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Insetos de importância econômica: guia


ilustrado para identificação de famílias

Book · September 2011

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4 authors:

Ricardo Toshio Fujihara Luiz Carlos Forti


Universidade Federal de São Carlos 148 PUBLICATIONS 1,164 CITATIONS
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Maria Christina de Almeida Edson L. L. Baldin


Universidade Federal do Paraná São Paulo State University
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Evaluation of the anti-parasitary and insecticidal activities of benzofuran derivatives, and study of
their gas-phase fragmentation reactions using tandem mass spectrometry View project

Base para o controle biológico com fungos entomopatogenicos de formiga cortadeira View project

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INSETOS DE IMPORTÂNCIA ECONÔMICA:
guia ilustrado para identificação de famílias
INSETOS DE IMPORTÂNCIA ECONÔMICA:
guia ilustrado para identificação de famílias

Maria Christina de Almeida


Edson Luiz Lopes Baldin
Ricardo Toshio Fujihara
Luiz Carlos Forti

Editores:
Ricardo Toshio Fujihara
Luiz Carlos Forti
Maria Christina de Almeida
Edson Luiz Lopes Baldin

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Insetos de Importância Econômica: Guia Ilustrado para Identificação de Famílias

Ricardo Toshio Fujihara


Luiz Carlos Forti
Maria Christina de Almeida
Edson Luiz Lopes Baldin

EDITORA FEPAF 2011

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Insetos de Importância Econômica: Guia Ilustrado para Identificação de Famílias

Editores
Ricardo Toshio Fujihara1
Luiz Carlos Forti2
Maria Christina de Almeida3
Edson Luiz Lopes Baldin4

1 Biólogo
Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP, 2008. Doutorando
em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP.
E-mail: rtfujihara@hotmail.com

2 Engenheiro Agrônomo
Doutor em Entomologia pela E. S. A. “Luiz de Queiroz”, USP, Piracicaba, SP, 1985. Professor Assistente
Doutor do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Botucatu, SP.
E-mail: luizforti@fca.unesp.br

3 Bióloga
Doutora em Ciências Biológicas (Entomologia) pela Universidade Federal do Paraná, UFPR, Curitiba, PR,
2003. Professora Adjunta Doutora do Departamento de Zoologia, UFPR, Curitiba, PR.
E-mail: chrisalm@ufpr.br

4 Engenheiro Agrônomo
Doutor em Entomologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, USP, Ribeirão Preto, SP, 2001. Professor
Assistente Doutor do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP,
Botucatu, SP.
E-mail: elbaldin@fca.unesp.br

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Autores

Amanda Aparecida Carlos


Bióloga, Mestre em Agronomia (Proteção de Plantas) pela Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP,
Botucatu, SP, 2008. Doutoranda em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Rio
Claro, SP. E-mail: amandacarlos@yahoo.com.br

Carlos Frederico Wilcken


Engenheiro Agrônomo, Doutor em Entomologia pela E. S. A. “Luiz de Queiroz”, USP, Piracicaba, SP, 1997.
Professor Assistente Doutor do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas,
UNESP, Botucatu, SP. E-mail: cwilcken@fca.unesp.br

Edson Luiz Lopes Baldin


Engenheiro Agrônomo, Doutor em Entomologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, USP, Ribeirão
Preto, SP, 2001. Professor Assistente Doutor do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências
Agronômicas, UNESP, Botucatu, SP. E-mail: elbaldin@fca.unesp.br

Francisco de Assis Ganeo de Mello


Biólogo, Doutor em Ciências Biológicas (Biologia Genética) pelo Instituto de Biociências, USP, São Paulo, SP,
1994. Professor Assistente Doutor do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu,
SP. E-mail: framello@ibb.unesp.br

Isabela Maria Piovesan Rinaldi


Bióloga, Doutora em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP, 1994.
Professora Assistente Doutora do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu,
SP. E-mail: rinaldi@ibb.unesp.br

João Paulo Morselli


Biólogo, Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP,
2006. Doutor em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP, 2010.
E-mail: jpmorselli@hotmail.com

Luiz Carlos Forti


Engenheiro Agrônomo, Doutor em Entomologia pela E. S. A. “Luiz de Queiroz”, USP, Piracicaba, SP, 1985.
Professor Assistente Doutor do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas,
UNESP, Botucatu, SP. E-mail: luizforti@fca.unesp.br

Marcio Perez Bolfarini


Biólogo, Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP,
2007. Doutorando em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP.
E-mail: biobolf@hotmail.com

Maria Aparecida Castellani


Engenheira Agrônoma, Doutora em Agronomia (Proteção de Plantas) pela Faculdade de Ciências Agronômicas,
UNESP, Botucatu, SP, 2000. Professora Titular do Departamento de Fitotecnia e Zootecnia, UESB, Vitória da
Conquista, BA. E-mail: castellani@uesb.br

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Maria Christina de Almeida
Bióloga, Doutora em Ciências Biológicas (Entomologia) pela Universidade Federal do Paraná, UFPR,
Curitiba, PR, 2003. Professora Adjunta Doutora do Departamento de Zoologia, UFPR, Curitiba, PR.
E-mail: chrisalm@ufpr.br

Nadia Caldato
Bióloga, Mestre em Agronomia (Proteção de Plantas) pela Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP,
Botucatu. 2010. Doutoranda em Agronomia (Proteção de Plantas) pela Faculdade de Ciências Agronômicas,
UNESP, Botucatu, SP. E-mail: nacbiol@gmail.com

Pedro Guilherme Barrios de Souza Dias


Biólogo, Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP, 2009. Professor
da Faculdade União das Américas, Uniamérica, Foz do Iguaçu, PR. E-mail: pedro@uniamerica.br

Rafael Forti Barbieri


Biólogo, Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP, 2009.
Estudante de PhD em Ecologia e Biodiversidade pela Victoria University of Wellington, Nova Zelândia. E-mail:
rfbarbieri@gmail.com

Ricardo Toshio Fujihara


Biólogo, Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP,
2008. Doutorando em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP.
E-mail: rtfujihara@hotmail.com

Roberto da Silva Camargo


Engenheiro Agrônomo, Doutor em Agronomia (Proteção de Plantas) pela Faculdade de Ciências Agronômicas,
UNESP, Botucatu, SP, 2007. Pós-Doutor do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências
Agronômicas da UNESP, Botucatu, SP, 2010. E-mail: camargobotucatu@yahoo.com.br

Sandra Regina de Sousa Cardoso


Bióloga, Mestre em Agroecologia pela Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, MA, 2006. Doutora
em Agronomia (Proteção de Plantas) pela Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Botucatu, SP, 2010.
E-mail: srscardoso@bol.com.br

Sinara Maria Moreira


Bióloga, Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP,
2009. Doutoranda em Ciências Biológicas (Zoologia) pelo Instituto de Biociências, UNESP, Botucatu, SP.
E-mail: moreirasi@ibb.unesp.br

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Prefácio
Ricardo Toshio Fujihara

A correta identificação de um inseto de interesse econômico é premissa básica para a


solução de qualquer problema entomológico. Ela facilita a busca e a obtenção de toda a informação
bibliográfica previamente existente sobre o tema. Entretanto, a identificação é uma atividade difícil,
que demanda tempo considerável, tornando-se muitas vezes desestimulante para os não especialistas.

Fatores associados à grande biodiversidade e tamanho reduzido dos insetos, aliados à


escassez de informação biológica, complexidade das chaves de identificação disponíveis, dificuldade
na interpretação de termos técnicos, além da ausência de ilustrações com boa resolução, justificam
quanto laboriosa é a identificação de insetos.

A idéia da elaboração de um livro que reduzisse as dificuldades de identificação mencionadas


anteriormente surgiu a partir da dissertação de mestrado: “Chave Pictórica de Identificação de
Famílias de Insetos Praga-Agrícolas”, de autoria de Ricardo Toshio Fujihara, atualmente Doutorando
em Zoologia pelo IBB/UNESP, Botucatu, SP. Em seu trabalho, foi desenvolvido um sistema, em mídia
digital, para a reprodução de chaves dicotômicas em formato HTML, com baixo custo e incluindo
imagens digitalizadas para auxiliar na identificação de famílias de insetos de importância agrícola,
considerando-se as dificuldades até então enfrentadas.

Posteriormente, com a colaboração dos professores Luiz Carlos Forti (Prof. Ass. Dr. da
FCA/UNESP, Botucatu, SP), Maria Christina de Almeida (Prof. Adj. Dr. da UFPR, Curitiba, PR) e
Edson Luiz Lopes Baldin (Prof. Ass. Dr. da FCA/UNESP, Botucatu, SP), em conjunto com outros
pesquisadores da área, foi desenvolvido o livro Insetos de Importância Econômica: Guia Ilustrado
para Identificação de Famílias.

O objetivo deste material é disponibilizar informações atuais e mais completas sobre as


principais famílias de insetos de importância econômica. De forma prática e didática, visa auxiliar
no processo de identificação, por meio de chaves ilustradas e esquemas que complementam o estudo
e aprendizado em Entomologia Geral. É uma obra que atende a todos os entusiastas da área de
Entomologia, especialmente professores, pesquisadores e estudantes.

O livro foi divido em 13 capítulos. Nos capítulos 1, 2 e 3 são abordados conhecimentos


gerais sobre a morfologia externa, interna e a reprodução e desenvolvimento dos insetos. O capítulo
4 contempla a “Chave para ordens da Classe Insecta (adultos)”. Os capítulos 5 a 13 descrevem, de
maneira geral, as principais ordens e famílias de importância econômica que ocorrem no Brasil, e
apresentam, ao seu final, chaves de identificação para a maioria das famílias abordadas no texto. As
imagens digitalizadas e esquematizadas nestes capítulos representam seu maior diferencial, com
relação às chaves de identificação encontradas na literatura brasileira. Embora algumas das famílias

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descritas no texto e presentes nas chaves não apresentem importância econômica, são de ocorrência
comum nas coleções entomológicas e, portanto, importantes discriminantes para as dicotomias,
auxiliando no processo de identificação. O livro apresenta também um glossário, que facilita a
compreensão e entendimento da terminologia utilizada ao longo da obra.

Considerando-se a carência de materiais relativos à Entomologia Geral no Brasil, este livro


poderá representar uma importante contribuição. Sua imagens em alta resolução são pioneiras neste
tipo de publicação e poderão reduzir o tempo e facilitar o aprendizado na identificação das principais
famílias de insetos de importância econômica que ocorrem no Brasil.

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Conteúdo / Sumário


1. MORFOLOGIA EXTERNA DOS INSETOS ADULTOS 23
Maria Christina de Almeida, Ricardo Toshio Fujihara, Luiz Carlos Forti e Isabela Maria Piovesan Rinaldi

1.1. Exoesqueleto: tegumento 26
1.2. Orientação das partes do corpo 27
1.3. Tagmas 27
Cabeça 27
Aparelho bucal 29
Hábitos alimentares 32
Tórax 32
Abdome 34
1.4. Referências 35


2. MORFOLOGIA INTERNA 43
Roberto da Silva Camargo, Ricardo Toshio Fujihara, Luiz Carlos Forti e Maria Christina de Almeida

2.1. Sistemas digestório e excretor 45


Estrutura geral 45
Adaptação do sistema digestório: câmara filtro 47
Sistema excretor 47
2.2. Sistema circulatório 47
Estrutura geral 48
Curso geral da circulação 48
Hemolinfa 49
2.3. Sistema respiratório 50
Estrutura traqueal 50
Tipos de aparelhos respiratórios 51
Ventilação 51
Respiração em insetos aquáticos 51
Respiração em insetos endoparasitas 52
2.4. Sistema reprodutivo 52
Sistema reprodutivo feminino 53
Sistema reprodutivo masculino 54
2.5. Sistema nervoso 54
2.6. Sistema endócrino 56
Centros endócrinos 56
Hormônios 57
2.7. Órgãos sensoriais 57
Visual 57
Olhos compostos: estrutura 57
Trajeto da luz 58
Ocelos ou olhos simples 58

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Mecânicos 58
Químicos 59
Sonoros 59
Térmico e hídrico 60
2.8. Sistema muscular 60
Estrutura 60
Arranjo dos músculos 60
2.9. Referências 61


3. DESENVOLVIMENTO, METAMORFOSE E BIOLOGIA DA REPRODUÇÃO 69
Luiz Carlos Forti, Maria Aparecida Castellani e Ricardo Toshio Fujihara

3.1. Desenvolvimento 71
Embrionário 71
Pós-embrionário 72
3.2. Metamorfose 72
Tipos de metamorfose 72
Tipos de larvas 73
Tipos de pupas 74
3.3. Controle da metamorfose 74
Processo de muda 74
Controle hormonal 76
3.4. Biologia da reprodução 76
Acasalamento 76
Oviposição 78
Tipos de reprodução 79
3.5. Referências 81

4. CHAVE PARA ORDENS DA CLASSE INSECTA (ADULTOS) 89


Maria Christina de Almeida e Ricardo Toshio Fujihara

5. ORDEM ISOPTERA 103


Rafael Forti Barbieri e Edson Luiz Lopes Baldin

5.1. Introdução 105


Família Kalotermitidae 108
Família Rhinotermitidae 108
Família Termitidae 109
Família Serritermitidae 109
5.2. Referências 109
5.3. Chave de identificação para famílias de Isoptera 111

6. ORDEM ORTHOPTERA 115


João Paulo Morselli, Marcio P. Bolfarini, Pedro Guilherme B. de Souza Dias e Francisco de Assis G. de Mello

6.1. Introdução 117


6.2. Subordem Caelifera 118
Família Tetrigidae 118

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Família Proscopiidae 119
Família Ommexechidae 120
Família Romaleidae 120
Família Acrididae 121
6.3. Subordem Ensifera 122
Família Gryllotalpidae 122
Família Gryllidae 123
Família Anostostomatidae 124
Família Tettigoniidae 125
6.4. Referências 126
6.5. Chave de identificação para famílias de Orthoptera 129

7. ORDEM HEMIPTERA 133


Edson Luiz Lopez Baldin e Ricardo Toshio Fujihara

7.1. Introdução 135


7.2. Subordem Auchenorrhyncha 135
Família Cicadidae 136
Família Membracidae 137
Família Aethalionidae 137
Família Cicadellidae 138
Família Cercopidae 138
Família Delphacidae 139
Família Acanaloniidae 139
Família Flatidae 139
Família Fulgoridae 139
Família Dictyopharidae 140
7.3. Subordem Sternorrhyncha 140
Superfamília Coccoidea 141
Família Aphididae 142
Família Phylloxeridae 144
Família Aleyrodidae 144
Família Psyllidae 146
7.4. Subordem Heteroptera 147
Família Tingidae 149
Família Scutelleridae 150
Família Cydnidae 150
Família Pentatomidae 151
Família Miridae 151
Família Anthocoridae 152
Família Nabidae 152
Família Reduviidae 153
Família Lygaeidae 153
Família Pyrrhocoridae 154
Família Largidae 154
Família Rhopalidae 155
Família Coreidae 155
Família Alydidae 156
7.5. Referências 157
7.6. Chave de identificação para famílias de Hemiptera – Subordens Auchenorrhyncha e Sternorrhyncha 164
7.7. Chave de identificação para famílias de Hemiptera – Subordem Heteroptera 171

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8. ORDEM THYSANOPTERA 177
Rafael Forti Barbieri

8.1. Introdução 179


Família Phlaeothripidae 181
Família Thripidae 182
8.2. Referências 183
8.3. Chave de identificação para famílias de Thysanoptera 185

9. ORDEM COLEOPTERA 187


Luiz Carlos Forti, Sinara Maria Moreira, Nádia Caldato e Edson Luiz Lopes Baldin

9.1. Introdução 189


9.2. Subordem Adephaga 191
Família Carabidae 191
Família Cicindelidae 191
9.3. Subordem Polyphaga 192
Família Curculionidae 192
Família Brentidae 193
Família Platypodidae 193
Família Scolytidae 194
Família Lucanidae 195
Família Passalidae 195
Família Scarabaeidae 196
Família Staphylinidae 197
Família Silphidae 197
Família Bruchidae 198
Família Cerambycidae 198
Família Chrysomelidae 199
Família Coccinellidae 200
Família Meloidae 201
Família Tenebrionidae 202
Família Lagriidae 202
Família Melyridae (Dasytidae) 203
Família Elateridae 203
Família Cantharidae 204
Família Lampyridae 204
Família Lycidae 205
Família Buprestidae 205
Família Bostrichidae 206
Família Anobiidae 206
9.4. Referências 207
9.5. Chave de identificação para famílias de Coleoptera 215

10. ORDEM LEPIDOPTERA 227


Carlos Frederico Wilcken

10.1. Introdução 229


Família Hesperiidae 234
Família Papilionidae 234

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Família Pieridae 234
Família Nymphalidae 234
Família Sphingidae 234
Família Saturniidae 235
Família Pyralidae 235
Família Geometridae 236
Família Notodontidae 237
Família Arctiidae 237
Família Noctuidae 237
Família Lyonetiidae 238
Família Tortricidae 238
Família Plutellidae 238
Família Gelechiidae 238
10.2. Referências 240
10.3. Chave de identificação para famílias de Lepidoptera 241

11. ORDEM NEUROPTERA 261


Roberto da Silva Camargo

11.1. Introdução 263


Família Ascalaphidae 263
Família Myrmeleontidae 264
Família Mantispidae 264
Família Hemerobiidae 265
Família Chrysopidae 265
11.2. Referências 266
11.3. Chave de identificação para famílias de Neuroptera 269

12. ORDEM DIPTERA 273


Sandra Regina de Sousa Cardoso, Amanda Aparecida Carlos, Sinara Maria Moreira e Edson Luiz Lopes Baldin

12.1. Introdução 275


12.2. Subordem Brachycera 276
Divisão “Orthorrhapha” 276
Família Tabanidae 276
Família Stratiomyidae 277
Família Pantophtalmidae 278
Família Asilidae 278
Divisão Cyclorrhapha - Série Aschiza 279
Família Syrphidae 279
Divisão Cyclorrhapha - Série Schizophora 280
Família Muscidae 280
Família Oestridae 281
Família Tachinidae 282
Família Calliphoridae 282
Família Sarcophagidae 283
Família Tephritidae 284
Família Otitidae 284
Família Lonchaeidae 285
Família Agromyzidae 286
12.3. Subordem Nematocera 286

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Família Cecidomyiidae 286
Família Sciaridae 287
12.4. Referências 287
12.5. Chave de identificação para famílias de Diptera 296

13. ORDEM HYMENOPTERA 307


Maria Christina de Almeida, Luiz Carlos Forti e Ricardo Toshio Fujihara

13.1. Introdução 309


13.2. Morfologia externa dos adultos 313
Cabeça 313
Tórax 314
Pernas 317
Asas 318
Abdome 318
13.3. Parasitoidismo e parasitoides 321
13.4. Subordem “Symphyta” 322
Superfamília Cephoidea 323
Superfamília Orussoidea 323
Superfamília Pamphilioidea 323
Superfamília Siricoidea 323
Superfamília Tenthredinoidea 324
Superfamília Xyeloidea 324
Superfamília Xyphydrioidea 324
13.5. Subordem Apocrita – “Parasitica” 324
Superfamília Ceraphronoidea 324
Superfamília Chalcidoidea 325
Superfamília Cynipoidea 329
Superfamília Evanioidea 330
Superfamília Ichneumonoidea 331
Superfamília Megalyroidea 333
Superfamília Mymarommatoidea 333
Superfamília Platygastroidea 333
Superfamília Proctotrupoidea 334
Superfamília Stephanoidea 334
Superfamília Trigonalioidea 334
13.6. Subordem Apocrita – Aculeata 335
Superfamília Apoidea 335
Superfamília Chrysidoidea 337
Superfamília Vespoidea 338
13.7. Referências 341
13.8. Chave de identificação para famílias de Hymenoptera 347

GLOSSÁRIO 357
Índice remissivo de nomes científicos 379

LISTA DE FIGURAS E TABELAS


Lista de figuras 389
Lista de tabelas 391

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01
MORFOLOGIA EXTERNA DOS
INSETOS ADULTOS
Maria Christina de Almeida, Ricardo Toshio Fujihara, Luiz
Carlos Forti e Isabela Maria Piovesan Rinaldi

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Morfologia Externa dos Insetos Adultos

Os termos utilizados na presente obra são comuns nos diferentes tipos de publicações entomológicas
e seus respectivos significados encontram-se descritos abaixo:

Apêndices: projeções da parede corporal adaptadas a diferentes funções; nos artrópodes são
caracteristicamente articuladas, isto é, formadas por segmentos articulados entre si.
Apódema: invaginação da parede do corpo, formando, internamente, um processo rígido que
serve para inserção muscular e para reforço da parede do corpo.
Apófise: invaginação da cutícula, somente interna; externamente, pode ser evidenciada por
um orifício (fundo cego).
Ecdise: etapa final do processo de muda, com o descarte do que sobrou da cutícula velha,
que é a exúvia.
Endoesqueleto: esqueleto ou estrutura de sustentação no interior do corpo, formado pelo
conjunto de apódemas e apófises internos.
Esclerito: qualquer área ou região endurecida do exoesqueleto de um artrópode. Os escleritos
podem estar marginados por sulcos, suturas ou áreas membranosas. Nos insetos, em cada segmento
do tórax e do abdome, o exoesqueleto compreende a superfície dorsal, denominada noto (segmento
torácico) ou tergo (segmento abdominal); a superfície ventral é denominada esterno; e duas superfícies
laterais, pleuras. Os escleritos que formam um tergo são os tergitos; os escleritos que formam um esterno
são os esternitos; e os escleritos que formam as pleuras são os pleuritos.
Exoesqueleto: esqueleto ou estrutura de sustentação na parte externa do corpo dos insetos.
Metameria: (metamerismo ou segmentação), na definição de HYMAN (1951), é a divisão
do corpo, ao longo do eixo anteroposterior, em uma série de segmentos sucessivos, cada qual contendo
órgãos ou sistemas idênticos ou similares. Nos insetos, essa organização ocorre durante o período de
desenvolvimento embrionário. Posteriormente, com a fusão de um número maior ou menor de metâmeros,
perda ou modificação dos mesmos, torna-se difícil reconhecer o número de metâmeros no adulto. Na
forma de organização de determinados sistemas, principalmente a do sistema nervoso, com um cérebro
dorsal anterior e dois cordões nervosos ventrais com gânglios segmentares, é onde o metamerismo é mais
evidente.
Metâmero: anel, somito ou segmento primário do corpo; usualmente se refere ao embrião.
Muda: processo complexo, sob ação de hormônios, da troca do exoesqueleto, que possibilita o
crescimento e mudanças de forma no corpo dos insetos.
Segmentação: metameria.
Segmento: o mesmo que metâmero; ou termo reservado aos distintos estágios do desenvolvimento
pós-embrionário dos insetos. Uma unidade do corpo serialmente repetida, semi-independente; subdivisão
do corpo ou de um apêndice, entre as articulações.
Sulco: sulco externo marcado na cutícula, que neste ponto é mais mole; internamente marca
uma ponte interna ou trabécula, à qual músculos se unem; frequentemente confundido com sutura.
Sutura: linha ou cicatriz que separa dois escleritos adjacentes da parede do corpo (exoesqueleto)
ou dos apêndices; ou uma área membranosa estreita entre dois ou mais escleritos; linha de “costura”
entre escleritos, marcando um dobramento interno da parede do corpo.
Tagmatização ou Tagmose: especialização regional determinada pela fusão de segmentos do corpo;
tendência de agrupamento de determinados segmentos, que frequentemente são de morfologia diferente
de outros agrupamentos, e especializados para realizar determinadas funções. A tagmose é um processo
morfogenético, no qual genes homeóticos estabelecem identidades regionais ou segmentares no plano corporal;
ela é a chave para o entendimento da diversificação dos artrópodes. Cada conjunto de segmentos forma um
Tagma (plural tagmata ou tagmas). Nos insetos há a formação de três tagmas: cabeça, tórax e abdome.

Insetos de Importância Econômica: Guia Ilustrado para Identificação de Famílias 25

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Morfologia Externa dos Insetos Adultos

e estão localizados ventrolateralmente ao ânus. Há dois cercos, estruturas sensoriais sobre os


paraproctos, que são apêndices do décimo primeiro segmento. Em machos de gafanhotos, fechando
a porção final do abdome, há a placa subgenital; e nas fêmeas, dois pares de valvas, um dorsal
e um ventral, formando o ovipositor. Alguns apêndices ocorrem apenas nos insetos atuais mais
primitivos, como os estilos abdominais (ventrais), encontrados nas traças-dos-livros (auxiliam na
locomoção e sustentam o abdome), e o filamento mediano que, em conjunto com os dois cercos,
são denominados filamentos caudais (ver Capítulo 4, Figura 4.1). Em pulgões existe um par de
apêndices dorsais, denominados sifúnculos ou cornículos, os quais podem liberar feromônio de
alarme (ver Capítulo 7, Figura 7.22).

O abdome pode ser classificado em três tipos, dependendo de sua ligação com o tórax:
Séssil ou aderente: o abdome se liga ao tórax por toda sua extensão. Encontrado em baratas,
gafanhotos, besouros etc. (ver Capítulo 4, Figura 4.14).
Livre: constrição (estrangulamento) pouco pronunciada na união do abdome com o tórax.
Típico de moscas, borboletas etc. (ver Capítulo 4, Figura 4.14).
Pedunculado: grande constrição no primeiro segmento abdominal, que pode se apresentar
de forma tubular. Há insetos em que o 1º ou 1º e 2º segmentos abdominais, observados externamente,
formam uma constrição mais ou menos tubular pronunciada e muito evidente. Presente em vespas
esfecídeas, abelhas e formigas (ver Capítulo 4, Figura 4.13).

1.4. Referências

CHAPMAN, R. F. The insects: structure and function. 4th ed. Cambridge: Cambridge University
Press, 1998. 788 p.

GALLO, D. et al. Entomologia agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920 p.

GILLOTT, C. Entomology. 3rd ed. Dordrecht: Springer, 2005. 831 p.

GULLAN, P. J.; CRASTON, P. S. The insects: an outline of entomology. London: Chapman & Hall,
1994. 491 p.

HYMAN, L. H. The invertebrates: Platyhelminthes and Rhynchocoela. Nova York: McGraw Hill,
1951. v. 2, 550 p.

KLOWDEN, M. J. Physiological systems in insects. 2nd ed. New York: Academic Press, 2007. 668 p.

YOUDEOWEI, A. The dissection of the variegated grasshopper Zonocerus variegates (L.). Ibadan:
Oxford University Press, 1974. 101 p.

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Morfologia Externa dos Insetos Adultos

VISTA FRONTAL
(ANTERIOR) flagelo

antena
pedicelo

escapo
sutura ocular
sutura antenal olho composto

sutura frontal

sutura pós-genal

sutura epistomal
ou frontoclipeal clípeo

sutura clípeolabral mandíbula

labro

palpos

VISTA POSTERIOR

pós-mento
cardo

mento estipe

pré-mento gálea
maxila
lábio
glossa

paraglossa
palpo
maxilar

palpo
labial

Figura 1.3. Cabeça de esperança (Orthoptera: Tettigoniidae), vista anterior e posterior,


e estruturas associadas.

Insetos de Importância Econômica: Guia Ilustrado para Identificação de Famílias 37

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Morfologia Externa dos Insetos Adultos

Hipognata Prognata Opistognata


Figura 1.4. Tipos de cabeça de acordo com a orientação das peças bucais em
relação ao eixo longitudinal do corpo. Hipognata (esquerda, acima e abaixo),
prognata (centro, acima e abaixo) e opistognata (direita, acima e abaixo).

A B C D E F G

H I J K L

M M N O O
Figura 1.5. Principais tipos de antenas. A) Filiforme. B) Moniliforme. C) Clavada.
D) Capitada. E) Imbricada. F) Fusiforme. G) Serreada. H) Estiliforme. I) Flabelada.
J) Plumosa. K) Setácea. L) Pectinada. M) Lamelada. N) Geniculada. O) Aristada.

38 Insetos de Importância Econômica: Guia Ilustrado para Identificação de Famílias

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Morfologia Externa dos Insetos Adultos

olho
labro composto
palpo
maxilar
antenas

maxila
palpos
maxilares labro
lacínia labelo mandíbula
lábio hipofaringe
mandíbula gálea
palpo maxila D
labial hipofaringe

B
olho
composto clípeo
antena
genicu- palpo
lada maxilar
clípeo
labro labro
mandíbula
lábio = rostro
palpo
maxilar
labelo
E
gálea
(maxila)
palpo
labial antena
glossa
flabelo
olho
C composto

ocelo palpos gáleas


olhos compostos labiais (espirotromba) F

antenas
antenas
olho
labro composto
estiletes
1o segmento labro
2o segmento estilete
estiletes mandibular
lábio = maxilares maxila
rostro palpo
3o segmento maxilar
lábio
4o segmento
palpos labiais G

Figura 1.6. Principais tipos de aparelhos bucais. A) Mastigador. B) Mastigador-


lambedor. C) Sugador-picador (Hemiptera). D) Sugador-picador (dípteros
hematófagos). E) Sugador-lambedor. F) Sugador-maxilar (Lepidoptera). G)
Sugador-picador (Thysanoptera).

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