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ARRAIS-AMADOR

Conteúdo
SIGLAS.........................................................................................................................................................2
RIPEAM.......................................................................................................................................................2
BALIZAMENTO.........................................................................................................................................4
MANOBRA..................................................................................................................................................6
SIMBOLOGIA E CARTAS NÁUTICAS..................................................................................................9
COMBATE A INCÊNDIO........................................................................................................................10
PRIMEIROS SOCORROS.......................................................................................................................11
SOBREVIVÊNCIA E SEGURANÇA NO MEIO MARINHO..............................................................13
NORMAS GERAIS...................................................................................................................................14
Luzes de Navegação....................................................................................................................................15
 Definições.........................................................................................................................................15
 Visibilidade das luzes......................................................................................................................16
 Embarcação de propulsão mecânica em movimento...................................................................16
 Embarcações sem governo ou capacidade de manobra restrita.................................................17
 Embarcações restritas devido ao seu calado................................................................................17
 Embarcações fundeadas ou encalhadas........................................................................................17
 Posicionamento das luzes...............................................................................................................18
 Posicionamento e espaçamento vertical das luzes........................................................................18
 Posicionamento e espaçamento horizontal das luzes...................................................................19
 Luzes e marcas – definições (Ripeam 72, Regra 21)........................................20
As fainas para organização de bordo.........................................................................................................21
Sinalização básica.......................................................................................................................................22
Limites para navegação..............................................................................................................................27
Causas mais freqüente de acidentes...........................................................................................................28
Homem ao mar!..........................................................................................................................................29
Manobras básicas........................................................................................................................................31
Visualização de embarcação.......................................................................................................................33
Atracar e desatracar....................................................................................................................................34
Fundear embarcação..................................................................................................................................35
Sinais de hidrovia........................................................................................................................................38
Balizamento.................................................................................................................................................39

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SIGLAS

LESTA - Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lei 9537/97)
RLESTA - Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas (dec 2596/98)
RIPEAM - Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar
DPC - Diretoria de Portos e Costas

RIPEAM

1) O RIPEAM tem por finalidade evitar o abalroamento no mar, utilizando-se regras internacionais de
navegação luzes e marcas e, ainda, sinais sonoros.

2) Na situação de roda a roda, ou seja as embarcações proa com proa, as duas guinam para boreste.

3) Na situação de rumos cruzados, tem preferência de passagem a embarcação que avistar a outra pelo
seu bombordo, isto é, a que vê a luz verde.

4) No caso de uma embarcação alcançando a outra, tem preferência de passagem a que está com maior
velocidade, alcançadora, que deverá manobrar para passar pela outra, à frente.

5) Um veleiro e uma lancha vinham navegando em rumos cruzados. Tendo preferência de passagem, o
veleiro não manobrou e esperou que a lancha guinasse, enquanto se aproximava rapidamente dela.
Houve uma colisão das duas embarcações. Podemos concluir que apesar da lancha ter errado por não
manobrar, para evitar o acidente, o veleiro não pode ser isentado de culpa pois, a embarcação que tem
preferência deverá manobrar para evitar a colisão, caso a outra, obrigada a manobrar, não o faça.

6) Toda manobra deverá ser feita de forma franca e positiva, com ampla antecedência, demonstrando à
outra embarcação, que houve alteração de movimento.

7) No caso de um rio onde duas lanchas de esporte e recreio navegam em rumos opostos, a embarcação
que vem a favor da corrente deverá se posicionar no meio do rio e a outra na sua margem de boreste,
sendo que a que vem a favor da corrente tem preferência.

8) Em canais estreitos as embarcações devem navegar pela margem mais próxima a seu boreste e sempre
manobrar para boreste quando verificar o risco de colisão.

9) Num canal ou rio, principalmente estreitos, a embarcação maior tem preferência em relação à miúda.

10) A velocidade de segurança é velocidade que possibilita uma ação apropriada e eficaz de evitar uma
colisão e de parar a embarcação a uma distância segura e, quando cruzamos com outras embarcações
atracadas ou fundeadas ou mesmo localizadas às margens dos rios e canais, devemos diminuir a
velocidade.

11) Uma embarcação à vela tem preferência de manobra em relação a uma embarcação a motor.

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12) As luzes de navegação mais comuns, em embarcação de esporte e recreio são uma luz branca a vante,
uma luz de alcançado branca, luzes verde e encarnada (vermelha), combinadas.

13) Os sinais sonoros que podem ser emitidos por apitos, buzinas ou ainda sinos, são utilizados nas
situações de manobra, advertência e em baixa visibilidade.

14) Um apito curto significa que estou guinando para boreste.

15) Dois apitos curtos significam que estou guinando para bombordo.

16) Três apitos curtos significam que estou dando "máquinas atrás".

17) Dois apitos longos seguidos de dois curtos significam que estou ultrapassando por bombordo.

18) Dois apitos longos seguidos de um curto significam que estou ultrapassando por boreste.

19) Cinco apitos curtos ou mais significam que não entendi suas intenções de manobra.

20) Um apito longo de dois em dois minutos significam que existe embarcação a motor em movimento,
com visibilidade restrita.

21) Dois apitos longos de dois em dois minutos significam que existe embarcação parada, em
visibilidade restrita.

22) Uma embarcação sem governo tem preferência em relação à embarcação à vela, à embarcação com
capacidade de manobra restrita e à embarcação engajada na pesca.

23) Embarcação fundeada deverá exibir uma luz branca onde melhor possa ser vista.

24) Embarcação com reboque de menos 200 metros de comprimento deverá exibir duas luzes branca no
mastro.

25) Embarcação com reboque de mais de 200 metros de comprimento deve exibir três luzes brancas no
mastro.

26) Embarcação de grande porte que carrega cargas perigosas deverá exibir, à noite, uma luz encarnada
(vermelha) no alto do mastro.

27) Durante o dia, uma embarcação fundeada deverá exibir um balão preto no mastro.

28) Em curvas de rios ou canais estreitos, onde a visibilidade é prejudicada, devemos dar um apito longo
para chamar atenção.

29) O apito curto tem a duração de aproximadamente 1 segundo.

30) O apito longo tem a duração de 4 a 6 segundos.

31) A forma mais correta de cruzar uma embarcação com outra embarcação vindo em sentido contrário é
bombordo com bombordo.

32) As luzes de navegação não, deverão ser usadas quando a embarcação estiver atracada no cais.

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33) Na ausência de apito, a embarcação poderá utilizar buzina ou sino para sinalizar as suas intenções.

34) As embarcações de esporte e recreio, sem propulsão a motor, com menor de 5 metros de
comprimento estão dispensadas de usar buzina ou outro dispositivo que a substitua.

35) Um balão preto içado no mastro principal ou onde melhor possa ser visto não constitui sinal de
perigo.

36) Uma luz intermitente amarela cruzando o canal, à noite, poderá ser uma embarcação desenvolvendo
grande velocidade ao navegar.

37) Uma embarcação de esporte e recreio deverá evitar cruzar uma via de tráfego, tanto quanto possível,
porém, se for necessário tal manobra, deverá fazer de forma a cruzar perpendicularmente a via de
tráfego.

38) As luzes de bordos, de mastro e de alcançado são setorizadas para melhor identificar o movimento da
embarcação, à noite.

39) O holofote pode ser utilizado em rios estreitos para, à noite, iluminar curvas.

BALIZAMENTO
40) São situações normalmente indicadas por balizamento os perigos naturais, limites laterais dos canais,
zonas de acidentes marítimos importantes e novos perigos.

41) São sinais de balizamento: sinais laterais e sinais especiais; sinais cardinais e sinais laterais; sinais de
perigo isolado e sinais cardinais.

42) A identificação dos sinais durante o dia é feita por marca de tope, forma e cor.

43) A bóia cega é que não emite luzes.

44) A identificação do balizamento, à noite, é feita por ritmo de apresentação e cores das luzes.

45) O sistema de balizamento poderá ser de um dispositivo chamado Racon que é um sistema que emite
um sinal na tela do radar e que facilita, portanto, a sua identificação.

46) O único caso em que utilizamos um balizamento dobrado, com dois sinais iguais é no caso de perigo
isolado não registrado na carta náutica.

47) O sinal lateral de canal que fica a boreste de quem entra no porto tem a cor encarnada.

48) A bóia de bombordo emite luz, à noite, de cor verde.

49) O sinal lateral de canal que fica a bombordo, de quem entra no porto, tem a
cor: verde.

50) A bóia de boreste emite luz, à noite, de cor encarnada.

51) O balizamento que indica águas seguras, possui as cores branca e encarnada.

52) O balizamento que indica perigo isolado, possui as cores preta e encarnada.
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69) Numa ponte que atravessava o rio. a cor da luz emitida. em sua embarcação. a cor das luzes de sinais cardinais. pelo balizamento de canal preferencial a bombordo é encarnada. tem as cores amarela e preta. a partir da entrada do canal. 55) À noite. significa seguir margem. perigo isolado e águas seguras é branca. ao observar-se um sinal “H” numa placa. 62) Os formatos das bóias laterais de canal são cilíndrico. 71) Numa ponte que atravessava o rio. charuto ou cônico. à margem do rio. significa bifurcação de canal. ao observar-se um triângulo verde. ao observar-se um sinal “+”numa placa no rio. temos águas seguras. a partir dele. 68) No balizamento de uma hidrovia. um ligado ao outro pelos pontos laterais. 59) A numeração do balizamento de canal segue a ordem crescente. vem se aproximando de uma bifurcação de canal e se depara com um balizamento de duas cores. a cor da luz emitida. isto significa que o tráfego é permitido nos dois sentidos. ao observar-se dois losangos amarelos. e sendo que ele verificou que a maior profundidade estava no canal a seu boreste. indica águas seguras. isto significa que o tráfego está à direita de quem desce ou sobe o rio. ao observar-se um sinal “Y” numa placa no rio. 56) As bóias do balizamento podem ser cegas ou luminosas. ao observar-se um sinal “X” numa placa. 58) À noite. tem as cores: verde e encarnada. significa seguir meio do canal. à margem do rio.53) O balizamento que indica qual o quadrante que. 63) Quando um navegante. significa perigo isolado. 57) À noite. 5 . ao observar-se um sinal “” numa placa no rio. 70) Numa ponte que atravessava o rio. isto significa que o tráfego é permitido com sentido único. 65) No balizamento de uma hidrovia. as duas cores vistas pelo navegante são verde. significa trocar de margem. pelo balizamento de canal preferencial a boreste é verde. 61) Uma bóia com cores brancas e encarnadas em faixas verticais. 60) Uma bóia com cor preta e uma ou mais faixas horizontais encarnadas indica perigo isolado. 64) No balizamento de uma hidrovia. com uma faixa horizontal encarnada. 66) No balizamento de uma hidrovia. 54) O balizamento de canal preferencial. ao observar-se um losango amarelo. pilar. 67) No balizamento de uma hidrovia.

sem se deslocar da posição. com dois cones pretos em cima. à noite. emitindo uma luz amarela. 76) Durante o dia. 74) Uma bóia. manobrar da seguinte forma: aproximar do cais. num ângulo de 45º. 77) Durante o dia. 6 . que possui pás e serve para movimentar a embarcação através de seu próprio giro. 84) As fainas de fundear ou suspender devem ser feitas sempre observando as condições de vento. 86) Para atracar deve-se. para deslocar a popa para este. isto significa que o tráfego está proibido. para permitir que a embarcação se mantenha fundeada. pela carta náutica. capazes de prender no fundo. Provavelmente estamos diante de um perigo isolado. foi avistada uma luz verde piscando e. observou-se uma haste em forma de polar. acoplado a um motor. 88) As espias são cabos de amarração usados na faina de atracar uma embarcação. procurando afilar-se ao que predominar mais. MANOBRA 79) A temperatura da água é um fator que não altera condições de manobra da embarcação. espringues e traveses. colocando o leme para o bordo oposto ao do cais. 80) O leme é uma estrutura que tem por finalidade dar direção a embarcação e mantê-la no rumo determinado. ao observar-se um retângulo vermelho com uma faixa larga horizontal branca no meio. O formato provável deste sinal é cilíndrico.72) Numa ponte que atravessava o rio. pelo navegante. 87) Os cabos principais de amarração são lançantes. 78) O balizamento de interior de porto obedecerá a regras definidas e deverá ser utilizado. de modo a passar um cabo de proa logo que possa. 75) À noite. Provavelmente estamos diante de um quadrante de águas seguras. observou-se um pilar. 81) O hélice é uma estrutura metálica. 73) Numa ponte que atravessava o rio. 82) As âncoras são peças metálicas. com duas esferas pretas na sua parte de cima. isto significa que o tráfego está à esquerda de quem desce ou sobe o rio. em geral. 83) As amarras são elos ou cabo que serve para prender a âncora ao paiol da amarra ou ao convés da embarcação. ao observar-se um retângulo pintado de vermelho. 85) Uma das condições que não é necessária para caracterizar um bom fundeadouro é ter um espaço limitado para não se fundear fora da área permitida. corrente e maré. ou seja. pode significar área de recreação. como orientação para uma navegação segura. verificou-se a aproximação da entrada de um porto.

quilha. com seguimento e hélice em marcha a ré. 101) Uma embarcação com um hélice. 93) A bóia de arinque é utilizada para indicar o local onde a âncora ficou presa no fundo. 99) Uma embarcação com um hélice. com leme a meio. com rotação direita. com rotação direita. com leme a bombordo. com seguimento e hélice em marcha avante. 94) São partes de uma embarcação: proa. o cumprimento do arinque depende do fundo onde a embarcação normalmente fundeia. 100) Uma embarcação com um hélice. com rotação direita. com rotação direita. 97) Uma embarcação com um hélice. a proa guinará para boreste.89) Havendo correnteza no local em que se vai atracar uma lancha. com leme a bombordo. 106) Uma embarcação com um hélice. 105) Uma embarcação com um hélice. com rotação direita. com seguimento e hélice em marcha avante. partindo do repouso e hélice em marcha avante. a proa guinará para boreste rapidamente. com leme a bombordo. com rotação direita. bordos e convés. 98) Uma embarcação com um hélice. a proa guinará para boreste lentamente. saindo perpendicularmente ao cais. a desatracação se processa folgando primeiro os cabos de vante e mantendo os de ré apertados. com seguimento e hélice em marcha avante. partindo do repouso e hélice em marcha avante. partindo do repouso e hélice em marcha avante. passando-se um cabo para vante e outro para ré. 95) O través é a espia que serve para amarrar a embarcação. 91) Com correnteza de proa. com leme a boreste. a proa guinará para bombordo rapidamente. com seguimento e hélice em marcha a ré a proa guinará para boreste lentamente. com rotação direita. com leme a boreste. a proa guinará para boreste lentamente. partindo do repouso e hélice em marcha a ré. com leme a meio. 92) Arinque: Cabo que é preso à âncora e a uma bóia (bóia de arinque). com leme a meio. 90) Para desatracar a embarcação devemos largar os cabos de ré. popa. com rotação direita. 103) Uma embarcação com um hélice. aproveitar o efeito do leme para afastar a popa e então largar os cabos de vante. 104) Uma embarcação com um hélice. 7 . procurando manobrar para abrir a popa e com. a proa guinará para bombordo lentamente. a proa guinará para bombordo. com rotação direita. o motor dando atrás. boca. com leme a boreste. a proa guinará para boreste lentamente. 96) Uma embarcação com um hélice. com seguimento e hélice em marcha a ré. com leme a meio. devemos aproveitar seu efeito e atracar contra a correnteza. a proa guinará para boreste lentamente. com rotação direita. a proa guinará para boreste lentamente. partindo do repouso e hélice sem marcha a ré. com rotação direita. 102) Uma embarcação com um hélice. com leme a boreste.

com vento corrente pela popa. 112) Numa atracação. 120) Para se pegar uma bóia. deve ser feita largando todas as espias. exceto a de ré. 116) Para se largar de um cais. exceto a que diz para vante. mantendo o leme na direção do cais. 8 . largar todas as espias. evitando os fundeadouros de tença de areia dura. 108) A manobra de suspender é sair com a embarcação do local de fundeio. deve-se aproximar com a embarcação paralela ao cais. com pouco seguimento. paralelos ao cais. deve ser feita com o leme contrário ao cais e máquina devagar adiante. que esteja dizendo para vante. recolhendo a âncora. no mínimo. caso a amarra esteja tesada para vante. com ângulo agudo ao cais. 123) Para se suspender de um fundeadouro.107) Uma embarcação com um hélice. com máquina devagar adiante. 110) São partes do leme: madre. com vento e corrente pela proa. cana e porta. 109) A âncora Danforth é a mais comum a bordo das embarcações de esporte e recreio. 124) Uma embarcação no visual da minha. devemos ir recolhendo a âncora. com vento ou corrente perpendicular ao cais. com vento ou corrente perpendicular ao cais. 114) Para se largar do cais. com rotação direita. devemos proceder aproados a ela. com segurança da embarcação não sair da posição é de 5 vezes a profundidade local. a proa guinará para boreste muito lentamente. para amarrarmos uma embarcação. 3 vezes a profundidade local. deve-se aproximar com a embarcação com um ângulo aproximado de 45º com o cais. o risco de colisão. deve ser feita largando todas as espias. 117) Deve-se fundear a embarcação de esporte e recreio. com a âncora Danforth. 121) A tença é um tipo de fundo (qualidade). com leme a bombordo. partindo do repouso e hélice em marcha a ré. deve-se aproximar com a embarcação sempre contrário ao vento ou corrente. 118) A regra simples para se determinar a quantidade de amarra a se largar num fundeio normal é de. para existir. na proa. 125) Para fundear deve-se inverter a máquina e quando estiver caindo a ré. exceto a que diz para ré. largar âncora. 115) Para se largar de um cais. 119) Quando houver risco de mau tempo ou o fundeio for muito demorado. sem vento e sem corrente . com pouco seguimento. com certeza. a regra para se largar a amarra. deverá apresentar a situação de marcação constante e distância diminuindo. com aproximação a barlavento. com aproximação a sotavento. 111) Numa atracação. mantendo o leme contrário ao cais. 122) Deve-se evitar fundear em área onde o espaço de giro da embarcação seja limitado. 113) Numa atracação com vento ou corrente. na popa.

para se fazer as plotagens de posição. 135) Os rumos.. 131) As coordenadas de um ponto. chegar a outro e o instrumento de navegação mais usado para traçá-lo. 140) As profundidades das cartas náuticas são medidas em metros e decímetros. e A Ré – fica atrás. rumos e outras marcações. 134) As distâncias. um deles dá atrás e outro adiante. caso a embarcação tenha uma estrutura alta no convés. Bombordo – lado esquerdo da embarcação: A Vante – fica na frente. são medidas em escala de latitude são expressas em milhas náuticas. na carta náutica. variam de 000º à 360º e são orientados a partir de um ponto de partida. aproximando-se. nela contidas. 127) Para se fundear com correnteza e vento. 133) O rumo da embarcação é a direção que um navegador toma para. 128) Quando duas embarcações navegam num canal estreito. na carta náutica é a régua paralela. em rumos opostos.. o trecho nela mostrado. de forma que ele possa ler e identificar as informações. 138) A grande escala é a que o navegador utiliza nas cartas náuticas. 139) Quando observamos. deve ser com o título da carta e demais informações de frente para o navegador. na carta náutica. essa embarcação tende a girar a proa para o mesmo bordo do hélice que dá atrás. às escalas da extremidades superior e inferior. em determinada área . 141) Os paralelos são retas paralelas. apresentando tudo que for necessário para sua segurança. nas cartas náuticas. 136) O posicionamento da carta náutica. em trechos de águas interiores. a escala 1:3000. em 3000 vezes. até o ponto de chegada. na carta náutica. O instrumento de navegação que é utilizado para medir as distâncias entre estes pontos é compasso de navegação. 9 . ambos devem tomar a margem de seu boreste.126) Quando numa embarcação de dois hélices. para direcionar nosso rumo. com a mesma rotação. para obter maiores detalhes e uma navegação segura. a partir de um ponto qualquer. na carta náutica. deve-se aproar ao vento. na carta náutica. 132) A Rosa-dos-ventos é utilizada. 129) Uma correlação está totalmente correta é: Boreste – lado direito da embarcação. SIMBOLOGIA E CARTAS NÁUTICAS 130) As cartas náuticas servem para orientar o navegador a se deslocar com sua embarcação. 137) Os símbolos e abreviaturas das cartas náuticas servem para padronizar a utilização e a interpretação das informações contidas nas cartas náuticas. são as latitudes e longitudes deste ponto. isto que dizer que a carta reduz.

com o auxílio da régua paralela ou do compasso de navegação. 156) Os agentes extintores são as substâncias que extinguem incêndios.142) Os meridianos são retas paralelas. como. na carta náutica. 145) A declinação magnética local é utilizada para ser aplicada ao rumo da agulha. 144) Para se determinar a longitude de um ponto na carta náutica. até a escala de longitudes e ler o valor. 147) O símbolo . 151) O combustível é o elemento da natureza capaz de se queimar na presença de oxigênio. 148) A publicação "Carta 12. 155) Se embarcação começa a pegar fogo e o vento está entrando por boreste. junto com seu desvio. para se determinar o rumo verdadeiro. 158) O incêndio da classe A ocorre em materiais sólidos inflamáveis. até o ano atual. o oxigênio. tirar a distância até o ponto e transportá-la. 152) O comburente é um elemento da natureza que reage com as substâncias para gerar a combustão. 154) Extintores portáteis são equipamentos de combate a incêndio. devemos a partir do meridiano mais próximo. 146) O aumento real é o valor que é encontrado no interior da rosa-dos-ventos e é multiplicado pelo total de anos de edição da carta náutica. com o auxílio da régua paralela ou do compasso de navegação. ás escalas das laterais. tirar a distância até o ponto e transportar. por exemplo. 143) Para se determinar a latitude de um ponto na carta náutica. Símbolos. O seu posicionamento para dar o combate às chamas deve ser mantendo-se na proa ou na popa. COMBATE A INCÊNDIO 149) Só haverá fogo quando ocorrer a presença de três elementos do triângulo do fogo: o comburente. significa pedra submersa perigosa à navegação. que utilizam os agentes extintores para apagar o fogo. o combustível e a temperatura de ignição. 159) Os extintores de CO2 são utilizados em incêndios em materiais elétricos. 157) O extintor de água deve ser utilizado no combate a incêndio em materiais sólidos inflamáveis. até a escala de latitudes e ler o valor. encontrado na carta náutica. 153) Os equipamentos de combate a incêndio mais comumente encontrados a bordo das embarcações de esporte e recreio são os extintores portáteis. na carta náuticas. devemos a partir do paralelo mais próximo. na presença de ar atmosférico (oxigênio). 150) A combustão é a queima de substâncias sólidas ou gasosas. Abreviaturas e Termos" é que explica e mostra o significado de todos os símbolos e abreviaturas contidos nas cartas náuticas.000. 10 . e este valor é somado ou subtraído da declinação magnética do local.

164) Para se utilizar o extintor CO2. na falta de um extintor portátil. 165) Para se utilizar o extintor de espuma. 169) Os extintores portáteis devem ser arrumados em locais de fácil acesso e de risco de incêndio. 161) O incêndio da classe B é o que ocorre em líquidos inflamáveis. segurar o difusor e apertar o gatinho. devem ser cumpridos a bordo. 166) O combate a incêndio é muito auxiliado quando removemos para longe o material inflamável e resfriamos os locais próximos. O extintor que deve-se pegar é o de CO2. 176) Os incêndios. O extintor portátil que deverá pegar deve ser o de Espuma. deve-se retirar o pino de segurança. 177) São agentes extintores: água. para seguir viagem. para apagar incêndios. 167) São cuidados que devemos ter com os extintores de CO 2: evitar o contato direto do jato com a pele e os olhos. e dirigir o jato sobre a base das chamas. em locais de difícil acesso. direcionando o jato. 173) Deve-se ter a bordo sempre extintores portáteis com número determinado. baldes de água. são combatidos através de sistemas fixos de agentes extintores. 11 . com a tampa para baixo. deve-se proceder uma respiração boca a boca. PRIMEIROS SOCORROS 178) Quando por ocasião de um acidente a bordo. 163) Para se utilizar o extintor de água. 170) Se estiver na cabine de comando e sentir cheiro de queimado vindo do motor. 168) A água é um agente extintor que pode ser utilizado nos incêndios em acomodações. de acordo com a lotação da embarcação. para a base do fogo.160) Os extintores de espuma são utilizados em incêndios em líquidos inflamáveis. deve-se virar o extintor. nas embarcações de esporte e recreio. deve-se apertar o gatilho e direcioná-lo para a base da chama. 162) O incêndio da classe C é o que ocorre em materiais elétricos. 174) A quantidade e o tipo de extintor portátil. 175) Os sistemas fixos de combate a incêndio são sistemas com difusores fixos. e são definidos na NORMAM-03 da DPC. 172) Podemos improvisar. 171) Se estiver na popa da embarcação e ver sair fumaça no console de navegação. CO2 e espuma. o acidentado não estiver respirando.

com a perna esticada. de imediato. 180) A freqüência de sopros por minuto. deve-se iniciar a massagem cardíaca externa. 183) O outro sintoma que acompanha a parada cardíaca é a menina dos olhos dilatada. 12 . o coração da vítima ainda não está batendo. 190) A tala é o dispositivo utilizado para imobilizar ossos quebrados. deve-se. pode-se prender madeiras compridas. pode-se imobilizá-lo com tábua. o procedimento correto será fazer massagem cardíaca externa. 198) Nas pequenas queimaduras. após ter feito a respiração boca a boca. deve-se deixar a cabeça da vítima voltada para trás. 184) O murro forte no peito deve ser tentado no caso de parada cardíaca. 182) Caso o coração da vítima de um acidente a bordo. em local próximo à vítima fraturada. 195) A vítima de choque elétrico precisa ser afastada do contato com a corrente elétrica. 192) Para fraturas na perna. 188) Na respiração boca a boca. deve-se continuar a respiração boca a boca. antes. deve ser a mais natural possível.179) Para se realizar a respiração boca a boca. de uma perna quebrada. verificar se existem corpos estranhos na sua boca. por meio de tiras de pano ou cinto. deve-se realizar respiração boca a boca e massagem cardíaca externa. 8 massagens cardíacas e uma respiração boca a boca. caso seja necessário. 187) Quando houver ao mesmo tempo. deve-se lavar com água e evitar romper a bolha. na massagem cardíaca externa é de 69 vezes por minuto. 186) A freqüência ideal de compressão e descompressão do peito. 196) A peça de metal é um dos materiais que não deve ser utilizado para afastar a vítima do contato com a corrente elétrica. 191) Para imobilizar o braço. numa respiração boca a boca é de10 a 15. 185) Após a massagem cardíaca ter feito o coração voltar a bater. e que às vezes funciona. deve-se removê-la primeiro do local de risco. parada respiratória e parada cardíaca. por meio de tiras de pano amarradas a ele. 194) Caso exista risco de incêndio ou de explosão. não esteja batendo. deve-se realizar movimentos intercalados. 197) Após a retirada da vítima do contato com a corrente elétrica. 181) Caso seja verificado que. deve-se deixá-lo dobrado. 193) A posição do pé. utilizando material não condutor de eletricidade. papelão ou jornal grosso. 189) No caso de fratura de antebraço.

a pressão interromperá a hemorragia. deve-se passar mercúrio cromo ou mertiolate. o mais rápido possível. nunca se deve tirar a roupa da vítima. para facilitar o resgate de alguém. deve-se afastar dela nadando a favor da correnteza. em quantidade exigida pela NORMAM-13 da DPC. 216) Caso não haja vazamento de óleo e riscos de incêndio. no caso de ter que se abandonar a embarcação. e nunca. 201) A hemorragia é uma grande perda de sangue. nas proximidades da embarcação. para ser vestido. 200) Nas grandes queimaduras. utilizando um pano largo e um pedaço de madeira que se fixará ao pano. 212) Os coletes salva-vidas. 204) O torniquete deve ser aplicado. 214) No caso de abandono da embarcação. 210) O colete salva-vidas deve ser utilizado amarrado ao corpo. antes do encaminhamento médico. deve-se nadar contra a correnteza e se for o caso. 205) São cuidados importantes com o torniquete. 203) O torniquete é utilizado para estancar hemorragias muito grandes. 215) Para se afastar da embarcação acidentada. deve-se pular. por baixo d’água. com pano limpo. amarrado à embarcação. 202) Para estancar uma hemorragia. com a parte flutuante para frente. exceto nunca desapertá-lo. deverão ser dotadas. quando houver óleo na superfície d’agua. que caiu na água. deve-se pressionar o local com pano grosso. SOBREVIVÊNCIA E SEGURANÇA NO MEIO MARINHO 208) O colete salva-vidas que deverá ser guardado a bordo. de 01 bóia salva-avidas (com retinida flutuante) e coletes classe III (um para cada pessoa a bordo). para que náufrago flutue com ele. 213) Um cabo flutuante com alça de mão deve ser amarrado na bóia circular. por meio de um nó e torcendo a madeira. até afastar o risco de óleo. não dar líquidos enquanto estiver inconsciente e mantê-la agasalhada. deve ficar em local de fácil acesso. por causa de incêndio incontrolável. 207) Os primeiros socorros são medidas emergenciais de prestação de socorro. 13 . com relação a vítima de grandes hemorragias. obrigatoriamente. na superfície. 209) As embarcações de esporte e recreio classificadas para a navegação interior. em caso de necessidade. 206) São atitudes certas.199) Antes de se cobrir as queimaduras. 211) O número de coletes a bordo deve atender ao limite máximo de pessoas a bordo. contra a correnteza.

NORMAS GERAIS 231) A NORMAM-13 da DPC estebelece normas sobre o emprego das embarcações de esporte e/ou recreio. pelo. 230) A pessoa deve procurar abandonar a embarcação com roupas adequadas e material de salvatagem. devo proceder uma massagem cardíaca externa. 221) A bóia circular deve ser presa em local de fácil retirada. tripulante. utilizando o colete salva-vidas. má distribuição de pesos. exercida pela Capitania. 224) No caso de afogamento. 233) A Inspeção Naval é atividade. em relação às laterais da embarcação. latões. deve-se deitá-lo de lado. em o caso naufrágio. e atividades correlatas visando à segurança da navegação. nas beiras dos rios e têm um ferrão venenoso. deve-se proceder diversas verificações. 226) Caso o coração do afogado não esteja batendo.217) São perigos à embarcação. 229) As arraias ficam na lama. em águas interiores: toras de madeira flutuando. em partes altas da embarcação ou. devemos utilizar pneus. limpar sua boca de objetos que obstruam sua respiração e realizar a respiração boca a boca. 223) Para improvisar material flutuante. equipamentos de salvatagem e de combate a incêndio. 220) A estabilidade da embarcação é prejudicada quando ocorre excesso de peso. 225) Caso o afogado não esteja respirando. através de suas pupilas e seu rabo. 218) Nunca deve-se exceder o limite permitido de pessoas a bordo. antes de sairmos para navegar como luzes de navegação. barris. ou não. 228) A Sucuri é a maior cobra que existe e passa quase a vida na água. 227) As cobras podem ser identificadas como venenosas. é com as pernas esticadas e os pés juntos. de cunho administrativo. prazo máximo de 120 dias: entregar a condução da embarcação à pessoa não habilitada. para vomitar a água que bebeu. 234) São atitudes passíveis de suspensão ou apreensão da carteira de habilitação do amador. toras ou pedaços grandes de madeira. Delegacias e Agências. 232) Todo material e equipamento destinado a segurança da embarcação. pedras e bancos de areia. tem de ser previamente aprovado pela DPC. 219) Para segurança da embarcação. passageiro e profissional não tripulante. na ponta do rabo. conduzir embarcação em estado de embriaguez alcoólica ou sob efeito de substância tóxica de qualquer 14 . troncos de árvore flutuando. proceder do seguinte modo: deite o afogado de lado. à salvaguarda da vida humana no mar e à prevenção contra a poluição do meio ambiente marinho por tais embarcações. que auxiliam a Diretoria de Portos e Costas (DPC) a exercer seu papel de fiscalização das normas. tire a roupa molhada e aqueça-o. 222) A melhor maneira de saltar na água.

240) O Capitão-Amador está apto para conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros. 238) O Arrais-Amador está apto para conduzir embarcações. que tomar conhecimento da existência de vida humana em perigo no mar. 242) O amador terá sua habilitação cancelada quando: for encontrado conduzindo embarcação já tendo sido suspensa sua carteira de habilitação. utilizar a embarcação. Luzes de Navegação As luzes de navegação possuem como função evitar qualquer tipo de colisão. 237) O Motonauta está apto para conduzir JET-SKI. para transporte comercial de passageiros ou carga. 243) O órgão responsável pela execução dos exames de amadores é a Capitania dos Portos e seus órgãos subordinados. sem limites de afastamento da costa. Arrais-Amador. 236) O Veleiro está apto para conduzir embarcações à vela sem propulsão a motor. reincidência de suspensão da carteira. natureza.  Luz de Mastro significa uma luz branca contínua. utiliza- se um regulamento internacional (RIPEAM) referente a navios de grande porte. 239) O Mestre-Amador está apto para conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros. com maior rapidez possível. 235) As categorias de amador são: Veleiro. ou utilizar a embarcação para prática de crime. Mestre-Amador e Capitão- Amador. nos limites da navegação interior (idade mínima 18 anos). Desta forma. nos limites da navegação interior (idade mínima 8 anos). 244) O setor da Capitania dos Portos que fiscaliza o cumprimento das normas é a Inspeção Naval. 15 . situada sobre a linha de meio navio. nos limites da navegação interior (idade mínima 18 anos). 245) O proprietário da embarcação de esporte e recreio é a pessoa que registrou a embarcação em seu nome.  Definições (Regra 21) De acordo com as especificações da regra mencionada.50 por ante a ré do través em ambos os bordos da embarcação. Motonauta. visível num setor horizontal de 2250 desde a proa até 22. 241) Qualquer pessoa. nos portos ou via navegáveis interiores deverá comunicar o fato à Autoridade Marítima. ou permanecer por um período de 24 meses com validade da carteira vencida. serão inseridas a seguintes luzes com as especificações a seguir. nos limites da navegação costeira.

3 milhas. 6 milhas. Luz de Alcançado.  Luz de Reboque significa uma luz amarela com as mesmas características da luz de alcançado.  Embarcações de Vela em Movimento e Embarcações a Remo (Regra 25) Não se aplica. visível num setor horizontal de 135 0.  Luz Intermitente significa uma luz com lampejos em intervalos regulares de freqüência igual ou superior a 120 lampejos por minuto.  Uma segunda luz de mastro. a partir da popa. e posicionada de modo a projetar sua luz sobre um setor de 67.  Embarcação de propulsão mecânica em movimento (Regra 23) Um navio de propulsão mecânica a navegar deve mostrar:  Luzes de bordos.50 .  Uma luz de mastro a vante.50 desde a proa até 22. 3 milhas. a regra 22 define que as seguintes luzes devem ser visíveis em distâncias mínimas. 3 milhas.  Visibilidade das luzes (Regra 22) Para embarcações com comprimento superior a 50 m. uma verde a boreste e uma encarnada a bombordo.  Reboque e Empurra (Regra 24) Não se aplica. Luz de Bordos. Luz de Reboque.  Embarcações de Pesca (Regra 26) 16 . Luz de Mastro.  Luzes de Bordo significam luzes contínuas. visíveis em setores horizontais de 112.  Luzes de Alcançado significa uma luz branca contínua.  Luz Circular significa uma luz contínua visível num arco de horizonte de 3600. situada tão próximo quanto possível da popa. de cada bordo.50 por ante a ré do través de seu respectivo bordo. à ré e mais alta que a de vante.  Uma luz de alcançado. Luz Circular. 3 milhas.

além das luzes prescritas para embarcações de propulsão mecânica na regra 23. onde melhor possam ser vistas. além das luzes em 1.  Três marcas dispostas em linha vertical. além das luzes prescritas neste parágrafo.  Embarcações sem governo ou capacidade de manobra restrita (Regra 27) Embarcações sem governo devem exibir:  Duas luzes circulares encarnadas dispostas em linha vertical. Não se aplica.  Duas esferas ou marcas semelhantes dispostas em linha vertical.  Embarcações restritas devido ao seu calado (Regra 28) Uma embarcação restrita devido ao seu calado pode. Uma embarcação com capacidade de manobra restrita deve exibir:  Três luzes circulares dispostas em linha vertical.  Quando com seguimento. luzes de mastro. onde melhor possam ser vistas. onde melhor possam ser vistas. onde melhor possam ser vistas. luzes de bordos e uma luz de alcançado.  Quando com seguimento. As luzes superior e inferior deverão ser encarnadas e a do meio branca. onde melhor possam ser vistas.  Quando fundeada. além das luzes de 1 e 2.  Embarcações fundeadas ou encalhadas (Regra 30) 17 . senda as superior e inferior esferas e a do meio dois cones unidos pelas bases. luzes ou marcas prescritas na regra 30. exibir três luzes circulares encarnadas dispostas em linha vertical. ou uma marca constituída por um cilindro. luzes de bordos e uma luz de alcançado.

(d) Uma embarcação encalhada deve exibir as luzes prescritas no parágrafo (a) ou (b) desta regra e.  Posicionamento e espaçamento vertical das luzes Em uma embarcação de comprimento superior a 20 metros.  Três esferas dispostas em linha vertical.  Posicionamento das luzes (Anexo I) Tendo definido quais as luzes necessárias à segurança da embarcação. uma luz circular branca. uma luz circular branca ou uma esfera.  Na/no próximo da popa e a um nível mais baixo que a luz requerida pelo subparágrafo (I). adicionalmente. as luzes de mastros devem ser posicionadas como se segue. (e) Não se aplica. (c) Uma embarcação fundeada pode ainda utilizar todas as luzes de fainas.  Hidroaviões (Regra 31) Não se aplica. (a) Uma embarcação fundeada deve exibir:  Na parte de vante. onde melhor possam ser vistas:  Duas luzes circulares encarnadas dispostas em linha vertical. 18 . faz-se necessário definir o posicionamento e detalhes técnicos de luzes. (b) Não se aplica. ou equivalentes. disponíveis para iluminar seus conveses. (f) Não se aplica.

19 . que esta luz seja posicionada a uma altura acima do casco superior a 12 m.5 metros acima da de ré. a luz de ré seja vista sobre e separada da luz de vante a uma distância de 1000 metros d aproa. em todas as condições de compasso. Não devem ser posicionadas tão baixo que possam sofrer interferência das luzes de convés. mas não necessita ser superior a 100 metros. entretanto. a de ré deve estar posicionada a uma altura pelo menos 4. a de vante. prescrita na regra 30 (a) (1). A luz de fundeio de vante deve ser posicionada a uma altura acima do casco não inferior a 6 metros. deve ser posicionada pelo menos 4.  Quando houver duas luzes de mastro.  O espaçamento entre 3 luzes posicionadas verticalmente deve ser:  O espaçamento não deve ser inferior a 2 metros. não sendo necessário. A luz de mastro de vante não deve ser posicionada a uma distância da roda de proa superior a um quarto do comprimento da embarcação. quando vistas do nível do mar.  Posicionamento e espaçamento horizontal das luzes A distancia horizontal entre as luzes de mastro não deve ser inferior a metade do comprimento da embarcação.5 m verticalmente mais alta que a de vante.  As luzes de bordos devem ser posicionadas a uma altura acima do casco não superior a três quartos da altura da luz de mastro de vante.  A separação vertical das luzes de mastro deve ser tal que.  A luz de mastro de vante deve ser posicionada a uma altura acima do casco não inferior à boca do navio.  Quando usando duas luzes de fundeio.

(b). situada sobre o eixo longitudinal da embarcação.5 graus desde a proa até 22. visível em um setor horizontal de 225 graus desdes a proa até 22. uma verde a boreste e uma encarnada a bombordo. Regra 21) (a).  Luzes e marcas – definições (Ripeam 72.Luzes de bordos – significam luzes contínuas.Luz de mastro – significa uma luz branca contínua.5 graus por ante-a-ré do través de seu 20 . visíveis em setores horizontais de 112.5 graus por ante-a-ré do través em ambos os bordos da embarcação.

Luz circular – significa uma luz contínua visível num arco de 360 graus. de cada bordo. (e). definidas no parágrafo (c) da Regra 21. visível num setor de 135 graus.Luz intermitente – significa uma luz com lampejos em intervalos regulares de freqüência igual ou superior a 120 lampejos por minuto.Luz de reboque – significa uma luz amarela com as mesmas características da luz de alcançado.respectivo bordo. (f). situada tão próximo quanto possível da popa. Em embarcações de comprimento inferior a 20 metros. a partir da popa. as luzes de bordo podem ser combinadas em uma única lanterna instalada sobre o eixo longitudinal da embarcação.5 graus. (c).Luz de alcançado – significa uma luz branca contínua. 21 . e posicionada de modo a projetar sua luz sobre um setor de 67. (d).

.Montagem ou desmontagem de toldos. . . especiais ou de emergência.Homem ao mar.Pintura geral.Preparar para suspender.Navegação em águas restritas(Detalhe Especial para o Mar). . comuns.Içar e arriar embarcações.Docagem e raspagem do casco. ou parte dela. . .Fundear (ou amarrar. São fainas gerais e fainas comuns. .Abandono.Avaria no sistema de governo.Recolhimento de náufragos. o navio está pronto para fazer frente aos trabalhos que envolvem toda a gente de bordo ao mesmo tempo.Colisão. .Acidente com aeronave ("crash"). .Reboque.Preparar para fundear.Incêndio.Socorro externo.Operações aéreas. .As fainas para organização de bordo Organizado em Divisões Administrativas ou em Quartos e Divisões de Serviço. entre outras: .Inspeção de material. 22 . decolagem e pouso de aeronaves. . São fainas de emergência: . . . As fainas são gerais. . . Esses trabalhos são chamados de fainas.Recebimento de material comum ou sobressalente.Recebimento de munição. ou atracar): . . . para um fim específico.Suspender (ou desamarrar ou desatracar). .Recebimento de mantimentos. . .

Sinalização básica 23 .

24 .

25 .

26 .

27 .

Limites para navegação 28 .

Causas mais freqüente de acidentes 29 .

Homem ao mar! 30 .

31 .

Manobras básicas 32 .

33 .

Visualização de embarcação 34 .

Atracar e desatracar 35 .

Fundear embarcação 36 .

37 .

38 .

Sinais de hidrovia 39 .

Balizamento 40 .