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35958 Diário da República, 2.ª série — N.

º 126 — 1 de Julho de 2010

Édito n.º 207/2010 ANEXO
Em conformidade com o artigo 11.ºA dos Estatutos desta Caixa, (à Norma Regulamentar n.º 10/2010-R, de 24 de Junho)
na redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei n.º 193/97 de 29/7, se
declara que, para habilitação edital ao subsídio de € 299,77 constituído Condição especial — Tomate para indústria — Chuvas
por Maria Célia Cassola Sousa, sócia desta Caixa n.º 14179, falecida em persistentes/2010
18/12/2008, e legado a Maria José Conceição Cassola, desconhecendo-
-se o seu paradeiro, correm éditos de trinta dias a contar da data da 1 — Este seguro inicia a produção dos seus efeitos nos termos con-
publicação deste anúncio no “Diário da República” citando a benefici- tratuais em vigor, nunca em data anterior a 1 de Março, e caduca a 15
ária referida, ou em caso de falecimento desta, os seus representantes de Outubro.
sucessórios ou, não os havendo, outros herdeiros da sócia a deduzirem a 2 — A presente condição especial apenas pode ser contratada con-
sua habilitação naquele prazo, a fim de, apreciados os direitos invocados, juntamente com a totalidade dos riscos referidos nas alíneas a) a g) do
se decidir sobre o seu pagamento. n.º 1 do artigo 3.º das condições gerais.
3 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, consideram-se
Lisboa e Caixa de Previdência do Ministério da Educação, em abrangidos pela cobertura de chuva persistente os efeitos mediata ou
29/04/2010. — O Administrador-Delegado Substituto, (João Caldeira) imediatamente resultantes da pluviosidade que, pela sua continuidade e
303337487 quantidade, produza encharcamento do solo, causando danos na produção
segura e, de uma forma generalizada, em todo o concelho de localização
Édito n.º 208/2010 da cultura, com os efeitos e ou consequências que a seguir se indicam:
Em conformidade com o artigo 11.ºA dos Estatutos desta Caixa, na a) Asfixia radicular, arrastamento, desenraizamento e enterramento
redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei n.º 193/97 de 29/7, se declara da planta;
que, para habilitação edital ao subsídio de € 342,47, constituído por Ana b) Queda, arrastamento e enterramento da produção segura;
c) Impossibilidade física de efectuar a colheita, devendo existir sinais
Santos Lucas, sócia desta Caixa n.º 13152, falecida em 21/12/2009 e evidentes de alagamento que impeça a realização da mesma até à data
legado a Armando José Rodrigues Almeida Andrade, também já fale- limite da cobertura, sem prejuízo do disposto no n.º 1 do artigo 13.º das
cido, correm éditos de trinta dias a contar da data da publicação deste condições gerais;
anúncio no “Diário da República” citando os representantes sucessórios d) Pragas e doenças, devido à impossibilidade de realização de trata-
do beneficiário referido ou, não os havendo, os herdeiros da sócia, a mentos e sempre que estas sejam consequência do sinistro, sem prejuízo
deduzirem a sua habilitação naquele prazo, a fim de, apreciados os do disposto no n.º 1 do artigo 13.º das condições gerais.
direitos invocados, se decidir sobre o seu pagamento.
Lisboa e Caixa de Previdência do Ministério da Educação, em 4 — Ficam obrigatoriamente seguras pelo contrato todas as culturas de
05/05/2010. — O Administrador-Delegado Substituto, (João Cal- tomate para indústria de que o segurado seja proprietário ou possuidor no
deira). mesmo concelho, com excepção das culturas que, em virtude de parecer
303337527 obrigatório do Ministério que tutela a agricultura, não sejam susceptíveis
de ser objecto de cobertura ao abrigo desta condição especial, por se
localizarem em terrenos com drenagem insuficiente.
5 — A contratação desta condição especial carece de parecer prévio
INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL dos serviços regionais do Ministério que tutela a agricultura, que deve
atender às questões necessárias à caracterização do solo, nomeadamente
Norma Regulamentar do Instituto de Seguros de Portugal a referência às condições de espessura, textura e hidromorfismo que
condicionam a sua capacidade de drenagem.
n.º 10/2010-R 6 — No período de 1 a 15 de Outubro de 2010, caso o valor dos
prejuízos efectivamente sofridos seja igual ou superior ao limite de 5 %
Condição especial — Tomate para a indústria — Chuvas do valor seguro, com um mínimo de € 75, a indemnização a pagar ao
persistentes/2010 segurado referida na secção V do capítulo I do Regulamento do SIPAC, é
Nos termos da Portaria n.º 299/2010, de 2 de Junho, foi concedida, calculada tendo por base 20 % do capital seguro por segurado, aplicando-
a título excepcional, para o ano de 2010, uma extensão do período de -se o disposto na alínea a) do n.º 4 da mesma secção.
produção de efeitos do seguro de colheitas para a cultura de tomate para 203417936
a indústria, até 15 de Outubro de 2010.
Pela presente Norma Regulamentar aprova-se uma condição especial
a aplicar aos contratos de seguro de colheitas a celebrar ao abrigo do ORDEM DOS TÉCNICOS OFICIAIS DE CONTAS
regime previsto na referida Portaria.
O Instituto de Seguros de Portugal, nos termos do n.º 3 do artigo 4.º do Anúncio n.º 6106/2010
seu Estatuto, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 289/2001, de 13 de Novem-
bro, conjugado com o disposto na alínea b) do artigo 15.º do Decreto-Lei António Domingues de Azevedo, Bastonário da Ordem dos Técnicos
n.º 20/96, de 19 de Março, e ouvidos o Instituto de Financiamento da Oficiais de Contas, vem pelo presente, nos termos e para os efeitos
Agricultura e Pescas, I. P., e a Associação Portuguesa de Seguradores, previstos no artigo 24.º-A do Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais
emite a seguinte Norma Regulamentar: de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro,
com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 310/09, de 26 de
Outubro, anunciar que, em reunião do Conselho Directivo, realizada em
Artigo 1.º 8 de Junho de 2010, foi aprovado o Regulamento de Inscrição, Estágio
Aprovação e Exame Profissionais.
Assim, procede-se, em anexo, à sua publicação:
É aprovada a condição especial uniforme para a cultura de tomate para
a indústria — chuva persistente da apólice uniforme do seguro de colheitas
para Portugal continental, constante do Anexo à presente Norma Regula- Regulamento de Inscrição, Estágio e Exame Profissionais
mentar, da qual faz parte integrante, aplicável aos contratos de seguro de
colheitas a celebrar ao abrigo do regime previsto na Portaria n.º 299/2010,
de 2 de Junho. TÍTULO I
Artigo 2.º Da inscrição na OTOC
Produção de Efeitos
A presente Norma Regulamentar produz efeitos apenas para a cam- CAPÍTULO I
panha de 2010.
Artigo 3.º Objectivos

Entrada em vigor Artigo 1.º
A presente Norma Regulamentar entra em vigor no dia imediato à (Âmbito de aplicação)
respectiva publicação.
1 — A inscrição de técnicos oficiais de contas rege-se pelas dis-
24 de Junho de 2010.― O Conselho Directivo: Fernando Nogueira, posições constantes no Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de
presidente ― Rodrigo Lucena, vogal. Contas.

à sua classificação. 2 — Complementar e aperfeiçoar as competências sócio-profissionais a) Não possua idoneidade moral para o exercício da profissão. que facilite e promova a sua inserção na actividade profissional. num prazo máximo de 60 dias. 2. gestão e informação periódica à entidade a quem presta serviços.º 1 Artigo 6. através de carta registada com e restantes documentos que compõem o “dossier fiscal”. restantes condições referidas nos números anteriores. ao bastonário. ou ter sido declarado interdito ou inabilitado. designada. expressamente solicitado para o efeito. o local e o horário de realização com a profissão. a) Aprendizagem relativa à forma como se organiza a contabilidade mento.º 3 do artigo 4. TÍTULO II nistrada por estabelecimento de ensino superior público. e o conhecimento das regras deontológicas. mi. b) Possuam habilitação académica de licenciatura ou superior.º Contas. que integra o pedido de admissão a estágio e inscrição no exame. económica ou financeira. a e) Encerramento de contas e preparação das demonstrações financeiras contar da data da recepção da candidatura. em original ou documento autenticado. g) Plano do estágio nos termos do artigo 9. a CAPÍTULO I organizar e realizar no mínimo semestralmente. Objectivos e definição 2 — O reconhecimento da habilitação referida na alínea b) do n. aviso de recepção.º Artigo 5. sistema educativo e formativo e o mundo do trabalho.º obtêm a qualidade de membro estagiário. c) Apuramento de contribuições e impostos e preenchimento das respectivas declarações. Artigo 2.º tratamento recíproco por parte do seu país de origem. a) Documento comprovativo das habilitações académicas.º do presente regula. nos termos do sistema de normalização contabilística ou outros planos h) Prova de pagamento dos valores previstos no Regulamento de de contas oficialmente aplicáveis. com in- formação final e detalhada das unidades curriculares. Artigo 9. CAPÍTULO II Artigo 4. 5 — O estágio deve ser iniciado no prazo máximo de 30 dias após a comunicação da aceitação da admissão a estágio. acompanhada dos seguintes ele- mentos: O estágio profissional tem uma duração de oito meses e um mínimo de oitocentas horas cumpridas dentro do horário laboral. efeitos fiscais relacionados com o processamento de salários. particular ou cooperativo. por da organização com o recurso a contactos com os serviços relacionados escrito. nos termos estabelecidos Definição pelo artigo 16. há pelo menos a comunicação prevista no número anterior. nos termos do artigo 28. com admissão f) Preparação da informação contabilística para relatórios e análise de a estágio e exame. 3 — Possibilitar. CAPÍTULO III b) Fotocópia autenticada do documento de identificação civil. após a os candidatos que reúnam as seguintes condições: notificação prevista no n. Do estágio c) Efectuem estágio profissional ou curricular. desde a recepção dos documentos até Taxas e Emolumentos da OTOC. nacional ou estrangeiro. vados pelo conselho directivo. b) Práticas de controlo interno. a) Tenham nacionalidade portuguesa ou de qualquer Estado-membro da União Europeia. nos termos definidos no presente regulamento. por parte de um candidato.º Forma Tempo/Duração 1 — A candidatura à inscrição na Ordem dos Técnicos Oficiais de Artigo 8. desde que cumprida 2 — No caso de entidades públicas que disponham. da candidatura. b) Esteja inibido ou interdito para o exercício da profissão. bem como a data prevista para o final. uma experiência especí- É indeferida a inscrição ao requerente que: fica. desde que haja Artigo 7. pelo menos. quando aplicável.º 1 — Dar a quem possua formação reconhecida como suficiente para o Restrições ao direito de inscrição acesso à profissão de Técnico Oficial de Contas.º (Inscrição) (Membro estagiário) 1 — Podem inscrever-se na Ordem como técnicos oficiais de contas Os candidatos que reúnam os requisitos definidos no artigo 2. 2 — Os formulários de inscrição devem respeitar os modelos apro. d) Obtenham aprovação em exame profissional. concluído o estágio profissional com aproveitamento ou que dele es- tejam dispensados. mente de natureza fiscal. a data de início.º. ou recusa.º 126 — 1 de Julho de 2010 35959 2 — O processo de inscrição integra a realização do estágio e exame 6 — A admissão a exame só é permitida aos candidatos que tenham profissionais. disponíveis no sítio da internet da d) Supervisão dos actos declarativos para a segurança social e para OTOC. criada nos termos da lei e reconhecida pela Ordem como adequada para o exercício da profissão.º d) Fotocópia de cartão de contribuinte. quando aplicável. do estágio. sob a tutela de um patrono. e) Convenção do estágio a celebrar pelo patrono e estagiário e ainda Plano de Estágio pela entidade patronal no caso do patrono se encontrar vinculado por 1 — O estágio profissional deve. incidir sobre as se- uma relação laboral dependente. uma maior articulação entre o c) Tenha sido condenado pela prática de crime doloso. em língua portuguesa ou noutra língua oficial da União Europeia a definir pela Ordem. conjuntamente.ª série — N. dois anos. 3 — Os candidatos são notificados. guintes práticas: f) Formulário de qualificação do patrono. neste caso fundamentada.º obedece aos critérios definidos pela Ordem.º do Estatuto da OTOC. h) Conduta ética e deontológica associada à profissão. Objectivos O estágio profissional visa os seguintes objectivos: Artigo 3. registo e arquivo. nos termos definidos pelo presente regulamento.Diário da República. conforme regu- lamento específico para o efeito. 3 — É admitida a inscrição aos cidadãos não pertencentes à União Entende-se por estágio profissional o exercício de práticas no âmbito Europeia que estejam domiciliados em Portugal e que satisfaçam as da profissão de TOC. Conteúdo/Plano c) Certificado do registo criminal válido. salvo se concedida a reabilitação. de contabilidade organizada de acordo com o plano de contas .º g) Identificação e acompanhamento relativo à resolução de questões 4 — O patrono e o candidato devem comunicar. da decisão de aceitação da candidatura. bem como da dispensa de estágio. Duração é dirigida ao bastonário da Ordem.

2 — A violação dos deveres previstos no número anterior constitui nhecimento formal do patrono.º suspende de imediato o estágio. desde que devidamente fundamentada. c) Elaborar o dossier de estágio e mantê-lo actualizado.º há pelo menos dois anos. Artigo 17. 2 — O estágio pode ser remunerado nos termos a acordar entre o b) Orientar. Constituem deveres gerais do membro estagiário: a) Respeitar os princípios estatutários e deontológicos gerais defini- dos no Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas e Código CAPÍTULO V Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas. Do Membro Estagiário no prazo de 30 dias após a formalização do pedido. desde o início do estágio. os seguintes requisitos: devendo as alterações de domicílio e quaisquer outros factos que pos. condições e limitações de utilização do escritório do patrono. da ADSE. 2 — Este pedido.ª série — N. mudança de patrono. de estágio de modo a permitir a avaliação das condições de trabalho e da actividade desenvolvida. o TOC deve cumprir a) Informar sobre as alterações de domicílio de estágio profissional. Artigo 12. que lhe seja concedida autorização de infracção disciplinar. giário. em simultâneo. à Ordem dos comprovados através da inscrição na Ordem e da declaração de início de Técnicos Oficiais de Contas.º 2 deste artigo. sem prejuízo do disposto no n. Mudança de Patrono 1 — O membro estagiário pode solicitar ao bastonário. iniciando-o no exercício efectivo da profissão e no cumprimento das regras estatutárias e deontológicas. nos termos do artigo 10. Artigo 11. declaração da ad- confiados. estágio ou no subsequente. mencionado 2 — Constituem deveres específicos do membro estagiário para com no n. a decisão de aceitação ou recusa da mudança proposta.º 126 — 1 de Julho de 2010 legalmente aplicável.º do presente regulamento. 4 — No caso do estágio a decorrer em entidade pública. b) Defender os fins e prestígio da Ordem dos Técnicos Oficiais de Do Patrono Contas e da profissão de Técnico Oficial de Contas. no ano de aceitação do pedido de mudança. o patrono deve ter experiência profissional na fun- o patrono: ção nos últimos cinco anos.º estágio já decorrido.º 2 — Ao patrono cabe ainda apreciar a aptidão e idoneidade ética e deontológica do membro estagiário para o exercício da profissão. publicação no Diário da República.º 1 do artigo 4. bem como a validade do período do Artigo 10.º reito: Deveres a) Ao acompanhamento profissional adequado pelo patrono para o 1 — Ao aceitar um membro estagiário o patrono fica vinculado a: exercício das suas funções.35960 Diário da República. dos serviços de contabilidade da entidade em questão. b) Ao acesso à biblioteca da OTOC. 7 — A mudança de patrono está sujeita ao pagamento da taxa de Deveres Gerais admissão prevista no Regulamento de Taxas e Emolumentos. das alterações legislativas qualificações. membro estagiário. 6 — O bastonário comunica ao novo patrono e ao membro estagiário. a) Exercício efectivo e contínuo da profissão nos últimos cinco anos.º após a conclusão do mesmo. não pode ter. essas entidades estejam legalmente obrigadas. 2 — No caso do estágio decorrer em entidades públicas que disponham. ou outro responsável oficialmente designado na 1 — Constituem deveres específicos do membro estagiário para com cadeia hierárquica. 5 — O patrono. funções. b) Cumprir escrupulosamente as regras. outros encargos que forem devidos à Ordem dos Técnicos Oficiais de b) Não lhe ter sido aplicada pena disciplinar mais grave do que a de Contas. Direitos 1 — Durante o período do estágio. Artigo 16. mais de dois estagiários. ministração fiscal ou outra entidade legalmente competente para o efeito. Atribuições d) Manter o sigilo profissional nos termos definidos no Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas e no Código Deontológico dos 1 — Compete ao patrono orientar e dirigir o estágio profissional do Técnicos Oficiais de Contas. no prazo máximo O patrono tem direito a frequentar gratuitamente duas acções de de 15 dias a contar da data em que lhe for notificado o deferimento do formação eventual promovidas pela OTOC. comprovados por documento da Segurança a) Colaborar com o patrono e efectuar os trabalhos que lhe sejam Social. de contabilidade organizada de acordo com Deveres Específicos o sistemas de contas legalmente aplicáveis. c) Identificar-se na qualidade de membro estagiário quando intervenha Artigo 14. por escrito. os meios adequados ao normal desenvolvimento do estágio. . nos termos do disposto no Estatuto da OTOC. sam influenciar na inscrição ser comunicados. o membro estagiário tem di. relativamente ao período de estágio decorrido. funções que. 2. advertência há menos de cinco anos. no prazo de cinco dias. com o co. Artigo 15. mente.º c) Guardar respeito e lealdade para com o patrono. Direitos 3 — O membro estagiário deve proceder à substituição dos elementos referidos nas alíneas e). a) Facultar ao membro estagiário e à Ordem dos Técnicos Oficiais c) A frequentar acções de formação ou outros eventos promovidos pela de Contas o acesso ao local de realização de estágio e os documentos Ordem em condições idênticas às dos Técnicos Oficiais de Contas. a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas: 3 — Para a assumpção das funções de patrono. e do parecer do patrono (artigo 23.º 4 deste artigo.º). avaliar a aptidão profissional e a idoneidade ética e deon- bem como das ferramentas de trabalho que são facultadas aos Técnicos tológica dos candidatos a Técnicos Oficiais de Contas facultando-lhes Oficiais de Contas. por lei ou re- gulamento aplicável. f) e g) do n.º. 1 — O patrono é obrigatoriamente Técnico Oficial de Contas com e) Inteirar-se. d) Cumprir o estabelecido no artigo 23.º do Estatuto da Ordem dos Técnicos b) Pagar nos prazos convencionados os emolumentos e as taxas e Oficiais de Contas.º em qualquer acto de natureza profissional.º). aconselhar e informar o membro estagiário diligente- patrono e o membro estagiário. e desde que o plano de CAPÍTULO IV estágio previsto para esse período tenha sido cumprido. Condições Gerais d) Não assumir durante o período de estágio. 5 — A validação referida no número anterior está condicionada à apre- sentação de relatório (artigo 22. capacidade e disponibilidade suficientes para orientar relacionadas com o desempenho da profissão que vão sendo publicadas. sejam exclusivas do Técnico Oficial de Contas. c) Guardar o dossier de estágio pelo período mínimo de dois anos Artigo 13. desde que compatíveis com a actividade de membro esta. podem assumir as funções de patrono o Director. estagiários. o estágio deve também incidir sobre a preparação 4 — O bastonário pode excepcionalmente considerar válido o período e apresentação de documentos de prestação de contas e outros a que de estágio já decorrido.

c) Datas de início e fim.º 7 — A escusa injustificada será passível de procedimento disciplinar.º Acompanhamento e Supervisão Notificação da aprovação 1 — A Ordem avalia e supervisiona regularmente os estágios pro- fissionais: 1 — O bastonário comunica ao membro estagiário. c) Cópia do registo de presenças diárias previsto no n.º Suspensão do Estágio Avaliação 1 — O pedido de suspensão do estágio deve ser solicitado previa- 1 — O processo de avaliação do membro estagiário será orientado mente e de comum acordo. pelo membro estagiário e patrono. Artigo 19. incluindo pelo menos a referência aos seguintes aspectos: Artigo 28. inscritos há pelo menos patrono.º do presente regulamento. a) O parecer referido no número anterior. Artigo 27. académico de licenciatura ou superior ministrado por estabelecimento .º estágio. nos termos requeridos. a decisão acerca do aproveitamento ou não do estágio realizado. para efeitos 3 — As equipas de acompanhamento e supervisão deverão elaborar de sequência no processo de candidatura. tigo 21. g) e h) do n. no prazo b) A grelha da avaliação.º deste Regulamento. g) A bibliografia consultada. dispensa da realização de estágio profissional a candidatos que: d) Os trabalhos realizados. Artigo 22. no prazo de 60 dias. 5 — O bastonário notifica o patrono e o membro estagiário. contendo toda a documentação relevante.º a) A caracterização da entidade promotora. em curso conferente de grau e) Os problemas encontrados e as soluções adoptadas. e).º 5 — O reinício do estágio deve ser previamente comunicado. 2. que serão TOC. conforme modelo aprovado pelo conselho giário deve proceder à substituição dos elementos referidos nas alíneas directivo. um dossier de estágio. após a 2 — Os elementos referidos no número anterior devem ser actualiza.º Artigo 24. (Dispensa) b) A descrição sumária das actividades desenvolvidas. pelo membro estagiário e por supervisores de estágio. através de carta registada com aviso de recepção. sob pena de caducidade do pedido de inscrição. com conhecimento formal fundamentado informando acerca da aptidão técnica e a idoneidade ética ao estagiário. no prazo máximo de 15 dias. Pedido de Escusa 1 — O patrono pode pedir escusa da continuação do patrocínio do Artigo 23. poderá constituir equipas de acompanhamento e supervisão.º Prorrogação Supervisor de estágio 1 — O pedido de prorrogação de estágio. relativa ao pedido de suspensão. 30 dias após a sua recepção. já decorrido. nomeadamente a correspondência trocada com a OTOC. por escrito. bem como todos os documentos. conjuntamente. a) Tenham realizado com aproveitamento.º 1 do ar- 6 — Para continuação do processo de candidatura. por motivo devidamente fundamentado. f). 3 — A validade da aprovação do estágio profissional. com a exposição dos factos que o justificam. conforme modelo aprovado pelo conselho de 30 dias. ao bastonário. g) e h 2 — Para cumprimento do disposto no número anterior. o bastonário do n.º 1 do artigo 4. CAPÍTULO VII 2 — O relatório deve ser remetido ao bastonário até 30 dias após a conclusão do estágio. informações e pareceres que sejam relevantes. Parecer do Patrono 3 — O pedido de escusa. no prazo máximo de 30 dias. e respeitar o plano de estágio. ao bastonário pelo patrono e pelo membro estagiário. o patrono elabora um parecer deve ser dirigido.Diário da República. 2 — O supervisor fará a ligação com a Ordem. CAPÍTULO VI os trabalhos realizados pelo membro estagiário. bem como o número de horas totais de 1 — A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas poderá facultar a estágio. meadamente um registo de presenças diárias de acordo com o modelo 3 — O bastonário notifica o patrono e o membro estagiário da decisão aprovado pelo conselho directivo da OTOC. até 30 dias após a data pedido de escusa deve ser acompanhado dos elementos referidos nos de conclusão do estágio: artigos 22.º e 23. no prazo máximo de sionais que lhe forem atribuídos e reportando.º Artigo 20. 4 — A suspensão do estágio indevidamente fundamentada determina o reinício do mesmo. deve. da aceitação desta escusa e da validade da parte do estágio directivo da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. da data da recepção do relatório de estágio profissional e do parecer do b) Quanto ao cumprimento do respectivo plano. contados a partir a) Quanto aos meios disponibilizados para a sua realização. Artigo 26. c) No que respeita ao cumprimento dos deveres do estagiário e do 2 — No caso de não aprovação do estágio profissional. o candidato patrono. 4 — Para efeitos de validação do período de estágio já decorrido. 2 — O pedido de escusa do patrocínio suspende de imediato o estágio.º 126 — 1 de Julho de 2010 35961 Artigo 18. f). recepção da mesma. devidamente credenciados pelo bastonário da Ordem dos 2 — A prorrogação do estágio não pode ultrapassar o prazo máximo Técnicos Oficiais de Contas. 2 — A suspensão tem a duração mínima de 60 dias e máxima de um ano.º f) Cursos de formação frequentados. o 2 — O patrono deverá remeter ao bastonário.º Artigo 21. pelo prazo máximo de 1 — As equipas de acompanhamento e supervisão serão compostas um ano. todos os factos pertinentes. anos após a data da realização do primeiro exame para o qual foi no- nário para efeitos de avaliação do estágio profissional. requerer um novo pedido de admissão a estágio. Acompanhamento e Avaliação 2 — O dossier de estágio deve incluir também todas as ocorrências sig- nificativas. 1 — No final do estágio profissional. mediante requerimento dirigido ao bastonário.º Artigo 25. dirigido segundo o princípio da avaliação contínua. não deverá ultrapassar dois relatórios da actividade de supervisão que serão apresentados ao basto. tificado. acompanhado dos documentos referidos nas alíneas e). devidamente justificado. deve ser solicitado. de um ano. patrono. 3 — O bastonário notifica o patrono e o membro estagiário da decisão se na verificação das condições de funcionamento dos estágios profis.º 1 do artigo 4. por Relatório de estágio escrito. relativa à solicitação referida no número anterior. 1 — No final do estágio o membro estagiário deve elaborar um re- latório. dos diariamente e estar disponíveis no local de estágio. e deontológica do estagiário para o exercício da profissão. Dossier de Estágio 1 — O dossier de estágio deve conter o registo de presenças diárias. no.º. o membro esta. corresponsabilizando. cinco anos. Da Dispensa do Estágio 3 — O relatório deve ser sucinto. devendo para o efeito existir ao bastonário.ª série — N.

. 2.º. cinco membros os quais devem ser. o estágio realizado e documento emitido pelo estabelecimento de ensino d) Divulgar os resultados do exame no prazo máximo de 60 dias superior responsável. pelo Director. o candidato Artigo 33. que fica vinculado ao conjunto de deveres e direitos Artigo 35.º. no caso de entidades públicas. c) Proceder à elaboração dos enunciados. 3 — Para efeitos de estágio curricular.º hierárquica. ou c) Tenham experiência profissional de pelo menos três anos em serviços Artigo 31.º 1 — O júri é composto por. b) No caso de projecto (simulação empresarial). atestando a efectivação de descontos (Competência) sociais naquela categoria profissional ou a obtenção de rendimentos Ao júri do exame compete: profissionais na prestação de serviços de contabilidade. de preferência com experiência de docência no ensino superior nas matérias consideradas nucleares relativamente ao a) Apresentar a declaração das entidades empregadoras ou contra. a) No caso de estágio curricular. de natureza fiscal na alínea a) do n.º.º ficará sujeito à realização do estágio. dos serviços de contabilidade. quaisquer personalidades o candidato deve: de reconhecido mérito. Do Júri 2 — Nos casos das alíneas a) e b) do número anterior e de acordo com protocolo estabelecido. (Objectivo) dade organizada de acordo com o plano de contas legalmente aplicável. entidade onde o mesmo se realiza. CAPÍTULO I tação de serviços de contabilidade e demais actividades conexas em entidade obrigada a dispor de Técnico Oficial de Contas. efectuar entrevista aos candidatos abrangidos pela alínea b) confidencialidade até serem presentes aos candidatos. ou com características de estágio curricular Do exame com um mínimo de 15 ECTS e seis meses de duração. que respeita à realização das provas e estabelecer as regras para a sua correcção.º deste Regulamento. TOC com experiência profissional e docentes Dispensa por experiência profissional há mais de três anos. confirmados pelo responsável nos termos definidos no n. realiza-se.º 2 do artigo 28.º 1 devem. bem como solicitar os documentos que d) Supervisionar directamente.º prova escrita sobre matérias contabilísticas (Contabilidade Geral ou 4 — Os candidatos dispensados do estágio nos termos definidos Financeira e Contabilidade Analítica ou de Gestão). c) Assegurar todos os meios indispensáveis ao funcionamento do júri cado de conclusão do respectivo curso que inclui no seu plano de estudos e à realização do exame. dúvida ou de omissão que possam surgir. 1 — Nos casos previstos nas alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo 28. nos termos regulamentados. respeitar as previstas O exame de avaliação profissional consiste na realização de uma no artigo 9. confirmada (Objectivos gerais) por esta e reconhecida pela Ordem. ou b) Tenham experiência profissional de pelo menos três anos na pres. onde se definem as regras de actuação.º e 17. máximo de dois anos após a data de aproveitamento dessas unidades com a duração de quatro horas.º 126 — 1 de Julho de 2010 de ensino superior. determinando-se nomeadamente que: através dos veículos de informação mencionados na alínea anterior. no mínimo. programa de exame. entidade para o qual presta serviços ou. 2 — A Ordem reserva-se no direito de.º do presente regulamento. (Composição) Artigo 30.ª série — N.º será a) Divulgar os programas das matérias sujeitas a exame e elementos celebrado um protocolo entre a OTOC e o estabelecimento de ensino de consulta permitidos. através dos meios de informação considerados superior responsável pelas unidades curriculares de estágio ou de pro. requerendo-se. O júri do exame é nomeado por deliberação do conselho directivo. (Programa e calendarização) Artigo 29. e c) do n. neste caso.º 1 do artigo 28.º de contabilidade.º. cumulativamente a conclusão do curso onde o estágio figure como unidade curricular. curriculares. ou outro responsável oficialmente designado na cadeia Artigo 32. 3 — As práticas associadas às unidades curriculares ou à experiência (Conteúdo do exame) profissional referidas no n. o candidato deve apresentar certificado de aproveitamento das respectivas unidades cur. pelo menos.º 3 do artigo 22. assegurando a sua absoluta veniente.º 1 do artigo 28. duas vezes Estágio Curricular/Projecto (Simulação Empresarial) por ano. classificação. 5 — Ultrapassado o prazo estipulado no número anterior. o candidato deve apresentar certifi.º O exame de avaliação profissional.º 1. adequados. a duração do mesmo e a indicação do patrono. designadamente na resolução relativa às situações de do número anterior. tendo em vista garantir padrões de desempenho compatíveis com o nível vio reconhecimento da Ordem e deve ser comprovada pelo TOC da de exigência que se requer destes profissionais. b) Fixar a data. confirmado pelo Técnico Oficial de Contas da entidade ou entidades b) Coordenar a planificação do exame de avaliação profissional no onde os serviços foram prestados. local. Caixa Geral de Aposentações ou Administração Fiscal ou outra entidade legalmente competente.º Social. de preferência. reapreciação e reclamação. o responsável definido nos números 1 e 2 do artigo 14. tudo quanto se relacione com a pres- entenda por necessários para a comprovação do referido na alínea a) tação de provas. de entidades públicas que disponham de contabili.º previstos nos artigos 16. bem como convocar os candidatos admitidos. pelo menos. competindo à Ordem: 1 — Nos casos previstos na alínea a) do n. realizadas dentro do período de vigência do protocolo. tem a qualidade de patrono na sob proposta do bastonário. jecto (simulação empresarial). relativos à formação necessária e fundamental para o desem- idêntico ao do previsto no n. em conformidade e dentro do período de vigência do protocolo. a) Colaborar com o conselho directivo na definição de critérios de b) Instruir o processo de dispensa de estágio com relatório de conteúdo avaliação.35962 Diário da República. no espaço de tempo em causa. O exame destina-se a avaliar a capacidade profissional do candidato 2 — A confirmação referida nas alíneas b) e c) está sujeita ao pré. devem requerer a inscrição na Ordem no prazo (Fiscalidade Portuguesa) e de Ética e Deontologia Profissional dos TOC.º permitir à OTOC o acesso ao local onde decorre o estágio curricular/ (Nomeação) projecto (simulação empresarial). o estabelecimento de ensino superior deve Artigo 34. unidades curriculares com características de pro- jecto (simulação empresarial) com um mínimo de 15 ECTS (European TÍTULO III Credit Transfer System). penho das funções de TOC. CAPÍTULO II riculares. onde conste expressamente a aprovação no estágio após a sua realização. 2 — Podem ainda ser nomeados para o júri. tantes dos serviços prestados. hora e local da realização do exame e divulgá-los. sempre que o entenda con. bem como declaração da Segurança Artigo 36. bem como ao respectivo arquivo documental.

Artigo 47. pelo júri. 3 — Só poderá ser autorizada a saída de candidatos com o enun- com 15 dias de antecedência. para efeitos de comunicação aos candidatos.º 1 — Considera-se um “adiamento de exame”. datura. (Elementos de Consulta) 2 — Terminado o prazo de dois anos previsto no n. Artigo 38. caso a fracção decimal obtida seja igual ou superior a 0. 1 — O candidato admitido que não compareça a exame por motivo de força maior. no prazo de 10 dias úteis. Os candidatos que tenham concluído o estágio com aproveitamento b) No caso de ter concluído a prova.. anulada a inscrição no exame. são convocados. de meios informáticos programáveis. selho directivo. de inscrição caduca.R.º Artigo 46. ação que implique o desvirtuamento do objectivo do mesmo. fundamentação do pedido de revisão.º g) Promover os mecanismos de apoio à prestação de provas de exame por parte de candidatos com necessidades especiais.Diário da República. 3 — Não será permitido consultar legislação anotada. o valor definido no número anterior será devolvido contacto com os elementos do júri ou seus representantes.º (Adiamento de Exame) Artigo 43.º pela Ordem. (Omissões) tada por um candidato que tenha sido convocado para o mesmo. ou seus representantes.º 126 — 1 de Julho de 2010 35963 e) Assegurar e supervisionar a correcção. através de carta registada com aviso de recepção. com a menção expressa da sua desistência. mediante requerimento dirigido ao no local de realização do exame. reinscrever-se para nova prova. Artigo 42. mediante o pagamento (Identificação e Funcionamento) da respectiva taxa.. .º (Classificação) (Recurso) 1 — O resultado final do exame. 3 — Após a recepção dos elementos referidos no número anterior. 4 — A cada candidato só será permitido adiar uma vez. cabe recurso para o bastonário. até ao limite de dois anos. numa escala de 0 a 20 valores. com conse- g) Durante a realização da prova o candidato apenas poderá estabelecer quente aprovação. nem a utilização f) Classificar as provas realizadas e transmitir os resultados ao con. ou dele tenham sido dispensados 60 dias antes da data do exame. d) Ao candidato que preste falsas declarações ou não comprove ade. indicando. As situações omissas relativas à realização do exame serão decididas 2 — O pedido de adiamento de exame deverá ser apresentado ao basto. lacrado e acompanhadas de acta de ocorrências. 1 — O candidato que não obtenha aprovação no exame pode. ao candidato. sendo esta única e exclusi. devidamente justificado e aceite pelo bastonário. 5 — O processo de revisão de provas está sujeito ao pagamento posta serão imediatamente recolhidas pelo representante do júri no local da taxa estabelecida para o efeito no Regulamento de Taxas e Emo- de exame.ª série — N. a contar da data de realização da prova. será anulada a inscrição no o candidato deve. da prova escrita nos dois dias úteis seguintes após a notificação são rubricadas por um dos membros do Júri ou por um seu representante por carta registada com A. e reclamação das provas de avaliação profissional. se for o caso. f) Terminado o tempo para a realização das provas.º 1 o pedido 1 — O exame é efectuado com consulta. a solicitação apresen. classificação. designadamente nas situações seguintes: Artigo 37. no prazo de 20 dias. c) O candidato deverá identificar a folha de resposta em conformidade 2 — Serão enviadas ao candidato cópias ou outro tipo de evidência da com os requisitos exigidos no enunciado. que as enviará ao presidente do júri. 2 — Será possível autorizar o abandono da sala de exame. CAPÍTULO V 2 — A justificação mencionada no número anterior deve ser apresen- tada ao bastonário no prazo de 2 dias úteis seguintes ao da realização Da Realização do Exame do exame. 1 — Os candidatos não aprovados poderão solicitar a revisão b) A folha de resposta. terá uma das seguintes menções: Da decisão de indeferimento do pedido de revisão apresentado pelo “Aprovado” ou “Não aprovado”. mediante o Artigo 41. ciado depois de ter decorrido mais de 75 % do tempo previsto para a realização da prova. 4 — A procedência ou improcedência do pedido será comunicada. apresentar a exame. quadamente as que lhe forem solicitadas. mediante a entrega do enunciado da prova. transita para a época de exame seguinte. presidente do júri. 6 — Julgado procedente o pedido de revisão de prova.º a) Em caso de desistência. ser-lhe-á por escrito. para a realização do exame. com antecedência de 60 dias. no prazo de 45 dias. válido ou de outro meio oficial de identificação. por carta registada com A. depois de Admissão a Exame decorrida mais de uma hora do início da prova. No decurso do exame: Artigo 45. nacional ou estrangeiro. reapreciação 2 — Os candidatos podem utilizar máquina calculadora. 2 — Considera-se aprovado o candidato que obtenha pelo menos 50 % da cotação atribuída na prova. num prazo de cinco dias úteis após a recepção da convocatória.5. (Permanência) 1 — Após o início da prova o candidato não pode abandonar a sala de exame sem a concordância do júri ou dos seus representantes no CAPÍTULO III local. e) Ao candidato que no decurso da prova de exame tenha uma actu. as folhas de res. Artigo 40. 3 — A falta injustificada ou uma segunda falta justificada ao exame Artigo 39.º obriga o candidato a nova inscrição a exame. no prazo máximo de três dias úteis. bem como as folhas de rascunho se solicitadas. sendo entregue a folha de resposta devi- (Convocatória) damente rubricada pelo examinando.R. 2. a reclassificação da prova. 3 — O pedido de adiamento de exame devidamente justificado e aceite Artigo 44. nário. no local. ao candidato.º a) Os candidatos devem ser identificados através da exibição de (Revisão de Provas) documento de identificação civil. por cada (Faltas) inscrição no exame. candidato. devendo o interessado apresentar nova candi- vamente permitida em suporte de papel. a contar da data do primeiro exame. prova a rever.º pagamento da respectiva taxa.º 3 — A classificação obtida será arredondada para o valor inteiro (Repetições) imediatamente superior. em subscrito devidamente lumentos. determina a transição da inscrição para a época seguinte.

Reduzido: 8 valores. CF= PC (70 %) + AP (30 %).35964 Diário da República. características de personalidade e com- Turismo do Alentejo. de 27 de Fevereiro): Lei n.º 2 do artigo 40. Insuficiente: 4 — Posicionamento Remuneratório: O posicionamento do traba.os 3 e 4. sejam já titulares da categoria a concurso e se encontrem a de acordo com os valores descritos na tabela constante da Portaria n. eliminatórios de per si (n. T. através das menções de Apto no n. c) Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito Da Inscrição na OTOC para o exercício das funções a que se candidata.º da Lei n. 8 de Junho de 2010.1 — A prova individual de conhecimentos (PC) visa avaliar os conhe- de Azevedo. referido no n. Suficiente: 12 valores.. correspondente Artigo 52. profissionais e as competências técnicas dos 203418981 candidatos necessários ao exercício da função a concurso. 8 — O recrutamento far-se-á de entre trabalhadores com relação Artigo 53. contados continuamente.º da Lei lecção a utilizar no seu recrutamento (com a ponderação ora atribuída) n.º da Portaria n.º 2 do artigo 49. de 27 de Fevereiro.º.º 12-A/2008. ou (Dispensa de Taxas e Emolumentos) que se encontrem colocados em situação de mobilidade especial.º é inscrito como Técnico Oficial de Contas.º da Portaria Para efeitos do disposto nos artigos 50. referência o perfil de competências previamente definido. 4 valores.º da Lei 5 — Requisitos gerais de admissão: são os previstos no artigo 8.º 13193/2010 Francês.ª série — N. Bom: em Portalegre. às quais corresponde o grau 3 de complexidade funcional. em casos excepcionais. Disposições Finais e Transitórias 6 — Nível Habilitacional exigido: Conforme alínea c) do n. com b) Avaliação Psicológica (AP) — Ponderação de 30 %. a interpretação e integra. n. Legislação a consultar — nos termos do n.º da Lei n. nos termos das alterações do artigo 19. através dos níveis classificativos de: Elevado: 20 valores.º 1553-C/2008. — O Bastonário. 2 — Prazo de validade: O procedimento concursal é válido para o pre. 3 — Local de trabalho: Turismo do Alentejo. artigo 6.º 1 alínea b) e n. R.º 12-A/2008. E. a) Ter nacionalidade portuguesa.º da Lei n.º 126 — 1 de Julho de 2010 CAPÍTULO VI b) Ter 18 anos de idade completos.º de funções. titulares da categoria e que executem a actividade caracterizadora do posto de trabalho para cuja ocupação se publicita o procedimento. ção de lacunas do presente regulamento é da competência do conselho Licenciatura em ensino de Português e Francês.º 12-A/2008. de 30 %. Métodos de Selecção. (Casos Omissos) 7 — Área de Formação Académica ou Profissional: É exigida.º 3-B/2010. possibilidade de substituição por outra e sob pena de não admissão. lhador recrutado numa das posições remuneratórias da categoria será objecto de negociação com a entidade empregadora pública e terá lugar 10 — Métodos de Selecção.º 12-A/2008. de 27 de Fevereiro.º 4 do artigo 6. divulgada até 30 dias.º 2 do artigo 53. o bastonário Fevereiro. 2. (Inscrição) e) Ter cumprido as leis de vacinação obrigatória.º 12-A/2008.2 — A avaliação psicológica (AP) visa avaliar.º 83-A/2009.º 12-A/2008. Valorada da seguinte forma: enchimento do posto de trabalho em referência e para os efeitos previstos a) Em cada fase intermédia do método.T. se se encontrarem em Mobilidade Especial.º 2 Não podem ser admitidos candidatos que. CAPÍTULO VIII exerçam funções no próprio órgão ou serviço. de 27 de Mediante requerimento devidamente fundamentado. e com as seguintes ponderações: (Entrada em Vigor) a) Prova de Conhecimentos (PC) — Ponderação de 70 %. con- forme o disposto no n. Delegação b) Na última fase do método. da Lei n. Critérios Específicos e Ponderações: imediatamente após o termo do procedimento concursal. versando sobre os seguintes temas: Português. a prova escrita será constituída por questões de desenvolvimento e ou de escolha múltipla. d) Possuir robustez física e perfil psíquico indispensável ao exercício Artigo 51. de 27 de Fevereiro.º n. excepção dos artigos 45.º 83-A/2009 de 22 de Janeiro. 16 valores. António Domingues 9. cimentos académicos e. Cri- taxas e emolumentos previstos na no presente regulamento. são os seguintes. designadamente: a) Avaliação Curricular (AC) — Ponderação de 70 %.º n. cumulativamente. de 28 de Abril.º ao grau de complexidade funcional da categoria/carreira do posto de trabalho para cuja a ocupação o procedimento é publicitado.º da mesma lei.º 1 do artigo 44. e Não apto. pletado. salvo nos casos exceptuados pela b) Entrevista de Avaliação de Competências (EAC) — Ponderação Constituição. à preparação dos temas indicados na publicitação do procedimento é torna-se púbico que. sendo que: Lisboa. térios Gerais e Ponderações: Os candidatos serão sujeitos aos seguintes métodos de selecção. de 31 de Dezembro e devendo os candidatos deten. tendo como Lei n. antes da realização da se encontra aberto. lei especial ou convenção internacional. de 27 de Fevereiro. competência ou actividade caracte- tores de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado rizadoras dos postos de trabalho correspondentes a este procedimento. Forma e Duração das Provas.º 12-A/2008. na modalidade de prova de conhecimentos. petências comportamentais dos candidatos e estabelecer um prognóstico 1 — Descrição sumária das funções: Funções constantes no anexo à de adaptação às exigências do posto de trabalho a ocupar. previsto e não ocupado no mapa de pessoal da natureza psicológica.º 2 e artigo 7. pode. se en- do artigo 41. Para o efeito.º da n. R.º que entram em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.. através de técnicas de de Técnico Superior. por escrito. por meu despacho datado de 23 de Abril de 2010. Artigo 54. O candidato que obtenha aprovação nas condições definidas no n. contrem integrados na carreira. os métodos de se- à remuneração auferida.º e 46. procedimento concursal comum. de 22 de Janeiro. pelos candidatos que. E. Estatuto disciplinar dos trabalhadores que exercem funções públi- Procedimento concursal comum de recrutamento para preenchimento de 1 (um) posto de trabalho da carreira/categoria cas.º 1-A. de 27 de Fevereiro. e que não se encontrando em mobilidade.º valorados de 0 a 20 valores. Aviso (extracto) n. cumula- o preceituado no artigo 55. da carreira/categoria 9. contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado. T. tendo em vista o preenchimento de um posto de trabalho. sem Nos casos omissos do presente regulamento. para os candidatos que o tenham com- de Portalegre — sita na Avenida da Estremadura Espanhola. cumprir ou a executar a atribuição. todos. conforme caracterização no mapa de pessoal Código do procedimento administrativo (CPA). tendo em conta Excepto quando afastados.R. O presente regulamento entra em vigor no dia 1 de Julho de 2010. aptidões. dispensar o candidato do pagamento de 9 — Tipo. a bibliografia ou a legislação necessárias n. informar prévia e obrigatoriamente a entidade empregadora pública do ou. TURISMO DO ALENTEJO. de Técnico Superior. ou. tivamente. . E.º 7 do Artigo 9. tendo um tempo máximo de duração de 120 minutos. directivo. tenham sido detentores posto de trabalho que ocupam e da posição remuneratória correspondente da categoria bem como das funções acima descritas.º jurídica de emprego público constituída por tempo indeterminado.