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Vol.10 No.

1, 2006
ISSN 1413-3555 Efeito da FRC Versus AFE em Prematuros 97
Rev. bras. fisioter. Vol.10, No.1 (2006), 97-103
©Revista Brasileira de Fisioterapia

EFEITOS DA FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA CONVENCIONAL VERSUS
AUMENTO DO FLUXO EXPIRATÓRIO NA SATURAÇÃO DE O2,
FREQÜÊNCIA CARDÍACA E FREQÜÊNCIA RESPIRATÓRIA, EM
PREMATUROS NO PERÍODO PÓS-EXTUBAÇÃO

ANTUNES LCO, SILVA EG, BOCARDO P, DAHER DR, FAGGIOTTO RD, RUGOLO LMSS
Seção Técnica de Reabilitação, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina de Botucatu , Universidade Estadual
Paulista Julio de Mesquita Filho, Botucatu, SP
Correspondência para: Letícia Cláudia de Oliveira Antunes, Rua: Dr. José Adriano Marrey Júnior, 622, CEP 18603-610,
Botucatu, SP, e-mail: letantunes@hotmail.com
Recebido: 08/04/2005 – Aceito: 21/09/2005

RESUMO
Introdução: Recém-nascidos (RN) prematuros apresentam elevada morbidade respiratória e necessidade de ventilação mecânica,
assim, a fisioterapia respiratória é parte integrante da assistência neonatal. Objetivo: Comparar os efeitos da fisioterapia
respiratória convencional (FRC) versus aumento do fluxo expiratório (AFE), na saturação de O2 (SpO2), freqüência cardíaca (FC)
e na freqüência respiratória (FR) em prematuros no período pós-extubação. Método: Ensaio clínico randomizado realizado na
UTI Neonatal do Hospital das Clínicas de Botucatu–UNESP, comparando duas técnicas fisioterapêuticas, aplicadas em recém-
nascidos prematuros, nas primeiras 48 horas pós-extubação. Para a análise estatística foram utilizados o teste t Student, Mann-
Whitney, Qui-quadrado e o teste exato de Fisher, com nível de significância em 5%. Resultados: Os dois grupos de estudo: Grupo
FRC (n= 20) e grupo AFE (n= 20), não diferiram quanto à idade gestacional (média de 28 semanas) e peso de nascimento (média
de 1100 gramas). Em ambos os grupos a síndrome do desconforto respiratório (SDR) foi o principal diagnóstico. A mediana da
idade no início da fisioterapia foi de sete dias no grupo AFE e 11 dias na FRC. Ambas as técnicas produziram aumento
significativo da SpO2 aos 10 e 30 minutos, sem alterações na FR. A FC aumentou significativamente após a FRC e não se alterou
após o AFE. Conclusão: Os resultados sugerem que o AFE é menos estressante que a FRC e pode ser aplicado em prematuros
no período pós-extubação. Nestes recém-nascidos o AFE parece ser seguro e benéfico a curto prazo.
Palavras-chave: fisioterapia respiratória, fluxo expiratório, prematuro.

ABSTRACT
Effects of Conventional Chest Physical Therapy versus Increased Expiratory Flow on Oxygen
Saturation, Heart Rate and Respiratory Rate in Premature Infants Following Extubation
Background: Respiratory morbidity and the need for mechanical ventilation are very high among preterm infants. Chest physical
therapy is therefore an essential component of neonatal care. Objective: To compare the effects of conventional chest physical
therapy (CCP) and increased expiratory flow (IEF) on the oxygen saturation (SpO2), heart rate, and respiratory rate (RR) of preterm
infants following extubation. Method: This was a randomized clinical trial, in the neonatal intensive care unit of Botucatu Medical
School-UNESP, comparing two physical therapy techniques applied to preterm infants during the first 48 hours following ex-
tubation. Statistical analyses were performed using the Student t, Mann-Whitney, chi-squared and Fisher exact tests, with a
significance level of 5%. Results: The two study groups, CCP (n = 20) and IEF (n = 20), presented similar gestational ages (mean
= 28 weeks) and birth weights (mean = 1100 g). In both groups, respiratory distress syndrome was the main diagnosis. The median
age for starting physical therapy was seven days in the IEF group and 11 days in the CCP group. Both techniques produced
significantly increased SpO2 after 10 and 30 minutes of chest physical therapy, with no change in RR. There was a significant
increase in heart rate after CCP, but no change occurred after IEF. Conclusion: Our data suggest that the IEF technique is less
stressful than CCP and can be used for preterm infants following extubation. In these infants, IEF was seen to be safe and
beneficial over the short term.
Key words: chest physical therapy, expiratory flow, preterm infants.

procedia-se o atendimento fisioterapêutico conforme a rotina O AFE é definido como aumento ativo. Os recém-nascidos do Grupo FRC. deslocar Para a randomização foram confeccionados 20 cartões e eliminar as secreções traqueobrônquicas5. em velocidade ou quantidade. com a palavra FRC e 20 cartões com a palavra AFE. fisioterapia respiratória torna-se cada vez mais necessária .solicitação médica para fisioterapia respiratória. assim estudos sobre o tema. Silva EG.uso de FiO2 menor ou igual a 0. responsável pela aplicação das Considerando a importância da assistência técnicas conhecia o conteúdo do cartão. extubação. e narinas por um período de aproximadamente cinco minutos Foram considerados prematuros os RN com idade ou até que não houvesse mais secreções. do serviço. com uma mão envolvendo e comprimindo Após a solicitação médica de fisioterapia respiratória. tendo como objetivo mobilizar.idade gestacional menor que 37 semanas e idade pós- ventilação pulmonar mecânica. a idade gestacional7. utilizadas em pediatria. recém-nascidos prematuros. a seqüência era: solicitar o consentimento Dentre as técnicas fisioterapêuticas o AFE é uma das mais materno e proceder a randomização.98 Antunes LCO. O sorteio das técnicas convencionais e técnicas a fluxo. Faggiotto RD. com o seguinte prematuros extremos aqueles com idade gestacional inferior posicionamento das mãos do terapeuta: uma das mãos nas a 31 semanas. Quando o recém-nascido preenchia os critérios ou passivo do volume expirado. Após a randomização os recém-nascidos foram freqüência cardíaca (FC) e freqüência respiratória (FR) de avaliados quanto à ausculta pulmonar. A idade gestacional foi calculada costelas inferiores e a outra utilizando a borda cubital na linha preferencialmente pela data da última menstruação. Em RN prematuros não existem estudos comparativos colocados individualmente em envelopes lacrados. . pressão manual torácica. este estudo teve como objetivo: comparar este estudo pode ser considerado cego. e ao término. a possibilidade de natal inferior a 30 dias. O estudo foi realizado a eliminação de secreções. na posição supina por 15 minutos. Na posição supina foram submetidos à das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP. para no período de janeiro a março de 2004. fisioter. conforme critério da Os recém-nascidos do Grupo AFE. procedeu-se a aspiração de boca após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (541/2003). Rugolo LMSS Rev. Daher DR. 6. vibrocompressão por mais cinco minutos.4. oximetria de pulso e padrão radiológico. padrão respiratório.ausência de má-formação congênita. receberam a drenagem postural e a tapotagem posicionados em decúbito Estudo prospectivo e randomizado. envolvendo recém- lateral direito e esquerdo com duração de cinco minutos em nascidos prematuros internados na UTI Neonatal do Hospital cada lado. aéreas3.consentimento materno livre e esclarecido para a aspiração de vias aéreas superiores2. convencional (FRC) e compreende as manobras de drenagem . A desobstrução é realizada por meio de preensão Procedimento bimanual. tipo de parto. caso o paciente não fosse incluído abdome4. Foram obtidos dos prontuários e anotados em protocolo específico para pesquisa. postural. suavemente a parede anterolateral do tórax do RN durante a pesquisadora avaliava se o recém-nascido preenchia os a expiração. O aumento do fluxo expiratório (AFE) é uma técnica O estudo foi delineado na forma de intenção de não convencional de desobstrução brônquica que pode ser tratamento. tendo como critério de suspensão da manobra aplicada desde o nascimento. receberam a técnica Organização Mundial de Saúde. gestacional inferior a 37 semanas. idade no início da fisioterapia. os recém. desde . fisioterapêutica a diminuição da SpO2 para valores inferiores quando existe doença respiratória com obstrução das vias a 90%. idade gestacional. assim. INTRODUÇÃO que houvesse certeza ou pelo ultra-som obstétrico realizado até 20 semanas de gestação. de inclusão. os efeitos da FRC versus AFE na saturação de O2 (SpO2). ativo-assistido. A técnica de higiene brônquica é descrita . inclusive no RN prematuro. bras. nascidos (RN) prematuros apresentam altos riscos de Critérios de inclusão desenvolver complicações respiratórias com necessidade de . MÉTODO doenças. Outra pesquisadora fisioterapêutica nos cuidados ao prematuro e a escassez de mensurava as variáveis nos três momentos de avaliação. Bocardo P. nas primeiras 48 horas pós- tradicionalmente na literatura como fisioterapia respiratória extubação. em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal1. e classificados como AFE lento. embora ambas foi realizado pelo médico responsável pelo paciente e apenas sejam usadas rotineiramente em UTI Neonatal. facilitação da tosse e/ou . participação na pesquisa. os seguintes dados dos recém- nascidos: peso de nascimento. nas primeiras 48 horas pós. expansibilidade torácica. enquanto a outra mão exerce apoio estático no critérios de inclusão. Quando não disponíveis estas informações utilizou-se o método de New Ballard para estimar Devido à imaturidade do sistema respiratório. a pesquisadora principal.respiração espontânea.

32) 0.25) 0. Grupo FRC Grupo AFE n= 20 n =20 Valor de p Idade gestacional (semanas) md (Q1Q3) 28 (28. pequenos prematuros. considerando-se a Tabela 1. = 0.15) 1.465 Atelectasia nº (proporção) 2 (0.805). foram comparadas pelo teste não paramétrico de de sonda e luvas estéreis. os valores de SpO 2.70) 12 (0. FR= aferida com observação do movimento torácico As principais características e diagnósticos dos RN em um minuto.105 Apgar 5 minutos md (Q1 Q3) 8 (6. o que Participaram do estudo 40 recém-nascidos prematuros. uma no período da manhã e outra no período A amostra foi constituída predominantemente por da tarde. Em todos os testes Nos dois grupos de estudo foram aferidas e anotadas adotou-se o nível de significância em 5%. durante cinco minutos antes do início da técnica. 2006 Efeito da FRC Versus AFE em Prematuros 99 supramamária com compressão suave do tórax. 9) 7 (5. 2 e 3 apresentam SpO2= aferida com oxímetro de pulso. foram analisadas pelo teste t Student. sendo 67.5% deles com idade Momentos de avaliação gestacional inferior a 31 semanas e 90% com peso ao M0= 5 minutos antes das manobras. teste do Qui-quadrado ou exato de Fisher. e no Grupo Variáveis de estudo AFE foi de 1105 ± 337g. 1. após 10 minutos e após 30 minutos da aplicação das técnicas.000 .705 Idade início fisioterapia md (Q1 Q3) 11 (8.Vol. nascimento menor que 1500g. a SpO2. taquicardia ou bradicardia. Para as variáveis categóricas foi utilizado o cinco minutos. 13) 0.60) 0. As Figuras 1.740 Pneumonia nº (proporção) 3 (0. Características e diagnósticos dos recém-nascidos dos grupos fisioterapia respiratória convencional (FRC) e aumento do fluxo expiratório (AFE). Durante todo RESULTADOS o procedimento os RNs foram continuamente monitorados com monitor multiparamétrico marca Dixtal® para observar qualquer dessaturação. sendo 14 do sexo feminino M1= 10 minutos após as manobras. encontram-se na Tabela 1. vezes ao dia.10 No. freqüência cardíaca e freqüência respiratória.10) 3 (0. 9) 0.. No final da distribuição bi-caudal. 19) 7 (4. por um período de aproximadamente Mann-Whitney.15) 5 (0. freqüência cardíaca e freqüência Análise estatística respiratória nos Grupos FRC e AFE nos três momentos de As variáveis contínuas que tiveram distribuição normal avaliação.168 Síndrome do Desconforto Respiratório nº (proporção) 14 (0. no Grupo FRC e apenas seis no Grupo AFE. A média do peso M2= 30 minutos após as manobras. utilizados os dados dos três primeiros dias de realização da Nenhum RN apresentou efeito adverso com as fisioterapia. As variáveis que não tiveram distribuição técnica os recém-nascidos foram aspirados com utilização normal. sem diferença entre os grupos (p FC= aferida com estetoscópio durante um minuto. Os RN estudados foram distribuídos em dois grupos: 20 no grupo FRC e 20 no grupo acompanhados até a alta da UTI. A assistência fisioterapêutica foi realizada duas manobras e assim não houve exclusão do estudo. indicaria suspensão da técnica. 31) 28 (26. com duração média de 20 minutos cada sessão. de nascimento no Grupo FRC foi de 1133 ± 375g. porém neste estudo foram AFE.

001) M2 > M0 (p=0.035) AFE M1> M0 (p<0. Faggiotto RD. após FRC M1> M0 (p=0.033) AFE M1= M0 (p=0. 200 FC (bpm) 190 180 170 160 150 140 130 120 110 100 M0 M1 M2 Momentos Antes 10 min. quartis 25 e 75 da saturação de oxigênio nos grupos fisioterapia respiratória convencional (FRC) e aumento do fluxo expiratório (AFE) nos três momentos de avaliação.028) M2 > M0 (p=0. Bocardo P. após 30 min. M1= 10 minutos após e M2= 30 minutos após aplicação da técnica. SpO2 (%) 100 95 90 85 M0 M1 M2 Momentos Antes 10 min.040) M2 > M0 (p=0. bras. Valores medianos. M1= 10 minutos após e M2= 30 minutos após aplicação da técnica. após 30 min. Valores médios e desvio-padrão da freqüência cardíaca nos dois grupos fisioterapia respiratória convencional (FRC) e aumento do fluxo expiratório (AFE) nos três momentos de avaliação. Daher DR.010) Figura 1. MO= 5 minutos antes. Silva EG.062) M2 = M0 (p=0. após FRC M1> M0 (p=0.100 Antunes LCO. 713) Figura 2. Rugolo LMSS Rev. MO= 5 minutos antes. . fisioter.

importante. os quais evoluem com elevada para a oxigenação. avaliados já apresentavam SpO2 em níveis adequados antes Assim a fisioterapia tem adquirido papel de destaque em várias da fisioterapia. destacando-se como uma das mais freqüentes em nosso meio a infecção. nossos resultados. Porém há que se considerar que os RN morbidade neonatal requerendo assistência multiprofissional. promoção da auto-organização que com o uso da FRC em 20 recém-nascidos de termo e e o auxílio na ventilação pulmonar do neonato8. que é sempre uma preocupação em pacientes submetidos à ventilação mecânica11. entretanto o início da SpO2 aos 10 e 30 minutos após as manobras. 722) Figura 3. e sim suas complicações. pois Fox et al. de pré-termo. situações.10 No. após 30 min.12.5mm Hg na PaO2.783) AFE M1= M0 (p=0. homogêneas nos dois grupos e enquadram-se perfeitamente não há unanimidade quanto aos benefícios da fisioterapia no perfil esperado da clientela de uma UTI neonatal de um respiratória em recém-nascidos. obtiveram em 15 minutos após a fisioterapia. tanto a FRC como o AFE aumentaram significativamente a SpO2 nos dois momentos Os avanços tecnológicos aumentaram a sobrevida de de avaliação (10 minutos e 30 minutos após as manobras). a curto prazo. pois estes RN apresentam elevada morbidade não encontramos relatos na literatura que permitam confrontar neonatal e grandes limitações em sua função respiratória9. Entretanto. 2006 Efeito da FRC Versus AFE em Prematuros 101 85 FR (mpm) 75 65 55 45 35 25 15 M0 M1 M2 Momentos Antes 10 min. As características da casuística deste estudo foram aumento significativo de 14. com pesos de nascimento e idades mostrando que. Valores medianos e quartis 25 e 75 da freqüência respiratória nos dois grupos fisioterapia respiratória convencional (FRC) e aumento do fluxo expiratório (AFE) nos três momentos de avaliação MO= 5 minutos antes. posicionamento.478) M2 = M0 (p=0. RN de alto risco. A freqüência fisioterapia na segunda semana de vida sugere que a indicação cardíaca aumentou após a FRC e não houve alteração desta assistência não foi a SDR. prematuros com idade et al.665) M2 = M0 (p=0. DISCUSSÃO No presente estudo. significativa na freqüência respiratória. Em ambos os grupos houve aumento significativo da inicial mais freqüente nesta amostra10.13 e Poleart hospital de nível terciário.14 mostraram redução significativa da PaO2 após a FRC. Coerente com estas características dos RN a SDR foi a doença . gestacional e peso ao nascimento muito baixo. o que é Em relação ao efeito do AFE na oxigenação de recém-nascidos. M1= 10 minutos após e M2= 30 minutos após aplicação da técnica. 1. manutenção de boa postura. Resultado semelhante foi descrito por Finner et al.Vol. dentre elas o relaxamento muscular. estas técnicas são benéficas gestacionais cada vez menores. após FRC M1= M0 (p=0. ou seja.

Lens E. 2. New Ballard Score. Flenady VJ. Le point sur la kinésithérapie dans le traitement de la respiratória documentaram aumento significativo da freqüência mucoviscidose.13. desorientação. 2001. o que não fisioterapia respiratória na prevenção de morbidade em recém- ocorreu após o AFE sugerindo que esta manobra (AFE) seja nascidos. na pressão arterial relevantes. bem efeitos hemodinâmicos adversos. bras. Faggiotto RD.com. aumento mature infants. A saturação de O2 também Hirschheimer MR Terapia intensiva pediátrica. significativo na freqüência respiratória e freqüência cardíaca. . Neste contexto o AFE pode ser Os resultados do presente estudo sugerem que o AFE considerado melhor que a FRC. Técnicas de rehabilitación respiratória. Chest physical therapy for preventing Em recém-nascidos com respiração espontânea em fase de morbidity in babies being extubated from mechanical ventilation. 16 p. Antunes et al. 9. Feltrin MI. estáveis. controlado. 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Em recém. pois sua aplicação não como investigar seu efeito em outros desfechos clínicos causou alteração na freqüência cardíaca. manipulação excessiva e estudos. Apesar da reconhecida importância e da freqüente Eur Respir J 1997. De ladite – accélération du flux expiratoire de oxigênio e sem doença respiratória aguda. Entretanto. Dotta ML. prematuros aqui estudados foram normais em todos os que pode incluir apenas três ensaios clínicos controlados momentos de avaliação. Fox et al. 4). havendo necessidade de mais sensorial. tais como: quantidade de secreção eliminada. estáveis e no período pós-extubação. Disponível.br/ significantes na freqüência respiratória que se manteve com publicações/rec_fisioterapicos. apresentou aumento significativo após a aplicação da técnica e manteve-se elevada após o procedimento 20.18 não observaram alteração na freqüência cardíaca em função do posicionamento em supino ou prono. que ao estudar as Kinéssithér 1992. Carvalho WB. Resultados (AFE): où torced is. em respiração espontânea com mínima necessidade 4. com ovelhas adultas mostrou que a resultados iniciais. durante o desmame da ventilação mecânica. respiratória após a FRC.19 relataram tendência a bradicardia com a aplicação da FRC em prematuros no período pré-extubação.em:http://www. recuperação de doença respiratória. entretanto após a FRC houve aumento envolvendo 138 recém-nascidos para avaliar os efeitos da significativo da FC que persistiu até 30 minutos. In: Matsumoto T. não da 1ª Conferência de Consenso em Fisioterapia Respiratória:1994 dispomos de estudos em recém-nascidos.13 relataram a Cochrane Review.8-47. Ballard JL. valores normais durante todo o período de estudo. Vivian. Há de se considerar que qualquer conclusão desta revisão foi que embora a fisioterapia possa doença causa estresse e pacientes de UTI são submetidos reduzir a necessidade de reintubação. Bocardo P. com normalização em 20 minutos. 2ª ed. Em estudo com a curto prazo na oxigenação equipara-se à FRC. Duarte AC. Barthe J.

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