INTRODUÇÃO

INTERPRETAR É PRECISO!
A história humana se depara com o assunto interpretação o tempo todo. Se ela não for bem feita pode trazer riscos aos intérpretes. Por exemplo, Adão e Eva aceitaram uma interpretação alternativa ao “não comerás,” e como havia sido dito, a morte veio de verdade. Mais tarde, ao tentar ajudar a segurar a Arca de Deus, um jovem morre ao tocá-la. Ele apenas ignorou a interpretação de Deus sobre o assunto. Similarmente, a vida cristã contemporânea continua a respirar perigos, mas há várias pistas claras deixadas para os que querem seguir o caminho da interpretação.

Geral

Particular

CORPO

Cada parágrafo com uma proposição + sentenças de apoio.

[O sujeito]

Uma das pistas claras é o fato de sermos sujeitos que interpretam o tempo todo! Primeiro, vamos pensar no início de um dia, no qual você se interpreta. Com as primeiras luzes você inquire o que está lá no coração e procura externar isto através de suas escolhas. O cabelo, a roupa, um detalhe, e pronto, é como você quer ser lido. Em seguida, interpreta (consciente ou não) a sua disposição emocional. Será esta interpretação que imprimirá o ritmo do seu dia e como serão as relações. Ainda, esta disposição afetará até mesmo suas leituras. Finalmente, você interpreta o que fará com que relaxe ao fim do dia e como deseja dormir. Outra pista para os que estão conscientes da existência contínua da interpretação é a habilidade de entender o outro. Pode parecer simples, mas é um exercício complexo. Existe uma diversidade gestual, respiratória, postural, verbal e tonal no ser humano que poderia nos fazer desistir de interpretar. Entretanto, sequer nos preocupamos com isto porque crescemos em meio a estas variações multiformes. Ainda que mudemos de ambiente local (família, trabalho ou a rua) sempre estamos conscientes o bastante para distinguir uma piada de uma ameaça. Não entender esta diferença seria muito perigoso!
Texto de Tarcizio Carvalho Objetivo: despertar o interesse pela hermenêutica e ao mesmo tempo informar como escrever um texto com introdução, desenvolvimento e conclusão.

Cada parágrafo com uma proposição + sentenças de apoio.

[O outro]

Cada parágrafo com uma proposição + sentenças de apoio.

[A escrita]

Uma terceira pista associada à interpretação contínua envolve a leitura na ausência do outro, do autor. Até mesmo aqui cremos ser bons na tarefa de ler e interpretar. Afinal, lemos o tempo todo! Por exemplo, um menu em um restaurante. Alguém fez um curso para discernir todas as informações escritas? Você lê e entende quais são as seções, distingue a variedade de pratos em cada uma delas, avalia que bebida melhor acompanha, e entende quanto isto custará. Quando surge uma dúvida, em geral ela é vocabular. Qual o significado de Fusilli, ou tempurá? Não entender o significado pode ser bastante indigesto.

CONCLUSÃO

Existem outras pistas associadas à interpretação, mas estas três são basilares. Sem uma percepção clara de si mesmo, do outro e do objeto sob análise, será impossível interpretar. Os riscos serão maiores do que uma vida infeliz, uma relação deprimente ou uma saúde debilitada. A interpretação de Deus acerca da vida continua a mesma, pois ele a formou. Ignorar o modo como ele fez tudo o que fez, e viver emancipado de seu propósito continuam a ser um assunto letal.

Texto de Tarcizio Carvalho Objetivo: despertar o interesse pela hermenêutica e ao mesmo tempo informar como escrever um texto com introdução, desenvolvimento e conclusão.

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