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Mastermaq Softwares Brasil

Nossa história

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na expertise adquirida em desenvolver soluções para Escritórios de
Contabilidade, Departamento de Pessoal, gestão e Operação Empresarial,
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Contribuir para a satisfação dos clientes. a inovação e a capacidade de aprendizagem. que irá auxiliá-lo para a obtenção de conhecimento necessário para a otimização das suas atividades laborais. Nossa missão é formar e desenvolver os talentos na gestão de negócios. que incentivem e promovam a criatividade. promovendo a gestão do conhecimento organizacional (geração. A metodologia utilizada é a Andragogia.NG Tributos Academia Mastermaq A Academia Mastermaq é um centro de educação corporativa. por meio de um processo de aprendizagem ativa e contínua. habilidades e atitudes. Conte conosco. funcionários e parceiros através do processo de ensino/ aprendizagem. Contamos com uma equipe especializada. Nosso dever é privilegiar o desenvolvimento de conhecimentos. 3 . que oferece treinamentos para o uso dos softwares produzidos pela Mastermaq. visto que os adultos vão construindo o saber a partir da participação no processo educativo. difusão e aplicação). Equipe Academia Mastermaq. que se fundamenta em princípios que estão intimamente relacionados com o Construtivismo e o Interacionismo. assimilação.

O objetivo desta Apostila é ensinar o Cliente a demonstrar apuração dos tributos e obrigações acessórias. a Academia Mastermaq reforça o compromisso em levar o conhecimento até o público contábil para que seja sempre um passo à frente no mundo dos negócios e supere os desafios nesta nova realidade onde a tecnologia mostra-se cada vez mais presente. alocando o devido o imposto/tributo a sua guia correspondente. Agregar o controle das guias e faturamento. com o objetivo de ajudar o aluno a se informar e conhecer melhor sobre o assunto tratado. Colaboradores: Emanuel Vitor Nunes Silva Lais Maria dos Santos Renilson Césio Ribeiro Revisão : Danúbia Carolina Augusto Alves 4 .NG Tributos Material De Apoio Ao Aluno O NG Patrimônio é um sistema que gera e demonstra a apuração dos impostos e respectivas guias para recolhimento dos mesmos. Aconselhamos a atualização das informações através da Base de Conhecimento. permitindo um melhor controle dos impostos/tributos para evitar multas e juros sobre os mesmos. Através desta Apostila. Este material é somente uma fonte de pesquisa. A importância deste Material é saber quais exigências fiscais para aplicar no sistema.

Funciona como uma biblioteca virtual. Exemplo: NGContábil/Cadastros/Apropriações Gerenciais/Centro de Custo. conhecida como Base de Conhecimento Mastermaq Softwares (http://baseconhecimento. Por ser em formato wiki (independe da atualização do software). com aproximadamente 95% dos materiais dos Sistemas da Linha NG. Em seguida. Para acessar a Base de conhecimento da Mastermaq pela NG. oferecendo este Material de Apoio qualidade reconhecida. acesse alguma Rotina. Esperamos servi-los ainda melhor a cada dia. siga os seguintes passos: Acesse a Plataforma NG. oferecendo este Material de Apoio de qualidade reconhecida. a Base de Conhecimento nos permite atualizar o conteúdo dos nossos manuais com maior agilidade.com. além da integração com Clientes através da avaliação dos artigos no fim das páginas. Esperamos servi-los ainda melhor a cada dia.mastermaq.NG Tributos Base de Conhecimento A Knowledge Base.br) é um site pelo qual disponibilizamos manuais e todo tipo de instrução referente aos Sistemas Mastermaq. 5 .

NG Tributos Acione a tecla F1 Verifique que na parte direita da tela serão exibidos os conteúdos disponíveis na Base de Conhecimento referentes à rotina acessada. O título será: “Conteúdo da Internet”. Clique no Link corresponde à rotina: 6 .

Impostos indiretos também não tem qualquer valor na renda do contribuinte. Contribuições e Empréstimos Compulsórios. No primeiro caso. Já os indiretos incidem sobre o preço das mercadorias e serviços.NG Tributos Informações Importantes Existem diferenças entre Tributos. são os contribuintes que devem arcar com a Contribuição. Ele tem como principal finalidade. como o IPI que é cobrado dos produtores e o ICMS que é pago pelo consumidor. renda (Imposto de Renda) e consumo. a partir de uma base de cálculo e de fator gerador. Tributos: Os tributos formam a receita da União. É uma forma de tributo. custear o Estado. Taxas e Contribuições. Em geral. Este é pago diretamente pelo contribuinte (o Imposto de renda. por exemplo). Vamos conhecer mais sobre cada um antes de falarmos sobre o módulo NGTributos. Taxas. é utilizado para o financiamento de serviços universais. Impostos: Não há uma destinação especifica para os recursos obtidos por meio do recolhimento dos Impostos. e cada um destes tem uma função específica. O Imposto de Renda é um tributo. Eles podem incidir sobre o Patrimônio (como o IPTU e o IPVA). Existe uma distinção entre impostos indiretos e diretos. enquanto aquele tem o preço embutido no valor da transação. Impostos. Um exemplo é o ICMS. Estados e municípios e abrangem Impostos. como educação e segurança. Imposto é uma quantia paga obrigatoriamente por pessoas ou organizações para um governo. assim como a taxa do lixo cobrada por uma prefeitura e a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). O campo da Economia que lida com a tributação é o Finanças Públicas. como ocorre no Imposto de Renda. 7 .  Eles podem ser diretos ou indiretos.

como taxa de lixo urbano ou a taxa para confecção do passaporte. apenas é aceito em forma de moeda). Estão previstas nos artigos 149 e 149-A da Constituição Federal. Por exemplo: taxas sobre iluminação pública só podem ser cobradas pelos Municípios. como uma obra pública que valorizou seu imóvel. São cobradas somente na região beneficiada pela obra. 8 . que são direcionados a um fundo dos trabalhadores do setor privado e público. No Brasil. como o PIS (Programa de Integração Social) e Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). para toda forma de tributo. As taxas são tributos incidentes sobre um fator gerador e que são aplicados em contrapartida a esse fator gerador. São tributos que tem como fator gerador o beneficio decorrente das obras públicas. Já as contribuições especiais são cobradas quando há uma destinação específica para um determinado grupo. como em Portugal. O fundamental para o fato gerador é o beneficio decorrente da obra publica. uma vez que algumas obras públicas em determinadas regiões tendem a desvalorizar os imóveis locais. Não necessariamente essas contribuições refletem em “melhoria”.NG Tributos Impostos podem ser pagos em moeda (dinheiro) ou em mercadorias (embora o pagamento em mercadorias nem sempre seja permitido ou classificado como imposto ou classificado como imposto em todos os sistemas tributários. Uma taxa só pode ser instituída por uma entidade tributante da mesma competência. No primeiro caso estão as contribuições cobradas em uma situação que representa um benefício ao contribuinte. sendo tributos cuja característica principal é a finalidade para qual é destinada sua arrecadação. apenas terá o serviço à disposição. Contribuições: Elas são divididas em dois grupos: de melhoria ou especiais. Taxas: Esse tributo está vinculado (contraprestação) a um serviço público específico prestado ao contribuinte e prestado pelo poder público. Não necessariamente o pagante da taxa vai usar o serviço.

Salvo exceções explícitas na Lei 123/2006. como já exposto) a idéia de que o importante não é o que se faz e sim o vulto financeiro envolvido. que não incidem sobre lucro ou valor agregado. ICMS. contando também com alterações posteriores. é o regime de recolhimento de tributos criado para beneficiar a micro e a pequena empresa. PIS. Contribuição Previdenciária Patronal. Suas principais características são a diferenciações da base de calculo dos tributos. COFINS. Noções de Regimes de Tributação Atualmente temos quatro regimes de tributação distintos. Lucro real e Lucro Arbitrado. o Simples Nacional abrange os seguintes tributos: ISS. Daremos ênfase nos três primeiros e apenas um pequeno comentário sobre o último. o fato gerador da obrigação principal (recolhimento do tributo) é o Faturamento. prevalecendo (salvo exceções. mediante lei complementar.NG Tributos Empréstimos Compulsórios: O governo pode defini-los em situações de emergência. a regra geral de enquadramento dá-se pelo porte/volume da movimentação financeira da empresa. b) No caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. ou seja. empréstimos compulsórios: a) Para atender às despesas extraordinárias. CSLL e IRPJ em apenas uma guia de recolhimento (é o únicos dos regimes de tributação em que os tributos diretos e indiretos são calculados juntos). Outra 9 . a União poderá instituir. a saber: Simples Nacional Lucro Presumido. Com a proposta de simplificar o sistema tributário do pequeno empresário. decorrentes de calamidade pública. cada qual priorizando determinada característica da Empresa. 148 da Constituição federal. de guerra externas ou sua iminência. mas diretamente sobre a receita. Simples Nacional Instituído pela Lei Complementar 123/2006. como em outros regimes fiscais. Segundo o art.

NG Tributos peculiaridade reside no fato da desoneração da folha de pagamento. 14 da Lei 123/2006). apesar da dispensa por parte da Lei 123/2006. distribuição disfarçada de lucros entre outras irregularidades. Cabe ainda uma observação final. o fisco conseguiu manter a carga tributária sobre a folha de pagamento de pelo menos parte das Empresas do Simples Nacional.8%). hipótese em que não estará incluída no Simples Nacional a contribuição prevista no inciso VI do caput do art. compras incompatíveis com a movimentação financeira. despesas incompatíveis com o faturamento. Sem prejuízo do disposto no § 1o do art. as atividades de prestação de serviços seguintes serão tributadas na forma do Anexo IV desta Lei Complementar. ao embutir tais contribuições juntas com os demais impostos. devendo ela ser recolhida segundo a legislação prevista para os demais contribuintes ou responsáveis: Desta forma. Há inclusive um valor adicional de Imposto de Renda sobre o lucro distribuído (fato desconhecido por muitos). por aqueles que não mantêm contabilidade regular (art. extinguindo a contribuição do INSS sobre a folha (de 20%) e de terceiros (percentual que pode chegar a 8. Há ainda. conforme transcrito do citado dispositivo legal: Art. cabe observar que há uma exceção a esta regra. que deve ser pago em alguns casos. elas continuam obrigadas perante a legislação societária. mas com um percentual menor. 13 desta Lei Complementar. 17 desta Lei Complementar. a omissão de receita. 18. Entretanto. possíveis de defesa e de produção de provas a favor do 10 . a de que as Empresas enquadradas no Simples Nacional são obrigadas a manter escrituração contábil. diretamente sobre o faturamento. sendo obrigadas a proceder ao recolhimento do INSS da mesma maneira que o fazem os não optantes pelo Simples Nacional. § 5o-C. pois. comercial e outras que não promoveram tal dispensa. como hipótese de exclusão do regime Simples Nacional.

incidirão o IRPJ e a CSLL.NG Tributos contribuinte (empresa) desde que se mantenha a contabilidade devidamente organizada. utilizando-se de documentação idônea. Dito isto. ou seja. Observe-se que. apurar o resultado do período. entendemos como lucro todo valor positivo agregado ao capital inicial. Sobre o valor encontrado calcula-se os tributos em questão (15% a título de IRPJ e 9% a título de CSLL). que em virtude de sua 11 . portanto. Para tais contribuintes. deve o contribuinte. o lucro. dado que a quantidade de despesas dedutivas (idôneas) é inversamente proporcional ao lucro e por conseqüência ao imposto devido. não servindo para fins econômicos. que contribuintes que tenham poucas despesas são financeiramente penalizados por este regime de apuração. numa definição simples. dispõe o Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99) que sobre o lucro líquido apurado e feito os ajustes necessários. com o fim de evadir-se do pagamento de tributos. financeiros e societários. não permitindo que o contribuinte use e escriture documentos com má fé. 2005) ou seja. Observe-se que. caso não haja lucro. Lucro Real O Imposto de Renda (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre o Lucro (CSLL) incidem ambos sobre o lucro apresentado pela Empresa. Conclui-se. Cabe ainda observar que o conceito “Lucro Real” é um conceito meramente fiscal. para fins de recolhimento de tributos. Desta forma. poderá o contribuinte (empresa) abster-se do pagamento de IRPJ e CSLL. para só então proceder ao lançamento do imposto. por efeito do movimento” (Lopes de Sá. os referidos tributos incidem sobre o valor efetivamente agregado. por meio de sua contabilidade. o lucro é “acréscimo ao capital efetivo. Evidentemente há normas que disciplinam o assunto. após o movimento. Na tributação por meio do Lucro Real.

6%. não custa lembrar é uma ferramenta de gestão que nenhuma organização pode dar-se o luxo de prescindir. COFINS. foi criado o regime chamado de Lucro Presumido. tendo em vista que somente a legislação federal do IRPJ e CSLL. IPI. II entre outros. Note-se que o fisco federal ainda poderá exigir a contabilidade para averiguação de outros tributos: PIS. 16% e 32%) e na legislação da Contribuição Social (12% e 32%). determinado pela legislação. E. De forma análoga ao Lucro Real. podendo igualmente solicitar ela para fiscalizações. societária. não sendo de forma alguma aplicável a qualquer outra finalidade. O produto desta operação. observamos que o termo “Lucro Presumido” é um conceito estritamente fiscal. é apurado com base em algumas regras de presunção e não a partir da contabilidade. o lucro da empresa para fins de apuração do IRPJ e CSLL. Lucro Presumido Nesta modalidade de tributação. Também os fiscos Estaduais e Municipais jamais dispensaram a contabilidade. 12 . de acordo com a atividade desenvolvida e em alguns casos específicos. Esta forma de recolhimento essencialmente consiste no calculo do IRPJ e CSLL sobre um percentual do faturamento da empresa. sobre o faturamento da empresa. 8%. como o próprio nome já sugere. inclusive em contencioso fiscal do IRPJ e CSLL. Ressalta-se que a contabilidade poderá ser solicitada pela autoridade judicial em eventuais processos. dispensaram a escrituração contábil. ou seja. O método consiste na aplicação do percentual específico. Portanto é falsa a afirmação que empresas do Lucro Presumido não necessitam de contabilidade. previdenciária e até mesmo para próprio controle interno.NG Tributos atividade possuem poucas despesas. O que significa que a empresa deverá manter escrituração contábil para atender a legislação comercial. o resultado é a base de cálculo (Lucro Presumido) sobre o qual se calcula os tributos (15% a título de IRPJ e 9% a título de CSLL). conforme veremos abaixo. utilizam-se os percentuais previstos no Regulamento do Imposto de Renda (1. Para fins de apuração do Lucro Presumido. sendo que o referido percentual é o Lucro Presumido propriamente dito. conforme o faturamento anual.

também a utiliza como fonte de informações e. o Estado (por meio do fisco). que esta modalidade de tributação é predominantemente utilizada como política de policiamento fiscal de uma empresa. por meio das outras modalidades (Simples Presumido ou Real). acaba por optar pelo Lucro Arbitrado. antecipando-se ao Fisco e amenizando eventuais conseqüências. 13 . determinará a tributação pelo Lucro Arbitrado. procedendo à desconsideração total da escrituração fisco-contábil. Portanto. Concluímos então que a Contabilidade é também instrumento hábil de provas do contribuinte. portanto. A forma como a Empresa será tributada nesta modalidade dependerá das variáveis e de indícios que o Fisco tenha encontrado. não raras vezes. contabilidade com informações insuficientes e de baixa qualidade ou qualquer outro artifício utilizado para reduzir o tributo devido ou evadir-se do pagamento. Portanto. perde sua documentação. como o próprio termo já antecipa. a empresa tem seu lucro auferido arbitrariamente. permitindo-se o luxo de enfrentar o Fisco sem provas e desprovido de argumentos. que resultem em omissão de receitas. Verificamos. o que implica em extrema desvantagem financeira. Estando impossibilitado de provar ao Fisco o quanto deve. manipulação de resultados. dado que não consegue apresentar provas de quanto seria seu lucro fiscal (base de cálculo). Um exemplo é quando por motivo de força maior. O contribuinte. Entretanto.NG Tributos Lucro Arbitrado Quando o Fisco verificar indícios de irregularidades. tem o empresário/gestor duas opções: utilizar-se de uma ferramenta para auxiliá-lo ou omitir-se. em casos excepcionais. deparando-se com a inexistência de contabilidade ou com escritas contábeis de baixa qualidade e em desacordo com as normas técnicas. acaba por utilizá-la como prova contra o próprio contribuinte. poderá optar por este regime.

II b) Imposto de exportação . os quais são distribuídos da seguinte forma: Impostos da União Compete a União instituir os seguintes Impostos: a) Imposto de Importação .NG Tributos Noções Básicas de Impostos e Tributações Competência Tributária A Constituição Federal atribui competência para cada ente da federação para instituir os impostos.IE c) Imposto de Renda e Provento de Qualquer Natureza – IR d) Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI e) Imposto Sobre Operações de financeira – IOF f) Imposto sobre propriedade Territorial Rural – ITR Impostos Estaduais: a) Transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens e direitos – ITCMD b) Operações relativo à circulação de mercadoria e sobre prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de comunicação. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior – ICMS c) Imposto sobre propriedade de veiculo automotores – IPVA Impostos Municipais: a) Propriedade predial e territorial urbano – IPTU b) Serviços de qualquer natureza – ISS O Código Tributário Nacional define tributo da seguinte forma: 14 .

as pessoas físicas e as pessoas jurídicas. instituir os tributos de sua competência e estes são denominado Sujeito Ativo. podem por Lei.NG Tributos Definição de Tributo “É toda a prestação pecuniária compulsória. são denominadas Sujeito Passivo.Pessoa Jurídica . Os Impostos e Contribuições que iremos estudar são os seguintes: Competência Federal: IPI – Imposto Produtos Industrializados PIS/PASEP – Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social IRPJ – Imposto de Renda da Pessoa Jurídica CSLL – Contribuição Social Sobre o Lucro Liquido 15 . ou seja. a arrecadação dos tributos divide-se em: Federal. Municípios e o Distrito Federal. A União.União . instituída em Lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada”. que não constitua sanção de ato ilícito.Distrito Federal . Exemplo: Sujeito Ativo Sujeito Passivo . ou seja.Municípios O Sistema Tributário de Arrecadação. Já quem paga esses Tributos. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir.Estados . quem recebe o Tributo.Pessoa Física . Estadual e Municipal. Estados.

........................... 21 9.................................... Importar as Configurações de Guias ...................................................... Cadastros / Auxiliares / Alíquotas / Tributos .................... 22 11............... 20 6.......NG Tributos Competência Estadual: ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação........................ 21 10.................... 19 5.. Cadastro / Auxiliares / Indexadores ..... Tela de Movimento de Tributos .................................................................. 18 3......................... Contabilização ..................... Cadastros / Configurações / Guias ...................................................................................................................................................... Geração dos arquivos magnéticos ....................................... 18 4................... 22 12.............. 25 16 ............ Retenção por Beneficiário ............................. 24 13........................... 20 7...................................................................................................................... Cadastros / Configurações / Tributos ................................ Movimento de Guias ......................................................... Competência Municipal: ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza Sumário 1. Cadastro de Empresa ................................................................... 21 8....................................... Cadastros / Configurações / Ocorrências .................... 17 2.................................. Ferramentas / Exportar DAS.................

por exemplo. Veja o exemplo de uma empresa de Lucro Presumido: O procedimento é o mesmo para todas as empresas. começamos o primeiro passo para apurar e gerar as guias. Simples Nacional. verifique também que a tributação esta selecionada por exercício (no ano de 2011 a empresa está como “lucro presumido”). colocamos a presunção para o IRPJ e CSSL. Cadastro de Empresa As informações inseridas no sistema dependem da Tributação da Empresa. Alguns dados básicos devem ser preenchidos: Na aba Tributação colocamos o tipo de PIS e COFINS que a empresa ira apurar (tela acima).NG Tributos 1. Na tela abaixo. Aqui. o que muda é a informação que o usuário colocará de acordo com cada uma. 17 . Lucro Presumido e Lucro Real.

É importante destacar que as Guias de ISS. 18 . 3. o campo em destaque (Tipo de Guia) teria que ser alterado para DARF e assim sucessivamente dependendo da guia a ser cadastrada. Iremos agora cadastrar as guias que serão geradas para a empresa. o usuário pode usar a rotina Aplicar Configuração de Guia. • Acesse a rotina Cadastro/ Configurações de Guias e cadastre as guias necessárias. De qualquer forma elas devem ser cadastradas para apuração. Cadastros / Configurações / Tributos Nesse cadastro inserimos apenas os impostos a serem apurados pela empresa. ICMS não são impressas pelo sistema e sim pelos respectivos programas de onde importamos as informações geradas pelo sistema. caso forem emiti-las. Nessa rotina também devem ser cadastradas as guias de retenções federais.NG Tributos 2. DAS. determinamos no Cadastro da Empresa a forma de tributação. mas se formos cadastrar um DARF. Para a seleção. Cadastros / Configurações / Guias Logo após. Observe que cadastramos uma guia de ICMS.

O sistema pode fazer isso automaticamente de acordo com as informações de sua empresa.NG Tributos 4. 19 . Para isso o usuário deve aplicar a configuração de Tributos. Cadastros / Configurações / Ocorrências Nesse cadastro são informadas as ocorrências a serem trabalhadas.

Há também a memória de cálculo onde podemos consultar como o sistema conseguiu chegar ao valor apurado de uma guia. Aqui temos um campo de filtro onde podemos verificar os lançamentos dentro de um determinado mês ou ano sem sair da tela. Tela de Movimento de Tributos Na tela de Movimentos de Tributos fazemos a importação das informações do NGFiscal ou NGFolha e também efetuamos os lançamentos manuais de valores. 20 .NG Tributos 5.

6. 8.NG Tributos Acima mostramos uma tela onde estão todas as informações necessárias para gerar uma guia. Para isso é necessário saber a qualificação da empresa. e o sistema calcula as guias atrasadas. Retenção por Beneficiário Essa rotina permite ao usuário importar os lançamentos retidos pelos lançamentos de entrada no NGFiscal. Vamos verificar a partir de agora o que devemos cadastrar dentro do sistema para que ele apure os impostos e gere as guias que o usuário necessita. Cadastros / Auxiliares / Alíquotas / Tributos A partir dessa rotina o sistema identifica as alíquotas de Tributos. 7. Depois basta entrar em “Movimento de Guias” para visualizar a geração destas. 21 . Cadastro / Auxiliares / Indexadores O usuário deve manter as cotações atualizadas.

` É preciso informar a Data de Recolhimento para que o sistema gere o pagamento da guia. Movimento de Guias Através desta rotina o usuário consegue verificar as guias geradas pelo sistema. 22 . poderá também fazer as guias manualmente. Se desejar. 10. No site da Receita Federal vá em “Ferramentas / Exportar DAS” para que o sistema importe as informações cadastrais da empresa. Ferramentas / Exportar DAS Quando a empresa for Simples Nacional o usuário poderá usar a rotina Exportar DAS Conf.NG Tributos 9.

NG Tributos 11. Contabilização Para contabilizar os impostos. Depois de selecionadas. os seguintes cadastros devem ser verificados: Cadastro de empresas na aba Contabilização (informa se a provisão dos tributos será por Valor Líquido ou Bruto e também a conta para baixa dos Tributos). 23 . usamos a rotina Gerar Contabilização para enviá-los para o NGContábil. e as guias apuradas e geradas. No menu “Integrações / Contabilização / Regra para Tributos” selecionamos as contas que serão debitadas ou creditadas na provisão dos impostos.

NG Tributos Nesta rotina ordenamos o envio das provisões dos tributos para o NGContábil. verifique a empresa de origem e a de destino. 24 . 12. Importar as Configurações de Guias Esta rotina foi criada para facilitar o dia a dia do usuário. e tem por finalidade copiar as guias já cadastradas no sistema de outras empresas. selecione a guia e depois peça para importar. Entre no menu “Ferramentas / Copiar / Configurações / Guias”.

e depois da apuração solicite que os dados sejam gerados. origine o arquivo conforme exemplo na tela abaixo. Acesse Arquivos Magnéticos/DCTF. depois das guias apuradas e geradas. 25 .NG Tributos 13. Geração dos arquivos magnéticos Acesse Arquivos Magnéticos/DACON.

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