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Paróquia São Benedito – Diocese de Amargosa

Tríduo Pascal

VIVÊNCIA – QUINTA-FEIRA SANTA


Rito do lava-pés

Investir na autenticidade do fazer ritual, buscando a unidade entra a ação corporal, a dimensão afetiva e a compreensão do
sentido. Que a mente e o coração, a própria vida, concordem com a voz, com a expressão do corpo.
a) VIVÊNCIA DO RECORTE, em seu contexto litúrgico. O que foi estudado deve “ganhar corpo” na vivência do rito, como se
fosse numa celebração de verdade.
b) CONVERSA, sobre a realização do recorte, levando em conta a unidade entre ação ritual, sentido e atitude interior.
c) DE TODO TRABALHO REALIZADO, explicitar descobertas e desafios quanto rito do lava-pés. (formular pelo menos uma
descoberta e um desafio para apresentar no plenário)
d) NO PLENÁRIO: Fazer no grupão o recorte, relatar descobertas e desafios.

Jesus, erguendo-se da ceia, Se eu, vosso Mestre e Senhor,


jarro e bacia tomou; vossos pés hoje lavei,
lavou os pés dos discípulos, lavai os pés uns dos outros,
este exemplo nos deixou. eis a lição que vos dei!

Aos pés de Pedro inclinou-se: Eis como irão reconhecer-vos


ó Mestre, não, por quem és! como discípulos meus,
Não terás parte comigo, se vos amais uns aos outros,
se não lavar os teus pés! disse Jesus para os seus.

És o Senhor, tu és o Mestre, Dou-vos novo mandamento,


os meus pés não lavarás! deixo, ao partir, nova lei:
O que ora faço não sabes, que vos ameis uns aos outros
mas depois compreenderás. assim como eu vos amei!

1 Sensibilização
 Alguém lê o texto: João 13,1-15
 Conversa sobre o texto: gestos, atitudes, palavras de Jesus e dos discípulos.
 O que o texto diz para nós? O que significa lavar os pés uns dos outros hoje?

2 Realização do rito
Expressar o sentido por meio da ação corporal (voz, expressão, gestos, olhar...) e da atitude interior.
Uma pessoa devidamente paramentada (toalha na cintura), lava os pés de alguns da assembleia. Enquanto isso pode-se entoar
um canto.

3 Tomando conhecimento do rito


 O Missal Romano prevê que este rito seja realizado depois da homilia.
 O grupo poderá conversar sobre outras maneiras de realizar o rito.
 Definir a forma como o rito será realizado.

4 Levantar descobertas e desafios quanto à ritualidade em nossas comunidades, paróquias e diocese.

5 Avaliação da vivência.

Material necessário: Jarra, bacia, toalha, cordão para cintura.


Paróquia São Benedito – Diocese de Amargosa
Tríduo Pascal

VIVÊNCIA SEXTA-FEIRA SANTA


Adoração da Cruz

Investir na autenticidade do fazer ritual, buscando a unidade entra a ação corporal, a dimensão afetiva e a
compreensão do sentido. Que a mente e o coração, a própria vida, concordem com a voz, com a expressão do corpo.
a) VIVÊNCIA DO RECORTE, em seu contexto litúrgico. O que foi estudado deve “ganhar corpo” na vivência do rito,
como se fosse numa celebração de verdade.
b) CONVERSA, sobre a realização do recorte, levando em conta a unidade entre ação ritual, sentido e atitude interior.
c) DE TODO TRABALHO REALIZADO, explicitar descobertas e desafios quanto rito da adoração da cruz. (formular pelo
menos uma descoberta e um desafio para apresentar no plenário)
d) NO PLENÁRIO: Fazer no grupão o recorte, relatar descobertas e desafios.

Vitória tu reinarás Não morre, fica só...


Ó cruz, tu nos salvarás! Se morre, germina e cresce,
Seu fruto será maior!
Nós vamos à cidade
E lá eu irei sofrer; Pois era necessário
Serei crucificado, Um só sofrer por todos
Mas hei de reviver! E, assim, os separados
Formarem um só povo.
Vocês não são do mundo,
Do mundo os escolhi! Escutem meu mandamento,
Se o mundo os odeia, Reparem como os amei!
Primeiro odiou a mim! Por todos eu dei a vida,
Se amem, assim, vocês!
Vocês vão ter no mundo
Tristezas e aflição, Se alguém quer ser meu servo,
Mas eu venci o mundo, Me siga e, então, verá,
Coragem, e vencerão! Esteja onde eu ´stiver,
Meu Pai o honrará!
Se o grão, que cai por terra,

1 Sensibilização
 Alguém proclama o texto: João 19,17-18.25-30
 Silêncio
 Refrão: “Meu Deus, ó meu Deus, porque me abandonaste?”
 Conversa sobre o texto: gestos, atitudes, palavras de Jesus e dos discípulos.
 O que o texto diz para nós?
 O que significa morrer?
 Ligar com o mistério celebrado. Qual o sentido do rito?

Fazer a leitura do rito que segue: as rubricas, o convite, a oração e a aclamação. Prestar atenção nas imagens, no
conteúdo poético, na estrutura... Em que momento da celebração este rito é realizado? Que atitude interior o rito
sugere?

2 Realização do rito
Na Sexta-feira santa a cruz entra na assembléia como sinal de vitória. Beijando e aclamando a cruz o povo aclama e
adora o Cristo que deu sua vida por nós na cruz, para dar-nos a vida.

Tomando conhecimento do rito:


O padre ou o diácono, com os ministros (ou outro ministro idôneo), dirige-se à porta da igreja, onde toma nas mãos
a cruz. Acompanhado pelos acólitos com velas acesas, vai em procissão pela nave até o presbitério, de pé, ergue a
cruz cantando:
- Eis o lenho da cruz do qual pendeu a salvação do mundo.
- Vinde, adoremos!

Para a adoração da cruz aproximam-se, como em procissão, o padre, os ministros e os fiéis, exprimindo sua reverência
pela genuflexão simples ou outro sinal apropriado, conforme o costume da região, por exemplo, beijando a cruz.
Durante a adoração cantam-se cantos apropriados, sentando todos aqueles que já fizeram a adoração.
Deve-se apresentar á adoração do povo uma só e mesma cruz. Se, por causa da grande quantidade de fiéis, não for
possível aproximarem-se individualmente, o padre ou o ministro, toma a cruz e, de pé diante do altar, convida o povo
em breves palavras a adorá-la em silêncio, mantendo-a erguida por um momento.
Terminada a adoração, a cruz é levada para o altar, em seu lugar habitual. Os castiçais acesos são colocados perto do
altar ou da cruz (Missal Romano, p. 261)

 Definir a forma como o rito será realizado.


 Realizar o rito
 Várias pessoas realizam o rito

1. Povo meu, que te fiz eu? Foste amargo até o fim.


Dize em que te contristei?
Por que à morte me entregaste? 4. Flagelei por ti o Egito
Em que foi que te faltei? Primogênitos matei.
Tu, porém, me flagelaste,
Deus santo, Deus forte, Entregaste o próprio rei.
Deus imortal,
Tende piedade de nós! 5. Eu abri o mar vermelho
Tu me abriste o coração.
2. Eu te fiz sair do Egito, A Pilatos me levaste,
Com maná te alimentei. Eu levei-te pela mão.
Preparei-te bela terra,
Tu uma cruz para o teu rei. 6. Só na cruz tu me exaltaste,
Quando em tudo te exaltei.
3. Bela vinha eu te plantara, Que mais podia eu ter feito?
Tu plantaste a lança em mim. Em que foi que te faltei?
Águas doces eu te dava,

3 Levantar descobertas e desafios quanto à ritualidade em nossas comunidades, paróquias e diocese.

4 Avaliação da vivência

Material necessário: Cruz, pano vermelho, presilhas, duas velas.


Paróquia São Benedito – Diocese de Amargosa
Tríduo Pascal

VIGÍLIA PASCAL
Acendimento do Círio Pascal e canto do Exulte

Investir na autenticidade do fazer ritual, buscando a unidade entra a ação corporal, a dimensão afetiva e a compreensão do
sentido. Que a mente e o coração, a própria vida, concordem com a voz, com a expressão do corpo.
a) VIVÊNCIA DO RECORTE, em seu contexto litúrgico. O que foi estudado deve “ganhar corpo” na vivência do rito, como se fosse
numa celebração de verdade.
b) CONVERSA, sobre a realização do recorte, levando em conta a unidade entre ação ritual, sentido e atitude interior.
c) DE TODO TRABALHO REALIZADO, explicitar descobertas e desafios quanto rito do acendimento do círio. (formular pelo menos
uma descoberta e um desafio para apresentar no plenário)
d) NO PLENÁRIO: Fazer no grupão o recorte, relatar descobertas e desafios.

1 Sensibilização
 Trevas/Luz - Convidar a fechar os olhos e, durante alguns momentos, sentir a escuridão, a falta de luz.
 No momento atual de minha vida, qual é a minha “treva”? - Silêncio... Observe os sentimentos que esta treva provoca dentro
de você. Observe que parte do corpo ela atinge... Respire profundamente. Deseje a luz! Peça a luz!
 Que “trevas” eu vejo envolvendo nosso país, o mundo...? Coloque-se no lugar das pessoas mais atingidas por esta treva... O
que sentem? O que desejam?... Respire profundamente. Deseje a luz! Peça a luz!
 Canto: Indo e vindo trevas e luz...
 Enquanto continua o canto em voz baixa, quem quiser, poderá partilhar com outra pessoa sua “treva”... As outras pessoas
continuam cantando baixinho.
 Conversa sobre a experiência feita (trevas/luz) - Relação com a vigília pascal.

Fazer a leitura do rito que segue: as rubricas, o convite, a oração e a aclamação. Prestar atenção nas imagens, no conteúdo
poético, na estrutura... Em que momento da celebração este rito é realizado? Que atitude interior o rito sugere?

2 Realização do rito - Tomando conhecimento do rito


Terminada a bênção do fogo, alguém traz o círio e a pessoa que preside grava uma cruz com um estilete, depois traça no alto da
cruz a letra A, embaixo a letra Z, e, entre os braços da cruz, os quatro algarismos que designam o ano em curso, da seguinte
forma:

Cristo, ontem e hoje (faz a incisão da haste vertical)


Princípio e fim (faz a incisão da haste horizontal)
A (faz a incisão da letra A no alto da haste vertical)
e Z (faz a incisão da letra Z embaixo da haste vertical)
a ele o tempo (faz a incisão do primeiro algarismo do ano em curso sobre o ângulo esquerdo superior da cruz)
e a eternidade (faz a incisão do segundo algarismo do ano em curso sobre o ângulo direito superior)
a glória e o poder (faz a incisão do terceiro algarismo do ano em curso no ângulo esquerdo inferior)
pelos séculos dos séculos. Amém (faz a incisão do quarto algarismo do ano em curso no ângulo direito inferior)
Feitas a incisão da cruz e dos outros sinais, a pessoa que preside pode aplicar no círio os cravos, formando uma cruz e dizendo:
1 Por sua santas chagas,
2 suas chagas gloriosas,
3 o Cristo Senhor
4 nos proteja
5 e nos guarde. Amém!

A pessoa que coordena acende o círio com o fogo novo, dizendo:


- A luz de Cristo que ressuscita resplandecente
Dissipe as trevas de nosso coração e nossa mente.

Depois convida a assembleia:


- Irmãos e irmãs, acendamos nossas velas na luz do Cristo ressuscitado.

E, no círio, acendem-se as velas da assembleia.

Procissão da luz
Como o povo de Deus no deserto guiado por uma coluna luminosa, vamos nós também em caminhada, conduzidos pelo círio
pascal, imagem do Cristo, luz da humanidade.
Por três vezes, canta-se durante a caminhada:
- Eis a luz de Cristo!
- Demos graças a Deus!

Proclamação da páscoa
Chegando ao local da vigília, estando toda a assembleia em pé e com velas acesas, um cantor ou uma cantora vai à estante e
proclama a páscoa (veja letra acima).

1. Exulte de alegria/ dos anjos a multidão


Exultemos também nós/ por tão grande salvação.

2. Do grande Rei a vitória/ cantemos o resplendor


Das trevas surgiu a glória/ da morte o libertador.

O Senhor esteja convosco/ Ele está no meio de nós


Os corações para o alto/ A Deus ressoe nossa voz.

3. No esplendor desta noite/ que viu os hebreus libertos


Nós, os cristãos, bem despertos/ brademos: morreu a morte!

R. Bendito seja o Cristo Senhor/ que é do Pai imortal esplendo

4. No esplendor desta noite/ que viu vencer o Cordeiro


Por Cristo salvos, cantemos/ o seu sangue justiceiro.

5. No esplendor desta noite/ que viu ressurgir Jesus


do sepulcro, exultemos/ pela vitória da cruz.

6. Noite mil vezes feliz/ Deus por nós seu Filho deu
o Filho salva os escravos/ quem tanto amor mereceu?...

7. Noite mil vezes feliz/ ó feliz culpa de Adão


que mereceu tanto amor/ que recebeu tal perdão.

8. Noite mil vezes feliz/ aniquilou-se a maldade


as algemas se quebraram/ despontou a liberdade.

9. Noite mil vezes feliz/ o opressor foi despojado


os pobres enriquecidos/ o céu á terra irmanado.

10. Noite mil vezes feliz/ em círio de virgem cera


nova esperança se acende/ no seio da tua Igreja.

11. Noite mil vezes feliz/ noite clara como o dia


na luz do Cristo glorioso/ exultemos de alegria.

3 Conversa
 Conversar: Houve a integração entre a pessoa e o mistério celebrado?
 "Conversa de três pontos: sentido teológico, atitude interior e gesto externo”, mais sistemática e aprofundada, sobre cada
um dos elementos do rito realizados e sobre a unidade entre os três pontos, levando em conta os objetivos desta vivência.

4 Levantar descobertas e desafios quanto à ritualidade em nossas comunidades, paróquias e diocese.

5 Avaliação da vivência.

Material necessário: Círio, cravos para o círio, prato para os cravos e velas para a assembleia.
Paróquia São Benedito – Diocese de Amargosa
Tríduo Pascal

VIGÍLIA PASCAL
Liturgia Batismal (Bênção da água e Renovação das Promessas do Batismo)

Investir na autenticidade do fazer ritual, buscando a unidade entra a ação corporal, a dimensão afetiva e a
compreensão do sentido. Que a mente e o coração, a própria vida, concordem com a voz, com a expressão do corpo.
a) VIVÊNCIA DO RECORTE, em seu contexto litúrgico. O que foi estudado deve “ganhar corpo” na vivência do
rito, como se fosse numa celebração de verdade.
b) CONVERSA, sobre a realização do recorte, levando em conta a unidade entre ação ritual, sentido e atitude
interior.
c) DE TODO TRABALHO REALIZADO, explicitar descobertas e desafios quanto rito da bênção da água. (formular
pelo menos uma descoberta e um desafio para apresentar no plenário)
d) NO PLENÁRIO: Fazer no grupão o recorte, relatar descobertas e desafios.

Banhados em Cristo,
somos uma nova criatura.
As coisas antigas já se passaram,
somos nascidos de novo.
Aleluia, aleluia, aleluia! (bis)

1 Sensibilização
 Conversar sobre a experiência humana em relação à água: sentir sede, saciar a sede, tomar banho... Água dos
rios, água da chuva, água que faz nascer, água que faz morrer... O grupo pode conversar sobre a sua própria
experiência em relação a água...
 Lembrar música popular que canta a água...
 Lembrar passagens bíblicas referentes à água, ligada à salvação.

Fazer a leitura do rito que segue: as rubricas, o convite, a oração e a aclamação. Prestar atenção nas imagens, no
conteúdo poético, na estrutura... Em que momento da celebração este rito é realizado? Que atitude interior o rito
sugere?

2 Realização do rito
Se houver batismo ou somente a bênção de água batismal, que será usada para o batismo no tempo pascal, canta-se
a ladainha e faz-se a oração própria da bênção de água batismal.
Se não houver batismo nem a bênção de água batismal, benze-se com oração própria a água para aspersão do povo,
com a renovação das promessas batismais. Neste caso não se canta a ladainha.
Caso haja batizados, veja o ritual próprio de batismo com os seus ritos (apresentação dos eleitos, ladainha, oração
sobre a água, renúncia, unção, profissão de fé, banho batismal, unção depois do batismo, veste batismal, entrega da
luz).
Aqui apresentamos somente a bênção da água para aspersão e a renovação das promessas batismais dos já batizados.
Como é mais usado nas celebrações da palavra.

Tomando conhecimento do Rito


Se não houver Batismo nem a bênção da água batismal o presidente benze a água para a aspersão sobre o povo.

Presidente: Irmãos irmãs, invoquemos o Senhor nosso Deus para que se digne abençoar esta água, que vai ser
aspergida sobre nós, recordando o nosso Batismo. Que ele se digne renovar-nos, para que permaneçamos fiéis ao
Espírito que recebemos.
Após um momento de silêncio, a pessoa que preside invoca a bênção sobre a água.

Presidente: Senhor nosso Deus, velai sobre o vosso povo e nesta noite santa em que celebramos a maravilha da nossa
criação e a maravilha ainda maior da nossa redenção, dignai-vos abençoar esta água. Fostes vós que a criastes para
fecundar a terra, para lavar nossos corpos e refazer nossas forças. Também a fizestes instrumento da vossa
misericórdia: por ela libertastes o vosso povo do cativeiro e aplacastes no deserto a sua sede; por ela os profetas
anunciaram a vossa aliança que era vosso desejo concluir com a humanidade; por ela finalmente, consagrada pelo
Cristo no Jordão, renovastes, pelo banho do novo nascimento, a nossa natureza pecadora. Que esta água seja para
nós uma recordação do nosso Batismo e nos faça participar da alegria dos que foram batizados na Páscoa. Por Cristo,
nosso Senhor.
Todos: Amém!

Renovação das Promessas do Batismo


A assembleia de velas acesas, faz a sua profissão de fé.

Meus irmãos e minhas irmãs, pelo mistério pascal fomos no Batismo sepultados com Cristo para vivermos com Ele
uma vida nova. Por isso, terminados os exercícios da Quaresma, renovemos as promessas do nosso Batismo, pelas
quais já renunciamos a Satanás e suas obras, e prometemos servir a Deus na Santa Igreja Católica. Portanto:

Para viver na liberdade dos filhos e filhas de Deus, renunciais ao pecado?


TODOS: RENUNCIO!

Para viver como irmãos e irmãs, renunciais a tudo o que vos possa desunir, para que o pecado não domine sobre vós?
TODOS: RENUNCIO!

Para seguir Jesus Cristo, renunciais ao demônio, autor e princípio do pecado?


TODOS: RENUNCIO!

Credes em Deus, Pai todo - poderoso, criador do céu e da terra?


TODOS: CREIO!

Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado,
ressuscitou dos mortos e subiu ao céu?
TODOS: CREIO!

Credes no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição
dos mortos e na vida eterna?
TODOS: CREIO!

Quem preside conclui:

Ó Deus todo-poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos fez renascer pela água e pelo Espírito Santo nos
concedeu o perdão de todo pecado, guarde-nos em sua graça para a vida eterna, no Cristo Jesus, nosso Senhor.
Todos.: Amém.

A pessoa que preside, juntamente com outras (se necessário), asperge o povo, ou as pessoas vão até a água abençoada.
Durante o rito, canta-se “Eu vi, eu vi, vi foi água a manar”, ou outro canto apropriado.

1. Eu vi, eu vi, vi foi água a manar. Do lado direito do templo jorrar:


Amém, amém, amém, aleluia! Amém, amém, amém, aleluia!
2. E quantos foram por ele banhados, Cantaram o canto dos que foram salvos:

3 Levantar descobertas e desafios quanto à ritualidade em nossas comunidades, paróquias e diocese.

4 Avaliação da vivência.

Material necessário: Círio, velas para a assembleia, jarra, galhos para a aspersão.