GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA

Secretaria Extraordinária do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Minerais - SEMARH Superintendência de Administração do Meio Ambiente - SUDEMA

INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DO ESTADO DA PARAÍBA - BRASIL

GOVERNO DO ESTADO DA PARAIBA
GOVERNADOR: CÁSSIO DA CUNHA LIMA

SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E MINERAIS SECRETÁRIO: FRANCISCO MONTEIRO DA FRANCA

SUPERINTENDÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DO MEIO AMBIENTE - SUDEMA SUPERINTENDENTE: JOSÉ ERNESTO SOUTO BEZERRA DIRETORIA TÉCNICA SÓNIA MATOS FALCÃO DIRETORIA ADMINISTRATIVA JOSMAR FREIRE RIBEIRO

COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL FEDERAÇÃO DAS INDUSTRIAS DO ESTADO DA PARAÍBA - FIEP ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL - ABES/PB UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB

SUPERINTENDÊNCIA DE ADMINISTRAÇÃO DO MEIO AMBIENTE - SUDEMA Av. Monsenhor Walfredo Leal, 181 - Tambiá CEP: 58020-540 João Pessoa - Paraíba Fone: (083) 218-5609 Fax: 218-5586 http://www.sudema.pb.gov.br - sudema@sudema.pb.gov.br
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APOIO INSTITUCIONAL Ministério do Meio Ambiente - MMA Fundo Nacional Do Meio Ambiente - FNMA Convênio N.º Cvf061/2001 MMMA/FNMA/Execução Sudema Processo N.º 02000.008331/2001-66 Projeto “Inventário de Resíduos Sólidos Industriais do Estado Da Paraíba” EXECUÇÃO EQUIPE TÉCNICA - SUDEMA Aécio Germano de Oliveira - Coordenador Maria de Fátima Morais Morosine Maria Teresa Neuman de Santana EDIÇÃO CARTOGRÁFICA: SETGEO - Setor de GeoProcessamento - SUDEMA Utaiguara da Nóbrega Borges Leonardo de Meneses EQUIPE DE APOIO/PESQUISA Rafael Morais de Lima Murilo Maciel Santos de Araújo Nielsen Bertassolle R. De Oliveira Aderval Monteiro Valênça Dias

S959i

Superintendência de Administração do Meio Ambiente. Inventário de resíduos sólidos industriais do Estado da Paraíba - Brasil - João Pessoa: SUDEMA, 2004 92p il ;04 mapas Esta publicação foi financiada com recursos do FNMA/MMA. 1. Inventário de resíduos sólidos industriais do Estado da Paraíba I. Título

CDU - 504

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BRASIL .INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DO ESTADO DA PARAÍBA .

06 .

.......................... Objetivo.......... Considerações Finais.........................68 10...........................................................................................................................................................2 LicenciamentoAmbiental................................................................................19 4...................................................................................1 PIB...........................................65 8.......................................1 Economia................83 07 ............................................15 3............................................................1............................................................................... Discussão e Conclusão.................................................................................. Apresentação dos Resultados...................26 5.................................................................................................................... RecursosAmbientais..........5 Outros Distritos................................................................Sumário Apresentação............................................................................1...............................................................3 Região Metropolitana de João Pessoa.................................................................................................................................................................................................................................65 8..............................................................................20 4..........................................................................................................1.................................19 4....................................................................... Introdução..............................................................75 Anexo 2 ... Metodologia................................................................... Benefícios e Vantagens..................... Referência Bibliográfica...................... Dados do Estado da Paraíba.............................................................................2 Vantagens.............................................................1.........................................1 PassivoAmbiental...........................25 5.............................................2 Industrias.................................................................................1 Biomas do Estado da Paraíba..................................................................................................................................................................................1 Seleção das Indústrias..................72 Anexo 1 ...................................................................................................................................................................Resíduos Sólidos Industriais.........................................................................................................................................................21 4....................................1...........3 Redução de Riscos.......25 4...................................................................................19 4........................................................27 7......................................................66 9.......................................................Formulário de Cadastramento do Inventário...............................16 3..............29 8.............................26 5....16 3.....................................................................................................4 Região de Campina Grande.................................25 4.....13 2....................................................................17 3......6 Cadastro de Tipo de Indústrias.......................................................................................1......................................................11 1.........................................................................................1 Benefícios.27 6...........18 4..........2 Aplicação do Formulário.......................................26 6..................................

...... armazenamento................................. Reciclagem e disposição final..Código para transporte...... tratamento........................ reutilização............Anexo 3 ...91 08 ................

........Situação das Indústrias na Execução do Inventário Paraíba 2002...............................Armazenamento dos resíduos para a própria indústria.................... segundo classe I...................56 Quadro 22 ..................Resíduos gerados em anos anteriores aos últimos 12 meses (passivo)..........................................Destinação dos resíduos para fora da indústria.......... armazenados na área da industria..............49 Quadro 14 ....Resíduos gerados por destinação.47 Quadro 12 .......30 Quadro 04 ............48 Quadro 13 ................................ segundo CNAE Paraíba 2002.....Municípios inventariados geradores de resíduos perigosos Paraíba 2002...38 Quadro 07 .... por Seção e Divisão.....52 Quadro 16 .....................................40 Quadro 08 ................ II e III Paraíba 2002............................................46 Quadro 11 .......................Indústrias inventariadas..............................32 Quadro 06 ................ por atividade segundo o CNAE Paraíba 2002... segundo classe I............Resíduos Sólidos gerados.... segundo classe I.............. segundo a CNAE Paraíba 2002.... II e III Paraíba 2002........Distribuição dos Resíduos Inventariados por Tipologia................... 21 Quadro 02 ..........Distritos Industriais da Paraíba com suas áreas.Municípios inventariados Paraíba 2002......66 09 .............54 Quadro 18 ........ segundo classe III Paraíba 2002........ segundo classe II Paraíba 2002...54 Quadro 19 .......................Resíduos Sólidos gerados...55 Quadro 20 .53 Quadro 17 .......... II e III Paraíba 2002..................................... segundo classe I...........58 Quadro 23 .Indústrias Inventariadas sem CNPJ............. segundo classe I..Resíduos Sólidos gerados...............................Porte da Indústria e Licenciamento Paraíba 2002...................... II e III Paraíba 2002....... II e III Paraíba 2002..................... II e III Paraíba 2002......................................Lista de Quadros Quadro 01 ...........29 Quadro 03 .....31 Quadro 05 ..........................................................................55 Quadro 21 ..........Universo de indústrias inventariadas por município Paraíba 2002.Consolidado dos Resíduos Inventariados do Estado Paraíba 2002...........Resíduos Sólidos gerados...... segundo a CNAE Paraíba 2002......................................................................Resíduos sem destino definido................................................Principais Resíduos Sólidos Inventariados do Estado Paraíba 2002.................... II e III Paraíba 2002........ segundo classe I Paraíba 2002....44 Quadro 10 ....... armazenados na própria industria segundo classe I............ segundo classe I...........................Indústrias inventariadas......Destinação dos resíduos para a própria indústria...........................................44 Quadro 09 ...Resíduos Inventariados do Estado Paraíba 2002...........................51 Quadro 15 .......................................................................................... número de empreendimentos e infra estrutura............

..........Percentual dos resíduos gerados......... segundo classe I..52 Gráfico 08 .......... II e III Paraíba 2002................Percentual das empresas inventariadas............Percentual dos Principais Tipos de Resíduos Sólidos Inventariados Paraíba 2002....................63 10 .... por divisões que compõem a Seção D Indústria de Transformação.............47 Gráfico 04 ...51 Gráfico 07 ...40 Gráfico 03 ........................... segundo classe I.59 Mapa 04 .............Maiores geradores de resíduos.....Percentual dos resíduos gerados............... II e III Paraíba 2002. conforme a CNAE........................Distritos Industriais...........Percentual das empresas inventariadas...........57 Gráfico 10 .............35 Mapa 03 ...................61 Lista de Mapas Mapa 01 ...............Dez maiores municípios gerados de resíduos Paraíba 2002..........................................................47 Gráfico 05 ........................................................... segundo classe III Paraíba 2002.......Quantidade de indústrias inventariadas por município......................................... II e III Paraíba 2002.......................Percentual dos resíduos gerados por destinação......... segundo classe I............. conforme a CNAE Paraíba 2002...........................Lista de Gráficos Gráfico 01 .................Maiores geradores de resíduos perigosos..........................................................Percentual dos resíduos gerados...Percentual de armazenamento...............................23 Mapa 02 ..........38 Gráfico 02 ........Seis maiores municípios gerados de resíduos perigosos Paraíba 2002...................49 Gráfico 06 ..................................................................... segundo classe I Paraíba 2002...........................................56 Gráfico 09 ................................................. segundo seção..........

no que tange a geração. dado que indica a necessidade de promover uma campanha de regularização de 43% de pequenos estabelecimentos que atuam no Estado quase que clandestinamente. Este setor também responde pelo maior volume de reaproveitamento de resíduos. abrangendo todas as regiões do Estado e suas mais 11 . consolidando assim o estabelecimento de uma política pública consistente para a gestão dos resíduos industriais neste Estado. As principais cidades paraibanas foram pesquisadas representando mais de duas dezenas em todas as regiões. respectivamente com 22. haja visto que o bagaço é quase todo consumido na alimentação animal e na produção de energia elétrica e a vinhaça é utilizada na fertilirrigação. através do FNMA. É importante ressaltar que algumas das indústrias do Estado se esforçam para encontrar soluções interessantes para esta importante questão.3% 63. O setor industrial paraibano é objeto de atenção da Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA. pois nem sequer CNPJ dispõem.Apresentação O presente inventário foi realizado em função de uma constatação: o lixo causa grande degradação na nossa qualidade de vida. coleta. mostrando que 70% do material extraído não é aproveitado e sim lançado a céu aberto se constituindo assim. ai se enquadra o setor sucoalcooleiro. bagaço de cana e vinhaça.30%. fato que será objeto de imediato estudo para solução do problema. no maior problema ambiental causado pelo setor industrial no Estado. sendo que 80% das maiores indústrias encontram-se devidamente legalizados. reciclagem e disposição final dos seus resíduos sólidos e líquidos. É importante ressaltar que de um modo geral que 57% do setor industrial tem licença ambiental. mostrado neste estudo como responsável pela geração do maior volume de resíduos sólidos e líquidos. Desta forma. No entanto foi possível observar que existem outros setores cujo problema ainda esta indefinido. minimiza e incentivar o reaproveitamento. trata-se de uma amostra representativa que elucidou questões de importância fundamental para a consecução de nossos objetivos. Este trabalho pesquisou 490 empresas representando mais que 10% de todo setor. que a equipe técnica da SUDEMA levantou a presente pesquisa que mostra dados de importância fundamental para a criação de uma base técnica consistente que viabilize o programa paraibano de gestão ambiental do lixo industrial. Foi graças ao apoio do Ministério do Meio Ambiente. é o caso do setor mineral onde encontramos a indústria de caulim. o tratamento e uma melhor forma de disposição final destes sub produtos. pretende a SUDEMA através deste estudo prevenir. para os quais exige a responsabilidade social do produtor destes resíduos gerados.

que envolve treinamento técnico. desde o número de indústrias totalmente alheias a questão. agora demonstrado por este sério e respeitável Estudo Técnico. Estas informações foram colhidas no presente estudo que mostrou também situações das mais diversas. na transposição de obstáculos. Assim. será ferramenta importante na reversão do quadro de degradação ambiental. que envolvem este importante setor no Estado da Paraíba. objetivando oferecer a sociedade soluções para a resolução dos seus problemas mais preementes. reaproveitamento racional do subproduto. investimento em novas tecnologias e educação ambiental. José Ernesto Souto Bezerra Superintendente da SUDEMA 12 . através do exercício da cooperação técnica. portanto em mais uma etapa concluída no trabalho do nosso grupo técnico especializado e vem preencher uma lacuna na falta de informações específicas. estas informações são de fundamental importância na definição de uma política pública. é possível demonstrar que os resultados ora apresentados refletem o esforço conjunto das instituições públicas estaduais e federais.importantes cidades industriais. até mesmo aquelas cuja produção de resíduos sólidos são quase que totalmente reaproveitados no seu próprio parque industrial A publicação destes dados se constitui. Portanto tenho convicção de que a aplicação e adaptação do conhecimento da real situação do problema em cada unidade industrial do Estado.

Criando instrumentos de planejamento e uma política em que se defina claramente diretrizes. econômicos e de saúde pública. principalmente no que se refere ao tratamento de resíduos líquidos e gasosos. de planejamento e investimentos é que se poderá garantir de fato a constância e eficácia neste campo. arranjos institucionais e recursos a serem aplicados. explicitando e sistematizando a articulação entre instrumentos legais. Em se tratando de resíduos sólidos a questão é tratada de forma muito incipiente. os graves problemas ambientais. quantitativo e de destinação final da questão dos resíduos sólidos industriais no Estado da Paraíba e possibilitará de maneira institucional e organizada. além de ser um instrumento que norteará: . o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e o estado da Paraíba através da citada SUDEMA.o planejamento e o controle da poluição industrial. foi realizado O INVENTÁRIO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DO ESTADO DAPARAÍBA. do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). O presente estudo trará um panorama qualitativo. provocados pelos problemas decorrentes dos resíduos sólidos industriais. contribui de forma significativa à manutenção das desigualdades sociais. O trabalho foi iniciado em abril de 2002 e executado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente -SUDEMA. enfim. este cenário vem mudando.a elaboração de um plano de gestão de resíduos sólidos das atividades industriais. .1. para combater. é uma das fontes mais representativas como causadora de impacto ambiental. comprometendo a qualidade de vida das populações. em termos de potencial poluidor. Entretanto. que dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais. 13 . impulsionado pela pressão da globalização do mercado cada vez mais competitivo e exigente na questão da preservação ambiental. Falta uma política de Gestão de Resíduos Sólidos no país. sociais. constitui ameaça constante à saúde pública e agrava a degradação e contaminação ambiental. de forma sistemática e continuada. celebrado entre O Ministério do Meio Ambiente (MMA). através do convênio MMA/FNMA nº 061/2001. articular estratégias de captação de recursos financeiros. de 29 de outubro de 2002. materiais e humanos. além de incentivos e investimentos pelos setores público e privado no que se refere à prática de controle e preservação ambiental Em razão do acima exposto e para atender o que reza a Resolução nº 313. A atividade industrial. Introdução O manejo inadequado de resíduos sólidos gera desperdício.

Ministério do MeioAmbiente. para fins de Tendo como meta caracterizar os resíduos sólidos industriais. .Federação das Indústrias do Estado da Paraíba-FIEP 14 . para. Foram parceiras do projeto as instituições abaixo relacionadas: . . reaproveitamento. implementar políticas de gestão direcionadas à redução. tratamento e destinação adequada e segura dos resíduos gerados. .IBAMA Instituto Brasileiro do MeioAmbiente e dos Recursos Naturais Renováveis.a execução de trabalhos e ações de controle da poluição industrial. reutilização.Fundo Nacional do MeioAmbiente . licenciamento ambiental.Associação Brasileira de Engenharia Sanitária eAmbiental -ABES/PB. então. reciclagem..

Incentivar o desenvolvimento de tecnologias industriais mais limpas. subsidiar a formulação de uma política de gestão voltada para minimização da geração. a reciclagem. Objetivo Tem como objetivo a visualização da atual situação dos resíduos sólidos industriais da Paraíba. bem como inventariar todos os resíduos do processo de produção e embalagem.Implantar e consolidar o banco de dados estadual de resíduos sólidos industriais. natureza. embalagens descartadas. . 15 .Disponibilizar o relatório final que contemple as quantidades.Identificar estoques existentes nas instalações industriais. verificando sua origem. Objetiva também. . tratamento e destinação adequada e segura de resíduos industriais de maneira a: .2. . tratamento e disposição final. resíduos de refeitórios e também de escritórios. dos sistemas de controle da poluição. visando a não geração de resíduos. sua classificação. a reutilização. e formas de armazenamento. por setor de empreendimentos de médio para grande porte. quantificação e destino final. tipos de resíduos.Elaborar um diagnóstico estadual da situação de geração e destinação de resíduos industriais. adotadas por tipologia industrial. .

Para tanto. os quais foram preenchidos por pessoal previamente capacitado. minerais não metálicos. com visitas “in loco” nas industrias. O critério utilizado para selecionar as indústrias que iriam participar do inventário foi. Metodologia A metodologia utilizada neste estudo consistiu basicamente em realizar uma pesquisa direta em industrias previamente selecionadas. 3. as tipologias industriais que deverão apresentar informações sobre seus resíduos sólidos aos órgãos estaduais de meio ambiente. Inicialmente foi proposto inventariar 700 indústrias. de 29 de outubro de 2002. . No universo das indústrias inventariadas foi incluso algumas atividades sem CNPJ.Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado da Paraíba CINEP. madeireira.1 Seleção das Indústrias A Resolução CONAMA 313/02. nos municípios de Campina Grande e Patos. basicamente. Para melhor compreensão são descritas. estabelece em seu artigo 4°. de micro porte. O conteúdo preenchido nos formulários resulta das informações prestadas pelos responsáveis das unidades de produção . além dos ramos determinados pela supra citada resolução. o ramo e o porte da atividade. foram selecionadas as indústrias que serviriam de base para o Inventário. A inclusão dessas atividades deu-se em função de ter sido constatado uma grande quantidade desses empreendimentos em especial do ramo calçadista. . fornecendo a quantidade de resíduos sólidos gerados em 12 meses de operação. foi realizada uma pesquisa nos banco de dados cadastrais das instituições abaixo relacionadas: . aplicando formulários específicos.SUDEMA. 16 .Superintendência deAdministração do MeioAmbiente. nos sub itens. o que representa 20% do parque industrial de maior representatividade no Estado. dentre outras. têxtil. A partir desta relação de atividades industriais.Federação das Industrias do estado da Paraíba-FIEP.3. assim como as atividades de micro porte da industria calçadista. a SUDEMA optou por incluir os setores industriais de celulose. as fases envolvidas no processo metodológico.

A presença do técnico facilitava o entendimento no preenchimento do formulário.Confecções .2 Aplicação do Formulário O projeto adotou como estratégia de ação realizar pesquisa “in loco“ nas atividades industriais para aplicação do formulário (anexo). Trabalho realizado pelos técnicos da SUDEMA.Metalurgia .Têxteis . Esse questionário contém informações sobre características gerais da industria.Beneficiamento de minérios 3. 17 .Sucro-alcooleira . identificação do produto e produção industrial. que foram previamente treinados para desenvolver esta atividade. tais como: .Cerâmica .Bebidas .Calçados .Celuloses .Deste modo.Couros .Alimentícias . atentando para o porte da atividade e a geração dos resíduos industriais estiveram representadas. garantia uma maior confiabilidade das informações.Extrativismo mineral .Papéis . matéria prima utilizada. A visita do técnico nas industrias eram previamente agendadas. o que garantia uma redução do tempo de espera do pesquisador para aplicar o formulário. processos de produção da indústria e informações sobre geração. manejo e destinação dos resíduos sólidos industriais. um maior percentual de industrias inventariadas e o cumprimento das metas pré-estabelecidas. uma vez que o empresário já havia tomado conhecimento da visita. os principais ramos de atividades industriais desenvolvidas no estado da Paraíba.

3 Redução de Riscos Para reduzir o risco de extravio dos dados contidos nos formulários. 18 . adotou-se como estratégia de segurança. a gradativa gravação do conteúdo das informações contidas no questionário em meio magnético.3.

Destaca-se em todo o Estado o Pólo de Informática de Campina Grande.80 % na zona rural.1.274. dos quais.Agropecuária: 03. produzindo e exportando software para o mundo inteiro. Na Paraíba.Indústria: 23. É um Estado que vem mudando seu perfil sócio-econômico.0% . Sendo o estado mais central do nordeste. e Campina Grande que polarizam a maior concentração de indústrias instaladas no Estado.Serviços: 76.1 PIB Na maioria dos estados nordestinos o crescimento do PIB é superior ao do Brasil. 4. participando com mais de um quarto da produção total. É o maior produtor de cimento do nordeste. bem como os sistemas urbanos de abastecimento de água. como o calcário e caulim. enquanto que no Brasil a variação no mesmo período foi de 3. Possui 223 municípios.7% 19 .3%. um dos mais avançados do país.1%.% . 66. Dados do Estado da Paraíba O Estado da Paraíba possui uma área territorial de 56. em 1999 a variação do PIB foi de 6. Além disso ainda lidera na produção de minérios. Possui uma população de 3.372 km².323. 4. os municípios de João Pessoa. Na sua infra-estrutura destaca-se a malha rodoviária.1 Economia A Paraíba vem gradativamente ocupando espaços importantes na economia regional. capital do Estado. principalmente pela atuação da iniciativa privada.4. distribuição de energia elétrica e telecomunicações. Distribuição do PIB por setores econômicos: .20% está na zona urbana e 33. desta.

Minerais Não-Metálicos .268 empregados. número de empreendimentos e infra-estrutura. O quadro abaixo apresenta os distritos do estado da Paraíba. Sousa e Cajazeiras. Em João Pessoa e Campina Grande ou noutras cidades que contam com distritos. porém quando estes cessaram várias indústrias fecharam suas portas e abandonaram a produção. 20 . em condições de atender à implantação e funcionamento das indústrias. Velame além de Guarabira. Campina Grande e nas regiões urbanas por ela polarizadas como: Queimadas. Os segmentos de maior representatividade são: . esgotos.4. telefonia e transportes).1. com 65.2 Indústrias A atividade industrial na Paraíba começou a se desenvolver a partir da década de 60 com os incentivos fiscais da SUDENE Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste. Atendendo às empresas que necessitam de localização especial o Governo do Estado vem adquirindo novas áreas. 2000). Localizam-se em João Pessoa.Têxtil .Vestuário A grande maioria dessas indústrias não possuem planos de gerenciamento de resíduos e dispõem seus resíduos sólidos sem nenhum controle ambiental.Construção Civil . Conde. A Paraíba dispõe de 14 Distritos Industriais equipados com infra-estrutura.Sucro-Alcooleiro . Alhandra. Caatingueira. os lixões. Existem cerca de 4. água. (de serviços de energia elétrica.024 indústrias instaladas em todo o território paraibano (FIEP. Ligeiro. as novas aquisições se incorporam administrativamente ao Distrito Industrial da cidade mais próxima. Santa Rita (todos na Grande João Pessoa).Bebidas eAlimentos .Couro e Calçados . em municípios naturalmente dotados de recursos naturais e humanos para cada tipo de empreendimento projetado. provendo-as de infra-estrutura adequada. área. Mangabeira. tendo como destino final. Patos. os corpos d'água e os terrenos baldios das cidades.

A economia da área metropolitana de João Pessoa constitui um dos pontos de maior produção do estado da Paraíba.00 ha 204. NÚMERO DE EMPREENDIMENTOS E INFRA-ESTRUTURA CIDADE ÁREA EMPRESAS INFRA-ESTRUTURA João Pessoa Mangabeira Campina Grande Ligeiro Velame Caatingueira Polo Coureiro 646. um fator de grande importância estadual. telefonia fixa e móvel. Os pólos de desenvolvimento econômico situam-se nos municípios de Santa Rita.71 ha 6.00 ha 44.00 ha 47. Água. telefonia fixa e móvel. telefonia fixa e móvel. e pavimento Água.00 ha 155 4. energia de alta e baixa tensão. cuja abrangência regional ultrapassa as fronteiras do estado da Paraíba. e pavimento Água. e pavimento Água. 21 . gás natural e pavimento Água. Água. telefonia fixa e móvel. telefonia fixa e móvel.05 ha 173. energia de alta e baixa tensão.52 ha 155 95 45 11 23 09 03 14 15 08 04 05 06 04 MAPA 01 DISTRITOS INDUSTRIAIS Guarabira Queimadas Patos Sousa Cajazeiras Conde Conde (2ª Etapa) João Pessoa Água. energia de alta e baixa tensão. telefonia fixa e móvel. energia de alta e baixa tensão. energia de alta e baixa tensão. energia de alta e baixa tensão. No município de Cabedelo salienta-se a presença do porto. também. telefonia fixa e móvel.QUADRO 1 DISTRITOS INDUSTRIAIS DA PARAÍBA COM SUAS ÁREAS. energia de alta e baixa tensão. e pavimento Água. Campina Grande e nos distritos industriais de João Pessoa e Queimadas.39 ha 85. telefonia fixa e móvel. e pavimento Água.50 ha 21. telefonia fixa e móvel. energia de alta e baixa tensão. a indústria têxtil e química. telefonia fixa e móvel Água. a produção da região metropolitana é voltada para a fabricação de artefatos de agave para a exportação. telefonia fixa e móvel.38 ha 35.3 Região Metropolitana de João Pessoa Hoje. juntamente com Campina Grande e Queimadas. telefonia fixa e móvel.00 ha 22. energia de alta e baixa tensão. energia de alta e baixa tensão. O setor turístico vem se constituindo. Energia de alta e baixa tensão. Água. telefonia fixa e móvel. energia de alta e baixa tensão.00 ha 75. energia de alta e baixa tensão.1. Água. Água. Água.00 ha 32. Cabedelo. telefonia fixa e móvel. FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 646. energia de alta e baixa tensão. energia de alta e baixa tensão. telefonia fixa e móvel.00 ha 21.

têxteis. metal-mecânica e mineração. têxtil. Poço Dantas Brejo dos Santos Riacho dos Cavalos Bom Sucesso Uiraúna Vieirópolis Triunfo Poço de José de Moura São Francisco Jericó Lastro Santa Cruz Lagoa Mato Grosso Paulista Brejo do Cruz Frei Martinho São Bento Nova Floresta Picuí Cuité Araruna Campo de Santana Riachão Damião Cacimba de Dentro Nova Palmeira Santa Helena São João do Rio do Peixe Marizópolis Bom Jesus Aparecida São Bento de Pombal Nazarezinho São José da Lagoa Tapada Condado Malta Cajazeirinhas São Mamede Dona Inês Belém No setor industrial predominam os estabelecimentos de produtos alimentares.O crescimento industrial na área de couros. eletrônico. . A cidade possui ainda o Distrito Industrial de Mangabeira que foi criado no ano de 1992 e possui uma área de 47. devem ser mencionados alguns fatores ou áreas estratégicas que se destacam pelas oportunidades que oferecem: . 38°30' 38°00' 37°30' 37°00' 36°30' 8°00' Zabelê 8°00' São João do Tigre MUNICÍPIOS COM DISTRITO INDUSTRIAL MUNICÍPIOS COM 2 DISTRITOS INDUSTRIAIS MUNICÍPIOS COM MAIS DE 2 DISTRITOS INDUSTRIAIS PROJEÇÃO POLICÔNICA MERIDIANO CENTRAL: 36º45’ W PARALELO DE REFERÊNCIA: 07º15' S FONTE DA BASE CARTOGRÁFICA : IBGE PERNAMBUCO São Sebastião do Umbuzeiro 36°00' 35°30' 35°00' 22 . 30Km do porto de Cabedelo e 10Km do aeroporto Castro Pinto. abastecimento d'água e sistemas de telefonia. calçados e artefatos de madeira. da presença de entidades 6°00' 37°00' 36°30' 36°00' 35°30' 35°00' 6°00' Belém do Brejo do Cruz São José do Brejo do Cruz RIO GRANDE DO NORTE OCEANO ATLÂNTICO Catolé do Rocha profissionalizantes como o SESI e SENAI. no sentido João Pessoa Recife. bebidas e cerâmica. Ibiara 7°30' Conceição Curral Velho 7°30' Barra de Santana Amparo São Domingos do Cariri Coxixola Riacho de Santo Antônio Barra de São Miguel Alcantil Santa Cecília de Embuzeiro Gado Bravo Aroeiras Santana de Mangueira Numa visão geral de suas potencialidades de crescimento e diversificação produtiva. Sebastião de Lagoa de Roça Cabedelo Alagoa Grande Gurinhém Juarez Távora Ingá São José dos Ramos Caldas Brandão Riachão Sobrado do Poço Matinhas Puxinanã Lagoa Seca Serra Redonda Igaracy Piancó Monte Horebe Bonito de Santa Fé Serra Grande Olho d'Água Mãe d'Água Taperoá Santo André Massaranduba Gurjão Cruz do Espírito Santo Bayeux JOÃO PESSOA Teixeira Cacimbas Boa Vista São José de Caiana Itaporanga Maturéia Desterro Santana dos Garrotes Diamante Pedra Branca Boa Ventura Nova Olinda Juru Água Branca Serra Branca Imaculada Livramento Parari São João do Cariri São José dos Cordeiros Cabaceiras Boqueirão Campina Grande São Miguel de Taipu Pilar Riachao de Bacamarte Mogeiro Conde Queimadas Fagundes Itabaiana Itatuba Salgado de São Félix Juripiranga Pedras de Fogo Alhandra Pitimbu Caaporã Caturité trecho João Pessoa/Santa Rita. O distrito industrial localiza-se na BR 101 com área útil de 280 hectares.A produção de frutas tropicais de alta qualidade. na extensão dos quilômetros 85 e 92.Aexploração do potencial turístico.As oportunidades contidas na recuperação ou modernização de atividades agrícolas ou agroindustriais do tipo tradicional. . Conta com os serviços de abastecimento d'água.DISTRITOS INDUSTRIAIS 38°30' 38°00' 37°30' O distrito industrial de João Pessoa concentra as maiores atividades econômicas da região e localiza-se as margens da BR 101. O distrito de Mangabeira é dotado de sistema de abastecimento d'água. distando 1Km do centro da cidade e a 20Km de João Pessoa. esgotos. Este segmento produtivo apresenta grande capacidade de expansão. vestuários. . 6°30' Bernardino Santarém Batista 6°30' CEARÁ Caiçara Jacaraú Mataraca Logradouro Baraúna Sousa São Domingos de Pombal Pombal Vista Serrana São José de Espinharas Várzea São José do Sabugi Cubati Santa Luzia Seridó Tenório Junco do Seridó Pedra Lavrada Sossêgo Barra de Santa Rosa Casserengue Bananeiras Solânea Serra da Raiz Pedro Lagoa de Dentro Régio Duas Estradas Curral de Cima Sertãozinho Baía da Traição Marcação Mamanguape Pirpirituba Itapororoca Pilõezinhos Remígio Arara Borborema Araçagi Guarabira Capim Cuité de Mamanguape Rio Tinto Serraria Pilões Cajazeiras Cachoeira dos Índios Cuitegi Alagoinha Lucena Olivedos Algodão de Jandaíra Esperança Areia Mulungu 7°00' Carrapateira São José de Piranhas Aguiar Coremas Emas Catingueira SantaTeresinha Patos 7°00' Mari Sapé Santa Rita Juazeirinho Quixaba Areia de Baraúnas Passagem São José Cacimba de Areia do Bonfim Salgadinho Assunção Soledade Pocinhos Areial Montadas Alagoa Nova S. dispõe de uma extensa zona residencial. atendido pelo sistema de transporte urbano. com 55 indústrias de confecções. energia elétrica de alta e baixa tensão e um sistema viário precário com a maioria das vias terraplanadas. sobretudo em face à tendência crescente a terceirização. . distando aproximadamente 6Km do centro da cidade e da estação ferroviária.O potencial produtivo tem revelado a média empresa no estado. . energia elétrica. localizada às margens da BR 230. comunicações e transportes. dada a sua aptidão para explorar as oportunidades regionais e locais e aquelas derivadas da integração das cadeias produtivas.05 hectares. O distrito é dotado de sistema de energia elétrica. com base na irrigação e orientada para o Tavares Manaíra Ouro Velho Sumé Santa Inês Natuba Prata Umbuzeiro Princesa Isabel São José de Princesa ESCALA GRÁFICA 10 0 10 20 30 40 km Caraúbas Congo Monteiro Camalaú mercado externo. Outro distrito industrial de grande importância na região é o de Santa Rita. O acesso interno constitui-se de ruas terraplanadas.

O Distrito situa-se a apenas 2 km do centro da cidade. Patos: Localiza-se às margens da BR-230. Guarabira: Localiza-se às margens da Rodovia PB-55. Muitas destas indústrias cadastradas são denominadas “fundo de quintal”. 4. 4. foi excluído deste trabalho. apresenta 4. trecho Patos/Pombal. mudaram de endereços ou encontrarem-se paralisadas.6 Cadastro de Tipo de Indústrias O cadastro da FIEP Federação das Indústrias do Estado da Paraíba. sendo que parte dessas indústrias é formada por panificadoras e construtoras que não foram incluídas neste item. trecho Guarabira/Mari.026 indústrias de segmentos diversos instalados no município.024 indústrias no estado da Paraíba.1. Está localizado a 2 km da cidade. 4. Sousa: Situa-se à margem direita da Rodovia BR-230 trecho Sousa-Cajazeiras. pois os resíduos das padarias são coletados junto com o resíduo domiciliar e os resíduos da construção civil por não ter endereço fixo.4 Região de Campina Grande O distrito industrial de Campina Grande localiza-se ao sul do município distando cerca de 10Km do centro comercial e a 2Km do contorno que liga a BR 104 (Campina Grande Cauruaru) a BR 230. 25 . com potencial para o cultivo de diversos crustáceos e de moluscos.5 Outros Distritos Cajazeiras: Encontra-se situado à margem da Rodovia BR-230.1. distando 3 km do centro da cidade. É entrecortada por muitos estuários. distando 3 km da cidade.A região dispõe de recursos pesqueiros de alto valor comercial nos mercados nacional e internacional. O cadastro 2000 da FIEP registra 1. Algumas indústrias cadastradas pelo órgão supracitado encontram-se fechadas.1.

Aviabilização de novos empreendimentos de gerenciamento e reutilização de resíduos. .Facilitará a execução de trabalhos e ações de controle da poluição industrial para fins de licenciamento ambiental. .Subsidiará na elaboração de um plano de gestão de resíduos sólidos das atividades industriais.5.Aimplementação da Política Estadual de Gestão de Resíduos Sólidos Industriais. . . . . o que trará melhoria da qualidade ambiental do Estado.As empresas estarão contribuindo para o estabelecimento de Políticas de Gestão Ambiental que possam auxiliá-las na destinação adequada dos resíduos de sua responsabilidade.2 Vantagens .Ageração de novos empregos e renda.A difusão e adoção de tecnologias industriais mais limpas que priorizem a redução na geração de resíduos.A realização do inventário possibilitará a criação de um banco de dados. aumento da reciclagem e reaproveitamento.A minimização da geração. 26 . a partir daí. .1 Benefícios . e diminuição da disposição final inadequada.As empresas estarão demonstrando à sociedade a sua Responsabilidade Social por meio da transparência e compromisso com o meio ambiente e a com população do Estado da Paraíba. . Benefícios e V antagens Arealização do inventário possibilitará os seguintes benefícios e vantagens: 5. . . iniciar-se um processo de comercialização através da criação de uma bolsa de resíduos.Tornar-se-á um forte instrumento de planejamento para a formulação de políticas públicas para o setor. podendo. 5.A identificação das fontes geradoras de resíduos industriais que apresentam risco para a população e ao meio ambiente.Possibilitará o planejamento e o controle da poluição industrial. .

algumas zonas.Mata Atlântica . também se observa outra forma de degradação. de acordo com a SUDEMA. em especial. e a Mata Atlântica propriamente dita. O Estado é relativamente pequeno. as quais provocam distúrbios ambientais sérios. e caracterizados por fitofisionomias. como a extração de calcário para fabricação de cimento e deposição de lixo (lixão do antigo lixão do Roger) ambas em pleno centro de João Pessoa. as de maior concentração populacional já apresentam condições adversas.1 Biomas do Estado da Paraíba: . Nesta zona litorânea. em quatro zonas ecológicas: Zona de Planície Litorânea.2 Caatinga: Constitui-se de uma porção expressiva da Zona Semi-árida do Estado. aterros de manguezais. Biomas . 6. 6. dentre estas se destacam João Pessoa.1 MataAtlântica: Composta por ecossistemas dos manguezais e areias de restinga. não apresenta acentuados problemas de poluição. atualmente destina-se à expansão urbana e às atividades turísticas.1. Zona de Floresta (Pós-litorânea). Entretanto. sendo a mais importante.6. do Sertão. se comparado aos demais estados da federação.Caatinga 6. Azona ecológica litorânea. sendo caracterizado. retirados da vegetação de mangue. e do Seridó. 27 . através de poluição hídrica por esgotos domésticos. representada pela vegetação da zona do Cariri. Zona de Transição (Agreste) e Zona de Caatinga. atividades que acentuam os danos ambientais.1. RecursosAmbientais A Paraíba por não ter um franco desenvolvimento industrial. deposições de resíduos sólidos em rios e mangues. Campina Grande e outros centros menores.Conjuntos amplos de Ecossistemas adaptados ás condições particulares em que se encontram.

realizada pelas usinas e destilarias. veículos automotores. com um parque industrial bastante significativo. advindo da poluição por efluentes industriais. já estão em alguns casos. calcário e bentonita.Os recursos hídricos superficiais e subterrâneos são intensamente utilizados. Dentro deste mesmo contexto encontra-se Campina Grande. Outras cidades como Patos. Sousa. hospitalares. Destacando-se as queimadas advindas do uso do fogo nos canaviais durante o período do corte e produção açucareira. agro-industriais. oriundos do caulim. favorecendo substancialmente ao processo de salinização e sodificação de diversos reservatórios. porém em menores proporções. além de outros tipos de poluição. indústrias de papel e plástico e as industrias de torrefações e panificação. Cajazeiras e Guarabira. Atualmente a Paraíba apresenta boa qualidade do ar. de grande potencial de poluição. indústrias de beneficiamento de minérios. fonte de poluição proveniente da queima de combustível. a exemplo das anteriores já apresentam problemas de poluição de mesma ordem. esgotos domésticos. onde se localizam as industrias de maior potencial de poluição atmosférica. efetuado a montante dos açudes. havendo já indícios de comprometimento. além dos esgotos sanitários e deposições de lixo nos arredores da cidade. 28 . deposição de lixo. onde merece destaque a industria coureira. especialmente os não metálicos. Os recursos hídricos superficiais e subterrâneos na Paraíba. tornando o uso da água imprópria ao consumo humano e animal. consideradas como principais fontes de emissões atmosféricas a nível Estadual. principalmente nos centros urbanos de João Pessoa e Campina Grande onde detém as maiores frotas de veículos. comprometidos por um processo de poluição proveniente de um sistema de manejo inadequado de exploração agrícola. excetuando algumas zonas específicas.

PARAÍBA . * Seus resíduos não foram contabilizados com as demais indústrias por estarem fora do sistema do inventário de resíduos sólidos. demonstrado no mapa 1.85% Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002. 29 .406. Assim. de grande. algumas inativas PERCENTUAL EM RELAÇÃO À PROPOSTA DO INVENTARIO 68.7.129. O trabalho mobilizou cerca de 490 indústrias.73% dos 223 municípios que compõe o estado da Paraíba.86% 2. são apresentados em termos médios de tonelada /ano por atividade produtiva.14% PERCENTUAL EM RELAÇÃO ÀS INDÚSTRIAS INVENTARIADAS 97. e também pela desatualização do cadastro da FIEP. médio e pequeno porte. A meta inicial de inventariar 700 industrias não foi atingida em virtude de algumas industrias estarem desativadas. PROPOSTA DE INDÚSTRIAS A INVENTARIAR TOTAL DE INDÚSTRIAS INVENTARIADAS SITUAÇÃO DAS INDÚSTRIAS VISITADAS 477 Inventariadas com CNPJ * 13 Inventariadas sem CNPJ 210 Cadastros Desatualizados na Fiep. 477 estão registradas no banco de dados de resíduos sólidos industriais.Apresentação dos Resultados Os resultados referentes à produção de resíduos sólidos industriais. num universo de 44 municípios inventariados.35% 700 490 1. CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. Dessas. contando apenas nos questionários.69 toneladas de resíduos industriais por ano. representando 19.65% 30% 42. outras terem mudado de endereço. Essas indústrias são responsáveis pela geração de cerca de 6.2002. e as 13 restantes não foram registradas no banco por não possuírem CNPJ. fazemos conhecer os resultados obtidos através das pesquisas realizadas a seguir: QUADRO 02 SITUAÇÃO DAS INDÚSTRIAS NA EXECUÇÃO DO INVENTÁRIO .

lona plástica.90 0.100 0. etc).24 45.427 0. lona plástica.620 0.M.19-4 I307 A006 1.32-1 B.360 15.420 0.33-0 Fabricação de calçados de plástico 18.36 0. bolsas. 30 . etc).2002.015 0.PARAÍBA . 19.144 1.080 0. etc). CALÇADOS 19.000 0. lona plástica.90 04 0.39-9 0.04 0. lona plástica. Resíduos de materiais têxteis contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos não perigosos) Resíduos de borracha Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas. B. lona plástica.33-0 MINAR 19. lona plástica.144 SOLADOS ADRELE 25.000 18.04 19. Resíduos de papel e papelão NÃO PERIGOSO QTDE(t) A010 0. Resíduos de materiais têxteis contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos não p erigosos) Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.060 0. valises e outros artefatos para viagem. de qualquer material Fabricação de outros artefatos de couro Fabricação de tênis de qualquer material Fabricação de calçados de plástico CÓD. etc).150 4.33-0 Fabricação de calçados de plástico AO2 AO3 I307 CALÇADOS DE SEU VAVÁ 19.210 0.001 19. lona plástica.68 0. etc).430 0.39-9 Fabricação de calçados de outros materiais Fabricação de calçados de outros materiais Fabricação de calçados de femininos Fabricação de calçados de outros materiais Fabricação de artefatos diversos de borracha I307 I307 A005 AO1 A005 I307 A004 0. Resíduos de borracha outros residuos não perigosos (Bidim) Resíduos de borracha Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.200 0.480 0. Resíduos de borracha Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas. DESCRIÇÃO DA INDUSTRIA CNAE DESCRIÇÃO CNAE Fabricação de malas.144 0. Espumas Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.33-0 Fabricação de calçados de plástico A010 CALÇADOS CAROCA CALÇADOS PERRAL VIANA CALÇADOS CALÇADOS H.020 0.03 0. DESCRIÇÃO DO RESÍDUO Resíduos de materiais têxteis conta minados ou não contaminados com substâncias/produtos não perigosos) Aparas.90 05 0.000 0.03 A399 I307 A308 I307 A005 I307 A005 AO1 IND. retalhos de couro atanado Aparas.015 0. CALÇADOS PLAYBOY 19.33-0 Fabricação de calçados de plástico A010 A005 I307 IREMAR ARAÚJO SILVA 19.030 18. etc). lona plástica. etc). retalhos de couro atanado Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas. etc). lona plástica.900 2.QUADRO 03 INDÚSTRIAS INVENTARIADAS SEM CNPJ. Sucata de metais ferrosos Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.38 0.65 01 01 01 TOTAL TOTAL INDÚSTRIAS JOSEFA RAIMUNDO DE LIMA – ZAPE 1921-6 A399 A399 FABRICAÇÃO DE LUVAS S/A 1929-1 REGGAE STAR 19. SEGUNDO CNAE . retalhos de couro atanado Aparas.001 0.600 0.020 0.288 0.27 01 TOTAL 13 Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002. Resíduos de borracha outros residuos não perigosos (Bidim) outros residuos não perigosos (Bucha) outros residuos não perigosos (Pó de tinta) Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.39-9 0. etc).39-9 19. Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.

218 toneladas/ano.427 toneladas de resíduos sólidos industriais por ano. lona plástica.Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas. representando 24.2002. Santo Cuitegi Duas Estradas Esperança Guarabira Ingá Itabaiana João Pessoa Juazeirinho QTDE IND/MUNICÍPIO 01 02 01 08 16 01 05 04 01 47 13 126 06 02 02 01 02 06 24 01 01 74 05 CÓDIGO 250780 250890 250930 250940 250970 251080 251120 251160 251180 251200 251210 251240 251250 251290 251340 251370 251390 251530 51580 2 251597 251610 251620 251675 MUNICÍPIO Junco do Seridó Mamanguape Mataraca Mogeiro Monteiro Patos Pedras de Fogo Pilões Pirpirituba Pocinhos Pombal Puxinanã Queimadas Rio Tinto Santa Luzia Santa Rita São Bento Sapé Serra Redonda Sobrado Soledade Sousa Tenório TOTAL QTDE IND/MUNICÍPIO 04 03 01 01 05 26 02 02 01 03 06 01 08 02 01 22 11 02 01 01 02 20 03 477 Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002. etc).As industrias inventariadas que não possuem o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ. sendo A399 Aparas e retalhos de couro atanado. situadas no município de Campina Grande.57% do total inventariado. equivalente a 18.045 toneladas/ano.72% do total de resíduos.PARAÍBA . foram responsáveis pela geração de cerca de 45. equivalente a 16.164. 31 . 477 instaladas em 44 dos 223 municípios que compõem o estado da Paraíba. no total de 13.70% e os demais resíduos totalizam 11. representando 35. e I307 . QUADRO 04 UNIVERSO DE INDÚSTRIAS INVENTARIADAS POR MUNICÍPIO . CÓDIGO 250030 250040 250060 250110 250180 250190 250215 250300 250310 250320 250370 250400 250430 250460 250490 250520 250580 250600 250630 250680 250690 250750 250770 MUNICÍPIO Alagoa Grande Alagoa Nova Alhandra Areia Bayeux Belém Boa Vista Caaporã Cabaceiras Cabedelo Cajazeiras Campina Grande Catolé do Rocha Conde Cruz do E. representando 39. O quadro 4 a seguir contempla o número de industrias inventariadas.

21 0.21 1.61-0 15. Guarabira com 24 indústrias e complementado a lista dos seis maiores. Cabedelo com 47 indústrias.95-4 17.59-8 15. crustáceos e moluscos Produção de sucos de frutas e de legumes Preparação do leite Fabricação de produtos do laticínio Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos de arroz Fabricação de fubá e farinha de milho Fabricação de rações balanceadas para animais Beneficiamento.68 0.21 32 .63 0.21-3 17.42 0. QUADRO 5 INDÚSTRIAS INVENTARIADAS. moagem e preparação de outros produtos de origem vegetal Usinas de açúcar Torrefação e moagem de café Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de massas alimentícias Preparação de especiarias.29-3 14.14-8 15.56-3 15. temperos e condimentos Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação. POR ATIVIDADE SEGUNDO O CNAE .41-5 15.11-6 17. aparece o município de Santa Rita com 22 indústrias inventariadas.21 0.84 0.94-6 15. sendo um total de 126 indústrias. homogeneização e mistura Fabricação de vinho Fabricação de malte.84-9 15.42 1.21 1.51-2 15.29-0 15.92-0 15. molhos.22-1 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE Cultivo de cana-de-açúcar Extração de outros minerais metálicos não-ferrosos Extração de outros minerais não-metálicos Preparação de carne.05 0.61 2. Patos com 26 indústrias. cervejas e chopes Engarrafamento e gaseificação de águas minerais Fabricação de refrigerantes e refrescos Beneficiamento de algodão Fiação de algodão Fiação de outras fibras têxteis naturais INDÚSTRIAS 01 01 01 01 01 06 03 02 01 05 03 01 02 08 02 05 01 22 11 02 01 05 03 04 04 01 % 0. seguido por João Pessoa com um número de 74 indústrias.21 0.05 0.23-7 15. CNAE 01.26 0.21 0.31 0.85-7 15.13-0 15.42 0.84 0.63 0.71-7 15.No universo das indústrias inventariadas apresentado.93-8 15.05 0. observa-se que o município de Campina Grande foi o parque industrial de maior cadastramento.21 0.42 1.82-2 15.91-1 15.21 4. retificação.42-3 15.PARAÍBA . banha e produtos de salsichas Preparação e preservação do pescado e fabricação de conservas de peixes.89-0 15.63 0.21 1.2002.13-9 13.54-7 15.

palha.63 33 .26 0.63-9 17.23-0 20.21 0.63 3. bolsas.42 0.69-8 17.31-0 17.10-0 19.98 MAPA 02 QUANTIDADE DE INDUSTRIAS INVENTARIADAS POR MUNICÍPIOS 17.exceto móveis Fabricação de embalagens de papel Fabricação de embalagens de papelão . revistas e livros Serviço de impressão de material escolar e de material para uso industrial e comercial 02 03 04 04 06 23 07 11 10 01 07 01 02 02 01 01 03 12 01 03 0.21 0. tecidos e artigos Fabricação de artefatos de cordoaria Fabricação de tecidos especiais .39-9 20.31-8 21.21 0.50-7 17.CNAE 17.26 4.21 0.72-8 17. papel.inclusive a fabricação de papelão corrugado Fabricação de artefatos de papel.47 2.41-5 21. Fabricação de outros artefatos têxteis Serviços de acabamento em fios.22-2 20. de qualquer material Fabricação de outros artefatos de couro Fabricação de calçados de couro Fabricação de tênis de qualquer material Fabricação de calçados de plástico Fabricação de calçados de outros materiais Desdobramento de madeira Fabricação de esquadrias de madeira. papelão. cartolina e cartão Edição.24-8 17.29-1 19.32-1 19.42 1.inclusive artefatos Fabricação de outros artigos têxteis .71-0 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE Fabricação de linhas e fios para coser e bordar Tecelagem de algodão Tecelag em de fios de fibras têxteis naturais Fabricação de artigos de tecido de uso doméstico.21 0.12-0 18.31-3 19.19-5 22.42 0. valises e outros artefatos para viagem.79-5 18.42 0. de casas de madeira pré fabricadas.21 1.52 0.63 0. cartolina e cartão para escritório Fabricação de outros artefatos de pastas.64-7 17.21 0.49-3 17. artigos de carpintaria Fabricação de artefatos de tanoaria e embalagens de madeira Fabricação de artefatos diversos de madeira.41-8 17.21-7 22.89 0. cortiça e material trançado .21-0 18.49-0 22.32-9 17.31 2.21 1.22-5 Fabricação de acessórios do vestuário Fabricação de acessórios para segurança industrial Curtimento e outras preparações de couro Fabricação de malas.21 0.22-8 19.10 0.11-2 18.63 0.84 1.21 0.10-9 20.21-6 19.29-0 21.33-0 19.63 2.84 0.42 0.21 0.32-6 21.exclusive vestuários Fabricação de Tecidos de Malha Fabricação de Meias Fabricação de outros artigos do vestuário produzidos em malharias (tricotagem) Confecção de peças interiores do vestuário Confecção de outras peças do vestiário INDÚSTRIAS 02 09 01 06 02 01 02 01 01 03 01 01 03 19 % 0.42 0. edição e impressão de outros produtos gráficos Impressão de jornais.47 0.82 1. papelão.

92-1 26.35 3.21 0.26 27 .52-0 24.42 Sao Jose do Brejo do Cruz RIO GRANDE DO NORTE OCEANO ATLÂNTICO Frei Martinho Picui Nova Floresta Cuite Barauna Nova Palmeira Tacima Logradouro Dona Ines Caicara Jacarau Cacimba de Dentro Damiao Araruna Riachao Mataraca 0.42 4.21 0.21 0.99-1 29.42 3.84 0.74 75 .20-4 26.11-5 26.94 Britamento. aparelhamento e outros trabalhos em pedras 26.40-0 24.21 0.99-6 25.62-9 Fabricação de cal virgem.72-4 24.49-9 27.21 0.21 0.20-5 23.exclusive esquadrias Fabricação de outros produtos elaborados de metal Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral Fabricação de máquinas e equipamentos para agricultura.12-7 25.99-9 27.84 Brejo dos Santos Bom Sucesso Uirauna Jerico Santa Cruz Lagoa Sao Francisco Paulista Mato Grosso Lastro Vieiropolis Riacho dos Cavalos Sao Bento 0. de bebida e fumo Santana de Mangueira Quantidade de Industrias 0 1 .42 0.21 Catole do Rocha 0. gesso e estuque Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários para uso estrutural na construção civil Fabricação de produtos cerâmicos refratários Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários para uso diversos DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE INDÚSTRIAS 01 07 02 01 01 04 01 02 09 03 02 16 19 01 01 02 20 11 01 03 14 03 20 07 01 01 02 06 01 01 03 04 04 02 01 01 % 0.126 8°00' 0.30-1 26.21 6°30' Santarem Bernardino Batista 6°30' Poco Jose de Moura Triunfo Santa Helena Sao Joao do Rio do Peixe Sousa Pombal Bom Jesus Marizopolis Sao Domingos de Pombal Aparecida Vista Serrana Varzea Sao Jose de Espinharas Sao Jose do Sabugi Cajazeiras Cachoeira dos Indios Condado Sao Bento do Pombal Malta Curral Velho Sao Jose da Lagoa Tapada Carrapateira Aguiar Sao Mamede Cajazeirinhas Patos Coremas Emas Igaracy Santa Terezinha Catingueira Quixaba Santa Luzia Tenorio Junco do Serido Juazeirinho Assuncao 7°00' Pedro Regis Baia da Traicao Serra da Raiz Lagoa de Dentro Bananeiras Belem Mamanguape Curral de Cima Sertaozinho Casserengue Solanea Marcacao Duas Estradas Pedra Lavrada Barra de Santa Rosa Pirpirituba Itapororoca Borborema Arara Rio Tinto Piloezinhos Algodao de Jandaira Cubati Aracagi Serraria Guarabira Piloes Capim Cuite de Mamanguape Cuitegi Lucena Serido Remigio Areia Alagoinha Olivedos Esperanca Cabedelo Mulungu Sossego Pocinhos Soledade Cabedelo Alagoa Nova Alagoa Grande Mari Sape Santa Rita Sao Sebastiao de Lagoa de Montadas Matinhas Bayeux Cruz do Espirito Santo Lagoa Seca Caldas Brandao Juarez TavoraGurinhem Serra Redonda Puxinana Joao Pessoa Sobrado Riachao do Poco Areial Massaranduba Sao Miguel de Taipu Sao Jose dos Ramos Assis Chateaubriand Mogeiro Pilar Inga 7°00' Sao Jose de Piranhas Salgadinho Areia de Baraunas Passagem Cacimba de Areia Sao Jose do Bonfim Cacimbas Desterro Livramento Taperoa Monte Horebe Serra Grande Sao Jose de Caiana Itaporanga Bonito de Santa Fe Pianco Mae Dagua Olho Dagua Imaculada Santana dos Garrotes Matureia Teixeira Santo Andre Gurjao Boa Vista Campina Grande Conde Parari Fagundes Queimadas Itabaiana JuripirangaPedras de Fogo Alhandra Caturite Sao Joao do Cariri Cabaceiras Boqueirao Itatuba Salgado de Sao Felix Pitimbu Caapora Aroeiras Barra de Santana Sao Domingos do Cariri Coxixola Riacho de Santo Antonio Alcantil Barra de Sao Miguel Gado Bravo Natuba Diamante Conceicao Ibiara Pedra Branca Boa Ventura Nova Olinda Curral Velho Tavares Pricesa Isabel Sao Jose dos Cordeiros Agua Branca Juru Serra Branca Amparo Ouro Velho Sume 7°30' 0.84 0.19-4 25.31-9 29.31 0. fibrocimento.19-8 24.98 0.41-7 26. pontes.63 0.31-2 28.19-0 26.42 1.42-5 26. sabonetes e detergentes sintéticos Fabricação de produtos de limpeza e polimento Fabricação de outros produtos químicos não especificados Recondicionamento de pneumáticos Fabricação de artefatos diversos de borracha Fabricação de laminados planos e tubulares plásticos Fabricação de embalagem de plástico Fabricação de artefatos diversos de plástico Fabricação de vidro plano e de segurança Fabricação de artigos de vidro Fabricação de cimento Fabricação de artefatos de concreto.21 Poco Dantas Brejo do Cruz 0.22-4 25.49-2 Refino de petróleo Produção de álcool Fabricação de outros produtos inorgânicos Fabricação de resinas termoplásticas Fabricação de medicamentos para uso humano Fabricação de sabões.63 0.71-6 24.21 1.19 Santa Ines Manaira Sao Jose de Princesa Prata Umbuzeiro Santa Cecilia Congo Caraubas 1.42 1.26 0.63 2.21-6 25.21 7°30' CEARÁ 0.47 Belem do Brejo do Cruz 38°30' 6°00' 38°00' 37°30' 37°00' 36°30' 36°00' 35°30' 35°00' 6°00' 0.19 2.29-7 29. avicultura e obtenção de produtos animais Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústria alimentar. cimento.41-3 27. cal hidratada e gesso Fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos Metalurgia do alumínio e suas ligas Metalurgia de outros metais não-ferrosos e suas ligas Fabricação de peças fundidas de ferro e aço Fabricação de estruturas metálicas para edifícios.47 0.11-8 28.63 4.13 14 .QUANTIDADE DE INDUSTRIAS INVENTARIADAS POR MUNICÍPIO CNAE 23. torres de transmissão e outros fins Fabricação de esquadrias de metal Fabricação de obras de caldeiraria pesada Produção de forjados de aço Fabricação de artefatos estampados de metal Fabricação de artigos de Serralheria .89 0.12-6 28.21 0.42-8 28.31-7 24.51-0 28.33-9 28.91-33 (não associado a extração) 26.21 38°30' 38°00' 37°30' 37°00' 36°30' 36°00' 35°30' 8°00' Serra Branca Monteiro Camalau PROJEÇÃO POLICÔNICA PERNAMBUCO Sao Joao do Tigre Sao Sebastiao do Umbuzeir 10 ESCALA GRÁFICA 0 10 20 30 40 km MERIDIANO CENTRAL: 36º45’ W PARALELO DE REFERÊNCIA: 07º15' S FONTE DA BASE CARTOGRÁFICA : IBGE 35°00' 34 .13-4 28.29-1 26.

Essa estrutura se apresenta na forma da codificação para os resíduos inventariados.22-5 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE Fabricação de armas de fogo e munições Fabricação de transformadores.40-3 74.21 0.21 0.53-5 52.49-3 74.42 0.12-7 31. sincronizadores e semelhantes Fabricação de material elétrico para instalações em círculo de consumo Fabricação de aparelhos.63 0. a seguir: 37 .22-4 33. Divisão.44-2 52. ferragens e ferramentas Comércio varejista de tecidos e artigos de armarinho Comércio varejista de móveis.63 0.21 0.CNAE 29.43-4 52.59-4 51.21 0.31 1.97-8 36.21 0.29-2 45.71-8 31.21 0.31-0 52. converso.40-5 36.42 2.11-0 36.21 0. artigos de iluminação e outros artigos de residência Comércio varejista de material de construção. instrumentos e materiais Fabricação de móveis com predominância de madeira Fabricação de móveis com predominância de metal Fabricação de colchões Fabricação de escovas.10-0 45. espelhos etc Comércio varejista de outros produtos não especificados Publicidade Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas Educação média de formação técnica e profissional TOTAL INDÚSTRIAS 01 01 01 02 11 06 03 01 03 02 01 01 03 01 01 01 02 01 01 01 01 01 477 % 0. A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).20-6 40.52-7 51. material de construção.21 0. apresenta em sua estrutura quatro divisões. indutores.21 0. vidros.63 0. Grupo e Classe.21 0.99-4 37.21 0.42 0.14-5 36. que são: Seção. segundo seção e divisão distribuídos no quadro 6 e demonstrado no gráfico 1.12-9 36.26 0.99-3 80.21 0. ferragens e ferramentas.21 0.21 100 Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002. pincéis e vassouras Fabricação de produtos diversos Reciclagem de sucatas não-metálicas Produção e distribuição de energia elétrica Obras de outros tipos Outros serviços auxiliares da construção Comércio atacadista de produtos extrativos de origem mineral Comércio atacadista de madeira.

8% 1. SEÇÃO DIVISÃO A 01 C 13 14 D 15 17 18 19 20 21 22 23 24 DENOMINAÇÃO Agricultura. 96.2% 0. refino de petróleo. artigos de viagem e calçados Fabricação de produtos de madeira Fabricação de celulose. Pecuária. Objetos Pessoais e Domésticos Atividades Imobiliárias. SEGUNDO A CNAE .4% Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002.PARAÍBA .4% 0.PARAÍBA . elaboração de combustíveis nucleares e prod.PERCENTUAL DAS EMPRESAS INVENTARIADAS. Alcool Fabricação de produtos químicos INDÚSTRIAS 01 01 02 01 01 459 85 39 27 65 11 07 16 08 11 38 . Silvicultura e Exploração Florestal Agricultura.2% Gráfico1 0. Aluguéis e Serviços Prestados as Empresas Educação QUADRO 6 INDÚSTRIAS INVENTARIADAS. Silvicultura e Exploração Florestal Indústria Extrativas Indústria de Transformação Produção e Distribuição de Eletricidade.2002.2% 0. Gás e Água Construção Comércio.5% 0. Couro e fabricação de artefatos de couro. edição e impressão de outros produtos gráficos Fabricação de coque. CONFORME A CNAE . pecuária e serviços relacionados Indústrias Extrativas Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos Indústria de Transformação Fabricação de produtos alimentícios e bebidas Fabricação de produtos têxteis Confecção de artigos do vestuário e acessórios Prep. SEGUNDO SEÇÃO. Reparação de Veículos Automotores. Agricultura. POR SEÇÃO E DIVISÃO. Pecuária.2% 0. papel e produtos de papel Edição .2002.

temos o 17 . 39 . Gás e Água Eletricidade. na divisão 15 . Reparação de Veículos Automotores. 19 Preparação do Couro e fabricação de artefatos de couro. artigos de viagem e calçados. relógios etc Fabricação de móveis e instrumentos diversos Reciclagem Produção e Distribuição de Eletricidade. gás e água quente Construção Construção Comércio.exceto máquinas e equipamentos Fabricação de máquinas e equipamentos Fabricação de máquinas.Fabricação de produtos têxteis. seguido pela 26 .Fabricação de artigos de borracha e plástico e complementando as cinco maiores. Aluguéis e Serviços Prestados às Empresas Serviços prestados principalmente às empresas Educação Educação TOTAL INDÚSTRIAS 49 76 09 21 05 02 02 24 02 01 01 04 04 07 02 05 02 02 01 01 477 Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002. Objetos Pessoais e Domésticos Comércio por atacado e representantes comerciais e agentes do comércio Comércio varejista e reparação de objetos pessoais e domésticos Atividades Imobiliárias. aparelhos e materiais elétricos Fabricação de equipamentos de instrumentação médico-hospitalar. obtêm a maior concentração de empresas inventariadas.Fabricação de produtos de minerais não-metálicos. Verifica-se no quadro 6 que a Seção D Indústria de Transformação. cronômetros. 25 . distribuídas em maior número. também distribuídos no gráfico 2.SEÇÃO DIVISÃO 25 26 27 28 29 31 33 36 37 E 40 F 45 G 51 52 K 74 M 80 DENOMINAÇÃO Fabricação de artigos de borracha e plástico Fabricação de produtos de minerais não-metálicos Metalurgia básica Fabricação de produtos de metal .Fabricação de produtos alimentícios e bebidas.

........00 100.................................................................................90 % 72....................................................02% Edição .19% Fabricação de produtos têxteis................00 % 27.............4% 5% Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002............0......... papel e produtos de papel......... refino de petróleo....02% Fabricação de artigos de borracha e plástico.....60 8........................02% Fabricação de produtos químicos................00 0......................4% 0......................................400..........00 NÃO PERIGOSO TOTAL RESIDUOS(t) 22...........................0....................................................... SEGUNDO A CNAE PARAÍBA 2002........ relógicos etc........................................................................................................................................PERCENTUAL DAS EMPRESAS INVENTARIADAS.....................08% Confecção de artigos do vestuário e acessórios...................................................... elaboração de combustível nucleares e prod..................................11% Fabricação de produtos de minerais não-metálicos.........................400....................0.......77 54............................25 6..95 14... Couro e fabricação de artefatos de couro...................00 8...............23 45...........................70 8.................................02% Fabricação de celulose...... POR DIVISÕES QUE COMPÕE A SEÇÃO D .....exceto máquinas e equipamentos..............................................................................................................................90 40 ............01% Fabricação de máquinas................17% Metalurgia básica.....00 0...........................................79 100........ PERIGOSO CNAE QTDE(t) 01139 13293 14290 15130 6..................... artigos de viagem e calçados...................................05% Reciclagem..06% Prep.......................... aparelhos e materiais elétricos...........05% Fabricação de máquinas e equipamentos........03% Fabricação de coque......14% Fabricação de produtos de madeira.4% 0...... Fabricação de produtos alimentícios e bebidas..................................... Alcool...........................................................................................INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO CONFORME CNAE 19% Gráfico2 17% 14% 11% 8% 6% 3% 5% 2% 2% 2% 2% 2% 1% 0............21 0...4% Fabricação de móveis e instrumentos diversos..............00 2...............................00 QTDE(t) 16....00 2......... cronometros...........................................4% Fabricação de equipamentos de instrumentação médico-hospitalar..................4% QUADRO 7 DISTRIBUIÇÃO DOS RESÍDUOS INVENTARIADOS POR TIPOLOGIA....................................60 0..............02% Fabricação de produtos de metal .............. edição e impressão de outros produtos gráficos...................

548.00 0.62 45.00 0.00 0.20 0.90 107.00 0.045.52 248.22 41 .177.00 100.00 100.00 100.00 19.00 200.00 0.62 45.00 0.884.00 0.00 100.00 86.00 192.95 0.00 0.00 0.10 435.00 70.00 3.22 % 100.00 65.00 0.00 60.00 192.00 0.62 520.85 269.00 0.17 0.999.00 34.60 0.00 100.00 100.15 0.00 100.00 0.00 100.00 0.200.00 100.065.177.30 TOTAL RESIDUOS(t) 240.00 0.49 0.96 829.00 0.65 269.00 0.00 99.376.00 0.00 391.00 100.999.00 0.00 24.51 100 100.00 1.10 0.94 100.60 0.00 0.90 100.548.00 0.00 0.00 629.00 100.04 1.00 0.00 24.00 1.045.00 1.38 13.44 360.00 100.00 100.00 100.00 0.21 20.00 0.00 100.21 20.00 0.885.00 0.00 0.54 10.00 0.00 29.00 % 0.80 1.00 99.00 1.00 0.08 58.00 100.65 269.00 0.00 0.65 1.00 0.96 829.00 100.00 0.08 82.04 0.00 0.26 0.00 0.40 1.00 19.50 20.25 47.17 424.00 0.65 1.00 180.17 424.00 100.56 6.85 269.50 20.78 13.04 1.00 0.83 100.160.00 0.00 29.00 0.54 10.00 0.06 0.PERIGOSO CNAE QTDE(t) 15148 15237 15415 15423 15512 15547 15563 15598 15610 15717 15822 15849 15857 15890 15911 15920 15938 15946 15954 17116 17213 17221 17248 17310 17329 17418 17493 17507 17639 17647 17698 17710 17728 17795 18112 18120 18210 18228 19100 0.10 230.00 0.00 0.00 0.56 6.08 8.380.00 66.00 60.452.00 391.00 0.00 24.00 24.00 0.065.00 100.00 0.60 0.00 0.00 33.13 15.62 520.00 13.00 3.10 230.07 1.60 0.160.00 0.90 312.00 100.96 360.00 99.74 100.00 0.00 0.00 0.00 0.00 29.00 628.00 0.86 0.10 435.08 8.52 248.13 15.00 0.00 0.00 100.00 200.00 100.00 0.93 1.00 100.70 NÃO PERIGOSO QTDE(t) 240.52 0.00 100.96 100.00 204.00 0.25 71.00 76.

83 100.22 177.12 11.80 882.05 7.00 0.50 % 100.00 0.274.00 0.19 540.10 637.00 2.93 100.70 0.301.00 100.50 457.00 100.12 4.00 0.50 1.17 0.00 100.05 7.00 0.00 100.00 0.00 0.00 0.990.00 0.39 4.00 0.88 3.00 0.11 129.10 637.01 77.00 100.00 100.50 1.20 9.00 100.00 100.00 12.00 0.00 0.PERIGOSO CNAE QTDE(t) 19216 19291 19313 19321 19330 19399 20109 20222 20230 20290 21318 21326 21415 21490 22195 22217 22225 23400 24198 24317 24520 24716 24724 24996 25127 25194 25216 25224 25291 26115 26190 26204 26301 26417 26425 26492 26913 26921 26999 0.71 17.00 0.42 12.00 0.00 100.39 4.17 316.00 100.176.00 2.00 0.00 0.17 105.01 2.576.72 11.00 0.00 100.00 882.88 100.42 2.88 3.00 0.00 100.00 0.11 0.00 100.22 177.50 0.68 0.00 0.00 59.09 0.12 4.00 0.00 99.00 0.00 0.05 2.45 0.00 0.34 95.60 0.00 59.07 850.00 100.874.00 100.00 11.874.893.309.506.11 129.490.679.679.00 100.00 100.36 104.00 0.50 0.70 257.00 0.00 100.31 17.490.00 0.893.08 10.36 104.20 543.34 93.00 100.00 0.01 77.00 12.54 0.89 99.00 100.309.00 8.00 100.95 0.00 0.00 0.00 100.07 0.00 0.00 45.00 0.70 257.00 0.00 0.20 9.00 TOTAL RESIDUOS(t) 6.00 0.874.00 100.00 0.00 0.00 0.00 100.00 0.00 NÃO PERIGOSO QTDE(t) 6.866.95 0.507.12 0.50 93.00 0.00 100.12 11.00 0.68 11.00 100.00 0.990.00 0.51 42 .00 100.00 0.50 201.61 851.45 0.00 0.00 0.230.00 0.30 716.176.09 0.08 10.00 99.93 1.8 5 27.00 0.00 0.98 1.50 6.27 2.30 716.00 1.00 0.00 0.17 105.00 0.98 1.17 316.00 0.00 0.07 98.01 % 0.05 2.00 0.80 0.00 0.00 0.00 0.00 0.50 457.00 0.00 100.00 97.00 0.00 100.531.50 201.230.00 0.00 0.

00 2.280.00 2.00 400.00 3.00 100.00 2.00 100.00 0.00 0.00 18.00 0.00 100.80 0.84 3.40 12.20 0.00 100.82 86.80 7.99 TOTAL RESIDUOS(t) 10.91 0.40 41.00 0.60 6.749.00 0.00 0.00 100.00 100.00 0.63 179.00 100.00 5.00 100.00 30.00 0.00 100.00 0.60 6.406.70 149.24 59.03 10.00 0.129.00 100.00 0.00 0.81 1.12 % 0.00 0.84 1.00 0.91 0.59 19.00 0.00 0.00 0.00 100.00 0.45 0.00 3.03 10.34 33.00 0.77 65.00 0.00 0.30 2.00 0.80 30.00 99.00 90.63 179.00 100.00 100.00 2.00 0.00 0.00 17.48 3.00 0.93 100.00 100.00 82.30 2.20 5.51 6.00 100.00 100.00 0.080.81 1.00 14.80 7.00 6.00 0.PERIGOSO CNAE QTDE(t) 27413 27499 27510 28118 28126 28134 28312 28339 28428 28991 29297 29319 29629 29718 31127 31224 33405 36110 36129 36145 36978 36994 37206 40100 45594 51527 51535 52310 52434 52442 52493 74403 74993 80225 TOTAL 0.06 1.30 0.00 100.00 0.00 0.01 NÃO PERIGOSO QTDE(t) 10.69 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 43 .40 12.34 33.50 0.06 1.080.00 1.65 99.00 0.00 0.00 68.00 0.00 100.00 0.42 30.95 19.00 0.00 0.84 3.90 100.82 86.00 0.00 1.00 100.00 0.42 30.00 100.30 0.19 157.00 3.55 100.00 0.35 0.95 19.00 1.00 14.40 41.00 3.00 0.19 157.00 0.00 100.01 6.00 0.77 71.128.00 0.00 0.00 0.50 657.00 0.10 0.24 40.00 4.00 4.00 100.57 % 100.00 0.00 0.00 401.00 0.00 31.00 100.59 16.84 1.280.00 100.00 0.00 3.07 0.00 0.00 0.20 149.00 9.00 100.00 0.48 3.00 0.00 100.

ou mesmo em desatualização do cadastro da Federação de Industrias do Estado da Paraíba FIEP.42 766.12 657.01 QTDE(t) 6.) Resíduos de varrição de fábrica Sucata de metais ferrosos Resíduos de borracha Sucata de metais não ferrosos (latão.2002.001 0.52 48.141 0.) Resíduos de papel e papelão Resíduos de plásticos polimerizados de processo Resíduos de madeira contaminado ou não contaminado com substâncias/produtos não perigosos) Resíduos de materiais têxteis contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos não perigosos) Resíduos de minerais não metálicos Escória de produção de ferro e aço Resíduos de refratários e materiais cerâmicos contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos não perigosos Resíduos sólido composto de metais não tóxicos Resíduos sólido de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas Resíduos pastosos de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas QUANTIDADE(t) 38.129.PARAÍBA . isto ocorreu devido a não existência de industrias de grande porte que gerenciem resíduos perigosos.57 % 99.22 482. cobre.09 8.43 40.69 6.QUADRO 8 CONSOLIDADO DOS RESÍDUOS INVENTARIADOS DO ESTADO .749.50 189.000 0.10 % 0.749.009 0.001 0.406.77 20. CÓDIGO A001 A002 A003 A004 A005 A005 A006 A007 A009 A010 A011 A013 A017 A018 A021 A022 DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS Resíduos de restaurante (restos de alimentos) Resíduos gerados fora do processo industrial (material de escritório. etc.003 0. no Estado.109.69 6.012 44 .749.01%.01 0.036 0.008 12.99 NÃO PERIGOSO TOTAL RESIDUOS(t) 6. embalagens de escritório.406.110 0.32 106.129.99% o total de resíduos perigosos 0.661.128. alumínio.PARAÍBA .497 0.002 0.57 6.50 48.00 762.128.001 0.53 2. etc. material de consumo.77 527.2002.207. QUADRO 9 RESÍDUOS INVENTARIADOS DO ESTADO .034 0.69 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 Foi identificado no quadro 8 a quantidade de resíduos não perigosos.012.001 0.12 % 0.012 0.99 99. PERIGOSO ESTADO QTDE(t) PARAIBA TOTAL 657.47 2. superando em 99.60 739.

001 0.64 5. etc.244.00 102. casca.CÓDIGO A024 A025 A032 A104 A107 A108 A111 A117 A204 A207 A208 A308 A399 A599 A699 A799 A999 AO99 D001 DO99 F017 Bagaço de cana Fibra de vidro Vinhoto DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS QUANTIDADE(t) 1.80 35.60 41. ossos. farelo e pó de couro atanado Resíduos de frutas (bagaço.06 183.000 63.51 2.193.024 0.001 0.20 1.000 0.000 0.53 27.230.003 0. Fluidos dielétricos a base de bifenilas policloradas. milho.038 0. mosto.) Outros resíduos não perigosos Resíduos perigosos por apresentarem inflamabilidade Outros resíduos perigosos Resíduos e lodos de tinta da pintura industrial.000 0.346. Solventes contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos perigosos ou não perigosos. etc) Resíduos de grãos (casca.000 0.40 615.000 0. retalhos de couro atanado Resíduos orgânicos de processo (sebo.81 35. sangue.73 1. soro.38 0.273 0.43 268.298 0.06 1.004 0. outros da indústria alimentícia.24 57.000 0.30 28. farelo e outros de arroz.20 0.000 0.851.798.68 3.00 1.500. PCB'S Embalagens contaminadas com PCB'S inclusive transformadores e capacitores.340 0. película.001 0.00 0.00 2.006 Embalagens de metais não ferrosos (latas vazias ou contaminadas com substâncias/produtos não perigosos) Bombonas de plástico (vazias ou contaminadas com substâncias/produtos não perigosos) Resíduos de acetato de etil vinila (EVA) Cinzas de caldeira Resíduos de vidros Tambores metálicos (vazios ou contaminados com substâncias/ produtos não perigosos)(especificar o contaminante) Filmes e pequenas embalagens de plástico Resíduos de poliuretano (PU) Espumas Aparas.75 4.010 0.795. soja.019 0.879.90 9.40 20.00 6.60 % 22.943 0.) Serragem.002 0.60 21.000 0.000 F105 F130 F330 F430 F530 I020 1.365.000 45 .57 384.151 0. Óleo lubrificante usado Óleo de corte e usinagem Óleo usado contaminado em isolação ou na refrigeração Resíduos oleosos do sistema separador de água e óleo Isopor F100 11. etc.000 0.

A024 .368.80 26.012.129.69 toneladas. .3% do total.A032 .000 0.687 34.CÓDIGO I067 I114 I117 I307 I408 K053 K193 DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS Resíduos de papel/papelão e plásticos.Resíduos de minerais não metálicos.365.262 100.230. 46 .000 0. Pneus Restos e borras de tintas e pigmentos Aparas de couro curtido ao cromo TOTAL QUANTIDADE(t) 305.051 5.50 1.50% do total de resíduos inventariados inventariado.Bagaço de cana soma 22. outras).009 0.29% do total de resíduos inventariados.94% do total inventariado. Embalagens de agrotóxicos Lâmpadas (fluorescentes. assim distribuídas: .10 % 60. etc).Vinhoto equivale a 63.005 0. e os demais resíduos concentram apenas 5.129.406.27% do total de resíduos inventariados.00 Com respeito aos resíduos sólidos industriais inventariados no quadro 10 verificou-se que o A024 Bagaço de cana concentra a maior quantidade de resíduos devido a se caracterizar como “Resíduo Sólido”. CÓDIGO A024 A011 Bagaço de cana Resíduos de minerais não metálicos Demais Códigos FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS QUANTIDADE(t) 1.001 0.09 524. seguido pelo A011 . .A011 Resíduos de minerais não metálicos foram contabilizados em 12. encandescentes.00 766.000 0. Os demais resíduos são equivalentes a 1.000 100.69 % 0.00 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 De acordo com o Quadro 9 representado acima. observou-se que o quantitativo de resíduos inventariados no Estado foi de 6. lona plástica. suprimindo assim oA032 Vinhoto por se caracterizar como sendo um resíduo líquido.93 5. QUADRO 10 PRINCIPAIS RESÍDUOS SÓLIDOS INVENTARIADOS DO ESTADO .50 118.PARAÍBA .2002.60 TOTAL 2.611.27 51.00 6.79 9.249. Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.046.

47 .PERCENTUAL DOS PRINCIPAIS TIPOS DE RESÍDUOS SÓLIDOS INVENTARIADOS . SEGUNDO CLASSE I.2002 Gráfico4 12.PARAÍBA .7% 5.12 5.52 6. QUADRO 11 RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS.05 775.3% 34.352. CLASSE DE RESÍDUOS CLASSE I CLASSE II CLASSE III TOTAL QUANTIDADE(t) 657.129.66% 0.00 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 PERCENTUAL DOS SÓLIDOS GERADOS.797.69 % 0.66 100.2002 Gráfico3 60.PARAÍBA .2002.406.PARAÍBA . SEGUNDO CLASSE I . II E III .01 87.952.33 12.01% 87.1% A024 A011 Demais Códigos Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002.33% Classe I Classe II Classe III Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002.

60 51.15 F100 11.11 0.41 4. Óleo lubrificante usado Óleo de corte e usinagem Óleo usado contaminado em isolação ou na refrigeração Resíduos oleosos do sistema separador de água e óleo Embalagens de agrotóxicos Lâmpadas (fluorescentes.00 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 O resíduo: F017 . SEGUNDO CLASSE I .53 27.00 2.27 5. enquanto que os demais resíduos representam 41.60 1.61 100. Embalagens contaminadas com PCB'S inclusive transformadores e capacitores. Resíduos e lodos de tinta da pintura industrial. encandescentes.00 102.96 15.20 1.Resíduos e lodos de tinta da pintura industrial. Solventes contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos perigosos ou não perigosos. outras). Restos e borras de tintas e pigmentos Aparas de couro curtido ao cromo Outros resíduos perigosos TOTAL QUANTIDADE(t) 1.93 5.53% do total. PCB'S.47% do total inventariado.2002.57 657.PARAÍBA .80 26. CÓDIGO D001 DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS Resíduos perigosos por apresentarem inflamabilidade Fluidos dielétricos a base de bifenilas policloradas.QUADRO 12 RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS.30 1.70 F105 F130 F330 F430 F530 I114 I117 F017 K053 K193 DO99 1.00 7. 48 .80 35. representa na classe dos resíduos perigosos o percentual de 58.53 0.90 0.09 384.78 58.12 0.00 % 0.00 6.27 3.

. etc) Resíduos de frutas (bagaço..230..PERCENTUAL DOS RESÍDUOS GERADOS.....27% 0. casca...795..4...00% 0....96% D099....... farelo e outros de arroz.......... soro.53 615......365............60 1....... ossos.......03 0.........58.......0...11% 0..... etc...) Resíduos de papel e papelão Resíduos de borracha Resíduos de poliuretano (PU) Resíduos pastosos de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas Sucata de metais ferrosos Filmes e pequenas embalagens de plástico DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS QUANTIDADE(t) 3...) Resíduos de plásticos polimerizados de processo Resíduos de grãos (casca....04 0.... SEGUNDO CLASSE II PARAÍBA 2002......61% QUADRO 13 RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS..798................ sangue.... etc.....70% F105.15% F100.207....244..17 0......0....96% 0.......1.50 1.43 1.......69 2.41% F330....90% I117... milho...00% I114..04 0...06 % 72...PARAÍBA .... outros da indústria alimentícia..........................1........7% 0.....06 762.24 6...749.13 0........109..00 57....3... película.78% F017.....0........500...30% F530.5...04 0.51 9.... D001......0... mosto.53% K053..39 0...41% 1..879...15% 5.......3% 1.15.7.53% Gráfico5 15.73 20..........0.61% 7.01 0.77 2..27% Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002.... soja..11% F430....346.75 2.. SEGUNDO CLASSE I .01 Inventário de Resíduos Sólidos Industriais do Estado da Paraíba 49 ... CÓDIGO A032 A024 AO99 A599 A999 A007 A699 A006 A005 A208 A022 A004 A207 Vinhoto Bagaço de cana Outros resíduos não perigosos Resíduos orgânico de processo (sebo...2002 58....78% 3.48 25.08 0.27% F130......27% K193.....10 739...851.9% 4.01 0.......

representa 25. sangue.00 0.00 0. alumínio.40 189.Bagaço de cana.00 0. farelo e pó de couro atanado Fibra de vidro TOTAL QUANTIDADE(t) 527.81 40.00 0.) Resíduos de restaurante (restos de alimentos) Resíduos de varrição de fábrica Pneus Tambores metálicos (vazios ou contaminados com substâncias/ produtos não perigosos) Serragem.47 38.77 48. ossos. 50 .01 0.00 0.68 5.00 0. material de consumo) Resíduos sólido composto de metais não tóxicos Resíduos sólido de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas Embalagens de metais não ferrosos (latas vazias ou contaminadas com substâncias/produtos não perigosos) Sucata de metais não ferrosos (latão. etc).00 0.01 0.00 0. Resíduos de materiais têxteis contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos não perigosos) Resíduos de papel/papelão e plásticos.00 0.52 48.352. enquanto que o A024 .79 482.43 106. resíduo gerado em maior quantidade.00 0.42 305.00 41.48%.39%.09 183.22 524.01 0.CÓDIGO A009 I307 A010 I067 A399 A013 A308 A002 A018 A021 A104 A005 A001 A003 I408 A204 A799 A025 DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS Resíduos de madeira contaminado ou não contaminado com Substâncias/produtos não perigosos Outros resíduos plásticos (outras embalagens plásticas.00 0. etc.00 100. os resíduos classificados em A099 outros resíduos não perigosos não foram classificados por serem distribuídos por resíduos não listados na tabela do CNAE. etc). outros da indústria alimentícia.Vinhoto equivale a 72.50% do total e os resíduos A599 . embalagem de escritório.797.60 9.27 268.01 0.05 % 0.90 1. cobre.50 5. lona plástica.01 0.00 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 Os resíduos: A032 . Aparas. retalhos de couro atanado Escória de produção de ferro e aço Espumas Resíduos gerados fora do processo industrial (material de escritório.32 20.Resíduos orgânico de processo (sebo.40 4. soro.00 0. equivalem a 0.

QUADRO 14 RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS, SEGUNDO CLASSE III - PARAÍBA - 2002.

CÓDIGO A011 A017 A107 A108 A111 A117 I020

DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS Resíduos de minerais não metálicos Resíduos de refratários e materiais cerâmicos contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos não perigosos Bombonas de plástico (vazias ou contaminadas com substâncias/produtos não perigosos) Resíduos de acetato de etil vinila (EVA) Cinzas de caldeira Resíduos de vidros ISOPOR TOTAL

QUANTIDADE(t) 766.012,50 8661,5 35,38 0,3 28,2 1193,64 21 775.952,52

% 14,311 1,116 0,005 0,000 0,004 0,154 0,003 15,59

FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002

PERCENTUAL DOS RESÍDUOS GERADOS, SEGUNDO CLASSE III - PARAÍBA - 2002

14,311%

Gráfico6
1,116% 0,004% 0,005% 0% 0,154% 0,003%
Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002.

A011.....................14,311% A017......................1,116% A107.......................0,005%

A108.......................0,000% A111.......................0,004% A117.......................0,154%

I020.......................0,003%

O resíduo A011 - Resíduos de minerais não metálicos, são equivalentes a 14,31% do total inventariado dos resíduos classe III, enquanto que o A017 - Resíduos de refratários e materiais cerâmicos contaminados ou não contaminados com substâncias/produtos não perigosos, contabilizam 1,11% do total, segundo quadro 14.

51

QUADRO 15 RESÍDUOS SEM DESTINO DEFINIDO, ARMAZENADOS NA PRÓPRIA INDÚSTRIA SEGUNDO CLASSE I, II E III PARAÍBA 2002.
CÓDIGO S08 S11 S22 S25 S32 DESCRIÇÃO DO ARMAZENAMENTO Outros Sistemas de Armazenamento Tambor em piso impermeável, área descoberta A granel em solo, área coberta Bombona em solo, área coberta A granel em solo, área descoberta TOTAL CLASSE I(t) CLASSE II(t) CLASSE III(t) TOTAL(t) 11,88 0,00 3,80 1,80 0,00 17,48 830,02 3,00 6,32 0,00 27,38 866,72 0,00 0,00 0,00 0,00 51.046,00 51.046,00 841,90 3,00 10,12 1,80 51.073,38 51.930,20 % 1,62 0,01 0,02 0,00 98,35 100,00

FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002

De acordo com o armazenamento o S32 A granel em solo, área descoberta, S08 Outros Sistemas de Armazenamento, somam 99,98% do total dos armazenamentos, sendo que somente o armazenamento S32 A granel em solo, área descoberta representa 98,35%, e as demais formas de

armazenamento somam 2,65% do total dos armazenados, conforme quadro 15.

PERCENTUAL DE ARMAZENAMENTO, SEGUNDO CLASSE I, II E III - PARAÍBA - 2002.

98,35%

Gráfico7
1,62% 0,02% 0,01% 0%
Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002.

Outros Sistemas de Armazenamento....................................1,62% A granel em solo, área coberta..............................................0,02% A granel em solo, área descoberta......................................98,35%

Tambor em piso impermeável, área descoberta....................0,01% Bombona em solo,, área coberta..............................................00%

52

QUADRO 16 DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS PARA A PRÓPRIA INDÚSTRIA, SEGUNDO CLASSE I, II E III - PARAÍBA - 2002.
CÓDIGO B01 B02 B03 B30 R01 R02 R06 R07 R08 R13 R99 T01 T05 T16 T17 DESCRIÇÃO DA DESTINAÇÃO Infiltração no solo Aterro Municipal Aterro industrial próprio Outras formas de disposição Utilização em forno industrial (exceto fornos cimento) Utilização em caldeira Incorporação em solo agrícola Fertirrigação Ração Animal Reutilização/Reciclagem/ Recuperação interna Outras formas de reutilização/ Reciclagem/Recuperação Incinerador Queima a céu aberto Compostagem Secagem TOTAL CLASSE I(t) CLASSE II(t) CLASSE III(t) 0,00 0,00 0,00 0,60 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 23,90 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 24,50 760,00 0,00 881,20 2.903,14 1.585,80 611.480,50 858.000,00 2.971.490,10 1.076,50 603.499,44 190,00 4,50 951,01 22.500,00 30,00 5.075.352,19 0,00 38.000,00 14.122,00 177.483,20 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 8.687,00 400,00 0,00 0,00 0,00 0,00 238.692,20 TOTAL(t) 760,00 38.000,00 15.003,20 180.386,94 1.585,80 611.480,50 858.000,00 2.971.490,10 1.076,50 612.210,34 590,00 4,50 951,01 22.500,00 30,00 % 0,01 0,72 0,28 3,39 0,03 11,51 16,15 55,92 0,02 11,52 0,01 0,00 0,02 0,42 0,00

5.314.068,89 100,00

FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002

Os resultados obtidos apresentam a seguinte destinação: R07

Fertirrigação, R06

Incorporação em solo agrícola, R13 Reutilização/ Reciclagem/Recuperação interna e R02 Utilização em caldeiras, somam 95,1% do total da destinação para a própria industria, sendo R07 Fertirrigação apresenta 55,92% do total das destinações e os demais 39,18% do total destinado.

53

QUADRO 17 ARMAZENAMENTO DOS RESÍDUOS PARA A PRÓPRIA INDÚSTRIA, SEGUNDO CLASSE I, II E III - PARAÍBA - 2002.
CÓDIGO S01 S02 S03 S08 S12 S14 S19 S21 S22 S31 S32 DESCRIÇÃO DO ARMAZENAMENTO Tambor em piso impermeável, área coberta A granel em piso impermeável, área coberta Caçamba com cobertura Outros sistemas de armazenamento A granel em piso impermeável, área descoberta Tanque sem bacia de contenção Lagoa sem impermeabilização Tambor em solo, área coberta A granel em solo, área coberta Tambor em solo, área descoberta A granel em solo, área descoberta TOTAL CLASSE I(t) CLASSE II(t) CLASSE III(t) 20,60 0,00 0,00 3,90 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 24,50 1.300,00 1.480,86 0,00 7.626,09 585,65 14,00 3.792.842,60 22,12 8.816,80 180,00 1.262.484,07 5.075.352,19 0,00 0,00 1.153,00 3.102,20 0,00 0,00 0,00 0,00 260,00 0,00 234.177,00 238.692,20 TOTAL(t) 1.320,60 1.480,86 1.153,00 10.732,19 585,65 14,00 3.792.842,60 22,12 9.076,80 180,00 1.496.661,07 % 0,02 0,03 0,02 0,20 0,01 0,00 71,37 0,00 0,17 0,00 28,16

5.314.068,89 100,00

FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002

Os resultados apresentaram os seguintes tipos de armazenamentos: S19

Lagoa sem

impermeabilização e S32 A granel em solo, área descoberta, somando 99,53% do total do armazenamento para a própria industria, sendo S19 Lagoa sem impermeabilização 71,37% do total armazenado e os demais somam 28,63% dos armazenamentos, segundo o quadro 17.
QUADRO 18 DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS PARA FORA DA INDÚSTRIA, SEGUNDO CLASSE I, II E III - PARAÍBA - 2002.
CÓDIGO DESCRIÇÃO DA DESTINAÇÃO CLASSE I(t) CLASSE II(t) CLASSE III(t) TOTAL(t) B02 B04 B05 B30 I14 R01 R02 R06 Aterro Municipal Aterro Industrial Terceiros Lixão municipal Outras formas de disposição Coleta Seletiva Utilização em forno industrial (exceto fornos cimento) Utilização em caldeira Incorporação em solo agrícola 0,00 0,00 0,02 308,97 0,00 0,00 0,00 0,00 3.512,44 0,00 2.132,52 6.272,07 0,70 41,33 260,00 20,00 6,36 3.600,00 135,02 476.762,07 0,00 0,00 0,00 0,00 3.518,80 3.600,00 2.267,56 483.343,11 0,70 41,33 260,00 20,00 % 0,46 0,47 0,30 63,31 0,00 0,01 0,03 0,00

54

00 395.00 0. ARMAZENADOS NA ÁREA DA INDÚSTRIA.00 0.2002.692.214.578.19 24.89 0.05 CLASSE III(t) 51.90 0.00 0.53 2.14 61.67 0. CÓDIGO S08 S32 TRATAMENTO DESTINO Outros Sistemas de Armazenamento A granel em solo. R07 Fertirrigação e R08 Ração animal.00 5.67 6.00 60.29 20.952. DESTINAÇÃO DO RESÍDUO Sem destino definido Na própria indústria Fora da Indústria Anos Anteriores TOTAL CLASSE I(t) 17.09% das destinações.00 693.00 80.00 20.00 2.50 486.19 24. SEGUNDO CLASSE I.72 5.29 5.500.00 0.00 0.142.60 5. verificou-se que os resíduos destinados para fora das indústrias.64 100.00 6.615.00 23.407.352.560.00 5.09 763.14 60.480.50 615.27 1.36 12.075.00 86.930.00 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 55 .20 486.000. QUADRO 19 RESÍDUOS GERADOS EM ANOS ANTERIORES AOS ÚLTIMOS 12 MESES (PASSIVO).406.540.314.00 8.87 5.53 0.649.24 % 7.89 763.00 0.29 146.491.649.352.578.00 0.000.00 238.00 3. SEGUNDO CLASSE I.36 99.00 52.046.09 100.00 5.000. enquanto o B30 Outras formas de disposição equivalem a 63.00 0.50 0.841.00 0. área descoberta TOTAL CLASSE I(t) CLASSE II(t) CLASSE III(t) TOTAL(t) 0.2002.44 615.00 0.32 3. II E III .00 23.30 276.12 CLASSE II(t) 866.797.69 % 0.20 19.31% do total destinado para fora da indústria.52 TOTAL(t) 51.CÓDIGO DESCRIÇÃO DA DESTINAÇÃO CLASSE I(t) CLASSE II(t) CLASSE III(t) TOTAL(t) R07 R08 R10 R12 R13 R99 T01 T05 T16 T34 Fertirrigação Ração Animal Re-refino de óleo Sucateiros intermediários Reutilização/Reciclagem/ Recuperação interna Outras formas de Reutilização/ Reciclagem/Recuperação Incinerador Queima a céu aberto Compostagem Outros tratamentos TOTAL 0.00 0.05 11.34 0.PARAÍBA .29 657.560.14 2.86 88.068.00 3.000.32 61.19 276.PARAÍBA .18 0.00 211. R99 Outras formas de reutilização/Reciclagem/Recuperação.04 12. somando o total de 98. está em maior concentração o B30 Outras formas de disposição.615.29 60.27 1.00 0.500.00 2.000.6 100.48 24.29 % 0.16 151.00 0.00 0.00 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 QUADRO 20 RESÍDUOS GERADOS POR DESTINAÇÃO.00 2. II E III .00 775.14 0.20 5.214.00 52.477.29 6.00 0 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 Referindo-se ao quadro apresentado acima.407.99 6.618.129.

O município de Santa Rita. QUADRO 21 MUNICÍPIOS INVENTARIADOS GERADORES DE RESÍDUOS PERIGOSOS .25 3. superando as demais destinações dos resíduos inventariados. Rio Tinto produz 6. PERCENTUAL DOS RESÍDUOS GERADOS POR DESTINAÇÃO.28 181. resíduos perigosos 31.PARAÍBA .05% 0.05 0. no entanto a classe II da destinação na própria industria encontra-se com o valor diferencial 94. II E III .00 8.12 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 56 .09% 88.7%.10 6. enquanto que Bayeux produz 27.Resíduos gerados na própria indústria.66%.86% 11% Sem destino definido Fora da Indústria Na própria Indústria Anos Anteriores Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002. nota-se que na classe III a destinação referente a fora da indústria concentra-se em maior quantidade 62. frente a destinação fora da industria 5.16%.92 50.46 0. Gráfico8 0.02 657.23 do total inventariado.23% do total. Campina Grande produz 7.76%.60 Pedras de Fogo Esperança Cabedelo Serra Redonda Itabaiana Mogeiro Guarabira 251120 250600 250320 251580 250690 250940 250630 6.66%. João Pessoa produz 22.51%. equivalem ao total de 88.05%.48 0.2002 Santa Rita Bayeux João Pessoa Campina Grande Rio Tinto Caaporã Mataraca 251370 250180 250750 250400 251290 250300 250930 205.24 1.62 45.30 0. segundo dados do inventário é o que mais produz resíduos considerados segundo a tabela do CNAE.2002.85% e Caaporã produz 1. frente à destinação na própria industria 30. SEGUNDO CLASSE I.81%.80 147.PARAÍBA .

00% 150.00% 0.00% 100. Santa Rita Bayeux João Pessoa Campina Grande Rio Tinto Caaporã 57 . Gráfico9 250.00% MAPA 03 MAIORES GERADORES DE RESÍDUOS PERIGOSOS 50.PARAÍBA .00% Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002.00% 200.SEIS MAIORES MUNICIPIOS GERADORES DE RESÍDUOS PERIGOSOS .2002.

82 14.01 863.00 506.50 115.09 Santa Ines Diamante 7°30' Conceicao Ibiara Pedra Branca Boa Ventura Nova Olinda Curral Velho Tavares Pricesa Isabel Sao Jose dos Cordeiros Agua Branca Juru Serra Branca Amparo Ouro Velho Sume 7°30' Santana de Mangueira Manaira Sao Jose de Princesa Prata Umbuzeiro Santa Cecilia FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 Congo Caraubas 6.544.60 10.77 3.00 6°30' Poco Jose de Moura Triunfo Lastro Vieiropolis Santa Helena Sao Joao do Rio do Peixe Sousa Pombal Bom Jesus Marizopolis Sao Domingos de Pombal Aparecida Vista Serrana Varzea Sao Jose de Espinharas Sao Jose do Sabugi Cajazeiras Cachoeira dos Indios Condado Sao Bento do Pombal Malta Curral Velho Sao Jose da Lagoa Tapada Carrapateira Aguiar Sao Mamede Cajazeirinhas Patos Coremas Emas Igaracy Santa Terezinha Catingueira Quixaba Santa Luzia Tenorio Junco do Serido Juazeirinho Assuncao 7°00' Pedro Regis Baia da Traicao Serra da Raiz Lagoa de Dentro Bananeiras Belem Mamanguape Curral de Cima Casserengue Sertaozinho Solanea Marcacao Duas Estradas Pedra Lavrada Barra de Santa Rosa Pirpirituba Itapororoca Borborema Arara Rio Tinto Piloezinhos Algodao de Jandaira Cubati Aracagi Serraria Guarabira Piloes Capim Cuite de Mamanguape Cuitegi Lucena Serido Remigio Areia Alagoinha Olivedos Esperanca Cabedelo Mulungu Sossego Pocinhos Soledade Cabedelo Alagoa Nova Alagoa Grande Mari Sape Santa Rita Sao Sebastiao de Lagoa de Montadas Matinhas Bayeux Cruz do Espirito Santo Lagoa Seca Caldas Brandao Juarez TavoraGurinhem Serra Redonda Puxinana Joao Pessoa Sobrado Riachao do Poco Areial Massaranduba Inga Sao Miguel de Taipu Sao Jose dos Ramos Assis Chateaubriand Mogeiro Pilar 7°00' Sao Jose de Piranhas 32.99 389.00 500.75 Queimadas Cabedelo Cajazeiras Catolé do Rocha Sousa Duas Estradas Pirpirituba Alhandra Alagoa Grande Cuitegi Belém Pombal Puxinanã Cabaceiras Mataraca Esperança São Bento Monteiro Serra Redonda Sobrado Itabaiana Ingá Mogeiro 251250 250320 250370 250430 251620 250580 251180 250060 250030 250520 250190 251210 251240 250310 250930 250600 251390 250970 251580 251597 250690 250680 250940 874.00 460.00 6.00 22.00 50.2002 MAIORES GERADORES DE RESÍDUOS PERIGOSOS 38°30' 6°00' 38°00' 37°30' 37°00' 36°30' 36°00' 35°30' 35°00' 6°00' Belem do Brejo do Cruz Santa Rita Pedras de Fogo Rio Tinto João Pessoa Caapora Mamanguape Juazeirinho Junco do Seridó Campina Grande Tenório Santa Luzia Pocinhos Cruz do Espírito Santo Sapé Areia Guarabira Bayeux Conde Soledade Boa Vista Alagoa Nova Pilões Patos 251370 251120 251290 250750 250300 250890 250770 250780 250400 251675 251340 251200 250490 251530 250110 250630 250180 250460 251610 250215 250040 251160 251080 2.30 1.344.80 205.49 723.00 380.62 147.92 181.022.00 3.122.400.00 2.129.73 689.70 Monteiro Camalau Quantidade de residuos gerados (t) <8.170.307.00 540.60 4.283.00 8.95 1.61 3.744.QUADRO 22 MUNICÍPIOS INVENTARIADOS .00 1.10 8.129.31 4.00 164.05 1.20 8.56 78.720.027.70 6°30' Poco Dantas Santarem Bernardino Batista Uirauna Catole do Rocha Sao Jose do Brejo do Cruz RIO GRANDE DO NORTE OCEANO ATLÂNTICO Frei Martinho Picui Nova Floresta Cuite Barauna Nova Palmeira Tacima Logradouro Dona Ines Caicara Jacarau Cacimba de Dentro Damiao Araruna Riachao Mataraca Brejo do Cruz Brejo dos Santos Bom Sucesso Jerico Santa Cruz Lagoa Sao Francisco Paulista Mato Grosso Riacho dos Cavalos Sao Bento CEARÁ 708.69 1.814.00 2.928.80 18.807.10 2.976.964.00 215.872.241.184.98 32.00 1.834.87 3.761.345.28 8°00' 8°00' Serra Branca PERNAMBUCO Sao Joao do Tigre Sao Sebastiao do Umbuzeir 10 ESCALA GRÁFICA 0 10 20 30 40 km PROJEÇÃO POLICÔNICA MERIDIANO CENTRAL: 36º45’ W PARALELO DE REFERÊNCIA: 07º15' S FONTE DA BASE CARTOGRÁFICA : IBGE 38°30' 38°00' 37°30' 37°00' 36°30' 36°00' 35°30' 35°00' 58 .00 2.88 779.045.10 45.82 3.20 10.00 7.383.725.PARAÍBA .33 Santana dos Garrotes Monte Horebe Serra Grande Sao Jose de Caiana Itaporanga Bonito de Santa Fe Pianco Salgadinho Areia de Baraunas Passagem Cacimba de Areia Sao Jose do Bonfim Cacimbas Desterro Livramento Taperoa Mae Dagua Olho Dagua Imaculada Matureia Teixeira Santo Andre Gurjao Boa Vista Campina Grande Conde Parari Fagundes Queimadas Itabaiana JuripirangaPedras de Fogo Alhandra Caturite Sao Joao do Cariri Cabaceiras Boqueirao Itatuba Salgado de Sao Felix Pitimbu Caapora Aroeiras Barra de Santana Sao Domingos do Cariri Coxixola Riacho de Santo Antonio Alcantil Barra de Sao Miguel Gado Bravo Natuba 7.955.

PARAÍBA . Gráfico10 3000000 2500000 2000000 1500000 1000000 500000 0 MAPA 04 Santa Rita QTDE RESIDUOS Fonte: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA Paraíba 2002. João Pessoa Caaporã Mamanguape Juazeirinho Junco do Seridó Campina Grande Tenório MAIORES GERADORES DE RESÍDUOS Pedra de Fogo Rio Tinto 61 .DEZ MAIORES MUNICÍPIOS GERADORES DE RESÍDUOS .2002.

20 22964.00 10720.00 115544.05 35°30' 35°00' Congo Caraubas Monteiro Camalau 8°00' Serra Branca 8°00' PROJEÇÃO POLICÔNICA PERNAMBUCO Sao Joao do Tigre Sao Sebastiao do Umbuzeir 10 ESCALA GRÁFICA 0 10 20 30 40 km MERIDIANO CENTRAL: 36º45’ W PARALELO DE REFERÊNCIA: 07º15' S FONTE DA BASE CARTOGRÁFICA : IBGE 38°30' 38°00' 37°30' 37°00' 36°30' 36°00' 62 .80 32383.00 1184022.99 1027045.MAIORES GERADORES DE RESÍDUOS 38°30' 6°00' 38°00' 37°30' 37°00' 36°30' 36°00' 35°30' 35°00' 6°00' Belem do Brejo do Cruz Sao Jose do Brejo do Cruz Catole do Rocha Poco Dantas Santarem Bernardino Batista Uirauna RIO GRANDE DO NORTE OCEANO ATLÂNTICO Frei Martinho Picui Nova Floresta Cuite Barauna Nova Palmeira Tacima Logradouro Dona Ines Caicara Jacarau Cacimba de Dentro Damiao Araruna Riachao Mataraca Brejo do Cruz Brejo dos Santos Bom Sucesso Jerico Santa Cruz Lagoa Sao Francisco Paulista Mato Grosso 6°30' Riacho dos Cavalos Sao Bento 6°30' CEARÁ Poco Jose de Moura Triunfo Lastro Vieiropolis Santa Helena Sao Joao do Rio do Peixe Sousa Pombal Bom Jesus Marizopolis Sao Domingos de Pombal Aparecida Vista Serrana Varzea Sao Jose de Espinharas Sao Jose do Sabugi Cajazeiras Cachoeira dos Indios Condado Sao Bento do Pombal Malta Curral Velho Sao Jose da Lagoa Tapada Carrapateira Aguiar Sao Mamede Cajazeirinhas Patos Coremas Emas Igaracy Santa Terezinha Catingueira Quixaba Santa Luzia Tenorio Junco do Serido Juazeirinho Assuncao 7°00' Pedro Regis Baia da Traicao Serra da Raiz Lagoa de Dentro Bananeiras Belem Mamanguape Curral de Cima Casserengue Sertaozinho Solanea Marcacao Duas Estradas Pedra Lavrada Barra de Santa Rosa Pirpirituba Itapororoca Borborema Arara Rio Tinto Piloezinhos Algodao de Jandaira Cubati Aracagi Serraria Guarabira Piloes Capim Cuite de Mamanguape Cuitegi Lucena Serido Remigio Areia Alagoinha Olivedos Esperanca Cabedelo Mulungu Sossego Pocinhos Soledade Areial Alagoa Nova Alagoa Grande Mari Sape Santa Rita Sao Sebastiao de Lagoa de Montadas Matinhas Bayeux Cruz do Espirito Santo Lagoa Seca Caldas Brandao Gurinhem Juarez Tavora Serra Redonda Puxinana Joao Pessoa Sobrado Riachao do Poco Inga Massaranduba Sao Miguel de Taipu Sao Jose dos Ramos Campina Grande Assis Chateaubriand Mogeiro Pilar Conde Itabaiana JuripirangaPedras de Fogo Alhandra Fagundes Caturite Queimadas Itatuba Salgado de Sao Felix Pitimbu Caapora Aroeiras Barra de Santana Natuba Cabedelo 7°00' Sao Jose de Piranhas Salgadinho Areia de Baraunas Passagem Cacimba de Areia Sao Jose do Bonfim Cacimbas Desterro Livramento Taperoa Monte Horebe Serra Grande Sao Jose de Caiana Itaporanga Bonito de Santa Fe Pianco Mae Dagua Olho Dagua Imaculada Santana dos Garrotes Matureia Teixeira Santo Andre Gurjao Boa Vista Parari Diamante 7°30' Conceicao Ibiara Pedra Branca Boa Ventura Nova Olinda Curral Velho Tavares Pricesa Isabel Sao Jose dos Cordeiros Agua Branca Juru Serra Branca Amparo Ouro Velho Coxixola Prata Sume Sao Domingos do Cariri Sao Joao do Cariri Cabaceiras Boqueirao 7°30' Gado Bravo Santana de Mangueira Santa Ines Manaira Sao Jose de Princesa Riacho de Santo Antonio Alcantil Barra de Sao Miguel Umbuzeiro Santa Cecilia Quantidade de Residuos Gerados (t) 0.95 2761283.50 506872.00 18744.98 389976.

sendo responsável por 60. O inventário no Estado apontou quais são as maiores quantidades de resíduos sólidos gerados. tratando .3 do total. com 63. representando. poderá resolver de maneira segura a problemática da geração dos resíduos e conseqüentemente minimizar os graves danos provocados ao meio ambiente paraibano. a obrigação. portanto a grande maioria ainda não iniciou a implantação do seu projeto de recuperação ambiental resultando como passivo a área degradada a ser recuperada.1 PassivoAmbiental Embora recentemente em nível mundial a certificação ambiental tenha começado a ocupar um espaço crescente na organização e planejamento das atividades industriais . Na liderança do ranking da produção de resíduos. o passivo ambiental deixado com as áreas degradadas.se tão somente de resíduos sólidos industriais o bagaço de cana assume a primeira posição em quantidade de resíduos produzidos. em todas as indústrias dessa tipologia.3%.3% o bagaço de cana e em terceiro lugar aparece os resíduos minerais não metálicos com 12. No entato na sua grande maioria já tem o plano de recuperação apresentado e aprovado. seguido de minerais não metálicos com 34. 8. neste caso com um agravante. No entanto. está o vinhoto.7% .1% e as demais categorias com 5. em especial em atividades de médio e pequeno porte. Considerações Finais A Superintendência de Administração do Meio Ambiente . Assim como os acidentes ocorridos através do rompimento das lagoas de acumulação de vinhoto. No que se refere à extração mineral observou-se que por se tratar de uma atividade cuja exploração total do minério nas áreas pleiteadas demandam muito tempo e.50%.8. observou-se que a atividade de extração de minério é a que apresenta o maior passivo ambiental uma vez que esse passivo representa os danos causados ao meio ambiente. não foi detectada em nenhuma empresa visitada Do universo de indústrias visitadas. em segundo lugar. tornando-se um fator de referência da qualidade na empresa que se preocupa com o meio ambiente. o mapeamento executado e o banco de dados constituído. a certificação em especial a da serie ISO 14001.SUDEMA. concluiu o Inventário de Resíduos Sólidos Industriais acreditando que através das informações adquiridas. a responsabilidade social da empresa com aspectos ambientais. Na indústria sucro-alccoleira o passivo é representado pelo bagaço de cana que não chega a ser utilizado na sua totalidade. 65 . assim. com 22.

Porte da atividade: grande.PARAÍBA . possam causar poluição ou degradação ambiental. sob qualquer forma.2 57.2002 PORTE DA INDÚSTRIA Grande Médio Pequeno TOTAL 65 177 248 (%) 13.Há um passivo de 11 toneladas de Ascarel. modificação e operação de atividades e empreendimentos que utilizam recursos ambientais naturais.SAELPA.1 50.3 FONTE: Superintendência de Administração do Meio Ambiente SUDEMA/2002 66 . Através do cadastro de atividades licenciadas pela SUDEMA pode-se elencar para ser inventariado os empreendimentos com maior repercussão em produção de resíduos sólidos industriais no Estado. A empresa responsável por tal passivo ambiental é a Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba .Combustível utilizado. ampliação. .Empreendimentos com certificação ambiental.estabelecido pela lei Federal n.6 LICENCIAMENTO (%) 83. como forma de avaliar a ação da SUDEMA em termos de controle ambiental das atividades passíveis de licenciamento. de 31/08/81.3 36. QUADRO 23 PORTE DA INDÚSTRIA E LICENCIAMENTO . Aproveitou-se a realização do inventário para fazer um levantamento das condições de licenciamento ambiental nas indústrias do Estado. 8. O licenciamento é um dos instrumentos de gestão ambiental de ação pro ativa para a preservação ambiental.º 6938. . localizado no município de Juazeirinho.2 LicenciamentoAmbiental A Licença Ambiental é o procedimento administrativo realizado pelo órgão ambiental competente. Assim inseriu-se no formulário de inventário algumas questões como: . . federal. consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que.Atividades licenciadas. médio e pequeno. também conhecida como Lei da Política Nacional do MeioAmbiente. para licenciar a instalação. resíduo proviniente dos transformadores de energia.0 71. estadual ou municipal.

3% do total. 177 são de médio porte o que representa 36. 67 . o que representa 13.Do universo de 490 indústrias inventariadas 65 são indústrias de grande porte. Constatou-se que das atividades de grande porte inventariadas 83% possuem o licenciamento ambiental. No que se refere ao licenciamento contabilizou-se que 57% das indústrias inventariadas possuem o licenciamento ambiental. as de médio porte o índice de licenciamento é de 71.3% possuem licenciamento ambiental.1% e 248 indústrias de pequeno porte representando 50.6% do total de indústrias inventariadas.2% e as de pequeno porte 57.

estão localizados na região litorânea.9. Registrou-se que 88% dos resíduos gerados em todo estado da Paraíba são destinados para a própria industria. os seis maiores produtores.283. Pôde-se constatar que a maioria das industrias que afirmaram possuir plano de gestão de resíduos. em quantidade de resíduos. tendo como destino final. coletam. os corpos d'água e os terrenos baldios das cidades.761. responsável pela produção de 2.05 toneladas/ano com 95% desses resíduos representados por bagaço de cana e vinhoto. 68 . os lixões. demonstraram total desconhecimento do tipo de lixo que produzem e conseqüentemente. O maior produtor de resíduo industrial do Estado é o município de Santa Rita. o acondicionam. tratam e/ou dispõe de forma inadequada. Os dez maiores geradores de resíduos são: MUNICÍPIO Santa Rita Pedras de Fogo Rio Tinto João Pessoa Caaporã Mamanguape Juazeirinho Junco do Seridó Campina Grande Tenório REGIÃO Litoral Litoral Litoral Litoral Litoral Litoral Cariri Seridó Agreste Seridó Dos dez municípios com maior produção de resíduos. Discussão e Conclusão A grande maioria das industrias do estado da Paraíba não possuem planos de gerenciamento de resíduos e dispõem seus resíduos sólidos sem nenhum controle ambiental.

Na região polarizada por Campina Grande. Entretanto. estimulado pela pressão do mercado internacional.O setor sucro-alcooleiro e em especial os empreendimentos de grande porte e alto potencial poluidor é responsável pela maior produção de resíduos industriais no Estado. reaproveitam totalmente seus resíduos. por falta de matéria prima. que poderiam ser recicladas por essas industrias. calçadista. Quanto ao armazenamento interno e externo de resíduos sólidos os estabelecimentos industriais não o possuem. exceto algumas industrias de grande porte. e calçados a partir da reciclagem. Boa Vista. Juazeirinho. As pessoas que trabalham com a limpeza e coleta dos resíduos industriais são funcionários da própria empresa. assim como a utilização do vinhoto na fertirrigação do solo. beneficiamento de couro e de reciclagem de plásticos e metais. segunda maior cidade do estado da Paraíba. Observou-se que os resíduos gerados pelo setor calçadista gera matéria prima para as industrias de solados. Na região do Seridó e do Cariri representada pelos municípios de Santa Luzia. utilizadoras de solados produzidos a partir da reciclagem de plásticos. A potencialidade que o município de Campina Grande apresenta para indústrias recicladoras de plásticos é justificada pela quantidade de micro indústrias calçadistas ali instaladas. Constatou-se industrias de reciclagem de plásticos com produção aquém da capacidade produtiva. há uma predominância de indústrias metalúrgicas. sucro-alcooleiro. apresenta vocação e um efetivo potencial para implantação de indústrias recicladoras de plásticos. sendo encaminhado para o lixão. divulgação e programas de coleta seletiva. sinalizando para uma falta de incentivos. Soledade e São José do Sabugi. extração de minérios. salientando que a maioria não recebeu treinamento. alimentos. aumentaria a oferta de matéria prima e a capacidade produtiva das indústrias recicladoras. utilizando-os na produção de energia através da bio-massa do bagaço de cana. Observou-se que nas industrias de grande porte dos ramos: cimenteiro. Junco do Seridó. bebidas. uma vez que foi detectado grande quantidade de aparas de plásticos. Observou-se que a região polarizada pelo setor calçadista . podendo assim adquirir problemas de saúde devido a falta de manuseio adequado com o lixo. A implantação de um programa de coleta seletiva nas indústrias. como é o caso de Campina Grande. beneficiamento de minérios e têxtil que têm uma certa repercussão nacional e exportam o seu produto. a atividade econômica predominante é a extração 69 . de calçados. adotam uma gestão adequada dos resíduos.

a exploração dos recursos pesqueiros. Na Zona litorânea foi observado a maior geração e produção de resíduos de todo Estado isto porque o setor costeiro norte está localizado numa área de intensa monocultura canavieira. Entre outros tipos de atividades desenvolvidas na zona costeira. gerando aparas desses materiais como resíduos. metálico . Tempos atrás esses resíduos eram submetidos a tríplice lavagem. a perfuração das embalagens 70 . o passivo e os impactos ambientais causados pela utilização de explosivos para detonação das lavras. de cimento. Tratando-se de resíduos perigosos foi quantificado uma produção de 657 toneladas por ano. Tal conduta foi adotada como forma de reduzir os riscos. O setor de extração mineral conforme citado anteriormente apresenta um passivo ambiental representado pela degradação ambiental. enchimento para almofadas e bonecas de pano. que abastece o parque sucro-alcooleiro do Estado. mais especificamente na cidade de Patos. o que se constatou foi o mesmo cuidado com a tríplice lavagem. Dos municípios inventariados. na sua grande maioria são de pequeno porte. papelão etc.01% do total de resíduos produzidos. onde predomina a indústria de confecção. Em alguns casos. produzem peças populares feitas de plástico (couro sintético) e tecido.. representando 0. Observou-se a utilização de novas técnicas operacionais na exploração das lavras em especial na industria exploradora de calcário para produção de cimento. Em Guarabira. instalado na região com o advento do Pró Álcool (1975). Esse material é reaproveitado na fabricação de peças de artesanato. No sertão paraibano. há uma tendência para o reuso das aparas de tecidos e malhas. na produção de tapetes de retalhos. têxtil . de alimentos e de bebidas. As indústrias de calçados.09 toneladas/ano de material têxtil. papel. picotado e enterrados em fossos construídos na área da industria. predominam as indústrias de calçados. No que se refere às embalagens de agrotóxicos houve um avanço no seu manejo. de bebidas entre outras.de minérios não metálicos. Hoje. entretanto percebeu-se um esforço e uma tendência de solucionar tais problemas no sentido de minimizar esses impactos através reaproveitamento de minérios e na redução do desperdício. Mogeiro foi o que apresentou menos produção de resíduos quantificados em 1. terceira maior cidade do Estado. destacam-se o extrativismo de minerais não metálicos. de confecções. originada no período colonial brasileiro. bem como industrias alimentícias. sendo lançado a céu aberto. o qual ainda representa uma importante atividade sócio-econômica. 70% da matéria extraída não é aproveitado. como o beneficiamento do caulim.

face ao seu efetivo potencial poluidor e contaminador. reduzirá a gestão inadequada dos resíduos. programada e educativa para as industrias. (presentes em matérias primas ou produtos auxiliares) a redução da quantidade de resíduos gerados por processos e produtos e conseqüentemente a redução de poluentes lançados no ar . 71 .e o armazenamento em lugares seguros e destinados para uma central de recepção e em seguida encaminhados para tratamento. conduz a graves conseqüências ambientais e sociais ampliando a magnitude dos impactos. A implantação de um programa de fiscalização sistematizada. Este inventário será utilizado como estratégia de redução de e ou eliminação de resíduos na fonte geradora contribuindo para o desenvolvimento de ações que promovam a redução do desperdício. O manejo inadequado dos resíduos e em especial tratando-se de resíduos sólidos industriais e de resíduos perigosos. a conservação dos recursos naturais. na água e no solo. Pode-se afirmar que o presente trabalho constitui um importante instrumento de gestão para o incremento da Política Estadual de resíduos Sólidos do Estado da Paraíba. a redução e ou eliminação de substâncias tóxicas.

Canela RS. GÓMEZ. CETESB. SOARES (S. F. CASTRO NETO.). 2000. Rio de Janeiro. BRASIL. Anais X Simpósio Luso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental. 2000 JARDINS et al. Real Academia 1998.C.1995. Porto Alegre RS. P.). . Cavalcanti. 27 a 36. Dezembro. 2002. Lisboa. Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). 1978. GERMANO. FIEP. A.G. Brasília: Diário Oficial da União. Resolução nº 313. Campina Grande PB. JUCÁ José Fernando Thomé. Manual de Gerenciamento Integrado. Los Residuos y sus Riesgos para la Salud.R. ROCHA (J.10. 1°. NBR 10004: Resíduos Sólidos Classificação. de Farmácia. Cadastro Industrial.) e CHERIAF ( M. set 1987. Estudos para uma Proposta de Resíduos Sólidos no estado de Pernambuco Subsídios para elaboração de uma Política Pública.H. MARIANO.J. p. Federação das Industrias da Paraíba.Jr. 278p. Referência Bibliográfica ABNT.O.Brasil. 18 a 21 de novembro de 1997.C. Setembro. 48p. et al. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas: CEMPRE.). Madrid. S. Associação Brasileira de Normas Técnicas. XXVII Congresso Iteramericano de Engenharia de engenharia Sanitária e Ambiental. edição de 27 de outubro de 2002. Proposta para Realização dos Inventário dos Resíduos Sólidos Industriais do Estado da Paraíba . M. R.. 470p. Inventário de Resíduos Industriais no Estado de Santa Catarina Perspectivas de Uso na Construção Civil. Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais. 1a ed. Encontro Nacional sobre Edificações e Comunidades Sustentáveis. São Paulo. BORGES DE CASTILHOS (A. de 29 de outubro de 2002.P.PT 72 . MOROSINE.

.1993. ed.il. Setembro 2003. A.1999.rev. Alfredo Carlos C.R. Análise Sobre a Situação dos Resíduos Sólidos Industriais do Município de João Pessoa . Rio de Janeiro . GERMANO. Anais do 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental.MOROSINE. C.PIBIC. Relatório de iniciação Cientifica. de C. PAES. 233p. Maio 1999. Resultados Preliminares do Inventário dos Resíduos Sólidos Industrias do Estado da Paraíba. et al. 2a. Joinville. São Paulo: CETESB.Paraíba.C et al. F.G. ampl. 73 ..F. Resíduos Sólidos Industriais.“Caracterização dos resíduos Sólidos Industriais do Município e João Pessoa”.Brasil. Anais do 20º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental .João Pessoa. NÒBREGA.SC. ROCCA.RJ.

ANEXOS 74 .

ENDEREÇO DA UNIDADE INDUSTRIAL: Logradouro/n.º : Bairro/Distrito : Município : Inscrição Estadual: III . Número total de funcionários nas seguintes áreas da indústria: Produção: 4. a veracidade das informações prestadas no presente formulário Em ____/____/______ Assinatura: _______________ 75 .RAZÃO SOCIAL DA INDÚSTRIA: II . Atividade principal da indústria: 2. Coordenadas Geográficas da Graus: unidade industrial: Latitude Minutos Segundos Graus: Longitude Minutos Segundos Administração: Outras áreas: VI – RESPONSÁVEL PELA EMPRESA: Nome: Cargo: Declaro. sob as penas da Lei.FORMULÁRIO DE CADASTRAMENTO DO INVENTÁRIO INFORMAÇÕES GERAIS DA INDÚSTRIA Período de Referência Início Término I .ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA: Logradouro/n.ANEXO 1 .º : Bairro/Distrito : Município : IV – CONTATO TÉCNICO: Nome: E-mail: Telefone de Contato: ( ) Fax: ( ) E-mail: Telefone: ( ) CEP: CNPJ: CEP: Cargo: V – CARACTERÍSTICAS DA ATIVIDADE INDUSTRIAL: 1. Área útil total (m2): 5. Período de produção: Horas por dia: Dias por mês: Código CNAE: Meses por ano: 3.

primas e Insumos Quantidade Atual (por ano) Capacidade Máxima (por ano) Unidade de Medida VIII. Liste as matérias-primas e insumos utilizados Matérias . Quantidade Atual Produtos (por ano) Capacidade Máxima (por ano) Unidade de Medida 76 . Identifique qual a produção anual da indústria.INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE PRODUÇÃO DESENVOLVIDO PELA INDÚSTRIA VII.

4. 18. 34. 23. 30. 22. 33. 20 21. 19. 3.ETAPAS DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA Relacione todas as etapas do processo de Produção e os resíduos gerados em cada etapa. Descrição Resíduos gerados 77 . 10. 24. 16. 25. 13. 28. 27. 12. 9. 2. 5. 31. 17. 11. 7. 26. 15. 29. 14. se for o caso. 6. 32. Nome da Etapa 1. 8.

Informações sobre os resíduos sólidos SEM DESTINO DEFINIDO (gerados nos últimos 12 meses) X. a seguir. lembrando que devem ser preenchidas tantas fichas quanto se fizerem necessárias. e. conforme o anexo 2. os dados relacionados à forma de armazenamento.1 Se o resíduo não tem destino definido. Informe o código e a descrição do resíduo. e está armazenado na área da indústria então apresente as informações abaixo. conforme anexo 3 Descrição do Resíduos Código do Resíduo: Descrição do Resíduo: Estado Físico Quantidade total (tonelada/ano) Sem Destino Definido Tipo de Armazenamento 1 Tipo de Armazenamento Código Descrição do Tipo de Armazenamento Quantidade (tonelada/ano) Sem Destino Definido Tipo de Armazenamento 2 Tipo de Armazenamento Código Descrição do Tipo de Armazenamento Quantidade (tonelada/ano) Sem Destino Definido Tipo de Armazenamento 3 Tipo de Armazenamento Código Descrição do Tipo de Armazenamento Quantidade (tonelada/ano) Sem Destino Definido Tipo de Armazenamento 4 Tipo de Armazenamento Código Descrição do Tipo de Armazenamento Quantidade (tonelada/ano) Sem Destino Definido Tipo de Armazenamento 5 Tipo de Armazenamento Código Descrição do Tipo de Armazenamento Quantidade (tonelada/ano) 78 .

reciclagem ou disposição final na própria Indústria. lembrando que devem ser preenchidas tantas fichas quanto se fizerem necessárias Destino Indústria (tratamento. reciclagem ou disposição final na própria Indústia) gerados nos últimos 12 meses. reutilização.2: Se o resíduo recebe algum tipo de tratamento. reutilização. reutilização. X. então apresente as informações abaixo.Informações sobre os resíduos sólidos COM DESTINO PARA A PRÓPRIA INDÚSTRIA(tratamento. reciclagem ou disposição final na própria Indústria) Descrição do Resíduos Descrição do Resíduo: Estado Físico Quantidade total (tonelada/ano) Destino1 Código Armazenamento Descrição Armazenamento Código Destino Descrição Destino Quantidade (ton/ano): Destino2 Código Armazenamento Descrição Armazenamento Estado Físico: Código Destino Descrição Destino Quantidade (ton/ano): Destino3 Código Armazenamento Descrição Armazenamento Estado Físico: Código Destino Descrição Destino Quantidade (ton/ano): Destino Indústria 4 Código Armazenamento Descrição Armazenamento Estado Físico: Código Destino Descrição Destino Quantidade (ton/ano): Destino Indústria 5 Código Armazenamento Descrição Armazenamento Estado Físico: Código Destino Descrição Destino Quantidade (ton/ano): Estado Físico: 79 .

Reutilização. reciclagem ou disposição final na própria Indústria)gerados nos últimos 12 meses. Reciclagem ou Disposição Final do Resíduo Fora da Indústria) Descrição do Resíduos Código do Resíduo: Descrição do Resíduo: Estado Físico Quantidade total (tonelada/ano) Destino 1: Armazenamento 1 Razão Social do Destino 1 Destino 1 Endereço do Destino 1 Logradouro/Nº Município UF Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Posição Geográfica do local Latitude Minuto Segundo Grau Longitude Minuto Segundo Destino 2: Armazenamento 2 Razão Social do Destino 2 Destino 2 Endereço do Destino 2 Logradouro/Nº Município UF Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Posição Geográfica do local Latitude Minuto Segundo Grau Longitude Minuto Segundo Destino 3: Armazenamento 3 Razão Social do Destino 3 Destino 3 Endereço do Destino 3 Logradouro/Nº Município UF Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Posição Geográfica do local Latitude Minuto Segundo Grau Longitude Minuto Segundo 80 .Informações sobre os resíduos sólidos COM DESTINO PARA FORA DA INDÚSTRIA (tratamento. reutilização. informe neste quadro os seguintes campos: Destino Externo (Tratamento. X.3 Se o resíduo é destinado a alguma instância fora da unidade Industrial.

Armazenamento Código: Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Na Área da Indústria? Descrição: Latitude Minuto Segundo Grau SIM Posição Geográfica do local Longitude Minuto NÃO Segundo 6. Armazenamento Código: Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Na Área da Indústria? Descrição: Latitude Minuto Segundo Grau SIM Posição Geográfica do local Longitude Minuto NÃO Segundo 3. Armazenamento Código: Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Na Área da Indústria? Descrição: Latitude Minuto Segundo Grau SIM Posição Geográfica do local Longitude Minuto NÃO Segundo 2.RESÍDUOS GERADOS NOS ANOS ANTERIORES XI. Armazenamento Código: Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Na Área da Indústria? Descrição: Latitude Minuto Segundo Grau SIM Posição Geográfica do local Longitude Minuto NÃO Segundo 81 . Resíduos Gerados nos Anos Anteriores que estão sob o Controle da Indústria: Código do Resíduo Descrição do Resíduo 1. a seguir. conforme o anexo 2. Armazenamento Código: Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Na Área da Indústria? Descrição: Latitude Minuto Segundo Grau SIM Posição Geográfica do local Longitude Minuto NÃO Segundo 5. Informe a descrição do resíduo. os dados relacionados à forma de armazenamento. conforme anexo 3. e. Armazenamento Código: Quantidade (ton/ano) Estado Físico: Grau Na Área da Indústria? Descrição: Latitude Minuto Segundo Grau SIM Posição Geográfica do local Longitude Minuto NÃO Segundo 4.

INFORMAÇÕES AGREGADAS AO FORMULÁRIO Porte da Atividade Grande Médio Pequeno Presença de ecossistema no entorno da atividade Sim Especificar: Degradação ou contaminação causada pelo resíduo Sim Não Não Existe certificação em alguma unidade industrial Sim Especificar: Possui licenciamento ambiental Sim LP Dentro da validade Sim Que tipo de energia é utilizada na empresa? Elétrica Óleo__________________ Capital Social: R$ Lenha Caldeira Não Não LI LO Não 82 .

ANEXO 2 . etc. etc. soro. etc. mosto. filtros de manga entre outros Produtos fora da especificação ou fora do prazo de validade contendo substâncias não perigosas 83 .) Escória de jateamento contendo substâncias não tóxicas Catalisadores usados contendo substâncias não tóxicas Resíduos de sistema de controle de emissão gasosa contendo substância não tóxicas (precipitadores. outros da indústria alimentícia.) Resíduos de varrição de fábrica Sucata de metais ferrosos Embalagens metálicas (latas vazias) Tambores metálicos Sucata de metais não ferrosos (latão. embalagens. sangue. ossos.) Embalagens de metais não ferrosos (latas vazias) Resíduos de papel e papelão Resíduos de plásticos polimerizados de processo Bombonas de plástico não contaminadas Filmes e pequenas embalagens de plástico Resíduos de borracha Resíduos de acetato de etil vinila (EVA) Resíduos de poliuretano (PU) Espumas Resíduos de madeira contendo substâncias não tóxicas R esíduos de materiais têxteis Resíduos de minerais não metálicos Cinzas de caldeira Escória de fundição de alumínio Escória de produção de ferro e aço Escória de fundição de latão Escória de fundição de zinco Areia de fundição Resíduos de refratários e materiais cerâmicos Resíduos de vidros Resíduos sólido composto de metais não tóxicos Resíduos sólido de estações de tratamento de efluentes contendo material biológico não tóxico Resíduos sólido de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas Resíduos pastosos de estações de tratamento de efluentes contendo substâncias não tóxicas Resíduos pastoso contendo calcário Bagaço de cana Fibra de vidro Outros resíduos não perigosos Aparas salgadas Aparas de peles caleadas Aparas. casca. retalhos de couro atanado Carnaça Resíduos orgânico de processo (sebo. farelo e pó de couro atanado Lodo do caleiro Resíduos de frutas (bagaço. etc) Casca de arroz Serragem.RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS CLASSE II OU CLASSE III CÓDIGO DO RESÍDUO A001 A002 A003 A004 A104 A204 A005 A105 A006 A007 A107 A207 A008 A108 A208 A308 A009 A010 A011 A111 A012 A013 A014 A015 A016 A017 A117 A018 A019 A021 A022 A023 A024 A025 A099 A199 A299 A399 A499 A599 A699 A799 A899 A999 A026 A027 A028 A029 DESCRIÇÃO DO RESÍDUO Resíduos de restaurante (restos de alimentos) Resíduos gerados fora do processo industrial (escritório.

Ex. produtos fora de especificação ou produtos de comercialização proibida de qualquer substância constante na listagem 6 da Norma NBR 10.resíduos perigosos por conterem substâncias tóxicas (resíduos de derramamento ou solos contaminados. nos quais não se aplicam testes de lixiviação e/ou de solubilização.PCB's. resíduos de derramamento ou solos contaminados.resíduos perigosos por conterem componentes voláteis. resíduo de varrição de unidade de embalagem de Parathion deve ser codificado como D099 ou P089 e não como A003.Classe 1.resíduos perigosos por conterem substâncias agudamente tóxicas (restos de embalagens contaminadas com substâncias da listagem 5.004 Resíduo oriundo de laboratórios industriais (produtos químicos) não especificados na Norma NBR 10. de fontes não-específicas Bifenilas Policloradas . Embalagens contaminadas com PCBs inclusive transformadores e capacitores Listagem 5 da Norma NBR 10004 . Esses códigos só devem ser utilizados se o resíduo não for previamente classificado como perigoso. apresentando concentrações superiores aos indicados na listagem 10 da Norma NBR 10004 Resíduos perigosos por apresentarem inflamabilidade Resíduos perigosos por apresentarem corrosividade Resíduos perigosos por apresentarem Resíduos perigosos por apresentarem patogenicidade Listagem 7 da Norma NBR 10004 . CLASSE I C001 a C009 D001 D002 D003 D004 D005 a D029 K193 K194 K195 F102 F103 F104 F105 D099 F001 a F0301 F100 Listagem 10 .004 P001 a P123 K001 a K209 K053 K078 K081 K203 K207 U001 a U246 84 .004 Listagem 2 da Norma NBR 10004.especificar Listagem 1 da Norma NBR 10004 .resíduos reconhecidamente perigosos .resíduos reconhecidamente perigosos de fontes específicas Restos e borras de tintas e pigmentos Resíduo de limpeza com solvente na fabricação de tintas Lodo de ETE da produção de tintas Resíduos de laboratórios de pesquisa de doenças Borra do re-refino de óleos usados (borra ácida) Listagem 6 da Norma NBR 10004.resíduos perigosos caracterizados pelo teste de lixiviação Aparas de couro curtido ao cromo Serragem e pó de couro contendo cromo Lodo de estações de tratamento de efluentes de curtimento ao cromo Resíduo de catalisadores não especificados na Norma NBR 10. 2. e produtos fora de especificação ou produtos de comercialização proibida de qualquer substância constante na listagem 5 da Norma NBR 10.OBSERVAÇÕES: 1.004 Embalagens vazias contaminadas não especificados na Norma NBR 10. Embalagens vazias contaminadas com substâncias das Listagens nº 5 e 6 da NBR 10004 são classificadas como resíduos perigosos.004 Solventes contaminados (especificar o solvente e o principal contaminante) Outros resíduos perigosos .

T) (R. penta ou hexaclorobenzeno sob condições alcalinas. intermediário ou componente) do pentaclorofenol ou de intermediários usados para produzir seus derivados. exceto os originários dos seguintes processos: (1) anodização do alumínio com ácido sulfúrico.T) F006 (T) F007 (R. ciclohexanona e metanol além de resíduo de fundo de coluna da recuperação destes solventes Os seguintes solvents não halogenados gastos: cresóis e ácido cresílico. (3) zincagem (bases agregadas) do aço carbono. Soluções exauridas de banhos de extração e limpeza provenientes de operações de eletrodeposição onde os cianetos são utilizados no processo (exceto soluções exauridas dos banhos de extração e limpeza da eletrodeposição com metais preciosos). tetracloreto de carbono e fluorocarbonetos clorados. 1.1 tricloroetano. exceto os resíduos da produção de hexacloropreno a partir de 2. (5) operações de limpeza/extração associadas com revestimentos de estanho. n-butilálcool. intermediário ou componente) de tri ou tetraclorofenol.T) F008 (R.5-triclorofenol. Resíduos do uso (como reagente. cloreto de metileno. tricloroetileno. metilisobutilcetona. cloreto de metileno. CÓDIGO DE PERICULOSIDADE F001 F002 (T) (T) F003 (I) F004 (T) F005 (I.2-tricloro. Lodos de tratamento de águas residuárias provenientes de banhos de Têmpera das operações de tratamento térmico de metais dos processos onde os cianetos são utilizados (exceto lodos de tratamento de águas residuárias provenientes de banhos de Têmpera no tratamento térmico de metais preciosos). éter etílico. triclorofluormetano e resíduo de fundo da recuperação destes solventes. Soluções de cianeto exauridas provenientes da limpeza do cadinho de banho salino das operações de tratamento térmico de metais (exceto soluções exauridas do tratamento térmico de metais preciosos provenientes da limpeza de cadinhos de banhos salinos). 1. Lodos de banho de têmpera provenientes de banhos de óleo das operações de tratamento térmico de metais dos processos. acetona. que contém cianeto provenientes das operações de extração de metais e minérios. tricloroetileno. Lodos de tratamento de águas residuárias provenientes de operações de eletrodeposição.1-tricloroetano. onde são utilizados cianetos (exceto lodos de banho de têmpera no tratamento térmico de metais preciosos). 1.T) F012 (T) F014 F015 F017 F018 F019 (T) (R. além de lamas provenientes da recuperação destes solventes.1-tricloroetano.1. clorobenzeno. Lodos de sistema de tratamento de águas residuárias da pintura industrial. Os seguintes solventes não halogenados gastos: xileno.2. utilizados em desengraxe: tetracloroetileno. Soluções exauridas de banho de tratamento superficial com cianeto provenientes de operações de eletrodeposição (exceto soluções exauridas que contêm cianetos provenientes da eletrodeposição de metais preciosos) Lodos de fundo de tanque de banhos de tratamento superficial provenientes de operações de eletrodeposição onde os cianetos são utilizados no processo (exceto lodos de banho de tratamento superficial com metais preciosos por eletrodeposição). metiletilcetona. ou de intermediários usados para produzir seus biocidas derivados. acetato de etila.LISTAGEM Nº 1 . Lodos de tratamento de águas residuárias do revestimento do alumínio por conversão química Resíduos (exceto águas residuárias e carvão gasto na purificação do ácido clorídrico) da produção ou uso (como reagente. isobutanol.T) F011 (R. nitrobenzeno e resíduo de fundo de coluna da recuperação destes solventes Os seguintes solventes não halogenados gastos: tolueno. (4) revestimento de alumínio ou zinco-alumínio no aço carbono. 1. dissulfeto de carbono.T) (T) (T) (T) F020 (E) F021 (E) F022 (E) Inventário de Resíduos Sólidos Industriais do Estado da Paraíba 85 F010 . ortodiclorobenzeno.1. piridina. zinco e alumínio do aço carbono e (6) fresagem e estampagem química de alumínio. exceto águas residuárias e carvão gasto na purificação do ácido clorídrico. intermediário ou componente) do tetra. exceto águas residuárias e carvão gasto na purificação do ácido clorídrico. Resíduos e lodos de tinta da pintura industrial. (2) estanhagem do aço carbono. Resíduos da produção ou uso (como reagente.4. benzeno. Sedimentos de fundo de lagoa de descarga do tratamento de águas residuárias da cianetação das operações de extração de metais de minérios Soluções exauridas de banhos.1.T) F009 (R.1.RESÍDUOS PERIGOSOS DE FONTES NÃO ESPECÍFICAS CÓDIGO DO RESÍDUO DESCRIÇÃO DO RESÍDUO Os seguintes solventes halogenados gastos.2-trifluoretano. 1. 2-etoxietanol e 2 noitropropano e resíduo de fundo de coluna proveniente da recuperação destes solventes. etilbenzeno. Os seguintes solventes halogenados gastos: tetracloroetileno.

5-triclorofenol. F023. intermediário ou componente) de tetra. exceto os citados no Anexo B . Resíduos da produção de hidrocarbonetos alifáticos clorados que possuam de um a cinco carbonos. alcatrões e resíduos de limpeza de reator. Óleo lubrificante usado Fluido hidráulico Óleo de corte e usinagem Óleo usado contaminado em isolação ou na refrigeração Resíduos oleosos do sistema separador de água e óleo Fluidos dielétricos a base de bifenilas policloradas. intermediário ou componente) do tri e tetraclorofenol. exceto resíduos de equipamento usado somente para a produção ou uso de hexacloropreno quando feito a partir de 2. Aparas de couro curtido ao cromo Serragem e pó de couro contendo cromo Lodo de estações de tratamento de efluentes de curtimento ao cromo Resíduo de catalisadores não especificados na Norma NBR 10. tetra ou pentaclorofenol ou aquelas que contém compostos derivados destes clorofenóis.004 Solventes contaminados (especificar o solvente e o principal contaminante) Bifenilas Policloradas .5-triclorofenol.F023 Resíduos (exceto águas residuárias e carvão gasto na purificação do ácido clorídrico) da produção de materiais em equipamentos usados previamente para a produção ou uso (como reagente. Embalagens contaminadas com PCBs inclusive transformadores e capacitores Restos e borras de tintas e pigmentos Resíduo de limpeza com solvente na fabricação de tintas Lodo de ETE da produção de tintas Resíduos de laboratórios de pesquisa de doenças Borra do re-refino de óleos usados (borra ácida) Resíduos perigosos por apresentarem inflamabilidade Resíduos perigosos por apresentarem corrosividade Resíduos perigosos por apresentarem reatividade Resíduos perigosos por apresentarem patogenicidade (E) (T) F024 (E) F026 (E) F027 F028 F130 F230 F330 F430 F530 F100 K193 K194 K195 F102 F103 F104 F105 F100 K053 K078 K081 K203 K207 D001 D002 D003 D004 NOTA T . F022. Resíduos de formulações não usadas contendo tri. exceto águas residuárias e carvão gasto na purificação de ácido clorídrico.4. fundos de coluna.004 Resíduo oriundo de laboratórios industriais (produtos químicos) não especificados na Norma NBR 10.Reativo C .listagem nº 2 Resíduos da produção de materiais em equipamentos usados previamente para o uso (como reagente. exceto formulações contendo hexacloropreno sintetizado de 2.Tóxico I . mas não se limitando a resíduos de destilação.Patogênico (T) Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso (T) Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso Perigoso 86 .Corrosivo P . Resíduos resultantes da incineração ou tratamento térmico de solo contaminado com resíduos F020.PCB's. F021. penta ou hexaclorobenzeno sob condições alcalinas. utilizando processo de radicais livres catalisados. incluindo. F026 ou F027.Inflamável R .004 Embalagens vazias contaminadas não especificados na Norma NBR 10.4.

Fundos de coluna de destilação da fração pesada da produção de 1. Resíduo de fundo de destilação da produção de anidro ftálico a partir do naftaleno. Resíduo de fundo de coluna ou fração pesada da produção combinada de tricloroetileno e percloroetileno.1 . Resíduos de fundo de destilação de anidrido a partir do ortoxileno. Resíduo de fundo de destilação da produção de nitrobenzeno pela nitração do benzeno.LISTAGEM Nº 2 . Fração pesada de destilação de cloreto de vinila da produção de monômero de cloreto de vinila. Resíduo de fundo de extrator da produção de metiletilpiridinas.1-tricloroetano. Lodos do tratamento das águas residuárias da produção de dissulfoton.1.4.1.1. Resíduo de fundo de destilação com alcatrões de produção de fenol/acetona a partir de cumeno.T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) T) ( (T) (T) (T) (T) (R. Resíduo de fundo de coluna de destiação de cloreto de benzila. Resíduos de fundo de destilação da produção de 1.1 . Lodos do tratamento das águas residuárias geradas na produção de creosoto. Lodo do tratamento das águas residuárias da produção de “phorate”. Águas residuárias e água do lavdor de gases de cloração do ciclopentadieno da produção de clordano. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento laranja de molibdato. Resíduos leves de destilação da produção de anidro ftálico a partir do naftaleno. Resíduos de processo na extração de anilina durante a sua produção. CÓDIGO DE PERICULOSIDADE (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (R. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento verde de cromo.1. Resíduos sólidos da filtração de hexaclorociclopentadieno da produção de clordano. Fração pesada ou resíduos de destilação da produção de tetracloreto de carbono.RESÍDUOS PERIGOSOS DE FONTES ESPECÍFICAS CÓDIGO DO RESÍDUO K001 K002 K003 K004 K005 K006 K007 K008 K009 K010 K011 K013 K014 K015 K016 K017 K018 K019 K020 K021 K022 K023 K024 K025 K026 K027 K028 K029 K030 K083 K085 K093 K094 K095 K096 K102 K103 K104 K105 K031 K032 K033 K034 K035 K036 K037 K038 K039 K040 K041 K042 DESCRIÇÃO DO RESÍDUO Lodos de sedimentos de fundo do tratamento de águas residuárias de processos de preservação de madeira que utilizam creosoto e/ou pentaclorofenol. Efluente aquoso da limpeza do reator de produto na produção em bateladas de clorobenzeno Águas de lavagem da produção de clorobenzeno Subprodutos na forma de sais gerados na produção de MSMA e ácido cacodílico. Fundos de coluna de destilação ou fracionamento da produção de clorobenzenos. Resíduo de fundo de coluna de purificação na produção de epicloridrina. Lodo de estação de tratamento de águas residuárias da produção de clordano.1. Resíduo de catalisador aquoso de antimônio exaurido da produção de fluorometano. Resíduos do fundo do processo de recuperação do toluneo por destilação da produção de dissulfoton. Frações pesadas ou resíduos de destilação do tetraclorobenzeno da produção de 2. Catalisador exausto do reator de hidrocloração da produção de 1.tricloroetano. Resíduo do extrator a vapor da produção de 1. Resíduos de destilação e centrifugação da produção de tolueno diisocianato.tricloroetano. Frações de destilação da produção de acetaldeído a partir do etileno. Resíduos de fundo de destilação da produção de acetaldeído a partir do etileno. Corrente de fundo proveniente do “stripper” de resíduos líquidos na produção de acrilonitrila. Lodo do tratamento das águas residuárias da produção de toxafeno.T) (R. Resíduos de torta da filtração de ácido dietilfosforoditióico da produção de “phorate”. Águas residuárias de lavagem e extração da produção de “phorate”. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento verde de óxido de cromo (anidro e hidratado) Lodo de tratamento de águas residuárias de pigmento azul de ferro. Resíduo de fração pesada de coluna de fracionamento da produção de cloreto de etila.tricloroetano.5-T 87 . Resíduo de fundo da coluna de purificação de acetonitrila da produção de acrilonitrila. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento amarelo de zinco. Resíduos leves de destilação da produção de anidro ftálico a partir do ortoxileno. Saída de fundo da coluna de acetonitrila da produção de acrilonitrila.T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmentos laranja e amarelo de cromo. Fundo de destilação da produção de anilina. Resíduos de fornos da produção de pigmento verde de óxido de cromo. Águas resíduárias combinadas geradas na produção de nitrobenzeno/anilina. Fração pesada de destilação de dicloroetileno da produção dessa substância.

Lodos e lavagens com solvente. Sólidos da emulsão de óleo residual da indústria de refinação de petróleo. Sobrenadante de separadores tipo DAF. Lodo calcário que contém amônia do resíduo de fundo das operações de coqueificação . Catodos exauridos da redução de alumínio primário.4-D Descarga do extrator a vácuo do clorados de clordano feita durante a sua produção. originário da destilação do alcatrão do coque. Lodo de tratamento de águas residuárias do processo de células de mercúrio na produção de cloro. Poeira do “equipamento” de controle de emissão ou lodo da produção de ferrocromosilício. Poeira do “equipamento” de controle de emissão ou lodo da produção de ferrocromo. Águas residuárias. Lodos de tratamento de águas residuárias ou do “blow down” ácido na produção de zinco primário. Lodos de tratamento de águas residuárias da manufatura.T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (P) (T) (T) (T) (C. Resíduos de fundo da destilação de compostos a base de anilina na obtenção de produtos farmacêuticos veterinários de compostos arsenicais ou organo-arsenicais. Lodos do tratamento de águas residuárias geradas durante a produção de produtos farmacêuticos veterinários a partir de compostos arsenicais ou organo-arsenicais. Lodo ou poeira do sistema de controle de emissão de gases da fusão de chumbo secundário. Lodo de tratamento de águas residuárias da produção de tintas. Resíduo de limpeza com água ou materiais cáusticos na fabricação de tintas.6-diclorofenol da produção de 2. nas indústrias de refino de petróleo. sem tratamento. Solução residual da lavagem ácida do lodo ou poeira do sistema de controle de emissão de gases da fusão de chumbo secundário. da produção de toxafeno. que contém explosivos. Águas residuárias do processo. Lodos ou lamas calcários de anodos eletrolíticos da produção de zinco primário. Água rosa/vermelha das operações de TNT. Lodos dos separadores de óleo de industrias de refino de petróleo. Resíduo da unidade cádmio (óxido de ferro) na produção de zinco primário. Resíduo da lavagem acida do benzeno. (T) (T) (T) (T) (R) (R) (T) (R) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (C.T) (T) 88 . ou lodos e lavagens aquosas da limpeza de tubulações e equipamentos usados na formulação de tintas a partir de pigmentos. Resíduos que contém chumbo de fundo de tanque da indústria de refinação de petróleo. Lodo ou poeira do sistema de controle de emissão da produção de ferro-manganês. Lodos de tratamento de águas residuárias a produção de pigmento de TiO2 ( dióxido de titânio ) com minérios que contém cromo pelo processo de cloretos. da produção de 2. Lama da estação de tratamento dos efluentes do processo de produção de cloro em célula de mercúrio. Resíduos dos laboratórios de pesquisas de doenças. lodos e lavagens alcalinas. Poeira do sistema de controle de emissão de gases nos fonos Cubilot na fundição de ferro. Lodos e lamas do espessamento do “blow down” ácido na produção de cobre primário. Resíduo de limpeza com solvente na fabricação de tintas.K043 K097 K098 K099 K044 K045 K046 K047 K048 K049 K050 K051 K052 K061 K062 K092 K209 K090 K091 K064 K065 K066 K067 K068 K069 K100 K071 K073 K074 K106 K078 K079 K081 K082 K086 K084 K101 K102 K203 K205 K060 K087 K206 K088 K200 K201 K202 K204 K207 K208 Resíduo de 2. Resíduo do desmonte das cubas de redução na produção de alumínio primário. Banho de decapagem exaurido das operações de acabamento de aço. secantes. formulação e operações de manuseio de compostos iniciadores à base de chumbo. Lodo da limpeza dos tubos dos trocadores de calor da indústria de refinação de petróleo. Sólidos contidos em reservatórios de sistemas de tratamento de emissões de fundição de chumbo primário ou retirados destes reservatórios. Lodo ou poeira de controle de emissões de gases da produção de tintas. Lodo ou poeira do sistema de controle de emissão de gases da produção de aço primário em fornos elétricos.4-D Lodos de tratamento de águas residuárias da manufatura e processamentos de explosivos Carvão gasto no tratamento das águas residuárias .T) (T) (T) (P) (P) (P) (C. Resíduos de carvão ativo para descoloração na produção de compostos arsenicais ou organo-arsenicais. sabões e/o estabilizantes contendo cromo ou chumbo. Resíduos de hidrocarbonetos clorados da etapa de purificação do processo de células de diafragma usando anodos de grafita na produção de cloro. Borra neutra do re-refino de óleos usados.T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (I. Lodo de alcatrão do tanque de decantação utilizado no sistema de tratamento de gases de coqueria. Resíduos em geral Resíduos oriundos do processamento de análises Resíduos dos laboratórios de pesquisas de doenças Borra ácida originada do re-refino de óleos usados. sem tratamento. Resíduos do uso de carvão ativo para descoloração na produção de produtos veterinários a base de arsênico e organo-arsenicais.

Águas resíduárias combinadas geradas na produção de nitrobenzeno/anilina. Águas residuárias e água do lavdor de gases de cloração do ciclopentadieno da produção de clordano.1 .T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (R.1 . Resíduo de fundo de destilação da produção de anidro ftálico a partir do naftaleno. Fundo de destilação da produção de anilina.T Resíduo de 2. Resíduo de fundo de coluna ou fração pesada da produção combinada de tricloroetileno e percloroetileno. Lodo de estação de tratamento de águas residuárias da produção de clordano.de pigmento verde de óxido de cromo Resíduos de fundo de destilação da produção de acetaldeído a partir do etileno.1.K001 K002 K003 K004 K005 K006 K007 K008 K009 K010 K011 K013 K014 K015 K016 K017 K018 K019 K020 K021 K022 K023 K024 K025 K026 K027 K028 K029 K030 K083 K085 K093 K094 K095 K096 K102 K103 K104 K105 K031 K032 K033 K034 K035 K036 K037 K038 K039 K040 K041 K042 K043 K097 K098 K099 K044 K045 K046 Lodos de sedimentos de fundo do tratamento de águas residuárias de processos de preservação de madeira que utilizam creosoto e/ou pentaclorofenol. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento verde de cromo.D Descarga do extrator a vácuo do clorados de clordano feita durante a sua produção. Lodo do tratamento das águas residuárias da produção de “phorate”. Águas residuárias de lavagem e extração da produção de “phorate”. Resíduo do extrator a vapor da produção de 1. Resíduo de fundo de destilação da produção de nitrobenzeno pela nitração do benzeno.4 .1 . Efluente aquoso da limpeza do reator de produto na produção em bateladas de clorobenzeno Águas de lavagem da produção de clorobenzeno Subprodutos na forma de sais gerados na produção de MSMA e ácido cacodílico. Resíduo de fundo de extrator da produção de metiletilpiridinas. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmentos laranja e amarelo de cromo. Resíduos leves de destilação da produção de anidro ftálico a partir do naftaleno.1.1 . Frações de destilação da produção de acetaldeído a partir do etileno. Resíduos de torta da filtração de ácido dietilfosforoditióico da produção de “phorate”. Resíduos de processo na extração de anilina durante a sua produção. (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (R. que contém explosivos. Lodos do tratamento das águas residuárias da produção de dissulfoton. Resíduo de fração pesada de coluna de fracionamento da produção de cloreto de etila. Frações pesadas ou resíduos de destilação do tetraclorobenzeno da produção de 2. Resíduos sólidos da filtração de hexaclorociclopentadieno da produção de clordano.tricloroetano. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento laranja de molibdato. Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento amarelo de zinco. Resíduo de fundo de coluna de purificação na produção de epicloridrina.T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (R) (R) Lodos de tratamento de águas residuárias da manufatura. Fundos de coluna de destilação ou fracionamento da produção de clorobenzenos. Lodo do tratamento das águas residuárias da produção de toxafeno. Fração pesada ou resíduos de destilação da produção de tetracloreto de carbono.1. Catalisador exausto do reator de hidrocloração da produção de 1.5 . da produção de 2.diclorofenol da produção de 2. Resíduos de fundo de destilação de anidrido a partir do ortoxileno. formulação e operações de manuseio de (T) compostos iniciadores à base de chumbo. Resíduo de fundo de coluna de destiação de cloreto de benzila. Resíduo de fundo da coluna de purificação de acetonitrila da produção de acrilonitrila. 89 . Águas residuárias. sem tratamento. Resíduo de catalisador aquoso de antimônio exaurido da produção de fluorometano.4-D Lodos de tratamento de águas residuárias da manufatura e processamentos de explosivos Carvão gasto no tratamento das águas residuárias .6 . Lodo de tratamento de águas residuárias de produção de pigmento verde de óxido de cromo (anidro e hidratado) Lodo de tratamento de águas residuárias de pigmento azul de ferro.tricloroetano. Saída de fundo da coluna de acetonitrila da produção de acrilonitrila. Fundos de coluna de destilação da fração pesada da produção de 1. Resíduo de fundo de destilação com alcatrões de produção de fenol/acetona a partir de cumeno.4.tricloroetano. sem tratamento.1. Lodos do tratamento das águas residuárias geradas na produção de creosoto.T) (R. Resíduos de fundo de destilação da produção de 1. Resíduos de destilação e centrifugação da produção de tolueno diisocianato. Resíduos leves de destilação da produção de anidro ftálico a partir do ortoxileno. da produção de toxafeno. Resíduos do fundo do processo de recuperação do toluneo por destilação da produção de dissulfoton. Corrente de fundo proveniente do “stripper” de resíduos líquidos na produção de acrilonitrila. Águas residuárias do processo. Fração pesada de destilação de cloreto de vinila da produção de monômero de cloreto de vinila. Fração pesada de destilação de dicloroetileno da produção dessa substância. Resíduos de fornos da produção .tricloroetano.

Resíduos de hidrocarbonetos clorados da etapa de purificação do processo de células de diafragma usando anodos de grafita na produção de cloro. Lodo ou poeira do sistema de controle de emissão da produção de ferro . (R) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (C. Sólidos contidos em reservatórios de sistemas de tratamento de emissões de fundição de chumbo primário ou retirados destes reservatórios. Banho de decapagem exaurido das operações de acabamento de aço. nas indústrias de refino de petróleo. Poeira do “equipamento” de controle de emissão ou lodo da produção de ferrocromosilício. Sólidos da emulsão de óleo residual da indústria de refinação de petróleo.K047 K048 K049 K050 K051 K052 K061 K062 K092 K209 K090 K091 K064 K065 K066 K067 K068 K069 K100 K071 K073 Água rosa/vermelha das operações de TNT. Lodos ou lamas calcários de anodos eletrolíticos da produção de zinco primário. Lama da estação de tratamento dos efluentes do processo de produção de cloro em célula de mercúrio. Poeira do sistema de controle de emissão de gases nos fonos Cubilot na fundição de ferro. Lodos dos separadores de óleo de industrias de refino de petróleo. Poeira do “equipamento” de controle de emissão ou lodo da produção de ferrocromo. Resíduo da unidade cádmio (óxido de ferro) na produção de zinco primário. Lodo ou poeira do sistema de controle de emissão de gases da fusão de chumbo secundário. Lodos de tratamento de águas residuárias ou do “blow down” ácido na produção de zinco primário. Lodo ou poeira do sistema de controle de emissão de gases da produção de aço primário em fornos elétricos. Resíduos que contém chumbo de fundo de tanque da indústria de refinação de petróleo. Solução residual da lavagem ácida do lodo ou poeira do sistema de controle de emissão de gases da fusão de chumbo secundário.manganês. Lodo da limpeza dos tubos dos trocadores de calor da indústria de refinação de petróleo. Sobrenadante de separadores tipo DAF.T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) (T) 90 . Lodos e lamas do espessamento do “blow down” ácido na produção de cobre primário.

CÓDIGOS PARA TRANSPORTE. área coberta tambor em solo. área coberta a granel em piso impermeável. área coberta bombona em piso impermeável. área coberta tambor em piso impermeável.ANEXO 3 . TRATAMENTO. RECICLAGEM E DISPOSIÇÃO FINAL. área descoberta lagoa com impermeabilização lagoa sem impermeabilização outros sistemas (especificar) REUTILIZAÇÃO/RECICLAGEM/RECUPERAÇÃO R01 R02 R03 R04 R05 R06 R07 R08 R09 R10 R11 R12 R13 R99 R11 R12 R13 R99 Utilização em forno industrial (exceto em fornos de cimento) B01 Utilização em caldeira Coprocessamento em fornos de cimento Formulação de “blend” de resíduos Utilização em formulação de micronutrientes Incorporação em solo agrícola Fertirrigação Ração animal Reprocessamento de solventes Re-refino de óleo Reprocessamento de óleo Sucateiros intermediários Reutilização/reciclagem/recuperação internas Outras formas de reutilização/reciclagem/recuperação (Especificar) Reprocessamento de óleo Sucateiros intermediários Reutilização/reciclagem/recuperação internas Outras formas de reutilização/reciclagem/recuperação (Especificar) B02 B03 B04 B05 B06 B20 B30 Infiltração no solo Aterro Municipal DISPOSIÇÃO FINAL Aterro Industrial Próprio Aterro Industrial Terceiros Lixão Municipal Lixão Particular Rede de Esgoto Outras (especificar) CÓDIGO S P L G ESTADO FÍSICO DE RESÍDUOS Sólido Pastoso ou semi-solido Líquido Gasoso 91 . área coberta a granel em solo. ARMAZENAMENTO. REUTILIZAÇÃO. área coberta bombona em solo. área descoberta a granel em piso impermeável. área descoberta tambor em solo. área descoberta a granel em solo. área descoberta caçamba com cobertura caçamba sem cobertura CÓDIGO Z04 S04 Z14 S14 Z05 S05 Z15 S15 Z25 S25 Z35 S35 Z09 S09 Z19 S19 Z08 S08 ARMAZENAMENTO tanque com bacia de contenção tanque sem bacia de contenção bombona em piso impermeável. CÓDIGO Z01 S01 Z11 S11 Z21 S21 Z31 S31 Z02 S02 Z12 S12 Z22 S22 Z32 S32 Z03 S03 Z13 S13 ARMAZENAMENTO tambor em piso impermeável. área descoberta bombona em solo.

Inventário de Resíduos Sólidos Industriais do Estado da Paraíba Projeto Gráfico: José Wilker Tarradt Araújo José Willihelm Tarradt Araújo Acompanhamento: Flávio César Lucena Lira Impressão: Gráfica Santa Marta .