You are on page 1of 12

AHMED, Sara. Selfcare as warfare.

Disponível em:
http://feministkilljoys.com/2014/08/25/selfcare-as-warfare/​
, 2014.

AILITH, L'lerrét. ​
The Men Who Love Us​
. Disponível em:
http://www.llerretallure.com/blog/2015/4/18/the-men-who-love-us​
, 2015.

ANDRADE, Luma Nogueira de. ​ Travestis na escola : assujeitamento e resistência à ordem
normativa​
. Tese (doutorado) – Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Educação,
Programa de Pós-Graduação em Educação, Fortaleza, 2012.

ANSARA, Y. Gavriel, e HEGARTY, Peter. Cisgenderism in Psychology: Pathologising and
Misgendering Children from 1999 to 2008. ​Psychology and Sexuality​
3, no. 2: 137–60, 2012.

[Anzaldua, Borderlands:79]
ANZALDUA, 1981:Speaking in Tongues

ANZALDÚA, Gloria and MORAGA, Cherrie (eds.). ​ This Bridge Called My Back: Radical
Writings by Women of Color​
. New York: Kitchen Table: Women of Color Press, 1983.

BAGAGLI, Beatriz P. ​
O que é cisgênero?​
Disponível em: h
​ttp://bit.ly/1SckEHi​
, 2014a.

_______. ​
Cisgeneridade e silêncio​
. Disponível em: h
​ttp://bit.ly/1Fe7vUR​
, 2014b.

BAUER, Greta R., et al. "'I Don't Think This Is Theoretical; This Is Our Lives': How Erasure
Impacts Health Care for Transgender People". ​ Journal of the Association of Nurses in AIDS
Care​
, Volume 20, Issue 5, September-October, 2009.

BENTO, Berenice. As famílias que habitam “a família”. ​ Revista Sociedade e Cultura​
, Goiânia,
v. 15, n. 2: 275-283, jul./dez. 2012. Disponível em h
​ttp://bit.ly/1lNbIcw​
, 2012.

BENTO, 2011:85-86 - Stonewall

BETTCHER, Talia Mae. Trapped in the Wrong Theory: Rethinking Trans Oppression
and Resistance. ​
Signs: Journal of Women in Culture and Society,​
vol. 39, no. 2 (inverno de
2014):383-406. Chicago: The University of Chicago Press. Disponível em:
http://bit.ly/1Mxw8l0​ , 2014a.

_______. Transphobia. In: “Postposttransexual: Key Concepts for a 21st Century Transgender
Studies”, edição especial de ​
TSQ: Transgender Studies Quarterly​
1, n. 1-2 (primavera de
2014):249-251. Disponível em: h​ttp://tsq.dukejournals.org/content/1/1-2/26.full.pdf​,
2014b.

BOURDIEU, A distinção:13

BRAH, Avtar & PHOENIX, Ann. Ain’t I A Woman? Revisiting Intersectionality. Journal of
International Women’s Studies, vol. 5, número 3, 2004.

Canoas. Brasília: Ministério da Saúde. ​Lenguaje. Poder e Identidad​ . 2004.ly/coacci2013​ . “Eu tenho um amo implacável: a natureza das coisas”: discursos jurídicos acerca das transexualidades no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (1989-2010). ​ Michel Foucault y la colonialidad del poder​ . Disponível em: ​ http://bit. n. Gays. Trad. COACCI. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos. Bogotá. 2013. Comissão Nacional da Verdade. Disponível em: http://bvsms. _______. BUTLER.ly/1wqEOzU​. BUTLER. Ministério da Saúde. Trad. n. Preciado. BRASIL. CA: Stanford University Press. ​Portaria nº 1.​Trad. CASTRO-GÓMEZ.html . Acesso em 22/jan/2015.820. 2013. Acesso em 22/jan/2015. 1993. Tabula Rasa. Nova Iorque: Routledge. Javier Sáez e Paul B. Ministério da Saúde. Comissão Nacional da Verdade. 2011. _______. CAMPUZANO. Brasília: CNV.​The Psychic Life of Power: Theories in Subjection​ .br/bvs/saudelegis/gm/2009/prt1820_13_08_2009. Acesso em 18/jun/2015./jun. Disponível em: http://hemisphericinstitute.gov. Brasília: Ministério da Saúde. 2014. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2003. 24: 45-62. Relatório sobre violência homofóbica no Brasil: ano de 2012. Bissexuais. Barcelona: Ediciones Paidós Ibérica. jan. 2007. Ministério da Saúde. Disponível em: http://bit. Disponível em: http://bit.saude.). 1997a. ​Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade. BRASIL. 6: 153-172. ​Carta dos direitos dos usuários da saúde (3. Travestis e Transexuais​ .ly/1AJNbtj​ . Santiago. ​ Undoing gender​ . _______. 1997b. Prólogo ao Museu Travesti do Peru. Instituto Hemisférico de Performance y Política. _______. Acesso em 18/jun/2015. _______. 2007. 2009. _______. Redwood City. dez. Acesso em 24 de maio de 2015. Brasília: Ministério da Saúde. ​ Revista Diálogo​ . Renato Aguiar. New York: Routledge. ​Bodies that matter: on the discursive limits of “sex”​ . ​ El género en disputa: El feminismo y la subversión de la identidad​ . Relatório: textos temáticos. Judith.org/hemi/es/campuzano-presentacion​ .ly/1yTzf4C​ . . Madrid: Editorial Síntesis. ​ Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas. Secretaria de Direitos Humanos (SDH). DE 13 DE AGOSTO DE 2009: Dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde​. Disponível em: h ​ttp://bit. 2010. Giuseppe.BRASIL. Judith. Maria Antonia Muñoz. Thiago.

Tradução para o português disponível em: [LINK] CRENSHAW. Um panorama da violência contra as pessoas LGBTI na América: um registro que documenta atos de violência entre 1º de janeiro de 2013 e 31 de março de 2014. Stonewall 40 + o que no Brasil? Coleção CULT n. 2003. ​ Transgender Rights. Resolução CFM nº 1. 3: 437-465. 39..org/pt/cidh/prensa/notas/2014/153A. Available at: ​ http://bit. 9. Cathy. A Cliché Trapped in a Metaphor’s Body. Kimberlé (1989:139.br/resolucoes/CFM/2010/1955_2010. Publicada em 3 de setembro de 2010. 2006.​Minneapolis: University of Minnesota Press. _______. enero 2011. La guerra declarada contra el niño afeminado: Una autoetnografía “queer”.org. (ed. Quito. Jul.htm​ . 2. Leandro (org.COHEN. and Welfare Queens – The Radical Potential of Queer Politics?​ GLQ. A igualdade não faz o meu gênero – Em defesa das políticas das diferenças para o respeito à diversidade sexual e de gênero no Brasil. COLLING.php/noticias/item/317-transfeminismo-e-debatido-d o-susexcus​ . Giancarlo.politicasdocus. 405-427. Available at: http://bit.oas. 1997. Southern Theory: global dynamics of knowledge in social science. 79-95 CROSS. pp.com/index. Disponível em: http://www. Transfeminismo é debatido do SUSEXCUS. Salvador: EDUFBA.portalmedico. 2011. Bulldaggers. Íconos. ​ Are prisons obsolete?​ Nova Iorque: Seven Stories Press.. CORNEJO.asp​ . A Social Symphony: The Four Movements of Transphobia in Theory. Disponível em: http://www. Raewyn. Vol. 2010a.globo. Contemporânea. JUANG. 3. A Intersecionalidade na Discriminação de Raça e Gênero:10 CURRAH.). 2007. p. Leandro. & MINTER. Luna D'Alama: http://g1. n. Disponível em: http://www. Num. P. v.ly/142Wzes​ .com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/transexual-pode-se-descobrir-ja-na-pr imeira-infancia-dizem-especialistas. Disponível em: ?? COLLING. 2013. .–Dez. ​Punks. 2014.html DAVIS. CUS (grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade). Angela. R. 2010b. tradução minha) CRENSHAW.). CONNELL. S. Cambridge: Pahmedolity Press. Revista de Ciencias Sociales.955/2010. 2013. Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA.ly/1B8O7qr​ . Katherine.

10a ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. S. 1997. p. Disponível em: ​ http://www. ​ Studies in American Indian Literatures. ​ Debatendo com a academia​. 2004b. Frantz. p. Rio de Janeiro: Civ. Qwo-Li. ver REF FREIRE:Pedagogia indignação . Ellis e Bochner (2000:739) FANON. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Serviço Social.. 1992. (Pay It No Mind!) Johnson.com/work/248/​ . FOUCAULT. Disponível em: http://transliteracao. 2014. DUMARESQ. Julie. Minneapolis: University of Minnesota Press. ______. 1988 “‘economia política’ sobre uma vontade de saber” a (des)respeito de diversidades corporais e de identidades de gênero (refletindo a partir de FOUCAULT. ​ Pedagogia do oprimido​ . 2000: 75) FEINBERG. For Marsha P. número 11.com/2015/02/love-yourself-as-trans-person/ FOUCAULT. 50-64. ​ Lodestar Quarterly​ . Michel. Tradução: Roberto Machado. Genealogía del Racismo. La Plata: Editorial Altamira. ​ White​ . Transgender Rights.​ University of Nebraska. 2014. 2004a. ​ Os condenados da terra​ . R. FERREIRA. volume 16. DYER. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. P. ​Street Transvestite Action Revolutionaries​ .. outono de 2004. 51-73. 2006. 2006. Faculdade de Serviço Social.com. Rio de Janeiro: Graal. FINCH (mandar msg perguntando de citação) http://everydayfeminism. Michel. Lavender & red. part 73. 15-37. The Roads Less Traveled. Travestis e prisões : a experiência social e a materialidade do sexo e do gênero sob o lusco-fusco do cárcere. In. 1968. FREIRE. número 2. Leslie.DRISKILL. Leila.br/leiladumaresq/2014/12/debatendo-com-a-academia/​ . Brasileira. 1996.org/2006/us/lavender-red-73/​ . (Fausto-Sterling. Richard. Guilherme Gomes. 1988:71) FOUCAULT.). _______. Stolen From Our Bodies: First Nations Two-Spirits/Queers and the Journey to a Sovereign Erotic. a genealogia e a história​ .workers. (ed. p. Juang. Disponível em: ​ http://lodestarquarterly. 2011. Londres e Nova Iorque: Routledge. Microfísica do poder. Minter. ​ Nietzsche. In: Currah. Paulo. GREENBERG.

_______. Washington: National Center for Transgender Equality and National Gay and Lesbian Task Force. no. 2012.org/PDFs/NTDS_Report. 80. Boston: South End Press. MOTTET. TANIS.com/permalink. 2004.php?story_fbid=1535567996730102&id=100008307 481333 GROSFOGUEL. 2011.revues. Mara. GATE (Global Action for Trans* Equality) e OSF (Open Society Foundations). Aline.php?story_fbid=1484958421791060&id=100008307 481333 (pra pensar em que trans. Issue 1-2.facebook. M. e KEISLING.​ 2005. 1990. 2: 6–24.br/direitos/militantes/paulofreire/paulo_freire_pedagogia_da_indig nacao. (leve reflexão pra noite).http://www. HOOKS.com/permalink. Powerlessness and Social Interpretation.pdf​ . HERMAN. 2014.shtml. Autobio de Malcolm Herek. Jaime. pensamento de fronteira e colonialidade global. ​ http://www.dhnet. GREENBERG. Disponível em: ​ http://endtransdiscrimination. . 96-108 FRICKER. Gregory. Alex. v. Episteme: A Journal of Social Epistemology. Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-coloniais: Transmodernidade. ​ Revista Crítica de Ciências Sociais​ .” Sexuality Research and Social Policy 1. Epistemic Injustice: Power and the Ethics of Knowing. Éris. Oxford: Oxford University Press.midiaindependente. Jack. consultado o 30 Janeiro 2013. FRICKER. URL : ​http://rccs. Disponível em: http://wp. Lisa. 2.org. GRANT.pdf FREITAS. and Cultural Politics. pp.facebook. 2007. Relatório de Conferência. ​Advancing Trans* Movements Worldwide: Lessons from a dialogue between funders & activists working on gender diversity​ . Jody. n. Descolonizar as esquerdas ocidentalizadas: para além das esquerdas eurocêntrica rumo a uma esquerda transmoderna descolonial. ​ Injustice at every turn: A report of the National Transgender Discrimination Survey​ . Gender.org/pt/red/2005/12/340210. https://www. Miranda. Yearning: Race. posto online no dia 01 Outubro 2012. 2006.me/p1djE5-8b​ .feminismos tamos pilhando pra 2015) https://www. “Beyond ‘Homophobia’: Thinking about Sexual Prejudice and Stigma in the Twenty-First Century. Miranda. HARRISON. 2006:52 GRIMM. Ramón. São Carlos: Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar. bell. Março 2008:115-147. Justin. Volume 3. 2.org/697 HALEY.

n.ly/jesus2013​ . Identidade de gênero e políticas de afirmação identitária. p. 78. 2007.Principles on the application of international human rights law in relation to sexual orientation and gender identity. Faculdade de Ciências Sociais.php/cronos/article/view/2150/pdf​ . v. Disponível em: http://bit. Anais. Norteamérica. Salvador: ABEH. 3: 363-372.BA​ . 2. 18.edu. Uncharted Paths​ . 6. Boston: South End Press.. Jaqueline Gomes de. Cachoeira: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.Universidade Federal de Goiás. Cronos. In: Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero. Género sin esencialismo: feminismo transgénero como crítica del sexo. . JESUS. Ari. _______. _______. Psico-USF. Goiânia._______.ufrn. ______.. Acessos em 28/jan/2015. p. JAGOSE. Disponível em: http://revistas.co/index. (1996:16) JESÚS. 2010. Annamarie. Disponível em: http://www. Nova Iorque: Routledge. Feminismo transgênero e movimentos de mulheres transexuais. ​ O privilégio da brancura na escola pública: Uma etnografia no Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia em Cachoeira . ALVES. JESUS. 11..Y. Teaching to transgress: education as the practice of freedom. N. J. KANE-DEMAIOS. Programa de Pós-Graduação em Sociologia. (HOUAISS. Jaqueline Gomes de. C​ rossing Sexual Boundaries: Transgender Journeys. Rio de Janeiro: Metanoia Editora. Universitas Humanística.org/ . Dissertação (Mestrado) -. Fecha de acceso: 06 jun. Versão em português disponível em: ​http://bit. O conceito de heterocentrismo: um conjunto de crenças enviesadas e sua permanência. 763.: Prometheus Books. Yogyakarta Principles . Camila Moreira de. 2001.. 1994. 8-19.yogyakartaprinciples. Disponível em: http://periodicos. et al. ​ Cultural Studies. Natal.). Londres: Routledge. 2006. Lawrence Grossberg et al. 2014.javeriana. Salvador. 2015. JESUS. (Orgs. 2014. Itatiba. 1992b:338-342. ​ Transfeminismo: Teorias e Práticas​ . e BULLOUGH. 1992a. Amherst.. acepção 1) International Commission of Jurists (ICJ). Vern L. v. 2014. Representing Whiteness in the Black Imagination. 2012. Hailey.php/univhumanistica/article/view/6410​.​ Eds. 2013. 2012. JESUS. ​ Black Looks: Race and Representation​ . Bento Manoel de. Campanha pela despatologização da transexualidade no Brasil: seus discursos e suas dinâmicas. _______. set/dez 2013.br/index. ago. Jaqueline Gomes de. n.ly/15MSYVY​.

ly/1ox5QlU . bisexual. The Dyer Straits of Whiteness. 589-597. Amherst: Center for International Education. Jorge. W. C. Cultural cisgenderism: Consequences of the imperceptible. v.. São Paulo: Annablume. 4. Episodes of Everyday Racism. Doing Participatory Research: A Feminist Approach.org/es/node/2586 LUGONES.. número 2. ‘‘We don’t exist’’: a qualitative study of marginalization experienced by HIV-positive lesbian. volume 15. (Org.org/interchange/2002/20020607-wmstl.html​ ..Grada Kilomba KOYAMA.html LEITE JR.youtube. Saúde – Manguinhos​ . Randy. Ciências. 1999. M. Canada. School of Education... a burst of light LOURO. 2010. 1984. http://commonstruggle. Luiz Otávio. jhu. Disponível em: http://bit. THARAO. in: http://www.. Plantation Memories.com/watch?v=DdpUFybJddc​ . Emi. University of Massachusetts. https://www. v. 1997. KUCHTA. G. . MAGUIRE. Rio de Janeiro. JAMES. In: ​ História. Audre. América do Norte. Todd M. 01. . Erica e MISTLER. 174p . 2011. 2013 KILOMBA.edu/journals/postmodern_culture/current/9. Cisgenderism.. Acesso em 24/jan/2015. Belo Horizonte: Autêntica. How Do You Practice Intersectionalism? An Interview with bell hooks. Patricia. Münster: UNRAST-Verlag.press.KENNEDY. KROPF.full LOGIE. Heterosexualism. Brian J. L. nº 3.) .eminism. Natacha. Freedom: The Crossing Press. Grada. 1998:20. Nossos corpos também mudam: a invenção das categorias “travesti” e “transexual” no discurso científico. 2002. http://tsq. ​ O corpo educado.org/content/1/1-2/63. 1987. Simone Petraglia. FAPESP. LOUTFY. ​Cissexual/Cisgender: decentralizing the dominant group​. Disponível em http://www. L. A prática da ciência: uma etnografia no laboratório. p.. Pedagogias da sexualidade​ . . tradução nossa LORDE.1r_kuchta. LOWENS. queer and transgender women in Toronto. Sister Outsider: Essays and Speeches. LORDE. 1998. FERREIRA. set/2012.dukejournals. LOOMBA. Journal of the International AIDS Society. LENNON.

número 3. língua e identidade.M. NAMASTE. 2: 255-267. The complexity of intersectionality. Rickke e SPADE. PRECIADO. MCCALL. Pirajá (2009). The University and the Undercommons: Seven Theses.mpf. Disponível em: http://www. Sexuality Research and Social Policy​ 5 (1): 53–71.columbia. Fred.MANANZALA. Walter.br/institucional/grupos-de-trabalho/gt_crimes_ditadura/relatorio-fi gueiredo​ .com/ideas/Judith-Revel-Foucault-biopolitica-democracia-indi gnados_0_1016298798. n. Dean. 2008. University of Chicago. PELÚCIO. The nonprofit industrial complex and trans resistance. J. e HARNEY. Revista Gênero. PAVÓN. . 1. 2008. Journal of Women in Culture and Society.G. Campinas: Editora da Unicamp. em COACCI. 7.pdf​ . 2013:77) livro transfeminismos MIGNOLO. Relatório Jader Figueiredo ao Ministério do Interior. la lesbiana topofóbica y la puta multicartográfica. 6ª ed. 22 SOC. ​ As formas do silêncio: no movimento dos sentidos​ . 30. Leslie.ly/1kALJ5d . vol. 101–02 (2004). Fora do sujeito e fora do lugar: Reflexões sobre performatividade a partir de uma etnografia entre travestis.edu/files/socialdiff/projects/Article_%20The%20Complexi ty%20of%20Intersectionality%20by%20Leslie%20McCall. 2007. April 2015. Beatriz.pdf MCKINNON. Disponível em: http://6ccr. 2005. (MEDEAK. 2008.br/cadernosdeletrasuff/34/traducao. v. Desobediência Epistêmica: A opção descolonial e o significado de identidade em política. Chicago: The University of Chicago Press. Judith Revel: “El filósofo de hoy debe negarse a hablar en lugar de los otros”. Stefan. Eni P.pgr. Niterói. Richard. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura. Disponível em: http://bit. Missé:49 MOTEN. 1967.revistaenie. Disponível em: http://www. MISKOLCI. Invisible lives: the erasure of transsexual and transgendered people. 2013:45 PRECIADO. 2000.clarin. Trans*formative Experiences. 2007.html​ . 2013. Rachel.. Larissa. Ministério do Interior.mp. Héctor. [dir]: Cartografías Disidentes. Viviane K. Res Philosphica 92(2).uff. In: CORTÉS. 34: 287-324. sem. Madrid: SEACEX. 2008:33. http://socialdifference. o cómo hacer una cartografía "zorra" con Annie Sprinkle. TEXT 101.. ORLANDI. Clarín. n. Cartografías queer: El flâneur perverso.

Private Parts: A Feminist Public-Health Approach to Trans Issues. Colección políticas de la alteridad. (SILVA. número 15. Alex.pdf​ . p. Cambridge.ufba. _____. 2009.imprensaoficial.) 2004.ly/serano2009trad​ . ​ The Transgender Studies Reader​ . Miriam. T. Como teoria de análise crítica da situação das mulheres no mundo. cisgender. In: WARE. Original disponível em: ​ http://bit. Disponível em: http://www. Benjamin. New York: Routledge. 2007. 100-126. RICH. 2009. ​Whipping Girl: a transsexual woman on sexism and the scapegoating of femininity​ . São Paulo: Instituto Kuanza. Eduardo e ROJAS. Liv. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia.ufrn. 2010. Vol. número 3. no 2:159-180. CAMURÇA. Julia. 1992. ed. _______. SCRIBANO e SENA SEN. 05 | 2010 | p. ​ Revista Afro-Ásia​ . SERANO. 2010) O feminismo apresenta duas dimensões.. . 363-386. 33-55. Whipping Girl FAQ on cissexual.ly/serano2009​. co-edição com Edições Ianamá. João José. Emeryville: Seal Press. 601-620. pdf​.br/pdf/afroasia_n15_p100. MA: The Belknap Press. SMITH. 2005:6.afroasia. 2009. Branquidade: identidade branca e multiculturalismo​ . 3. The idea of justice.br/PortalIO/download/pdf/projetossociais/eusouatlantica. Eu sou atlântica sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. (org. Aqui ninguém é branco: hegemonia branca e media no Brasil. Recôncavo Rebelde: Revoltas escravas nos engenhos baianos. tradução minha SOLÁ. Estudos Culturais e a vontade de verdade acadêmica. volume 24.com. Por que tenho razão: branquitude. Adrienne.RATTS. p. 2006.cchla. Rio de Janeiro: Garamond. Krista. REIS. Susan Stryker and Stephen Whittle. Julho/Dezembro 2005. conceptos y cuestionamientos. and cis privilege. ​ Hypatia​ . Vron. Contemporanea. Inflexión decolonial: fuentes. From the Medical Gaze to Sublime Mutations: the Ethics of (Re)Viewing Non-Normative Body Images. 17-44 http://www.pdf SCOTT-DIXON. . Axel. RESTREPO. Amartya. … 2013:24 SOVIK. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica.. Tradução disponível em: http://bit. 2007. SINGER. Transfeminismos: Epistemes. Disponível em: http://www. Public Health.br/bagoas/v04n05art01_rich. p. Bagoas: n.

2012. TRANSRESPECT VERSUS TRANSPHOBIA WORLDWIDE: A Comparative Review of the Human-rights Situation of Gender-variant/Trans people. Transexualismo: da Clínica ao Diagnóstico.transrespect-transphobia. Whiteness. año 3. Assassinatos de pessoas trans relatados pelo projeto ‘Transrespeito versus Transfobia’ entre 01 de outubro de 2013 e 30 de setembro de 2014. The "Empire" Strikes Back: A Posttranssexual Manifesto. 2014 http://tsq. WASHINGTON LAW REVIEW VOLUME 87.transrespect-transphobia.transrespect-transphobia. STONE. Figura xx. Nº 6. Salvador.SPADE. NUMBER 4. INDIGENOUS PEOPLES AND EPISTEMIC INJUSTICE: SCIENCE. Dean e WILLSE. In: R ​evista da Faculdade de Medicina de Lisboa​ .). AND HUMAN RIGHTS . SPADE. The Oxford Handbook of Feminist Theory http://www. Craig. 2010. relatório ‘Transrespeito versus Transfobia’ de 2014 (TvT. Disponível em: http://bit. ME: Against Equality Press. TransRespect-Transphobia (TvT).org/en_US/tvt-project/definitions.htm​ . “¿Puede hablar el sujeto subalterno?”.net/wp-content/uploads/2015/04/Norms_and_NormalizationFinal.deanspade.org/content/1/1-2/264. 2010.pdf&sa=D&sntz=1 &usg=AFQjCNEmbZpb38Nn1bpCkWC8cjecvT_1zA TSOSIE. ETHICS. Sandy. Disponível em: ​ http://everydayfeminism. 1987.full VIEIRA. 2014) http://www. (STONE. Norms and Normalization. Dean. Dean.org/uploads/downloads/2014/TDOR2014/TMM-TDO R14-map-TDOR. p. 2003. Rebecca. Lewiston. Gayatri (1998). volume 33. SPADE. Kai Cheng. . 71-84. Série III. Why we must honor the trans lives we’ve lost without telling the living they’re doomed.dukejournals. ​ 1991​ :155-160. 2015.p df Spivak. http://www. 2012. En Orbis Tertius. Ryan Conrad (ed. Their laws will never make us safer.org%2Fupl oads%2Fdownloads%2F2014%2FTDOR2014%2FTvT-TDOR2014PR-span.google.pdf TRANSRESPECT VERSUS TRANSPHOBIA WORLDWIDE (TVT). Xavier. DECEMBER 2012. TvT Publication Series Vol. Rui M.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww. VIDAL-ORTIZ. Working Definitions. tradução própria) . 175-235. Available at: http://www.outra versão do EMPIRE STRIKES BACK? THOM. 8 (3): 123-129. In: A ​gainst Equality: Prisons Will Not Protect You​ . pp.com/2015/03/honor-trans-living/​ . Be professional! ​ Harvard Journal of Law & Gender​ .ly/tvtreport​ . 6.com/empire-strikes-back . Disponível em: http://sandystone.

).com/2013/10/23/pessoas-castrati-e-anticolonizacoes- de-generos-nao-normativos/ _______. processos de subjetivação. 2014c.org/uploaded_files/140/files/ICD%20Meeting%20Packet-Report-Final-s m. REFLEX AUTOETN TRANS SOBRE SAUDE. _______.V. 2014. Gender Performance: The TransAdvocate interviews Judith Butler. Minneapolis: University of Minnesota Press. (ed. 2013. 2013.. 2013b Pessoas ‘castrati’ e anticolonizações de gêneros não normativos https://porcausadamulher. 192-214. p. In: BENTO. 2015 WEIß. Sam. Disponível em: http://transfeminismo. Disponível em: http://transfeminismo. Explorando Momentos de Gêneros Inconformes: Esboços Autoetnográficos.com/o-que-vejo-nas-realidades-e-lutas-trans/​ . Algo Cheira Mal Nos Trópicos. WPATH. Antônio Vladimir Félix-Silva (orgs. Disponível em: ​ http://bit. In: Currah.). Por visibilidades trans* multiplicadas. Berenice Bento. WPATH Consensus Process regarding Transgender and Transsexual-related Diagnoses in ICD-11. Disponível em: http://transfeminismo. Juang. S. Ou: Ciscos Em Sapatos Trans*. Desfazendo gênero: arte. p. WILLIAMS. Arguments against the proposed gender incongruence in childhood diagnosis.wpath. Public Health Gains of the Transgender Community in San Francisco: Grassroots Organizing and Community-Based Research. KNUDSON. Griet De. _______. Ein Handbuch. 1998. RN: EDUFRN. Cristan. Berenice. viviane. In: CUYPERE. corpo. WILKINSON. 2012 V.ly/butlerTransadv​ . Natal. e GREEN.​ Transgender Rights​ . 2015. Rassismus. In: Siegfried Grubitzsch & Klaus Weber (Hg. complexificadas. .. Psychologische Grundbegriffe. Memórias trans intersecionais contra abismos cissexistas. descolonizadas.. Hamburgo: rowohlts enzyklopädie. 163-197. 2006. Disponível em: http://www.com/por-visibilidades-trans-multiplicadas-complexificadas-descoloni zadas/​.. R.wordpress. Willy. 2014. e (ab?)uso de substâncias. desejo. WINTER.pdf​ . P. É a natureza quem decide? Reflexões trans* sobre gênero. Jamison.. In: Transfeminismo (V.com/memorias-trans-intersecionais-contra-abismos-cissexistas/​ . & Minter. O que vejo nas realidades e lutas trans*. _______. Gail. viviane. 2014:21--TF). Anja.).

Toda la sangre puede ser canción en el viento Rever: .58-67 WITTIG. ​ El pensamiento heterosexual y otros ensayos​ .expressão ‘tradução própria’. WPATH. ‘tradução nossa’. Barcelona: Editorial Egales. . _______.A Marcha Fúnebre Prossegue Belchior . Trad.A palo seco dead prez . de Javier Sáez e Paco Vidarte. One is not born a woman.Police State Mercedes Sosa . etc. 1992. Monique. Facção Central . ‘da autora’. 2006.