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UNIDADE

Correção das Fichas 5

Sonetos completos, de Antero de Quental
FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 1

GRUPO I
A

1 Ao afirmar que sonha «de olhos abertos» (v. 1), o sujeito poético assume-se como alguém que «vê» de
modo diferente e vê aquilo que outros não veem — alguém que «vê sonhando». Aquilo que o guia na sua
relação com tudo o que o rodeia é o sonho. A visão onírica, porém, é aquela que lhe permite conhecer
a verdadeira realidade das coisas — contemplar verdadeiramente, como sugere o título do poema.
De facto, é porque sonha de olhos abertos que o eu lírico «vê» a «face imóvel das essências», ou seja, tudo
o que transcende o domínio da mera aparência (aquilo que veríamos de olhos abertos mas sem sonhar).
Nesta ideia, encontramos ecos de um idealismo que remonta a Platão.

2 Na segunda estrofe, o sujeito poético problematiza a sua relação com o mundo, colocando uma pergunta
a que irá responder. Assim, o mundo que conhece surge-lhe como realidade confusa e indefinida,
algo que é descrito com a metáfora do «fumo ondeando» (v. 5). Simultaneamente, o eu lírico sugere
que as coisas do mundo perderam a sua verdade, não existindo verdadeiramente, o que, mais uma vez,
é traduzido na expressão metafórica «fragmentos de existências» (v. 6).
A conceção profundamente pessimista é, portanto, transmitida por expressões que remetem para o vazio
(«vácuo»), a ilusão («névoa de enganos») e a fragmentação.

3 Os dois tercetos apresentam a ideia de uma ligação íntima entre o eu lírico e as «coisas» (v. 12). Esta ligação
profunda deve-se ao facto de o sujeito poético «ouvir», como ser especial — dotado de uma visão e de
uma compreensão especiais —, uma espécie de lamento universal de todas as «coisas» que não existem
verdadeiramente num mundo que é apenas «fumo» (v. 5).
Na verdade, estamos perante uma conceção de poesia segundo a qual o poeta é aquele que comunica
verdadeiramente com as «coisas» e que as contempla na sua verdade.

B

1 O comportamento daqueles que o Poeta recusa cantar caracteriza-se, em primeiro lugar, por ser guiado
pelo interesse e pela ambição, ignorando o bem comum e até as leis de Deus e dos homens: «seu próprio
interesse, / Imigo da divina e humana Lei» (est. 84, vv. 3-4). Em segundo lugar, aqueles a quem o poeta
não dará fama agem de forma falsa ou dissimulada, sendo, por essa razão, comparados com Proteu:
«E que, por comprazer ao vulgo errante, / Se muda em mais figuras que Proteio» (est. 85, vv. 3-4).
Por último, são injustos, oprimindo o povo quando querem adular o Rei: «Por contentar o Rei, no ofício
novo, / A despir e roubar o pobre povo!» (est. 85, vv. 7-8).

2 N’Os Lusíadas, o plano das reflexões do Poeta inclui meditações, lamentos, acusações e afirmações de teor
filosófico que evidenciam, também, uma intenção pedagógica, correspondendo este plano, a nível da
estrutura interna, a um momento em que a narração é interrompida.
Na verdade, a presença de deíticos pessoais nas estrofes transcritas — «desse» (eu), est. 84, v. 1, «cantarei»
(eu), v. 6 — comprova a presença da voz daquele que concebe o poema. Por outro lado, a crítica presente
nos versos exemplifica a intenção moralizante e pedagógica — «Nenhum ambicioso que quisesse / Subir
a grandes cargos, cantarei,» (vv. 5-6) — de alguém que assume um papel humanista e deseja intervir na
realidade social e política do seu tempo.

GRUPO II

1 1.1 (B); 1.2 (C); 1.3 (A); 1.4 (D); 1.5 (D); 1.6 (B); 1.7 (A).

ENTRE NÓS E AS PALAVRAS • Português • 11.o ano • Material fotocopiável • © Santillana 277

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sem a quimera. 1) e «vários deleites» (est. procurando «manjares novos e esquisitos» (est. B 1 Os adjetivos «hórridos» (v. 2 A expressão «olhos ansiosos» contém uma hipálage. 2) destacam a dimensão dos perigos enfrentados por aqueles que são amigos da fama. 1. 2 a) Oração subordinada adjetiva relativa. 3) dá conta do efeito sedutor que essa fantasia ou ilusão exercem sobre o sujeito poético. 13). isto é. 1) e «graves» (v.indd 278 22/03/16 18:55 . correspondendo a segunda aos tercetos. 2). GRUPO III Construção de um texto de apreciação crítica que respeite o tema. que permite repetir aquilo que deve ser rejeitado — «Não encostados…» (est. 5). Na segunda parte. «acordada». v. mas que esse fascínio não se traduz numa apropriação real do que se deseja. GRUPO II 1 1. referindo a «aurora» (v. vv. 2 O Poeta estabelece aqui uma oposição entre os «que são de fama amigos» (est. 1. concluindo que a única coisa que o seu destino triste lhe permite é vislumbrá-la «de noite e em sonhos» (v.o ano • Material fotocopiável • © Santillana 000699 259-284. na primeira parte. o poeta sugere que a fama merecida se alcança com esforço e que a glória pressupõe mérito próprio. 3 Coesão referencial (anafórica). 5-6) e se entregam aos prazeres e à preguiça. a estrutura e os limites propostos. Devem respeitar-se as principais características do género textual em causa. Sonetos completos. de Antero de Quental 3 «deste ano». 95. 95. 1.7 (A). denotando uma intenção pedagógica de cariz humanista. dá ênfase ao anseio do eu. 1). descreve a sua existência real. b) Oração subordinada substantiva completiva. 3 O soneto poderá ser dividido em duas partes. o sujeito poético. v. 10). «Não nos leitos…» (est. 5). 1. a personificação em que a quimera aparece como figura feminina de «vestidos vaporosos» (v. v. v. b) Modificador do grupo verbal. Simultaneamente. v. UNIDADE 5 2 a) Sujeito simples.3 (D). o que é também sugerido pela referência ao sonho como lugar onde a quimera tem realidade («na onda de meus sonhos dolorosos». 96. nos seus «sonhos dolorosos» (v.2 (B). O recurso expressivo. 1. atribuindo a «olhos» o que é do sujeito poético. 95. que. FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 2 GRUPO I A 1 A utilização dos verbos «roçar» e «passar» sublinha a ideia de que o sujeito poético vive fascinado por aquilo a que chama «quimera» (v. Com efeito. ou seja. aqueles que a procuram. deseja «ver» a quimera. 95. A intenção crítica é sublinhada pelo recurso à anáfora. 278 ENTRE NÓS E AS PALAVRAS • Português • 11.6 (B). no «ar da noite sossegada» (v. 3) e aqueles que vivem à sombra das glórias dos seus antepassados (est.1 (A). 96. Com efeito. o sujeito poético considera a possibilidade de. poder sentir a presença da «quimera».4 (A). 7).5 (C). v. 3). 1. 2).

a tomar consciência.» Numa situação de guerra.indd 279 22/03/16 18:55 . altas individualida- des presentes nesta cerimónia. A Europa é a nossa condição. a estrutura e os limites propostos. Não virá. minhas senhoras e meus senhores. E nesta realidade inaceitável. está no reforço da sociedade e na valorização do conhe- cimento. de desemprego. FICHA DE COMPREENSÃO DO ORAL Transcrição (discurso político): Discurso de António Sampaio da Nóvoa. uma vez mais. solidariedade. dos argumentos desenvolvidos e dos respetivos exemplos. numa forte consciência do interesse coletivo. dias duros e difíceis. além dos mares. 5 Sonetos completos. é preciso manter o rumo. precisamos de ideias novas que nos deem um horizonte futuro. segurança para os que dela necessitam. Tudo está a mudar à nossa volta e nós também. a conversar. UNIDADE GRUPO III Construção de um texto de opinião que respeite o tema. Roosevelt sabia que os sacrifícios têm de basear-se numa forte cons- ciência do social. É neles que penso neste dez de junho porque a regra de ouro de qualquer contrato social é a defesa dos mais desprotegidos. Mas não nos iludamos: ou nos salva- mos a nós ou ninguém nos salva. eis que a pobreza regressa e agora sem as redes das sociedades tradicionais. o nosso país. infelizmente. Diz Roosevelt: «A democracia funda-se em coisas básicas e simples. um armistício com o País. As minhas primeiras palavras. A arrogância do pensamento inevitável é o contrário da liberdade e nestes estranhos dias. neste mar de águas revoltas. Começa a haver demasiadas desigualdades. e a consciência — essa sim — pode mudar a realidade. uma consciência que muitas vezes fomos perdendo na vertigem do económico. minhas senhoras e meus senhores. É preciso ter a sabedoria para separar o acessório do fundamental. mas não façamos. não mudam a realidade. Mas esta — a liberdade de viver — só existe quando se dá às pessoas a sua irrever- sível dignidade social. incerta. • discurso valorativo (juízo de valor explícito ou implícito). Há a liberdade de falar e há a liberdade de viver. • clareza e pertinência da perspetiva adotada. de Portugal e dos Portugueses. mas ajudam-nos a pensar. está numa sociedade que se organiza com base no conhecimento.o ano • Material fotocopiável • © Santillana 279 000699 259-284. Começa a haver demasiados portugais dentro de Portugal. preservação das liberdades para todos. o bem de todos. um armistício connosco. são por inteiro para os portugueses que vivem em situações de dificuldade e de pobreza. ao bocado de terra em que nascemos? (continua) ENTRE NÓS E AS PALAVRAS • Português • 11. mais do que nunca. Façamos. conseguiu sair de um longo ciclo de pobreza marcado pelo atraso e pela sobrevi- vência. logo existo. É uma realidade inaceitável. É o compromisso com os outros. E uma sociedade fragmentada é facilmente vencida pelo medo e pela radicalização. hoje. Pelo Tejo. Falemos. Pior ainda. que vivem hoje pior do que viviam ontem. que nos torna humanos. Senhor Presidente da República de Cabo Verde. as palavras. o erro de pensar que a tempestade é passageira e que logo virá a bonança. O futuro. A Europa é o nosso futuro. emprego para os que podem trabalhar.» Coisas básicas e simples: «Igualdade de oportunidades. Quando pensávamos que este passado não voltaria mais. Gostaria de recordar perante vós o célebre discurso de Franklin Roosevelt proferido num tempo ainda mais difícil do que o nosso. Penso nos outros. proferido no dia 10 de junho de 2012 Senhor Presidente da República. fomos para o mundo. preferimos a Índia remota. Afinal. diversidade. podemos prescindir de tudo mas não podemos prescindir nem da liberdade nem do futuro. Uma Europa com uma nova divisa: liberdade. precisamos de alternativas e há sempre alternativas. em 1941. que fomos perdendo para interesses e grupos sem controlo que concentram a riqueza no mundo e tomam decisões à margem de qualquer princípio ético ou democrático. fim dos privilégios para poucos. A Europa é o nosso futuro. Portugal. a história ainda não tinha acabado e hoje. mas quantas vezes estivemos ausentes dentro de nós? Quantas vezes. de Antero de Quental Devem respeitar-se as principais características do género textual em causa: • explicitação do ponto de vista. A Europa não é uma opção. como dizia Teixeira de Pascoaes. pois. pois.

O que conta é o conhecimento. O tamanho. «não tratamos das duas coisas fundamentais: o trabalho e o ensino. que precisamos de transformar numa ação sobre o País. a cultura. Alberto Sampaio. periférica. da escola pública. subiu sobretudo pela ciência. da ciência. começamos a ter a base necessária. que nos anulámos. esse. que nos degradámos. Talvez sem uma palavra de amargura. tomadas por uma burocracia e promiscuidade que tantas vezes são fonte de corrupção e desperdício. Parece pouco. hoje em dia não con- tam. O heroísmo de um país normal assente no trabalho e no ensino. a dimensão. é a ciência. de baixo para cima. UNIDADE 5 (continuação) A terra ou o mar? Portugal ou mundo? A pergunta foi feita por todos aqueles que pensaram Portugal. É por aqui que passa o nosso futuro. apesar de todas as notáveis exceções. Não conseguiremos ser alguém na Europa e no mundo se formos ninguém. Insisto: apesar de todos os contratempos. numa ação de reinvenção e de reforço da sociedade. em vez de enriquecer. o convite de Vossa Excelência. nem com a ciência. As riquezas que fomos tendo. minhas senhoras e meus senhores. liberdades. de Antero de Quental se atrofiaram para tudo o que não fosse viajar e mercadejar. É por aqui que passa o nosso futuro. parece mesmo muito pouco. O meu discurso poderia acabar aqui e. mas sempre. realizámos um esforço notável no campo da educação. das universidades. Existe conhecimento. E o património da comunidade. e. que muito agradeço.o ano • Material fotocopiável • © Santillana 000699 259-284. é por aqui que passa um outro futuro para Portugal. da qualificação das nossas instituições e das nossas empresas. e superar finalmente o fosso tecnológico que se cavou entre nós e a Europa. é tarde. porque a fome bate à porta do pobre. existe ciência. Senhor Presidente da República. explica que as nossas faculdades Sonetos completos. No final do século xix. para um novo modelo de organização da sociedade. Nos momentos de prosperidade. falta o tempo. para transformar as nossas instituições e empresas e para integrar uma geração qualificada que assim se vê empurrada para a precariedade e para o desemprego. na célebre Conferência do Casino. nobilitou-se. As universidades vivem de liberdade e precisam de ser livres para estarem à altura do que a sociedade lhes pede.» Este texto foi escrito há cento e vinte anos. Portugal tem hoje uma capacidade instalada nas universidades e na ciência que nos permite sair de uma posição menor. nesta cidade de Lisboa. Senhor Presidente da República. é certo. Profundas economias na administração aumentariam os desempregados e para a reorganização do trabalho falta o capital. Em Lisboa. numa economia frágil e sem uma verdadeira cultura empresarial. É este o nosso problema maior: a ligação entre a universidade e a sociedade. pela forma como conseguirmos que o conheci- mento. Porque Portugal tem um problema de organização dentro de si. nem com as belas artes. o afastamento de sociedades que evoluíram graças ao conhecimento e à ciência. emprego. para alcançar uma presença forte fora de si. nos nossos centros de investi- gação. pela primeira vez na nossa história — pela primeira vez na nossa história —. E o século xx ainda mais razão lhe veio dar. Talvez sem uma palavra de amargura. um homem da geração de 70. nem com a indústria. numa sociedade com muitas instituições enfraquecidas. mal aportavam. pela forma como conseguirmos ligar as universidades e a sociedade. Chegou o tempo. Nas últimas décadas. O drama de Portugal. uma organização da sociedade com base na valorização do conhecimento. (continua) 280 ENTRE NÓS E AS PALAVRAS • Português • 11. É esta a questão central do País. acabaria em silêncio. tem sido sempre. mas é muito. escoavam-se rapidamente porque faltava uma indústria que as fixasse». É talvez o muito que nos tem faltado ao longo da nossa história. é a cultura. E o século xxi ainda mais razão lhe está a dar. É por aqui. Foi sobretudo pela falta de ciência que nós descemos. o drama do nosso atraso e da nossa dependência. Silenciosa e resignadamente. mas não estamos a conseguir aproveitar este potencial para reorganizar a estrutura produtiva. chegou o tempo de dar um rumo novo à nossa história. Antero resumiu o essencial: «A Europa culta engrandeceu-se. Igualdade de oportunidades.indd 280 22/03/16 18:55 . se acabasse. E não é por sermos um país pequeno que devem ser pequenas as nossas ambições. existe tecnologia nas nossas universidades. sinais de uma capacidade de adaptação e de resposta. segurança. Nos momentos de crise. empobrecia. de todas as dificuldades. Num sistema político que parece cada vez mais bloqueado. continua Alberto Sampaio. é um gesto de reconhecimento das universidades e do seu papel no futuro de Portugal. a emigração é o único expediente. o suporte necessário para um novo modelo de desenvolvimento. O heroísmo a que somos chamados é hoje o heroísmo das coisas básicas e simples. não para se fechar. cada um vai partindo.» Antero tinha razão. é esta fragilidade endémica que devemos superar. Não temos tempo para hesitações. Então. É uma base necessária mas não é ainda uma base suficiente. mas para se abrir. a ciência estejam ao serviço da transformação. Portugal tem de se organizar dentro de si. estão a surgir. E continua: «nunca nos preocupamos nem com a agricultura.

1. da noite e do silêncio.6 (B). 1. raparigas. 1. 1. ENTRE NÓS E AS PALAVRAS • Português • 11. Não podemos ser ingénuos. por um país que se transforma a partir do conhecimento. seremos alguém.6 (A). Muito obrigado! 1 (A) V (B) F — O professor considera que a realidade não pode ser alterada pelas palavras. mas denunciar as ingenuidades não significa pôr de lado as ilusões. A poesia volta sempre à rua e volta através desta língua que é a nossa pátria. pois é importante ter uma visão lúcida acerca da realidade presente. 1. «Enquanto há força. graças aos estudantes de Portugal e de muitos países que aqui chegam Sonetos completos.o ano • Material fotocopiável • © Santillana 281 000699 259-284.2 (B). FICHA DE COMPREENSÃO DA LEITURA 1 1 1. 1. de Camões e das Comunidades Portuguesas. alterar a consciência das pessoas. nessa medida. razão pela qual cita Sophia de Mello Breyner e a alusão ao «tempo justo». rapazes. dançai.7 (B). cantai também. a consciência. 1. também Lisboa se está a transformar.1 (B). em que nos fez emergir. No entanto. considera que não devemos «pôr de lado» as ilusões (os sonhos. 1. 1. e por aqui termino. Foi esta busca. sim. (E) V (F) F — Para o professor. que estas podem ajudar a pensar e.4 (C). 1.4 (C). que me trouxe ao dia de Portugal. não podemos ser ingénuos. de uma vida limpa e de um tempo justo. de Antero de Quental todos os anos. esta Lisboa em que em Abril a poesia esteve na rua. UNIDADE 5 (continuação) Minhas senhoras e meus senhores. 1. graças à criação. que é a dos poetas.5 (C).9 (A). 1. não significa renunciar à busca de um país liberto. Portugal não se pode afastar da Europa.2 (A). 1.9 (C). cantemos todos por um país solidário. Seremos muitos. Esta Lisboa. Vinte e cinco anos depois. não esqueço José Afonso. (G) V (H) F — As ideias dos dois autores coincidem no facto de destacarem a importância do conhecimento e da ciência. que é a nossa mátria. 1. a busca de um país liberto. FICHA DE COMPREENSÃO DA LEITURA 2 1 1. 1. 1. 1. por um país que assegura o direito às coisas básicas e simples.8 (B). de uma vida limpa e de um tempo justo. mas de forma indireta. primeiro. porque esta é a nossa condição e o nosso futuro. (C) F — As primeiras palavras de António Nóvoa dirigem-se aos que estão desprotegidos.5 (A). como dizia Sophia.3 (D). (I) V (J) F — António Nóvoa diz que não devemos cair na ingenuidade. cantai. mudando.1 (B). vivendo em situações de pobreza ou desemprego. a esperança…). (D) F — A expressão refere-se ao facto de Portugal ser um país de grandes desigualdades. Defende.» Enquanto há força. desta língua que nos permite estar connosco e com os outros nas comunidades que nos multiplicavam no mundo e nos países que são parte de nós. 1.3 (D). graças à energia da cultura e da ciência.indd 281 22/03/16 18:55 . Elas podem alterar a realidade.10 (C).8 (D).7 (A).10 (D).