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MARCO AURELIO MACEDO DE MELO – TEN-CEL PM 1

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MARCO AURÉLIO DE MELO . . TEN-CEL (org)

CÓDIGO DISCIPLINAR
DA PMCE E DO CBM
E LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR

COM REMISSÕES A(O)
ESTATUTO DOS MILITARES DO ESTADO DO CEARÁ
LEI COMPLEMENTAR Nº 98/2011
LEI COMPLEMENTAR Nº 159/2016
CONTÉM AINDA:
CÓDIGO DE ÉTICA DOS AGENTES DA SEGURANÇA PÚBLICA
E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ
REGULAMENTO DISCIPLINAR DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ

Os textos desta obra não substituem os publicados no Diário Oficial

MARÇO - 2016

ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. I Sm 7:12

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MARCO AURÉLIO DE MELO . . TEN-CEL PM (ORG)
LEI Nº 13.407, DE 21.11.2003 - CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM

Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial

LEI Nº 13.407, DE 21 DE NOVEMBRO DE 20031
(PUBLICADA NO DOE N° 231, DE 02 DE DEZEMBRO DE 2003)

Institui o Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará, dispõe sobre
o comportamento ético dos militares estaduais, estabelece os
procedimentos para apuração da responsabilidade
administrativo-disciplinar dos militares estaduais e dá outras
providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ
Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

FINALIDADE DA LEI
Art. 1º. Esta Lei institui o Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de
Bombeiros Militar do Estado do Ceará, Corporações Militares Estaduais organizadas com base
na hierarquia e na disciplina, dispõe sobre o comportamento ético dos militares estaduais e
estabelece os procedimentos para apuração da responsabilidade administrativo-disciplinar dos
militares estaduais.
NOTA: Lei nº 13.729/06 (Estatuto dos Militares do Estado do Ceará – EMECE)
EMECE - Art. 50. O Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará dispõe sobre o
comportamento ético-disciplinar dos militares estaduais, estabelecendo os procedimentos para apuração da
responsabilidade administrativo-disciplinar, dentre outras providências.
EMECE - Art.29. A hierarquia e a disciplina são a base institucional das Corporações Militares do Estado, nas quais a
autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico do militar estadual.

SUJEIÇÃO E EXCEPCIONALIDADES
Art. 2º. Estão sujeitos a esta Lei os militares do Estado do serviço ativo, os da reserva
remunerada, nos termos da legislação vigente.
Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica:
I - aos militares do Estado, ocupantes de cargos públicos não militares ou eletivos;
II - aos Magistrados da Justiça Militar;
III - aos militares reformados do Estado.
NOTA: EMECE - Art.3º Os militares estaduais somente poderão estar em uma das seguintes situações:
I - na ativa:
a) os militares estaduais de carreira;
b) os Cadetes e Alunos-Soldados de órgãos de formação de militares estaduais; (Redação dada pelo art. 26 da Lei nº
15.797/2015)
2 3
c) os alunos dos cursos específicos de Saúde, Capelânia e Complementar , na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros
Militar, conforme dispuser esta Lei e regulamento específico; (NR). (Redação dada pelo art. 1º da Lei 13.768, de 4.05.2006; Quadro
Complementar extinto na PMCE nos termos do art. 2º da Lei 14.931/2011).
d) os componentes da reserva remunerada, quando convocados;
II - na inatividade:
a) os componentes da reserva remunerada, pertencentes à reserva da respectiva Corporação, da qual percebam
remuneração, sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação;
b) os reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estejam dispensados, definitivamente, da
prestação de serviço na ativa, mas continuem a perceber remuneração pela respectiva Corporação.

HIERARQUIA MILITAR - CONCEITUAÇÃO
Art. 3º. Hierarquia militar estadual é a ordenação progressiva da autoridade, em graus
diferentes, da qual decorre a obediência, dentro da estrutura da Polícia Militar e do Corpo de
1
O CDPM/BM entrou em vigor a partir de 31 de janeiro de 2004.
2
Cremos ter havido erro na digitação, vez que o termo é Capelania e não Capelânia como grafado.
3
Lei nº14.931, de 02 de junho de 2011- Art.2º Fica extinto o Quadro de Oficiais Complementares da Polícia Militar do Ceará -QOCPM, e as
vagas dele remanescentes distribuídas entre os demais Quadros de Oficiais, conforme estabelecido no anexo I desta Lei.
ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. ISm 7:12

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MARCO AURÉLIO DE MELO . . TEN-CEL PM (ORG)
LEI Nº 13.407, DE 21.11.2003 - CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM

Bombeiros Militar, culminando no Governador do Estado, Chefe Supremo das Corporações
Militares do Estado.
EMECE – Matéria regulada no §1º, art. 29 do EMECE
Art. 29, §1º A hierarquia militar estadual é a ordenação da autoridade em níveis diferentes dentro da estrutura da
Corporação, obrigando os níveis inferiores em relação aos superiores.
NOTA 2: Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942. - Art. 2º. §2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou
especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

ORDENAÇÃO DA AUTORIDADE
§1º. A ordenação da autoridade se faz por postos e graduações, de acordo com o
escalonamento hierárquico, a antigüidade e a precedência funcional.
NOTA: Matéria regulada no §2º, art. 29 do EMECE.
EMECE - Art. 29, §2º A ordenação é realizada por postos ou graduações dentro de um mesmo posto ou de uma mesma
graduação e se faz pela antiguidade ou precedência funcional no posto ou na graduação
EMECE - Art. 30. Os círculos hierárquicos e a escala hierárquica nas Corporações Militares Estaduais são fixados nos
esquemas e parágrafos seguintes:
Esquema I
CÍRCULOS ESCALA HIERÁRQUICA
CORONEL COMANDANTE-GERAL
SUPERIORES CORONEL
OFICIAIS POSTOS TENENTE-CORONEL
MAJOR
INTERMEDIÁRIOS CAPITÃO
SUBALTERNOS PRIMEIRO TENENTE
SEGUNDO TENENTE

Esquema II
CÍRCULOS ESCALA HIERÁRQUICA
SUBTENENTES E SUBTENENTE
PRIMEIRO, SEGUNDO E PRIMEIRO
PRAÇAS TERCEIROS SARGENTOS GRADUAÇÕES SEGUNDO E
TERCEIRO
SARGENTO
CABOS E CABO
SOLDADOS SOLDADO
Nota: Esquemas I e II com redação do art. 27 da Lei nº 15.797, de 25.05.2015

DEFINIÇÃO DE POSTO
§2º. Posto é o grau hierárquico dos oficiais, conferido por ato do Governador do Estado e
confirmado em Carta Patente ou Folha de Apostila.
NOTA 1: Matéria regulada no art. 30, §1º EMECE:
EMECE - Art. 30, §1º Posto é o grau hierárquico do Oficial, conferido pelo Governador do Estado, correspondendo cada
posto a um cargo.
NOTA 2: EMECE - Art.35. Os cargos de provimento efetivo dos militares estaduais são os postos e graduações previstos na
Lei de Fixação de Efetivo de cada Corporação Militar, compondo as carreiras dos militares estaduais dentro de seus Quadros
e Qualificações, somente podendo ser ocupados por militar em serviço ativo.
Parágrafo único. O provimento do cargo de Oficial é realizado por ato governamental e o da Praça, por ato administrativo
do Comandante-Geral.
NOTA 3: Lei nº 15.797/2015 - Art.4º A promoção do oficial se dará por ato do Governador do Estado, já a da praça por ato
do Comandante-Geral.
NOTA 2: Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942. - Art. 2º. §2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou
especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

DEFINIÇÃO DE GRADUAÇÃO
§3º. Graduação é o grau hierárquico das praças, conferido pelo Comandante-Geral da
respectiva Corporação Militar.
Nota: Matéria regulada no art. 30, §2º EMECE:
EMECE - Art. 30, §2º Graduação é o grau hierárquico da Praça, conferido pelo Comandante-Geral, correspondendo cada
graduação a um cargo
EMECE - Art.35. Os cargos de provimento efetivo dos militares estaduais são os postos e graduações previstos na Lei de
Fixação de Efetivo de cada Corporação Militar, compondo as carreiras dos militares estaduais dentro de seus Quadros e
Qualificações, somente podendo ser ocupados por militar em serviço ativo.
Parágrafo único. O provimento do cargo de Oficial é realizado por ato governamental e o da Praça, por ato administrativo
do Comandante-Geral.
Nota: Lei nº 15.797/2015 - Art.4º A promoção do oficial se dará por ato do Governador do Estado, já a da praça por ato do
Comandante-Geral.

ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. ISm 7:12

2º. §4º Em igualdade de posto ou graduação. art. II . pelas seguintes condições: I . . 31 do EMECE EMECE . A antigüidade entre os militares do Estado. em igualdade de posto ou graduação. NOTA: Decreto-Lei nº 4. quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.Art.maior idade. 5º. §1º A antiguidade entre os militares do Estado.Art. MARCO AURÉLIO DE MELO . 31.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ANTIGUIDADE ENTRE OS MILITARES Art. comanda ou chefia. §1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare.data de nomeação ou admissão. NOTAS SOBRE A PRECEDÊNCIA EMECE . PRECEDÊNCIA FUNCIONAL Art. 31. os militares estaduais da ativa têm precedência sobre os da inatividade.ocupar cargo ou função que lhe atribua superioridade funcional sobre os integrantes do órgão ou serviço que dirige. NOTA: Matéria regulada no §8º do art. quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior. de 25. 2º. V . §2º Nos casos de promoção a Segundo-Tenente ou admissão de Cadetes ou Alunos-Soldados prevalecerá. 4º. de nomeação de oficiais. em lei ou regulamento. ou admissão de cadetes ou alunos-soldados prevalecerá. ISm 7:12 . 31 do EMECE que deixa de considerar como precedência funcional e passa a ser apenas precedência.11.Art. 26 da Lei nº 13.Art. II . IV . EMECE ..407. sucessivamente.05. de 4 de setembro de 1942. do mesmo grau hierárquico.2015) §3º Entre os alunos de um mesmo órgão de formação policial militar ou bombeiro militar. comanda ou chefia. §4º Em igualdade de posto ou graduação. a ordem de classificação obtida nos respectivos cursos ou concursos.657. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. em igualdade de posto ou graduação. . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. sucessivamente.prevalência sucessiva dos graus hierárquicos anteriores. para efeito de antigüidade. as precedências entre os Quadros se estabelecerão na seguinte ordem: I .maior idade. art. §8º A precedência funcional ocorrerá quando.767. DE 21. (Redação dada pelo art. b) Quadro de Oficiais de Saúde . em relação aos inativos. art. §1º A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare. Nos casos de promoção a primeiro-tenente. a ordem de classificação obtida nos respectivos cursos ou concursos. §5º Em igualdade de posto. 31 do EMECE. A precedência funcional ocorrerá quando. .31.2003 . os militares estaduais da ativa têm precedência sobre os da inatividade. para efeito de antiguidade. A precedência entre militares estaduais da ativa. em igualdade de posto ou graduação.classificação no curso de formação ou habilitação. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. em igualdade de posto ou graduação. Parágrafo único.. pelas seguintes condições: I . III . 31 do EMECE EMECE . salvo nos casos de precedência funcional estabelecida neste artigo. NOTA: ainda em vigor para os concludentes do CFO/2016 NOTA: Matéria regulada no §2º. 31.na Polícia Militar do Ceará: a) Quadro de Oficiais Policiais Militares .QOPM. 31 . NOTA: matéria com idêntica redação no §1º. IV . V . como se vê abaixo: Art. será definida.Art. II .657.data da última promoção.classificação no curso de formação ou habilitação. será definida. NOTA: Decreto-Lei nº 4.prevalência sucessiva dos graus hierárquicos anteriores. de 4 de setembro de 1942.Art. .data de nomeação ou admissão.data da última promoção. o oficial ou praça ocupar cargo ou função que lhe atribua superioridade funcional sobre os integrantes do órgão ou serviço que dirige. o oficial ou a praça: I .QOSPM.estiver no serviço ativo. NOTA: Matéria regulada no §4º. III . a antiguidade será estabelecida de acordo com o regulamento do respectivo órgão.

11. entre os integrantes da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará. inerentes a seus integrantes.relativamente aos bombeiros militares. aplica-se ao militar estadual o disposto no Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará.QOEPM. vide texto legal abaixo transcrito: 4 Lei nº 14. II . cumprindo as requisições emanadas de qualquer destes. 2º do EMECE Art. comanda ou chefia.QOCBM. inerentes a seus integrantes. 2º [. visando sua incolumidade em situações de risco. . e as vagas dele remanescentes distribuídas entre os demais Quadros de Oficiais. §7º Em igualdade de postos ou graduações. relativa aos crimes militares definidos em lei.Art. de 02. O militar do Estado prestará compromisso de honra.931.32. preservar a ordem pública. de 02 de junho de 2011. mediante: I . a proteção da pessoa. 2º [.06. de 4.] I . Art. Aplicada aos componentes das Corporações Militares. EMECE . NOTA: Matéria regulada no inciso II. traduzidos em normas de conduta. 2º do EMECE EMECE . art. que se impõem para que o exercício da profissão do militar estadual atinja plenamente os ideais de realização do bem comum. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. f) Quadro de Oficiais Especialistas .227. 2º da Lei 14.931/2011) d) Quadro de Oficiais Capelães .QOCplPM. art.Corpo de Bombeiros Militar do Ceará: a proteção da pessoa e do patrimônio. 8º da Lei 13.Art.QOCPM . o oficial ou praça ocupar cargo ou função que lhe atribua superioridade funcional sobre os integrantes do órgão ou serviço que dirige. Cabos. §8º A precedência funcional ocorrerá quando. DO COMPROMISSO DE HONRA §2º. §1º. bem como exercer a atividade de polícia judiciária militar estadual.2003 . Primeiros-Sargentos. as praças combatentes têm precedência sobre as praças especialistas. NOTA: Matéria tratada no art. c) Quadro de Oficiais de Administração ..CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM 4 c) Quadro de Oficiais Complementar . aqueles militares terão precedências hierárquicas sobre estes. No que tange aos deveres e obrigações.768. em caráter solene. 3º da Lei nº 14. NOTA: Matéria regulada no inciso I. MARCO AURÉLIO DE MELO . além dos já estabelecidos nesta Lei.2º Fica extinto o Quadro de Oficiais Complementares da Polícia Militar do Ceará -QOCPM. a preservação da ordem pública e a garantia dos poderes constituídos. devendo cumprimento às requisições emanadas dos Poderes estaduais. §6º Em igualdade de graduação. a deontologia policial-militar reúne princípios e valores úteis e lógicos a valores espirituais superiores.] II . (Redação dada pelo art.2006.Polícia Militar do Ceará: exercer a polícia ostensiva. A precedência entre as praças especiais e as demais praças é assim regulada: I . Soldados e Alunos-Soldados. 6º. a execução de atividades de defesa civil.QOAPM.relativamente aos policiais militares. independentemente de posto ou graduação.. contudo agora com o texto “cidadão” e não mais de “militar do Estado”..Art. em igualdade de posto ou graduação. ISm 7:12 . infortúnio ou de calamidade.no Corpo de Bombeiros Militar do Ceará: a) Quadro de Oficiais Bombeiros Militares .QOBM. (Quadro Complementar extinto na PMCE nos termos do art. CAPÍTULO II DA DEONTOLOGIA POLICIAL-MILITAR Seção I Disposições Preliminares DEONTOLOGIA MILITAR ESTADUAL Art. conforme estabelecido no anexo I desta Lei.QOABM. infortúnio ou de calamidade.os Cadetes são hierarquicamente superiores aos Subtenentes. (NR). DE 21. II . QOE extinto na PMCE e incluído no QOA nos termos do art.931. relativa aos crimes militares definidos em lei. afirmando a consciente aceitação dos valores e deveres militares e a firme disposição de bem cumpri-los.2011). 48 EMECE. visando à incolumidade em situações de risco. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. A deontologia militar estadual é constituída pelos valores e deveres éticos. .407. destinados a elevar a profissão do militar estadual à condição de missão.os Aspirantes-a-Oficial são hierarquicamente superiores às demais praças. II . e) Quadro de Oficiais de Administração . b) Quadro de Oficiais Complementar Bombeiro Militar ..05. proteger a incolumidade da pessoa e do patrimônio e garantir os Poderes constituídos no regular desempenho de suas competências. bem como exercer a atividade de polícia judiciária militar estadual.

preservar a natureza e o meio ambiente. IV . . VI . inclusive dos agregados. XI . EMECE .atuar de forma disciplinada e disciplinadora. V . incutindo este senso em seus subordinados. dentro da estrita observância das normas jurídicas e das disposições deste Código.217. NOTA: Decreto-Lei nº 4.cumprir e fazer cumprir.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM EMECE . e com preocupação para com a integridade física. quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.a verdade real. 7º. III . inerente à natureza da atividade militar estadual.2003 . prestará compromisso de honra.o civismo.servir à comunidade. VII . VIII . promover. envidando esforços para bem encaminhar a solução dos problemas surgidos. Os militares estaduais são submetidos a regime de tempo integral de serviço. IX . II .cultuar os símbolos e as tradições da Pátria.atuar com devotamento ao interesse público.Art. VII . ISm 7:12 .o patriotismo. o êxito e o aprimoramento técnico-profissional e moral. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. sempre. MARCO AURÉLIO DE MELO .48. VIII . de 4 de setembro de 1942. exercendo suas atividades com res- ponsabilidade. buscando.Art. com respeito mútuo a superiores e a subordinados.o profissionalismo. Seção II Dos Valores Militares Estaduais VALORES FUNDAMENTAIS Art.a honestidade. 2º. são os seguintes: I .a lealdade. colocando-o acima dos anseios particulares. Os deveres éticos.11.Art. a Constituição. VI .dedicar-se em tempo integral ao serviço militar estadual.657. no qual afirmará aceitação consciente das obrigações e dos deveres militares e manifestará a sua firme disposição de bem cumpri-los. no exercício da suprema missão de preservar a ordem pública e de proteger a pessoa. Seção III Dos Deveres Militares Estaduais DEVERES ÉTICOS Art.a hierarquia. o bem estar comum. inteiramente devotada às finalidades e missões fundamentais das Corporações Militares estaduais. DE 21. dentro de suas atribuições legalmente definidas. 8º. . Os valores fundamentais.cumprir os deveres de cidadão.a coragem. sendo compensados através de sua remuneração normal.a constância. § 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare. X . II .a disciplina. com todas as energias. do Estado do Ceará e da respectiva Corporação Militar e zelar por sua inviolabilidade. IV . são os seguintes: I . moral e psíquica de todos os militares do Estado.a dignidade humana. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. as leis e as ordens legais das autoridades competentes. .407. III . O cidadão que ingressar na Corporação Militar Estadual.a honra. IX . emanados dos valores militares estaduais e que conduzem a atividade profissional sob o signo da retidão moral. procurando. XII . V . determinantes da moral militar estadual.ser justo na apreciação de atos e méritos dos subordinados.

incumbindo aos comandantes incentivar e manter a harmonia e a solidariedade entre os seus comandados. maneiras e na linguagem escrita ou falada.Art.observar as normas de boa educação e de discrição nas atitudes. sem ferir os princípios de hierarquia. eqüidade e absoluto respeito pelo ser humano. conhecendo e respeitando-lhes os limites de competência. evitando o uso desnecessário de violência. agindo com isenção. solidarizando-se com os colegas nas dificuldades. conduzindo-o como bom chefe de família.216.proceder de maneira ilibada na vida pública e particular.considerar a verdade. XXX . XXVI . racial ou de condição social. XVII . enquanto em serviço ativo. §3º. O militar estadual.exercer as funções com integridade e equilíbrio.não usar meio ilícito na produção de trabalho intelectual ou em avaliação profissional. XVI . zelando por sua competência e autoridade. 9º. do uso das designações hierárquicas em: a) atividade político-partidária. não se prevalecendo de sua condição de autoridade pública para a prática de arbitrariedade. XI . cargo ou função que esteja sendo exercido por outro militar do Estado.ser fiel na vida militar. evitando exacerbá-las.abster-se. CDPM/BM . XIX .observar os direitos e garantias fundamentais. XII . mas elevando o conceito e os padrões da própria profissão. graduação ou cargo para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. XXIV . não pode estar filiado a partido político.atuar com prudência nas ocorrências militares. XXVII . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. Nota: Abster-se é evitar. . aceitando seus valores e cumprindo seus deveres éticos e legais. A camaradagem é indispensável à formação e ao convívio do militar. XIII .conduzir-se de modo não subserviente. XVIII .manter ânimo forte e fé na missão militar.não pleitear para si. XXIII . d) exercício de cargo ou função de natureza civil. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. não sujeitando o cumprimento do dever a influências indevidas. por meio de terceiros. a legalidade e a responsabilidade como fundamentos de dignidade pessoal. não aceitando vantagem indevida.prestar assistência moral e material ao lar.407.manter ambiente de harmonia e camaradagem na vida profissional. XXIX . XX . XXII . EMECE . promovendo estímulos de apro- ximação e cordialidade. XIV . salvo os de natureza técnica.procurar manter boas relações com outras categorias profissionais. XXVIII .2003 . salvo quando candidato a cargo eletivo. MARCO AURÉLIO DE MELO . XXI .exercer a profissão sem discriminações ou restrições de ordem religiosa.Art. política.estar sempre disponível e preparado para as missões que desempenhe. segundo os princípios que regem a administração pública.respeitar a integridade física. ajudando-os no que esteja ao seu alcance. Privar-se. demonstrando persistência no trabalho para superá-las. moral e psíquica da pessoa do preso ou de quem seja objeto de incriminação.zelar pelo bom nome da Instituição Militar e de seus componentes. mesmo diante das dificuldades. XV . respeito e decoro. cumprindo os compromissos relacionados às suas atribuições de agente público. .11. exercer sempre a função pública com honestidade. DE 21. ainda que na inatividade. b) atividade comercial ou industrial. Não usar seu posto ou graduação.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM X . de qualquer espécie.abster-se do uso do posto.não solicitar publicidade ou provocá-lo visando a própria promoção pessoal. disciplina. inclusive no âmbito do ensino. XXV . c) pronunciamento público a respeito de assunto militar. ISm 7:12 .

Contrário à moral.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Meio ilícito: contrário à lei ou ao direito. naquele momento. traduzindo- se na rigorosa observância e acatamento integral das leis. Ao militar do Estado em serviço ativo é vedado exercer atividade de segurança particular. XXXVI – cumprir o expediente ou serviços ordinário e extraordinário. nestes últimos. Cotista possui parte de uma empresa através da detenção de ações (cotas). sujeitando-se as manifestações de caráter individual aos preceitos deste Código. para preservar a ordem pública ou prestar socorro. que é representada por suas ações. da Constituição Federal.Art. Cotistas são acionistas. Não confundir com comanditado. XXXV . comunicando qualquer mudança. XXXII . O comanditário é um tipo de sócio de sociedade em comandita simpes que responde apenas pela integralização de suas respectivas cotas. . CAPÍTULO III DA DISCIPLINA MILITAR DISCIPLINAR MILITAR Art. esteja nominalmente escalado. cotista ou comanditário.407. §4º. ainda.proteger as pessoas. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. para fins particulares. MARCO AURÉLIO DE MELO . filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.39.9º. A remuneração dos militares estaduais compreende vencimentos ou subsídio fixado em parcela única. XXXI . pois este possui responsabilidade ilimitada e solidária pelas obrigações sociais.atuar com eficiência e probidade. DE 21. poderão exceder o teto remuneratório constitucionalmente previsto MANIFESTAÇÕES COLETIVAS . É assegurado ao militar do Estado inativo o direito de opinar sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico. o patrimônio e o meio ambiente com abnegação e desprendimento pessoal. e proventos.atuar onde estiver. incompatíveis com a remuneração do respectivo cargo. XXXIII . pois integrou uma parte do Capital Social para montar a empresa. cuja utilização lhe for confiada. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. devendo observar os preceitos da ética militar e preservar os valores militares em suas manifestações essenciais. mesmo não estando em serviço. O cotista tem direito à divisão dos lucros.54. EMECE . Aos militares do Estado da ativa são proibidas manifestações coletivas sobre atos de superiores. mas acionistas nem sempre são cotistas. desde que não exista. regulamentos. comércio ou tomar parte da administração ou gerência de sociedade empresária ou dela ser sócio ou participar. sendo devida em bases estabelecidas em lei específica e. coibindo. ISm 7:12 . indenizações e outros direitos. Acionista ou cotista . nem distribuí-los a quem quer que seja. de caráter reivindicatório e de cunho político-partidário. exceto como acionista. de tecnologia própria das funções militares. provocando a instauração de procedimento criminal e/ou administrativo necessário à comprovação da origem dos seus bens. em seus registros funcionais. em nenhuma hipótese. A disciplina militar é o exato cumprimento dos deveres do militar estadual. para os quais.aquele que detém uma parte do capital da empresa.FISCALIZAÇÃO §2º. zelando pela economia e conservação dos bens públicos. RIQUEZA INCOMPATÍVEL COM O CARGO . . a transferência. COMÉRCIO ETC .ATIVIDADES INCOMPATÍVEIS §1º. normas e ordens. em detrimento dos fins da administração pública. salvo impedimento de força maior. por parte de todos e de cada integrante da Corporação Militar. XXXIV .não abusar dos meios do Estado postos à sua disposição. Compete aos Comandantes fiscalizar os subordinados que apresentarem sinais exteriores de riqueza.manter atualizado seu endereço residencial. na forma do art. força de serviço suficiente.2003 . enquanto um acionista está interessado no desempenho da empresa por outros motivos para além apenas da apreciação das ações.PROIBIÇÃO §3º. MANIFESTAÇÃO DE PENSAMENTO POR INATIVOS §4º.11. SEGURANÇA PARTICULAR.

EMECE . com o correto cumprimento.as manifestações espontâneas de acatamento dos valores e deveres éticos. que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes.a colaboração espontânea na disciplina coletiva e na eficiência da Instituição. 29 do EMECE EMECE . II . não manifestamente ilegal. poderá solicitar que os esclarecimentos necessários sejam oferecidos de maneira formal. de 4 de setembro de 1942. ao recebê-la. pelos militares do Estado.2003 . §5º A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos em todas as circunstâncias entre os militares. traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos. tanto no serviço ativo.Art. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar.Art. art. São manifestações essenciais da disciplina: I . CDPM/BM . CIVILIDADE §4º. CUMPRIMENTO DE ORDENS LEGAIS Art.10.manter ambiente de harmonia e camaradagem na vida profissional.a observância rigorosa das prescrições legais e regulamentares. CDPM/BM .47. . Cabe ao executante que exorbitar no cumprimento da ordem recebida à responsabilidade pelo abuso ou excesso que cometer.Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. VI . As ordens legais devem ser prontamente acatadas e executadas. III .a correção de atitudes.Art. §2o A lei nova. A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos. V .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM NOTA: Matéria regulada no §4º. cabendo a superiores e subordinados atitudes de respeito e deferência mútuos. DE 21. das ordens emanadas dos superiores. permanentemente. 11. A civilidade é parte integrante da educação policial-militar. MANIFESTAÇÕES DA DISCIPLINA §1º.ESCLARECIMENTOS §1º Quando a ordem parecer obscura. §1º. solidarizando-se com os colegas nas dificuldades. ORDENS OBSCURAS . IV .o emprego de todas as energias em benefício do serviço. cabendo inteira responsabilidade à autoridade que as determinar. de superior hierárquico. regulamentos. A camaradagem é indispensável à formação e ao convívio do militar. não revoga nem modifica a lei anterior. bem como pela não-observância ou falta de exação no cumprimento de seus deveres. . O militar do Estado é responsável pelas decisões que tomar ou pelos atos que praticar. A disciplina é a rigorosa observância e o acatamento integral às leis. §2º.a obediência às ordens legais dos superiores. normas e disposições que fundamentam a Corporação Militar Estadual e coordenam seu funcionamento regular e harmônico. quanto na inatividade. 29. RESPONSABILIDADE POR EXORBITAR NO CUMPRIMENTO DE ORDEM §2º. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. incumbindo aos comandantes incentivar e manter a harmonia e a solidariedade entre os seus comandados. pelos subordinados. o subordinado. Cabe ao militar estadual a responsabilidade integral pelas decisões que tomar.407. promovendo estímulos de aproximação e cordialidade.Art. XVI . ajudando-os no que esteja ao seu alcance. inclusive nas missões expressamente determinadas. NOTA: Decreto-Lei nº 4. ISm 7:12 . §4º. CAMARADAGEM §3º. NOTA: EMECE . 8º. salvo se o fato é cometido sob coação irresistível ou sob estreita obediência à ordem.657. 29.11. MARCO AURÉLIO DE MELO . quando só será punível o autor da coação ou da ordem.

para o cometimento da transgressão. A ofensa aos valores e aos deveres vulnera a disciplina militar. em caráter permanente ou extraordinário. inclusive de denúncias que cheguem ao seu conhecimento. . mesmo não estando presente no local do ato. A violação da disciplina militar será tão mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer. bombeiros militares e ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.concorrer diretamente. EMECE .1º Fica criada. A disciplina e o comportamento do militar estadual estão sujeitos à fiscalização. nas quais a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico do militar estadual CONTROLAORIA GERAL DE DISCIPLINA . IV . de caráter transitório. cabendo inteira responsabilidade à autoridade que as determinar. inspeções. disciplina e orientação pela Corregedoria-Geral dos Órgãos de Segurança Pública e Defesa Social.2003 . criada pela Lei Estadual nº 12. com a competência para realizar.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM CAPÍTULO IV DA VIOLAÇÃO DOS VALORES. constituindo infração administrativa. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Redação Anterior §4º. na esfera administrativo-disciplinar. cujas atribuições se transcreve abaixo: Lei Complementar nº 98/2011 Art.29. ainda: I . policiais militares. A disciplina e o comportamento do militar estadual estão sujeitos à fiscalização. inclusive por iniciativa própria. investigações e auditorias administrativas nos estabelecimentos das Corporações Militares do Estado. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. vistorias. incorrendo nas mesmas sanções da transgressão praticada por seu subordinado quando: I . no âmbito da Administração Direta do Poder Executivo Estadual. VI .Art. ISm 7:12 .11. As ordens legais devem ser prontamente acatadas e executadas. bem como acompanhar as suas apurações e soluções. 1º da Lei nº 14. bem como acompanhar a sua apuração ou solução. CDPM/BM .407. exames.instaurar e realizar sindicância por suposta transgressão disciplinar que ofenda a incolumidade da pessoa e do patrimônio estranhos às estruturas das Corporações Militares do Estado. O superior hierárquico responderá solidariamente.Art. contando com a participação de outros órgãos e entidades da Administração Pública do Estado.10. MARCO AURÉLIO DE MELO . desde que diversas das previstas no inciso I deste parágrafo. competindo-lhe. . disciplina e orientação pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. III . II . requisitar e avocar sindicâncias e processos administrativos para apurar a responsabilidade disciplinar dos servidores integrantes do grupo de atividade de polícia judiciária.Art.receber sugestões e reclamações. na forma da lei: (NR) (Redação dada pelo art. VII . AGRAVAÇÃO PELO GRAU HIERÁRQUICO §3º.47. por ação ou omissão. a Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado do Ceará. V . para atuar em projetos e programas específicos. II .933/2011). com autonomia administrativa e financeira.requerer a instauração de conselho de justificação ou disciplina ou de processo administrativo-disciplinar. A hierarquia e a disciplina são a base institucional das Corporações Militares do Estado.ATRIBUIÇÕES §4º.realizar. DOS DEVERES E DA DISCIPLINA Seção I Disposições Preliminares VIOLAÇÃO DOS VALORES E DOS DEVERES Art. VIII . RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA §2º. RESPONSABILIDADE PELAS DECISÕES E ATOS §1º.presenciar o cometimento da transgressão deixando de atuar para fazê-la cessar imediatamente. isolada ou cumulativamente. inclusive nas missões expressamente determinadas. 11.requerer a instauração de inquérito policial ou policial militar. bem como acompanhar a sua apuração ou solução. Cabe ao militar estadual a responsabilidade integral pelas decisões que tomar.691. NOTA 1: Quando se fala em “na forma da lei” refere-se à Lei Complementar nº 98/2011. nos procedimentos penais militares realizados pelas Corporações Militares Estaduais. penal ou civil. bem como pela não-observância ou falta de exação no cumprimento de seus deveres.propor retificação de erros e exigir providências relativas a omissões e à eliminação de abuso de poder. dando a elas o devido encaminhamento. DE 21. EMECE . O militar do Estado é responsável pelas decisões que tomar ou pelos atos que praticar.realizar os serviços de correição. de 16 de maio de 1997.criar grupos de trabalho ou comissões.

. quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior. sindicâncias civis e militares. com a competência para realizar. de 06 de dezembro de 2011). do §4º do art. V . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. auditoria. XIII . auditoria. Excepcionalmente. e agentes penitenciários. e a Procuradoria Geral do Estado todos que recomendem medida judicial e/ou ressarcimento ao erário. policiais militares. proceder e acompanhar.aplicar e acompanhar o cumprimento de punições disciplinares.exercer as funções de orientação.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM agentes penitenciários. para atuar em projetos e programas específicos. o combate à corrupção e ao abuso no exercício da atividade policial ou de segurança penitenciaria. Federal e Municipal. A colocação dos dois pontos constantes no término do parágrafo parece ter sido apenas um equívoco de digitação. requisitar e avocar sindicâncias e processos administrativos para apurar a responsabilidade disciplinar dos servidores integrantes do grupo de atividade de polícia judiciária. inclusive firmando convênios e parcerias. de 4 de setembro de 1942. com ela. a Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado do Ceará. com autonomia administrativa e financeira. Dessarte. XIV . até porque a própria CGOSP foi extinta e. NOTA: Decreto-Lei nº 4. reclamações.realizar correições. prestados à sociedade. com vistas ao esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos seus autores. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. com sua extinção foi criada a CGD com atribuições previstas na LC nº 98/2011. de caráter transitório. VI . ISm 7:12 . XVI .1º Fica criada. VIII .manter contato constante com os vários órgãos do Estado.criar grupos de trabalho ou comissões. III . sem utilidade.requisitar a instauração e acompanhar as sindicâncias para a apuração de fatos ou transgressões disciplinares praticadas por servidores integrantes do grupo de atividade de polícia judiciária. no âmbito da Administração Direta do Poder Executivo Estadual. servidores da Perícia Forense. visando o incremento da transparência da gestão governamental. bem como aos locais que guardem pertinência com suas atribuições. controle. civis ou militares para apuração de responsabilidades. controle. vistorias e auditorias administrativas. buscando uma maior eficiência dos serviços policiais e de segurança penitenciária.LC nº104. processamento e punição disciplinares. para serem apurados e processados pela Controladoria Geral de Disciplina. Vide texto abaixo: Art. visando à verificação da regularidade e eficácia dos serviços. em desfavor dos servidores integrantes do grupo de atividade de polícia judiciária. competindo à Corregedoria-Geral acompanhar as suas apurações e soluções. representações e denúncias.instaurar. II . (NR . MARCO AURÉLIO DE MELO . sem prejuízo das atribuições institucionais destes órgãos. visando o incremento da transparência da gestão governamental. prestados à sociedade. § 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare. XII . . inspeções. policiais militares. suas atribuições. os processos administrativos disciplinares.ter acesso a qualquer banco de dados de caráter público no âmbito do Poder Executivo do Estado.11 quando fazia referência à competência da extinta CGOSP.11. bombeiros militares.encaminhar à Procuradoria Geral de Justiça do Estado cópia dos procedimentos e/ou processos cuja conduta apurada. investigação.657. previstas em lei. Portaria do Secretário da Segurança Pública e Defesa Social poderá autorizar as Corporações Militares do Estado a instaurarem e realizarem sindicâncias de que trata o inciso I deste artigo. de ofício ou por determinação do Governador do Estado. NOTA: O parágrafo tinha por fundamentação o inciso I.acessar diretamente quaisquer bancos de dados funcionais dos integrantes da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social e da Secretaria de Justiça e Cidadania.expedir recomendações e provimentos de caráter correicional. XI . de 20. de 13 de junho de 2011. XV . policiais militares. X .Art. o combate à corrupção e ao abuso no exercício da atividade policial ou de segurança penitenciaria.407. acompanhamento. acompanhamento. e a proposição de medidas. bombeiros militares e agentes penitenciários. a qual editou a Portaria nº 254/2012- CGD que delegou aos titulares dos órgãos submetidos à LC nº 98/2011 a competência para instaurar sindicâncias.2011. podendo contar com a participação de outros órgãos e entidades da Administração Pública Estadual. aperfeiçoamento e especialização relacionados com as atividades desenvolvidas pelo Órgão. estimulando os a atuar em permanente sintonia com as atribuições da Controladoria Geral de Disciplina e apoiar os órgãos de controle externo no exercício de suas missões institucionais. processamento e punição disciplinares das atividades desenvolvidas pelos servidores integrantes do grupo de atividade de polícia judiciária.participar e colaborar com a Academia Estadual de Segurança Pública – AESP.2003 . DE 21. publicada no DOE nº 117. e agentes penitenciários.3º São atribuições institucionais da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado do Ceará: I .receber sugestões. IV . bombeiros militares. também constitua ou apresente indícios de ilícitos penais e/ou improbidade administrativa. buscando uma maior eficiência dos serviços policiais e de segurança penitenciária.06. os incisos do §4º se tornam letra morta.avocar quaisquer processos administrativos disciplinares. §5º. . 2º. investigação.auxiliar os órgãos estaduais nas atividades de investigação social dos candidatos aprovados em concurso público para provimento de cargos. entende-se que as atribuições da CGD estão dispostas na Lei Complementar nº 98. servidores da Perícia Forense. bem como a sugestão de providências necessárias ao seu aprimoramento. NOTA 2: Apesar de a Lei não haver revogado expressamente os incisos I a VIII. VII . Art.requisitar diretamente aos órgãos da Secretaria de Segurança Pública e de Defesa Social e da Secretaria de Justiça e Cidadania toda e qualquer informação ou documentação necessária ao desempenho de suas atividades de orientação. bombeiros militares e agentes penitenciários. bem como na promoção de cursos de formação. IX . policiais militares. na elaboração de planos de capacitação.

O Conselho de Disciplina poderá ser instaurado. II .Não impede a instauração de novo processo regular.Parágrafo único . NOTA SOBRE A INDEPENDÊNCIA DAS INSTÂNCIAS O entendimento do Superior Tribunal de Justiça as instâncias civil. inclusive os crimes previstos nos Códigos Penal ou Penal Militar. As transgressões disciplinares compreendem: I . Nota: Os valores e deveres militares se encontram especificados nos art.Na esfera criminal o militar responde pela prática de ação ou omissão em fato tido como crime. .11. 50. ou. 90. §1º. 12. aluno de curso militar. deste Código. serão classificadas pela autoridade competente como médias ou leves.2003 . independentemente da existência ou da instauração de inquérito policial comum ou militar. NOTA SOBRE AS RESPONSABILIDADES . As transgressões disciplinares previstas nos itens I e II do parágrafo anterior. mas que também violem os valores e deveres militares.atentatórias aos Poderes Constituídos. III . . deste artigo. contudo haverá vinculação na hipótese única de sentença penal absolutória que reconhece: 1) a inexistência do fato 2)a negativa de autoria.todas as ações ou omissões não especificadas no artigo seguinte. A aplicação das penas disciplinares previstas neste Código independe do resultado de eventual ação penal ou cível. 7º e 8º respectivamente. CDPM/BM . cominando ao infrator as sanções previstas neste Código. cumulativamente ao Código Disciplinar. Transgressão disciplinar é a infração administrativa caracterizada pela violação dos deveres militares.todas as ações ou omissões contrárias à disciplina militar.44. ISm 7:12 .Art.falta de prova de ter o acusado concorrido para a transgressão. na esfera administrativa.Na esfera civil tem-se a responsabilidade pelo ressarciemento do patrimônio por danos causados por ação ou omissão. além do previsto neste Código.Art.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Seção II Da Transgressão Disciplinar TRANSGRESSÃO DISCIPLINAR ..Art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. §3º. CDPM/BM . aplica-se. CDPM/BM . consideradas as circunstâncias do fato. o disposto nos regulamentos próprios dos estabelecimentos de ensino onde estiver matriculado. às instituições ou ao Estado. sujeitando o infrator às sanções administrativas. . as disposições normativas disciplinares previstas no estabelecimento de ensino onde estiver matriculado.atentatórias aos direitos humanos fundamentais. DISCIPLINA PARA ALUNOS DE CURSOS MILITARES §4º. II . a absolvição.não existir prova suficiente para a condenação. DE 21. no que concerne à disciplina. III . criminal e administrativa são independentes entre si. . de sanção pela prática de transgressão disciplinar sobre o mesmo fato. caso surjam novos fatos ou evidências posteriormente à conclusão dos trabalhos na instância administrativa. As transgressões previstas no inciso II do § 1º e não enquadráveis em algum dos itens do § 2º. §2º Ao Cadete e ao Aluno-Soldado aplicam-se. MARCO AURÉLIO DE MELO . do militar do Estado em razão de: I ..de natureza desonrosa. administrativa ou judicial. A sanção disciplinar não exime o militar estadual punido da responsabilidade civil e criminal emanadas do mesmo fato. . INDEPENDÊNCIA DAS INSTÂNCIAS PUNITIVAS §5º.407. Ao militar do Estado. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.CONCEITO Art. CLASSIFICAÇÃO DAS TRANSGRESSÕES §2º.Art. CDPM/BM . Parágrafo único . sem prejuízo das responsabilidades penal e civil. desde que venham a ser: I .não haver prova da existência do fato.72.A instauração de inquérito ou ação criminal não impede a imposição. subsidiariamente.Na esfera disciplinar a responsabilidade é por ação ou omissão que viola os deveres ou valores funcionais. serão classificadas como graves. especificadas no artigo seguinte. Nota: o “artigo seguinte” é o 13: CDPM/BM II . de processo criminal ou de sentença criminal ransitada em julgado.

XII . agindo com isenção. médias (M) e leves (L). se o militar for absolvido por insuficiência de provas quanto à autoria ou porque a prova não foi suficiente para a condenação (art. 8º.faltar com a verdade (G). conserve em seu poder instrumentos ou outros objetos proibidos. CDPM/BM .Art.STF Pela falta residual. roubo.envolver. não se prevalecendo de sua condição de autoridade pública para a prática de arbitrariedade.11. IV . CLASSIFICAÇÃO DAS TRANSGRESSÕES Art. Vide STJ – MS 14780 DF 2009/0216017-0.agredir física. XXIX . conforme disposto neste artigo. eqüidade e absoluto respeito pelo ser humano.observar os direitos e garantias fundamentais. VI . objeto achado ou qualquer outro tipo de ocorrência ou procurá-la para solicitar vantagem (G). a legalidade e a responsabilidade como fundamentos de dignidade pessoal.publicar. moral ou psicologicamente preso sob sua guarda ou permitir que outros o façam (G). Não usar seu posto ou graduação. 8º. 13. . não compreendida na absolvição pelo juízo criminal. com que possa ferir a si próprio ou a outrem (G). IX .11. CDPM/BM .liberar preso ou detido ou dispensar parte de ocorrência sem competência legal para tanto (G).deixar de providenciar para que seja garantida a integridade física das pessoas que prender ou detiver (G). é admissível a punição administrativa do servidor público. II . 8º.receber ou permitir que seu subordinado receba. divulgar ou contribuir para a divulgação irrestrita de fatos.Art. exercer sempre a função pública com honestidade.considerar a verdade. CDPM/BM .usar de força desnecessária no atendimento de ocorrência ou no ato de efetuar prisão (G). VIII . ou seja. induzir ou instigar alguém para que não declare a verdade em procedimento administrativo. que possam concorrer para o desprestígio da Corporação Militar: XI . CDPM/BM .agredir física. 8º. XIII . data de julgamento: 13. em graves (G). civil ou penal (G). 8º. evitando exacerbá-las. III .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Assim sendo. do CPP) então essa decisão judicial não tem influência na esfera administrativa. ISm 7:12 .Art. de qualquer espécie. NOTA SOBRE A FALTA RESIDUAL ou CONDUTA RESIDUAL Súmula 18 . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. XXV .desconsiderar os direitos constitucionais da pessoa no ato da prisão (G). S3 – Terceira Seção. XX . Relator: Ministro Sebastião Reis Junior. documentos ou assuntos administrativos ou técnicos de natureza militar ou judiciária. o nome de outrem para esquivar-se de responsabilidade (G). não aceitando vantagem indevida.2013. graduação ou cargo para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros.2003 . As transgressões disciplinares são classificadas. Nota: Abster-se é evitar. em razão da função pública. CDPM/BM – Art. MARCO AURÉLIO DE MELO . VII . mesmo quando oferecido pelo proprietário ou responsável (G).Art.utilizar-se do anonimato para fins ilícitos (G).receber vantagem de pessoa interessada no caso de furto.agredir física. DE 21. 8º. . ROL EXEMPLIFICATIVO DE TRANSGRESSÕES GRAVES §1º São transgressões disciplinares graves: I . qualquer objeto ou valor.ameaçar. IV. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. 386. moral ou psicologicamente preso sob sua guarda ou permitir que outros o façam (G). IV . V . XXIII .permitir que o preso.atuar com prudência nas ocorrências militares. X . Privar-se. de acordo com sua gravidade.407. data de publicação: DJe 25.11.2013. IV . não haverá vinculação no caso de absolvição por falta de provas. indevidamente.abster-se do uso do posto. CDPM/BM . moral ou psicologicamente preso sob sua guarda ou permitir que outros o façam (G). sob sua guarda.Art.

com todas as energias.§2º.] IX .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM XIV . de tecnologia própria das funções militares. coibindo. a transferência.não abusar dos meios do Estado postos à sua disposição. CDPM/BM . exceto como acionista. Ao militar do Estado em serviço ativo é vedado exercer atividade de segurança particular. XVII .exercer.407. CDPM/BM .Art. Compete aos Comandantes fiscalizar os subordinados que apresentarem sinais exteriores de riqueza.Art. CDPM/BM – Art. XXXI .dar. para fins particulares. XXIII .Art.Art. CDPM/BM . ainda que não chegue a ser cumprida (G). XV .dedicar-se em tempo integral ao serviço militar estadual. o êxito e o aprimoramento técnico-profissional e moral. XXII . ou desviar qualquer meio material ou financeiro sob sua responsabilidade ou não. comércio ou tomar parte da administração ou gerência de sociedade empresária ou dela ser sócio ou participar. XXV .não abusar dos meios do Estado postos à sua disposição. provocando a instauração de procedimento criminal e/ou administrativo necessário à comprovação da origem dos seus bens. incompatíveis com a remuneração do respectivo cargo. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. inerente à natureza da atividade militar estadual.deixar de fiscalizar o subordinado que apresentar sinais exteriores de riqueza. CDPM/BM .Art. CDPM/BM . a função de segurança particular ou administrar ou manter vínculo de qualquer natureza com empresa do ramo de segurança ou vigilância (G).não cumprir. comércio ou tomar parte da administração ou gerência de sociedade empresária ou dela ser sócio ou participar.2003 . o comércio ou tomar parte na adminis- tração ou gerência de sociedade empresária ou dela ser sócio. cotista ou comanditário (G). o militar do Estado em serviço ativo. XXI . coibindo. nem distribuí-los a quem quer que seja. 8º.10. para a execução de atividades diversas daquelas para as quais foram destinadas. .. a execução de qualquer ordem legal recebida (G). As ordens legais devem ser prontamente acatadas e executadas. cabendo inteira responsabilidade à autoridade que as determinar. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.utilizar-se da condição de militar do Estado para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros (G).217. XVIII . a transferência. . 8º [.Art.apropriar-se de bens pertencentes ao patrimônio público ou particular (G). XXXI . 8º […] §1º. 8º. Ao militar do Estado em serviço ativo é vedado exercer atividade de segurança particular. ISm 7:12 . sem justo motivo. EMECE . em proveito próprio ou de outrem (G). ordem manifestamente ilegal que possa acarretar responsabilidade ao subordinado. em detrimento dos fins da administração pública. DE 21. para evitá-los (G). apressar ou obter solução favorável em qualquer ato de serviço (G). Os militares estaduais são submetidos a regime de tempo integral de serviço. na esfera de suas atribuições. XXIV . de tecnologia própria das funções militares. bens da administração pública ou material cuja comercialização seja proibida (G). agiotagem ou transação pecuniária envolvendo assunto de serviço. sendo compensados através de sua remuneração normal. inteiramente devotada às finalidades e missões fundamentais das Corporações Militares estaduais.empregar subordinado ou servidor civil. XVI .provocar desfalques ou deixar de adotar providências. exceto como acionista. XX . para fins particulares. cotista ou comanditário.dar. em detrimento dos fins da administração pública. CDPM/BM – Art. ainda.exercer qualquer atividade estranha à Instituição Militar com prejuízo do serviço ou com emprego de meios do Estado ou manter vínculo de qualquer natureza com organização voltada para a prática de atividade tipificada como contravenção ou crime(G). ainda.. nem distribuí-los a quem quer que seja. incompatíveis com a remuneração do cargo (G). por escrito ou verbalmente. cotista ou comanditário. buscando. diretamente ou por intermédio de outrem. XIX . o militar do Estado em serviço ativo. XXVI . 8º […] §1º. exceto como acionista. receber ou pedir gratificação ou presente com finalidade de retardar.exercer.11. MARCO AURÉLIO DE MELO .deixar de assumir a responsabilidade de seus atos ou pelos praticados por subordinados que agirem em cumprimento de sua ordem (G). 8º.fazer.

9º. XL . 9º. . XXXVIII . É considerado ausente o militar estadual que por mais de 24 (vinte e quatro) horas consecutivas: I . XXXVI – cumprir o expediente ou serviços ordinário e extraordinário. para os quais. sem licença. XLII . orientar ou auxiliar o atendimento de ocorrência. da área em que deveria permanecer ou não cumprir roteiro de patrulhamento predeterminado (G). DE 21.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM XXVII . da Organização Militar Estadual onde serve ou local onde deve permanecer. provocar ou desafiar superior. A civilidade é parte integrante da educação policial-militar. §4º.faltar ao expediente ou ao serviço para o qual esteja nominalmente escalado (G). §4º. Art. ou serviço.evadir-se ou tentar evadir-se de escolta. logo que tenha conhecimento (G).Art. a qualquer autoridade superior toda informação que tiver sobre iminente perturbação da ordem pública ou grave alteração do serviço ou de sua marcha. por sua natureza ou amplitude. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.Art. CDPM/BM . EMECE . prejudicada ou embaraçada a sua execução (G).subtrair. XXVII . A civilidade é parte integrante da educação policial-militar. atos ou gestos. relatório ou qualquer documento. CDPM/BM . na ausência deste. retirar-se antes de seu encerramento sem a devida autorização (M). em boletim de ocorrência. igual. XXXIX .deixar de comparecer a sua Organização Militar Estadual. XXXI . 8º. §4º. em público ou pela imprensa. dados indispensáveis ao esclarecimento dos fatos (G). XLI .2003 . IX . CDPM/BM . palavras ou gestos (G). extraviar. salvo impedimento de força maior.407. igual ou subordinado hierárquico ou qualquer pessoa. danificar ou inutilizar documentos de interesse da administração pública ou de terceiros (G).faltar a qualquer ato em que deva tomar parte ou assistir. XXXII . cabendo a superiores e subordinados atitudes de respeito e deferência mútuos.abandonar serviço para o qual tenha sido designado ou recusar-se a executá-lo na forma determinada (G). quando em atividade militar com veículo automotor.deixar de assumir. XXXV .ausentar-se.176. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.Art. II .Art.recriminar ato legal de superior ou procurar desconsiderá-lo (G). bem como resistir a ela (G). no atendimento de ocorrência militar ou em outras situações de serviço (G).aconselhar ou concorrer para não ser cumprida qualquer ordem legal de autoridade competente. XXXVI . XXV . sem comunicar qualquer motivo de impedimento.afastar-se.tendo conhecimento de transgressão disciplinar. 13. aeronave. estando ou não de serviço (G). XXXIII . cabendo a superiores e subordinados atitudes de respeito e deferência mútuos. A civilidade é parte integrante da educação policial-militar. ou para que seja retardada.ofender a moral e os bons costumes por atos.passar a ausente (G). . deixar de apurá-la (G).ofender.promover ou participar de luta corporal com superior. XXX . XLIII . maneiras e na linguagem escrita ou falada.desrespeitar.dirigir-se. CDPM/BM – Art. assim o exigir (G).desconsiderar ou desrespeitar.observar as normas de boa educação e de discrição nas atitudes.procurar desacreditar seu superior ou subordinado hierárquico (M). XXVIII . referir-se ou responder a superior de modo desrespeitoso (G). cabendo a superiores e subordinados atitudes de respeito e deferência mútuos. XLIV . quando esta.Art. nestes últimos.11. 9º. 13.omitir. ou ainda. ISm 7:12 . XXIX . XXXVII .§2º. desconsiderar ou ofender pessoa por palavras. CDPM/BM . esteja nominalmente escalado. Art.deixar de comunicar ao superior imediato ou. os atos ou decisões das autoridades civis ou dos órgãos dos Poderes Constituídos ou de qualquer de seus representantes (G). ou subordinado hierárquico (G). XXXIV . embarcação ou a pé. 8º.§2º. MARCO AURÉLIO DE MELO .

Art.215.ferir a hierarquia ou a disciplina. ou mesmo deles servir-se.não obedecer às regras básicas de segurança ou não ter cautela na guarda de arma própria ou sob sua responsabilidade (G). §3º. ISm 7:12 . salvo quando autorizado (G). Nota: Será grave quando se dorme em policiamento. CDPM/BM .Art. imprudência ou sem habilitação legal (G). ou de associações cujos estatutos não estejam de conformidade com a lei (G). sem ordem do responsável ou proprietário (G). sem prévio conhecimento da autoridade competente.conduzir veículo. estar sob ação ou induzir outrem ao uso de substância proibida. negligência. ainda que por parte de terceiros. no qual os participantes portem qualquer tipo de armamento. pilotar aeronave ou embarcação oficial. LVII . salvo para fins de instrução autorizada pelo comando (G). salvo quando autorizado (M). Aos militares do Estado da ativa são proibidas manifestações coletivas sobre atos de superiores.andar ostensivamente armado. salvo aqueles que estejam amparados pelo art. § 13.entrar. 13.espalhar boatos ou notícias tendenciosas em prejuízo da boa ordem civil ou militar ou do bom nome da Corporação Militar (M). mesmo estando habilitado (L).ingerir bebida alcoólica quando em serviço ou apresentar-se alcoolizado para prestá- lo (G). sujeitando-se as manifestações de caráter individual aos preceitos deste Código. XXXII . a vítima.comparecer ou tomar parte de movimento reivindicatório. com tropa. sem qualquer natureza sindical ou político-partidária. CDPM/BM – Art. sem autorização do órgão militar competente. não se achando de serviço (G). EMECE . §2º O militar estadual poderá fazer parte de associações. negligência. aeronave. associações profissionais com caráter de sindicato. permitir ou concorrer para a divulgação indevida de fato ou documento de interesse da administração pública com classificação sigilosa (G). LII .fazer uso.11. 8º. imperícia. sob administração militar. 24. §1°.Art. ou participar de greve (G). O militar estadual poderá fazer parte de associações sem qualquer natureza sindical ou político-partidária. viatura.retirar ou tentar retirar de local. . LIV .A participação em greve ou em passeatas. XLIX . MARCO AURÉLIO DE MELO . L . CDPM/BM .divulgar.portar ou possuir arma em desacordo com as normas vigentes (G).2003 .215.freqüentar ou fazer parte de sindicatos. 13.reter o preso. LIII . LVIII . 176.introduzir bebidas alcoólicas em local sob administração militar. LVI . EMECE . administrativo ou penal (M). desde que não haja prejuízo para o exercício do respectivo cargo ou função militar que ocupe na ativa. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. salvo se devidamente autorizado (M). com uso de arma. LI . São transgressões disciplinares médias: I .407. 13. embarcação ou animal. Art.Art. material. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. em trajes civis.Art. XLVIII .disparar arma por imprudência. como se vê abaixo: CDPM/BM . ROL EXEMPLIFICATIVO DE TRANSGRESSÕES MÉDIAS §2º. ou introduzi-las em local sob administração militar (G).dirigir viatura ou pilotar aeronave ou embarcação policial com imperícia. §2º. Parágrafo único . Ao militar estadual são proibidas a sindicalização e a greve. vigilância ou segurança de pessoas ou instalações. XV .dormir em serviço. XXXI . §2º. configura ato atentatório contra a segurança das instituições nacionais. . entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica. II . de caráter reivindicatório e de cunho político-partidário. §13º. de modo comprometedor para a segurança da sociedade e do Estado (G). XLVII . 169 combinado com o art. XLVI . vigilância ou segurança pessoal ou patrimonial. Ao militar estadual são proibidas a sindicalização e a greve.dormir em serviço de policiamento. ou desnecessariamente (G). as testemunhas ou partes não definidas por mais tempo que o necessário para a solução do procedimento policial. sair ou tentar fazê-lo. DE 21. LV .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM XLV . da Constituição do Estado do Ceará. Nos demais casos será Média. de Organização Militar. desde que não haja prejuízo do exercício do respectivo cargo ou função militar que ocupe na ativa.

se não for de sua alçada a solução (M). hipótese em que essas circunstâncias serão declaradas (M). XX . voluntariamente. ou de absoluta falta de elementos. XII . ou embaraçar sua execução (M).deixar de prestar a superior hierárquico continência ou outros sinais de honra e respeito previstos em regulamento (M). V .Art.11.407. XVI . CDPM/BM .não levar fato ilegal ou irregularidade que presenciar ou de que tiver ciência. desarmonia ou cultivar inimizade entre companheiros (M). incumbindo aos comandantes incentivar e manter a harmonia e a solidariedade entre os seus comandados. pelo preparo próprio ou de seus subordinados ou instruendos. XVIII .deixar de exibir.Art.retardar ou prejudicar o serviço de polícia judiciária militar que deva promover ou em que esteja investido (M).deixar de corresponder a cumprimento de seu subordinado (M). CDPM/BM . §3º. IV . judiciária ou administrativa. documento de identidade funcional ou recusar-se a declarar seus dados de identificação quando lhe for exigido por autoridade competente (M). 27.. sem justo motivo.trabalhar mal. XIII . exceto nos casos de suspeição ou impedimento. .Todo fato que constituir transgressão deverá ser levado ao conhecimento da autoridade competente para as providências disciplinares. retirar-se antes de seu encerramento sem a devida autorização (M). estando ou não uniformizado.retardar. VII . CDPM/BM – Art.apresentar comunicação disciplinar ou representação sem fundamento ou interpor recurso disciplinar sem observar as prescrições regulamentares (M). . XXI .deixar de fazer a devida comunicação disciplinar (M). promovendo estímulos de aproximação e cordialidade.interferir na administração de serviço ou na execução de ordem ou missão sem ter a devida competência para tal (M). salvo se houver causa de justificação (M). e não lhe couber reprimir. X .provocar ou fazer-se. XIV . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.desrespeitar medidas gerais de ordem militar. em qualquer serviço. 14. documento ou processo que receber. intencionalmente ou por desídia. A camaradagem é indispensável à formação e ao convívio do militar. XXII . XXIII . VI . VIII . a execução de qualquer ordem legal recebida (M). sem autorização de autoridade competente (M).deixar de encaminhar à autoridade competente. A comunicação disciplinar dirigida à autoridade competente destina-se a relatar uma transgressão disciplinar cometida por subordinado hierárquico. XI .2003 . XV . Parágrafo único . IX . 9º. ao conhecimento da autoridade para isso competente (M). a dedicação imposta pelo sentimento do dever (M). MARCO AURÉLIO DE MELO .dificultar ao subordinado o oferecimento de representação ou o exercício do direito de petição (M).contrair dívida ou assumir compromisso superior às suas possibilidades. ou ainda. XIX . XXIV . quando houver indícios ou provas de autoria. desde que venha a expor o nome da Corporação Militar (M).CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM III . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. XXV .não ter. ou deixar que alguém o faça.concorrer para a discórdia. DE 21.entender-se com o preso.procurar desacreditar seu superior ou subordinado hierárquico (M). no mais curto prazo e pela via hierárquica. XVII .deixar de manifestar-se nos processos que lhe forem encaminhados. de forma velada. causa ou origem de alarmes injustificados (M).deixar de punir o transgressor da disciplina.causar ou contribuir para a ocorrência de acidente de serviço ou instrução (M).. ISm 7:12 .faltar a qualquer ato em que deva tomar parte ou assistir. instrução ou missão (M).

XXXIII . em seguida. de caráter reivindicatório e de cunho político-partidário. saída e permanência de pessoa estranha (M). XXXVII .permutar serviço sem permissão da autoridade competente (M). desde que não seja a autoridade competente ou sem sua ordem.adentrar. introduzir. salvo quando autorizado (M). substância ou material inflamável ou explosivo sem permissão da autoridade competente (M).permitir que pessoa não autorizada adentre prédio ou local interditado (M). que estejam ou não sob sua responsabilidade (M).afastar-se de qualquer lugar em que deva estar por força de dispositivo ou ordem legal (M). XL . ao entrar ou sair de Organização Militar onde não sirva.dormir em serviço. aeronaves. Aos militares do Estado da ativa são proibidas manifestações coletivas sobre atos de superiores. com uso de arma. MARCO AURÉLIO DE MELO . armamento. XXXIX . XLV .11. sujeitando-se as manifestações de caráter individual aos preceitos deste Código. se oficial. salvo em situações de emergência (M).407. Parágrafo único .introduzir bebidas alcoólicas em local sob administração militar. XLI . equipamento ou bens que lhe sejam destinados ou devam ficar em seu poder ou sob sua responsabilidade (M). aposentos destinados a superior ou onde este se encontre. XXXIV . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. logo que souber que o mesmo tenha sido interrompido ou suspenso (M). 24. XXXVI .deixar de exibir a superior hierárquico. por ação ou omissão.deixar o responsável pela segurança da Organização Militar de cumprir as prescrições regulamentares com respeito à entrada. XLIII . . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. de procurar o comandante ou o oficial de posto mais elevado ou seu substituto legal para expor a razão de sua presença.autorizar. ao entrar ou sair de qualquer Organização Militar (M). no qual os participantes não portem qualquer tipo de armamento. 8º. bem como qualquer outro lugar cuja entrada lhe seja vedada (M). embarcações ou animais.Art.desrespeitar regras de trânsito.ter em seu poder.abrir ou tentar abrir qualquer dependência da Organização Militar. de tráfego aéreo ou de navegação marítima. CDPM/BM – Art. XXIX . salvo quando essencial ao atendimento de ocorrência emergencial (M). XXXI . XXXVIII . §3º.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM XXVI .deixar de se apresentar às autoridades competentes nos casos de movimentação ou quando designado para comissão ou serviço extraordinário (M). salvo se devidamente autorizado (M).permanecer em dependência de outra Organização Militar ou local de serviço sem consentimento ou ordem da autoridade competente (M).não se apresentar ao seu superior imediato ao término de qualquer afastamento do serviço ou. quando por ele solicitado. extraviar ou inutilizar. bens ou animais pertencentes ao patrimônio público ou particular. que possa concorrer para o desprestígio da corporação militar ou ferir a hierarquia e a disciplina.simular doença para esquivar-se ao cumprimento do dever (M). sem permissão ou ordem. salvo quando essencial ao atendimento de ocorrência emergencial (M). XLII . . XXXII .comparecer ou tomar parte de movimento reivindicatório. salvo as exceções regulamentares previstas (M).2003 . promover ou executar manobras perigosas com viaturas. danificar.não ter o devido zelo. configura ato atentatório contra a segurança das instituições nacionais. lacustre ou fluvial. XXX .deixar. ainda que por parte de terceiros.negar-se a utilizar ou a receber do Estado fardamento. de dar ciência da sua presença ao Oficial-de-Dia ou de serviço e. ainda. objeto ou volume. XLIV . XXVIII . DE 21.A participação em greve ou em passeatas. ISm 7:12 . CDPM/BM . XXXV . ou distribuir em local sob administração militar. XXVII .

administrativo ou similar. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. de acordo com as normas regulamentares (L). religioso. salvo por motivo relevante ou de serviço (M). LVII . processo administrativo-disciplinar.freqüentar lugares incompatíveis com o decoro social ou militar. condecoração ou distintivo. conselho de justificação ou disciplina. do qual tenha sido previamente cientificado (M). mal uniformizado. antes ou depois do ato. na forma prevista no Código Disciplinar e nas situações abaixo: I .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM XLVI . . III .retirar. III .407. de cunho político-partidário. quando devidamente autorizado pelo Comandante-Geral XLIX .procrastinar injustificadamente expediente que lhe seja encaminhado. salvo por motivo de serviço (M). LV . . pessoas ou instituições para resolver assunto de interesse pessoal relacionado com a corporação militar. promover ou participar de petições ou manifestações de caráter reivindicatório.recorrer a outros órgãos. ou representá-la em qualquer ato. na primeira oportunidade.usar no uniforme insígnia. contrariando o Regulamento de Uniformes da Corporação Militar ou norma a respeito (M). ROL EXEMPLIFICATIVO DE TRANSGRESSÕES LEVES § 3º.comparecer. salvo por motivo de serviço (M). ISm 7:12 .deixar de comunicar ao superior a execução de ordem dele recebida.Art. conforme prescrições regulamentares (L).deixar de identificar-se quando solicitado. DE 21. nas solenidades.em manifestação de caráter político-partidário.manter relações de amizade ou exibir-se em público com pessoas de nótorios e desabonados antecedentes criminais ou policiais. não regulamentares ou de forma indevida (M). a manifestações ou reuniões de caráter político- partidário. L . de apresentar-se ao superior hierárquico de posto ou graduação mais elevada e de saudar os demais.faltar a ato judiciário. sindicância ou similar (M). medalha. II .autorizar.apresentar-se. quando em atividade não relacionada com a missão policial militar ou bombeiro militar. MARCO AURÉLIO DE MELO . É proibido ao militar estadual o uso dos uniformes e acréscimos de que trata esta subseção. em qualquer situação. LVI . sem observar os preceitos estabelecidos neste estatuto (M). II . para tratar de assuntos de natureza militar. XLVIII . uniformizado. bem como atrasar o prazo de conclusão de inquérito policial militar. com o uniforme alterado ou diferente do previsto.no estrangeiro. ressalvados os de natureza técnica ou científica havidos em razão do exercício da função militar (M).75. XLVII .assumir compromisso em nome da Corporação Militar. e assim considerado por esta. salvo motivo relevante a ser comunicado por escrito à autoridade a que estiver subordinado.deixar de cumprir ou fazer cumprir as normas legais ou regulamentares. sem autorização da autoridade competente. de crítica ou de apoio a ato de superior. qualquer objeto ou documento da Corporação Militar (M).na inatividadede [sic]. IV . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.11. LIV . LII . EMECE . LVIII . salvo quando expressamente determinado e autorizado. São transgressões disciplinares leves: I . LIII .deixar. cerimônias cívico-comemorativas das grandes datas nacionais ou estaduais ou a atos sociais solenes. na esfera de suas atribuições (M). sem estar devidamente autorizado (M). LI . salvo para comparecer as solenidades militares estaduais. de apresentar-se ao seu superior funcional. no mais curto prazo possível (L). tão logo seus afazeres o permitam.retirar-se da presença do superior hierárquico sem obediência às normas regulamentares (L).deixar.2003 . ou quando as circunstâncias o exigirem (M).

entrar ou sair. XXI . por lugares que não sejam para isso designados (L). na formação de grupo ou permanência de pessoas junto ao seu posto (L). MARCO AURÉLIO DE MELO . previstos nos regulamentos. em local sob administração militar. .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM V . DE 21. XIII . bem como deixar de fazer as devidas inquirições (L).usar vestuário incompatível com a função ou descurar do asseio próprio ou prejudicar o de outrem (L). ou em qualquer outro. promovendo estímulos de apro- ximação e cordialidade. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. desde que a ele estranho.ter em seu poder.transportar na viatura. em local sob administração militar. a impossibilidade de comparecer à Organização Militar (OPM ou OBM) ou a qualquer ato ou serviço de que deva participar ou a que deva assistir (L). sobre assuntos políticos. quando devidamente autorizado (L).tomar parte em jogos proibidos ou jogar a dinheiro os permitidos. XV . XXII . VIII . IX . XIV . VI . sem ordem de autoridade competente (L).fumar em local não permitido (L). ao serviço para o qual esteja nominalmente escalado ou a qualquer ato em que deva tomar parte ou assistir (L).deixar de comunicar a tempo. sem autorização do órgão militar competente. §3º. XXVI . estampas ou jornais que atentem contra a disciplina.içar ou arriar. sem autorização de quem de direito (L).conduzir veículo. excetuando-se os de natureza exclusivamente técnica.conversar ou fazer ruídos em ocasiões ou lugares impróprios (L). à autoridade competente. incumbindo aos comandantes incentivar e manter a harmonia e a solidariedade entre os seus comandados. com exceção das demonstrações de boa e sã camaradagem e com prévio conhecimento do homenageado (L).discutir ou provocar discussão. 9º.permanecer em dependência da própria Organização Militar ou local de serviço. XX .andar a cavalo. publicações. XVI . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. CDPM/BM .deixar de comunicar a alteração de dados de qualificação pessoal ou mudança de endereço residencial (L).consentir. quando uniformizado (L).Art. pilotar aeronave ou embarcação oficial. introduzir ou distribuir. sem necessidade. XXVII .aceitar qualquer manifestação coletiva de subordinados. militares ou policiais. XI .407.estar em desacordo com as normas regulamentares de apresentação pessoal (L). aeronave ou embarcação que esteja sob seu comando ou responsabilidade. XVIII . mesmo estando habilitado (L). XXV . alojado ou não.2003 . pelas ruas da cidade ou castigar inutilmente a montada (L). pessoal ou material. XVII . XIX . A camaradagem é indispensável à formação e ao convívio do militar. a moral ou as instituições (L). o responsável pelo posto de serviço ou a sentinela. bandeira ou insígnia de autoridade (L).acionar desnecessariamente sirene de viatura policial ou bombeirística (L).11. . ISm 7:12 . XXIV . de qualquer Organização Militar. sem ordem. VII . deitado em horário de expediente no interior da Organização Militar. sem consentimento ou ordem da autoridade competente (L).dar toques ou fazer sinais. XII .chegar atrasado ao expediente. sem autorização da autoridade competente (L). a trote ou galope. salvo quando a regulamentação o permitir (L).transferir o oficial a responsabilidade ao escrivão da elaboração de inquérito policial militar.recusar ou devolver insígnia. por qualquer veículo de comunicação.permanecer. X . XXIII .

DE 21.SÚMULA VINCULANTE Nº 5 A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a constituição. nos termos do art.o processo administrativo-disciplinar. a análise das circunstâncias que determinaram a transgressão. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. 33.2003 .407. O processo regular de que trata este Código.Art. 27 deste CDPM/BM. NOTA SOBRE SANÇÕES DISCIPLINARES NOTA 1 – Para escolha da sanção adequada deve ser observado o disposto no art.o Conselho de Justificação. Aos procedimentos disciplinares. A aplicação da sanção disciplinar abrange a análise do fato.Art. IV . . o enquadramento e a decorrente publicação.11. II . NOTA SOBRE PROCEDIMENTOS DISCIPLINARES CDPM/BM .Art. VI .Todo fato que constituir transgressão deverá ser levado ao conhecimento da autoridade competente para as providências disciplinares. NOTA 3: A autoridade deve iniciar suas providências por meio do adequado processo regular. 41 e 42 como abaixo se mostra: CDPM/BM – Art. A comunicação disciplinar dirigida à autoridade competente destina-se a relatar uma transgressão disciplinar cometida por subordinado hierárquico. Na aplicação das sanções disciplinares serão sempre considerados a natureza. ao conhecimento da autoridade para isso competente (M).o Conselho de Disciplina. ISm 7:12 . findo o qual poderá arquivar ou punir o militar. As sanções disciplinares aplicáveis aos militares do Estado. observados os seguintes limites: PODER-DEVER DE COMUNICAR FATO TIDO COMO TRANSGRESSÃO Parágrafo único .ESPÉCIES Art. 33. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. CAPÍTULO V DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS DISCIPLINARES Seção I Disposições Gerais SANÇÕES DISCIPLINARES . NOTA .custódia disciplinar. para praças com menos de 10 (dez) anos de serviço militar no Estado. 42. NOTA SOBRE COMUNICAÇÃO NOTA 1: O fato é levado ao conhecimento da autoridade por meio da comunicação disciplinar prevista no art.reforma administrativa disciplinar. abaixo transcrito: CDPM/BM . III . independentemente do posto. 33 deste Código. os danos causados. graduação ou função que ocupem. será: I . será: I . V . NOTA 2: Não levar o fato ao conhecimento da autoridade implica em sanção disciplinar como se mostra abaixo: Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. são: I . sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível. §2º. Art. II .o procedimento disciplinar previsto no Capítulo VII desta Lei. XV . III . 41. quando houver indícios ou provas de autoria. CDPM/BM . para os militares do Estado. . CDPM/BM . 37. III . para oficiais. 14. para os militares do Estado. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato.o Conselho de Justificação. a personalidade e os antecedentes do agente. 37. VIII . 13. O processo regular de que trata este Código.Art. sempre serão garantidos o direito a ampla defesa e o contraditório. 27.demissão. 71.pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar.permanência disciplinar. e não lhe couber reprimir.repreensão. CDPM/BM . IV . a gravidade e os motivos determinantes do fato.advertência.não levar fato ilegal ou irregularidade que presenciar ou de que tiver ciência. para praças com 10 (dez) ou mais anos de serviço militar no Estado. VII . 71.expulsão. para oficiais. MARCO AURÉLIO DE MELO .Art. a intensidade do dolo ou o grau da culpa.proibição do uso do uniforme e do porte de arma.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM GARANTIA DA AMPLITUDE DA DEFESA §4º.

Seção III Da Repreensão REPREENSÃO – CONCEITO E APLICAÇÃO Art. NOTA SOBRE PUBLICAÇÃO DE ADVERTÊNCIA CDPM/BM . 15. O cancelamento de sanções é ato do Comandante-Geral de ofício comprovados em seus assentamentos. 70. . respectivamente.o procedimento disciplinar previsto no Capítulo VII desta Lei.] decorridos os lapsos temporais a seguir indicados. para praças com 10 (dez) ou mais anos de serviço militar no Estado. O cancelamento de sanções disciplinares consiste na retirada dos registros realizados nos assentamentos individuais do militar da ativa.407.o Conselho de Disciplina.] §1º. com permanência disciplinar de até 5 (cinco) dias.. no registro de informações de punições para oficiais.Art. EMECE . entretanto. publicada em boletim. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. figurando. 222.o processo administrativo-disciplinar.Art. sendo inaplicável às sanções de reforma administrativa disciplinar. de efetivo serviço sem qualquer outra sanção. para transgressão sujeita à advertência e repreensão. NOTA SOBRE ADVERTÊNCIA CDPM/BM . é aplicada verbalmente ao transgressor. 39. EMECE ..Art. II – detenção – permanência disciplinar. no registro de informações de punições para os oficiais. relativos às penas disciplinares que lhe foram aplicadas. Seção II Da Advertência ADVERTÊNCIA – CONCEITO E APLICAÇÃO Art. e dá início a seus efeitos.2003 ..A advertência não deverá constar de publicação em boletim.Art. depois de decorridos os lapsos temporais a seguir indicados. Extingue-se a punibilidade da transgressão disciplinar pela: [. podendo ser feita particular ou ostensivamente. os revogados Regulamentos Disciplinares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará: I – repreensão – repreensão. O cancelamento de sanções [. IV . §1º. serão considerados equivalentes ao Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará as seguintes punições disciplinares de que tratam.A sanção de que trata o caput aplica-se às faltas de natureza leve e média. a contar da data da última pena imposta: I . de demissão e de expulsão.as faltas leves são puníveis com advertência ou repreensão e. ou na nota de corretivo das praças.para o cancelamento de advertência: 2 anos. 223. figurando. entretanto. 74. sem constar de publicação. Parágrafo único . ISm 7:12 . para praças com menos de 10 (dez) anos de serviço militar no Estado. de efetivo serviço sem qualquer outra sanção. constituindo ato nulo quando aplicada em relação à falta média ou grave. constituindo ato nulo quando aplicada em relação à falta grave. na reincidência.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM II . aplica-se a equivalência prevista no artigo anterior. A publicação é a divulgação oficial do ato administrativo referente à aplicação da sanção disciplinar ou à sua justificação.A sanção de que trata o caput aplica-se exclusivamente às faltas de natureza leve. devendo sempre ser averbada nos assentamentos individuais. III . obedecidos os prazos e demais condições estabelecidas no Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE PELA PRESCRIÇÃO Art. .. forma mais branda de sanção. NOTAS SOBRE REPREENSÃO CANCELAMENTO E CONTAGEM DE PONTOS PARA PROMOÇÃO CDPM/BM Art. A repreensão é a sanção feita por escrito ao transgressor. observados os seguintes limites: I . A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. 16.para o cancelamento de repreensão: 3 anos. Parágrafo único . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. A advertência.Art. Para fins de contagem de pontos para promoção de militares estaduais.. Parágrafo único .. 42. A prescrição de que trata o inciso II deste artigo se verifica: a) em 2 (dois) anos.11. ou na nota de corretivo das praças. . §1º. DE 21. Para fins de cancelamento de punições disciplinares. a contar da data da última pena imposta: II . MARCO AURÉLIO DE MELO . CANCELAMENTO CDPM/BM . 70.

407. 74. sem estar circunscrito a determinado compartimento.Ótimo . O pedido de conversão elide o pedido de reconsideração de ato. no período de 5 (cinco) anos. CONVERSÃO DO CUMPRMENTO DA PERMANÊNCIA DISCIPLINAR EM SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO Art.O militar do Estado sob permanência disciplinar comparecerá a todos os atos de instrução e serviço. A permanência disciplinar é a sanção em que o transgressor ficará na OPM ou OBM. lhe tenham sido aplicadas mais de 2 (duas) permanências disciplinares ou mais de 1 (uma) custódia disciplinar. à autoridade que praticou. PRAZO PARA INTERPOSIÇÃO DO PEDIDO DE CONVERSÃO §3º.Art. quando 1 (um) dia de prestação de serviço extraordinário equivalerá ao cumprimento de 2 (dois) dias de permanência. salvo nos casos em que o transgressor não possua nenhuma falta grave ou média. a juízo devidamente motivado. no período de 1 (um) ano. mediante parte ou ofício.quando. ser convertido em prestação de serviço extraordinário. NOTA SOBRE O COMPORTAMENTO DA PRAÇA CDPM/BM . Seção IV Da Permanência Disciplinar PERMANÊNCIA DISCIPLINAR – CONCEITO E APLICAÇÃO Art. a classificação do comportamento do militar do Estado será feita com base na sanção de permanência disciplinar. . 18.11. desde que não implique prejuízo para a manutenção da hierarquia e da disciplina. no período de 1 (um) ano.Mau . consiste na realização de atividades. SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO .CONCEITO Art. O pedido de reconsideração de ato é recurso interposto. 17. NOTA SOBRE O PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DE ATO CDPM/BM . para transgressão sujeita à advertência e repreensão. no período de 2 (dois) anos. o pedido de conversão não elidirá o pedido de reconsideração de ato. III .. o cumprimento da sanção de permanência disciplinar poderá. ofensivo. 54. §5º. MARCO AURÉLIO DE MELO . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. o ato disciplinar que se reputa irregular. Para fins disciplinares e para outros efeitos. ISm 7:12 . Parágrafo único . Considerar-se-á 1 (um) dia de prestação de serviço extraordinário equivalente ao cumprimento de 1 (um) dia de permanência. IV . ou aprovou. internas ou externas. A prescrição de que trata o inciso II deste artigo se verifica: a) em 2 (dois) anos. lhe tenham sido aplicadas até 2 (duas) permanências disciplinares ou 1 (uma) custódia disciplinar. nos dias em que o militar do Estado estaria de folga. V . Nos casos em que o transgressor não possua nenhuma falta grave ou média.2003 . . REFLEXOS DA CONVERSÃO NO COMPORTAMENTO §1º.Bom . injusto ou ilegal. (DES)CABIMENTO DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DE ATO §4º.quando.] §1º. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. lhe tenham sido aplicadas até 2 (duas) permanências disciplinares. Na hipótese da conversão.quando. contados da data da publicação da sanção de permanência. A prestação do serviço extraordinário. por período nunca inferior a 6 (seis) ou superior a 8 (oito) horas. Extingue-se a punibilidade da transgressão disciplinar pela: [.Art. A pedido do transgressor. para que o reexamine. o comportamento militar classifica-se em: II . nos termos do caput do artigo anterior. internos e externos. DE 21. 19. 57.quando.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE PELA PRESCRIÇÃO Art.Regular .. lhe tenham sido aplicadas até 2 (duas) repreensões. da autoridade que aplicou a punição. RELAÇÃO DE PROPORCIONALIDADE NA CONVERSÃO §2º. O prazo para o encaminhamento do pedido de conversão será de 3 (três) dias úteis.

A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. na reincidência... ISm 7:12 . 70 [.Art. 222.] §1º. ressalvados os casos de necessidade da medida preventiva de recolhimento transitório. respectivamente. de efetivo serviço sem qualquer outra sanção. CANCELAMENTO E CONTAGEM DE PONTOS PARA PROMOÇÃO CDPM/BM . A prestação do serviço extraordinário não poderá ser executada imediatamente após ou anteriormente a este.. desde que não caiba demissão ou expulsão. se concedida. Seção V Da Custódia Disciplinar CUSTÓDIA – CONCEITO E APLICAÇÃO Art. a qual. instrução ou atividade e sem estar cincrunscrito a determinado comportamento.. NOTAS SOBRE PERMANÊNCIA DISCIPLINAR PROPORCIONALIDADE DA SANÇÃO CDPM/BM . 42. 222. na reincidência. quando a sanção for por ele aplicada.] §1º. . punido com período superior a 5 (cinco) dias de permanência disciplinar. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Extingue-se a punibilidade da transgressão disciplinar pela: [.as faltas graves são puníveis com permanência disciplinar de até 10 (dez) dias ou custódia disciplinar de até 8 (oito) dias e.. DE 21. MARCO AURÉLIO DE MELO . prevista neste Código. Art. O cancelamento de sanções [.Art. O início do cumprimento da sanção disciplinar dependerá de aprovação do ato pelo Comandante da Unidade ou pela autoridade funcional imediatamente superior.. anteriormente a esta Lei. CONTAGEM DE PONTOS PARA PROMOÇÃO EMECE . A prescrição de que trata o inciso II deste artigo se verifica: a) .. com permanência disciplinar de até 15(quinze) dias. obedecidos os prazos e demais condições estabelecidas no Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará.. aplica-se a equivalência prevista no artigo anterior. será sempre cumprida na fase final do período de punição.. os revogados Regulamentos Disciplinares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará: I – repreensão – repreensão. 20.Art.11. Para fins de cancelamento de punições disciplinares. respectivamente.. sem participar de qualquer serviço.Art.as faltas médias são puníveis com permanência disciplinar de até 8 (oito) dias e. EMECE . PERÍODO DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO §3º. III .2003 . ... III . observados os seguintes limites: I – . §2º. II . e prévia publicação em boletim. A custódia disciplinar consiste na retenção do militar do Estado no âmbito de sua OPM ou OBM.. II – detenção – permanência disciplinar. 43. serão considerados equivalentes ao Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará as seguintes punições disciplinares de que tratam. Para fins de contagem de pontos para promoção de militares estaduais. b) em 3 (três) anos. para transgressão sujeita à permanência disciplinar. Para fins de contagem de pontos para promoção de militares estaduais. NOTA: O parágrafo acima esclarece que o militar não pode tirar dois serviços seguidos. INICIO DO CUMPRIMENTO CDPM/BM . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. a contar da data da última pena imposta: I e II . O limite máximo de conversão da permanência disciplinar em serviço extraordinário é de 5 (cinco) dias. de detenção: 7 anos. ao término de um serviço ordinário.para o cancelamento de permanência disciplinar ou.. somente poderá pleitear a conversão até o limite previsto no parágrafo anterior.407.] II – detenção – permanência disciplinar.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM LIMITE MÁXIMO DA CONVERSÃO E FASE DA PUNIÇÃO PARA CUMPRIMENTO DA CONVERSÃO §1º. O militar do Estado.] decorridos os lapsos temporais a seguir indicados. com permanência de até 20 (vinte) dias ou custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias.Art. 223. os revogados Regulamentos Disciplinares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará: [. serão considerados equivalentes ao Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará as seguintes punições disciplinares de que tratam. 74.

desde que não caiba demissão ou expulsão COMPETÊNCIA PARA APLICAÇÃO DA CUSTÓDIA Art. NOTA: As funções próprias do posto de Coronel são as Coordenadorias. §1º. a semelhança do que ocorre com a Permanência Disciplinar. com permanência de até 20 (vinte) dias ou custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias.933/2011) Redação anterior §2º. no período de 1 (um) ano. NOTA 2: Instrução se refere às atividades de ensino próprias da vida militar. V . São os quartéis. Caso tenha que ser aplicada nova custódia então o máximo passa a ser de até 15 dias como se vê abaixo: CDPM/BM . Ao Governador do Estado compete conhecer da sanção disciplinar prevista neste artigo em grau de recurso. RECURSO DA CUSTÓDIA – COMPETÊNCIA PARA SOLUCIONAR §2º. Comandante-Geral Adjunto. o comportamento militar classifica-se em: I e II . OBM: Organização Bombeiro Militar.Mau . 2º da Lei nº 14. Comandante Geral e pelos demais oficiais ocupantes de funções próprias do posto de Coronel. (NR) (Redação dada pelo art. no período de 1 (um) ano. DE 21. Ao Governador do Estado compete conhecer da sanção disciplinar prevista neste artigo em grau de recurso. NOTA: A primeira custódia sujeita o militar ao máximo de 08 dias. Para fins disciplinares e para outros efeitos.407. quando tiver sido aplicada pelo Secretário da Segurança Pública e Defesa Social. . NOTA 3: Apesar da lei ter citado “comportamento” devemos entender como “compartimento”.11. lhe tenham sido aplicadas até 2 (duas) permanências disciplinares ou 1 (uma) custódia disciplinar. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. 21.. Nos dias em que o militar do Estado permanecer custodiado perderá todas as vantagens e direitos decorrentes do exercício do posto ou graduação. PERDA DE VANTAGENS E DIREITOS DO CUSTODIADO §1º. III . Instalações físicas onde a tropa fica aquartelada. lhe tenham sido aplicadas mais de 2 (duas) permanências disciplinares ou mais de 1 (uma) custódia disciplinar CANCELAMENTO E CONTAGEM DE PONTOS PARA PROMOÇÃO CDPM/BM . inclusive o direito de computar o tempo da pena para qualquer efeito.quando. A custódia disciplinar somente poderá ser aplicada quando da reincidência no cometimento de transgressão disciplinar de natureza grave. ISm 7:12 .Chefe da Casa Militar ou outras citadas em leis específicas. CASOS DE APLICABILIDADE DA CUSTÓDIA §2º. pelo Comandante-Geral e pelos demais oficiais ocupantes de funções próprias do posto de coronel. Secretário Executivo. de prisão administrativa: 10 anos. 21. A custódia disciplinar será aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. NOTAS SOBRE A CUSTÓDIA COMPORTAMENTO Art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.. 70. cabendo ao Conselho de Disciplina e Correição o conhecimento do recurso quando a aplicação da sanção decorrer de ato das autoridades previstas no caput deste artigo. 54. quando tiver sido aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. A custódia disciplinar será aplicada pelo Secretário da Segurança Pública e Defesa Social. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.as faltas graves são puníveis com permanência disciplinar de até 10 (dez) dias ou custódia disciplinar de até 8 (oito) dias e.Art. §1º: IV . 2º da Lei nº 14. IV . (Redação dada pelo art.Art. na reincidência. A autoridade que entender necessária a aplicação da custódia disciplinar providenciará para que a documentação alusiva à respectiva transgressão seja remetida à autoridade competente. 42. MARCO AURÉLIO DE MELO .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM NOTA 1: OPM: Organização Policial Militar. anteriormente a esta Lei. pelo Secretário de Segurança Pública e Defesa Social.para o cancelamento de custódia disciplinar ou.Regular .. . NOTA: Dentre esses direitos têm-se a remuneração e o tempo de serviço.quando.2003 . observados os seguintes limites: I e II .933/2011) Redação anterior: Art..

. obedecidos os prazos e demais condições estabelecidas no Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará. de demissão e de expulsão. aplica-se a equivalência prevista no artigo anterior. §1º. e tenha sido julgada passível de reforma. §3º. REMUNERAÇÃO DO REFORMADO DISCIPLINARMENTE Parágrafo único . para transgressão sujeita á reforma administrativa. da Constituição Federal.. 99. §2º . 22.o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos. I a V . e art. CDPM/BM .407. relativos às penas disciplinares que lhe foram aplicadas.. 74.. 223.à praça que se tornar incompatível com a função militar estadual. por decisão de tribunal militar de caráter permanente.2003 . CF/88 . com proventos proporcionais ao tempo de serviço. Art.. Art. d) em 5 (cinco) anos.196. demissão. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Para fins de contagem de pontos para promoção de militares estaduais. §§1º ao 3º. .Art.ao oficial julgado incompatível ou indigno profissionalmente para com o oficialato. Para fins de cancelamento de punições disciplinares. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE Art.. 125.Art. ou nociva à disciplina. cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.Art. disciplinar. 142. c) em 4 (quatro) anos.. mediante processo regular: I . mediante processo regular. e art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. por sentença passada em julgado.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM EMECE . VI . Seção VI Da Reforma Administrativa Disciplinar REFORMA ADMINISTRATIVA DISCIPLINAR – APLICAÇÃO Art.. NOTA: BRASIL.o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível.ao oficial quando: a) for condenado na Justiça Comum ou Militar a pena privativa de liberdade por tempo superior a 2 (dois) anos. II . 74. §§ 8º e 9º da Constituição do Estado. respectivamente. §3º. em tempo de paz. 176. A reforma administrativo-disciplinar será aplicada ao militar estadual. 70. sendo inaplicável às sanções de reforma administrativa disciplinar. 222. para transgressão sujeita à custódia disciplinar. O cancelamento de sanções disciplinares consiste na retirada dos registros realizados nos assentamentos individuais do militar da ativa. §4º . III – prisão – custódia disciplinar. NOTA: EMECE .O militar do Estado que sofrer reforma administrativa disciplinar receberá remuneração proporcional ao tempo de serviço militar. VI e VII. VII . ou de tribunal especial. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE Art. ISm 7:12 .11. Seção VII Da Demissão DEMISSÃO DE OFICIAL Art.. por sentença transitada em julgado. NOTAS SOBRE A REFORMA ADMINISTRATIVA DISCIPLINAR CANCELAMENTO Nota: Não há cancelamento da sanção de Reforma Administrativa Disciplinar como se mostra abaixo: CDPM/BM. §4º. A prescrição de que trata o inciso II deste artigo se verifica: a) a c). ressalvado o caso de demissão. Extingue-se a punibilidade da transgressão disciplinar pela: ..Art. após sentença passada em julgado no Tribunal competente. os revogados Regulamentos Disciplinares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará: I e II .A reforma administrativa disciplinar da Praça é efetivada no grau hierárquico que possui na ativa. será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior. DE 21. expulsão e proibição do uso do uniforme e do porte de arma. MARCO AURÉLIO DE MELO . A demissão será aplicada ao militar do Estado na seguinte forma: I . 125. . §1º. observado o disposto no art. definidos em lei.Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os policiais militares e bombeiros militares nos crimes militares. serão considerados equivalentes ao Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará as seguintes punições disciplinares de que tratam. 142. 23. A reforma administrativa disciplinar poderá ser aplicada.Art. conforme disposto no Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará. em tempo de guerra.

na reincidência. §9º O oficial judicialmente condenado à pena privativa de liberdade superior a dois anos... . MARCO AURÉLIO DE MELO . CANCELAMENTO Art. DE 21. nas condições deste artigo. por decisão do Tribunal de Justiça.EMECE . ex officio.. só perderá a graduação por decisão do Tribunal de Justiça. cabendo às demais autoridades as seguintes competências: I . b) for condenada a pena de perda da função pública.2003 . 42.407.. §12.à praça quando: a) for condenada na Justiça Comum ou Militar a pena privativa de liberdade por tempo superior a 2 (dois) anos. por sentença passada em julgado.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM NOTA: CEARÁ. §§ 1º ao 7º .Art. expulsão e proibição do uso do uniforme e do porte de arma. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. e a praça. ISm 7:12 .. por motivo disciplinar.. a demissão e a expulsão do militar estadual. apurado mediante processo regular.. Extingue-se a punibilidade da transgressão disciplinar pela: . for julgada incapaz definitivamente para o serviço militar. EMECE . 176. O cancelamento de sanções disciplinares consiste na retirada dos registros realizados nos assentamentos individuais do militar da ativa.11.Art. tendo sido submetida a exame de saúde. Além do disposto nesta Lei. da Constituição do Estado. O Governador do Estado é competente para aplicar todas as sanções disciplinares previstas neste Código. 176. com permanência de até 20 (vinte) dias ou custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias. sendo inaplicável às sanções de reforma administrativa disciplinar. comprovado mediante processo regular. a graduação.] ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. d) cometer transgressão disciplinar grave. é regulada pelo Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará. não terá direito a qualquer remuneração ou indenização. após apurada a motivação em procedimento regular. §1º.178. demissão. 74. CONSEQUENCIAS DA DEMISSÃO Parágrafo único . 32. desde que não caiba demissão ou expulsão. O militar estadual que houver perdido o posto e a patente ou a graduação. 125.Art.. f) considerada desertora e capturada ou apresentada. A prescrição de que trata o inciso II deste artigo se verifica: a) a c). c) praticar ato ou atos que revelem incompatibilidade com a função militar estadual. NOTA SOBRE A DEMISSÃO APLICAÇÃO CDPM/BM .. Art.ao Controlador Geral de Disciplina: todas as sanções disciplinares exceto a demissão de oficiais. 176. NOTA: CEARÁ. CE/89 – Art. observado o disposto no art. . relativos às penas disciplinares que lhe foram aplicadas.200. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. NOTA . estando há mais de 2 (dois) anos consecutivos ou 4 (quatro) anos alternados no mau comportamento.da Constituição Federal e art. disciplinar. §4º . por sentença transitada em julgado. e terá a sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível. DEMISSÃO DE PRAÇA II . 70. por sentença transitada em julgado. por sentença passada em julgado no Tribunal competente. observados os seguintes limites: I e II III .. e) houver cumprido a pena conseqüente do crime de deserção. CE/89 – Art. será submetido ao julgamento previsto no parágrafo anterior. A praça condenada na Justiça Militar à pena privativa de liberdade superior a dois anos. §§ 1º ao 11. onde lhe seja assegurado o contraditório e a ampla defesa. por sentença passada em julgado. para transgressão sujeita á reforma administrativa. Parágrafo único. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE Art.as faltas graves são puníveis com permanência disciplinar de até 10 (dez) dias ou custódia disciplinar de até 8 (oito) dias e. b) for condenado a pena de perda da função pública. c) for considerado moral ou profissionalmente inidôneo para a promoção ou revelar incompatibilidade para o exercício da função militar. por sentença passada em julgado.O oficial demitido perderá o posto e a patente. O desligamento do serviço ativo de Corporação Militar Estadual é feito em conseqüência de: I a III [. de demissão e de expulsão. d) em 5 (cinco) anos. §12. (NR). §8º O oficial da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros só perderá o posto e a patente.

.201.APLICAÇÃO Art. quando oficial em serviço ativo ou em inatividade. EMECE .2011).Art. quando praça. São direitos dos militares estaduais: XI – porte de arma. de demissão e de expulsão. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. em alguns casos como medida acautelatória da ordem pública ou da disciplina militar. com uso de arma. 42. MARCO AURÉLIO DE MELO . expulsão e proibição do uso do uniforme e do porte de arma.Art. a regulamentação a ser baixada pelo Comandante-Geral e a legislação aplicável. 17 da Lei nº 14. O Governador do Estado é competente para aplicar todas as sanções disciplinares previstas neste Código.. demissão.§1º LVII . d) em 5 (cinco) anos.Art. temporariamente. mediante processo regular. 13.comparecer ou tomar parte de movimento reivindicatório. por incompatibilidade com o disposto no inciso I do art. EMECE . poderão ser. salvo por medida administrativa acautelatória de interesse social. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE CDPM/BM . CDPM/BM . quando a praça militar.11. sendo inaplicável às sanções de reforma administrativa disciplinar. proibidos de usar uniformes por decisão do Comandante-Geral. 74. 32. Os militares estaduais na inatividade.as faltas graves são puníveis com permanência disciplinar de até 10 (dez) dias ou custódia disciplinar de até 8 (oito) dias e. observada a legislação aplicável.75.10 desta Lei. independentemente da graduação ou função que ocupe. 70. em serviço ativo ou em inatividade.” (NR) (Redação dada pelo art. NOTA: O EMECE traz outras situações em que poderá haver proibição do uso de uniforme ou do porte de arma.197. for condenado judicialmente por crime que também constitua infração disciplinar grave e que denote incapacidade moral para a continuidade do exercício de suas funções. A proibição do uso de uniformes militares e de porte de arma será aplicada. A demissão do militar estadual se efetua ex officio. para transgressão sujeita á reforma administrativa. A prescrição de que trata o inciso II deste artigo se verifica: a) a c ). TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Extingue-se a punibilidade da transgressão disciplinar pela: §1º. EMECE . Seção VIII Da Expulsão EXPULSÃO DE PRAÇA . O militar estadual da ativa que perder a nacionalidade brasileira será submetido a processo judicial ou regular para fins de demissão ex officio.INAPLICABILIDADE Art. observados os seguintes limites: III . cabendo às demais autoridades as seguintes competências: ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.2003 .Art.933.porte de arma.. . A expulsão será aplicada. temporariamente. em regra. ao inativo que atentar contra o decoro ou a dignidade militar. após a instauração do devido processo legal. desde que haja participantes armados (independente do tipo de arma). 48. na reincidência. relativos às penas disciplinares que lhe foram aplicadas.407. garantindo a ampla defesa e o contraditório PARTICIPAÇÃO EM GREVE OU PASSEATA Parágrafo único . 52. no qual os participantes portem qualquer tipo de armamento. aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. ou participar de greve (G). O cancelamento de sanções disciplinares consiste na retirada dos registros realizados nos assentamentos individuais do militar da ativa. desde que não caiba demissão ou expulsão CANCELAMENTO .Art. com permanência de até 20 (vinte) dias ou custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias. DE 21. ISm 7:12 . XII . configura ato atentatório contra a segurança das instituições nacionais. disciplinar. condenação que desaconselhe o porte ou por processo regular. conforme estabelece o Código Disciplinar.Art.Art.demissão. nos termos deste Código. EMECE . NOTAS SOBRE A EXPULSÃO TRANSGRESSÃO Nota: A participação em movimentos reivindicatórios ou de greves constitui transgressão disciplinar de natureza Grave. Seção IX Da Proibição do Uso de Uniformes e de Porte de Arma PROIBIÇÃO DO USO DE UNIFORMES E DO PORTE DE ARMA AO INATIVO Art.A participação em greve ou em passeatas. inativação proveniente de alienação mental..CDPM/BM . 25.Art. ainda que por parte de terceiros. de 08. até o limite de 1 (um) ano. cuja conduta possa ser considerada ofensiva à dignidade da classe.Parágrafo único. CDPM/BM . A expulsão será aplicada. NOTA .Art. à praça que atentar contra a segurança das instituições nacionais ou praticar atos desonrosos ou ofensivos ao decoro profissional. observadas as restrições impostas no inciso anterior.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM IV .Art. APLICAÇÃO CDPM/BM .06. 24. . EMECE . Ao militar estadual são proibidas a sindicalização e a greve. .215.

O recolhimento transitório não constitui sanção disciplinar.CDPM/BM Art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. ou II – à preservação da segurança pessoal do militar e da sociedade. 26. custódia disciplinar e proibição do uso de uniformes. as sanções disciplinares de advertência. CAPÍTULO VI DO RECOLHIMENTO TRANSITÓRIO RECOLHIMENTO TRANSITÓRIO Art. (NR). sendo medida preventiva e acautelatória da ordem social e da disciplina militar. 5º. CONDUÇÃO DO MILITAR RECOLHIDO .o Secretário de Segurança Pública e Defesa Social. COMPETÊNCIA PARA DETERMINAR O RECOLHIMENTO §2º. com autoridade que determina o recolhimento.ao Controlador Geral de Disciplina: todas as sanções disciplinares exceto a demissão de oficiais. As decisões de aplicação do recolhimento transitório serão sempre fundamentadas e imediatamente comunicadas ao Juiz Auditor. o outro determina o recolhimento. NOTA 1 .COMPETÊNCIA §1º. ISm 7:12 . comanda ou chefia. em igualdade de posto ou graduação. II .ocupar cargo ou função que lhe atribua superioridade funcional sobre os integrantes do órgão ou serviço que dirige. respectivamente. DE 21. repreensão. O fato se refere ao indicio (suspeita) de que o militar tenha sido o autor de crime propriamente militar ou de transgressão militar. MOTIVAÇÃO DO RECOLHIMENTO E COMUNICAÇÃO ÀS AUTORIDADES §3º. aliado à necessidade prevista nos incisos I e II do art. o respectivo Comandante Geral e o Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código. 3º da Lei nº 14. IV . ou. (NR). 31. A precedência funcional ocorrerá quando. ou apenas a este último.933/2011).ao respectivo Subcomandante da Corporação Militar e ao Subchefe da Casa Militar. pondo em risco a própria vida e a de terceiros. no caso de suposta prática de transgressão militar. se oficial ou praça. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. no caso de suposto cometimento deste crime.o Governador do Estado: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código. o oficial ou a praça: I . até os limites má- ximos previstos. 31 deste Código. CDPM/BM . MARCO AURÉLIO DE MELO .os oficiais da ativa: aos militares do Estado que estiverem sob seu comando ou integrantes das OPM ou OBM subordinadas. . NOTA 2 – Não confundir o militar que conduz o recolhido.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM I .os oficiais da ativa: aos militares do Estado que estiverem sob seu comando ou integrantes das OPM ou OBM subordinadas. São dois militares distintos: um apenas conduz.os Subcomandantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar: a todos sob seu comando e das unidades subordinadas e às praças inativas da reserva remunerada. A condução do militar do Estado à autoridade competente para determinar o recolhimento transitório somente poderá ser efetuada por superior hierárquico ou por oficial com precedência funcional ou hierárquica sobre o conduzido. podendo ser excepcionalmente adotada quando houver fortes indícios de autoria de crime propriamente militar ou transgressão militar e a medida for necessária: I – ao bom andamento das investigações para sua correta apuração. em razão do militar: a) mostrar-se agressivo e violento. NOTA: Trata-se de medida excepcional que requer o preenchimento de duas condições básicas e indissociáveis: fato e necessidade. b) encontrar-se embriagado ou sob ação de substância entorpecente. (NR). 26.Art.11. Ministério Público e Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. permanência disciplinar. III . . A competência disciplinar é inerente ao cargo. (Redação dada pelo art. função ou posto. consistente no desarmamento e recolhimento do militar à prisão. Ao Controlador Geral de Disciplina e aos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar compete conhecer das sanções disciplinares aplicadas aos inativos da reserva remunerada. II . em grau de recurso. São autoridades competentes para determinar o recolhimento transitório aquelas elencadas no art. V .407.2003 . sem nota de punição publicada em boletim. sendo autoridades competentes para aplicar sanção disciplinar: I . Parágrafo único.

quando houver indícios ou provas de autoria.Todo fato que constituir transgressão deverá ser levado ao conhecimento da autoridade competente para as providências disciplinares. Nota 1 . nos termos deste artigo. sendo que o prazo máximo será de 5 (cinco) dias. LIBERAÇÃO DO RECOLHIDO SEM DECISÃO DO RECURSO §9º. somente poderá permanecer nessa situação pelo tempo necessário ao restabelecimento da normalidade da situação considerada. o militar será liberado imediatamente.deixar de fazer a devida comunicação disciplinar (M).Art. a quem incumbirá decisão. O militar do Estado não sofrerá prejuízo funcional ou remuneratório em razão da aplicação da medida preventiva de recolhimento transitório. §2º. III . 14. REMUNERAÇÃO DO RECOLHIDO §5º. Nota: O comandante da Corporação Militar a que se refere o parágrafo é o comandante da OPM/OBM.ocupação da prisão conforme o seu círculo hierárquico.CDPM/BM . II . INTERPOSIÇÃO DE RECURSO DO RECOLHIMENTO §7º. O militar do Estado sob recolhimento transitório. 27. A comunicação disciplinar dirigida à autoridade competente destina-se a relatar uma transgressão disciplinar cometida por subordinado hierárquico.407. Vide abaixo: Art. que imediatamente o encaminhará ao seu superior hierárquico. MARCO AURÉLIO DE MELO .comunicação imediata do local onde se encontra recolhido a pessoa por ele indicada. são garantidos os seguintes direitos: I .11. Ministério Público e Corregedor-Geral. Na hipótese do recolhimento transitório ser determinado pelo Comandante da Corporação Militar para onde for recolhido o militar. e Recurso Hierárquico) interpostos em decorrência de sanção disciplinar. no caso de suposto cometimento deste crime.2003 . DIREITOS DO RECOLHIDO §6º. 13. IV . do motivo do recolhimento transitório. A decisão do recurso será fundamentada e proferida no prazo de dois dias úteis. 56 (Pedido de Reconsideração de Ato. por escrito. As decisões de aplicação do recolhimento transitório serão sempre fundamentadas e imediatamente comunicadas ao Juiz Auditor.identificação do responsável pela aplicação da medida. O recurso do recolhimento transitório será interposto perante o Comandante da Corporação Militar onde estiver recolhido o militar. .justificação. ou apenas a este último. salvo determinação em contrário da autoridade judiciária competente. o recurso será interposto perante esta autoridade. Parágrafo único . PERÍODO MÁXIMO DE PERMANÊNCIA COMO RECOLHIDO §4º. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. DE 21. . Expirado esse prazo. XIII . Ao militar estadual preso nas circunstâncias deste artigo. ISm 7:12 .apresentação de recurso. Nota: A quantidade de dias que o militar deve permanecer sob recolhimento transitório deve obedecer ao principio da razoabilidade e da proporcionalidade. Nota 2: Não fazer a comunicação se constitui em transgressão disciplinar. §8º.OBJETIVO Art. pois a medida é acautelatória. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Redação anterior §3º. V . CAPÍTULO VII DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Seção I Da Comunicação Disciplinar COMUNICAÇÃO DISCIPLINAR . Nota: não confundir o recurso do recolhimento transitório com os recursos previstos no art. no caso de suposta prática de transgressão militar. sem a decisão do recurso.

28. a sanção. porém os membros do Conselho ou da comissão poderão responder pelo retardamento injustificado do processo. tais como: a) data do início do cumprimento da sanção disciplinar. 71. se for o caso.CARACTERÍSTICAS Art. NOTA 2: Razões de direito: os dispositos legais que o fato se enquadra. o seu direito a ampla defesa e ao contraditório. CASO DE DISPENSA DA MANIFESTAÇÃO PRELIMINAR §5º. a data e a hora do fato. V .407. VII . das causas de justificação ou das circunstâncias atenuantes e ou agravantes. Mesmo com a perda do prazo o ato continua válido e eficaz. art.discriminação. II . d) outros dados que a autoridade competente julgar necessários. A inobservância dos prazos previstos para o processo regular não acarreta a nulidade do processo. ISm 7:12 . Art. MANIFESTAÇÃO PRELIMINAR §2º. NOTA: O prazo de cinco dias a que se refere o parágrafo é chamado de prazo impróprio. Estando a autoridade convencida do cometimento da transgressão. O seu descumprimento não gera a preclusão (perda da faculdade de exercer o ato dentro do processo). c) determinação para posterior cumprimento. o local. 13 do CDPM/BM: XXIII . por escrito. no prazo de 3 (três) dias. Vide §2º.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM COMUNICAÇÃO DISCIPLINAR . com as razões de fato e de direito. cabendo à autoridade competente encaminhá-la ao indiciado para que. contados da constatação ou conhecimento do fato. além de caracterizar as circunstâncias que o envolveram. A comunicação disciplinar deverá ser apresentada no prazo de 5 (cinco) dias.decisão da autoridade impondo. dele devendo constar. NOTA 2: A manifestação preliminar é documento a ser feito pelo indiciado (acusado) no qual ele apresentará suas razões de defesa. b) local do cumprimento da sanção. Poderá ser dispensada a manifestação preliminar do indiciado quando a autoridade competente tiver elementos de convicção suficientes para a elaboração do termo acusatório. 71 do CDPM/BM abaixo transcrito: CDPM/BM . providenciará o enquadramento disciplinar. §2º. tanto quanto possível. bem como as alegações do faltoso. se o transgressor estiver baixado. É a tipificação da transgressão no art. deverá fundamentá-la por despacho nos autos. resumidamente. MARCO AURÉLIO DE MELO . afastado do serviço ou à disposição de outra autoridade. sem tecer comentários ou opiniões pessoais. NOTA 1: Apresentar comunicação sem fundamento é transgressão disciplinar de natureza Média tipificada no inciso XXIII. manifeste-se preliminarmente sobre os fatos. A comunicação disciplinar deve ser a expressão da verdade. a autoridade competente elaborará termo acusatório motivado. o seguinte: I . em incisos e artigos. mas sim. §2º.apresentar comunicação disciplinar ou representação sem fundamento ou interpor recurso disciplinar sem observar as prescrições regulamentares (M). art.classificação do comportamento policial-militar em que o punido permaneça ou ingresse. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. ou não.Art. IV . se determinar outra solução. no prazo de 5 (cinco) dias. PRAZO PARA COMUNICAÇÃO §1º.tipificação da transgressão disciplinar. deve ser clara. ENQUADRAMENTO DISCIPLINAR §4º. quando presente e ao ser interpelado pelo signatário das razões da transgressão. 38. concisa e precisa.indicação da ação ou omissão que originou a transgressão. mediante nota de culpa ou.observações. 12 ou 13 deste CDPM/BM. .11. VIII . serve apenas de parâmetro para a prática do ato. Conhecendo a manifestação preliminar e considerando praticada a transgressão. TERMO ACUSATÓRIO §3º. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. contendo os dados capazes de identificar as pessoas ou coisas envolvidas. A comunicação disciplinar será formal. devendo esta circunstância constar do respectivo termo.assinatura da autoridade. para que o militar do Estado possa exercitar.2003 . O enquadramento disciplinar é a descrição da transgressão cometida. . que deverá ser feita imediatamente. por escrito. ou nulidade. NOTA 1: Razões de fato: o caso em concreto. VI .alegações de defesa do transgressor. III . ressalvadas as disposições relativas ao recolhimento transitório. O que ocorreu. sanções administrativas. DE 21.

ofensivo. ISm 7:12 . §3º O militar estadual que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administartivo5. pois trata-se de ato administrativo e não administrativo. MARCO AURÉLIO DE MELO . excetuando-se outros prazos previstos nesta Lei ou em legislação específica. os prazos supracitados serão interrompidos. NOTA: signatário é o oficial ou a praça que fez a comunicação disciplinar. providências a respeito da solução. A solução do procedimento disciplinar é da inteira responsabilidade da autoridade competente. . pois um superior hierárquico pode não ser autoridade funcionalmente superior de um militar. obedecida a via hierárquica. luto. NOTIFICAÇÃO DA SOLUÇÃO AO SIGNATÁRIO DA COMUNICAÇÃO §3º. 41.11. a representação é dirigida a seu comandante imediato. Mesmo com a perda do prazo o ato continua válido e eficaz. porém os membros do Conselho ou da comissão poderão responder pelo retardamento injustificado do processo.2003 . de acordo com este Código. A QUEM SE DESTINA A REPRESENTAÇÃO §1º. EMECE . sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível. §2º. No caso de afastamento regulamentar do transgressor. 30. AFASTAMENTO DO MILITAR TRANSGRESSOR – INTERRUPÇÃO DA CONTAGEM DE PRAZOS §2º. Em qualquer circunstância. por mais 15 (quinze) dias. Vê-se que agora o legislador especificou um prazo para interposição de recursos. 50. O seu descumprimento não gera a preclusão (perda da faculdade de exercer o ato dentro do processo). NOTA: O termo “afastado do serviço” ou “afastamento regulamentar” se referem às férias. No caso de não cumprimento do prazo do parágrafo anterior. poderá. mediante declaração de motivos. Observando-se que: Art. este para o Comandante do Policiamento que passa para o Comandante-Geral Adjunto e finalmente para o Coronel Comandante-Geral. injusto ou ilegal. a quem compete adotar as medidas ou encaminhar o documento a quem tenha competência para adotar. que se repute irregular. no prazo máximo de 90 (noventa) dias da data da comunicação. Exemplo de via hierárquica: Comandante da Companhia passa para o Comandante do Batalhão. Os afastamentos não regulamentares são a deserção e a ausência. 71 do CDPM/BM abaixo transcrito: CDPM/BM . núpcias. NOTA: O termo “via hierárquica” significa que o signatário deve solicitar por meio de seu comandante imediato. A representação será dirigida à autoridade funcional imediatamente superior àquela contra a qual é atribuída a prática do ato irregular. §1º. NOTA: O prazo a que se refere o parágrafo é chamado de prazo impróprio. NOTA: Representação é a comunicação feita por subordinado contra ato de superior. ou nulidade. . quando a legislação estiver silente. NOTA: Autoridade funcional imediatamente superior não é o mesmo que hierarquicamente superior. sanções administrativas.Art. mas sim. art.pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar.DEFINIÇÃO Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Seção II Da Representação REPRESENTAÇÃO .407. instalação. 5 Mais um equivoco de digitação. injusto ou ilegal. 71. Representação é toda comunicação que se referir a ato praticado ou aprovado por superior hierárquico ou funcional. reiniciada a contagem a partir da sua reapresentação. serve apenas de parâmetro para a prática do ato. A inobservância dos prazos previstos para o processo regular não acarreta a nulidade do processo. poderá o signatário da comunicação solicitar. Assim. A solução será dada no prazo de 30 (trinta) dias. contados a partir do recebimento da defesa do acusado. Nota: A justificação ou a aplicação de sanção disciplinar deve ser feita conforme estabelecido neste CDPM/BM. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.Art. no máximo. trânsito. recorrer ou interpor recurso. o signatário da comunicação disciplinar deverá ser notificado da respectiva solução. SOLICITAÇÃO DA SOLUÇÃO DA COMUNICAÇÃO §4º. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato. no prazo de 120 (cento e vinte) dias corridos. prorrogável. DE 21. ofensivo. Vide §2º.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM SOLUÇÃO DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Art. 29. que deverá aplicar sanção ou justificar o fato. Crer-se ainda que o termo “decadência” seria melhor usado em vez de “prescrição”. III . licenças e dispensas do serviço. sob pena de prescrição.

os oficiais da ativa: aos militares do Estado que estiverem sob seu comando ou integrantes das OPM ou OBM subordinadas.11. função ou posto. NOTA 1: Os recursos disciplinares são: 1) Pedido de Reconsideração de Ato. A competência disciplinar é inerente ao cargo.2003 .pedido de reconsideração de ato.. 4º da Lei nº 14. A representação nos termos do parágrafo anterior será exercida no prazo estabelecido no §3º.Art.  NOTA: Incisos I a III com Redação dada pelo Art. contados da data do conhecimento do ato ou fato que a motivar. previstos no art. 56 deste CDPM/BM.os Subcomandantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar: a todos sob seu comando e das unidades subordinadas e às praças inativas da reserva remunerada. a contar do protocolo da OPM ou OBM da autoridade destinatária. ISm 7:12 .. III . . sendo autoridades competentes para aplicar sanção disciplinar: I . NOTA 2: CDPM/BM . 56.o Governador do Estado: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código. do art. III . V .407.os oficiais da ativa: aos militares do Estado que estiverem sob seu comando ou integrantes das OPM ou OBM subordinadas.São recursos disciplinares: I .Art. 58.) §3º.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM REPRESENTAÇÃO CONTRA ATO DISCIPLINAR §2º. DE 21. 2) Recurso Hierárquico. a contar do recebimento da interposição do recurso no protocolo da OPM ou OBM da autoridade destinatária PRAZO PARA INTERPOSIÇÃO DE REPRESENTAÇÃO §4º. II . IV . Os prazos referentes ao recurso hierárquico são: I .para solução: 10 (dez) dias.Art. a contar do conhecimento da solução do pedido de reconsideração pelo interessado ou do vencimento do prazo do §4º do artigo anterior.recurso hierárquico. do art. DA APLICAÇÃO E DO CUMPRIMENTO DAS SANÇÕES DISCIPLINARES Seção I Da Competência COMPETÊNCIA DISCIPLINAR Art. NOTA 1: o poder punitivo do Estado não é conferido às praças NOTA 2: os incisos III e V se repetiram ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.para interposição: 5 (cinco) dias.para comunicação: 3 (três) dias. II . o respectivo Comandante Geral e o Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código. II . II . DO JULGAMENTO. CDPM/BM . 31. 30. encerra-se para o recorrente a possibilidade administrativa de revisão do ato disciplinar sofrido.o Chefe da Casa Militar: aos integrantes desta. Parágrafo único . A representação contra ato disciplinar será feita somente após solucionados os recursos disciplinares previstos neste Código e desde que a matéria recorrida verse sobre a legalidade do ato praticado. III .o Secretário de Segurança Pública e Defesa Social. exceto nos casos de representação previstos nos §§ 3º e 4º.o Secretário da Segurança Pública e Defesa Social e o respectivo Comandante-Geral: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código. MARCO AURÉLIO DE MELO . Solucionado o recurso hierárquico. 59. CAPÍTULO VIII DA COMPETÊNCIA. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. PRAZO PARA INTERPOSIÇÃO DE REPRESENTAÇÃO CONTRA ATO DISCIPLINAR §3º. CDPM/BM .o Governador do Estado: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código. 58 (. . O prazo para o encaminhamento de representação será de 5 (cinco) dias úteis.933/2011 Redação anterior I . exceto os indicados no inciso seguinte.

observados os seguintes limites:[. 33. . (NR). 37. respectivamente. as sanções disciplinares de advertência.aos oficiais do posto de major: as sanções disciplinares de advertência. Redação anterior Parágrafo único. Ao Secretário da Segurança Pública e Defesa Social e aos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar compete conhecer das sanções disciplinares aplicadas aos inativos da reserva remunerada. a gravidade e os motivos determinantes do fato. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. MARCO AURÉLIO DE MELO . respectivamente. 5º da Lei nº 14. Ao Controlador Geral de Disciplina e aos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar compete conhecer das sanções disciplinares aplicadas aos inativos da reserva remunerada.aos oficiais do posto de tenente-coronel: as sanções disciplinares de advertência. 42.933/2011). sob pena de responsabilidade disciplinar. 41. V . 37. III .aos oficiais do posto de capitão: as sanções disciplinares de advertência. a cada situação em particular. (Redação dada pelo art. os danos causados. repreensão. 32. 33. cabendo às demais autoridades as seguintes competências: I . se oficial ou praça. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato.933/ 2011).ao respectivo Subcomandante da Corporação Militar e ao Subchefe da Casa Militar. permanência disciplinar. CDPM/BM . repreensão e permanência disciplinar de até 15 (quinze) dias. O Governador do Estado é competente para aplicar todas as sanções disciplinares previstas neste Código. VII . VI . repreensão e permanência disciplinar de até 5 (cinco) dias. em grau de recurso. 41. . 6º da Lei nº 14.2003 . III . repreensão e permanência disciplinar de até 10 (dez) dias. Na aplicação das sanções disciplinares serão sempre considerados a natureza. até os limites máximos previstos. a personalidade e os antecedentes do agente. Parágrafo único .Art. CDPM/BM Art. nos termos do art. a análise das circunstâncias que determinaram a transgressão. a intensidade do dolo ou o grau da culpa. (Redação dada pelo art. dentre as citadas no art. custódia disciplinar e proibição do uso de uniformes. em grau de recurso.407. IV . NOTA: A autoridade responsável pela aplicação da sanção disciplinar tem o poder discricionário de escolher a sanção mais adequada. Seção III Do Julgamento FATORES A SEREM OBSERVADOS NA APLICAÇÃO DA SANÇÃO DISCIPLINAR Art. repreensão e permanência disciplinar de até 20 (vinte) dias. permanência disciplinar de até 20 (vinte) dias e custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias.Art.aos oficiais do posto de tenente: as sanções disciplinares de advertência. (NR).Nos casos de sanções aplicadas pelas autoridades previstas nos incisos II a VII. sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível. A aplicação da sanção disciplinar abrange a análise do fato. (Parágrafo acrescentado pelo art. II . o enquadramento e a decorrente publicação. 33 deste Código.ao Secretário da Segurança Pública e Defesa Social. ao Chefe da Casa Militar e ao respectivo Comandante-Geral da Corporação Militar: todas as sanções disciplinares exceto a demissão de oficiais. DE 21. desde que não fira o disposto no art.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Parágrafo único. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. ISm 7:12 .. 4º da Lei nº 14. Seção II Dos Limites de Competência das Autoridades LIMITES DE COMPETÊNCIA PARA APLICAR SANÇÕES Art.933/ 2011).] ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.. deverá ser comunicada no prazo de 10 (dez) dias ao Controlador Geral de Disciplina. repreensão. se oficial ou praça.III e 42 abaixo citados: CDPM/BM .ao Controlador Geral de Disciplina: todas as sanções disciplinares exceto a demissão de oficiais. (NR). 14 deste Código. Redação anterior: I .pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar.11.aos oficiais do posto de coronel: as sanções disciplinares de advertência.

. CIRCUNSTÂNCIAS QUE ATENUAM A SANÇÃO Art. quando forem praticadas de forma conexa. em caso contrário.não possuir prática no serviço.legítima defesa própria ou de outrem. CDPM/BM . CIRCUNSTÂNCIAS QUE AGRAVAM A SANÇÃO Art. medalhas.motivo de força maior ou caso fortuito. 36. Não haverá aplicação de sanção disciplinar quando for reconhecida qualquer das seguintes causas de justificação: I . Considera-se reincidência o enquadramento da falta praticada num dos itens previstos no art.Mau . abaixo transcrito.prática simultânea ou conexão de duas ou mais transgressões. Inteligência do §2º. §2º. VII . 10 deste CDPM. V . NOTA SOBRE AGRAVANTES Além das circunstâncias acima.colaborar na apuração da transgressão disciplinar. o subordinado. salvo se o fato é cometido sob coação irresistível ou sob estreita obediência à ordem. 45. Ótimo e Bom. desde que a ordem recebida não seja manifestamente ilegal.2003 . 35.ter praticado a falta em defesa de seus próprios direitos ou dos de outrem. IV . V .reincidência. de tropa ou de civil. II . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. VII . condencorações. ISm 7:12 . no bom comportamento. 34. NOTA: Também é causa de justificação quando o fato é praticado sob coação irresistível. temos a agravante prevista no art.ter sido a falta praticada em presença de subordinado. IV . §2º. V . não manifestamente ilegal. MARCO AURÉLIO DE MELO . calamidade pública ou manutenção da ordem e da disciplina. II . NOTA . NOTA 1: Art.10. 12. sem conexão entre elas.ter praticado a falta por motivo de relevante valor social. Na ocorrência de mais de uma transgressão. serão impostas as sanções correspondentes isoladamente. III .ter admitido a transgressão de autoria ignorada ou. prêmios de honra ao mérito. DE 21.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM CAUSAS DE JUSTIFICAÇÃO Art. cabendo inteira responsabilidade à autoridade que as determinar. 13 ou no inciso II do §1º do art. NOTA: Verificado por meio das recompensas militares (elogios. dentre outros) recebidas pelo militar ao longo da carreira. se conhecida.Art. III . no caso de perigo.11. no período de 1 (um) ano. poderá solicitar que os esclarecimentos necessários sejam oferecidos de maneira formal. 45 deste CDPM/BM abaixo: CDPM/BM . São circunstâncias atenuantes: I . 36.uso de força para compelir o subordinado a cumprir rigorosamente o seu dever.Art.ter sido a falta praticada com abuso de autoridade hierárquica ou funcional ou com emprego imoderado de violência manifestamente desnecessária.estar. plenamente comprovados. NOTA: comportamentos que atenuam a sanção: Excelente.ter sido a falta praticada durante a execução do serviço. São circunstâncias agravantes: I . III . IV .obediência a ordem superior. NOTA2: O comportamento que agrava a sanção é o “Mau”.ter prestado serviços relevantes. ou seja. quando só será punível o autor da coação ou da ordem. de superior hierárquico.estar em mau comportamento. .Art. lhe tenham sido aplicadas mais de 2 (duas) permanências disciplinares ou mais de 1 (uma) custódia disciplinar. 54. as de menor gravidade serão consideradas como circunstâncias agravantes da transgressão principal. II .407. necessidade urgente. Cabe ao executante que exorbitar no cumprimento da ordem recebida à responsabilidade pelo abuso ou excesso que cometer. VIII . VI . a lei não se refere ao comportamento Regular como agravante ou atenuante.quando.conluio de duas ou mais pessoas. V .ter praticado a falta para evitar mal maior. §1º Quando a ordem parecer obscura. VI .em preservação da ordem pública ou do interesse coletivo. imputada a outrem. no mínimo. As ordens legais devem ser prontamente acatadas e executadas. ao recebê-la.art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.

Nota: são as razões de fato. pois uma vez retirada dos registros do militar não há mais no que se falar em reincidência de transgressão.Art.pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar. ou de sua anulação. Ver rol de transgressões tipificadas nos art. Na aplicação das sanções disciplinares serão sempre considerados a natureza. 42. NOTA 1: A reincidência não é praticar o mesmo fato em outra data. II . DE 21. das causas de justificação ou das circunstâncias atenuantes e ou agravantes. desde que não caiba demissão ou expulsão. ou não. 54 deste CDPM/BM V . III . observados os seguintes limites:[. resumidamente.CONCEITO §2º. A esse respeito. A solução do procedimento disciplinar é da inteira responsabilidade da autoridade competente.. Média ou Grave. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato. a gravidade e os motivos determinantes do fato. NOTA 2: Outro ponto relevante é saber a eficácia temporal para efeito da reincidência.Art. 33 deste Código.as faltas leves são puníveis com advertência ou repreensão e. 12. sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível.classificação do comportamento policial-militar em que o punido permaneça ou ingresse. 38.2003 .Art. III . Essa explicação fica mais clara quando se lê o art. 35 (circunstâncias atenuantes). A ação ou omissão praticada pelo militar. a transgressão seja inerente à execução do serviço. 33. a reincidência só deve ser considerada até o limite de tempo necessário ao cancelamento da sanção.decisão da autoridade impondo.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM §1º. 36 (circunstâncias agravantes) deste CDPM/BM VI . CDPM/BM . 37. mas a gravidade da transgressão.. 42.CONCEITO Art. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. e sim a prática de nova transgressão (podendo até ser fato idêntico) que se enquadre como Leve. Não se aplica a circunstância agravante prevista no inciso V quando. os danos causados. ou seja. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. . ISm 7:12 . a cada situação em particular. Considera-se reincidência o enquadramento da falta praticada num dos itens previstos no art.discriminação. o que se leva em consideração para reincidência não é o fato. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.11. CDPM/BM . art. 33. . de acordo com este Código. na reincidência.] ENQUADRAMENTO DISCIPLINAR . o seguinte: I . A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. 37 e 42 abaixo citados: CDPM/BM . 12 e 13 deste CDPM/BM III . o enquadramento e a decorrente publicação.as faltas médias são puníveis com permanência disciplinar de até 8(oito) dias e.alegações de defesa do transgressor. 34 (causas de justificação). Nota: análise da manifestação preliminar e/ou defesa do acusado IV . com permanência de até 20 (vinte) dias ou custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias. a personalidade e os antecedentes do agente. com permanência disciplinar de até 15(quinze) dias. REINCIDÊNCIA . art. 42 abaixo transcrito: Art. O enquadramento disciplinar é a descrição da transgressão cometida.as faltas graves são puníveis com permanência disciplinar de até 10 (dez) dias ou custódia disciplinar de até 8 (oito) dias e. Nota: comportamento previsto no art. MARCO AURÉLIO DE MELO . a análise das circunstâncias que determinaram a transgressão. 13 ou no inciso II do §1º do art. Seção IV Da Aplicação APLICAÇÃO DA SANÇÃO . CDPM/BM .Art.ORIENTAÇÃO Art. Nota: ver art. 14 deste Código. observados os seguintes limites: I . nos termos do art. 41. Nota: São as razões de direito. dentre as citadas no art. NOTA: A autoridade responsável pela aplicação da sanção disciplinar tem o poder discricionário de escolher a sanção mais adequada. 29. pela sua natureza. A aplicação da sanção disciplinar abrange a análise do fato. a intensidade do dolo ou o grau da culpa. na reincidência. com permanência disciplinar de até 5 (cinco) dias. em incisos e artigos. a sanção.tipificação da transgressão disciplinar. dele devendo constar. II . desde que não fira o disposto no art.indicação da ação ou omissão que originou a transgressão. que deverá aplicar sanção ou justificar o fato.407. na reincidência.

49. (NR).colaborar na apuração da transgressão disciplinar. os prazos supracitados serão interrompidos.A interrupção de afastamento regulamentar. SUBTENENTES E SARGENTOS Art. CDPM/BM . em outra OPM/OBM subordinada ou autorizada por seu comandante. entretanto. §2º. a sanção não será aplicada em seu limite máximo. no registro de informações de punições para os oficiais. MARCO AURÉLIO DE MELO . São circunstâncias atenuantes: I . no mínimo.não possuir prática no serviço. Parágrafo único . IV . instalação. subtenentes e sargentos serão publicadas somente para conhecimento dos integrantes dos seus respectivos círculos e superiores hierárquicos.observações. NOTA: Pode ser na própria OPM/OBM ou. pronto para o serviço militar.quando as circunstâncias atenuantes preponderarem.11.407.ter praticado a falta por motivo de relevante valor social. . por militar do Estado afastado do serviço. .estar em mau comportamento. NOTA: O termo “afastado do serviço” ou “afastamento regulamentar” se referem às férias.assinatura da autoridade.2003 . II . PUBLICAÇÃO DA SANÇÃO – CONCEITO E OBJETIVO Art. serão rigorosamente observados os seguintes limites: I . NOTA: o Registro de Informações de Punições (RIP) ou a Nota de Corretivo (NC) são documentos em que são feitas as anotações/registros e que se anexam à Ficha do Militar.quando as circunstâncias agravantes preponderarem. Art. núpcias.Quando o local determinado para o cumprimento da sanção não for a respectiva OPM ou OBM. III . Os afastamentos não regulamentares são a deserção e a ausência. reiniciada a contagem a partir da sua reapresentação. se for o caso. 41. Art. no bom comportamento. b) local do cumprimento da sanção. poderá ser aplicada a sanção até o seu limite máximo. No caso de afastamento regulamentar do transgressor. c) determinação para posterior cumprimento. Parágrafo único . luto.estar. ou na nota de corretivo das praças. II . 51. VII . ALUNOS-OFICIAIS. tais como: a) data do início do cumprimento da sanção disciplinar. O cumprimento da sanção disciplinar. Na aplicação das sanções disciplinares previstas neste Código. se conhecida. podendo ser dadas ao conhecimento geral se as circunstâncias ou a natureza da transgressão e o bem da disciplina assim o recomendarem. PUBLICAÇÃO EM RESERVADO PARA OFICIAIS.ter praticado a falta em defesa de seus próprios direitos ou dos de outrem. Art. VIII . somente ocorrerá quando determinada pelo Governador do Estado ou pelo Controlador Geral dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. 36. VIII . deverá ocorrer após a sua apresentação na OPM ou OBM.Art. imputada a outrem. 40. 39. para cumprimento de sanção disciplinar. 29. As sanções aplicadas a oficiais. V . Art. 35.ter admitido a transgressão de autoria ignorada ou. salvo nos casos de interesse da preservação da ordem e da disciplina. alunos-oficiais. figurando. ISm 7:12 . caso ela não tenha condições.A advertência não deverá constar de publicação em boletim. DOSIMETRIA NA APLICAÇÃO DA SANÇÃO Art. afastado do serviço ou à disposição de outra autoridade. se o transgressor estiver baixado. NOTA: Obediência ao principio da publicidade dos atos públicos NÃO PUBLICAÇÃO DA ADVERTÊNCIA Parágrafo único .ter praticado a falta para evitar mal maior.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM VII . d) outros dados que a autoridade competente julgar necessários. São circunstâncias agravantes: I . trânsito. A publicação é a divulgação oficial do ato administrativo referente à aplicação da sanção disciplinar ou à sua justificação. DE 21. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. VI . licenças e dispensas do serviço. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. a autoridade indicará o local designado para a apresentação do militar punido.ter prestado serviços relevantes. e dá início a seus efeitos.

O recolhimento transitório não constitui sanção disciplinar. II . desde que não caiba demissão ou expulsão. . consistente no desarmamento e recolhimento do militar à prisão. pondo em risco a própria vida e a de terceiros. ressalvados os casos de necessidade da medida preventiva de recolhimento transitório. devendo esse ato ser publicado em Boletim.Art. Parágrafo único . na qual a autoridade pode anular. O início do cumprimento da sanção disciplinar dependerá de aprovação do ato pelo Comandante da Unidade ou pela autoridade funcional imediatamente superior. INDEPENDÊNCIA DAS INSTÂNCIAS Art. sendo medida preventiva e acautelatória da ordem social e da disciplina militar. A sanção depois de aplicada deve ser levada ao conhecimento da autoridade superior para fins de correição.prática simultânea ou conexão de duas ou mais transgressões.407.2003 . INICIO DO CUMPRIMENTO DA SANÇÃO Art.ter sido a falta praticada em presença de subordinado. CDPM/BM: Art. da sua publicação. pelo militar punido.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM II . VII . NOTA: Proíbe-se expressamente a dupla punição pelo mesmo fato. O início do cumprimento da sanção disciplinar deverá ocorrer no prazo máximo de 5(cinco) dias após a ciência.reincidência. em razão do militar: a) mostrar-se agressivo e violento. III . quando a sanção for por ele aplicada. 60. NOTA 3 . retificar. NOTA 2: CDPM/BM .desde que não interposto recurso hierárquico. sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível.ter sido a falta praticada com abuso de autoridade hierárquica ou funcional ou com emprego imoderado de violência manifestamente desnecessária. atenuar ou aprovar de officio a sanção. III . de tropa ou de civil. ou. Somente depois da aprovação é que o militar punido fica sujeito ao cumprimento da sanção obedecidos os prazos recursais. prevista neste Código. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração.as faltas graves são puníveis com permanência disciplinar de até 10 (dez) dias ou custódia disciplinar de até 8 (oito) dias e. . V . ou. Solucionados os recursos disciplinares e havendo sanção disciplinar a ser cumprida. III . na reincidência. II . 104 . podendo ser excepcionalmente adotada quando houver fortes indícios de autoria de crime propriamente militar ou transgressão militar e a medida for necessária: I – ao bom andamento das investigações para sua correta apuração.conluio de duas ou mais pessoas.ter sido a falta praticada durante a execução do serviço. MARCO AURÉLIO DE MELO . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. com permanência disciplinar de até 5 (cinco) dias.A instauração de inquérito ou ação criminal não impede a imposição.Para os efeitos deste Código. II – à preservação da segurança pessoal do militar e da sociedade.pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar. III . sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível. o militar do Estado iniciará o seu cumprimento dentro do prazo de 3 (três) dias: I .após solucionado o recurso hierárquico.11.Art. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato. no caso de solução do pedido de reconsideração. 43. As Coordenadorias equivalem a Grandes Comandos. na esfera administrativa. na reincidência. e prévia publicação em boletim.Art. observados os seguintes limites: I .as faltas médias são puníveis com permanência disciplinar de até 8(oito) dias e. 26. IV . A sanção disciplinar não exime o militar estadual punido da responsabilidade civil e criminal emanadas do mesmo fato. CDPM/BM . sem nota de punição publicada em boletim. com permanência de até 20 (vinte) dias ou custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias. 42. DE 21. Subunidade a uma Companhia. CDPM/BM . b) encontrar-se embriagado ou sob ação de substância entorpecente. NOTA: SOBRE A INDEPENDÊNCIA DAS INSTÂNCIAS ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. VI .Art. considera-se Comandante de Unidade o oficial que estiver exercendo funções privativas dos postos de coronel e de tenente-coronel. NOTA 1: Unidade corresponde a um Batalhão.44. ISm 7:12 . 41.pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar. de sanção pela prática de transgressão disciplinar sobre o mesmo fato. PRINCIPIO DA PROPORCIONALIDADE NA APLICAÇÃO DA SANÇÃO Art. na reincidência. com permanência disciplinar de até 15(quinze) dias. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato.as faltas leves são puníveis com advertência ou repreensão e. agravar. 52. É a vedação à superposição de punições.

caberá ao comandante da área territorial onde ocorreu o fato apurar ou determinar a apuração e. ao final. Nenhum militar do Estado será interrogado ou ser-lhe-á aplicada sanção se estiver em estado de embriaguez. EXPULSÃO DE PRAÇA – APLICAÇÃO Art. §5º. à praça que atentar contra a segurança das instituições nacionais ou praticar atos desonrosos ou ofensivos ao decoro profissional. serão impostas as sanções correspondentes isoladamente. se necessário. . em regra.Parágrafo único . quando forem praticadas de forma conexa. após a instauração do devido processo legal.. TRANSGRESSÕES DESCONEXAS Art.407. conhecerem da transgressão disciplinar. a punição resultante será aplicada após a aprovação da autoridade superior. for condenado judicialmente por crime que também constitua infração disciplinar grave e que denote incapacidade moral para a continuidade do exercício de suas funções. caso surjam novos fatos ou evidências posteriormente à conclusão dos trabalhos na instância administrativa.. recolhido transitoriamente. II . LITISPENDÊNCIA OU CONEXÃO – CONFLITO DE COMPETÊNCIA Art.não haver prova da existência do fato. devendo. A autoridade que tiver de aplicar sanção a subordinado que esteja a serviço ou à disposição de outra autoridade requisitará a apresentação do transgressor. MARCO AURÉLIO DE MELO . garantindo a ampla defesa e o contraditório. Seção V Do Cumprimento e da Contagem de Tempo APLICAÇÃO DE SANÇAO A MILITAR À DISPOSIÇÃO DE OUTRA AUTORIDADE Art. sem conexão entre elas. Na ocorrência de mais de uma transgressão. 12. as de menor gravidade serão consideradas como circunstâncias agravantes da transgressão principal. a autoridade indicará o local designado para a apresentação do militar punido. 49. 50. por medida preventiva. se esta assim determinar. Quando duas autoridades de níveis hierárquicos diferentes. DE 21. NOTA: Ver Recolhimento Transitório previsto no art. administrativa ou judicial. competirá à de maior hierarquia apurá-la ou determinar que a menos graduada o faça. em caso contrário.EMBRIAGUEZ OU AÇÃO DE SUBSTÂNCIA ENTORPECENTE Art.não existir prova suficiente para a condenação. INIMPUTABILIDADE TRANSITÓRIA ..72. mediante processo regular. desde logo.Art. ser. ou sob a ação de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica. ou. A expulsão será aplicada. quando a praça militar.. ISm 7:12 .2003 . 24. A aplicação das penas disciplinares previstas neste Código independe do resultado de eventual ação penal ou cível.Não impede a instauração de novo processo regular. do militar do Estado em razão de: I . CONCURSO DE AGENTES – COMPETÊNCIA EM RAZÃO DO LOCAL Art. 47. independentemente da graduação ou função que ocupe. Na ocorrência de transgressão disciplinar envolvendo militares do Estado de mais de uma Unidade.falta de prova de ter o acusado concorrido para a transgressão. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. remeter os autos à autoridade funcional superior comum aos envolvidos. 46.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM CDPM/BM . 26 deste CDPM/BM ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. a absolvição. A expulsão será aplicada. .Quando a apuração ficar sob a incumbência da autoridade menos graduada.Quando o local determinado para o cumprimento da sanção não for a respectiva OPM ou OBM. Art. .11. ambas com ação disciplinar sobre o transgressor. COMPETÊNCIA PUNITIVA DEPENDENTE Parágrafo único . 45. se necessário. III . 48.Art. LOCAL DO CUMPRIMENTO DA SANÇÃO Parágrafo único . CDPM/BM .

54. DE 21. pronto para o serviço militar.quando. sob o ponto de vista disciplinar. NOTA: O termo “afastado do serviço” ou “afastamento regulamentar” se referem às férias. III .Regular . Para fins disciplinares e para outros efeitos. II . pelo militar punido. interrompendo-se a contagem a partir do momento de seu afastamento até o seu retorno. no período de 5 (cinco) anos. A contagem do tempo de cumprimento da sanção começa no momento em que o militar do Estado iniciá-lo. .Mau . . (Redação dada pelo art. somente ocorrerá quando determinada pelo Governador do Estado ou pelo Controlador Geral dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. 52. de acordo com os prazos estabelecidos neste artigo.quando. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Secretário da Segurança Pública e Defesa Social ou pelo respectivo Comandante-Geral. não lhe tenha sido aplicada qualquer sanção disciplinar. CASOS DE INTERRUPÇÃO DE AFASTAMENTO REGULAMENTAR PARA CUMPRIMENTO DE SANÇÃO Parágrafo único . O cumprimento da sanção disciplinar. o comportamento militar classifica-se em: I .quando.Ótimo .quando. O início do cumprimento da sanção disciplinar deverá ocorrer no prazo máximo de 5(cinco) dias após a ciência. após o afastamento regularmente previsto no § 2º. §2º. CAPÍTULO IX DO COMPORTAMENTO COMPORTAMENTO DA PRAÇA Art. instalação. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. lhe tenham sido aplicadas até 2 (duas) repreensões. lhe tenham sido aplicadas mais de 2 (duas) permanências disciplinares ou mais de 1 (uma) custódia disciplinar. lhe tenham sido aplicadas até 2 (duas) permanências disciplinares ou 1 (uma) custódia disciplinar. da sua publicação. luto. ISm 7:12 . (NR). CONTAGEM DO TEMPO DE CUMPRIMENTO DA SANÇÃO §1º. como cumprimento de sanção disciplinar. O afastamento do militar do Estado do local de cumprimento da sanção e o seu retorno a esse local.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM CUMPRIMENTO DE SANÇAO POR MILITAR AFASTADO DO SERVIÇO Art.407. salvo nos casos de interesse da preservação da ordem e da disciplina. V . no período de 10 (dez) anos. A contagem de tempo para melhora do comportamento se fará automaticamente. mesmo por falta leve. no período de 2 (dois) anos. deverão ser objeto de publicação. 7º da Lei nº 14. A interrupção de afastamento regulamentar.Bom . lhe tenham sido aplicadas até 2 (duas) permanências disciplinares. computando-se cada dia como período de 24 (vinte e quatro) horas. para cumprimento de sanção disciplinar. Os afastamentos não regulamentares são a deserção e a ausência. MARCO AURÉLIO DE MELO . PRAZO PARA INICIO DO CUMPRIMENTO DA SANÇÃO Art.11.quando. para cumprimento de sanção disciplinar.2003 . somente ocorrerá quando determinada pelo Governador do Estado. 53. núpcias.933/2011) Redação anterior Parágrafo único. no período de 1 (um) ano. O comportamento da praça militar demonstra o seu procedimento na vida profissional e particular. CONTAGEM DOS PRAZOS PARA MELHORIA DO COMPORTAMENTO §1º.A interrupção de afastamento regulamentar. licenças e dispensas do serviço. trânsito. deverá ocorrer após a sua apresentação na OPM ou OBM. §3º.Excelente . IV . CLASSIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO Art. Não será computado. por militar do Estado afastado do serviço. no período de 1 (um) ano. 51. o tempo em que o militar do Estado passar em gozo de afastamentos regulamentares.

contudo somente depois de solucionados os recursos disciplinares (pedido de reconsideração de ato.pedido de reconsideração de ato. que tem efeito suspensivo. à autoridade que praticou. dar solução ao recurso. à autoridade recorrida e por uma única vez.2003 . ofendido ou injustiçado por ato de superior hierárquico.11.933/2011. COMPORTAMENTO DO PRAÇA AO SER ADMITIDO Art.embora também possa ser usada como recurso impróprio. respectivamente. diretamente. a contar da data de recebimento do documento. mediante parte ou ofício. EQUIVALÊNCIA ENTTRE ALTERAÇÕES §3º. Para efeito de classificação.São recursos disciplinares: I . recurso hierárquico). Representação é toda comunicação que se referir a ato praticado ou aprovado por superior hierárquico ou funcional. poderá interpor recursos disciplinares. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. ofensivo. 56.407. que considere a si próprio. mediante despacho fundamentado que deverá ser publicado. Ao Controlador Geral de Disciplina e aos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar compete conhecer das sanções disciplinares aplicadas aos inativos da reserva remunerada. dando conhecimento ao interessado. reclassificação ou melhoria do comportamento. se oficial ou praça. CAPÍTULO X DOS RECURSOS DISCIPLINARES RECURSOS DISCIPLINARES – COMPETÊNCIA PARA INTERPOR E CLASSIFICAÇÃO Art.Parágrafo único. Parágrafo único . EFEITO SUSPENSIVO DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO §2º. deve ser apresentado no prazo máximo de 5 (cinco) dias. ou aprovou. em grau de recurso. ofensivo. . no prazo máximo de 10 (dez) dias. DE 21. CDPM/BM: Art. MARCO AURÉLIO DE MELO .Não caberá agravamento da sanção em razão da interposição de recurso disciplinar pelo militar acusado. PRAZO PARA SOLUÇÃO DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO §3º. que se repute irregular. a contar da data em que o militar do Estado tomar ciência do ato que o motivou. saneando se possível o ato praticado. a subordinado seu ou a serviço sob sua responsabilidade prejudicado. e. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. 57. A QUEM SE ENCAMINHA O PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DE ATO §1º. 30. Parágrafo único . O pedido de reconsideração de ato deve ser encaminhado. Bastará uma única sanção disciplinar acima dos limites estabelecidos neste artigo para alterar a categoria do comportamento. 4º da Lei nº 14. DATA-BASE PARA MODIFICAÇÃO DO COMPORTAMENTO §4º. Ao ser admitida. 55. NOTA: CDPM/BM: Art. . II . a praça militar será classificada no comportamento “bom”. 65. O pedido de reconsideração de ato é recurso interposto. NOTA 1: O recurso disciplinar é uma possibilidade administrativa de revisão do ato disciplinar sofrido. ter-se-ão como bases as datas em que as sanções foram publicadas. Redação dada pelo art. NOTA: Não deve ser confundido com a representação. injusto ou ilegal). para que o reexamine. A autoridade a quem for dirigido o pedido de reconsideração de ato deverá. (NR).recurso hierárquico. O pedido de reconsideração de ato. o ato disciplinar que se reputa irregular. ISm 7:12 .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ALTERAÇÃO DA CATEGORIA DE COMPORTAMENTO §2º. PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO DE ATO Art. injusto ou ilegal. 31 . apesar da semelhança do texto (Art. Para a classificação do comportamento fica estabelecido que duas repreensões equivalerão a uma permanência disciplinar. O militar do Estado.

procrastinador ou que não apresente fatos ou argumentos novos que modifiquem a decisão anteriormente tomada. O recurso hierárquico não poderá tratar de assunto estranho ao ato ou fato que o tenha motivado. 58. obedecido o prazo do § 3º deste artigo. podendo ser acompanhado de documentos comprobatórios. interposto por uma única vez. 57. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. a qual deverá ser precedida de pedido de reconsideração do ato. 58. QUANDO INTERPOR O RECURSO HIERÁRQUICO §1º. precisará o objeto que o fundamenta de modo a esclarecer o ato ou fato. àquela contra a qual está sendo interposto. §4º. exceto na hipótese prevista pelo § 4º do artigo anterior. CASOS DE NÃO CONHECIMENTO DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO §6º. CDPM/BM . saneando se possível o ato praticado.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM INTERPOSIÇÃO DE RECURSO SEM SOLUÇÃO DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO §4º. a contar do conhecimento da solução do pedido de reconsideração pelo interessado ou do vencimento do prazo do §4º do artigo anterior. do artigo seguinte. 57. A interposição do recurso de que trata este artigo. III . FORMA DE REDAÇÃO DO PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO §5º. poderá interpor recurso hierárquico no prazo previsto no inciso I do § 3º. O recurso hierárquico. em termos respeitosos. a contar da data de recebimento do documento. O pedido de reconsideração de ato deve ser redigido de forma respeitosa.. poderá interpor recurso hierárquico no prazo previsto no inciso I do § 3º. somente poderá ocorrer depois de conhecido o resultado deste pelo requerente.para interposição: 5(cinco) dias.. podendo ser acompanhado de documentos comprobatórios. no prazo máximo de 10 (dez) dias. Não será conhecido o pedido de reconsideração intempestivo. DE 21. Os prazos referentes ao recurso hierárquico são: I .para comunicação: 3 (três) dias.para interposição: 5(cinco) dias. . O subordinado que não tiver oficialmente conhecimento da solução do pedido de reconsideração. COMUNICAÇÃO À AUTORIDADE COATORA §2º. MARCO AURÉLIO DE MELO .2003 . por escrito. a contar do protocolo da OPM ou OBM da autoridade destinatária. a contar do conhecimento da solução do pedido de reconsideração pelo interessado ou do vencimento do prazo do §4º do artigo anterior. CDPM/BM – Art. II . CDPM/BM . precisando o objetivo e as razões que o fundamentam. do artigo seguinte. §3º.para solução: 10 (dez) dias. dar solução ao recurso. PRAZOS DO RECURSO HIERÁRQUICO §3º. sem comentários ou insinuações desnecessários. a contar do recebimento da interposição do recurso no protocolo da OPM ou OBM da autoridade destinatária.para comunicação: 3 (três) dias. §5º. O subordinado que não tiver oficialmente conhecimento da solução do pedido de reconsideração. O recurso hierárquico. Os prazos [.11. devendo este ato ser publicado. a contar do protocolo da OPM ou OBM da autoridade destinatária. A autoridade a quem for dirigido o pedido de reconsideração de ato deverá. III . nem versar sobre matéria impertinente ou fútil. §3º. A autoridade que receber o recurso hierárquico deverá comunicar tal fato. mediante despacho fundamentado que deverá ser publicado. dando conhecimento ao interessado. ofensivo. injusto ou ilegal. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. RECURSO HIERÁRQUICO – EFEITO SUSPENSIVO.Art. terá efeito suspensivo e será redigido sob a forma de parte ou ofício e endereçado diretamente à autoridade imediatamente superior àquela que não reconsiderou o ato tido por irregular.para solução: 10 (dez) dias. FORMA E DESTINATÁRIO Art. após 30 (trinta) dias contados da data de sua solicitação. II . ISm 7:12 . após 30 (trinta) dias contados da data de sua solicitação. a contar do recebimento da interposição do recurso no protocolo da OPM ou OBM da autoridade destinatária. CONTEÚDO DO RECURSO HIERÁRQUICO §4º.]: I .Art.407. .

anulação. Solucionados os recursos disciplinares e havendo sanção disciplinar a ser cumprida.retificação.anulação. MARCO AURÉLIO DE MELO . podem. do art. NOTA: o prazo é decandencial. 61.407. . praticar um dos seguintes atos: I .desde que não interposto recurso hierárquico. o militar punido perde seu direito potestativo. DE 21.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO HIERÁRQUICO §6º. RETIFICAÇÃO Art. NOTA SOBRE REVISÃO DE ATO DISCIPLINAR CDPM/BM . de forma motivada e com publicação.retificação. CAPÍTULO XI DA REVISÃO DOS ATOS DISCIPLINARES REVISÃO DE AOS DISCIPLINARES – COMPETÊNCIA E CLASSIFICAÇÃO Art. III . da possível existência de irregularidade ou ilegalidade na aplicação da sanção imposta por elas ou pelas autoridades subordinadas. Não será conhecido o recurso hierárquico intempestivo. ou seja. Solucionado o recurso hierárquico. IV .agravação. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. III . exceto nos casos de representação previstos nos §§ 3º e 4º. A retificação consiste na correção de irregularidade formal sanável. de forma motivada e com publicação. 30. 62. ISm 7:12 . procrastinador ou que não apresente fatos ou argumentos novos que modifiquem a decisão anteriormente tomada.atenuação. fora do prazo.Art. 59.2003 . contida na sanção disciplinar aplicada pela própria autoridade ou por autoridade subordinada. o militar do Estado iniciará o seu cumprimento dentro do prazo de 3 (três) dias: I . quando tiverem conhecimento. DECADÊNCIA DOS PRAZOS PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSOS Art. por via recursal ou de ofício.11.atenuação. II . exceto as ocupantes dos postos de 1º. tenente a major. 62. no prazo de 10 (dez) dias. II . quando tiverem conhecimento. . PRAZO PARA INICIO DO CUMPRIMENTO DA SANÇÃO APÓS SOLUÇÃO DOS RECURSOS Art. da possível existência de irregularidade ou ilegalidade na aplicação da sanção imposta por elas ou pelas autoridades subordinadas. 63.após solucionado o recurso hierárquico. As autoridades competentes para aplicar sanção disciplinar. no caso de solução do pedido de reconsideração.agravação. Procrastinador tem o sentido de adiar. exceto as ocupantes dos postos de 1º. encerra-se para o recorrente a possibilidade administrativa de revisão do ato disciplinar sofrido. 60. As autoridades competentes para aplicar sanção disciplinar. É a perda do próprio direito por não exercitá-lo. II . NOTA: intempestivo é o que acontece no momento inapropriado. podem. DECORRÊNCIA DA SOLUÇÃO DO RECURSO HIERÁRQUICO Art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. Os prazos para a interposição dos recursos de que trata este Código são decadenciais. devendo ser cientificado o interessado. tenente a major. IV . por via recursal ou de ofício. praticar um dos seguintes atos: I . e publicado o ato em boletim.

Súmula nº 473/STF – A administração pode anular seus próprios atos quando eivados de vícios que os tornam ilegais. com permanência disciplinar de até 5 (cinco) dias. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e natureza da infração. A atenuação é a redução da sanção proposta ou aplicada.recurso hierárquico. 56. II .pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar. respeitos os direitos adquiridos. .as faltas graves são puníveis com permanência disciplinar de até 10 (dez) dias ou custódia disciplinar de até 8 (oito) dias e.Art. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato. por motivo de conveniência ou oportunidade. 64. Parágrafo único . de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato. 67. CDPM/BM .CONCEITO Art. DE 21. CDPM/BM . observados os seguintes limites: I . ou seja. AGRAVAÇÃO Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Anulação é a declaração de invalidade da sanção disciplinar aplicada pela própria autoridade ou por autoridade subordinada. ANULAÇÃO . sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível.Art. Assim ele terá direito a promoções. PRAZO PARA SOLICITAR ANULAÇÃO DE SANÇÃO Parágrafo único . na reincidência. em todos os casos. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. III .as faltas leves são puníveis com advertência ou repreensão e. com permanência de até 20 (vinte) dias ou custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias. CDPM/BM . 42.Não caberá agravamento da sanção em razão da interposição de recurso disciplinar pelo militar acusado. de modo que prevaleça a penalidade devida para a gravidade do fato. 66. ainda. na apreciação do recurso. a redução do número de dias da sanção. As recompensas militares constituem reconhecimento dos bons serviços prestados pelo militar do Estado e consubstanciam-se em prêmios concedidos por atos meritórios e serviços relevantes. ressalvado o disposto no inciso III do art. MARCO AURÉLIO DE MELO . quando.pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ATENUAÇÃO Art. devendo retroagir à data do ato. é como se a sanção nunca tivesse existido no mundo do militar punido. verificar a ocorrência de ilegalidade. sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível.2003 .pela mesma transgressão não será aplicada mais de uma sanção disciplinar. e ressalvada. A agravação é a ampliação do número dos dias propostos para uma sanção disciplinar ou a aplicação de sanção mais rigorosa. na reincidência. a contar da data da publicação do ato que se pretende invalidar. ISm 7:12 . se assim o exigir o interesse da disciplina e a ação educativa sobre o militar do Estado. III . com permanência disciplinar de até 15(quinze) dias. 41. CDPM/BM . CASO DE NÃO AGRAVAÇÃO Parágrafo único . nos limites do art. CDPM/BM: Art. desde que não caiba demissão ou expulsão.Art.São recursos disciplinares: I .407. 42. CAPÍTULO XII DAS RECOMPENSAS MILITARES RECOMPENSAS MILITARES – CONCEITO Art. 41 deste Código. porque deles não se original direitos. se assim o exigir o interesse da disciplina e a ação educativa sobre o militar do Estado. III . NOTA: Súmula nº 346/STF – A Administração Pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos.pedido de reconsideração de ato. medalhas e outros direitos não recebidos em decorrência da sanção. 41. 42. ou revogá-los. na reincidência. sendo nulas as penas mais brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de gravidade com elas incompatível. para outra menos rigorosa ou. III .as faltas médias são puníveis com permanência disciplinar de até 8(oito) dias e. .Art.11. nos limites do art. II . 65.A anulação de sanção administrativo-disciplinar somente poderá ser feita no prazo de 5 (cinco) anos. a apreciação judicial NOTA 2: a retroatividade dos efeitos é ex tunc. 41.

Art. Para fins de cancelamento de punições disciplinares. IV . respectivamente.1º da Lei nº 15. obedecidos os prazos e demais condições estabelecidas no Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará. conforme dispuser a legislação. serão considerados equivalentes ao Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará as seguintes punições disciplinares de que tratam. Parágrafo único. os revogados Regulamentos Disciplinares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará: I – repreensão – repreensão. As dispensas do serviço serão concedidas com a remuneração integral e computadas como tempo de efetivo serviço e/ou contribuição militar. CANCELAMENTO PELO LAPSO TEMPORAL §1º. A dispensa do serviço é uma recompensa militar e somente poderá ser concedida por oficiais dos postos de tenente-coronel e coronel a seus subordinados funcionais.condecorações por serviços prestados. independe de requerimento do interessado ou de bons serviços prestados. 65 e 66 do EMECE: EMECE . MARCO AURÉLIO DE MELO . além das previstas em outras leis: I . LIMITE DE DIAS DE DISPENSA DO SERVIÇO Parágrafo único . EMECE . comprovados em seus assentamentos. sendo sempre publicada em boletim. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. O cancelamento de sanções é ato do Comandante-Geral de ofício comprovados em seus assentamentos. Para fins de contagem de pontos para promoção de militares estaduais. em caráter temporário. O cancelamento de sanções é ato do Comandante-Geral. 54 deste CDPM/BM DISPENSA DO SERVIÇO – CONCEITO E COMPETÊNCIA PARA CONCEDER Art.68. Basta que o militar alcance o lapso temporal exigido. praticado a pedido do interessado.407. 223. II . passíveis dessa medida. Art. ISm 7:12 . NOTA: EMECE – Art. As recompensas constituem reconhecimento dos bons serviços prestados pelos militares estaduais e serão concedidas de acordo com as normas regulamentares da Corporação. .elogio. III . e o seu deferimento dependerá do reconhecimento de que o interessado vem prestando bons serviços à Corporação. TIPOS DE RECOMPENSA Art.051/2011) Redação original §1º. 68. aplica-se a equivalência prevista no artigo anterior. e depois de 6 Notem que o cancelamento. contando-se esse tempo a partir da última pena imposta. O cancelamento de sanções disciplinares consiste na retirada dos registros realizados nos assentamentos individuais do militar da ativa. poderá ser formulado independentemente da classificação de seu comportamento e será registrado nos assentamentos. III . 70.dispensa de serviço.cancelamento de sanções. 70 deste CDPM/BM sobre cancelamento. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.dispensas do serviço. de efetivo serviço sem qualquer outra sanção. II .222.prêmios de honra ao mérito.O elogio individual. ato administrativo que coloca em relevo as qualidades morais e profissionais do militar. depois de decorridos os lapsos temporais a seguir indicados. As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos militares estaduais para afastamento total do serviço. CANCELAMENTO DE SANÇÃO DISCIPLINAR Art. fica limitada ao máximo de 6(seis) dias por ano. II . NOTA: ver comportamento no art. a contar da data da última pena imposta6: (§1º com modificação do Art. . Art. ELOGIO Parágrafo único . NOTA: Não confundir com a dispensa do serviço prevista no art.elogios.11. 69. de demissão e de expulsão. NOTA: Ver art. São recompensas militares: I . observado o disposto neste artigo.66.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM EMECE .em decorrência de prescrição médica.2003 . agora.para desconto em férias já publicadas e não gozadas no todo ou em parte. São recompensas militares estaduais.Art. Parágrafo único. II – detenção – permanência disciplinar.Art. sendo inaplicável às sanções de reforma administrativa disciplinar.A concessão de dispensas do serviço. III – prisão – custódia disciplinar. 68.65. As dispensas do serviço podem ser concedidas aos militares estaduais: I . DE 21. relativos às penas disciplinares que lhe foram aplicadas.

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decorridos os lapsos temporais a seguir indicados, de efetivo serviço sem qualquer outra sanção, a contar da data da última pena
imposta:

Texto com modificação do art. 8º da Lei nº 14.933/2011
§1º - O cancelamento de sanções é ato do Controlador Geral de Disciplina, praticado a pedido do interessado, e o seu deferimento
dependerá do reconhecimento de que o interessado vem prestando bons serviços à Corporação, comprovados em seus
assentamentos, e depois de decorridos os lapsos temporais a seguir indicados, de efetivo serviço sem qualquer outra sanção, a
contar da data da última pena imposta:

I - para o cancelamento de advertência: 2 anos;
II - para o cancelamento de repreensão: 3 anos;
III - para o cancelamento de permanência disciplinar ou, anteriormente a esta Lei, de
detenção: 7 anos;
IV - para o cancelamento de custódia disciplinar ou, anteriormente a esta Lei, de prisão
administrativa: 10 anos.
CANCELAMENTO POR AÇÃO ESPECIALMENTE MERITÓRIA OU POR ATO DE BRAVURA
§2º. Independentemente das condições previstas neste artigo, o Controlador-Geral de
Disciplina poderá cancelar uma ou mais punições do militar que tenha praticado qualquer ação
militar considerada especialmente meritória, que não chegue a constituir ato de bravura.
Configurando ato de bravura, assim reconhecido, o Comandante-Geral poderá cancelar todas
as punições do militar, independente das condições previstas neste artigo. (NR).(§2º com modificação
do Art.1º da Lei nº 15.051/2011)
Redação original
§2º. Independentemente das condições previstas neste artigo, o Comandante-Geral poderá cancelar uma ou mais punições do militar
que tenha praticado qualquer ação militar considerada especialmente meritória, que não chegue a constituir ato de bravura.
Configurado ato de bravura, assim reconhecido, o Comandante-Geral poderá cancelar todas as punições do militar,
independentemente das condições previstas neste artigo.

Redação dada pelo art. 8º da Lei 14.933/2011
§2º Independentemente das condições previstas neste artigo, o Controlador Geral de Disciplina poderá cancelar uma ou mais
punições do militar que tenha praticado qualquer ação militar considerada especialmente meritória, que não chegue a constituir ato
de bravura. Configurado ato de bravura, assim reconhecido, o Comandante-Geral poderá cancelar todas as punições do militar,
independentemente das condições previstas neste artigo.” (NR).

NOTA: o ato de bravura é apurado por meio de Comissão de Meritoriedade designada pelo Cel Comandante-Geral e pode
resultar em medalha e/ou promoção ao grau imediatamente superior, bem como ao cancelamento de punição.

IRRETROATIVIDADE DOS EFEITOS DO CANCELAMENTO
§3º. O cancelamento de sanções não terá efeito retroativo e não motivará o direito de revisão de
outros atos administrativos decorrentes das sanções canceladas.
NOTA 2: Não há retroatividade dos efeitos do cancelamento da sanção. Significa dizer que seus efeitos só têm valor a partir
da data da decisão tomada. Assim ele não terá direito a promoções, medalhas e outros direitos não recebidos anteriormente
em decorrência da sanção. Passa a ter esses direitos a partir da data do cancelamento da sanção, caso preencha os
requisitos necessários a recebê-los.

CAPÍTULO XIII
DO PROCESSO REGULAR

Seção I
Disposições Gerais
PROCESSO REGULAR - ESPÉCIES
Art. 71. O processo regular de que trata este Código, para os militares do Estado, será:
I - o Conselho de Justificação, para oficiais;
II - o Conselho de Disciplina, para praças com 10 (dez) ou mais anos de serviço militar no
Estado;
III - o processo administrativo-disciplinar, para praças com menos de 10 (dez) anos de serviço
militar no Estado;
IV - o procedimento disciplinar previsto no Capítulo VII desta Lei.

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BASE DE INVESTIGAÇÃO
§1º. O processo regular poderá ter por base investigação preliminar, inquérito policial-militar
ou sindicância instaurada, realizada ou acompanhada pela Controladoria Geral dos Órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário. (NR) (Redação dada pelo art. 9º da Lei nº 14.933/ 2011)
Redação anterior
§1º. O processo regular poderá ter por base investigação preliminar, inquérito policial-militar ou sindicância instaurada, realizada
ou acompanhada pela Corregedoria-Geral dos Órgãos de Segurança Pública e Defesa Social, criada pela Lei Estadual nº 12.691,
de 16 de maio de 1997.
INOBSERVÂNCIA DOS PRAZOS
§2º. A inobservância dos prazos previstos para o processo regular não acarreta a nulidade do
processo, porém os membros do Conselho ou da comissão poderão responder pelo
retardamento injustificado do processo.
NOTA: Os prazos previstos para o processo regular são os abaixo discriminados:
CDPM/BM - Art. 78. O Conselho de Justificação dispõe de um prazo de 60(sessenta) dias, a contar da data de sua
nomeação, para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo, e de mais 15 (quinze) dias para deliberação, confecção
e remessa do relatório conclusivo.
CDPM/BM - Art. 92. O Conselho de Disciplina dispõe de um prazo de 45(quarenta e cinco) dias, a contar da data de sua
nomeação, para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo, e de mais 15 (quinze) dias para deliberação, confecção
e remessa do relatório conclusivo.
PRAZO PARA O PAD
CDPM/BM - Art. 103. Parágrafo único: A comissão processante dispõe de um prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data de
sua nomeação, para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo, e de mais 15 (quinze) dias para confecção e
remessa do relatório conclusivo. (NR)

APLICABILIDADE DE MEDIDAS ACAUTELATÓRIAS
Art.72. O militar do Estado submetido a processo regular deverá, quando houver possibilidade
de prejuízo para a hierarquia, disciplina ou para a apuração do fato, ser designado para o
exercício de outras funções, enquanto perdurar o processo, podendo ainda a autoridade
instauradora proibir-lhe o uso do uniforme e o porte de arma, como medida cautelar.
Art.77. A constituição do Conselho de Justificação dar-se-á por ato do Governador do Estado ou do Controlador Geral de
Disciplina [...]
Art. 88, §1º. A constituição do Conselho de Disciplina dar-se-á por ato do Controlador Geral de Disciplina [...]
Art. 103. O processo administrativo-disciplinar é o processo regular, realizado por comissão processante formada por 3
(três) oficiais, designada por portaria do Controlador-Geral de Disciplina [...]
NOTA 2: Não confundir com a proibição do uso do uniforme e o porte de arma como sanção aplicada aos inativos. Aquela é
punição. No caso do art. 72 temos apenas uma medida cautelar.

CASOS DE INSTAURAÇÃO DE NOVO PROCESSO REGULAR
Parágrafo único - Não impede a instauração de novo processo regular, caso surjam novos fatos
ou evidências posteriormente à conclusão dos trabalhos na instância administrativa, a
absolvição, administrativa ou judicial, do militar do Estado em razão de:
I - não haver prova da existência do fato;
II - falta de prova de ter o acusado concorrido para a transgressão; ou,
III - não existir prova suficiente para a condenação.
LEIS SUBSIDIÁRIAS AO CDPM/BM
Art. 73. Aplicam-se a esta Lei, subsidiariamente, pela ordem, as normas do Código do Processo
Penal Militar, do Código de Processo Penal e do Código de Processo Civil.
NOTA: Aplicação subsidiária significa em auxilio, de modo suplementar, como acessório, em segundo lugar. Notem que
deve seguir a ordem: 1º) CPPM, 2º) CPP e 3º) CPC.

EXTINÇÃO DE PUNIBILIDADE
Art. 74. Extingue-se a punibilidade da transgressão disciplinar pela:
I - passagem do transgressor da reserva remunerada para a reforma ou morte deste;
NOTA: A punibilidade é a possibilidade administrativa de impor uma sanção (punição) ao militar que praticou uma
transgressão. A extinção de punibilidade é a perda do direito de punir. Extinguir a punibildiade significa dizer que o Estado
não pode mais impor sanção. Não confundir com causas de justificação.
A morte do militar antes, durante ou ao término do processo regular gera extinção do direito de punir, afinal: “nenhuma
pena passará da pessoa do condenado” (art. 5º, XLV).
A reforma do militar estadual também extingue a punibilidade por força do parágrafo único, art. 2º deste CDPM/BM:
CDPM/BM - Art. 2º. Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica:[...] III - aos militares reformados do Estado.

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EMECE - Art.203. O falecimento do militar estadual da ativa acarreta o desligamento ou exclusão do serviço ativo, a
partir da data da ocorrência do óbito.
II - prescrição.
§1º. A prescrição de que trata o inciso II deste artigo se verifica:
a) em 2 (dois) anos, para transgressão sujeita à advertência e repreensão;
b) em 3 (três) anos, para transgressão sujeita à permanência disciplinar;
c) em 4 (quatro) anos, para transgressão sujeita à custódia disciplinar;
d) em 5 (cinco) anos, para transgressão sujeita á reforma administrativa; disciplinar, demissão,
expulsão e proibição do uso do uniforme e do porte de arma;
e) no mesmo prazo e condição estabelecida na legislação penal, especialmente no código
penal ou penal militar, para transgressão compreendida também como crime.
NOTA: A prescrição é perda da pretensão punitiva, pelo decurso do lapso temporal previsto acima, ou seja, por não exercer
seu poder punitivo nos prazos retromencionados. Os prazos acima são taxativos.

CONTAGEM DO TEMPO PARA PRESCRIÇÃO
§2º. O início da contagem do prazo de prescrição de qualquer transgressão disciplinar é da data
em que foi praticada, interrompendo-se pela instauração de sindicância, de conselho de
justificação ou disciplina ou de processo administrativo-disciplinar ou pelo sobrestamento
destes.
NOTA: O sobrestamento é uma suspensão temporária do processo regular, paralisando o curso do processo em virtude da
existência de alguma questão prejudicial, como por exemplo, o incidente de insanidade mental.

Seção II
Do Conselho de Justificação
CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO (CJ) - OBJETIVO E APLICAÇÃO
Art.75. O Conselho de Justificação destina-se a apurar as transgressões disciplinares cometidas
por oficial e a incapacidade deste para permanecer no serviço ativo militar.
Parágrafo único - O Conselho de Justificação aplica-se também ao oficial inativo
presumivelmente incapaz de permanecer na situação de inatividade.
NOTA 1: Súmula 20 – STF – É necessário processo administrativo com ampla defesa, para demissão de funcionário admito
por concurso.
NOTA 2: Observe que o CJ não é simplesmente para apurar uma transgressão disciplinar, mas sobretudo para verificar se,
em decorrência dessa transgressão, ele tem capacidade para permanecer no serviço ativo.

DECORRÊNCIA DA DECISÃO UNÂNIME DO COLEGIADO PELA CULPA DO JUSTIFICANDO
Art. 76. O oficial submetido a Conselho de Justificação e considerado culpado, por decisão
unânime, deverá ser agregado disciplinarmente mediante ato do Comandante-Geral, até
decisão final do Tribunal competente, ficando:
I - afastado das suas funções e adido à Unidade que lhe for designada;
II - proibido de usar uniforme e de portar arma;
III - mantido no respectivo Quadro, sem número, não concorrendo à promoção.
NOTA: Os integrantes do CJ têm direito a voto individual e a decisão é tomada por maioria de votos.
CDPM/BM - Art. 84, §2º. A decisão do Conselho de Justificação será tomada por maioria de votos de seus membros,
facultada a justificação, por escrito, do voto vencido.
NOTA 2: Adido é a situação na qual o militar estadual de uma OPM/OBM, passa a exercer atividade funcional em outra
OPM/OBM.

CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO
Art.77. A constituição do Conselho de Justificação dar-se-á por ato do Governador do Estado ou
do Controlador Geral de Disciplina, composto, cada um, por 3 (três) Oficiais, sejam Militares ou
Bombeiros Militares Estaduais, ou das Forças Armadas, dos quais, um Oficial Intermediário,
recaindo sobre o mais antigo a presidência da Comissão, outro atuará como interrogante e o
último como relator e escrivão. (NR). (Redação dada pelo art. 2º da Lei nº 15.051/2011)
Redação original

ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. ISm 7:12

genro.11. ou seu presidente. parentesco consangüíneo ou afim. São: sogro. não passando a afinidade do segundo grau. e de mais 15 (quinze) dias para deliberação. a contar da data de sua nomeação. previamente cientificado da acusação.77. MARCO AURÉLIO DE MELO .407. . de posto superior ao do acusado. 71. CASOS DE IMPEDIMENTO NO CJ §2º. 10 da Lei nº 14.o Oficial que formulou a acusação. CDPM/BM . porém os membros do Conselho ou da comissão poderão responder pelo retardamento injustificado do processo. 77.Art. ou do Controlador Geral de Disciplina. presentes o acusado7 e seu defensor. PRAZO PARA CONCLUSÃO DO CONS JUSTIFICAÇÃO Art. para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo. Quando o justificante for oficial superior do último posto. Em linha colateral: restringe-se aos cunhados. até quarto grau (pessoas provenientes de um só tronco.” (NR). fazendo-se a juntada de todos os documentos por este acaso oferecidos em defesa. contado por graus. A constituição do Conselho de Justificação dar-se-á por ato do Governador do Estado. sejam Militares ou Bombeiros Militares Estaduais.os Oficiais que tenham particular interesse na decisão do Conselho de Justificação. nora. 78. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Não podem fazer parte do Conselho de Justificação: I . OFICIAL SUPERIOR DO ÚLTIMO POSTO COMO JUSTIFICANTE §1º. recaindo sobre o mais antigo a presidência. tios-avós e primos Parentes com vinculo de afinidade: decorrente do casamento ou união estável e vincula o cônjuge ou o companheiro aos parentes do outro. §2º. tendo no mínimo 1 (um) Oficial intermediário. Reunido o Conselho de Justificação. 79. sem descenderem uma da outra): 2º grau: irmãos. . salvo na impossibilidade. RITO PROCEDIMENTAL DO CJ Art. que designará 3 (três) oficiais da ativa. III . sendo o ato reduzido a termo. 4º grau: sobrinhos-netos. em local que a autoridade nomeante. confecção e remessa do relatório conclusivo.933/2011 “Art. o Conselho será formado por oficiais daquele posto. II . Em linha reta: Inexiste limite. na linha reta ou até o quarto grau de consangüinidade colateral ou de natureza civil. O Conselho de Justificação dispõe de um prazo de 60(sessenta) dias. QUORUM E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CJ §3º. cabendo o exercício das funções de presidente. contando sempre com pelo menos um oficial superior. com o acusador ou com o acusado.os Oficiais subalternos.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art. Quando o justificante for oficial da reserva remunerada. que servirá como secretário. ou das Forças Armadas. julgue melhor indicado para a apuração dos fatos. e IV . 1º grau: pai e filho 2º grau: avô e neto 3º grau: bisavô e bisneto Parentes em linha colateral ou transversal. assinado por todos os membros do Conselho. e um assistente. interrogante e relator. em seguida. ISm 7:12 . o Presidente manda proceder à leitura e a autuação dos documentos que instruíram e os que constituíram o ato de nomeação do Conselho. 3º grau: tios e sobrinhos. . por ordem decrescente de antiguidade. 7 Notem que o Código usa os termos “acusado” e “justificante” ao se referir ao oficial que responde ao CJ ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. respectivamente. Redação dada pelo art. DE 21.os Oficiais que tenham entre si. O Conselho de Justificação funciona sempre com a totalidade de seus membros. mais antigos que o justificante. dispensados de outras atividades até a conclusão dos trabalhos. A inobservância dos prazos previstos para o processo regular não acarreta a nulidade do processo. pelo acusado e pelo defensor. dia e hora designados com antecedência. ordena a qualificação e o interrogatório do justificante. convocado previamente por seu Presidente.2003 . um dos membros do Conselho poderá ser da reserva remunerada. da ativa ou na inatividade. composto por no mínimo 3 (três) oficiais. NOTA SOBRE PARENTESCO NOTA: Parentes em linha reta é infinito. A constituição do Conselho de Justificação dar-se-á por ato do Governador do Estado. em local.

por solicitação do Comandante- Geral da Corporação. O reconhecimento de firma somente será exigido quando houver dúvida de autenticidade. perante o Conselho de Justificação. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. para promover a defesa do oficial justificante. sendo desnecessária sua intimação para os demais atos processuais. 8 Notem que agora o processo poderá correr célere. vez que se substituiu o Defensor Público pelo Defensor Dativo. TESTEMUNHAS E DOCUMENTOS DA DEFESA NO CJ Art. por solicitação do Controlador Geral de Disciplina.A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a constituição. 3º da Lei nº 15. (Redação dada pelo Art. preferencialmente. NOTA: Atualmente. mas não essencialmente. NOTA: SÚMULA VINCULANTE Nº 5 . NOTA: Reconhecimento de firma é o ato feito por tabelião no sentido de atestar que a assinatura posta em certo documento é de determinada pessoa. arrolando até três testemunhas e requerer a juntada de documentos que entender convenientes à sua defesa. o qual pode ser até um Oficial. sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais.11. Ao acusado revel será nomeado defensor público. por solicitação do Controlador Geral de Disciplina. PRODUÇÃO DE PROVAS SOLICITADAS PELO ACUSADO NO CJ §5º. A autenticação de documentos exigidos em cópias poderá ser feita pelo órgão administrativo. oferecer defesa prévia. será nomeado defensor dativo. sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais. MARCO AURÉLIO DE MELO . o revel poderá acompanhar o processo no estágio em que se encontrar. de todas as provas permitidas no Código de Processo Penal Militar. (Redação dada pelo Art. indicado pela Defensoria Publica do Estado.” (NR). CARTA PRECATÓRIA NO CJ .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ACUSADO REVEL NO CJ §1º. .Reaparecendo. ISm 7:12 . em substituição ao defensor dativo. da Policia Judiciária local. NOMEAÇÃO DE DEFENSOR DATIVO NO CJ §2º. Sempre que o acusado não for localizado ou deixar de atender à intimação formal para comparecer perante o Conselho de Justificação serão adotadas as seguintes providências: a) a intimação é publicada em órgão de divulgação com circulação na respectiva OPM ou OBM. podendo nomear advogado de sua escolha.COMPETÊNCIA §6º. o revel poderá acompanhar o processo no estágio em que se encontrar. . Redação dada pelo art. b) o processo corre à revelia do acusado. DEFESA PRÉVIA. se não atender à publicação. após o interrogatório. bacharel em Direito. 11 da Lei nº 14. em substituição ao defensor público. para promover a defesa do oficial justificante. na falta desta. a intimação é publicada em Diário Oficial do Estado. pode o acusado requerer a produção. NOTA: Carta precatória é um documento. REINQUIRIÇÃO DE ACUSADO E TESTEMUNHAS NO CJ §4º.933/2011 §2º Ao acusado revel será nomeado defensor dativo. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Ao acusado revel ou não comparecimento do defensor nomeado pelo acusado em qualquer ato do processo.2003 . REAPARECIMENTO DO REVEL NO CJ §3º. Em sua defesa. As provas a serem colhidas mediante carta precatória serão efetuadas por intermédio da autoridade Policial-Militar ou. podendo nomear defensor de sua escolha.051/20118) Redação original §2º. O acusado poderá. Reaparecendo. sendo transcrita posteriomente para o Boletim da OPM/OBM. ou para colher provas apenas coletáveis naquele local. sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais. Aos membros do Conselho de Justificação é lícito reinquirir o acusado e as testemunhas sobre o objeto da acusação e propor diligências para o esclarecimento dos fatos. 80. DE 21. (NR). para promover a defesa do oficial justificante. um pedido do presidente do CJ para que a autoridade de outro município ou de outro Estado possa ouvir ou intimar testemunhas para comparecer à sessão. no prazo de três dias.051/2011) Redação anterior §3º .407. 3º da Lei nº 15.

Encerrada a fase de instrução. elaborando. com a remessa do processo. pelo Presidente do Conselho de Justificação. relatório conclusivo. Elaborado o relatório conclusivo. DE 21.28-A. do voto vencido.051/2011) Redação original ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. 4º Lei nº 15.051/2011) Redação Anterior Art. suas razões finais de defesa.051/2011) Redação anterior Art. ISm 7:12 . III . (Redação dada pelo art. O disposto no caput não se aplica à sessão secreta de deliberação do Conselho de Justificação.407. querendo.11. o Conselho de Justificação passa a deliberar sobre o julgamento do caso. o oficial considerado provisoriamente não habilitado no momento da apreciação de seu nome para ingresso em Quadro de Acesso. §2º.Apresentadas as razões finais de defesa. sendo para tanto intimados. no prazo de 15 (quinze) dias. elaborando. ressalvado o caso de revelia. de 20 de junho de 2011. NOTA SOBRE O PARECER DA COMISSÃO O parecer da comissão processante não tem caráter vinculante. (NR) (Redação dada pelo art. por seu defensor nomeado ou dativo. COMPARECIMENTO DO ACUSADO E SEU DEFENSOR AOS ATOS DO PROCESSO . facultada a presença do advogado do militar processado. por escrito. 84 . a Juízo do Conselho de Justificação. da Lei Complementar nº 98. (NR). devendo as de acusação. ao Controlador-Geral de Disciplina para fins do previsto no art. querendo.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM INQUIRIÇÃO E QUANTITATIVO DAS TESTEMUNHAS NO CJ Art. facultada a presença do defensor do militar processado. a necessidade de motivação para que a autoridade discorde da conclusão da comissão. 85.81. (NR) (Redação dada pelo art. ao final. Apresentada ou não a defesa. sendo desconsiderado seu depoimento. 6º Lei nº 15. serem ouvidas em primeiro lugar. não serão computadas no número previsto no caput. poderão comparecer a todos os atos do processo conduzido pelo Conselho de Justificação. MARCO AURÉLIO DE MELO . em número de até três. (Redação dada pelo art. PRESENÇA DO DEFENSOR NA SESSÃO DE DELIBERAÇÃO DO CJ Art. Observa-se contudo. deve decidir se o oficial justificante: I . assinado por todos os membros do Conselho de Justificação. facultada a justificação. em sessão. (NR). O relatório conclusivo. 16 da Lei nº 15. 5º Lei nº 15.051/2011) Redação anterior Art. o oficial acusado será intimado para apresentar. 83 .82. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. suas razões finais de defesa. APRESENTAÇÃO DA DEFESA FINAL NO CJ Art. REMESSA DOS AUTOS DE CJ AO CONTROLADOR GERAL DE DISCIPLINA Art.Encerrada a fase de instrução. em sessão.está ou não definitivamente inabilitado para o acesso. . Parágrafo único. proceder-se-á à inquirição das testemunhas.é ou não culpado das acusações. 83. sendo para tanto intimados.O acusado e seu advogado.As testemunhas de acusação que nada disserem para o esclarecimento dos fatos. 84. 82 .2003 . o oficial acusado será intimado para apresentar. O acusado e seu defensor. será lavrado termo de encerramento. II . ressalvado o caso de revelia. RELATÓRIO E DECISÃO DO COLEGIADO DO CJ § 1º. ao final. . no prazo de 15 (quinze) dias.CJ Art. RETIRADA DE TESTEMUNHAS DO ROL DO QUANTITATIVO LEGAL NO CJ Parágrafo único .está ou não incapaz de permanecer na ativa ou na situação em que se encontra na inatividade. o Conselho de Justificação passa a deliberar sobre o julgamento do caso. Apresentadas as razões finais de defesa. relatório conclusivo. poderão comparecer a todos os atos do processo conduzido pelo Conselho de Justificação. por seu advogado ou defensor público. A decisão do Conselho de Justificação será tomada por maioria de votos de seus membros.

§5º Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. §8º. §1º Se a penalidade a ser aplicada exceder a alçada da sua competência. o Controlador-Geral de Disciplina determinará o seu arquivamento. Controlador Geral Adjunto de Disciplina. 176. salvo quando contrário às provas dos autos. Secretário Executivo de Disciplina. da Constituição Estadual. DECISÃO DO GOVERNADOR NO CJ Art.28-A. sem possibilidade de recurso. será lavrado termo de encerramento. somente poderá discordar o Governador do Estado. V . sobre a conclusão do Conselho de Justificação e a decisão do Governador do Estado. querendo.933/2011 Art. Parágrafo único. . o Controlador. dirigido ao Conselho de Disciplina e Correição. distribuído o processo. 86. (artigo modificado pela LC nº 104/2011). caso a acusação julgada administrativamente procedente seja também. Conselhos de Disciplina e pelas Comissões de Processos Administrativos Disciplinares. O Tribunal de Justiça. caso considerado o oficial definitivamente não habilitado para o acesso. o Controlador-Geral de Disciplina ou o Governador declarará a sua nulidade. ao Governador do Estado. crime. IV .o arquivamento do processo. §6º Verificada a ocorrência de vício insanável.Geral de Disciplina poderá. decretando: ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. total ou parcial. quando a pena a ser aplicada for a de reforma administrativa disciplinar ou de demissão. mandará abrir vista para o parecer do Ministério Público. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade.a remessa do processo ao Auditor da Justiça Militar do Estado. de 13 de junho de 2011 e de assessoramento do Controlador Geral. em tese. ao Controlador Geral de Disciplina.LEI COMPLEMENTAR Nº 98/2011 “Art. com a remessa do processo.a adoção das providências necessárias à transferência para a reserva remunerada. pelo presidente do Conselho de Justificação. no prazo de 10(dez) dias.30. salvo se flagrantemente contrária às provas dos autos. Coordenador de Disciplina Militar. quando funcionar em caráter recursal. PROCEDIMENTOS ADOTADOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Art. com a remessa do processo. §2º Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções.85. DE 21.2003 . MARCO AURÉLIO DE MELO . no prazo de 10 (dez) dias.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art. O Controlador-Geral de Disciplina após o recebimento do processo proferirá a sua decisão. agravar a penalidade proposta. Coordenador de Disciplina Civil. na seqüência.a remessa do processo ao Tribunal de Justiça do Estado. a constituição de outra comissão para instauração do novo processo. III . NOTA SOBRE RECURSO EM SEDE DE CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO “Art. 12 da Lei nº 14. motivadamente. Redação dada pelo art. caso julgue procedente a acusação. caso procedente a justificação. quando funcionar em caráter administrativo. Coordenador de Inteligência. poderá ainda. por intermédio do Comandante-Geral da Corporação e do Secretário da Segurança Pública e Defesa Social. NOTA: O Conselho de Disciplina e Correição dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado do Ceará (CODISP) é composto pelo Controlador Geral de Disciplina. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave. e. o relator mandará citar o oficial acusado para. em conformidade com o disposto no art. 87. efetuada a revisão. (artigo modificado pela LC nº 104/2011). TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.85.” (NR). (artigo modificado pela LC nº 104/2011). pelos Conselhos de Justificação. pelo Presidente do Conselho de Justificação. e ordenará. confirmando a decisão oriunda do Executivo. Das decisões definitivas tomadas no âmbito da Controladoria Geral de Disciplina. Caberá recurso no prazo de 10 (dez) dias. declarará o oficial indigno do oficialato ou com ele incompatível. §3º Reconhecida pela comissão a inocência do servidor.a aplicação da pena disciplinar cabível. NOTA . o Governador do Estado decidirá se aceita ou não o julgamento constante do relatório conclusivo. o processo será encaminhado ao Governador do Estado.11. em seguida. . (NR). Recebidos os autos do processo regular do Conselho de Justificação. II . No Tribunal de Justiça. Elaborado o relatório conclusivo. 2 (dois) Assessores. O CODISP é órgão de deliberação. §4º O julgamento acatará o relatório da comissão. 1 (um) representante dos órgãos de execução regional. 2 (dois) representantes dos órgãos de execução programática. JULGAMENTO NO TJ §1º. das decisões proferidas pelo Controlador-Geral de Disciplina decorrentes das apurações realizadas nas Sindicâncias. oferecer defesa. será lavrado termo de encerramento. Elaborado o relatório conclusivo. no mesmo ato. 1 (um) representante dos órgãos de execução instrumental. o processo deverá ser incluído em pauta para julgamento. determinando: I . na forma do artigo 30 da Lei Complementar nº 98.407. determinar diligências ou outras providências necessárias a adequada instrução. ISm 7:12 .” (NR). adotando as razões constantes do relatório conclusivo do Conselho de Justificação ou concebendo outros fundamentos.

III . na linha reta ou até o quarto grau de consangüinidade colateral ou de natureza civil. no posto que o oficial possui na ativa. contado por graus. O mais antigo do Conselho. ou das Forças Armadas. e um assistente. Publicado o acórdão do Tribunal. sem descenderem uma da outra): 2º grau: irmãos. dos quais. CAUSAS DE IMPEDIMENTO NO CD §4º. o qual não integrará o Conselho. tendo no mínimo 1 (um) Oficial intermediário. cada um. 13 da Lei nº 14. FUNÇÕES DOS MEMBROS DA COMISSÃO §2º. 4º grau: sobrinhos-netos. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. sendo o relator e escrivão o mais moderno. NOTA SOBRE PARENTESCO NOTA: Parentes em linha reta é infinito. Nota: Súmula 20 – STF – É necessário processo administrativo com ampla defesa. nora. recaindo sobre o mais antigo a presidência. O Conselho de Disciplina destina-se a apurar as transgressões disciplinares cometidas pela praça da ativa ou da reserva remunerada e a incapacidade moral desta para permanecer no serviço ativo militar ou na situação de inatividade em que se encontra. será o presidente e o que se lhe seguir em antigüidade ou precedência funcional será o interrogante. São: sogro. II . o Governador do Estado decretará a demissão ex officio ou a reforma administrativa disciplinar do oficial transgressor. composto. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. DE 21.a reforma administrativa disciplinar. . DECRETAÇÃO D DEMISSÃO OU DA REFORMA ADMINISTRATIVA DISCIPLINAR NO CJ §2º.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM I . o presidente poderá nomear um subtenente ou sargento para funcionar como escrivão no processo. Em linha reta: Inexiste limite. sejam Militares ou Bombeiros Militares Estaduais. até quarto grau (pessoas provenientes de um só tronco. Entendendo necessário. Seção III Do Conselho de Disciplina CONSELHO DE DISCIPLINA . por 3 (três) Oficiais. com proventos proporcionais ao tempo de serviço militar.” (NR). 1º grau: pai e filho 2º grau: avô e neto 3º grau: bisavô e bisneto Parentes em linha colateral ou transversal. CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO DE DISCIPLINA §1º. MARCO AURÉLIO DE MELO . tios-avós e primos Parentes com vinculo de afinidade: decorrente do casamento ou união estável e vincula o cônjuge ou o companheiro aos parentes do outro. NOMEAÇÃO DE ESCRIVÃO PARA O CD §3º. 88.051/2011) Redação original §1º.O Conselho de Disciplina será composto por no mínimo 3 (três) oficiais. e. recaindo sobre o mais antigo a presidência da Comissão.933/2011 §1º. sejam Militares ou Bombeiros Militares Estaduais.11. outro atuará como interrogante e o último como relator e escrivão. 3º grau: tios e sobrinhos. para demissão de funcionário admito por concurso. genro.407. A constituição do Conselho de Disciplina dar-se-á por ato do Controlador Geral de Disciplina. II . ou. (Redação dada pela Lei nº 15.os Oficiais que tenham particular interesse na decisão do Conselho de Disciplina.o Oficial que formulou a acusação. ou das Forças Armadas. O Conselho de Disciplina será composto por 3 (três) oficiais da ativa e instaurado por ato do respectivo Comandante-Geral ou por outra autoridade a quem for delegada essa atribuição. um Oficial Intermediário.OBJETIVO Art. Não podem fazer parte do Conselho de Disciplina: I .2003 . Redação modificada pelo art. no mínimo um capitão. . parentesco consangüíneo ou afim.a perda do posto e da patente. que servirá como secretário.os Oficiais que tenham entre si. com o acusador ou com o acusado. ISm 7:12 .

insuficiente a acusação e. deixar de instaurar o Conselho de Disciplina. . enquanto perdurar o processo.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Em linha colateral: restringe-se aos cunhados. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. em conseqüência.não existir prova suficiente para a condenação. de processo criminal ou de sentença criminal transitada em julgado.falta de prova de ter o acusado concorrido para a transgressão.Não impede a instauração de novo processo regular. ou. CDPM/BM . como medida cautelar. não passando a afinidade do segundo grau. LIBELO ACUSATÓRIO §2º Existindo concurso ou continuidade infracional.11. O Conselho de Disciplina funciona sempre com a totalidade de seus membros. à autoridade competente para início do respectivo inquérito policial ou da ação penal cabível. SURGIMENTO DE INDICIOS DE CRIME NO CURSO DO CD Parágrafo único . MARCO AURÉLIO DE MELO . II .407.não haver prova da existência do fato. O Conselho de Disciplina poderá ser instaurado. caso surjam novos fatos ou evidências posteriormente à conclusão dos trabalhos na instância administrativa. CONCURSO DE AGENTES Art. para que permaneça à disposição do Conselho.44. a absolvição.72.Se no curso dos trabalhos do Conselho surgirem indícios de crime comum ou militar. As autoridades referidas no artigo anterior podem. o processo será instaurado pelo Secretário de Segurança Pública e Defesa Social. DE 21. administrativa ou judicial. QUÓRUM E LOCAL DE FUNCIONAMENTO DO CD §5º. do militar do Estado em razão de: I . ser designado para o exercício de outras funções. remetendo-os. INSUFICIÊNCIA DA ACUSAÇÃO – NÃO INSTAURAÇÃO DO CD Art. por ofício.A instauração de inquérito ou ação criminal não impede a imposição. de sanção pela prática de transgressão disciplinar sobre o mesmo fato. ISm 7:12 . ou seu presidente. Havendo dois ou mais acusados pertencentes a Corporações Militares diversas. CDPM/BM . AFASTAMENTO DO ACUSADO NO CD DAS FUNÇÕES POLICIAIS §6º. o presidente deverá extrair cópia dos autos.. Havendo 2 (dois) ou mais acusados pertencentes a Corporações Militares diversas. INDEPENDÊNCIA PARA INSTAURAÇÃO DE CD Art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU..(Redação dada pelo art.Art. III . O militar do Estado submetido a processo regular deverá. deverão todos os atos censuráveis constituir o libelo acusatório da portaria.Parágrafo único . com base na natureza da falta ou na inconsistência dos fatos apontados. A sanção disciplinar não exime o militar estadual punido da responsabilidade civil e criminal emanadas do mesmo fato. na esfera administrativa. podendo ainda a autoridade instauradora proibir-lhe o uso do uniforme e o porte de arma. sem prejuízo de novas diligências. quando houver possibilidade de prejuízo para a hierar- quia. . em local que a autoridade nomeante.(NR). ACUSADOS PERTENCENTES A CORPORAÇÕES DIVERSAS – COMPETÊNCIA PARA INSTAURAR O PROCESSO §1º. o processo será instaurado pelo Secretário da Segurança Pública e Defesa Social.91. .72. Será instaurado apenas um processo quando o ato ou atos motivadores tenham sido praticados em concurso de agentes. ou pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. desde logo. A instauração de Conselho de Disciplina importa no afastamento da praça do exercício de qualquer função policial. disciplina ou para a apuração do fato. 90. julgue melhor indicado para a apuração dos fatos. independentemente da existência ou da instauração de inquérito policial comum ou militar. Parágrafo único .Art.933/2011) Redação anterior §1º.2003 . 89. Art. considerar. 14 da Lei nº 14.

sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais. Surgindo. e de mais 15 (quinze) dias para deliberação. assinado por todos os membros do Conselho. indicado pela Defensoria Publica do Estado. pelo acusado e pelo defensor. NOTA: Reconhecimento de firma é o ato feito por tabelião no sentido de atestar que a assinatura posta em certo documento é de determinada pessoa. por solicitação do Comandante- Geral da Corporação. DILIGÊNCIAS NO CD E RECONHECIMENTO DE FIRMA §4º. dia e hora designados com antecedência. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. para promover a defesa da praça. porém os membros do Conselho ou da comissão poderão responder pelo retardamento injustificado do processo. (NR) (Redação dada pelo art. REINQUIRIÇÃO DO ACUSADO. elementos de autoria e materialidade de infração disciplinar conexa. podendo nomear defensor de sua escolha. PROVIDÊNCIA EM CASO DE ACUSADO REVEL NO CD §1º. RITO PROCESSUAL DO CD Art. sendo o ato reduzido a termo. o Presidente manda proceder a leitura e a autuação dos documentos que instruíram e os que constituíram o ato de nomeação do Conselho. 8º. o revel poderá acompanhar o processo no estágio em que se encontrar. Sempre que a praça acusada não for localizada ou deixar de atender à intimação formal para comparecer perante o Conselho de Disciplina serão adotadas as seguintes providências: a) a intimação é publicada em órgão de divulgação com circulação na respectiva OPM ou OBM.2003 . se não atender à publicação. O reconhecimento de firma somente será exigido quando houver dúvida de autenticidade. 8º. REAPARECIMENTO DO REVEL NO CURSO DO CD §3º Reaparecendo. abrindo-se novos prazos para a defesa. Ao acusado revel ou não comparecimento do defensor nomeado pelo acusado em qualquer ato do processo.407. em substituição ao defensor dativo.(Redação dada pelo art. PRODUÇÃO DE PROVAS SOLICITADAS PELO ACUSADO NO CD E AUTENTICAÇÃO DE PROVAS §5º. .051/2011) Redação anterior §2º . em seguida. para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo. O Conselho de Disciplina dispõe de um prazo de 45(quarenta e cinco) dias. TESTEMUNHAS. NOMEAÇÃO DE DEFENSOR DATIVO NO CD §2º. em continuidade ou em concurso. 92.051/2011) Redação anterior §3º .Ao acusado revel será nomeado defensor público. em substituição ao defensor público. Lei nº 15. Aos membros do Conselho de Disciplina é lícito reinquirir o acusado e as testemunhas sobre o objeto da acusação e propor diligências para o esclarecimento dos fatos. Reunido o Conselho de Disciplina. PRAZO PARA CONCLUSÃO DO CD Art. confecção e remessa do relatório conclusivo. A autenticação de documentos exigidos em cópias poderá ser feita pelo órgão administrativo. MARCO AURÉLIO DE MELO . após a elaboração da portaria. pode o acusado requerer a produção.11. fazendo-se a juntada de todos os documentos por este acaso oferecidos em defesa. perante o Conselho de Disciplina. esta poderá ser aditada. Em sua defesa. presentes o acusado e seu defensor. DE 21. . ISm 7:12 .Reaparecendo. para promover a defesa da praça. Lei nº 15. 93. sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais. ordena a qualificação e o interrogatório da praça. §2º. sendo desnecessária sua intimação para os demais atos processuais.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ADITAMENTO DE NOVOS FATOS §3º. de todas as provas permitidas no Código de Processo Penal Militar. a contar da data de sua nomeação. previamente cientificada da acusação. o revel poderá acompanhar o processo no estágio em que se encontrar. em local. CDPM/BM . podendo nomear advogado de sua escolha. será nomeado defensor dativo. convocado previamente por seu Presidente. 71.Art. A inobservância dos prazos previstos para o processo regular não acarreta a nulidade do processo. b) o processo corre à revelia do acusado. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.

96.11. PRESENÇA DO DEFENSOR NA SESSÃO SECRETA DE DELIBERAÇÃO DO CD Art. sendo para tanto intimados. o Conselho de Disciplina passa a deliberar sobre o julgamento do caso. Encerrada a fase de instrução. serem ouvidas em primeiro lugar.está ou não incapacitada de permanecer na ativa ou na situação em que se encontra na inatividade. será lavrado termo de encerramento. RAZÕES FINAIS DE DEFESA NO CD . Apresentadas as razões finais de defesa. Parágrafo único.407. poderão comparecer a todos os atos do processo conduzido pelo Conselho de Disciplina. INQUIRIÇÃO E QUANTITATIVO DE TESTEMUNHAS NO CD Art. sendo desconsiderado seu depoimento. sendo para tanto intimados.051/2011). ressalvado o caso de revelia. 11 da Lei nº 15. 95. II . DEFESA PRÉVIA NO CD . do voto vencido. O acusado e seu defensor. facultada a presença do advogado do militar processado. não serão computadas no número previsto no caput. (Redação dada pelo art. no prazo de 8 (oito) dias. elaborando. a praça acusada será intimada para apresentar. poderão comparecer a todos os atos do processo conduzido pelo Conselho de Disciplina. da Polícia Judiciária local. RELATÓRIO E DECISÃO DO COLEGIADO NO CD §1º. . MARCO AURÉLIO DE MELO . COMPARECIMENTO DO ACUSADO E DO DEFENSOR AOS ATOS DO CD Art. pelo presidente do Conselho de Disciplina. por seu advogado ou defensor público. 9º. ao final. REMESSA DOS AUTOS DE CD À AUTORIDADE COMPETENTE E DECISÃO NO CD Art. elaborando. facultada a presença do defensor do militar processado. na falta destas. ao final.94.O acusado e seu advogado. ISm 7:12 . à autoridade competente para proferir ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. (NR). devendo as de acusação.051/2011) Redação anterior Art. 96 . 97 . suas razões finais de defesa. em sessão. querendo. §2º. por seu advogado ou defensor. CASOS EM QUE NÃO SE CONTAM AS TESTEMUNHAS DE ACUSAÇÃO NO CD Parágrafo único . a praça acusada será intimada para apresentar. oferecer defesa prévia. 98. 98.As testemunhas de acusação que nada disserem para o esclarecimento dos fatos. suas razões finais de defesa.Elaborado o relatório conclusivo. a Juízo do Conselho de Disciplina. Redação anterior Art. em sessão. no prazo de 8 (oito) dias. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. o relatório conclusivo. DE 21. 97. Lei nº 15. o relatório conclusivo.PRAZO PARA APRESENTAÇÃO Art. (NR).PRAZO Art. facultada a justificação. no prazo de três dias. o Conselho de Disciplina passa a deliberar sobre o julgamento do caso. deve decidir se a praça acusada: I . 99 .COMPETÊNCIA §6º. proceder-se-á à inquirição das testemunhas. querendo.é ou não culpada das acusações. Apresentadas as razões finais de defesa. (Redação dada pelo art. por escrito. Apresentada ou não a defesa. A decisão do Conselho de Disciplina será tomada por maioria de votos de seus membros.2003 . As provas a serem colhidas mediante carta precatória serão efetuadas por intermédio da autoridade policial-militar ou bombeiro-militar. .Encerrada a fase de instrução. (NR) (Redação dada pelo art. O relatório conclusivo. após o interrogatório. assinado por todos os membros do Conselho de Disciplina.051/2011). 10 da Lei nº 15. arrolando até três testemunhas e requerer a juntada de documentos que entender convenientes à sua defesa. O acusado poderá. ressalvado o caso de revelia. com a remessa do processo. em número de até três. Redação anterior Art.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM CARTA PRECATÓRIA NO CD . O disposto no caput não se aplica à sessão secreta de deliberação do Conselho de Disciplina.

Art. havendo qualquer dificuldade para estas se efetivarem. pelos Conselhos de Justificação.Parágrafo único . IV . das decisões proferidas pelo Controlador-Geral de Disciplina decorrentes das apurações realizadas nas Sindicâncias. determinar diligências ou outras providências necessárias a adequada instrução. NOTA: Apesar da autorização expressa para contagem do prazo a partir da publicação em Boletim da Corporação.A reforma administrativa disciplinar da Praça é efetivada no grau hierárquico que possui na ativa. no caso de revelia. NOTA: A decisão do CGD é publicada em Diário Oficial do Estado e posteriormente transcrita para o Boletim da Corporação. o seu Defensor que acompanhou o processo pode interpor recurso contra a decisão final proferida no Conselho de Disciplina.o arquivamento do processo. adotando as razões constantes do relatório conclusivo do Conselho de Disciplina ou concebendo outros fundamentos. MARCO AURÉLIO DE MELO . recebam a intimação. 22 .2003 .a aplicação da pena disciplinar cabível. salvo se flagrantemente contrária às provas dos autos. (artigo modificado pela LC nº 104/2011). ou. da data da publicação no Boletim da Corporação. . DE 21. Cabendo ao comandante do militar punido buscar todas as formas para que ele ou seu defensor. poderá ainda.11. ou. (NR).” INICIO DA CONTAGEM DO PRAZO PARA INTERPOR O RECURSO Parágrafo único .a adoção das providências necessárias à efetivação da reforma administrativa disciplinar ou da demissão ou da expulsão. §1º Se a penalidade a ser aplicada exceder a alçada da sua competência.O prazo para a interposição do recurso é contado da data da intimação pessoal do acusado ou de seu advogado ou defensor. 12 da Lei nº 15. . (artigo modificado pela LC nº 104/2011). somente poderá discordar o Governador do Estado. caso improcedente a acusação. para a autoridade que instaurou o processo regular. 100 .O prazo para a interposição do recurso é contado da data da intimação pessoal do acusado ou de seu defensor.407. §6º Verificada a ocorrência de vício insanável. Das decisões definitivas tomadas no âmbito da Controladoria Geral de Disciplina. §3º Reconhecida pela comissão a inocência do servidor. havendo qualquer dificuldade para estas se efetivarem. PUBLICAÇÃO DA DECISÃO DO CD §1º . no prazo de 5 (cinco) dias.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM a decisão. adotando as razões constantes do relatório conclusivo do Conselho de Disciplina ou concebendo outros fundamentos.051/2011). o Controlador-Geral de Disciplina ou o Governador declarará a sua nulidade.Geral de Disciplina poderá. O Controlador-Geral de Disciplina após o recebimento do processo proferirá a sua decisão.a remessa do processo ao Auditor da Justiça Militar do Estado. Caberá recurso no prazo de 10 (dez) dias. II . ou os dois. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave. §4º O julgamento acatará o relatório da comissão. dirigido ao Conselho de Disciplina e Correição.30. salvo quando contrário às provas dos autos. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade. alerta-se para o fato de que a intimação é pessoal. ISm 7:12 . CDPM/BM .O militar do Estado que sofrer reforma administrativa disciplinar receberá remuneração proporcional ao tempo de serviço militar. Conselhos de Disciplina e pelas Comissões de Processos Administrativos Disciplinares. caso a acusação julgada administrativamente procedente seja também. agravar a penalidade proposta.” (NR). §2º Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções.O acusado ou. e ordenará. a constituição de outra comissão para instauração do novo processo.A decisão proferida no processo deve ser publicada oficialmente no Boletim da Corporação e transcrita nos assentamentos da Praça. PRAZO PARA INTERPOSIÇÃO DE RECURSO EM SEDE DE CD Art. o Controlador-Geral de Disciplina determinará o seu arquivamento. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. da data da publicação no Boletim da Corporação. crime. no mesmo ato. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. a qual dentro do prazo de 20 dias decidirá se aceita ou não o julgamento constante do relatório conclusivo. determinando: I . §5º Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. total ou parcial. o Controlador. Parágrafo único. motivadamente. Art. Redação anterior Parágrafo único . (Redação dada pelo art.28-A. PROVENTOS DA PRAÇA REFORMADA DISCIPLINARMENTE NO CD §2º . LEI COMPLEMENTAR Nº 98/2011 “Art. em tese. sem possibilidade de recurso. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. o processo será encaminhado ao Governador do Estado. III .

(NR) (Parágrafo com redação dada pelo art. sendo 1 (um) presidente. data da intimação pessoal do acusado ou de seu defensor. confecção e remessa do relatório conclusivo. 103. O processo administrativo-disciplinar é o processo regular. será publicada em boletim. para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo. observado o procedimento previsto na Seção anterior. com menos de 10 (dez) anos de serviço militar no Estado e a incapacidade moral desta para permanecer no serviço ativo. observado o procedimento previsto na Seção anterior. designada por portaria do Controlador-Geral de Disciplina. A decisão do Comandante-Geral ou do Secretário da Segurança Pública e Defesa Social. composta por 3 (três) membros que serão indicados por ato do Controlador Geral de Disciplina. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.051/2011) Redação anterior Parágrafo único. PRAZO PARA CONCLUSÃO DO PAD Parágrafo único: A comissão processante dispõe de um prazo de 30 (trinta) dias. destinado a apurar as transgressões disciplinares cometidas pela praça da ativa com menos de 10 (dez) anos de serviço militar no Estado e a incapacidade moral desta para permanecer no serviço ativo militar. realizado por comissão processante. 16 da Lei nº 14. caberá revisão processual ao Governador do Estado. A comissão processante dispõe de um prazo de 30 (trinta) dias. Redação dada pelo art. 103.Cabe à autoridade que instaurou o processo regular. 30 da Lei Complementar nº 98/2011: Art. e o não atendimento desta descrição ensejará o indeferimento liminar. . 13 da Lei nº 15. e de mais 15 (quinze) dias para confecção e remessa do relatório conclusivo. julgar o recurso interposto contra a decisão proferida no processo do Conselho de Disciplina. caberá revisão processual ao Governador do Estado. . a contar da data de sua nomeação. e nos demais casos ao Controlador Geral de Disciplina.933. §2º. desde que contenha fatos novos. MARCO AURÉLIO DE MELO .30. 15 Lei nº 14. proferida em única instância. A inobservância dos prazos previstos para o processo regular não acarreta a nulidade do processo. 102. 1 (um) secretário e 1 (um) membro. formada por três oficiais.051/2011) Redação anterior: Art. desde que contenha fatos novos. CDPM/BM . Das decisões definitivas tomadas no âmbito da Controladoria Geral de Disciplina. (Artigo com redação dada pelo art. e de mais 15 (quinze) dias para deliberação. no prazo de 30 (trinta) dias. realizado por comissão processante formada por 3 (três) oficiais.102.2003 . A decisão do Secretário de Segurança Pública e Defesa Social e do Controlador Geral de Disciplina. Seção IV Do Processo Administrativo-Disciplinar PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR – CONCEITO E RITO PROCEDIMENTAL Art. para demissão de funcionário admito por concurso. PRAZO PARA JULGAMENTO DO RECURSO NO CD Art. ISm 7:12 . (NR) (Redação dada pelo art. NOTA: Súmula 20 – STF – É necessário processo administrativo com ampla defesa. destinado a apurar as transgressões disciplinares cometidas pela praça da ativa. 101 . pois deve ser seguido o disposto no parágrafo único do art. ou seja. REVISÃO PROCESSUAL DO CD Art.103 . será publicada em boletim. a contar da data de sua nomeação.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Ressaltamos que a intimação via publicação em Boletim Interno ou em Diário Oficial do Estado é rejeitada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.407. somente poderá discordar o Governador do Estado. porém os membros do Conselho ou da comissão poderão responder pelo retardamento injustificado do processo. ou a quem por delegação couber. em última instância.Parágrafo único. designada por portaria do Comandante-Geral. realizado por comissão processante. proferida em única instância. dentre Delegados de Polícia ou Servidores Públicos Estáveis. contados da data do recebimento do processo com o recurso. NOTA: Vide Parágrago único do Art.11.O processo administrativo-disciplinar é o processo regular. (NR).Art. O processo administrativo-disciplinar é o processo regular. 100 do CDPM/BM.933/2011 Art. (NR). para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. 13 da Lei nº 15. e o não atendimento desta descrição ensejará o indeferimento liminar. de 08 de junho de 2011) Redação anterior Art. DE 21. 71.

209. DE 21.11. INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES AO CDPM/BM . de 19 de dezembro de 1980.Os Comandantes-Gerais poderão baixar instruções complementares conjuntas.280. e de suas alterações. em Fortaleza. revogadas todas as disposições em contrário. necessárias à interpretação. de 22 de novembro de 1979. e as constantes da Lei nº.As expressões diretor e chefe têm o mesmo significado de Comandante de Unidade.2003 . e 10. de 20 de dezembro de 1976. VIGÊNCIA DA LEI Art.Esta Lei entra em vigor 60 (sessenta) dias após a data de sua publicação. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ. .407. 106 . de 5 de julho de 1989.072. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. MARCO AURÉLIO DE MELO .341. orientação e fiel aplicação do disposto neste Código. em especial as Leis nºs. 14. CHEFE E DIRETOR Art. 105 . 21 de outubro de 2003.Para os efeitos deste Código. 10.COMPETÊNCIA Art. considera-se Comandante de Unidade o oficial que estiver exercendo funções privativas dos postos de coronel e de tenente-coronel. Parágrafo único . o Decreto nº. 10. 104 .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM CAPÍTULO XIV DISPOSIÇÕES FINAIS CONCEITO DE COMANDANTE DE UNIDADE. ISm 7:12 . Lúcio Gonçalo de Alcântara Governador do Estado do Ceará ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. .

. . DE 21.2003 .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ANEXOS ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.407. ISm 7:12 . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. MARCO AURÉLIO DE MELO .11.

1º O §4º do art. Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. Art. passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. Nos casos de sanções aplicadas pelas autoridades previstas nos incisos II a VII. em grau de recurso.ao Controlador Geral de Disciplina: todas as sanções disciplinares exceto a demissão de oficiais.” (NR).21.. DE 08 DE JUNHO DE 2011 DOE 117. Comandante Geral e pelos demais oficiais ocupantes de funções próprias do posto de Coronel.31 da Lei nº13. .407. no caso de suposto cometimento deste crime. Parágrafo único.. ou apenas a este último.. II e III e o parágrafo único do art..32..32. Parágrafo único.. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art..3º O §3º do art. de 21 de novembro de 2003.” (NR).” (NR). ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.26.407. Art. de 21 de novembro de 2003. III .31. respectivamente. A custódia disciplinar será aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário.2003 . disciplina e orientação pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. de 4 de maio de 2006. Art. .407. ISm 7:12 .11.32 da Lei nº13.11 da Lei nº13. o respectivo Comandante Geral e o Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código.407. somente ocorrerá quando determinada pelo Governador do Estado ou pelo Controlador Geral dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. §3º As decisões de aplicação do recolhimento transitório serão sempre fundamentadas e imediatamente comunicadas ao Juiz Auditor.11.4º Os incisos I. 20 jun 2011 Altera dispositivos das leis nº 12. 13.407.. Art.2º O caput e o §2º do art. §4º A disciplina e o comportamento do militar estadual estão sujeitos à fiscalização.933.. 13. II .51. quando tiver sido aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. de 21 de novembro de 2003. MARCO AURÉLIO DE MELO . e dá outras providências. para cumprimento de sanção disciplinar.32 da Lei nº13.51 da Lei nº13. sob pena de responsabilidade disciplinar. de 21 de novembro de 2003. I . §2º Ao Governador do Estado compete conhecer da sanção disciplinar prevista neste artigo em grau de recurso.” (NR)..407.o Secretário de Segurança Pública e Defesa Social.. Ministério Público e Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ.407.26 da Lei nº13.. DE 21. Ao Controlador Geral de Disciplina e aos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar compete conhecer das sanções disciplinares aplicadas aos inativos da reserva remunerada. I . da Lei nº13.407.5º O inciso I do art.7º O parágrafo único do art.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial LEI Nº 14. de 21 de novembro de 2003. de 21 de novembro de 2003.o Governador do Estado: a todos os militares do Estado sujeitos a este Código. de 21 de novembro de 2003.. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. A interrupção de afastamento regulamentar.407.21. de 21 de novembro de 2003.” (NR). pelo Secretário de Segurança Pública e Defesa Social... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. Art. de 24 de junho de 1993.. no caso de suposta prática de transgressão militar. .os oficiais da ativa: aos militares do Estado que estiverem sob seu comando ou integrantes das OPM ou OBM subordinadas.120... Art. com a seguinte redação: “Art. deverá ser comunicada no prazo de 10 (dez) dias ao Controlador Geral de Disciplina.6º Fica acrescentado o parágrafo único ao art. na forma da lei:” (NR).768..” (NR). passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. cabendo ao Conselho de Disciplina e Correição o conhecimento do recurso quando a aplicação da sanção decorrer de ato das autoridades previstas no caput deste artigo. se oficial ou praça. Parágrafo único..

Art. O art. o Controlador Geral de Disciplina poderá cancelar uma ou mais punições do militar que tenha praticado qualquer ação militar considerada especialmente meritória. de 21 de novembro de 2003. de 21 de novembro de 2003.407. aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. de 21 de novembro de 2003. ou do Controlador Geral de Disciplina.” (NR). passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.91. de 21 de novembro de 2003. e um assistente. tendo no mínimo 1 (um) Oficial intermediário. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. sejam Militares ou Bombeiros Militares Estaduais.407. ao Controlador Geral de Disciplina. sendo 1 (um) presidente. XI – porte de arma. pelo Presidente do Conselho de Justificação.77.3º da Lei nº 12. 77 da Lei nº13. de 21 de novembro de 2003.051/2011). praticado a pedido do interessado. com a remessa do processo. 18 da Lei 15. realizado por comissão processante...52 da Lei nº 13.17. §1º O Conselho de Disciplina será composto por no mínimo 3 (três) oficiais. o processo será instaurado pelo Secretário de Segurança Pública e Defesa Social.16. e o seu deferimento dependerá do reconhecimento de que o interessado vem prestando bons serviços à Corporação.407. ou pelo Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. Art.102. e depois de decorridos os lapsos temporais a seguir indicados.102 da Lei nº 13.. de 21 de novembro de 2003. (REVOGADO ART. .” (NR).85 da Lei nº 13. de efetivo serviço sem qualquer outra sanção. de 21 de novembro de 2003.71. que servirá como secretário.88 da Lei nº13.” (NR).9º O §1º do art... ou das Forças Armadas.” (NR). recaindo sobre o mais antigo a presidência. inativação proveniente de alienação mental.” (NR).91 da Lei nº 13.. MARCO AURÉLIO DE MELO . A constituição do Conselho de Justificação dar-se-á por ato do Governador do Estado. de 21 de novembro de 2003.407.88. 18 Lei 15.. . passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.103 da Lei nº13. realizada ou acompanhada pela Controladoria Geral dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. o Comandante-Geral poderá cancelar todas as punições do militar.18.79.. para promover a defesa do oficial justificante.051/2011) Art. Art.103.79 da Lei nº13. composta por 3 (três) membros que serão indicados por ato do Controlador Geral de Disciplina.. a contar da data da última pena imposta: §2º Independentemente das condições previstas neste artigo. tendo no mínimo 1 (um) Oficial intermediário.52. de 24 de junho de 1993. Elaborado o relatório conclusivo. §1º Havendo 2 (dois) ou mais acusados pertencentes a Corporações Militares diversas. O §1º do art.. e nos demais casos ao Controlador Geral de Disciplina... §2º Ao acusado revel será nomeado defensor dativo..13. Art. com a seguinte redação: ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.14. quando oficial em serviço ativo ou em inatividade.2003 . composto por no mínimo 3 (três) oficiais. salvo por medida administrativa acautelatória de interesse social..15. ou a quem por delegação couber.120.70. Fica acrescentado o inciso XIV ao art.407. O art. §1º O cancelamento de sanções é ato do Controlador Geral deDisciplina. condenação que desaconselhe o porte ou por processo regular. O art. que servirá como secretário. Art. de 4 de maio de 2006. O art. assim reconhecido. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. ISm 7:12 . será lavrado termo de encerramento. O processo administrativo-disciplinar é o processo regular. Art.71 da Lei nº13. A decisão do Secretário de Segurança Pública e Defesa Social e do Controlador Geral de Disciplina. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.” (NR). proferida em única instância. ou das Forças Armadas.” (NR)... será publicada em boletim. sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais.. (REVOGADO art. O §2º do art. e um assistente. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.407.” (NR). 1 (um) secretário e 1 (um) membro. Configurado ato de bravura.10. inquérito policial-militar ou sindicância instaurada. sejam Militares ou Bombeiros Militares Estaduais. observada a legislação aplicável. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.12. comprovados em seus assentamentos.70 da Lei nº13. §1º O processo regular poderá ter por base investigação preliminar.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art. DE 21.407.407. independentemente das condições previstas neste artigo.407. e o não atendimento desta descrição ensejará o indeferimento liminar. O inciso XI do art.11.. O §1º do art.85.407. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. caberá revisão processual ao Governador do Estado. passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. por solicitação do Controlador Geral de Disciplina. recaindo sobre o mais antigo a presidência.” (NR). Art.8º Os §§1º e 2º do art.768. desde que contenha fatos novos. Art. de 21 de novembro de 2003.11.” (NR). Art. dentre Delegados de Polícia ou Servidores Públicos Estáveis. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. que não chegue a constituir ato de bravura.

5º da Lei nº 12. Art. em especial o art.. DE 21. de 16 de maio de 1997.. PALÁCIO DA ABOLIÇÃO.691.562.21.” (NR). Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. XIV – 1 (um) representante da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. 08 de junho de 2011. de 30 de dezembro de 2004.11. ISm 7:12 . .2003 . Cid Ferreira Gomes – GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.20. . MARCO AURÉLIO DE MELO . Revogam-se as disposições em contrário.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM “Art.3º.407. Com extinção das atividades da Corregedoria Geral dos Órgãos de Segurança Pública e Defesa Social. DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ.19. Art. em Fortaleza. fica revogada a Lei nº 13.

por seu defensor nomeado ou dativo. II .” (NR). passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. e dá outras providências. Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. Art.. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. de 21 de novembro de 2003.70. no prazo de 15 (quinze) dias..407. §3º Reaparecendo. de prisão administrativa: 10 anos. a contar da data da última pena imposta: I .124. de detenção: 7 anos. relatório conclusivo. de 6 de julho de 1993. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. anteriormente a esta Lei. O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ.88. MARCO AURÉLIO DE MELO . facultada a presença do defensor do militar processado. de 21 de novembro de 2003. Apresentadas as razões finais de defesa. §2º Ao acusado revel ou não comparecimento do defensor nomeado pelo acusado em qualquer ato do processo. de 29 de janeiro de 2004. I Sm 7:12 . em sessão. 13..77.79.77 da Lei nº13. Art. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. III . outro atuará como interrogante e o último como relator e escrivão.407. suas razões finais de defesa. o Conselho de Justificação passa a deliberar sobre o julgamento do caso. passam a vigorar com a seguinte redação: “Art.407.. elaborando.para o cancelamento de custódia disciplinar ou.2003 .11. Art. ao final. sendo para tanto intimados..2º O art.933. ou das Forças Armadas.” (NR). 70 da Lei nº13.407. Art. por solicitação do Controlador Geral de Disciplina. DE 21. o revel poderá acompanhar o processo no estágio em que se encontrar. cada um. assim reconhecido. de 21 de novembro de 2003. ressalvado o caso de revelia. o Comandante-Geral poderá cancelar todas as punições do militar. recaindo sobre o mais antigo a presidência da Comissão.” (NR). que não chegue a constituir ato de bravura..84. independente das condições previstas neste artigo.407.407.4º O art.para o cancelamento de permanência disciplinar ou. 14.12. Art.83 da Lei nº13. composto. . 13. querendo.3º Os §§2º e 3º do art. podendo nomear defensor de sua escolha.5º O art. Art.” (NR).83..84 da Lei nº13. passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. para promover a defesa do oficial justificante.79 da Lei nº13. O acusado e seu defensor.82 da Lei nº13. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.para o cancelamento de repreensão: 3 anos. anteriormente a esta Lei. DE 06 DE DEZEMBRO DE 2011 BCG 236. um Oficial Intermediário. depois de decorridos os lapsos temporais a seguir indicados. Encerrada a fase de instrução.6º O art. sejam Militares ou Bombeiros Militares Estaduais. §1º O cancelamento de sanções é ato do Comandante-Geral de ofício comprovados em seus assentamentos.” (NR). dos quais. de 21 de novembro de 2003.407. de 8 de junho de 2011.407..051.88 da Lei nº13.. 13. por 3 (três) Oficiais.para o cancelamento de advertência: 2 anos. de 21 de novembro de 2003. de efetivo serviço sem qualquer outra sanção. . §2º Independentemente das condições previstas neste artigo.” (NR). de 21 de novembro de 2003. A constituição do Conselho de Justificação dar-se-á por ato do Governador do Estado ou do Controlador Geral de Disciplina. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. de 21 de novembro de 2003. será nomeado defensor dativo.82. sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais. poderão comparecer a todos os atos do processo conduzido pelo Conselho de Justificação. em substituição ao defensor dativo. o oficial acusado será intimado para apresentar. de 21 de novembro de 2003.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial LEI Nº 15.1º Os §§1º e 2º do art. IV .7º O art.407.441. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.2011 Altera dispositivos das leis nº 12. Configurando ato de bravura. oControlador-Geral de Disciplina poderá cancelar uma ou mais punições do militar que tenha praticado qualquer ação militar considerada especialmente meritória.

Encerrada a fase de instrução.100.407. destinado a apurar as transgressões disciplinares cometidas pela praça da ativa. para a conclusão de seus trabalhos relativos ao processo.. III . O acusado e seu defensor.13. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.11.85.o Governador do Estado. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.o Conselho Superior de Polícia. Parágrafo único. Art. recaindo sobre o mais antigo a presidência da Comissão.407.. realizado por comissão processante formada por 3 (três) oficiais. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. Art. de 29 de janeiro de 2004. IV .o Secretário de Segurança Pública. V .10.150 da Lei nº12.” (NR). de 21 de novembro de 2003..85 da Lei nº13..93. de 20 de junho de 2011.15. sendo o defensor intimado para acompanhar os atos processuais. outro atuará como interrogante e o último como relator e escrivão.o Perito-Geral da Perícia Forense. facultada a presença do defensor do militar processado. e demais dispositivos legais regulamentadores da Controladoria-Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário. sejam Militares ou Bombeiros Militares Estaduais. por seu advogado ou defensor. o revel poderá acompanhar o processo no estágio em que se encontrar. Art.407. O art.98 da Lei nº13. ou. será nomeado defensor dativo. Art.103. Art. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.96. O art..” (NR). passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. suas razões finais de defesa.97 da Lei nº13. I Sm 7:12 . ao final. Elaborado o relatório conclusivo.150. a contar da data de sua nomeação. o Conselho de Disciplina passa a deliberar sobre o julgamento do caso. VI .93 da Lei nº13. §3º São competentes para conceder a recompensa. Art. Apresentadas as razões finais de defesa. de 13 de junho de 2011. da Lei Complementar nº98.9º O art. da data da publicação no Boletim da Corporação. . O art.” (NR).. de 6 de julho de 1993. Art. O parágrafo único do art.” (NR).o Controlador-Geral de Disciplina.100 da Lei nº13. e determinar a inscrição nos assentamentos funcionais e para efeito de merecimento em ascensão funcional do servidor: I .12. para promover a defesa da praça. elaborando.. O art.” (NR).407. podendo nomear defensor de sua escolha. em sessão.. passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. o relatório conclusivo.14 O §3º do art. Art. cada um.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM §1º A constituição do Conselho de Disciplina dar-se-á por ato do Controlador Geral de Disciplina. O processo administrativo-disciplinar é o processo regular. com a remessa do processo. com a seguinte redação: “Art. Parágrafo único: A comissão processante dispõe de um prazo de 30 (trinta) dias. §2º Ao acusado revel ou não comparecimento do defensor nomeado pelo acusado em qualquer ato do processo.441. designada por portaria do Controlador-Geral de Disciplina. de 21 de novembro de 2003.. com menos de 10 (dez) anos de serviço militar no Estado e a incapacidade moral desta para permanecer no serviço ativo. de 21 de novembro de 2003.124. ou das Forças Armadas. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.” (NR). Art. e de mais 15 (quinze) dias para confecção e remessa do relatório conclusivo. de 21 de novembro de 2003. no prazo de 8 (oito) dias.407. . observado o procedimento previsto na Seção anterior. por 3 (três) Oficiais. ao Controlador-Geral de Disciplina para fins do previsto no art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. havendo qualquer dificuldade para estas se efetivarem. no que não dispuser em contrário à Lei Complementar nº98.8º Os §§2º e 3º do art.6º-A à Lei nº13. MARCO AURÉLIO DE MELO . querendo. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. de 21 de novembro de 2003.103 da Lei nº13. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. ressalvado o caso de revelia. dos quais.97. de 21 de novembro de 2003. pelo Presidente do Conselho de Justificação.” (NR). um Oficial Intermediário.96 da Lei nº13. DE 21. composto.16. de 21 de novembro de 2003.407.98. II .28-A.407. em substituição ao defensor dativo. O prazo para a interposição do recurso é contado da data da intimação pessoal do acusado ou de seu defensor. §3º Reaparecendo.6º-A Aplicam-se as disposições desta Lei aos processos em trâmite na Controladoria-Geral de Disciplina. a praça acusada será intimada para apresentar. de que trata este artigo.11.” (NR). Fica acrescido o art. sendo para tanto intimados.o Delegado-Geral de Polícia Civil.” (NR). será lavrado termo de encerramento. poderão comparecer a todos os atos do processo conduzido pelo Conselho de Disciplina.2003 .407.

Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. em Fortaleza. DE 21. 06 de dezembro de 2011. e o art. em especial os arts. de 8 de junho de 2011. MARCO AURÉLIO DE MELO .11. I Sm 7:12 . de 6 de julho de 1993. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.407. PALÁCIO DA ABOLIÇÃO.123 da Lei nº12.933. Ficam revogadas as disposições em contrário.124. . Cid Ferreira Gomes GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ Servilho Silva de Paiva CONTROLADOR GERAL DE DISCIPLINA DOS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA PÚBLICA E SISTEMA PENITENCIÁRIO ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.18. .2003 .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art.17. DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ. Art.8º e 16 da Lei nº14.

407. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. MARCO AURÉLIO DE MELO . I Sm 7:12 . .11.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. DE 21.2003 . .

I Sm 7:12 . Capital do Estado do Ceará. que foi elaborado nos termos da Portaria nº583/2007-GS.11. 2. de um anteprojeto de Código de Ética da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará. 19 DE ABRIL DE 2010 CÓDIGO DE ÉTICA DOS O SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ. de 28/03/2007. e CONSIDERANDO a importância de se definir padrões de comportamento ético no âmbito do Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará. no uso de suas atribuições legais. APROVAR o CÓDIGO DE ÉTICA DOS AGENTES DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ. cidadania. GABINETE DO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ. O referido Código de Ética. Fica também aprovada a distribuição impressa na SSPDS e organizações vinculadas. CUMPRA-SE. . pela Comissão Espacial da SSPDS que foi constituída pela Portaria nº583/2007-GS. 1. RESOLVE. em 08 de abril de 2010. Roberto das Chagas Monteiro SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. do Código de Ética ora aprovado. PUBLIQUE-SE. REGISTRE-SE. além da distribuição impressa.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial PORTARIA Nº614/2010 – GS DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO Nº 071 FORTALEZA. em Fortaleza. de forma indistinta. . fundamentados na definição de compromisso com a sociedade. para consultas e impressões em geral. em seu modelo original de edição. justiça e igualdade social.2003 . deve ser disponibilizado na página eletrônica da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado e demais organizações vinculadas. constante do Anexo Único desta Portaria. 3. com base na liberdade. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. o qual foi submetido a uma consulta pública interna. CONSIDERANDO a elaboração. MARCO AURÉLIO DE MELO .407. e suas alterações posteriores. cuja conseqüência foi considerada positiva. de 28/03/2007. DE 21. democracia.

desprendimento e altruísmo.moralidade. VIII . que se impõem para o exercício das atividades profissionais dos agentes de segurança pública. MARCO AURÉLIO DE MELO . I Sm 7:12 .legalidade. sendo o serviço temporário ou não. traduzidos em normas de conduta. .respeito aos direitos individuais e coletivos. DAS CONDUTAS VEDADAS E DAS CONSEQÜÊNCIAS Seção I Das Normas de Conduta ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.1º.impessoalidade. A deontologia é constituída pelos valores e deveres éticos. quaisquer que sejam seus níveis de formação. em consonância com este Código de Ética Profissional.3º.consciência e zelo profissional. sendo funcionário público ou não. devendo observar e manter os seguintes princípios: I . DOS DEVERES. Art. II . regras próprias de conduta atinentes às suas peculiaridades e especificidades.probidade. IX .dignidade funcional e pessoal. VII . DE 21. IV .407. . III . objetivando atingir plenamente os ideais de realização do bem-comum. Este Código estabelece os fundamentos éticos e fixa a forma pela qual devem se conduzir os agentes públicos que atuam no sistema de segurança pública do Estado do Ceará. As modalidades e especializações profissionais poderão orientar.2003 . V .2º. X – eficiência. modalidade ou especialização. sendo remunerado ou não. Seção II Da Deontologia Art. CAPÍTULO II DAS NORMAS DE CONDUTA.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ANEXO ÚNICO A QUE SE REFERE A PORTARIA DA SSPDS Nº614/2010-GS DE 08/04/2010 CÓDIGO DE ÉTICA DOS AGENTES DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO E DA DEONTOLOGIA Seção I Dos Objetivos e do Âmbito de Aplicação Art.transparência. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. vinculação ou origem.11. VI . Parágrafo único – Entende-se por agente público toda pessoa que presta serviço público.

ainda. VIII – utilizar.prejudicar deliberadamente a reputação de outro profissional. dentro do que estabelece este Código. bem assim receber transporte. de modo a adquirir o respeito. IX – celebrar. XIV . coletivos e difusos. a respeito da honorabilidade e/ou do desempenho de outro órgão ou autoridade pública. publicamente. salvo em situações emergenciais. III – utilizar atestado médico que não traduza a utilidade e a segurança que estão intrinsecamente vinculadas à certeza de sua veracidade. datas comemorativas.desrespeitar a capacidade e as limitações individuais de seus companheiros de trabalho. direta ou indireta. honestidade e respeito à pessoa humana. gratificação ou presente de quem tenha interesse. junto a órgão ou entidade com que tenha tido relacionamento direto ou indireto.6º. em obra ou serviço particular. com o propósito de preservar a dignidade humana. desde que não ultrapassem o valor de 30 (trinta) ufirce’s. divulgação habitual ou por ocasião de eventos especiais.atuar com autonomia. dinheiro. à instituição a que pertence. Seção III Das Condutas Vedadas Art. ou qualquer outra vantagem econômica. XI – opinar. diligência. para omitir ato de ofício. dentro do que prevêem as normas legais. os seguintes preceitos: I – agir com absoluta dignidade na vida profissional ou social. a estima e a admiração dos seus colegas.4º. X . II . para obter qualquer tipo de favoritismo pessoal ou facilidades em detrimento de outros profissionais. V .5º. I Sm 7:12 . . direta ou indiretamente. que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente de suas atribuições como agente público. de propriedade ou à disposição dos órgãos da segurança pública. a título de comissão. VII – receber vantagem econômica de qualquer natureza. XII . em benefício próprio ou de pessoa física ou jurídica.estabelecer e promover um clima harmônico no âmbito de trabalho.ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento. salvo os que não tenham valor comercial.2003 . São deveres dos agentes da segurança pública: I – respeitar os direitos constitucionais e os direitos humanos para facilitar o pleno exercício da cidadania. sem respaldo legal. máquinas.11. no sentido de garantir o livre exercício dos direitos individuais. com zelo. V . contrato ou outro instrumento que tenha por objeto a prestação de serviço público. XVI – revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo. . XIII – agir com preconceito de cor. DE 21. MARCO AURÉLIO DE MELO .aceitar presentes ou brindes. direto ou indireto. livre de pressões ou influências.servir à comunidade de forma humana e fraterna. Seção II Dos Deveres Art. pares e de todas as pessoas com quem se relacionar. demonstrando respeito pelo cargo que ocupa. II . em público ou na presença de pessoas estranhas. providência ou declaração a que esteja obrigado. equipamentos ou material de qualquer natureza.delegar suas atribuições privativas. Os agentes da segurança pública deverão atuar com base em condutas éticas e profissionais irrepreensíveis. cunho político ou posição social. XV – intervir. gênero. percentagem. sempre fundamentado na liberdade e na dignidade da pessoa humana. se abstendo de provocar discórdia e desentendimentos profissionais. posição e influências obtidas no exercício de sua função.usar de amizades. observando. IV . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. III – cientificar a Comissão de Ética da SSPDS sobre qualquer ato ou situação que venha a desabonar ou prejudicar o exercício da função. II – esclarecer a existência de eventual conflito de interesses.407.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art.dedicar-se integralmente à atividade que exerce. bem móvel ou imóvel. e profundo apreço e cortesia em suas relações interpessoais. hospedagem ou quaisquer favores de particulares de forma a permitir situação que possa gerar dúvida sobre a sua probidade ou honorabilidade. propaganda. III . para si ou para outrem. religião. aqueles que sejam a título de cortesia. VI – receber. veículos. VI . qualquer que seja o seu nível hierárquico. IV – perceber salário ou qualquer outra remuneração de fonte privada em desacordo com a lei. Aos agentes da segurança pública é defeso: I – manifestar-se de forma desrespeitosa e depreciativa em relação a atitudes ou ações de companheiro de trabalho.pautar seus atos por rígidos princípios morais. bem como o trabalho de servidores públicos ou terceiros contratados. XVI . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. bem assim comunicar qualquer circunstância ou fato impeditivo de sua participação em decisão individual ou coletiva.

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LEI Nº 13.407, DE 21.11.2003 - CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM

XVII – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração aos preceitos deste
Código.
Seção IV
Das conseqüências
Art.7º. As infrações às normas deste Código acarretarão como conseqüências:
I - orientação ética;
II - advertência;
III – restituição ao órgão de origem, no caso de servidor público à disposição;
IV - exoneração do cargo comissionado;
V - impedimento por um ano de assumir ou substituir titular em cargo comissionado;
VI – rescisão contratual;
VII – restituição à empresa de origem no caso de terceirizados.
CAPÍTULO III
Da Comissão de Ética
Art.8º. Compete à Comissão de Ética:
I - zelar pela rigorosa observância aos preceitos deste Código;
II - atuar na preservação da conduta ética dos agentes de segurança pública;
III - orientar e aconselhar no tratamento com as pessoas e o patrimônio;
IV – conhecer e julgar os atos contrários às normas deste Código.
Art.9º. A Comissão de Ética da Segurança Pública, com mandato de dois anos, prorrogável por igual
período, será composta por servidores possuidores de conduta ilibada, sendo um representante da SSPDS
e um de cada vinculada, indicados pelos dirigentes de suas organizações de origem e nomeados mediante
portaria do Secretário da Segurança Pública e Defesa Social.
§1º. A portaria indicará o Presidente da Comissão e também os membros suplentes que serão escolhidos
de acordo com os critérios estabelecidos no caput deste artigo.
§2º. A escolha do Presidente da Comissão será rotativa a cada mandato.
§3º. Os suplentes serão convocados para integrar a Comissão nos casos de ausência, impedimento ou
suspeição de qualquer dos membros efetivos.
§4º. Os membros efetivos da Comissão ficarão dispensados de toda e qualquer atividade que exerçam
junto ao órgão de origem, enquanto se fizer necessário ao andamento dos trabalhos.
§5º. Os membros da Comissão deverão, sob pena de imediato desligamento e substituição, observar a
discrição e o sigilo inerentes à natureza de sua função.
§6º. Será automaticamente desligado da Comissão o membro que não comparecer, sem justificativa, a três
reuniões consecutivas ou não, bem assim o que faltar, ainda que justificadamente, a mais de seis reuniões.
§7º. A identificação do impedimento ou suspeição de um membro será feita conforme o que estabelecem
os artigos 252 a 254 do Código de Processo Penal.
CAPÍTULO IV
Das Disposições Finais
Art.10. A Comissão de Ética se reunirá extraordinariamente a cada trimestre e, extraordinariamente,
quando houver necessidade de deliberar sobre consultas, denúncias e representações formuladas contra
agentes dos Órgãos de Segurança Pública por violação às normas deste Código, por convocação de seu
Presidente.
Art.11. O Relatório da Comissão de Ética, contendo a análise de qualquer fato ou ato submetido à sua
apreciação ou por ela levado, será resumido em ementa, na qual constará o voto de cada um dos
membros.
Art.12. A Comissão de Ética poderá propor ao Secretário da Segurança Pública e Defesa Social
provimentos complementares a este Código, objetivando a celeridade e a transparência dos atos
processuais e respeitando os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório.
Art.13. Os casos omissos do presente Código reger-se-ão pelos costumes e regras éticas correspondentes
aos respectivos órgãos a que pertence o servidor denunciado.
Art.14. Este Código entrará em vigor na dada da sua publicação.

ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. I Sm 7:12

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LEI Nº 13.407, DE 21.11.2003 - CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM

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REGULAMENTO DISCIPLINAR DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ

ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. I Sm 7:12

. DE 19 DE DEZEMBRO DE 1980 Dispõe sobre o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e dá outras providencias. de 20 de dezembro de 1976. Art. 46 da Lei nº 10. AOS 19 DE DEZEMBRO DE 1980. Secretario de Segurança . que com este baixa. EM FORTALEZA. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.11.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial DECRETO Nº 14. O GOVERNADOR DO ESTADO. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ.209.ASSIS BEZERRA.Este Decreto entrará em vigor no dia de sua publicação revogadas as disposições em contrario.072. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. 1º . I Sm 7:12 .usando das atribuições que lhe confere o item III do Art.Fica aprovado o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Ceará.2003 . MARCO AURÉLIO DE MELO . Governador do Estado . . D E C R E T A: Art. VIRGÍLIO TÁVORA. 2º .407. 74 da Constituição do Estado e tendo em vista o disposto no Art. DE 21.

A disciplina policial-militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis. neste Regulamento. Diretores ou Chefes de OPM serão denominados "Comandantes".O Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Ceará. Parágrafo Único .As demonstrações de camaradagem. 3) a dedicação integral ao serviço. Centros de Formação e Aperfeiçoamento e Unidades Operacionais e outras. em parte.A hierarquia militar é a ordenação da autoridade.11. os Comandantes. . Art. MARCO AURÉLIO DE MELO .Pare efeito deste Regulamento. regulamentos. cortesia e consideração. Art. serão denominadas de "OPM". 7º . cumprindo existir as melhores relações sociais entre os policiais-militares. todas as Organizações policiais-militares. I Sm 7:12 . 2º .A civilidade é parte da educação policial-militar e como tal de seu interesse vital para a disciplina consciente. §2º . Art. Art. com urbanidade e justiça interessando-se pelos seus problemas.militares.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial REGULAMENTO DISCIPLINAR DA POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ . Importa ao superior tratar os subordinados em geral. a responsabilidade pelos excessos e abusos que cometer. . § 1º . em particular. o subordinado é obrigado a todas as provas de respeito e deferência para com seus superiores de conformidade com os regulamentos policiais . §2º .São também tratados.Quando a ordem importar em responsabilidade criminal para o executante. §3º . tem por finalidade especificar as transgressões disciplinares.Cabe ao subordinado.As ordens devem ser prontamente obedecidas. Art. Estabelecimentos. Art. Campos de Instrução. 4) a colaboração espontânea a disciplina coletiva e a eficiência da instituição.407. 5º .2003 . Parágrafo Único . estabelecer normas relativas à amplitude e à aplicação das punições disciplinares. Parágrafo Único . 6º .Cabe ao executante que exorbitar no cumprimento de ordem recebida. § 4º . §1º . 4º . poderá o mesmo solicitar sua confirmação por escrito cumprindo à autoridade que a emitiu. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. 3º . e os recrutas.Cabe ao policial-militar a inteira responsabilidade pelas ordens que der e pelas conseqüências que delas advierem. atender à solicitação. à classificação do comportamento policial-militar das praças e à interposição de recursos contra a aplicação das punições. CAPITULO II PRINCÍPIOS GERAIS DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA .Incube aos superiores incentivar e manter a harmonia e a amizade entre seus subordinados. 2) a obediência pronta ás ordens dos superiores hierárquicos. Escolas.A camaradagem torna-se indispensável à formação e ao convívio da família policial-militar. Repartições. Parágrafo Único . obrigatórias entre policiais-militares das Forças Armadas e aos policiais-militares de outras Corporações. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Em contrapartida. em níveis diferentes. traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes do organismo policial-militar. 6) a rigorosa observância das prescrições regulamentares. 1º .São manifestações essenciais de disciplina: 1) a correção de atitudes.A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos permanentemente pelos policiais-militares na ativa e na inatividade. normas e disposições. dentro da estrutura das forças armadas e das Forças Auxiliares por postos e graduações. tais como: Quartel do Comando Geral. Comando de policiamento. as recompensas especificadas no Estatuto dos Policiais Militares.A ordenação dos postos e graduações na Polícia Militar se faz conforme preceitua o Estatuto dos Policiais-Militares.Para efeito deste Regulamento. Parágrafo Único . ao receber uma ordem. TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I GENERALIDADES . Diretorias. Art. solicitar os esclarecimentos necessários ao seu total entendimento e compreensão. DE 21. 5) a consciência das responsabilidades.

São competentes para aplicá-las: 1) O Governador do Estado. Comandante do Policiamento de Área.10. a todos os integrantes da Polícia Militar.A competência conferida aos Chefes de Seção. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Parágrafo único . dos deveres e das obrigações policiais-militares. §2º .407. 2) O Comandante Geral. . informando o escalão superior sobre a ocorrência. a autoridade policial-militar de maior antigüidade que presenciar ou tiver conhecimento do fato deverá tomar imediatas e enérgicas providências. inclusive prendê-lo "em nome da autoridade competente ". ouvir as pessoas envolvidas. Art. Chefes de Seção. direta ou indiretamente. do presente Regulamento. a quem a parte disciplinar é dirigida. Ajudante Geral e Comandantes de OPM.Os alunos de órgãos específicos de formação de policiais-militares também estão sujeitos aos regulamentos. Art. Expirando este prazo. aos que estiverem sob suas ordens. inclusive por manifestações através da imprensa.quando. deve o signatário da parte informar a ocorrência referida à autoridade a que estiver subordinado. ainda no meio civil. aos eu servirem sob suas ordens . aos que estiverem sob suas ordens. deverá confirmar. no prazo máximo de seis dias úteis. o prazo poderá ser prorrogado até 20 dias. Parágrafo Único . aos que Estiveram sob o seu Comando 3) O Chefe do EM. 12 . TÍTULO II TRANSGRESSÕES DISCIPLINARES CAPÍTULO IV ESPECIFICAÇÕES DAS TRANSGRESSÕES . regulamentos. Comandante do Policiamento da Capital.A autoridade que receber a parte. normas e prescrições das OPM em que estejam matriculados. pelo meio mais rápido. no prazo máximo de 48 horas. aos que estiverem sob suas ordens. de modo a prejudicar os princípios da hierarquia. Art. com os que não sirvam sob a sua linha de subordinação funcional. do respeito e do decoro policial-militar.Estão sujeitos a este Regulamento. inclusive: Comandantes de Subunidades incorporadas e de Pelotões destacados. 6) Os demais Chefes de Seção. por escrito.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM CAPITULO III ESFERA DA AÇÃO DO REGULAMENTO DISCIPLINAR E COMPETÊNCIA PARA A SUA APLICAÇÃO . 4) o Subchefe do EM.11 . 11 e seus parágrafos.No caso de ocorrência disciplinar envolvendo policiais-militares de mais de uma OPM. 5) os Subcomandantes de OPM.Nos casos de participação de ocorrências com policial-militar de OPM diversa daquela a que pertence o signatário da parte.2003 . as medidas tomadas e o que foi por ela apurado. se conduzam. obedecidas as demais prescrições regulamentares.As disposições deste Regulamento aplicam-se aos policiais-militares na inatividade quando. §3º . .Transgressão disciplinar é qualquer violação dos princípios da ética. procedendo a seguir de conformidade com o Art. A competência para aplicar as prescrições contidas neste Regulamento é conferida ao cargo e não ao grau hierárquico. de Serviços e Assessorias. a autoridade policial-militar competente deverá tomar as medidas disciplinares referentes aos elementos a ela subordinados. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. I Sm 7:12 . §1º . de serviços e de Assessoria limitar-se-á às ocorrências relacionadas às atividades inerentes ao serviço de suas repartições. deve encaminhá-la a seu superior imediato. dando ciência a esta. 9º . até o nível Batalhão. na sua manifestação elementar e simples e qualquer omissão ou ação contrária aos preceitos estatuídos em leis. Art. se necessário. 13 . DE 21.11.no caso de ocorrência disciplinar envolvendo militares (FA) e policiais militares. Neste último caso. desde que não constituam crime. cujos cargos sejam privativos de oficiais superiores. Comandante do Corpo de Bombeiros e Diretores de Órgãos de Direção Setorial. não sendo competente para solucioná-la. sem torcer comentários ou opiniões pessoais. da ocorrência e das providências em sue nome tomadas. comandante do Policiamento do interior. ser notificado da solução dada. os policiais-militares na ativa e os na inatividade. Na impossibilidade de solucioná-la neste prazo o seu motivo deverá ser necessariamente publicado em boletim e neste caso. Art. §5º . para preservação da disciplina e do decoro da Corporação.Todo policial-militar que tiver conhecimento de um fato contrário à disciplina deverá participar ao seu chefe imediato por escrito ou verbalmente.A autoridade. dando ciência também do fato ao Comandante Militar interessado. a ocorrência exigir uma pronta intervenção mesmo sem possuir ascendência funcional sobre o transgressor.Art. caberá ao Comandante imediatamente superior de linha de subordinação apurar (ou determinar a apuração) dos fatos. MARCO AURÉLIO DE MELO . o local a data e a hora da ocorrência e caracterizar as circunstâncias que a envolveram.A parte deve ser clara. deve dar a solução no prazo máximo de quatro dias úteis podendo. §4º . normas ou disposições. da disciplina. concisa e precisa: deve conter os dados capazes de identificar as pessoas ou coisas envolvidas. 8º . Parágrafo Único . . deve este.

calamidade pública. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. necessidade urgente. 4) ter sido cometida a transgressão em defesa própria de seus direitos ou de outrem. constitua-se atro que a afete o sentimento do dever. 16 . 3) a natureza dos fatos ou os atos que a envolveram.A transgressão da disciplina deve ser classificada como "grave" quando. 06) ser cometida a falta em presença de subordinado 07) ter abusado o transgressor de sua autoridade hierárquica. bem como aquelas praticadas contra regras e ordens de serviço estabelecidas por autoridade competente. I Sm 7:12 .A transgressão da disciplina deve ser classificada.407. manutenção da ordem e d disciplina. o pundonor policial-militar. Art. 5) ter havido motivo de força maior. Art. 17 .A classificação da transgressão compete a quem couber aplicar a punição. 2) média. a honra pessoal. desde que não constitua causa de justificação. omissões ou atos.São causas de justificação: 1) ter sido cometida a transgressão na prática de ação meritória. em: 1) leve.Não haverá punição quando for reconhecida qualquer causa de justificação. CAPÍTULO V JULGAMENTO DAS TRANSGRESSÕES .São transgressões disciplinares: 1) todas as ações ou omissões contrárias à disciplina policial-militar especificadas no Anexo I do presente Regulamento.O julgamento das transgressões deve ser procedido de um exame e de uma análise que considerem: 1) os antecedentes do transgressor. 19 .11.2003 . humanidade e probidade. MARCO AURÉLIO DE MELO . CAPÍTULO VI CLASSIFICAÇÃO DAS TRANSGRESSÕES . o decoro da classe ou o sentimento do dever e outras prescrições contidas no Estatuto dos Policiais-Militares. 4) as conseqüências que dela possam advir. 3) ter sido cometida a transgressão em obediência à ordem superior. desde que não haja causas justificação. . Art. Art. não chegando a constituir crime.São circunstâncias atenuantes: 1) bom comportamento. 08) ser praticada a transgressão com premeditação. 5) falta de prática do serviço. DE 21. respeitadas as condições estabelecidas no Art.no julgamento das transgressões podem ser levantadas as causas que justifiquem a falta ou circunstâncias que a atenuem e/ou a agravem. qual afetem a honra pessoal. 4) ter sido cometida a transgressão pelo uso imperativo de meios violentos a fim de compelir o subordinado a cumprir rigorosamente o seu dever. 04) conluio de duas ou mais pessoas. 03) reincidência de transgressão mesmo punida verbalmente. 20 . 2) todas as ações. 3) ter sido cometida a transgressão para evitar mal maior. plenamente comprovado e justificado. desde que não atente contra os sentimentos normais de patriotismo. plenamente comprovada. no interesse do serviço ou de ordem pública. . leis e regulamentos. Art. 14 . no caso de perigo. 6) nos casos de ignorância. 09) ter sido praticada a transgressão em presença da tropa.São circunstâncias agravantes: 01) mau comportamento 02) prática simultânea ou conexão de duas ou mais transgressões. 2) ter cometido a transgressão em legítima defesa. 2) as causas que a determinaram. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. 18 . 15 . 2) relevância de serviços prestados. 15. Art. não especificados na relação de transgressões do Anexo citado. própria ou de outrem. Parágrafo Único . 3) grave. o pundonor policial-militar ou o decoro da classe. 05) ser praticada a transgressão durante a execução de serviço. 21 . Parágrafo Único .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art. . Art. 10) ter sido praticada a transgressão em presença do público.

11. 22 .Quando a OPM não dispuser de instalações apropriadas.Consiste no confinamento do punido em local próprio e designado para tal. a prisão pode ser agravada para "prisão em separado".compartimento denominado "Prisão de Subten e Sgt". DE 21. 27 . §2º . § 1º . 1) advertência. Art. a critério da autoridade que aplicou a punição.Advertência. segundo a classificação .Repreensão . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. § 2º .3 e 4 do Art. Art. 5) licenciamento e exclusão a bem da disciplina Parágrafo Único . Art. tendo em vista os altos interesses de ação educativa da coletividade e a elevação do moral da tropa. Parágrafo Único . Art. Art. Art.advertência . I Sm 7:12 . fazendo suas refeições no local da prisão. Parágrafo Único . podendo ser em caráter particular ou ostensivamente. o oficial ou aspirante pode ter sua residência como local de cumprimento da prisão. 3) detenção. Consiste numa admoestação feita verbalmente ao transgressor. 2) embriaguez 3) ação de psicotrópicos. o oficial ou aspirante a oficial pode ficar detido em sua residência. entretanto. . confinado.Detenção . a critério da autoridade que aplicou a punição. ser registrada em sua ficha disciplinar. 10.A prisão deve ser cumprida sem prejuízo da instrução e dos serviços internos. no entanto. §6º Compete à autoridade que aplicar a primeira punição de prisão à praça.407.2003 . §1º . cabe à autoridade que aplicou a punição. MARCO AURÉLIO DE MELO .São lugares de prisão: Para Oficial e Aspirante: . sem que fique. . 4) necessidade de averiguação 5) necessidade de incomunicabilidade. o qual deve permanecer no local que lhe for determinado. ajuizar da conveniência e necessidade de não confinar o punido.É a punição que publicada em boletim. §3º .O disposto neste artigo não se aplica no caso configurado no § 2º do Art.Em casos especiais.Os policiais-militares dos diferentes círculos de oficiais e praças estabelecidos no Estatuto dos Policiais-militares não poderão ficar presos no mesmo compartimento. ou quando houve: 1) presunção ou indício de crime.Em casos especiais. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.2.A punição deve ter em vista o benefício educativo ao punido e à coletividade a que ele pertence. no círculo de seus pares ou na presença de toda ou parte da OPM. 23 . só poderá ocorrer por ordem das autoridades referidas nos itens nºs 1.O punido fará suas refeições no refeitório da OPM. não deve constar das alterações do punido.determinado pelo cmt no aquartelamento.29 . são as seguintes . 28 . Para Subten e Sgt: .As punições disciplinares a que estão sujeitos os policiais-militares .As punições disciplinares de detenção e prisão não podem ultrapassar de trinta dias.O detido comparece a todos os atos de instrução e serviços. em ordem de gravidade crescente. § 2º Em casos especiais.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM TÍTULO III PUNIÇÕES DISCIPLINARES CAPÍTULO VII GRADAÇÃO E EXECUÇÕES DAS PUNIÇÕES . esta condição deve ser declarada em boletim. 25 .O recolhimento de qualquer transgressor à prisão. Art. Parágrafo Único .Consiste no cerceamento da liberdade do punido. devendo o punido permanecer confinado e isolando. devendo. 26 . Parágrafo Único . por ser verbal. Art. 4) prisão e prisão em separado.Quando ostensivamente poderá ser na presença de superiores. Quando o for com prejuízo. §5º Os presos disciplinares devem ficar separados dos presos à disposição da justiça. 24 .compartimento fechado denominado "xadrez". § 1º .30 .Prisão . local para servir de prisão em outra OPM. Para as demais praças: . normalmente o quartel.É a forma mais branda de punir. sem nota de punição publicada em Boletim Interno da OPM (OBM).A prisão em separado deve constituir em princípio a parte inicial do cumprimento da punição e não deve exceder à metade da punição aplicada. 11. 2) repreensão. solicitar ao escalão superior. quando esta não for superior a 48 horas. esta circunstância será fundamentadamente publicada em boletim da OPM e o punido terá o quartel por menagem. Neste caso. §4º . a não ser que o Comandante determine o contrário. Este agravamento não pode exceder à metade da punição aplicada. não priva o punido da liberdade.A punição disciplinar objetiva o fortalecimento da disciplina. Art.

A exclusão a bem da disciplina deve ser aplicada "ex-officio" ao aspirante-a-oficial e à praça com estabilidade assegurada. cumprimento da punição ou justificação.2003 . assim o recomendarem. quando: 2) no comportamento MAU. .Publicação em boletim .11. se for o caso. 3) a classificação da transgressão. o enquadramento da punição e decorrente publicação em boletim da OPM. esta deve ser feita. apurado em inquéritos. §1º . 2) os itens artigos e parágrafos das circunstâncias atenuantes e/ou agravantes. se come tal houver capitulação. 11. deve ser feita em Boletim Reservado. §1º . clara e precisa dos fatos e circunstâncias que determinaram a transgressão. . I Sm 7:12 . 33 . No enquadramento são necessariamente mencionados: 1) a transgressão cometida. 4) a punição imposta. no entanto. §3º . porém permitidos os ensinamentos decorrentes.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art. 5) o local de cumprimento da punição. 8) a determinação para posterior cumprimento. Em caso contrário. Não devem ser emitidos comentários deprimentes e/ou ofensivos. menciona-se a justificação da falta. §2º . a critério das autoridades relacionadas nos itens 1). 2).A aplicação da punição compreende uma descrição sumária. afastado do serviço ou à disposição de outra autoridade. podendo ser Boletim ostensivo. sem conexão entre si. §3º Quando ocorrer causa de justificação. severidade e imparcialidade. e 3) do Art. em princípio. como está prescrito neste Regulamento. 6) na ocorrência de mais de uma transgressão. 3) a punição deve ser dosada quando ocorrerem circunstâncias atenuantes e agravantes. deve prevalecer a aplicação de pena relativa ao crime. §1º .No concurso de crime e transgressão disciplinar. do Art.O licenciamento a bem da disciplina deve ser aplicada à praça sem estabilidade assegurada. excluídos os culposos. em lugar da punição imposta. MARCO AURÉLIO DE MELO . mediante a análise de suas alterações.Licenciamento e Exclusão a bem da disciplina consistem no afastamento. se o punido tiver sido recolhido de acordo com o parágrafo 2º do Art. desde que não contenham alusões pessoais.Aplicação da punição deve ser feita com justiça.3) do Art. Art.407. 34 . §4º . Art. conforme prescrito no Estatuto dos Policiais-Militares. quando ocorrerem apenas circunstâncias atenuantes. 10.É a caracterização da transgressão acrescida de outros detalhes relacionados com o comportamento do transgressor. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. ou por ordem das autoridades relacionadas nos itens 1). c) de prisão à punição preventiva no Art. as de menor gravidade serão consideradas como circunstâncias agravantes da transgressão principal. 6) a classificação do comportamento militar em que a praça punida permaneça ou ingresse.A aplicação da punição deve obedecer às seguintes normas: 1) a punição deve ser proporcional à gravidade da transgressão. 3) houver condenação por crime militar. Art.A publicação da punição imposta a oficial ou aspirante a oficial. DE 21. sendo. se o punido estiver baixado. 4) por uma única transgressão não deve ser aplicada mais de uma punição. em termos precisos e sintéticos e especificação em que a mesma incida pelos números constantes do Anexo I ou pelo item 2.O licenciamento a bem da disciplina poderá ser aplicada em virtude de condenação por crime militar ou prática de crime comum. . para que o punido fique consciente e convicto de que a mesma se inspira no cumprimento exclusivo de dever. de acordo com o prescrito no Estatuto do Policiais-militares. Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. 14. 10.Enquadramento . quando forem da mesma natureza. CAPÍTULO VIII NORMAS PARA APLICAÇÃO E CUMPRIMENTOS DAS PUNIÇÕES . 5) a punição disciplinar.quando a autoridade que aplica a punição não dispuser de boletim para a sua aplicação. dentro dos seguintes limites: a) de advertência até 10 dias de detenção para transgressão leve. se as circunstâncias ou a natureza da transgressão. do policial- militar das fileiras da Corporação. não exime o punido da responsabilidade civil que lhe couber.É o ato administrativo que formaliza a aplicação da punição ou a sua justificação. 32 . a cada uma deve ser imposta a punição correspondente. b) de detenção até 10 dias de prisão para transgressão média. de natureza culposa. 35 . mediante solicitação escrita no da autoridade imediatamente superior. 7) a data do inicio do cumprimento da punição. §2º . 4) houver prática de crime comum.2). 31 deste Regulamento para transgressão grave 2) a punição não pode atingir até o máximo previsto no item anterior. por iniciativa do Comandante. no enquadramento e na publicação em Boletim.31 . ou causas de justificação. "ex-officio". se verifica a impossibilidade de melhoria de comportamento. excluídos os culposos.

mesma solicitar à autoridade superior. 38 . ao julgar uma transgressão.2003 . deve ocorrer após a sua apresentação. Parágrafo Único .O afastamento e o retorno do punido o local do cumprimento da punição devem ser publicadas em Boletim. 45 . pelas demais autoridades. importa em ser o punido posto em liberdade imediatamente.A relevação de punição consiste na suspensão de cumprimento da punição imposta. de que trata este Regulamento. 37 . 40 .O cumprimento da punição disciplinar.A aplicação da primeira punição classificada como "prisão" é da competência do Comandante. Art.Quando o local determinado para o cumprimento da punição não for a sua OPM. 44. 4) agravação.O início do cumprimento da punição disciplinar deve ocorrer com a distribuição do Boletim da OPM que publica a aplicação da punição. §1º . 3) atenuação. conhecerem da transgressão. 39 . 10. 2) relevação. quando da absolvição ou da rejeição da denúncia. 10 Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. pronto na OPM.11.A transgressão disciplinar será apreciada para efeito de punição.A relevação da punição pode ser concedida: 1) quando ficar comprovado que foram atingidos os objetivos visados com sua aplicação. concluir que a punição a aplicar está além do limite máximo que lhe é autorizado. 36 . com ação disciplinar sobre o transgressor. deve a ela requisitar a apresentação do punido para aplicação. por policial-militar.Nenhum policial-militar de ser interrogado ou punido em estado de embriaguez ou sob ação de psicotrópicos. Parágrafo Único . independente do tempo de punição a cumprir. 42 . MARCO AURÉLIO DE MELO . a aplicação da punição devida. . Art.A anulação sendo concedida ainda durante o cumprimento de punição.A contagem de tempo de cumprimento da punição vai do momento em que o punido for recolhido até aquele em que for posto em liberdade. antes da respectiva publicação em BI. ambas com ação disciplinar sobre o transgressor. à disposição ou serviço de outra autoridade. 44 .A modificação da aplicação de punição pode ser realizada pela autoridade que a aplicou ou por outra. Art. salvo se entender que a punição está dentro dos limites de competência do menor nível. Art.As modificações da aplicação de punição são: 1) anulação. Art.Quando duas autoridades de níveis hierárquicos diferentes. §2º . devem ser aplicadas de acordo com as prescrições no mesmo estabelecidas. acha-se especificada no Quadro de Punição Máxima (Anexo II). Parágrafo Único . Art. §2º . deve propor a sua anulação à autoridade competente. salvo nos casos de preservação da disciplina e do decoro da Corporação. não deve ultrapassar de 72 horas. Parágrafo Único . Art. à de nível mais elevado competirá punir. CAPÍTULO IX MODIFICAÇÃO NA APLICAÇÃO DAS PUNIÇÕES Art. Art. Parágrafo Único . vai do momento em que o punido for retirado do local de cumprimento da punição até o seu retorno. 2) no prazo de 60 dias. para cumprimento de punição disciplinar. fundamentadamente. Art. 46 .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM §2º . caso em que esta comunicará ao superior a sanção disciplinar que aplicou. quando tiver conhecimento de fatos que recomendem tal procedimento. I Sm 7:12 . cabe à.As punições disciplinares. Art.Deve ser concedida quando comprovado ter ocorrido injustiça ou ilegalidade na sua aplicação. superior e competente.A autoridade que necessitar punir seu subordinado. A punição máxima que cada autoridade referida no Art. 10 pode aplicar.A interrupção de licença especial. §3º . nos casos de baixa a hospital ou enfermaria e outros.Anulação da punição consiste em tornar sem efeito a aplicação da mesma.407.A interrupção da contagem de tempo da punição. . 47 .Far-se-á em obediências aos prazos seguintes: 1) em qualquer tempo e em qualquer circunstância. para tratar de interesse particular ou de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. 41 .A autoridade que tome conhecimento de comprovada ilegalidade ou injustiça na aplicação de punição e não tenha competência para anulá-la ou não disponha dos prazos referidos no §2º do Art.Quando uma autoridade. afastado do serviço. pelas autoridades especificadas nos itens 1) e 2) do Art. §2º . DE 21. 43 . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.A anulação da punição deve eliminar toda e qualquer anotação e/ou registro nas alterações do policial-militar relativos à sua aplicação. pode solicitar àquela autoridade que determine o recolhimento do punido diretamente ao local designado. §1º O tempo de detenção ou prisão. §1º . somente ocorrerá quando autorizada pelas autoridades referidas nos itens 1) 2 ) do Art.

normalmente redigido sob a forma de ofício ou parte interposto pelo policial militar que se julgue injustiçado. 2) Quatro repreensões equivalem a uma prisão. a quem é dirigido o pedido de reconsideração de ato. Art. qualquer que seja o seu comportamento anterior.quando no período de 04 anos de efetivo serviço tenha sido punido com até uma detenção: 3) Bom . Art. reclassificação e melhoria de comportamento. Art.A reconsideração de ato . 2) Queixa. Art. MARCO AURÉLIO DE MELO .A apresentação da queixa. obedecido o disposto neste capítulo e necessariamente publicada em boletim. §2º .São competentes para anular. que é automática. Art. Art. 48 . ofendido ou injustiçado por superior hierárquico. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. começa a partir da data em que se encerra o cumprimento da punição.A reclassificação de comportamento de Soldado. se assim o exigir o interesse da disciplina e da ação educativa do punido. 53 .2003 . RECLASSIFICAÇÃO E MELHORIA DO COMPORTAMENTO Art. são de competência do Cmt Geral e dos Cmts de OPMs. quando já tiver sido cumprida pelo menos metade da punição. que reexamine sua decisão e reconsidere seu ato. 49 .quando no período de um ano de efetivo serviço tenha sido punido com até duas prisões: 5) Mau .407. 3) Duas detenções equivalem a uma prisão.Queixa . 56 . Art. por meio do qual o Policial Militar.11. .51 . as autoridades discriminadas no Art. Art. Art.A ser incluída na Polícia Militar a praça será classificada no comportamento BOM. devendo esta decisão ser justificada em Boletim.A contagem de tempo para melhoria de comportamento. 57 . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. 55 . é feita automaticamente para o comportamento Mau. 58 . . §1º . 52.quando no período de 08 anos de efetivo serviço não tenha sofrido qualquer punição disciplinar. se assim o exigir o interesse da disciplina e da ação educativa do punido. com punição de prisão de mais de vinte dias agravado para "prisão em separado" . data de aniversário da PM ou data nacional.É o recurso interposto mediante requerimento. dirigido diretamente ao superior imediato da autoridade com quem é apresentada a queixa. TÍTULO IV COMPORTAMENTO POLICIAL-MILITAR CAPÍTULO X CLASSIFICAÇÃO.É o recurso disciplinar.quando no período de 02 anos de efetivo serviço tenha sido punido com até duas prisões: 4) Insuficiente . tão somente de que trata este capítulo: 1) Duas repreensões equivalem a uma detenção. §2º . 52 . só é cabível após o pedido de reconsideração de ato ter sido solucionado e publicado em Boletim da OPM onde serve o queixoso.A "prisão em separado" é considerada como uma das formas de agravação de punição de prisão para soldado. 10. §1º . 54 . decorrido os prazos estabelecidos no Art. atenuar e agravar as punições impostas por si ou por seus subordinados.A classificação e reclassificação e a melhoria do comportamento. 3) Representação. na esfera policial-militar. solicita à autoridade que praticou o ato.O pedido de reconsideração de ato deve ser apresentado no período de dois dias úteis a contar da data em que o policial militar tomar oficialmente conhecimento dos fatos que o motivaram. Parágrafo Único .quando no período de 01 ano de efetivo serviço tenha sido punido com mais de duas prisões. TÍTULO V DIREITOS E RECOMPENSAS CAPÍTULO XI APRESENTAÇÃO DE RECURSOS . §1º .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM 2) por motivo de passagem de comando.A autoridade.A agravação de punição consiste na transformação da punição proposta ou aplicada em uma mais rigorosa.O pedido de reconsideração de ato deve ser encaminhado através de autoridade a que o requerente tiver diretamente subordinado. que se julgue. §3º .Para efeito de classificação.São recursos disciplinares: 1) Pedido de reconsideração de ato. 50 . ofendido ou injustiçado. Parágrafo Único .Interpor recursos disciplinares é o direito concedido ao Policial-Militar que se julgue. I Sm 7:12 .O comportamento policial militar das praças espelha seu procedimento civil e policial militar sob o ponto de vista disciplinar.Art. DE 21. ou julgue subordinado seu prejudicado. ou julgue subordinado seu prejudicado. 2) Ótimo . deve despachá-lo no prazo máximo de quatro dias úteis.A atenção de punição consiste na transformação da punição proposta ou aplicada em uma menos rigorosa.O comportamento policial militar das praças deve ser classificada em: 1) Excepcional .

cabendo a esta mandar arquivá-lo e publicar sua decisão em Boletim. pelo policial militar que se encontre cumprindo punição disciplinar. para alunos dos Cursos de Formação. são recompensas policiais militares: 1) o elogio.A apresentação da queixa deve ser dentro de um prazo de cinco dias úteis. Os aspectos principais que devem ser abordados são os referentes ao caráter. nos Centros de Formação. Art.Além de outras previstas em leis e regulamentos especiais. DE 21. 68 . Art. . . Deve. executando o serviço ou ordem que motive sua apresentação. a contar da publicação em Boletim da solução de que trata o parágrafo anterior. 56 deve ser feita individualmente tratar de caso específico cingir-se aos fatos que o motivaram.Representação . 65 .Cancelamento de punição é o direito concedido ao policial militar de ter cancelada a averbação de punição e outras notas a elas relacionadas. 59 .O prazo para apresentação de recurso disciplinar. Art. Parágrafo Único .O Comandante Geral pode cancelar uma ou mais punições do policial militar que tenha prestado comprovadamente relevantes serviços independentemente das condições enunciadas no Art. por ato de autoridade superior. CAPÍTULO XII CANCELAMENTO DE PUNIÇÕES Art. quando a punição a cancelar for Prisão. que coloca em relevo as qualidades morais e profissionais.A entrada de requerimento solicitada cancelamento de punição.O cancelamento da punição pode ser conferido ao policial militar que o requerer dentro das seguintes condições: 1) Não ser a transgressão. no entanto permanecer na localidade onde serve. Na margem onde for feito o cancelamento.O queixoso deve ser afastado da subordinação direta da autoridade contra quem formulou recurso. 62 do presente regulamento e do requerimento do interessado.11.Todas as anotações relacionadas com as punições canceladas devem ser tingidas de maneira que não seja possível a sua leitura. quando a punição a cancelar for de repreensão ou detenção. 64 . 3) Ter conceito favorável de seu Comandante. em suas alterações.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM §2º . 3) a dispensa da revista do recolher e do pernoite. à coragem e desprendimento. §1º . interposto por autoridade que julgue subordinado seu estar sendo vítima de injustiça ou prejudicado em seus direitos. atenatória ao sentimento do dever à honra pessoal. §2º . cessado as situações citadas. 60 . comprovados pela análise de suas alterações. MARCO AURÉLIO DE MELO . objeto de punição. somente poderá ser formulado a policiais militares que se hajam destacados no resto da coletividade no desempenho de ato de serviço ou ação meritória.2003 .A apresentação desse recurso disciplinar deve seguir os mesmos procedimentos prescritos no Art. I Sm 7:12 . salvo a existência de fatos que contra-indiquem a sua permanência na mesma. b) Cinco anos de efetivo serviço.O elogio individual. Art. 63 . começa a ser contado. normalmente redigido em forma de ofício ou parte.O recurso disciplinar que contrarie o prescrito neste capítulo é considerado prejudicado pela autoridade a quem foi destinado. fundamentar-se em novos argumentos. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. §4º . Parágrafo Único . por escrito. Art. 62 .407. à autoridade de que vai se queixar. Art. 2) Ter bons serviços prestados. §3º . ao pundonor policial militar ou ao decoro da classe. Art. 61 .A transmissão de recurso deve ter tratamento de urgência em todos os escalões. 2) as dispensas de serviço. §3º .O queixoso deve informar. às culturas profissional e ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. Art.A apresentação do recurso disciplinar mencionado no parágrafo único do Art. provas ou documentos comprobatórios e elucidativos e não apresentar comentários. 66 . CAPÍTULO XIII DAS RECOMPENSAS Art. devem ser constadas em boletim.É o recurso disciplinar. sendo esta anotação rubricada pela autoridade competente para assinar as folhas de alterações. fundamentadamente. bem como a sua solução. 4) Ter completado sem qualquer punição: a) Nove anos de efetivo serviço. às condutas civis e policial militar.Recompensas constituem reconhecimento dos bons serviços prestados por policiais militares. 67 . 58. do objeto do recurso disciplinar que irá apresentar. deve ser anotado o número e a data do boletim da autoridade que concedeu o cancelamento.O elogio pode ser individual ou coletivo. e seus parágrafos.A solução do requerimento de cancelamento de punição é de competência do Comandante Geral. § 1º . até que o mesmo seja julgado. à inteligência.

estão estabelecidas na legislação que dispõe sobre os citados conselhos e dá outras providências.A dispensa total de serviço é regulada por períodos de 24 (vinte e quatro) horas.A dispensa total do serviço é concedida pelo prazo máximo de 08 (oito) dias e não deve ultrapassar o total de 16 (dezesseis) dias no decorrer de um ano civil. . e as condições para a sua instauração. §2º . quando isenta de alguns trabalhos.A dispensa total do serviço para ser gozada fora da sede. esta deve ser feita. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. perante o Conselho de Justificação ou Conselho de Disciplina. DE 21. às circunstâncias e casos não previstos no mesmo. §4º . 73 . §3º . 70 . Esta dispensa não invalida o direito de férias.São competentes para anular. à capacidade como instrutor. mediante solicitação escrita. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.As causas determinantes que levam o policial militar a ser submetido a um destes conselhos. Art. A sua publicação deve ser feita no mínimo. 72 . I Sm 7:12 . inclusive o de instrução. Art.As dispensas do serviço.Só serão registrados nos assentamentos dos policiais militares os elogios individuais obtidos no desempenho de funções próprias a policial militar e concedidos por autoridades com atribuição para fazê- lo. "ex-offício" ou a pedido.Art. 10 (dez) deste regulamento. Art. podem ser: 1) dispensa total do serviço.As dispensas da revista do recolher e de pernoitar no quartel podem ser incluídas em uma mesma concessão. no da autoridade imediatamente superior.74 . Art. Parágrafo Único .O Comandante Geral baixará instruções complementares necessárias à interpretação. TÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS . Não justifica a ausência do serviço para o qual o aluno está ou foi escalado e nem da instrução a que deve comparecer. que isenta de todos os trabalhos da OPM. fica subordinada às mesmas regras de concessão de férias. .Os julgamentos a que forem submetidos os policiais militares. §2º .407.O elogio coletivo visa a reconhecer e a ressaltar um grupo de policiais militares ou fração de tropa ao cumprir destacadamente uma determinada missão.Quando a autoridade que elogiar não dispuser de boletim para publicação. 2) dispensa parcial de serviço. 24 (vinte e quatro) antes do seu início. contados de boletim a boletim.2003 . §3º . devendo esta decisão ser justificada em boletim. 69 . 71 . serão conduzidos segundo normas próprias ao funcionamento dos referidos conselhos.São competentes para proceder as recompensas de que trata este capítulo.11. restringir ou ampliar as recompensas concedidas por si ou por seus subordinados as autoridades especificadas no Art. Art. como recompensa. funcionamento e providências decorrentes. 10. orientação e aplicação deste regulamento. §1º .CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM geral. que devem ser especificados na concessão. as autoridades especificadas no Art. à capacidade como Comandante e como administrador e á capacidade física. salvo motivo de força maior. MARCO AURÉLIO DE MELO .

2. em qualquer serviço ou instrução. As transgressões dos números 121 a 126 referem-se aos integrantes do Corpo de Bombeiros. Retardar a execução de qualquer ordem. Trabalhar mal intencionalmente ou por falta de atenção. a qualquer autoridade superior. No caso das transgressões a que se refere o item 2). normas ou ordens que contrariaram ou contra as quais tenha havido omissão. Concorrer para discórdia ou desarmonia ou cultivar inimizade entre camaradas. Deixar de punir o transgressor da disciplina. I Sm 7:12 . Permutar o serviço sem autorização de autoridade competente. à autoridade imediatamente superior. deve ser feita alusão com artigos. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM ANEXO I RELAÇÃO DE TRANSGRESSÕES I . 11.407. Apresentar parte ou recurso sem seguir as normas e preceitos regulamentares ou em termos desrespeitosos ou com argumentos falsos ou de má fé. 29. associações profissionais com caráter de sindicatos ou similares. Esquivar-se a satisfazer compromissos de ordem moral ou pecuniária que houver assumido. 31. 32. recurso ou documento que receber. logo que souber que o mesmo foi interrompido. logo que disto tenha conhecimento. Representar a OPM e mesmo a Corporação. A numeração deve servir de referência para o enquadramento e publicação em boletim da punição ou da justificação da transgressão. Utilizar-se do anonimato. 8. ao conhecimento de autoridade competente. Deixar de participar a tempo. 23. 18. 12. sem estar devidamente autorizado. Não se apresentar ao fim de qualquer afastamento do serviço ou. 14 deste regulamento. Deixar de apresentar-se. Afastar-se de qualquer lugar em que deva estar por força de disposição legal ou ordem. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. do Art. Deixar de informar processo que lhe for encaminhado. ou a qualquer ato de serviço. 21. Contrair dívidas ou assumir compromisso superior às suas possibilidades. ou de que tiver ciência e não lhe couber reprimir.11. 3. 24. Deixar de cumprir ou de fazer cumprir normas regulamentares na esfera de suas atribuições. parágrafos. Deixar de encaminhar autoridade competente. MARCO AURÉLIO DE MELO .2003 . que se refere o item 1) do Art. As transgressões disciplinares. DE 21. A classificação da transgressão Leve. se não estiver na sua alçada dar solução. exceto em casos de suspensão ou impedimento ou absoluta falta de elementos. 16. 17. nos prazos regulamentares. Comparecer o policial militar a qualquer solenidade. Não levar falta ou irregularidade que presenciar. Deixar de comunicar ao superior imediato ou na ausência deste. festividade ou reunião social com uniforme diferente do marcado.INTRODUÇÃO 1. 25. Freqüentar ou fazer parte de sindicatos. tanto quanto possível. levando em consideração o que estabelecem os capítulos V e VI deste regulamento. 2. RELAÇÃO DAS TRANSGRESSÕES 1. 30. Abandonar o serviço para qual tenha sido designado. no mais curto prazo. Retardar ou prejudicar medidas ou ações de ordem judicial ou policial de que esteja investido ou que deva promover. 22. Deixar de comunicar ao superior a execução de ordem recebida tão logo seja possível. quando do enquadramento e publicação em boletim da punição ou justificação da transgressão. 27. 19. 4. 10. desde que elaborado de acordo com os preceitos regulamentares. Não cumprir ordem recebida. . Tomar compromisso pela OPM que comanda ou em que serve sem estar autorizado. regulamentos. 26. 28. 7. 9. Média ou Grave é competência de quem a julga. 14 deste regulamento. 6. são neste anexo enumeradas e especificadas. ou mesmo sem justa causa ou razão. toda informação que tiver sobre iminente perturbação da ordem pública ou grave alteração do serviço. 15. Aconselhar ou concorrer para não ser cumprida qualquer ordem de autoridade competente para retardar a sua execução. . 13. nos casos de comissão ou serviço extraordinário para os quais tenha sido designado. letras e números das leis. impossibilidade de comparecer à OPM. 3. Faltar ou chegar atrasado a qualquer ato de serviço em que deva tomar parte ou assistir a ele. Simular doença para esquivar-se ao cumprimento de qualquer dever policial militar. Deixar de comunicar a tempo. Faltar a verdade. em qualquer ato. ocorrências no âmbito de suas atribuições quando se julgar suspeito ou impedido de providenciar a respeito. 20. Dificultar ao subordinado a apresentação de recurso. na linha de subordinação e no mais curto prazo. à OPM para que tenha sido transferido ou classificado e às autoridades competentes. hipótese em que estas circunstancias serão fundamentadas. ainda. comprometendo o bom nome da classe. 14. 5. ao superior imediato.

Não são consideradas transações pecuniárias os empréstimos em dinheiro sem auferir lucro. Tomar parte. com objetos ou embrulhos. Portar a praça arma regulamentar sem permissão por escrito de autoridade competente. Conversar. fatos documentos ou assuntos policiais militares que possam concorrer para o desprestígio da Corporação ou firam a disciplina ou a segurança. . bem como indevidamente distintivo ou condecoração. publicamente. Retirar ou tentar retirar de qualquer lugar sob jurisdição policial militar. sentar-se ou fumar a sentinela ou plantão da hora. 56. de apresentar-se ao oficial de dia ou ao seu substituto legal. Manifestar-se. Içar ou arriar Bandeira ou insígnia.2003 . . 73. quando isso não configurar crime. 55. na esfera de suas atribuições. cabo ou soldado. documentos ou assuntos policiais militares. 49. Espalhar boatos ou noticiais tendenciosas. 36. 39. quando isso contrariar ordem de autoridade competente. de procurar o comandante ou o mais graduado dos oficiais presentes. Apresentar-se desuniformizado. em qualquer circunstancia. 34. em jogos proibidos ou jogar a dinheiro os permitidos. Deixar o superior de determinar a saída imediata. ou ainda. lugares ou horas impróprias. Provocar ou fazer-se causa. Publicar ou contribuir para que sejam publicados. ou sem consentimento ou ordem da autoridade competente. 67. Dar conhecimentos de fatos. 53. sem autorização do Comandante da Guarda ou autorização militar. mal uniformizado ou com o uniforme alterado.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM 33. sem autorização de autoridade competente. Estadual. Fazer diretamente. para satisfazer débito já reclamado. Usar violência desnecessária no ato de efetuar prisão. o cabo ou soldado. 43. 54. 51. ou sob jurisdição policial militar. 50. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. 62. 52. em área policial militar. material. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. Deixar o subtenente. igual ou subordinado. 41. 47. Disparar arma por imprudência ou negligência. 68. em discurses a respeito de política ou religião. 38.11. Portar a praça arma regulamentar sem estar de serviço ou sem ordem para tal. 63. Ser indiscreto em relação a assuntos de caráter oficial cuja divulgação possa ser prejudicial à disciplina ou a boa ordem do serviço. MARCO AURÉLIO DE MELO . Fumar em lugar ou ocasiões onde isso seja vedado. Não atender a obrigação de dar assistência a sua família ou dependentes legalmente constituídos. para cumprimentá-lo. sem ordem para tal. 72. 66. Ter pouco cuidado com o asseio público ou coletivo. Conversar ou fazer ruído em ocasiões. medidas contra qualquer irregularidade que venha a tomar conhecimento. 40. Não zelar devidamente. Tomar em parte. voluntariamente origem de alarde injustificável. Conversar com sentinela ou preso incomunicável. sargento. Deixar alguém conversar ou entender-se com o preso incomunicável. bens da Administração pública ou material proibido. ou mesmo provocá-la. fardado. Deixar que presos conservem em seu poder instrumentos ou objetos não permitidos. Recorrer ao judiciário sem antes esgotar todos os recursos administrativos. o cabo ou soldado. de subordinado que a ela compareça em diferente do marcado. a que dele não deva ter conhecimento e não tenha atribuições para nele intervir. sem ordem do responsável ou proprietário. DE 21. 35. 58. Entrar em qualquer OPM ou dela sair. 48. ao entrar em OPM onde não sirva. 60. 44. 65. Portar-se sem compostura em lugar público. Andar o policial militar à pé ou em coletivo públicos com o uniforme inadequado contrariando o RUPM ou norma a respeito.407. Deixar de providenciar a tempo. de solenidade policial militar ou civil. Realizar ou propor transações pecuniárias envolvendo superior. viatura ou animal ou mesmo deles servir-se. 70. Dar toques ou fazer sinais. 46. 42. 64. de dar ciência da sua presença ao oficial de dia e. material. em área policial-militar ou sob a jurisdição policial militar. em manifestação da mesma natureza. Deixar o oficial ou aspirante a oficial. ou quando se dirigir ao superior. transações pecuniárias envolvendo assunto do serviço. I Sm 7:12 . sem ordem para tal. 37. Permanecer a praça em dependências da OPM. Maltratar preso sob sua guarda. 45. ou por intermediário de ourem. Freqüentar lugares incompatíveis com seu nível social e o decoro da classe. em seguida. ou Municipal que esteja ou não sob sua responsabilidade. danificar ou extraviar. Sobrepor ao uniforme insígnia ou medalha não regulamentar. por negligência ou desobediência a regras ou normas de serviço . Usar traje civil. 69. consentir na formação ou permanência de grupo ou de pessoa junto a posto de serviço. 57. a respeito de assuntos políticos ou tomar parte. 71. desde que seja estranha ao serviço. 61. ao entrar em OPM onde não sirva. por negligências ou incúria. da Fazenda Nacional. 59. Não atender a observação de autoridade competente.

salvo a exceção do número anterior. judicial ou administrativa. ressalvadas as exceções previstas no Regulamento de Continências. presente a solenidade internas ou externas onde se encontrarem superiores hierárquicos. Ter em seu poder. Procurar desacreditar seu igual ou subordinado. tão logo seus alfaiares permitam. bem como criticar. Ter em seu poder. coletiva dirigidas a qualquer autoridade civil ou policial militar. Desrespeitar em público as convenções sociais. 94.11. militares ou policiais-militares estranhos â mesma. Dirigir memoriais ou petições. Autorizar. DE 21. sejam a isto obrigados. Ofender a moral. Desconsiderar ou desrespeitara autoridade civil. Maltratar ou não ter os devidos cuidados no trato com animais. 81. promover ou assinar petições. promover ou tomar parte em qualquer manifestação coletiva. 98. Entrar em OPM ou dela sair com força armada. provocar ou desafiar superior. 100. de saudá-los de acordo com as normas regulamentares. 90. referir-se ou responder de maneira desatenciosa a superior. 79. . 87. 101. estando ou não fardado ou de exibi- lo quando solicitado. introduzir ou distribuir. em público ou pela imprensa. em área policial militar. festividades ou reuniões sociais. Deixar o oficial ou aspirante a oficial. de apresentar-se ao seu comandante ou chefe imediato. sem prévio conhecimento ou ordem da autoridade competente. pelas suas funções. Ofender. Sentar-se a praça. provocar ou desafiar seu igual ou subordinado. 108. seus atos ou decisões.Ter em seu poder ou introduzir. Penetrar ou tentar penetrar o policial-militar em alojamento de outra subunidade. de oferecer lugar a superior.2003 . uniformizado ou não. 91. Deixar o subtenente ou Sargento.407. Honras e Sinais de Respeito das Forças Armadas. com exceções das demonstrações íntimas de boa e sã camaradagem e com conhecimento do homenageado. medidas gerais de ordem policial. Travar discursão. 82. 102. em público. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. 80. MARCO AURÉLIO DE MELO . depois da revista do recolher. a ser mediante prescrição de autoridade competente. bem como em qualquer local onde a entrada lhe seja vedada. por qualquer veículo de comunicação. Penetrar o policial-militar sem permissão ou ordem. que.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM 74. Discutir ou provocar discussões. Não se apresentar a superior hierárquico ou de sua presença retirar-se sem a obediência das normas regulamentares. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. neste caso desde que o conheça ou prestar-lhe as homenagens e sinais regulamentares de consideração e respeito. fardamento. 88. com a expressa declaração de motivo. 92. 76. Dirigir-se. 106. militares ou policiais militares excetuando-se os de natureza exclusivamente técnica. 96. Deixar deliberadamente de responder a cumprimento de subordinado. ou qualquer de seus membros. em área policial militar ou sob jurisdição policial militar publicações estampadas ou jornais que atentem contra a disciplina ou a moral. . 77. em área policial militar ou sob a jurisdição policial militar. a qualquer. 95. à mesa em que estiver oficial ou vice-versa. Censurar ato superior ou procurar desconsiderá-lo. da OPM onde serve. 99. 75. salvo situação de emergência. por atos gestos ou palavras. 85. de apresentar ao de maior posto e ao substituto legal imediato. Ofender. Deixar o policial militar. inflamável ou explosivo sem permissão da autoridade competente. introduzir ou distribuir. Abrir ou tentar qualquer dependência da OPM fora das horas de expediente. 105. equipamento ou material que lhe seja destinado ou deva ficar em seu poder ou sob sua responsabilidade. 89. 93. salvo ordem ou instrução a respeito. sobre assuntos da alçada do Comando Geral da PM salvo em grau de recurso na forma prevista neste regulamento. quer uniformizado. Autorizar. 78. quando devidamente autorizado. Deixar o comandante da guarda ou agente de segurança correspondente de cumprir as prescrições regulamentares com respeito â entrada ou â permanência na OPM de civis. Deixar de portar. 84. sobre assuntos políticos. para cumprimentá-los. Deixar ou negar-se a receber vencimentos. 97. 104. quando estiver sentado. Aceitar o policial militar qualquer manifestação coletiva de seus subordinados. seja de caráter reinvidicatório. o policial militar o seu documento de identidade. 83. I Sm 7:12 . tóxicos ou entorpecentes. alimentação. Deixar. 103. tão logo seus afazeres o permitam. alvo em solenidade. salvo os oficiais ou sargentos. rixa ou luta corporal com seu igual ou subordinado. em aposentos destinados a superior ou onde esse se ache. Desrespeitar Corporação Judiciária. 107. seja de crítica ou de apoio a ato superior. 86. Desrespeitar as regras de trânsito. desde que não seja o respectivo chefe ou sem sua ordem escrita. Deixar o subordinado. quer em traje civil de cumprimentar superior.

Cmt de GI.. Executar exercícios profissionais que envolvam acentuados perigos. 112. Ter em seu poder ou introduzir em área policial militar ou sob jurisdição policial militar. Sgt. 2) Cmt Geral. 31. relatório ou qualquer documento. DE 21. 126. 121 . Usar. sem autorização superior. 120. de firma comercial. (4) Parágrafo 1º do art. (3) PRISÃO EM SEPARADO – Art.407.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM 109. 116. bem como nos deslocamentos de viaturas nas imediações e interior dos quartéis. referida no art. Cb e 30 dias de prisão .2003 . quando uniformizado. 3) Ch EM. inundação ou qualquer serviço de socorro. se isso contrariar ordem de autoridade competente. entorpecentes ou produtos alucinógenos. . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. 49. 114. bigodes ou costeletas excessivamente compridos ou exagerados. Não observar as ordens em vigor relativas ao trafego nas saídas e regressos de incêndios. Subten. GBS e GMar. hospitais e escolas. salvo nos casos de competições ou demosntrações. mesmo quando doados pelo proprietário ou responsável pelo local. bebidas alcóolicas salvo quando devidamente autorizado. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. AUTORIDADES DEFINIDAS NO ART. Of. Cmt CBM. quando não estiverem em serviço de socorro. - 10 dias Aspirantes a Oficial e 8 dias de de Subtenentes da ativa (1) detenção prisão 30 dias de prisão 15 dias Sargentos. Prestar informação a superior induzindo-o a erro deliberada ou intencionalmente. Omitir em nota de ocorrência. Receber ou permitir que seu subordinado receba. . Soltar preso ou detido ou dispensar parte de ocorrência sem ordem de autoridade competente. que possa acarretar ao subordinado responsabilidade. quaisquer objetos ou valores. Afastar-se do local de incêndio. ITENS: POSTO E GRADUAÇÃO 1) e 2) 3) 4) 5) 6) 20 dias 15 dias 6 dias Oficiais da ativa 30 dias de prisão de de de Repreensão prisão prisão prisão Oficiais na inatividade 30 dias de prisão . 124. Afastar-se o motorista da viatura da viatura sob sua responsabilidade. 8º AUTORIDADES DEFINIDAS no art. 73. Cmt e Diretor de OBM. 41 deste Regulamento. 115. MARCO AURÉLIO DE MELO . dar. em local de socorro. cabelo. Subcmt. 5) Cmt de S/GI e S/G Mar. de Serviço e de Assessoria. e 6) Cmt de Dst. 110. Embriagar-se ou induzir outro à embriagues. estar sob a ação ou induzir outrem a uso de tóxico. 118. Violar ou deixar de preservar local de crime. por escrito ou verbalmente. Ajd Geral. - Sd na inatividade (3) Alunos das Escolas de Formação de Oficiais (2) (4) Alunos de Órgão de 10 dias 8 dias de Formação de Sargentos (2) 30 dias de prisão de detenção (4) prisão Alunos de Órgão de Formação de Soldados (2) (4) (1) EXCLUSÃO A BEM DA DISCIPLINA – Aplicável nos casos previstos no parágrafo 2º do art. Cabos e Soldados 8 dias de de da ativa (1) (2) (3) detenção prisão Asp. Diretores. contrariando disposições a respeito. Participar o policial militar da ativa. Usar uniforme. 10 Itens 1) Governador do Estado. . I Sm 7:12 . de emprego industrial de qualquer natureza. Ch de Seção. ou deles exercer função ou emprego remunerado. Utilizar ou autorizar a utilização de subordinados para serviços não previstos em regulamento. barba. embora tal estado não tenha sido constato por médico. dados indispensáveis ao esclarecimento dos fatos. em que haverá um responsável. 4) Subchefe do EM. nos serviços de e outros misteres da profissão.11. ordem ilegal ou claramente inexeqüível. 111. desabamento. ainda que não chegue a ser cumprida. 122. 125.Aplicável nos casos previstos no parágrafo 1º do art. Fazer uso. Faltar à corrida para incêndio ou outros socorros. sem estar autorizado. (2) LICENCIAMENTO À BEM DA DISCIPLINA . ANEXO III QUADRO DE PUNIÇÃO MÁXIMA. 29 e Parágrafo Único do art. 119. 117. 31 e no Art. 10. . 113. 123. quando de folga. que pode aplicar a autoridade competente apreciado o estabelecido no Capítulo VII.

2003 . DE 13 DE JUNHO DE 2011. Parágrafo único.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO SÉRIE 3 ANO IV Nº049 FORTALEZA. devendo. publicidade. Art. publicada em 20 de junho de 2011.4º Se no curso da Sindicância surgirem fatos novos relevantes.407. cabe ao Sindicante intimar o Sindicado por ofício dirigido à chefia imediata ou ao setor competente. de modo sucinto. proporcionalidade.1º A presente Instrução Normativa dispõe sobre o procedimento a ser adotado nas sindicâncias instauradas para apuração de responsabilidade administrativo-disciplinar dos servidores civis e militares do Estado.2º As Sindicâncias Disciplinares. Art. CONSIDERANDO a necessidade de padronizar as normas relativas às Sindicâncias Disciplinares aplicáveis aos servidores civis e militares do estado do Ceará. . de 13 de junho de 2011. de 13 de junho de 2011. RESOLVE baixar a seguinte INSTRUÇÃO NORMATIVA: DA SINDICÂNCIA Art. contraditório.124. de 13 de junho de 2011. Art. de 21 de novembro de 2003) e no Estatuto dos Policiais Civis de Carreira (Lei nº12. e. quando for o caso de delegação. submetidos à Lei Complementar nº98/2011. moralidade.3º Determinada a instauração de Sindicância Disciplinar pela autoridade competente ou por delegação desta. cuja competência constitucional encontra-se definida no Art. tais como: legalidade.5º Instaurada a Sindicância. uma vez instauradas.a data da audiência de qualificação e interrogatório. a fim de tornar essa tramitação mais ágil e econômica. submetidos à Lei Complementar nº98/2011.826. de 6 de julho de 1993. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.CGD. publicada em 20 de junho de 2011. a portaria poderá ser aditada ou extraídas cópias para a instauração de novo procedimento. DISPÕE SOBRE A PADRONIZAÇÃO DAS NORMAS RELATIVAS ÀS SINDICÂNCIAS DISCIPLINARES APLICÁVEIS AOS SERVIDORES CIVIS E MILITARES DO ESTADO DO CEARÁ SUBMETIDOS À LEI COMPLEMENTAR Nº 98/2011. do contraditório. de 14 de maio de 1974). MARCO AURÉLIO DE MELO . TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. Art. no Código Disciplinar dos Militares Estaduais (Lei nº13. I Sm 7:12 . serão registradas no SISPROC ou equivalente e devidamente distribuídas aos Sindicantes. II . 12 DE MARÇO DE 2012 133 SINDICÂNCIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº001/2012 – CGD. CONSIDERANDO que a Administração Pública deve obediência aos princípios constitucionais. finalidade. segurança jurídica. motivação. ampla defesa. DE 21.o fato objeto da apuração e possíveis dispositivos legais infringidos. a descrição do fato atribuído ao sindicado. CONSIDERANDO a importância de sistematizar essas normas procedimentais. no uso de suas atribuições previstas nos Arts. processadas consoante os princípios do devido processo legal. . neste caso o setor competente remeter cópia à Controladoria Geral de Disciplina. PUBLICADA EM 20 DE JUNHO DE 2011 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. consoante a conveniência processual. por meio digital. a qual conterá: I . caberá ao Sindicante elaborar portaria instauradora que deverá conter. com suas alterações).407. As portarias instauradoras serão publicadas no Diário Oficial do Estado ou.3º e 5º da Lei Complementar nº98. para receber pessoalmente a citação. razoabilidade. eficiência e economia processual. em boletim próprio da Instituição a que pertença o servidor. dispostas no Estatuto dos Servidores Civis Estaduais (Lei nº9. da ampla defesa e de outros igualmente aplicáveis.180-A da Constituição Estadual e. interesse público.11. O CONTROLADOR-GERAL DE DISCIPLINA DOS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA PÚBLICA E SISTEMA PENITENCIÁRIO .

§2º O Sindicante tomará o depoimento das testemunhas e determinará as provas periciais e técnicas que entender pertinentes para a elucidação dos fatos. em boletim próprio da instituição a que pertença o servidor. sob pena de responsabilidade. quando este não atender às regulares e posteriores intimações e/ou notificações. Sempre que o Sindicado não for localizado ou deixar de atender à intimação para comparecer perante o Sindicante serão adotadas as seguintes providências: I . diária e ajuda de custo para hospedagem e deslocamento. sempre que possível.publicada a citação no DOE ou. 5º.2003 . comparecerão à audiência. o revel poderá acompanhar o processo no estágio em que se encontrar. se presente. §1º O Sindicado por si. correndo o processo à revelia do acusado. constituindo falta disciplinar. Art. desta IN.8º O servidor público estadual civil ou militar. na conformidade da legislação aplicada ao servidor. sendo desnecessária sua intimação para os demais atos processuais. §3º Identificando o Sindicante. . deverá.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM III . elaborar relatório sucinto e encaminhá-lo à Controladoria Geral de Disciplina visando à análise e deliberação quantoà instauração. deverá o Sindicante declarar nos autos tal circunstância.a citação será feita por publicação de edital no Diário Oficial do Estado-DOE. . I Sm 7:12 . Art. ou não. arrolar até três testemunhas.7º O interrogatório do Sindicado será reduzido a termo. de Processo Administrativo Disciplinar. ou por seu defensor. O servidor estadual civil ou militar. Art. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. proceder-se-á à inquirição das testemunhas. sempre que possível. quando for o caso. §1º Durante a audiência de interrogatório deverão ser observadas e registradas as formalidade previstas no item III e IV. independente de notificação. Parágrafo Único.6º. IV – a data da oitiva das testemunhas de acusação. arrolado como testemunha em sindicância está obrigado a comparecer à respectiva audiência. a recusa ou o descaso para com a notificação recebida. que tiver de depor como testemunha fora da sede do seu exercício funcional fará jus à passagem. MARCO AURÉLIO DE MELO . ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. do Art. §2º As testemunhas arroladas pela defesa. DE 21. no decorrer da apuração. salvo as que já tiverem sido ouvidas sob o crivo da ampla defesa e do contraditório. podendo esta ser suprida pelo comparecimento de seu defensor. requerer a juntada de documentos e outras medidas em direito admitidas. encaminhamento à autoridade competente para fins de instauração de inquérito policial ou de inquérito policial militar. §1º A Sindicância correrá também à revelia do Sindicado.informação que por ocasião da audiência de qualificação e interrogatório poderá dar início a sua defesa apresentando a defesa prévia. de Conselho de Disciplina ou de Conselho de Justificação. caberá ao Sindicante designar defensor dativo ocupante de cargo superior ou de mesmo nível ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do Sindicado. §3º Reaparecendo. II .11. contendo o teor do ato instaurador e os dados relativos à audiência de interrogatório. indícios de autoria e de materialidade e/ou elementos necessários à comprovação de transgressões graves que ultrapassem os limites de aplicação de sanções por meio de Sindicância ou de infrações criminais.9º Apresentada ou não a defesa. poderá contraditar as testemunhas e requerer a impugnação de depoimentos. conforme o caso. §2º Declarada nos autos a revelia. por escrito ou oral. devendo ser assinado por todos. Art. e não havendo o comparecimento do Sindicado no prazo de 05 (cinco) dias. ou ainda.407.

§1º Quando a Sindicância for realizada no âmbito das Corporações cujo servidor.12 Em sua defesa. Art.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art. o Sindicante deve sugerir instauração de Inquérito Policial ou Inquérito Policial Militar. Art. por meio digital.existindo indícios de crime. DE 21.a indicação dos principais artigos de lei aplicados.407.16 Elaborado o relatório conclusivo. Quando necessário.15 Apresentadas as razões finais de defesa. Art. processando-se a sindicância como previsto no parágrafo anterior. Art. será lavrado termo de encerramento.18 Os processos Administrativo-Disciplinares. V . a sugestão. publicada em 20 de junho de 2011. II .a exposição sucinta da acusação e da defesa. pedido de diligência. suas razões finais de defesa. seguirá o rito estabelecido na presente Instrução. no prazo de 05 (cinco). na hipótese de retardamento injustificado. a critério da autoridade que determinar a instauração do processo.11.14 Encerrada a fase de instrução. observado o disposto no Art. investigação preliminar. pelo Sindicante. recomenda-se que seja tomado em audiência realizada pelo órgão semelhante à Controladoria-Geral de Disciplina dos Estados ou do Distrito Federal. indicando se o Sindicado é ou não culpado das acusações. como protelatórias ou irrelevantes para o esclarecimento dos fatos. §2º Visando o cumprimento das atribuições institucionais da CGD. civis e militares estejam submetidos à Lei Complementar nº 98/2011. com a remessa do processo a autoridade competente para julgar. inquérito policial-militar. Art.10 O Sindicante poderá reinquirir o acusado e as testemunhas. sempre que possível. da penalidade a ser aplicada e dos principais artigos de lei que a fundamenta.13 Visando a colheita de provas o Sindicante poderá solicitar. sindicância.a exposição dos motivos de fato e de direito em que se fundar o seu entendimento. caberá ao Sindicante encaminhar à CGD. MARCO AURÉLIO DE MELO . inquérito policial.uma conclusão. apenas as que forem consideradas. Parágrafo Único. A inobservância dos prazos previstos neste artigo não acarreta a nulidade do feito. pessoalmente ou por seu defensor. VIII e IX. prorrogável por igual período. apresentados para juntada nos autos. resguardado as especificidade de cada Corporação. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Parágrafo Único. sendo indeferidas por despacho fundamentado. Conselho de Disciplina e Conselho de Justificação poderão também ter por base elementos informativos.5º. sempre que houver dúvida sobre sua autenticidade. cópia da Portaria instauradora e ao final cópia da conclusão.17 O prazo para a conclusão da Sindicância será de 30 (trinta) dias. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13. III . Art. o Sindicante deverá elaborar relatório conclusivo contendo: I . logo após a publicação. Art. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. Parágrafo Único. . os documentos em cópias. o que não elide a responsabilidade do sindicante. o Sindicado será intimado para apresentar. I Sm 7:12 . quando as circunstâncias assim exigirem. IV . No caso de oitiva de testemunha. . pode o acusado requerer a produção de todas as provas admitidas em direito. poderão ser autenticados pelo Sindicante que registrará a ocorrência. da citada norma. por qualquer meio idôneo de comunicação. sempre que estiverem presentes indícios de autoria e materialidade.11 O reconhecimento de firma ou autenticação de documento apresentados para juntada será exigido. quando for o caso. dirigido aos órgãos competentes dos Estados ou do Distrito Federal. bem como propor diligências visando o esclarecimento dos fatos em apuração.2003 .

21 Esta Instrução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação. ficando revogadas as disposições em contrário. sendo desnecessária a formalização de portaria. A investigação preliminar será iniciada e realizada. de 21 de julho de 2007. Servilho Silva de Paiva CONTROLADOR GERAL DE DISCIPLINA DOS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA PÚBLICA E SISTEMA PENITENCIÁRIO ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU. Parágrafo único. TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.22 Os casos omissos serão analisados e decididos pelo Controlador-Geral de Disciplina.11.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM Art. MARCO AURÉLIO DE MELO . em especial a Instrução Normativa nº02. Art. ou a quem esta delegar poderes.407. 02 de março de 2012. Art. bem como os noticiados anonimamente. Art. à busca e à coleta de dados indiciários que possam revelar a autoria e/ou a materialidade de fato que possa constituir transgressão disciplinar. célere. DE 21. Fortaleza. .20 Investigação preliminar é procedimento administrativo disciplinar. . I Sm 7:12 . atendendo despacho da autoridade competente.2003 .19 Será processado por meio de investigação preliminar o fato carecedor de indícios de autoria e/ou materialidade. dirigido à apuração.

CURSOS EM NÍVEL INTERNACIONAL: 1. . 2. I Sm 7:12 . sendo declarado Aspirante-a-Oficial em 13 de dezembro de 1990. . ingressa no Curso de Formação de Oficiais. MARCO AURÉLIO DE MELO . Negociador – Swat da Carolina do Sul (EUA) patrocinado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social. pelo critério de Merecimento. ao posto de 1º Tenente em 24 de maio de 1996. Licenciado para o ensino da Matemática. Bacharel em Direito pela Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). 2. Filho de Francisco Ferreira de Melo e de Rita Macedo de Melo. ATÉ AQUI O SENHOR NOS AJUDOU.11. por mer ecimento.CÓDIGO DISCIPLINAR PM/BM SOBRE O ORGANIZADOR MARCOS AURÉLIO MACEDO DE MELO – TEN-CEL PM Nasceu em 15 de setembro. ao posto de Tenente-Coronel em 25 dez 2011. e ao posto de Major. Em 1988. 3. Direitos Humanos e Direito Humanitário Internacional – Cruz Vermelha e Ministério da Justiça. 4. Especialista em Políticas Públicas – Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza (FAMETRO). Bacharel em Segurança Pública – Academia de Polícia Militar Senhor do Bonfim no Estado da Bahia (APMBA). 7. CURSOS SUPERIORES: 1. no cargo de 3º Sargento Combatente.407. Ingressou na Polícia Militar do Ceará em 3 de fevereiro de 1986. em 25 de dezembro de 2003. Pertencente ao Quadro de Oficiais Combatentes foi promovido ao posto de 2º Tenente em 19 de junho de 1991. DE 21. Pós-Graduado em Administração Escolar – Universidade Estadual Vale do Acaraú 6. a Capitão em 25 de dezembro de 1997. Bacharel em Segurança Pública – Academia de Polícia Militar Gen Edgard Facó (APMGEF). TEN-CEL PM (ORG) LEI Nº 13.2003 . Legislação e Direito Administrativo – Universidade Estadual do Ceará (UECE). na cidade de Tianguá-CE. Curso de Altas Habilidades – Universade de Fortaleza (UNIFOR). 5.