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Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão FISIOLOGIA DO SISTEMA NEUROMUSCULAR
Marcos H.N. Abrahão FISIOLOGIA DO SISTEMA NEUROMUSCULAR

FISIOLOGIA DO SISTEMA NEUROMUSCULAR

Marcos H.N. Abrahão FISIOLOGIA DO SISTEMA NEUROMUSCULAR

O SISTEMA NERVOSO

O SISTEMA NERVOSO Aspectos Anatômicos e Fisiológicos 3

Aspectos

Anatômicos e

Fisiológicos

O SISTEMA NERVOSO Aspectos Anatômicos e Fisiológicos 3

FUNÇÕES BÁSICAS

Função Integradora => Coordenação das funções do vários órgãos (↑Pressão arterial→↑Filtração Renal e ↓Freq. Respirat.)

Função Sensorial => Sensações gerais e especiais.

Função Motora => Contrações musculares voluntárias ou Involuntárias

Função Adaptativa => Adaptação ao meio ambiente (sudorese, calafrio)

SOB O PONTO DE VISTA FISIOLÓGICO

SISTEMA NERVOSO SOMÁTICO

AFERENTE (SENSITIVO)

EFERENTE (MOTOR)

Exteroceptores

Músculo

Esquelético

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO (VISCERAL)

AFERENTE (SENSITIVO)

EFERENTE ( MOTOR)

Músculos

Viscereceptores

liso, cardíaco e glândulas ==> S.N.A

DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO

SOB O PONTO DE VISTA ANATÔMICO

CÉREBRO

DO SISTEMA NERVOSO SOB O PONTO DE VISTA ANATÔMICO CÉREBRO http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso3.asp#divisao S.N.C

http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso3.asp#divisao

S.N.C

ENCÉFALO

CEREBELO

TRONCO ENCEFÁLICO

MEDULA ESPINHAL

S.N.C ENCÉFALO CEREBELO TRONCO ENCEFÁLICO MEDULA ESPINHAL MESENCÉFALO PONTE BULBO S.N.P NERVOS ESPINHAIS e CRANIANOS

MESENCÉFALO

PONTE

BULBO

S.N.P

NERVOS

ESPINHAIS e CRANIANOS

GÂNGLIOS TERMINAÇÕES NERVOSAS

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Organização do Sistema Nervoso

Organização do Sistema Nervoso 9

Neurônio

As partes de um neurônio:

Dendritos corpo celular - axônio

======= NEURÔNIO ======

======NÓDULOS DE RANVIER======

======= NEURÔNIO ====== ======NÓDULOS DE RANVIER====== Imagem: AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues.

Imagem: AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Conceitos de

Biologia. São Paulo, Ed. Moderna, 2001. vol. 2.

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=== NEURÔNIOS===

Quanto à posição

NEURÔNIO AFERENTE

Conduz o impulso nervoso do receptor para o SNC. Responsável por levar informações da superfície do corpo para o interior.

Relaciona o meio interno com o

meio externo.

NEURÔNIO EFERENTE

Conduz o impulso nervoso do SNC ao efetuador (músculo ou glândula).

NEURÔNIO

INTERNUNCIAL OU DE ASSOCIAÇÃO

Faz a união entre os dois tipos anteriores. O corpo celular deste está sempre dentro do SNC.

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http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso2.asp#neurotransmissores

NEUROTRANSMISSORES

São substâncias encontradas em vesículas próximas as sinapses, de natureza química variada, que ao serem liberadas pela fibra pré-sináptica na fenda sináptica estimulam ou inibem a fibra pós-sináptica.

CLASSE I

Acetilcolina

ou inibem a fibra pós-sináptica. CLASSE I Acetilcolina CLASSE II Noradrenalina (neurônios pós-ganglionares)

CLASSE II

Noradrenalina (neurônios pós-ganglionares) Adrenalina (medula da adrenal e cérebro) Dopamina Serotonina

(TIROSINA →DOPA→ DOPAMINA →NORADRENALINA→ ADRENALINA)

CLASSE III

CLASSE IV

AMINOÁCIDOS

GABA

Glicina

Glutamato

PEPTÍDEOS HIPOTALÂMICOS, HIPOFISÁRIOS, DE AÇÃO INTESTINAL E CEREBRAL e OUTROS

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SINAPSES

São pontos de contato entre dois neurônios e entre estes e as células efetoras (Músculo ou Glândula).

entre estes e as células efetoras (Músculo ou Glândula).

http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso2.asp#neurotransmissores

Imagem: CÉSAR & CEZAR. Biologia 2. São Paulo, Ed

Imagem: CÉSAR & CEZAR. Biologia 2. São Paulo, Ed Saraiva, 2002

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Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão JUNÇÃO NEUROMUSCULAR
Marcos H.N. Abrahão JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

Marcos H.N. Abrahão JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão
Marcos H.N. Abrahão
Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão Potencialde Ação
Marcos H.N. Abrahão Potencialde Ação

Potencialde Ação

Marcos H.N. Abrahão Potencialde Ação

Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão
Marcos H.N. Abrahão
Marcos H.N. Abrahão
Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão
Marcos H.N. Abrahão
Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão “O ME é capaz de desenvolver trabalho a partir de transdução de energia
Marcos H.N. Abrahão “O ME é capaz de desenvolver trabalho a partir de transdução de energia
Marcos H.N. Abrahão “O ME é capaz de desenvolver trabalho a partir de transdução de energia
Marcos H.N. Abrahão “O ME é capaz de desenvolver trabalho a partir de transdução de energia

“O ME é capaz de desenvolver trabalho a

partir de transdução de energia química em mecânica.”

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Marcos H.N. Abrahão ORGANIZAÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO MÚSCULO → FASCÍCULO MUSCULAR → FIBRA MUSCULAR →
Marcos H.N. Abrahão ORGANIZAÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO MÚSCULO → FASCÍCULO MUSCULAR → FIBRA MUSCULAR →

ORGANIZAÇÃO DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

MÚSCULO FASCÍCULO MUSCULAR

FIBRA MUSCULAR MIOFIBRILA

MIOFILAMENTOS

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Marcos H.N. Abrahão MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO
Marcos H.N. Abrahão MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO

MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO

Marcos H.N. Abrahão MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO

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Marcos H.N. Abrahão ANATOMIA DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

ANATOMIA DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

Marcos H.N. Abrahão ANATOMIA DO MÚSCULO ESQUELÉTICO
Marcos H.N. Abrahão ANATOMIA DO MÚSCULO ESQUELÉTICO

Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO MIOFIBRILAS  Ocupam quase todo citoplasma da fibra muscular. 
Marcos H.N. Abrahão MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO MIOFIBRILAS  Ocupam quase todo citoplasma da fibra muscular. 

MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO MIOFIBRILAS

Ocupam quase todo citoplasma da fibra muscular.

Formada por Sarcômeros (unidade que se repete)

Disposição dos Sarcômeros coincide nas várias miofibrilas da fibra muscular formando estriações transversais.

SARCÔMERO: Filamento Grosso - MIOSINA; Filamento Fino- ACTINA, TROPOMIOSINA e TROPONINA.

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Marcos H.N. Abrahão ARRANJO ESPACIAL DO SARCÔMERO
Marcos H.N. Abrahão ARRANJO ESPACIAL DO SARCÔMERO

ARRANJO ESPACIAL DO SARCÔMERO

Marcos H.N. Abrahão ARRANJO ESPACIAL DO SARCÔMERO

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Marcos H.N. Abrahão
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Marcos H.N. Abrahão ESTRUTURA HISTOLÓGICA DA FIBRA MUSCULAR
Marcos H.N. Abrahão ESTRUTURA HISTOLÓGICA DA FIBRA MUSCULAR

ESTRUTURA HISTOLÓGICA DA FIBRA MUSCULAR

Marcos H.N. Abrahão ESTRUTURA HISTOLÓGICA DA FIBRA MUSCULAR

Marcos H.N. Abrahão

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Marcos H.N. Abrahão MIOFIBRILAS – UNIDADES CONTRÁTEIS DA CÉLULA MUSCULAR. 1. Miofibrila 2. Sarcômero
Marcos H.N. Abrahão MIOFIBRILAS – UNIDADES CONTRÁTEIS DA CÉLULA MUSCULAR. 1. Miofibrila 2. Sarcômero

MIOFIBRILAS UNIDADES CONTRÁTEIS DA CÉLULA MUSCULAR.

MIOFIBRILAS – UNIDADES CONTRÁTEIS DA CÉLULA MUSCULAR. 1. Miofibrila 2. Sarcômero 3. Banda I

1.

Miofibrila

2.

Sarcômero

3.

Banda I

4.

Banda A

5.

Banda H

6.

Disco Z

Miofibrila

Na miofibrila os filamentos de actina e miosina sobrepõem-se. Os filamentos de miosina são formados por feixes de proteínas, com extremidade globular e cauda na forma de alavanca. Os filamentos de actina são compostos de duas cadeias polipeptídicas, com monômeros de actina G enrolados, como contas em um colar. Essas cadeias são envolvidas por tropomiosina, e, em intervalos regulares, ocorre a ligação de troponina, conforme o diagrama esquemático abaixo.

por tropomiosina, e, em intervalos regulares, ocorre a ligação de troponina, conforme o diagrama esquemático abaixo.

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Marcos H.N. Abrahão ACTINA

ACTINA

Marcos H.N. Abrahão ACTINA
Marcos H.N. Abrahão ACTINA

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Marcos H.N. Abrahão Miofilamentos • Filamento grosso - Principal constituinte miosina • Filamento fino - Principal
Marcos H.N. Abrahão Miofilamentos • Filamento grosso - Principal constituinte miosina • Filamento fino - Principal

Miofilamentos

Filamento grosso

- Principal constituinte

miosina

Miofilamentos • Filamento grosso - Principal constituinte miosina • Filamento fino - Principal constituinte actina

Filamento fino

- Principal constituinte

actina

Miofilamentos • Filamento grosso - Principal constituinte miosina • Filamento fino - Principal constituinte actina

Representação da molécula de

miosina:

Representação da molécula de miosina:

Complexo Actina-Miosina

Actina Cabeça Braço de alavanca Filamento grosso de miosina
Actina
Cabeça
Braço de
alavanca
Filamento grosso de miosina

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Marcos H.N. Abrahão ESTRUTURA DOS MIOFILAMENTOS
Marcos H.N. Abrahão ESTRUTURA DOS MIOFILAMENTOS

ESTRUTURA DOS MIOFILAMENTOS

Marcos H.N. Abrahão ESTRUTURA DOS MIOFILAMENTOS

Unidade Motora

Unidade Motora

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Marcos H.N. Abrahão Placa Motora

Placa Motora

Marcos H.N. Abrahão Placa Motora
Marcos H.N. Abrahão Placa Motora

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Marcos H.N. Abrahão Mecanismo Geral da Contração 1. Um potencial de ação percorre um axônio motor
Marcos H.N. Abrahão Mecanismo Geral da Contração 1. Um potencial de ação percorre um axônio motor

Mecanismo Geral da Contração

1.Um potencial de

ação percorre um axônio motor até suas terminações

nas fibras

musculares.

Geral da Contração 1. Um potencial de ação percorre um axônio motor até suas terminações nas

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Marcos H.N. Abrahão • 2.Em cada terminação ,há secreção de pequena quantidade da substância neurotransmissora

2.Em cada terminação ,há secreção de

pequena

quantidade da substância

2.Em cada terminação ,há secreção de pequena quantidade da substância neurotransmissora ,chamada acetilcolina .

neurotransmissora

,chamada acetilcolina .

2.Em cada terminação ,há secreção de pequena quantidade da substância neurotransmissora ,chamada acetilcolina .

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Marcos H.N. Abrahão • 3. A acetilcolina atua sobre área localizada da membrana da fibra muscular,
Marcos H.N. Abrahão • 3. A acetilcolina atua sobre área localizada da membrana da fibra muscular,

3. A acetilcolina atua sobre área localizada

da membrana da

fibra muscular,

abrindo numerosos

canais proteicos

acetilcolina

dependentes.

atua sobre área localizada da membrana da fibra muscular, abrindo numerosos canais proteicos acetilcolina dependentes.

Marcos H.N. Abrahão

Marcos H.N. Abrahão • 4. A abertura desses canais acetilcolina – dependentes permite o influxo de
Marcos H.N. Abrahão • 4. A abertura desses canais acetilcolina – dependentes permite o influxo de

4. A abertura desses canais acetilcolina dependentes

permite o influxo de

grande quantidade

de íons sódio para o

interior da

membrana da fibra muscular, no ponto da terminação

nervosa

de grande quantidade de íons sódio para o interior da membrana da fibra muscular, no ponto

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Marcos H.N. Abrahão Túbulos T

Túbulos T

Marcos H.N. Abrahão Túbulos T
Marcos H.N. Abrahão Túbulos T

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Estrutura Muscular

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Marcos H.N. Abrahão CONTRAÇÃO MUSCULAR
Marcos H.N. Abrahão CONTRAÇÃO MUSCULAR

CONTRAÇÃO MUSCULAR

Marcos H.N. Abrahão CONTRAÇÃO MUSCULAR
Marcos H.N. Abrahão CONTRAÇÃO MUSCULAR

Teoria do Filamento Deslizante

Teoria do Filamento Deslizante Fonte: http://www.bris.ac.uk/Depts/Physiology/ugteach/ugindex/m1_index/nm_tut4/page1.htm

Fonte: http://www.bris.ac.uk/Depts/Physiology/ugteach/ugindex/m1_index/nm_tut4/page1.htm

Miofibrila

Na miofibrila os filamentos de actina e miosina sobrepõem-se. Os filamentos de miosina são formados por feixes de proteínas, com extremidade globular e cauda na forma de alavanca. Os filamentos de actina são compostos de duas cadeias polipeptídicas, com monômeros de actina G enrolados, como contas em um colar. Essas cadeias são envolvidas por tropomiosina, e, em intervalos regulares, ocorre a ligação de troponina, conforme o diagrama esquemático abaixo.

por tropomiosina, e, em intervalos regulares, ocorre a ligação de troponina, conforme o diagrama esquemático abaixo.

Contração Muscular

Fonte: Purves et al., Vida A ciência da Biologia. 6a. Ed. Artmed editora, 2002 (pg.
Fonte: Purves et al.,
Vida A ciência da Biologia. 6a. Ed.
Artmed editora, 2002 (pg. 839).

Contração Muscular

Para quebrar a ligação da cabeça da

miosina com a actina é necessário ATP, contudo a molécula de ATP não é

necessária para a formação do complexo

actina-miosina. Tal observação explica a razão do endurecimento dos músculos dos animais após a morte, situação conhecida como rigor mortis. A morte

cessa a reposição da molécula de ATP,

assim o complexo actina-miosina não pode ser quebrado.

rigor mortis . A morte cessa a reposição da molécula de ATP, assim o complexo actina-miosina

Função do Ca 2+ na Contração

Função do Ca 2 + na Contração

Função do ATP na Contração

Função do ATP na Contração

Mecanismo da Contração Muscular

Fonte: http://www.sci.sdsu.edu/movies/actin_myosin_gif.html

Mecanismo da Contração Muscular Fonte: http://www.sci.sdsu.edu/movies/actin_myosin_gif.html

Mecanismo da Contração Muscular

Mecanismo da Contração Muscular Fonte: http://www.vetmed.wsu.edu/van308/muscleanimation.htm

Fonte: http://www.vetmed.wsu.edu/van308/muscleanimation.htm

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Marcos H.N. Abrahão • 5. O potencial de ação se propaga ao longo da membrana da
Marcos H.N. Abrahão • 5. O potencial de ação se propaga ao longo da membrana da

5. O potencial de

ação se propaga ao longo da membrana da fibra muscular do

mesmo modo como o faz nas membranas neurais

5. O potencial de ação se propaga ao longo da membrana da fibra muscular do mesmo

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Marcos H.N. Abrahão • 6. O potencial de ação despolariza a membrana da fibra muscular e
Marcos H.N. Abrahão • 6. O potencial de ação despolariza a membrana da fibra muscular e

6. O potencial de ação despolariza a membrana

da fibra muscular e

também penetra profundamente no

interior dessa fibra. Aí,

faz com que o retículo

sarcoplasmático libere, para as miofibrilas, grande quantidade de

íons cálcio, que ficam

armazenadas em seu interior.

sarcoplasmático libere, para as miofibrilas, grande quantidade de íons cálcio, que ficam armazenadas em seu interior.

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Marcos H.N. Abrahão • 7. Os íons cálcio geram forças atrativas entre os filamentos de actinae
Marcos H.N. Abrahão • 7. Os íons cálcio geram forças atrativas entre os filamentos de actinae

7. Os íons cálcio geram forças atrativas

entre os filamentos de

actinae de miosina, fazendo com que deslizem um em direção ao outro, o que constitui o processo contrátil

filamentos de actinae de miosina, fazendo com que deslizem um em direção ao outro, o que

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Marcos H.N. Abrahão • 8. Após uma fração de segundo, os íons cálcio são bombeados de
Marcos H.N. Abrahão • 8. Após uma fração de segundo, os íons cálcio são bombeados de

8. Após uma fração de segundo, os íons cálcio são bombeados de

volta para o retículo

sarcoplasmático, onde permanecem

armazenados até que

ocorra novo potencial de ação muscular; termina a contração

muscular.

onde permanecem armazenados até que ocorra novo potencial de ação muscular; termina a contração muscular.

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Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL • M. E. funcionam sob o comando neural ( neurônios motores
Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL • M. E. funcionam sob o comando neural ( neurônios motores

COMANDO NEURAL

M. E. funcionam sob o comando neural (neurônios motores ou

motoneurônios)

Localizados medula espinhal e tronco encefálico. Existindo 3 tipos:

1)Motoneurônio α – corpos celulares grandes ou

médias.Comandam contratilidade muscular.

2)Motoneurônio Ɣ – corpos celulares pequenos .Não agem diretamente sobre a contração.

3)Motoneurônio β - propriedades intermediarias. Axônio se bifurcam inervando fibras musculares comuns e dos fusos musculares

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Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL
Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL

COMANDO NEURAL

Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL
Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL
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COMANDO NEURAL
Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL
Marcos H.N. Abrahão COMANDO NEURAL

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Marcos H.N. Abrahão Tipos de fibras musculares São três os tipos de fibras musculares: • a)
Marcos H.N. Abrahão Tipos de fibras musculares São três os tipos de fibras musculares: • a)

Tipos de fibras musculares

São três os tipos de fibras musculares:

a) Fibras vermelhas ou lentas: dispõem de rico suprimento

sanguíneo, muitas mitocôndrias e metabolismo aeróbico. Essas fibras realizam movimentos sustentados e lentos e são bastante resistentes á fadiga. (Geralmente músculos proximais).

b) Fibras brancas ou rápidas: possuem poucos capilares,

poucas mitocôndrias, mas grandes reservas de glicogênio. Seu metabolismo é anaeróbico, gerador de ácido láctico. São fibras de contração rápida, fortes e transitórias que se fadigam rapidamente. (Geralmente músculos distais).

c) Fibras intermediárias: possuem características mistas.

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Marcos H.N. Abrahão Resumo da Contração Muscular 1. O potencial de ação viaja axônio abaixo. 2.
Marcos H.N. Abrahão Resumo da Contração Muscular 1. O potencial de ação viaja axônio abaixo. 2.

Resumo da Contração Muscular

Marcos H.N. Abrahão Resumo da Contração Muscular 1. O potencial de ação viaja axônio abaixo. 2.

1. O potencial de ação viaja axônio abaixo.

2.

Os canais de Ca 2+ dependentes de voltagem abrem-se

3.

Exocitose de ACh.

4.

Difusão de ACh na fenda sináptica .

5.

ACh liga-se ao receptor.

6.

Abertura dos canais de Na+ (entrada) e K+ (saída).

7.

Aumento da probabilidade de início de um potencial de ação .

8.

O potencial de ação viaja ao longo da membrana.

9.

O potencial de ação entra no retículo sarcoplasmático.

10.

O potencial de ação abre os canais de Ca 2+ dependentes de voltagem.

11.

Os íons de Ca 2+ ligam-se aos filamentos, causando contração.

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Marcos H.N. Abrahão Resumo da Contração Muscular • TEORIA DO FILAMENTO DESLIZANTE 1. O PA causa
Marcos H.N. Abrahão Resumo da Contração Muscular • TEORIA DO FILAMENTO DESLIZANTE 1. O PA causa

Resumo da Contração Muscular

Marcos H.N. Abrahão Resumo da Contração Muscular • TEORIA DO FILAMENTO DESLIZANTE 1. O PA causa

TEORIA DO FILAMENTO DESLIZANTE

1. O PA causa a rápida liberação do íon Ca 2+ no interior da célula

2. O íon Ca 2+ liga-se à troponina.

3. A troponina passa por uma mudança conformacional.

4. Tal mudança movimenta a tropomiosina para fora da área de

encaixe da miosina.

5. Hidrólise do ATP (pela a ATPase da miosina), o que permite a formação do complexo actina-miosina.

6. A ligação da miosina com a actina.

7. Os filamentos de actina deslizam sobre a miosina.

8. Uma nova molécula de ATP permite a quebra do complexo actina-miosina. A nova molécula de ATP sofre hidrólise. O processo continua até que não haja mais Ca 2 .