You are on page 1of 8

Os grandes grupos de solos no Rio G.

do Sul
GersJdo Thol07An Dias da. Costa
Engenh ~ ro-Agrônomo

\
INTRODUÇAO sujeita às mesmas condições cllmá.tlcas. P or ou-
, tro lado, regiões onde a mesma rocha deu origem
Com o presente trabalho, pretendemos ofe. a solos pertencentes a Grandes Grupos diferento.s,
recer u'a modesta contribuição a o mapa de solos onde a alti tude e a topografia modificaram :lS
do Estado do Rio Grande do Sul, procumndo cUI'actrlstlcas do perfil de solo, dando, como con·
fazer uma correlação entre a distribuição dos seqüência, solos distintos,
Grandes Grupos de Solos existentes e li geologia
do Estado. • Nas nos sas diversas viagens . pelo Inlerior do
Estado, te mos notado que hd possibilidade de
VJSDJnOS, desta fo rma, colaborar com os téc- fazer-se uma COITelnç1i.o, ainda que relativa, en-
nicos quo trabalham nas Instltulções de Pesqulsa, tre os Grandes Grupos de Solos e a fOl'maçào geo·
de maneira que a experimentação agrlcola em lógica do Rio Gmnde do Sul. & o que iremos
nosso Estado, seja realizada nas _regiõcs cujas lentar a SCg'\III', dc maneira muito geral, serr_
u nidades de solos apresentem expressão g(l<lg rá . grandes pormenores. Para um trabalho de fOle-
fica mal:t r opresentativa, de forma que 0>1 r C;'J;ul- b"0, hã II t'<:es sldade de estudos mais pormenori_
lados obtidos possam ser estendidos Il gTandes zados, que del:'aremos aos eolcgns do Minilit li-
áreas, beneficiando maior nume ro de agricultores. rio da Agrleultura, que t raba lham neste ramo,

Atualmente, pOr falta de um mapa, ainda Sabemos, de antemão, que havia muitas 11.
que esqu/!mâUco, dOs Grande!! Grupos d e Soll) do mitaçõcs neste modesto trab:llho, porém servi_
Estooo, a experimentação é !e lta tendo por base rá como ponto de parUda para trabalhas de Gê-
ou as regiões de geologia diferentes ou as "-onas nese, Morfologia e Cahografla de Solos do Es _
ecológicas distintas. Como a Lei da Zonalldade tado do Rio G rande do Sul.
do Siblstzev e Dok\lchaiev, hoje, tem as suas li_
mitaçOes, pois nem sempre climas semelhantes REGIOES FISIOGRAFICAS
acan'eta.m a formação de solos Iguais, agindo
sObre rochas diferentes; e pOr outro lado, rochas Partindo do Iltoral para o oeste do Rio Gran-
Iguais, sob a ação de climas diferentes, nem sem- de do Sul, vamos encontrar, segundo P aulo de
pre dão origem a solos diferente s. Em vista dis_ Castro Nogueira (9), 4 regiões fisiográf!cas no
so, temos limitaçôes bem ponderáveis para as Estado: L it oral; Escudo Riogrande nse; Sedimen-
zonas de experimentação no Estado, porque os tos Gondwllnicos e Planalto,
resultados obtidos, de sã. consciência., não po-
dem ser estendidos a todo o Rio Grande do S\II A reg ião denominada de J~It.oral está com-
e, sim, a certas regiões limitadas, onde a eco- preendida entrc o oceano Atlântico Sul c os pri-
logia ó semelhante ou onde a geologia deu origem meiros contra·fortes da Serra Ccral c o Escudo
a solos quase iguaiS, Riogramhmse, que toma diversas denominações:
Serra d Oi; Tapes, Serra de Encruzilhada, Sc ....o.
No deco r rer do t rabalho, mos t raremos al- de Caçapavu, etc, A faixa litor;"~nea , se estende,
guns aspectos interessantes, onde uma divcl"lIi. no sentido longitudi nal desde Torres até a !ó;::
dade de rochas deu origem a um mesmo solo: do Arrolo Chui. Esta zona li fonnada por sedi-
ou uma variação de solo, de rorma a termos dois mentos da e l'a quaternária; Holoceno pleisloccno,
Grandes Grupos multo próximos, porém, exigin- com formação de areias, nluvlOes e dunas do
do manejo distinto, dent ro de uma área que estA litoral, dos tipos Barchan e Sei!.

-
Colabora!,';Õe8

o Escudo Rlog-rnn!lense, P.F. de Carvalho I1S- As rochas que formam o Escudo Riogran-
sim o denomina segundo P. C. Nogueira (9), <A- dense são rochas arqueadas, granltlca.s: granitos
prCQonta. um. vértice nae proxlm.ldades da Lago,," alltit;0s l!;ll!.:llSl:iitlçados, lepUnltoa, ortognelss, etc;
dos BalTos, no lugar onde aparecem as primeiras as rochas metamórficas equivalentes de sedimen-
elevaç~ es e é limitado por uma linha sinuosa, que tárias: x1stos metamórficos flll tos, c10rita e hor_
sei,'1llndo rumo sudoeste, passa nas proxlrnldadef
blcnda x istos, quartzitos e ca leároos mais ou me-
e ao norte de POrto A legre; vai, depois, ao munl_
nos marmorizados. de idade nlgonquellna inferior;
cipio de Guaiba , j á no ou trolado, e na margem
em maiores proporções e mesmo dominando, vê-
direita do Guaiba; segue ainda essa linha sinuo_
sa cortando os munlclpios de S. Jerônimo, R. em. os batOJitos graníticos que, têm idade segura-
Pardo, Cachoeira do Sul, S. Sepé, chegando nté mente posterior à das rochas acima citadas. As
perto da cidade de S. Gabriel, falando, então, outras formações contidas no Escudo são: sedi_
uma refiexão para o rumo geral sudeste: passa
nas vizinhanças da cidade de Bagé e vai atra-
mentos Maricá, arenitos e arcoses, que segundo ~
Beurlen. K. et alo ( 4 ) pertencem ao perrn.o-car- Z
,
vessar a estrada de ferro ,cnnETAOlNSHDLU _ bonifero (.?) , cortados por diques 'de quartzo :'
da estação c hamada B iboca; toma, então, rumo pórfiro; arenitos vermelhos e conglomerados da
sul, onde cruza a nossa fronteira com a Repüblica
sórifl CllmaquA, ~t'ihre a '11.111.1 vem o vuIcanijJm.o
Orlont!l.l. <.lo Uruguai, Junto a Acegu ái~ apOs pe.-
andes!tico e, final m.ente, encravado quase num
nctrar pelo Uruguai, volta a linha, com nmlO
geral nordeste, a passar por Jaguari'l.o, dai para bordo sul do Escudo, temos uma pequena área
Pelot as e, afinaI, desta cidade ao ponto de par- form ad a pelos arenitos da série Santa Tecla, to-
tida. dos de penno_carbonifero ( 4 ).

I
("'-I-~O


••

""'"-,"', "".-na.n.n.o.,,,,,,,,'",, ~-...x>
O'"<lonO, .. oawç~ w,. .....
ll:m\lID'EIlIIHjt:UI..UGltlI UII

-.._-_
RIOGftANDED08m.
..
--.. .-_.-"1". . .
,.....'=- .., ...--._.-

106
-
OolaboraçõeA

Predominam, nesta região, as rochas não A região dos Sedimentos GondwfUllcos é li -


metálicas: carvão nos municiplos de Gravat al, mitada pelo EsCudo Riograndense, ao sul e leste,
São Jerônimo, Rio P ardo, Encruzilhada, Cachoei- e por ,Ima linha sinuosa que pal1.lndo de Torres,
ra do Sul, Caçapava, São Sepé, São Gabriel e passa junto a diversas lagoas do litoral até a
Bajé e no municlplo de H erval do Sul na região cidade de Osório; daí CllIUl. ao Norte das cida·
do arroio Jagua.rão Chico; folMlos pirobetumlno_ des de Santo Antônio e Taquara, toma rumo ge-
80S na estação Tiaraju, próximo a S. Gab riel ; ral leste. oestc ; margeia as cidades de Novo H am _
jazidas de cadllm sedimentária em vátios muni_ but'go, Montenegro, Lajeado, Santa Cruz, Sobra.
elpios acima citados e junto às jazidas de carvão dinho, Santa 7Iraria, General Vargas e, nas vizi-
ou de folhêtos carbonosos, existem abundantes nhanças de São Francisco de Assis, inflete rumo
depósitos de argilas cerâmicas, algumas das quais ao sul, indo atravessar a nossa fronteira com a
sâo refratárias; grés e águas minerais são en- Republica Ol'iental do Ul'uguai, junto e a leste
contradas em bastante quantidade. de Livramento.

DHPSUGJM.l'lL'O
,..",..... ., ~ , ,. I"" OI rIU"
I. .. ,,~, ... c~ C~ ~~l
Vi' ....... ' .. $0«><,,;, .. ' I' ~ '-'."
t~tAl~
."
.H " . ,

1941

A Cidade dêslcs cedimentos vai desde o per- os lêrmos mais altamente argilosos, pertencen_
mo-carbonifero até o triássico (4), c, se mar· tes à Série Tubarão, gmpos Guatá. (carvão) e
charmos, a travessa ndo-os, desde os bordos do Itaz'aré (tilitos, granitos e siltitos varvltlcos) ,
eSCudo riograndense até os bordos mais baixos chegaremos até os termos altos em areias quar-
do planalto, encontraremos as rochas e Os so- tzo;>;as, que silo os de arenito Botucatú, triássi_
los delas derivadas, partindo desde os sedimen_ co superior; e passaremos, nesse trânsito gra-
tos mais antigos, n a coluna geológica, e que silo dualmente, pelos térmos ifltcrmediário.s, que são

107
os correspondentes às rochas a rgilo_arenosas, se- Na zona d e transição entre. a r egiAo do LI-
guidas continuamente pelas areno-argllosas; se- toral e o Escudo Riograndense, va mos e ncon-
guem-se _lhes os tolhêlos pirobetuminosos, pretos, t rar o Gmnde G rupo Planoso (1), com textura
de I ratl, do permlano (4) e rochas calcáreas e f ranco-arenos8, no horizonte A , estrutur a esrntu-
argilo-arenosas da série Passa Dois, do permlano çada a granular, seguidos de A2 llxlviado e, logo
( 4), depois da qual vêem as camadas Santa Ma_ ap6s, o horizontc B2 impermeá.vel , «clayplln.,
ria (4 ) , trlásslca, com Os seus arenitos averme_ com estrutura em blocos, argiloso e endure<:ldo,
Ihad03, Intercnlados de fol h Nos de cOres varia- com a r gila do t ipo 1 :1 : (grupo da Caollnlta),
das; afinai, sObre êles temos o arenito de Bo- quase tOda dispersa; logo a s eguir, o B3 e o C l
tucato., sObre o qual, emitindo «5ills) , derrama_ glelsado, Impedindo a UxIviação dos element os
ram-se as cfuslvas t r iásslcas. O plannllo está. minerais e, ao mcs mo tempo, o m ov imento ver--
limitado, ao sul e leste, pela região dos Sedimen- tlcal das águas pluviais, que s6 se processa ho.
tos Gondwâ.nicos e, ao norte e oeste, pelo Rio U- montalmente, tornando o solo adequado a cul.-
ruguai até as suas nascentes. turll.3 Irrigadas, ou a gra.mlneas para o pasta:.
ESSa região do trapp, melhor chamada das relo. :e _ácido, variando o pH ent re ~,O a. ~ ,f.
efusivas triásslcas, pertence ao gl'ande derrame :este Grande Grupo foi Identif icado pelo Dr, Roy
das lavas basálUcas quc l'ccobriu a maior parte Simonson, pedologista americano, quando de sua
da superncle dos estados do Rio Grd[ldo do Sul. estada entre nós, em 1 9~4 .
Santa Catarina, Paraná: São Paulo, allnglndo :este solo aparece em J aguarão, p rolongo..n-
parte dos estados de Minas Gerais, ].[o.to Grosso do_se no sentido sul-norte, até o munlc1plo de
e Goiás, e que tomou o nome de «Serra Gerab, Gualba, e dai, acompanhando o vale amplo do
As rochas constitutlvas do P lanalto riogran- R io J ac ul, até o munlc1plo de Sobradinho, atra.-
dense, e dcrivadas pelo resfriamento e consolfda- vessando, nesta rota, os seguintes munlclplos:
çào das efusivas triâssicas, apresentam os se- Jaguarão, Arroio Grande, Canguçú, Pelotas, São
guintes e principais tipos: d iabáslos, basaltos, Lou renço do Sul, Camnquã, Tapes, Gualba, São
basaltltos, m(lláflros amlgdal6ldcs, csplUtos, hal- Jeronlmo, Rio Pardo, Cachoeira do Sul e Sobra-
lo_basaltls , lcidlcitos c vidros vulctl.nlcos, tipos dinho, Segue também, o vale do Rio Vacacaf,
de rochas essas q\le não são senão variações tex_ até próxln\o a São Gabriel, passando por Santa
turals do magma e notamos, aqui, quc a sua com_ Maria. Aparece, ainda, no valc do Rio Iblcuf,
posição mJneralógica apresenta pequena diver_ entre os munlclplos de São F rancisco de Assis,
s idade), Alegrete e Itaqul.
Estas são, de ,maneira ge ral, as regiõcs fi_ No mapa anexo, o seu limi t e é relativo e
s lográficas do Estado do R io Grande do Sul e está. designado pela Inicia i P . São solOs pró_
suas respec ti vas formações geológicas, com as pr ios para a cultura ~ a r roz e de pastagens na
quais tcnta remos eorrelaclonar os G randes Gru- exploração pecuArla, dada à d r enagem, tan to
pos de Solos aqui existent es, externa como Interna, porém n ecessitam de cor-
reçõcs e fertlllzaçOCs par a explorações econO-
GRANDES GRUPOS DE SOLOS ...
mIcas,
Na r cglAo (lO Lltura l vamos encontrar solos P rovà.velmente, será ai nda encontrado nos
pcr tencentes nos Grandes Gru po~ Alu vlii<l Bem vales runplos dos · rios de grandes caudais, como
D I'<lRado, AltI\'li\.o !\Inl Drenado (1). representa- o Uruguai, e , talvez, no grande vale de Selva},
dos, no m tl.pa anexo, pela Inicial A e prov/tvel-
localizado entre os munlc1plos de Caçnpava do
mente oulras unidades corno Pod1.óls Húm lco-
Sul e Lavras do Sul, nascentes do !tIo Cama·
térricos, segundo K Upper (7); A re noso e Hidro-
qui!., na Dep ressA.o Central do Est ado, on de exis·
morto, rel<pecUvamente, represent ados pelas Inl- tem sedimentOs granlticos, material que Ibe tem
clais p , H t. e s tes solos estão em assoclaç6cs sen-
dado origem, no Rio Grande do Sul,
do ainda jovens, desenvolvendo_se sObre sedimen_
tos do quaternário. Os limites entre éstes so- N a reglAo do ESCUdo Riograndense, zona das
los não foram demarcados no mapa, pois, pa ra rochas mais antigas do Estado, vamos encon _
t al, é neces~ário trabalho minucioso, trar os Gra ndes Grupos Ve rmelh G-Ama.rolo Pod~
A,prcscntam pObre7.ft em nutricntes minerais 1.ôLico (1) junto no L itoral; Castanho Ac inzen-
e acldês, apesar das p ropriedades flsicas multo tado 1'00.,,61100 (1 ), nns regiões mais elevadas ;
boas. A cobertura vegetal ~ de gramlneas e ma- para oeste e sul, PrairlC!!l segundo Setzcr (10),
fas ciliares, onde o lençol freá tico se aproxima KUppcr também O Identificou quando de sua es-
da superflcle. H á necessidade de g randes fcrti _ tada em Bagt'!, em 1954 , Prov ll.velmente encon-
llzações, que r qulmlcas, q ucr orgânicas, para a t raremos outras unidades de solos, como lJtos-
agricultura tomar-s e rendOlJa em tais solos. solos, dI' menor expressão geográ!lca.

108
o Gnmdo Grupo Vermelbo _Am8.r<llo Fod:tó- épocas' de estlagens, apresentam....se demnslada-
lico apresenta textura franco-arenoso. no hori- mente duros, nl10 pennitindo a lavraçAo e, nas
zonte A, para, logo 11 seguir, apresentar um A2 épocas dc ma.lores precipitações, dada. à capa-
lixlvlado ou seml_l1xlvJado e, após um horizonte cidade de inchação de SUILS argilas, a.bsorvem á-
B argiloso, cuja argila já apresenta cêrca de gua, tornando. se pegajosos e, assim, Impedem
20""" do tipo 2: 1 (grupo da monlmorilonitll.), também Os trabalhos de cultura. Isto é uma
conferindo-lhe melhor capacidade de retenção e conseqU~ncia do tipo de argila predominante nes-
trOCa de bases; .portanto, melhor reação às fer- tes solos.
t1J1:t.ações; êstc horizonte tem a coloração ver- Com bom manejo e irrigação, sA.o altamente
melha, é denso e pegajoso, com estrutura em produtivos para a maioria das culturas, em es-
blocos sub angulares; e de pH oscilando entre 5,0 pedal para o milho.
a 5,5. Dada à. sua. boa drenagem e à. retençl!.o de Situa-se sóbre materiais das séries Ca.maquã,
bases, prt!sta-se para a cultura de cercais (gra_ Santa Tecla, Tubarão, Grupos Itararé e Guat.á.,
mineas) e leguminosas, bcm como de ess~n cias xistos c arenit os.
vegetais e frutifera s; pOt'ém, necessita de corre-
Além desta.s unidades acima citadas, va_
ções, adubn.ções e bom manejo como práticas
mos encont rar, nos locais de maiores alUtudes,
conservadoristas, pois está suJc.ito à erosão. Tam_
onde os declives são mais abruptos, o Grande
bém foi Identificado pelo' Dr. Roy Slmonson.
Grupo Utosolo, porém de expressão gcográ!lca
~ rochas que lhe dã.o origem datam do ar- bastante reduzida e, por esta razão, sem maior
queAno, razão pela qual também são conhecidas importância para a regi Ao.
como formadoras do Complexo Cristalino Bra_ O Vernlclho_Ama.relo P0dz6Uco situa_se en-
sileiro. Siio principalmente granitos e gneisses. tre o Planossolo e o Castanho Acinzentado Pod-
Castanho Acln7A.mtado l'Odz,óllco (tentativa zólico, sendo representado, no m apa, pelas Ini_
de classificação do autor) ( 1), é uma unidade ciais V.A.P .. atraveS8ando OS seguintes munlcl-
que apresenta o horizonte A com te:durn franco_ pios : Jaguar!!.o, Arrolo Grande, Canguçú, Pelo-
arenosa, de cór escura acastanhada, devido à tas. São Lourenço do Sul, C8mnquã, Tapes, Guai_
matéria orgânica, para logo, a seguir, apresen- ba, POrto Alegre, São JerOnimo, Rio Pardo, En_
ta r A2 lixlviado, porém pouco expresso e um cruzilhada, Cachoeira do Sul, Silo Sepé ,Caçapava
horizonte B argiloso, cuja argila, em sua maJor do Sul, Lavras, Piratinl, Plnholro Machado e
parte, pertence ao grupo 2:1 (grupo da montmo- Hel"\'al do Sul.
rilonita) , conferindo-lhe grande poder de reten _ O Ca6ta llho Acln7..entado Podz6l1co, represen_
ção e troca de bases, sendo um 5010 multo fértil. tado no mapa por C.A.P., como foi dito acima.,
de cOtO castanha avermelhada, estrutura. em blo- localiza-se nas zonas de maJores altitudes desta
COs e rico em minerais primários, o que atesta regil1o, ou seja, nos munlcipios seguintes: Pelo-
sua jovialidade. :r: solo menos ácido, pois seu Ph tas, Canguçú, Silo Lourenço do Sul, Encruzilha_
varia de 5,5 a 6.5. Presta-se para o cultivo de da do Sul. caçapava do Sul, Plratlnt e Pinheiro
cereais. leguminosas, ' fruUferas, ess~nclas vege- 1[achado.
tais, etc. Reage admlràvelmente às adubações i!
O Pra.ire está situado a oeste e sul do Cas.
correções. Dada. à sua drenagem externa e inter_
tanho Acinzentado Podzólico, representado pela
na ser multo boa, estA menos sujeito li. erosão que
abreviatura Pr., no mapa esqucmé,lIco, atraves-
a unidade anteriormente cilada.. Cremos que se-
sando os munlclpios de Ba.gé. Lavras do Sul, e
ja uma da., unidades mais férteis do Estado.
Caçapava do. Su.I, indo terminar em Herval e
P inheiro Machado.
o Grande Grupo PrJ.lrle (6 e 10) está situa-
do, em zona de. clima. mais continental, suj eito a Na reg.lilo dos sedimentos Gondwê..nlcos, va_
estiagens mais ou menos fortes no verão. A_ mos encontrar· uma t ranslçl10 de dois Grandes
presenta um horizonte A de estrutura granular, Grupos de 50109 ou sej a, um dnte rgradoJo, for-
de cOr cinza escura a muito escura, textura li- mado pelo contato dos grnndes grupos Vermelho-
mo_argilosa, logo a segui r o horizonte B argiloso. Amarelo e Podzólico e Latossolo Castanho Aver-
de estrutura em blocos sub-angulares, de cOr melhado (segundo Bra.mão - pedologista da
cinza escura, argila em grande maJoria do tipo F.A.O. que nos' visitou em 1053). O Latosaolo
2:1 (grupo da montmorilonlta), fazendo com que Castanho Avermelhado, ao norte, e o Vermelho_
a sat u.raçào de bases atinja a cêrea de 50 a 70$". Amarelo Podzóllco ao 8Ul.
Segundo ?Iohr, I!.stes solos slo ácidos a levemente O c:Intergrade:t, representado no mapa pela
ácidos (8), variando o pH entre 5,10 a 6,24. São let ra I, aprescnta earacterlstlcll.S intermediárias
solos muito ricos em elementos nutritivOs pa.ra entro;! os dois Grandes Grupos acima citados. :r:
as p l ant~ e em matéria orgânica. Porém, com maJs argiloso que o Vermelho_A marelo Podzólico,
um penodo de manejo mu.lto restrito, pois, nas mas menos qUe o U1to$solo Castanho Averme-

109
Cornboraçôes

Ihado; é mais pet'mrovel flue o POdzóllco, mas \\-àn1cos e parte de Santa C3tari na e, a O<!ste,
menos que o Lalossolo; mais fértil qUe o Latos. por uma linha Imaginána de rumo norte-sul,
solo, menos que o Po(l?,Óllco; cstá mais s ujeito à. que p.:tS!!:a pelos munlelpios de LagOa Vermelha,
erosão que o La tossolo, nUls ainda menos que o Kova P rata, Galibaldi e, da i ruma para leste,
Podzóllco, passando POI' ClUlela e te l'tninilndo em São Fran.
cisco de Paula, ~stes munlclp10s estão s ituados
o horizont e A d~ste Grande Grupo é caso em cotas que oscilam de 620 ti. 1,000 metros ;:tei·
tanho avermclhado, !nmao.argiloso, com cstrutu_
ma do nlvel do ma r, Ao s ul, o limite mais pre_
ra granular fina e esmiuçado, disti ngui ndo -se
ciso não é o dos sedimentos CondwAnlcos e, sim,
mais t:\clhnenlo do 13 pda oolol'ac;;1\o mais escu·
o Latossolo Castanho Avermelhado,
ra dada pela mnlél'ia o l'gànlCIl; ;, 13 é argiloso,
vermel ho mais forte que o A, e::õtr\lturn em blo·
COs ::õub-nngul:lres finos ri. g l'3nultl.r média, p ro-
f undo plást ico c peg:ljoso, As subdivisões do Bom
silo do dl!lcil distinção, Não apl'Csenta. A2, Acldo,
Esta região, situa-se, principalmente sObre
roeMs e ruptivas basâltlcas.

Do limite ocste até pràueamente ,ao vale <io


,
vru:iando o pH em tórno d e 5,0 (8), R io l 1>iclli, temos o Latossolo Cas t imho A\'Cnne-
lha(lo, l'C!pl'esentado no mapa pelils Iniciais L
E stcnde. se pelas mn rgens d ireit a. e esquerda C. A" que apresen ta as seguintes c3r3cterlstl.
do R io J acul, desdo TIlflllfll1 até O e n<~ral Va rgas, cas: dificulda de de dl!erenclaçllo de horizontes;
passando pelos munlcil,ios de l\fontenegt'o, Gone- ped il multo profundo ; hOl'lzonte AI C:tstanho
ral Cãmill'a, Vcnll.nclo Ah'es, Santa Cruz do Sul, avermelhado, mai s escuro que os sub·scquentcs,
Rio P a rdo, Candelnl'ia, enchoo!"'I do Sul. Sobra- d:\d.~ à maior quantidade de mntt!l'lft, orgântca;
dinh o, Santa Ma l'la e Silo Pedro du Sul. A \'e- textura. argilosa, cstruturo gl'3.n ula r fina e es-
geUção d ominante é dO grR mlnt'as uo géncro miuçad::t. f ina, multo ph1sUe,o, muito poroso o
ArisUda (b:u'ba de bode), multo pegajoso quando molhado; liorlzonte AS da
Dal par:\ o Sul, p:lssando pelos municlpios de tr:ansic;ão entre o A e o B, de cór mais clara
Cacequl, Ro::õârlo do Sul, São Galniel, Lavras do q ue o AI : Horl1,onte BI l:J.mbém de t rans lçlo;
3ul, Dom Pcdrllo, Llvra.llIento c Bajé, \' atnQ.~ .; 82 l,rotundo, castanho ave l'melhado, cstrutura
contra.r o Grande Grupo J' r:.lro A \'enuclhado granular média a grossei ra, m ulto permeâvcl,
(2 e 6), representado no mapa por P ,A.. Esta a l'giloso, plAstleo c pegajoso quando molh:ado, A
unidade apresenta as l:Ie).;"ulnte!:i caracter1stlcas: argila, em quase t ota.lldade do ,pel1'i1 é do t ipo
horizonte A, d e estrutura granulnr tina, }cnos 1:1 (gru po da caolinlt n), :e um solo de pro prie-
r ko em matérb. org;'l.nlcn que o, Prairies, de cór dades fisl e1\s' multo boas, porém pobre em nu·
castanha cscw'n e text u m limo. argilosa. O 13 t lielltes para as planlllS () necessilando de ma·
apresenta_se argiloso, est l'U t ura e m blocos sub- téria orgànlca para aprC5Cntn r colheitas com.
al1gul:u'es, mais nverm('lhauo daua à m('nol' quan _ pensadoras, " cm capacidllde do trocll e rden.
tidade de malél'ia OI'I:':\nle:1. e m:\lo r leôl' de s es· ~ilo de bases baixas, A vegetaçB.o prc<lomlnan-
quióxidos de !el'ro; argila predominan temente do te, em uma parto, é de essCnela.s vegetais, prin-
tipo 2:1, lhe con r(,I'ln<lo propriedadc:; anâlogas cipalmente a A raucária brazlliana ( A, Rinch,
as uo PrnlrJe ve rdadeiro, :e um solo fértil que pinheiro) c, em out ras zonas onde apresenta um
Ir rigado e com bom mancjo, pro picia multo bons tipo maJs UI'C!noso, 11. cobertura t! de gramlneas,
l'CIldimentos d:ls plantas cultivad:ts, Sit ua-se só' pl-edominnndo as uo g(:nero A risUd u (ba rbn do
bl'C as rochas cruptlva" bnsúlllcas, arenito de bode ), S itua-se sObre bassalto dlabdslo, Nestas
Botucalú, Call\ada.~ Snnta }oral'la, Passll Dois e regiõe~, as comllçOcs elimâtlcas slI.o mais efetl·

Tubarão, A ve:;el nção 1>I'cdomlnan l e é d e grn· vas fi O dese nvolvimento do pet1'1l de solo, visto
mlneas finns e legumino!':Il.8, ([uo n altitude Inter!e l'o menos no c lima,
Na regl1i.o do l'lana!to, vanlos encontrar Do val e do Ibleul p3ra o sul, temos outra
prairio Avonnelh:ulo (segundo Imper), nos mu _ \'ez o P ral rin i\.\'c rmclh:1(lo (2), no topo da.s co-
niclplos de malorcs a lti t udes, As cond i.,-õcs cll. xilhas mllls alla,s e d eclives m:als f ortes, sendo
rrullieas, nesta regUlo, modlrlcadas pcl:l allitu- ~olol> muito rasos, atingindo u ma espessura mé.
de, pl'O\'à\'elmente permitiram o desenvolvhnento dia de 20 eenUmetros, Na. rcgliio de g randes
d~sto Gi'ande Ci'\lpO de Solo, já. que também
afloramentos do arenito, a oeste de A!('grete
esta unidade apreJllt' nta o proet'!lso dt' la loli7,:u;;.1i.o (cida<k), temos L1lo.uulo (2) ,
( 5), na fornl:ação e dlfel'onclação de horizontes,
como ocon'o nos L.'ltossolos. porém de Intensl- N :IS cexi!has de cota mais bllixa. e declives
d3.de multo menor que nestes uI t i mos, Estão li- m:1.ls suaves, temos o Grantlo Grupo Regur (2),
mitados, ao s ul, pelos sed lmcntos Gondwânicos A·p rcse~ tam-l>e êstes solos como uma "eroMel-
e parte do Estado de Santa Cal:J.I'ina, ao norte, ra associação de Gl'andelt Grupos, dai porque !o-
pelo Rio Pelotas ; n leste, por secUmcntos Gond· ram mapeados como tal, não nos sendo posslvel

110
e..ssegurar que os limites .sejam exatos e 'as po_ Dlscorda.mos do P l"Ofessor Selzer (lO), na
siç6es das unidades estejam cor retas, São repre- classificação d~s t e Gra nde GIUpo, que é apon-
sentados no m apa pelas iniciais. P. A. - Pralrie tado como Prail·ie, porque os solos Prair1es npre_
Avermelhado; R. - Regur; e L. - LUossoio. sentam hOl1zonte D definido, ainda que com es-
t rutura fracnmente desenvolvida, ao puso que
Apresentam-se nos municipios de Alegrete, os do Grando Grupo Regur, não apresentam ho-
Quaral o Uruguaiana, 8ituando_se principalmen- rizonte B e sim A 3, de transição entro o A 1 e
te sObre basalto. A região compreendltla por ês- o C, conforme mostra Simonson (ll e 12 ). 1::ste
tes municlpios apresenta altltutlCS qUe osc ilam horizonte A 3 difere do A 1, quase quo sômenle
entre 35 e 210 metros, e está sujeita a verões pelo menor te6r em matéria orgânica que apre-
que ntes e séeos ou d e baixa p ree ip itaçl.o pluvio- senta e pela maior l"ique;.-.a. em cálcio. Os solos
méllica; IlSsim sendo, o clima desem penha um Regur silo de dificil diferenciação de horizontes,
p apel predominante na form ação do solo. O cli- dada. à pouca ou quase nula variação dentro de
ma agindo s6bre o basalto de di ac lase horizon_ seu perfil; ap resenta mu it o alto coeficiente de
tal, segundo Setzer (10), apesar da IntensIdade, expansão e conlnu,:ão, p r ovocando por isso, feno
ainda. nào teve tempo de diferenciar perfi.s pro- das largas e profundas n a terra, o que foi ve-
fundos O que explica a existência. do solos r3.<l0s. r ificado nos solos da região em apreço. Os per-
NB.a cot.a.& mais baixas e nos decllvc.!! mlll" SUIl.- fis uescritos pOlo auto r c por J. J. Barros (3),
ves, dado O fato de no inverno se apresentarem dos Pra.irJes de Dagé, apresenlavam hOl1zonte
saturados de á.gua e ao grAu de Inchação e re- B bem rJe!inido, enquanto ~ue o descrito p~o
lrllÇA.o das argilas, pravocando constantes re_ autOl' e A. A. Arruda (2), em Alegre te, não 8.-
trllÇOoes e InchllÇões dos solos, provocou uma ação p l'esen luva o horizonte B e sim A 3.
mais profunda do intemperlsmo, dando, como re- J á "'lohr (8), mostro u. serem os solos d esta
sultado, o Grande Grupo R egllr, região bem mais ricos, a té em cálcio, que os
.!Iolos negl"Os de Bagé, outra diferença entro Re.
gur e Pralrle, conforme assevera Simonson (11
Quanto aos solos Prairles Avermelhados, já
e 12 ).
Os discrevemos acima, sendo válidas para e~ta
região as descri ções :anteriores, porém deve fi_
car em destaque o fato de que, nesta zona, são Com esta explanação rápi da, pretendemos
bem maIs r asos e de coloraç!1o mais escura que ter al cançado a COl"l"cla~ào que nos propusemos
nas outras partes do Estado onoo esta unidade a realizar, no inicio déste trabalho, entre os
a.parece. Grandes Grupos de Solos do R io Grande do Sul
e sua formação geOlógica e fisiográfiea.
Os perten centes a o Grande Grupo Litossolo
são multo jovens, ap resentando sóbre ti rocha A s ugestão do DI·. Simonson, quando de sua
uma delgada camada de t erra, que é o honzon- estada enrte nós, de que aos brasileiros cabia a
te A. . ela.b?rn.ção da Carta. de Solos do Bl'asil, bem eo-.
mo a resolução dos problemas que surgiriam du-
rante u. suo. execução, foi que nos animou a rea-
O Grande Grupo Regur é ca.racterizado pe_
lizar esta. tarefa inicial, como um aubsdio ao
los SOlos mais ,p rofundos da regULo em apreço,
trabalho de Colégio que será a Carta do Solos
aprGSentando as seguintes caract<lnsUcas: hori_
zonte Al-negro, argiloso, estrutura granular mé-
d ia, muito plástico e muito pegajoso quand o mo_
,
do Estado do Rio Grande do Sul.

Ihado, sendo ai nda finalmente poroso e Imper- Jó:: necessá rio que atendemos pa.ra um h,to
~áve l ; A 3.um pouco mais espesso, · argiloso, que Setzer (lO ) cita ao estudar as terras pre_
n~gro, muito plástico e muito pegajoso; Im per. tas de Bagé, - é que houve variação no clima,
nÍeável, sendo a argila , qu ase na sua totalida- provocando a form ação do que êle chamou de
de, do tipo 2:1 ; estrutura granula r móclla a. blo_ Prnirles degradados.
cos subangulares levemente desenvolvidos: logo
após o C. Nào apresent a horizonte B. ~ um so- Coltclulmos. como decorrência. do estudo de
lo multo rico em elementos minorais, porém po- Setzer (10), que as nossas condi~õos climáticas,
bre em propriedades fí sicas; paBslUldo na época ao agirem sôb re materiais formadores de solos,
das precipitações pluviométricas bastante en- juntamente com Os outros fatOres , não aluam
chareado, dificultando sôbre-manelro. 0.8 lides a - doe forma a deixar evidente, perfis Iguais ou
grícolas. A vegetação dominante é de gramlneas muito semelhantes em suas caractel"istica,s ou
de alto valor allmenticio p ara. os animais e le- propriedades qulmicas, fls icas e, as vêzes, mo r_
guminosas de ótimo teor proteico ass imilável aos fológicas, aos que ocorre m no Hemisfério N or -
animais das nossas explora~6es zootécnle8..S. te. Cremos q ue, dadas essss diferenças, quer n o

111
clima, n a vegetaçli.o, no material origin Aria, no Sabemos, de antemào, que 4!ste trabalho 80-
rel~vo, como no tempo, os perfis de solos apre- frerá. c ri ticas dos colegaa -estudiosos de G4!nesc,
sentnrão sempre va ria ções , quando comparadas Morfologia e Cartografia. de Solos e que muitos
com os representativos do mes mo Grande Gru- pravàvelmente, consideramos-Ao ousados e au _
po, pertencente a um pUs localizado no Hcmls _ dazes, por ap resentarmOs um trabalho dessa na _
t~rio Norte. E stas variações, tanto serão em es- t ureza. Mas, se outro m6rtto não tiver eSSa mo-
pessura e distribuição de horizontes, como nas desta. contribuição, sentlr_nos_emos recompensa.-
dos pelo tato de ter t razido a discussão, entre
propriooades tlslcns e qulmfcS:'> acima. c itadas.
Os conhecedores do ramo, assunto de tão rele-
Desta torma, raramente teremos um solo per_
van to Importância, até para a taxaçllo de Im-
tencente a um Grnnde Grupo, que apresente tO- postos territoriais, faze ndo com que colegas mais
das as caracteris Ucas Uplca.s d~sse Grande Gru- capacitados atentem para o p roblema e dfdl-
po, já estudado e m ou tra parte do Mundo. q uem-se à soluçA0 do m esmo. I

I

BlBUOGRAFlA


1) - Arruda - A.A.G. e Costa - G.T.D. - Levantamento do Solos do Municlplo
de P elotas. Pelotas - 1955.

2) - Relatório de Viagem a Alegrete para Reconhedmento do Mu -


nlclplo. Apresentado a Direção do I.A.S. - Pelotas - 1955.

3) - Barros - J .J . - Relató rio d OS TrabalhOs de Solos Desenvolvidos na Estação


Experimental Fltot.écnlca da Fronteira. P Orto Alegre - 1955.

4) - Beurlen - K, Senil. Sobrinho - M. e Martins - E. - FormaçOes GondwA.-


nlcas do R io Grnnde do Sul. Boletim do Museu Nacional (Novo.
Série) - Geologia - N.' 22. Rio de Janeiro - 19S5.

5) - Kellogg - C. E . - Thc SOlls That Suport Uso Tbe Macmlllan Co. N ew


Yo rk - 19S1. ' ,

6) - KUpper - A. - Apontamentos do Curso de G ~nese, Morfologia e Cartografia


de Solos realizado em Cornell Unlverslty - U.S.D.A. - 1953.

7) - Sugestõcs c Observações Apresentnda.s ao Levantamento de


Solos do Munlclplo de P elotas. Ca m pinas - 1955.

8) - Mohr - W. - O T eOr de Cálcio e a Acktez dos Solos do Estado do Rio


Grande do SUl. - S.LP .A. Circular N .- 73. - P Orto Alegre 1951.

9) - N ogueira - P . C. - RegiOcs F lslográ.flcas do RIo Grande do Sul - POrto


Alegre - 1951.

10) - Setz.cr - J. - Orig e m das '.rerra.s Pretas de Bagé. Revista Brasileira d e


Geografia, Ano 13 - N.' 3 R io de J aneiro.

11 ) - Simonson - R. W. - Morfologia e Cla.ssltlcaçAo d os Solos cRegu n da lndla.


- The Jou mal ot SoU Sclence - VaI. 5, N .- 2 - July - 19M.

12) - - - -- - Os Solos cRegun. da Indla e Sua Utilização. - SoU Sclence


ot Amcrica - Proccedings - 195' - Vol. 18. N.- 2.

112