 'I'go pecuui:'l. 8.. 3. rlI.j-L. 2. si fraudem c feci e CI'C(litol'ibu . 16 Dig.) (I~8) Ou 1'0 " 'ulllplice o e cravo ou Li"e. a prcscril}~~O aproveita\'a au e cravo a 'im libCl'LO (L.• eodj-L. 21 Dil). <1 libcl·:ll. mulher casada libertar o escravo sujeitos ao proces o dur'ante O' 60 dias dp. om o fundamento de têl-as dado em fraude do eredor • (L. J:.Excepção que abrangia o escravos tacila ou legalmente hypothecados. upra. ainda quando por divida' ao Fisco (4:'5).L. ':\UlIguindo-s L:lUlb lJ1 a hYPoLhcca ou penhor L. 30 Cod. qui ta quib. 11011 aliter iu(irmaLur.L. audeat cliccre. e mesmo o dotaes (456). de 'I'\". IS roei .• a. 12. cit. causo XL. uL l'e\'oeeL libcl'laLc . 4). J. l. 8. de jll!'.. a Cod. ciL.. qui pigoori non e L ex COllvclILiune ·peciali. ou • La c cXLin~ui:l por onu'o' modo Icgililuo. l(Uillll i bo(~ fl'aucli' 'on ilio 'ffeCLUl1l dclegaLUr. daL' Dlau. . T. L. mallUlll. ou a Lermo ( lp. (11111. rle IlIanUIII.signados para a accusação criminal W' ). n c lIered' 'ju). VII.~Clll o dCrellol' era adlllitLido a I'celamal' eontra a libel'(lad . Y. 12 U l)ig.L. qui cL a quib. cod. Il 11 i 'Ip. audiri non debel. ('JOO LL. iII til.· Cod. de el'vo pigo. dot. D.M).Liberla a dcbi LOI' fi 'ci S 1'1'0 data.. 1.12 Cod. salvo os caso' de fraude.. 12 Dig. O. L." c '. e d seI' ubmctLido a intel'l'ogatorio. 107 - do (q. ou como fidci-colflll1is aria. 26 Hig.' Alei Julia (ele ad'Ullcriis) prohibia iÍ.ln t. d l:llltilm pl'ivilegio fi ci obJi- galu'. (~5ií) L. d hered. e de in olvabi- lidade (4-57).' CmL.Iibcl'da(le.

§ 3.° O escravo podia ser inhibido de libertar-se dentro de um certo lapso de tempo. a Cod. o que foi abrogado por .'escripsit. (4jH. IS. I.l Seut. r § 17.) Inst. entl'e nós. :400) L. perv.63) L.).. de IKcuis).csLioni subclucauLur. só fieavão cle- pendentes dõ cumprimento da [leOa para fiLIe Livessem pleHo elfeito. a não aceitação de tal pl'ohibi!:àO . 1>. de pl'Cllis XLVIlf. dc manUl11. IlOSLllu3..- Sed nequidem iIIos au justaru libertlltem pcrvenil'c Dlvus H:I- dl'ianus . 17 § 2. que o permittio.-i\Iarcian.12- Cum Divlls Clalldius consLituel'it.1ll Lcmplls cxplevel'int.0 Aqs condemnudos perpetuamente." Cod.lei o por acto do senhor (462). ct hereditatem. ideircoquc pl'ohibuit ea mallulllini .. 4-Nos velus jUl'gium deeidelltcs.. 12 Dig. nOLa seguinte. libel'tat. ciL. u 11 Dill'. l. liucrtaLis favore 'el\semll~ ct OdcieomlUis~al'ialll uccnon dil'ectam Iibcl'LatCJJJ 'ualll Iil'lUi- . • (461) Papill. não assim quando a condemnação era em pena temporaria (461).-Servos in telnpQI'al'in 'vincula dall1ll3tos. L. 12 Dig. qui eL a quib. 33 Dig. H lte Odeie. ut crimini sub- t:I'ab cren tur .V.° ~m geral era prohibic1o forraI-os para sub- trahil-os ao processo e punição respectiva (459). 8. 6.° Dig. L. I Lbel'tatelll. 7." § 3. ou pela . de 1I1:l0Ulll. Ma não deixava de ser c. L. I (45!J) Ulp.° Bem assim aquelle (no direito antigo) que não tivesse 30 annos de idade (463).-PrusllexiLlcgislllLor ne Ulllncipia per lUanuulissionclll l!. ainda mesmo no ventre materno (464.Nelll a liberdade. sive Jegatum. (4. in 1JCrpctlta vinculct da1!t- natos ad liberLatem perduci non posse . o que illl- porta. 1. ..° de Iibet'Lin. Cocl. (462) Paulo L. qui itleo mallULOissi sunL. qui et a quito . c[ui nou POSSo ad Iillerlat. L.ia-Gaio COIlII)I. fosse qual fosse a idade do escravo..j L. 1!J.° llig.Justiniano. COll- sequi:: . VIl. 6. cravo do seu senhor (L. 'XII. nem as accruisi~ões Cl'âo impedidas cm tal C. do mes- mo modo (460). . 1101) - 4.ISO. tEIi. COllcol'da a L.

11l5L . JIl:lIlUlll' /1011 lie . Fil . L.-O louc podia.clIlill:I. PaneI.. i. pI'.H'ui:ll1L eUllal. L:lIn (lil'cctas qnillll 11t1"iculllllli sal'ia' :\(1 .anillia tull. illlli LiIlClC valerc cllllsemus. CLII:evo atI· huc jn "cuLt' vchiLUl'.IU1i . CI' lallllIC'1U m:Ulllmit- Lido L.° pago liti . ().:'. Ull.'iII :Iulcm plul'l:s (~rcaLi. Ju liniuno. Y. prohibia libertar por neto de 1JHima vontade mais d um cerlo numero de escravos. m". jyC iI] r. se verificava quando em tal épOCCL. L g(~ Fusia Caniniil de ca:Lcl'o cessante. a abolia (467).. de .[.H '111 hahcl'c 'ivc in Ola. A pl'ohihit'f1O 'L ndia-sc a nl"ulls acto entre vil'os flllaJHl0 CII) I't':lllllc fia I 'i idem). llc libef- lilli. 9.° Era j(Tualmenle prohibido libertar em fraude dos CI'CUl)re (in frrwdcln Cl'edito/'/lIn) pela L j .0 ()i~. T 2'1: (~aiu L. 109 - 8. cil. nenhum era livre (466). CillU in a:nbi~lIiell illu I1Iclin: -il (eL m:n. I LiL. 'lU l'Ip. culo. porém. do motlo que na me ma se 1l:.). ~o Iii.•J.·em- Illum inlcl' I'lvo' libcl'laLlInI._L. sendo 100 o ma- ximo. e quando..l'nlilllcllto do e '("'. ult. "'I cam cllillcl'it. iii:)' L11).ze' c com animo ele lle{l'rlndal' os crcctorcs (46S). l . Só podia I.1 !ligo dc In:lIIl1l1l. r 'gr:l gm'ae.0 ti Lei Furiu ou Fusia Caninia (do tempo de AuO'u lo). 9. só o primeiros nomrados erão li res. de LUl:jc FlI'ia .cnlia. lC lalll.. lJui. o oulro' conlinu' vão escravo (. conll'a a.. c" 3. "ri 'reala: SiUl.·taLIII. PuLhipr.~ . 1'1 Cull. Il '. Lil'. . CI'I'tll'UIlI libel'laLcs iu Le ta- 1I1enLo I' 'licL. e manurniltLa em globO ou em circlll (pc!' o/'úeln). si"C uniu J'eciL II1cllliullCru ivc Illm'alilcr tltllll'Upal iL.2. :H Difj.nLl'S dispositiollcs '1I't'CLlIi Ulall 'ipill'i.O elc I 'I\'. qui . 1. nillilutlliuus unlllC' ati Iih 'I'lalcm :I pl'imi. "LI. 'ão é Ilecc'al'io o ('OIl.uL COII lau' ClIlll.L. PUI' COII c"uinll'.W:'). f. :3-. o f1.Elia . II.ldir a prohibição.1\'0. Call. para ill!. 1011 . 0 Lom. L. 1l~11I 'L pôde l'eCUs:ll' a II t)I'II:IlI' II u '[.• !). ('lUi) ln '[.. ri' llIalllllll. J.E se nascia IlIai (Ic UIII I':to wl1o' Iinc' . uL um libcl'laL' alem I'C 'pi 'iaL." ~ 1.1 ~ 1:1."r[llib . ctsi maLel' ua :ltlhuc iu 'I'vil. onda illsolvavel o devedol'. nct· illlpcllil'lllC leslallLiulll 111'0 slIls '1~I'I'is cll'lIlt. l'ttl'j Gaiu III L. . 3. 1'1'. o lU. eod. ·all'.illlc iu IibCI'lall'. I':lvorc ejll') hlllll:lniorcllI :Ill1plceli en- LenLi:lIn.

-EmqUllllLO ti incel'to se o credo I' usa uu seu direito contra as alrol'l'Ía'. L. 9. ([ui et a IluilJ.-SOOI'l::tlldo quantu aos ca os CUI que se presumia. 3. quér entre vivos. pothicl'. v.73).. iii Dig. adiante Cap.° seco. oH.. cito nota 4 in fiue ao alt. ma os ftlhus uascido' autOs da scntell~:a qU(l auuullur a 31forria são livres (COIISOI. quér fosse H maJlllmlssão por acto de ultima vontade. 1I0U Jicet I. 40 til. ex caus.no - annuHar a liberdade aquelle. d \ ueec.°) (~69) L. fLa Cod. W e Ui ()ig.) ..Dig de statulib. cod...-l-:sta aJfOl'1'ia não podia ser rl clilJ'Ul!a nulIH (L. V. 3. . 27 ~ L" cod.. VIL. se a bem tla liberdade.Q tom. 2[. o C:._.3rt. Dig. g. 7.CI'3VO é rcputado statuliber (L. c ainda que só alguns pudessem ser mautidos na libero . ou 11ÜO 'e1' f~ouferidu CUI fl'aude dos CI'odores a lllfOl'l'io. .: 'e as dividas erão pagas ou extinctas por qualqner modo legitimo (47'1).1. 421 ~ 4. em fraude de quem fosse elIa confurida (469). L. e não o p1'oprio de- vedor nem outrem (470). qui lUaUllIll. ot ne in fraudo el'edit.-Porém cessava este di- reito em varios casos. por sua morte libertava o escravo. se o senhor. Panll. a pl'escripção apro- veitava-lhe (472).· L. 27).t n llllilJ. e outras. Stll'V het'eC!.°.)7 e 'seguintes . quando insolvuvel. ~ Lo tJlJib. a.. H-Y. para evitar a des- honra de um concurso de credores. . i6 Dig.-._------ P. ou mesmo um terceiro ctddút os bens 01 riganclo-se pelas dividas.. L._.." pago 6. se o escravo permuneuia no estado de livre 'por tempo (dez annos). e o institui. de scr • pign. ([ure iu fl'auu. rlal. Jl)~\UUUl. isto é. (472) L. IllllLlUUlitt. ii. os escravos ou algul1l deDes. yr. maDum· (471) L.. credito 1470) L.a herdeiro uecessaria (4. (473) Inst. ll.Cod. non pussunt." Cod.-. a infamia da venda dos bens em seu nome.

comlan(o que o ben restante chegas em para solver a divida . bona acldic.3. 111 Coel. só os primeiros e1'ão livres. 110ta anLeceelenl . (ae. . 1$. XL -1J. e licita. 3. re peito li.· e 6. J. XL. direilo. (474) El'a a addictio bO/lol'wIL Libel'talulIl serl andal'UlIl gralici.'Ip. pand.-L. 4 Dig. (i7li) Gaio L.\'antajo. VII-2. 21 Dig. cf' le l.-Ainda mai . TerenL. dc 1Jcl'ed. ti !'('s. cau . as im como qu' pudes e aju tal' com o credor' pagar unica- m lHe Il31'IC da cfh'ida. 1. (407~). LL. L. 6. rcmedio introclnzicio por .-V. dete. "II. lI11erdacle (L. d mano te lam. . 'e vario 01'50 ))J. que (\e Oull'O modo carlucarião. de fideicom. ln til.. L. já não falia nisto.12. IlI' ferido aqueJl que mai. .. causo XL. do patrono. (4iã) Pall]o L. Iioeri non fiunt. sobretudo no' ca o!ó de (\e lituição do teslamento. pura diminuir ou extinguir fi h rança a que o patrono tinha di- l'cito (4íti). (4i7) Caqllel'ay. Potbier.t. 9 ~ 2 niO'. llI. de eo ui libel'lal. manum. iO tom.iElia Sentia probibia que li- bertos münumiltissem cus e cravo em fraude do direito.-JII tiniauo. paI' :0 lltlVPI'C'm lornado outra providen iil. 2. .3. 'XVIII. L. extensivo aos outro acto' de ui lima \'ontad . Clem. i to é. iSODig. ] s Romains pago 70.. qui el a quib. quando me m :ó algun' pud em er m:1nliclo na libel'd:ldc !hllm:lIlills est III (lanci 'all 'lO perv niant ad tio I'latem. 5. I apin. Iibel'lat. dn liberal. inc1 mnizando o comprador'.Y. ainda na succe ões ab inte tado. então podia aconlecer que o deve e ser o egundo (475).\larco AUI'clio e desenvolvido POI' Jus- 1iníano a bem (las liberdades. A mesma Lei . por "m. manum. obl'ctmlo em bem da.' C011. ma se ó dou~. quê I' fosse directa quér fidei- commi saria a manumis ão. que fo . scm que fosse ob ·taculo devolver-se a hel'ança ao Fisco (Insl.a denlro de um anno depoi da \'enda do ben. r. 2'. ilõ Digo.anu- mittidos em fraude. 111- dade nüo lodo' t4í4j.·. manwu. Ju liniano permiUio que o e cram ou mesmo um Cltranbo pudcs e reclama]. lavage ch 7. e no oacto· llU'C vivos. a coocli õc olrcrece. 10. 12.° pago ()37 :1 6iO.! addictio.

\3 89.. e sobrp.s nos qneficãomencionados (". liuCI'. Dl'oH ROnlain p:\~.c!." R alforrill -----.O a respeito do escravo f'specialmcnte 11y- potheeado Oll clíulo cm penhor (4.Lo (COII. [~ 27.wol'cs. ficas e nu cidade.lincção de diIT renças entre Ii- hertos.tudo pela ex. o LiL. -~---_. O rleuiticiu era inlübido de habitar cm Roma ou em nrna distancia de ccrn milhas. lJnivcl'so JlIl'idico. 108. ~. como "imo' a. de que assim damos noticia. Taes são: i\. 0 I'esol. O escravo que. -Scl'in me mo 'l'iulc de esLelliona. (481) V. todavia ellft ~c manLLuha alé eom el'fei o rlltroartiro (Pothicl' cito ~ '1. porém. CI11 regra. mas com os mesmos f. 40 tiL. L. 0 § 6. com Al'OllCa :1hi ciL.1Jt'ohibição de ser 1nan16mittillo. embora não Ilutle 'se conferir-se.l. obrigado ou condemnado a ser exportado (relegalus). PoLlJi l' Pft[\(l.82). não podia sel' manumitlido (480). -. TraL.j O'"lll. (480) Ulp. ." UI'cm 'li. tem toda i. Se o escravo ftpl'l'- . Alglllnns elas determinações do Dir.applicação entre nós. 2H). 1~. 3rt. g. 30. (4711j V. Com. e implici- tamente abolido pejas refol'mas de Justiniano. \l.o Dig. com._------- (478) Gaio. sob pena de recahir de novo em captiveir como escravo do povo llomuno (478). (482) 1'.11. 2.. FI'e~qucL.79). manullI.1. Rom. -ExcepLo eonsenlÍnc\o os credores respccti"o . Y. foi cahindo eru desnso.o-Cumprc lião esquocer que. :1 libenl'rlde :\ uscr(\vo tln propriedade /'I'SO/W. O 14 a 16). eru reduzido a captiveü'o vendendo-se em proveito do thesollro publico. 0 n.'112 - . Crilll. Isto. (4.E em outl'OS cusoPo semelhant. L. 7. nOI1 fiunL. § 81 in fine. tlui ct:1 quib.R'l). nos ou l'O~ cnsos ja acima J'efcridos. se infringisse.

obrigados os JjberLo~ a l'epôr o ex- cesso do seu valol' p:l. n. e pelo do S'UPI'ClllO TI'ib. as liberdades devem pro- curaI' mantel'-se pOl' Lodos os meios legiLimos. 011 aJguem por elle o fizesse.'l!H. 1. 93.· em outros casos semelhantes (485).. não havendo ouU'os bens (I'. das LcL. J. ou ajus-" t:lI'011l-se a tal ('cspeHo com os credol'e . que todavia deve ser aceiLa. XL. 7. Conso!. e Oecl'.-".. ou testal1len- leil'o liberta cm prejuizo do inLcressados. (t\84) Porque não Lelll o LesLador eUI UII cnso plena e liVl'e disposição. I. 1131. ou invOIHal'ianLe. Trat." qui CLCX l[uib. por scus serviços. 0 nas manumissões testamentarias a alforria em fraude ou prejuizo dos herdeiros necessarios (484-). na admintstra(:ão :I.°tíl. L. 3.· c[lição 1I0La ao 31't. se um co-/tcnléiro. caus.)li. . tit.-Nem se devc attender só ao facto (ev6nt~t$). L. se obl'igas. ailllla a~silll. 737 de 1&0 :u'ts. Crim. entre os quaes scria o de :llimiLLircm-se os Iih rtos a pagai' por si. inda {Jue !> es- cral'o fosse lUgno da altorri:. § 3.-Podcria Illesmo vel'ill- car-sc o caso i10 esLelliouato do § 4. ainda assim. 1113- em fraude dos credores (483) . ou pUl' oULrem. 23 Dig. do JuSL. [II'OC.~ I'ú-nola 3 ln fine ao arL. se comUleLler al'tilicio fraudulento. 1131- (483) V. 9-quamvis bene dedissct mel'enti hoc).0 tiL. . das Lcis Bras. e ja disscmos que. etc. c o llcvcdol'. no Las 788. 11911). senlasse o seu valor. no (lI'ocesso vindo de Il. da Ol'[!. porém autol'Í7.-Está enten- llido." art.. ~. 2.-0 Aviso n. sojá Livesscm exccllçtio apparclhada (V. 4. g. 4. Til t. . civ.t.~ . Pel'eIra f: Souza.-Mas.e a pagaI' com Iteus ser'viços. (481S) v. 26). pl'illeipalmenLe podeudo aconLecel' que não apparcça quem os al'l'cmale (nota Mo). Cons. 1'01l1pon. nola 2 in fine ao ar!.. de que tratal'emos adiante. sustcntado pelo de 8 de FevCl'eit'o de 181S6. ACI.700. 82. 2. 1\lelhol' sel'ia a rcgl'a sobre os I'csga. -v.· 441 de 21 de Setembro de :1863 consagra li doutrina. da Côrte de 17 de Agosto de 181Sõ. appeIJantes Isidl'O Crespo e ouLros. p. Illas c principalmenLe á intençáo (consilium). 2M eod.Ia ReI. as dividas. de Juuho do mesmo 3nno.. O. 8'. Lellllo co. 767. tanto quanLo seja possivel.JBras.<. qui et a quib.lsciencia da sua insolvabilidadc. BI'cmeu CiL.-V. Q § (j resol.a a 11ÔI' em praria os serviços de tae libcrtos pOI' LaUlo telllpo l(Uauto . por seu peclIlio.te.<'lbol'ahy.l'a não prcjurlicar as legitimas dos itCl'· dei1'0 " á semelhança dos legados de eou n indivisivel (:lI'g. lIlanumiLle COIII fr3ulle tOI[OS os ê:Cl'avos para jll'ejurUcal' os crc- dorcs. se devem mantcl' as liberdades.eJa ueeessal'io.

SenLia. trae!.l. :H"l. porém. -I\[as.-0 cl'ime i-a condemnação . e POI' fim a Hlaior parLe dessas prohi- ~ições cahio cm (lcsuso e foi mesmo cxpress:unenle abolida. . e fundamentos incompatíveis com o estado actual do nosso Di- reito e Jurisprudencia. da L. como . da civi- lisação e idéas do secul0 no Mundo e no nosso pl'oprio Paiz (487). _. mas das que aiada conservoll. Oque alé fôra em Homa pel'miLtido. deve-se lançai' no Sell quinhão. 3. .-DislloslçÕllS que. e comprehende fi faculdalle de alienai' e de manumitlir. es- lanllo 1JI'0 i11~iviso o e '(lolio.-C3rey. (486) Taes como a da Lei JuHa (de adullel'iis). não tem sido recebidas. e cahil'áo algumas cm desuso alé que forào abolulas. ~ 90. e outras. i81S6 i eh'ln. ncm sào Ile rlleeber.tavei~. como vimos.. das idéas Christãs. 11ing.-~iy'el:morc.(48í) Taes..·imos. Hom. 1.se melhorar de SOl'le .. ent~I~demQ~ não acci. se fõr co-herueiro ou cabeça tle casal.leLermina 'õcs.414- Outrl.:lna (V. Furia Caninia. as tla L. por ex. qual () de illllledir que o e cravo pudo. Thc ~\avÇ: ~racle .-V.-O proprio Direito Ro- l11a110 abria excepções.. na rÓI'ma geral.-0 -Iug:u' i-e OUtl·os. UisLorical I'cscarclJ. de I'esclavage. emquanto n liberdade não era perfeitamente conferida. 181S!) .e-Amcri- (. e em leis de outros EsLados da Uni~to Nort. . solfl'erão excepções. 4. ainda obsoletas e revogauas do Dil'.86). Boston t~2). v.S. St Joscph-Concordance uns Coeles Civili. e com muito maior razão p~r favor fi ILberdade. de prohibir a manumissão. ~inda qlle obrigado fique á reposição.EnLre ouLra3 nações.. por Laboulaye.-oU porque são de insLituil.° seguinle (alforria legal Oll forçada).-ou .Entre nós..>orque são fundadas em subtilezas. porém.° (ao eSCI'avo commum e albeio). no Codigo da Luisiana.-0 tempo . alguloa dessas .Ol'ào adruiLlidas por suas leis./Elia . II al'L. . e se lê. mcslUO 'iltl'e os Romanos..(ão peculiar do povo Romano (4. f. Jii não di~emos das que oproprio Direito Novo abolia. não . • :~ legislação Romana reconhecia (lua. (IUando mesmo tivesse pOI' fundamenLO um mOlivo odioso.

1490. 1i89} Lei Jllliu (li adnlLet'jj 1. d 'vcmo Ler cmpl'e cm vista Ilue se 11:10 (lPP nhão ii h a l'azão. ctt.' menos quauto á laUtu le c1 appli 'u~ao. g. L.\) ). qui Iibel' • c. (492) V.o primeiro filTlJl'üLlo em pena do ac1ullerio. " I ig. Paul. quando e te alienava o e. XL.01110 ub idiario. 2. v. não ca- ducava li di 'posição (4:91). vivendo ainda enhor. podia er retirada. 0 . tacit 011 implí- cilo.91) :Ir 'ciauo L.") .88). 110 nosso' ir i(o Con- . til. IiberlaL. . s. 0 lIas.ul'iu Hel'eL. v. Di!r.'J ) . quando por acto ex- we o e dire tu posterior revogava a IJIforria. quando Dulla ele pleno DiJ'eiLo-GoLbofr. "0 LiL 6.. direclo. n. C a im 'cm gcral. 0 lom.. 3.'Ip.o ca.. ti3i.- pro non dala habeLUr. cravo em 'ua vida (490)' mas se voltara ao te tadol'. 1'0thiel'. dc aelcmpl. :>-libcrLas non debelul' ei. Pand. g. g.\deUlplio Iibcrlali oig. -j ante aditam cju II redíLatem rurSlls lteredil. 115 - isto " e tava na mente do cnhor (in mente I'e~ posta). e oulro 'emelhanle' (4. U10X allirolur heredita . Na adopção de ses priucipios do Dir. á L. A im: por I i ra nnlla a liberdade legada pela enhora ao e ravo eu adul- lera (489). COIl 01. quando apenas con ignada em te tamento ou codicillo. XL. 1UI. Polhi I'. o Já o Lemos produ- zido em varios lugarcs. alienatulIl ~ te ta tOl:O. . L. (4\13) ::)[10 de iULUição os l'und'lmeuLo·. L. (. Paud. pOl' acto deste expre o 011 tacito.e por aclo do ellllUJ'. eomo Icgi lação subsidiaria. 4-YeruJl1 est UIIl. :! .iu u C eL. 1'1'. IibeI'Lat. SUPI'U. ti. qu m 110 lca Yinxtl dOlllinu·... cito nota ao art. rte lllanUll1. outro le tamento 'ou codicillo ou quando era alieoado pelo CI'cdol'. IIn. 110m. ad liberlutem perv nirc. Le tam . $3 Digo. v. Este Direito ~ aceHavel (. ou pura pagamento (4!l2). -m execução. ele lidcic. ou não' bem como o podia 61' por dis- po íção da Lei (4. c.

(lIe. nota 2 iu fine ao art.-O lIleslI'lo não pudemus dizcr. .ed.Jit. aos principies mesmo de humanidade e caridade chri ·tã." Dig. que lião é rcvogavel a ar- bitrio (v. em suetudiual'io. UI'as.WO. se podem le- vantar. é apenas um acto intencional. do tempo de Oamicianllo-Pl'escrevia em !:I anHOS (Ulp. ut vos (lerrandarcnt (hcredes) libertatc.9:'». 2-Si vel'O. Consolo das Leis Civ. collu- sisse. do qual' nenhum direito vcm ao escl'. sóes (<i. e se xisUr a disposição ~ seu favol'.Hi - A mesma legislação ainda punin a fraude pro- veniente de conl~~'io para que algum escravo ou mesmo liberto se fize:se declarar ingen'uo (Hl4} Mas ao mesmo tempo punia o conlnio para fa- zer-se declarar escravo quem o não eru. 16-8. 12 Codo de testam. Por rÓl'ma que só POI' morte sc vCl'ifical':i.. e cm prejuizo das manumi. . Os filhos havidos até essa época. secundul1l h::ec f(llre o. A materia é vasta.i lllgado na nela~:ão da Côrte). exhibilla. (4!J4j Dig. puramente de consciencia. assim o pjde fazer quando por carta ainda não cntI'Cf. eod). C. quando a liberdade fill' eonferilhl em testamento ab(:l'to. nota 7fJ7 j e assim já foi. á indole tio povo.. 2. Ul). ou matl'lada registl'al'. manulll. Assim como o senhol' póde retiraI' al'bitrariamente a liber- dade que esteja na sua intcnção coUfel'i)' (iu lIleute l'cposta). sc aiuda ontão o cscl'avo se ach:lr no llatrimonio do scuhol'. por cr equíl>aralla á alfol'l'ia caltsá '/nortis. L. c importantes. são escl'avos (V. de collusione detegendâ XL. l'ius Antollinus cOl\stiWit. ás idéas da época. em semelhante ma- teria. 2. ou outl'a e\ll queo acto pl'oduza seus ef!'l:itos.cscs anilllal1vcrtel'it. Todavia de algumas trataremos nos artigos seguintes. vIr. eos Pr. desenvolveI-a seria exceder o plano deste nosso trabalho. embora escl'ipta em testamento cCITado ou codicillo. ('í9:S) Consto de Antoníno Pio lia L. § 920 Oull'as questões. Iibel'tatibus con uli provide1. 4.

ada. legislações meno. a escravos communs a varios donos. a Jim du s l' [lIguem declllrado livre. Aqui no' o 'CUjJell'emo' 'ómeulc uülJuelle. a escravos alheios. fuvol'é. Já. ou não o lenha. mediante indemnização ou sem eHa. de que já lemos tra- lado. todavia de Dil'eito pode ella vir ao escravo por llelel'lninaçiio ela Lei.nhor. em I'cgl'a. 117- que nos occuparemos das liberdades fidei-cornis- sarias. elo wpt. . das UGI)ÕeS de liberdade.odu· US tempos.ndo 8.iv/Yi/'o. e em t. dependa ele acto voluntario dos senhores. de- baixo de condições. caso em que a alfol'riu ou libel'dade "em de dispo- sições legi '\nLivas. lenha por fundamento algum aclo mesmo presumiuo ou conjectural do senhor. cujo 'umprimento se retarda ou recuo <1. mesmo eon trll il vOlltud do se. a manulUissào ou al- funia.Ltes. . ou clausulas. III. c dos libertos. ainda segu. COmclllêllItO.ig'lidade. § 98. COlll esta matcria a pro- tecção que as lei outol'gão lMnl fazer valer li- berdades conferidas.\veis á liberdade qual fi dos gregos na ant. li do Codigo Negro . nelll us oulros fU\70res conce- dido_ a Il 'lll da lihel'dade. i lo se lem dado. vindo então de pura dispo- sição do legislador. l'e)'lI~iM/'f'cio fOl'çaela 016 lerIa). vimos que eutl'ü todos os po os. e aindu Lralül'emos em artigo' subsequer. ela alforria legal e fo~'ç. r. ão confulldil'CIi1U.tR'!'.

§• f\" 11 . ." O parentesco proximo. sup"a § 78 c nota 380. XL. a da União-'Ameri- cal'l. rc-' commendavão a maior bellevolencia. SU]lra ~ _. Ij. {1í1Xl} V. Y.u'-lhe O seu (tl{o1'gc (41)7). (i)OO) Y. varios casos se davão (498). 'V. e sobretudo pela intlucneia do Chrisliani mo. Os I\. Palld. e até exigião q II e o escra vo não sahisse sem alguma cousu.. L.. Cap.·c O Codigu 'cgro Oll edicto elc 1681 (Luiz 'l4) MCI'lin lIO RC(lcrt.-sob.. 13. Na Nações modcl"Jlas o pro- gresso chegou ao extremo da abolição UllI :I qnasi unível' ~1i­ clndc dos povos Chistãus. :COIllU já dis elUOS (499). . bem cumo gratuita.8. ascendente. (498) Dig.a. 10. i à 2O. tl'aduzi<la pelo Padre Alltoníu Pel'eira tle Fi- fl'lIeiredu-DCulCI'Onomio. I.l li2. da Pllilosojlhia.t nfi. clIlbol'a furçada . consignavão Vê rio' casos de al- forria legül.-h a 619. não aclmiL- tião a perpetuidade ela e 'cl'uvidào mesmo pum o estrangeiro. c JlOl. e outras (496). dc JuriSIH'. 0 pag.i11011 cil. '118- para as colúnias Franceza .1.. \'. 2. (li96) Sobrc os Gregos y. As leis de Moysés.-Os Alhenicnscs forão mais benignos. Jil. VII.o~ thiel'. devendo o senhor prcpul'l.14.-Y. csclavage j-sobre a União Americana o Codigo da Luisiana sobre· tudo. 3. é outro' se. Co. 0 A morte natural.:>' Entre os Itomanos. com o pr~grcsso da Juri prudencia. . 40 tom. (497) V.omanos muito. Assim: . Cjui sine mauull\. a Biblia.melhan- tes (500).!. lembrando sempre aos Judeos que tambell1 elles forão escravos no Egypto. qual o de I1Iho ou descendente.

22 Cap. Ull.° O aSl1mcJll. VH. rc ipsa do- naLUs. qui sive Ulanull1. rg.) j ainda que nas Igr 'ja ou OULI'O lugare (L. uu.).Talis il~que en'us IibcrlalC ll~ arià. pr'o dcrcliclo j L. YII. Cl'Uril com pe soa livre. Nov.- ImpOl'lilva a libel'Clade. 6. uH.lLl'ilUOuiulIl .ulilU in jura paLrouatus quollllam uomino ('C Cl'veLUI'. (1íO. 4. pl'iv:lmu do- minlllll il. da L. eUlmdo um edicto de laudio (502).· OeH.·Cod. libcl'I:H. No .-. loll. lSO'2 :\lonCSlin L. eu tacHam libel'taL UI SCllui si\'e ViI'UOl.. 11. 1 a 4 Cod. exposiL.L.'ião podi:lo 01' I'eclamado como 'cravo' (LL. abeotIo-o o enhor. com perda para o senhor fIo." cil. ~OV. 3. L. . fi. iS cap. de infanL. . Si vel'o iIISC •. siLque l'urSIl hoc eLiam ID:l. G. 'om. L· (:soa) L.. egundo Ju. .alelll VCI'(l sel'vllis pel'sona l':lpl:lLlU'.i) L. J.íj da L. amento do escravo ue. ue latin. 2. 2.O O abandono do e Ct'llVO por velho ou en- fermo. ou fingindo ignoraI-o. I"'e o ou lacito do l'nhol' . qu "r não (505).\[a dc eon enLimcnto C. 1iS3 cap. 3. au ing nuil. Iibel'tal. Dig.· e 4. do o... 32. de maBum. lJ\lC .· ciL).0 Cod. de laLirl. fiaL illico civis Rnmunu. 22 cap. 3. i. 22 cap. {lSOJ L. olleil'o) com es- (iS01) . VlI. de lal1n.libl'rl~l. 6. Cod. 119- 3. -." J)i~. ive lllulícl'ern. manumit.'<Jad cra a 'im allquirida implicilamcnle com o ca a· menlo. Dig.a maligne cogitanlelll.· Insl. . U !l.· ·it. qué!' lhe con. dommo eliam nolenle.° OOIH'lJhinalo do nh l' (.° Oc cravo engeilado ou expo lo infante (504.· -A lib .• sciat Iluod agiLUI'. quilJ. ulL. uno 3.). cL cx SLu(lio laCeaL. § OCod. 5. Ll'illlOnlllll1. direito de patrono. 1i." • 4. "I1I./.. 1. LOII. loll. Iiberlat. pro uereliCLOj LL. de latiu.x cau . ~ov. un.. tiniano (503).-El'ão li\Tt c iugelluo' (L. 12 Cou. loll.liLuis e dole. 12. Lu cit.o llo enhor com li e' l'ava pl'O- pria (50 I). Lanquam si consensisseL dominus ab illiLio j et iIle quidoll\ cadal dominio.. 7.·ov. 11 -non el'it juslum lale non conSL:HC 1U. U. .

. VU.. . I.. sc o uão fizesse.lcornpnnhasso o fll- . por disposiçãO do testador 011 do hCl'lJoil'o.lIas elllquanLO vivo podia o seuho)' dispôl' da escl'ava como entcndesse. 13." A escrava prostituída contra vontade (invita) pelo senhor. accip. li ircumcjsão do escravo por . de episco· pali alluiellt.° o confirma. . L.. .í Cod.. '12. 8. A castrnc. ia-Si quis sinc uxore constiLuLUS ancillam suam (sub) nomine habeaL eoncubin::c. 'i Jllan· tipiulIl SiL. quoc! pl'OSLa~ iiI libertalem vindieeLl11'.VIlI. (iS10) L. 9...- (õ06) L. sed post mOI'Lcm llomini sub certo modo eripiaLul' in libcl'Latem." Dig. de lIis eL legiL. .. por Slla morLe ficava livre. pro C\llÍb. 2. servi pro pr:. Em pI'cmio do sOI'viços ao senhor.ão rIo cscnwo (509)." COlt. VII. 78 cap. siL Qui auüeat iII mCrelriciam vüam produc '\'e auL pl·ostare. ficava lívre a escrava (1)06).cm. em compensação.x.Illlleos uflo pullião p03iluir eSCravos CbrisLãos.: o escravo que descobris.. 10. 2. . L. e o assa'- sino do sonh. fosse o eScruvo ChrisLào ou lião.. II. (lS1t) L. 4'I.i. liberto XXXV{lf. 3. -A Nov. por se lll'csumir tal a lia vouLade (L. (507) Thcod. tie neHe persistisse até sua mOI'te. ainda que pelo vendedor (508). e Leão nas LL. vendida com a clausula de ser livre se· fosse prostituída." Dig. 16..--~---. i.. XX.12{) - Cl'aVU propriü. 508) Ja o llissemos supra § 56. L. CL ln càdcm usquc ali 1ll0J'Lcm suam COIl uctudinc permanseriL. caus. '4.Tudeo (5'10). y. Valenl." Dig.Cod. 3. de bun. 142 Cap. in Sel'ViLULem d 'ducel'c. S. Com.. l!ui sine 111 au li 111 • XL. ou ao Estado. sancimus omnimodo non COIlCClU hCl'Cllibus IlefuncLi canelem . ncqllc libcrulll corpns. de IlHIlIUlll. 12 e i.O. g. L" Cou. ." Aquella que. aquelle que. Nc C!u'isLiaulllll maucip.· i llllnintlo-sc até III a i sel'cr:lmeute quem 4:1! crilll COml1leLLessc. fosse violadi\. u ~ 4. 40.4-Nelfue SCl'VUIU. libcl'tal.ol' (5 ti). hered. r. ci!. liSOO) Nov. 4. e pena (507).

cito v.. vcl h:nl'eLicus. cans. 2. (~l6) L. ilJos. et pl're- dicti ervi dc idel'::werint nel ol'Lllodoxam fidel1\ venire. XIT. erção (1)"14. t3. A conversão ao C1Jl'istiu[)ismo de escravo de inrlol. 0 Cod.)- '13. (1S1<i) LL. L.' Cad.J2) L. maneill. POLl1icr. I$J3) L. moeda falsd. Cod. dc rupL. IX.. Ull." Cod. de latin.. de deserlor. ut uullu . Secçào 1\. nOll Iiceat eis ::td SCI'\'it. ciL. VII. un.o-onde exporemos não <i a 1I0111l'ina geral. aquelle que denullciasse crimes graves e seus autores.edul1L.'\) silciati fuel'int. 2. cle fals. A' prescripção (5'17). Qnod i fol'lt:J posL lIac etiam ipsi domin i COI'UI11 acl ol't1Joltoxam lidem convel'sL fueriuL. 24. 110 Lqunm CaLholicre E elesi.neral voberto com o barrete da liberdade (51~). :l.6-quido- mini J'unu pileaLi ~lnLer. qui cos alt fidem ol'thodoxnm pl':n- ccs cl'unt. 16 . si hoe ex vollmtate fiat vel lestatoJ'is vel he- redis. 116 3 Corl. Iibel'tal. 116 ~ 3. ~ 0. cle Episeo]l. 10 i L.) 14. \ii11$) L. VII. ill iiI! rLaLclll lI10dis olllUibus ex pi" enli Jegc eripiantul· . vit·gin.3 deste Cap.ranUlI legllnl te- norem. de. herege. vel in ipso lectulo stantc cadaver yellLilare videnLul'. ele.rudreus. 3-I'epetitâ lt:ge jubeLUlis.uLCIll I'educal'r. \'el paf(UlluS. ma ainda a modificação pl'ofunda fIlie importou o Gl!l'i ·lianiSlllo. c pagão (::>'15).1. pro lTuib.un. (011 V. 13 i I. . excepto e o en1101' jguulll10nle se convertia no mesmo acto (516. fiul1t i1Heo eive Uomani. Y. como rapto. aquolle que guardasse b corpo do senhor até ser dudo ú sepultura (fH 3) .eis v I pagani vel lIel'llticis Jlabllcrit... ancLissimis m)'steriis imbuLOs. 1. ln prresenLi autem lIoc alllplius deccl'lliJUns.. ~ o. sallcimll ervO omnibu Illodis Iiberos esse seeundúlll auUquiorem 110St. I. I\i}. uL í quis cx Ill':CrllcLi Junc.." COII. Onod si.2u4Cod. nihil pro 0l'U1ll Ill'etiis penitll accipicnLibus dOlllini ." Cad. ct Clel'ic. monetà IX. 0 Cod. toll. (. L. Pand. sel'VOS ebl'isLiallos habcaL' 4uod si inrenli i I tali "catll (uel'inL. servo llondum caLholic:n ficlei . nc CIJl'ist.

vel si quid suo mel'iLO adf('uisicl'ÍL. arl. clsi lOlulll ))J'elium nou nllmeravit. . 'l-Ainda que se não de- clarasse expressamenle nos coull'aclos quc fosse Jivl'c-ut manlt- mittatw' (L. ARsim: ' ·101) Nas liberdades fic1ei-commissarias (548). XL. com dinheiro proprio ou não (520). era admiltido a pagar com seus serviços (021)0 4. lom. Potbicl"'ciL 3. Não menos dignos de menção se fazem alguns outros casos de alforria forçada. 3.-V. . VII.-V. Lo 4. 3 nag. § 6"-Sivc exprimelUJ' in cootl'aclu (vclul iII empUone) hoc. de mauul1l. liberlal. 2. 644 e 645. (VI. manum.. 6.15. .) a 648. § 10-Suis autem nummis l'edemplUs. 3. (022) Já dissclllo~ sobre iSlO.° Se era alienado com a clausula 'lbt lIUU'ltUr mittatWl' (522). os outros podião ser constrangidos a respeitaI-a. P:md. arl. diceodurn esl liberlalcm compeLel'e.· Quando conferida a alforria por -ym con- domino. (õi9) Cod..· pagso 618 e 614.0 seguinle. POlhiel'.O fuvor era tal.' 1l3gS. ut I'cplel'i pl'cLillm possiL.V. XL. verius esl tibCl'lalem compclere).° Se- gulllle. tendo por base algum acto do senhor ou ele algum dos senhores. lOlll. ainda que não pudesse pagar ludo em dinheiro.· cil. medianle ind~mnizaçâo das suas quotas (519). que.° Quando o escravo resgatava a sua liberdade por si. (1)2 L} L 4. 422- § \)6. sive non expl'imalur.POLhicl'. (1520) Ulp.. 4. cx operis lamen ipsius accessel'H ali(ruid. a Dig. ou por outrem. (õ18) Dig'o de fideicom. ul manwnütatul'. Pand. sel·v. de comm. 7. cil.

- 1~3-

?l.0 Se o ,enhor recehia dinheiro de alguem
pura liberlar algum seu e cravo (523).- A simples
p'1'olnessa não obrigava o senhor (!j~4).
6." Quando, abandonado pelo senhor á satis-
fação do damno (noxoo deditio), o escravo apre-
sentava o eu valor (525).
7.· Se o enhor lhe negava alimentos por inuti-
lizado ou doente (526).
8.· Se coagia ou induzia a escrava a desho-
ne "tur- e (::>27).
9.· Se o in tituia herdeiro (528), ou nomeava
tutor (529); adquiria implicitamente a liber-
dade (530).

(523) Papio. L. 19 Dig. eod.- i quis ab alio nummos ae c-
perit Ht serl'um UUIl1 U1nnumittat, eLiam ab invilo lih rLas cxtor-
llueri poLc t.-EI'a cquipara'.lo ao resgatado suis 111tlnlllis.
(52~) Diocle . c Maximiano na L. 36 Cod. dll IilJeJ'a1. cau â
Va,H!.
(1)2111 Inst•.1. § 3.· de noxal. aCLioJl.
(526\ El'a equiparado ao abandonado pOl' cnfcl'mo ou invalido,
e ao exposto (L. u!t. Dig. pro derelielo; L. un. Cod. de latin.
IiberLat. Loll.; LL. J, 2, 3 Coel. de iufanl. cxposil.j L. 23 Cad.
de Epi ·cop. :lml.· No\'. 163).
[.121) L. H Cod. dc Episcop. ando I, ~ ac si mancipilllll SiL
quod pro tal, in Iibertat 111 ,·indieeLlIr.
(52.3) ln L..1. ~ l.U e 2.° quib. ex cau . I, G; L. ull. Cod. de
necc;). erv. hcred. VI, 21.- Igualmente se lega ta rio, endo
miliLar o 'cullol' i não assilll, 'e paisano (L. 30 Dig. de prooaL
L. t.a Cad. de necc . scrv. lIerel!. VI, 21 i No . 78 Cap. 4.° PI'.).
(UZ!)) ln L. J. ~ L.o-qui testam. lutai'. 1,14; L. 9.- Cod. de
filicieom. libertaL. VII, 4-Quando ao escravo (lropI'io, adquil'ia
logo a liberdade (lil'e~tulllente j quando ao alheio, só em fÓl'ma lidei-
cOllll1lissul'ia, i-·to é, se !'osse ou lluando fo, sc livl'e, seria luLOI'.
-F.' evillenLC (lHe estas di Jlosi~:ões e"::io exLcl\ ivas ao cal'go de
curador.
(1)30) 'll'L. 1.0 cito -t.lcite lihcl'latell1.·. :\ccepissa I'ider'i.

- '124. -

10. Se, com sciencia do senhor, entrava para o
exercito, ou religião (53'1).

§ 97.

Por nosso Direito devemos, igualmente, con-
signar que a liberdade pôde vir ao escl'llvo, mesmo
contra vontade do senhor, por virtude da lei.
Assim:
II • o A morte natural eií.tingue u escravidão,
como já vimos (532).- Se l'esuscitasse, seria corno
livre (533;.- Questionou-se a respeito dos que
fossem salvos por alguem de morte certu cm ca o
de nanfragio (53,i).
~.o Odescendente, ascendente, ou outro parente,
consanguíneo ou affim, Gomo vimos ucim~l (53:».
3. 0 O conjúge não pôde er escravo um do
outro (536).

(531) L. -i.' § 6. 0 Cod. de bonis JiberL vr, 1.
(õ32) V. §78 e nota 380.
(1í33) Padt·c Brcl1leu já cit.-V. nota 380.
(D31i) POl'I. 3.' dc 12 (lc Março (IC 182;5, (Iue não u decidio (Coll.
Nab.) - Podcl'-sc·hia suscitar igualmente a ([lleslão 1I0S casos
de morte ap[larente, c irleuticos.
(1í31)) V. § 21í c notas 112 a 176. -Quanto aos filhos (Conso], cH.
notas ao:> ::trts. 208 c 212).
(o3G) Como já vimos; sel'Íá 1'epugnante ii eomlTIunlJ:1o de vida,
e aos direitos e dcveres rccipl'ocos entrc os cOnjuges. O Padrc
Bl'emeu no seu tantaS vczes ciLal!o-Unive,'so Jl1l'idicO- tr:H·1. 0
tit. 7." § G.o rcfel'c, fnntlatlo em Rebello, que Lal el'a o costume
invetBl'ado no Ileino de Portugal; é pois Direito Consuetu(linario
Pl'Opl'io.-Concol'da o llepcl't. das Ord. nota b. ao verJJo Filho
natural tlo peão c dc CSCl'ava sua, com Arouca c o\lll'u:>.-I'.
Provis. de 8 tlc Agosto de 182L {Coi!. Nab.)-Uccisão tlo [II lo
(los Advog. Bl'as. em seS~ão de 13 Se.L. e 11:1 011 L. ISo!).

- '125

4·.° O e cravo engeitado ou expo to (:>31).
5,° Aquell qll manifestava diamante de 20
quilaLes c para cima, era liberto, indemnizando-se
ao senhor com 400$ (:-' 3 ).
6.° . qnelle qne deollllcianl a .onegação. de
diamante pelo. 81lho1' i"ualmmtc' c recebia
maio o pl'cm ia de ' os r:>39).
7." Tumhem obtinha a liberdiicle o e eram qne
denuncias. e o extravio 011 c ntl'uhnnc1o rle lapi-
nhoü e púo bra iI (:JtO).
8." O irmão (la InTIanc1aric 11e S. Benedicto,
resgatado por esta 110. Cil. o. de . cYicia e venda
vingalira rio 'enhol' p.U),
+ 9: Oahandollud por invalido, ,c!' restnhp.lece,
nfio deve' ralLar ao apl.i r i 1'0 (:>1-::)).

(:j;n Fiea Iivl'C 'ing IIUO n3 fôrm3 do AlI'. dc 31 dc Jancil'O
fie ITIii > 7.0, ~ 'gllll1.10 a Proyi . ele 22 de Fcl' 1 cil'O dc 1 23-
Hou " 1)01' n 'm, cOllfol'mando-me com a ·obredita. on n113
Ida )lc a cio O scmbar[{o do 1':1\'0" pur minha. Imperial Re 0-
lução di' til d II 7.cmltro do allllO proximo pa. aelo, delerminar
'como !,m' c 'la d 'lcc',nino: que fiquem ;~ol:1ndo da liberdadc
I'IIl lorla a II,) c'\ll'Il':10 o I'crr'rido CXpOSlO.' dc UI' pl'cla ou
parda, 1101' 'CI'CIl1 la"; O' llil'cilOS C l>ri\ ii gill: ela in"cnuitiaclc
de qll lrala o l'crcl'ill ~ 7,0 do AI\', d 31 rle .lan il'o dc l775'
d wlldo pOl'laulO 'nI"lIdcr- 'e} l'1l1 1':1\'111' da 113 liberdade c
in!!,i'l1uid:Hlr, sem flllcbl'a, lllingn:1, 011 )'C'lricçii al:;-um3, l1l
obsen'31H'ia c complcmento du mc ·1l10 ~ 7,0 elo f'lílo Alvará.-
O Avi. o de li ti Abl'il de lR~{j implicil:ulIl'nL o confirma.
RrJlcrt. Dr. Furtado,
(338) L. de 2i de Delembro d' t73i.
11S3;1) Lei cit, d 1734.
iJíJ, PI',!. d !l d Abl'i1 de 18 9 (ColI. ~alJ,; Rcperl. do Dr.
FlII'lUll0 v. Es 'ravos).
(1\'11) PI'OV. ele 27 de :'io\'. 110 i77!l.
(iJi2\ .I.~ im o lhi a e:ILontll'I' :J Provi~. l. n de IJ ele OClcmbl'O
de 1823 (Col1. 1':111, , hem l'Jlle llfi II fi ldis r L rminUlllelllrnLe.

12(\ -

'10. Pela sahida do escravo para fóra do Im-
perio; pois,. voltando, é como livre, salvos unica-
mente os casos de fuga e de convenção em con-
trario (54-3).

-~[as o Dil', RoUl. sullsil1ial'io rcsolve a queslão; sem que 3
confunrlamos com a (\0 escl'avo que é l'cplllal1o do elllmfo, su-
jeHo como e5CI'3VO ao di posto no Reg. (\e U) de J nnho (Ie
1850, que no 3rt. !13 apenas lhe dá o dil'cito de SCl' pl'e{'el'ido na
:ll'l'ematllção Ol:l11çO pai'.' a libel't1:Hle, segundo a avalia :ão, ainda
que inferior a algum outl'O para qne contiuue escl':\VO.
(543) O Direito lntel'llacional p1'iVal10, por xccpção il regra
geral sobre o statuto 1JCSsoal, tem consignado o principio de que,
se UI' escravo llega a paiz oudc a escl'avil1:10 não é tolerada
alie fica clesrle logo livre; e c~n5eguintemente quc, como lil'J'e
de"e ser I' conhecillo em fjualqucl' outro (Y, Frelix, Droit [11-
teroational Pl'ivé, commentaelo por Dcmangeat-P3ris 1856) ; o
que el'a aceito cm POl'tugal (P:llll'ú RI'Únlca, luj\,. JUl'iLl. 'l'l'at.
i .• tiL. 7 6,° pag, 2í).-Entl' nÓ,:l L. el' 7 tle Novembl'o
(\c 1831 implicilanlellte o consigna, como eXlllicOll OAviso n," 188
ue 20 de Maio ele 1806. E conll'a a iofracç[\o atI, c tomitráo as
medidas policiaes COllstaut. do Â\', de Ç) de Maio ue '183i.S (\',
art . 82,83 c í rio Reg. n ," 120 de 31 ele Janeiro tle 18í21, prohi·
bindo desembarcai' ou residir' em (Jlla1cfl,lci' proviucia do Imperio
pcssoa de CÔI', viuclu de fln'a, sem que COII~tc tlo passaportc sua
ingannidade, abooarla 11elo Con, 111 011 En 'al'l'lln'atlo rle NcgidO,
Bl'asileit·o,-Os AI\'. de 1.1) de Se1embl'O ue 17tH c J(j de ,Jalleiro
de 17í3, explicado 1)1~los Aviso II 7 ue Janeiro de 1767 c 22
de Fevel'eiro de1f7G, c o AI\'", lIe 'lO rlc ~lal'ço d 1800 docl:Il'ál'ão
liVl'es os lweto 'pardos qnc chegassem a l'ol'tugal, excerto os
fugidos do 01 trumal' ou elll\lI'eg:Hlos como llIaJ'illhoÍl'o', - Em
artigo sepal'ado da Con 'cnção p'll'a a l'cstituiçflO ele Cayena aos
111'ancezc5 so ajllstou, '1l1 28 de AgoslO de 'lati, a extl'3dicçáo
rocipl'O a dos c'cral'os.-7lItltlel'namente está elll vigol' o art. 6,.
do Tl'Ut. de 12 dc Outubro de :l8"l '1111'0 o Bra ii c l'I1onle\'idéo
explicado }101a llolas ro"e 1'5:'1 O, de 20 tle ,TnliJo c 10 clc Selcn:1JI'~
de 1808, sobl'c o moelo (le se erreC1U:lr a (\e"olução e obl'c o
casas em que esta rleva ler !ug:lI', 'P 'lo ar\. li," (lo ciL. '1'I'al..
a elltr ga só ]l0(1ia te!' IUI\":l1' no c. o rle {'ttga (Re\:lt, de 1~stl'3ng,
lle 181)9-Collsclllci!'0 1':W;)1111051 ; mas pelas notas l'cvel'sa 's 3t1di-
téÍ.l'ãtl-se os dOlls scgllintes: o tle transpÜ1' o escravo 1'01'tllil3-
mcn1r, c com llrrlllis ão do senhOl' a fl'ontc-\i!';), rOL' ex" eUI

que eonfiI'JU:1n(lo a ' I!Lença tio n. o de l. contra o AjlllellalJle . CIO serviço oceasioual c mOlllelll.ão _\l''''enlilla (TI'at.'rancisco de Assis l'ilva. llecolTcntes SYIl111lll'onia Olynlpia II seus filhos. Jil'lnou OS rcnladeiro principios JlO lumino'O Acconlão de 2' d AbTil dc 1863 CIII o PI·OC. E cl'il'ão nOLelho. lodo o mais serãO Iivl'cs ll. 2. ào suslCnlac1:1 p lo uprcmo Tl'ihull:l1 de .lfontevitléo como al'u- r/adai a n 'Iação manterc a liberdade. rcprovando as decisões pruferida 110 eit. Ficou. .0 'lU c .0 (j32G. de 14 de De- Ztllll1)l'o ele 1 iS7 arl. cm Cuja maLriz fára JKlflLizada . Appellalla a prel:] Joanlla l\fal'ia (lo Ro~ario. pOl' Aee. Relat. llue forão assim resolvidas. pOllendo até a Le- gação da llepubliea 011 .° do Rio Grau de mcsmo Escrivão. portanto. e nolas J'evel'sae. . qual o li tatui(lo 110 al't. mesmo a nUl1utcnçào da libcrtlade conforme a' leis do Imperio (\'. o com a Conl'etlcl'aç.1. c fi 'conida D.ll. sendo cliguo de 1Iol:lr.o 6907. de 6 rle ( 11L. proe.e (LUe ' la »:II'(la tinba ido .1 . se a e te voltarem. de 1801 . Estas deverão sua origem ao procedim lltO <lo Presidente do Rio Gralllle do Sul. de Estrang. j. oa a sim libertas.:lI' o seullol'. a farOl' da panla [l1'enda. lle 1859). que susciLoll l'eelalllaçôes (HelaL. LizUI'llu Soal'es eb Cunha.aneo. e 10 de Nov' ii illií. pois \[u' ou nasce. de 1852. de 4.. 62 julgá1'ão cOlltl'a \)h'eiLo c~pl'e '0. de 15 de Setembro de 1865 onHl'mou :l enten 'a do .O da Cana de Lei 110 7 (Ie xovcmbro d' 18:.O me 1110 Slllll'JlllO 'l'1'iLJuual de Ju ti :1. s a Recol'- I'UllLe nu IJOrLo dc MUlltCYicléo.0 que só nesse lre. ]laSSar para o !'. Ablpellantcs SymplJronia Olympiu seus filiJo. e o j{t cH.i-). e o 2. Lizal'da SoaJ'es da Cunha.O 10671.slado Orionla1. -A n. 0). casos deixará o cscrayu de el' re{llltado liYre.° 8lHO.1uiz lIIuni- cipal (la a. (junndo as fazendas 011 (slancias abrangerem tel'l'CllO dc a1llbos os paizcs. lie 181Si).laguarão.seguinte .esdc que fliscm o tel'ritorio da Republiea: e !irre se devem relJlILar no nrasil. Appcllada D.clação desta Curte decidio em 1861 lil} divel'so Illodo. . 6. c porlanto cOl1tl'adicLOri:llocnLe.SemelhanLelllente COIIl o l'el'ú (TI'aL. concedem a l'tlvi~ta pedida por illju tiça 1l0Lol'ia dos Acconlão n.ilglllll dos Consulados l' elamal' a favor de sa' pC'. 0.lI'L. 1121'. ou entrar no teniLorio lia l1epllbliea ell] acLO de serviço cOlltinuo. de 23 de OIlL. vindos o L" de.le i\fagalbãe . d Estrang.Tusliça cm C. 3.39.. de Julho dc 1866 11:1 causa u. Il. aeeor- dado: 1.°. soh1' a mCSUla hYlJOlhesenos dous proc '5 058910 o 86fi9. 127 - 'C15UiJlJClIlO de alguill anillJal que. elisbl:lI'ando.° (fue a entrega só poderá ter lugar por via ete extradicrão : 11Ullintlo-se quem de outro modo procedeI'. dcei.· \7al'a desta Cllt'Le. Mas na causa n.Joãu Ignaeiu 'feixcÍl'a . C n.ranspur á ('rooteil'a de ordem do senhor. App Ilanle 1. 11. oLH'jgaudo o 10eaLal'io a inc1 IJUlil. Bt /'Ofte. ii excepção desses easo uoic:os. XllOSLO e I' 'laLados este aulo li' l'cl'i ta civcl enll'e 1 artes.Vistos.

de . foi I11UilO P stél'iol' :'I uiL. 0. podem os escrayos tambem entre nós conseguir a liberd'lde. J'O- sCI'vallllo-nos dizei' CHI oul.'a. Lall11Jl~1l1 havião [lI'ovitlcnoia. '[LIl' decl. uma YUl IluU se não yuriliea llcnUUlI1:l da' (luas 'x- ccpções que a limiLiío. (11'~iS) E ' escusado repeLil' o quefoi diLo. 11111'ovciLa a r[uilHllICllllal. L. Pela fll'e cri p~.não de ~lOllS(.. como ficou tlito. ue 1831. Lo lJlle () Calll h'o l'e~galado inüclllllize a (IUem o J'C "ala. como já dissCIlIO" c VCl'cmos adiante' ao filLJos.)11. Leão.j da lei [10 'itiva. ]101' excepç[\o a bcm da libeJ'(. --. c a 'nos a cou igna iUlJlIU I OI'a5.A rCtillciLO 110 caso dc fuga. e ainda veremos cm outros 111gare (54õ). Secção r~.ào (.c hisLoricu. '1' -ue rlç[lcl'callt sivcl Ubcrtaíes. 3. de ta Obra.rdaües. vi lO ([ue uascêr:l e11\ tS37. Fl'aJ:ll.- A respeito dos captivos. (oH) Y. .e. § 98. Em outros muito casus.'lal'iauui . 20 Cod. Oll no alto lIIal'.ccol'diío Barão dc rirapalll:l. DC postlilll.o ou sem ella.\ iguÍlrflO "CIIC 'dores IIU ..). Sil1lõC da SilYa' pre illio 01 . Pillto Chichorro. como <1i~ia o gl'auüe JUriSCOIl 1I110 Romhno I.\. eOlllO prctulltlr a Iteeol'\'ida.I[liano. )101' \111. C. fos 'CIlI l[lLaCS t'o scm os motivos qlle cOlllpcllil'ão a llecol'I'ida a llcixar a pi uviucia ilc sllIl 1" ideucia. PaU LoJa.. I'eycl' • eL l'édempL.ão prescindimos ]101' não Lel'cm 110Jc lião inlel'e!.4. v'llcido IJI'ilo. vi~Llos de rüra . mesmo contra a vontac1e dus senhore . .cuja III lH.ra ParI. scgUll(IO o dOClI1I1ento 11. apre cril1!."IU'C crip~oflO t\ insliLlli 'tlU cxclusÍ\'.ão esta ([LW lIflO podia deixaI' tl Úl' applicada Ú5 Recol'l'cntcs. ." -.n ia Llei a-lhe a fa- . Vuilla. i"llar (Jue.. de llollol'io c 'fheo- (lo io ua l. '1!28 - 11. na legisla- ção Romana.l\ dcsLc Cap. Siqucil'a. Vln. é rÓl'a de tlllyida llu a soa illLI'ollueção no Brasil.l'\'al. oJ pal'a Il"C fil[lW elu sileu io' l'CCOUht'CCIH\1l . ll1ediaUle iuuem- nizaç5.lIlas é pOI' (Jclllais lligna de uota :l dispo i fio da ConsL.ml li Te Lodos o escravos ljll • úutl':lI'Únl 110 tCl'l'ilOl'io ou pOl'LOS do IUljlCrio. i«. dus cl)umerados 'c- gundo a Legislação 1\Oillullu. u Silva travare . dispo. CULUl)rC eon.iII. tOI[. scmprc ll"O l'ôl' 110 '- salvar c manter as libc.c f:lr.iío tio 30 aUllos t1IJl'ove\la ao CS ra\'o fu- gid<>. l\Uye.!uIle.

ermillado a juizo de bom v:Il'ão.e portanto susLenLal' a sua lib rdade pelo re gate com os seus sOI'vi<. paI' estaI' a lJel':m~'a onerada (Ie dividas. dei5 de SeL I11bl'o de 1865. 4. . 2.-Aquelln disposição dn Lei Rom:llla deve sei' I'ecebicla. e npplicada ás alJ'ol'l'in a titulo ollero o. assim o decidio uuanimemente em hYlloLhese scmelhanLe. apezal' de Iibel'ta cm LesL:1I1lento. 17 . qU:Indo al~uem fOl'lIeco os meios para sei' indemnizado.0119. n.l.ro. ellLendendo que. Nab. Ilão excedente de Ires ali cinco anilas. 2.11' dinheiro. Linha de sob jo pago o seu vaJol'.. de 1'0I'Lo-A1egre. o 29 de Julbo de 1830 (Gol1.129 - § 99. (õ'l7) Av.o . culdade de pagar OU em dinbei.° A um que tinha praça no exercito e que negava ser escravo. de 2t de Jan iro de1828 (Coll. Furtado).3. Repel't.° A uma escrava que oíferecia uma somma para libertar-se se mandou dar protecção (547). ou com seus l-erviços por espaço não excedenLe de cinro annos (aliás tl'es anuos.) -A Hclação desLa CôrLe em Ace.° Para servirem na guerra da independencia farão escravos comprados e desapropriados.. pague com os seu serviço por tempo (Iet. :Xah. lIualHlo o lib l'tO não póde (1.9).l~llrtado). (Mil) Aviso de:13 do Março de :1840 .Assim: 1. nota Go- Lbofl'.\v.0 de 17 de Mal'ço. Nab. vellüid:. Por disposições especiaes se tem mandado con- ferir a alforria.e já dis él1los '111 varios lU!l:aI'Cs: assim C0l110 a ontl'os ca os.Jornal do Commercio n. DI'. e vai de aCCOI'do com o ql. (5'i6) Provo de 23 de Ollt. 16 de Setembro de 1824. e haveo(1o ella s 'l'vido mais d 11 aOllos. 3. e Appcllada Rosa ~Iaria da Dôres.° A uma outra contra a senhora que exigia preço exorbitante pela alfoiTia (548)..O 10621 ApllollanLe a parda ~Ia1'Ía.f.o deli> (le Dezembro de 1831 (Coll..no .) (iHS) .llbl'o de 1823. DI'. igualmente se mandou dar Curador que o defendesse (5. pl'oc. nCperL. Reso]. devenelo. dan- do-se-lhes porém a liberdade (546).

.0!~27 de 26 de Julho . Furtado v. mediante preço (550).Jal1eiro de 18~7. n. (51. (551) Aint:la Illtimántente.O A varios de Ordens Hegnlüres. ~.. n. para as- senLarem pl'aç:l 110 ex.073).).o Aos escmvos que servirão na guerra da 1'0- bellião do Rio Grande do Sul. ervil'em na gucl'l'a conLra o Pa- raguay. <lo 1. 6. de 'f!) de Dezembro de 186'í). -v. '1:30- D. (Ie 21 'de Outubro de 18fi<\.).e muiw oul. de 22 de AgosLO. 6.el'ciLo e . Reperl.0 c Av. de 30 dc OULubt'O dc 1847. a nesol. BenLo.zeta Ofliciat n. foi tleclal'ado pelo Governo qne se podia conferir.. i\I. n.O 30 rle 11 de Agosto de 1837 fol'- nece exemplo. (la L.Pela lneSllla foi o I. e mesmo sem elle (551). o Aos quatro escravos qne carregúrão em ca- deirinha o Imperador D.· ii7 Vol. liberdade.A il1ltemllização foi al'ilitl'atla. i. .O 30 de 1J de Agosto de 1837 al't. e con- verteI' em apolices. . de 3'l de OULllill'O de l8i6-Ca. D 160 de '1817.A a\'aliação faz-se ullminisLI'ati- vall1enLe íOl'd.Av. Nab. n. de 4 de Agosto de186õ de- ferio a f:1\'OI' dc um (lue a pedio para si.t'O .· j Ol'd. de 27 tle . -- l!'l'atuitamente." A escravos da Nação. a iii da Ontelll Ile S. j OIT. uão podendo excedeI' de 400$000 [101' cu(ta escravo (Dec. sobretudo nc - tes ultimos aonos.O 514 de 28 de Outnbl'o tle 18<i8 :ll't. 18 de Novembro de 1831 (Coll. 16 de Setembro. dei!) <le Xovelllbl'o tlc 1838 (.icLinos em CapiLHlo Geral de 3 de Maio de 1866 declal'ou livres Lodos os filhos tias snas C cravas. 7. Gl'atuitantente SÓ:l pôde conJ'crir a l~ssemblóa Gel'(II. . 1. (5150) Av. Pedro I na sua enfer- midade (553). L. .7 Novembro dc 181!).) . AV. 1l. mediante indem- 1) ização aos senhores (054. escravos.° iII fine. .· § 26. Imperial e Altezas autorizado a concedeI-a a Ollll'OS [101' diulteiro.11) Av. ll1ulher C filhos (DÜt1'Ío OfTicial de 17 e 27 (lo mesmo).ULOI' de S. Av.]e 1815. (5iS3) Res. ciL. dc2l de Onlübl'o (le 'l8'i3 j Av. mediante preço (35:2). (51S2) Arg.romat 11.O 0/1'. que nasce sem desse dia em <liante."- Ontem dos Bened. . Dec. 22 d Outubro.

c conseguintemente tambem em rolação ao o 'Cl'ilVO. sa propriedade {ict-icia. /' lidade publica definidos nas Leis. salvos os caso de desapropriação por necessidade ou uti. Ú lei do CL'cadoJ'. Nilo a sim. e sim de pel'sonal'idade (505). quando se quizol' have1-0 conscfvLlndo-o porém escra YO. do [1Il». no nosso entendel'. 11 lei humana que a consagr. (oiS6) ~Iai de cSllaço ll'alal'elllOS desla e (Ias seguintes tlUesLõCS na j'al'lc 3. pela qual todos na cem livres. desapparecc.'>0. § 100. odiosa m~smo. dizem. rigorosa applicação em seme- lhante questão.»). A desapro- pl'iação só tem verdadeil'a e legitimamente lugar quando se trata de haver a propl'iedade do ci- dadão ou o uso del1a (. o magnu pl'O- blema da aboli~ão da L' cl'.o 353 de 12 de Julho de 18'1lS. n. ora nenhuma lei. já não é rigorosamente urna questão depropt'iedade. LL. aqui e. utlenta a especialidade ou sin- gularidade da propl'iedade escravo. quando se trata de libertltl-o. proprie- dade. 17!) § 22 garante a propriedade em toda a sua plenitude. de 9 de Setembro de 1823. CIIl que examínnl'clllo. tem ampliado ou applicado a bem da liberdade semelhante desapropriação. al't. a titulo de humanidade e utilidade social.\\'idão 1\0 lll'a iI. Conseguintemente não procedem uguellas du- vida ou autes pretexto para que e não devão reconhecer como legitimas cel'tos casos definidos (aDiS) Consl. A nossa Constituição arl. Essa theoria da desapl'opriação não tem." desLll Ohra. 179 § 22. ou os sells sCl'yiços. .l por um abuso inqllulificavel cede o lugar á lei Divina.

{óra da/ei posUiva não li 1}Ossioel cOllceúel' a e$CI'a. se a escravidão eleve sua existencia e conservação exclusivamente ulei po- sitiva (558). é querol' de conhecer os principios mais sãos e sa\uLare' em semCIltaULc ma Lel'ia . ou um cerLo grupo. estaria porventura fóra da orbita elas atteibuições constitucionaes elo Poder Legislativo? Certamente que não. abolisse emflm a escravidão. mesmo gratuitamente conforme fôr o caso (557). e o fizer-o nos tempos modernos as Nações da Europa sobretudo Portugal. . a França. A obrigação de indemnizar não é de 1'ig01'.ll' a verdade re- conhecida por Lal.\ já o havião tlecla('u(lo . e apenas ele equidcbde como consequencia da propria lei positiva. . generalizando. e as agrtluas E CriptUI'. e outros paizes do mundo. se- gundo o Direito absoluLo ou Natural. 432 -- no nosso e no Direito Romano. ou as escravas. e na Iegi lação sub idiat'ia. ainda oppondo-se o senhor. E..villão. perguntaremos -' se uma lei declarasse ]i vres os escravos. Rollunda.ti o ce[fo qlUI não fI1ter 06". parece-uos fó!'a de duvida a douLrina. essa propriedade ficticia é antes uma tole- (1S5i) Pelo que deixámos exposLo acima. verdadeira e legitima proprie- dade. que acquiesceu ao facto c l11e -deu vigor como se fàl'a umu. é evidenLe que ena a póde extinguir. como dispunhão os Judeos. o stmlo qtW não que/' ouvÍ/'. em que o escravo. e ainda ultimamente os Estados-Unidos da Nortc- America. pal'a esses não ha :lrgu- mentos ([ue eonveuçào.tIguns casos ex- pressos em nosso Dit'ciLo. Inglaterra. sobre :. (558) Corno dcciclio c mui pl'ofulldameuLc o <tis c Lord Uans- fiele! . mecíiante indemnização ou mesmo sem el1a se- gundo os casos e circumstancias. possa e deva ser de- clarado livre.ConLesLa\-a é 11 Cg:.

unto ii parte re pe ·tivu Cpl con ecyuintemente accrescia ao outro· cOllc!omino (jure aCC1'eSCeIHtí)' e por modo MI/l. é um direito resoluvel. Ll contrario. outro conclomino ão obriaa- do Ll re t I' de eu direitos n bom da liberdade. 1. logo que o legislaLlor o declare extincto. -133 - remcia da lei por molivos especiue e de ordem pu- blica. nem o rlemillia.S1lr­ li'uCfO. ~ 1." ti tlonaLion. § iJO I.\ . no C/150 de ser por alanm dos condominos conferida a libcrdud .011 que o. 102. nem liberlava (559).olemnc. :'{O Oil'eilo Romano nntirro mL'c! decidido que. porquanto ou e ba de re 01- ver lrlle o individuo lica em purt livre e fi parte e crar .e U 'millil' o ell J minio q!J. IV.u.1. e violt:ntis ima infracçCo.. cendi. ocüo. se limun umis.ll nlilll ri alil1~ IIllldll~ ril'i1is adrplisilinllis pCI' jil :H\CI'. AnT. (5~f)) [Jlp..cmquanto o contrario nào (o:' ol'denaclo-. como li propria leis po itiv<J' hão reconhecido. uma revoltante. . poi'. do que r conbecim nlo de um direito que lenha ba e e fundamenlo na lei eterna. ln L. til. ut/wío. o enhor enlendia. . itiv. li b rdinadu á claamla iJnplicita e sub- enlendiuil nll I i po. II. logo que c ta dau. ula se verifique. 1- BI'. da quue a c l'üvidão é. g. cm ~(.-Filhos.Acquisições. E a manutenção e lá. Al(ol'riu ao escravo commu1n.° ~ 18. o con!! mtnLO no e cravos póde suscitar erias dllvic1a-. isto é. ii era daua por modo solcllu~e.

lI. § 4.° de douaLion. boe facial: 11 'cessiL:HclIl 11:\I>OIlLe socio vendere parLcm suaUl quanlam iu sel'vo possillel. L" pI'. lll'elio CC1II11l\u 1\ jll':"cclieL. l:lm 3m 011' I' ullo. qUill1l consignando. eo casu pal's ejus arniLLolJaLul'. (1íGl) InsL. . VIr." Coe\. ll'à clelinlLiul1c. e devia-se pl'ocec\ce como nos outros casos e1l1 geral (562). sel'v. IICC in IlOSl'l'Utll fl'erruenLari pCllilu coIlcedilllus. 2. 7. flllOl1 esL LaJe: Si eOlllllluuem s J'VUIll 1I:\1>cns alir[lIh. m:J. . seculldulll ojus yoJunlalcm j ex alLel'à aulem parLe. el socio allcl'cs 'cb:u. quer aliberdade provie se de acto entre vivos.. . sive lel'liam. ClIlll Tilia. o opi- niões de }'alllo. de COllllll. Se o condomino legava ao escravo a parte que no mesmo .i:'Isto. tllll0 rcfel'i<lo por JlISLilli:lllO 11:\ L. mallUIll. ató que Justiniano decrelou que o escravo seria livre. VII.nlUn.l!l1. L. 7 . SCI'V. vel si 3ccipCI'O noluel'inL. CÜIll saLis auull' (leque imprl'iale CSl hlll1laniol'cm SClllBulialll pl'O (1I1riol'i!JIIS st'f1l1i. entendia-se que o libertavü. . (liGO) Varia Con~LiLlIiç\ões de Severo. seI'V.7. mediante indemnização aos conclominos. La §§ L" C7.Juliano.s(\cium ]ler [1I':uLorem compelli suam paltem velldel'o lIualenus libel' sel'VUS etliciawl'-. vrl Lrslall1enLO. vel ocio v J sociis :\u herel!C ]Jl':l:lSLantlo.Jel'. lpi:lno. e mesmo l1e Ulll . (562) L. porém. 7-Fial il:HIII Jil. l\lal'cel1o.Tu :lulem atlcl'cscendi.c cousLiLllLiOllis tcnOIOl1l. Corl. sivc iULel' vivo. eL pel'iclIlo COI'UIll llcpollcnuo.JurisconsulLo allLigo Sex~o-Elio flue dizi:\ .iII ol\lLIibus colllllluuibu I'amlllis. sive elimidiam. solus IiberL:1Lem ci ill1pusuel'il vel YÍlHlicL:I. de cumm. quod anLiqua jUl'a in cOl1ll1lullibu sCl'vis l1IallUlllil- tClltlis inLl'otlucebaol. dll ComUl. abrogado o direito ele accrescer (56'1). qnér de ultima vontade.sive iII ulLim:i disposiLiollc libcl'laLem quis legili- mam imponel'C COllllllllni S I'VO voluel'il.. ex !lO. do AUL01lino Pio. ive eLuaIlLalllelllIH[UC.° COII.•r.lIl:1nl. s01l'rcu moei iDcaçôes fü voraveis á libcrdade desde o tcmpo do Imperio (060). ex parle quidel1l Le lalol'is. VIl.Linhn. nullills e se lllOllltllui.

) impli- citallwlILc o admiLL('. IIllÚ o Iilllos ão c cravo.Hlo'. sc a cHa rUI' slIhmcLLidu j IlflU nb LanLc PI'O\'i.) CIII. 'a pl'a~e con tallle II' julg. idiaria.lIlol' da COI'U3.11' Direito COI1- IIcLlldillal'io) :ltL' Lalla uo parccel' tio 1'1'0 ul'. • au. e aceilavel en ll'C nós como ub. 11ilCIIl(U fILIO ni 'lO ha\'iflo dou. U ' iI opinião qu elle'.0 LiL. Av.\1'(':0 de iSiliJ l)aI'CeC. C 'I' vcndu cm l74\1. ~ 103. iI. 2. da: 10\ is. . ue allLi~a da Me a dc Con- dcncia U I'lIUII'.ulLa 'IlIe III ~ dilO o dil' 'iLo de 'xduil' con '111'1' 'ntc'. i. E' e Áxi li. (5Gil PlIl'LlI' sC1luiLUI' v ntl'CIII. cle I 03.. Lado dc L8 de :\[. filho havido lc e Cl'ara cm lacs (.-() Plldl" BI'CI11 u (Iug. decidil' o couLrario. ." (:cl. dava como Cel'La a1lllcl\a douLl'ina acinla l'\Jlo ta. 3H8 cle 2L dc DCZClllbl'o de 1!lõ'.l'al'O a COUCOITel' elll pl'a 'a pal'a ua lib nlalLe.. .lO ri' OULnbru (11) J823 (Co11. n. SOUI'C Cou- '1I1La (lo Con elllo de E. 111a C\lllo.\'11I1 ._---- iSli3) A Proli .H. quando ujcíLa O e..farol'C á liber- dadc conLra a I' '<:I'a' gCl':Il' de Dil'eiLo.JlIl'id. parle es- lil'il \'0 (ã63). E'h le"i li.lá o PaUl" I. U defnnLo j c aS'illl par cc contir ln:\I' a dOHtl'ina do OULI'O jil ciL.0).\vi o II. IICIlI e L III g 'ralmcnte 'ulIIpriuo •. 1. uão fui b~1I\ r 'l. 4 OII 17 du OULubro d' l8U2 decidio f[lIe a di '1)0 ição do arL. To- dal'ia o .i() fi illlll()I'tancia da lluota !fue Lh'c'se no o'cra\'o (Cuil'.\v.-Y. <lo livre' (36i. Haveria ub 'UI' lo cm ser algu 111 parl livre. c ojlinião dc lli~tin 'to' IlIagi L".la cri/lcuL 'mcnte é Uo .li'CillClI. Clll caso selllelllanL'. Quanlo ao. -------~. TraL. lIulas aos ar!.\çflo llovis ÍJ ln inl iramcule con- forllle ii bon razão. tudo clIn 'LauLC da fi! . E e1J'ecli vamenle o lcm ido. qualldu mandulI proL 'gcl' a dcfe a de ullIa lioel'La. (le i3 de Juuho lle 185!1n:io c 'XLCII~iv:l aO 'cravo pertenccntc á II nlllça 31'1'C- c:Hlada' COIIIO cle au ente.3 (l /'I.- (. aJ)l'e- elltalllo ii illljllll'Lancia da 3\'aliaç. eguiodo ii 'ol'le do vcnlL'c. cLu . s I' o coudollliuo 'Oil- l(illo a \UIlllr)l" c ba Lar para C te tilll a vontade de um CIII alL'n~. (. O ~ 2. U .(Illdiç-e:.('hiciu. a qUClI1 IIIl1 co-lIcl'clciro 'C oPPulllla que o fossc pulos llIlLro . Con 01. \)3 do Oc 'I'. ohrig-allllo-o a ruceJJel' a quoLa (lCll()siLada cio valor da Ill~Sllla 'Ol'l'C pUlldcULC ao lluiullãu tio II 'I'd 'ii o di idenle. IlOl'é1ll.).lo.

seria conLl'al'io ao [Jl'iJlcilJio I'egulartor tio csLado e courlit. llpnumiltido pelo nu proprietal'io. enlendia-se que havia apenas renuncia do USLL- fructo. ~. H ~ 20 Dig. 7. CL omoia qu. adquirindo desde logo o nú proprielario a propriedad. Justiniano reformou ludo islo. tlc hel'ed. obscl'val'c pl'opl'icLal'iulo. mas quc.° s~gllinLe). Cou. eL IibCl'LaLe donaYC1'U" Lunc maueaL quietem sm'VllS propl'i Larjo suo anllexus j sed nou ncc- ecssiLas ei impOn:llul'. h.ão de renuol. L.0 ~ 1\). VII.iar ao usufruclo. se o usufrucluario liberlava. quanlo a aHorria. 23 Dlg. declarando: 1. plenissimulll jus lJabeaL in sel'vo pl'opl'ieLal'ins •. sin vel'o gl'aLias alj"ndo usufl'ucLua- rius ellm ab uSufl'UCLu libcl'avcl'iL. L. e conll'fI o favorcs dispen- sados a bem da liberdade (V. siqllídem lIoe modo ll~ceetaL llSUlllrl'ucLUm pl'opl'iClal'io. Pelo Direito antigo. (15611) U1p. eL r[u:mlam mioisLcl'Ía ci atlimplel'e.c Ín mcdia atI ClUll llel'VClllll'iL. se o nu proprietario. o quc se passava por Direito Rumano. io-Sill auLCJI1 usufl'uelllal'ius talllUlllmodo libel'LalCm il1lpoSUCl'iL. Vejamos em rclação ao escravo cm llsu1'rucLo a alguern. se a manumis ão conferida pclo usufrllctuario fosse com inlen. de IIbcl'al.. Com. 1. pOI' já uão ser escl'avo o vcnLl'c. eaus. PosL USllfl'uCLnal'ii auLem mOI'LCI\1. de maoum. havia abandono da propriedade para o SenllOl'. Lune serviaL quidcm tlomino. '1. e só podia alcançar a liberdade com a exLincção do usufructo (565).° que.e plena. ycl USUSfl'llCLús qlloclllllqlle modo ínLCl'cmplioncl1l. ficando porém o escravo S01'VMS s'irw domino.t. li- bm'tate emquilnlo dur1\ssé o usufructo 5(6). assim se deveria enlender. 'leI ususfruellls eousLal'e poLesL. illSliL XXVUl. nego Li. seL! judices noslri eum in l\uieLe LucaoLL11'.' pr. o escJ'avo permaneceria iII. .o que.ão dos filbos. (066) L.5.:cc suo domino acqlliraL. liO caso conlrario. o an. donce viviL llsufl'ueLual'ius.

de manUlll· tCSLaUl'. Coei. cL su::c postcl'iL:lli rclillqual s:l1 \'0 IH1U'onaLus jurc.o ao II uf'l'Ucto nl<~ fLIlr. ilHCl' libcrLOs 11I'OIH'i - l:ll'ií connuIllCI':llllS: cL si C/llid iII mcdio po sideL. 14). mas quando sojüo livres pelo facto de ambos. n:io p l'tCne' m ao nsnfl'lIClnaTio. cxlillgllisse (.Gothofl'odo cxplicando c5ta I. Iioe iu bOllls slIis habcr .to simples do Ilsu[rucLuilrio.' I'PI'. •. siL quietcm illo. Se a liberdade I. dc m:lnlllll. con- sentimento ou scjcnc-ía do 0111. mo(1.:>07). )JUO mais S{'í'CI/S SIJlIl r/. 6. (:lO!)) O Olhos dl1s CSCI'aV:l.fJlllilln. Cod coet-Síl1 :lutem propl'ictal'Íll solu Iibel'"' l. ~rullulJ1 dill'cl'lInL'scl'\'unl essc OL sorvire.:llCIU illlpO ueriL. usufl'ucLu:ll'ÍO minimc con cI1LiclltC'. pl 110 jUl'c IibCl'1I11l cum emei i ct i l[uill postca sihi acquisicl'it. doncc uSllfl'lIclual'ius virit. (5GB) L. lIoo racU. flui Jibel'L:lLcl11 ::I Jll'oprieL:lI'io :le cpil.-Si Lam PI'Oll'ic- tal'Íu (IlI:'tm U llrl'llctual'íllS IlllcI'LaLcm ei COllsollLicntcs im))o- slIol'illt. () l1LJ pl'oprielill'il)).Devemos ainda [l res- ccnli l' : 1\. VIT. 1. 11.j L. vol ususfr'ucLUs legitimo 1I10do porcmpLlIs esl. ihlllue habc:lt. quib. (' Silll ao 11l'O))l'ipl:ll'io (~ 3í ln. r. OL 1IbcI' cL tumcn servil USlIrl'lICLual'io . csle r. como Dcou exposto (6G9). E 'ln. 15 Dig. não quando estas apenas se mnnlenhüo in liberlate pelo fit .1'0.. -r.dr. r.0 Que o flIhos (la escravas serão li \Tes.on~rguilll - IR . i L.ci diz o sCg'uilllc-Scl'YUS m:lIlllmissus a l)l'opl'ictal'io. . I. \toe sib! :'IC- flllil'al. o sr. usu frllCI. ou do nú })ropricLíll'io. 011 por 11111 rIr.ll'it cenf'cridn por amhos(nsll- fl'lletllDrio. illud jUl'is CSL. L. dcLe1'l11jllu~õcs são inLeil'amenL \ aceilareis como direito Ilhsidiario. Jogo plrnillllcnlc lirl'r FiGK). 13í - firJa ndqllirinr1n lliW[l si. (SUl. 'avo ficava de. scrvit ut libcl' (L. 11 de ingcn." Ip c tamon libcrtus f[lIa i el'VlIS apud U lIl'l'uClllal'ilim pCl'lllalloaL. cmhoríl Slljcil. (li\l." Dig." pI'..'))1'. se O [orem ::luas müis. . COIl1I1l.

1." r.-:'Ião ha contradicção tiO quc vimos de dizur com o quc deixámos (ULo a ima rclaLivamciltc á col- lação dos fllhos das escravas havidos antes (lo fallecimcnlo (lo' pais (lo 110l1atario (V. {:'i ov. pÓlle alienai-os (:)71). pCl'tencenuo os 'filhos ao propl'ieLario." .-Favol' que Se estendia. 1 'ns Ú collnção. o facto do usufrll 'tuario ele consentir que lhe não prestc serviços não pÓllc prejudic:ll' os' direito.ap. só para o fim cspecialíssimo de igualaI' os quinhões do descen- dentes !Jer(lcil'OS forçados. menLe.0_ t lieentiull1 haoere eUlll ieuL voluel'ÍL Ilti.l'tilhas. embora am alguns casos fique obrigatlo pelo valor do escrllVO . im- porta a Iib~rdade c ingenuid:Hle dos filllOs supervenieutes.:ãn 3. porque já nüo é simples usufrucltiario. póde validumcnté libertar o escravo. L . li facto eleste libertal1llo o ventrc. . ((72) V. QU::lI1l0 á al(olTill cuncedida l)ür algllcrn a e." cip. Ao coutral'io. comquuuto obrigaílo n trazer o. ~ 7i e 110ta ). in fine-Si Yel'O el in eapLivol'UIll reclemptionQm (hanc enim exeípimus. et dicamus Beo causam) eL hoc licenLialU elllll h.1. conseguinte- mcnte dar alfol'da ao escravos. qua5i-proprietario (070). sendo o vcntre ainda c cr::lvo. :n'l. mesmo cmquanto dura o usufl'ucLo. iOS cap. qucmadmodull1 perfccLis dominis compeLit. (571) 01'11. :l. h I'e facCl'C et miuuel'C) etíam qual'Lam pictalis l'aLionc: fjllod cním llohis IH'etiosius vi- (letllr). e sim pro- prietario Oll. adiante diremos (!)j2). la SCI'r. não imperle a!icna)'..\ obrigação de conferir. ci\.'- Cfavo alheio. tal é ° caso das doações sujeitas á collal. do nú pl'oprictario. em bcm da liberdade. . s 10G.° QL1e e (li 1'lsufeuclunrio tem ü faculdulle de alienar. O berdeiro q\le o fi'lOr. entrarú e011\ o Ilalol' uas p:l. 1:1 2. a outros casos em que c a ampla faculdade não se d:\\":1.ião. Q7 ~~ 1 J c 15-. em que o herdeiro." tit.u. (570) Nov.

a l'c'll'icçõe~ e esc 1çõe' fuvul'u\" 'i' ú li- herdade.& d T . lon. flor neto enlr ' vivo.- ('QJttal é a ILue ti 'pcnrle inleiramenle da 01'(\). modo. OJlditõt.\ muuulUi '5.djer- f as ás 111 (( IllmlÍssôe. por viu do regra) de um modo cmpro Íiworavel à liLcl'daue. ROlll. ou lniJ:ta'. [o' 'om Q "a ondiçõc' caWltes. cla({sula. L:IJIllU lomu. ou de lIILinu yontad . (57J) COlldiçlW aqui é ynonimo <lu evento inccrto e ("{{IrO. Obl'igaçôc lraduzido e annolado por Corrêa 'felle ). ol.\11a: Poo/c. (a7~) POlhier eH j 'avigl1Y Dil'. pote '- tati a'. ~ 10i. pnt. lom. rótlc niricla er ]JlIra c imp\". aflil'luatívas ou 7lcfJlttiL'Cls (n~ I. Ma não d ixu. a. S I Eulrc o' 11 llJilUOS.0 ou alforria púd' 'r.>l'O lul1 o 110 Direilo OVO e Nori imo.::o·..e' bastanle intrincada. principalmente pelas." alm. c1aquclI 1'0"0 do :cu Direito. A' cOlldirucs (5/3) crüo cm g 'ral uOlui ·~i\'ei. de que depende um direilo ou obriB"aç:l0 (V.s. o a im d(}Cinia as que Lõcs. ela natureza. a titulo onero o ou gratuilo. uh- tilezils. emlJora. 3. visto. . 13D - JRT. .( IJOUJCIII. li lcgisluvúu liul1u CUI coo- idcraçüo todu~ ossas di lincções." U U6 a 12(1. Y. c e pecialidade propria. ê ali] ia Ú \'ulllarlc linI1l. .!(ur"ra a lJllt' l\l'pCllrlC . T'OlliiuJ'. .~. uu nüo.

o por SBlllcl!lünte moela C)'j8).')17) E' al[uella I[ue x. pOl'énl. :\lluellc dcsde o qllCt! a ubri- g:H. e l:UllS.l'esol"e Ou ex. da sua Yonlade. . era licito o C. cito tom •.J'IIHtlil'a ou 1)D~itit'ct a flue se I'erel'c á cxisLeueia <le um facto ou acLO. havi"io limita<. (iliií) E' ufllll:lIa que allia ou dilala :1J1anas a acquisi~ão uu CX~j'cicio <le 11m (iil'cito. 7. pCL. (iiiG) . 1'0- ttlier> Obl'jg. o seg-untlo lem a n:1L..tiuda cumu f'os e vil u: tiulta-s' PUI' lIulla a dispo ·j.ão tCIll Sll:l cxistencia.lc s 'I' {( '1110 (in diei1l ou ex. O prillleiru Lransfo)'lna-sc quantlo ~nccl'ID elll eonlliçào u 'pellsiva.-1Iuilas Oull'as dil'bõ 's se pó- dom ainda 1'<17.ol1lli~50. IIlLvta a que parLicipa de allllJ:ls.mspcwi (b CjTj) ígluLll1enle '. Tuviclõ.nLI'aj'iu ~1U axiollla-Libertas sumc! dCtta nOll rcvO- cal!fl'-Y. '07S) Seria co.õc (5::S0). t/fi..Lingue..üo melhor. Rom. .lio. l'.. Savig. i ('. (:5S0) V. l Quanto aos l'm:::os C>íD).) . i.. ou que o.\ urdo em que o cscrü vo só l. c portanto fazer l'ecahi r em GS.el'.:ão" cOlIseguiULCtucute P0l' uão 'our~l'itla a libcl'll:t.1 a 127." §~ 121.I j.. :3. Ainda ii 'sim. to é. 01)rif!:wões:. nilo se podh revogilL-a nrbitral'iamontc. porqne não hilvia impcLlirnenlo ou '10.\nd.iuL de 'talnlibcr. '1'1. ciL.\I'L.iOmeçassf'l ti gozar da li berdade ou fosse plcl1ümen le Ii\'l'e desde 'crtü época. (3iO) Pm.l' ri ic 011 'in llúnn. ele que trataremos em oulru lugar (:->íG) . PoLidor. g.j ~l.ny Dir. 'I.\ tituia o "Ct'ilVO em uma po.0-- A COllc1i<. sel'ia alheio do nosso [ll'opoSiLO (V.Ie espel'al' que o seravo :. visto como. "UO.0 (.0 desla Son\:àu 3.Jo c.:áo . que a 'illl f1ea ll('[H:ul\euLe ll~ (. 3.lticr.cgativa á não exi 'Lcncia delle.j. pUl'élu PI. Pó..u'c1.:. a Cap. linha-se por n5. cut qU('lll (ali diem) aquelle alli o IJlla! 'lia elut'a. lima vcz auquirida a liberdade.-V. de )'cso!ulivo . dan- do-lhe os B. ~ Oe Lelllpo ou época de que dcpClILlt: o direiLo ou obl'igaçào.Lillg'IlC o llircito ou ourigat.o escriptu ou liuHa.::o ou lcl'l)(o.omünos at6 a tlello1llilul('.lo IY' :i1Jai:u !IUI:IS . se esse lel'lIIo era Lfio l'el:H'tlado flue 1Ião russe . A condi('uo 1'esolutivcb (:)77). di ').

dc manUlIl. te lam. 316. CjUél' llatumllllclltc. Paulo L.j lom.. niwr ucl1I 11(ltJia fi!z l-a (. 'j Íla CI'Í(llUIU iL. '::ar c fcrirCI' tle~ 'l'i!ridü Jimilal\(lo a l'poca ou L rmo final (:i ~). "" Dig.'12) Paulo LI" 33 c 31 Dig. t 'lllpOl'i al1jcclio lIj1cl'yacl1:1 c l.ã d I)I'C 'lar o lib l'lO cni'o ao cobol' ou ii IIC oa 1101' eslc de igllalla' II 'llIC é n' qucnle nll c nós. rtio'/IO i('fi. ." 'j 1'> i2\). gCI':l1 é qu tal' dau ula serião llulla uhsi 'lindo POI't'1Il a clispO j~'ão e POI'. (H ) Xo rDIlII'ar/O'. TI.criplD ou nullu. O //lolo 08:3) CDII litllia 1I111 onus ou obrigar:üo a:. dc m:lI1um.e por 111111a ou aüo cs ri pln (:. 11 cont1i~iio impossível (:. 3. i .' Cap.\... ::I\'ígn) jil cil. O pt'aZI aei dil'lI/. dI' que mlianle Lr. 3.i86. I'othi I'.-. - Libcrla ael t Ill(lU' dari non potc 1. cra prohi!>ill . tumcs..lichu u'que ali :wnos dcccm lilJCl' 10-.)87) Li/lhu. 1'<H1l1. porCjt1f'. c ainda o l'al'clIlos elc outra' mai' u uac • \:.u libcrLali ). 0 115.111 - .IdcolluC.:I cOllllil. L.\t1jt'('[O li JllilllUl11i' 'iio 'un:Lilllia lalllhelll o 'lfl- lulibcl'. IJuér /eualmell/c. dada ii JilJcl'dad'.llar mos C' J!).'S) cria nfationho c qua j illl\lo -il'e! ('null1 I'al-:) .'i8. 31 o I llil!"' cle Ilhli"aL I'l at'l. Ioda'. 'colJ1lanlo qll nilo f pr Yiula I clu' lei" 11 10 IJOll' CO.ão da li- hCl'dad . (.-a.0 dcsta ' c~'.-:\Iotial c dcvc cntcnel 1':1 alrol'ria '0111 O)))'i":lf. XL. lOlll. porém. :ll'l.ão a doutrina. E' dc iULUit. :l.). 3.(:>8 i. '. (.iR7) Aquclla IluC lIUO póllc c).o~ dr "/lima rlJlt- . ' (\'. Temo já apouLatio não pou 'a . Lc l:'lm. ma: lião impcdia i\ ntqllisit. 0 (Ia.i 'Lil'.im Olltril clrlllsu[as p ':»).'l3/ y. p -la moral. e li- JJha-:c por não ('.ão il/l1'o 'ier! anlll111a o a 'lO (L.>8G) . Bcm ü. 7.s 8).s..\ I l:lI11o a' libcl'tlallc • ti ele l)Ue J'os C verili 'ada :I inL u!:ão dc :'IS conr'l'ir anilllu lIauü. rOllscqullll 'j. 3.:i2 cod. \'. aliá Oll i"nada X]lI'C salll me CIII muitos tcxlO dc Ilil' ílO. [!iR I..> Ijb rlo. Fi il :'IroLi' liuo L. -. e qne não importa' 'm "cxame ao liberto 011 ill1possibililllld cI Clll11flI'il-u ('.

serei lim'c- Paulo L. <1á J~..A detor- minat'io. (ta L. XXXI.-L. U Dig. tom.. li.17 Dig." 2~8). (090) \rg. g.n2:! e seguinles. de conuil. designa a cousa ce/'ta.U.Y.-Em genll. 22 cap . poderia dar o milhão. cm muitos) casos mantinha-se a liberdüde (590). . di Slalulib.-Sc um Lucullo quizcsse. 6. de conuit. et (\emonst." Dig.Pand L. de conuiL. Julian. e refere-se á substancia. . 6 Dig. X L.° Dig. de fidei-colll. podendo mesmo ser preteritos.. a falsidade póde aqui \lt'cjl1dicar a dispo<. ... Rom. L. ues'le que se possa deprellel1uel' que havia 'intenção no senhor ue libertar etTecLiva- mente .° § 12í nota h). lleei(lilldo·se sempre ('m caso de duvida a favor da libenl. de Statulib. D Dig. (oGl) Potl1ier Pand.. i3 § 4. bem corno o }J1'Ctto I tão ?'f!. pag. quando dizia .. L. Ip. 72 § 7. resol\'endo-sCl algumas cm modo (~rodesl.. libel'tat. ) I A falsa delnOi'listl'a[-L'ío.. 35tol11. .1io (rothicr <:it. a causa é o motivo ou razão da disposição. por se presumir que o senhor a nüo ) conferia r0111mentc(iJ89). 1).\.1! § 1.°Dig. prejlldicav[lo a ma-/ ' numissão.anilnlls dandw libcl'tatis.. porém.-V. se alia clerulH milltão-oll-qltrllldo el!c morreI'.. XXx. 6. ua No\'. -14-. illSlit. l[llia ncc animus clmulw libIJ/'Latis esl. u falsa cau.. Pothier. L.- Esta ultima regra é a (IUe se applica cm geral ás mallumissoc6. de l:llul.Gaio L. 3. L. O1allumis'õcs eH)I).alle.. c lelU. 323 c 327..nwto que não fosse de esperar que ainda i então fosse vivo o escravo. Dir. t. 3.l.Sce\'ola L 4i § 16 Dig.2- '( A condição qnasi impossível..c por Jlulla ou não e5cripta a cOllllição (Ulp.0 Dig. 7-Sic ellim libertas illutilitcr datlll'. 3.. porém. Aindill1ssim. ua condito in. de condito cll1emonsLI'.. (i)SG) V.. L. tatie. t ullmoDslr. ainda quando consistão Út (aciendo.u § 1. L. 642 Dota 3).il. 26 § l.° pags. a não 111'0- ju<1icavi\o ~. j Papin.Concedo a liberdada ao mel! escravo F . 7.· Dig. c o escravo seria linc (Sa\'igny. de condito et demonstro XXXV.' de condil. 3iS tom. illSLit. 3. i-A demonstratio l'efCl'e-3e a qualidades ou factos não substanciaes. sulJsi lem esta. n pago 'UH n.

sondo pura c implo . \Ii n.. e in tituição de her- deiro pelo cobo!'. si ·non nup.o!l._.o"2\} '330. 3i).!l'a g '1'.J.. e por- lanto não imperlilldo a alforria (593). Rom. ~ III. 6 Dig. L. 123 C:lp. . m oulro. ~leci"no J•• a3 § 1.e pura e impllils. nào h:l (lllVilla por ser ~I cs ~ a r I. cl dcmonstr. Da clausulas ut manwniltatlll'._--------------- '.Jdc. I t:3 - 110. IllgUI' s. Bem como da no- men~ão de tulor.. já di emo.snj \' . depois lhe é adjecla ondiçüo (ofH .. n. 5:1 Dig. cm bcm da lib~l'd. que imporlúo u liberdade ao c cravo (:-'92). de aclimo I 'g.?te mamltllitlalw'. qU:lndo dics Icg:lIOr. fi di -po içúo lOl'l1a.si 1/0/1 Illlpscrit. 51 12Dig. 3 ~ \) Dig. de filici. cm :1lguns ea os a jlll~as'C válida cm ~el'al. 1'111 11'l11tl0 h:dlil.- Bcm entendido. :"or. . que na o"'unda hypothcs . todavia.. Em ludo quanto lem de fuvoravel ri a1forrias laes di posiçóc.. :í93) OU~DlO á clauslll" . (lc eOIHIit. de condito ct dc- monstr. devem-se ler por 1150 e criptas.. 72 § 5 nig. 0 Dig. cOIl1f{uanto o Dir.. (' nOla 328. ad • C. Paulo L.~el'il. A' elau ula' ou coudiçõe si nups Til. ão ellas aceilaYfü enlre nó orno Direilo ub idinrio. Se a contlic. c vice-ver a. o hcmreiLol' só o pôde 11/1'1 '!II.om. L.\( (rapin. (ij\)lJ !I(ol]CSlino L. SO. o scu 11:10 il1lplcm nto não pr judie:"':l :1 Illanumi :io (~(arci:1n. L. IilJertat. cnrnclol'.) Quanto â oulra i nupserit.50 é upprimida polo le 'lador. Tl'clJclI. ülp.

enlre nós.1e cm que elle se achas. ele sell. O es- cravo nua póde.>98). proveniente de [tlcLo do senhor. (5\18) Justiniano. resolveu a favol' tia libcl'd:Hlc na L. e mesmo cyenLulIl ou forttliLo. I.ionrll1. dc qllC já tl'atámos.. notaiJíií). fi il1lpelLiatul'. a1limlllcI'C I'Ollllil. A impos il)iliduc. ~ 118. libcl'l. sa hUTeL' por ouln\ rónJlu (1jOtl). E te facto nüo importa por si só c desde logo a concessuo da lib rda(le. e () l~ !. (lccidindo a divcl'gcllcia dc opiniões dos Juri - consultos. (õ'. inscl'L. l\e cOllllit. 'XL. 11. (V."o ou achür de o Cllm[ rir. sivc per cum cui ll:lI'c uliquill jllssns c.° c 2. nisi ips' sCl'l'ns Ilol II ('ri I. L. i:\'\ - ~II::? Era [Jw\llClIlo nl1ll'e os nom. lIc st:1Lulib. animo. (5\)7) A' semclhança Llo resgate. E' iguulmente. . (lo herLl iro. tanLo mais.• Dig. sivc (leI' 1'01'- tuiLOs casns. do IcguLario. 7.)(j) POI' snbscl'ipcão (o f[UC é fl'cqucntc cntl'c nó " por alliall- Lamento ltC tCl'cciro. e mesmo com OR seu serviços (597).lno<.-lO o prrjut1i . pois. 7. pretender-se immodiatu- mote livre.a (:. quanto depende de sa- (0\). milito l'relluente con- cederem o senhores ulltorizclçiío aos seLl~ escl'ílVOS para tirarem cerla somma. ou lJ/'oll1es a de o fuzer. sivc per hcl'edcllI . ~G-Ex quàcumquc igitur cau. . O liberlo púde ~tllisfazer este onlls com o llllC tenha.fI:·). VI. il1 \il)CI'tatcm qllidcm illSC olllllinlotlo pel'l'únial." Co(l. 3 §§ 1. ou ele lere iro. por subscripl~üo.Hnllnm entre nós. }1oclllio ('. apenas a intenção.») Ulp. para Slla alforria. com o qne po..ar-s o e?cravo eom o!1rigi")o de dar lima cerla somma no senhor ali U Lel'- ceiro. ctc.

.. 36 Cod. em I'el:. <i•• Iii. 1f1 . a indem- uizaçllo não pOlle . (lS99) A simpic 11I'OlllC sa lJão obriga o senuor (L. qu slõ originada de condições. c acção dirccta. '603\ r. essa promessa não importe obriga.mspensir I/ f.r dia. nOIl p . póde o es- cravo pedir a alforria ou ser declarado livre. ainda que désse parlc. lIuando nos occuparmos da liberdade confel'idtl /ide'icolI'/. ar~. OHIO tantas oulJ'IIS o S:io.0 segnintes. não cra livre lião quando dés e ludo-si deccm jussus dare. de de que exhiba a somma.tção ao escravo. a. de libcrali cau à-lo Dir. dá todavia dll'cito a rec\ir ind IIlflizaçãll :J qu 111 a fez c pelo não cumpri. do AI\'. ou Jlor e dever Con idcral-a em lal ca o ap lias modal. porém. Da L. e clausul.ão perfeita no termo gerae de Direito (601). IlOI' I'a\'ol' á liberc\ad'. (602) Tal ''o l'lo cntt'e nó . porque di punha quc o e cravo. Oll cja II -Ia rcgra mcncionada.°. (.6JO) e o aclo . IIIcnlo cau ou prejuizo. Clll gel'al.. L. 44J- tisfazer o preço da ulforria (599) : o acto ainda não é perfeito (600). Rom. Comquanto. Se úa illllllcs 1)I'omessa lião rc ulla ohr'igação pCI'leita.rnissa1'iamente. :trls. (603). CI' OltLl'a senào a pr'opl'ia alf'oJ'J'ia (ll'ometlida. ainda tl'ataremos. 2. em qualquer tempo.01'3.' C 7.lre ali feita de ua parle li obrigação (60'3). p lfcito e acabado 1I0S lermos da Ol'd. lermos.· Dig.· lia ó direito a havei' o prcço todo ou o re laute (pr. Cl Iibel' 1:' e.l· adjeclas ás manumis~ õe.. de lllaLuJib. . \(01) nc~ra appli 'arc] li all'orlÍa. modificada as im aquella regra geral. ia mai lon"c. modo.z'irào . quinquc det. ma a Iiberdalle é adquiriria. 'omo vimo (1101:1599). ou mO. por farol' á liberdade. e sob con.a § IS. De oulra. todavia. e 3. d!' 4 <le lembro de 1810 . ."-cnil ad libertatem nisi lolurn det.

das L -is Dl'as.o-V. Liv.Acq't(lisi- pães . Couso!. tit. VI . r. e sobretudo a org'anização muito mais simplificada do elemento se1'lJil da nossa sociedade e época. nossos costumes c icléas.omm'isso ou em {ónna fideiconunissa1''ÍCt. ii. tendo-se em altenção o s~' tema c in- doIe de nossa legislação. S. ou não. e em geral teremos de SOCC01'1'e1'-110S cluquclll1 legislação na deneien eia quasi absol uta da nossa. Por fórma q~lC me- receu um titulo especial. .-Filhos. 618 a 640. LibC'l'dade fide'ico1l1ilni~s(w'ia. Este segundo mouo ~ra e é a titulo de ficle'i. pura c simplesmente. § 1'15.ba no Di- gesto (604). l'ócle ter lugar tanto por actos entre vivos como de ul- tima vontade. e organização claquelle pôvo. Oll indirectamente deixando-o fi cargo de terceiro. § 'IHL Esta mateL'iu egundo a legi lação Romana era muitissimo complicada. . pela indole desse Direito. . (004) Livro XL. 40 10m. Entre nos muitas dessas difficuluades dcsup- parecem.· pags. Pothicl' P:\I1d. que c Br-.ART. nola ao ar!. o senhor pôde dar ao eu escrnyo fi liberdade directamente.- E' applicuvel ao escravo alheio. 1l3L . § H7 . Todavia a materia não deixa de ser melindrosa.

Lil. telHIo a este por putrullo (60 )."l maullmiLLilUl'. J[ 8. ti> cod. GOO) rlp."' ln L. 2Ocod. I' dimcl'c illum ogilu!' et rc- dll1lol'e i inl~rcsl cnlm nOIlIl11Il((1I31l1 a sene potius m:mumiLti quàm a Ju ene. embora Jib l'ladu pel u com 1>I'Cluor oLI adquil'cute. ueque li IIcapione cXlill"'ui PO' il. l'ropriewl'io ~embol'a por 1ic\ão) podia yender. 2. 2.u 263 c C"uiuLc' 'Ip. I. . o acqui- rente cru ouriga lo a libul'tal-o. nãu (Gaio. adquiria a qnulidad' e dir ito de seu patrono (605). II t"" .•. cogi "UIII llIaUUJl1ille)'~.Tá o havlão decretado Adl'iallO e Anlollfno Pio. L. o fiducial'io (ou eU\. Illil o comprador. L. ljui cliam o/'cinll appellatul'. 'e libertasse por 1 pl'cferiJ-o para patl'ono (607). nOIl Ic 'laLol'i ' fil libcl'lll. U c CI'.I\'O Iibcl'w tlil'eClalll ul' IlCio LC'lado)' 1':\ Ol'cilltl .élrl'egado de dür a liberdade) ru. BlCSlllO de Vl'c~cripção. Ulp.."ullo moclu dclcrioJ'()lII cjus scni condilíonem faccre poto t. O outro.\l i t[Ui dil'cl:lO 1 -tam nlo Jib 'I' S c jubetul' ip iu. alienar o eSliI'UVU.-. pOl' Direito HOIllUllO. cum u:\ call'à ali 'lIlllu]'.-.. 147 - S II~. liberlal. U ~ 2. !'l'b. l ita ::epi' 'ime 'ou Ululum. 26cod-oo contra volull- talem deCunCli durior . . (008\ Pompoll. 60..0 d' ingul. ..mm IIIode~l.· Di"'. 2'1 Qui aulcm cx (ldci-comllli' i l:aus. porLantu cm pall'ono. e fazen<.lo como proprietariu do escruvo até rnallumittiL-o. . liam i le lalol'j ervu 'il. 11. havi<. de Ciclci-com. J. ad qljelllcumquc cuilll )1l:rl'cueriL i SCI'\'II cui Iidei-eolllllli saria liberLa relicLa esl. cd ejll qui mauumiuit. porque não podia LI liberdade ser prejudicada por qualquer titulo.lo-o. e U c cruvo passuyu ljom c"se cnc. L. ()urtnlo ao e~cravo projJl'io.ul'go (606). . Em algun' casos.jus condilio eonstitualur. Com. T daviu podiu o e' 'favo exigir que o Hduciari( o resgata.lelatori lihet'tlls (ll. XL D-~e((uc aliCllaliollc.. era reputado liberto [Joio fiduciario. .

) . si quOr[110 modo VellUCI'C LeuLaveril sel'vu m. . cd et mens tcstalorí .-01b-1'CC01n- mendo ao meu ltel'deú'o q1be conse1'VC o eSC1"avo F. ii.Juiz. . sC1'vi1'á sómente a Paulo. e sim Ileccssal'ia (lJ. Sed quum ex pl':esulIlptione libertas pr~stila "ídetul'.I'efragabitul' quoc\ non per ipsu1l1 alienaLio facta CSI. et si uou voJuntal'ia allenatio ab bcrede facta e t· Ncc . cito-Idem pl'obandulII est. e e1le penlia os direitos de pa- trono (611) :-8e o fiduciario se achava ausente. 33 ~ L" cod). 12 cod -:'i. e em outros semelhantes casos. . de Iidei-coll1. cit. do tempo do Trajaoo ('Ipo L.as- Era grave questão saber se o esel'U vo ficava ou não livre quando o testador dizia-O 'lne'u eSCI'avo F. L.-ue iu- Lercidat libertas. conheeidu a causa. libel'laL. tribllerc solet IibClÚtem fidci-commis ariam. de fidei-cu1l11J1. não seia vendido.. Em geral se decidia qnê se deve attendel' á.· Dig. A liberdade era ~eLllpre saha. Lo 25 § 8. o Juiz. 21 Oig.i:! Dig. libcrlat.. 10 Dig.ou tantum cnim vel'ba tidci-commissi.° cit. (6H) S. L. 33 § 2. declarava (609) Ulp.). 26 7. 2lS § 8. era menor. inca.-1'ecom1nendo q1W o meu escravo F. Modeslin. re~olveJl(lo-se nu duvida. ou culpa uo nu ucinrio.24 § 7. cito (610) Paulo L. hel'cdis cst contmrialll voluntatem te tatoris probal'e (L.Sccuflclum h~c igitlll'.. devia transferir a outrem o seu direito com esse encargo (610) :- Se o flduciario não quoria libertar. meu te 011 intenção do lestador. Assim :-Se o le- gatario não queria aeeitar. se abstinha da herança. Rubriallo.° cod.•). morria sem herdeiros. sua revelia o fuziu o . {'aulo L. Qcte1'1l1iU3ção de Antouino na L. iUal'ccllo L o 10 cod. couro Lilll llcli potcrit Iibel'las (L. Papin. C.' eod.Ainda que a alienaç o não fossc voluntal'ia.· Dig. L. intervindo o Magistrado para a fuzer valer. a favor da liberdade (fl09). 21 cod.pa- cidade. em faltu.o~J.: ruil enim quasi ~tatuliber .

' d 'Jlúi:i ljoagido a daI-as (617 : .1:. embora 1'u '. .\ á deliberação do l1cl'dciro- liI:! ". l6ia) lle \ulolliu llllal"iano L.30 li· [)jg.od'. (614. 31i ('0. HIJI '. 7. L. \:. mcnl .\i1UO m nor O' direilo de pa- trono (616):.. c ll' ) i'Vi. 1}17 D' :lIal" 'o . L.eSLiol1ellllib 'l'lali III ram dal'j\ I . I. o Juiz SULJ[ll'jU. cu.o e cravo. 'ud. ad lU nore -infantes. briO'atlo fi conta. 30 3. 37 Dig. lo impedia ii lilwl'unde' lU geral tinhilo paI' patrono o fi- dn iario.YiLl"usiauo. e:cepto fidu. cru menor.:lO H.• . mantida a libc}l'(]ade(61. c occullara.11 c J2 od' L. du lHe 1110 tempo 1•.. L. . eod-~oquc humanulll 1I1l'l'iloh l" i I 'clluial'it· 'lu. cuu. do IcUlpo UI' "Ul"i'lu 011."I\>.. :)1 li i. IH}- livre o Cl'UYO: e em alguns d ".):- c "o no e ra\'o liberlo fideicoulIui ariamenle pelo te lnuor fo. . e assim caducava o' le ·tamento.0 Di".):-'e o io 'liluiclo herdeiro e eu subs- liLulo mOlTiàounlcs (10 te lador. r C /l. ):..· 10. 42 Dig. ccultUYil. 30 ~ .. cod).e o fidu- iario e lava nu "enle. doud I urdo-mudo.e ayalia-o pagar ao menore a parte re pecliv'.· e 6. ainda m tae' ca o'. CI1l intere".Se o le ludoL' deixa i.S . 'cro (UlIl' L. lLOlliuu (t. ruo livres 0'- escravos L ndo POI' palron o herdeiro alJ-in- le tado (61 :j) :-Se o Lutol' nega u illlloJ'jza~ão ao menol' Jlduciurio para libertül' o e 'cravo. pelo te la 101' pra desde lorro livre. 61 j DI' I ulouillo Pio . ° ciario que .'0' casos ú li- duciario ai' penliao <1ircit de palrono (61. deria. nem por is o aclllCtWUO as liber- dades. lla~ullliailO. me 'mo üdcicommi ul'ia. 0 Dil{. eril Ildeicommi ariümente manumitlilio ma pura e imple. nada di.\tIL'Clill (CIp.· Dig. incapaz. L. poi P r<liu e: e di- reito.\lIl"cli c .616) nu 'lóll"'U .1 .

-l>erogau95 CCrbO~ principias gcraes do Direito cm I'a '01' da Iibordad~.l'io dos direitos de patl'OllO (62. O escravo licleicOlllll1l '. lIcque 11101':\ 1l0U pr:)) talllium.. 1:-0 - Si jJl'oba'verü. cod. U1piano. L.0 Dig. privado por C011- seguinte o llducio.dei-colU. ~Ial'ciano.I'U (ülp. I'()redeuotilllll.Tuiz podia intervir cm bem da liberdade. allt iII detcrioTcl1l stalUIl1 perduci. de lIlanumis .)' e ingeullos em tal caso (623). o . ou se não prestHs 'o a pedir a m erna(l ou qnc I 018) Ou '(. liberlat. cod . arg.A regra cm todos c ses c ulJLros semelhantes casos era u que so resume em umü lei de lIIarCO-Anrelio.\lllellLe libertado razia uequisições para si. declarava-os livre e ingenllos desde o momento cm que a liberdade fo se devida (e não sim- plesmente pedicTct). 2~ ~ [.U1dl'e Severo.fJLilllio 'uV(. e lue COlllO taos eleviàu cOllünwu: (6~3'1). ((l' 3) Le1 cito . . 't. de 1l. ·lrli.!t(i ~ 3." God.Fidei-coJ1llui s:Jri::c liberLales llu1luC . 0 Dí". ComJlHUI. (619) L.L·(Jl'il.uu." r. (621) LL. declaru Vil-OS ll. decidiu que sel'ião liL1l'CS ele de o dia cm que se pudesse pedir a liberdade. 30 $ iii Dig. que se li} no Di- gesto (b'19 . cOr1'ulOpi.t(We1'Ü.(618). (622) L. L.ü púlo ilcluciario ?-Ale- xi. não podia elLe a'/'b'itra'l'iamcntc negar iI Illanumi sào. u uutes que 1'0 se eIl'ectivu- mente rnaUlllUlLtido velo liducial'io (6'30). aiuda que u mãi fallecessc.. se clig /t'Uiln 1)U. (620) Ulp. neljue COJJ(litioIlC. E quanto aus lilhos ela.liJl 'rtaL YII.!. escravas uascidus ante' da cil'eclivü mUllumissJ. 3. libertos pela mâi. de fidei-com. mesmo eUlf[Unuto durasse o ii ufrllcto ele alglPOI. tardiu . 1. 30 ~ HI Di. a 04. 'late. cod). si nult npl'Oba.~C')'(bVOS. vorem. da L. .

houresse fulta culposü u m mo invoJuntaria do berdeiro: o qUfI tudo foi apoiado }lor Decisões Imperiae (6~4-).))' Ildcic. t. cor\. en dominio e pod r obre o e cravo..I'ÚYO as. lí!':po içõ€'. . . . LL. t• . ~.. lIt QlIoad mallul1Iitl:\lUI'..Libel'!a nOI1 l>l'irala sed publica res e 't. qll (b Lão a qllC ejil0 recebidas em re lricçóe lllPS deci õ ~. Em Ludo Clll3ulO ahi Ull ele fu"wraycl ii liher- dade ã areitnvcis. P. cm algumas lia ficções peculiares aos Ro- mano. cod.. dc lidei-colu. A l'eaJi(ludc e y rdade é.I.. j' ·b. 45 2. i inlcl' 'U cnixa fUCl'il.0 Uig. 'I'!!). fingia-se que a liberdade não vinha elo testador Oll s nhol". . I'clinf]lIiLUr'. m conlrario.- ConcoI'r1a pOl' :li' f. l'clicl. pOI' quanlo o nhor quem demitLe d . por fól'mll qll ainna entre o' Romano~. im liberto ilindu cra e cravo rle l (6íW). (62Jj'. Em primei t'O lugar :-Por callsa do direito (]. a L. O que roi altcl'arlo pela I •. servilis conclitiollis SiL. quando o manurniLle me mo fi Ieicommis aria- mente. libertaI. 1 li2. ((le . porém.OI'[Olall á ln t. e que portanto o e~r.. ~Ia. . 5-1. UI ultn. cl Sl3Luliberi locum oblinl'l. 0 Dig. iII eà condi- Liolle e L. dc lidei-com. libcri qllodaml1lol!o loco c.i () . liur}J'lal.-Quotics seryo vel ~n i11:c fifI i-coll1l1lis :lI ia 1ibal'tn.Cui per Ildei-corn- missull1 libe)'L~s (\cIWLIII'.i. iro do fiduciurio.i qui )'OIPlU ancilhun m:lIlumitlcl'·. iSi § 3. patrono.. [o. 'ii) Cod. onslilUlwll ~Sl huJu~modi jl:\l'IIIOI ILbel'lID1 n:lsci ct QlIidcm ingcnllllln. 1íiS IIi:. i:S3.•.1 us- Uni~no .. \'C'jatn s agol'il C[lJ appli nçi10 p II m t r entre nó tae. i ([ui caIO (icbct oll'c1'I'c dcbeat..o de siog.-L.

40 % 1.:\.hnhcl'e el)..cs in L sLamcnLll j'clicLas.-As dis- posições valiüo.- nam iu omnilills rCl'e causis fidci-('OUll\Jis :1. libel'lalcm qua i ab ill o tesLaLol'C diractis cróis fuerinL." COIl. 1. diffúrenças ele legrulo e . o c. jmlisLillcte valere e.' Cod. et fideic.-L. 1icllndo assim sem applicaçõo entre nós u disLincçiio que a tuI respeito faziiio os Romanos. Cano Loll. C'. 1. de man li 111 . por ser ficçiío e subLilezcl . directtMnente lnal111miltidos pelo tesLador ou origi- naria senhor' (625). seu et II eu tcsLaLoris trihllcl·e. scm :lttcuçilo á palavras. Fus.. d LesLam. 1115(. de legat.° tle le~aL. es 'ii.628i A' semclhanç'a tios legados II herança. e si!1l II menLe lIo test:lllor. segllndo a tlteoria geral do Direito l\omano novíssimo ou de Justi- niano. 10 COll. . dê l1üei-coJII. lamente do testador on bcm- feitor senhor. . libel'- taLem conscclIli .-Del ida a liberdade à morte tesfa- toris.. t5 CO(l. c nElO do fiduciario (62R). segnndo a regl'a ger'al ele nosso Dir'eilo para a a 'quisiç<'ío ela berança e l{. pags." e2.Ildt'i- cOll1mjssal'ia Ubcl'La iu qllasi tlil'cctal1l muLaLlll': cL ex fitlei-com- missado fi L Ol'CÜtllS libcl'lllS..1. (Ortolan ás 11I5t. i\ . (627) LL. tirando ate no fiduciario em muitos casos os direitos de patrono.llll.lar .1/'8S c il1- \li2()) L.-Demaí. talO clil'ettns..lertaL. lilJel'LaL. l[lIalU {idl'i-colltllti$sal'iu'. e outras subtilezas semelhantes forão aho- lidas (ô't7). de Jeg.° Di~. § 2. como já vimos.L.deicom- misso. -~ l:>z - a lei vinha em auxilio do libel'to. "U. servo rum JilJel'Lal. ati exemplullI illLervivos libel La LIII II . 2i ~ 8. VI.iJ. GoLh 1'1' llo COIl1JUcnLanclo c La lei tliz. UlU c 651IloLa). ~ilJcl'LaLt~S pI'O (liI'peto dalis habrl1(las.O'dClos . LcsL:lln.non L:\nLunl eoill1 verba Iideicomll1i 'si. Jii.-L.0 Dig.onseguintemente :-De- vemos reputar sem pnfT'o/w taes libertos. e com maior razão pelo favol' a IibCl'lladc L.mselllns. olCL lillcl'LaLell1 lidei-collllnissal'ianl. l~m segnndo lngar.-J. e declarando que se devião reptJ. 43. de t1dci-com. ele modo que se deve entender que a alforriu vem dire.

viol':l e:pcl·iaLlIl·. O fiduciario oa é simples executor da vontade do senhor ( e o fideicommi o é puro e simples). il. cm LO tlc Dezembro (Ie 181>7.· paI!'. I o que é frequente entre nós. .0 Dig. mas todavia não é incompatível com a liberdade. (630) L. lij3- glJnllos os filho~ das escra a na cidos desde esse tempo.os do liberto por algum tempo e isto fõr determinado pelo senbor. :!D . Ao e cravo concebido no ventre materno. nee in alillm ll'ansf~rendu CSl. dc fiÜci-com. til aul liberLas ejus im- pediaLlIr :\IIL jura palrollornm gl'.E não mais de condi!." nig. Lomo 1. ou póde ler direito aos 'ervi. póde. na Rcvi la do mcsmo. 14 cod.(lo servil os mesmos liberlos. me mo egundo os principias da doutrina de Marciano acima exposto . podendo e1' ena empeiorada pela trans- ferencia (630). da ReI. e ainda não na cido. ou mesmo 1~Surl'uend'i. (629) L. .." 10i1R. (G3l) Ju. por erem pessoaes. e não ser licito mudar a sorte do liberto obrigado a pro tal-o. vrr. ISI 3. nem impede as acqui ições que ao liberto po ão vir nessa época (6~9)-Porém esses serviços ão inlransferiveis. La Cod. Ue \I U leg. e e na ceI' mai de um.e conferi l' a liberdade tambem fldeicommi ariamente (63'). por qualquer titulo enlre vivos ou de ulLima vontade. que não é clolninio.Acc. L. Dcei ào do ln t. 11 Cod. Uni. todos ão livre (632). Iibcl'l:ll. como igualmente di eOlos acima. L. Terá nesle ultimo caso um j us ~6tendi. tla Côrle rn 31 de l\Iar~'o de 1861$ II. -Legitimas as acqui- sições que tue libertos pos <10 fazer. de manllmi s. Bras. do mc mo na causa n. 4. 27. L Jllado 1le1o de 10 (\e Nov. Comm.. (632) L. cle I1dcir.. dos Advog. Jihl'l'lal. como os pro- prio Romanos afinal reconhecêrão e declarárão. 2.

cio suspensiva. TI§ 260. qui ipsins hercclis. L. IiberLal. libcrtat.120 Quando ó.e1'Vll!' rNlimí cl mnnnmill. Pompon.• Nec i nteJ'cst uLl'UIl1 de SilO propl'jo servo testaLOl' j'ogeL. Qu.0 ecç.. não podia ° mesmo herdeiro ou legatario dei.odcsing. Se o escravo libertado fideicommissariamcntc cru do herdeiro ou lcgatario. 21 e 1S1 § 3. . ele que adiante trataremos (634). 0 Dig.oJnto ao eSCJ'(6l)O alheio.1Si-LT. e libertar o escravo.l'eb. . I ciario era obrigado a empregar todos os meios o esforços legitimos para o adquirir e libertar (636).-LL. 8. TI 24. §2.-cap. vcl liam cxll'anei. o escravo era de outrem o fidu. X1J. Se.-V. §.xar de cumprir a von- tade do testador. 16 eod. porém. L. 31'L. eotl. se acei. (63~) SL3Lulibel'i. ii. 1"4.. liberdade fideicommi suria se ad- jecta prazo ex die ou Gonclif. (633) L.- (630) Paulo L.í rlrbl'l. 10 COtl.. InsL. eod. l\loocian. 3. .- Libertas ((Iloque servo l)Cl' fidei-commissum clm'i polcst.7." eod • . el1a participa da natureza das manumissões condi- cionaes e nprazo. 3õ Dig.r. o herlleiro não houver 1iberta]0 algum cm sna vida (633). õ.°(1 sLa Parte 1. . 3. llnqnl' el :ll\enlls ::. an dc CD. se dispondo o testador u favol' le um sem o designar nomeuclamentn.- Bem como seruo todos livres. XIJ. 111 'smo ljl1ull(10 já nascidos. (636) Gaio Cmn.- tasse o legado ou herança (635). de fidei-eom. de fideie. 3. 33 Dig. anL lcgaLal'ii.

entendcu- se a principio que caducava o fideicommisso. li 2. IiberlaL. . Reg. Ainda mai.e o seuhu!' O uão queria venue!'. IilJcrLaL. legislação mantida por Justiniano (638). . 31 4.· Dig. ou sob condifao suspensiva. 6. reb.j Ip. ubiculllflue occasio cl'\'i I'cdimelldl fuerit. de lidei-com.Sec1 i noo hcrcdiLal'illrrt serVUl\1 quis l'ogaLu fueriL lIIallllrtliLLel'c.'tatuliúeri ( estado-livre ') -Acq~ti­ sições.2i O e cril o manumiltiL10 com Uill prazo ou term in diern ou ex die. (631) Gaio ciL.-Filho . -I. J. L. Junciano (10 t II1'Olluocia- liOIlClI\ pen' nit afllihcl't:IlCIlI). l. dclideic. pcrcepel'ilj nOD sL:ltllll extluguiLur liúci-colDmí saria liberlas. Iibe"t:ll. II. ficando assim deferida ou adictda. ex '. C. . (638) L. (639) S. e declarava livre o e cravo. C. 5. Os principios expostos são uceilaveis enLre nós pela boa razão cm que se achão fundados. lempore procedenLc. 3 CoJ. pr:e Lari libel'Las. ·Ip. 11. sómente." alO eocl.l pl'opl'iulIJ. Junciano. quia po sil. P:lUlo L. i modo nihil ex judicio eju qui reliquiL IilJcl'laLem. sed clifferl\ll'.· de iog.1St §§ 8. e elle o deve se ser. ru. já eiL-Ouoú si dominus cum Don vendat. o Magistrado conhecia dos motivos que impedião o fiduciario de cum- prir a vontade do hemfeilor. deveria fazeI-o.O eodj Mal'ciano L.i. 28 <f. e não extincla a obrigação. .& Dig.):" - . e portuuto a liberdade (637). VII. de üúeic. ART.IJll>l. na manumissões fideicommis- aria de escravos alheios. Mas Alexandre Severo decretou que 11 todo o tempo que o fiduciario p11des e. resguardando a quem pertencesseill os direitos de patrono (639). do Lempo de Comlllodo (paulo L. set..

assim como ás subtilezas e ncções desse Direito. Pandeotlllj Savigny. a alé da nossa propria lei. de JusLini:moj l'OLhicl'. do elemento s€I'vil.' edição.dQ povo. sendo de I feito livres. que no Digesto s. § 1~3. 4. Romana. banindo-as do nosso Direito. das nossas idéas. 0 -V.. 7.2.° tom. dependião de que se l'ealiZüshi) a cou- dição ou chegasse o dia designado para que o fossem de direito (6. da indole.e lê um titulo especial a respeito (64'1). essas l'ilzõesrde c1ifficuldade desap- IJarecem. pela boa razão em que ella (640) V. 40 tit. OrtoJan. aos sell~ costumes. Consolidação] das Leis nl'asilcil'as . que reprovou lodas aquellas subtilezas e ficções. Pothíer. no Direito Romauo. Dir. devillas á organiwl. Entre nós. . 641 a 643-De statulib91'is. ás Jnst. Rom. Era o que os Romanos dcnominavuo sta- t'Uliberi para designar aql1elles qlle.0). nos casos omissos. offerecia gra- ves diffiouldades. e só permittindo seguir-se a legislação.1.0 l. Panelo L. Esta materia. 3. usos e costumes. e indole. do seculo e época em que vivemos. E de tamanha impor- lancia foi reputada..era constituido entre os Romanos em poslçao diversa do escravo que ainda tal se conser- vava. tormentos dos seus legis- ladores e Jurisconsultos. sem todavia ser havido por plenamente livre. (64i) L.it.' pags.ão peculiar do estado social. 7. em face da nossa organização social.

quaml1iu pend 'L condiLio. 1." DiA".'~. XL. nemo CSI. c enconLra cm lei alguma nos a. cstud@mos a malcria. o espil'ito rlo sec'lllo (6k). L. Consolidação das Leis Civis Brlls. (6~a) Reg. Liv. 2. o sta- lulibcr é escl'cwo do herdeiro (64.~l((tuliber Cl'.-I to. Direito ílntigo. os L II1pOS em que só sc poLliu liberlar por morlo solelnlw.9. 7 . .anure Severo. de sLaLulib . Por Direilo Romano. c lei de Alex. vi 'lo que o ca o se páde dur. porém. (aiG) SLnLlIlibcl'.6). apenas aOl'l1. ~ 1:. Ei pOl'qu as im o detlue lpiano (G15)' e Lambem porque o me mo . 63 fana malforria condi· cional." Dig. (6j2) L. . de sLaLulib.' edição a pI'elende intl'oduzit'-cstado /ivrc. 1:)7- 'e fundu.prc iío SICLl~~libel' não. de 1 de A"'osLo de 1769 explicada pelo EstaL.° lil. antiga ou moderna (G4-3). pouco imporla . o . não el~a possivel cou liLuir o sla- fnlibel' senão por testamento.- L. 11 § 1. Commen- lal'jo á lei da boa \'azão j e inLel'pl'eLa~ão das Lei . qui ignorare debeat. e lem dado. 0 _ Qui sub tesLamenLo Iibel' esse jussus esL. 4.LaLuliber esL qui slaLulam et de Linal:un in tempus vel conrliLionem lilJertaLem babeL. Oll em ouLro Lermo'.St'aLuliberum mecHo Lempore senum hel'edis esse.l t1ql1ell t qlle tinl1a a liberdade determilludi\ pan l!lLl cerlu Lemp . A propriu ex. por COlTca Tellesl. ou dependenle de cOrHli(~üo ((jH). SCI'VlIS hel'eclis cst.- 1'io Codigo da Luiziana eUa foi adoptada.Juri COllSU\LO decide que-eJn'luanlo pende a condição. (Mi) Paul. e na juri pruden ia. slaLuliber appellaLur. LeriormenLe moLliücada. que foi po. da üniv rsidade de Coimbl'a de 28 de Á"'OSlO de 1772 (V. seguudo o 'uso moderno. (613) Nem no foro.

jutliciis casclelll pamas paLilll1tul'. quér de ul- Lima vonta.wsi nadlb diffe)'icbo (nihilo pene dilferunt).° COll.cepto se o senhor lhe garantiu e reservava o seo pe'. u li- berdade póde ser conferida ü prazo ou sob con- dição. flual era.cm cblgUIiUb C01.° era obrigado a servir como escravo (GoO) .° nada adquiria para si. fluas c::cLCl'i cSl'vi. 28 § 1. defmindo-a. :3. 3.° era tratado como escravo. alienado. L. Eassim: ." : 8. solemnes e não solemnes.:m1io (6H»). 3.. a posição do mesmo na so- ciedade Romana em suas relações juridicas?- Os proprios JurisconsulLos. ((jijO) L.° podia ser vendido. porém. cit. 2\) Dig.ue ele libertar por ou troi) modos. de SL. 4. (648) rOl1lpoll. cou.° Dig. e constituir o statuliber. eL illeo in Pll- blicis qUOfJlle. Estabelecido o principio' de que o stutuliber reputava-se ainda escravo até que se verificasse a conJição ou chegasse o termo. ex. com u fuculda. quér por actos entre vivos. (<ií7) Pomponio L. 1:. . vel ln ncgoLio gesto. CL idco C[uou. reconhecendo todavia que nuo erão pl'opria e rigorosamente escravos. vel conLl'acLll pCI'LineL. atl acLioncs vcl ~x dclieLa vcnicnLcs. cujllS cxtcJ'i.1.bS C6 d'iffcricbo (647). . e implicitamente que .SLaLulilJcl'i ac::cLcl'is servis nasLris niltHo pcuê difl' l'IIlJL. ejllsdcm conditiollis sunt sLaLlllibcl'i. mesmo quanto a açoites e outros castigos (6 i8). isto se não deve mais entender stl'ictu- mente. pois clizião que-cm q1. equipa- ravão-os aos escravos.de.8- Mas. a logica exigiu e con- uuzio os JuriséonsuJtos Romanos a todas as extre- mas consequencias que dclle deri vavão. (<i'!!)) L.lluJlb. .

(1I!!li) l'lll. XLIX. que não é SCI'VllS. \l § 3.1l pignol'. nem libcr.1i:) Dig. Iibcrt:ll.de. eit. como se [o se já definitiva- mente livro: por forma. a . esLivesse onerado 011 não com h '- polheea. (1151 L. L.i. L. :j" ('\'U SIl- jeil. i.eoll. L!I ~ 1.StaLtlliber. 2.. (603) Ulp ~cg.-QIIC toma a po ição lle livre se Ileduz laraIDenle li:! L.cnlros (653).° e ai '. til. (GaiSj rlp.. G. 2.L. aet.latuliber não ra rel'c1al1eirilmcnt escravo' e a nec . j:j\ - 11<111 1m Pt'lllt I' \)l] ltyputh tl (ü:j I .° Dig. s Iliz-libc/'i quodammor]o loco es/. 13 Col!. Dem libcr- línlls. Iihcl'tnLis eonditionem seenm lI'nhil.. Tal é sempre o imp rio e força da verdade. eis que chega se o t 1'010 ou se Terifica se 11 oudição.UI· aI> alirlllo. L. de slatulib. cm a qual equiparando o lib rlo fidoi-eommis (II'iam nte ao' staluliber.-§ 3.° (GlH) LL. 14 § L0. 4. do (ideie.-L. 6." § 3. 9 pI'.G.. :(ll' aballdonado II vCl1flido 1 . romo os dl'Ill. sive UStI- Cnllinl... IX.-L.llcnpião. nuo pn lérü deixar de recolll1ecer. (\TU. eallsâ II. XX. 0 . de slatlllib. que elle se virão forçados U reconh ceI' no e- cravo em Laos cOlldiçõe um direito á libc1'diJ. ou qualqueroulrapessoa que o possui e.). direito inanferivel.12 § '10 Dig.° Di". porque a eondi~ão o acompanllava empre. que . de no:. 2R :'111 Rnhin.Dig.idau de de- ignarem e la üléa nova f z invenLar até e a ex- pre ão..o U di po ição(655).1H 1.11'(\ satis- façú do ti licfo (1hz).hif'l'. 11S. .· ou me mo reduzido a cllptiveiro inimigo (O".-L.-V. . 2.) . L. de eapliY. 51 3. Pol. Jnriscoo ullo. P:\1111.. 2:S Dig. era at \ crime alienal-o oe uHando 11 condição (656). si x nox. Ma os propri. 2) .° liv. que nillguorn podia im- pedir a tal indi viduo o gozo da liberdudo. fasseo proprio herdeiro. eit. e devia religio amente cumpl'ir. reg.0 3. r uflqlJiridl por 1I. 1- (63'> ~ox:t' II clitio-L. eu alianetu\' ab 11 reli e.0 Dig. 9. e.° Dig.°.

411). de staLulib. ut slltllciat pel' euU) non stare quominus coo- difoni parcat.0 § 6. II.°. quér este se não pudes c dur por facto alheio ao 1ibel'lo (661). . 3 a §§ 1.. proinde fit liber 'atque si conditio ímpleta fucrit. g. ( 6'1) Ulp. LiL. de statlllib. quêr o herdei. (6ã9) Ulp.L. (637) Modestino L.j L.ro não pudesse cumprir a con- dição (659). 18-Slatulibcr in delicto repertns.-Applicação apenas tio Dil'eiLo ~eral.i4 Dig. (08u) T.' Col!o . 2. 2. a decidir sempre pela liberdade. a liberdarle foi manlida em tal caso. conlra a dou- trina de Pomponio. 20 § 3. (66~) Javoleno-L. de statlllib. O favor levava.°. 39 ~ 4 Dig.: ·1. ( 2) Illp. 5 d utliber puniendus.° se aquellc a quem linha o liberlo ele dar uma somma não ql1izes e receber ou morresse anles de u haver recebido (662)... non ut servns. 0 -Si per hercdem factum slt quollllnu statllliber conditioni pareat. Reg. L. por já não ser propl'iam nle e Cl'ilVO (637). ainda que o liberto nessa época não possuisse tal somma (663) . (VI. 7. XLVIII.9§t6Dig. 4 §§ o.7.63) Paulo. de qUal tion. \60 - Chegáráo mesmo a tI ci<lir que ao 'Lutulillel' nõo era applicuvel a tortura ou açoiles. deprenisÀLVlII. i5. o que foi conürmndo por uma lei de Alltonino rio ou Caracalla (658). (660) Ulp. ainda quando parecia (como a outros). 3 ~ iO Dig. oj . na opinião de alguns Juriscon- sultos.16 Dig. Ainda mais.'. o se a pessoa fill- lecesse em vida do teslador (664).. L. c cm outros semelhanles (665). eod. v. (6ti8) Ulp. quér puzes e obstaculo ao imple- mento delta (660). 19 e 28 eotl.1uliano-L. in stat ib~l'.19.Sane lIoc jure utimur P. que esla se não devêra entender adquirida. II.° (. Reg. 0 Dig. Reg. § 6.1.

'66\1) Ulp. Podia. 2. quitl r1ubium esl cos. «(j{j8) L.Sla- Lulibera. E' IlIU trahalho de recon - 006.O . UOIa 62:'1'. de f1dcic. cio nleSIDO moLlo que as mãis. 667 L.1l.imos r. L.:m (667). uH. e - cravo era pl'Ohibido. elecidião (]UO erito es '?'avos do he'/'- dei/'o (669). 3." cod... \ 'jalllu· al'urü rUill o uso ü fazer entre nó de toda }' ii cloutrina. hoc CI'VUIll hcretlis csL. JilJ I'tal. . ltil - . tlc staLlllil}. lJjg. l)i!!.idem Reg.. L. í. o tatuliber estar em Jui. . Yi to como ao.. benetlcio ingu lar e cxtl'aord inario da lei. dc t3lUlib." PI'.. 7. dc latiu. havidos ernql. li. lG Dig. tilllU' uas escrava' liber- ladas fideie Illmi:süriamcute (671). libeJ'latc YI I. L.\ rcnL1ü importava logo parü o statuliber a li- berdade plena (666). lluidrluitl )lcpcl'it..I .. libertaI.· L.Cod. L. (670) Idc/lI. de statuliLJ. a sorle de cujo Y 'Lltre scguiüo (670): 'olllção igual li que llavião dado ..1Ill . qui ex his aule implcl. que li im reconhecia implicitamente a pl'eponderanciü ela liberdade. stJl'\'O nasci? (671) lIIas IJIlC foi CXpl'CS :lmcLltc altcrada l(Uauto a c ta • como . E luva 'utelldido que o llerdeiro podia libertar definitivàmente.P:lJ'Lu cquilUl' ycutJ'cm. 36 ~ 2.° Cut!.lnto pendia a condi~ão 011 o prazo.am cam CdUULIU'. .eUOl IibCI'l3LClll Illulieribu sub condiLionc datam propouas.L 3. obre o. independente do implemenlo <lu coudi~&o (668).: . Quanto ao 1llho' das e cravas assim manu- llliltida. finalmente. H ni~. dc Iidcic.

Averdade. 4. .. (le '/Mwii WiSS1:0. § 2." e1' 'Iibcl'Linis I. A analyse. atLribuição. investigllemos a verdade em toda a sua vil'ginal e canclida nudez. e seria admissivel apenas pm' uma ficção quasi pueril.162- tl'Uoção que vamos tentar. Furtado. -Mas haverá ahi real e verdadeiramente uma doação? qual o seu objecto? qual o sujeito ou adquirente? Não ha (Jb. que constituia a cs- (~I'avielão.li: como doação parece que cra anti- gamentc sujeita á conlirmacão pelo nesembal'go do Paço (He 01.. e a nossa lei parece ter isto admittido. e vamos ó. dcU de Julho dc 1820-Coll. . nem suJe'ito. em contraposição a (672) Inst. de Inán'li dure.Cilt datio libel'tatis (672). é a que se l~ em outros textos. Prescindamos de todas essas ficções. a sua mesma liberdade ou es- cravidão. outros farão melhor.o Ilgul'aela. c el\l outras. L. qnando trata da cü(ol'l'ia no mesmo titulo das doações (673). a menOs que se não pl'etenda ser o proprio escravo quem adquire. ou seguiráõ aquellc Direito. prin- cipios do Direito geral no" levaráõ a salvamento. ." tit.nepert. 63. e a applicação mesmo de cel'tos. de 22 dc Sel. anachro- nicas. Ct[UC sc I'eseute da I1cção ele perda ela Ubcl'darlc.1. o que é irrisorio. onde se rtiz mal1iUlnittm'c. J. á parte as üc~ões.Em alguns textos se lê que. !ibm'- da{l I. (673) Ord. de quc não fa1la mai a L.embro ele 1828 (que extinguio aqnel1e Tribunal) cm rcI"ção a libcrdades. apezar de escravo. com um pouco de boct' vontade a favor da liber- dade. a realidade das cousas. e que ainda se reproduzia ll3 questão da rcvogação da Iibm'e1ade POI' ingl'atielão. Que se passa quando o enhol' l11unumitte o seu escl'llVO '?. realidade das cousas. sem applicação ao nosso estado. Y. obsoletas. Nab.iecto. i"i-RxJll'css.

. em semelhante acto o senhor nada mais faz do que [temit ti?' de si o dOlninio e poder que tinha (contra direito) sobre o escravo.em 11<1 ultima. fie:..Uanumissio Sl de mUI/ti missio ( Ip. J. Oll 3tll demallti drll'e (COlhorl'. -. Eis o que o profundo c ana1ytico Savigny. 2_ 0 Lil. embora latel1Jte (pormilla-:e o termo) ante o a{'- bitrio da lei positiva (67í). na Ol·d . . il.LÜJertado c \c pOl' ~ 'ito livre. pois sempre a (··mservou pela natureza. . suspenso pelo facto de que elle foi victima.. á L.s. L.'Ir. res- tituindo-o ao .. e é ex- Jlresso em nossa I 'is (Ol'd. Dicc. \ csligio da Iingua aralJi a. J oào dc oU7. 110. unica. L. Com effeito. Aal forria era entre os Romanos denominada man'U7nissio.cu estado nat'w'al de Um'e.lo 6i4j o cscravo Cl'ào lltunâpia.. e Pand. eJr~ancipação (675). o escravo não adquire. . e a con- sequente reintegração de3te no gozo de sua liber- dade. c cm scn- tido ligUl'ado indica tli pe/lsa de . em que todo o homen nascem (676).l"i(lão (Lord '. L. Faria. 1. e verdadeira expre ão uni. 1\c il.~CI·')iço. IIcill.a.)." liL. do que a renuncia do direito do senhor sobre o escravo. de ao de JlI.llte ~c 160\1). rigorosamente a li- berdade." Dig. rte 'obrigado de 011118. Iil'l'f de obrigações ()lorac .1. Rum.· de juro pCI' 011.1G:l - 11UtWÜ cap8'l'e (67 . I.1). AJv. § 3.'I'. Aa1forria não é. (677) Fora tia lei pu 'iliva não é possivel COIllI)l'chcudcl'-se (\ xi I n 'ia (la C'CI'. como se lê na ln L.iiI o havia I'cconhccido o Dir. e enlre nós igualmenle manun~issão..l1eju l. quod ab hOSlibu mauíl calliunlul'.) llliiSj _\ [)alana al{ol'l'Íu vem do Al':lhc-a\ hOl'ria . 1l2. portanl .qui cLiam mancipia dicli SIIIIL. 3 .Diec."uu ficld). )lO is. (tli(l) COlllll . de- mou tra á evidencia no seu magno tratado <. cljlll' 1.

para readquirir. dei- ). de 181SO). Bras. 173 de 27 de Abril de 1863 ao quesito iS. llem outra doutl'ina era de esperar da illustl'ação do seu aulol'. Reg-. o pi'a!to ignal- mente. :t. Ó isenta de insinuação e respectivo imposto (Ch'c. Pothier Pand. de 18157.\l1os livres com esta obrigação. Civ. Desde que.°). . n. ou sejão libertos com obrigação de servil'. a manumissão tem lugar. 011 tl. Doutrina consagrada em 'varias disposições de nosso Direito moderno (679). 2112 de 1853. já não são rigorosamente escranls (AV. 2. Reg. ql. TI. de 1860 art. sendo pOl' acto rI' ultima \'ontade. Mas.. n portanto Ó isenta (Ia taxa (Ol'd.ail. 'liS. Reg. n. 2713 de 26 de Dez. e de que o estar/o l'ivre não é ve1'(l~ldeil'amente escravo (pags. portanto.) ." edição tambem se consigna a itléa de que a alfo1'l'ia não é propriamente iloaçc7o. n.o 8 de '1846. o § 1.ue só obtcnhão a lilJeJ'(lade cm parte.:. Av. n. 101 de 1'1 de Abril de '1812 art.' 119 de 10 de SeI.0). mesmo ante a lei. 2 de 1800.Tllst.-Já anL~s delle e depois tlelle Qutl'O assim o tem entendido (Hein Recit. de 1860 3rt. cito de 1833. H8. n. (678) Tomo /LQ §§ 144. § \l~. n. 01'- I. e cessa a obrigação (la taxa anllual. 2708 t1e 10 de ])ez.O) . Av..avo deixa ele o ser. até' (fIle €lU esto chAglle. de 1860 arts. 17. (lirão.. quando havida por preço ou a titulo' oneroso. n. (679) Por nào seI' a alforl'ia doaçiio p'ropl'iamente <tita. e conseguintemente é isenta de siza ou imposto (Ol'd. . -lIla Consolidaçáo (las Lei. o escr. de 1847. 374 de 13 Agosto de 18(3). se reputa lIsufl'llcto.qllrlln se vel'iftque. não é propriamente legado..o. Reg. uem." S 4. ainda lJ..lér por acto entre vivo. 44 de 1848. nem lia ahi verdadeÍl'a trnllS{erencia de p)'opriedatle. 6. de 22 de SeL. li. não é compm e 'vellda. a rondiçao suspende. c conseC[ucnto cnpucidadc civil. o seu estado natural de ho." 2699 de 28 de Nov.olan [IS Inst. com toda a sua liberdade. 1833.26 e 234). razão por que ri isenla do seBo proporcional (Ord. de . de 10 de Out. quér de ultima von- tade. I<H Direito Romano (678).20). de 13 NOI'. n. por ja não serem propriamentc escravos (On\. elle deve reputar-se continuar no mesmo est. mem.

slaçõe modernas. c mcsmo dos legados sc~ gnnrlo a dontrina c"pr. mas legi.tl'r'Cicio d<'lle. islo não acanlc'ja pai' Di 1'. "e. applicando {1 un.'10) Y.-pothier cit- .. e atlmiltintlo o prin ipio incantu so aliás já. aqllclla regra rlc Direito nomano por contraria a boa \'a7.fio fa- zendo. nquclla r1i liu 'l:iio ell'S Romano. L.ranhe ido e I1rmado naquelle Direito (683). nir. lIa ne ln ul'gumentaçüo um V1ClO. (681). lia Pl'll • ia :lrts.' Dig. tl qne ao slaluliber não sc párle reClf ar liber- dade. Ci\'. a quaes muita yeze conduzem a extremas con equencias. (~quac por con g uiulc devem ser ahl1 nd. 0 til. fIle cllc . 609 ' seguintes. por m. não ob lão á acqui- . de que se trala. nbulldonando-o.. ti conru ão de idéa. Rom. Sayigny cit.'1) Coll. os conlra lo 0\1 acto cntrcYiYo. (GaL) J. o oulros acto. 6.L. til. dl'YCr lHO' logicamenl concluir que elle a tem adquirido desde logo.-E ue La conformidade (li linclOs JUl'i con ultos no' os ()lcllo Fl'eil'C. ifão do diJ'cito. 4. 162.(.onndo . portanto. c que npcna fica adiado on sn'~lJenw o exercicio plenn. ou ti cnndirlÍo. o inteiro go:o della (G8<1.' 13. Coelho lia Rocha. qne não onflrmfio os principio. Dir.c ll'!\Ilsmille :IOS Iterl1 il'os (GRO). . Lobão a :\1 110 ci!. Obrig. .>la (V. (G83) \'.· 'ii. NaH dis- pasi~óc' d ullima vontade. por não e querer abandonar o terreno da ficçõe . roLhicr. apenn ac1iã ou u pendem n e. Cil'. (6. l m ampliado a taes acto.ão. o cumprimenlo rIa obrigação. ~. o termo.1. fUllclada CIl1 subLilclas. n me~ma clou- tt'iun. 161. quando dics legaLi . ~ 698 a 7iO)-Rcpl'oV:\lla. :i. (fi8t) A cm 'Ihança rIos contractOs.' aqucllps rne:mo pl'incipios (68'2).) .. o (lirriln ric'l\ I~o (lcrfcilamcnl 'lllquirirlo. 3. notas GM.o § 32. portanto..

ôes.. --_. é que fica retal'llado. ' Ainda mais: em legislação ele povos nossos con.-quando lhe rcconhec~l'ão legitimas as acquisiçõcs. que o bom senso dos pl'oprios Jurisconsullos RomallOS o havia lobrigado.A c~eravidãu acha-se CXLillcla huje i c aS questões aCLlIacs s~ú (le OULra uI'(lem. não 6 simples spes. uma pessoa.. . ou verificando-se a condição.-quando virão no sta- tuliber um homem livl"e.circulo vicioso. 110 Co- digo da Luisiana. g..-quando garanLião-lhe a liber- dade.. não sujeiltt a açoites. e penas propl'ias só de cs- cravos.Mas isto é laboral' em um veTdadeiro.-quando punião aquelle que o alie- nava com fraude. tem apenas di- reito Gi libcl"dcL(le. y.-quando até lhe permit- tião estar em . é inauferivel. O direito elle o adquirio. o qual os -'----------. alias em geral não favortlvel à causa da liberdade elos escravos (68"). não obstante quuesquer embaraços volull- tarios ou involLUltarios. ~c lê. que ja lhe níío podem tirar. . . . na época porém designada. E tanto assim é.que o slüluliber pódc faze!' acql1isÍl. por tal modo. temporaneos. sim. 1M - Dirão talvez ainda . devendo sef os bens entregues a Ul1l curador.~A an3- lyse demonstra ii e\ idencia que se nuo devem con- fundir taes idóas. e sempre no terreno das ficções.o escravo em tal con- dição não é propriamente livre. e as leis o forão reconhecenclo. .~- (ül:li» lteHI'U-IlIC it legbla'<llU UlILcl'iUI' ao esLulto acLuull1e cousas nu Sul da Uniãu. tortura.. a semelhaoçü do' menores. O exercicio lJlcno desse direito.r uizo. qual a dos EsUtdos-Unidos da Norte- Ameríca.

de logo a lib'rdadc. em ubtilezas. tl'al. e im livre. UlIi\'. l!J{i.· pag. 1'00elrc III'CllICU. em ficções. 4. . . embora tondi ioual. l~" ldc'fIl . cm coslumes c idéas pecllliHl'e' daquelle Povo. l1em a dou- trineI da legislação lu União ( 111) Americana pOJ.de logo. ale verificar-se') ondi<:ão ou heg::lf o lermo (687)' e que finalmente f9i pl'ovid 11 indo em ordem a evil.od.talnlíh r ó liberto.. . ujeilo' apenas á mesma sorte da. . -Esle mesll\o e 'cl'ilHOI' der mIe :\ e cl':\vidão como pCl'lnittilJa por Dil'. CSCrilllol" I'OI'(ugucze .' motivos emell1uutc..o\l'l'ica! não arllll i 1'01 . ao. HOIlI.lric 'õ uquella li po:içõe do Direilo Romuno por in ompativei com a boa razão. das e crava em tal c ndição não ão e cravo. que elle tem a lquirido de. mãi' com o me mo lireito que e tas. a.clc\'emo on lnir: 1.. \l. 1\H. uLlendendo por outro lado á Índole de no a.11'[. :'ial" c ale: () eommct'cio ue escravos tia . aceitar cm re. llll'id. i lo ".0 §3. !TI qu bl'a de um dir ilo erto c inconleslav 1 fie ferc iro r o grande c seguro relTulador tll lacs que tõe .. que o filho.ecu lo e época. a )" 'I'a \lo lJit'. por~m. o ii idéa elo . rilToro. .O lil. Entr nós. tem d I. li87 Idl'1l1 arl. lilJerelude.167- udminislt'c alé qu ulle o pOS il fazer por i (686) . 'iI. e funrlada. lei.aliás sC{l"uirla pOI' ai 'LIli.)r que ejão reduzidos ú scravidão i68S).11'1. sim como a que o furor ii. hnjl. ido 1'S- lillIi (. c nào mai. o din'itu: ou mIles. illarl'ila\'l'b'.lI' <'Cl'to: pl'incipios.' no 50 coslumes. l\13.' que o . .llllir:o' (v. (j~~I) ItelH'(l\'ada pOl'talllo. amenl' e' TayO (680). que mio podemo. pois.-:>eI'HI' he- rCllis C 1. f. '1"1' lhe não "('lllI nc aclopl.

(G\. c ficteb. escnxvos. vendido. li. ma a vi ii.a· I"f'~es se {' nfllndiflO. principio cardcac.1) responde pessoal e lIirectumeutee lleln satisfação do Llclicto como pessoa livre (602).io d'l Liberdade até que chegue o tempo ou se veri fique fi concl ição . porque. é mesmo crime de reduzir á e. e o.ercic. ua Luisiana a1'[.-i'lào ohstàu a pa!:w!'. (691) Coe\. sua uatural condição do homem ü per- sonalidade. 1.bcl'(laclo-." Cnd. el':lo enl.ural. ma aiuda u nalUral. ói eUlc- Ihanl.. visto COlHO dei~ou rle tel-o j n contral'io cra ficção l\ol11ana (V.° § \I. ti • os filhos da sLatlllibera 'iío lil. hyputllecndo. no gozo de seus direitos e actos ua vida civil.OIl1I1L dr. adtlUil'ido 1101' usucapiüo. adll1ilte uão só a naf.1\)3.)..'re-s e ingcwnos. visto como livre" o venLre.j-Cod.)s da Ici- que esteja em 1J{)S e tla li. eomo os menorc.0 que só lica retardado o pleno gozo e ex. arl. c nota 89 desta Parte 1. e de outros casos cle lIircíto. nota 6:!4'. (6\)0)' 5. Cal)' 2. condição ou o termo liã. da L. Cl'illl. ll1uil. ne1l1 cOlldições üell. ivus llo. JU"- llUllIí s.. o statulibCl' tcm não slÍ e ta. embora cm lllcse elistincta . 7. ·t7!).:oites nem de p 11'15 s6 exclu. ja havi.° que não é pa -ive1 th~ u. que dependem de certos factos ou tempo para entrarem. ora. sendo [[ue uma c outra cspccic. cl'avidão pe soa livre (69'1). ltom.'enciul cOI1(liçfio li livro (GHR): (ü\JOj t\l'g. '16S- tituido (.io lJom alterno a sorte da llHlt quanto ú sua Pl'(ludeira l' cs.° que nuo póde ser alienado. o . \l!úr maioria ele razão.l (V. não designando a especic dc vos 'e."). . à semelhança dos rnenoees. por lhc ser inhcrcutc a libcnlade. 4-. uãiJ o senhol' subsilliariamrmlc. ~1.0 que póde fazer aCCjuisiçôes puru si.I2) E jiÍ.O rnuc1i.'u da po se l1ue passa para 05 IJcl'lleiros e01l1 clT iLo' dI' natural. uem ser processallo como e Cl'avo. 6.\ clecitJirlo quanto ao filhos das eScravas Iihertas filieicoIlJlniss:ll'iamentt. (G93) O que o pO\'l)l'io Dil'. (. emancipados.

lia l'ber- dade. dc manum. 1. .eja li \Te não pO'-S:l exercer . pal'a scguir o Cod. 21 Dig.a1' tanto.. 27 . a que o tatulibcl' ejn aitllla obrigado já não é propriarneul seJ'l:il (694) 1U que não ha ahi palrono a r . lom_ 1. abandonando o texto do Dir. E . art. nola 621. ((\U~) Ol'd..1a. 1." edi!. r. e reproduzido na Revista Juridica redigida peJo. 63-Jámai o her!('iro. da Lcis Civ. embora para o Lcmpo em quc o scjão as mãis. P. r'ovo já o havia rcconhecido mcsmo para o caso do libcl'Lo quc Lodavia estivesse cm u ufl'Ucto a alguem (I. libert3l. -Y. latulibcr. que todavia nüo o podem fazer senão nas mesmas con- di<.' Cod.° 301S ele 11liSi.-Dr. p i l 11 smo du a. Muito meno o é..-c noLa 468 upra in fine. quando se não lr'ala de u ufructo.los. dos Advog. de fid ic. dil'ã aint.. o inlerdic.om. 4. lbn- !l. eniço. )Ia.entO. (69 L.. Ú xcep(i .ões. prevcniLlo eln soa Núlo- sophia Chri 1'1 o geande reformador Justiniano.-A 1'e o t' é simple . os mesmo (V.0 Lil. COll1l11. :'\:1 2. quando declarou que não era incompativel S l' alguem livr . em algum lempo que o lilllo& cl'âo CSC1'at>os • Correio Jlcrcimtil u: 289 de 22 lte IIL. como no . que os dcclara Urres. 'pol'ém modificou IlsLa lia opinião.im 1i berlo~. da Luiz. . B sla aponl. . opinou. e csll~r em usufl'uclo a outrem (696). que os qui?ara -fuiL ellinl qua i Sl:uulibcr-' notas 62:> e 61Sí . de 1837). Rcvi ta do Insl.ia o havia. Silva Co La e Rodl'igues 1863 pago 1iSO . Dra ..~. Caetano Alberto oares cm um artigo publicado no Correio Mel'cantil 0. pan~c 'onlril CIlSO qne algll 111 .cnhol' (G~. outro tiHe. Bl'a . e outro. (69i) O Dir. l. Rom.·)." que o .ão dcssa sua obra.° p3g. 01\1111 11c l11:lnunti. 196. -O i1lu Ire aulor da Consol. l'lrnen' e elo prolJrio e~.) V. . que est('jn na depcndf'llCiu (10 que chegue uma poca 011 S~ 1'e lize um .DI's. qUí)es sejão os menores." COII.

(693) Ord. quando o não faça de modo expresso.3_ACÇÕF.l\DADr. implicita e tacitamente aceita a obrigação. 40 til.1.· tit. e no Codigo (700). Entre o Romanos. § 127. ha quasi-cont1'acto. 011 livre on liberto (acção de li- d rc1ade).cto. L. . 3--5.tn"F. CR1Pçio.' til. 4.• c 7. § 126. 12-De lil> I'ali (':m à.~ DR I. 170- o no o Direito patrio. c 11 propl'in Lei (698) o dá cla- 'fomente a ntender.-FlLHOS. . foi objce. L.-l'AVOR~ .to regulado por muitas di posições que merecêrão um tilulo es~ pecial no Digesto (699). e todavia póde ser constrangido a servir na fõrma ajustada (697). de 1837. eis que aceita a a1torria (nem lhe é licito recusaI-a). mesmo mod~rn(i). se não ha contrrJ. O liberto. E l!SC1LlVIDÃO. 63 U a.6-l'od.' til. AquelIe que se obriga a servir a outrem por tempo determinado é livre.• (699) L. de Jfi30 j e ii de 'Üul. Póde-se pretender fazei' declarar escravo (acção de escravidão). ser livre ou e$cravo.700) T" 7. ! questõc de liberdade e escravidão são as mais frequenle~. 4. -\. (697) Ord. pois se referem á prejudicial do estado de alguem. (1e 13 de Set. 5ECçIo 4. ainda nos fornece outros exemplos. LL.- PRF.

VII. 16 C4i j-Inst. 4. Ducaurroy-Inst. em bem da dereza. IV U f4. L' Coli.p.' Cod. ou defensor.e como escravo a quem como talo o reclamava (702). porém.í): até que Justiniano supprimio completamente.' Cod: de adsel'lione 1011.o nã.' Cod. as condições e penas. (7~) L. e extm ordinem. . d~ libcl'ali causà j L. 8.a final regulado isto em fórma geral por uma lei de Theodosio l70. o Direito an·· Ligo incumbia-o áquelle que contestava a liber- dade (707). 8. ~uriou com o re- gimen e dominio das acções da lei. offerecerem-se e servirem de defensores (703). e foi. permitlindo que pu- desse qualquer defender-se em taes causas (fossem de uma ou de outra especie) mediante apenas . J.· (i03) U1p. Thcod. correndo o riSC6 de ser entregu. 1. resolveu-se que iucum- (iOi) V. (701)) Gaio. Quanto lÍ fórma do processo. Mais tarde.° til. pelo que houve dispensas espQciaes. de libero causo (70T) L. 17.' Cod. 6 § 13 . expliquéc . (702l Constantino: L. XII lab. embora. . '1 § iS Dig. IS. t.-L. formulas. Taes erão. assim como a outros e ao patrono.o era admittido a defender-se. 16. lhes fosse permittido. que por ultimo muito diflicil era achar defensores. IY. essa neccessidade. era indigpensavel o udserlor libc/'- tat-is (701). sem o qual o individu. 1 a 6 Dil!. IV. L. Liv. (7M) L. VII. Relativamente ao onus da prova.-U1p. tomando por fim li questão o ca- racter de acção prejudicial (706). a favor da liberdade e no interesse dos parentes e mesmo da mllIher. Comm. 0171- A principio. II. 8. e Gaio.ança ou cOfução jUiratoria (705). eod.

ele libel'. l'ei jUlHc. se . embora entre as mesmas I' artes. caus. 1. Qual sua condição para com ~sle ultimo? -E' parle escruvo. 17." Coc!. (liO) L. si "el'o ex IibcrLaLc in c' '. Na duvida.Se nasci tio depois da lUis- conteslrlção. . VIT.-O escravo comrnum é dnclarado livre a respeito do um.". . - (70») L. pcLilol'is parte . a § ~ lli~.:Ísão Contra a liberdade não impellih nova dculalH}a. Mas. pen- lIente a demanda? .l)il'ia áquellc que démnndussc c.utem est favore lilJCl'lali'. (70 ) ü\1J.-. libe:- l'l\CI1 qUillf'nl CUI11 e. sc. parle 11vre? Como cumprir c executar as sQl1lenças ?-Di vidirão-sc os Juriscon- SlJltos Romanos.sustiuet. caus. scguião li. E a decisão era il'revoguvel (709).Lori ~ll0 jll':c5lal'e. e aI) que se prete1ll1esse livre e Lando de facto TI CD pti- veiro (708).\nullliss. 24 nig.\nLCl'iol'll1cntc. "f1c m. c na posse delta em boa f6 (sine dolo m'llo). 2-Coll\l1lodius a. udoptLtdo por rapiniuIlo- q·ue o escmvo é lilJl'c) pagalM].o lJOI'13m ao conrTo- ?Iiino venccrlol' a qtbotn p"op0l'cional do seu valol' actel'lninadcb a jtbÜO de bOII~ vCbrão ('710). 21l Dig. e ainda uma LCI'ceira.iLuLem pctatul'. partcs aeLol'Ís sllstinct qui S~I'VUIl\ Sllum dicit.\uLcm' pr Lii sui parLem YÍl1 Doui arlliLl'all1 \'il. L. 30 Di(i. 7.-Si quis ex SCI'- villlte iu libcl'taLcm prol'!:uTlat. a l1cl. XL. J. de libcl'al. E qUilnto aos filhos nuseü]os düs escravas. s01'le das müis. L..antes. de exeept. 9 § 1. escravo a respeilo de outro. XLIV. ij-L. de julgamentos diversos sobre o mesmo escravo cm reluçúo a pessoas diversas se ol'igi- nárão duvidns. decidia-se a favO!' Lla liberdade. c mpelli .. resolvcndo-se a finulno sentido (10 parecer 110 Juliano. se o individuo l'eclamndo como esct'avo estivL'. ou co1lisão.onlrn a lihúrc1ndt'. L.

'Lava á (iiI) L. 113- tleyiào SI r nUlUeadam nte comprehenllido na ül'Ci. J. libertatis jurc mioime lIlulilari OIlPol'tcrc. nr.° Cap. (7HI) O Romnno que callia cm pod r do inimigo. cm boa fé. ti.tlll si sexa· (liUla :lllnOl'Um cUl'riculo e:ces'cI'iL. XL. ainda que a bem de rn nores (713). i-L. . ccç. firmán10 a regrt\ d que a po ' c ntinua ela liherdael por 20 annos. qll:C 111'0 IilJCrl:ll nr. L. quér no Direilo Civil. variou muito a legislação. 16. dircito de pustlilllinio). 1. -Segundo o Direito anLigo. al fi dos já apontados. . e Maximiano. nolas 7tG e 7H. congl'uiL a!ITuilati. 2 Cod. testam. -12 Cad. B. 3. o rigor era contra ol]uelle que se provasse ser escravo. por maior que fo e o prazo duranle o flual ol rr u m se acha se de fucto em capLiveiro ou escravidão (714). se voltava. iU) Con taotíllo: L. em em oulro lugar (712).-L.• I" (I. de !angi tcmp.afã tempori longinquitatc. lY. cumo di '. fingia a lei qur. Conlra a liberdade ruío era admi iveI prescrip- ('tio alguma. Porém Diocleciano. quér no das Genles 1 ara os Romanos (71 ü). et eol'· lib. e. 4 Cad. de Iihel't. 22. 111 ~mo cm Juizo. 211 Dig. cllc 1I101'l'61'a logo. pl'~ rripL. 16 ~ J Dig. Thcod. II favor da liberdlde.iu (II).' F(3) Y. (/Iii el a (!llil) . tomo sc nunca hourc S~ sotri'ido tal eapUvcil'o (Lei Coruclía. 1ll:I1lUIU . 3 CoeI. . pouco im~ porlando que eIle se achasse na posse de homem livre por qllulquer tempo: o que todavia sofTreu excepções (716). A fllvor da liberdade muito beneficios se con- prd \l'ÜU.-Contra 11 liheI' luue niio se dava restituição. ob. era livre. (716) L." al't. 7. de m:InUnl.. maS livre. (i12) y.

POlhier cito (721) Cod. . de manum.j-L.'a. 1.. llão se podia mais questionar sobre o estado de alguem.-Justiniau:o" l:evivendo a lei de "Diocle- ciano e Maximiano. E em outros casos a prescripção quin- quennal aproveitava á mesma (72~). 3. isto é. 2. dcteq. excepto se a favor da liber- dade (721). . 96. 20 Dig. (7i8) L.22..174 reclamação pa). 3. (722) Cod.' Cedo VII.' Dig.Constan- tino reduzia esse· prazo a 16 annos. Paud.~L.10 annos entre presentes. eod. VlI til. passados cinco annos. 1.' e 2. Ca· queray pag.' Cad. em geral. O Direito Novo introduzia prazos mais limitados pura que alguem reclamasse como seu escravo o homem que ciltivessc na posse da liberdade. . manum. ainda pelo possuidor de má fe. XL. 8. pelo es- cravo que scientemente tomava a posição ou estado de homem livre (720.E' assim que. 9. testam. de eoll. PaulI. Assim: i. A prescripçàQ. qui ct a quib. Com o progresso do Christianismo. L.-POlhier. a e 2. os Impera- dores Christãos introduzirão novos prazos mais abreviados a favor daquelles que á Il(-Ugião se consagravão. ciL.ío-a em . n Dig. (720) V. 7 Cad.de 30 aonos ou mais longo tempo tambem podia ser invocada a favor da liberdade.' pago 680. a· escravidão (7'17). tom. e 20 entre ausentes (719). POlhier. mas exigi() titulo (7 ~ 8).).. depois de sua mOI te.· Justiniano declarou que o escravo que entrasse para o mosteiro e não fosse (717) LL.. 16 ~ 3. Theod. constitu. 21-ne de statu defunctorum post quino quennium qureratur.' pago 666. (719) LL.-V.-De prcsCl'ipção de 10 aunos já havia exemplo na L. IV.

0 -penituS' non inquietari.· ainda o mesmo Illip-erador determinou que o escravo que entrasse para o sacerdocio á vi ta e face do senhor.§ f:l!8. 17-E com justa razão. migmntes ad commllnem omnium (dicimus 3utem cceleslcm) domiDum. (723) Nov.. § 130. n'zt) Nov. § -i2 c DoIa 26 í. 2. porque este é de tonvenção e transacção.plicação a fazer do que fica exposto. IS. et arripiantur in libertatem. (726). 3rt.conciliação (727). (727) [). (7211) Nov. 123 Caro 17 cit. quando sobre a liber- dade não é licito transigir em sentido prejudicial a mesma: o que já havia sido expre samente de- Clarado pelo Dir.· (726) V. '123 Cap. 6. e a ap.-Alterado assim o que havião decre- lado Leão 1. I' rOI i . I. A questão de liberdade ou escravidão não póde ser tratada em Juizo arbitral. ficava logo li re e ingenuo (724-).ispo . e L. Rom.l'ec1amado com fundamento dentro de tres annos. ficaria pertencendo ao mesmo ·como livre (723) . 38 Cod.. fiearia igualmente livre (725). .Cap.· . 3. e não fosse reclamado dentro de um anno. havIa approyação ilo seBhoJ'. a ausencia . 2. 37 § 1. on cguintemente tambem taes cau as são dis- pensadas da pré ia .0 c Anthenio Da L. e que aquelle que o fizesse ignorando-o o senhor. g 129. "cjamos agora·o que se assa por no~ o Di- reito.°..

" Cod. l/L) ~ de sUlllenlativ:l não e. qola 91:13 i-Alv. L.29). bem eomo ü de escravidão. Aacç. nota ti3.-0 proprio e!et'avo poderia consliLuir procurador ell1 qualquer caso para defesa de sua liberdade (Souza Pinlo. Ainda quando o as erlo escravo. L. civ. § ·133. .° lil. de 10 de Março de 1.l'~{(. ão ou e podem tornar de aHa indagação. 1. (7. Aeç. Bl'as. proc.) .lo fuvo- raieI aliberdade (1_8). connexa corn a ele escravidão.682. § ti:!). ou curador nomeado pelo Juiz de Orphu. uloli 'o de nnllilludc do processo. pois.O 31:1 de 6 de Abril (le 18iíO. deve o Juiz da can'a dar-lhe curador in litem."'val ndo enlão por seu- tença. -O homem livre Oll liberto 'que cSlá na posse da sua liberdade. Tralão-se. de allSCl't. 131. tenha procnruelol'.u. é tratacla em (ónnu ordinaria-. do Av.. na fôrma da Ol'd.lOa miscravcl ou quasi mcnor (arg. D.° til. I S -por I estylo do foro. de 6 de Junho de 1155.e por si pessoal e dirccta· meute (T. 1. lia posse de cstado. pl'oc. Pereira e Souza. porque. loll.o ele liberclao romo p1'ejudicial. unicamenle e rór isto em entü.0 e liL. quando aIguem eslá na posse dcHa e teme ser esbulhuelo. póde defendel'. em {órnw swnmarü~ as de 1JUtn1lttel~ção de liberdade. civ. como aos menores e (728) Arg. deve ser pessoalmcnte cilado com o seu éurador. 90). e a questão de liberdade é. 88 e lil. cm regl'a. da 01'd. 1. ~Se fôr réo pltbCI'C. 3. (736) Deve o Juiz de Orphãos dar-lhe CUl'allor como pes. L. porém. deYêr~l ser lralada cm {ónnn summ(l. Tollavia não exclue o fuel de se t:onlar e mesmo· cít iluar. ou o livre ali liberlo. (729) V. Corrêa Tel1es. 63.os (730).

Av. § 133. Jornal do Commercio de 16 de Maio de 1866.° (733) Idem. pralscript. Bra ." Cod." Dig. Lit. Consol." cd. -177 - demnis pessoas mi eraveis.°. de longo tempol'. a liberdade é illaufi~riv 1 c imprescripliv:el (73t). 63 e ontl'as.Ias. isto é. de 10 dCi)Jal'ço de 1682§§ 2. e nota 42 e44. de 1823. seja autor ou réo. § 134" Conlra n ac. 0 -. fundada na Ord. T. Não a.) (732) L. (734) L.(732). de6 de Junho de 17alS § 9. e tal posse de estado não ha. das L L Civ. de 20 de Set. e sa falta só pólie ser invocada a rá. L. 2. ca o não baja intervindo Curador nomeado pelo Juiz de OrplJãos. Acç. 3. im.-Alv.° til. /lcão debaixo da protecção do refel'ido lllinistel'io e seus agentes (V. (i3i) E UII é a praxe de julgar. dignas da pro- tecção da lei pelo s~u estado ou condição (731). § 24. de 13 de III:u'ço de 1Siã.° liL 41 9.oJ' da liberdade. se o individuo reclamado como escravo ou a cuja acção de liber- dade se faz opposição. Nabuco de Araujo. não ha moti. 28). 41.. 7.-Alv. Provi. de Iiberali caus~-COl'rêa Telles. 3. 3. e o indi- viduo tem ao contrario vivido em capliveiro (733). e todavia tenha a llecisão sido favoravel á liberdade.· e 3. nola 2 ao art. mesmo no civel. nem in litcm pelo Jniz da causa. de 16 de Janeiro de 1759. ex vi do di po lo na 01'1). A prova incumbe áquelle que reclama contra a liberdade. pois tem a eu favor a presumpção j~~ris de qlle- toelo o homem 6 livre pOI' natureza . 23 . L. as cau a de liberdade.:uo de liberdade nenhuma pres- Cl'ipção e póue oppõr. está na posse della. apresentado ao Corpo Le- gislalivo em lIIaio de 1866 pelo Mini tro da Ju liça Con elll iro J. se a decisão foi contraria (V. o PI'ojcclo de lei de organização do Mini terio Publico.o para se anllulJar o processo. L.

é li. não póde mais ser reduzido á escravidão (737): Ó reslaria (73.Se o e cravo 'e fez Religioso ou tomou ordens de a- cerdote. (736) V.· pago 20). Rev. ' . O religio~o professo reputa-se mOl'to pal'a o seculo. dos Adv. Iigão pelo sacramento llel'pc- tllamente o intliv. 1'1101'. (737) Em respeito ao principio religio~o e á uncçIio sagnda qlle vcm ao monge ou ao clerigo enl Laes condições. Oomp.s. e o sacerdote. e do que dispõe a nossa L. quinquennal (735). dc Dil'. As ordens ao clel'igo impl'Ímem caracter) quer dizer. comquanto eu de- cidisse uffirmativarnente. A' de escravidão. de 1862 (V. tom. de 6 de Dez. Eccl.iduo á Igreja (Padre l\lonte de Al'atJjo. ella se póde oppOr.). de 10 de Março de 1682 § 4.-O que foi adoptado e firmado pelo upremo TI'ibunal de Justiça no Ace. supra § 127 in fine..-Ma nós preferimos a de II annos ex vi da Lei Romanas que a creárão. uma vez ligados pelos votos ou pela Ordens. podorá 501' llcmandad [leIo senhor por t IlIpO de cinco annos sómcnte •. Hão (levendo o tle cuido ou negligencia fóra delle aproveitar aos Eenhores.·17 · 13.) Corrêa Telles. ainda que nem mesmo a ue cinco aunos pu- desse ser invocada por ser a acção intentada em tempo. Bra. no fim do qual tempo se entenderá prescripta a acção. ACÇ. como vimo. poderia vir cm duvida se lhe aprovei- taria a prescripção de tre' annos e de um anno. parece que o religioso. Por viu de regra.• .) . 136.. Estando de (acto livl'e o que por Direito deve er escravo. e Theolog. Mas.. de que acima faliámos (736).· v. por não sei' conveniente ao Governo Poli- lÍco do dito E talio do Brasil. que por mai do dito eja in- certa a liberdade nos (IUe a possuem. porém. do lns!. 2. § 26 diz ser a de 10 annos.

uem ao que apenas lem ordens lllerwl'CS (idem). em rigor ou ao menos por equidade e favor á liberdade. Av. favoravelmente que .0 de 18 de 'ovo de 1831-Coll. quando motivo iguae ou cmelhanles e derem. Off.e uma familia (740).'61' possa á. ele. ernfim em ou lra profi sões de manifesta utilidade publica (741). Dil industria. No julgainento s mprc se deve decidir o mai. 3. 2. liberdade (742). porém. (740) V. ll'al. DI'. Repert. 09- ° uma obrigação de indemnizar seu valor a quem prova e °eu dominio. se não fôr passiveI. casando e creando. quaes: 1. de mpale na vot:Wão.. 7. por seI' a causa JD:lis favor~cida e a mais noPl'c.-Quanlo á lJypotbe e. A i os de 13 de Uarço de 184ã-JOl'llalll. FUl'lado. a sim o ensina o }'adl'e Bremeu no seu Univ. ab. O me mo devemo clizer. Av. e ainda assim.° de servir ao E tado na guerra ou por outra fôrma (739).o 119. eximil-o do capti- /38) De que lemo dado noLieia em vario' lugares. sempre se deve decidi!' a f. de 16 de Abril de 1866-no Dial'.° lil. ('142) Na eolUsão de provas do qualquer genero. não é extensiva ao noviço. (741) Generalisação dos pl'inci(lios SObl'C a malel'Ía c dos exem- plos referidos.. 1.° estabelecer-se como livre. .0 pago 27'-A doutrina. na lavom'a. de 10 de Ago to. . De modo que só e declare escravo e se man- tenha como tal aquelle sobre quem llOuvcr um direito evidente dG propriedade. JUI'id. á semeUlança de tantos outros ca o (73 ). § '137. 1.lvol' da libel'(lade.° estabelecer-'Se no commer- cio.° § 6. [i39) V.

O mesmo não aconlece. de {ideie!. obest. seja qual fôI' o valor da causa. das L. 2.. Ue 22 de 'Ma'io ue 1733). SCl' COlltCll1plalta éomo _superior á dos menores.6). ue 1. L. A causa da libel'(lalle dcve. sanc- cionado LUesmo expressamente por varias ueeisões l'\. 4 § 2. § 139. prevalece o da causa sobre o das pcssÇJas (t. poslo que por meio de indcmniztlÇão ao senhor (743). juro . libertat. (743) Como temos visto em muitos lu~al'es desta Obn. . aUllita here- diLate COlltingit. § ·138. quamlo a decisão t'osse contraria á liberdade (V. Os recursos são facultados todos a bem da li- berdade. ConsoI. Bras. se a sentença é favora vel á liberdade (745). manum. porque nada hCb mais digno de {avO}' do q'tte a ~ibe1'dcbde (747). (741) L. (746) LL. sem altenção ús alçadas pecuniarias (744<). é admi!SÍ'vel a appellu(. pois. Alv. . 122 Dig. c semelhan~cs.Em questões ue nrivilegios. de sorte que. Tambem se concede a favor da liberdade o lJcrw- ficio da restituição. Lamen nihil ea res libel'taLi .32 Dig. a Cod. Civ. de 10 de M. 180 -- vciro. ainda que conlra menores (7 ~.6 ue Janeiro ele 1759-Devel'a mesmo obrigar-se o Juiz a recorrer ex. ue reg. -pago 2~. eit.ão e a revisla eOlllra a tlecisão a favor da escravidão. et licet lleres scripLus per in integl'UIl1 rcsLi- tutionem abSLinuel'it herediLate. de tesLam.omanas o paLl'ias: (7ft4) Alv. 3." cd.-offiçio.°) (74l'i) Alv.°. 2-Libel'tas testamento data..lVII.u' o ue 1682 § 3.

n. apreseutar os nutos na snperior InstanCiJ. 2743 de 1861 net. . appellur ou interpor a revista fóra ele tempo. lS. 18'1 - § HO. 2713 de 23 de Dezembro ue 1860 arl. os Tribunaes e Jui~es devem admitlir (75'1). bem como o pro- cesso. -Seria no entanto para desejai' ([ue a favol' da liberdade rosse permiltido seguirem as causas seus termos sem allcnc:ão a elIas. . (748) Decr. ampliando-se a este caso o que já sc ach~l disposto para outros. porém. n. Igual disposição é quanto ao imposto substi- tutivo da dizima de Chancellaria (74. n. proc. c a lléCesSi(laclc (lc implorar l'cmedio ou beneficio exh'l\Ol'llinario• . notas Õ9S e (. liberdade vir com segundos em- bargos. havendo causa j ustiílcaLiva ou escusa 1egitima. póde o individuo que defende :mD. eiv.o dei855. sc não fosse flucm defende a libenlade. Os documentos offerecidos em defeza da liber- dade são isentos de seBo. Reg. o mesmo se não dá (750). (io1) V. o qual será pago a final pelo vencido. 413 de 1~5 art. Ij. u 11. aliás de menor pomlCrnç'.o. interpôl'.11. fóru do prazo legal. 150 de 1S~2 art. ti. 1569 de 3 de 1\1~\l'\. Pelo beneficio de restituição. para evitaI' du vielas. -E assim ja tem sillo julgallo lia Relação clesta Cõrte. }lol'ém. 3. neg. n. Pereira e Souza.) n.-E' mais peudente.1o.9). Quanto ás custas. S. para serem pagas a tinal pelo venciclo. se lião fôI' quem a defende (748) . nego de custas Decr. n. (749) n 'g. § Ui.l0 § 4. (700) V. seguir e apresenteI' os r cursos em tem po hubil. § H3.

tal sentença nuntll passaria em julgado. -A Pl'o\is.. e póde ser desfeita por provas supel'- venientcs ou por outras can a. de 16 de Nov. 3. . ou nullidade do matrimonio. (75'2) Ord. Nab. i. 2. adellivol'eio. é o deposito do individuo em poder de pessoa ic10nea (753). justas (7:Y2). 75 . tla }'I'OV. de 1783. L.-arg. pelo qual contra elia se pretenda. Dir. de 12 de Abl'il de i822-Coll.'el. 3. Civ.Tal deposito não é l1ecessario. Uma providencia costuma preceder a proposi- tura dessas acções de que tratamos.-O I)ireiLo !lOS fornece exemplos de sentenças ue Ulmca se entendem passar emjulgallo.-decide sobre deposito" acç'ões. '182 ~ § H3. em quesLões de liberdade. Bras.2'í9). de 1830. á semelhança do deposito da mulher casada na acção de divorcio. Nab. a liberdade é inauferi. e da liber- dade de sua c1efeza (7511). L. (750) V. (7M) Este deposito deve ser feito cm mão particular \101' mais favoravel á causa da liberdade (Av.· § 32 nota a).. g. de 12 de Abril de i822-Coll.. seja qual rol' o titulo. . e isto a bem da segurança do mesmo. Cív. quando ene se acha na posse de estado ele pessoa livre (755). § U~. Consol· das L. Carneiro. nota 730.v. (703) Mas não é obrigado a servil' como escravo em proveito do pretendido senhor (Arg. de 3 de Nov.O Lit. Aiudu mais: pól1c intentar accão rcscisoria ou nova demanda a fHOl' da liberdade. do Av. B. mesme quando tivesse havido julgamento contra ella em gráo de revi tu. causa julgada.· tft.cd. pag.

6) AponLaremo.-SE DlIIE!TOS. a favo'r da liberdade. Prov.-P.-REVOGAÇIo DA ALFOIlRJA.ade (L.-conLI'a cada um deve ser designadamente 111'0110 La acção. porém.ões. L. entre o Romano. . 2.) . De toL1o o cxpo to fica. mesmo cm Juizo. (7:. 2i) eod. a perda uo tiLulo não pr judiea a liberdade (L.-. as relaçõe do liberto e manumi Sal'..~s) certos direitos.. sendo.' i-a cousa jul- gada declarando alguelU eScravo não obsLa á acção de liberdade (L.. pai " patente de que favores no o Direito tem armado a causa da liberdade. E te con er ava li titulo de patrono (pat1'on'/. 0 _ DÚ'citos (los lJattonos. de libero cau . 26. c examinar bem a que lão. aI fi de innumero outro quanto ti. não é revogavel a liberdade ulIla vez conferida (LL. assim como conlrahia cedas obriga..\1'RO:'íOS..-0 herdeiro que aceiLa a herança não póde annullal' a liberdade eonfm'ida 11 lo defunLo. 36 Cod. a eO(1. ainda que scjão irmãos (L.. de 12 de ADriLde 1822). além do já referido.l{o1't'ia.).\0 me mo judiei. 1.) i-derem-se dar prova. 1. ART.). ob ta á de escravidão (LL 4 c 27 cod. c rcvogação da a. .. 7. § 146 _1. cnLende-se confirmai-a (L. 33 cod). materia. os seguintes prin- cipio .1 não IlrCjutliea a liber!l. como "imo .!la causa de Iibel'dade c escra- vidão (L.\ confis . a eod). 39 cod.. e consta ainda de nrias di po i- çõcs (736). 183. scg wulo Ct legislação Romanct. 0 Pela milllumi ão não se entcndião exlinclas completamente. '20. quanto ao proce so.- § 14. eod. 17 cod. ECÇ:iO Y.

°. dc agnosc. XXXVII.(758). dc obseq. 3. XXXV.eciL L 1. (160) Cicero-ad familiarcs XIII. XXXVIII. lib.Í'a in banis (OrLolan ás Inst: ne JLlsL.tranho (763). de agnosc. Daqui vinha que os libertos tomavão ordinaria- mente os nomes e prenomes dos patronos (759) .-ObselJltia. Rom. l'oLhicr.6 pr. 15 § Ul. L 88 § 6. (762) L. i.çtas quc o senhor Linha sobre o eser'aro . :Jí. . o q\IC é qllasl incrivel.. (108) Ucin.° Dig. Patrono era o manumis ar. 33 Dig. Dig. Um liberto podia ser patrono dos seus libertos (764) Os direitos do patrono podifio vir de disposição da lei. 2. lei: 1. se repu tavão ligados á casa 011 família destes (760). c a cargo do comprador.(Savigny. l'an(1. dc bonis libcrt. ou mesmo um ex. 115. um defensor. de juro l)atl'on.).0 LiL.jU1'a patronatus . lib. 14. IS § 1 Dig. operre. 2. RomJ (76~) L. (le legal. !S ~ 22 Dig. á liber- (107) Conscqncncia da lJote. diz GoLlJofredo commenLando o Dil'. ct alend. ou de accordo ou aiuste com o 'liberto. 94 Dig. scndo digno de notar-se que podia ser aLé (m'çada. L 10S Dig. . XXXVII. d'e legaL. que tinha obrigação rle alimentar o liberto e valer-lhe quando necessitado (762). 23. parentesco fictício. 3 i-L. qne a seu respeito era havido por agnado. quér fosse o senhor propriamonte dito. c nelle~ deviilo achar um peotector. (763) Como Livemos occasião de vel' anteriormente em varias casos dc liberdade fidcicommissal'ia.0 § 51».° j-L. 1. qlJÓr o herdeiro. n. (71)9) L 77 § 11i. 11m pai (761). restituindo-o ú sociedade. como um filho reconhecido ao bem que se lhe havia feito. . ~84- oliberto devia considemr-se membro da família do patrono (757).0 e sobretudo o respeito e bons ali- cias. 9 Dig. DiI'. DJ. d'onde âerivavão todos aquelles direi tos .XV. de cond. LOIll. XXV. jll. L. 3. (761) L.

\J Dig. L. lleia. U Dig'. (7i1) 1•. não passavão aos tllhos e herdeiros do mesmo (772): 4. lleciL.b inleslwl0 ao liberto. \)3. eL alenO." o patrono succe- dia a. 1. 5 § 18 li 21.-L. L.-L. . Dig. Privado pag. \'I:1t1'OIl. L.. con- seguintemente não podia o liberto chamar a júizo o patrono. (772) L. 92.. de oper. de in jus voe. (i611) L. Vieira da Silva. Iiber. - dade (765).paLrou. lib. 1 ." LiL.:1 Cod..o alimentar. dc libert. (768) L. em caso de necessidade. 18iS. esles serviços (officiales) terlllina. quando lhe fosse exigido pelo patrono (77'1).v~o com a pessoa do lJatrono. ou servindo de tLltor flOS filhos. OLI seus filhos e pais. deob el[." Dig. 1. o patrono. e pais (770): 3. 2. XXXVIII. o. 1(\. VI. (I ~ 3 I)ig. L. L. de jul'. bem corno não l)odia intentar conlra elle certas acções e accusação (769): ~. sem licença ou venia do Juiz (768). dever que se estendia aos filhos do liberto (766). (770) L. 7. de opero liberL. 24 c2õDig.0 prestar-lhe serviços pessoues (ope1"OJ officiales) em occasiões solemnes. L. 'Z §§ 6 a 9. llcjul'. Rom. (Lo Dir. 6 § 9 Dig. de aCCUSll L. 10 ~ 12 Dig. 8 Uig. se este não deixasse (i6o) IJ. de iu ju \'oe." CoLl. de ag-no 'c. e reciprocamente aos do. de jul'. libert. (i67) L. 24 li 26 Dig. de obseq. ii Cod. se o liberto se não houvesse obrigado ~xpl'essamente. IlaLI·OU.° Dig. niSL. ue oj]'. :M. § i. ou administrando seus bens. (769) L.. jwoeous. 3. ue libert. 22.-V." oocl. L. . patrono. ~.. i) § 20 Dig. 4 § 16 de doli maJi excepto XL]. sens 111hos. \J ~ 1. ue agllOsc. aos cIuaes corrião igualmente os deveres de piedade para com o manurnitlido ou seus filhos (767) . L. 3. 1. patron. lI. L.. 1!) Dig. XXV.' LL. li. cod." § 112.. 11atI'011.

de opero libert. enlre outros casos. quando com seu consenlimenlo se concedia o }1tS aurco~"wn ann1tlorU'/l'/. por equi. Iibert.37 pr. deveria o liberlo contemplaI-o com a quota legal (773). -V. e ainda. testamento. 37 Dig. 29 Dig. liein. 2. direito que passava aos ftlhos do patrono. de jur. (776) L. (778) L. (780) De que démos lIoücia cm outrus lugares. isento da obrigação ajustada de presentes e encargos (dona et munera). direito que perdia. 20 Dig. de oper.0 tiL 17 n. VI. eod. e· a nata- lium res titutio (775).c. (777) L. ou lh'os houvesse vendido. L. (779) L. (774) L. ... de bon.o de juramento (776). <I (de J llsüniallo). porém.· nos casos em que por Direito era reputado sem patrono (780). Podia o liberto ficar inteiramente desligado do patrono. O liberto ficava. 32 Dig. :\86- descendenles. 0 pela (773) 11lsL. (7750) V.1. 3 Cod. L. eod. de opero libel'l.· de success. liben.). 9 Dig. de opero Jibmt. PalldecL.O S 10\). J. se eslí- pulava haver do liberto presentes e serviços (dOncb et nMme~'a). e se fi:l:esse.." COtL. pr. 37 pr. Dig. 110. ou debaix. 3. libert).j L. quanto a obrigações para com o mesmo e seus filhos ou herdeiros: 1. yaler á renuncia da herança (774. se fosse constituido com relação aos mesmo (77'7). Du aiuste com o liberto. e § 3. Julia e l'3pia Poppalt\ (L. LL. PoUder. .. 1. 3.· se o manumissor assim o declarasse (779). ainda que não herdassem. 4. Pand. de bonis liberLj L.' quando este se obri- gava a serviços principalmente rab~'is (operm (a- briles). em taes cil'cumslancias . se tivesse dons filhos em sua companhia (778). paLron. para o que era necessario que se fizesse em fórma de eslípulação (stipulat'io) .

1.0 Dig. Dig. sendo então vendido judicialmente e en- tregue o preço ao patrono (786). de JU1'.0 o liberto ingrtllo podia a principio ser punido pelo patrono. \l:ltl'on. 3 Cod. (783) L. 6 pr. IV. aur.-Por ultimo Cons- tantino e Theodosio decretarão que. lllanUIll. direito mantido por Justi- .18'7 - nataliuiln restitut'io. e concessão do j'ltS a. Theod. mesmo com o desterro para fóra da cidade (784). 16 (do tempo de Augusto).° nos ca os m que se perdião os direitos de pa- trono (782). rc tiLUt. como permanecia no filho para com seu pai (783). de agnosc. tElia Sentia-L. -=. lhe fosse o liberto ingrato entregue como seu e cravo (787). Dig. XXXVII.i8i) I•.1 quib. de opel·.. 4. libert. L. Com. 6 Lo Dig de jur.0.01''Uttn anmblm'um. L. até qlle lhe foi concedido por Claudio o direito de redllzíl-o de novo á escra- vidão (785): o que todavia foi restringido ao caso. IS pi'. de vcrb. (786) L. . (784) Gaio. 2 a . Cod. acquiescendo o patrono (78-1). 3. 9.3 Cod. 182) Além de outros easos já referidos. 30 Dig.Todavia permanecia sempre no li- berto a obrigação do respeito devido ao patrono. Iibert. XL. 70 pr.'5 Dig. de bon. sigo L. (785) L. XL.) . de Iíbcrtis IV. qui et . obtida sentença pelo patrono. é de notar que o patrono os perdia e estipulava eom o liberto eerla somma em vez dos serviço .. pall'on. de jur.. 1 . L. VI.-L.Dig. annul. ct a\end. 3. de natal. era entendido tCl'-lhe feilo venda (L. .1. 146. de persistir o liberto em não cumprir suas obri- gações. 3. 14.-2.U1'e. (78i) L. . libero XXV. 6 § 1. 11 . §§ 46 e 183.

7.. libcr-Non cst ignotulll. COI\. (791) L.E' o que se acha deci- dido em varias leis de Anlonino. LO tiL.l eu qu:.. se a (788) Inst•. L. 1111. 11t ingr:Hum libcro tum . 2. V1/7. a pri- meira não autori~ava a acção de revogação (revo- calio in· servitutem propter ingralitudinem).Aacção ingmti liberti só era permittida ás proprias partes originarias. e só a ultima (790). Mas esta revogação não se concedia por qual- 'quer motivo. ---. Nov.°j Cod. . -attenlar contra a sua vida. VIII. est-e um dos 'modos por que se cahia 'em escravidão por Direito Civil (789). era isto permittido? A quem? e contra quem ?. donat. LI_. O fiduciario igual- mente a não podia intentar (793).° \792) L: ult. nlt.. . lib.-Era. iG§1.. J. CoeL de ingl'at.- causar grave prejuízo á fortuna do patrono por traição. 1. nem contra os herdeiros do liberto (792).-Tambem não tinha lugar u revogação por ingratidão. L.. 0 Secç.-c ex causâ fideicoOl11lissi mallumisil. ~"~ dclibcrL. de revoc. 3 § 83. Cap. VI.As causas só podião ser . Constantino.. de liberL. de liberto ct cor. cito (793) L. 2. La Cod. L" art. et eol'. . pois. . 78 Cal). tí6.. Nov.188 -.° desta Parle La (790) I. cit.accusare non potesl.deixar de cumprir aquillo que houvesse ajustado por occa- sião da manumissão (79~ ).-- niano(788). Cod. Itecit. 0 Lit. e jámais aos herdeiros do patrono. (789) V.pôr-lhe mãos impias.To L. libel'is-Heill. quol. 3. 2.injuriar o patrono atrozmente. pois. e Justiniano. Os Jurisconsultos e as leis distin- guião a ingratidão simples da qualificada.' Cod. Em que casos.

° li9õ) LL.°. e nLão em doação clItI'e vivos. Ca p. quundo " abilIú de que 1:1\'01' . dono XXXIX. 1.~ri mortis propriamente dila de um e cravo l'osse I'CI'O 'a cl al'bitl':Il'ianlelltc {ea o cm que bastava ([Ue ol. o donat:lI'io podia ]íJJ rtar o es- I:I'avo' o qne fazia pI' sumi!' ncquisição p rfeita da propriedade . :wigny. 1il Di". e não fi ava a al'bitL'Ío do patrono (795). G • G. III "mo Illre 05 nomauo goza"3 por ultimo 3 )jl>erdalle. 78 C:lp.)re. 1. vindo XL.L. i-in cxttcmWIL tClIlptlS mallumissol'i' vitClJ. 1. jfL it.- II'a11 1'01'111 a.\ //tOtUs t'wwi manwllissio não ra verdadeil'a lÍoaçc7o cau:'t 1I\0l'Li ." Cod. 6.ogavel ali nlltlllll.(sri mulltunissio a l' 'ulIneia é lariLa I g::I1. mlJol':1 a lloa ão Cl(. 3iS 4. -19- liberdade era havida pelo liberto a titulo one- roso (79~. .~ CI' I'cyog:wel a arbitrio . 7G3). c.ão á rcgTa gl'I'al nas doaçôc tausei morlis.° Dig. f i que e prova se a justa causa da m ma revogação de modo 1 gitimo e convincente./(. J. .~d manUlnissio para que e ta Jlreferisse. 4.I'.-cum id judicium extl'a ordinem pr~­ beatllr ci qui (volllntatc) servo suo lilJcl'tatcm gl'atllitml! pr~estitit. 2.0 Lit. 2. por- quanto em o prin 'ipio domil ante que -libc1'ta.PoUJier. ou 3 31'Lill'io pOI' exeepç. tom.). que. c 1I11anlI nào IS da e cn ia ou slIb t31lcia lia lloaç'lo causá. VII. e la faculdade pólIe ser renun- ciada e:qH'c a ou tacitamente (L. POl'l. vle c a I1tOl'tÜ ealt.ão de acção propria. e se l'Il10lhlesse :\flllclla l'l'l'oga da) .: principio qUl oQ lava 11 que lambem a mnuumi:sfio ra. III. L. scmcl tlatu non ?'cvocatw' (796) .'ão 1'3 pois re. Tn.llsd I/!()/'lis fo: r vogada ad nutum (797) . de mallUUl. Na morti.° liO. Savigny cit.\inda mais: era Lal o ('avol' á Iib rlIade. EULen- dia-'e que a Ubel'lladc a iro cuurerida o era a tCI'mo. lIIorli. mi . li90) Marciano L.. cil. Corrêa Telles Dig. 123. 87 I))'.0 Dig.ç ca. . Ma dependia sempre essa revoO'a . • cm ha que admil'ar. tom.J. i to é." Cod... L.°. embor3 tenha com esla muiL3 afliuidade. Dir. de m. Coelho da Rocha.o. 1.. ~OY. Dil'. . 1'l. "aud. que só por ju ta causa lllÍde r I'evogada. 9 § 1. de manum. 1. •94) L. 3. IJ31'a que o liberto a goza se quando fallecc e o enhor {L. Civ. non qui debiLam J'cstituiL-Nov. : L.

Orde- nação. ex-escravos de Antonio ./. llonat. de 18i8. de 1) (Ie Fev. de 181>0 do Supremo 'i'rib. quér em sua ausencia. quér em sua Iwesença. de JusL. c. com razão podem por ellcs as ditus doações ser l'evogauas por • causa de ingratidão.sencia. .° da ciL. forem iugratos contra os q~lC lll'as fizcl'ão.pr.-Por ena são causas jüstas de revogar por ingl'atidüo a alforria não só as cinco apontadas nos §§ '1. E as oausas são as seguintes. Savign-y cit. Escrivão Assis Araujo): (798) Diz a Ord. na causa entre parLes Appellantes Isabel e outros. e Appellada Leollol- (lina Carolina BougerLimer. assi como se lhe dissesse cm .Tosé Villas Boas. (la "ôrte sustentado pelos de 19 ele Fev. o assento da maLeria por nosso Direito é ü Ord. posto que feita na a'/. em geral.sa de ingl'ctlidão..° A l)l'imeiru causa Ile. 39 Dig.° Til./. ou cm publico. se o llouutario disse ao eloa(lol'. para salvar a liberdade (L.-Entre nós. 63 §§ 7. fi. mesmo verbal. e não na presenva do patrono I com o admiui- culo emfim elo § '10 (commum a todas as doações) de ser nulla.Tuiw. tal é a jurispl'lI- tlencia dos TriblUlaes (Acc.) . deduzidas amplificadamente das leis Ro- manas acima referidas. PO?" nosso Di1'e'ito. ae m. H\o- ART.° e seguintes. a clausula pela qual alguem se obrigue a não revogar por ingratidão a {loação (798) \ em tal caso. Liv. 3 1. o seguinte: . com ü latitude de ser sufficiente pUTa esse effeito algumaing1'atidão pes- soal. tudo confirmado por Acc. .. mas ainda as oulras de- claradas nos §§ 7. a que forem feitas (lloações).° a 5. XXXIX. se aquelles. ue 24 ele Abril de 1847 da ReI. ciL. II.° e 8.°. que se il1screve- Das doações c alforricts que se podel'lt 1'evogcLr por w'/. 4. alguma grave illjul'ia.Espü'ito mode1'1w. e 21 de Out. .

commett I' cOlltra queul o fOI'rou. quer seja vel'bal. de que acima fal1ámo .I' ~.• E e o doarlOI'. ou ferro. (rUe deu ao Iibel'to. ell1 que era po to.ou 1:11 vicIa do 1I0nalarilJ.· A quarta cau a he. ou não n1Ol"OO em ua vida demamla nt Juizo para )'cyogar a <I ação ou Jibet'dall . sondo 110 santc pal'a i ·so. como III'ollletteo. o l'ecluzil-o : serridão em que aule ta"a. pois a lião I'e"o:. ~ S. dc que o doador recebc se Ycr- gonha.\ sesunda eau a hc. e o pal. como dis emo acima. quando o donatario pcr alSllll1a ma- ueira insidiou ÚC rca de algum perigo e dano da pessoa do doador. ainda que scu propo iLo não tivesse rcal crrcilo .. g uem assi nUo llotl 'rá o (Iuallol' I'cvo~lIr li (loal." 's'~~ ~~~':~. quer de feito e roaI.:wiio. 5. se o donatario traLou nesocio.· E bem a i. IUI - perante alsulI homens bon . pOl' Que yiessc grande p rda c dano ao doador em ua fazcnda. . ou SL:\llo. 2. E bem a im por cada Uloa da' OUlras cau a dc ingral..ig~' 'J~" f~I:I:~. seucl0 o patrono )lo'to em capti"oiro. como fica diLO uo § :lIlLeced nLc. uem cumprio. ou stanuo cm ncec" idade rio fome. ~ '7.· A (luinLa causa he. poclerá o e pa- trono 1'ovo"'al' a Iibel'dade. ou ordenou cou a. § 4. c o liberto o lião I'emil'. eomo ingrato. por lhe fazer a doação. . c não fieou pcr clh} vir a cfTeilo.ava. a sim como. E se for duvida. tenuo fazenda.1e" . ou a li- bCl'lhulc. p I' que o po 'a fazeI'. e o nào fez.· A torceira ausa he. em que aOLes l. ou perigo de seu corpo. lião I' vogou cm ua vicIa a doação feita ao lIouaL:lI'io.ida.'.:~:' 'li~I::~~. 3. porque neste caso sua mú ten(. a 'crl'idão. Oll em ah- eneia. e o ferio com páo. se a iujuria a i feita é tiTare ou uão fique em arbitrio do . que deu a e e IiberLo. que por ua youlad livrou o scravo da sel'yidào. se elle pel' i ou per ouLl'em Ihc procu- rassc a morte.tco: pontuo' LrI . ~ \l. ~ . por razio da illlfl'alidão cOllll'a clJe tOIllUI 'Ltida. posto quc SCII (lroposiLO não tivesse effeiLú. qu a comUI l. se para is o fez tudo o que pode. o Iibel'to lhe lIãooecol'rel' a olla.· .idão.al'iu cumllloU.' ~~'I:l' .Julgador. e clepois que fôr forro.'ào deve ser havida POI' consull1- mada. pedra. reduz ii-o ii e cr:lvidão. dar-lhe ou cumprir-lhe alguma cousa.rOIlO. pOl' que o doadol' púcIo I'evogat' a doação feita ao donaLario. . não 1101l '1'[lÕ Ilc)loi de sua 11101'L 'cu' hcrdeit'os I'azer Lal I'evoe. poclerá o pau'ollo fazer revogar a IihercIade ao liber'to.lão ao hOl'l1 iro du donaLario por cau a da ingralíllão )leio donal. ou põz a mãos lIelle iJ'osamcnto com LCnção de o injuri:u' c deshonrar.. alguma ingratidão pessoal em ua pl'e en a. quando o donaLal'io fn'oJlleLLeu ao doallor.

L. a que LJor ficção e al'bilrio da lei é reduzillo. L.o tiL.° Iit. é eXlll'l~ssa a cH. 0 ) . O tit 'L7-Quando os que comprão CSCI'atO.a. quando ella IJóde ser validamente eonferida aiuda {. nem 001lll'. e sem embargo tlella a doação poderá sei' revogada 1101' causa tIL: ingratirlf\o. O lUesmo devclUos lliztlr lLa cl. ciL. tal clausula lião valha cousa algul1la. por lllel'. a f[ual LOdavia não alfccta a. provocaria os homens para facilmenLe <::1- hil'cl1\ cm crime ele ingl'atidão. somCIILe !lc UULol'g'ada áqllelles. lio tOl'C\.n.A olausula cle (lue trata o § ult. Se a liberda(lo Ó sem preçu (in~e timabilis). ll)'p. e Se\l Rcgulamento de 2(i de Abril (Ic 1860 e rlellominão crias os I11bos das escravas. e se 11õem cm ]larallelo lias crias (los an1maes I A que Lri te e lllesql1'Íuha 'oulliçãu é (Icgradado (J homem pula jJl'opoLeneia de seus semelhanLcs! Quc dureza. Velleiauo). ncm ele ouLra. uSl\I:\ llc lll1l:l tcala o ~ ull. tauLO nlais.imacs. ou caduca no todo ou em parle. os 1)Oderáõ engeitar 7101' cloenous UI' manqueim. Ord...3 ~ 9.j OU bes·tas. pcr (fUe o doador IJl'OmeLLa uão I'evogar a doação 1)01' causa da ingratiUão. da Ref. QuanLo li n::mr. pl'opl1iamentc Latls de bens ou propriedaLle. e sem deolal'ação de JUO- Li\'o algum. nos parece. G3. e cm outras leis. Ainda Illodernissim:Jmcnte na L.." .\ liberalidade. maumuissões. sem passai' aos hcrcleiros. não ha base para regular a tesão: seria inl[Jossivel. Esb. E' assim que se 16 Ila Ord. 102 - Basta. Civ. facultlallc dc podor l'cvogal' os bcneficios por causa dc inBra- lillão. se tal clausula valesse.ó na expressão! . 0 ). da Ord.1864. de 2r~ ele Setembro de . a renullcia da lo. o enunciado de lal legis- laç. da Ol'll.Esludemos. do Cod. a do VelJeiano (Ol'd.:'.0 E ]lo 'LoclUC lia (Ioação feiLa de qualquer beneficio seja !luSLa alguma clausula. al. quanuo I1Cl'lUÍtLe lJue a n1ulIJer a 11rcsLC valid:uuenle :l bem da liberdade. . c mesmo uma harbariclaclu desfazeI-a 1101' tal fundamtlnLU. qUtl os !lCllCli cios dél'ão. f.1 os hel'deil'os ue uma pal'Le.Igual nulJidade irroga a lei cm ouLros cOnLraGtos e clausula. (790) Não é esta a unica em que se vé o cscravo pcla slIa miseravel condição ele cousa.ão (7\)()) para enlrar o espírilo em duvida se ella se deveaincla hoje reputur em vigor. ii. couLl'a os que delle6 os recebêl'l'io. se deve eJ1Leuder em apllli- cação aos casos de alfolTia. segundu Lemos Lleclal'adu: Porque. elo l)roj.0 til. 61 § 9.l"raLniLalUenLc. e aos a. G. pal'a o imperio .\11 . 2~ CoL!o de S. v. L 4.l.. quanLo esLá boje reprovada lias cLoaçõe. (ii § Lu (dccLu1-iela ela L. ~ 10. 4. L. equiparallo ás cousas em geral. li m. 2148 § 3. a[J[lli- cal1ào-se-lIlC as mesmas 01\ scmellJal1Les tlisposiçóes. L. li. :1.

á semelhança do bom filho para com eu pai ( 02). como vimos.. \ 2\ L. certamente ninguem o admillirá entre nó . não aceita \leIa Europa 1I\0dema. núo se póde Clltl'C nós dar-lhes a mesma extensão flue alli tinhüo. lkOt) Ilcin. explic~r ceda di posiçãc (800). Hom. 103- § 11. . entre ellcs. 1. E.!. lanto mais cjuanto." COI. VI. 1. . e o no 'sos o tum c!e longa data. ta drv pai. o liberto podia ficar inteiramen (.m jámai um direito ou uma obrigaç'"o.E . ser a regra para nó . era a base ou IH'incipio d'onde derivuvão os di- reitos <10 patronado (801).8. Es c parente ~o (fi. c 'anerad da obrigações or1'es- poudcl1t ii Laes direito cm UlUitO e di ersos 1 ' 1 caso. fJLw.° ~ oa) qualifica o pu/rlllludo lIlUa i1l'tiluição peculiar Ilo Dil'. nem com eifeito se acha rc ebido. dc 11011. E' uma ficção do Itomano . 3.° L.e 19u1l li berto tomüo o ap pellido do pa- trono .pôde 'r IlDl facto' pOl'. . .c l1il'cilo de IlUll'lInnrlo lelll r:lhirtu em (\c~\I. 20 . 1\om. ~ 1Lt. lih I't. 2. ticio) que o constituia como lJll agnculo tlo liberto. tom. o no o Direito emfim pare em firmal-a.nlo aos direitos de palrono. mesmo entre os IlOll1UIlO . . para fundamentar uma theoria.como tanta outras. E todavia. ROO) S:lvigny (nil'. embora subsi tis e empre a do re peito e Ilons Oleio para com o patronu.iá diúa llciu. Hccit. Fallulldo a im o fundamento d' tae direitos. 113. a no a Juri pru- <len ia. Llccit.

Carneil'o. de 9 de Abril de 1772. não com- prehendeu semelhante ca o. (805) O Ass. a obrigação é imperfeita (805). o liberto é um homem livre. 7t>.o 8. igualmente.t/. de 19 de l~mbl'o dtl 1761. Entendemo que. Tambem não tem obriga~ão rigorosa o patrollo de alimentar o lib rto.Juizo. (SOO) Todavia pal'oce que o Direito allligo o prohilJia (V. do me mo modo. ou accusnção. 1. e vice-vcl' a j e que. e tatuindo regra ne La materia. Crlru. })ir. ui j'l. )lcllu Freire. e reciprocamente. sobretudo illegiLimos. do Proc Crim. 4. iU 176 n. O liberto. de 1772 confirmado pelo Alv. O A '. sendo que i! banevolcnefc! não póde 1J1'O(lu:. 13 ~ IS. 12. só 1I~lo de 16 de Janeiro de 17í3 foi eHa no Reino llbolilla deUniLinllllcnle. e/ul:I'idadc.. fÓl'a disto.0 lil.") . e me. L. nte a no a lei. tiL. art '.Úi. L. (804) v. . quc não slJja dc 1'UI'a. mo de dar denuncia' o Cod. se elle o fizer. e em tempo em que a escravidão ainda existia em Portugal e não só- mente nas suas posses õe (803). 73. Civ. 14. não lho vel1a (806). Portanto. expl'es amenle deeJal'a que os alimenlos ó ão (l~vido por dil'eiLo de sangue. llorém B. lal obl'igaçao Hão lia (Ord. 1. 88 § 11). é por omcio de piedade. 0 Tit. não está iohibido de in- tentar 'acçõe contra o patrono. dc 2<J <I Ago lo de 1776. Di!'. 99. tambem não e póde entender que o liberto tenha rigol'Osa obri- gação de alimentar o patrono (80á-). já eiL. quando fõr pes oa mi eravel ou care- cedora de auxilio. comquallto interpre- tasse a Ord.i!' obl'ig((('ciO aI! elTiJito algum. -1M· - Nenhuma lei obriga o patrono a defender o liberto em .0 til. enlre eolln- teraes. e mais pal'Liculal'menLc polo a c 'ndonlc' aos descendentes. Liv. ni o c o liberto adstricto ao er iço pes oae (oper(1! úfli- (803) Não ob laULe o Alv.

Ol'd o L. salvo sempre a qualquer da.epto se hourel' aecOl'do ou ajusto entre o paU'ono e o liberto (807) :. V. se póde conceder ao patrono um direito (orçado ou legal obre a herança do liberto.Juizo :Uuuicipal da 30" Vum dc La CÕ1'Lc. . 28. POI' Dil'. .4. Escrivão FI'. conforme as circumstan- cias. nem ao. qoo lil.\ml.>l'iga~'õe· de {a::C/' ou não {(t:JCI' re olvc. em termo habeis. ao. o pre tal' ou não. '1. ai. quer por testamento.e pagando a inclemnisação (809). entendemos que. 70.:ões. era mai um meio de huyer fi a i cerLas fortuna .sendo.. 63 ~ 6. e llepoi' limitudo por Ju tioiano. ( "R) Ol'd. 1.\!l~'. 'SLO A ill1 oJlin·j corno l'rocul'adOl' do Fcito da l'azenda Nacional CIII aulO de invcnLario da Ilnada Rachcl Fl'uncisca dc nello.. e :empre fundado no ficticio parentesco do pulrono. exc. direiLo a principio amplo. nem aos pre ente e encargos (dona et rn~mera). (811) Il'in. direito (801 A Ill'0Pl'ÍU 01'f1.dates).\. i to 6.c c:n in- dClllniz.'.\ ol. fabris (operm (aMiles). era aiuda um ve Ligia do anterior (lomioio do eohor sobre a proprie- dade escmvo e Slla acquisit. porém. tae serviços li- citos por Direito e pela Moral (808). por fórma alguma. Rcei!.2\1. 1. • roi decidido cm i81:SG por dou dcspachos. quer não (810). L. e ainda mesmo de recusar.Entre o Romanos eUe se mantinha mediante illollmeras condições. IIU . partes o direito de o exigir ou não.\~ão o não 'Ullll1l'im nLo (direito gcrall.° lil. não havia duyida.2 e 70 combinado .° Lil . 1\0111.Es e direito de hll muito havia cahi lo em desuso na Europa (8"1).l'. ~H3. Por ullimo. era uma dispo- ição peculiar desse Poro.-dil'cito S('l'alo ( 09) .° c 70° combinado u(lmillc a pos ibilidad (h~ lac ajll lC . Lo3S§1:S1.

.Bem como. quér não. JUl'icl. de '1S (lo Agosto de 17(j9..JUl'i prudencia. segundo as leis geraes. (8'14) No Dicc. segundo vimos aeima. lJevemos. não pó(le sllcceder (Av. l' - cOllhecicla e s:u1cciou. clIl'adol'. conservimdll sempre à I'evol'encia eZevi!la. Os libertos (lGêiO íngenuos. o patrono perdia em varios casos. aos patronos. L. em qua- ]iclalle de tULOl'. do patrono para com o liberto. TIlO pouco o tem allmittido a . mesmo entre elles. o com lauto maior l'a7. de 13tlc Fevel'eiro de 18ÕO.. ou á mulher (812). bons ofIleios.Eutre nós. o que s não vel'ifica. e não filiando em nOJl\e alheio. pelo qne. 110S termos tia L. g. que alUIS só seria admissivel 11U:lLldo conforme á boa razão. O oil'eito p:ll'a se l' cone!' ao sub itliario. é igualado nos seus direitos eivis aos demais homens livres. excluo esse direito Que o patl'ono' sepl'etendcsse cutre nós arrog::n' sourc a li rauça 110 liberto. quér tenha filhos. 9 §§ 1. póde dispôr como lhe aprouver.° Mas só quando o fizer cm seu proprio nome. 3. 196- que. linuando assim PI':I- ticamente (a melhoi' iutel'[H'ete das leis) a verrladeira iIHelll- gencia. t'eiLol'.illo.).0) . I[Uanto se llão Ilude (Uzer caso omisso em nos. e piedade filial. se wpa:rcs de slleceder. Nem as Ol'llenaçõe que tr:llão da instituição forçada c da <leshcrd:lção COml11'clJendel11 o caso lle tal sueco ão. sem filhos. apenas (812) Bem entendido. (813) A orelem tias sllccessõe legitimas c testamental'Ía . e por ultimo ao Estado.0 e 6. sua herança passa aos her- deiros que tenha. deve requerer a deyida venia ao Juiz (815). procul'ador (~5. se morre in- testado. vice-versa. á semelhança de um filho agradecido (81 &. $Ó ficão subsistindo do liberto para com o patrono os deveres de respeito. s ~ o tiver de chamar fi Juizo. de 6 de JunllO de 18(6). de Pel'eira e Souza lê-se o scguintc:- Ltbel'to se diz o escravo l[Ue foi 111:l11umitt. (SU)) Ol'tl. . nos termos de DireiLo (8'13).lda por nossas leis.0 tit. . pois. rigorosamente.Se es 'raro. naeionaes ou estrangeiros. v. o liberto. concluir que.ão.

lIIa pspcril1cadas: ma Ó:1O patl'ono (cx.'10 SlI ten(amo' elll 1111\ Iii 'I:m'so !ll'outlueiacltl cm...cp.\1a l'ecofJOl! fluer diz':I' 11IIC I) pall'l1l1n clll . y.].Quanto a n6. r-:ão 1I1a"l1a no 111 .· a p'l'ltliLtia 111)1' al'~uilla d. c no proccsso) poderiflo lJl'Oscgllil' (H('11 'rI.O é.acllleI:lll(' ([I' 'lcHicr 1'('yog:lI' a cloaçilo POI' in:'r:llil):ill".leil o' tlU .... eit.'\'.- . (RIR E'\igil1do Iml via quc 'c prol" a 'ausa ju la da l'cyogação cm act. Quanto â l'evogaçilo por ingl'atidão . ArcOl'dão Jl.IIll'Jlte l'cyogi\dl1 nesta parle. (i gmlcllça: 'intenlou (/r. na llüla 7971. causa. lIu III l.. em no su 01 iniào. da 1'ClJog((. cjáillai' ao' herdeiro u('m ('onlra O hCI'. III'd. l1ea espa lo já .. R.'ão cra. licite) )'CI'O Tal' i'111l'pCllrll'lIle de .'. SHi) .'~10 ob (aUl .CI' que 'lIc t'alleccu . (. .11:1 I'icla ohI". I' ('ipl'oca Sl7) .. G3 não foí e. poi • per ullafi.. ii 'iros (~m 1865 r. tum. 1"· TiL. ('aso CIII \lu ().!'lio da al/'orrin paI' i/lrJl'rlfirlão. Bcm nlJomo que a Ord. das pablYl'a ela 01'.Por Oil'. '197- Q devere d piedade paternal 8'16).· lil.'essa.Ei a que se reduz. Ut:t:cs 01' .. é inadmissível hoje semcll1 1111 te ilCÇtiO (817).CIII a l " ainda ohlido. :l. na 1111'.illla. 4. Liv. das On\..'au (' l 1'1' elltc '.. . o Direito actual em tue rcla~õe ~ H9. L. -Ha me 'mo decisões rlr s Trihnnaes do Imporio que u pre- sum ln ai Ilda rn vigor (81 ).. nola ú . L.• jlag. .!allo: Ur<l. Do qllc .cabo 1') conlra () IibcrlO (c\. (sul> idial'io era lora 'I' lJl1 SlaO 'I UctC 'illa(l(' (1c' ll- Icn~a.mClIlf{ll I[IICI' lli7.\. i {.3 9. fiom.e cl 'YC naturalmente CQn 'luir qual o nos o parecer a r speilo da oulra magna ljuesLüo.'flu uhl'i:'W('il .\ d Illl'illa t1 u l '. !lól1C "ii' du\'iúa c t'l . Ilrl'dniros (halJiliL:1l111u-.a at:C./. 53 .' I!cllf:a.il tto (Io~ AI" o:.-e~{'J'avo.

2~. ahi sc en- Lende cada . pelo DI'. e com mais 1aLiLu!l .-O DI'. qnG. 'l'1'igo de Loul'eiro.eil'a tle FreiLas se 16 (lU e. Já vimos em outro lugar (830). ainda contra as regras gerHes de Direito). (V.tjlw1iftcando me mo CI'inH' ou tenLa- Liva (le rcduzir <Í cscl'uvidão pesSOa liVl'C. que a seu favor rc~ commendüo todá a equidade. e até qne se cxLingua a cscravid5.do negali. § 1. l[U:lOLo aos nascillos no Iml'lerio.f.1BôO. J.vo (8H)). 421). c laz votos IWl'a I[U() 1wel'n1eça a dOlll1'jlla. a 1'cstit7útâO (llt libe1'dadc ao mesmo inllerenle. que u manu- missão ou alforria nada mais é do que a renun- cia que o senhor faz dos sens direitos sobre o escravo em bem deste. da Sil '3 COo Ia Lalllbem o sus- LenLou em U:ll al'tigo lIuC fcz publiCl\l' nos . não hesitamos em sus- tentaI-a como unica a seguir nos tempos uctl. 11015- Mas de ha Lell1110 se lcnmLárüo crias <1uvida. isto é. com um pouco de benevolencia ii. argumentos de tal valor.a SCIllCI\I:\l1Lc lei por imporLar perda (lc (lil'ciLos l)QliLicos e da llualWaüe (le Cidadüo nl'asileil'o 'úra tios c 50S taxalÍ\'al1lenle enUIl1Cl'aÜOS no PaCLo fuudamental. cont?'cbr'io á lei nat1. caUSl1 da liberdade (aliás tão protegida pelas proprias leis.1'cbl. igualmenLe sc prol1uncia nesLe scntitl0. (:-::20) Y.O DI'.-Sendo assim. altamcnLe compeLentes ua maLel'ia. J. e cujo exercieio e gozo fór suspenso pelo facto violento do cap ti- veiro. A. Teix. . Q respeiLo. . noLa 4 ao al'L.O Dt'. A. 1e- vantão-se a favor da opinião que acima emilLl- mos.o ou se tomem outras providencias. ja os 'proprios Romanos haviüo reconhecido que a (8J9) Na Consolida~ão das Leis Civis Bl'as.]~USlljOS LiLl ral'ios do ALbencu PaulisLano .. no scu Compcndio ou Tratu(lo dc Dil' iiO Civi1 Bt·as.E nssitn outros Jul'Í consullos c talenLos paLL'ius. llibas uo scu Direito Civil inclina-se a esLa opinião. Na realidade. bem pouderada a questão. e gruves pensadores e tem prOIllJn~ ciado em senli.. .lues.

uoLa C. (822.í l'('''I'n 1J1I llil'cilo gCl'lll ..titllia CL libel'dade devida (822).qnc a doação a Utulo O/loroso llrio d rrl'ofl(ll)I'i por ill. ('1' cste-liúci'tag scmel datal nO/b )'ecocatul'. Alibcrdlldc innuferi-vel. lilllil::l<:ão 1.lO!) - IilJerdaue Ullla v z con[criua não póJo mui' ser revogada. ju. . {L q/tal. fIue p Uil. innuIDero texto o onLlrmão (89. 'la. tlllC 'olUjll'clllJutli::l alé a III:lnllll1i fio caLwi morlis '1I01a 71'. lloarão sr Ilc'tde !'rvo"al' pu!' ingl'aLidão . -lIa. ror outro lado.le I/llLis . no fuudo de ludo i 'to o grilncle pen- samento dr' que a UlfOl'1'ia não e mais do que re:. pai lima rcrdaLleiru pel/lL mIJora ruo e p elida por ac~ão d ye1. grande Deu ! para qualquer do: faclo . .oe/' til'ailn poJ' 1/10- tivo {Llgwl! .S:!I Libertas sl'mel (/a/cL nOIl rcvoclltllr. v. lU tal a o um crimc ( 33)' e a revo- gução ela lih rdado a IHIIÚ!'rllJ de tal rrime.[it uiçâo da. sendo ali. 11 LiL.. eUcs me mo luwiüo declarudo que il aceJo de rero'" r por ingratidüo nào 'abia se- não úquelle 'LuC' nw ILllInili isse [J mtuilcwwntc.t'ipLivcl. lo. imprc L. qualifi 'mIo.ql'atidcin (Hl'IIl'I'I.' 10 iII fIuc. lhe ntlo pó.linda nmi . libcl'cZ{ule dedila ao cscm /'0.-Er'a."). '1. L. a ingmtidão-cra qua1ifi ada pela lei.1 Y. e não a quem apelH' I'c:. pai. . (23 Onl. -. poi .1). llio-na do maiol' favor sobre loLias as COII::lll" fio 'uj iln a '8[' sacriücada por qu 'tão pccllui rias ou outras de semelhante ou diveI' a natureza. cl'a UlIl (lI'incillio :nio- lI1alico. daR 01'(1.-0 I rincipio 011 idén uominantc deve. upe- rior a qtlnlql1er valor. 1I0la 7\IL O que Lambelll ('IIII'C IIÓS n1\o sorrl'c l[UCSLão. portanto. motivo fIe rer uaçüo! De de a simples ingral idào '-' crba l em a'llSencía . lia.

[actu le muito maior gravidude do q~lC a SiOlpl 'tentativu uu outro qualquer de· clarado motivo juslo para revogar ü ulfol'l'ia. o CXCC!lSO odioso c\' lal ü'ligo. Pois bem. 1'0 se a Oll'cIlSc verbal em au 'cHeia. IHlnl :"'11. a im. como acont c 'om toda H lei que x e le o' li- mite' do justo..:.\1' () . n:\ fôrma da lei'. ch 1'0 o lesa ('onlu.lu irarld rnqu olillel'lopodi' fU'ilmC11te 'uhir.(1. ludo 1"1 C<lU a jusla de re. diremo me m o b urdo de emelhunl leai '- .<.. aos 01110 U 1tll'baridade II mc- lllünlc p na.00- ulé a tentalica.ào I l)óde. poi. c todavia não póde oITrcl' es 'H pena por ter falle· ido o mesmo patrouo. .ali'[a(ior- olllltantc do dcJicto Guqun'i delicto. -sultu. conlm a de/a do bcm(cilol'. " digno ainda c nolür. -Eis.-ou á. c 'as faUas L10 liberlo enIO asligaclas do mesmo mudo i lo é. par con (~gninte.-ou sujeito ~~l p naliclade daleicri'ninal. bem definida c firmada a sancç5. cão? Demais' não h' fuclo nl"um (lo uhi enumcrHdo~ que ou e não de\ão replllc r ômenle dn alçütla da moral e portanto fóra da da lei.e Uizer uma verdi.'ão é. 1'0 'se a tenlali va de m01'lc I llQl' outro ludo. oga .ÇÜO '.:.-Oll finalmenle ú indemnização p la l'eC\lS':\ d fiJzcr ou não fazer. e óm lole ser punido como liYl' . o herdeiro (lo patrono não a pude intenlm' m (.. jJcfsona. o algu m.o por qU'llquer infracção que liborlo 1)( a 'oll1mclt l' 'onlrfl o palroa . 'l'odal. embora aggravudo o li tigo por irCUl1'tan -ias qne. er arru lado de novo para a e' -ravidão. levem punição.l'issúnn .. com u lJ(!/'da da tibeJ'(lcule. o liberto as- sassinn o patrono.a clesig7lCIldade DI tal 1 ul1ição. pOl' que lia ahio cm de li 'I).- m a razão lamb '111. a t l. .

Dr:! . produzidos já por deutos Jurisconsultos Brasi- leiros. além da pena criminal. a indemnização. de 10 de OuL. 6.~(ltisractol'iCl. 32 Cod.°.189. (826) Al'g." e 7. quaes sejão: 1. 201 - re peito á lei (824. . L. ti. visto como nosso co tumes e Direito actual repugnão u uma III revogação. (828) Consto arL . 81 6. . 63 ' 7. 4. por estar fóra dos casos taxati- vamente determinado TI l1a ( 2 ).yão 110 damno. sem dependencia ou nece sidade alguma de reduzil-o ao autigo captiveiro (826). ti. (82iS) j 'a sali ra. L.0 Lil.°. 81 li.o. liS. da Leis Civ.0 er me mo ( 2i) E' o espirito do no o Direito. Crim. Av." tiL. Lem. 2148 § 3. da Ol'd. quandl) a pena corporal por qual- qucl' dclicto iIllPOS13 ti pal'a a Ju tiça. faJlando-se da escravidão da pena.E já a sim o entendião PI'axisL:1S quanto ao Clel'igo ingraLo (Lima á Ord. ExactamenLe o iuYel'so do disposto no 10 da 01'11. em caso de d IiCLo. . quanlo ás doações propriamente di tas.tidão-. de 1832.°_ 11. e da!' plena satisfação ao patrono (825). e desde já.o LiL.. que póde sei' reduzida a pena cOl'pol'al (arL. generalisando o que e lê Da 01'11. 26 .° IS). :l revogação (Consol. L. Ainda maio': mesmo por Direito Civil geral.° til.). illlpo si\' -. onde. 9. (827) AI'L. a indemnização pOl' acção cive!. L.Seria.° quanto aos libertos nas- cido no Brasil. a opinião fiais cordata hoje que ellas não são 1'evogaveis lJor ing1'((. se reconhece e eXIH'c alUellte dcclal'a cr contra a huma- nidade pllnir com a escravidão.-Com muito maior razão deve semelhante principio er applicavel á revogação da liberdade.°' Cod. Accres~em olJtros argllmentos de grande valia. enl lal caso. 4. e assim e tá cou ignado no es- boço do Projecto do Codigo Civil para o Imperio (827). perder os direitos de cidadão BI'U ileiro conlra o di posto na Constitui- ção do Imperio. da Luiziana aI'L. fazer-lhe:. que até declar'a nuUa a clausula adjeeLa á doação de ser I'cvogavcl por ingratidão.) -!'io qua i delicIo e OUl1'OS acLo .

nib3~. 1.DI'. Trigo de Loureiro. a desordem é simples. Mas.. L. Seria uma verdadeira desorganização. nota 4 ao 3rt.la a1forria. 421 . arL." § 9.iL.° ser opposto ao systcma penal moderno Rra- sileiro. Ens:\ios LiLLel'31'ios já cito pag. que afinal se 1'e olve em restituição ou indemnização (83'1).° (830) Dr. ele proprietario. commerciante. lavrador. e todas a oulras irreparavei con- equencia . ram~lia" direitos civis. (831) V. soffrendo assim o que os Romanos denominavão \lma capitis de~ 'I'ninutio maxima. 117. emllm toda a sua per- sonaliclade. de pai de familia. Crirn. 63. (829 Cod. eccle iastico. . Ord. L. Dir. E' um homem. militar. 202- crime de reduzir á escravidão pes oa livre (829). pago 3G8}. e que altamente interes ão á sociedade. Dil'. o seu estado. José da Silva COSla.a revogação de uma doação de bens. elegi lação penal actual (830). é mesmo um cidadão. Adro. que afi'ectaria profundamente 11. . o LiL. de cidadão.1. e mesmo políticos para recahir na odiosa e de- gradante condição de escravo. com grande prejuizo e damno do E. Devemos ainda aUender a outras considerações de ol'dem igualmente elevada. 0 \.V. 4. tado. LiL. na revo- gação <. visto como tal pena foi virtualmente de- rogada pela Constituição. eh'. de marido ou mu- lher. 171l. p1'opria sociedade civil. em contr~\1'io 3 e te argumento Dr. 3. e com ena arraslando a ani- quilação completa de SUtt família (ali<\s ba c do e lado social). o mesmo não acontece.1l69. é uma questão de propriedade. manufactureiro. que perderia lodos os seus direitos.' empregado pu- blico.

nient \ seja tal. ESI1rit de Loi .E pôde aca o tolerar-se que isto 'e verifique u nos o eculo. que fazem a ua (832) . ma lei não oe entende 'aduca ou nào vigente !>ó quando e ('J.-lntrod. Coelho da I\OCI13. 2. lntrod. 0 (833 Dentham. e que e a lei se deve ter por oh oleta. a unidade emfim.°. . Ojl'. T. e caduca. Consu!. DI'. da L. Ba la que o Direito 'up rv . opposiçõe.° I 3. . pago lU/ c IV. tiL. Civ. a deci ões repug- nanle em \la alJplicação ou de on equencias l' pugnnnte . D. dando lugar a cootrasen'o'. já não sómente de favor fi. 20:3 da publica utilidade. pelas idéa do eculo. ma de abolição da propria e cravidão? Parece-no que a con ciencia e a razão de cada um.e. s r um todo harmonico. c Coilification j . DiI'. .! lei entende. e tá respondendo que núo.\ntJ'od. Dir. com a tendeucia e louvavei aspiraçãc'. e costumes da no sa épo~a e ° oeiedadc. que com e1la não lJO sa co-existir na devida harmonia. antiquada. Dl'a . de- rogada ou al)l'ogada l'32).\ 'lalion.0 cap.°jJl'csmlncnte re ogada por outra. em " razão uu duvidar o não haver lei ex- p?'eSSCL em contrario. § 13 n. § 9. Monte qllicu. E' e te um argumento que e pirito limoruto co lumão oppor. e não um amal- gama ue elemento ou principio disparatado e me mo heterogeneo (833)' é a perfeita concordan- cia da ua parte a co. Carneiro. no seu caIuplexo. 3. Civ. Ribas. Civ. Civ. mesmo Juiz. ". derogada ou abrogada pela leis po t riore . . da no~ a ci vill ação progresso. liberdade mantida a escruvidão. .hereocia de ua! deter- minaçõ . O Dir ito deve. na época em que viycmo .e enião aduca. O J .

CAPITULO IV. porém. : 105). lIIin. aQ menos nessa harmonia. E' ella que constitue a sublime maravilha das leis da natureza. LIBERTOS. quanto ás leis humanas. (83!~) Civilis raLio uaLUralia jura COI'l'UlllptWC 11011 (JutesL (L' 8. De Augusto e Tiberio. ~ 100. de cap. entre os Romanos. SEUS DIREITO . quando não absolutamente nessa simplici- dade e perfeição. importava. imi- tal-O. a sua belleza. . POLITICaS. CiVIS. 1. a manumissão nüo importava sempre ao liberto il clualidade de Civ'is ]{omanus.' Dig.u llesla Pane L" (836) Nos prinleiros tempos. forão I'estringidos cs es direitos. a esthelica do Direito. Pro- cure o homem. . de fUl'ma que J usLiniano :lbolio cs 'as ditfcl'cuçns c (Icu a todos . E PUBLICaS. a art. por delerminações de Servio Tu lHo.1 'Iualidade dc CÍ'ves (Ilcin. 3. Recit. até que afinal Justi- niano extinguio todas essas differenças de libertos. pois tampem alguns erão lati'nos e outros dediticios (83G). que.0 Cap. que não lhe é elaelo tran gredir (83~). tão harmonicas. 20q· - perfeição. (835) Sec\(. conformando-se o mais possivel com as leis natul'aes. tão simples. feito á imagem do Crendo!'. Até fluC por ultimo forão ampliados sucecssivamclItc.). . assim como que os latinos adquirião muitas vezes a posição de çives. 3. Já vimos em outro lugar (835).

remedi S· Ji\Yiío 1ara c rnplcta rellabi- JiLa~ão do liberLo e Cl' elle havido por ingenu sem macula do anterior estado. 7 ca\l~. da lei (84-2 . 17 n~." Uil. 5. alll'.0 c 2.GmaDO" no \lrill1 i\'o' Lempos de 1101\1:1. Paud.'01'.j L. ViseI\. ll:lT _·ov. e a nnlalübln 1'estiHbtio que fazia de appareccr lodo o ve tiO'io dü escravidão. 0 Ui". a prin- cipio. (8'1:!1 . l'al'OI' . (8'10) L. Anteriorlllente.O J'w'c ci es): o que . porém. d direito'. R 'ciL.. liberto. a . () jlll'. o cargo. COll. 78 cap. quella cliyer idade trélzia eon- t cc õ . Ju tiniaoo. 2. :18) crvio Tullio foi Iiberlo. cm que todavia f s em igualado ao in[Jen1w (opt'iJ/l. 102 a HO. \. 50 til. . auo- lida qualquer di tinc 'ão entre ingenltos e liberto: (83i). forão senel admittidos a ~odo.": llein.e foi modificando por lal fórfiw. Don. alo crem i 'lI:1I:Hlos:to cidadão H. . erão o jl. mo ao lmperio (838).tiR). diversa. allle~.:'lo' ullimo o lmp rio fo i occnpallo pOI' variolio Iib 'I'lo . 2. restilo IH'Il' Polhjel'. dependião de graça especial do Principe ( ~1).IlU ascenden 'ia (840). E tes beneficio ..:\ cl1e d v 'r. endo os mai fllvorecido o r'iDes (que adquirião jus civita. concedeu por "ia d regra e [o1'ç'1." . me mo ci\ is. (83(1) L. o.lS cw- /'eO)'WI1 annl. L.lllo/'tb1l1.s J{ol1lalli.\tl U li1Jel'LO~ IlIlIitO.. 020:) - c deu i:J todos ü qualidade le civc. que os liberto. e me. qu o eleva n cum a inge- nuidarlc a ondição de cavalleiro Romano (839). alll!.. ainda quanlo ú . li' uala\. : LlO. nn.

(8411) O jus cil)itc{tis. entru para a cOlnJnunhão soc'ictl. LL.) ~ 1.O .206 - Entre nós. n. até poderia seI-o em virtude de resoluções espeches do Poder Legis- lativo (tl41}-SC a condi. mas [lureee qu' se I'efere aus ouU'o·.(»).°. de 23 de Outubro fie . o esCt'Uvo filia restituído ú suanaluralconrliçào (J estado de homem. de 31 de Janeil'o cte 177. 78 cap. \l.° 1 di7._-------- (8~3) Coust.. quando nascido fóra dene. ~-_. 6. ." 808 de t8iltl.I. não ha razão a1gnma que exclua de seI-o por naturalização.-Assim como pócle se1-0 por nnturalização aquellc que nüo fóI' nascido no Im- poria. 1\es.5). al't.o m. Alv.ção anterior (ele escravo) nao inhibe de ser ddad'i\o brasileiro quando nas- cido DO Brasil.O 601 de 1l'lIlO. eH. como dizião os Romanos (84.i7tw.° ~ /l.0 712 de 18i53.\lv. entro os Romanos. 4. depessocL. porque nem a Consto nem as 1eig sobre natUl'alização o impeflem. . 19 § 1715 11. l>iro Civ.l'l32. pelo Pü. 2.° ~ 1:" (8U) COIlSl.- os expostos de côr prosumem-so liL'I'ÇS e iI~genuos. de 16 (lo JaneÍl'o de 17í3.:to Fundamental é Cidadão Brasileiro por nascimento o liberto que no Brasil tenha nascido (8.o. para a cidade. e outras especiaes. CUI'- neil'o.!. não dava SÓlUfJllLO dil'eitos polit'ioosJ IDas tambtllU maior 1:\LiLudo ele direitos civis o (846) Nov.. Pelu manurmssao.legit. posto (/ue sejão escravos.t. de 2:2 de Fevereiro ue 1823). (le 1773 jlJ"ohlbio flue -e . L. L. lle 30 de Agoslo de 1843.3). 0 . 6. :lrt. c até filhos (lropl'iulIlcllte JWtul'aes (Alv. n. de 20 (le Setembro de 186Q art.i. B.°. sem llota mesmo del antiga escravidão (t14.

[nLem.° Líl.na- mentr(84.. Ii. comtaulo dcnollina' em libcl'to. 1.9). como da igno- I'ancin. em regra. con- trac/(f/'. L. rear-se uma {wnilia. a ua actividade.0 . bem a im ao preconceito mais geral contra a raça Africana. Já em outros lugares tivemos occasião de dizer mais alguma cousa a e te re peito' e.7). á semelhHnç:a elo menor que . 1I3 Ol'd. altennenoo ü preconceito de nossa 'ocieuadc. e emancipa plp. 88. § 153. l'iginados já nào lanto do vil e misc- ra"f'1 anterior e.1 63.07- E' enlúo que elle appare e na ociedade c ante as leis como pessoa (persoua) propriamente dita. 3. Uns 11 lei. 9. acto da vida civil. 3. Secn. podendo exercer livremente.. cusado I repetir (8&. succeder me mo ab-intestado. como o outro cidadão~.° Líl.· (849) V.l'ia aos ]ll'iltcipios lIe pó vos christão ecivili lldos.ç o manumilLitlos pOI' onsidCI'3r i Lo ~lIb­ liluza dos Romano.-E' il' im que o liberto cidadão Brasileiro só póde votar na leiçõe primaria. mão co tumes.H. da qual descendem os es- cravo que exi tem no Bra ii. Priv. o seu direito.° § IS. de que esse e lado lhe deyc'." C3p. . e deO'radaçiio. Pôde me~IDO ser tutor ou cl1l'üdor(848). no termo das leis.IS!). adquirir plena- mente para s'i. (ll4i) Mg. (li 'P0~' por acto entre Yivo ou de ultima vonturle. tado do liberto. (818) Ol'd. Uir. ter viciado o auimo e a moral. L. tolhe ao liberto algul1 direito em relação á vida politica c pu- blica." aI'!.-O cxpo Lo em tCl'rilOI'iú do Impel'io é cidadão BI'a- silei/'o (I'im IIla Ilueno. praticar erufim tooo o. . 2. cO/lll"ll.

. 2. (le 1M2 UI'l.° 6. lnstr. /11 911' L. n. 80 fi Ri combinados. S1I7) 1'01' maioria Oll iu 'utidalle de razflo do 'lu ficou expo lO. senador (852).663 a 679. 011\0: deputado g ralou provincia l. Cil. un. art.' ~6. -promotor publico (8 ()). (le 1 ~6 arl. al'L~. de 2G de Março de 18'H 'all. rle liS de Outubro de 1827 al't.° j L.9 d .f.-~ cap. U )1ini tl'O. (83't L. US. para o qual ô pôde 01' e colhido ilquC1\C que póLle'er eleitor u que tem fi' qua- lidade' 1 ara s l-o. 1'1'01'. 8ãl) Con l. L..° n. ü. delegado de policia (8"5).° j [nst. Oll mesmo libel·to é alé impcclilllcnLo 1):11'3 as Ordens j consliLllc essa qualidade ou cOllllição uma il'l'f !lll' ((l/'idade ex de{ccllt (Cap . 113 2. 27. (81)íi) L. .\ cnallore c Reg 'nl' . arl.íO" ' .• e 2T. de 3 ue De7. l. 26 e 2/. . no d - roais cidadãos para lal fim (850). 23.lilli ·tro não o póde CXpl'el 3- JOente ser o naturalizado arl.\y.. 18. quér Dilo. 136 . Crim. Bi po.\naly c U:l on l.° j . n.j mudo (853). S nua que pal'a Conselheiro (le ESlado at. e IHII'.-subdelegado.O 387 de 19 llo Agoslo de 18'lü art. iL.Y.· i de 1 'tI). arL. L.:>8). cito ael.. AClO Add. librl'Ct illgenllll s .xccllto conscntindo os nho\'. . :!o que reuna a condiçõc legaes ·ommUD. quêr de eleição popular. S :dgem qualidade de 'enadol' ConsL. n. dc31 de Jancil'O ele 18'~2 art. 3" . de l8~1 art. L. . 27. de 3 de Dezembl'o () J811 :lrl. Dras..· 2.O e 91 . 9. (lU Dir..°' Cod. ':ISO cm qll . L. 94 2. porém. c outro srlUE'lhuntes (8. 852) Consto art . 8ãa nego de 31 d Janciro de 18~2 arls. ta .-Conselheiro de Estado.Cou lo :\1'[ 43 74 !lO. de 182. Reg. 1. (8113) Cod. ans. 4.°. l' imenla I\ucno. 3. 8118) O CI' e Cl'avo. Proc.O 1. 20 di. Ren'.-j u iz de paz (8:' ~). 237. e COll eguintemente exercer qualquer outro cargo. \'ub.-Nflo póde.l. arL. 4iS. 22~ L°. ser clcitor(8:' I). 53 2.• iR ele 21 !te ~farço lle 184\1. 711. cil.o (857). \8110) Con t.1'.° n. A~O 'LO de 1816 aL. /10(' i1J~o quod c01lStitll/t1s asl. . "Magi trado m 'mhro do Corpo Diploma- tir. de 1. de servis UOll ol'din:\lIuis cl eOI'UIII Illanun1is ion " C:\n. 216.\.I'im.- E porlantO I'olar para D 1)(lla(Io Gel':lcs e Vrovin iae .

309- § 154.° e 145 combinado.dist. 6. n. 0 nota 2.. n. arl. õ'l cit. ão é. com os ingenuo (Resol. 68 § 1. 9 . eseravGS. Pimenta Bueno. rritj . (863) Oonst. Av. quér por via de recruta- mentoquando cidadão Brasileiro (861).Mas não póde occupar postos de Officiaes (864). 4.. 14 § 1. quando Brasileiro (863). neg. 9 de Fevcreiro de 1838. de 30 de Julho de 18U. Fresquc~ DroiL Rom. õ3 (quc exigc qualidade (\e eleilor).- de Out.. o e 'ercito e marinha póde o liberto servir. lnstr. libertos). Av. por conseguinte. de que não seja expres.cap. Dicl. o liberto póde ser admillido a ellas. Publ. L. de 2í de Agosto de 1834. nisi probat~ vitro (ucrit ct con. cit. 181. de 2iS de J unho e 20 de et. de 16 de Abril de 1866 .7 . .Em estabelecimeutos publico erão adUlil tido a servir. de 3 de Nov. 0 722 (lc 211 de Outubro de 18110 art. L.. Uiba . 168. al'LS. otr. de preferencia. n. amente excluido.° 27 .-EmRoma erão até a 1nilicia e a marinha modos porque o latino adquiria a qualidade de Romano (862). . Dir. Dir. Póde e deve ser o liberlo qualificado na Guarl'la Nacional.0602 de 19 de Setcmbro ele 181S0 arL.sensus patroni rucsserit). endo p"obaún vitre. de exercer outro cargos publico. de 1837. de 8 de AgosLo de 183iS. írreguLarlté. Y •• bbade PierrOl. Reg. cito arL. quando cidadão Brasileiro.° j L. cito de 181:10 art. l) ~ 1. 3. e. Dr.Diur.0. e isento do patl'Dlw (Cap. (839) Av. (8611 Avs. de J831.-lleque lí- brrtu ol'dí/la1'i debet. 4. morale Pari 1849 v. Furtado v. por m. de 1 28 art. clavagc. porque para isto basta a qua- lidade de vr 'ante (859).. (860) V. inhibidode ser ereador. ou tacitamente por não ter a qualidade de eleitor (860). de Theol. ReperL. de lHe Abril de 181Sii.° 2. si qui .0 (8G4) L. do 1. fi. quer volunlariamente. Sb'2) V. O i de 3 de Janeiro de1861 (Con t. Ci\'o tiL. de 19 de Agosto de 1846 arl. pago 109.

a unidade da Nação. quaes podem SQl' em muitos casos os libertos. que se faz ou cria o espir'ito nacional. . mo- rigerados. talvez. e por beneficio extraor- dinario da mesma lei I . augmentando o numero dos cidadãos. que jus- tifique a exclusão de individuas instruidos. e para fomentar a homogeneidade e fraternidade dos cidadãos. ao contrario. a posição e condição d s libertos em nossa sociedade é altamente restringida. 2~O­ § ~55. é.-Seria. Vê-se. para desejar que as leis fossem modifi- cadas em sentido mais liberal. e concorreria para ir extin- guindo essa diversidade de classes. sem a qual nenhum povo é verdadeiramente grande.Uma reforma concebida em lermos habeis augmentaria o numero dos ~ervidores do Estado. a quem se haja dado convenienle educação. Não ha razão alguma de ordem qualquer. Não é com elementos helerogeneos. em relação ao exerclClO de direitos politicas e dó poder publico. de qualidades estimaveis. embora se exi- gissem condições ou habilitações especiaes. suas naturaes rivalidades e odiosidades provenientes de uma desigualdade pouco justificavel. não é abandonando os proprios Bra- sileiros livres nascidos no_ Imperio e sujeitando-os á condição de seus pais estrangeiros. pois. que. e fazendo-lhes apreciar . de exercer empregos e cargos. de que aliás são actualmente excluidos só porque não nascêrão ingenuos ! e quando pelas proprias leis a nota de liberto desapparece por um eífeito retroactivo. sobretudo durante a minoridade em que mais precisão do apoio e protecção de sua patria. da sobe- rania nacional. não é com essa odiosa divisão e repartição.

. qUt}. 2-1-1- efficazmente as vantagens da nacionalidade.arnpliandam rnagis civitatem nostrarn. ..am esse cen-semU8. a PARtE. FBI DA i.~inue..(. como já dizia o grande Justiniano quando conferio a todos os libertos a qualidade de cidadãos Ro- manos .lI~ .

DA MATERIA

Paginas.
Dem .\ TORU. . • • • . • • • . . . • • • • • . . • • . • • • • • . •• • ••••.•••.• ,... I
I:TltODucç:-o (no IciLOl' '" .. '" . . .. . . ..............• II
PARTE L" Tiwlo l'nico.- O escravo anLe as lei po iLh'a •
E o liberto.............................. ..... 1
rm:,\lIInULO •. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . •. . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
CAl'. 1.° - O e CI':1VO ante a lei poliLica c admini LraLiva.. 2
CAP. 2.° - O escr:IVO ante a lci criminal (penal e de pro-
cesso), e policial........................... /i.
CAP. 3.° - O escravo ante a lei civil, e fiscal... . ......•.. 34
SEcçIo 1."- Gen I'alidacl(js................................ 34
ART. 1.° - Ol'igem da escravidão............ 3i-
ART. 2.° - Morlos lIe ser escravo " " 36
ART. 3.° - E ·tado.- Familia........ 44
ART. 4.° - Propriedadc.- Peculio....................... 50
ART. lS.o - Obrigações................................... lS6
ART. 6.° - EsLar m Juizo.- Te temunhal·.............. 60
ART. i.O - Regra de interjJreLaçâo.- Favor fi liberdade. 63
SEcçIo2. a - Que lões varias obre e cravidão............. 6G
ART. 1.° - Direitos dominicaes.......................... (lG
ART. 2.° - Condominio.-Àcqui içõe . - Filhos......... 81
ART. 3.° - C ofl·neLo. -Aequisições. -Filho 84
ART. 4.° - {; ueapião, ou pre cl'ipção. - Rehindieação ,
e outras acções.-Arl'ecadação d e' rams
de herança ou bens de defuntos e au entes,
vatros, e dQ evenLo......................... ~
SEcçIo3. a - TCI'minação do c.'1ptiteiro.................... 91
ART. 1.0 - ]\fodo de findar o captil'eiro.................. 91
ART. 2.° - Terminação voJunLaria 11'1 c cl·avid:1o......... 98
ARf. 3.° - Termina 'io forçalln ou legal do capLiv ir'o.... 111
ART. 4.° - AIl'ol'l'ia ao C cravo commnm; em usufl'UCLO;
alh io.- Filho .- Acqui içõc 133
ART. IS ° - Condições, prazos, modo, clau ulas, acljeCI:1
ás manumissões , 139
ART. 6.· - Libel'dade fitleicommissaria. - Acqui içôQs.-
Filhos 146

TI TAIlOA DAS ~rATERIAS.
Pngs.
ART. 7.° - SLaLu-Iiberi (eslado-livre ,. - Aquisi<;:õcs.-
Filhos........... ...•...•.•.. •.•... ...•.... ioli
SEcçlo 4. 0 - Acções do liberdade e escravidão. - Filhos.-
Prescripção. - Favorc 170
SEcçlo õ.'- PaLronos.- Seus direiLos.- Revogação da al-
forria......... . ..•.....•...... ....•...•..•.. i83
ART. i. O - Direitos dos paLronos, e revogação da all'orria,
segllildo a legislação Romana... . ......•... i83
AnT. 2.° - Por no oDireilo.-E pil'ilomoderno ........ 100
CAP. 4.° - Libertos.- Seu direi los, civi. ,Pl'lliliCOS, e
publicos....................... . 20'

INDlCE UPIUBETlCO D\S I)RlNClN.ES 3UTERIt\S.

AD.\:iDO_·O do e eravo á satisfação do delieto libcra
o enhol' da obrigação da mesma - § O_o,
notas 83, 8~ .•............ " •........ , •. , . 1
• (lo escravo em usufructo pelo proprictario
para pagamcn~o do damno do delicto não
extingue o usufructo, nota 360 .......• , ..•
l) do escravo por enfermo ou velho importa
a liberdade llo mesmo §!lã n. ° 4, • 97 n.o!l,
notas 002, B03, ti~2 , ,. 119 e 123
AcçIo de escravidão ou liberdade não (1ól1e scr tra-
tada cm Juizo al'bitral § 129, nota 72G .• , .. 171)
)1 de escravidão trata-se e rleve-se tratar e/l1
fôrma ordinaria 13{), llota 729 ...••....•. 11G
11 de liberdade tral.a-sc (por estylo) em fôrma
ordiuaria 131, nota 729 . 17G
D naxal 9.°, notas 79 e seguinte., , .. : '. 18 e 19
l) naxal prescl'C"vc cm 30 anno § !l,o, Ilota 82. 18
» qltanti minoris, em relação aos escravos,
quando tcm lugar § 54, notas 312 a 31G .... 73 a 7a
1'cdhibitaria (ou de engeitar es ravos)
quando tem lugar § oli, notas 312 a 31G .•.• 73 a 7a
» rescisoria póde intcntar quem defeurlc sua
Iiberdad , c quando § 143, nota 7ã2 •.•..•• 182
lt rcdhibitaria qltantiminol'is, não tem lugar
cm tr3nsmi sões de escravos por titulo
'ratuito o'!, nota 315 , , . 7iS
ACÇUE de liberdade e cl'avidão' favores §§ 126 n
1iO, uotns G!l!l a 756 .•..•. , .. 170 a 183
I) lIe liberllacle c escravidão, segundo o Di-
reito Romano; favore § 127 , notas G!l9 a
725•.... , .•.••.......•........•........... 170 31115
» do senhor para defender os seus direitos
contl'a o sCravo, Ccontra tel'ceiros § 7li,
!lOlas 377 c 378.... ", •... , .. , •... :,., •.• !lO

.. noLas 7H. é nuJla... • .•• 133 )J a c cravo cm usufructo. . . ... . notas 22L a 2'10 . scus affcitos.. . .. . 12 a lU " forão abolido eutrc nós. . menos Illlauto ao e!>cravo' ~ 5....... . nolas 120 a 122. no as 559 a 002 .. .. ou nulla dc [lleno Di- reito. 1:1 » Ó 'C applicavão cnlre os Romanos ao' es- cravos 'i. .• .ISIÇÕES faz para si o liberlo fid 'ieornlUi aria- mente.uinlCs ' . ... ... ..... o li. . e como §~ 37..••. e só quando a favor da es- cravidão § 13 . uota 620. . no 11.... nota 474. o .. ...ns 338 a 3'13.. . o senhor... B )J C dcv~JU al}plicar COIII lJIoderat. C cm llOrpor~'lio da quota respcetiva. uolas 58 a tiO... not. notas 7!J4: 822 .. ..° C 6..11 J~DJCE AçOITE applicão-se ao C~l:l'<n us...... .sà mortis não é rcvogavel ali nU/llm § 146-2. ou co-!Iel'llcu·o.. 18 C e:.. nota 274 .. ... notas üll:S a 558. uota IiSiS . 7'ia. .. c terceiros.. salv fluando § 80n.. .° Bota 48 a 73..... e como § 43.•. . quaes ourigão o escravo. 180 ALFOllRU a esel'ayo COlUmum a \'ario donos. .... 2') ACQl. .UI niugnelll dcyc escravos fugido ..... .... nOLa 7\17 .. •• 71 .. conforme o Dir... nelll por ingratidão H6 .• .. nola 27 a 2· 8 ACOUT. praticados por escravo . CeOlllo § 6. 111 ALÇADA não ua em qucstão dc libcrdade.. 38. • 137 II apenas intencional..... 136 » a c 'cravo em usul'rul. .°. .·. 'U 'lI1<!uaIlLO es- cravos. laU 6190 )J cuu. nota 1)69 a 571 . 56 a 60 ADUlCÇA:O da herança a bcm das liberdades § 88. .. póde !lI' arbitrariamente l'ctir:ula (ademptio liucl'tati) no..•. . . 82 ACTOS..•. 66 » pecuniaria não obsta aos rccursos a bem da liberdade. 10i. . ... ... .... ...... notas li a 'i-93.. ROUl.o. . 1:JO » por escravo comlllnlll prcsulllclll. Jl3 " Üi:pCJJsa csc1'Íptllra publica 110la 300.°... por noo Direito 10.. cm prejuizo dos outros. xcepto lluallllo (lI. . .ào 6.... scgundo o Dil·. ·ou f(lIe pena 3 li.. 102...c a belll de todos os cOllllolllillOS. 1BU II dada [101' cabeça de e:lsal... . . mesmo nHluanlo dura o nsoflurlo H8.2..• ..... 1L1 c 11:i » a tiLulo oneroso não é rcvogavel . . ..•... Bota 47..

quér por tilulo 011l'1'0:0.. nola 37!! ... 98 CAnIlÇ... 71 é i o nta da ..revogarcl ael IIll flt/lL . o..ICIO. 131 a 133 " uão é doaç'üo propriamente dita § 120.. nota "Si " ' .........V.)2.. .. .as ou ben de defuntos c ausentes. mcrliantc indemuização ou sem lia I lião é (lI'ohilJida por lei. o....\ deeima dc Icgado... lIcm riec-ycrsa.. 162 a iM ALLlIl:.. por não harer aLJi semelhante lran fcrel1eia.... .. 116 1) i 'cula o escravo da taxa lIullual . § H ....... comlanto que o faça modcl'adamente...ão qucm IS? nota 13:S •. ALrlHI3EllLU III 11AG~ • ALlllnJUl CIII 1'. . f(uér por titulo gratuito..nola 306.. Receol'rcr fóra de tCUlpO).lCl0 dc c cravo dcye SCI' COI lia ta puuli a... notas 672 a li.o 2....2 " . 7 C.... 98 .. ]lelo pall'ouo ao liberto...... 1i'i BAI'TISllO por si só uão libCl'ta o e cravo. Quilombo. CAP. 33 CUIlUI1IOJ....... 4&'3 iO!! eill " é isellta de sello proporcional nota 308. •. do e'"Clllo ifi... 72 e 73 AUTOllll. oo' o o " 113 CIII tc tamento abertu não é ."agos. 'TOS não são devido .•....!J o.....iza e III iaila -II ta 30S. 73 II lI:gal ou forçada.. netas 468 a4ii>.. nota 20 .. 11em p la ConsLituição 100. o..... " . nolas 306 a 310. AlUIEC.. ' . " i2 é i 'cllta (1.. ilH . C pódc CI' cm leilão. e I' pceti\o i1n- 110 lo ......IlI fóra dc ternpo(V.nota 803 a Da... 19.IOE eivil c c:\ige para dar alforria 87 .. i cnla (lc imposto obrc 11I'cfCl'encia dc propricdadc.\ç10 impl ao c cravo para lirar certa somma para ua alfon'ia não coufcl'e dcsde logo a Iibcrdade j é apena JII'OIllCS 'a lJ 113... U ~1J. uota Ui.\ . nola li7!!. ainda sem tcstcmunhas 82 iu line..lO.. cm rigol' rle Dircito. nota 493.... quallllu.. _ . o.• ... oo.í ApPELI. nola 113"..nota 300 ... o 72 " CIU fraudc ou pl'ejuizo dos hcrdeil'o IIc- cessario é Bulia o sall'o quando SU no a 3... e CUlIJO j c:\cepto cm quc caso ~ 88 n..IRTA é valida pal'3 all'ol'1'ia.. '. nota liVO o . 90 ÀIl11DLlT. 103 CAIlCEIlE privado não cOllllUeLLe o senhor que pI' 'lllle POI' castigo O seu cravo.. ". notas :SoiS a 506. aude du l'rcdorc é lIulla.. nota 311. é i 'cn ta de in iuuação.. !J .....I de iu url'eit. ..... nos negocio IlICI'- canti .IÇ:\o dc cscraro pcrtenceulc a I1cral <.

45 § 2. 0 '0 .ida do doadol' nola 371 . nota 737.. lluta :>87...176 CO:iDIÇ. 'TO entre eseravo é valiuo e indissoluvel § 30.. 77 a 81t CLAUSUL. . 141 a 143 li adjectas em contractos sobre escravos §§ M. CO~CILl. Crim. o ..\ÇAO (Lentalivllllella) é di pensada 11as acções de iibel'dalle e escravidão §' 130.. nota 1U6 .. ..•.Ol' 3. notas 1 e 1!l •.lcCIo :l11llulla a alforria 80. 738 . " que él10ca e (le"e ref rir § H. .} . A OS e pcciae de alI' 1'l'ia !l. . il1 . a 5.'1.. notas 323 a 33i .. 0" •• " ••• " ••••• . iS7..•. . nOlas 727 e 728 . quasi clfcitos civis. o 17'J c 180 II entre sentcnça diversa relativamente ao mesmo indhiduo quanto á liberdade. S8 e89 COLLl 10 de pl'O"" ....l CEGO pótle libertar nota 445 . . . 80 CLERlGO de ordens sacras não pód ser chamado á csel'ayidão 136. 119 e 128 » lia senhor com ua escrava importa a li- verdade desta § !l5n..• ' . CASTIGO a eserayo . o .. decide-se a fayo\' lle ta 137. 100 c 101 COLLAçIo de Hlhos das e crava tem lugar.. § 97 n. ••• . prolH'io só de Barbara § 2. .• . sabendo-o o senhor. 110ta 67 . Rom. iJ88. . nola 710 o' COll3lUTAÇAO da pena de galé' seguudo o art. 510 .. o o o •••••• .•... 178 e 179 Co.. 0 . . pre- valece esta § 127... só l1Jolle- rado e não cOlllrariu as leis em "i:.. nolas 20 a 2.. 3... 6. é nu11a § 10\1.. o .° llo Cod. natal 418. .. .to impo. .. 110. 3 notas i)OJ. " . notas 367 a 371 .. 743 . . 1i36.8 manumittatul' ...... e prohibillo certo ill trumeuLOs. . nola 334 . •... .lV PAr. 1lH... . 119 e 12.. ó model'allo. 'notas oBa.. ..... alljecta á alf<>l'J'ill. 5\13 ..... 87 c » nao vcm a ella o escra"o fanccidos em .... .... § 98.. como a da mãi § 71. nota 19'1 o ..l . i"cl.... . nota.em cau a de Iiberd:ule..... imjJorta a liberdade do mesmo § 9i) n.421.... . notas 50:>.. por Dir. POI' 110' o Direito. ·i9 li de e crayos não jJrodl17.. 5'J2. . 49c1S0 " de escravo com lJeS oa liYJ'e. t •• t ••••••••••••••• 10 •••••• tO 171l.•. nota 5\11.dcve-se tel' por llulla ou não eSerilJt" § 57.. H:2 CASA:11E... . 10i CLAUSULAS adjeelas a alforrias §§ 10!l... 0 ••••• ' o •• . nota '7'i2. .S.... • o . 586...• G li a cscraV05.11. 7 c8 CAI 'A falsa não prejudica a liberdade eonferilla ~ 10U. nem eommuulJão de bens ~ 30...

. [)crtene nte ...... nota /j()'!...38...•... adjecta a contractos ~ 56.. 57.... . 109 Cos IDERAÇÕES obre o rigor da Icgl'la('ão peunl contra o escravo 12.... 77 Coo DOuIINIO cm c l'avos §.. 210 CO'íTRACTO' feito (lor r cravo. HO CO:WIÇÕES adjeetas a alforl'ia 109 a 111 notas 573 a ti!l~.• · •.. ... .... não prejudica a alfolTia § 110.. 1)76...... . 63..••.. 98... ...í a SiSO. uotas 33i.. 1'10 l) uPPl'imida pelo bcmf'eitol' torna pm'u e simples a alfo1'l'ia ~ 111...••....• 1J6 Co... . Do.l v:lI'io...... ... notas 221 a 2iO.. .. nota 32~. l)G a 60 .. 2...... .... 143 )Jsuspen iva. 328 :l 33'1.. salvo ao outro s mellle o direito á indemni' zação da suas qnota 96 n. . .. 78 aSO )I e lau ulas em favOI' do escravo..••.. libertos por no sa I is ~ 1iiiS. xc 'pLO PlD (IUe caso. nota 336..... 122 CO:FI 10... 578. .lE~TO do e cravo não é nece ario para que eja clle libertado nota <l6~ in fine.. 139:l 1<13 )I el:lu ula d' favora"cis ao e cl'a'. mesmo judicial.o . .. ..... I[UalHlo obrigão u senhor e L'rccíros ~~ 37... uota 323.. c ([uando ~ !l!I... não prejudica a liber- dade. ula... ... ...... .... nota 32ü. c ronw . alljccta á alf'oITia.. ... 1 3 CO'iLUIO em pr 'jniLO da libel'flade ou da a1forl'ia era 'punido 'Illrc os 1 Olllano" 91.... .... 327.. . adjecl:í á nlforl'ia. notas 575.. nota 1193.. notas 3i-5 a 3l9 ........ 1~3 " resolutívn... .. c ]lod m adj ctal' nos con- c tl'actos olHe escrüyo § jjU.......) ... .se rasar.. nota 519.... se não casal' -. 81 n 8i CüSDom:>lO li' 'seravo deve pagaI' ao ontros n I[UOt:1 respectiva d aluguel. .. ... §.. 81 " de c cravo... 24 a 27 obre a rcstl'ie~ão dos direitos polilieos e )J • llul. . . nota 49. • . ... a e cr:lyidão deve er conclnden- temento proval1a no~ 736.. llólle dispor lia ua quuta Jincmente. é ha"idn POI' não escripta ou nuHa ~ 109. ALPiUUETICO COSDIÇ'tO 01\ 1aUSlll:1 ..' R:>ITI...•. . 5$ a 6S.. :ulj el3 a contractos sobre O' me mo'...... . . constitue ° statuliber ia!)... . ..•. 320....... ..ta 103 a 113... . 83 " póde libertar o e"cr:lVO cOIDmum.>lico contcl'idos ao........ iJ7.... notas 577... 78 a 80 ~ c1au.. ... . lS6.....

..... Bras..... . ... sobre liberdade da crava por ea ameDto com o Il1'Oprio se- nhor Dota 1>36••..YI 1 lllr.. . .le 0"1111.. nlío ou tanl IIcl'pilllS e n"lIirlucll' 110 testam nto IIt1l:1 4111"..••. 90 . deve ser essencialmente feita por eseriptura publica § !l8. cm que ea o . . .. ........ ...... sobre eondJção dos filhos havidos pelo senhol' de sua pl'opria es- crava.. .U>OR deve Ilomeal' o .....•. 17a.•.•.. Iii » do m smo lD l. ....•• .. .. • • ..... 169 " (lo !DesOlO Inst.. por elelicto ue eseravo 1J.... •..~ no/alil3. .. .. ..... 11S3 II do Juiz l\Iunicipal da ~.... notas 730.Tu tiça sobre pl'csel'i(lção a forol' da liberrlade nota 735 in fine . . " 69 DECISAO do IDSt.. c ao statuliber-nota 56 .. . c quando li 132. nolas 172. ..Juiz .. .. .. obre habeas·corplIs a bem de esc\'aYos nota 94....•. . '" 13 » (lo me mo ln t... 1911 ... em valor excedente de 200$000. sobl'e condição dos fillJos da stawlibera nola 693..•. 21 II da mesma sobre liberdade resgatada pOI' soniços nota lSilS '" 129 li do Supremo Tl'ibunal de .R. nota '730 . .....Tuiz da eau a a . \lota 101. . ... 121 » do mesmo sobr tl'ansforaneia rIos crriço do liberto nota 630... ... . ... .. ..• .. . » julgada cm favor ela libl'l'llade obsta ii acção de cscravidfto nota 736. .. .quem defende sua liberdade. " . e cru oulro ea os s melhaDtes..... ... . .... ~ » in litem deve nOll1ear o . dos Adv. da ... •••••• . " .... 178 >l do mesmo sohro valirlalle d alfonias... 176 . •.. ....Relação lia Côrte. . .....• '. l'lf:' COliVEXÇÕES SOU"C l'xtl'adiefto II' êS rnYl. ...' l2i COXYOCAçIO cxtraol'uill:ll'ia !lO jlll': póu ter lugar... 23 COl'S1 julgada a favor ela e cravielfto uf\o ob ta á acção de lib 'rdade /lota 736 .10 ú({uEII' que defende ua liuerliadc.••. . (fUando § 132..... 731. !l3.•... .. "..• . .. .a Vara da Côrte sobre sueees 'lio do patrono na herança do liberto nota 810. fiG.r....... ..... . " . .... ...sobre applieaçf\O de açoite a liberto..........•.. .... 183 Ct. " .. .. . Dota 289 •.. 121i.. . • 171i » ou defen 01' 'e deye nomeai' ao e cravo quando aceu aelo ~ 11 nota 99 . U7 DAçIo in solutwn de escravo... . .

.. 23 DFPO ITO.:lo cla Côrlr .. IllIando ha pOSo e de e tado de lirre 11'1. é cm mâo Ilarlicul.! Illni- z:l~ão uota 181 . 181 2 .•... 2 DElIo~sTn..•.•.. rk JlIsL (JUI'.rllsl ....... .........3.• .7 " ria III sllla e do. 1113 " ria m ma. ......) )lal'a /'üI'a do ImJlO/'io pelo lo 'at. de .•..•.•.hayido.... (/Clloi tOl'não a Ik-lIola 1H3•. .......1 fi\r:l do Impel'io.•. ~ !Ião ..O ria :1(' 'no de c CI'rl\ i- c1:io ou de liberdade...•.\çAO fal a não anllulla a liblll'dadc 0111'0- rida § 109.. 70i .. ou contl':l • IJI'()Jlrielladt' sólllenlc ~ Ja. como prcpara tOl'..•.. ...•..••... 1:.. UI)I·.. IJII:llltO:l eSC1':lVO ........ ... qUllllLo :i ...olm a c'JlOC:l. anJc do 1111- leeimcllLO d r10a 11 01' 1101 370... ...........• .. tle 3 JQ D zelll!ll'o de J '...1 '/II'g:1t ijn dr l'eCUI 'o ao e 1'avo em Illat r'a Cl'illlil:1I nota :100 .. nola i19.•.............• .. "...... c 12 " tia me lJla c rfo Sup...... a '/11(' c tler rllwndcr.. Rec' ario. . .•.. soul'e () arl 80 lia L.•.l. . ....... 23 da me ma sobre ll':tn racneia d~ l'ni.... Gil a 80 nmoslçõES espcciac obre alrol'l'ia ~ 90. " . ALPTL\D TICO YH nll . notas lH6 a l:íili. III relação a herdeil'os. olJl'e cuja lioel'lbtl e !JGDI3U- da...".. c do Supr. ....... nola 2iG a 331 . ~ " do Trib. Tl'Íu.•... mos nb~'e yaJitlatll' d :lll'orl'ia.....l 100.. .. J 13 n rios Trio..•.... . nota i... do Imp... . ..G"ç:io de reeuI' o. nGlta ãDl... ... 100 dos mo.•. ...' IilJcl'dafle tle escravos IJU • ahinrfll !Jal'.. . r ~ JH......ç § 4~ a U7.. • . c cl'ava ..'e.•.... 131 DlnEITO dominicae qnanto:l e CI':II'O.... . .. .... I io-uvla ...13 ..oa dclles.. TI'io. 129 DrZlllA dr CIJ:lI1cellal'i:1 lião Il:tga CtUCIll dereJado Sllll Iiurrllalle ~ 1 ~O.. TJ'ill...... llletli:llllC ilH..". ....... :l fIne éJloca sc dCI'c referir? nOI:l1oo. Ü[ tI..... '" .. " . 182 DESAl'nOI'RlAçío dc C CI':lI'O • WO ........... . 1I0t:l 7. . dr Ju I. c l"Olltm a pcs.•. 1I0t.. ....... :I _ ~ da JlC oa.1 nrla . .•.. 12... .' J'crogação rle aJ/'Ol'l'ia concedida ('ali Ú ?ltol'lis nota 711i iu /1ne.. 142 DJ:liF.. 23 DELlCTO obre c cI'avo derc di tinguir. nota 116:l :lJ9. ... •• ... oh I'.....~1S .•....r....os ao Huerto nOla 630 . do Impel'io sobl' r'ulla~'ão dus nJhos da....• . ohl'" lill 1'l1:lIlc de o cI'avo alug'atlo e con luzitl. ..

i ame a lei criminal.va § 1. " ser valiua ~ 1>0..CHÇXO catt.\Iinel'val nota 93 in /ine.•• _. notas 136 e 137 .••. notas 301 a 303. nOlas·631 e 63>2. reduzi!". 22.T(}S exnibictos em Juizo por qool\l del'endu sua libcl'(1:llte sãO. . notas 138 a 141. sua origem §§ 17. » q:uem. .l). 012() .· .donos devc ser alllg~do para se rcpal'tir :J rcnda.~ .... pnl' benefidO' de restituição § HZ.. 81 » cOlllnmm a varios dOl\os póde scr li1Jer- taclo pOl' qualquer dclles.~â Ino'l't':$ dr eser:l>\!J. nota 298. ou tcntar a clia TCULlZil' pes~ soa livr'c commetLe c'l'ime § 16. nota 335 .H 00 . pócle scr OhjeClO de sc- "'lIro ~ 47. nota 563 . a hem desLa. nota 165 . nota 1 . 181 EUPUE deve dccidil'-se ('a\'ol'ave~menLe ao e CI aW'r quando 1'60 (v ot(J'(1c . • . e se nascer mais- de um. 100 :tSCRAvmÃo constitue il'rcgltZarirrade para SCL"em con- fcriclas Ordells.por nasccl' pÓlIo seI' libertado. e notas- 138 a 8a~ . ERRO substanciar allllulla a al1l'OiTia § 85. no la '~Ktl " . » na Dircito actual nr:l'Si'feil'o só tem pOI" fontc o nascimentO' § 22. e policial §§ 2.. ainda. nota' 32'in fine . isentos de scll(} ~ '14t. mesmo fideicommissuri:rmentc.° a 34. são Lorloo livrcs § 119. 1S. c 4() ÊSCllAVO' abandonado pelo senhor (pro del'elicto) é lravillo pOl' rtvl>e. nota 30'1 o .cr para ser valiua j a que impo tos (: sujeita ~ 50. nota 7iH .37 •••• _ . notas 418.t EM'DAllG'O" scgundoo póllc apl"escnLar qucm dcfcnde sua libenladc.0'••• 2:1 4 "n CGI1TlllUIll a varias. notas!)' a 1. nOLa 71fL • . e fiscal §~ 17 a 149.. 34 a 2(). e como § 103. qU:l11llo deixa ue o ser \riSO " in fine. _ 34 a 36. » ante a lei civil. caltsâ mortis. o 1M . e adminisll'ali. (f11\J l'Cl~n.. " a 31 ant a-lri po-liticU'. como propriedade. entre vivos de cscl'a'ttos. qU{l requcr para. DOCU~IE:O.18.. modos de cahir neIra §§ 19 a~. nOtas 143 a '176 . c quando § 59.

ou J1CS oa ("cotido lato)..." notas" e IS ..... 28.. 457. .. o criminal.... nota 318 a 322 _.•.. e 1lI mo /lor n:. 21 " Illanumittido depois do delicto Cl'a pUllid@. 43 a 47 • não goza de dil'cito [lOlilicos... ..l ecr.... no- ta ll4a t16 ..° c nota 2 a 8.· . RolO. 22 » não póde dar queixa por si só. ovo.. 3 não pódc cxerccr cargos publicos § 1.'...... nota 433....' 2... nota 76... 61 c 62 » não põtlc Iibcrtar ou daI' I\I[ol'l'ia § 87.... 2 a li não pód dar denuncia contra o scnhor § 11.... .. nota 97. cxccpto alimcntos. o LU tiue. ..•. notas 243 a 203.•..... ou por qualqucr do povo § 11..... ·•··•····•. ...•••... ..... ....)' idade que seja. nota 72. 108 II dolal Ilúde el' lII:lnumillido pelo marido.. nOlaliü~....•••...····••··•·.. 50 a :>:s nào é eOeito de c mmercio § :s1S. ncm pu- lJlico 1.... nota 178.. nota 90. ~i lO.. tudo pal'a o cnltol' . . em tudo quanto não fOl'ão exprcs 11Inellté alteradas a seu l'cspeito U 6. quando-nota 468 . mas COIUG Iivrc § 'i. LPllXDETlCO r. 9 manulllitLido CIO fraude de crcdorcs. 16 II dc ljnalqn . nolas 456. c o peculio U 31 a 3i. •.....·..... ...•.... 20. 00... c 'ccrto qnando 188 O. 10$ .. notas 179 a 18i. 17.• .l. I'CpU- ta-se statlllibor. em matei'ia civcl. 107 J> é Il@mclU..... ••...• . pelo Promotor.93 e scguintes. •..· ... róàe cr libCl'IIHJO § 88 n. ES'Ca..° e 10.••..\101' !I. o.\'·o da Nação tamlJcm é sujeito :l açoite ~ 6. 2:! » não póde cxcrccr cargos Ecclesiasticas § 1... .° e nota 7.... 71i • oão é rigol'o ameote cou a.•. rcs- pondc dircctamcntc pclo dclicto 13.. .... •• . c sim um homem n 27. CXCC\lto em quc casos §§ 40 . •••• . se aprcscnta o cu \'. não mais como cs- ecav .... " cntrcgue II 'lo senhor para pagamcoto do d:lIuno dg t. nota 31. • . :..07.. Jll~S sim por seu scnhor.. •• . '" tia nada adquirc pam si. nola 200 a 216 .. .. ..... nota !)[. .lGs.". 2 c ii não pódc figurar cm Juizo.... 1i5 II é ujeito ás leis gerae pen~e e de pro- cc. fica Ii\'l'c.. mesmo conlra o scnhor... 20 J> é Ill'ivadu de toda a capacieadc civil § 26.. por Dil'.c 41...

.) li 2\" nota' 183 a 1(J2... .. . "0'" ••••••••••• ••••••• ••••••••••• :.. não re poudc. .... . . para 0.. nCIl\ ainda quauLO ao scu pcculio. excepLo cm flue casos:...Iuizo Ou rúm dcllc...•. '0\'0... .. Rom... exceplo por toler:\llcia do senhor §i 33.6 a (j() . lJOla 98. notas 2'18 a 2i:i3 o. ! 52. ii c li » por Dil'. .. 36 ti ... não tcm família (Dir..l i- minaI" c só iufol'lllanlc § 11. .. . arl'cma- lado.•.• .. ........o JllÍd CI' libertado pelo lJe1'I\'}iro don lal'io lO:í n... mesmo condicionalmente. 11 " não lem Iivrc dis(lOSi~ão.. ill )) sujeito il eo!l:lÇil...... por aCLOl. ...c L 'luro lJilO pódc seI' le lellllllllJa cll1 malcria (... " púde cr penhorado..... '" •... li2. lJúde pedir quc o cultor rcnda.... pela satisfacção do dc- lielo comlllellido quando c cravo. :126 a 128 " 1'C pOlide. nola 11 . 3'1..• nOlas 88 1\ 90 q. 308...... • .. 133 .. .. 22 li não póde seI' le lCllluuha cm .. llola 1:113. ...... ..... praticados Ilnando c-cral'o... . . ..eguro MUlUO de ri las. ombarglldo. pedir qno o senbor o vcndes oe.. elc. cxeúpto cm lllle casos ~.. .. ainda depois ele libcl'lO... ex- ceplo ell1 quc casos ~ 36 a 3!!.. de cou'enlimcnlo do senho!'. ... .31....c..... ..} .... . "O e 4J. nOla 307... .. cm que ° t'as l.. :!11. . 'ti. estado ~ 26 uota 171.. Rom.uota 219 a ~'i0 . I\ota 206210... pO!' Dir. nola 10 a i\)..... . li(i a 00 J> jlóde enll'al'. .•.•.. iii .... cm ca o de sevicia c OUlro § 2...u. uelll oJJl'iga o 'cultOI' 011 tel'cciros....53 )) não tem pel'sonulidalllJ. L 01 F I'Ht.. 2. exceplo ]lal'a om o pl'opl'io senhor ~ li. ... IlOla ijit. mesmo depois de Iibcrlll. 3 . Rom .... é livre. nola 211. " a li " quc sahe I}ara rúra do Imperio. nola 220 a o 2'10.. sobrcLlldo POt O aclo dc ldUma HHHacl.. se volla. 72 li ]Jodia. Iii " nem se obl'iga. 61 c 6~ " não pódc scn'iI' com pra a 110 excl'eito c marinha LU. ..... 3.... no la 6... ... . Ó podia scr casLi- gado moderadamcnte peloCnlll11' § 2.. ......... e:eeplo em quc ca o § 97 u. .· nola 22 .10.

11. ....... .judic:I a alforl'ia.)... .. 707 c cguiut 63 a 66.....°.......•••...... 2ú1 1'..Y. 68 » : \ 0 IJllllidu com JIlais rigol' CIlI casos e pc- tiac de cl'illl' 'olltl'a o 'cnhol'cs.. ...l \'0' lI:io pod '1lI l>el' v /ilho do pai'.. . ... 81..í.... • 41 » de "CI'al:! é iiI'\'...... uotas 2H a 2ii.. 171 a 183 FEltRO é o c cravo c01Hle:unauo a trazcl'..•• ..... ... fIliando pro- '(Icnte a :letão I'cdhibitOl'ia § iii iu finc. 41..ld .a cuU'c clles "li.. 101 FAL ID. 99 E T. lião lia di!fcI'CIIl. estão todos em Ilê de iguall\.... 42 a 'Í~ " l!lIanLO fi lOua cOlldi!. 4J. (Y. 42.. uota... 1I0tas lli!) a 1'76.. crava. 1>37 119 c 125 " cm Lel'l'iLOl'i do 1ll1perio é cidalhio 1I1'a- ileil'o.. L'TAIt ou liglll':l1' '1l1 .) das CSCrar:l ... e vice-vel'sa § 2.. escral'o 0:\0 !IÚtlC figu- I'al'... 16... 67.1 DEM '1'11 lç1 Il\lO pl'.. embOl'a csrl'avo. lIelll 0$ coi la- tel'aes..... nota' :BO a 2 :s......\o li 8. 17 E eltll' r It I pubJi a não é ncce ':\I'ia pal'a pl'ol-a da alfolTia 82... • 13 FILHO da el'a 'a é c I'avo pariU cquimr ventrcm) 2. . nota 71 e 75. m quo ea os § 6. adllli- I1Ul'adm' .... 20~ " (c$cl'al'o) é Jine c iUgClIlIO § 93 II......lo.... .... 99. SlatuJibcl').. !lavicto do 11l'o(Jlio en!lor <.° nota S:>.. . é livre 2:5 nota i6!! a 17i. POI' j~l\'ol' á Iilwl'la<...... . havido antcs da culcu(.. os . d 'Y m seI' J'cSLituidos eon- . fica IiI't'C Cing'cl1no j c é havitlo por fil/LO Ilcttural ~ JiJ2 IIOL:I SlH.\clla.havido dcpoi' da eOllljll'(\ das mesma . llula 31:7 I" I • • • I ' I I" f'" • tO.... e a mài o roi cm llll:tl- IIU I' época de'fle a eoucepçiío :H.. • • I • • • • I •• .'a ([ue an- llullar a alfol't'ia.... nota 16 a 171. notas 'H .iun 'Ialll ntc com a mãis.\DO-LtrR~.. . exccpto 1Iuao<. . LI'1L\J3Kll O 11 E en.. uOt3 100.\e - cClldeiltcs 110 a centleutes. ....42 D de c. nota 422. ccepto qllando... 97.... 12i C 'guilltc.. notas (jOl.. feitol" 7........Juizo não púde o eScl'avO...l lião pl'cjllllic:\ a alfonia ~ S:S... nota 'i1U..' n ta 'Iii in fine. eL • Ewo TU de eüt'.......1 CIG ..u '... 101 r.. ao parto ~ 21..4111... 421 ".).. IIcm o COlljUgC..lDE aUllnlla :1 alfonia... são Iivl'e nota468 iII fiuc. 100 FAVORE' á lil>cnladc n.5.. lU7 .01...ão. Ii. 110 . 43 FILH tia c cl'ava manumitLitla cm fl'audc de cre- dorc .. 97 II...

. seguem a sOI'le das mãis nola 21l1. só a titulo oneroso § 87.. 1. •.. 73.. são livres § 118. . .. .• .••.... por Dil'.. pendenle a demanda sol1l'e o estado das mãis... .. ... c não ao usu- fructurario § 70..• 29 GALÉS não se podem commuLal' e111 açoutcs... .•.. ...•. comtauto qae requerido por eidadão Brasileiro § 10... 14 a 16 GOVERNO não póde dar al{'orria gl'atuita a escravos da Nação. 669 a 671. . .°.... cxee(>to em que casos § 6.. ii:! » de escravas perl neentJS a varios donos..... .... nOLas 362 a 3ii6.. . 13() » de escravas coml11uns a varios donos per- tencem em eomlUuJn a tO([os § 60 nola 337.... c quando § 1:'>5 11. 15L l) de escravas nascidos (lcpois da IiLis-eoJl- LesLação.. nascem livres. devem ser Lrazidos a ella com suas mãis § 71. • • • .. ...•.Il[ L. nola 56\1 :. no!a 5tH. . nota 6\)3 . • • •• • • • • . ... . se as miis fOl'ão Iibel'ladas ])or qualquer denes § 1'):1. noLa 7li. . •. que sO\)I'el'ierelll. Oil FUllTO de escl'avos é punido Com as penas de roubo ~ 13.• .. 87. nota 276....'... nolas 367 a 371..... uolas 621 a 62L ....... notas 646.... sa antes. 21 llERDElRO não póde arbiLI al'iamcnte recusar a Iiller- . o esel'avo deve continuai' nas galés. ..... seguem a sOrLe desLas..... notas 61 a 66. • 1()..') lUBEAS-CORPUS é extensivo ao escravo. forão por esla del:larados livres todos os que nascessem do dia 3 de ~I:lio de 1866 em (liante nola 51H". nota 9~.. • • .. . Rom... . ... ... . nota 117. • 150...'lTES dos dircitos do senhor sobrc os escravos são o dominium e a pote~tas § 4~..88 " da stalulibera eeão. 137 )) deescl'al'as Iibel'las fideicoml11issariame11Le. •••."...... pOl' nosso Direito § 121S.. • . escravos do herdeiro § 121.... 13~ " de escravas sujeitas á coUação.. 137 c 161 » da stiltulibera são Uvres.. 87 'i de escravas em usufruclo nascem livres.. . 70 » das eSCI'aV3S perll:11Centes ii Ordem dos Ilenediclillos. 86... •. anLigo..•.. . nascidos emquanlo dUl'a o usufruclo...•...•... 82 » de escl'avas constilUi(1as em usufrucLo [Ier- tencem ao nú proprlelario. .DlCIL FILHOS das escravas hYPolheeaclas... • • •• • ..... 168 e 169 FO. devem ser nominativ:unenLe COI11- prehcndidos ncHa § 127... notas tl49 I 450.

296... ' ...1lnhcm se es- tendcm á ll'unsmis ões de I'avos pOl' suec ão ou t· lamento !Si. .. nola 3t8. nota 593. 72 ISDElISlz.:! .. não prejudica a Iibcl'- dade.. nOlas 2<J~. 144 hlPO TO ohrc le"ado de herança t. seu r gistl'{) § 4\1... § 89 n.. . .... noLas 133:1 '131S.• "... nota Ti. 76 1I0MICIDlO eOllllJletlido por esel'avo na fronteiras do Impel'io é juJ":Hlo pelos Juil.. 107 hIPOSSInlLlDAOF: de CUllllll'il' a obrigação ou onu arljecto á alforl'ia.O U..... . lIolas 30:>..• .. .. Ilotas 60\).. .°...... era ro. mesmo ao Fisco........." 2. 8G 1I... cxceplo Quamlo § II...es de Dil'eito ~ 8..... pOl' todo o eoudomino . 83 » IJor damno de delieto de escravo em II \1- f........ 33 . 1Gt lN T1TlJIÇIo I1c h I'dcil'o ou I g:ltal'io ao escravo." 2.. s. nota 300... '....IUDEOS. .... .. notas 028. 103 1l. e.... 148.Slx AçIo de doa ão é ujei~a a impo to.O J . ..l'lIAIlEllcn XlII P'GS... •...... nola 453. 70 » peci:ll aUlIulla a alforJ'ia confaida po - lCl'iol'lllentc. e :Ilfonia (\'.. 150 1I0JIEilI. .". ..l~TE (menor de 7 unno ) não pôde libertai' 87...ma Ó em pro- por 'ão ua quota de cada um 62...... notas 4:5:>.F. 106 » não pÓII s I' constituiua ln (Iuotas de es- el'aro § fl3.... Slla Jcgisla~'iío fa\'oravcl aos c cravos....... illl(lOI'ta sua lib rdade § 00 n....... como li punida 14.. nota 6i9..\çIo de damno por delicto de 'I'uro COIU- Illllm deve I' pa"a.uola 452....... ••. alforl'Í3).. 78..•. ... 71 II é d lia i cota a alfol'ria. d:lllc a e el':wo . Ilotas 318 a 3]. 83 taeila ou legal (gel'al)... calcu- lado obl'e o computo de 10 annos. 106. AT. 112. se f(h' 11 u uf"ueLO "ilalieio iSO...... 32...•.. .. ...... 123 11\SUnmnçXo do e I'avos.. até O "alol' de t ....•... ..112 » 1T ral não illlpede a lIlallullli 'são !< 88 n.. paga o pl'oprielal'io (iII.......'ucto a algucm... 4M ...• . 17 IlrpoTIlEcA de esel'aro ..........107... cxcepto quando § 88 n. 61 ... ... não im(l dI: a alfOl'ria. nota 43~ . não é c{feito dc cOl/tl/lcrcio § iii).. aiu IJ em lJu caso 118.. 482... <Iuando e como é hoje pel'- miLLida... nota 3H... 407... 306 .. nota 3üO.o 2.... .. 030......

... a 598. eondic:fic ..•..•.. .••• .. notas 8'13.. • .... 1:\7 a 1111 lO lideicommi :ll'Ía. .. nolas <t2:i a ~32. nota G3:J a li3!l.qu:llitl t 111 lUl:(al' ~ :. n0138G3. nota 423.. nota SUl .. nola G25 a (.......e termos cm ontl':lI'io.. t~1 . 1:.. 7\X). e a impos... 1:. .• 1:10 eutende uuf'ricln. 102 LlDERTO devc obter Y nia llo Juiz para demandaI' o patl'ono...••.. •.• ... e:!lIutlo o no o Di! pilO ~ 1t!!. exeepto !(lt:lJlI\O § ttíS....CI· não lhe prejudica a alI' nia 1'... .lDF. 1... 73 LtclrRD..lall1lihfr.... nola 310.•... nola G21S. I"R...... . ...... 100 " deve l'espcilo llon oflicio ao llatrono • 148. 11 ..•. .•••... a 121. se e m:\l1ife. qu:u1llo eidadão Dra ileil'o . na cid o no Imperio.... I' l'umo .:?.•. enão o e Cl'a\'o \WOlll'io 85. Rom.... 1127..•.. 1\2 11 se póde eouf'rh' a e ra\'o alh 'io.ID"E lideicommi.. .mo f1tlCiCOlllllli - sal'iamente. • 1'11 ..... póde tambem su\-o por naturali ação 151....••.. pÓlle pagal-a al. nola GO/... I tJlCE 1'U:". • 196 " d \'e el' ljualificado na Guarda .... • ...•.. õRa :1 ü!lO... nal'i. 209 " é cidadão BI'a ii im. ....lR não se pódc. 101.2 LmEnD.2.... confcridatl u:ln " l'e\og:!Y'1 lHlla 736..... .. ...... li!!... . W2 )' se enlende conl'el'j(la . 8'.. nota GI!J..• •.... . CJuando tal é a mente ou in- tenção cio bcmfcitor §$ 118. nota 59.. .... não obs[anl clau- sula .. 1M. .. 20(l " fideicommi SUl'i:\I11Ullle é de certo modo li- nc.... nOlas i)RI'..E1Ll0 de cscr:\\'O . 11i "LlUERT...ul' de o f':I7..i ..'1'- vi os.1 . 110ta 8iG. cm I'$lgra. COlll o eu . nola' 60\1. 183. ... nota 81 ~ ••••••....... ~~. .. ihilill.•..••.••... I ) 11 f1dci ommis aria ~~ 11:. qU:lutlo..... ta a illtcnl'iio rle a conl'cl'Ír § 109. 200 " é equipal':\llo a iugellllo ~ 102. e como li. nolas GO:> a G:?'r. § 121. fOI " tambem e Ilúlle o eseravo alh io.\UO um eScravo eom ohl'igarJIO de liar el'la som ma.. ...... c- I!undo o Dir. 1::H a 11)" )) f1deicolll11li :l1'ia tll'\'e-se ler pur dir' la- m lltC Yillrla do bemfl!ilol' ~11... 1Iola H23 a G2S .•. • ... a 6·\'\ _ 1"11 alilll 11 f1ft icol11llli al'ia :1 e "1':1\"(\ propl'io........ 11:\0 caduca P I' II III:! alheia ao benl'f1ciado ~ 118... III '. l~ií L18ERT.33.•.. ..•.... ... rllllipara-~I' ao ...·acional. " ...

•.. 208 II não póde ser Eleitor... 201) LIVRE disposição se exige pMa dar alforria § 87 ••• 103 Louco não pôde IibCl·tar.•• 209 II póde ser Vereador. 111 " não póde receber Ordens. 209 Jl póde exercei'..\s .. 207. 208 II não póde ser Deputado. no exercito e ID:lrinha § 10M.••.. notas 850 a 864 . ou indirectamente por n1l0 ter a qualidade de Eleitor § 1M.. nota 633 ••. Magistrado. excopto em lucido in ter- vali o § 87.•.. notas 83lS a 8i2 . cargos publicos. . etc. mesmo emquanlo dura o usufructo § 118. notas 847 a 8i9 •• 207 » seus direitos politieos c publieos S 153. AlrOl'l'ia... LIBERTO fideicommissariamente é equiparado ao sta- tuliver em muitos casos § 120. pli- n:iJ'o. 2O~a211 sens direitos civis § 1. 208 LIBERTOS escravos sem design:lçãO nominal.•. notas 835 a 864 •.•. not. Jurado.. 608 .• 209 » póde ser votante.. tia " fideicommissariamen te faz acquisições para si. de que não seja directamente excluido. _ 'fcl'minnção lo I. • ... Diplomata..• •· •• ·.. . quér voluntariamente. nota 850. e quando § 153. notas 852 a 858 " . 464 in flne .. notas 620.1S1 II quaos seus direitos §§ 1ilO a 155. excepto quando nota 808 . quér não...52. • ..•• 1. 207. notas 007.. nota 861 . Ministro..•. Juiz de Paz.. quando cidadão Brasi- leiro 11M.•••••. ALPllAnETICO "les... 208 ) não llóde sér Omeial da Guarda Nacional § 10M in lIne..••.. nem exercer cargo algum. 11St.. Promotor. •• . nota 860... Louco (escravo) póde ser manumittidO not:).••• II fideicommi ariamenle póde exigir que não s ja empeiorada a sua condição pelo fidu- ciario § 118. quando 131'asileiro. notas 851 a 858: .• . § 153. nota 620 •••••••••••••••. para que se exige esta qualidade 1153. Bispo. nota 859 .. 101..U4.. e como § 1. ' ..19 in fine.. 1. enador. nota 864 . 63i .• 20~. Delegado. 203 » seus direitos e rehabilit:l!:ào conforme a legislação Romana § 150.V.. II póde servir. 1lS~. . MiS· ....••. são todos livres.09 ~IAI'iUmSSAO .

. 69 a 71. e deve ser commuLada cm açoites conjuncl.. § 97 n..••.Ml':lÜ·O ~ a fonte unica de escravidão actual- mente no llrasil § 22..\SCI. 2. 176 MARCAS de ferro quente forão abolidas em nosso Direito § 0........•••••.. !S31S. 193 a i91 ..• lIIODOS ele cahir em escravidão por Dil'.. "111 » nãô impede a acquisição da liberdade § 109.• 36 a 39 ) ue ser escravo ..••• 13 ·..•••.•... Rom. e Direito moderno § 148.•.. P..6.. notas 21.. nota 161) ...'ú proprie1.•.•.. _ ...•• 99 a iOl .. alforl'ia é iseuta etc. segundo a legis- lação patria.• iOf ~IODO adjecto a alfOl'l'ias ~ 109..\DE \llsceral ou radical alfecta as manu- missões e as prejudica.•. nolas 757 a 783.. õ8!. penas p la falLa de paga- mento § 48...•••.. » de findar o captiveiro S§ 78 a 8'2. NOIllEAÇXO de tutor ou curador ao escravo importa a liberdade § 00 n.. 443 . MATRIMONIO ..... notas 4..••.•••••••.••••• S1í a8S OnRIGAçÕES activas e passivas do escravo §§ 36 a 38..•.3rio que direitos tem em relação a cs- cravos que estão cm usul'l'Ucto a outrem §§ . notas 380 a 4i3 . 91 a 98 "MUDO póde ÜbCl'Lar nota 44i:i . notas 300...•....) 1\IE 'OR pubete pMe libertar § 87 notas ~42. 530. segundo a legislação Homana § 146. nota 43 . Escravidão. nota 291 .. notas 68.. 9. lIIM\UTENÇ:i:O' de liuel'dadc c acção sllmmaria § 13L.•.....••....•.•. notas 800 a 81.. 69 ...V. 584••. por favor á liberdade § 85.•.lGS..{ é pena.. quanuo im- posta a escravo § 6. eXCel)lO quando e como..Lo...9 a 240 .....65.••••• 56 a 60 PARENTESCO preximo entre senhor e escravo im- pm'la a liberdadc d stc § 1)1) n.••... notas 143 a 158 . 69 " não paga a alforl'ia (V.. 361 a 368. notas lS83. 183 a 181 '" seus direitos e obl'igações. e como § 87..\7 448 . 118.amente com outra...••. notas 583. i03 1I1ULT..... an- tigo e novo § 19...V.•••.. J~IA-SlZA (hoje imposto fixo) de contractos e actos sobre esel'avos.•. LLID.. Casamento. notas 417 a 422 . RotaS lSOO.. 2. 104 IlluLUER casqda póde libertar. notas 529. m I'ATRONO quem era e quaes seus direitos..

ALl'HAIlIH ((.(

P.\GS,
Pt:CULIO do escr, vo, que é, e qn:le' os dircllo do
e cravo sobl'e elle 33 a 3D, notas 203
a 218.. , •..•.•............ , •............•
II especial de escravos da ::'íação cm alguns
estabelccim ntos publicos ~,nota 215 .. ,
PSN.\ de galé eommutalla pelo Poder )foderador :l
escravo não póde ser commutada de no\'o
pOl' acto judicial § G, nota 73., •.•.•...... 16
d~ galés eOIDmutada por virtude do art. 415
do Cod. Penal não deve ser commutada
em açoites § G, notas G5. 66 , .
de morte era applicada com e. cesso, so-
bretudo aos escravos § II, nota 1í1S..•...... , :1t
de morte não se póde impôr, mesmo:l cs-
cravo, por imples confissão delle; c sem
que se ver·jfique a votação legal, nota 93 ... 21
I'E 'AS erueis for[lo abolidas entre nós § IS, nota 46. 11
I'ENIlOIl deescrayos, de eStabelecimentos agricolas,
com a clausula constituti, deve ser l'egis-
trado § 411, nota 297 ..•. '" .•.... , ...... , , , 71
de escravo, mesmo mercantil, é hoje pcr-
millido ~ 49, uota 295 . 70
POSSE da liberdade em erviço militar, e em outros
actos, importa alforria, medianle indem-
niza~:ão, quando não tenba já corrido a
prescripção a favor da meSlUa 136, not{ls
739 a 7~t. , 179
PDS umOR do boa fé é equiparado a u'ufruclUario; e
adquire COll)O tal § 68, nola 359.......•....
PRUOS adjecto á alfolTia § 109, notas lS'i9 a 1S82....•
Pnuo ad diem, adjccto á alforria, é oullo § 10J,
nota 5 2.....•.... , ...........•....... '" U1
II ex die, adjecto á aI fonia, constitue tam-
bem o slatuliber § 109, notas 579 a 581. '" 140 e H1
Pu CRIPçlo acquisitiva de escravos (V. usucapião).
II a favor da liberdade, qual era segundo o
Dh', Rom. antigo, e oovo § 127, notas 716
a 725 , . 173 a Hã
" a favor da liberdade, qual seja Ilor nosso
Direito § 131S, notas 735, 736 . 178
Il aproveita em bem da liberdade conferida
a escravos hypothecados, dotaes e outros,
nota 4iS7 lu fine ...••.••.••..•.•...•.••.•.• 107
» aproveita em bem da liberdade DO caso de
alforI'ia em f.'aude de credores § 88 n.O 9,
nota 472, , .•.. , .. "., ....•.....• 110

'V 111 I DIGI1

r.\GS
r IIESClUl' ç:'" o exlingllc legalmente a escravidão, '.lií
11.°14, § 97 n." 11, notas iS17, Mi. , . 121 , 128
não legilíma a escravi<lf\o § 74, nola 376.,; 00
» ncnhuma é aclmissivel contra a liberdade
§ 127,134, notas 714, 710, 734 ..••.•. , ...•• 173 , ln
jlrotege a liberdade, ainda no caso de fuga
" do escravo; e qual, nota 543 iu fine ..• , .•.. 128
PnISlO)lE1I10 não !ta direito de matar, ncm de reduzir
á cseraviclão § 20, nota 159 .• , . 3\l
l'nocKsso de liberdade é isento de sello quanto a
quem a defende § 140, nQta 748•......•...• 181
l'nODlGO páde libel'tar? ~ 87, nota !l4ô••.••••••.•• , 103
}'ROHIDIÇÕES de dar alforria a escravos, segundo o
Dir. Rom. §S8, nota 4i:it a481 106 a 112
I'ROMIlSSA de alforria dá direito á indemnização, que
nllo póde ser senão a mesma alfol'l'ia, e
como § 113, nota 602 .
}) sinl\lles de (tlforria não a confcre logo, nem
obriga o senhor § 9G n. O iS, § 113, notas 524.
1:199, 601. , , •••.••. 123, l.M, 140
PROPRIEDADE não é rigorosamente o escravo; mas
só por tolcrancia e ficção § 100...•.•.•.. ,. 131 a 133
I'novA incumbe a quem contesta a liberdade, e
quando §~ 43 ~ 127, 133, notas 273, 708,
'732, 733 , 6S, 172,177
PIIOVIDENCIAS policiaes sobre escravos, nota 129, ' 32
l'UPILLO não póde libertar; excepto qu:\ndo § 87,
nota 436 ...•...• , •........••.•..• , .••.••• 103
QUILOMDOLA V. Quilombos.
QUlLOMBOS § 14, notas 123 a 128 . ao
RECORRER (óra de tempo, por beneficio de restitui-
ção, pÓlle quem defende sua liberdaclc
§ 142, nota.751. •.•.••.• , .•...•..••••..•..• 181
RECURSO de graça suspende sempre, mesmo qnanto
ao escravo, a execução da pena ultima § fi
in fi,ne, nota 102 •.. , .•...•.• , .•.••.•.•• "
» é denegado tambem no caso de absolvição
do escravo? nota 100 . 23
» é denegado lambem no caso dcjulgamenlo
por Juiz singular? nola 100.. , ••...•...••.
não ha ~ara o escravo nos casos cm que
caiba a pena de morLe j excepto sómcnLe o
de gr~ça PllJ'u o Podcr Moderador § 11,
notas tOO, 102 •.. , ...•..••.•.•..••.••••.•.
'RECURSOS são facultados Lodos a bem da Iiberclade
~ 1 R~ nol "" 7~i, 7r,:· " f
160

\1 I' 1l.\IH111 CC

rAG •

RECUSA de alimentos ao e cravo pólle autorizar a
alfol'ria for~ada§06n.o7, nota526....... 123
REDUZIR ou tenlar reduzir á escrayidão pessoa livre é
crime, de accusa~ão publica 16, notas 136
e 131...................................... 3t
RBGRAS de interpl'{.la~ão em questões de esr.ravidão
e Iib rdade § 42 e 43, notas 2O-i a 27ii... . . .. 63 a 66
RELIGIOSO ))I'ofesso não pódc ser chamallo á escra-
vidão § 136, notas 737 e 73 tiS e 179
RESG.UE a bom da Iib ('dade é admissivel, aiuda quo
por via do sorviços, o como, nota 5i1S.... ,. 128 o 120
li da liberdade llolo escravo Ou n.O 3, OS,
nota 520,5210 5'15 122, 128eL~
RESTlT IÇ-O in integrulll não se dá contra a liber-
dade 127, n ta 713 .. 173
» in intcgl'ulll se concede a favor da liber-
dade, sobre todas as outras cousas § 130,
notas i'l6 c 747............................ 180
REI'OGAÇl0 da a1fol'l'ia, segundo o Dir. Rom. § 1.m . -2.·,
notas 78í a 707. . . .... .. ..... .. .. . . .. ... ... 187 a 100
• da alfolTia por in{tralidão do IibCl'lO, Sc-
gumlo o nosso Dircito antigo § 1'17, notas
iII e JOO • •••••• , •• , •.• ,... ••••••••••.••• 190 a 192
l> da alfol'l'ía por ingratidão do Iibcrto, sc-
gundo o ~pirit8 do Dir. moderno; não é
admi sivel 1"19, notas 817 a 83i............ 197 a 20-.
SELLO não pagão os documentos e proce so, a bem
de qucm defende sua liberdade § tiO.
nota 7i8., , " . •. . .. . • . .• 181
" proporcional de contractos e aclos sobro
escI'avos; e penas pela omissão S48, notas
291 e 291l .•••••••. , ••••••••.••••.• ,........ 60 e 71
SE:iUOn conserva o dominio sobre o seu escravo, não
obstante a sentcn~a cond mnatoria ou ab-
soluLoria no crime § 4. o noLas 32 e 33....... 9
, é re, pon avel pola iDclemnizaç.ão do damno
de dclieto commettido \leIo seu cscravo ,
assim como pelas custa, carceragcm, co-
m doria. e outras (lospezas S 6 e O, nOLas
70, 71, 79 o seguinlcs........ 16 e 18
II não pód exigil' do escravo actos crimi-
nosos, illicítos, immoraes; nem abusar dO
escravo "'IS naLas 277 e 270....... , ... .. ... 67
~ póde exereer sobre o escravo, como pro-
priedade, todos os direitos de vel'dad iro
dI JlO '17, II ta' 286 " . . '" 6 ' 60

:x l;'(DICE

I\.\GS.
E~uon póde ser obrigado a assignar tel'mo de c-
gUI'ança, se lia receio de que maltl'ate o eu
eseravo § 3, nota 2i .•..•• " ...•.•.••• " . .. 8
" que dil'eitos tinha, segundo a legi51ação
ROITlana, sobre o eseravo, quanto ao crimo
§ 2 lIota5 9 a 19 ' '... 4 :l fi
" respoade sub iuiarialllcnte pela satisfação,
e só até o valol' do eseravo § 9, notas 80
a 87 ••••••••••••.• ' , • " .••...•••••••.••• " 18
" tem direito ue exigil' do seu escravo os er-
viços gratuitamente, du 1Il0UO que mais IJtC
convenha § 4:), nota 277.... , •• o........... 67
" tem obl'ig-ação de alimentar e tratar do es-
cravo § 4ii nota 278 .. o........ :. . .. ... .. ... 07
SE:'\TE:'\Ç'\ contra a liberdade lião se póde dizer que
tenha IJassado em julgado e obste á nova
demanda § 143, notas 71S2 e 736............. '/82 c 183
51':1'.\n.\n nãO se devem, mesmo na acção I'cdhibitol'ia,
os filhos dos pais, os coujuges, os il'mãos,
§§ 20, IH, notas 1,90, 1!'Jl, 316.............. 48, 7li c i6
SEHrIÇO do statulibCl' já não é propl·iamenl.c SCl'vil
§ 125110taGlH............................. 160
SEnnços do liberto fidcicommissal'Íamentc são in-
transferiveis § 110, nota 630 o...... 153
SE 1'1 r. IA s' autorizão o escravo a pedil' que o senhor
seja obrigado a vendei-o § 3, notas 22 c 23. 7
STATULlllER equipanH!o ao escravo no Dir. nom.
an.tigo, era sujeito a todas as consequeucias
respectivas § 124, notas 6i6 a 603.•• , .... c.. iii7 a lJO
I) equiparado ao homem livre no Dilo. Rom.
novo, goz:l\'a de vantagens e dil'eitos como
tal § 12i- notas 6))4 a GôS. .. • . •.. ... .. .. .. .. 109 a 161
" não é passivei de açoites, nem de penas só
proprias de escravos §§ 6 e 12'1, no1.'\s M
a57,657e638...... 13 &160
" não era passivei, segundo o Dir, nom.
novo, da pena de açQites § 4 notas 28 e ~. 8
II não pel'de o direito á Iibm'dade, e como
§ 12ol, notas 654 a 656,659 a 665.. ......... .. 159
» póde estar em Juizo por si, como Iivl'c § 124,
nota 667..•..••••...... , .• , '" .. " ..•..•. ,. .161
» pOI' nosso Direito, é livre. e já não de eon-
dição servil § 12ií, nota 689 ..•.•••. " .•. , .,. 166 e 167
" por nosso Oireito, não póde ser alienado;
é crime § 120, nota 6\)1 .. , ........ '" .... . .. 168

80.. responde direclamenle por si pela indcmnização tio damuo § 120.amenlo. 497. 'pOI' nosso Direito. 118 a 12t f rçada ou legal do ealll. quér ab ietestado.PH. embora defeit.• 8 TESTAIllE:iTO (ou out.•••.t. 93 a 97 do' capt.. 96.. 92 » do eaptiyeil'o ent. e como se constitue §~ 122.iveiro POI' nosso Direito § 97 a 100. notas 408 a 413 •. 1. § 95. uotas 389 a 407 " " . 73 allnual. l[uér pOI' test. Prazos}.} . Rom..}. notas 414 a 495 ••••••••••••••••••• 98 a 117 TEIUIO (V. nota 415 . TEIUIO de segurança póde o senllOf ser obrigado a assignar. 161 a 170 uccEss10 forrada na herança do libcI·tO.os).•. not. notas 532 a 1158•.V. etc..•••••• 97 c 98 » fOl'çada ou legal do captiveil'o entre os Judeos e outros povos §-9.•. notas 672 a 6\18 " " . bC ha receio d ([ue maltrate o sen escravo § 3 nota 2~ " . ST!TULlBEn.. egulldo nossas leis ~ 148 nolas 810' a 813 ••. Alforl'ia isenta etc.•. não prejudica isso as liberdades neBe con· feridas. nolas 38'1 a 387 .••. 15i> a 158 segundo o nOsso Direito ~ 121).•. nota 6\)2 .••• 91.\nETl o 1 ~ACS.re os Romanos § 81..as 498 a 531.aria do eapliveiro (alforria) §§ 83 a 92. 10 .. 10' TAU annual é imposto sobre os escravos § 53. e outros povos §§ 79... é della isento o liberto.. . .. excepto quando .•• 121 a 133 voluut.•. ainda qne o eja condicional. adquire llal'a si § 12. nolas 610 a 6". \lota 311 . TORTURA applieada aos escravos em Roma § 4.ros act. nolaS 3'1 a 41. lG8 )) ([ual se diz. Escravo não pódc sei' testemunha.18 forçada ou Icgal da escravidão por Dir. AI. 12t. 196 SGRDO póde libertar nota U5 " . 117.iveiro por nosso Direito.•••. não cabe ao palrono.• 168 » Ilor nosso Direito. 99 TESTEMUNHA cm Juizo ou fóra deBe não póde ser o escrdvo. quanto aos Illodos § 82. e quando § 81..llellte (V..) TERMlXAÇAO do captiveiro enlre os Judeos.••••.uoso. nola 600" " . nlHas 496....•••• 195.

. que dircitos tcm §§ 65. excepto quando § 87. 10\ USUFRUCTO cm escravos §§ 64 a 72. .. 84 0. 83 TUAFICO de escravos ~ crime.•. no!. nota 289 . elcve s r cssencialmente feita por esel'iptlll'a pu- blica § 48.\ lIe escravos.. . deve ser esseneialmentc feita por escriptura pu- blica § 48.. 84 a 88 " improprio pôde libertar o escravo S 10iS n.• 11 TR.•. nota 437 .•. cxccdcnte dc 2OOSoo0.O 2. TORTUR. notas 373 a 375•.> . notas 42 a ~7 ... nota 2&. 8.XXI! r'DICE ALPIlABEl'ICO rAGS.'l USUC. notas 3li1 a 30B..... .. notas Sãl a 372. 69 a 71.•.89 VE:-iD.\UUnO (OpCl'OO scrvorulU) quc direitos dá § 67. foi abo- lida § li.\PL\O de escravos § 73..... 360 a 371.l 600. •• TROCA dc cscravo.• 89 USUFRUCTUARIO de cscravos. 69 TUTOR não póde libcrtar. . "" t ••••••••• I •••• I ••••• 161 . nota 358 . exccpto quando § 87....•. e intciro gozo dclla § 124.. nota 307 . nota 1>70 ..• 103 Uso (jus utendi) quc dircitos dá quanto a c cravos § 66.•. 69 VE~DA' do statuliber importa logo a liberdade plena do mesmo..•••... .. .. excedentc a 200$000... de accusação pu- blica nota 137 .••••... nota 43iS.•. 103... 138 » não pódc libertar..\ applicada por nosso Dircito antigo..

. II directamenle " 32 ."enalilarii . Pago 6 linha li . Cal).•••. II dW'crida 11S8 » 30 .. » " 26 .... " u 169 u 29 .. » Christãos " 139 I) 1111...... a escravi- dão do e tmngeiro cra pcrpetua (Levil." nos Juizos 31 II penuIt. IJ que Nota.... " art..()utros 1'1'0 é nalUl'al que tcnhf\o cseaparl .• pl'oprio das .. II pudéra 26" 3 .in fine--accrescente-se -Em rcgra. j) da I) 182 I) 22 . ue..... À bene- yolencia do leitor desculparfl.... ...••....• Lêa-se e até. 2IS V. » que é contra 76)) 11S ........ 12.accrcs- cente-se-quando na- turalizado Rebrco.•. .. (1117) " (/IS" 28 .. directamentce. 11 • 11 I) 7 .libe lalem.. Ilootestativa .. em . u 103 28 ... c I'vi . 176. » III.•. (1 7) ...que contra .........•....... ... ERRATA..III. art... ) )} 26 . " venaliliarii 11 92 t .. II servi » 168 11 .•. recebido .••..•. II rccebido..e alé que •..... defcrida . estrangeiro .. IilJertalem " II » 111 lJ 21 . 44 a 46)... que » 2lS II 13 ...•.•.. no Juizo. Chistão ••... »" 32 .••.. )) potestativ3 1lSlS j) II .eslrangeiros-accres- cente-se-naturaliza- rIos Ilebreos. )) e em 61S» 30 ....179 39)) 11S . porprio .•...poderá..