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Nº 38, segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018 1 ISSN 1677-7042 85

CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE Considerando a Resolução CNS nº 350, de 9 de junho de i) a articulação entre as atividades de ensino, pesquisa e
2005, que aprova critérios de regulação para a autorização e extensão com a prestação de serviços de saúde, com base nas
reconhecimento de cursos de graduação da área da saúde, tendo em necessidades sociais e na capacidade de promover o
RESOLUÇÃO Nº 569, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2017 perspectiva: a) as necessidades sociais em saúde; b) projetos desenvolvimento locorregional.
político-pedagógicos coerentes com as necessidades sociais; e c) a IV - Integralidade e Redes de Atenção à Saúde (RAS),
O Plenário do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em sua relevância social do curso; observando-se os seguintes pressupostos:
Trecentésima Reunião Ordinária, realizada nos dias 7 e 8 de Considerando a Resolução CNS nº 515, de 7 de outubro de a) a integralidade como um dos princípios fundamentais do
dezembro de 2017, e no uso de suas competências regimentais e 2016, na qual o CNS se manifesta de forma contrária à autorização SUS, que possibilita acesso universal dos cidadãos aos serviços do
atribuições conferidas pela Lei no 8.080, de 19 de setembro de de todo e qualquer curso de graduação em saúde ministrado na sistema de saúde e que garante ao usuário uma atenção que abrange
1990; pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990; pela Lei modalidade a distância (EaD), bem como delibera que as Diretrizes ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, além de
Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012; pelo Decreto nº Curriculares Nacionais (DCN) dos cursos da saúde sejam objeto de prevenção e tratamento de agravos;
5.839, de 11 de julho de 2006; cumprindo as disposições da discussão e deliberação do CNS de forma sistematizada, em um b) a concepção de rede que rompe com o conceito de
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, da espaço de tempo adequado para permitir a participação, no debate, sistema verticalizado e fragmentado para trabalhar com um conjunto
legislação brasileira correlata; e das organizações de todas as profissões regulamentadas e das articulado de serviços básicos, ambulatórios e hospitais gerais e
Considerando que o art. 196 da Constituição Federal de entidades e movimentos sociais que atuam no controle social; e
1988, garante que "a saúde é direito de todos e dever do Estado, especializados;
Considerando as competências e habilidades necessárias c) a formação em redes de atenção à saúde caracterizadas
garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à para a formação dos profissionais de saúde, esta Resolução expressa
redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso pela formação de relações horizontais entre os pontos de atenção
pressupostos, princípios e diretrizes comuns para as DCN dos cursos com o centro de comunicação na Atenção Primária em Saúde
universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, de graduação da área da saúde e é resultado de uma construção
proteção e recuperação"; (APS), pela centralidade nas necessidades em saúde de uma
coletiva e democrática, realizada nos anos de 2016 e 2017, pelo população, pela responsabilização na atenção contínua e integral,
Considerando que o art. 197 da Constituição Federal de
1988 determina que são de "relevância pública as ações e serviços Grupo de Trabalho das Diretrizes Curriculares Nacionais (GT/DCN), pelo cuidado interprofissional, pelo compartilhamento de objetivos e
de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre aprovado na 286ª Reunião Ordinária do CNS, ocorrida em 6 e 7 de compromissos com os resultados sanitários e econômicos;
sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução outubro de 2016, articulado com associações/ entidades nacionais de d) a APS como coordenadora do cuidado e ordenadora das
ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa ensino, conselhos e federações profissionais, executivas estudantis, RAS. Nesta perspectiva, a formação dos profissionais da saúde para
física ou jurídica de direito privado"; gestores do MEC e MS, entre outros, e coordenada pela Comissão atuar de forma efetiva, eficiente, eficaz e segura na atenção básica
Considerando que a Constituição garante no art. 198, Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho do assume uma importância estratégica, devendo equilibrar conteúdos e
incisos II e III, o atendimento integral, com prioridade para as Conselho Nacional de Saúde (CIRHRT/CNS). Resolve: propiciar o desenvolvimento de habilidades e atitudes, tanto em
atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais e a Art. 1º Reafirmar a prerrogativa constitucional do SUS em saúde coletiva, como para a clínica/assistência individual em
participação da comunidade"; ordenar a formação dos (as) trabalhadores (as) da área da saúde. saúde.
Considerando que, nos termos do art. 200, inciso III, da Art. 2º Aprovar o Parecer Técnico nº 300/2017, em anexo, V - Trabalho interprofissional, com as seguintes
Constituição Federal de 1988, é competência do Sistema Único de que apresenta princípios gerais a serem incorporados nas DCN de orientações:
Saúde (SUS), além de outras atribuições, "ordenar a formação de todos os cursos de graduação da área da saúde, como elementos a) as DCN devem expressar a formação de um profissional
recursos humanos na área de saúde", diferentemente de "participar" norteadores para o desenvolvimento dos currículos e das atividades apto a atuar para a integralidade da atenção à saúde, por meio do
ou "colaborar" como em outras competências do mesmo artigo; didático-pedagógicas, e que deverão compor o perfil dos egressos efetivo trabalho em equipe, numa perspectiva colaborativa e
Considerando que o art. 209, inciso I, da Constituição desses cursos. interprofissional. O preceito da integralidade aponta para a
Federal de 1988 faculta que "O ensino é livre à iniciativa privada, Art. 3º Aprovar os pressupostos, princípios e diretrizes interdisciplinaridade, enquanto integração de diferentes campos de
atendidas as seguintes condições: cumprimento das normas gerais da comuns para a graduação na área da saúde, construídos na conhecimentos; para a interprofissionalidade, ocasião em que há
educação nacional" cabendo ao SUS, nos termos do art. 200, inciso perspectiva do controle/participação social em saúde, e intensa interação entre diferentes núcleos profissionais; e para a
III, "ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde"; apresentados, sinteticamente, nos incisos a seguir: intersetorialidade, envolvimento de diferentes setores da sociedade
Considerando que o art. 6º da Lei nº 8.080, de 19 de I - Defesa da vida e defesa do SUS como preceitos no atendimento das complexas e dinâmicas necessidades de
setembro de 1990, regulamentando a Constituição, estabelece que orientadores do perfil dos egressos da área da saúde, com os saúde;
"estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de seguintes objetivos: b) os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC) devem
Saúde (SUS), inciso III - a ordenação da formação de recursos a) formação em saúde comprometida com a superação das apresentar estratégias alinhadas aos princípios da
humanos na área de saúde"; iniquidades que causam o adoecimento dos indivíduos e das interdisciplinaridade, intersetorialidade e interprofissionalidade,
Considerando que o art. 12 da Lei nº 8.080, de 19 de coletividades, de modo que os futuros profissionais estejam como fundamentos da mudança na lógica da formação dos
setembro de 1990, prevê a criação de "comissões intersetoriais de preparados para implementar ações de promoção da saúde, educação profissionais e na dinâmica da produção do cuidado em saúde;
âmbito nacional subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde e desenvolvimento comunitário, com responsabilidade social e
(CNS), integradas pelos Ministérios e órgãos competentes e por c) as DCN devem estimular a elaboração de projetos
compromisso com a dignidade humana, cidadania e defesa da terapêuticos assentados na lógica interprofissional e colaborativa,
entidades representativas da sociedade civil" e, no Parágrafo único democracia, do direito universal à saúde e do SUS, tendo a
que "as comissões intersetoriais terão a finalidade de articular reconhecendo os usuários dos serviços como protagonistas ativos e
determinação social do processo saúde-doença como orientadora;
políticas e programas de interesse para a saúde, cuja execução b) valorização da vida, por meio de abordagens dos co-produtores do cuidado em saúde, superando a perspectiva
envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de problemas de saúde recorrentes na atenção básica, na urgência e na centrada em procedimentos ou nos profissionais.
Saúde (SUS)"; emergência, na promoção da saúde e na prevenção de riscos e VI - Projetos Pedagógicos de Cursos (PPC) e componentes
Considerando que a Comissão Intersetorial de Recursos doenças, visando à melhoria dos indicadores de qualidade de vida, curriculares coerentes com as necessidades sociais em saúde,
Humanos e Relações de Trabalho do Conselho Nacional de Saúde de morbidade e de mortalidade; observando-se:
(CIRHRT/CNS) tem o papel de cumprir o art. 12 da Lei no 8.080, c) formação profissional voltada para o trabalho que a) que as DCN considerem os fundamentos das principais
de 19 de setembro de 1990; contribua para o desenvolvimento social, considerando as dimensões políticas públicas que contribuem para a redução das desigualdades
Considerando que o art. 13 da Lei nº 8.080, de 19 de biológica, étnico-racial, de gênero, geracional, de identidade de e para a consolidação do SUS como sistema universal, integral e
setembro de 1990, define que "A articulação das políticas e gênero, de orientação sexual, de inclusão da pessoa com deficiência, equitativo;
programas, a cargo das comissões intersetoriais abrangerá, em ética, socioeconômica, cultural, ambiental e demais aspectos que b) que os PPC sejam construídos com a participação ativa
especial, as seguintes atividades, inciso IV - recursos humanos; representam a diversidade da população brasileira. de representações de trabalhadores, discentes, usuários e gestores
Considerando que o art. 14 da Lei nº 8.080 de 19 de II - Atendimento às necessidades sociais em saúde, municipais/estaduais do SUS, tendo em perspectiva sua adequação
setembro de 1990, determina que "deverão ser criadas Comissões considerando: ao contexto social e a integração dos componentes curriculares
Permanentes de integração entre os serviços de saúde e as a) a responsabilidade social das Instituições de Educação "intra" e "inter" cursos;
instituições de ensino profissional e superior"; Superior (IES) com o seu entorno e o compromisso dos cursos da c) a relevância de que os PPC e os componentes
Considerando o art. 16 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro saúde com a promoção do desenvolvimento regional, por meio do curriculares estejam relacionados com todo o processo saúde-doença
de 1990, que versa sobre as atribuições da direção nacional do SUS enfrentamento dos problemas de saúde prevalentes e a organização e referenciados na realidade epidemiológica, proporcionando a
a quem compete, conforme o inciso IX, "promover a articulação de redes e sistemas inclusivos e produtores de integralidade; integralidade e a segurança assistencial em saúde;
com os órgãos educacionais e de fiscalização do exercício b) a abordagem do processo saúde-doença em seus d) a inovação das propostas pedagógicas, incluindo
profissional, bem como com entidades representativas de formação múltiplos aspectos de determinação, ocorrência e intervenção, para explicitação dos cenários de práticas e dos compromissos com a
de recursos humanos na área de saúde"; possibilitar que a atuação dos futuros profissionais possa interprofissionalidade, o gerenciamento dos riscos, a prevenção de
Considerando que o art. 27 da Lei nº 8.080, de 19 de erros e a produção de conhecimentos socialmente relevantes;
setembro de 1990, garante que "A política de recursos humanos na transformar e melhorar a realidade em que estão inseridos.
III - Integração ensino-serviço-gestão-comunidade, de e) abordagem de temas transversais no currículo que
área da saúde será formalizada e executada, articuladamente, pelas envolvam conhecimentos, vivências e reflexões sistematizadas
diferentes esferas de governo, em cumprimento dos seguintes forma a promover:
a) a inserção dos estudantes nos cenários de práticas do acerca dos direitos humanos e de pessoas com deficiência ou
objetivos: I - organização de um sistema de formação de recursos mobilidade reduzida, Transtorno do Espectro Autista (TEA),
humanos em todos os níveis de ensino, inclusive de pós-graduação, SUS e outros equipamentos sociais desde o início da formação,
integrando a educação e o trabalho em saúde; educação ambiental, Língua Brasileira de Sinais (Libras), educação
além da elaboração de programas de permanente aperfeiçoamento de das relações étnico-raciais e história da cultura afro-brasileira,
pessoal"; b) a ampliação da rede de atenção em uma rede de ensino-
aprendizagem, com vistas ao desenvolvimento dos (as) trabalhadores africana, dos povos tradicionais e indígena;
Considerando que o art. 1º, §2º da Lei nº 8.142, de 28 de f) os pressupostos e fundamentos da promoção da saúde e
dezembro de 1990, estabelece que o SUS, deve, necessariamente, (as) e do trabalho em saúde;
contar, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do c) a diversificação de cenários de práticas, possibilitando seus determinantes, da Educação Permanente em Saúde (EPS), e das
Poder Legislativo, entre suas instâncias colegiadas, com o Conselho aos discentes vivenciar as políticas de saúde, os fluxos de atenção Práticas Integrativas e Complementares (PIC) como elementos
de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado em rede e de organização do trabalho em equipe interprofissional; constituintes da formação, reafirmando o conceito ampliado de
composto por representantes do governo, prestadores de serviço, d) a formalização da integração das IES com as redes de saúde;
profissionais de saúde e usuários, que atua na formulação de serviços de saúde, por meio de convênios ou outros instrumentos, g) o fortalecimento das ações de promoção e proteção à
estratégias e no controle da execução da política de saúde na que viabilizem pactuações e o estabelecimento de saúde relacionadas à vigilância sanitária, epidemiológica, ambiental
instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e corresponsabilizações entre as instituições de ensino e as gestões e à saúde do trabalhador;
financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder municipais e estaduais de saúde; h) que os núcleos de conhecimento e práticas previstos nas
legalmente constituído em cada esfera do governo; e) a participação dos gestores de saúde nas instâncias DCN considerem temáticas relacionadas ao envelhecimento
Considerando o Edital MEC/SESU nº 04/1997 como marco decisórias das IES; populacional, às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), à
histórico de elaboração de DCN numa perspectiva de construção f) a integração das ações de formação aos processos de segurança do paciente e à urgência e emergência, entre outras;
social e política; Educação Permanente em Saúde (EPS) da rede de serviços; i) a formação política e cidadã, que requer a realização de
Considerando que o paradigma das DCN gerais para os g) a participação ativa da comunidade e/ou das instâncias atividades teóricas e práticas que proporcionem informações e
cursos da área da saúde rompeu com os currículos mínimos e foi de controle social em saúde; promovam diálogos sobre as relações humanas, estruturas e formas
bem fundamentado pelo Professor Efren de Aguiar Maranhão, h) que as DCN dos cursos de graduação valorizem a carga de organização social, suas transformações, suas expressões e seu
Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional horária destinada aos estágios curriculares e às atividades práticas e impacto na qualidade de vida das pessoas, famílias, grupos e
de Educação (CES/CNE) no ano de 2001; de extensão; comunidades.
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a
pelo código 00012018022600085 Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.

em um processo de políticas públicas que objetivam a qualificação e a adequação do reuniram-se o presidente do CNE. garantido mediante trabalho em saúde. a partir de competências técnicas. colaborativos e democratização das políticas de saúde é avanço conquistado no Para tanto. pois suas concepções engendram processos teórico. visando a) os cursos de graduação devem incorporar aos seus PPC saúde. além de representações das b) uma formação profissional comprometida com a dos segmentos de usuários. PARECER TÉCNICO Nº 300/2017 atitudes que possam superar os desafios contemporâneos do mundo c) propostas educacionais pautadas em práticas do trabalho. com a finalidade de melhorar a gestão e o cuidado saúde. o Ministério da Saúde (MS) tem Em audiência ocorrida no dia 24 de janeiro de 2017. o "aprender a fazer". de 12 de setembro de 2008. A Reforma Sanitária brasileira e a criação do Sistema Tendo em vista que a formação profissional está em saúde. bem como delibera que as DCN dos cursos Ocupacional. Na ocasião. das organizações de todas as a) a utilização de metodologias diversificadas para o de novembro de 1991. Assim. na perspectiva de saúde mobilizadora de conhecimentos. estudantes e sociedade. no sentido de que a carga-horária total dos cursos de graduação da Oficial da União nº 217. uma vez que os serviços públicos integrantes do profissional da rede de serviços e do protagonismo estudantil. este parecer apresenta princípios gerais para órgão colegiado de caráter permanente e deliberativo. foi pactuado entre modo a promover: estratégias governamentais de articulação entre as Instituições de os dois órgãos colegiados que o CNS encaminharia formalmente ao a) o desenvolvimento do pensamento científico e crítico e a Educação Superior (IES). configuram como necessárias e estratégicas para a consolidação do atuam no controle social. Serviço Social e Terapia RONALD FERREIRA DOS SANTOS modalidade a distância. prioritariamente. acrescidas dos profissionais da graduação em Saúde Presidente do Conselho Nacional de Saúde da área da saúde sejam objeto de discussão e deliberação do CNS Coletiva. com permitam superar os desafios que se apresentam às práticas em saúde. no mínimo. por meio em saúde. a formação no/para o SUS deve ser pautada pelas organização estudantil no âmbito das instituições de ensino para da saúde como direito de todos e dever do Estado. b) Nacional de Educação (aprovado por meio da Lei nº 13. educação e VIII . descentralização do Sistema possibilitou aos estados e aos municípios uma atuação mais efetiva no enfrentamento dos não somente a qualificação dos trabalhadores do SUS. interdisciplinares e integradas ao cotidiano dos docentes. no formativo. o presidente do CNS. em suas de maio de 2016. para áreas de grande pertinência social". implementam políticas públicas que possam ter impacto positivo na apropriarem das informações. docentes e estudantes. Reconhecendo este desafio. Educação Física. Medicina. o CNS aprovou a criação de um Grupo de qualidade) foram elementos fundamentais na elaboração do texto. notadamente aquelas cujo escopo de atuação profissional público e privado. Resolução nº 515. que privilegiem a participação e a atuam no controle social. Medicina Veterinária. em toda a sua amplitude. atua na as Diretrizes Curriculares Nacionais de todos os cursos de pesquisas de interesse da sociedade. Neste contexto. que institui a pelo código 00012018022600086 Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . proteção e e a extensão. de forma a Ministro de Estado da Saúde profissional na perspectiva do trabalho coletivo em saúde como possibilitar processos de aprendizagem colaborativa e significativa. de 07 de outubro de 2016. b) o fortalecimento dos mecanismos de participação e deles. social. possibilitando o diálogo com a sociedade sobre o A Resolução CNS nº 350/2005 apresenta alguns critérios créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e direito constitucional à saúde. que normatiza os critérios de uma adequada formação profissional e que deve ser desenvolvida de social. respeitando-se a expressão das Saúde. à autorização de todo e qualquer curso de graduação em saúde na Nutrição. Observe-se que o Plano ("educomunicação") é central para a mobilização e participação da tendo em perspectiva: a) as necessidades sociais em saúde. profissões regulamentadas e das entidades e movimentos sociais que processo de ensino-aprendizagem. organizado de forma interdisciplinar e com base na ação-reflexão-ação. contribuindo para o exercício pleno da orientadas pelas diretrizes curriculares. reafirmando o direito à saúde como exercício de cidadania. seção 1. de 10 de julho de 2008. a sociedade se organiza para a efetiva proteção e promoção Portanto. garantir a formação de profissionais críticos. Fonoaudiologia. a partir de sua representação nos Conselhos e nas Conferências de sobre a realidade dos serviços e sobre o que precisa ser pedagógicas de profissionais vinculados ao ensino na área da Saúde. trabalhadores e comunidade. orientando sua ação. c) o uso de tecnologias diversificadas em saúde. registrados abrangem a formação e o desenvolvimento para a saúde a) a garantia da segurança e resolubilidade na prestação dos A composição do GT/DCN foi aprovada na 287ª RO/CNS. a intersetorialidade. 26 de fevereiro de 2018 VII . Farmácia. desenvolvendo do curso para a superação dos desequilíbrios na oferta de trabalhadores da saúde envolvam distintos atores sociais dos setores mecanismos que verifiquem a estrutura. no controle/participação social e no modelo assistencial. de 8 de dezembro de de forma sistematizada.html. que aprova o Regimento Interno do CNS. gestores e população em geral se desenvolvimento locorregional. observando-se: pactuações definidas com os gestores locais do SUS. pois a inter-relação comunicação e educação regulação da abertura e reconhecimento de cursos da área da saúde. a pesquisa igualitário às ações e serviços para sua promoção. na lógica da seguridade social. Além disso.Valorização da docência na graduação. Enfermagem. humanista. metodológicos que se configuram como dispositivos de Em sua 286ª Reunião Ordinária (RO). habilidades e comportamentais. transformado. tendo em vista: 2017. prática social. que as DCN retratem a forma como a produção social da saúde está IX . Odontologia. tendo em perspectiva: atendimento prestado aos indivíduos. que expõe o posicionamento contrário deste órgão colegiado Fisioterapia. GT/DCN reuniu-se regularmente ao longo de 2017 para tratar da "aprender a conhecer". requer uma formação interprofissional. sem que se b) diálogo com todos os espaços da vida social. de acordo com o Em uma perspectiva de construção coletiva e dialógica.754. ASSUNTO: Princípios Gerais para as Diretrizes Desta forma. consonância com os princípios e diretrizes do SUS e Resolução valorize suficientemente a extensão universitária. c) estabelecimento de uma relação mais próxima entre a utilização da rede de serviços instalada e de outros recursos e Por sua vez. a) a relevância da aprendizagem "no" e "para" o trabalho recuperação. A necessidades de saúde das pessoas e pela integralidade da atenção. o presidente da Câmara de construção dialógica.Utilização de metodologias de ensino que promovam Homologo a Resolução CNS nº 569. incluindo explicitação dos saúde. Tendo XII . cenários de prática e estratégias para a produção de conhecimentos fortalecidas quando desenvolvidas de forma articulada entre o X . os serviços públicos de saúde e a CNE suas contribuições às diretrizes curriculares da área da saúde. ao elevar a capacidade do exercício do e c) a relevância social do curso. área da saúde seja de.in. que inclua também a autoavaliação por parte perfil dos trabalhadores às necessidades sociais em saúde. ordenar a formação dos profissionais da área de nesse processo como agentes transformadores da sociedade. entre colocada e ressaltem que os trabalhadores da área estão inseridos perspectiva: outras atribuições. e proporcionem conhecimentos. A "educomunicação" contribui para o crescimento e o projetos político-pedagógicos coerentes com as necessidades sociais. autonomia dos estudantes. base na já citada Resolução CNS nº 350/2005. ANEXO interprofissional. mas o fundamentadas nos pressupostos da Educação Permanente em Saúde desenvolvimento do próprio sistema de saúde. projeto construído em parceria e/ou com Ministério da Saúde e o Ministério da Educação (MEC). É comum a priorização da pesquisa para efetivar a formação e as práticas para a educação e formação em saúde do Sistema Federal de Ensino. A Constituição Federal (CF) de 1988 determina que a em perspectiva a articulação entre gestão. de 9 de junho de 2005. A participação da sociedade se intensificou. no âmbito dos setores intervenção. executivas estudantis. trabalhadores e gestores do SUS. produção de novos conhecimentos direcionados para a atenção das comunidade. na regulação da ensino. com a utilização de instrumentos e métodos que avaliem destinado apoio técnico e financeiro a projetos. a qualidade e a humanização do em vista o conceito ampliado de saúde. de 10 garantir saúde plena para a população. um desenvolvimento de atividades de tutoria) e trabalhadores que atuam espaço de ensino-aprendizagem. conhecimentos. em observância ao Decreto nº 8. os processos e os profissionais de saúde atualmente existentes. forma articulada ao ensino e à pesquisa. para assegurar a profissionais nos diferentes contextos do trabalho em saúde. disseminação das melhores práticas e do apoio à realização de Neste cenário de múltiplos desafios. manifestando-se científica (sendo geralmente mais valorizados temas relacionados à comunicação em saúde. as chamadas "tecnologias leves". os modos relacionais de que busca expressar competências comuns para uma formação em (DCN) dos cursos de graduação da área da saúde. membros da Mesa Diretora/CNS XI . bem como nas estratégias e na promoção do processo de singularidades de cada um deles e as especificidades de cada pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa-ação e da pesquisa. com posicionamento contrário à autorização de todo e disposto na Resolução nº 407.000 horas. e contribuição questões relacionadas à formação e ao desenvolvimento dos avaliação dos processos de ensino-aprendizagem. bem como demais de gestores. permite o estabelecimento de espaços compartilhados de que a educação em saúde seja um instrumento que permita aos responsabilidade social do curso com a promoção do decisões entre instituições e diferentes setores do Estado que estudantes. como uma de suas estratégias para o alcance das metas aprimoramento do SUS. os pressupostos aqui cursos de graduação da área da saúde. página 61. por meio da educação em saúde com a realidade social. é fundamental transformação social. publicada no Diário relacionadas na Resolução CNS nº 287/1998. indicados cinco Conselheiros Nacionais de Saúde. em 11 de novembro de Biomedicina. RICARDO BARROS Espera-se que as diretrizes apontem para um perfil b) a integração entre os conteúdos curriculares. quais sejam. o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). famílias e comunidades. em um espaço de tempo adequado para a aprendizagem colaborativa e significativa. no âmbito da Comissão Intersetorial de gestores. como eixo a integração ensino-serviço-gestão-comunidade. o Conselho Nacional de Saúde (CNS) opera. conselhos e qualidade e as necessidades em saúde. associações nacionais de ensino. conscientes de seu papel enquanto cidadãos e agentes de processo de disputas empreendidas pelo controle/participação técnica e de ordem prática presencial. Atuando como mecanismos essencialmente democráticos. Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2. compromissos Esta contextualização exprime a importância de que a) a definição de critérios para o acompanhamento e a com o diálogo entre docentes. em reais demandas dos serviços de saúde e da população). que compreende o Saúde. em consonância com o A constituição do GT/DCN objetivou dar materialidade à federações das 14 categorias profissionais de saúde de nível superior preconizado na Recomendação CNS nº 024. o CNS. Odontologia. nos termos do Decreto de Delegação de Competência de 12 permitir a participação. entendemos educacionais dirigidas à formação de docentes (inclusive para o Único de Saúde (SUS) produziram mudanças na gestão. em um processo de construção coletiva que teve sempre e o "aprender a ser". utilizando as ferramentas e estratégias disponíveis parceria com o Ministério da Educação (MEC). A formação em serviço proporciona na rede de serviços de saúde em atividades de preceptoria. 86 ISSN 1677-7042 1 Nº 38. com participação das organizações de todas as resultados. profissão. ocorrida em 6 e 7 de transformação social. segunda-feira. enquanto Sendo assim. universal e de outubro de 2016. no debate. em Medicina. 515/2016. . bem como sua aplicabilidade nas relações em relação à autorização e reconhecimento de cursos de graduação alta tecnologia) e do ensino (comumente descontextualizado das interpessoais. conforme disposto na Resolução CNS nº ocorrida em 10 e 11 de novembro de 2016. na seguinte Segundo o artigo 200 da CF/88. e outras áreas de conhecimento afins. pesquisa e extensão. o "aprender a conviver" PREÂMBULO temática. programas e edifício sede do Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC). que abrangem: demonstração pelo novo curso da possibilidade de projetos de extensão universitária. visando o contínuo aprimoramento do Sistema Nacional Mudanças na formação desses profissionais ainda se profissões regulamentadas e das entidades e movimentos sociais que de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Capítulo ressalte-se que o documento foi debatido no âmbito do GT-DCN da qualquer curso de graduação em saúde ministrado na modalidade IV. contextual e SUS.Pesquisas e tecnologias diversificadas em saúde. socialmente relevantes. indispensável para considerando o caráter intersetorial da saúde e sua determinação CNS nº 350. no mínimo. partindo da reflexão (EPS) e que mobilizem o desenvolvimento de competências problemas de saúde. políticas sociais e econômicas que visem ao acesso universal e SUS constituem-se como campo de prática para o ensino. serviços de saúde. Psicologia e Enfermagem. Neste sentido. habilidades e atitudes que atuação dos trabalhadores/equipes/usuários na produção do cuidado que possam expressar os princípios e as necessidades do SUS. formulação e no controle da execução da Política Nacional de b) investigação de problemas de saúde coletiva pautada nos graduação da área da saúde. de esforços empreendidos nesse sentido podem ser identificados nas e Coordenadores da CIRHRT/CNS. o profissionais aptos a "aprender a aprender". A o trabalho no SUS como lócus produtor do conhecimento. tendo Educação Superior/CNE. promovendo a formação de Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação da Área da Recursos Humanos e Relações de Trabalho (CIRHRT/CNS). Os Conselheiros Nacionais de Saúde. 10% (dez por cento) do total de controle social. do GT/DCN da CIRHRT/CNS. controle social. compete ao SUS. Psicologia. habilidades e atitudes.Avaliação com caráter processual e formativo.005/2014) comunidade. "assegurar. representantes participar gestores do MS e MEC.br/autenticidade. do Saúde é direito de todos e dever do Estado. Os princípios do SUS (público. que pressupõe a implementação de estratégias intrinsecamente relacionada com a atuação profissional. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.Educação e comunicação em saúde. estudantes. 4.Formação presencial e carga horária mínima para integralidade da atenção. atenção. não se restringe à saúde.gov. inovação das propostas pedagógicas. da educação e saúde. como prática de gestão na área da saúde e as mídias e canais alternativos de comunicação para equipamentos sociais existentes na região. integral. 2016.200-2 de 24/08/2001. em Trabalho (GT) para discutir as Diretrizes Curriculares Nacionais especial. propostas. trabalhadores. mediante normas específicas elaboradas conjuntamente considerando: com o sistema educacional. b) que a avaliação tenha caráter processual. apresenta.ICP-Brasil. as ações estratégicas de educação na saúde são cidadania. éticas e políticas. demonstração da saúde. foram CIRHRT/CNS e em reuniões ampliadas em que foram convidados a Educação a Distância (EaD). Biologia. em Importante destacar a necessária indissociabilidade entre diferentes formas. em um contexto que busca aproximar as práxis da na medida em que fossem sendo amplamente discutidas no âmbito necessidades de saúde individuais e coletivas.

buscando superar a fragmentação do único. possibilitar que a atuação dos futuros profissionais nos serviços de I . "cabendo ao Poder Público dispor.080/90 apresenta como um dos consideradas como ambientes relevantes de aprendizagem. que instituiu um desenvolvimento de competências para a atuação em equipes desempenho de análise das necessidades de saúde de grupos de Estado Democrático destinado a assegurar o exercício dos direitos interdisciplinares e interprofissionais. respeitando seus considerados como agentes das mudanças necessárias para os resolubilidade no SUS. tendo em perspectiva a proteção responsável e saber que se apresenta quando são adotadas nas políticas I . grupos e comunidades. com os seguintes descritores: estabeleceu-se um pacto social que coloca como dever do Estado a positivamente nos riscos existentes na prestação de serviços de I . considerando que sua ação é fator importante na prevenção que incluam o contexto político. seja na atenção. considerando sua magnitude. a igualdade e a justiça como valores supremos de e de vigilância em saúde. e do trabalho em saúde. a entre ensino. formação.gov. também. docentes das instituições de ensino e preceptores dos constantes. desenvolvimento. III . Seção II . diretrizes e políticas do uma vez que os processos formativos devem considerar o acelerado de saúde. III . que institui a pelo código 00012018022600087 Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . socioeconômicos. bem como estabelecer intersetoriais de promoção da saúde. que atendem pessoas as diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição Federal.monitorar a transparência pública da contrapartida realidade de saúde do seu país e sua região. de de saúde se transforma em uma rede de ensino-aprendizagem ao garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à modo a construir projetos terapêuticos compartilhados.a assistência às pessoas por intermédio de ações de atribuições: Deste modo. da população brasileira a serem atendidas na construção de uma I . estudantes. da produção Ressaltamos. o disposto no artigo 5º da Lei nº social da saúde e da doença é central. precisa DCN. III . com a realização I . garantir o acesso aos programação e avaliação de sistemas e serviços de saúde. Neste contexto. profissionais estão sendo preparados. de saúde que atuam no SUS. sanitários e ambientais. de geração de novas ideias e proposições. consta que as ações II . frente aos muitos desafios que se apresentam nos cenários de de qualidade de vida. a atenção e o preventivas. O que se busca é a valorização da vida. entre ensino. bem como o atendimento às seja.in. de situações de saúde. incidência e uma sociedade fraterna. planejamento. um dispositivo estratégico para a formação. processo saúde-doença como orientadora. capazes de atuar na análise. orientadas pelas O Artigo 5º da Lei nº 8.080/90.relacionamento dos dados e das informações obtidas. A questão dos determinantes sociais.a identificação e divulgação dos fatores condicionantes erradicar a pobreza e a marginalização.Defesa da vida e defesa do SUS como preceitos Os cursos de graduação da área da saúde precisam formar saúde possa transformar.DA SAÚDE II . 2º desta lei. entre população. a partir sociais e individuais. Essa aproximação II . de saúde e a sua utilização pelo usuário. visando ampliar a explicação de formação na área da saúde também precisam expressar os princípios como trabalhadores e estudantes da área. ética. serviços de saúde.200-2 de 24/08/2001. sobre sua institucional das instituições de ensino nos campos de práticas dos relevante que as DCN dos cursos de graduação da área da saúde saúde. ambiental desigualdades. existência de recursos marginalização. humanista. as necessidades da população e para o desenvolvimento tecnológico A parceria objetiva. a atuação junto à igualdade da assistência à saúde. demonstrando o compromisso dos preceptores. ganhando sentido por estar relacionado à realidade do disposto no § 1º do art. serviço. entendendo que a aproximação com a realidade da prioridades. socioeconômico. que as experiências no trabalho são uma fonte sistemática de 8. Esta articulação é essencial. as transformações nos aspectos demográficos e nas instâncias decisórias das IES para favorecer a efetiva integração básica. no sentido de concretizar: avanços esperados. ambiental e demais aspectos que representam a diversidade III . ocorrência e intervenção. como ainda. educação e desenvolvimento recursos e equipamentos sociais existentes na região. assim como seu enfrentamento. socioeconômica. a redução das desigualdades sociais e regionais. Art. serviço.integralidade e humanização do cuidado. obedecendo ainda aos seguintes princípios. tendo em perspectiva a seguridade formação. Ao integrar o mundo do trabalho ao mundo da educação. atentando-se para as condições de vivenciar as políticas de saúde e de organização do trabalho em níveis de assistência. para social em saúde. se no próprio espaço da atenção e gestão do SUS.Dos Objetivos e Atribuições social. cursos da área da saúde com a promoção do desenvolvimento salários). O Conselho Nacional de Saúde reafirma seu compromisso diferentes níveis de atenção à saúde e proporcionar o A investigação de problemas de saúde coletiva comporta o com o disposto na Constituição Federal de 1988. bem faz com que o aprendizado seja fundamentado na reflexão das promover. justa e solidária. discriminação. Neste sentido.apresentar as demandas dos usuários e dos profissionais serviços de reabilitação do SUS e os serviços conveniados. Objetiva-se favorecer a construção de Para a consolidação do SUS. e sociais do trabalho. vulnerabilidade. na promoção da saúde e na epidemiológicos. A saúde é direito de todos e dever do Estado. à divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços V . conformidade com o Programa Nacional de Segurança do segmentados. e das relações. de orientação sexual. cidadania e defesa da democracia. Deste modo. práticas integradas com as demais ações e instâncias de saúde. 198. entre outras saúde-doença. de saúde. organizado de acordo com as seguintes diretrizes: diretrizes vigentes. a relevância pública das ações e serviços de desigualdades com equidade e atendendo às necessidades pessoais um processo de formação de sujeitos críticos e reflexivos.acesso e utilização de dados secundários ou informações oferta de políticas de proteção social e de redução da pobreza e das saúde. Não se integração em nível executivo das ações de saúde. nos campos econômico e social. rompendo com a dicotomia teoria-prática. para além do sentido Destacamos os artigos 196 e 198 da CF/88. o controle social em saúde causas e efeitos fundamentados na determinação social do processo que constam nos primeiros artigos da constituição cidadã. intelectual e Síndrome de Down. idade e quaisquer outras formas de gênero. sem articulação entre si. permanente integrada ao processo de trabalho dos serviços que realidade e processos assistenciais para os quais os futuros capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de recebem estudantes e docentes das instituições de ensino. gestão e comunidade. reduzir as desigualdades ambiente de aprendizagem dos estudantes e trabalhadores configura- e determinantes da saúde. protagonistas ativos de sua própria saúde.desenvolver ações de educação permanente para o participação em atividades de extensão e aos estágios curriculares. entre outras trabalho em saúde. nas ações de proteção da saúde coletiva de dados demográficos. pressupostos e objetivos fundamentais apresentam as necessidades atribuições: II . famílias. comunidade lhes garantirá conhecimentos e compromissos com a privilégios de qualquer espécie. acessibilidade e práticas institucionais (instituições de ensino e equipe interprofissional. incluindo a saúde ambiental. reflexiva. 5º São objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS): meio dos quais se pretende alcançar uma sociedade justa e solidária. a segurança. objetivando a formação de profissionais condicionantes e determinantes da saúde''. pautando o A Educação Permanente em Saúde (EPS) propõe um Art. nos termos da lei. em seu Art. por meio de O movimento "O SUS como escola". cabendo a ele. formulação de políticas. 197. na organização das linhas de pessoas e as condições de vida e de saúde de comunidades. tendo a determinação social do múltiplos aspectos de determinação. Da mesma forma. do contexto.acesso universal e equidade como direito à cidadania. na urgência e na emergência. os estudantes devem ser inseridos nos cenários promoção.a formulação de política de saúde destinada a Em parceria com os gestores da saúde e do ensino.apresentar as demandas dos usuários e dos profissionais adoecimento e à vulnerabilidade de grupos. sem preconceitos ou serviços de saúde) que sejam promotoras de inclusão social. mas sim. Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2. ambientais. a e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou de saúde que atuam no SUS. na perspectiva do controle/participação universal à saúde e do SUS. II . profissionais da área devem estar preparados a reconhecer e intervir prevalência das condições de saúde. epidemiológicos. o controle social em saúde práticas.participar do processo de fortalecimento da integração articulando os aspectos biológicos.Atendimento às necessidades sociais em saúde A integração das IES com as redes de serviços de saúde. por meio ritmo de evolução do conhecimento. assistência. visando à melhoria dos indicadores excelência técnica e relevância social. Assim. 196. tem papel relevante nesse processo. em educacionais somente abordagens estruturadas em temas governo.atendimento integral. entre outros: da rede de serviços para atender as demandas relativas à presença A diversificação de espaços de práticas permite aos alunos universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os de estudantes e docentes. o desenvolvimento e a soberania nacional. valorizem a carga horária destinada às atividades práticas. princípios e diretrizes para a dignidade humana. com prioridade para as atividades Paciente. movimentos e valores Nesta direção. sistema de saúde. III . crítica.participação da comunidade. discriminações institucionais. às pessoas assistidas. entendida como um conjunto de ações e instrumentos por (re)elaboração de conhecimentos que emergem da prática. disponibilidade de Os egressos de cursos da área da saúde devem ter formação das IES com o seu entorno. melhorar a realidade em que estão orientadores do perfil dos egressos da área da saúde trabalhadores com capacidade para desempenhar atividades nos inseridos. cor. e assistência não pode adicionar riscos aos usuários do SUS. as DCN devem contribuir para o cultural. Devem locorregional. segundo as prioridades definidas pela vulnerabilidade e transformação da realidade e de criação de novas formas de gestão sua regulamentação. IV . cabendo a ele.descentralização. portanto. sem preconceitos de que sejam consideradas as dimensões biológica. pluralista e sem preconceitos. a liberdade. comunitário. as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Em parceria com os gestores da saúde e do ensino. estimulando disseminar capacidade pedagógica nos serviços. e com a produção de conhecimentos direcionados para outros. relacionados à infraestrutura. geracional. sociedade livre.monitorar as condições de estruturação e reestruturação com Transtorno do Espectro Autista (TEA). nutricionais e alimentares relacionados ao cidadania. é primordial investir na presentes em nossa sociedade e os desafios atuais que se apresentam vínculos. que uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema científicas e nas políticas públicas. os valores II . Em síntese. no artigo 7º da Lei nº 8. 26 de fevereiro de 2018 1 ISSN 1677-7042 87 Deste modo. cultural. entre as instituições de ensino e as gestões municipais e estaduais saúde. e das AMAS. rede de serviços não suficiente para o quantitativo de comprometida com a melhoria da qualidade de vida e saúde da regional. que atendem pessoas com deficiência conveniados que integram o SUS são desenvolvidos de acordo com em saúde e o desenvolvimento regional/local. reconhecendo os usuários como fortalecido. com responsabilidade social e compromisso com a No que se refere ao atendimento das necessidades de saúde a seguir são apresentados pressupostos. promovendo o bem de todos. aqui na formação de profissionais preparados para atuar com pelas pessoas. ética e transformadora. tendo em vista as iniquidades da população brasileira. programas. tratando as clássico da aquisição de conhecimentos técnico-científicos. ausência de PCCS (plano de carreiras. psicológicos. de CAPÍTULO I . fiscalização e controle": pelo risco à saúde e à vida. de exposição a uma ambiente e saneamento básico. é direito à informação. cultural e política origem. do direito coletiva. cujos tem papel relevante nesse processo. os cursos devem abordar o processo saúde-doença em seus graduação na área da saúde. o cuidado e redes de atenção.br/autenticidade. atribuições das partes relacionadas à integração ensino-serviço- Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www. I . gestão e comunidade. a alocação de recursos e a orientação programática. Isso pode ser viabilizado a partir de parcerias estabelecimentos de saúde sob a responsabilidade do gestor da área também estar preparados para o desenvolvimento de ações estabelecidas com a rede de serviços de saúde instalada e outros como cenários de práticas para a formação. a observância do como trabalhadores e estudantes da área. o bem-estar. meio VI . bem de populações em seu território. com direção única em cada esfera de comprometida com a redução de agravos e iatrogenias. de agravos relacionados ao cuidado em saúde. de para o seu enfrentamento e importância técnica.fomentar ações de reconhecimento da educação trata de aprendizado empírico. devem incorporar o arcabouço teórico do SUS nos projetos objetivos do SUS. torna-se relevante a responsabilidade social práticas. na gestão ou no controle valores e crenças. As ações e serviços públicos de saúde integram pensamento crítico que conduz o seu fazer nas melhores evidências processo longitudinal de reflexão sobre a realidade do trabalho. tendo em vista o desenvolvimento dos trabalhadores e universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção. das iniquidades que causam o adoecimento dos indivíduos e das A EPS considera o mundo do trabalho como escola.qualidade e segurança na atenção à saúde. É fundamental que conste viabilizem pactuações e o estabelecimento de corresponsabilizações comprometidos com a democracia e com o direito fundamental à nas DCN a forma como a produção social da saúde é compreendida.participar do processo de fortalecimento da integração de práticas do SUS e outros equipamentos sociais desde o início da integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas. Com a CF/88. a gestão. sem prejuízo dos serviços assistenciais. as mudanças do processo de Importante que haja representação dos gestores de saúde de abordagens dos problemas de saúde recorrentes na atenção trabalho em saúde. por meio do enfrentamento dos problemas de saúde mais estudantes e disputas entre os setores público e privado. de morbidade e de mortalidade. as instituições de ensino. dos processos de trabalho. a partir de uma escuta qualificada dos problemas relatados formação e desenvolvimento de seus profissionais. é importante de problemas. culturais. que atendam III . prevenção de riscos e doenças. étnico-racial. com base nas considerações acima expressas.estabelecimento de diagnóstico de saúde e priorização a proteção aos direitos humanos e a erradicação da pobreza e da Em consonância com o disposto na CF/88. proteção e recuperação da saúde. sempre na perspectiva do equilíbrio entre ensino-serviço-gestão-comunidade. "a identificação e divulgação dos fatores ser formalizada por meio de convênios ou outros instrumentos que pedagógicos de seus cursos. cargos e generalista. uma formação comprometida com a superação controle social em saúde. em que a rede pública Art. monitoramento e avaliação prevalentes. constitui-se em II . Nesta direção.ICP-Brasil. ações estratégicas e se (re)constrói no cotidiano. incluindo os Ainda. segunda-feira. Na construção de habilidades e atitudes. que compreendam os princípios. ou coletividades. que atendam às necessidades sociais exemplo das APAES. o I . ações educativas devem ser compreendidas. .html. que apresenta sem privilégios nem preconceitos de qualquer espécie. sexo.080/90: necessidades sociais em saúde. proteção e recuperação. precisa ser redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso o autocuidado e a autonomia. exercício do controle social em saúde que envolvam a participação Essa inserção requer supervisão e acompanhamento utilização da epidemiologia para o estabelecimento de de estudantes. dentre elas: a dignidade humana. sobre específicas.Integração Ensino-Serviço-Gestão-Comunidade desenvolvimento humano e social. as social em saúde. raça.Nº 38. Os futuros considerando as dimensões de risco. sociais e promover o bem comum.

animal e III .Projetos Pedagógicos de Cursos e Componentes possível sua prevenção. como fundamentos da mudança na lógica da respeito às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). artigos 205. geracional. e promover o respeito à sua gestão. conforme disposto no ser estimuladas e apoiadas a desenvolverem Programas de enquanto exercício de cidadania determinado pela dinâmica sócio. a formação em saúde deve contemplar a ordenadora dessas redes. integração dos componentes curriculares "intra" e "inter" cursos. objetivando que os egressos estejam preparados para reorientar os atividades que articulem o ensino. n° 6.Integralidade e as Redes de Atenção à Saúde (RAS) metodológicos. A partir desses fundamentos teóricos. a Declaração concebe a saúde como um direito construídos com a participação ativa de representações de que contribuem para a redução das desigualdades e para a humano. § 3º.as dimensões ética. em que muitos não conseguem se e segura na APS assume uma importância estratégica. integral e equitativo. à autonomia dos apto a atuar para a integralidade da atenção à saúde. e a humanização e a na capacidade de promover o desenvolvimento regional a partir do dessa forma. estratégias direcionadas à garantia do acesso às ações e serviços de serviços da rede.795. área da saúde precisam apresentar estratégias alinhadas aos 7. As RAS caracterizam-se. alcoólica. pode obstruir sua participação plena e garantindo a melhor assistência e a segurança do paciente. a gestão em saúde e se que. na comunicação e nos serviços.a união indissociável entre a saúde humana. o CNS orienta que as diretrizes dos cursos IV .ocasião em que há IX . A atenção básica tem um papel estratégico no SUS. educação das relações étnico-raciais e história da intelectuais como o TEA. na família e na comunidade.compromisso das instituições de ensino e gestões intensa interação entre diferentes núcleos profissionais. de 27 de abril de do controle social em saúde. a Assembleia Geral da Organização das Nações modelo de atenção básica e como ordenadora das Redes de Atenção a comunidade. e para a ambiental. fragilidades e riscos existentes nessa cadeia de serviços. Gays. a baixa Um marco histórico da APS é a Declaração de Alma-Ata. com redação dada compartilhados entre instituições de ensino e serviços de saúde. sustentada por essas premissas.949/2009. em 2006. II . com base nas necessidades sociais e os melhores resultados de saúde. da ABNT. A legislação pertinente aponta para a "inclusão em equilibrar conteúdos e propiciar o desenvolvimento de habilidades e indígena[1]. princípios da interdisciplinaridade. a Política Nacional primária no atendimento às necessidades de saúde das pessoas. humanística e política. Ela se cuidado. vivências e reflexões sistematizadas pessoas". é importante que a graduação em saúde atividades. O preceito da integralidade aponta também para a se deve assumir e propiciar compromissos com a qualidade e a sistema. nos termos previstos no relações horizontais entre os pontos de atenção com o centro de III . da CF/88. de novos cuidados.ICP-Brasil. ao preconizado no Decreto nº A integralidade. familiares e comunidades na escolaridade. no atendimento das complexas e dinâmicas necessidades de saúde.626/2005. os serviços. a APS incorporou os princípios da Reforma epidemiológica e profissional. primeiro contato. especialmente as especificidades relativas à produção dos serviços de saúde. de 25 de junho de 2002. na informação. na Lei n° serviços e ações do sistema de saúde.639/2003 e nº 11. observando-se os seguintes individual em saúde. reconheceu um comunicação na APS. municipais. garante ao usuário uma atenção que abrange ações de interprofissional e colaborativa. ao valorizar os saberes dos sujeitos e promover sua VII . longitudinalidade. O trabalho colaborativo. são apontadas as trabalho das pessoas.envolvimento de diferentes setores da sociedade em consonância com o conceito de "Saúde Única". tratamento de agravos. superando a perspectiva fatores de risco modificáveis.compromisso das IES com o desenvolvimento de complementaridade de diferentes atores atuando de forma integrada. Deve-se considerar. a interprofissionalidade. tanto em intervenções diretas quanto em riscos indiretos interdisciplinaridade .394/96. Os trabalhadores da prevenção de erros e a produção de conhecimentos socialmente Ressalte-se que a Lei nº 13. soberanamente. redução de iniquidades. pode garantir a resolução de cerca de 80% formação dos profissionais e na dinâmica da produção do constituem o problema de saúde de maior magnitude no país e das necessidades e problemas de saúde da população. orientados para a cidadania.inovação das propostas pedagógicas. a formação dos mobilidade reduzida. mas econômicos. culturais.br/autenticidade. n° indivíduo.764. respeitando-se os mesmos princípios aqui apresentados.oportunidades de aprendizagem. com o objetivo de "proteger e garantir o total e ações e serviços de saúde. pela diminuição da hierarquia. que organizada e estruturada. permitindo acesso universal dos cidadãos aos saúde. para que os trabalhadores possam agir ambiente. que originou a Resolução Residência Médica. entre outros aspectos: Unidas (ONU) estabeleceu a Convenção dos Direitos das Pessoas à Saúde (RAS) no SUS. sociedade e tecnologias. TEA. pela centralidade nas necessidades em saúde curso e ao longo de todo o processo de graduação. É também reconhecer a iniquidades. O efetivo trabalho em equipe. as desigualdades no acesso à informação. para a interprofissionalidade . mental. portanto.html. em interação interfaces.611/2011 e na Portaria n° 3. buscando Essa Convenção foi incorporada à legislação brasileira em sistema verticalizado para trabalhar com um conjunto articulado de articular as dimensões biológicas. no compromisso em garantir a preservação e a utilização da melhor integralidade. de 06/03/2012. ao possibilitar uma comunicação produtiva nº 01.integração das ações de formação aos processos de possibilitando potencializar a atuação do usuário/paciente/sujeito. no meio físico. Nesta perspectiva. V . de diferentes densidades tecnológicas. eficiente. VIII . e advindos da inserção dos estudantes nos cenários de práticas. Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2. discentes. saúde. com olhar emancipatório. trabalho interprofissional e a participação social na gestão de suas Curriculares coerentes com as necessidades sociais em saúde Deste modo. equivalência de emenda constitucional.singularidade das instituições de ensino envolvidas no A integralidade. dignidade". pela responsabilização na atenção contínua e Ciências Humanas e Sociais como eixo transversal na formação de Convenção e seu Protocolo facultativo são uma referência essencial integral. tendo em vista a interconectividade existente entre elas. As DCN devem expressar a formação de um profissional organização do trabalho nas redes de serviços de saúde. VI . tendo em vista a relevância da formação em serviço redes. educação ambiental.in.050/2004. devendo cultura afro-brasileira. incluindo deficiências profissionais da saúde para atuar de forma efetiva. e possibilidade de escuta e atenção compartilhada para as Étnicos-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro- IX . sujeitos ocupando um mesmo espaço. fundamentada no Parecer CNE/CP de competências em serviço e de integração do processo de trabalho entre os profissionais. as diretrizes curriculares devem estimular a 12. enfatizando a reorientação do modelo assistencial. socioeconômicas. definidas como arranjos organizativos de I . quando se realizou a "Conferência Internacional sobre dinâmica do trabalho em saúde. serviços de saúde o mais próximo possível do cotidiano de vida e integralidade da atenção enquanto orientadora dos processos de Como determinantes sociais das DCNT. É um processo permanente de O exercício da Educação Popular em Saúde fomenta o VI . Entre outras formulações que constam no relatório final Os Projetos Pedagógicos de Cursos (PPC) devem ser considere os princípios e diretrizes das principais políticas públicas da Conferência. a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. ambulatórios de especialidades e hospitais gerais e gênero. A integralidade da atenção pressupõe a constituição de 1999. ampliando a aproximação entre instituições.identificação de oportunidades e de desafios na integral do processo de saúde-doença. centralidade dos usuários/pacientes. que institui a pelo código 00012018022600088 Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira .preservação da biodiversidade com sustentabilidade. precisa ser compreendido para além de diferentes integralidade na atenção à saúde. interdependência. de forma a desenvolver atitudes e valores por todas as pessoas com deficiência. psicológicas. [1] Em atendimento à Lei nº 9. reconhecendo os usuários dos (LIBRAS). além de prevenção e serviços como protagonistas ativos e co-produtores do cuidado em deficiência ou mobilidade reduzida. CNE/CP n° 1. logístico e de conteúdos do mundo real. língua brasileira de diversidade das pessoas com deficiência. com uma ou mais barreiras. serviços e outros à Política Nacional de Educação Ambiental. trazendo os Trazer esses princípios é reforçar o compromisso pela fortemente camadas pobres da população e grupos mais vulneráveis. o VI . desde o início do Artigo 5º. e fundamentais dos cursos de graduação da área da saúde estejam de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro destaca os seguintes atributos para as práticas da atenção básica: relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão. de 30/05/2012. intersetorialidade e Outro aspecto relevante a ser considerado na formação diz Estudos demonstram que a Atenção Primária em Saúde (APS).compromisso das instituições de ensino. 206 e 208. e. usuários e gestores municipais/estaduais do consolidação do SUS como sistema universal. 26 de fevereiro de 2018 gestão-comunidade. conceituais e Transtorno do Espectro Autista (TEA). Seu fortalecimento passa necessariamente pelo explicitação dos cenários de práticas e dos compromissos com a sim as barreiras existentes nos espaços. entendido enquanto Complementares como elementos constituintes da formação. tornando serviços locais de saúde centrados nas necessidades da população.645/2008 e à Resolução CNE/CP garantida a autonomia progressiva do estudante no desenvolvimento segurança do paciente. conteúdos curriculares. o qual. como tabagismo.a integração e a interdisciplinaridade. conforme disposto na CF/88. família e da comunidade e referenciados na realidade a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem e a No Brasil. intelectual ou sensorial. de 27 de dezembro de 2012. pelo cuidado interprofissional. conhecimentos. no cotidiano desse processo. bem interprofissionalidade. o fortalecimento da autonomia dos sujeitos e da prestação de serviços de saúde. e das Práticas Integrativas e natureza jurídica das instituições de ensino. Neste contexto. tem papel chave para o envolvam conhecimentos. que estabeleceram diretrizes para Educação das Relações da equipe de saúde. por meio do reconhecendo o conceito ampliado de saúde. contribuindo para a incorporação I . os projetos pedagógicos dos cursos da 10. Bissexuais. a resultado das condições econômicas e sociais. inatividade física e alimentação inadequada.compromisso com o desenvolvimento social.abordagem de temas transversais no currículo que efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais A Atenção Básica. para a Educação em Direitos Humanos. integralidade e coordenação. tendo em perspectiva sua adequação ao contexto social e a tais quais: a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). africana. deficiência "aquela que tem impedimento de longo prazo de um sistema complexo e. a Política Starfield (2002) também aponta a relevância da atenção É relevante que os PPC e os componentes curriculares Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. Pressupõe atenção focada no Nessa perspectiva. com com Deficiência. e a compreensão de que a saúde é o SUS. incluindo conceito. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. aumento da nº 3/2004. da ensino e serviço. segunda-feira. à proteção dos direitos da pessoa com Saúde. cidadania. eficaz sinais (Libras). de um sistema universal e integrado. e equilíbrio das relações de poder. A de uma população. efetivo trabalho em equipe. as instituições de ensino precisam setores envolvidos na atenção à saúde em sua concepção ampliada. como um dos princípios fundamentais do elaboração de projetos terapêuticos assentados na lógica 5. de 2008. e às condições de acessibilidade para pessoas com promoção. os princípios e diretrizes do SUS. ainda. em cursos de nível superior e de educação Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www. A ideia de rede pressupõe ruptura com o conceito de II . o Brasil decidiu. de ações e políticas que possam dar respostas às suas demandas. no sentido mais amplo desse objetivos e compromissos com os resultados sanitários e IV . com vistas à superação dos nós críticos comuns atitudes.146/2015 considera pessoa com área da saúde são atores importantes nesse processo ao atuarem em relevantes. as diferenças no acesso aos bens e aos serviços. atingindo constitui como o primeiro contato com o sistema. Também se constitui em um instrumento poderoso para garantir a pelas Leis nº 10.281. Brasileira e Indígena. hábitos e práticas de saúde. o gerenciamento dos riscos.formação de profissionais de saúde em consonância com na sua mitigação. rural. de 17 de junho de 2004. étnico-raciais. numa perspectiva colaborativa e cenários em que se produz saúde são ambientes relevantes e neles destacando-se o compromisso com a segurança dos usuários do interprofissional. como para a clínica/assistência VII . Multiprofissional e em Área Profissional da histórica. O Ministério da Saúde busca formação na área requer competências políticas no estabelecimento No âmbito da inclusão de pessoas com deficiência. pelo compartilhamento de profissionais com perfil generalista. de orientação sexual. buscam garantir a integralidade do cuidado. por meio da oferta de atividades de extensão. para tanto. que a Travestis e Transexuais (LGBT). enfrentamento dos problemas de saúde da região. . atividades educacionais e de atenção à saúde integral. além dos em 1978. proporcionando a integralidade e a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas. correspondem a cerca de 70% das causas de mortes. Educação Popular em Saúde. a partir segurança assistencial em saúde. Após uma atuação de liderança em seu processo de serviços básicos. desta forma. tendo em vista.284/2003. 88 ISSN 1677-7042 1 Nº 38. e Decreto nº 4. tendo as instrumento que gera maior respeito aos Direitos Humanos. da Autista. no que se refere à Língua Brasileira de Sinais SUS. demanda em sua de graduação da área da saúde considerem os pressupostos e processo de pactuação e contratualização das ações de integração essência (re)situar os usuários na centralidade do processo de fundamentos da promoção da saúde e seus determinantes. estados e colaboração sustentado pela parceria. pela formação de ambientais e educacionais. consumo de bebida Cuidados Primários de Saúde".respeito à diversidade humana. no que se refere Ainda. tanto em saúde coletiva.gov. ratificá-la com especializados.enquanto integração de diferentes campos de segurança na atenção à saúde. quando o fez. informação e canais de comunicação em rede. Parecer CNE/CP n° 8. igual acesso a todos os direitos humanos e liberdades fundamentais que integradas por meio de sistemas de apoio técnico. fortalecimento e consolidação do SUS. para um país com acessibilidade. ao disposto na Lei nº 9. dos povos tradicionais e comunicar. das famílias e comunidades na tomada de decisões e na elaboração CF/88. princípios: riscos existentes no sistema. às diretrizes nacionais para o sistema público de saúde.participação ativa da comunidade e/ou das instâncias necessidades das pessoas no processo de saúde-doença. urbano e natureza física. estabelecimento das RAS. Sanitária.098/2000.200-2 de 24/08/2001. nos Decretos n° 5. estaduais e federal do SUS com o desenvolvimento de intersetorialidade . na NBR 9. proteção e recuperação da saúde.Trabalho interprofissional VIII .planejamento e avaliação dos processos formativos. ressalte- consolidar e qualificar a Estratégia Saúde da Família (ESF) como de relações entre os trabalhadores. sintonia de autocuidado e a participação da comunidade na construção de municípios com as condições de biossegurança dos estudantes nos ações e finalidades. tendo como eixo a abordagem V . o aumento de investimentos em políticas sociais para a trabalhadores. no qual todos os cidadãos e à atuação fundamentada em princípios éticos. como coordenadora do cuidado e acerca dos direitos humanos e de pessoas com deficiência ou Nesta perspectiva. conscientização em relação aos direitos sociais previstos na Educação Permanente da rede de saúde. a transporte. contemplando também o reconhecimento dos de modo que sejam respeitadas as relações entre ser humano. a pesquisa e a extensão com a permite o compartilhamento de objetivos em comum para alcançar serviços de saúde.296/2004. devem compreender as V . Ela já propunha a instituição de procedimento ou profissional centrado. elaboração. Não é o limite individual que determina a deficiência. conforme disposto na Lei n° IV .

um consonância com as metodologias e com a dinâmica curricular os segmentos universitários nos espaços colegiados e pelo constante estetoscópio. A inovação em saúde requer o fomento a pesquisas com As metodologias participativas proporcionam espaços de incorporando as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). os vivas de relações dinâmicas em frequentes transformações. em consonância com estrutura dos PPC. A participação nas instâncias de participação social do tecnológico disponíveis. nas regiões de saúde ou junto às redes de portanto. os PPC leve-duras'. para os cursos Neste sentido. de práticas pedagógicas inovadoras. é considerada pessoa aprender a ser. diálogo e reflexão sobre temas diversos e promovem a criticidade em suas diferentes formas.200-2 de 24/08/2001.gov. em especial em um contexto de iniquidades sociais. sobre as relações humanas. a Segurança do Paciente é um dos atributos da valorização excessiva da pesquisa em detrimento da docência. uma outra que está presente no espaço discentes são sujeitos ativos na construção do conhecimento. entre outros. da maior sobrevida de pacientes com diversas doenças estratégico nesse processo. direito constitucional à saúde. aprender a conhecer. comunicação em saúde. gestores e profissionais de de um efetivo apoio institucional (técnico e financeiro). o SUS e seus O fortalecimento dos mecanismos de participação e A gestão do cuidado deve ocorrer com o uso de saberes e princípios. Desta forma. que institui a pelo código 00012018022600089 Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . tendo em vista as interfaces críticas comunicação em saúde é primordial para profissionais que processo deve considerar a Agenda Nacional de Prioridades de existentes no sistema.764/2012. O desenvolvimento de competências comportamentais tem formativa/emancipatória e como mecanismo fundamental de Ainda. com seus três mortalidade nos sistemas de saúde. requeridas na área de urgência e emergência. O processo avaliativo. e em particular seus valorização do trabalho na graduação e ao maior envolvimento dos resultados. o papel social dos cursos e das IES. implicadas com a produção das relações entre dois sujeitos. para que a educação em saúde seja um instrumento adequação que considere tecnologias específicas e a necessidade de preceptores. A organização estudantil no âmbito das instituições de ensino é dispositivos de todas as densidades tecnológicas. docentes e discentes. utiliza três tipos de valises: almejadas. pesquisa e extensão. desafios do trabalho para estimular e aplicar o raciocínio científico. crônicas e do expressivo quantitativo de acidentes e casos de comportamentos. de livre eleição pelos estudantes. trabalhadores. com vistas à formação integral. portanto. A "educomunicação" contribui para o crescimento e o um desafio para a saúde pública. Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) comtemplam as demais comunidades. e (4) favorecimento ao desenvolvimento relacionadas à vigilância sanitária. CAPES/MEC. e a prevenção e a reabilitação dos com base na reflexão sobre as próprias práticas e no gestores. trabalhadores e comunidade promovem a formação de exigem reflexão constante. de todos os envolvidos nesse processo. para atuar. construindo sentidos para a identidade profissional. a pesquisa e a extensão. formulando questões para a busca de respostas cientificamente Deste modo. excessiva aderência a Tendo em vista a relevância da aprendizagem "no" e "para" ("educomunicação") deve dialogar com todos os espaços da vida rotinas e padrões de comportamento ritualizados. Reforma Sanitária. o ausência de reciprocidade social. tendo em aprendizagem nos cenários de práticas e da qualidade da gestão e da geral se apropriarem das informações. (3) identificação da necessidade de complexo cenário e com a construção histórica no país em que a ativismo comunitário e estudantil. além do famílias e responsáveis. a partir das no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista. pleno da cidadania. desenvolvendo a curiosidade. para interação a distância e acesso a bases remotas de incorporação de novas tecnologias e desenvolvimento de indicadores uma atuação mais segura e proponham medidas para reduzir os dados. na sua concepção cuidado nas Redes de Atenção à Saúde. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www. entidades estudantis como centros/diretórios acadêmicos. os cursos de graduação devem fomentar Estabelecer uma relação mais próxima entre a área da saúde. conhecimentos em áreas prioritárias para o desenvolvimento das processos de aprendizagem colaborativa e significativa. educação de trabalhadores de saúde. possibilita aos discentes de saúde individuais e coletivas. que avaliem conhecimentos. seja nos Núcleos Docentes Estruturantes (NDE) (2) análise crítica de fontes. a partir do diálogo Vigilância em Saúde se insere. Os cursos de graduação da área da saúde devem utilizar qualidade do cuidado e tem adquirido. famílias. que se VII . 26 de fevereiro de 2018 1 ISSN 1677-7042 89 profissional técnica e tecnológica. atenção. públicas de saúde no Brasil. as ações previstas no âmbito do Programa interdisciplinaridade e em atividades desenvolvidas nas de graduação e para os estudantes. Os intensifiquem seus programas de formação docente. da sociedade. assim como em todo o mundo. abrangente. A velocidade do processo de fundamentadas nos pressupostos da EPS e que mobilizem o aprimoramento do SUS. papéis. favorecendo a autonomia e a alteridade. pessoas sob seus cuidados. ênfase na investigação das necessidades da comunidade. os processos e os incidentes associados ao cuidado em saúde. e os desafios da organização do trabalho em saúde. contribuindo para o exercício vista os aspectos fisiopatológicos e psicossociais singulares que esse atenção à saúde. manifestada por deficiência marcada de formar trabalhadores como sujeitos sociais com sensibilidade para comunicação em saúde. com a utilização de instrumentos e métodos violência civil. epidemiológica. coletiva. ao elevar a capacidade do exercício do transição demográfica e epidemiológica vivenciada pelo país nas desenvolvimento de competências pedagógicas de profissionais controle social. por 'tecnologias duras'. gestores. os processos avaliativos periódicos têm caráter situações de urgência e emergência.Valorização da Docência na Graduação. por meio da disseminação das Reafirmando os preceitos do SUS.Utilização de metodologias de ensino que promovam estudantis. observa-se nas instituições de ensino uma X . Elas e práticas que proporcionem informações e promovam diálogos colaborativos e conscientes de seu papel enquanto cidadãos e são frequentemente entendidas apenas enquanto tecnologias duras. estratégias educacionais dirigidas à formação de docentes (inclusive comunidade. a SUS (UNA-SUS). de temas relacionados à pessoa Propostas educacionais pautadas em práticas saúde. Este riscos e eventos adversos. docentes e estudantes. relacional trabalhador-usuário e que contém 'tecnologias leves' os docentes como facilitadores/mediadores/ativadores desse inclusive. docentes.Nº 38. Essa interação de pessoas.] o trabalhador. As tecnologias em formação política e cidadã requer a realização de atividades teóricas fundamental para garantir a formação de profissionais críticos.. sentido. falência em desenvolver e manter partir de competências técnicas. Comumente. Desta forma. tais quais o Sistema Universidade Aberta do comunicação verbal e não verbal usada para interação social. desenvolvendo saúde. do Considerando o caráter intersetorial da saúde e sua manifestados por comportamentos motores ou verbais estereotipados Profissional da Rede de Serviços e do Protagonismo Estudantil determinação social. gestores. gestores das instituições de ensino. as DCN devem expressar também uma formação direcionada social. é primordial que as IES. a inter-relação comunicação e educação ou por comportamentos sensoriais incomuns. tendo em perspectiva o com capacidade para o pensamento crítico e transformação da entre a própria prática. em todo o mundo. outra que está na sua cabeça e na qual IX .ICP-Brasil. que permita aos estudantes. interesses e atividades. restritivos e repetitivos de comportamentos. os modos relacionais qualidade de vida das pessoas. em saúde e dispositivos para a garantia da segurança no cuidado em saúde em consonância com os princípios do SUS. grupos e experimentação de novos modelos de intervenção. trabalhadores. pesquisadores e profissionais dos serviços de Nesta perspectiva. por meio metodologias participativas e critérios para o acompanhamento e a importância para os pacientes. Com vistas ao alcance das competências profissionais essencial para o avanço dos movimentos de transformação da [. com TEA aquela portadora de síndrome clínica caracterizada por: 1) Neste sentido. Por sua vez. categorias profissionais. a utilização de abordagens pedagógicas Ressalte-se que estão disponíveis.. atualmente. por exemplo. objetivando a melhoria do processo de ensino. O compartilhamento de informações em saúde traz para o desenvolvimento de atividades de tutoria) e trabalhadores que responsabilidades para a população sobre sua saúde e a saúde Também o envelhecimento populacional se configura em atuam na rede de serviços de saúde em atividades de preceptoria. deve privilegiar a O compartilhamento de informações e a criação de Ministério da Saúde. famílias. gestão ou controle social. o que irá favorecer a produção de integração entre os conteúdos curriculares. são com deficiência nos respectivos campos de conhecimento" e "o interdisciplinares e integradas ao cotidiano dos docentes. trabalhadores e melhores práticas e do apoio à realização de pesquisas de interesse de processos pedagógicos que abordem: história da saúde. população. Este quadro tem demandado adequações na na assistência em saúde. nas diretrizes dos cursos da área da saúde devem dialogar com esse contemplem os campos do ensino. Fortalecer competências relacionadas à educação e à que permitam melhor estimativa da resolubilidade da atenção. é importante que as DCN definam as competências Importante que seja prevista a participação estudantil na formulando perguntas e hipóteses e buscando dados e informações. estudantes. Neste e a formação dos trabalhadores da saúde. devem ser observados o A promoção do pensamento científico e crítico e a diversos tipos de condições clínicas agudas e traumas. quando promove o debate sobre É essencial que a avaliação tenha caráter processual. habilidades e atitudes. avaliação da os profissionais da saúde desenvolvam habilidades e atitudes para comunidades. e. o atitudes de escuta. finalmente. alteridade. desempenha um aumento no número de casos de urgência e emergência que e de qualidade. de forma a possibilitar instrumentos eficazes de comunicação são elementos fundamentais. visando o contínuo aprimoramento do Sistema Nacional eventos adversos. atitudes e decisões que os profissionais devem ter contextual e formativo. métodos e resultados.Pesquisas e Tecnologias Diversificadas em Saúde no sentido de evitar a agudização de doenças crônicas e prevenir os áreas do conhecimento. ou por meio de outros mecanismos de cogestão. é importante que a avaliação da aprendizagem ocorra em formação em saúde e deve ser reforçada por meio da paridade entre uma que está vinculada a sua mão e na qual cabe. que incluem também a autoavaliação por parte de das políticas públicas de saúde.. que privilegiem a Com as novas tecnologias que levam à formação de redes ou a pedagogia. o Portal Saúde Baseada em Evidências. políticas de saúde e objetivam contribuir para a qualificação do gestão e atenção do SUS. o que possibilita educar cidadãos produção de novos conhecimentos em saúde. no movimento estudantil e nas entidades de representação de científico e tecnológico direcionado para a atenção das necessidades saúde do trabalhador. segunda-feira. na gestão do trabalho e na Portanto. políticas controle social na elaboração da política de saúde brasileira.Avaliação com caráter processual e formativo Por sua vez. éticas e Telessaúde Brasil Redes e o Portal de Periódicos da relações apropriadas ao seu nível de desenvolvimento. pautadas na olhares que se completam e interligam: para as IES. Neste cenário. e 2) padrões políticas. organização dos serviços de saúde.in. a produção científica e o desenvolvimento fortalecimento das ações de promoção e proteção à saúde realidade. estruturas e formas de organização agentes de transformação da sociedade. cursos de graduação diz respeito à Comunicação em Saúde. gestores e população em profissionais preparados para atuarem junto aos idosos. interesses restritos o trabalho em saúde. empatia. que compreende o práticas vivenciadas na formação. estimulando atividades que enfoquem a promoção da saúde compartilhamento de saberes com profissionais da saúde e outras XI . bem como uma caneta. informação e conhecimento. o aprender a conviver e o favorece o aprendizado coletivo e a construção de redes de Para efeitos da Lei nº 12.. . como a pais e responsáveis". propiciam o a aprendizagem colaborativa e significativa participação e democracia interna nas instituições de ensino é trabalho vivo em ato. os núcleos de conhecimento e práticas previstos atividades complementares. VIII . diretórios de atuação dos trabalhadores/equipes na produção da saúde. agravos. gestores. no Brasil. Comunidades de Práticas. avaliação dos processos de ensino-aprendizagem. diretrizes para a tomada de decisões e definição de prioridades. o aprender a fazer. A cultura de aplicam diretamente ao cuidado e que. Pesquisa em Saúde. há um sido reconhecido como essencial para um cuidado em saúde seguro regulação e melhoria da qualidade da educação.] (MERHY. comunicação e atenção aos tendo em perspectiva a formação de profissionais aptos a prestar que ocorre em virtude do maior número e maior longevidade da riscos e eventos adversos. grupos e comunidades. possibilitando também que tendo em vista o bem-estar do indivíduo. recomenda-se a inclusão compreender o papel dos cidadãos.br/autenticidade. no sentido de a Política Nacional de Atenção às Urgências. tendo das instituições de ensino precisam ser reorientados considerando. com base na produtores e indicadores da democracia na organização do trabalho políticas sociais e o estabelecimento de prioridades de pesquisa em ação-reflexão-ação. suas transformações. representam uma elevada morbidade e professores com o PPC e seu aprimoramento para a implementação de Avaliação da Educação Superior (SINAES). com vistas à integralidade da atenção à saúde. público apresenta. na lógica da seguridade social. pois ela é central para a mobilização e participação da e fixos. a comunidade porém. que só processo. em um processo formação e desenvolvimento dos trabalhadores da área da saúde. Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2. que promovam a aprendizagem significativa. por exemplo. demandam atenção dos hospitais e serviços de saúde em geral. diálogo com movimentos sociais. 2006). grande Visando modificar esse cenário. com reflexões coletivas que ofereçam que devem contemplar: a assistência direta aos pacientes nas processos de ensino-aprendizagem. comportamentais. A educação na saúde tem papel atenção à saúde de forma resolutiva e integral.html. Esse a participação dos profissionais da rede de serviços em programas saúde e as mídias e canais alternativos de comunicação é fenômeno requer da gestão e das instituições formadoras uma permanentes de formação e desenvolvimento para atuarem como fundamental. o conhecimento e a discussão consolidadas.Educação e Comunicação em saúde cabem saberes bem estruturados como a clínica ou a epidemiologia para o processo de ensino-aprendizagem. famílias. envolvendo na sua realização. pautada pela participação e diálogo. articulando o ensino com Uma dimensão importante a ser incluída nas DCN dos tem existência em ato [. construída coletivamente e publicada pelo A estrutura dos cursos. usuários e tipos que expressam uma caixa de ferramentas tecnológicas formada Recomenda-se a utilização de metodologias diversificadas outros sujeitos da comunidade. por exemplo. entre vários outros definidas pelos Projetos Pedagógicos dos Cursos. Sugere-se que as avaliar evidências e práticas no cuidado. Espera-se que os profissionais de saúde tenham papel indutor fundamental para viabilizar mudanças na graduação. torna-se necessária a implementação de social. saúde estão necessariamente atreladas ao cuidado em saúde. nas cidades. que expressam uma caixa formada por 'tecnologias participação e a autonomia dos estudantes. temas dinamismo das mudanças sociais e científicas que afetam o cuidado produção de novos conhecimentos requerem: (1) utilização dos prioritários de saúde pública em todo o território nacional. atuam/atuarão no âmbito do cuidado. importantes deficiência persistente e clinicamente significativa da comunicação e participativas. possibilitando o diálogo com a sociedade sobre o últimas décadas repercute em uma série de novas questões para vinculados ao ensino na área da saúde. executivas de curso. ambiental e à SUS. portanto. atuarem de forma efetiva na complexidade do trabalho em saúde. bem profissionais aptos a aprender a aprender. os estudantes são corresponsáveis nos de construção dialógica. pode ferramentas e estratégias que contribuem para a educação e a da interação sociais. comprovadamente eficazes quando se abordam processos que incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados gestores. suas expressões e seu impacto na acadêmica deve estimular o fortalecimento e a independência de à utilização das chamadas "tecnologias leves". com vistas à instrumentos que verifiquem a estrutura. com a finalidade de oferecer uma assistência segura.

Único de Saúde. para o fortalecimento da Brasília: 2016. Medicina e Nutrição. e dá outras providências. § 3o do art. Diário Oficial da União. o planejamento da saúde. modalidade a distância. de 25 de junho de Graduação em Medicina e dá outras providências. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de formação dos trabalhadores da área ocorra na modalidade Presidência da República. 1988. Parecer CNE/CES nº 1. Conselho Nacional de Saúde. 90 ISSN 1677-7042 1 Nº 38.000 horas. e especialmente o aprender a ser. atenção à saúde.146. Diário Oficial da União. Brasília. engendram processos teórico-metodológicos que se constituem em Oficial da União. . Ministério da Saúde. conteúdos teóricos.996. Aprova a significativo nos serviços de Saúde. Aprova coletiva seja pautada nos pressupostos teórico-metodológicos da proteção e recuperação da saúde. graduação na modalidade a distância. pois suas concepções dos serviços correspondentes e dá outras providências. Regulamenta a Lei nº 8. de 3 de maio de 2006. Revista de Saúde requer interação constante entre os trabalhadores da área. 22 de agosto de formação dos trabalhadores da área da saúde deve ser viabilizada 2007. 23 de junho de 2014. Brasília. BRASIL. 27 de agosto de 2009. 23 de Delegados na 15a Conferência Nacional de Saúde. pressupõe Portaria GM/MS nº 971. a qualidade e a humanização do atendimento prestado aos 10 de junho de 2002. 26 de fevereiro de 2018 Neste contexto. Conselho Nacional de Saúde. Publica as autorização de todo e qualquer curso de graduação da área da saúde de 1996. DF. Secretaria de Atenção à Saúde. 29 de 2014. Ministério da Saúde.508. Poder Executivo. suas alterações e demais legislações pertinentes. DF. Defere a Renovação do Certificado de que a graduação dos trabalhadores da área da saúde ocorra por meio Portaria GM/MS nº 1.G. Institui qualificação do cuidado em saúde e a aprendizagem "no" e "para" no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). a organização e o funcionamento critérios de regulação para a autorização e reconhecimento de cursos pesquisa-ação e da pesquisa-intervenção. 31 de dezembro de 1990. que consolida as normas sobre os direitos e deveres dos Federativa do Brasil. p.005. Neste sentido. âmbito do Sistema Único de Saúde (PNEPS-SUS). DF. Brasília. considerando. Institui a Por fim. Brasília. Educação como Prática da Liberdade. A formação na área da saúde não se limita a oferecer Institui a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde FREIRE. diálogo e acesso a práticas colaborativas. de 11 de dezembro de 1990. que. Porto Alegre: Rede UNIDA. Brasília. Brasília. é imprescindível União. 1978. Brasília: sobre as diretrizes para a implementação da Política Nacional de UNESCO/Ministério da Saúde. Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). o Conselho Nacional de Saúde. de 27 de agosto de 2009. Micropolítica e saúde: produção atenção. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. recomenda-se que a carga-horária total dos cursos de Nacional de Saúde Integral de Lésbicas. de 1 de dezembro de 2011. PNS 2016 . no mínimo. 20 de setembro de Ministério da Saúde. O Secretário de Atenção à Saúde. M.º 08/2007 e outras providências.142. Lei nº 13. P. Brasília: Ministério da Saúde. Casa Civil. de 2011. Travestis e Transexuais (Política Nacional de Saúde Integral LGBT). do cuidado. serviços e tecnologias. O cuidado é um acontecimento e não um atitudes que não podem ser obtidas por meio da modalidade EaD. 13 de novembro de 25000.E. de 19 de setembro de 1990. fazer. população. estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não a integração entre o ensino.br/autenticidade. os serviços de saúde e a comunidade. Resolução nº 287. 142 da REFERÊNCIAS União. S. ato. fins de atuação do CNS. B. nas vulnerabilidades das pessoas e grupos sociais. ratificamos o posicionamento contrário à providências. DF. não se viabilizam com a Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: princípios e Declaração de Alma-Ata. Poder Executivo. promovem e qualificam os Presidência da República. aprender a conhecer. 1º Fica deferida a Renovação do Certificado de 10 de maio de 2016. Resolução nº 515/2016. providências. Diário Oficial da União. Poder Executivo.PNE e dá outras União. a DF. 2014. oferta de cursos a distância: a formação em saúde não pode ocorrer Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Casa Civil.200-2 de 24/08/2001.060. 69-78.761. Lei nº 8. Regulamenta o art.581/0001-44.080. bem como os diagnósticos situacionais de cursos de necessidades de saúde. 8 de julho Livramento (RS). ou seja. Poder Executivo. Entidade Beneficente de Assistência de cursos presenciais. Brasília: 2017. Psicologia e Saúde Pública: contribuições técnicas e políticas para competências que se adquirem nas práticas inter-relacionais.112.394. Brasília. 2014. A Renovação tem validade pelo período maio de 2016.080. DF. DF. entidades beneficentes de assistência social. que dispõe sobre a elaboração. Brasília.764. Conselho Nacional de Art. para assegurar a integralidade da Pública. regulamentada pelo 10 de julho de 2008. pelos Diário Oficial da União.2019. OMS. as DCN devem expressar a necessidade de Poder Executivo. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua de dezembro de 1996. Alma-Ata. Presidência da República. que dispõe sobre o exercício das funções de regulação. indivíduos. Poder Executivo. de modo a evitar riscos. Não nos referimos aqui às oportunas Tecnologias de Oficial da União. DF. publicação. Diário usuários da saúde. 2014. dispositivos de transformação social.101 de 27 de novembro de junho de 2011. DF. 2004.C. Ministério da Saúde. que estabelece as diretrizes e bases da Saúde. prestação anual de serviços ao SUS no percentual mínimo de 60% supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos Institui as diretrizes para a celebração dos Contratos Organizativos (sessenta por cento). Para além dos conhecimentos requeridos para a como estratégia do Sistema Único de Saúde para a formação e o Rio de Janeiro: Paz e Terra. que concluiu pelo atendimento dos Brasília: 2011. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares publicado no livro de EPS de Honduras. DF. 25 de maio de 2017. ela exige o desenvolvimento de habilidades e desenvolvimento de trabalhadores para o setor dá outras MERHY. Diário Oficial da União. que a maioria deles não Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Social. buscando a Portaria GM/MS nº 1.in. Poder Executivo. Poder Executivo. refletindo uma formação inadequada e sem a necessária integração Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Dispõe sobre as condições para a promoção. bem como pelos riscos que estes trabalhadores Presidência da República. evidências. para além das pesquisas baseadas em BRASIL. integração entre ensino. Deficiência. Oficial da União. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa com e usuários dos serviços de saúde. Brasília. Diário Oficial da União. Resolução CES/CNE nº 02/2007. Sistema Único de Saúde (SUS). segunda-feira. Poder Executivo. Atenção Integral à Saúde do Homem. Poder Executivo. Diário Oficial da presencial. Aprova o Plano Nacional de Educação . Recomendação nº 024. Lei nº 8. DF. referenciados nos mais altos padrões das práticas de setembro de 2017.500/GM/MS. Poder Relaciona categorias profissionais de saúde de nível superior para Executivo. Poder Executivo. visto tratar-se de DF. de 20 de agosto de 2007. Brasília. possam causar à sociedade.133/2001. Diário Ministério da Educação. Portaria GM/MS nº 793. Diário de graduação da área da saúde. Decreto nº 8. 26 de maio de 2017. por meio da já referida Brasília.754. de Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. 2011. A modalidade a distância desconsidera que a graduação em saúde transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011-2022. constante do Processo nº saúde e a articulação interfederativa. CNPJ nº superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. a Política Nacional de PORTARIA Nº 203. Poder Executivo. de 11 de novembro de 2014. Brasília. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do horária total mínima de 4. avançar o SUS. de 28 de setembro de BRASIL. In: Conselho Federal de Psicologia. 2006. educação nacional. 20 de novembro de 2013. Brasília: Ministério da Saúde. a proposição. 2 de abril de 2013. estudantes 2002.944. 2002. Brasília. Brasília. de 10 de julho de 2008. 11 de 96. O Direito à Saúde. de 5 de junho de DALLARI. Poder Executivo. na área de Saúde. 98 da Lei no 8. de 20 de dezembro Resolução nº 507. reitera-se que a Oficial da União. ainda. 7 de julho de 2015.ICP-Brasil. Portaria GM/MS nº 198. tramitação e a consolidação de atos normativos no âmbito do aos usuários. Brasília. Poder Executivo. 1997.000 horas integralizadas em no mínimo 4 Tendo em perspectiva a garantia da segurança e Sistema Único de Saúde . Conselho Nacional de Saúde. 4. DF.600. Diário Oficial da União. Poder Executivo. posicionou-se de forma contrária à Ministério da Saúde.836. Lei nº 12. 1989. propostas. Poder Executivo. Brasília-DF. Poder Executivo. Brasília.496761/2017-32.A. Portaria de Consolidação nº 1/GM/MS. da Santa Casa preenche o número de vagas ofertadas. Considerando o Parecer Técnico nº 104-SEI/2018- Único de Saúde .Diário Oficial da União. L. Diário Oficial da União.html. a médio e a longo prazos. Plano Nacional de Saúde .124. Poder Presidência da República. DF. Aprendizagem e conhecimento nos encontros e no compartilhamento de experiências.SUS e sobre as transferências (quatro) anos para os cursos de graduação da área da saúde que não resolubilidade na prestação dos serviços de saúde à população intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá se encontram contempladas no Parecer CES/CNE n. Entretanto. o aprender a Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Institui a Política Nacional de Proteção dos Ministério da Saúde. ROSCHKE. Diário CGCER/DCEBAS/SAS/MS. de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES). a assistência à Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Diário Oficial da Considerando a competência prevista no art. Constituição da República Portaria GM/MS nº 529. 2006. o que demonstra não apenas Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS). Conselho Nacional de Educação.Brasília. Brasília. Diário Oficial da processos pedagógicos na área da saúde. Poder Executivo. área da saúde. devidamente utilizadas.446. 4 de maio de 2006. de forma dissociada do trabalho em saúde. Lei nº 13. FEUERWERKER. Institui o 2017. Brasília. SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE por meio de cursos na modalidade presencial. de 27 de novembro de graduação da área da saúde deve ser de. 25 de abril de 2012. reafirmamos que a defesa pela formação presencial Decreto nº 8. Bissexuais. com sede em Santana do a impropriedade.039. Presidência da República. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com União. Constituição (1988). DF. Brasília. DF.057. de 24 de abril de 2012. Poder Executivo. Política ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE/OMS. modalidade EaD na graduação em saúde. procedimentos. Casa Civil. de Oficial da União. OPAS/OMS: Honduras. 140-161. garantir-lhes ampla publicidade até que seja consolidado o Relatório de seus profissionais. Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência no âmbito do Sistema Considerando a Portaria nº 2. Resolução nº 350. essencialmente presenciais. de 6 de julho de Graduação em Enfermagem. na área de Saúde. com sede em Santana do Livramento (RS).101. como também a desnecessidade de cursos EaD na Diário Oficial da União. DF. Brasília. de Executivo. Secretaria de Vigilância em Saúde. de 4 de agosto de 2015. Conselho Nacional de Saúde. de 1 de abril de 2013.394. 26 de junho de 2014. imediato. Ministério da Saúde. e o aprender a viver juntos. no uso de suas comprometida com a qualidade e necessidades em saúde da Institui. dezembro de 2012. de 20 de junho de Informação e Comunicação em cursos de graduação na modalidade 2012. Brasília. Brasília: Senado Federal. de 08 de outubro de 1998. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de presencial. para dispor sobre a organização do Sistema Portaria GM/MS nº 2. da Santa Casa de Misericórdia. Dispõe desordenado. de 09 de junho de 2005. DF. no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). de 9 de maio de Entidade Beneficente de Assistência Social. p. (PNPIC) no Sistema Único de Saúde. I Fórum Nacional de sem o contato direto com o ser humano. Decreto nº Oficial da União. 80 da Lei nº 9.773. DF. de Misericórdia. DF. Ministério da Educação. 19ª ed. Lei nº 9. DF. ensino-serviço-gestão-comunidade. Atenção Primária: Equilíbrio entre Desta forma. a organização e o funcionamento do Sistema BRASIL. Diário Oficial da União. Poder Executivo.M. de 7 de julho de 2011. de 19 de Ministério da Saúde. Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2. A aprendizagem significativa.gov. serviços e comunidade no âmbito do Parágrafo único. requisitos constantes da Lei nº 12. O Ministério da Saúde. 2009 e suas alterações. Diário Considerando a Lei n° 12. DF. 2014. que se realiza diretrizes. com vistas a prejuízos que tais cursos podem oferecer à qualidade da formação dezembro de 1996. Diário Oficial da União. Portaria Interministerial nº 1. 3 de outubro de 2001. e altera o Resolução nº 515. de 28 de dezembro de Recomenda ao Conselho Nacional de Educação a definição da carga cursos de graduação da área da saúde 1990. com base em reconhecimento clínico-epidemiológico e Institui a Política Nacional de Educação Popular em Saúde no Ministério da Saúde. a Política atribuições. Plano de ações BRASIL. Portaria GM/MS nº 1. Resolução nº 3. Poder Executivo. Decreto nº 9. é preciso que a investigação de problemas de saúde setembro de 1990. DF. DF.Formação presencial e carga horária mínima para Ministério da Saúde. Altera o Decreto no 5. de 23 de maio de 2014. de 1º de janeiro de 2018 à 31 de dezembro de 2020. pela Autismo (TEA). que revelam um quadro Educação Permanente em Saúde e dá outras providências. DF. Diário Oficial da União. XII . 2009. e 7. 1988. Tradução livre do original convivência. Brasília. 1990. 2016. Brasília. 5 de agosto de 2015. Brasília. DF. gestão e formação. Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Art. diretrizes e moções aprovadas pelas Delegadas e ministrado na modalidade de Educação a Distância (EaD). Objetivando garantir uma formação profissional Portaria GM/MS nº 2. que institui a pelo código 00012018022600090 Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . Diário Oficial da Ministério da Saúde. Brasília. Secretaria de Atenção à Saúde. de 27 de Final. 16 de fevereiro de 2004. DE 15 DE FEVEREIRO DE 2018 o trabalho.242. Gays. Brasília. pois ela apresenta uma singularidade que inviabiliza a 2015. resolve: Presidência da República. de 20 BRASIL. 28 de dezembro de Câmara de Educação Superior. Diário incompatível para o adequado exercício profissional. 2 de dezembro de 2011. de 28 de na área da saúde visa a segurança na realização de processos e Único de Saúde. de 13 de fevereiro de 2004. brasileira. famílias e comunidades.SUS. efeitos adversos e danos Portaria GM/MS nº 2. É fundamental que a DF. que dispõe sobre a certificação das em consonância com o disposto na Recomendação CNS nº 24. de 7 de outubro de 2016. E. considerando o crescimento exponencial e Portaria GM/MS nº 1. STARFIELD. atuação profissional. de 16 de março de 2016. de 28 de junho de 2011. de 19 de novembro de 2013. FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.