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EXERCÍCIOS DE REDAÇÃO PARA OS ALUNOS

DOS 8º ANOS

Atenção, aluno do 8º ano!


Segue abaixo atividades de Redação enviado pela professora Cristiane.

PROPOSTA 1

Como solucionar o problema do bullying na escola ou na internet?


Você já ouviu falar de bullying, se é que não travou conhecimento com o problema
pessoalmente. De modo geral, bullying é o comportamento agressivo de um ou mais
estudantes contra outro(s). O termo se origina de bully, que significa "valentão", em inglês.
Esse tipo de violência ocorre principalmente nas escolas, tanto no ensino fundamental
quanto no médio, mas não tem se limitado ao âmbito escolar: também já chegou à internet,
de onde derivou a expressão cyberbullying. Com base nas informações apresentadas na
coletânea que segue, faça uma dissertação em que você explique o que é bullying, dê sua
opinião sobre o que, a seu ver, motiva aqueles que o praticam - isto é, os agressores - e
apresente uma proposta para se lidar com esse grave problema. Como solucionar a questão
do bullying?

ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A SEGUIR:


O que é bullying

O termo bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e


repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes
contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de
poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são
as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.

Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações
de bullying possíveis, relacionam-se a seguir algumas ações que podem caracterizá-lo:
Colocar apelidos, ofender, zoar, gozar, encarnar, sacanear, humilhar, fazer sofrer,
discriminar, excluir, isolar, ignorar, perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar,
dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar, quebrar pertences.

[ABRAPIA - Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e


Adolescência]
Papel da escola

"A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência",
diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira
Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema
há nove anos. Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local
passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o
estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos
professores também é fundamental. "Há uma série de atividades que podem ser feitas em
sala de aula para falar desse problema com os alunos. Pode ser tema de redação, de
pesquisa, teatro etc. É só usar a criatividade para tratar do assunto", diz.

[Revista Nova escola]

Baixa autoestima

"O bullying está relacionado ao desenvolvimento de baixa autoestima, ao isolamento social


e à depressão. Influencia a capacidade produtiva do adolescente-vítima, enquanto o
agressor pode ser levado a adotar comportamentos de risco durante a fase adulta, como
alcoolismo, dependência de drogas e até mesmo o uso da violência explícita."

[Aramis Lopes, coordenador do Programa Anti-Bullying da ABRAPIA, in Universia]

Cyberbullying

A prática do cyberbullying, ou intimidação virtual, representa um dos maiores riscos da


internet para 16% dos jovens brasileiros conectados à rede. Isso é o que mostra uma
pesquisa realizada em fevereiro de 2010 pela Safernet, ONG de defesa dos direitos
humanos na internet, envolvendo 2.160 internautas do país com idades entre 10 e 17 anos.

Esse mesmo estudo indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima
de cyberbullying - quando sofrem atitudes agressivas, intencionais e repetitivas no universo
virtual, vindas de uma pessoa ou de um grupo. Os números mostram, no entanto, que
apenas 7% dos entrevistados já ouviram o desabafo de seus amigos sobre a vivência de
situações de agressão e humilhação na internet.
[Juliana Carpanez, UOL Tecnologia]
Observações
 Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;

 Deve ter uma estrutura dissertativa;

 Não deve estar redigido em forma de poema (versos) ou narração;

 A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;

 Não deixe de dar um título a sua redação.

PROPOSTA 2 - Narração

Você tem medo de quê?

O coração dispara e a respiração se torna ofegante. Ondas de calor percorrem todo


o corpo, as mãos tremem e a transpiração é tão intensa que as pessoas logo percebem sua
agitação.
Você tem tudo na ponta da língua para a reunião, mas, na hora H, mal consegue
balbuciar uma ou duas palavras. E aquela sua grande idéia, que você não teve coragem de
apresentar ao longo do encontro, é finalmente sugerida por um colega e saudada por todos
como a grande solução do problema. A reunião termina e você permanece ali, frustrado e
sentindo-se um completo incompetente. Uma única pergunta o atormenta: Por que eu não
falei? Por quê?
A maior parte dos medos relacionados ao dia-a-dia faz parte de um dos grupos
mais comuns de fobias, chamadas de sociais. O fóbico social tem dificuldade de se
relacionar , não consegue olhar nos olhos de seu interlocutor, conversar naturalmente com
seus superiores, falar em público, apresentar idéias ou sugestões, compartilhar tarefas. A
característica mais marcante desse tipo de fobia é o medo que a pessoa tem do julgamento
dos outros.

Escreva uma narração cujo protagonista, levado pelo medo, envolve-se em uma situação
cômica ou desagradável. Narre em primeira pessoa

Observações

 Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;

 Deve ter uma estrutura NARRATIVA

 Não deve estar redigido em forma de poema (versos);

 A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;

 Não deixe de dar um título a sua redação


PROPOSTA 3 - DISSERTAÇÃO
A partir da leitura da charge abaixo, construa um texto opinativo.
Instruções
• Seu texto deve ter um tom dissertativo, isto é, basear-se em argumentos.

• Identifique o tema e não desenvolva um texto.


• Não use a primeira pessoa.

• Escreva entre 15 e 25 linhas. Nem mais nem menos que isso.

Não se esqueça do aspecto estético. Faça margens regulares, escreva até o


final da linha, evite rasuras e capriche na letra.

ATIVIDADE 4
Leio, logo existo
[...]
A informação está cada vez mais ao nosso alcance. Mas a sabedoria, que é o tipo mais
precioso de conhecimento, ela só pode ser encontrada nos autores da literatura. Esse é o
primeiro motivo por que devemos ler. O segundo motivo é que todo bom pensamento, com
já diziam os filósofos e os psicólogos, depende da memória. Não é possível pensar sem
lembrar – e são os livros que ainda preservam a maior parte de nossa herança cultural.
Finalmente, e este motivo está relacionado ao anterior, eu diria que uma democracia
depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem
ler. (Harold Bloom. Veja,31/01/2001.)

Literatura: conjunto de obras como romances, poemas, peças de teatro, novelas, etc.
Democracia: governo em que o povo elege livremente seus representantes; governo da
maioria.

01. Harold Bloom é um importante crítico literário norte-americano. Nesse texto ele defende
um ponto de vista (uma opinião) sobre leitura. Qual é o ponto de vista que ele defende?
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02· Sempre que defendemos um ponto de vista, desejamos convencer nosso interlocutores
(leitor ou ouvinte) de que temos razão. Para isso, precisamos nos justificar com argumentos,
isto é, explicar as razões, os motivos de pensarmos desse modo. O autor do texto lido, por
exemplo, justificou o seu ponto de vista com três argumentos. Identifique os argumentos
usados pelo autor.
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03. Para apresentar os argumentos, o autor colocou-os numa seqüência. Que palavras do
texto demonstram essa organização?
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04. De acordo com o texto, existe uma diferença entre sabedoria e informação. Como você
compreende essa diferença?
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05· A linguagem do texto argumentativo oral costuma ser clara, direta, precisa, pois o
objetivo do autor é transmitir com clareza um ponto de vista. Além disso, ela geralmente é
empregada na variedade padrão, mas pode variar, dependendo do modo como é veiculada
(oralmente, em jornais ou revistas) e do perfil do interlocutor. como é veiculada (oralmente,
em jornais ou revistas) e do perfil do
interlocutor. A linguagem empregada no texto está de acordo com a variedade padrão ou
com uma variedade não padrão?
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06. Considerando-se que o texto foi publicado numa revista que tem circulação nacional e é
lida geralmente por adultos com grau de escolaridade médio ou alto, essa linguagem é
adequada ao público a que se destina? Justifique.
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TEXTO 5 – 25/05/2012
FIQUE POR DENTRO!
Comissão da Verdade
Grupo investigará crimes da ditadura
José Renato Salatiel*

A presidente Dilma Rousseff (PT) assinou no último dia 16 o decreto que instala a Comissão
da Verdade. O órgão examinará violações dos direitos humanos ocorridas durante o período
da ditadura militar no Brasil. O Brasil é o último país da América Latina a criar esse
mecanismo de justiça.

Direto ao ponto: Ficha-resumo

O grupo é formado por sete integrantes que terão um prazo de dois anos para investigar os
casos. Ao final, eles elaborarão um relatório que apontará as circunstâncias e os
responsáveis por torturas, mortes e desaparecimentos de presos políticos no país.

Apesar disso, a Comissão da Verdade não tem caráter punitivo, uma vez que a Lei da
Anistia, de 1979, impede que os acusados sejam julgados por crimes cometidos na época.
Em abril de 2010, o Supremo Tribunal Federaldecidiu que a lei não pode ser alterada para
que militares suspeitos de tortura ou integrantes da luta armada (acusados de atos
terroristas) sejam processados.

Os trabalhos abrangem o período de 1946 a 1988. Esse intervalo inclui o fim do Estado
Novo e a eleição de Eurico Gaspar Dutra, em 1946, que deu início a uma repressão contra
movimentos sociais; e a ditadura militar, iniciada com o Golpe de 1964 e encerrada com a
eleição de Tancredo Neves (1985) e a publicação da Constituição de 1988.

Na cerimônia de posse, a presidente se emocionou e negou o “revanchismo”. Ela se referia


ao fato de que políticos de esquerda, perseguidos durante o regime militar, governam o país
desde a eleição do petista Luís Inácio Lula da Silva.

Em 2009, Lula sancionou o Programa Nacional dos Direitos Humanos, que previa a
instalação da Comissão da Verdade. A própria Dilma é ex-presa política e ex-militante do
grupo radical de esquerda VAL-Palmares, cujos integrantes participaram da luta armada
contra os governos militares. A comissão é vinculada à Secretaria dos Direitos Humanos.

Desaparecidos
O foco dos trabalhos serão os desaparecidos políticos. De acordo com o dossiê Direito à
Memória e à Verdade, publicado em 2007, há 150 casos de desaparecidos políticos no país.
São opositores da ditadura que foram presos ou sequestrados por agentes do Estado, nos
anos 1970 e 1980, e que desapareceram sem deixar qualquer registro de suas prisões.

Há casos famosos como o do deputado Rubens Paiva, pai do escritor Marcelo Rubens
Paiva. Ele foi preso em sua casa, no Rio de Janeiro, em 20 de janeiro de 1971. O corpo do
político nunca foi encontrado pela família.

O relatório final da Comissão será encaminhado a autoridades para que, com base nas
informações obtidas, seja possível localizar e identificar os corpos. Para isso, integrantes do
órgão terão acesso a arquivos oficiais e poderão convocar para depor – ainda que não em
caráter obrigatório – pessoas envolvidas nos episódios examinados.

Pressão
A Comissão da Verdade foi aprovada no Congresso e instaurada pelo governo, em parte,
por causa da pressão internacional.

Em 2010 o país foi condenado na Corte Interamericana de Direitos Humanos da


Organização dos Estados Americanos (OEA) pelo desaparecimento de 62 presos políticos
na Guerra do Araguaia (1972-1974). A ação foi movida por parentes das vítimas.

Houve também pressão doméstica. Nos últimos anos, familiares de mortos e desaparecidos
políticos conseguiram direitos a reconhecimento das mortes pelo Estado e a indenizações.
Mas eles querem saber a situação em que os parentes foram mortos e onde estão os restos
mortais. Militares que participaram das operações nunca divulgaram o local em que os
corpos foram enterrados.

O debate a respeito da comissão foi marcado pela polêmica. Familiares e ativistas acreditam
que a medida será inócua, pelo fato de não poder punir os responsáveis por crimes. Já
militares temiam a reabertura de casos e acreditam que os trabalhos serão tendenciosos,
em razão da simpatia ideológica dos integrantes da Comissão, em sua maioria, de esquerda.
O prazo curto de análise, de dois anos, também é criticado por especialistas.

Julgamentos
Na América Latina, oficiais das Forças Armadas e até ex-presidentes foram julgados,
condenados e presos pelo desaparecimento de opositores do governo após os trabalhos
das Comissões de Verdade, estabelecidas nos anos 1990.

Diferentemente do Brasil, em países como Argentina, Chile, Peru e Uruguai as leis de anistia
não impediram a realização de julgamentos. Isso aconteceu porque as leis foram revogadas
ou porque os crimes de desaparecimento foram interpretados como crimes “em
continuidade”, não contemplados pelas anistias.

Na Argentina duas leis de anistia foram anuladas em 2003. No Chile, a nova interpretação
da Suprema Corte, em 2004, fez com que mais de 500 pessoas fossem levadas ao tribunal.

A primeira Comissão da Verdade foi instaurada em Uganda, em 1974, durante a ditadura de


Idi Amin. Até 2010, de acordo com a cartilha “A Comissão da Verdade no Brasil”, havia 39
comissões em atividade no mundo.

PROPOSTA 6
O MMA é um esporte como outros ou injustificada glorificação da
violência?
The Ultimate Fighter, reality show sobre os lutadores de MMA (sigla para "mistura de artes
marciais", em inglês), tem levantado muita polêmica. As lutas são muito violentas e o contato
frequente com esse tipo de imagem pode acabar reduzindo o nível de sensibilidade do
espectador à violência. Ver um indivíduo quebrar a cabeça do outro passaria a ser algo
normal e até desejado para o público. Os críticos acreditam que as academias possam
despejar nas ruas uma imensidão de brigões, loucos por sangue. Prova disso foi a entrevista
recente de um estudante de 16 anos à Folha de S. Paulo, em que ele justificou sua escolha
pelo MMA: "Gosto de bater mesmo, quero ver sangue." Evidentemente, há inúmeros
defensores que veem a luta apenas como mais um esporte, capaz de trazer várias
vantagens a seus praticantes, como diminuir o estresse, desenvolver disciplina, propiciar
grande gasto calórico. Assistir a lutas violentas poderia até ser um modo de exorcizar a
violência na vida real. O que você acha dessa questão? O MMA deve ser encarado positiva
ou negativamente?

Não é vale-tudo

Quando o UFC começou, em Denver, Colorado, nos Estados Unidos em 1993, cada
lutador enfrentava no mínimo três adversários em uma noite. Havia poucas regras - não
atingir os olhos, não usar os dedos para rasgar a boca do adversário e não golpear a
virilha. Em 2001, os irmãos Frank e Lorenzo Fertitta, empresários americanos donos de
cassinos em Las Vegas, compraram o evento e fizeram mudanças para que se tornasse
um esporte reconhecido. Cada atleta passou a lutar apenas uma vez por evento, que tem
em média cinco lutas por noite.

Foram estipuladas 31 faltas, que podem até eliminar um competidor. Além disso, os atletas
foram divididos em categorias de peso [...] e o acompanhamento médico passou a ser
obrigatório - inclusive durante os treinamentos. [...] Todos os atletas são obrigados a
passar por exame antidoping e testes médicos (HIV, hepatite, ressonância magnética e
exame oftalmológico, entre outros). Durante as lutas, cinco médicos coordenados por um
especialista em eventos esportivos de combate cercam o ringue, enquanto quatro
especialistas em ferimentos leves acompanham os lutadores do lado de fora do octógono -
o ringue, também chamado de gaiola, fechado, com cerca de nove metros de diâmetro ou
quase 60m2 de área de luta.
[Davi Correia, Revista Veja]


The Ultimate Fighter, reality show sobre os lutadores de MMA (sigla para "mistura de artes
marciais", em inglês), tem levantado muita polêmica, pois as lutas são muito violentas

Esporte para uns, violência para outros

Goste ou não, você vai ser atacado por todos os lados: a luta da moda, o MMA, está na TV,
no cinema, nas livrarias, nas conversas de bar, nas academias de ginástica. Os
patrocinadores do UFC (campeonato internacional de MMA) já estão batendo os tambores
para o próximo torneio, que será realizado em junho, no Brasil. São ajudados pelos
subprodutos da luta e ajudam a promovê-los.

Na próxima sexta-feira, 16, estreia o documentário "Anderson Silva: Como Água", sobre o
grande ídolo da modalidade, com um esquema de distribuição peso-pesado: 150 salas e
uma expectativa de público recorde. Em abril, estão previstos três lançamentos de livro
sobre o tema: "Filho Teu Não Foge à Luta: como os lutadores brasileiros transformaram o
MMA em um fenômeno mundial", pela editora Intrínseca, "A Bíblia do MMA", pela Universo
dos Livros, e a autobiografia de Anderson Silva, pela Sextante.

E se você já achava muito ter um bonitão na novela na pele de um lutador (o ator Dudu
Azevedo, em "Fina Estampa", da TV Globo), prepare-se. Está sendo filmada a história de
José Aldo, campeão dos pesos-pena, vivido na telona por outro bonitão de novelas, Malvino
Salvador.

Nas academias, as aulas de MMA estão inchando


De olho no filão, a Fitness Brasil, maior feira de tendências para o setor, que acontece em
Santos no final de abril, vai apresentar treinos formatados para esse público de academias,
além de montar um octógono (ringue de MMA) durante o evento, onde serão realizadas
lutas. Tantos adversários e marketing tão poderoso tornam difícil a vida dos críticos da luta.
O de maior visibilidade, atualmente, é o deputado federal José Mentor (PT), que apresentou
um projeto de lei proibindo a transmissão dos campeonatos pela TV. Em artigo publicado na
Folha (5/3), ele ataca o que considera brutalidade e propaganda de violência gratuita.

[...] "O aumento de alunos nas aulas de MMA é imenso. Eles querem diminuir o estresse,
desenvolver disciplina. Fora o gasto calórico, que é enorme", afirma o fisioterapeuta e
professor Thomas Henrique Cabrera, que dá aulas da modalidade na rede de academias
Runner, em São Paulo. [...] Mas, mesmo regrado, o MMA não convence gente como Éder
Jofre, por exemplo. "Acho essa luta um assassinato. Não posso conceber o cara estar no
chão e o outro vir dando joelhada", diz o bicampeão mundial de boxe, hoje com 75 anos.

No MMA são usadas regras de diferentes modalidades, misturadas. Pode dar soco, como
no boxe, mas também pode bater da cintura para baixo; pode estrangular, como no jiu-jítsu,
mas também dar cotoveladas em pé, como no muay thai. "Criticavam o boxe porque era
violento, mas, perto do MMA, é balé", diz Jofre.

O estudante Paulo Sanchez, 16, é mais direto. Fez judô na infância, mas prefere o MMA
porque tem mais ?pegada?. "Gosto de bater mesmo, quero ver sangue." Esse tipo de atitude
preocupa o professor de artes marciais Jeremias Alves Silva. "Hoje tem mercado e qualquer
um já quer abrir academia de MMA. A pessoa não é formada numa arte marcial, não
consegue dar uma formação correta ao aluno."

[Folha de S. Paulo, 13 de março de 2012]

Observações
Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa;
Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração;
A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;
Não deixe de dar um titulo à sua redação.
.
Elaboração da proposta
Sueli de Britto Salles

PROPOSTA 7
TEMA: VENCER A VIOLÊNCIA E A INSEGURANÇA, O GRANDE DESAFIO.

Ao elaborar seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos:

- ação do crime organizado e do narcotráfico na configuração do atual quadro de violência


no Brasil;

- importância da ação policial no combate a violência e riscos que estão sujeitos os


profissionais de segurança pública;

- alternativas de combate ao crime.

Mínimo de linhas: 15
Máximo: 25 linhas

PROPOSTA 8

TEMA: TRÂNSITO EM DIVINÓPOLIS


TEXTO DISSERTATIVO
Mínimo: 10 linhas
Máximo: 20 linhas
Dê título à sua redação
PROPOSTA 9