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O PAPEL DO DIREITO INTERNACIONAL NA PROTEÇÃO DOS

REFUGIADOS: A CRISE HUMANITÁRIA NA EUROPA


Ante o tema apresentado, é salutar relatar a existência de discrepâncias entre a
legislação posta no direito internacional público e dos tratados, em face a efetividade na
resolução inerente a solução da problemática apresentada, a qual de dimensões globais.

Nos textos apresentados e no vídeo exposto, a busca humanitária, inerente a atuação


da ONU, e das diversas organizações em face o sofrimento das populações em questão é
visível. Ocorre que tais encaminhamentos além de se contrapor a soberania dos países
que compõem referidas organizações, tem também impedimentos de ordem financeira e
econômica. Não apenas humanitária, quer-se ajudar as vítimas inocentes das guerras,
muitas delas implementadas por motivos econômicos, ideológicos de seus lideres, cujas
consequências recaem sobre os inocentes.

As organizações internacionais, possuem mecanismos de ajuda humanitária, ocorre


que a implementação destas ajudas, passam por procedimentos formais e logísticos que
mitigam a ajuda concedida.

Em conflitos onde ocorrem a migração de grande número de pessoas, as quais


deixam sua terra natal sem qualquer expectativa de sobrevivência, a atuação das
organizações de ajuda internacional, deveriam ter um suporte logístico de rápida
resposta as necessidades destas populações. Na verdade, incluso em uma série de
dificuldades na efetivação desta ajuda, temos a indiferença do homem. Esta se esconde
em procedimentos formais para que o aspecto econômico sempre se priorize, em
relação ao aspecto que deveria ser considerado o motivo principal de existência das
mencionadas organizações. Simplesmente, fica em xeque mencionadas organizações,
reuniões são implementadas, a logística apresentada, discussões e mais discussões são
geradas, mas pouco é efetivado. O paraíso do faz de conta, em acho que resolvo, a
população mundial interessada, acha que algo está sendo feito, mas infelizmente pouco
é feito. O poder de decisão, encontra-se nas mãos do poder econômico reinante, ou seja
as grandes potencias mundiais é que dão a palavra final, e neste prisma o caráter
econômico se sobrepõe ao humanitário.

Portanto, conclusivamente, enquanto as legislações retóricas de direito internacional


público, não se aproximarem de sua essência, existência humana digna, estaremos neste
loop sem saída, ou seja a retórica da dignidade humana, esta presente em várias cartas
constitucionais, mas sem efetividade plena. Rezo que este despertar não seja inerente a
um evento de consequências catastróficas mundiais.
REFERÊNCIAS:

https://www.youtube.com/watch?v=Uu3cPg0S7sw

deslocamentos_forcados.pdf
texto-extra-atualidades-8o-ano-ens-fundamental-ii-crise-migratoria-na-europa-
21082015-1555.pdf