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OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
TIPOS DE OBRIGAÇÃO - Art. 113, CTN

Art. 113. A obrigação tributária é principal ou
acessória.
§ 1º A obrigação principal surge com a
ocorrência do fato gerador, tem por objeto o
pagamento de tributo ou penalidade
pecuniária e extingue-se juntamente com o
crédito dela decorrente.

TIPOS DE OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
Art. 113,
§ 2º A obrigação acessória decorre da
legislação tributária e tem por objeto as
prestações, positivas ou negativas, nela
previstas no interesse da arrecadação ou da
fiscalização dos tributos.
§ 3º A obrigação acessória, pelo simples fato
da sua inobservância, converte-se em
obrigação principal relativamente à penalidade
pecuniária.

. por interesse do Fisco. 113. que não envolvam pagamento. CTN TRIBUTO PRINCIPAL PAGAMENTO PENALIDADE OBRIGAÇÃO PECUNIÁRIA Inobservância TRIBUTÁRIA Obrigações positivas ou ACESSÓRIA negativas. TIPOS DE OBRIGAÇÃO Art.

na forma da legislação aplicável. 114 – Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. FATO GERADOR Art. . 115 – Fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que. impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal. Art.

. É a situação definida em lei PRINCIPAL como necessária e suficiente para o surgimento da FATO obrigação tributária. impõe a prática ou a abstenção ACESSÓRIA de ato que não configure obrigação principal. GERADOR DA OBRIGAÇÃO É qualquer situação que. na forma da legislação aplicável.

CTN OBRIGAÇÃO FATO GERADOR TRIBUTÁRIA Condição necessária e suficiente . 114. Art.

FG-1 FG-2 ICMS-1 ICMS-2 ICMS-2 .

definiu o aspecto temporal do fato gerador presumido como sendo a saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte substituto”. aperfeiçoou o instituto do fato gerador presumido. JURISPRUDÊNCIA STF “A EC nº 03/93. por igual.: Min. A lei complementar.851/AL – Alagoas – Rel. Ilmar Galvão – Julgamento: 08/05/2002). 150 da CF/88 o § 7º. (ADI nº 1. . ao introduzir no art.

CUIDADO COM O “SALVO DISPOSIÇÃO DE LEI EM CONTRÁRIO ” ! ! ! “salvo Artigos 116. disposição de 117. 120. 123. lei em 125 e 136 contrário” .

Salvo disposição de lei em contrário. desde o momento em que se verifiquem as circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos que normalmente lhe são próprios. 116. considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos: I .tratando-se de situação de fato. . EFEITOS DO FATO GERADOR Art.

tratando-se de situação jurídica. . considera-se ocorrido o fato gerador e existentes os seus efeitos: (. desde o momento em que esteja definitivamente constituída.) II .. nos termos de direito aplicável. 116. EFEITOS DO FATO GERADOR Art.. Salvo disposição de lei em contrário.

CTN desde o momento em que tratando-se de se verifiquem as situação de fato circunstâncias materiais necessárias a que produza Ocorre o FG e surge os efeitos que lhe são seus efeitos. nos termos de situação jurídica direito aplicável. disposição de lei em contrário: desde o momento em que esteja definitivamente tratando-se da constituída. . Art. 116. salvo próprios (as provas).

desde o momento de seu implemento. os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados: I – sendo suspensiva a condição. II – sendo resolutória a condição. . FATO GERADOR SOB CONDIÇÃO Art. 117 – Para os efeitos do inciso II do artigo anterior e salvo disposição de lei em contrário. desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio.

FATO GERADOR SOB CONDIÇÃO Os atos ou negócios jurídicos condicionais reputam-se perfeitos e acabados Salvo disposição de lei em contrário sendo suspensiva sendo resolutória a condição a condição desde o desde a prática do momento de seu ato ou da celebração implemento. . do negócio.

CONDIÇÃO SUSPENSIVA Prática do ato ou Implemento da celebração do negócio condição OBRIGAÇÃO .

.

CONDIÇÃO RESOLUTÓRIA Prática do ato ou Implemento da celebração do negócio condição OBRIGAÇÃO .

.

CTN Art. 116. assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início mas não esteja completa nos termos do Art. . 105. CTN – A legislação tributária aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes. 105. RECORDANDO O ART.

Na remessa de um produto para um parque de exposições. o FG do IPI ocorre sob condição suspensiva Fato gerador do IPI pendente de uma futura venda Legislação A Nova legislação B será aplicada .

A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária. NORMA ANTI-ELISÃO Art. . observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordinária. 116… Parágrafo único.

JURISPRUDÊNCIA
“A Administração Pública pode, em observância
ao princípio da moralidade administrativa e da
indisponibilidade dos interesses públicos
tutelados, desconsiderar a personalidade
jurídica de sociedade constituída com abuso de
forma e fraude à lei, desde que facultado ao
administrado o contraditório e a ampla defesa
em processo administrativo regular.”
(RMS nº 15.166/BA – Recurso Ordinário em
Mandado de Segurança nº 2002/0094.265-7 –
Ministro Castro Meira – DJ 08/09/2003).

PRINCÍPIO DO “NON OLET” Art. .da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes. bem como da natureza do seu objeto ou dos seus efeitos. ou terceiros. II – dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. responsáveis.A definição legal do fato gerador é interpretada abstraindo-se: I . 118 .

. mesmo quando criminal. (STF . JURISPRUDÊNCIA “Drogas: irrelevância da origem ilícita.530/RS – Rio Grande do Sul – Habeas Corpus – Relator(a): Min. da renda subtraída à tributação.HC nº 77. A exoneração tributária dos resultados econômicos de fato criminoso – antes de ser corolário do princípio da moralidade – constitui violação do princípio de isonomia fiscal. de manifesta inspiração ética. Sepúlveda Pertence – Julgamento: 25/08/1998).

d) pessoal. e e) quantitativo. FATO GERADOR: ASPECTOS No âmbito doutrinário. . o fato gerador é estratificado nos seguintes aspectos: a) material. b) temporal. c) espacial.

TIPOS DE FATO GERADOR FATO GERADOR SIMPLES OU CONTÍNUO OU COMPLEXO OU INSTANTÂNEO CONTINUADO COMPLEXIVO FG FG FG FATOS JURÍDICOS .

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. Sujeito ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público. SUJEITO ATIVO Art. 119. titular da competência para exigir o seu cumprimento.

CTN Pessoa jurídica Pessoa jurídica competente competente para exigir para instituir (Sujeito ativo) Imposto de União União renda Contribuição União CREA para o CREA .ART. 119. SUJEITO ATIVO .

. JURISPRUDÊNCIA STJ Súmula 396 A Confederação Nacional da Agricultura tem legitimidade ativa para a cobrança da contribuição sindical rural.

JURISPRUDÊNCIA STJ “O INSS e o FNDE possuem legitimidade ad causam para figurar no pólo passivo das demandas em que se discute a contribuição ao salário-educação. 135. (REsp nº 358.) . e não a União”. p.150-1 – Ministro João Otávio de Noronha – DJ 23/05/2006.097/RS – Recurso Especial nº 2001/0122.

Salvo disposição de lei em contrário. 120. SUJEITO ATIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Art. a pessoa jurídica de direito público. cuja legislação tributária aplicará até que entre em vigor a sua própria. subroga-se nos direitos desta. . que se constituir pelo desmembramento territorial de outra.

ART. CTN Município A Legislação de A Município A Novo Município B . 120.

.. mediante aprovação da população diretamente interessada. e do Congresso Nacional. § 3º. 18. Constituição Federal Art.. Os Estados podem incorporar-se entre si. por lei complementar. subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros. através de plebiscito. ou formarem novos Estados ou Territórios Federais..

. às populações dos Municípios envolvidos. § 4º. far-se-ão por lei estadual... a incorporação. e dependerão de consulta prévia. dentro do período determinado por Lei Complementar Federal. A criação. Constituição Federal Art. 18. mediante plebiscito. a fusão e o desmembramento de Municípios. apresentados e publicados na forma da lei. após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal..

121. . SUJEITO PASSIVO Art. Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária.contribuinte. Parágrafo único. quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: I .

Parágrafo único. 121.) II . SUJEITO PASSIVO Art.responsável. sem revestir a condição de contribuinte.. sua obrigação decorra de disposição expressa de lei. O sujeito passivo da obrigação principal diz-se: (. . quando..

CTN quando tenha relação pessoal e direta com a Contribuinte situação que constitua o Sujeito passivo respectivo fato gerador. Responsável sua obrigação decorra de lei. 121. da obrigação principal quando. Art. sem revestir a condição de contribuinte. .

FG-1 FG-2 ICMS-1 ICMS-2 ICMS-2 CONTRIBUINTE RESPONSÁVEL ICMS 2 MERCADO INDÚSTRIA ICMS 1 INDÚSTRIA NÃO HÁ .

Com relação ao ICMS-2: Responsável ou sujeito Contribuinte ou sujeito passivo indireto passivo direto ICMS-1 ICMS-2 ICMS-2 Contribuinte de fato .

(Continua) . JURISPRUDÊNCIA STJ “O locatário é parte ativa ilegítima para impugnar lançamento de IPTU. pois não se enquadra na sujeição passiva como contribuinte nem como responsável tributário.

não inserida nesta seara a posse indireta exercida pelo locatário”. tão-somente. para situações em que ocorre posse ad usucapionem. Ministro José Delgado) . (STJ . JURISPRUDÊNCIA “O ‘possuidor a qualquer título’ citado como contribuinte no CTN refere-se.618/RJ – Recurso Especial nº 2006/0025.263-0 – Rel.REsp nº 818.

122. SUJEITO PASSIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Art. Sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada às prestações que constituam o seu objeto. .

123 – Salvo disposições de lei em contrário. não podem ser opostas à Fazenda Pública. as convenções particulares. SUJEITO PASSIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Art. para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. . relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos.

p. 273.618/RJ – Recurso Especial nº 2006/0025.263-0 – Rel. com cláusula determinando a responsabilidade do inquilino pela liquidação do IPTU. Ministro José Delgado – DJ 02/05/2006.) .” (REsp nº 818. não pode ser oponível à certidão de pagamento de imposto. JURISPRUDÊNCIA STJ “O contrato de locação.

CTN RELAÇÃO OBRIGACIONAL TRIBUTÁRIA . SOLIDARIEDADE TRIBUTÁRIA Arts. 124 e 125.

II . A solidariedade referida neste artigo não comporta benefício de ordem. .as pessoas expressamente designadas por lei. TIPOS DE SOLIDARIEDADE TRIBUTÁRIA Art.as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal. 124. São solidariamente obrigadas: I . Parágrafo único.

124. o fato gerador. . RIEDADE Por previsão em lei.Art. CTN Os solidários têm interesse comum na DE FATO situação que constitua SOLIDA. LEGAL independente da existência de interesse Não comporta comum entre os benefício de ordem solidários.

até a contestação da lide. Parágrafo único. 827. O fiador demandado pelo pagamento da dívida tem direito a exigir. . livres e desembargados. que sejam primeiro executados os bens do devedor. a que se refere este artigo. deve nomear bens do devedor. O fiador que alegar o benefício de ordem. sitos no mesmo município. BENEFÍCIO DE ORDEM Código Civil Art. quantos bastem para solver o débito.

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II . a solidariedade quanto aos demais pelo saldo. subsistindo. 125.o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais. são os seguintes os efeitos da solidariedade: I . .a isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados. EFEITOS DA SOLIDARIEDADE Art. Salvo disposição de lei em contrário. salvo se outorgada pessoalmente a um deles. nesse caso.

) III . são os seguintes os efeitos da solidariedade: (. Salvo disposição de lei em contrário. favorece ou prejudica aos demais. . EFEITOS DA SOLIDARIEDADE Art.a interrupção da prescrição.. em favor ou contra um dos obrigados. 125..

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00 pessoal. Isenção em caráter IPTU: R$ 900. os outros continuam solidários pelo saldo de R$ 600.00 . No caso de isenção em caráter pessoal.

JURISPRUDÊNCIA STJ “A prescrição. não se podendo falar que apenas quando citado o sócio é que se conta a prescrição – interpretação dos arts. 341.515-5 – Rel.638/PR – Recurso Especial nº 2003/0033.” (REsp nº 505. III. III.) . Ministra Eliana Calmon – DJ 05/09/2005. quando interrompida em desfavor da pessoa jurídica. p. 135. também atinge os responsáveis solidários. 125. e 174 do CTN.

II) de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação do exercício das atividades civis. CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA Art. . ou da administração direta de seus bens ou negócios. comerciais ou profissionais. 126 – A capacidade tributária passiva independe: I) da capacidade civil das pessoas naturais.

CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA Art.) III) de estar a pessoa jurídica regularmente constituída. . bastando que configure uma unidade econômica ou profissional. 126 – A capacidade tributária passiva independe: (...

126. . CTN A capacidade tributária passiva DE TUDO independe.CAPACIDADE TRIBUTÁRIA PASSIVA Art...

o centro habitual de sua atividade. . sendo esta incerta ou desconhecida. ou.quanto às pessoas naturais. 127. pelo contribuinte ou responsável. considera-se como tal: I . na forma da legislação aplicável. de domicílio tributário. DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO DO SUJEITO PASSIVO Art. a sua residência habitual. Na falta de eleição.

na forma da legislação aplicável. Na falta de eleição. o de cada estabelecimento. de domicílio tributário. DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO DO SUJEITO PASSIVO Art. o lugar da sua sede. pelo contribuinte ou responsável. considera-se como tal: (. 127..) II . . em relação aos atos ou fatos que derem origem à obrigação.quanto às pessoas jurídicas de direito privado ou às firmas individuais.. ou.

Na falta de eleição. considera-se como tal: (... DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO DO SUJEITO PASSIVO Art. na forma da legislação aplicável. 127. . de domicílio tributário. qualquer de suas repartições no território da entidade tributante.quanto às pessoas jurídicas de direito público.) III . pelo contribuinte ou responsável.

Considera-se como domicílio tributário na falta de eleição por parte do sujeito passivo.. pessoas naturais a sua residência habitual ou. pessoas jurídicas de direito público qualquer das suas repartições dentro do território da entidade tributante. . pessoas jurídicas de direito privado o lugar de sua sede. se incerta ou desconhecida o seu centro habitual de atividade. ou o de cada estabelecimento para atos ali praticados.. no caso de .

. . considerar-se-á como domicílio tributário do contribuinte ou responsável o lugar da situação dos bens ou da ocorrência dos atos ou fatos que deram origem à obrigação. § 1º Quando não couber a aplicação das regras fixadas em qualquer dos incisos deste artigo.... DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO Art. 127..

aplicando-se então a regra do parágrafo anterior. . quando impossibilite ou dificulte a arrecadação ou a fiscalização do tributo.. 127... DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO Art. § 2º A autoridade administrativa pode recusar o domicílio eleito...

tributário o local da Quando o domicílio tributário situação do eleito pelo sujeito passivo bem ou da impossibilitar ou dificultar a ocorrência arrecadação ou fiscalização e for do fato recusado pelo fiscal. 127. gerador. “caput”. Não havendo eleição do domicílio tributário por parte do Considerar- sujeito passivo e não cabendo a se-á como aplicação de nenhuma das três domicílio hipóteses do Art. .

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legitimando o redirecionamento da execução fiscal para o sócio-gerente. sem comunicação aos órgãos competentes. JURISPRUDÊNCIA STJ Súmula 435 Presume-se dissolvida irregularmente a empresa que deixar defuncionar no seu domicílio fiscal. .

Min. 127. enfrentando dificuldades para arrecadar ou localizar o domicílio tributário do contribuinte.) . REsp nº 437. Rel. § 2º.383/MG. poderá fixá-lo nos limites estabelecidos por lei (art. JURISPRUDÊNCIA STJ “I. do CTN). unânime. O sujeito ativo tributante. II. José Delgado. Esse princípio não afeta direito subjetivo do contribuinte. agosto/2002..” (1ª T.

.

129 a 138. RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA Por A obrigação tributária já Substituição nasce tendo como sujeito Autorizadas pelo passivo o responsável e art.128. CTN não o contribuinte Responsabilidade A obrigação nasce tendo como sujeito passivo o Por contribuinte e é Transferência transferida por motivos Arts. diversos para o CTN responsável .

vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação. a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa. . 128 – Sem prejuízo do disposto neste Capítulo. RESPONSABILIDADE POR SUBSTITUIÇÃO Autorizada pelo art. excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. 128. CTN Art.

. 128. CTN EXIGÊNCIAS DO CTN Previsão em Lei De modo expresso Terceira pessoa vinculada ao fato gerador Pode excluir o contribuinte ou incluí-lo supletivamente na relação obrigacional. RESPONSABILIDADE POR SUBSTITUIÇÃO Autorizada pelo art.

OU PARA FRENTE. SUBSTITUIÇÃO PARA OPERAÇÕES SUBSEQUENTES. OU PROGRESSIVA FG-1 FG-2 ICMS-1 ICMS-2 ICMS-2 .

§ 7º. CF – A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição. SUBSTITUIÇÃO PARA OPERAÇÕES POSTERIORES Art. cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente. caso não se realize o fato gerador presumido. assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga. . 150.

nesta Corte. Teori Albino Zavascki). a adoção da orientação traçada pelo STF. nos casos em que a comercialização se dá em valor inferior ao utilizado como base de cálculo do imposto. no sentido de ser devida a restituição do ICMS apenas nas hipóteses de não-ocorrência do fato gerador. Min. JURISPRUDÊNCIA “Pacificou-se.RMS nº 20.” (STJ . . não. portanto.851-4/AL. a partir do julgamento pelo STF da ADIn nº 1.487-8 – Rel.263/RJ – Recurso Ordinário em Mandado de Segurança nº 2005/0104.

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Min.) . não havendo que se falar em tributo pago a maior ou a menor por parte do contribuinte substituído.250-AgR. Segunda Turma. julgamento em 9-11-2004. JURISPRUDÊNCIA STF “A restituição assegurada pelo § 7º do art. DJ de 26-11-2004. Rel. Carlos Velloso. 150 da CF/1988 restringe-se apenas à hipótese de não ocorrer o fato gerador presumido.” (RE 389.

SUBSTITUIÇÃO PARA OPERAÇÕES ANTERIORES OU PARA TRÁS OU REGRESSIVA OU DIFERIMENTO FG-1 FG-2 ICMS-1 ICMS-2 ICMS-1 .

cujo contribuinte é o transportador.SUBSTITUIÇÃO PARA OPERAÇÕES CONCOMITANTES O industrial é contribuinte do ICMS-1 sobre a circulação da mercadoria O industrial é responsável pelo ICMS-2 sobre o transporte. .

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RESPONSABILIDADES POR
TRANSFERÊNCIA
DE TERCEIROS
Art. 134, CTN IMOBILIÁRIA
POR INFRAÇÃO Art. 130, CTN
Arts. 135 a 138, CTN EMPRESARIAL
POR SUCESSÃO Arts. 132 e 133, CTN
Arts. 131 a 133, CTN PESSOAL
Art. 130, CTN

RESPONSABILIDADES POR
TRANSFERÊNCIA
Art. 129. O disposto nesta Seção aplica-se por
igual aos créditos tributários definitivamente
constituídos ou em curso de constituição à data
dos atos nela referidos, e aos constituídos
posteriormente aos mesmos atos, desde que
relativos a obrigações tributárias surgidas até a
referida data.

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.11/03/2008). JURISPRUDÊNCIA “(. Recurso Especial 2007/0303974-3 – Min. 113 do CTN)”. . mas também de penalidades pecuniárias (art. 132 e 133 apenas refiram-se aos tributos devidos pelo sucedido.) Nada obstante os art. o art. 129 dispõe que o disposto na Seção II do CTN aplica-se por igual aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição.. compreendendo o crédito tributário não apenas as dívidas decorrentes de tributos. Castro Meira .REsp 1017186/SC. 129 c/c § 1º do art. (STJ .

pelos tributos devidos por seus filhos menores. . respondem solidariamente com este nos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis: I . 134. pelos tributos devidos por estes. II .os tutores e curadores. Nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte. RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS Art. III .os administradores de bens de terceiros.os pais. pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados.

. no caso de liquidação de sociedade de pessoas. 134.. em razão do seu ofício. RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS Art..os tabeliães. VI . pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles.o síndico e o comissário. pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário.os sócios. VII .o inventariante. IV . escrivães e demais serventuários de ofício. pelos tributos devidos pelo espólio. ou perante eles. V .

Impossibilidade de Solidariedade exigência do sem benefício contribuinte de ordem ! Contribuinte que voltou a ter Responsável condições de pagar .

(Continua) . JURISPRUDÊNCIA STJ “A dissolução irregular da pessoa jurídica é causa que. permite a responsabilização solidária do sócio pelos débitos da sociedade por cotas de responsabilidade limitada.

Ministro Teori Albino Zavascki – DJ 19/12/2005.REsp nº 728. JURISPRUDÊNCIA “Todavia. ainda que contraídas no período em que participava da administração da empresa. tal fator não se presta a fazê-lo suportar as dívidas fiscais assumidas.” (STJ .) . se a retirada do sócio ocorre em data anterior ao encerramento irregular da sociedade. p. 251.461/SP – Recurso Especial nº 2005/0031.793-8 – Rel.

(Continua) . JURISPRUDÊNCIA STJ “No caso de liquidação de sociedade de pessoas. os sócios são ‘solidariamente’ responsáveis nos atos em que intervieram ou pelas omissões que lhes forem atribuídas.

998/MT – Recurso Especial nº 2004/0140. p.” (.261-1 – Rel. é mister que lhe seja imputada a autoria do ato ilegal. 272. JURISPRUDÊNCIA STJ “Em se tratando de responsabilidade subjetiva. o que se mostra inviável quando o sócio sequer era administrador da sociedade à época do fato gerador.REsp nº 722.) . Ministro Luiz Fux – DJ 28/04/2006.

.. RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS Art. às de caráter moratório. em matéria de penalidades. . O disposto neste artigo só se aplica.... Parágrafo único... 134 .

. entre formal contribuinte e responsável. Penalidade solidariedade moratória entre Não ocorre contribuinte e solidariedade Penalidade responsável. RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS Ocorre solidariedade Imposto entre de Renda contribuinte e Ocorre responsável.

as pessoas referidas no artigo anterior. prepostos e empregados. 135. gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. II . contrato social ou estatutos: I . São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei.os mandatários.os diretores. . III . RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÃO Art.

quando não se lhe impute conduta dolosa ou culposa. em se tratando de sociedade por quotas de responsabilidade limitada. . com violação da lei ou do contrato. Néri da Silveira – Julgamento: 03/02/1989). JURISPRUDÊNCIA STF “O sócio não responde.728/SP – Recurso Extraordinário – Rel.” (RE nº 108.: Min. pelas obrigações fiscais da sociedade.

. a responsabilidade solidária do sócio-gerente. por si só. JURISPRUDÊNCIA STJ Súmula 430 O inadimplemento da obrigação tributária pela sociedade não gera.

JURISPRUDÊNCIA STJ “A solidariedade do sócio pela dívida da sociedade só se manifesta quando comprovado que. do CTN. (Continua) . praticou os atos elencados na forma do art. no exercício de sua administração. caput. 135.

JURISPRUDÊNCIA “Não se pode. 331).Agravo Regimental no Agravo de Instrumento no 2005/00116. Ministro Teori Albino Zavascki – DJ 01/08/2005. atribuir tal responsabilidade substitutiva quando sequer estava investido das funções diretivas da sociedade.91-3 – Rel. p.” (STJ . . pois.

p. JURISPRUDÊNCIA “É assente na Corte que o redirecionamento da execução fiscal. ou na hipótese de dissolução irregular da empresa”. (STJ . Ministro Luiz Fux – DJ 28/04/2006. para o sócio-gerente da empresa.998/MT – Recurso Especial nº 2004/0140. .261-1 – Rel. infração à lei ou contra o estatuto. somente é cabível quando reste demonstrado que este agiu com excesso de poderes.REsp nº 722. e seus consectários legais. 272).

RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÃO Art. . 136. natureza e extensão dos efeitos do ato. 136. Salvo disposição de lei em contrário. CTN Art. a responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade.

368-7 – Ministro João Otávio de Noronha – DJ 13/03/2006.REsp nº 278. p. JURISPRUDÊNCIA “Apesar de prever o art.324/SC – Recurso Especial nº 2000/0095.” (STJ . 239. diante da possibilidade de aplicação da eqüidade e do princípio da lei tributária in dubio pro contribuinte – arts. 136 do CTN que a responsabilidade do contribuinte ao cometer um ilícito é objetiva.) . admitem-se temperamentos na sua interpretação. IV. e 112. 108.

quanto às infrações conceituadas por lei como crimes ou contravenções. RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÃO Art. . A responsabilidade é pessoal ao agente: I . função. cargo ou emprego. salvo quando praticadas no exercício regular de administração. ou no cumprimento de ordem expressa emitida por quem de direito. mandato. 137. II .quanto às infrações em cuja definição o dolo específico do agente seja elementar.

RESPONSABILIDADE POR INFRAÇÃO III . . prepostos ou empregados. b) dos mandatários. contra seus mandantes.quanto às infrações que decorram direta e exclusivamente de dolo específico: a) das pessoas referidas no artigo 134. contra aquelas por quem respondem. c) dos diretores. contra estas. preponentes ou empregadores. gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado.

136 do CTN. Tratando-se de ilícito praticado por terceiro.. não cabe imputação de fraude aos compradores a pretexto de aplicação da regra objetiva do art. 137 c/c art. impõe-se eximi-lo dos consectários da infração à luz do art. JURISPRUDÊNCIA STJ “Na adulteração de guias de recolhimento pelos vendedores. contribuinte.. 112 do CTN. (continua) . sem o concilium fraudis do adquirente..

o adquirente que.288-1 – Rel. não pode ser apenado tributariamente. . apenas.” (STJ . mercê de contribuinte. Ministro Luiz Fux). de juros de mora e correção monetária. JURISPRUDÊNCIA “Deveras.745/RS – Recurso Especial nº 2002/0095. recolhe com base em guias falsificadas por terceiro.REsp nº 457. exigindo a lei elemento subjetivo consistente no ‘dolo específico’. devido adimplir a obrigação a qual deve ser acrescida.

que consagra a responsabilidade subjetiva. Em hipóteses como tais. sobretudo quando não resta comprovado que a conduta do vendedor encontrava-se inquinada de má-fé. tem emprego o disposto no art. JURISPRUDÊNCIA “A responsabilidade pela prática de infração tributária.847-5 – Rel. deve ser analisada com temperamentos. Ministro João Otávio de Noronha – DJ 01/02/2006. malgrado o disposto no art.546/MG – Recurso Especial nº 2000/0071. . 136 do CTN. 473).” (STJ . 137 do CTN. p.REsp nº 267.

acompanhada. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. BENEFÍCIO DA ESPONTANEIDADE Art. quando o montante do tributo dependa de apuração. . ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. 138. se for o caso.

. Parágrafo único.. . 138. BENEFÍCIO DA ESPONTANEIDADE Art. Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. relacionados com a infração.

. mas pagos a destempo. JURISPRUDÊNCIA STJ SÚMULA 360 O benefício da denúncia espontânea não se aplica aos tributos sujeitos a lançamento por homologação regularmente declarados.

.

.

JURISPRUDÊNCIA
STJ
“O pedido de parcelamento do débito não
configura denúncia espontânea para fins de
exclusão da multa moratória, sendo certo
que o advento da Lei Complementar no
104/2001, que acrescentou ao CTN o art.
155-A, somente reforçou o referido
posicionamento.
(REsp nº 284.189/SP).

RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO
IMOBILIÁRIA
Art. 130. Os créditos tributários relativos a
impostos cujo fato gerador seja a propriedade,
o domínio útil ou a posse de bens imóveis, e
bem assim os relativos a taxas pela prestação
de serviços referentes a tais bens, ou a
contribuições de melhoria, subrogam-se na
pessoa dos respectivos adquirentes, salvo
quando conste do título a prova de sua
quitação.

Art. 130, CTN
Alienante Adquirente
Aquisição do
imóvel

Tributos devidos até a aquisição:
Impostos
Taxas de serviço
Taxa de Polícia
Contribuições de melhoria

. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço. . RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO IMOBILIÁRIA Art.. No caso de arrematação em hasta pública. Parágrafo único. 130.

(Continua) .. no ato translatício. foram-lhe passados todos os direitos e ações relacionados ao bem adquirido.. JURISPRUDÊNCIA STJ “O adquirente sub-roga-se nos direitos e obrigações relativos ao imóvel quando.

p. não há como conferir-lhe o direito à repetição das quantias indevidamente recolhidas a título de IPTU. JURISPRUDÊNCIA “Entretanto.162/SP – Recurso Especial nº 2005/0144.” (STJ .894-1 – Rel. 127. todos os direitos e ações relacionados ao bem adquirido. não sendo repassado ao adquirente.REsp nº 778. Ministro João Otávio de Noronha – DJ 19/04/2006. no referido ato.) .

JURISPRUDÊNCIA STJ “Na hipótese de arrematação em hasta pública. recebendo o adquirente o imóvel desonerado dos ônus tributários devidos até a data da realização da hasta. (Continua) . que por eles responde. a sub-rogação do crédito tributário. ocorre sobre o respectivo preço.

548-2 – Rel.975/SP – Recurso Especial no 1998/0017.” (STJ . Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira – DJ 04/10/1999) . não fica o arrematante responsável pelo eventual saldo devedor.REsp nº 166. JURISPRUDÊNCIA “Se o preço alcançado na arrematação em hasta pública não for suficiente para cobrir o débito tributário.

transformadas ou incorporadas. . A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão. 132. RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO EMPRESARIAL Art. transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável pelos tributos devidos até à data do ato pelas pessoas jurídicas de direito privado fusionadas.

.

Parágrafo único.. 132. O disposto neste artigo aplica- se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado. RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO EMPRESARIAL Art. sob a mesma ou outra razão social. quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente.. . ou seu espólio. ou sob firma individual.

em função do sócio SÓCIOS NOVA FÁBRICA DE DOCES remanescente. FÁBRICA DE A nova fábrica de SÓCIOS DOCES EXTINTA doces. que continua a exploração da respectiva atividade. . responde pelos tributos devidos até a extinção.

sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual. devidos até à data do ato: . SUCESSÃO EMPRESARIAL Art. por qualquer título. industrial ou profissional. 133. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. responde pelos tributos. fundo de comércio ou estabelecimento comercial. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. e continuar a respectiva exploração.

se o alienante cessar a exploração do comércio. II . se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis meses a contar da data da alienação. indústria ou atividade. 133. indústria ou profissão. I . ..integralmente.subsidiariamente com o alienante.. SUCESSÃO EMPRESARIAL Art. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio.

. indústria ou integralmente pelos atividade por pelo tributos devidos pelo menos 6 meses alienante Alienante continua ou O adquirente responde reinicia nova subsidiariamente com atividade dentro de 6 o alienante pelos meses da alienação tributos devidos.Responsabilidade do adquirente de um fundo de comércio que continua a respectiva exploração Alienante cessa a exploração do O adquirente responde comércio.

em processo de recuperação judicial. EXCLUSÃO DA RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO EMPRESARIAL Art. § 1º O disposto no caput deste artigo não se aplica na hipótese de alienação judicial: I – em processo de falência.. . II – de filial ou unidade produtiva isolada.. 133..

.. EXCLUSÃO DA RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO EMPRESARIAL Art. § 2º Não se aplica o disposto no § 1º deste artigo quando o adquirente for: I – sócio da sociedade falida ou em recuperação judicial. ou sociedade controlada pelo devedor falido ou em recuperação judicial. 133. ..

133.§ 2º Não se aplica o disposto no § 1º deste artigo quando o adquirente for: II – parente. do devedor falido ou em recuperação judicial ou de qualquer de seus sócios. ou III – identificado como agente do falido ou do devedor em recuperação judicial com o objetivo de fraudar a sucessão tributária. consangüíneo ou afim. . em linha reta ou colateral até o 4º (quarto) grau. EXCLUSÃO DA RESPONSABILIDADE Art.

133. filial ou unidade produtiva isolada permanecerá em conta de depósito à disposição do juízo de falência pelo prazo de 1 (um) ano... § 3º Em processo da falência.. EXCLUSÃO DA RESPONSABILIDADE Art. . contado da data de alienação. o produto da alienação judicial de empresa. somente podendo ser utilizado para o pagamento de créditos extraconcursais ou de créditos que preferem ao tributário.

o sucessor a qualquer título e o cônjuge meeiro. São pessoalmente responsáveis: I . pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da abertura da sucessão.RESPONSABILIDADE POR SUCESSÃO PESSOAL Art. 131.o espólio. pelos tributos relativos aos bens adquiridos ou remidos. III . . limitada esta responsabilidade ao montante do quinhão do legado ou da meação. II .o adquirente ou remitente. pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação.

I e II. 131. Art. CTN Tributos Espólio devidos até Suces- a morte sores e Abertura da Partilha ou cônjuge sucessão adjudicação meeiro .

Art. 131.Responsabilidade pessoal pelos tributos devidos até a morte . CTN Contri- Tributos Responsável buinte Devidos até a morte De cujus Espólio Devidos até a morte Sucessores e não pagos pelo e espólio De cujus até a partilha ou cônjuge adjudicação meeiro . II e III.

Art. CTN Espólio Tributos devidos após Suces- a morte sores e Abertura da Partilha ou cônjuge sucessão adjudicação meeiro . 134. IV.

IV. RESPON- TRIBUTOS BUINTE SÁVEL DEVIDOS APÓS A INVENTA- ESPÓLIO MORTE RIANTE . até a partilha ou adjudicação Art. CTN CONTRI. 134. Responsabilidade solidária pelos tributos devidos após a morte.

p. O sucessor tributário é responsável pela multa moratória. Ministro Garcia Vieira – DJ 19/11/1990. 13. JURISPRUDÊNCIA STJ “Execução fiscal. Responsabilidade do sucessor.245) . aplicada antes da sucessão. Multa moratória.097/RS – Recurso Especial nº 1990/0004.503-7 – Rel.” (REsp nº 3.

Ministro Luiz Fux – DJ 23/06/2003.114/GO – Agravo Regimental no Recurso Especial nº 2002/0113. no REsp nº 461.CDA respectiva. 131 do Código Tributário Nacional).238-7 – Rel.Rg. JURISPRUDÊNCIA STJ “A execução voltada contra o responsável tributário prescinde de que conste seu nome na Certidão da Dívida Ativa . (art. 252). . p. porquanto a responsabilidade é ex lege.” (Ag.

JURISPRUDÊNCIA STJ “O sujeito ativo tributário não está obrigado a substituir a certidão da dívida para continuar a execução contra o espólio. (Continua) .

REsp nº 295.” (STJ . p. . com a sua presença. JURISPRUDÊNCIA “Ocorrendo a morte do devedor. dando continuidade. pela via da citação. 277). o representante do espólio é chamado ao processo como sucessor da parte passiva.222/SP – Recurso Especial nº 2000/0138. Ministro José Delgado – DJ 10/09/2001. à relação jurídico-processual.986-6 – Rel.

Ministro LUIZ FUX . na condição de responsável tributário e. do CTN. sujeito passivo da obrigação tributária principal. 240). ostenta legitimidade ativa para impugnar o crédito tributário. e 130. . portanto. parágrafo único.” (REsp 783414 / SP . Inteligência dos arts. JURISPRUDÊNCIA STJ “O sucessor. 121.DJ 02/04/2007 p.RECURSO ESPECIAL 2005/0158072-6 .

130 Exclusiva Art. 132 Por sucessão Integral ou empresarial subsidiária Art. 133 Por sucessão pessoal Pessoal Art. 135 a Por infração Pessoal 138 Por sucessão imobiliária Pessoal Art. Responsabilidade Tipo CTN De terceiros Solidária Art. 134 Arts. 131 .