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PRODUTOS DE

ALTA PERFORMANCE

CORREIAS
TRANSPORTADORAS

médio e grande porte. tratados por modernos processos de estabilização e termofixação. Baixo custo operacional. proporcionando a construção de carcaças com numerosas vantagens. versatilidade e enorme gama de capacidades. APLICAÇÕES Utilizadas nos mais diversos segmentos de mercado. confiabilidade. Notável estabilidade dimensional. as correias transportadoras são utilizadas em numerosos processos. dependendo de sua adequada configuração. Alta resistência a tensões e flexões. Alta resistência à emenda mecânica. cromo 4 .CORREIAS TRANSPORTADORAS As correias transportadoras detém uma posição dominante no transporte de materiais devido às suas inerentes vantagens como: economia e segurança de operação. tais como: Adesão total entre camada de ligação e lonas. e as correias NN possuem nylon no urdume e nylon na trama. Excelente acamamento. Antimofo e imputrecível. as correias PN e NN possuem características técnicas que permitem sua aplicação em sistemas de transporte e elevação de materiais de pequeno. em conexão com seu propósito normal de providenciar um fluxo contínuo de materiais entre operações. Excelente capacidade de absorção de impactos. produzimos tecidos tecnicamente ajustados e estáveis. Em adição. As correias PN possuem carcaças com lonas constituídas por poliéster no urdume e nylon na trama. Com a utilização dessas fibras. a conformidade com os requerimentos ambientais incentivou a seleção de correias transportadoras sobre outros meios de transporte. Recentemente. Baixo esticamento.

25 95 95 2 correias SAS 1.É altamente resistente ao ozônio. conferindo vida útil superior à correia nas mais diversas aplicações. em que a correia é submetida às mais severas condições de impactos e abrasividade.27 95 *Os valores de peso acima referem-se à espessura de 1. intempéries.0 mm. envelhecimento. como por exemplo "pellets" cítricos. farelos e derivados.9mm) 135 – 150 ºC 3/8” (9.09 204 cromo 5 OAN AC 1. é utilizada no transporte de material 0 quente até 204C. Transporte de Grãos Super (TGS) .abrasividade e anti- estática.Para o transporte de material quente até 150ºC.6mm) 100 – 120 ºC 1/4” (6. antiestática e auto-extingüível de chama conforme MSHA. Extra Abrasão Resinas (EAR) .Para todo tipo de serviço em que o produto esteja impregnado com óleo mineral e vegetal. Empregada em transporte de cereais inteiros e principalmente em correias que operam no subsolo.COBERTURAS Em função de sua aplicação.3mm) 120 – 135 ºC 5/16” (7. Alta resistência à abrasão e condutividade estática. dissipação de eletricidade estática e propriedades auto-extingüíveis da chama conforme RMA e MSHA. Extra Abrasão (EA) . Óleos e Ácidos Nitrílica (OAN) .Para serviços pesados. farelos e tortas vegetais. face suas propriedades auto-extingüíveis de chama. Cobertura RMA . COBERTURAS *PESO ESPECÍFICO TEMPERATURA MÁXIMA TIPO APROXIMADO DE TRABALHO 2 (kg/m) O ( C) EA 1. Atende às normas RMA e MSHA Standard Flame Test Procedures For Conveyor Belt (USA).Desenvolvida para aplicações em indústras de madeira. agrotóxicos e intempéries. boa resistência a óleos vegetais. conforme tabela abaixo: TEMPERATURA ESPESSURA 70 – 100 ºC 3/16” (4. Transporte de Grãos (TG) . . presentes em certas fases do processo produtivo. Disponível na cor branca.33 80 TGS 1.Ideal para transporte de cereais e seus derivados. chapas impregnadas de óleo.21 80 EAR 1.Para serviços.Desenvolvida em borracha EPDM. em que o material transportado exija boa resistência a impactos e a abrasão.Empregada no transporte de produtos alimentícios não-graxos. Cobertura do tipo RMA . Mercochama (AC) .Grau II. papel e celulose.14 80 AB 1.19 1. boa resistência a óleos vegetais.14 150 ATS 1. Aprovada pelo Instituto Adolfo Lutz. Alta Temperatura (AT) .5mm) Alta Temperatura Super (ATS) .Desenvolvida para transporte de grãos.Grau I. Recomendamos que a espessura da cobertura superior seja especificada em função da temperatura do material. Resistente também a agrotóxicos e pesticidas.16 95 AT 1. as Correias Transportadoras Mercúrio PN e NN podem ser constituídas com diversos tipos de coberturas: Alta Abrasão (AB) . Sanimerco Natural (SAS) .35 95 TG 1. agrotóxicos. onde a temperatura desaconselha o uso de correias convencionais. Resiste à ação de resina vegetais e terebentina.

20 30 30 48 54 54 60 72 84 2400 a 3200 .75 6.00 6.85 7. 24 32 42 54 60 66 36 48 60 60 54 72 84 84 72 72 84 COBERTURAS AB.60 7.30 3.2 11.3 3.0 5.80 7.0 10. 30 36 42 60 72 72 84 88 90 2400 a 3200 .2 8.4 6.3 6.3 12.2 3.60 ESPESSURA DA CARCAÇA (mm) 2.0 3.00 6. .7 8.50 2.4 2.5 44 66 88 110 132 66 99 132 165 132 176 220 264 200 250 300 PESO DA CARCAÇA (kg/m²) 2.30 7. SAS. 24 42 48 48 54 72 84 COBERTURAS AB.75 4.90 9.5 13.CARCAÇA PN (Poliéster . OAN.3 10. AC.2 5.0 LARGURA 20 O 14 14 18 18 24 30 30 36 42 48 O MÍNIMA ar 35 14 14 18 18 24 30 30 36 42 48 (pol) 45 O .Nylon) TIPO PN 1200 PN 2200 PN 3000 PN 4000 PN5000 Nº DE LONAS 2 3 2 3 4 5 6 2 3 4 5 3 4 5 6 4 5 6 TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm) 25 37. . 24 36 36 54 60 60 72 84 88 2400 a 3200 . 30 48 54 54 60 72 84 0 a 800 24 36 42 42 60 72 72 84 90 94 LARGURA 800 a 1600 18 24 36 36 54 60 60 72 84 88 MÁXIMA kg/m³ ar = 45 O 1600 a 2400 . . ATS.90 6.3 9.Nylon) TIPO NN 500 NN 700 NN 1100 NN 1800 Nº DE LONAS 2 2 3 2 3 4 3 4 5 6 TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm) 21 32 48 52 78 104 108 144 180 216 PESO DA CARCAÇA (kg/m²) 2.50 15. TGS 100 a 80 400 400 450 450 500 600 600 750 900 1050 DIÂMETRO MÍNIMO 80 a 60 350 350 400 400 450 500 500 600 750 900 % Tad DOS 60 a 40 300 300 350 350 400 450 450 500 600 750 TAMBORES 40 a 0 250 250 300 300 350 400 400 450 500 600 .6 8.00 ESPESSURA DA CARCAÇA (mm) 2.10 4. OAN. EA. TGS 100 a 80 400 450 450 500 600 750 900 500 600 750 900 750 900 1050 1200 900 1050 1200 DIÂMETRO MÍNIMO 80 a 60 350 400 400 450 500 600 750 450 500 600 750 600 750 900 1050 750 900 1050 % Tad DOS 60 a 40 300 350 350 400 450 500 600 400 450 500 600 500 600 750 900 600 750 900 TAMBORES 40 a 0 250 300 300 350 400 450 500 350 400 450 500 450 500 600 750 500 600 750 CARCAÇA NN (Nylon .6 10.6 3.0 12. . TG. EA. AC.4 5. .00 12.9 4. EAR.5 8.9 5.20 5. AT.0 8. 36 54 60 60 72 84 88 0 a 800 30 36 42 48 72 84 72 88 94 94 LARGURA 800 a 1600 24 30 42 42 60 72 72 84 88 90 MÁXIMA kg/m³ ar = 35O 1600 a 2400 . 20 20 24 30 36 36 42 48 54 0 a 800 36 42 48 54 72 88 84 90 94 94 LARGURA 800 a 1600 30 36 42 48 72 84 84 88 90 94 MÁXIMA kg/m³ ar = 20 O 1600 a 2400 . TG.80 13.8 O LARGURA 20 12 20 18 24 30 30 42 20 30 36 42 30 36 42 48 36 42 48 MÍNIMA ar 35 O 14 20 18 24 30 36 48 24 30 36 42 30 36 42 48 42 48 48 (pol) 45 O 18 20 24 30 36 42 54 32 36 42 48 36 42 48 54 42 48 54 0 a 800 40 48 54 72 84 90 94 66 84 94 94 88 88 94 94 94 94 94 LARGURA 800 a 1600 32 42 48 72 72 88 88 60 72 84 88 84 84 88 94 88 94 94 MÁXIMA kg/m³ ar = 20 O 1600 a 2400 32 36 42 60 72 72 84 60 72 84 84 72 84 84 88 84 88 94 2400 a 3200 30 36 36 54 60 66 72 54 60 72 84 66 84 84 84 84 84 88 0 a 800 36 42 48 66 72 84 88 60 72 88 88 84 88 88 94 94 94 94 LARGURA 800 a 1600 30 36 42 60 66 72 84 54 66 72 84 72 84 84 94 88 94 94 MÁXIMA kg/m³ O 1600 a 2400 24 32 36 54 66 66 72 54 60 72 84 66 84 84 88 84 88 88 ar = 35 2400 a 3200 24 32 36 48 54 60 66 48 54 60 72 60 72 84 84 72 84 88 0 a 800 32 36 48 66 72 84 88 48 66 84 88 84 84 88 88 88 94 94 LARGURA 800 a 1600 26 32 42 48 66 72 84 48 60 72 84 72 84 84 84 84 88 94 MÁXIMA kg/m³ ar = 45 O 1600 a 2400 20 26 36 42 60 66 72 42 54 60 72 60 72 84 84 84 84 88 2400 a 3200 .0 6.80 9.00 10. EAR.1 6.50 3.70 9.70 11.90 5. .4 6.45 3.

5% NN 75 3. CURSO RECOMENDADO PARA O ESTICADOR EM FUNÇÃO DA DISTÂNCIA ENTRE CENTROS DOS TAMBORES PORCENTAGEM EMENDA VULCANIZADA EMENDA MECÂNICA CARCAÇA DA TENSÃO ESTICADOR ESTICADOR TIPO ADMISSÍVEL (% Tad) MANUAL MANUAL AUTOMÁTICO AUTOMÁTICO 100 4.8 L 60 1.5% 2. passagem do plano ao acamado ou vice versa.4 L 35O 60 a 90 1.8 L 90 0.6 L 90 3. a transição pode ser de dois modos: A A h h/2 h/2 h/2 h/2 ÂNGULO DE PORCENTAGEM ÂNGULO DE PORCENTAGEM INCLINAÇÃO DA TENSÃO A INCLINAÇÃO DA TENSÃO A DOS ROLOS ADMISSÍVEL MÍNIMO DOS ROLOS ADMISSÍVEL MÍNIMO LATERAIS (ar) (% Tad) LATERAIS (ar) (% Tad) 90 1.0% 2.0 L 90 4.5% 1.9 L 20O 60 a 90 1.3 L 60 1. torne-se possível uma nova emenda TRANSIÇÃO Transição nada mais é do que a mudança de planos de correia.0 L 90 2.5% 1. a distância da transição deve ser cuidadosamente analisada. Nesses pontos.: Sempre que possível.0% Obs.0% 1. isto é.0 L 45 O 60 a 90 3.6 L 35O 60 a 90 2. prover a correia de maior extensão a fim de que.2 L 45 O 60 a 90 1. Na transição a correia é submetida a um desequílibrio de tensões entre as bordas e o centro e para evitar uma tensão excessivamente alta das bordas.0% 1.2 L 90 1.5% 1.0% 2.8 L 60 1.0% PN 75 1.0% 100 2.em caso de acidentes.0% 2.6 L 20O 60 a 90 0.0% 3.6 L 60 2.5% 1.0% 2.3 L .2 L 60 0.4 L 60 1.