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DO160318 11ª

6.Abel prometeu vender a Bernardino, e este prometeu comprar-lhe, um andar pelo preço
de €230.000. Do contrato constava que o preço deveria ser pago à Casa do Gaiato.
Bernardino recusa-se a celebrar o contrato definitivo. Quem pode exigir o cumprimento do
contrato-promessa?

No regime jurídica do contrato promessa:


 Contrato promessa, que com objecto uma C/V futura. Preço em que se pago em
execução do contrato promessa deveria ser o efeito no benefício do terceiro estranho
ao contrato promessa, que é casa do Gaiato.

 Quem tem dto a exigir o cumprimento do CP? Tem dto a exigir O cumprimento do CP
é Abel.
o Porque o contrato promessa, é o contrato bilateral, tem duas parte. Abel
promete a vender, e Bernardino, promete ao comprar. Se Bernardino, incumprir
o obrigação de contratar, se recusar a celebrar o contrato definitivo, é evidente
que apenas Abel, e não terceiro, neste caso, Casa do Gaiato, em favor do quem,
que o preço emergente do contrato definitivo C/V deveria ser celebrado, tem o
direito de exigir o cumprimento do CP. Isto não é duvidoso, não tem outra
interpretação possível. Resposta é simples.

Neste caso, tinha distinguir dois contratos: um contrato promessa C/V foi celebrado entre
Abel e B, e outro, o contrato futuro, que deveria ser celebrado entre A e B e do qual
constava uma estipulação em favor de terceiro.

Não está a comportar na hipótese, que quem tem o dto de exigir, uma vez celebrado o
contrato definitivo, o pagamento do preço. Se essa fosse pergunta, obviamente invoca o
análise, teríamos está concentrado, já não no regime jurídico do CP, mas sim no regime
jurídico contrato em favor de terceiro, seria necessário depois interpretar a vontade das
partes no sentido de concluir o que está perante o contrato a favor do terceiro verdadeiro e
próprio, ou contrato em favor do terceiro falso ou impróprio.
O primeiro contrato é contrato promessa entre A e B. No sistema do qual, A promete vender
e B promete comprar com determinado imóvel.

O segundo contrato, é o contrato que uma das parte recusa a celebrar, é B, e aquele
contrato de C/V prometido. Quem tem o dto de exigir a celebração do primeiro contrato
definitivo, é parte que está a disposto a cumprir a sua promessa, que é A, quer vender, e B,
que recusa comprar. A pode intentar condenar B, uma acção execução específica do
contrato promessa, nos termos do art830CC.

No regime jurídica do contrato em favor do terceiro:


 Contrato em favor do terceiro: a partir o pressuposto, que o contrato prometido foi
celebrado, então, o pergunta é, quem tem o dto de exigir o pagamento de preço? Há
duas respostas teoricamente possível:
o Uma, o vendedor Abel; outra é Casa do Gaiato, que no fundo é o terceiro, nos
termos de acordo entre A e B, deveria receber o pagamento do preço.
 Qual é resposta correcta?
o Resposta é: depende.
 Depende de quê?
o Depende de que qual foi na realidade em intenção das partes.
o Em intenção das partes, vamos admitir, é efectivamente, beneficiar a Casa do
Gaiato, atribuindo-lhe um dto de exigir perante B, o pagamento de respectivo de
preço. Portanto, ali, estaria perante o contrato em favor de terceiro verdadeiro
e próprio.
 Dentro do regime do art443º:
 Porque, falar o contrato que é o contrato de C/V, nos termos do
qual, uma das parte, B promitente, se comprometia perante a
outra parte, a saber, A, um promissório, actuar uma prestação em
favor que é estranho ao negócio, e que é Casa do Gaiato. Portanto,
se essa fosse intenção das partes, nenhuma duvida existiria, de que,
uma vez celebrar o contrato em favor de terceiro, o terceiro, ainda
não sendo a parte do contrato, adquire o dto, uma prestação vai ser
exigido junto do promitente.
 É obviamente o terceiro não pode ser obrigado a aceitar o beneficio
que contra a sua própria, poderia fazer, uma vez celebrar o
contrato, poderia aderir o promessa; se ele não quiser receber este
beneficio, poderia rejeitar a promessa. Segundo art447/1º diz, o
terceiro pode rejeitar a promessa ou aderir a ela.
 Art447/2º: rejeição faz-se mediante declaração ao promitente, deve
comunicar com promissório:
 Duas notas relativamente com esta questão de acção verso
rejeição do terceiro em relação ao promessa:
1. Nos casos em que terceiro adere a promessa, eu
continua sempre ser o terceiro.
Ou seja, eu não se transforme em parte de contrato:
 Por isso, o contrato em favor ao terceiro,
constituir o desvio, ao princípio de relatividade
dos contratos, está identificado no art
406/2/parte final.
 Porque, há Circunstância de alguém que não é
parte, que adquirir o dto que pode ser exercido
contra quem no âmbito da uma relação
obrigacional certa e indeterminado, assumiu de
um determinado compromisso.
2. Qual é Vantagem de acção que tem no terceiro: se ação
não faz o terceiro ao parte, então, o que é que ele
ganha na aderir à promessa?
 Resposta: No art448/1 "a promessa é revogável
enquanto o terceiro não manifestar a sua
adesão", segundo qual, a grande vantagem que o
terceiro tem quando aderir à promessa, é que, Se
o terceiro aderir à promessa, promitente e
promissório já não pode em prejudicar-lhe.
Porque por dto de revogar promessa que existe
enquanto terceiro não aderir, passa por
simplesmente, a não existir.
Então, neste caso:
 Em intenção de A, vendedor, e B, comprador, atribuir terceiro, por mero efeito do
contrato, uma vantagem ao terceiro.
 Mas, poderia suceder uma situação diferente:
o As parte, se tivessem acordaram em que preço, fosse pago junto de A e B, mas
não quisessem ao mesmo tempo reconhecer a Casa do Gaiato, o dto de exigir o
pagamento deste mesmo preço.
o Isto sig que, nós já estamos a falar de um contrato em favor do terceiro
verdadeiro e próprio, mas é um contrato em favor do terceiro falso ou
impróprio.
 Característico destes figuras:
 O Contrato em favor do terceiro falso ou impróprio abrange todos
os casos, em que se reconhece ao terceiro uma vantagem, embora,
não se lhe atribua, o dto de exigir de cumprimento dessa mesma
vantagem.
 Ex, 男朋友係花店買左 1 紮玫瑰俾女朋友,要求花店送貨上門。
 Neste caso, é evidente, é uma contrato em favor do terceiro
falso ou impróprio. Porque o namorado, não tem o dto de
exigir que os flores sejam entregas. Embora, em intenção das
partes seja é essa.
 Esta figura contratual é muito utilizada na prática. Está prevista no
art770º/a):
 " prestação feita a terceiro não extingue a obrigação, excepto: a) se
assim foi estipulado ou consentido pelo credor;"
 No tema de cumprimento e não cumprimento das obrigações, Há
casos em que a obrigação que o devedor tem de cumprir junto de
credor, pode ser cumprir junto de terceiro.
 Ex, exemplo de flores, o devedor é dono de loja, é o florista, o
credor é o namorado. O que acontece é que o credor, aceita,
as flores não que se seja entregue ao ele, mas fazer uma
supressa, entregue ao ela, que é terceiro.
 Ha situação que, o devedor, tem de entregar o dinheiro ao terceiro,
mas, o credor não quer o terceiro tem o dto de exigir o pagamento
do preço, apenas o terceiro constituir o "mero ajectos soluciones
causa", isto é, em língua Pt, seja, uma pessoa, devidamente
autorizada a receber a prestação.
o Em função deste hipótese prática que nós temos, diz assim, do contrato
definitivo constava uma clausula segunda qual, o preço deveria ser paga à Casa
do G. Obviamente este expressão, não é suficiente para nós percebemos que, o
que é que efectivamente as partes quiserem com isto?
o Dizer, se era celebrado o contrato em favor ao terceiro verdadeiro e próprio,
aplica o regime do art443º e ss., se contrato em favor do terceiro falso ou
impróprio...

Mais, contrato em favor ao terceiro:


 Lógica: dentro o contrato, uma pessoa é promitente, outro é promissário. Promitente
é pessoa que se compromete a fazer algo junto do promissório em favor ao terceiro.
o Isto, quer dizer que, em rigor, em que todo e qq caso do contrato em favor do
terceiro, na realidade, a prestação que é prometida ao terceiro, que é uma
prestação que originariamente vinha com beneficiário do promissório.
o Na hipótese prática, B deverá pagar o preço à Casa do G, e compromete a fazé-
lo junto com A. Quem é A? É uma promissário. No futuro, Quem tem o dto de
receber o preço? É A, é promissário.
o Sucede neste figura, é que se desvia, uma prestação que tinha originariamente
de promissário, em favor ao terceiro.
 Quem tem o dto de revogar a promessa? É o promissário. Porque ele em rigor era o
dono de prestação. Antes de o terceiro aderir à promessa, é que ele obviamente
tem possibilidade de revogar essa mesma promessa.

Depois, distinguir o contrato em favor ao terceiro com outra figura contratual que é
chamada figura do contrato com eficácia do proteção do dto ao terceiro:
 Contrato em favor ao terceiro:
o O acordo é bilateral. Em que uma das partes que é promitente compromete
perante outra que é promissário, efectuar uma prestação em favor de alguém
que não é parte.
 Contrato com eficácia da proteção do dto de terceiro:
o Uma figura contratual que não é típico, no sentido de, não se encontrar
desenhada e prevista na lei civil, corresponde uma criação doutrinal, em que
fundamentalmente, característica deste contrato, é o de, não permitido, por
havia da sua celebração, o reconhecimento expresso de quaisquer direitos, em
relação ao quem dele não seja parte, terceiro; mas em que, por outra lado, no
mesmo tempo, a cabe por proteger esses mesas terceiro.
o Ex, contrato de arrendamento: se eu arrendo em meu nome um imóvel para
onde eu vou viver com a minha família. Isto quer dizer que, formalmente, o
contrato de arrendamento tem duas partes. São, o dono de imóvel, que é o
senhorio. E eu sou um arrendatário.
o Se o imóvel arrendado não se encontra em bom está construção. Ex, 天花板有
大塊碎片 do imóvel que cai em cima da cabeça da minha mulher. Pergunta:
terá a minha mulher, que não é parte no contrato de arrendamento, e nessa
medida, é relativamente que ele, o terceiro, com o dto de exigir algo em relação
ao senhorio que é contraparte do seu marido, nesta relação obrigacional?
 A resposta é: tem!
 Porque este contrato de arrendamento, não se limite em instituir uma
relação jurídica obrigacional directa entre mi, como arrendatário, marido e
mulher, e o senhorio. E isto, seria analisar naquela relação jurídica
obrigacional de forma una singular. Porque se olhar para a relação jurídica
obrigacional que nasce naquele contrato de arrendamento, e seria
considera uma expectativa mais aprofunda complexa, vejo que o senhorio
não tenha apenas dever principal para comigo de proporcional o uso de
coisa, tb é restrito o conjunto de deveres que são deveres naturais
impostos pelo o Pº de boa-fé que impõem o dever de ele, por força de qq
conduta que pratica ou qq omissão em que corre, não causa nenhum
dano na pessoa e no património dos terceiros que vivem com aquele
pessoa naquela lugar arrendado, designadamente, a minha família.
 Portanto, o característica do contrato com eficácia proteção do direito do
terceiro:
 Tem o terceiros que não tem o dto de exigir directamente nada ao
devedor naquela relação jurídica obrigacional, mas, a sua pessoa e o
seu património, sofrerem uma lesão em resultado de condutas
positivas ou negativas efectuadas pela parte desse devedor podem
agir jurisdicionamente pedindo o pagamento de componente e
correspondente de indemnização.
 Não tem o dto de exigir prestação do contrato, mas tem o dto de
exigir que a sua pessoa e património nunca seja afectada por havia
qq conduta que venha a ser prometida por parte deste devedor.
o Portanto, contrato com eficácia proteção do direito do terceiro relaciona com a
figura de relação jurídica obrigacional complexa.
 A violação do contrato com eficácia proteção do direito do terceiro vai se
dar responsabilidade obrigacional.
 Art492- responsabilidade extra-contratual.
 É uma norma que estabelece uma responsabilidade extra-contratual
com culpa presumida do lesante. Os professores do dto teoriza a
figura de contrato com eficácia proteção do direito do terceiro.
Porque a luz de Pº de Boa-fé e instituto da relação jurídica
obrigacional complexa, se não existir este teorização, tb podemos
sempre salvaguardar a posição de mulher que é o terceiro através
de aplica art492º.
 Então, qual é interesse de estamos a teorizar algo tão complexo com
ideia do contrato com eficácia proteção do direito do terceiro,
quando aparentemente que nós já temos de uma norma que pode
resolve o caso?
 Tem interesse. Porque seja por uma ou outra medida, haverá
sempre obrigação de indemnizar, eu não posso esquecer que
no primeiro caso, a obrigação de indemnizar vem de resp.
Obrigacional; e no segundo caso, a obrigacional de indemnizar
vem de resp. Extra-obrigacional.
 Isto releva, porque o regime jurídica destas duas modalidade
de resp. Civil, não é inteiramente coincidente.
 Porque, quando há prova de culpa, que é uma requisito
essencial de resp. Civil, qual é o regime mais a favorável? É
resp. Obrigacional. Porque na resp. Obrigacional, art779º com
culpa está presumida, ao contrária do procede na extra-
obrigacional, ver art487º, em que o lesado que tem de prova a
culpa do lesante.
o Para apresentar a grande vantagem de regime de contrato com eficácia
proteção do direito do terceiro:
 Prescrição:
 Prazo de prescrição do dto de credito:
 Regra é, prescrição ordinária - 20anos.
 Prazo de prescrição na resp. Extra-obrigacional:
 3anos .
 Prazo de prescrição na resp. Obrigacional:
 Prescrição presuntiva - em que casos, o prazo pode ser
6meses, 2anos,etc.
 Tb há situação que prazo é 5anos que previsto na lei.
o Conclusão:
 Portanto, o que convoca hoje é que, contrato com eficácia proteção do
direito do terceiro relaciona:
 Com Boa-fé
 Com a figura de relação jurídica obrigacional complexa
 Isto é uma figura não está prevista na lei, isto é uma figura que
corresponde uma criação doutrinal, mas que tem, evidente,
interesse prática.
 Não confunde com o contrato em favor de terceiro, A diferença é:
 Contrato em favor de terceiro: o terceiro não é parte, ao expressa,
mas recebe a prestação
 contrato com eficácia proteção do direito do terceiro: há um
terceiro no contrato que assume efectuada a obrigação, o contrato
realizado com base em procuração.
 O contrato celebrado com base em poderes de representação,
o terceiro faz parte de contrato, neste medida, terceiro não é
estranha ao negócio.

5. Carolina prometeu trespassar 轉讓 a Diogo uma loja por €50.000, tendo ficado acordado
que, caso Diogo não quisesse adquirir a loja por trespasse, poderia indicar outra pessoa que
a adquirisse. Diogo entregou a Carolina €15.000 a título de sinal e, quinze dias depois, por já
não estar interessado em adquirir a loja, comunicou por escrito à trespassante (Carolina)
que Edgar seria o adquirente 購買者. Juntamente com a comunicação seguia uma carta de
Edgar, na qual este declarava aceitar o negócio. Entretanto, Carolina pretende desistir 放棄
do trespasse da loja. Quid iuris?

452
Contrato trespasse:
 Ideia:
o é o contrato não se encontra juridicamente desenhado na lei no sentido de
existir um capítulo específico no CC que vem de indica os dtos e obrigações
divergente.
o O trespasse é uma figura de toda havia socialmente típica, porque é o contrato
frequentemente celebrado no domínio do comércio jurídico.
 Objecto:
o Trespasse tem por objecto uma universalidade de dto designa no
estabelecimento comercial. O que se trespasse, são estabelecimentos
comerciais, são lojas.
o Portanto, o objecto de trespasse é estabelecimento comercial, é um exemplo
perfeita com o universalidade de dto.
 universalidade de dto:
 No trespasse, temos o conjunto de activos e passivos que estão
todos eles associados entre si na medida em que ambos estão
relacionado com um determinado fim.
 Ex, uma loja, estabelecimento comercial, que tem activos, são, ex,
os próprios produtos são comercializados; Os próprios créditos são
recebidos; O próprio dinheiro resultando de vende deste produto,
todos isto são parte boa de estabelecimento. Mas o
estabelecimento tb tem parte mal, que são passivo, são constitutivo.
Porque pelas dívidas, pelos salários que tem de pagar ao respectiva
trabalhadores, e eventualmente, pela renda, tem de pagar ao dono
quando a loja está inserida, ou empréstimo ao banco que tem de
pagar por casa de loja ser propriedade do próprio. comerciante.
 Portanto, trespasse tem por objecto de estabelecimento, e o negócios através do qual,
se prossegue a alienação desse mesmo estabelecimento em favor de um terceiro.
 O estabelecimento comercial:
o Duas situações:
 O estabelecimento comercial pertence ao comerciante, pode está inserido
num imóvel que seja pertence ao próprio comerciante, que não só é o
dono do estabelecimento, como tb é o dono de edifício físico onde que a
loja existe.
 Mas tb sucede muito frequentemente, que o dono de estabelecimento
não é o dono do imóvel.
o Isto quer dizer que qd alguém trespasse o estabelecimento, pode está a fazer
uma ou duas coisas. Pode:
 Vender o estabelecimento, e vender o próprio dto real de propriedade
que tem por o objecto de edifício ou estabelecimento que tem na
inserido;
 Ou tb sucede uma coisa diferente, que é está a vender o estabelecimento,
e estar a saber que a posição que eu tem, enquanto arrendatário no
contrato de arrendamento que ele celebrou com alguém para aquela
poderá instalar o sérvio da sua loja.

 Portanto, a resolução deste hipótese, prática, vai precisamente saber qual dessas duas
situações ocorreu. Quando nós não sabemos porque os factos não são
suficientemente esclarecido, portanto, admitir duas hipóteses específico.

O Primeira Hipótese:
 É que C quando está a prometer trespassar ao D, está no fundo dizer no seguinte: eu
vou vender não só de loja, mas vou tb vender o meu dto de propriedade onde a loja
está inserida.
 Então, vamos ver, se a declaração de nomeação feita pelo D, é ou não é válido.

Prazo e Documento:
 Além isto temos mais uma problema que é problema do prazo. Estamos dentro do
regime do art452 e ss. Porque neste primeiro hipótese, tão como na segunda, eu
tenho o contrato promessa de trespasse que é ao mesmo tempo o contrato
promessa com uma cláusula em que alguém reserva a faculdade nomeado no
terceiro.
 Então, o que diz no regime do contrato para pessoa a nomear?
o Art453º/1:
 Quando C recebe ratificação da parte de D, de que quem vai adquirir a loja
e traspasse física quando a loja está inserida, é o É adquirir -a; ou eles
tinham acordaram o prazo de 15dias, ou se não acordaram o prazo de
15dias, o que podemos concluir imediato? É que a declaração de
nomeação é inválida, porque é feita fora do tempo. Isto sig que, quem
continua a ser por parte do contrato é próprio D.
 Se as partes que tinham acordado, a possibilidade de declaração de
nomeação ser feito dentro dos 15dias, já não tinha problema do
art453º, tinha problema no art454º CC.
o Art454º/1:
 Neste caso, consta um documento escrito ->carta.
o Art454º/2:
 Está a referir que o contrato promessa de trespasse celebrado entre C e D.
 Será que este contrato promessa de traspasse foi celebrado com uma
formalidade mais exigente, do que o mero documento escrito? E que se
nós tivemos a considerar, apenas nesta primeira hipótese, em que eu vai
vender estabelecimento + trespasse, considera o regime do contrato
promessa.
o Art410º/1:
 Princípio de equiparação
o Art410º/2:
 Quer dizer que, O contrato promessa, tenha por objecto que o contrato
definitivo só pode ser celebrado com o documento autêntico ou
particular, em que se ser celebrado por escrito.
 Neste caso, o contrato promessa de trespasse implica a venda de
estabelecimento, pode que é uma forma que deve revestir a venda
definitiva? É escritura pública ou documento particular autenticado. Isto
quer dizer que, este contrato promessa deve ser celebrado por
documento assinado,mas isto, em qq casos, não constituir o problema.
Porque a ratificação foi feita por escrito.
 O problema é agora.
o Art410º/3:
 Em que casos é que se aplica neste norma? - edifício e fracção autónoma.
 Quando Alguém trespassa uma loja, que é uma fracção autónoma,
certamente inserido no edifício, ou é o edifício. O contrato de promessa
trespasse celebrado entre C e D para ser válido, não bastava tiver sido
celebrado por escrito, o que é tb necessário, é que, o reconhecimento
presencial das assinaturas, e a certificação pelo partes, da exigência da
respectiva de utilização ou de construção. Isto quer dizer, é que, este
ratificação, que é feita por carta, não reveste a formalidade exigida por
art454º/2, porque não bastava o simples escrito, é necessário algo mais.
 Donde, que neste primeira hipótese prática que estou a considerar é
que, sempre o meio trespasse, venda o estabelecimento e venda de
um imóvel, que este declaração não produz efeito, não é válida,
quem é que originariamente e continua ser a parte do contrato? É o
D.
 Então, o que C pode fazer ? Pode fazer uma revogação pelo C.
 Se o D, entretanto já tinha passar a bola para E, e tinha dito quem
vai contratar é o E, então, o D não está interessado. Portanto, pode
necessariamente não houver a indemnizações. Porque, se voltar ver
o sinal de pago, tb pode fazer, é que desistir.
 Se tenha dois desistir, sig, a tacitamente está a revogar o acordo.
o Poderia dizer outra coisa, que é, se o C desiste, E quer exercer o dto que a lei lhe
confere - são duas.
 Primeiro é indemnização:
 Isto pressupõem que ele transforma se a mora em incumprimento
definitivo, e verificado o incumprimento definitivo, resolver-se o
contrato promessa e adiciona o regime de sinal.
 Se ele pagou 15000, quer devolver o duplo, 30000.
 Não pode pedir a restauração natural, que pedir a execução
específica do contrato. Porque há uma norma no art830º.
 execução específica do contrato: Faz a execução específica do
contrato quando há sinal.
Sinal:
 No regime de sinal segundo art442º/2, tem uma regra que diz assim:
o Se quem incumpre o contrato promessa, é a pessoa que receber o sinal, tem de
devolver sinal em dobro; se quem incumpre é pessoa que pagou sinal, a
consequência que outra pode fazer ao seu sinal.

Segunda hipótese:
 Se o C, quando quando promete trespassar, o que aquele vai prometer vender? É
apenas o estabelecimento. Porquê?
 Porque a loja está inserida numa fração autónoma que não é dele, porque ele é mero
arrendatário.
 Portanto, vamos para as regras do CC na matéria de arrendamento.
o Art1109º/1
o Art1112º:
 Trespassa-se, não vendendo trespasse, mas vende o arrendamento.
 Nº1/b): sig que qd alguém é, ex, advogado, médico, e arrenda o escritório,
quando decide trespassar a loja ou trespassar o escritório, nem se quer
precisa de haver autorização de senhorio. Isto é norma que visa para
proteger o comércio e exercício das profissões liberais.
 Nº3: quer dizer que, quando alguém trespasse, e ser de posição de
arrendatário, ele tem de comunicar por escrito, de onde - regime do
contrato para pessoa a nomear, a declaração de ratificação deste caso, foi
ou não foi feita exactamente dentro de mesma forma que a lei exige para
o contrato promessa. Porque não se aplica no art410º/3, só se aplica
quando alguém promete a alienar o dto reais sobre o edifício. Donde,
quem é a parte do contrato? Agora, é o E. Aqui, chama atenção para
norma do art455º/1
o Art455º/1:
 Quer dizer que deste feita nomeação em sendo este válida, quem é que
passa a ser parte do contrato deste momento da sua celebração? Éo E.
Portanto, o D desaparece.
 Isto quer dizer que, contrato para pessoa a nomear, não constituir na realidade uma
verdadeira excepção ao princípio de relatividade. Porque se a declaração tem eficácia
retroativa todo se passa, então, como se deste do momento zero, o contrato tivesse
sido celebrado pelo este terceiro que na realidade não é terceiro mas é a parte.
 Então, o E, passa o poder exercer em relação ao C, os mesmos dtos que tinha exercer
na primeira hipótese.
 Ou seja, pode revogar tb por acordo do contrato. Se não quiser revogar o acordo do
contrato, o arrendatário tem o dto de exigir a devolução sinal dobro.
 Todo se passa na realidade como se que o D nunca tivesse ser existido.
 O D obviamente, se deu a posição ao E.
6.Abel prometeu vender a Bernardino, e este prometeu comprar-lhe, um andar pelo preço
de €230.000. Do contrato constava que o preço deveria ser pago à Casa do Gaiato.
Bernardino recusa-se a celebrar o contrato definitivo. Quem pode exigir o cumprimento do
contrato-promessa?

No regime jurídica do contrato promessa:


 Contrato promessa, que com objecto uma C/V futura. Preço em que se pago em
execução do contrato promessa deveria ser o efeito no benefício do terceiro estranho
ao contrato promessa, que é casa do Gaiato.

 Quem tem dto a exigir o cumprimento do CP? Tem dto a exigir O cumprimento do CP
é Abel.
o Porque o contrato promessa, é o contrato bilateral, tem duas parte. Abel
promete a vender, e Bernardino, promete ao comprar. Se Bernardino, incumprir
o obrigação de contratar, se recusar a celebrar o contrato definitivo, é evidente
que apenas Abel, e não terceiro, neste caso, Casa do Gaiato, em favor do quem,
que o preço emergente do contrato definitivo C/V deveria ser celebrado, tem o
direito de exigir o cumprimento do CP. Isto não é duvidoso, não tem outra
interpretação possível. Resposta é simples.

Neste caso, tinha distinguir dois contratos: um contrato promessa C/V foi celebrado entre
Abel e B, e outro, o contrato futuro, que deveria ser celebrado entre A e B e do qual
constava uma estipulação em favor de terceiro.

Não está a comportar na hipótese, que quem tem o dto de exigir, uma vez celebrado o
contrato definitivo, o pagamento do preço. Se essa fosse pergunta, obviamente invoca o
análise, teríamos está concentrado, já não no regime jurídico do CP, mas sim no regime
jurídico contrato em favor de terceiro, seria necessário depois interpretar a vontade das
partes no sentido de concluir o que está perante o contrato a favor do terceiro verdadeiro e
próprio, ou contrato em favor do terceiro falso ou impróprio.

O primeiro contrato é contrato promessa entre A e B. No sistema do qual, A promete vender


e B promete comprar com determinado imóvel.

O segundo contrato, é o contrato que uma das parte recusa a celebrar, é B, e aquele
contrato de C/V prometido. Quem tem o dto de exigir a celebração do primeiro contrato
definitivo, é parte que está a disposto a cumprir a sua promessa, que é A, quer vender, e B,
que recusa comprar. A pode intentar condenar B, uma acção execução específica do
contrato promessa, nos termos do art830CC.
No regime jurídica do contrato em favor do terceiro:
 Contrato em favor do terceiro: a partir o pressuposto, que o contrato prometido foi
celebrado, então, o pergunta é, quem tem o dto de exigir o pagamento de preço? Há
duas respostas teoricamente possível:
o Uma, o vendedor Abel; outra é Casa do Gaiato, que no fundo é o terceiro, nos
termos de acordo entre A e B, deveria receber o pagamento do preço.
 Qual é resposta correcta?
o Resposta é: depende.
 Depende de quê?
o Depende de que qual foi na realidade em intenção das partes.
o Em intenção das partes, vamos admitir, é efectivamente, beneficiar a Casa do
Gaiato, atribuindo-lhe um dto de exigir perante B, o pagamento de respectivo de
preço. Portanto, ali, estaria perante o contrato em favor de terceiro verdadeiro
e próprio.
 Dentro do regime do art443º:
 Porque, falar o contrato que é o contrato de C/V, nos termos do
qual, uma das parte, B promitente, se comprometia perante a
outra parte, a saber, A, um promissório, actuar uma prestação em
favor que é estranho ao negócio, e que é Casa do Gaiato. Portanto,
se essa fosse intenção das partes, nenhuma duvida existiria, de que,
uma vez celebrar o contrato em favor de terceiro, o terceiro, ainda
não sendo a parte do contrato, adquire o dto, uma prestação vai ser
exigido junto do promitente.
 É obviamente o terceiro não pode ser obrigado a aceitar o beneficio
que contra a sua própria, poderia fazer, uma vez celebrar o
contrato, poderia aderir o promessa; se ele não quiser receber este
beneficio, poderia rejeitar a promessa. Segundo art447/1º diz, o
terceiro pode rejeitar a promessa ou aderir a ela.
 Art447/2º: rejeição faz-se mediante declaração ao promitente, deve
comunicar com promissório:
 Duas notas relativamente com esta questão de acção verso
rejeição do terceiro em relação ao promessa:
1. Nos casos em que terceiro adere a promessa, eu
continua sempre ser o terceiro.
Ou seja, eu não se transforme em parte de contrato:
 Por isso, o contrato em favor ao terceiro,
constituir o desvio, ao princípio de relatividade
dos contratos, está identificado no art
406/2/parte final.
 Porque, há Circunstância de alguém que não é
parte, que adquirir o dto que pode ser exercido
contra quem no âmbito da uma relação
obrigacional certa e indeterminado, assumiu de
um determinado compromisso.
2. Qual é Vantagem de acção que tem no terceiro: se ação
não faz o terceiro ao parte, então, o que é que ele
ganha na aderir à promessa?
 Resposta: No art448/1 "a promessa é revogável
enquanto o terceiro não manifestar a sua
adesão", segundo qual, a grande vantagem que o
terceiro tem quando aderir à promessa, é que, Se
o terceiro aderir à promessa, promitente e
promissório já não pode em prejudicar-lhe.
Porque por dto de revogar promessa que existe
enquanto terceiro não aderir, passa por
simplesmente, a não existir.
Então, neste caso:
 Em intenção de A, vendedor, e B, comprador, atribuir terceiro, por mero efeito do
contrato, uma vantagem ao terceiro.
 Mas, poderia suceder uma situação diferente:
o As parte, se tivessem acordaram em que preço, fosse pago junto de A e B, mas
não quisessem ao mesmo tempo reconhecer a Casa do Gaiato, o dto de exigir o
pagamento deste mesmo preço.
o Isto sig que, nós já estamos a falar de um contrato em favor do terceiro
verdadeiro e próprio, mas é um contrato em favor do terceiro falso ou
impróprio.
 Característico destes figuras:
 O Contrato em favor do terceiro falso ou impróprio abrange todos
os casos, em que se reconhece ao terceiro uma vantagem, embora,
não se lhe atribua, o dto de exigir de cumprimento dessa mesma
vantagem.
 Ex, 男朋友係花店買左 1 紮玫瑰俾女朋友,要求花店送貨上門。
 Neste caso, é evidente, é uma contrato em favor do terceiro
falso ou impróprio. Porque o namorado, não tem o dto de
exigir que os flores sejam entregas. Embora, em intenção das
partes seja é essa.
 Esta figura contratual é muito utilizada na prática. Está prevista no
art770º/a):
 " prestação feita a terceiro não extingue a obrigação, excepto: a) se
assim foi estipulado ou consentido pelo credor;"
 No tema de cumprimento e não cumprimento das obrigações, Há
casos em que a obrigação que o devedor tem de cumprir junto de
credor, pode ser cumprir junto de terceiro.
 Ex, exemplo de flores, o devedor é dono de loja, é o florista, o
credor é o namorado. O que acontece é que o credor, aceita,
as flores não que se seja entregue ao ele, mas fazer uma
supressa, entregue ao ela, que é terceiro.
 Ha situação que, o devedor, tem de entregar o dinheiro ao terceiro,
mas, o credor não quer o terceiro tem o dto de exigir o pagamento
do preço, apenas o terceiro constituir o "mero ajectos soluciones
causa", isto é, em língua Pt, seja, uma pessoa, devidamente
autorizada a receber a prestação.
o Em função deste hipótese prática que nós temos, diz assim, do contrato
definitivo constava uma clausula segunda qual, o preço deveria ser paga à Casa
do G. Obviamente este expressão, não é suficiente para nós percebemos que, o
que é que efectivamente as partes quiserem com isto?
o Dizer, se era celebrado o contrato em favor ao terceiro verdadeiro e próprio,
aplica o regime do art443º e ss., se contrato em favor do terceiro falso ou
impróprio...

Mais, contrato em favor ao terceiro:


 Lógica: dentro o contrato, uma pessoa é promitente, outro é promissário. Promitente
é pessoa que se compromete a fazer algo junto do promissório em favor ao terceiro.
o Isto, quer dizer que, em rigor, em que todo e qq caso do contrato em favor do
terceiro, na realidade, a prestação que é prometida ao terceiro, que é uma
prestação que originariamente vinha com beneficiário do promissório.
o Na hipótese prática, B deverá pagar o preço à Casa do G, e compromete a fazé-
lo junto com A. Quem é A? É uma promissário. No futuro, Quem tem o dto de
receber o preço? É A, é promissário.
o Sucede neste figura, é que se desvia, uma prestação que tinha originariamente
de promissário, em favor ao terceiro.
 Quem tem o dto de revogar a promessa? É o promissário. Porque ele em rigor era o
dono de prestação. Antes de o terceiro aderir à promessa, é que ele obviamente
tem possibilidade de revogar essa mesma promessa.

Depois, distinguir o contrato em favor ao terceiro com outra figura contratual que é
chamada figura do contrato com eficácia do proteção do dto ao terceiro:
 Contrato em favor ao terceiro:
o O acordo é bilateral. Em que uma das partes que é promitente compromete
perante outra que é promissário, efectuar uma prestação em favor de alguém
que não é parte.
 Contrato com eficácia da proteção do dto de terceiro:
o Uma figura contratual que não é típico, no sentido de, não se encontrar
desenhada e prevista na lei civil, corresponde uma criação doutrinal, em que
fundamentalmente, característica deste contrato, é o de, não permitido, por
havia da sua celebração, o reconhecimento expresso de quaisquer direitos, em
relação ao quem dele não seja parte, terceiro; mas em que, por outra lado, no
mesmo tempo, a cabe por proteger esses mesas terceiro.
o Ex, contrato de arrendamento: se eu arrendo em meu nome um imóvel para
onde eu vou viver com a minha família. Isto quer dizer que, formalmente, o
contrato de arrendamento tem duas partes. São, o dono de imóvel, que é o
senhorio. E eu sou um arrendatário.
o Se o imóvel arrendado não se encontra em bom está construção. Ex, 天花板有
大塊碎片 do imóvel que cai em cima da cabeça da minha mulher. Pergunta:
terá a minha mulher, que não é parte no contrato de arrendamento, e nessa
medida, é relativamente que ele, o terceiro, com o dto de exigir algo em relação
ao senhorio que é contraparte do seu marido, nesta relação obrigacional?
 A resposta é: tem!
 Porque este contrato de arrendamento, não se limite em instituir uma
relação jurídica obrigacional directa entre mi, como arrendatário, marido e
mulher, e o senhorio. E isto, seria analisar naquela relação jurídica
obrigacional de forma una singular. Porque se olhar para a relação jurídica
obrigacional que nasce naquele contrato de arrendamento, e seria
considera uma expectativa mais aprofunda complexa, vejo que o senhorio
não tenha apenas dever principal para comigo de proporcional o uso de
coisa, tb é restrito o conjunto de deveres que são deveres naturais
impostos pelo o Pº de boa-fé que impõem o dever de ele, por força de qq
conduta que pratica ou qq omissão em que corre, não causa nenhum
dano na pessoa e no património dos terceiros que vivem com aquele
pessoa naquela lugar arrendado, designadamente, a minha família.
 Portanto, o característica do contrato com eficácia proteção do direito do
terceiro:
 Tem o terceiros que não tem o dto de exigir directamente nada ao
devedor naquela relação jurídica obrigacional, mas, a sua pessoa e o
seu património, sofrerem uma lesão em resultado de condutas
positivas ou negativas efectuadas pela parte desse devedor podem
agir jurisdicionamente pedindo o pagamento de componente e
correspondente de indemnização.
 Não tem o dto de exigir prestação do contrato, mas tem o dto de
exigir que a sua pessoa e património nunca seja afectada por havia
qq conduta que venha a ser prometida por parte deste devedor.
o Portanto, contrato com eficácia proteção do direito do terceiro relaciona com a
figura de relação jurídica obrigacional complexa.
 A violação do contrato com eficácia proteção do direito do terceiro vai se
dar responsabilidade obrigacional.
 Art492- responsabilidade extra-contratual.
 É uma norma que estabelece uma responsabilidade extra-contratual
com culpa presumida do lesante. Os professores do dto teoriza a
figura de contrato com eficácia proteção do direito do terceiro.
Porque a luz de Pº de Boa-fé e instituto da relação jurídica
obrigacional complexa, se não existir este teorização, tb podemos
sempre salvaguardar a posição de mulher que é o terceiro através
de aplica art492º.
 Então, qual é interesse de estamos a teorizar algo tão complexo com
ideia do contrato com eficácia proteção do direito do terceiro,
quando aparentemente que nós já temos de uma norma que pode
resolve o caso?
 Tem interesse. Porque seja por uma ou outra medida, haverá
sempre obrigação de indemnizar, eu não posso esquecer que
no primeiro caso, a obrigação de indemnizar vem de resp.
Obrigacional; e no segundo caso, a obrigacional de indemnizar
vem de resp. Extra-obrigacional.
 Isto releva, porque o regime jurídica destas duas modalidade
de resp. Civil, não é inteiramente coincidente.
 Porque, quando há prova de culpa, que é uma requisito
essencial de resp. Civil, qual é o regime mais a favorável? É
resp. Obrigacional. Porque na resp. Obrigacional, art779º com
culpa está presumida, ao contrária do procede na extra-
obrigacional, ver art487º, em que o lesado que tem de prova a
culpa do lesante.
o Para apresentar a grande vantagem de regime de contrato com eficácia
proteção do direito do terceiro:
 Prescrição:
 Prazo de prescrição do dto de credito:
 Regra é, prescrição ordinária - 20anos.
 Prazo de prescrição na resp. Extra-obrigacional:
 3anos .
 Prazo de prescrição na resp. Obrigacional:
 Prescrição presuntiva - em que casos, o prazo pode ser
6meses, 2anos,etc.
 Tb há situação que prazo é 5anos que previsto na lei.
o Conclusão:
 Portanto, o que convoca hoje é que, contrato com eficácia proteção do
direito do terceiro relaciona:
 Com Boa-fé
 Com a figura de relação jurídica obrigacional complexa
 Isto é uma figura não está prevista na lei, isto é uma figura que
corresponde uma criação doutrinal, mas que tem, evidente,
interesse prática.
 Não confunde com o contrato em favor de terceiro, A diferença é:
 Contrato em favor de terceiro: o terceiro não é parte, ao expressa,
mas recebe a prestação
 contrato com eficácia proteção do direito do terceiro: há um
terceiro no contrato que assume efectuada a obrigação, o contrato
realizado com base em procuração.
 O contrato celebrado com base em poderes de representação,
o terceiro faz parte de contrato, neste medida, terceiro não é
estranha ao negócio.

5. Carolina prometeu trespassar 轉讓 a Diogo uma loja por €50.000, tendo ficado acordado
que, caso Diogo não quisesse adquirir a loja por trespasse, poderia indicar outra pessoa que
a adquirisse. Diogo entregou a Carolina €15.000 a título de sinal e, quinze dias depois, por já
não estar interessado em adquirir a loja, comunicou por escrito à trespassante (Carolina)
que Edgar seria o adquirente 購買者. Juntamente com a comunicação seguia uma carta de
Edgar, na qual este declarava aceitar o negócio. Entretanto, Carolina pretende desistir 放棄
do trespasse da loja. Quid iuris?

452
Contrato trespasse:
 Ideia:
o é o contrato não se encontra juridicamente desenhado na lei no sentido de
existir um capítulo específico no CC que vem de indica os dtos e obrigações
divergente.
o O trespasse é uma figura de toda havia socialmente típica, porque é o contrato
frequentemente celebrado no domínio do comércio jurídico.
 Objecto:
o Trespasse tem por objecto uma universalidade de dto designa no
estabelecimento comercial. O que se trespasse, são estabelecimentos
comerciais, são lojas.
o Portanto, o objecto de trespasse é estabelecimento comercial, é um exemplo
perfeita com o universalidade de dto.
 universalidade de dto:
 No trespasse, temos o conjunto de activos e passivos que estão
todos eles associados entre si na medida em que ambos estão
relacionado com um determinado fim.
 Ex, uma loja, estabelecimento comercial, que tem activos, são, ex,
os próprios produtos são comercializados; Os próprios créditos são
recebidos; O próprio dinheiro resultando de vende deste produto,
todos isto são parte boa de estabelecimento. Mas o
estabelecimento tb tem parte mal, que são passivo, são constitutivo.
Porque pelas dívidas, pelos salários que tem de pagar ao respectiva
trabalhadores, e eventualmente, pela renda, tem de pagar ao dono
quando a loja está inserida, ou empréstimo ao banco que tem de
pagar por casa de loja ser propriedade do próprio. comerciante.
 Portanto, trespasse tem por objecto de estabelecimento, e o negócios através do qual,
se prossegue a alienação desse mesmo estabelecimento em favor de um terceiro.
 O estabelecimento comercial:
o Duas situações:
 O estabelecimento comercial pertence ao comerciante, pode está inserido
num imóvel que seja pertence ao próprio comerciante, que não só é o
dono do estabelecimento, como tb é o dono de edifício físico onde que a
loja existe.
 Mas tb sucede muito frequentemente, que o dono de estabelecimento
não é o dono do imóvel.
o Isto quer dizer que qd alguém trespasse o estabelecimento, pode está a fazer
uma ou duas coisas. Pode:
 Vender o estabelecimento, e vender o próprio dto real de propriedade
que tem por o objecto de edifício ou estabelecimento que tem na
inserido;
 Ou tb sucede uma coisa diferente, que é está a vender o estabelecimento,
e estar a saber que a posição que eu tem, enquanto arrendatário no
contrato de arrendamento que ele celebrou com alguém para aquela
poderá instalar o sérvio da sua loja.
 Portanto, a resolução deste hipótese, prática, vai precisamente saber qual dessas duas
situações ocorreu. Quando nós não sabemos porque os factos não são
suficientemente esclarecido, portanto, admitir duas hipóteses específico.

O Primeira Hipótese:
 É que C quando está a prometer trespassar ao D, está no fundo dizer no seguinte: eu
vou vender não só de loja, mas vou tb vender o meu dto de propriedade onde a loja
está inserida.
 Então, vamos ver, se a declaração de nomeação feita pelo D, é ou não é válido.

Prazo e Documento:
 Além isto temos mais uma problema que é problema do prazo. Estamos dentro do
regime do art452 e ss. Porque neste primeiro hipótese, tão como na segunda, eu
tenho o contrato promessa de trespasse que é ao mesmo tempo o contrato
promessa com uma cláusula em que alguém reserva a faculdade nomeado no
terceiro.
 Então, o que diz no regime do contrato para pessoa a nomear?
o Art453º/1:
 Quando C recebe ratificação da parte de D, de que quem vai adquirir a loja
e traspasse física quando a loja está inserida, é o É adquirir -a; ou eles
tinham acordaram o prazo de 15dias, ou se não acordaram o prazo de
15dias, o que podemos concluir imediato? É que a declaração de
nomeação é inválida, porque é feita fora do tempo. Isto sig que, quem
continua a ser por parte do contrato é próprio D.
 Se as partes que tinham acordado, a possibilidade de declaração de
nomeação ser feito dentro dos 15dias, já não tinha problema do
art453º, tinha problema no art454º CC.
o Art454º/1:
 Neste caso, consta um documento escrito ->carta.
o Art454º/2:
 Está a referir que o contrato promessa de trespasse celebrado entre C e D.
 Será que este contrato promessa de traspasse foi celebrado com uma
formalidade mais exigente, do que o mero documento escrito? E que se
nós tivemos a considerar, apenas nesta primeira hipótese, em que eu vai
vender estabelecimento + trespasse, considera o regime do contrato
promessa.
o Art410º/1:
 Princípio de equiparação
o Art410º/2:
 Quer dizer que, O contrato promessa, tenha por objecto que o contrato
definitivo só pode ser celebrado com o documento autêntico ou
particular, em que se ser celebrado por escrito.
 Neste caso, o contrato promessa de trespasse implica a venda de
estabelecimento, pode que é uma forma que deve revestir a venda
definitiva? É escritura pública ou documento particular autenticado. Isto
quer dizer que, este contrato promessa deve ser celebrado por
documento assinado,mas isto, em qq casos, não constituir o problema.
Porque a ratificação foi feita por escrito.
 O problema é agora.
o Art410º/3:
 Em que casos é que se aplica neste norma? - edifício e fracção autónoma.
 Quando Alguém trespassa uma loja, que é uma fracção autónoma,
certamente inserido no edifício, ou é o edifício. O contrato de promessa
trespasse celebrado entre C e D para ser válido, não bastava tiver sido
celebrado por escrito, o que é tb necessário, é que, o reconhecimento
presencial das assinaturas, e a certificação pelo partes, da exigência da
respectiva de utilização ou de construção. Isto quer dizer, é que, este
ratificação, que é feita por carta, não reveste a formalidade exigida por
art454º/2, porque não bastava o simples escrito, é necessário algo mais.
 Donde, que neste primeira hipótese prática que estou a considerar é
que, sempre o meio trespasse, venda o estabelecimento e venda de
um imóvel, que este declaração não produz efeito, não é válida,
quem é que originariamente e continua ser a parte do contrato? É o
D.
 Então, o que C pode fazer ? Pode fazer uma revogação pelo C.
 Se o D, entretanto já tinha passar a bola para E, e tinha dito quem
vai contratar é o E, então, o D não está interessado. Portanto, pode
necessariamente não houver a indemnizações. Porque, se voltar ver
o sinal de pago, tb pode fazer, é que desistir.
 Se tenha dois desistir, sig, a tacitamente está a revogar o acordo.
o Poderia dizer outra coisa, que é, se o C desiste, E quer exercer o dto que a lei lhe
confere - são duas.
 Primeiro é indemnização:
 Isto pressupõem que ele transforma se a mora em incumprimento
definitivo, e verificado o incumprimento definitivo, resolver-se o
contrato promessa e adiciona o regime de sinal.
 Se ele pagou 15000, quer devolver o duplo, 30000.
 Não pode pedir a restauração natural, que pedir a execução
específica do contrato. Porque há uma norma no art830º.
 execução específica do contrato: Faz a execução específica do
contrato quando há sinal.
Sinal:
 No regime de sinal segundo art442º/2, tem uma regra que diz assim:
o Se quem incumpre o contrato promessa, é a pessoa que receber o sinal, tem de
devolver sinal em dobro; se quem incumpre é pessoa que pagou sinal, a
consequência que outra pode fazer ao seu sinal.

Segunda hipótese:
 Se o C, quando quando promete trespassar, o que aquele vai prometer vender? É
apenas o estabelecimento. Porquê?
 Porque a loja está inserida numa fração autónoma que não é dele, porque ele é mero
arrendatário.
 Portanto, vamos para as regras do CC na matéria de arrendamento.
o Art1109º/1
o Art1112º:
 Trespassa-se, não vendendo trespasse, mas vende o arrendamento.
 Nº1/b): sig que qd alguém é, ex, advogado, médico, e arrenda o escritório,
quando decide trespassar a loja ou trespassar o escritório, nem se quer
precisa de haver autorização de senhorio. Isto é norma que visa para
proteger o comércio e exercício das profissões liberais.
 Nº3: quer dizer que, quando alguém trespasse, e ser de posição de
arrendatário, ele tem de comunicar por escrito, de onde - regime do
contrato para pessoa a nomear, a declaração de ratificação deste caso, foi
ou não foi feita exactamente dentro de mesma forma que a lei exige para
o contrato promessa. Porque não se aplica no art410º/3, só se aplica
quando alguém promete a alienar o dto reais sobre o edifício. Donde,
quem é a parte do contrato? Agora, é o E. Aqui, chama atenção para
norma do art455º/1
o Art455º/1:
 Quer dizer que deste feita nomeação em sendo este válida, quem é que
passa a ser parte do contrato deste momento da sua celebração? Éo E.
Portanto, o D desaparece.
 Isto quer dizer que, contrato para pessoa a nomear, não constituir na realidade uma
verdadeira excepção ao princípio de relatividade. Porque se a declaração tem eficácia
retroativa todo se passa, então, como se deste do momento zero, o contrato tivesse
sido celebrado pelo este terceiro que na realidade não é terceiro mas é a parte.
 Então, o E, passa o poder exercer em relação ao C, os mesmos dtos que tinha exercer
na primeira hipótese.
 Ou seja, pode revogar tb por acordo do contrato. Se não quiser revogar o acordo do
contrato, o arrendatário tem o dto de exigir a devolução sinal dobro.
 Todo se passa na realidade como se que o D nunca tivesse ser existido.
 O D obviamente, se deu a posição ao E.