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PRÁTICA DE CONJUNTO E TRILHA PARA TEATRO

Educadores: Adonai de Assis e Vitor Alexander

Para o ano de 2018, a Trilha de prática de conjunto se juntará a possibilidade musicais propostas
por linguagens contemporâneas, ou seja, instrumentos tradicionais como: percussão, sopros e
cordas dedilhadas, traçara uma conversa com equipamentos DJ, samples e objetos não
convencionais.

Tendo o projeto espetáculo como fio condutor do processo pedagógico, trabalharemos
repertório de música popular e erudita, trechos musicais, trilhas de ambiência, construindo a
narrativa sonora na composição do espetáculo.

Em uma relação horizontal e processo colaborativo: pesquisa, elaboração de repertório,
arranjos adaptados a cena e performance, habitará o dia a dia da trilha.

Com a experiência dos educadores que participaram como diretores musicais nos processos
anteriores do projeto espetáculo na Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoerinha: CAIXA
PRETA(2013), O MENINO, O RIO E A ÁRVORE (2014), PULSO (2015), O DIA DEPOIS DO ÚLTIMO
DIA(2016), OS ESCAFANDRISTAS(2017), onde se experimentou diversas formas de se fazer
música em cena: Repertório e banda executado por músicos, músicas autorais e sonoplastia
executada por atores e criação de samples e operação de som executada por atores,
buscaremos em 2018 diluir o limite entre ator, músico, operador de som e diretores, abrindo-se
reflexões artísticas-pedagógica da arte do nossos dias.

A PRÁTICA DE CONJUNTO E TRILHA PARA TEATRO consiste na fruição orgânica do som onde a
música não seja um objeto sonoro e sim discursos sonoros que agucem a acuidade cognitiva do
espect-ator. A técnica ligada a criatividade serão ferramenta para o discurso sonoro, sendo a
experiência artística-pedagógica livre de conceitos que aprisionam e elegem “escolhidos”
dotados de “dom” para se fazer arte, não, todo ser humano se assim consentir é digno de
produzir uma obra artística.