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“Anestesia/ analgesia en animales de

laboratorio”
/Ciencia y Tecnología en Medicina Comparada

Dr. Marcelo Asprea


Jefe de Bioterio y Cirugía Experimental
Hospital de Pediatría “Prof Dr. Juan P. Garrahan”

masprea@hotmail.com
Aplicável a qualquer animal sujeito a
qualquer procedimento cirúrgico ou experimental
que causa dor, a menos que seu use esta contra-
indicado por razões científicas, informados na forma
escrita, pelo pesquisador no protocolo científico
Roedores e coelhos

Considerações

Estado de saúde

Fêmeas grávidas ou com ninhadas

Peso de animais
Variável
Duração da anestesia

Controle de hipotermia
Avaliação pré-anestésica

Estado de saúde

Doenças respiratória crônica

Insuficiência Renal Crônica / Cetoacidose

Exame Anx de sangue (vol: 0,6%-0, 8% do peso)


Jejum

Normalmente desnecessárias

Roedores e coelhos não vomitar

Se indicado: máximas 6 horas

Devem ser evitada a hipoglicemia!!!


Jejum (hs)

Coelho 0-4

Cobaia 0-1 *

Pequenos roedores 0

* tendem a reter alimentos em orofaringe e regurgitar


Hipoglicemia !!!!!

Anestesia de > 30´

Glicose e cristalóides

Via IV. Como alternativa a IP, IO


Estabilização

Antes da indução anestésica

Homeostase: TC, hidratação, VS, Meio interno

10-20 ml/kg NaCl 0,18 % + Glicose 4%

Aquecimento de fluidos
Proteção para os olhos

Abrir as pálpebras/ Cetamina

Secura da córnea e abrasão

Lágrimas artificiais (hidroximetilcelulosa)


Manejo

Métodos estressante

Tônus simpático elevado limita o tranqüilizante

Prevenir esfola da cauda (rato)

Mantenha o quarto sossego


Aquecimento / métodos

Filme plástico de bolha de ar (sistema airpack)

Saco de água quente

Lâmpada

Manta térmica

Soprador de ar quente
Preparação cirúrgica

Mínimo tricotomia

Anti-séptico temperado / não-alcoólica

Pano de campo

Técnica asséptica
Complicações!!!!!

Evite exageros: pesagem!

Manter a temperatura corporal

Depressão respiratória: O2, Doxapram

Perda de sangue: técnica cirúrgica

Compressão suave de tórax


Vias de administração

Roedores / comum: IP e SC
Via IV é difícil para os seus tamanho

Volumes via IM limitado no rato/camundongo:


Considere via IO

Coelhos :IV, IM, SC, IP, IO


Pontos de acesso / injeção parenteral

Coelho: SC, IP, IM


• IV: VMO, safena lat, cefálica, jugular

Cobaia: SC, IP, IM


• IV: VMO, safena lat, pênis dorsal, jugular

Rato / Camundongo: SC, IP, IM


• IV: jugular, lat cauda
Pontos de acesso / injeção parenteral

Hámster: SC, IP, IM


• IV: lat Tarso, cefálica, língua, pênis dorsal

Chinchila: SC, IP, IM


• IV: femoral, cefálica, safena lat., veia marginal
da orelha, pênis dorsal, lat abdômen, cauda
Acesso IV em coelhos

Artérias
Veias
veia marginal da orelha
Cateterização de veia lateral de a cauda do rato
Pré-medicação

Útil para reduzir o estresse e facilita a manipulação


Analgesia / sedação

Analgesia poderosa Fentanilo* + Droperidol

Analgesia moderada Dexmedetomidina**, Xilacina**, Cetamina

Nenhuma analgesia Diazepam*, Midazolam*, Acepromacina

* Algumas drogas são reversíveis


* * xilazina e dexmedetomidina podem causar glucosuria e poliúria
Pré-medicação em coelho
Tranqüilizantes * (mg/kg)

Benzodiazepínicos: Diacepan (0,5-5)*, Midazolan (0,2-3)*

Fenotiazinas: Acepromazina (0,2-0,75)*

Agonistas Alfa-2: Xilazina(1-5)*, Dexmedetomidina (0,001-0,005) *

Dissociativa: Cetamina (10-15)*, Tiletamina

Pode produzir nefrotoxicidade a dose> 30 mg/kg


Pré-medicação em coelho

Opióides *(mg/kg)

Butorfanol (0,1 - 0,5) *

Buprenorfina (0,01 - 0,05) *

Morfina (1 - 2.5) *

Fentanil (0,002 - 0,004) *


Pré-medicação em coelho

Atropina (0,8-1,2 mg/kg)

Até 50% de coelhos têm a enzima atropinesterasa


Pré-medicação na cobaia
(* mg/kg)

Secreções densas e abundante : Atropina (0,05)*

Tranqüilizantes

Benzodiazepínicos: Diacepan, Midazolan (2-5)*


Fenotiacinas: Acepromacina (0,5)*
Agonistas Alfa-2: Xilacina (5-10)*, Dxmedetomidina (0,005)*
Métodos de anestesia

Parenteral / TIVA

Inalação

Loco-regional
Anestesia de pequenos roedores

Semelhante a outras espécies

Anestesia de inalação é a escolha

Injeção: IP usual, IM pode ser imprópria


Anestesia de injeção (TIVA )
Pequenos roedores

Con Cetamina
+ Dexmedetomidina o Xilacina

Con Propofol i.v.


Cetamina

Não é um bom analgésico em roedores

Combinado com bzdps, opioides, agonistas alfa-2


Anestesia parenteral em coelho Anestesia parenteral na cobaia

Dose/kg) Anes quirúr(min)


Dose (mg/k Anestesia(min)
Ketamina + Dxmdtmidina IM (25 + 0,005) 30-40
Ketamina + Dxmdtmidina IP (40 + 0,005) 30-40 superficial
Ketamina + Xilacina IM (35 + 5) 30
Ketamina + Xilacina IP (40-80 + 5 30 quirúrgica
Ketamina + Diacepam IV (10 + 1) 20
Ketamina + Diacepam IM (100 + 5) 30 inmediata

Fentanilo + Dxmdtmidina IV (0,08 + 0,003 30

Propofol IV (hasta 10) 8 (Fentanilo + Droperidol) Pode produzir a auto-mutilação

Tiopental ( Não recomendado) IV (hasta 12) 40

Anestésicos usados em roedores e coelhos Analgésicos usados em roedores e coelhos


(dose em mg/kg) (dose em mg/kg)

Duración Via Camundongo Rato Cobaia Coelho


Via Camundongo Rato Cobaia Coelho
Buprenorfina 6-12 SC 0,05-0,1 0,01-0,05 0,01-0,05 0,01-0,05
Fentanilo / Dxmtomidina I - 0,3/0,003 - -
Butorfanol 2-4 SC 1-5 2 0,5-0,8 0,1-0,5 IV

Fentanilo 20-30 min IP 0,01-0,05 0,01-0,03 - 0,01-0,05


Ketamina / Diacepam IP 100/5 80/10 100/5 25/5
Morfina 4-6 SC 2-10 2-10 2-5 2-5
Ketamina / Xilacina IP 100/10 80/10 40/5 35/5 IM
Aspirina 6-8 PO 100 100 90 100

Flunixín 12 SC/ IM 2,5 2,5 - 1


Ketamina / Dxmtomidina IP 75/0,01 75/0,005 40/0,005 25/0,005 IM
Ibuprofeno 6 PO 30 15 10 IM 10 IV
Tiletamina + Zolazepam IP 80* 20-40 50 50 **
Carprofeno 12-24 SC - 5 4 2-4

Meloxicán 24 PO 3-5 3-5 3-5 3-5


* Imobilização
** Toxicidade renal
Duração da combinações anestésicas no
camundongo (minuto)

Analgesia Hipnose
Fentanilo + Dxmdtomidina 45 315

Cetamina + Diacepan 20 130

Cetamina + Dxmdtomidina 25 175

Cetamina + Xilacina 25 140


Reversão anestésica!!!
Agonista Antagonista Dose (mg/kg)

Benzodiacepinas Flumazenil 1

Buprenorfina Nalbufina 0,01- 0,1

Fentanilo Naloxona 0,01- 0,1

Agonistas α2 Atipamezol 0,1- 1


Yohimbina

Anestésico Antagonista

Fentanilo / Dxmedetomidina Naloxona / Atipamezol


Anestésicos inalatórios
Técnica de escolha

Isoflurano, Halotano, Sevofluorane

Aparelhos de anestesia

Controle rápido do plano anestésico

Ser suplementado com anestesia injetável


Manutenção
de anestesia inalação

Indução Manutenção

Halotano 3%-4% 1%-2%

Isoflurano 3%-4% 1,5%-3%

Sevofluorane 2,5%-3% 1,5-2%

Fluxo de oxigênio 1-3 L/min < 1 L/min


dep. tamanho da câmara 250 ml/100 g (sistema ‘T’)
Câmara de indução para roedores
Anestesia de inalação
CAM CAM CAM
Halotano Isoflurano Sevoflurano

Camundongo 0.95 1.4 1.4

Rato 1.1 1.35 1.4

Coelho 1.4 2.0 2.1

Usado depois de anestésicos injetáveis IM o IV o CAM é um 20% maior

O óxido nitroso pode causar distensão abdominal


Indução de inalação em coelhos

Apnéia de até 2 minutos


Risco de lesão devido a hipóxia e hipercapnia
Sedativo aumenta seu efeito

Suspender o gás anestésico durante a apnéia, manter


a máscara com O2 apenas, colocar novamente
quando ele exalar espontaneamente
Intubação em roedores
Difícil em comparação com espécies maiores
Geralmente somente con máscara
Ventilação com ventiladores especiais
Intubação em coelhos
Dificuldade anatômica

Pequena abertura oral


Língua proeminente

Cego (estetoscópio)
Utilize gel ou spray de lidocaína
Intubação em cobaias

Dificuldade anatômica
Pequena abertura oral
Palatal ostium

Secreção profusa
Tendência a regurgitação
Otoscópio e transiluminação
Utilização de mandril
Tamanho do tubo: 2,5 mm ou menos
Intubação em roedores / equipamentos

Espécies Ø Interno Gauge


(mm)

Camundongo 1 19
Rato 1.2-2.5 12-16
Cobaia 1.5-2.5 12-16
Intubação de cobaia
Sequência de intubação em
ratos
Monitoramento

Plano de anestesia

Função cardio-pulmonar

Temperatura corporal
Valores fisiológicos
em coelhos e roedores

Camund Rato Cobaia Coelho


Peso (gr) 30-40 250-450 500-1000 3000-6000

Tº (ºC) 37.4 38 38 38

F.R. 180 80 120 55

F.C. 570 350 155 220


Monitoramento do plano anestésico
Reflexos são gradualmente perdidos:

Estação
Pálpebra / córnea
Deglutição
Aperto de pé
Aperto da cauda
Aperto da orelha (coelhos, cobaia)

Reflexos do pé, a cauda ou a orelha são abolidos em planos


cirúrgicos de anestesia (profundidade)
Monitorização cardiopulmonar
Objectivo
Prevenir a bradicardia, hipotensão, hipóxia, hipercapnia
Monitoramento de sinais clínicos

Espécies maiores
Padrão ventilatório ouvir / sentir o peito, mucoso,t.ll.c,
qualidade do pulso
Temperatura das extremidades

Espécies menores
Difícil avaliar a qualidade do pulso ou ao ouvir o peito
Monitores
ECG, P.A., oximetria de pulso, capnografia, ventilação

Confirmar o bom funcionamento

ECG: Eles devem detectar sinais fracos e altas freqüências


(Coelhos 350 bpm, camundongos 600 bpm)
Limite máximo de freqüência
cardíaca em monitores

Uso em medicina humana (maior parte):250 ppm


Uso em medicina veterinária: 350 ppm
Específico (recente):até 999 ppm

Altas freqüências podem ser determinadas em fitas


Saturação de O2
Hipoxemia
< 90%-92%

Colocação de sensor
língua, lábio, orelha, dedos, extremidade distal,
flanco, base da cauda, reto

Não pressione o sensor


Oximetria de pulso
(Saturação de O2)

Sinais melhoradas em tecidos com hipoperfusão

Limite máximo de freqüência: 250 bpm


Capnografia

Fluxo de sucção:150 ml/min, +/- 20


Freqüência respiratória: Rango 0-150 bpm

Fluxo lateral (side port)


O fluxo deve ser adaptado ao volume minuto ( normalmente 100-200
ml/min; camundongo deve ser 5 ml/min: EQUIPAS ESPECIAIS)
Em paciente intubados ou não

Fluxo principal (main port)


A sonda encontra-se no tubo endotraqueal sem ter um excessivo
espaço morto. Só em coelhos e cobaias
Microcapnografia

Em animais com um peso de até 50 g


Fluxos de sucção muito baixos (5 - 20ml/min.)
Alto custo

CI240 monitor Columbus Instruments


Recuperação anestésica

Saber sobre o efeito e a duração da droga

Reversão da droga

Uso de preanalgesia
Analgesia pós-operatória
Promove a recuperação da cirurgia
Antes que o animal se recupera

Cirurgia de grande porte:


Buprenorfina somente ou em combinação com AINEs
(Carprofeno, Meloxicam, Ketoprofeno)

Outras cirurgias:
AINEs, dose pode ser repetida em 18-24 hs PO
Cuidados pós-operatórios

Area de recuperação: calmo, quente, visível

Uso de toalha (ou Vetbed, Drybed)

Reduzir o manipulação: reduz o stress

Drogas de ação prolongada: evitar!!!


Cuidados pós-operatórios
Temperatura

Inicialmente: 30ºC ( hasta 36ºC)

Recuperado: 20-25ºC

Seque o pêlo molhado


Cuidados pós-operatórios
Fluidos
SC no final da cirurgia em cobaias

Recuperação
Fornecer água e comida
Fornecer a cama

Função gastrointestinal
Verificar o consumo de água e alimentos
Considere as drogas que promovem a motilidade GI
(Metoclopramida, Cisapride)

Especialmente em cobaias e coelhos


ANESTESIA CERDO

Considerado una especie de particular interés en el


área de la experimentación e investigación biomédica
Utilizar un protocolo anestésico adecuado permitirá reducir la
morbilidad, evitar interacciones con el procedimiento
experimental, disminuir el grado de sufrimiento, optimizar el
rendimiento, haciendo cumplir lo que marcan las normas
internacionales al respecto
Características de la
anestesia del Cerdo

Difícil manejo

 Fácilmente estresables: evitar la inmovilización física

 Acceso venoso difícil en el animal no tranquilizado

 Ausencia de vasos accesibles


Características de la
anestesia del Cerdo

Intubación endotraqueal dificultosa

Algunas razas son susceptibles a padecer


Hipertermia Maligna

Alto metabolismo de drogas anestésicas:


mayor consumo!!!!
Inmovilización del cerdo

Los lechones se inmovilizan sujetándolos por


el tercio posterior y hasta la semana de vida
se sostienen abrazados por el tórax

Los métodos farmacológicos


son preferibles a los físicos
Métodos de sujeción
Levantando las extremidades posteriores

Con un lazo ajustado al morro (>25 kg)

En cerdos grandes no se emplea la


inmovilización física ( aplicación a distancia)
Administración de fármacos

IM: La inyección debe realizarse en la tabla del cuello,


o en su defecto en los glúteos

IV: En las venas de la oreja


Catéteres semipermanentes, en la vena yugular

PO: Oralmente con la comida o fármacos saborisados

Rectal: Sólo algunos fármacos


Acceso a la vena yugular
Catéteres semipermanentes
Vía venosa de la oreja

La inyección intravenosa es difícil de conseguir

Se utilizan preferentemente las venas marginales auriculares


Venas marginales auriculares
Vía venosa

En las venas de la oreja aplicando presión en la


base, para facilitar el abordaje

Catéter

18G : >20 kg
20G : 10-20 kg
20G : 5-10 kg
22G-24G : <5 kg

Es conveniente colocar una férula en la oreja para


que no se acode el catéter
Inmovilización farmacológica

Para procedimientos menores

Vía IM:

 Masa muscular del cuello, detrás de las orejas

 Masa muscular de las extremidades posteriores

 Musculatura Lumbar
Sedantes
Fenotiazina: Eficacia relativa, poco usadas

Benzodiacepinas: requiere dosis elevadas


( MDZ, Diacepan 0,8mg/kg)

Alfa - 2 agonista: La Xilacina no produce buena


sedación en cerdos. Se obtienen mejores
resultados combinados con Ketamina o Tiletamina
Azaperona
 Es uno de los tranquilizantes más efectivos y
seguros en cerdos
 Reduce la agresividad y útil para el transporte
 Depresión cardiovascular dosis dependiente, no
produce analgesia

Dosis y vías

Tranquilización moderada: 1-3 mg/kg IM


Tranquilización profunda: 5-8 mg/kg IM
Azaperona
Dando una dosis inicial IM se evitan los efectos
excitatorios producidos al dar en forma IV

La vía SC no es efectiva


Se emplea con la dexmedetomidina para la
inducción de la anestesia
Anestesia general
Consideraciones preanestésicas

 Se recomienda ayuno sólido de 6 horas

 El vómito es muy raro. Un ayuno de 8-12 horas vacía el


estómago y el intestino delgado, mientras que el colon
requiere 48-72 horas
 En caso de ayuno prolongado, es recomendable
administrar soluciones orales con electrolitos y glucosa, de
sabor palatable, como “Gatorade"
Anestesia general
Consideraciones preanestésicas

Un elevado contenido en estómago puede


requerir un sondaje esofágico
Vías de administración de los
anestésicos

 Más comunes son IV y IM


 La IP en lechones
 Inhalatoria, en cerdos premedicados
con el uso de mascarilla o intubados
Ejemplo de combinaciones
Anestésicas en cerdos
Fármacos inyectables Dosis y administración

Ketamina 20 - 33 mg/kg, IM (procedimientos menores, inmovilización)

Ketamina/ 22 mg/kg Ketamina + 1,1 mg/kg Acepromacina en la misma


Acepromacina jeringa, IM

Ketamina/Xilacina 20 mg/kg Ketamina + 2 mg/kg Xilacina en la misma jeringa, IM

Propofol Inducción bolo 2-6 mg/kg, Mantenimiento . 0,2-0,4 mg/ kg/ min
Ejemplo de combinaciones Anestésicas en cerdos
Fármacos inyectables Dosis y administración

Xilacina/Ketamina/Fentanilo 4 mg/kg Xilacina + 4 mg/kg Ketamina en la misma jeringa,


IM + 0.5 mg/kg Fentanilo, IM

Telazoll/Xilacina 2,2 mg/kg Xilacina, IM, esperar 5 minutos y dar 6,6 mg/kg
Telazol, IM ó
1,1 mg/kg Xilacina + 4.4 mg/kg Telazol en la misma jeringa,
IV (Efecto rápido, recuperación prolongada Dura 20 a 30
min)

“Triple esquema" En glucosado 5%, mezclar 500 mg Guaifenesin + 500 mg


Ketamina + 500 mg Xilacina
Velocidad de infusión: 0,45 ml/kg, IV

Telazol 6 mg/kg, IM (de corta duración para procedimientos


menores)
Atropina

Dosis: (0,04-0,08 mg/kg) IM

 Antes, sólo o con Ketamina o Tiletamina

 Evita la bradicardia producida por la Xilacina


durante la cirugía

 Disminuye las secreciones

 Broncodilatación
Inducción anestésica

 Dexmedetomidina

 Barbitúricos (Tiopental Sódico)

 Propofol

 Aril-ciclohexaminas (Ketamina, Tiletamina)

 Anestésicos Inhalatorios (Isoflurano, Halotano,


Sevoflurano)
Dexmedetomidina
Sedación profunda previa: produce dolor
en la inyección IV

Azaperona – Dexmedetomidina

Común en cerdos. Se prologa el efecto


con dosis incrementales del 50%
Dexmedetomidina

La anestesia dura 10-20 minutos

 La analgesia es escasa

Combinada con opioides y relajantes


musculares produce excelente anestesia
Propofol

Efectos similares a otras especies

Inducción: Una dosis de 2,2 mg/kg

Mantenimiento por goteo: 11 mg/kg/hr


Ketamina y Tiletamina

 Por vía IM el efecto máximo se alcanza en 10-15


minutos (ambiente tranquilo)

 Pueden inducir anestesia sin tranquilizantes previos


pero suelen aparecer efectos excitatorios

 La mayoría de los reflejos están presentes por lo que


la intubación puede ser dificultosa
Ketamina y Tiletamina

 Excitación: se previene con el uso de bzdpns y


agonistas alfa-2
Reducen considerablemente el estrés durante la
manipulación
Dosis de inducción:
Ketamina: 20 mg/kg
Tiletamina - Zolacepan: 20mg/kg
A dosis equivalentes, Tiletamina - Zolacepan produce
una mejor inducción
Dosis y administración
Ketamina puede/debe emplearse con:

• Diacepán: 1 mg/kg
• Midazolán: 1 mg/kg
• Xilacina: 1-2 mg/kg

Tiletamine-Zolacepan puede emplearse con:

• Solo
• Con Xilacina: 1-2 mg/kg

Estas combinaciones pueden combinarse con Atropina en


la misma jeringa en forma IM
Ketamina + Diacepam + Sevoflurano
inducción
Inducción suave con un riesgo mínimo

1º. Ketamina + Diacepan + Atropina IM (20 + 1 + 0.05 mg/kg)

2º.* 15 min después, Sevoflurano 5 % ó Isoflurano 3-5 % másc

3º. Cateterización de la vena de la oreja

4º. La cola ‘cae’ en 1-2 min indicando una relajación muscular


adecuada para la intubación endotraqueal

* SE CONSIGUE EFECTO similar CON UN BOLO EV DE PROPOFOL A 2 mg/kg EV


Intubación
endotraqueal

 Laringe y tráquea pequeñas

 Laringe en forma de ‘V’: no hay un paso recto a la


tráquea

 Abertura oral pequeña: dificulta la visualización de


la laringe
Anatomía de la laringe en el cerdo
Anatomía de la laringe en el
cerdo
En nuestro caso, intubamos mejor con el animal en
decúbito dorsal mientras un ayudante abre la boca
ejerciendo tracción sobre los maxilares
Intubación endotraqueal
Intubación endotraqueal

 Preoxigenar con O2 100% : previene apnea e hipoxia

 Siempre tener preparado un tubo menor al del tamaño


considerado adecuado

 Tubos de 5-6 mm son adecuados en cerdos de 10-20 kg

 Colocar al animal en decúbito dorsal

 Un ayudante abre la boca del animal


Intubación endotraqueal

 Anestésico local (gel) en laringe para evitar espasmo

 Guía metálica (mandril) dentro del tubo ET

 Una vez que el tubo endotraqueal alcanza la laringe, el tubo


SE GIRA 180º y se avanza hacia la traquea

 La manipulación continua de la laringe produce daño

Nunca forzar el tubo ya que suele provocar espasmo,


sangrado y hasta perforación!!!!
Anestesia inyectable (TIVA)

La anestesia puede mantenerse con dosis


repetidas de:

Dexmedetomidina (4-4 umg/kg)

Ketamina o Tiletamina-Zolacepan (5-10 mg/kg)

Propofol en bolos o goteo (11mg/kg)


Anestesia inhalatoria

El Sevoflurano y el Isoflurano son los


anestésicos de elección

El Halotano podría elevar la incidencia de


Hipertermia Maligna en algunas razas
(Landrace)

El Oxido Nitroso no es recomendable en


cirugías prolongadas
Circuitos inhalatorios

Dependiendo del tamaño del animal optaremos por


distintos sistemas de ventilación, con o sin cal sodada

Los sistemas sin cal sodada son más fáciles de transportar, y se


reservan para cerdos de hasta 30-35 kg
Circuitos inhalatorios

Para animales de mayor peso son recomendables los circuitos


con cal sodada (cerrados),que permiten realizar una anestesia
de bajo flujo, economizando los costos
Circuitos inhalatorios
Fuente de oxígeno para vehiculizar el vapor anestésico

Flujo: estará en función directa del sistema o circuito


anestésico
(entre 400 ml / kg / min que se requieren con un sistema en
T de Ayre y 10-15 ml / kg / min con los circuitos cerrados
circulares)
Gases anestésicos
Gas CAM

Halotano 1,25
Isoflurano 1,3 – 1,65
Sevoflurano 2,40
Desflurano 8,28
Oxido nitroso 277
Gases anestésicos
Gas Concentración Coef.Partición

Halotano 0.9 – 1. 25 % 2.3


Isoflurano 1.2 – 2 % 1.4
Sevoflurano 2–3% 0.65
Opioides

Poseen una menor potencia (analgésica o sedante) que en


otras especies

Morfina: 0,5 mg/kg– 2 mg/kg (90 min de analgesia)

Fentanilo: 5-10 μg/kg (20-30 min de analgesia)

Remifentanilo: 1ug/kg/min
Efectos de 4 umg mg/kg de Fentanilo
en la CAM del Isoflurano

Especie CAM Duración (min)


Rata 40% 35
Conejo 45% 38
Cerdo 13% 33
Relajantes musculares

Despolarizantes

Evitar, pueden provocar hipertermia maligna: Succinilcolina


1-2 mg/kg

No Despolarizantes (de elección)

Pancuronio 0,1 mg/kg


Atracurio 0,5 - 1 mg/kg
Vecuronio 0,1 mg/kg
Monitorización

ECG: colocar los parches en zonas prominentes y ajustar


con esparadrapo

Pulsioximetría: colocar el
sensor en la cola (sensor de
dedo), lengua, morro, labios, oreja

Temperatura: sonda esofágica

Presión Arterial no invasiva (manguito)


Analgesia post operatoria
parches de Fentanilo

Es útil colocar los parches con 24 hs de antelación al


procedimiento anestésico-quirúrgico ( preanalgesia)
Analgesia postoperatoria

Opioides
Buprenorfina, 10-30 mcg/kg
Parches de Fentanilo

AINEs
Meloxicam: 0,1 mg/kg q 24 h IM, PO
Ketoprofen (en jarabe)
Analgesia post operatoria

Buprenorfina im a razón de 0.01-0.04 mg/kg cada 6-8 hs

Carprofren/Meloxicam a 0.2 mg/kg por vía im c/24 hs

Ambos forman una asociación analgésica muy recomendable para este período
Analgesia post operatoria

Las limitaciones de los AINEs incluyen lesión renal,


hipotensión grave perioperatoria y riesgo de hemorragia

No administrar más de 3 dosis consecutivas!!!!


Analgesia post operatoria

 La Ketamina a dosis subanestésicas (0.1-0.5 mg/kg im)

 Empleo de parches trasdérmicos de Fentanilo o Buprenorfina

No se ha podido demostrar el beneficio del uso del parche de


Buprenorfina en relación al costo de los de Fentanilo
Anestesia loco-regional
 Como complemento a la anestesia general o asociadas a una
sedación profunda

 Pueden aplicarse como infiltraciones y bloqueos tronculares


(intercostal, por ejemplo)

 La anestesia local intratesticular y la epidural lumbosacra, para


todas las manipulaciones del área genital en los machos
Anestesia epidural
Lumbosacra: Dispone de un espacio relativamente amplio
que facilita la punción con un catéter epidural

Dosis: 0,2 ml/kg Lidocaína al 2%, o Bupivacaína al 0,5%


Anestesia loco-regional

Anestesia epidural
Para la anestesia epidural lumbosacra puede asociarse
un analgésico narcótico como la Buprenorfina (0.01
mg/kg) o el Fentanilo (0.005 mg/kg) a la dosis del
anestésico local (0,2 ml /Kg), para potenciar los efectos
y su duración en el periodo postoperatorio
Anestesia loco-regional
anestesia paravertebral

 La anestesia paravertebral no es muy fácil de practicar en el


cerdo, debido a la cobertura muscular y de grasa que ocultan
los relieves óseos (apófisis transversas y espinosas de las
vertebras torácicas y lumbares), es preciso palpar para
depositar el anestésico a la salida de los agujeros de
conjunción (Lidocaína en gel: liberación lenta)
Anestesia loco-regional
Como anestésicos locales se emplean:

Lidocaína (1%-2%) : rapidez de acción y corta duración. Una


vez inyectado tarda unos 10 minutos en lograrse el
bloqueo de la transmisión nerviosa, con una duración de
unos 90 minutos

Bupivacaína (0.75%) posee un tiempo de latencia algo


superior, pero la duración de los efectos son más
prolongados, de hasta 180 minutos
Hipertermia maligna
Miopatía hereditaria

Se caracteriza por:
 Aumento de la temperatura (>42ºC)
 Rigidez muscular extrema
 Niveles muy altos de CO2 y acidosis

Causas: iatrogénicas, Succinilcolina y Anestésicos


Halogenados (Halotano >Isoflurano, Sevoflurano)

Tratamiento: Dantrolene: 2 mg/kg


ANESTESIA PECES
Orientações para o uso de zebrafish -NIH

Necessidade de minimizar o sofrimento

Adultos, experimentar o sofrimento continua a ser controversa

O estabelecimento de orientações que assegurem a eutanásia rápida

Não há evidência de cognição (OS) em primeira semana do desenvol.

Movimentos embrionários são simples reflexos


Orientações para o uso de zebrafish -NIH

A primeira semana, as larvas podem responder a estímulos simples

Semelhante nos estágios iniciais de embrião de camundongo ( nutrição)

Critério de alimentação independente 8 dias após (dpf)

7 dpf tem sinais da doença na ausência de alimentação externa

Assim, a primeira semana, o peixe permanecem em um estado imaturo


Anestesia de peixe. Procedimento usual para intervenção rápida

Menos estressante para os animais

Indução rápida

Perda o equilibrio natatória

Deixem de movimentos das gueiras

Reflexos táteis podem não exibidos

Se observa-se qualquer reação do animal pode ser imersão a solução


anestésica em poucos segundos

Pode manter o animal com a área opérculo coberta por um pano


molhado (a mesma solução anestésica) para saturar o ar de umidade
Pre-Anesthesia

Como calmante antes da anestesia: fenoxietanol ou óleo de


cravo. As dosagens variam de acordo com o que você quer
fazer. Como idéia geral não usaria mais de 30% da dose de
anestésico para a indução. Após anestesiar imediatamente

Anestesia

Inalado através de brânquias ou também pelo tegumento a


droga dissolvida no meio
Por imersão no tanque separado

Benzocaína

transporte de 10 a 30 ppm;
anestesia 40-100 ppm

MS-222 (Metanosulfonato de tricaina)

transporte 5-30 ppm


anestesia 50-100 ppm

Dose: 1g / 10 litros (100 ppm)


Precauções. Tóxico, possível cancerígeno. Use sempre luvas
Anestesia aparentemente boa. Indução rápida mas recuperação estressante

Não use se você pode usar qualquer um dos dois seguintes....


Fenoxietanol

Dose: 0,6 - 1ml 1 litro (1:1 000 ou 1000 ppm)


Precauções: Use com luvas

Boa anestesia geral, mas sim ocorrem variações individuais

Sensibilidade altamente variável individual a overdose


Recuperação boa da anestesia
Essência de Cravo da India (eugenol)

Dose. 50 a 100 ppm (5-10 ml / 100 litros)

Precauções. Se não tratada com cuidado pode ser anestesiada localmente,


lábios, pálpebras, etc. Típico odor muito penetrante. Embora inofensivo é
aconselhável usar com luvas

Observações e laboratório. Anestesia segura, permitindo que alguns erros em


doses elevadas, pode ser usada como um pré-anestésico. Muito boa recuperação.
Ele permite que a anestesia de longa duração.

Se dissolve com dificuldade na água, então é bom se preparar antecipadamente e


grave agitação com ar ou diluí-la em etanol no momento da utilização

Quando usado diretamente no aquário deve, em seguida, esvaziar todo o aquário


para remover todos os vestígios do produto porque é um óleo permanece na
superfície, sendo difícil rapidamente eliminado por diluição
Outros métodos de anestesia

Em espécie pode ser injetado no músculo vermelho


(pentobarbital), vasos sanguíneos ou cavidades

No alimento (diazepam)

Usando gases nos peixes pulmonados (dipnóicos)


Recuperação

Se o fluxo no aquário é correto e completo, é melhor


recuperar no aquário. Se isso não acontecer você deve
recuperar o recipiente similar a anestesia com fluxo de água
boa para remover rapidamente os restos de anestésico e seus
metabólitos. Quando o animal parece recuperar a natação
voltou ao aquário de lotação . Com o que evita outra
manipulação estressante para o animal.
Para ter em conta

A dose de valores de literatura são média

Pode variar com a espécie, tamanho, sexo, estado de saúde,


fisiológico e também com o pH, temperatura e oxigênio dissolvido

A aeração é necessária tanto no tanque de anestesia e recuperação

Saber que plano de anestesia deve ser alcançada para as manobras


Tomar de amostra e inoculação

Veia caudal
Tome a linha lateral (LL) como referência
Introduza a agulha a 45 ° acima do LL a vértebra
Ao toque fazem a tomada ou inocular
Agulha de calibre menos de vaso sanguíneo
Punción cardíaca

Inserir a agulha na região ventral linha


alba ao nível das barbatanas peitorais

Esta técnica é terminal

Biópsia das brânquias

Realizar a biópsia sob anestesia

Usada tesoura oftálmica


Intraperitoneal

Evitar perfurar órgãos internos Injetar na linha média, cranial


de barbatanas pélvicas

Intramuscular

Pode ser feito sob a barbatana dorsal ou entre


a linha lateral e dorsal
Eutanásia
Eutanásia pode conceituada como a conduta na qual
se busca abreviar a vida de um ser vivo, como o
mínimo possível de dor e sofrimento
Condições

Atender a legislação vigente

Aprovado por uma CEUA

Normativas reconhecidas ( AVMA/ FELASA Guidelines for the Euthanasia of Animals )

Suporte veterinário

Treinamento da equipe

Biossegurança

Basear-se sempre no princípio dos 3Rs (Russel & Burch, 1959)


Considerações Éticas

Os animais são seres sencientes, portanto, capazes de sentir,


interpretar e responder a estímulos dolorosos e ao sofrimento.

Estabelecer diretrizes e normas que garantam o atendimento aos


princípios de bem-estar animal e respeito aos parâmetros éticos
Indicação da Eutanásia

 Nos casos em que doenças ou injúrias sejam irreversíveis

 Fornecimento de sangue ou outras amostras (propósito científico)

 Quando os níveis de dor, estresse e sofrimento excedem

 os níveis tolerados (endpoint)

 Ao fim de experimentos
Critérios de Escolha do Método

Espécie animal utilizada


Estado fisiológico
Idade
Meio de imobilização/contenção disponível
Número de animais a serem submetidos à eutanásia
Não interferir no método já padronizado das pesquisas
Custo
Características Desejáveis
Método humanitário

Indolor

Rápido

Fármacos que tornem o procedimento

de eutanásia tranquilo e isento de excitações


Características Indesejáveis
Métodos cruentos

Causar dor e desconforto ( ATAQUES / ESCAPE / SALIVAÇÃO / DESCARGA


DE SACOS ANAIS / TAQUICARDIA )

Que podem causar asfixia

Uso isolado de miorrelaxantes de ação central ou periféricos

Empregar métodos de eutanásia considerados agressivos para


quem está executando ou auxiliando o procedimento
Métodos de Eutanásia
Agentes Injetáveis
Induzem à morte rapidamente

Em algumas situações: apenas uma única substância

Desvantagem: a maioria dos fármacos são


controlados, o que torna sua aquisição mais difícil

Administração: Via IV (preferencial) ou IP


Métodos de Eutanásia

Barbitúricos
São amplamente utilizadas e aceitas

Método rápido

Baixo custo

Dose para eutanásia: 3-5x a dose anestésica


Recomenda-se o uso de uma MPA (xilazina,
diazepam, acepromazina, etc.) antes da eutanásia
Métodos de Eutanásia

Pentobarbital Sódico (dose mg/kg)

Rato 200

Coelho 150

Hamster 250

Cobaia 200

Camundongo 200
Tiopental Sódico (dose mg/kg)

Rato 150

Coelho 150

Camundongo 200
Cloridrato de Cetamina
Somente se administrada em associação com MPA (xilazina e

benzodiazepínicos)

Hidrato de Cloral (Sedativo hipnótico)

Não possui efeito analgésico

Pode ser utilizado para eutanásia de grandes animais

(Administração exclusiva por via IV)

Animal deve estar anestesiado


Anestésicos Inalatórios
Halotano, Enfluorano e Isoflurano, deprimem o sistema
respiratório e cardiovascular

Indicado para animais de pequeno porte , quando a


aplicação da via IV é difícil
Anestésicos Inalatórios

Coelhos: reagem adversamente (excitação)

Répteis, anfíbios: capacidade de entrar em apnéia


(maior tempo de indução anestésica)

Neonatos: resistente à hipóxia (maior tempo para que


venham a óbito)
Anestésicos Inalatórios

Cuidado com a segurança dos operadores (efeito

hepatotóxico dos agentes inalatórios)

Exige-se o uso prévio de medicação tranquilizante,

para evitar a excitação (estágio II da anestesia)


Dióxido de carbono

Barato, não inflamável, não explosivo e seguro para o operador

Utilizar 70% de CO2 em ar

Método rápido pela depressão do SNC

Não recomendado em neonatos e pintainhos


Dióxido de carbono

O uso do CO2 para eutanásia tem suscitado controvérsias

quanto ao sofrimento dos animais. A dificuldade de

padronização do método limita bastante seu uso. Portanto, sua

utilização deve ser restrita a situações controladas e na total

impossibilidade de métodos mais seguros


Imersão (peixes e anfíbios)
Administração de doses elevadas de anestésicos

Metanossulfonato de tricaína/ MS222 250 - 500 mg/L

Benzocaína (baixo custo e segurança) > 250 mg/L

Ethanol 95% 30-40 ml/L

Isofluorane, Sevofluorane > de 5 - 20 ml/L

2-fenoxietanol 0,3 - 0,4 mg/L


Directrizes eutanásia no Zebra fish

No zebrafish ≥ 8dpf

Imersão em água com gelo em 10 minutos

Overdose de tricaína metano sulfonato (MS222, 200 a 300 mg / l) por imersão prolongada 10 minutos ,
após a cessação do movimento

Anestesia con tricaína sulfonato de metano (MS222, 168 mg / l) e congelação rápida nitrogênio liquido

Decapitação com uma faca afiada por uma pessoa qualificada (se o seu uso exigido pelo projeto )

En el pez cebra 4-7dpf y embriones ≤ 3dpf

Imobilização por imersão em água com gelo por 20 minutos para assegurar a morte por hipóxia

A adição de uma solução de lixivia (hipoclorito de sódio para o 6,15%) por 5 minutos

O método de água de gelo não deve ser extrapolado para outras espécies aquáticas
Deslocamento cervical
Perda de sensibilidade devido ao rompimento da
medula espinhal e morte

Somente utilizado quando a adoção de outros


método invalidam o resultado final
Empregado apenas em roedores < 150g

Não utilizar a técnica pra cobaias e hamsters

Roedores maiores deverão ser sedados


Decapitação
Utilizar guilhotina

O material coletado geralmente apresenta-se contaminado

por secreções salivares e respiratórias

NÃO FAÇA EM PRESENÇA DE OUTRO ANIMAIS VIVOS


Congelamento rápido
Congelamento em nitrogênio líquido

Somente utilizados para fetos (até 4g)

Exsanguinação
Realizada pela punção cardíaca ou de vasos sanguíneos de grande calibre

Ideal para obtenção de soro hiperimune de roedores e coelhos

Os animais deverão estar obrigatoriamente anestesiados


Métodos Inaceitáceis

Embolia gasosa
Traumatismo craniano
Incineração
Hidrato de cloral para pequenos animais (dose dependente)
Clorofórmio ou éter
Descompressão
Afogamento
Exsanguinação
Métodos Inaceitáceis

Imersão em formol ou qualquer outra substância fixadora

Uso isolado de bloqueadores neuromusculares, cloreto de


potássio ou sulfato de magnésio

Qualquer tipo de substância tóxica, natural ou sintética,


que possa causar sofrimento ao animal e/ou demandar
tempo excessivo para morte

Atordoamento elétrico sem anestesia prévia


Confirmação da Morte/ Parâmetros
Ausência de movimentos torácicos e sinais de respiração
Perda da coloração das membranas mucosas

Ausência de batimentos cardíacos e pulso

Perda do brilho e umidade das córneas

Perda do reflexo corneal e em geral

Rigor mortis
O refinamento dos cuidados e do uso de animais
de laboratório deve ser um processo contínuo

Os procedimentos de eutanásia devem ser


revistos quando novas informações estiverem
disponíveis

É essencial que os usuários mantenham-se


atualizados em relação ao progresso científico
relativo a este tema
Dor, anestesia, analgesia

AWIC http://awic.nal.usda.gov

Animalpain www. vet . ed . ac . uk / animalpain

CCAC http://ccac.ca

ILAR http://dels.nas.edu/ilar

Lab animal htpp://www.labanimal.com/laban/index.html


Eutanásia
Felasa http://www.felasa.eu/recommendations

AVMA https://www.avma.org

Anzccart http://www.adelaide.edu.au/ANZCCART

AHC http://www.ahc.umn.edu/rar/euthanasia.html

NHI http://oacu.od.nih.gov
GRACIAS POR SU
ATENCION!!!!!!!!!

masprea@hotmail.com