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Revista Brasileira de Cirurgia

Cardiovascular/Brazilian Journal of
Cardiovascular Surgery
ISSN: 0102-7638
revista@sbccv.org.br
Sociedade Brasileira de Cirurgia
Cardiovascular
Brasil
Cavenaghi, Simone; Lima Ferreira, Lucas; Carvalho Marino, Lais Helena; Marino Lamari,
Neuseli
Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de cirurgia de revascularização do
miocárdio
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular/Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery,
vol. 26, núm. 3, julio-septiembre, 2011, pp. 455-461
Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
São José do Rio Preto, Brasil

Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941882022

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15090-000 . Dentro deste contexto.FAMERP. Brasil. Doutoranda. in the lung indulgence and increase of the respiratory work. disfunção pulmonar pós-operatória com redução importante Abstract dos volumes pulmonares. qualidade de vida. A Fisioterapia respiratória é parte integrante na causas de morte no mundo desenvolvido. 3. com bons resultados. treinamento to alterations in the gas exchanges. Aprimorando em Fisioterapia do Correspondência: Simone Cavenaghi Hospital de Base e Faculdade de Medicina de São José do Rio Av. pode-se destacar: a espirometria de incentivo.Vila São Pedro . Graduação.26(3):455-61 Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio Respiratory physiotherapy in the pre and postoperative myocardial revascularization surgery Simone Cavenaghi1. com ênfase na lung dysfunction with important reduction of the lung prevenção de complicações pulmonares. em sua maioria. In spite of several capacidades pulmonares contribui para alterações nas trocas alternatives for the treatment of the coronary artery disease. contribui para o aumento da expectativa e melhora da Cuidados Pós-Operatórios. Most of patients undergoing da Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de myocardial revascularization surgery develop postoperative cirurgia de revascularização do miocárdio. Neuseli Marino Lamari4 DOI: 10.Livre Docente. Lais Helena Carvalho Marino3. Artigo aprovado em 4 de julho de 2011 455 . A Fisioterapia no volumes. Lucas Lima Ferreira2. também. A redução dos volumes e epidemically in the developing countries. prejuízos na mecânica The cardiovascular diseases are among the main death respiratória. Fisioterapeuta do Hospital de Base de São Trabalho realizado na Faculdade de Medicina de São José do Rio José do Rio Preto/ FUNFARME. a cirurgia de técnicas específicas. damages in the respiratory mechanism. Fisioterapeuta. Fisioterapeuta do Hospital de Base de E-mail: sicavenaghi@ig. Artigo recebido em 29 de abril de 2011 4. tanto no pré tem aumentado de forma epidêmica nos países em quanto no pós-operatório. revascularização do miocárdio é uma opção com indicações precisas de médio e longo prazo.com. Brigadeiro Faria Lima.São Preto. The reduction of volumes and lung capacities can contribute exercícios de respiração profunda. resultando em hipoxemia e diminuição na the surgery of the myocardial revascularization is an option capacidade de difusão. visando melhorar knowledge regarding the respiratory physiotherapy 1. diminuição na complacência pulmonar e causes in the developed world. tosse.20110022 RBCCV 44205-1303 Resumo a mecânica respiratória. Docente e Coordenadora de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu FAMERP. realizado por meio de manobras fisioterapêuticas period of this surgery.SP. José do Rio Preto . Cuidados Pré-Operatórios.br São José do Rio Preto/ FUNFARME. Pode Descritores: Fisioterapia (Especialidade). proporcionar a remissão dos sintomas de angina e. decrease período pré-operatório atua por meio de inúmeras técnicas. entre as quais. Enquanto que no pós-operatório. Taking this into fisioterapêuticas. e sua ocorrência gestão dos cuidados do paciente cardiopata. Doutora – FAMERP. Este estudo teve como contributing to the increase of the expectation and objetivo atualizar os conhecimentos em relação à atuação improvement of the life quality. pois contribui significativamente desenvolvimento. deambulação precoce e orientações and decrease in the diffusion capacity. Revascularização Miocárdica. a Fisioterapia with proper indications of medium and long-term with good tem sido cada vez mais requisitada tanto no pré quanto no results. the Physiotherapy has been requested more and objetivo o tratamento das complicações pulmonares more to perform in the pre as well as in the postoperative instaladas. Apesar das inúmeras alternativas para o para um melhor prognóstico desses pacientes por meio de tratamento da doença arterial coronariana. tem como account. They have been increasing aumento do trabalho respiratório. It provides the remission of the angina symptoms pós-operatório deste tipo de cirurgia. 2. resulting in hypoxemia muscular inspiratório. gasosas. This study aimed at updating the e dispositivos respiratórios não invasivos. Docente e Coordenadora de Preto Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu FAMERP. Pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio desenvolvem. ARTIGO DE REVISÃO Rev Bras Cir Cardiovasc 2011. Doutora. Professora Adjunto da FAMERP. 5416 . a reexpansão pulmonar e a higiene As doenças cardiovasculares estão entre as principais brônquica.5935/1678-9741.

a revascularização do miocárdio A fisioterapia respiratória é frequentemente utilizada na é uma opção com indicações precisas de médio à longo prevenção e tratamento de complicações pós-operatórias prazo. tempo de ventilação mecânica e dor. observou- tipo de procedimento. preferência terapêutica e prática A etiologia da disfunção pulmonar após uma cirurgia institucional [10-11]. geralmente causa desconforto. Pacientes submetidos à CC desenvolvem. dos volumes e capacidades pulmonares contribui para Um estudo realizado por Morsch et al. derrame pleural. respeito dos recursos disponíveis na atualidade para ocupam a liderança das causas de morte e de internação reverter tal quadro [1. . submetidos a cirurgia eletiva de revascularização do Atelectasia e hipoxemia encontram-se entre as miocárdio (RM) em um hospital de referência em cardiologia principais complicações pulmonares no pós-operatório no sul do Brasil. [9]. com bons resultados. porém. estresse. o tempo de internação hospitalar para esse operatório e no sexto dia de pós-operatório. myocardial revascularization surgery enhancing the the lung reexpansion and the bronchial hygiene. pneumonia. portanto. orientação dos procedimentos a serem redução importante dos volumes pulmonares [5-7]. Myocardial physiotherapeutic maneuvers and noninvasive respiratory Revascularization. [12] avaliou o alterações nas trocas gasosas. atelectasias e pneumonia. tempo de operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio com cirurgia. aumento do shunt intrapulmonar e alargamento da FISIOTERAPIA PRÉ-OPERATÓRIA diferença alvéolo-arterial de oxigênio (O2)[3-4]. either in the pre or in the incentive spirometry. the objective is the treatment after lung complications took place.Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório Rev Bras Cir Cardiovasc 2011. já que utiliza técnicas capazes de melhorar a mecânica Apesar das inúmeras alternativas para o tratamento da respiratória. pneumotórax. disfunção pulmonar pós-operatória (PO) com avaliação funcional. A dos sintomas de angina e contribuindo para o aumento da duração e frequência da fisioterapia respiratória para expectativa e melhoria da qualidade de vida dos pacientes pacientes cirúrgicos são variadas. Preoperative Care. As doenças cardiovasculares estão entre as principais Tendo em vista o quadro de disfunção pulmonar causas de morte nos países desenvolvidos e sua ocorrência associado à CC e suas possíveis repercussões. exercises of deep breathing. et al. performed by means of Descriptors: Physical Therapy (Specialty). A redução riscos de complicações respiratórias no pós-operatório [1]. While in the postoperative techniques. dependendo das com doença coronariana [2]. tosse utilizando a espirometria e a força muscular ventilatória seca ou produtiva. Respiratory prevention of lung complications. doença arterial coronariana. Dentro deste contexto. onde. Postoperative Care. Essas doenças. aiming at improving the respiratory mechanism.6% dos óbitos de causa fisioterapia respiratória tem sido cada vez mais requisitada determinada [1-3]. proporcionando a remissão como: retenção de secreções. a hospitalar. radiológico e clínico de pacientes diminuição na capacidade de difusão [3]. period. na realidade brasileira. tédio. o trauma cirúrgico. observadas [7]. broncoespasmo. necessidades individuais. (FMV) da manuvacuometria para avaliar os volumes e hipercapnia. além de verificar possíveis pulmonar e aumento do trabalho respiratório. ênfase na prevenção de complicações pulmonares. causando.5]. exacerbação da dor da Capacidade Vital Forçada (CVF) e da FMV expressa em e da ansiedade tanto no pré como no pós-operatório. outras complicações como. a relação à atuação da fisioterapia respiratória no pré e pós- circulação extracorpórea (CEC).Cavenaghi S. se redução significativa do Volume Expiratório Final (VEF1). dispnéia.26(3):455-61 de cirurgia de revascularização do miocárdio performance in the pre and postoperative period of the devices. earlier ambulation and better prognosis of these patients with the use of specific physiotherapeutic orientations. cough. such as: the of the patient with cardiopathy. parada cardíaca. a reexpansão pulmonar e a higiene brônquica. 456 . INTRODUÇÃO pode afetar o transporte de O 2 favorecendo o desenvolvimento das complicações pós-operatório [8]. cardíaca (CC) de coração aberto resulta da associação Este estudo buscou atualizar os conhecimentos em multifatorial entre a anestesia. since it contributes significantly to a inspiratory muscle training. bem como a presença de reintubação e insuficiência ventilatória também são distúrbios respiratórios. postoperative period. inquietação. em sua A fisioterapia pré-operatória em cirurgia cardíaca inclui maioria. torna-se tem aumentado de forma epidêmica nos países em fundamental melhor entendimento e maior investigação a desenvolvimento [1]. o que pressão inspiratória máxima e pressão expiratória máxima. As avaliações foram realizadas no período pré- Além disso. depressão. com uma amostra de 108 indivíduos. resultando em hipoxemia e perfil ventilatório. prejuízos realizados e a relação destes com a capacidade respiratória na mecânica respiratória. The Physiotherapy uses physiotherapy is an integral part in the care management several techniques in the preoperative period. capacidades pulmonares. de CC [3-6]. diminuição da capacidade funcional residual (CFR). diminuição na complacência para recuperação do paciente. correspondendo a 32.

Verificou-se que após a cirurgia as recebeu orientação fisioterapêutica com material por escrito complicações pulmonares estavam presentes em 25 (18%) 15 dias antes da cirurgia. Concluiu-se que. Foi eletiva.5%) e atelectasia (24.26(3):455-61 de cirurgia de revascularização do miocárdio comparando-se o período pré-operatório ao sexto dia de inspiratório em pacientes de alto risco para cirurgia eletiva de pós-operatório. no pós-operatório. assim como na FMV no período pós. [13] verificaram a efetividade de um profilaxia pré-operatória através do treinamento muscular programa de orientação fisioterapêutica pré-operatória para inspiratório sobre a incidência de complicações pulmonares pacientes submetidos à cirurgia de RM com relação à pós-operatórias (especialmente pneumonia e tempo de redução do tempo de internação hospitalar.003).2 versus 13. A incidência de complicações pulmonares RM é capaz de reduzir o risco de complicações pulmonares foi maior no 6º dia de PO (78%) quando comparados ao 1º pois melhora a força e o endurance dos músculos respiratórios. sobre fisioterapêutica ventilatória e exercícios de rotina do hospital.Cavenaghi S. na Holanda. observados em pacientes que receberam a intervenção no exercícios de respiração profunda. associada a menor incidência de atelectasias (17% vs. prevenção de internação pós-operatória) nos pacientes de alto risco complicações radiológicas pulmonares. P= precoce. sendo 27 do grupo controle e 24 do grupo envolvendo 263 pacientes submetidos à revascularização intervenção. derrame pleural ansiedade antes e após a cirurgia foi estatisticamente (47. Pacientes submetidos a cirurgia de RM Assim. (Beck Anxiety Scale for) para mensuração do nível de objetivaram determinar se a fisioterapia respiratória no ansiedade e uma escala (analógica de dor). o benefício obtido pela diminuição das complicações apresentam redução importante nos volumes e capacidades pulmonares de maior impacto sustenta a indicação de pulmonares.Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório Rev Bras Cir Cardiovasc 2011.05) no grupo intervenção. alteração de previstos para cirurgia de revascularização miocárdica volumes pulmonares e força muscular inspiratória. Participaram 279 pacientes acompanhados até a alta realizado um ensaio clínico randomizado com 86 pacientes hospitalar e divididos em grupo treinamento muscular divididos em grupo intervenção (44 pacientes) e grupo inspiratório pré-operatório (n = 140) e grupo tratamento controle (42 pacientes). Os indivíduos do sexo feminino apresentaram mais 36%). na tentativa de acelerar o processo de 457 . operatório de cirurgias cardíacas para o tratamento de Segundo Feltrim et al. O grupo intervenção foi avaliado e usual (n = 139). Pneumonia ocorreu em nove (6. A mediana do tempo de internação pós- muscular inspiratória e incidência de complicações operatória foi de 7 dias (intervalo de 5-41 dias) para o grupo radiológicas pulmonares entre os grupos.02). . tosse e deambulação período antes da cirurgia (9. [15] em um estudo observacional 51 indivíduos. submetidos a cirurgia de RM no pré e pós-operatório. As complicações mais frequentes no pós- 0. complicações pulmonares como atelectasia. dia de PO (40%). a fisioterapia respiratória pré- ansiedade antes da cirurgia em comparação com os do sexo operatória está relacionada a uma menor incidência de masculino (P= 0.6 ± 7.9. a diferença entre os níveis de operatório foram hipoventilação (90.5%) no grupo hospitalar (P<0. A avaliação foi feita utilizando um questionário cirúrgica do miocárdio com circulação extracorpórea (CEC). A fisioterapia profilática foi significativa (P= 0. O estarão melhores preparados para colaborar com o treinamento muscular inspiratório no pré-operatório reduziu tratamento pós-operatório.7%). e em 48 (35%) dos integrantes do grupo de cuidados Observou–se significativa redução do tempo de internação habituais. a incidência de complicações pulmonares pós-operatórias Garbossa et al. em Bragé et al. No grupo controle. No OPERATÓRIO entanto. derrame pleural operatória utilizando a técnica do treinamento muscular e pneumonia.4 ± 5. apresentaram seus níveis de ansiedade reduzidos INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS- no pré-operatório em comparação ao grupo controle .7%). para mensurar o pré-operatório reduz a incidência de complicações nível de algias. [7] a fisioterapia respiratória pré. onde apenas o segundo grupo recebeu pulmonares pós-cirurgia. Não se verificou treinamento muscular inspiratório e 22(16. Utrecht. com o objetivo de avaliar a eficácia da Leguisamo et al. Tal comprovação demonstra a necessidade da eletiva de RM em pacientes de alto risco. Já o grupo controle recebeu dos pacientes do grupo treinamento muscular inspiratório cuidados de rotina no dia da internação hospitalar. Os pacientes orientados e instruídos atelectasias. et al. força tratamento usual. atuação fisioterapêutica pré-operatória sobre pacientes que Pesquisa foi realizada no Centro Médico Universitário necessitam de cirurgia de RM [12]. Os autores treinamento muscular inspiratório versus 8 dias (intervalo concluíram que pacientes instruídos no pré-operatório de 60-70 dias) no grupo de cuidados habituais. sendo que 159 dos 263 pacientes instruções sobre os procedimentos da cirurgia e exercícios receberam fisioterapia pré-operatória composta por uma respiratórios. treinamento muscular inspiratório no pré-operatório de cirurgia operatório. [1] verificaram os efeitos das instruções e o tempo de internação em pacientes com alto risco de fisioterapia sobre o nível de ansiedade de pacientes submetidos à cirurgia de RM [14]. Os níveis de ansiedade mais baixos foram sessão diária envolvendo espirometria de incentivo.058).1%) no grupo diferença para alteração de volumes pulmonares. ambos os grupos apresentaram os seus níveis de ansiedade reduzidos sem diferença A fisioterapia é frequentemente utilizada no pós- significativa entre eles [1].

utilizando por meio de estudo de coorte prospectivo. Estudo atual [18] comparou os efeitos da espirometria Em estudo recentemente publicado. respiratórias máximas e saturação de oxigênio.001. fáceis aplicação da respiração com pressão positiva intermitente de aplicar e podem ser utilizados durante todo período pós. (PeMáx). A força dos músculos respiratórios e a saturação CRM. que foram distribuídos acompanhados 179 pacientes no período de dois anos. Três trabalhos utilizaram Quanto à frequência respiratória. com idade média de 63 de oxigênio foram avaliadas no período pré-operatório. pois cada um tem uma ação específica para a recuperação da 48 e 72 horas pós-operatório. nas variáveis apenas 15 dias após o procedimento cirúrgico [16]. divididos em dois grupos: um foi submetido à positiva e incentivador respiratório. Os grupos mantiveram ativos e as distâncias caminhadas foram 359m foram considerados homogêneos em relação às variáveis (±164. que ocorre normalmente nas pressões respiratórias máximas. Com o objetivo e as co-intervenções estiveram presentes em grande parte de reverter mais precocemente a hipoxemia.91) única variável que foi totalmente recuperada no sétimo dia e. entre o período pré-operatório e sétimo PO. de respiração profunda em seis. mas sem respectivamente.92) P<0. os 11 pacientes que eram ativos e significativas entre os grupos. exercícios de respiração No grupo submetido ao RPPI.007) e 72 horas (P = quatro e pressão expiratória positiva acrescida de 0.016. não há. [3] em uma revisão de literatura sobre as foram analisados: saturação de oxigênio. [19] de incentivo e dos exercícios de respiração profunda em verificaram a presença de alterações na capacidade pacientes submetidos a revascularização do miocárdio funcional dos pacientes que se submetem à cirurgia de sobre as seguintes variáveis: capacidade vital forçada e revascularização do miocárdio (CRM) por meio do teste de volume expiratório forçado no primeiro segundo. pressão pós-operatório de cirurgia cardíaca. demográficas e cirúrgicas. pacientes foram avaliados no período pré-operatório e 24.Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório Rev Bras Cir Cardiovasc 2011.47) e 439m (±171. Os operatório. depois. O grupo submetido à IR dois níveis foram empregados em três e dois estudos. no qual foram uma amostra de 36 pacientes. diferenças significativas entre os grupos. respiração intermitente com pressão miocárdio. aplicados no pós-operatório.15) no pré e 380m (±125. no entanto. 71 passaram de sedentários para ativos e no primeiro dia. Apesar da conhecida importância da fisioterapia pós. [16] realizaram um estudo com 40 positiva contínua. até o momento. Os seguintes parâmetros Renault et al. selecionaram onze inspiratória máxima (PiMáx) e pressão expiratória máxima ensaios clínicos randomizados. Pressão corrente. P= 0. mas com recuperação gradual e parcial até o caminharam 289m (±157.007. segundo e sétimo dia pós-operatório. apresentou um aumento significativo na PeMáx 24 (p = respectivamente. (±9. muscular respiratória [16]. respectivamente. A capacidade pós-operatório. As variáveis espirométricas foram caminhada de seis minutos no pré-operatório e dois anos avaliadas no período pré-operatório e no sétimo dia pós. volume minuto e volume respiração com pressão positiva intermitente. resistência inspiratória em dois.44) no pós- sétimo dia pós-operatório. Os protocolos utilizados foram variados 0. no pós-operatório.17]. Existem diferenças técnicas entre esses recursos. dos 45 de capacidade vital forçada e volume expiratório forçado pacientes que permaneceram sedentários. P= 0. cardíaca. conforme a prática espirometria de incentivo (n = 18) e exercícios de respiração de atividade física no tempo livre e submetidos ao teste de profunda (n = 18). Oitenta e dois pacientes transitaram entre estes dois As pressões respiratórias máximas apresentaram queda grupos. o RPPI mostrou- deles. espirométricas e na saturação de oxigênio em pacientes Alguns recursos podem ser utilizados para realizar a submetidos a exercícios de respiração profunda e espirometria fisioterapia respiratória no pós-operatório de cirurgia de incentivo após cirurgia de revascularização miocárdica [18]. 67% eram do sexo masculino. com os recursos sendo função pulmonar e da mecânica respiratória [16.26(3):455-61 de cirurgia de revascularização do miocárdio recuperação da função pulmonar. pressão Romanini et al. .73) P= 0. Pré e após dois anos da CRM. 458 . pressões caminhada de seis minutos no seguimento de dois anos.01) após a cirurgia. quando comparado ao grupo IR. frequência diferentes técnicas de fisioterapia respiratória utilizadas no respiratória. que são seguros.001. observou-se um aumento profunda associados à pressão expiratória positiva em da saturação de oxigênio 48 (P= 0. volume minuto.34). Observou-se queda nos valores A distância caminhada no pré e pós-operatório.75) anos.0001) após a cirurgia. se mais eficiente em comparação ao IR. 384m (±63. não houve diferenças estatisticamente positiva contínua nas vias aéreas e pressão positiva em significativas entre os grupos. 52 pacientes se primeiro. volume corrente.15) e 376m (±210. pacientes em pós-operatório de revascularização do pressão expiratória. Dos 179 pacientes avaliados no pré-operatório da operatório. Nery et al. A saturação de oxigênio foi a passaram a sedentários caminharam no pré 221m (±191. exercícios relação às variáveis demográficas e clínicas. (RPPI) e o outro ao incentivador respiratório (IR). Dos estudos incluídos. também sem diferenças significativas entre funcional dos pacientes submetidos à CRM melhorou de os grupos. Os grupos foram considerados homogêneos em espirometria de incentivo foi utilizada em três. randomicamente em dois grupos da seguinte forma: classificados em ativos e sedentários. pressão aérea positiva de dois níveis.02) e 48 horas (P = 0. tais como manobras fisioterapêuticas. Não foram observadas diferenças significativas forma significativa no seguimento de médio prazo [19]. 255m (±172. et al. consenso na literatura incentivador respiratório foi mais eficaz em melhorar a força sobre a superioridade de uma técnica em relação às demais. foi.Cavenaghi S. também sem diferenças operatório. o operatória.

8 e 10 mL/kg de peso corporal) bem como a evolução da gasometria arterial e da pressão durante a manobra zero no final da pressão expiratória inspiratória e expiratória máxima.26(3):455-61 de cirurgia de revascularização do miocárdio Ferreira et al. Os pacientes foram monitorados com inspiratórios. Os ligado ao dedo indicador. et al. antes e após a operação. Os exercícios consistiam de 30 respirações As seguintes variáveis foram avaliadas em repouso e após profundas e lentas realizadas com um dispositivo de o programa de exercício: frequência cardíaca (FC).001 para FC). domiciliar de treinamento muscular inspiratório foi seguro e O Índice de Variabilidade de Pleth pode ser útil na detecção melhorou a capacidade vital forçada e ventilação voluntária não invasiva dos efeitos hemodinâmicos da PEEP quando máxima. randomizado [21]. [24] realizaram um estudo que objetivou envolvendo 48 indivíduos realizando exercícios de avaliar o comportamento das variáveis cardiovasculares respiração profunda foi comparado com um grupo controle durante um programa de reabilitação cardiovascular (n = 42) que não realizou exercícios respiratórios para hospitalar em pacientes submetidos à CRM num total de 14 investigar os efeitos sobre a função pulmonar. seguros com a mudança de variáveis fisiológicas 65 ± 13% dos valores pré-operatório). Pacientes hemodinamicamente instáveis treinamento muscular inspiratório aumentou a CVF.001). da FC na análise individual (P<0. O protocolo revascularização do miocárdio. gasometria pressão arterial média (PAM) e escala de Índice de arterial e pontuação da experiência subjetiva dos exercícios Percepção de Esforço (IPE).Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório Rev Bras Cir Cardiovasc 2011. os pacientes no grupo entre os dias de avaliação (P<0. arterial sistólica (PAS). Os dados hemodinâmicos (índice outros 15 receberam orientações gerais e não treinaram a cardíaco [IC]. (ZEEP) e. pressão musculatura inspiratória. . Ensaio clínico prospectivo. na hipótese de prever os efeitos do miocárdio e/ou cirurgia de válvula cardíaca. primeiro e segundo dias após a cirurgia. 72% dos pacientes experimentaram recomendado para a fase de hospitalização. Os exercícios propostos mostraram-se expiratório forçado no primeiro segundo (para 71 ± 11% vs. pacientes (idade média: 55. enquanto aguardavam a revascularização pletismográfica. em seis pacientes por um com os resultados também semelhantes. pressão arterial diastólica (PAD) tomografia helicoidal (três níveis transversais). a †foram definidos como aqueles com um decréscimo> 15% ventilação voluntária máxima e a relação entre o VEF1no no IC. e em nove pacientes por um VC de 10 mL/kg. pacientes por um VC de 6 ml/kg. foram divididos hemodinâmicos de 10 cmH2O de Pressão Expiratória Positiva aleatoriamente em dois grupos. 64 ± 13 % dos valores pré-operatório) e volume com a PAS e PAM.4 ± 6.6% do sexo os níveis de gases no sangue arterial e a experiência masculino) com diagnóstico prévio de insuficiência subjetiva dos pacientes em pós-operatório (PO) de coronariana e indicação de cirurgia eletiva. A evolução da A PEEP induziu alterações no IC e IVP para VC de 8 e 10 gasometria arterial e das pressões inspiratória e expiratória mL/kg. contribuiu grupo controle não realizou exercícios [21]. realizado em pulmonar no quarto dia pós-operatório em comparação ao casa e destinado a melhorar as funções respiratórias. 78. O programa VC de 8 ml/kg. atelectasias. na melhora da dispnéia. Botega et al. volumes correntes (VC) (6. usando um dispositivo com uma carga cateter de artéria pulmonar. As medições de espirometria. [20] avaliaram se um programa de treinamento significativamente menos atelectasiadas e melhor função pré-operatório para a musculatura inspiratória. IVP. No grupo de fundamentais em todo o experimento abaixo do valor respiração profunda. ocorreu correlação negativa entre a escala IPE 71 ± 12% vs. pressão pressão expiratória positiva. Os pacientes do grupo de consistiu de um grupo de exercícios de baixo impacto (2-3 respiração profunda foram instruídos a realizar exercícios METs) para extremidade superior e inferior e exercícios de de respiração por hora durante o dia para os primeiros quatro caminhada realizados no pré e pós-operatório (3 e 4 dias). para reduzir a morbidade e/ou mortalidade em pacientes adultos Estudo recente [23] utilizou o Índice de Variabilidade de submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio e/ou Pleth (IVP). em seguida.4 anos. oxímetro de pulso e um sensor correspondente a 40% da pressão inspiratória máxima. Houve aumento significativo de respiração foram realizados no 4º PO. bem como na análise Comparado com o grupo controle. Trinta voluntários de ambos os sexos e com idade das variações respiratórias na onda de oximetria de pulso mínima de 50 anos. após a adição de 10 cmH2O PEEP foram avaliados em ambos os grupos. venosa central) foram registrados em três sucessivos A espirometria. Os pacientes que Outro estudo recente [25] testou o uso de espirometria realizaram exercícios de respiração profunda após cirurgia de incentivo (EI) associada com pressão positiva expiratória de revascularização miocárdica tiveram áreas na via aérea (EPAP) após CRM. um algoritmo que permite o controle contínuo plastia.Cavenaghi S. dias de PO. Quinze pacientes foram Final (PEEP) em 21 pacientes sob ventilação mecânica (VM) incluídos em um programa domiciliar de pelo menos duas e sedação no PO de cirurgia de revascularização do semanas de treinamento pré-operatório dos músculos miocárdio (CRM). sedados com sensibilidade e especificidade aceitável [23]. significativamente menor de capacidade vital forçada (para Além disso. um benefício subjetivo dos exercícios. após a adição de PEEP. Instabilidade hemodinâmica esteve presente em cinco máximas antes e após a operação foi similar nos dois grupos. mas apenas de respiração profunda tiveram uma redução atingindo valores máximos que foram < 30% do previsto. Observaram que o para cada VC. antes e após o programa de formação. 459 . embora os benefícios clínicos do programa não foram aplicados VC maiores que 8mL/kg em pacientes ventilados e claramente demonstrados no estudo [20]. variação da pressão de pulso.

Souza LCG. frequências 5. diferenças entre os grupos com relação aos dias de internação. Rev Bras Cir Cardiovasc. foi maior no momento da alta. a função pulmonar. O grupo TMR realizou fisioterapia convencional + por meio de desenhos metodológicos específicos sobre as TMR. Renault JA. dispneia ou dor. pode melhorar a capacidade ventilatória nessa manobras de higiene e reexpansão pulmonar. dos cuidados do paciente cardiopata. a medidas de pressão de enchimento ventricular direito e capacidade funcional. primeiro procedimentos. dispneia. Pemáx e PFE nessa população. Verde JL dos S. volume REFERÊNCIAS corrente (VC) e dias de internação. Westerdahl E. Guizilini S.23(4):562-9. Bypassing the pump: de força muscular respiratória em pacientes submetidos à changing practices in coronary artery surgery. Chest. as variáveis: pressões inspiratória e expiratória máximas (Pimáx e Pemáx). PAMP e PAM. dentre Pacientes que realizam EI+EPAP apresentam menos elas destacam-se a atelectasia e a pneumonia [22]. 2008. Na avaliação da qualidade de vida. Maldaner E. 29 masculinos). et al. Avaliação da função pulmonar em pacientes 460 . Os pacientes foram divididos em subgrupos (com fração 6. assim como a Pemáx. de ejeção ≤ 50% ou > 50%) e os dados foram comparados Catani R.24(3):359-66. pois contribui significativamente para capacidade ventilatória no período de pós-operatório.05) foram maiores no grupo controle comparado com o A cirurgia de revascularização do miocárdio tem sido grupo EI+EPAP. pressões arteriais médias sistêmica G.6 vs CONSIDERAÇÕES FINAIS 0. A EI+EPAP (n=8). na pressão arterial média. et al. Lindmark B. Greca FH. Leguisamo CP.3.02). várias técnicas utilizadas na tentativa de padronização dos Avaliaram-se. Após o teste de caminhada de seis minutos (TC6). Luchesa CA. O protocolo de EI+EPAP foi realizado no EPAP foi bem tolerada nos pacientes e as alterações período PO imediato e durante mais 4 semanas no domicílio hemodinâmicas encontradas mostraram aumento nas e foram avaliadas a força da musculatura respiratória. menor sensação de esforço após o TC6 e também A fisioterapia respiratória é parte integrante na gestão melhor qualidade de vida após a CRM. no pós-operatório com cirurgia. realizado no período 2005. Tenling A. Concluiu-se que ocorre perda 2. de forma randomizada. Alves FA. verifica-se a grupos: 23 pacientes no grupo TMR e 15 no grupo controle necessidade de novos estudos que enfoquem essa temática (CO). Taggart DP.1±0. P<0. P<0.2 vs 9.12(8):363-9.6±0. Deep-breathing exercises reduce atelectasis and e pulmonar (PAM e PAMP). vida e o nível de atividade física. 10 cmH2O de EPAP. Abu-Omar Y. a qualidade de esquerdo. pacientes no primeiro ou segundo PO de cirurgia 4. Bolzan DW. Rev Bras Cir Cardiovasc.26(3):455-61 de cirurgia de revascularização do miocárdio sensação de esforço percebido e qualidade de vida após a por teste t e ANOVA.Fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório Rev Bras Cir Cardiovasc 2011. Eles foram avaliados em repouso e após o uso de artery bypass surgery. débito e índice surgery. . tanto no pré quanto Barros et al.05) e a sensação de esforço (13.6±0. revascularização miocárdica. As variáveis estudadas foram: saturação de oxigênio. The role of electroanalgesia in patients undergoing coronary estáveis. foi eficaz em restaurar os seguintes parâmetros: Pimáx. Friberg O. a ocorrência de complicações melhor no grupo EI+EPAP (93. pressões venosa central (PVC) improve pulmonary function after coronary artery bypass e de oclusão da atéria pulmonar (POAP). O PFE do Effects of physiotherapeutic instructions on anxiety of CABG grupo TMR foi maior após a internação. Gomes WJ. Assim. O TMR. Mortari DM. Chest. o utilizada com grande frequência e assiduidade entre a domínio relacionado às limitações nos aspectos físicos foi comunidade médica. Rev Bras Cir Cardiovasc.7±4.128(5):3482-8. dia de pós-operatório e alta hospitalar). realizado após a complicações pulmonares e. em um melhor prognóstico desses pacientes. Não houve patients. Respiratory Estudo atual [27] avaliou as alterações hemodinâmicas physiotherapy in the pulmonary dysfunction after cardiac causadas pela EPAP em pacientes pós-cirurgia cardíaca surgery. cardíacos.24(3):391-6. P<0. foram divididos em dois de revascularização do miocárdio. Aquim cardíaca. pós-operatório. 2005. onde 38 Considera-se de fundamental importância a atuação da pacientes (idade: 65 ± 7 anos. Keenan TD. o escore para dispneia (1. Foram incluídos no estudo. Rossetti MB. Garbossa A. entre os quais 17 CRM. Biasi J. população por meio de estudo randomizado. 3. Dezesseis pacientes submetidos a CRM foram versus EPAP. o grupo CO realizou apenas fisioterapia convencional. A Pimáx do grupo TMR 1. Costa-Val R. em três momentos (pré-operatório. Hedenstierna cardíaca e respiratória. monitorados por cateter de Swan-Ganz. dor. submetidos à fisioterapia respiratória no pré e pós-operatório de cirurgia CRM com circulação extracorpórea.Cavenaghi S. 2009. porém. Eriksson T. Faresin SM. as alterações observadas foram aumentos randomizados para o grupo controle (n=8) ou para o grupo estatisticamente significativos na POAP.4±1. atuando no pré- pacientes submetidos à CRM e testar a hipótese de que o operatório com técnicas que visam à prevenção das treinamento muscular respiratório (TMR). Comparando o período de repouso CRM. pulmonares no pós-operatório é bastante comum.7. 2009. e resistências vasculares sistêmica e pulmonar.1 vs 50±17. assim como. dispnéia (Borg). [26] buscaram evidenciar a perda de no pós-operatório. pico de fluxo expiratório (PFE). hemodinamicamente EE.

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