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SAÚDE / MALHAÇÃO

Postura em exercício é erro comum de
atleta caseiro
Treinadores apontam oito equívocos comuns de quem treina
sozinho e dão dicas

Detalhes na bicicleta e em exercícios de peso, como o supino,
garantem a execução correta e evitam danos ao corpo

MÁRCIO PINHO
DA REPORTAGEM LOCAL

Treinar em casa ou na academia do prédio é uma opção para quem
não tem tempo de sair ou prefere a comodidade do condomínio.
Porém, o que parece fácil pode trazer complicações à saúde e
diminuir o aproveitamento dos exercícios se o usuário não cuidar de
detalhes que podem resultar em erros.

Na opinião dos personal trainers, treinar no prédio pode ser eficaz e
seguro, mas deve haver um acompanhamento. Mas, como muitos
usuários preferem encarar a malhação sozinhos, a Folha pediu a
dois profissionais de educação física que comentassem oito erros
comuns nos exercícios para orientar os usuários caseiros.

Um equívoco clássico é no ajuste do banco da bicicleta
ergométrica. O ideal é que, quando o usuário estique a perna, o
joelho fique levemente dobrado, evitando desgastes nos ligamentos
e dores nas pernas.

Segundo o personal trainer Roberto Calvano do Amaral, joelho e
coluna costumam aparecer entre as principais vítimas do exercício
errado.

O supino, por exemplo -em que o usuário fica deitado e levanta uma
barra para trabalhar os músculos do peito-, é um exercício feito
errado freqüentemente. "Os pés também têm que estar sobre o
banquinho, e não no chão, evitando peso na coluna", diz Amaral.

Além das questões de postura e da amplitude do exercício, o peso
exagerado também é comum, segundo o personal César Vinícius
Patti, do Conselho Regional de Educação Física de São Paulo.
Um exemplo disso é o exercício de agachamento, em que o
excesso de peso e uma posição incorreta podem ser prejudiciais
para o joelho. As principais vítimas são as mulheres, por motivos
anatômicos.

Patti aponta desvantagens no exercício caseiro, como o fato de o
usuário não ter uma noção exata do planejamento dos exercícios,
por mais que ele já tenha tido aulas em academia.

Ele cita ainda o fato de construtoras improvisarem equipamentos
baratos no prédio sem a preocupação de montar uma academia
segura e eficiente e sem consultar um profissional. "Há
equipamentos de todas as qualidades no mercado. Alguns parecem
de brinquedo."

Para aproveitar o espaço, costumar ser comprados alguns
equipamentos multiuso de qualidade "suspeita". A falta de barras
para colocação de pesos leves também é outro problema, fazendo
com que o praticante colecione alteres nas mãos para chegar ao
peso desejado. o que causa acidentes.

Exame médico

Os treinadores realçam que a prática de exercício não deve ser feita
sem um exame médico. A visita a um cardiologista e uma avaliação
física são desejáveis a partir dos 35 anos ou em pacientes mais
novos com sintomas.

O aquecimento também não deve ser deixado de lado. "O ideal é
que ele faça uma caminhada junto com alongamento muscular, que
irá facilitar a amplitude do exercício. Correr meia hora já é um treino
aeróbico. Os músculos também devem ser alongados ao final do
exercício", afirma Amaral.

ACADEMIA EM CASA:

ERRO EM EXERCÍCIO CAUSOU DOR EM
JOELHO DE DANÇARINA
Foi fazendo musculação em casa que a dançarina e advogada
Jaqueline Fernandez, 25, piorou um problema de joelho que já
trazia das aulas de dança. "Treinava sozinha e ficava com o joelho
um pouco para dentro no exercício de agachamento. Como já tinha
um probleminha que começou nas danças de jazz, a dor aumentava
quando eu pegava bastante peso. Tive que dar uma parada para
fazer fisioterapia." Jaqueline diz que treinou cerca de cinco anos
sozinha, e que, desde janeiro, após o problema, é acompanhada
por um treinador. A dançarina admite ficar com preguiça de sair para
treinar em uma academia fora. Ela, que tem um aparelho
multifunção, esteira e alteres, entre outros equipamentos de
ginástica, diz já não sentir dor nos exercícios.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2906200833.htm

Mais Saudável

HC ESTUDA TRATAMENTO EM PACIENTE QUE SOFREU AVC
DA REPORTAGEM LOCAL

A Divisão de Clínica Neurológica do HC (Hospital das Clínicas) de
São Paulo está convidando pessoas vítimas de AVC (acidente
vascular cerebral) e com seqüelas caracterizadas por fraqueza em
uma das mãos, a participarem de uma pesquisa clínica sobre os
efeitos da fisioterapia e da estimulação magnética transcraniana no
tratamento de reabilitação das pessoas. O tratamento acontecerá
de segunda a sexta-feira, durante duas horas, em dez sessões. As
inscrições podem ser feitas pelo telefone 0/xx/11/3069-7955, em
dias úteis.

MITO OU VERDADE
No transplante de medula, o paciente fica numa bolha?
Mito. Segundo o oncologista Celso Massumoto, no passado se
usavam bolhas de ar purificado para evitar a contaminação do meio
externo. Atualmente, os pacientes são colocados em quartos com ar
filtrado no sistema de ar condicionado, fisicamente iguais aos
quartos habituais de hospitais.

CLÍNICA FAZ PALESTRA SOBRE INFERTILIDADE
A clínica Huntington Medicina Reprodutiva realiza palestra gratuita
no dia 19 de julho, entre 15h e 17h, no Rio de Janeiro, para discutir
causas e tratamentos da infertilidade.
A palestra estará a cargo do especialista em reprodução humana
Isaac Yadid e é dirigida a casais de todas as idades. O evento será
na clínica Perinatal de Laranjeiras, Rio (Rua das Laranjeiras, 445).
Inscrições gratuitas pelo telefone 0/xx/21/2102-2300. As vagas são
limitadas.

LIVRO ABORDA A IMPORTÂNCIA DO EQUILÍBRIO HORMONAL
O psiquiatra Sergio Klepacz mostra no livro "Equilíbrio Hormonal e
Qualidade de Vida - Estresse, Bem-Estar, Alimentação e
Envelhecimento Saudável" que o balanceamento hormonal é
fundamental para a saúde. Ele fala sobre os diferentes tipos de
hormônios e relata casos de pacientes. Klepacz aborda também a
polêmica questão da reposição hormonal.
Editora: MG Editores
Preço: R$ 25,90

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2906200834.htm

Plantão Médico

Governo dá tolerância zero ao álcool
JULIO ABRAMCZYK
COLUNISTA DA FOLHA

Até recentemente, o Código Brasileiro de Trânsito isentava de
penalidade a dosagem de álcool no sangue de motoristas até o
limite máximo de 0,6 g/l. Atualmente, foi implantada a tolerância
zero ao consumo de álcool pelos condutores de veículos. Estudos
internacionais indicam que a possibilidade de uma pessoa
alcoolizada sofrer ou provocar um acidente fatal é sete vezes maior
do que outro indivíduo que não tenha consumido bebida alcoólica.

O médico Manoel Eugenio dos Santos Modelli, do Instituto de
Medicina Legal de Brasília, e colaboradores da Universidade de
Brasília (drs. Riccardo Pratesi e Pedro Luiz Tauil), relatam na
"Revista de Saúde Pública" pesquisa que discorre sobre a
correlação álcool/vítimas fatais no trânsito de Brasília e redondezas.
No ano de 2005, das 442 mortes computadas, 163 resultaram de
atropelamentos, dos quais 26 mortos apresentavam alcoolemia
elevada, entre 1,1g/l e 4,4g/l. Nas capotagens dos veículos,
também 26 vítimas fatais tinham níveis elevados de álcool no
sangue, entre 0,7g/l e 3g/l, sendo que 84,6% desses mortos
estavam dirigindo os veículos. Ainda nas 195 mortes por batida, 50
pessoas estavam com nível etílico entre 0,7g/l e 3,9g/l.

A maioria das vítimas no Distrito Federal era de adultos jovens do
sexo masculino, com idade entre 18 e 35 anos.
julio@uol.com.br

LIVRO MOSTRA GANHOS DO LEITE MATERNO
Tendo como coordenador-geral o médico Hugo Issler, além de oito
pediatras e 116 colaboradores, a Sarvier Editora de Livros Médicos
lançou o livro "O Aleitamento Materno no Contexto Atual". São
abordados temas como o aleitamento materno no contexto sócio-
econômico-cultural, a produção do leite humano, benefícios e
características do aleitamento, desmame precoce e contra-
indicações ao aleitamento.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2906200835.htm

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Hospital adota terapia alternativa
para ajudar a tratar câncer
Meditação, ioga e acupuntura são algumas das práticas usadas
no Albert Einstein; modelo é chamado de medicina integrativa

Técnicas já são adotadas em hospitais de referência em
oncologia nos EUA e podem melhorar a qualidade de vida dos
pacientes

CLÁUDIA COLLUCCI
DA REPORTAGEM LOCAL

O Hospital Israelita Albert Einstein incluiu práticas como meditação,
ioga, acupuntura e reiki no tratamento do câncer. O modelo,
chamado de medicina integrativa, é semelhante aos adotados em
instituições de referência internacional em oncologia, como o M.D.
Anderson e o Memorial Sloan-Kettering Center, nos EUA.

A inclusão dessas técnicas, até bem pouco tempo desacreditadas
na área médica, tem sido motivada pela grande demanda de
pacientes que procuram por tratamentos complementares quando
têm um diagnóstico de câncer. Além disso, atualmente, há vários
estudos controlados demonstrando a eficácia e a segurança delas.

No último congresso mundial de câncer, no início do mês, em
Chicago (EUA), estudos demonstraram que a acupuntura, por
exemplo, pode reduzir as náuseas da quimioterapia e aliviar a
xerostomia (boca seca), provocada pela radioterapia na região da
cabeça e pescoço.

No Einstein, as práticas são oferecidas a pacientes que acabaram
de receber o diagnóstico de câncer, que estão em tratamento ou
que já terminaram. O cirurgião Paulo de Tarso Lima, responsável
pela área de medicina integrativa, diz que as técnicas são adotadas
mediante evidências científicas de que funcionam e de que não
prejudicarão a terapia convencional.

Lima estima que 70% dos pacientes não contam aos médicos que
adotam práticas complementares (no passado chamadas de
alternativas) ao tratamento convencional -seja por não serem
questionados a respeito ou por temor de que os médicos
desaprovem a técnica.

"Usar essas práticas sem a orientação de um profissional é um risco
à saúde. A fitoterapia, se utilizada de forma incorreta, pode interferir
e prejudicar o tratamento do câncer", afirma.

Quando bem indicadas, muitas das técnicas complementares são
úteis para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e suas
respostas aos tratamentos clínicos. "O objetivo é que eles ajudem,
e não atrapalhem, a recuperação", diz Lima.

A ioga, por exemplo, ajuda a diminuir a ansiedade, o medo e os
pensamentos negativos, explica o psiquiatra Rodrigo Yacubian
Fernandes, que aplica os princípios da kundalini yoga entre os
pacientes oncológicos. A prática também vem sendo usada como
tratamento coadjuvante de distúrbios psiquiátricos e psicológicos.

A empresária Maria do Rosário, 50, luta há três anos contra o
câncer. Já retirou parte do intestino, os dois ovários e, agora, faz
quimioterapia a cada 15 dias para combater um tumor no pulmão.
Por conta dos efeitos colaterais do tratamento, ela também sofre de
uma neuropatia que a levou à perda da sensibilidade nas mãos e
nos pés.

Para manter o equilíbrio e controlar a ansiedade, ela faz reike,
acupuntura e meditação. O reike é uma técnica que usa a
imposição de mãos para transmissão de energia vital, segundo os
adeptos. "Essas práticas me relaxam, especialmente quando tenho
que passar horas fazendo exames."

Ela conta que ao descobrir o câncer "ficou de mal com Deus".
"Entrei numa depressão incontrolável. Hoje, conto primeiro com
Deus, porque tenho muita fé, e depois com todas essas pessoas,
tratamentos e práticas que me ajudam a dar uma sobrevida
melhor", diz Maria.

Além dos aspectos emocionais, a empresária notou melhoras
físicas. "Antes, fazia quimio e era um dia no pronto-socorro e o
outro também. Era uma loucura. Há quase um ano que eu não
preciso mais ir ao pronto-socorro por conta dos efeitos do
tratamento."

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2906200811.htm

Técnica da medicina oriental diminui
dor torácica não-cardíaca, segundo HC
DA REPORTAGEM LOCAL

Um estudo feito pelo HC (Hospital das Clínicas) de São Paulo e
pela Universidade do Arizona (EUA) apontou que o johrei -técnica
milenar praticada na medicina oriental- pode ajudar pacientes
cientes de que sentem fortes dores no peito, mas que não
apresentam nenhuma doença que justifique as queixas de dor.

A dor torácica é a segunda causa mais comum de dor na região do
peito, após a dor cardíaca. Ela acomete 30% da população entre 50
e 75 anos que procura o pronto-socorro em razão de dores
torácicas e cujos resultados dos exames cardiológicos são normais.
Segundo o gastroenterologista do HC Tomás Navarro Rodrigues, o
johrei mostrou-se eficaz em 90% dos casos avaliados. A pesquisa
envolveu 40 pacientes com dores torácicas não-cardíacas, com
idades entre 50 e 75 anos.

Para o trabalho, os estudiosos dividiram os pacientes em dois
grupos. Um deles recebeu três sessões de johrei por semana, de 30
minutos cada uma, num total de 18 sessões. O segundo grupo foi
medicado com terapia convencional usada no combate à dor.
Os casos tratados com johrei apresentaram 90% de melhoras do
quadro clínico, enquanto que os casos tratados com medicamentos
diminuíram a dor em apenas 40% dos pacientes.

A descoberta resultou em uma premiação do médico no congresso
americano de gastroenterologia, que aconteceu em maio último nos
EUA.

O johrei é uma técnica de tratamento japonesa que, segundo os
adeptos, amplia a força de recuperação natural do homem. As
"ondas de energia" são canalizadas a partir da "energia cósmica
superior" e podem ser transmitidas por qualquer pessoa
adequadamente preparada. A aplicação da técnica é feita pela
imposição das mãos.

Para o médico, as evidências abrem perspectivas para uma nova
abordagem terapêutica. Segundo Rodrigues, o HC estuda usar
futuramente a técnica na clínica de gastroenterologia.

Ele afirma que a hipersensibilidade da função esofágica associada
às contrações involuntárias musculares ao longo do esôfago são as
possíveis causas responsáveis pela dor torácica.

"A simples exclusão de [diagnóstico de] doença cardíaca não
elimina a dor ou tranqüiliza o paciente que, mesmo possuindo
excelente prognóstico, continua a apresentar intenso
comprometimento da qualidade de vida." (CC)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2906200812.htm

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FAZER EXERCÍCIO COMPENSA?
Estima-se que a cada ano sem exercícios,
o que se perde de massa muscular se ganha
em dobro em células gordurosas.

Wilson Rondó Jr.
é especialista em medicina preventiva, nutrólogo e cirurgião
vascular. Mantenha-se informado sobre seu trabalho e sobre os
serviços oferecidos pela W.Rondó Medical Center pelo site
www.drrondo.com

Esse é o principal fator para se conseguir maior queima de
calorias e também aumentar a relação músculo/gordura.
O exercício aeróbico aumenta o consumo de oxigênio, a
freqüência cardíaca e a respiração. Isso estimula a produção do
hormônio noradrenalina, que é ativado pelo estresse do exercício (o
mesmo ocorre no estresse mental, em que há um estímulo da
produção de adrenalina). A noradrenalina tem um efeito altamente
benéfico no modo do organismo queimar gordura.

“A taxa metabólica com o exercício aumenta aproximadamente
25%, perdurando por cerca de 15 horas após seu término.”

A taxa metabólica com o exercício aumenta aproximadamente
25%, perdurando por cerca de 15 horas após seu término. Mesmo
que uma pessoa esteja dormindo, tem uma queima de caloria maior
do que a do indivíduo que não se exercita.
Quando e com que freqüência nos exercitamos são fatores de
importante influência no metabolismo. Se o exercício é feito após a
refeição

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(30 minutos a 1 hora de caminhada, por exemplo), o metabolismo
calórico é maior do que se realizado antes das refeições.
Quanto mais se exercita maiores são os benefícios para a perda
de peso.
O exercício contribui para elevar o ponto do metabolismo basal e
ajuda a manter a massa muscular. O músculo utiliza mais calorias
para sua função do que a célula gordurosa.
Quanto maior a porcentagem de massa muscular, mais calorias
se queimam para mantê-la.
Fazer regime sem estar se exercitando, inevitavelmente, levará à
perda de músculo e de tecido conectivo, ao mesmo tempo em que
células gordurosas estarão sendo geradas. Quando se recupera o
peso, esse tecido muscular perdido é reposto em tecido gorduroso,
que aumenta a cada regime, ou seja, vai diminuindo a relação
músculo/gordura e ficando cada vez mais difícil emagrecer.
Estima-se que a cada ano sem exercícios, o que se perde de
massa muscular se ganha em dobro em células gordurosas.

(trecho do livro “Fazendo as pazes com seu peso”, Dr. Wilson
Rondó Junior, páginas 80 e 81).

“Fazendo as Pazes com Seu Peso”, Obesidade e
Emagrecimento: entendendo um dos grandes problemas deste
século, Dr. Wilson Rondó Jr., Editora Gaia, São Paulo, 3ª Edição,
2003.

Para adquirir este livro:

Editora Gaia Ltda
(uma divisão da Global Editora e Distribuidora Ltda)
Rua Pirapitingüi, 111-A – Liberdade
CEP 01508-020 – São Paulo – SP
Tel: (11) 3277-7999 – Fax (11) 3277-8141
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http://www.livrariasaraiva.com.br/index.htm

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Visite o site “W. Rondó medical center”

Fonte: http://www.drrondo.com/index.htm
Artigos – Jornal da Saúde – eLetter – Guia de suplementos –
Doenças de A a Z – Problemas Vasculares

Livros recomendados:- wrj
“Fazendo as Pazes com Seu Peso”, Obesidade e
Emagrecimento: entendendo um dos grandes problemas deste
século, Dr. Wilson Rondó Jr., Editora Gaia, São Paulo, 3ª Edição,
2003.

“Prevenção: A Medicina do Século XXI”, A Guerra ao
Envelhecimento e às Doenças, A terapia molecular irá diminuir a
incidência de câncer, doenças cardiovasculares, envelhecimento e
muito mais; Dr. Wilson Rondó Junior, 240 páginas, Editora Gaia,
São Paulo, 2000.

“O Atleta no Século XXI”, Dr Wilson Rondó Junior – O leitor
conhecerá a importância da atividade esportiva na vida de qualquer
ser humano do ponto de vista médico. Editora Gaia, São Paulo,
2000.

“Emagreça & Apareça!”, Descubra seu Tipo Metabólico. Vila
melhor e com mais saúde! Dr Wilson Rondó Juni8or, Editora Gaia,
São Paulo, 2007.

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Sugestão de leitura complementar:

EXERCÍCIO: ESTÉTICA OU SAÚDE?
“A atitude obsessiva de perder peso com muita rapidez é
tremendamente prejudicial à saúde...”

Prof. Dr. Turíbio Leite de Barros Neto,
Coordenador do CEMAFE – Centro de Estudos em Medicina da
Atividade Física e do Esporte da Unifesp/EPM
Professor Adjunto do Departamento de Fisiologia da Unifesp/EPM
Fisiologista do São Paulo Futebol Clube

O excesso de peso é um dos maiores problemas da sociedade
contemporânea. A medicina tem relatado freqüentemente
estatísticas a respeito do número de mortes que ocorrem em função
de doenças associadas à obesidade. O cuidado com relação à
prática de exercícios e aos bons hábitos alimentares é aceito de
forma unânime como atitude absolutamente indispensável ao
investimento em saúde e qualidade de vida.

A busca obsessiva de um ideal estético, tão cultivada nos dias de
hoje, talvez seja um dos grandes problemas em questão.
Resultados estéticos rápidos, nos casos de obesidade, geralmente
só são obtidos à custa de grandes agressões ao organismo.
Pessoas com problemas de excesso de peso ou obesidade
dificilmente aceitam “investimentos com resultados a longo prazo”.
Contudo, modificações graduais, que trazem resultados lentos
porém definitivos, constituem a melhor proposta a ser adotada. Os
primeiros benefícios – tais como redução de colesterol, controle da
pressão arterial em níveis normais, a redução de placas de gordura
das artérias – não chegam a ser visíveis, pois a prioridade de tais
tratamentos é a saúde, e não a estética. O resultado estético tende
também a aparecer, porém é mais lento.

“A atitude obsessiva de perder peso com muita rapidez é
tremendamente prejudicial à saúde. Em simpósio realizado nos
Estados Unidos, vários especialistas chegaram a uma conclusão
que pode ser considerada estarrecedora: perder peso rapidamente
é pior que ser obeso. As agressões que o organismo sofre em
função do chamado “efeito sanfona” (emagrecer e engordar
sucessivamente) são piores que a própria obesidade.

“O gordinho pode ser sadio! Peso em excesso não significa
necessariamente saúde ruim. O que prejudica a saúde são os maus
hábitos alimentares e a vida sedentária. Cada vez mais estamos
perto de afirmar de maneira enfática: “É preferível um gordinho ativo
a um magro sedentário!”

O gordinho precisa acreditar que a atividade física regular, mais
cedo ou mais tarde, sempre acaba trazendo resultados estéticos.

Quando um resultado assim é obtido, deve-se refletir sobre as
estratégias que foram adotadas para isso. Talvez se esteja
combatendo o problema de forma inadequada, ou mesmo
direcionando a preocupação para o objetivo errado. Quando um
indivíduo tenta perder peso, na grande maioria das vezes, está
preocupado com a estética e não com a saúde.

“Portanto, todo indivíduo deveria investir em duas palavras mágicas:
hábitoso saudáveis. Alimentar-se de forma adequada, equilibrar-se
emocionalmente no ambiente familiar, social e profissional, e
sobretudo ser ativo! De todos os fatores de risco, comprovadamente
a vida sedentária é o pior. Apesar de ser o mais pernicioso, é
justamente o fator que todos podemos controlar. Por mais que as
pressões diárias e a falta de tempo nos grandes centros urbanos
dificultem , não é aceitável que um ser humano não consiga dedicar
pelo menos uma hora por dia para praticar atividade física! Não se
trata de transformar todo indivíduo em um esportista, mas de
conscientizá-lo de que o período de atividade é destinado à sua
saúde e de que esses hábitos devem ser incorporados, para se ter
uma vida mais saudável.”

No entanto, apesar de grande parte da população ter consciência
do benefício, ainda é pequena, em nosso país, a parcela dos
praticantes regulares de exercício.

Qual a principal razão pela qual algumas pessoas incorporam a
atividade física como hábito regular, enquanto outras, por mais que
estejam convencidas de sua importância, não conseguem realizá-
regularmente?

Quando se inicia um programa de exercícios, deve-se sempre ter
um objetivo a ser atingido. Essa meta pode ser tanto a perda de
peso e o aumento da massa muscular na busca de um modelo
estético quanto a melhora da resistência física para a conquista de
melhor qualidade de vida.

Na realidade, só se consegue um resultado satisfatório com um
programa de exercícios aliado à dieta, os quais devem ser sempre
orientados por profissionais competentes. Um programa só será
eficaz se for capaz de alterar hábitos de vida e de incorporar-se, de
maneira definitiva, a uma proposta de vida mais saudável.

Portanto, antes do início de qualquer programa, estabeleça o
objetivo a ser atingido.

A proposta fundamental deste programa é esclarecer a importância
da atividade física e, mais do que isso, a importância de um estilo
de vida ativo. As mais recentes pesquisas realizadas em todos os
grandes centros de investigação nessa área apontam para uma
mesma direção: é absolutamente necessário que o homem
moderno reaja ao comodismio proporcionado pelos recursos
tecnológicos.
Fonte:
Livro: “O Programa das 10 Semanas” – Uma proposta para Trocar
Gordura por Músculos e Saúde; Turíbio Leite de Barros Neto;
Editora Manole, 1.ª edição brasileira – 2002.

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Sugestão de Leitura:
Livro: “O Programa das 10 Semanas” – Uma proposta para Trocar
Gordura por Músculos e Saúde; Turíbio Leite de Barros Neto;
Editora Manole, 1.ª edição brasileira – 2002.

Editora Manole Ltda.
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