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150513 FDCDP

Interdito :
Regime de interdição:

- art138º e s.s. É para maior.

- 3 fundamentos de lei pode levar a interdição dum maior:

1º Anomalia psíquica grave

2º Surdez-mudez grave

3º Cegueira grave

- Significação :
› Ciência no ponto vista fisica, qualquer um de tres casos, pode levar a interdição,
deste de que este ciência seja incapacitante, significa impeça o seu titular de reger
competentemente de sua pessoa e seu patrimonio, seja actual ou permanente.
› Incapacitante actual ou permanente, pode ver a interdição.
- Se o fundamento vivem bem no inabilitação, não pode tambem no interdição. O
interdição é mais grave do que inabilitação.
- Restrição:
› Interdição é restrição muito grande, em direitos fundamentais, a pessoa deixa de
poder exercer os seus direitos, deixa de um capacidade generica de exercicio.
› É possivel tem restrições em direitos fundamentais desta constituição. E estas
restrições tem de ser prevista por lei.
› o tribunal pode decretar a interdição, se ser com os fundamentos previstos na lei.
Este significa restingir muitos direitos fundamentais sem ter base de legal.
- Como alquem pode ser interditada? – Só atraves de sentença judicial.
› Sempre que algum acto implica um restrição dos direitos fundamentais que os
actos deve praticar pelos juizos. Este é frequente no processo tribunal.
› Muitas medidas de investigação involve restrições dos direitos fundamentais. –
ideia de garantir os direitos fundamentais.
- Processo:
› Tem de haver processo.
› Neste processo, vai ver uma Perícia de médico psíquico, ou um médico vai aferir a
eventual de incapacidade dos exercicio das pessoas.
› Alem disto, o juiz é obrigado a fazer o interrogatório ao pessoa interditária, para o
juiz dever, de acordo com os critérios conhecimentos comuns, se haja os factos de
aquela pessoa é incapaz de reger a sua propria vida.
- É possivel que não é necessária de interdição e então aplica a inabilitação, que é outra
medida que mais adequada para caso. Pode ver uma interdição qe cabe na sentença de
inablilitação. Não há vinculação.
- Quem tem a legitimidade para ir ao tribunal e requerer a interdição de uma pessoa?
› 1. Alguem seja casar
› 2. Tutor que alguem já tenha tutela
› 3. Sucessível de pessoa
› 4. Os pais – caso específica
- Distinguimos três situações de interdição:
- 1º Os pais pode requerer a interdição dos filhos maiores.
› E.g. se uma pessoa nasce com deficiencia e os pais percebe este deficiencia que
torno incapaz de reger a sua propria vida e patrimonio, então, quando ainda é
menor, 17anos, os pais podem requerer a interdição.
› Qual é o objectivo?
 O objectivo é evitar aquele menor se torna incapaz de exercicio.
› Qual é a sentença judicial?
 A decretar a interdição. Ele vai continuar a incapaz de exercicio, apesar de ser
o maior, mas este feita por interdito.
 É possivel que a sentença preferida quando aquela pessoa já tornou maior.
› Sempre que os pais requere a inteditação do menor, a reponsabilidade parental
manter a ter a sentença judicial.
› Significa que um menor, entretanto tornar maior e não houver a sentença judicial e
quando a sentença judicial ele continua incapaz a exercicio, entao o subjeito de
representaçao legal por parte dos pais. Portanto é uma forma evitar durante o
lapzo temporal o menor tem o capacidade.
- 2º interdição gera incapacidade especifica de gozo
› Alguns direitos interditos não pode ser titular justamente. Por isso, o interdito
impede a ser titular de determinados direitos.
› Se uma pessoa que é interditada por anomalia psíquica, é muito mais rígido.
› E.g. não tem direito de casar, ficar automaticamente proibido totalmente de poder
pelo tribunal.
› E.g. se o interdito tem um filho, por causa de interdição, nunca pode ser titular
responsabilidade parental relativamente naquela criança
- 3º interdição de capacidade especifica de gozo - parcial
› Surdez-mudez e Cegueira não há limitação de casar, não há limitação de ter filhos,
mas há uma limitação do poder pelo tribunal que é responsabilidade parental, mas
é só uma limitação parcial e não é total.
› O grau de limitação tem de ver, ponderar casa ao caso.
› Evidentemente, se uma pessoa interdita, não pode ser um tutor, um representante
ou administrador do bem de outrem. Não pode por natureza ser representante
legal de outrem, se o proprio precisa um representante, não pode ser um
representante.

- Capacidade de exercicio
› Nem interdição tem capacidade generica de exercicio. Significa que um interdito,
não pode possessor livremente exercer os direitos de titular ou cumprir os
obrigações que está em escrito.
› Neste caso, a lei nem aplica o regime dos menores.
 O regime de interdito, é o regime do menores que necessária a intepretações.
 O regime de inabilitado, é o regime do interdito com remeter com o menores,
é o regime que o menores com suas intepretações.
› Ou seja, o regime regra de incapacidade exercicio é o regime de maiores, pode ser
interdito ou inabilitado.

› Especialidade:
- Capacidade generica de exercicio – deve saber qual é a forma para suprir este
capacidade. Como se vai fazer para o direito de titular possa exercicio.
› Forma é semelhança com o anulabilidade a representação.
› Tambem o interdito tem substituição de vontade. Há representante e vai exercer os
direitos de representado. Ou seja, o representante vai exercer o direito de
interdito.
› Semelhante com anulabilidade, a diferença é no meio de suprimento.
› A interdição está a pensar pelo maiores, portanto, não faz sentido que está a falar a
reponsabilidade parental. A reponsabilidade parental termina com maioridade.
Então o meio de suprimento não faz sentido relativamente com interdito.
› Faz sentido com tutela, e faz sentido com administração dos bens. – tres meios:
responsabilidade parental, que é a regra, tutela de subsidiária e administraçao de
complementar.
- Em relação de interdito, só temos dois meios:
› 1º A tutela, que é a regra
› 2º A complementar, que é Administração do bem

- 1º tutela
› Quem pode ser o tutor? -Art143º nº1
 Alinha a).Primeira hipotese: cônjuge.
 Alinha b).Segunda hipotese: permite os pais venham designar quem é posteria
que fosse o tutor dos filhos.
 Alinha C).Terceira hipotese: significa o tutor pode ser qualque os progenitores.
 O problema de coloca é que º144: exercicio o poder pelo tribunal é que, se
o senhores tiverem interdito, este interdito tiver o tutor ou progenitor, foi
este o tribunal a decide este progenitor é o tutor, ou podemos dizer que
haver a responsabilidade parental.
 Se não só dois meios, são tres meios para aplica no regime de
responsabilidade parental, dos pais, em relação com interdito, faz sentido?
 Resposta é não. Razões:
o i. porque a responsabilidade parental termina quando tornar
maioridade. Interdito por naturaza maior. Não há interditos menores.
o ii. O tribunal pode atribuir a tutela ao um progenitor. Significa que o
interdito tem o pai e a mae, o tribunal pode decide atribuir a tutela só
o pai ou só a mae. Não tem de fazer aos dois.
 Na responsabilidade parental em regra, devem aos dois pais. Por
isso, tem o figura diferente na responsabilidade parental, entao
seguir aos progenitors.
 Sempre a tutela faz sentido de dizer a um progenitor.
o iii. Nós sempre falar o maior, é possivel pessoa tem 40, 30anos. Ele é
possivel tem a vida aparentamente normal. Sempre ele é maior, a
maior parte ele já não viviam com os seus pais. Já tem a vida
autonoma.
 A justificação de regime de responsabilidade parental requer os pais
e filhos menores vivem conjuntos.
 Mas muitas vezes os maiores já tem a sua vida e já não depende de
pais.
 Portanto, não há substrato a vida comum justifica a reponsabilidade
parental. Por estas razões, tem de ser entendito que em rigor fala
de tutela, e tem dois meios, tutela e administração do bem, e não
há a responsabilidade parental, este determina com maioridade.
 Alinha D). 略
› Art143º nº2 – se houver razões ponderosas justifica a altera a ordem de tribunal
pode fazer, significa a ordem é relativa. O tribunal pode nomear o tutor e vai ver
durante o caso concreto, qual é ele que melhor pode desenpanhar o papel de tutor.

- Administração dos bens:


› Algumas situações, a tutela em querer a administração dos bens. Pode chegar a
conclução em que relativamente a administração dos bens seja para uma pessoa.
› Em interdição, pressupoem o tutor vai exercer quer os direitos de ambitos pessoal
quer os direitos ambitos patrimonial do interdito.
› Mas é melhor que a administração dos bens tem a pessoa que é diferente.

- O problema: qual o valor juridica nos actos praticados de interditos?


› Tres situações possivel é que a lei faz:
 1º actos praticados de interditos depois de registar a interdição:
 Ou seja, já houve sentença judicial, já houve registo de sentença judicial do
todo processo e temos verdedeiro interdito.
 E este interdito pratico um acto, nós sabemos que o interdito após de
interdição, após o registo de interdção, não pode praticar o acto possessor
pessoal livremente. Porque ele é incapaz de exercicio.
 Portanto, qual é a consequecia, qual é a desvalor associado com o acto
praticado pelo interdito?
o Resolver: aplica o regime do menor- anulabilidade.
o Quem pode requerer o anulação do acto?
 O representante legal que vem de tutor, se entretanto por alguma
razão que em incapacidade determina a interdição que foram
levantado, o proprio interdito mas aí só após a cessação de
incapacidade.
→ i. Regime de incapacidade de menor de 124º e 127º tambem são
aplicada no interdito. Ou seja, em relaçao de interdito, tambem
há alguns actos que ele pode praticar possissor no art127º como
o menor
→ ii. Pode falar a XXXinogralibilidade, sempre haja o dolo de
interdito, juridicamente possivel mas não sempre acontece.
 2º O acto foi praticado depós de propósito de interdição, mas antes de reistar
e sentença, ainda não há sentença.
 Duranto o periodo de processo, o questão coloca no qual é o valor do acto
que praticado pelo interditando.
 Ou seja, alguem ainda não foi interdito, mas está no algum processo de
interdição. O processo já está a correr e durante neste periodo pratica
determinavel.
 Lei tambem vem de subsidiar o desvalor de anulabilidade. O acto praticado
pelo o interditando 待禁治产人 que a pessoa já será no processo de
interdição, tambem é o acto anulavel.
 Tem duas condições:
o Para o acto praticado durante de processo de interdição seja anulavel-
o 1. é precisa haja a sentença de interdiça: Se efectivamente deste
interditando, a anulabilidade está a depender de o acontece de
sentença de interdição.
o 2. Se o acto efectivamente causa pelo juiz ao interdito.
 Se o acto foi anulavel, então, quem tem legitimidade para anular
será o tutor, e no prazo de um ano a contado de reconhecimento
de vício. Este é o regime geral.
o 3. Temporal: o acto praticado antes de inicio do processo de
interdição.
o E.g. Temos uma pessoa que tem Anomalia psíquica, ou Surdez-mudez,
ou Cegueira, praticou um determinado acto, mas o acto praticado é
antes de haver qualquer processo judicial ou sentença de interdição
daquele pessoa.
o Só tem um solução: regime de incapacidade acidental – Art257º
o Saber que relativamente os actos praticados antes do início de
processo de interdição, este acto pode ser anulado se identificada a
incapacidade acidental no 257º

- Mais aspecto de interdição: valer muito tempo no processo de interdição


› Não é impossivel que o processo de interdição vale muito tempo.
› Para este, o legislador considera a possibilidade de valer muito tempo, haver tutela
de provisória e tutor de provisória.
› Mas este decisão fica dependente de uma avaliação mais rigorosa, depois uma
sentença que venha efectivamente adequada a interdição.

- Cessação de incapacidade:
› Forma: levantamento de interdição. - É uma sentença judicial novamente.
› É preciso um processo judicial em que o juiz vai vincular se a causa de justificou a
interdição desapareceu.
› Quem tem legitimidade para requerer a levantamento de interdição?
 1.O interdito – porque ele é, naturalemte a pessoa tem interesse seja
relevante mais de interdição.
 2.Todas as pessoas tem legitimidade para requerer a interdição, tambem tem
legitimidade para requerer a levantamento de interdição.
› Tem a possiblilidade que o tribunal permite a levantamento de interdição porque é
muito grave do que deve ser, mas passa ao aplicar a inabilitação. – é uma medida
mais fraca.
› Deste medida de levantamento de interdição, pode ter uma sentença de
levantamento, pode ter uma sentença de manutenção de interdição ou pode ter
uma sentença de substituição de inabilitação.

- Inabilitação: - art152º e ss.


› Tambem é incapacidade de pessoa singular mas é menos grave.
› O regime de inabilitação é decalcar(極其相似地)模仿 de regime de interdição, e de
regime de menor.
› Há mais fundamento do que interdição, mas tem três fundamentos comuns:
 Anomalia psíquica, surdez-mudez ou cegueira – tres fundamentos que é
comum com o interdição. Mas tem diferença:
 Na interdiçao, Anomalia psíquica, surdez-mudez ou cegueira é muito grave
que uma pessoa é verdedeira incapacidade, não consegue reger a sua vida
e o seu patrimonio.
 Na inabilitação, estes tres situações são menos graves que pessoa precisa
ajuda, mas alguma pode viver sozinho e consegue fazer todo e náo precisa
substituir pelo outrem.
 Por isso, os fundamentos são iguais, é o problema de grau. Quando mais grave
toma interdição e menos grave toma inabilitação.
› Para alem estes fundamentos comum, há fundamentos especifico no inabilitação:
 1. Prodigalidade:
 Tem de ver com desmover do financeiro. Uma pessoa prodigar é alguem
faz:
o i. Tem despesas claramente superior a receitas:
 Por simplesmente gasta sem pensar quando ganho, e o rendimento
todo gastado.
o ii. Tem despeses justificadas que é irrazoaveis.
 Gasta dinheiro na coisa completamente disparidade, dar dinheiro a
coisas não tem aquele valor.
 O que está aqui em causa não é fazer o mal negócio, é a pessoa
gasta sem controlo, não tem capacidade de controlar a sue
consumo.
 E.g. sempre comprar coisa que não precisa, ou o jogo – o jogador.
Sempre que pessoa já não tem dinheiro e continua a jogar, pensa
proxima vai ganhar, e vai tentar e tentar.
 2. Abuso de bebidas alcoólicas ou de estupefacientes:
 Alguem que abuso de álcool, não é uma vez, é alguem habitualmente abuso
de álcool ou estupefaciente, faz uma pessoa alcoólica ou
toxicodependência, essas pessoas podem ser inabilidades. Porque pode por
causa destes, ser incapaz de reger o seu patrimonio.

- Processo de inabilitação:
› Inabilitação tambem requerer a sentença judicial. O processo de interdição e
inabilitação é mesmo.
› Mais uma vez, o juiz perante o pedido de inabilitação, pode dizer sim, tem razão,
pode dizer não, não há nenhum problema de pessoa, sem qualque tipo de
incapacidade, ou terceiro hipotese, juiz diz não, isto é mais grave do que
inabilitação, deve ser interdição.
› O processo é comum, a sentença pode ser inabilitação, interdição ou nada.

- Inabilitação - Capacidade generica do gozo


› uma pessoa tem uma capacidade generica do gozo, embora uma vez mais haja uma
capacidade especifica de gozo.
› Em inabilitação, faz só por inabilitação que pessoa não pode ser titular um
determindos direitos.
› Em regra, qualquer inabilitado tem o tutor ou administrador dos bens, se o proprio
não é capaz de reger o seu patrimonio, então tambem não pode reger o patrimonio
de outrem.
› Portanto, uma pessoa que é inabilidado, não pode assumir esta papel de
representante legal do outrem.
 Excepção: pródigo
 Quem foi inabilidado de prodigalidade, pode ser o tutor, pode ser
representante legal. Embora que esteja limitado dos seus poderes. Pode ser
o tutor, mas não pode ser administrador do bem.
 Em caso que sempre designar como o tutor inabilitado, e simultaneamente
ser instituido o administração dos bens que factalmente entregue a outra
pessoa.
 Excepção: Anomalia psíquica:
 Inabilitado de anomalia psíquica tambem não pode casar, como o interdito.
 E tambem proibido totalmente responsabilidade parental como interdito,
inabilitado nunca pode ser representante legal do filho.
 Outros fundamentos:
 Quando outros fundamentos para interdição, ou inabilitação, não é
anomalia específica, mas são outros, então, a consequecia tambem tem o
proibição do poder parental, do responsabilidade parental, mas é parcial,
não é total.

- Incapacidade especifica de gozo:


› Regra é capacidade generica de gozo, acompanhado com incapacidade especifica
de gozo.
- Capacidade de exercicio ou Incapacidade de exercicio:
› Diferentemente com o regime de menor e com regime de interdição, inabilitado é
capaz em termos de exercicio generico.
› Temos uma capacidade especifica de exercicio. Este é especialidade de inabilitação.
› A pessoa só incapaz relativamente aos actos que a sentença determina.
› A sentença vai referir o ambito de incapacidade. Acto determinado na sentença,
aquela pessoa não pode exercer sozinho livremente.
› Todo não conta na sentença, a regra é que ponderar exercer sozinha, não precisa
de ninguém que substitua ou quer ajuda, nada.
› Este é capacidade em ambito de limitar pela sentença.
› Significa que o regime de inabilitado não sempre igual. Porque uma pessoa pode
ser inabilitado por um determinados actos não pelo outro, e outra pessoa pode
praticar os actos que o primeiro não pode, e não pode praticar os actos que o
primeiro pode praticar.
› O campo de inabilitação avalia caso ao caso, o funça está a determinado pelo
sentença.

- Qual é a forma para suprir este incapacidade?


› A regra tambem é diferente com anulabilidade de interdição que a regra é
representação.
› Regra aqui não, a regra é a assistencia.
› Assistencia significa que já não substituição de vontade de representação, mas é
conjugação de vontades.
› Regra dentro de assistencia, tem três formas:
 i.Necessidade de autorização do acto
 ii.Necessidade de comparticipação do acto
 iii.Necessidade de ratificação de acto
› o regime de regra é assistente traduz a autorização do acto. Ou seja, a inabilitação é
o regime que impoem ao inabilitado, autorização previa por parte de assistente,
reletivamente que acto deve praticado. Praticar o acto sozinho mas não é
livremente, é precisa autorização por parte de assistente.
› Este regra admite uma excepção:
 Há casos que apesar haver uma inabilitação, a forma de suprir não será a
assistencia, mas será a representação.
 Este é claramente addicional, normalmente inabilitado de forma suprir a
incapacidade de inabilitado é assistencia.
 Só em casos muitos gravos em incapacidade relativamente, o juiz pode
determina em vez de se aplica a regime de assistencia, se aplica o regime de
representação.
 Por isso, não é impossivel de ver incapacidade com um representante.

- Meio de suprimento:
› Aqui é curatela, que vai dar a origem ao curador.
› Ou seja, se em relação a interdição, o meio é tutela, dar a origem ao tutor. Então,
em relação de abilitação, o meio é curatela, dar a origem ao curador.
› A função de curador:
 Em regra, autorizar inabilitado a praticar determinados actos.
 O problema: embora o inabilitado tem incapacidade especifica de exercicio,
coloca a questao que saber e se o inabilitado, apesar deste incapacidae,
praticar algum acto que sem autorização de seu curador, mas o acto que a
partida no ambito do sua incapacidade de exercicio.
 Ou seja, o acto que é incapacidade de exercicio, o acto precisa o autorização de
curador para poder praticar o acto validamente.
 Resulta que este acto é anulavel.
› Perante uma situação destes, é precisa que já tem uma sentença de inabilitação.
› Se haver uma inabilitação, inabilitado pratica o acto, por qual não tem capacidade
de exercicio, o acto é anulavel.

- Quem pode requerer anulação do acto?


› Curador que tem um ano deste conhecimento o pratica do acto.
› O proprio inabilitado no ano seguinte ao levantamento de inabilitação.
› Se o acto foi praticado antes de sentença de inabilitação, então formalmente, a
pessoa ainda não é incapaz.
› Então, a única forma de tutelar este pessoa no fundo é, tem um fundamento
material de incapacidade, aplica o regime mais uma vez, art257º incapacidade
acidental.
- Cessação de inabilidade:
› Tem de haver sentença judicial.
› Mais uma vez, só é possivel haver cessação de incapacidade exercicio, se o tribunal
decretar levantamento de inabilitação.
 1. Há limites ao poder de juiz levantar a inabilitação no caso de pessoa com
prodigalidade.
 Se uma pessoa foi inabilitado por prodigalidade, o juiz só pode decretar
levantamento de inabilitação passar ao 5anos, ou deste de negou o pedido
de leventamento, o inabilitado só pode requerer a levantamento de
inabilitação depois 5anos.
 E.g. alguem foi inabilitado por prodigalidade, passar 5anos, vem requerero
levantamento de inabilitação, e o tribunal entende não há fundamento para
levantar, o causa de origem de inabilitação continua, e portanto, nega.
Agora, tem de passar mais 5anos, o inabilitado desta sentença pode fazer o
novo pedido ao levantamento de inabilitação.
 Razao: porque o juiz considera que precisa algum tempo para ter a certeza
daquele incapacidade desapereceu ou está a controlado. Portanto, há este
limitação.
 2. Inabilitação pode ser transcendido e tornar interdição.
 Semelhança de interdição, pode ver ao levantemento de inabilitação, na
situação que o juiz pode transcendido.
 Na sentença judicial, o juiz pode dizer sem, tem todo razão, pode dizer não,
recusa, ou terceiro, pode passar ao interdição, ou pode manter a
inabilitação mas alterar a ambito de incapacidade.
 3. Alteração do ambito de incapacidade.
 Inabilitação tem incapacidade especifica de exercicio, e portanto, só incapaz
relativamento aos actos que escritos na sentença.
 O tribunal pode chegar conclução que os actos que tinha sido incapaz,
agora já não é mesmo, tribunal pode alterar o ambito de incapacidade.

- Incapacidade acidental
› Art257º
› 1. Pode ser o juízo no negócio juridico, não está a trata o propósito de incapacidade
como inabilitação ou interdiçaõ, mas é no negócio juridico.
› 2. Quem pode aplicar?
 As pessoas que em quem exige fundamento para interdição, ou fundamento
para inabilitação, mas ainda não houve processo judicial para decretar a
interdição ou inabilitação.
 Outra pessoa que pode ser destinatária – o menor.
 O interdito, o inabilitado, e o menor, todos deles tem capacidade ecercicio que
é capacidade especifica – porque aplica o art127º que vem dizer que
relativamente há capacidade de exercicio.
 Relativamente, alguns actos que o interdito, o inabilitado, e o menor tem
capacidade de exercicio. Haver o analogio de base, pode haver o caso que
apesar de ter capacidade generica de exercicio, e tem o concreto que perante
o acto preciso, não tiverem a capacidade.
 Ou seja, pode aplicar as pessoas tem capacidade abstrata praticar o acto, mas
perante a situação concreta, a sua patologia manifesta que ele não tem
capacidade natural para praticar o acto.
› 3. Requisito:
 i. incapacidade natural:
 para ver incapacidade acidental, é preciso que uma pessoa aparece a
incapacidade.
 Tem de avalia o acto de pessoa, se ele tem ou não o conhecimento o que
estava a fazer, ou se tomar livremente ou não do seu vontade.
 Se chegar a conclusão que a pessoa não tinha esta capacidade natural, não
conseguir entender totalmente o que estava a fazer, ou não tinha vontade
livremente, entao este é incapacidade acidental.
 ii. Relevante judicialmente.
 Não basta de mostrar a incapacidade natural, é presico mais do que isto, é
preciso relevante judicialmente.
o A. Precisa conhecido de declaratário:
 Declaratário: é quem se admite, recebe a declaração.
 Precisa que uma pessoa verdedeiramente perceber o declaração,
perceber o que dizer.
o B. Nascível: (?)
 Precisa que uma pessoa verdedeiramente perceber ele é incapaz,
perceber o incapacidade dele.
› 4.Consequencia:
 sempre que dois requisitos esteja preenchido, o acto é anulável.
 Anulavel porque o parte de pessoa fica incapacidade acidental.
 Quem tem legitimidade para exercer este ideia de anulação?
 1. O incapaz torna capacidade depois um ano.
 2. O tutor ou curador.