You are on page 1of 13

See

discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/266344039

ANÁLISE NÃO-LINEAR GEOMÉTRICA DE


TRELIÇAS PLANAS

Article

CITATION READS

1 289

3 authors, including:

Sergio Persival Proenca


São Carlos School of Engineering of the University of São Paulo
45 PUBLICATIONS 185 CITATIONS

SEE PROFILE

All content following this page was uploaded by Sergio Persival Proenca on 12 January 2015.

The user has requested enhancement of the downloaded file.


ANÁLISE NÃO-LINEAR GEOMÉTRICA DE TRELIÇAS PLANAS
Cristina Ferreira de Paula & Sergio Persival Baroncini Proença
Departamento de Estruturas da Escola de Engenharia de São Carlos
Universidade de São Paulo
Avenida do Trabalhador São-carlense, 400 cep 13566-590

RESUMO

No presente trabalho apresenta-se um estudo da não-linearidade geométrica em treliças planas


utilizando-se a formulação lagrangiana total. As equações de equilíbrio são formuladas via
Princípio dos Trabalhos Virtuais e as medidas de deformação empregadas são a linear e a de
Green. O principal objetivo deste artigo é mostrar a importância de se utilizar uma formulação
onde as medidas de deformação e tensão empregadas sejam conjugadas. Utiliza-se o conceito
de matriz de rigidez tangente e o procedimento incremental iterativo de Newton-Raphson para
obtenção da solução numérica. Nos exemplos, emprega-se como parâmetro controlador o
deslocamento, de modo a obter a trajetória completa do equilíbrio, incluindo-se o ponto
limite. Apresentam-se dois exemplos que ilustram numericamente o comportamento não-
linear geométrico das treliças planas, procurando-se ilustrar as consequências de uma
aproximação inicial que considera as deformações como pequenas.

1. INTRODUÇÃO

A análise estrutural linear clássica pressupõe uma proporcionalidade entre carga e


deslocamento desde que se verifiquem condições de resposta elástica linear do material e de
pequenos deslocamentos.

A condição de resposta linear do material pode ser garantida limitando-se os níveis de tensão
e deformação. Entretanto, a de pequenos deslocamentos, mesmo que verificada tem
implicações que vão além do sentido puramente geométrico.

As análises resultantes de uma abordagem na qual a verificação do equilíbrio é feita na


posição deslocada, mas o material se mantém num regime de resposta linear elástica, são aqui
denominadas análises geometricamente não-lineares.
Neste trabalho, apresenta-se um estudo da não-linearidade geométrica em estruturas
reticuladas planas, utilizando o Princípio dos Trabalhos Virtuais numa formulação
lagrangiana total, considerando-se a linearidade física.

Utiliza-se o conceito de matriz de rigidez tangente e o procedimento incremental iterativo de


Newton-Raphson para obtenção da solução numérica. O critério de convergência foi
estabelecido em função da norma euclidiana dos deslocamentos e dos esforços residuais.

Os exemplos apresentados são realizados com controle de deslocamentos de modo a


evidenciar o conceito de ponto limite. Procura-se, também, desenvolver uma comparação
entre as respostas obtidas com diferentes medidas de deformação, ressaltando-se o cuidado de
se trabalhar com tensores conjugados de tensão e de deformação.

2. FORMULAÇÃO DO EQUILÍBRIO

Conforme comentado em PAULA (1997), pode-se representar a condição de equilíbrio


estático da estrutura utilizando-se o Princípio dos Trabalhos Virtuais. Adotando-se uma
descrição lagrangiana total, a também chamada forma fraca do equilíbrio representa-se do
seguinte modo:

∫ r0 .δd dV0 = ∫ S .δεG dV0 − ∫ b.δd dV0 − ∫ t0 .δd dA0 =0 (1)


V0 V0 V0 A0

Na equação (1), a primeira parcela da soma de integrais refere-se à energia virtual interna e as
duas últimas ao trabalho virtual das cargas externas; b e t 0 são, respectivamente, forças
externas distribuídas por unidade de volume e de superfície da configuração de referência e S
é o tensor de Piola-Kirchhoff de 2a espécie. Ainda na (1), δd é o vetor de deslocamentos
virtuais cinematicamente admissíveis e δε o tensor de deformações virtuais compatíveis; ro
indica o vetor resíduo de forças.

Devido ao fato de que a equação do PTV é essencialmente não-linear nos deslocamentos, sua
linearização é normalmente empregada como uma estratégia eficiente para encontrar, de
modo iterativo, uma solução que a satisfaça. Deste modo, o método de Newton-Raphson
surge da linearização da equação (1), obtida a partir do truncamento em 1a ordem do seu
desenvolvimento em série em torno do instante t, tal como:
    d  
 ∫ r0 .δd dV0  =  ∫ r0 .δd dV0  +  ∫ r0 .δd dV0  ∆ t = 0 (2)
 V0  t + ∆t  V0  t dt  V0 t

É importante observar que em análises puramente estáticas a variável tempo que aparece na
(2) é interpretada apenas como um parâmetro implícito de ordenação de eventos, como passos
de carregamento ou de deslocamento.

Restringindo-se a análise à consideração somente de forças conservativas, as quais não


dependem da deformação, torna-se possível escrever a derivada que aparece na relação (2)
como:

d
dt V∫0 0
r .δd dV0 = ∫ S& .δεG dV0 + ∫ S .δ ε&G dV0 (3)
V0 V0

Dessa relação decorre a rigidez tangente da estrutura.

3. CONSIDERAÇÕES SOBRE TENSÃO E DEFORMAÇÃO

Segundo PIMENTA (1986) pode-se definir medidas de deformação baseadas no estiramento,


λ , sendo este definido pela razão entre os comprimentos final e inicial do elemento. Deste
modo, para uma fibra genérica de um segmento infinitesimal de barra, conforme apresentado
na Figura 1, tem-se:

ds ( dx + du) 2 + dv 2  dx + du 
2
 dv 
2

λ= = =   +  (4)
dx dx  dx   dx 

Figura 1 - Deformação de uma fibra genérica


Embora existam várias medidas de deformação, foram utilizadas, neste trabalho, as medidas
de deformação quadrática ou de Green, e linear ou de engenharia, respectivamente dadas
pelas equações (5) e (6).

λ2 − 1 du 1  du   dv  
2 2

εG = = +   +    (5)
2 dx 2  dx   dx  

2 2
du  du   dv 
εL = λ −1 = 1+ 2 +  +  −1 (6)
dx  dx   dx 

Os tensores conjugados com os tensores de deformação de Green e linear são o segundo


tensor de Piola-Kirchhoff, expresso em campo unidimensional pela na equação (7) e o tensor
de Biot, que em campo unidimensional se confunde com a tensão nominal, dada pela equação
(8):

N
S= (7)
λAo

N
σN = (8)
A0

sendo N a força normal e Ao a área inicial da seção transversal. Note-se, neste caso, que:

S = λ−1σ N (9)

Para um modelo elástico-linear, a relação tensão-deformação é dada pela Lei de Hooke.


Considerando-se a deformação linear, tem-se:

σ N = Eε L (10)

e utilizando-se a deformação de Green, resulta:

S = E G εG (11)
sendo E o módulo de elasticidade longitudinal e EG o módulo correspondente que relaciona S
e ε G . Considerando-se as expressões (9), (10)e (11), e tendo-se em vista as equações (5) e (6),
obtém-se:

2E
EG = (12)
λ( 1 + λ )

Deste modo, pode-se escrever a tensão de Piola-Kirchhoff de segunda espécie, segundo a


equação (13).

S = EG ε G (13)

Nos casos em que as deformações são pequenas, pode-se admitir λ ≅ 1 , portanto EG = E , e

com isto: S = Eε G .

4. ESFORÇOS INTERNOS E MATRIZ DE RIGIDEZ TANGENTE

O elemento de barra de treliça plana adotado, maiores detalhes ver PAULA & LIMA (1999),
figura 2, possui quatro graus de liberdade no sistema local de coordenadas, sendo dois por nó,
correspondentes aos deslocamentos na direção do eixo da barra e transversal a ele. Na sua
configuração inicial o elemento possui área de seção transversal Ao e comprimento Lo .

q
3

q
4
q
1
q
2

Figura 2- Elemento finito de treliça plana

As funções interpoladoras e o vetor dos deslocamentos nodais são dados por:

 X
; q T = {q 1 q4 }
X
N 1 ( X ) = N 2 ( X ) =  1 −  ; N 3 ( X ) = N 4 ( X ) = q2 q3 (14)
 Lo  Lo
Utilizando-se as equações (5), (6), (13) e (14), obtém-se respectivamente, as deformações
axiais de Green εG e linear εL, representadas por:

 
ε L = 1 + (2 B L + B NL )q − 1
1
ε G =  B L + B NL  q e (15)
 2 

onde: BL =
1
Lo
[
−1 0 1 0 , ] B NL =
1
L2o
[
− U$ 1 − U$ 2 ]
U$ 1 U$ 2 , U$ 1 = q 3 − q1 e

U$ 2 = q 4 − q 2 .

Por outro lado, pode-se escrever a equação (1), de equilíbrio, da seguinte forma:
ψ = F int − F ext , onde F int = ∫ S .δε dV0 é o vetor dos esforços internos e
V0

F ext = ∫ b.δu dV0 + ∫ t 0 .δu dA0 o vetor das cargas externas aplicadas à estrutura. Na situação
V0 A0

de equilíbrio o vetor resíduo ψ = ∫ r0 .δudV0 deve, com uma certa tolerância, ser muito
V0

próximo de zero.

Numa forma matricial, o vetor dos esforços internos passa ser expresso por:

F int = ∫ B T S dVo (16)


Vo

sendo B = B L + B NL .

Utilizando-se as equações (11) e (15) e realizando-se a integral indicada na equação (16), tem-
se:

− 1  − U$ 1 
0   
  N − U$ 2 
F int = N +  $  (17)
 1  Lo  U 1 
 0   U$ 2 

Eε L Ao
com N = E G ε G Ao ou com as relações (12) e (15): N = .
λ

É possível mostrar que a taxa da tensão de Piola-Kirchhoff de segunda espécie pode ser
escrita na forma:
E
S& = 3 ε&G (18)
λ

Sendo as taxas da deformação de Green e da deformação virtual de Green dadas


respectivamente, por:

ε&G = Bq& ; δε&G = δq T G T SGq& (19a,b)

onde:

1 − 1 0 1 0 
G=
Lo  0 − 1 0 1
(20)

Deste modo, do desenvolvimento da expressão (3), considerando-se as relações (18), (19a,b) e


colocando-se q& em evidência, tem-se a matriz de rigidez tangente para o elemento finito de
treliça plana:

E
KT = ∫ B T λ3 B dVo + ∫ G T SG dVo (21)
Vo

a qual pode ser também escrita, na forma:

K T = K o + K L + Kσ (22)

onde:

Ko - matriz de rigidez da barra na sua configuração inicial;

KL - parcela de rigidez decorrente da mudança de posição da barra;

Kσ - parcela de rigidez geométrica, função do nível de solicitação axial nas barras.

Nota-se que, devido à facilidade algébrica, todo desenvolvimento foi feito utilizando-se a
tensão de Piola-Kirchhoff e a deformação de Green.

Realizando-se as integrações indicadas na expressão da matriz de rigidez tangente, chega-se


às seguintes matrizes:
1 0 −1 0
 0
1 EAo  0 0 0

Ko = 3 (23)
λ Lo − 1 0 1 0
 
0 0 0 0

1 0 −1 0 
 0 − 1
N 0 1

Kσ = (24)
Lo  − 1 0 1 0 
 
 0 −1 0 1

 2U$ 1 U$ 2 − 2U$ 1 − U$ 2 
 
1 EAo  U$ 2 0 − U$ 2 0 
KL = 3 2 +
λ Lo − 2U$ 1 − U$ 2 2U$ 1 U$ 2 
 $ 
 − U 2 0 U$ 2 0 

 (U$ ) 2 U$ 1U$ 2 − (U$ 1 )


2
− U$ 1U$ 2 
 1 2
1 EAo  U$ 1U$ 2
+ 3 3 
(U$ ) 2
2 − U$ U$ 1 2 − (U$ 2 ) 
 (25)
λ Lo − (U$ 1 ) (U$ 1 ) 2
2
− U$ 1U$ 2 U$ 1U$ 2 
 − U$ U$ − (U$ ) (U$ 2 ) 2 
2
 1 2 2 U$ U$
1 2

5. MÉTODO INCREMENTAL ITERATIVO DE NEWTON-RAPHSON COM


CONTROLE DE DESLOCAMENTO

O método incremental iterativo de Newton-Raphson, clássico, utilizado para obtenção da


solução numérica de problemas não-lineares é aplicado quase sempre tendo a carga como
parâmetro controlador. Porém, com esse tipo de controle não é possível seguir toda a
trajetória de equilíbrio, se esta incluir pontos limites. Uma alternativa, neste caso, constitui em
utilizar o deslocamento como parâmetro controlador do processo incremental. No entanto,
mesmo controlando os deslocamentos pode haver problemas quando a trajetória de equilíbrio
implicar em redução de carga acompanhada de redução de deslocamento, numa resposta
denominada “snap-back”. Para problemas simples, que não envolvem tal fenômeno o controle
de deslocamento constitui uma boa alternativa de solução. Neste caso, a estratégia consiste em
estabelecer incrementos de deslocamentos, impostos à estrutura como deslocamentos
prescritos, d i . Deste modo, o sistema de equações passa a ser dado por:
 K 11 K 12 K 0 K K 1n   d 1   f 1 − K 1i d i 
K  
 21 K 22 K 0 K K 2 n  d 2   f 2 − K 2i d i 
 M M O 0 O M   M   M 
   =   (26)
 0 0 K 1 L 0 d i   di 
 M M O 0 O M  M   M 
    
 K n 1 K n2 K 0 K K nn  d n   f n − K ni d i 

Na realidade o sistema de equações é reduzido à ordem de n − m , sendo n o número total de


equações e m o número de deslocamentos prescritos. O sistema de equações apresentado em
(23) é empregado na primeira iteração de cada incremento de deslocamento, podendo-se notar
que os deslocamentos prescritos, via rigidez, são transformados em forças nodais
equivalentes. No processo iterativo de correção, calcula-se um resíduo dado por:

ψ = F ext − F int (27)

sendo: F ext o vetor de forças externas aplicadas, nulo no primeiro passo, uma vez que
nenhum carregamento é aplicado; F int é o vetor de forças internas, resultante do estado de
tensão proveniente do campo de deslocamento presente.

É importante ressaltar que a rigidez deve ser atualizada de acordo com a não-linearidade
envolvida no problema, neste caso a não-linearidade geométrica. Em particular na coordenada
nodal i, cujo deslocamento é prescrito, esse valor deve ser mantido constante ao longo de cada
incremento, ou seja, a variação de deslocamento nessa coordenada é nulo para todas as
iterações.

6. EXEMPLOS NUMÉRICOS

O exemplo trata de uma treliça simples de comportamento elástico linear, e é ilustrativo de


uma instabilidade que se manifesta somente ao se atingir o ponto limite. Analisam-se duas
situações diferentes, variando-se o ângulo de inclinação inicial das barras da treliça com o
objetivo de avaliar a aproximação resultante ao se considerar as deformações pequenas.
P

a a

Figura 3 – Treliça simples

No critério de convergência utilizam-se as normas em deslocamentos e em forças residuais,


fixando-se a tolerância em 10-6.

6.1. Caso 1

Este caso foi analisado considerando-se h=10cm, a=150cm, área A=6,53cm2 e o módulo de
elasticidade longitudinal E=20500 kN/cm2. A Figura 4 apresenta os resultados obtidos
utilizando-se as diferentes medidas de deformação porém considerando-se ‘a priori’ λ ≅ 1.
Ilustra-se também a solução analítica apresentada por HINTON (1993), ressaltando que a
mesma emprega o módulo de elasticidade E e a deformação de Green.

-25

-20

-15

-10
carga (kN)

-5
0 -2 -4 -6 -8 -10 -12 -14 -16 -18 -20 -22 -24
0

10 def. linear -E
def.Green - E
15
def.Green - EG
20 Analítico
25

deslocamento (cm)

Figura 4 – Gráfico Carga x Deslocamento – Caso 1

6.2. Caso 2

Neste caso, considera-se h=127cm e a=219,97cm, área A=6,4516cm2 e E=20685 kN/cm2. A


Figura 5 apresenta os resultados obtidos utilizando-se as diferentes medidas de deformação
destacando-se a aproximação resultante ao se tomar λ ≅ 1 . No mesmo gráfico apresenta-se
uma solução proposta por RUBERT (1993).

-10000

-8000

-6000

-4000
Carga (kN)

-2000
0 -50 -100 -150 -200 -250 -300 -350
0

2000
def.linear - E
4000
def.Green - E
6000 def.Green - EG
RUBERT (1993)
8000

10000
deslocamento (cm)

Figura 5 – Gráfico Carga x Deslocamento – Caso 2

7. CONCLUSÕES

No caso 1, todas as curvas apresentadas na Figura 4 são coincidentes. De acordo com SOUZA
LIMA et al (1992), quando a elevação h apresentada na Figura 3 é suficientemente pequena,
tal que o ângulo de inclinação da treliça seja inferior a 5 graus, as deformações permanecem
pequenas para todo o carregamento, verificando-se, portanto, λ ≅ 1 . Assim, as medidas de
deformação se confundem.

Em treliças com inclinações superiores a cinco graus, como apresentado no caso 2, observa-
se, na Figura 5, que os resultados obtidos são coincidentes somente enquanto as deformações
são ainda pequenas. Tomar-se ‘a priori’ λ ≅ 1 pode constituir uma aproximação significativa,
particularmente quanto à determinação da carga limite. Um resultado análogo é apresentado
por CRISFIELD (1991).

Conclui-se, portanto, que um estudo coerente deve procurar relacionar de forma consistente as
medidas de deformação e de tensão, que deverão ser conjugadas. Neste trabalho, pôde-se
observar que quando esta consistência é verificada os resultados deverão ser independentes da
escolha sobre os pares de tensão e deformação.
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CRISFIELD, M. A., 1991, Non-linear finite element analysis of solids and structures. New
York, John Wiley. v.1.

HINTON, E., 1993, Introduction to nonlinear finite element. Glasgow, UK, NAFEMS.

PAULA, C. F., 1997, Estudo das descrições lagrangiana e euleriana na análise não-linear
geométrica com o emprego do método dos elementos finitos. São Carlos. Dissertação de
Mestrado. Escola de Engenharia de São Carlos. 112p.

PAULA, C. F. e LIMA, M. C. V., 1999, Considerações sobre a não-linearidade geométrica na


análise de treliças planas com comportamento elástico e elastoplástico. Revista Ciência &
Engenharia, n.2, p. 8-14.

PIMENTA, P. M., 1986, Aspectos da análise não-linear de estruturas reticuladas. In:


Congresso Latino-americano sobre Métodos Computacionais em Engenharia, 7., São Carlos.
Anais.v.1, p.449-464.

RUBERT, J. B., 1993, Estudo do desempenho de algoritmos numéricos na solução de


sistemas não-lineares de estruturas formadas por barras de treliça. São Carlos. Dissertação
de Mestrado. Escola de Engenharia de São Carlos. 97p.

SOUZA LIMA, V.M. e VENÂNCIO FILHO, F., 1992, Considerações sobre a não-
linearidade geométrica de estruturas reticuladas. In: Escola de Matemática Aplicada, 3.,
Laboratório de Computação Científica (CNPq), Rio de Janeiro, p.1-38.

View publication stats