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PROJETO FINAL DE GRADUAÇÃO

SIMULAÇÃO DOS MODOS PROPAGANTES NOS
GUIAS DE ONDAS RETANGULAR E CILÍNDRICO

SÉRGIO TADEU DA SILVA BARROS

Brasília, 04 de julho de 2007

UNIVERSIDADE DE BRASILIA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

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UNIVERSIDADE DE BRASILIA

Faculdade de Tecnologia

PROJETO FINAL DE GRADUAÇÃO

SIMULAÇÃO DOS MODOS PROPAGANTES NOS
GUIAS DE ONDAS RETANGULAR E CILÍNDRICO

SÉRGIO TADEU DA SILVA BARROS

Relatório submetido como requisito parcial para obtenção do grau de Engenheiro Eletricista

Banca Examinadora

Prof. Franklin da Costa Silva, Dr. ENE/UNB (Orientador)

Eng. Giovanni César Ganime Alves, Mestre (Convidado)

Prof. Plínio Ricardo Ganime Alves, Dr. ENE/UnB

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Dedicatória

À minha eterna matriarca Raimunda,
aos meus pais Sérgio, Helena e Carlos. A
todos que acreditaram ser possível realizar
esse trabalho e àqueles que contribuíram
para que ele fosse finalizado.

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iv . da conclusão deste curso. ainda que indiretamente. compreensão e. Galgo um degrau importante em minha vida e nada melhor que compartilhar esse momento com a família. Espero ter respondido à altura desejada e agradeço profundamente toda força. Dedico principalmente à minha esposa Alice que sempre compreendeu a minha falta de tempo e foi a fiel incentivadora deste projeto. os amigos de longa data e aos que foram participando do meu dia-a-dia no decorrer desses cinco anos. paciência que foi me foi dedicada inúmeras vezes. principalmente.Agradecimentos Muitas palavras seriam necessárias para externar todo o meu apreço e gratidão às pessoas que participaram.

justamente para torná-lo aberto ao público de forma a ser modificado de acordo com a conveniência do usuário. para isso. Além disso. O objetivo principal é a implementação de um software que serve de ferramenta de auxílio ao ensino de eletromagnetismo. uma vez que as configurações mostradas na forma vetorial sedimentam a teoria de ondas guiadas nas estruturas retangulares e cilíndricas. As visualizações destes modos possibilitam um aprendizado mais consistente e dinâmico. RESUMO O estudo visa representar os modos em guias de onda retangulares e cilíndricos. os recursos do software MATLAB®. analisando o seu comportamento através da modelagem e de simulações. o Apêndice no final deste trabalho traz a descrição do programa em linguagem computacional. v . utilizando.

6 3..................... No guia de ondas retangular ..1... 11 5...... Ondas TE ...............................3............. INTRODUÇÃO .................4.............................................. EQUAÇÕES DE POISSON E DE LAPLACE .....................................Conteúdo 1........ 21 6........3........... 3 2....................................................................................................................................................................... 4 3........ Rotacional ...............................................................................................................................................................................................................................2............................................................2.... PROPAGAÇÃO DE ONDAS ...1............................................................ Ondas TM................................................... 19 6...................2........ Lei de Faraday ........................................... Teorema de Poynting.......... EQUAÇÃO DE ONDA ............................................................................1...... 15 6................................... No guia de ondas de placas paralelas .................................................................. 22 6........1..........................................................2....................................... Condições de Fronteira .................................3...1.............. No espaço livre .. 7 3................. Lei de Gauss ................................................ 13 6...3........... Modo TE ..............3................ 1 2...................................................2................ 2 2.... Divergente ..................... 25 vi ... 6 3............................ 9 4...... 2 2..........2........2.. EQUAÇÕES DE MAXWELL ....................................... 15 6..................................... HISTÓRICO................................................. Lei de Ampère ............ Ondas TEM ................... 22 6............................... 7 3............................................................................................................ 19 6.................

..... 77 vii .................................................................. 53 8............1................................. 61 APÊNDICE ....... 62 • Código do Guia de Ondas Retangular ...................... Visualização dos modos nos guias retangulares e cilíndricos ..................................................................................................................................... 44 7.. Modo TM ......4.........................2.....3.........4..................... Guia de Ondas de Seção Circular ............... SIMULAÇÃO ........................ Guia de Ondas Retangular .........2............................................................. 6.......................3........................... 50 7.... 63 • Código do Guia de Ondas de Seção Circular ............................... 38 6........................1...................... 44 7................................................ Modo TE .................. CONCLUSÕES ............................ 60 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................2. Modo TM ............................................ 41 7..........4... 28 6................................................................................. 31 6.......... No guia de ondas de seção transversal circular .....................................................................................................................

número de onda ou freqüência espacial [rad/m] viii . LISTA DE SÍMBOLOS Símbolos Latinos D Densidade de fluxo elétrico [C/m2] B Densidade de fluxo magnético [Wb/m2 ou T] E Vetor campo elétrico [V/m] H Vetor campo magnético [A/m] I Corrente elétrica [A] J Densidade de corrente elétrica [A/m2] P Vetor de Poynting [W/m2] fem Força eletromotriz [V] Jn Função de Bessel de primeira espécie e de ordem “n” Nn Função de Bessel de segunda espécie e de ordem “n” Símbolos Gregos ρv Densidade volumétrica de carga [C/m3] σ Condutividade do meio [S/m] ε Permissividade elétrica [F/m] µ Permeabilidade magnética [H/m] ω Freqüência angular [rad/s] k Constante de fase.

η Impedância intrínseca [Ω] γ Constante de propagação [m-1] α Constante de atenuação [Np/m] ∇ Operador vetorial diferencial Nabla ∇V Gradiente de uma função V ∇ ⋅V Divergente de um vetor V ∇ ×V Rotacional de um vetor V Siglas MATLAB® Matrix Laboratory TEM Transversal Eletromagnético TE Transversal Elétrico TM Transversal Magnético ix .

........................................................................................................ 41 Figura 17 – Modo TE01z+.................................................................................................................................................................................................................................................................... 27 Figura 8 – Modo TE21z+............................................................................................................................................................................................................ 20 Figura 4 ............................................. 43 Figura 19 – Modo de Propagação do guia retangular ...... 26 Figura 6 – Modo TE20z+....Guia de ondas retangular .......................................................................... 27 Figura 7 – Modo TE11z+............................................................ 40 Figura 16 – Modo TM02z+ . 45 Figura 20 – Qualidade gráfica do guia retangular ...................................................................................................................................................... LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Fronteira entre dois meios distintos ........................................................................................................................................................................................................................................................... 31 Figura 12 – Funções de Bessel de primeira espécie ........................................................................................................................................................................... 29 Figura 10 – Modo TM21z+ ................................................................................ 7 Figura 2 ................................................................................................................................................................................. 34 Figura 14 – Modo TM01z+ .Modos TE e TM de propagação ......................................................................................... 45 Figura 21 – Plano a ser utilizado do guia retangular ..................................... 19 Figura 3 – Guia de placas paralelas.......................................... 46 x ........................... 33 Figura 13 – Funções de Bessel de segunda espécie .............................................................. 40 Figura 15 – Modo TM21z+ ................................................................ 42 Figura 18 – Modo TE21z+.................... 22 Figura 5 – Modo TE10z+.......... 30 Figura 11 – Guia de ondas de seção circular ............................................................................................................................................................................................................................ 28 Figura 9 – Modo TM11z+ .......................................................................................................................

........................................................................................................................................... 51 Figura 34 – Escolha do modo de propagação do guia cilíndrico ................................................. 55 Figura 43 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TE01z+) ..................... 48 Figura 26 – Dimensões do guia de ondas incorretas do guia retangular ............ 56 Figura 44 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TE21z+) ......................................................................................................................... 54 Figura 41 – Corte do guia retangular no plano yz (Modo TM21z+) ..................................................................... 54 Figura 40 – Corte do guia retangular no plano xz (Modo TM11z+) ...........................................................................................................................................................................................................................................................Figura 22 – Dimensões do guia de ondas retangular...... 52 Figura 36 – Geração do arquivo de vídeo do guia cilíndrico ...................................................................................................... 46 Figura 23 – Escolha dos índices do modo de propagação do guia retangular ......................... 52 Figura 37 – Corte do guia retangular no plano yz (Modo TE20z+) .......... 49 Figura 30 – Modo de Propagação do guia cilíndrico ........................................................................... 48 Figura 27 – Erro devido m=n=0 ................................ 51 Figura 33 – Dimensões do guia cilíndrico ........................................................................................................................................................................... 49 Figura 29 – Guia retangular em corte ................................................................... 47 Figura 24 – Freqüência de operação do guia retangular ...................................... 47 Figura 25 – Repetição dos quadros do guia retangular ..................................................... 49 Figura 28 – Erro na escolha do plano do guia retangular ................. 56 xi ....................................................................................................................................................... 53 Figura 39 – Corte do guia retangular no plano yz (Modo TM11z+) ............................................ 50 Figura 32 – Escolha do plano e pontos do guia cilíndrico ............ 50 Figura 31 – Qualidade gráfica do guia cilíndrico ............................................................................... 52 Figura 35 – Freqüência de operação do guia cilíndrico ........................... 55 Figura 42 – Corte do guia retangular no plano xz (Modo TM21z+) .......................................................................... 53 Figura 38 – Corte do guia retangular no plano xz (Modo TE20z+) ...................

Figura 45 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TM21z+) ............................................................. 57

Figura 46 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TM02z+) ............................................................. 57

Figura 47 – Rotação para φ=5 .................................................................................................................... 58

Figura 48 – Rotação para φ=15 .................................................................................................................. 58

Figura 49 – Rotação para φ=25 .................................................................................................................. 58

Figura 50 – Rotação para φ=35 .................................................................................................................. 58

Figura 51 – Rotação para φ=45 .................................................................................................................. 59

Figura 52 – Rotação para φ=55 .................................................................................................................. 59

Figura 53 – Rotação para φ=65 .................................................................................................................. 59

Figura 54 – Rotação para φ=75 .................................................................................................................. 59

Figura 55 – Rotação para φ=85 .................................................................................................................. 59

Figura 56 – Rotação para φ=95 .................................................................................................................. 59

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1. INTRODUÇÃO

Ao longo do curso de graduação em Engenharia Elétrica foram utilizadas inúmeras
ferramentas computacionais para auxiliar à compreensão de certas disciplinas teóricas e
experimentais. Algumas dessas ferramentas, tais como o MATLAB®, tornou-se um aliado
importante para o aprendizado, pois sua versatilidade permite uma boa interface com o
usuário, quer pela facilidade dos componentes pré-existentes quer pela criação de elementos
por meio da linguagem da programação.
Essa motivação impulsionou um estudo dirigido às leis da teoria eletromagnética, em
especial às equações de Maxwell e as funções de Bessel, as quais possuem um papel
importante no estudo dos guias de ondas retangulares e cilíndricos, respectivamente. Para
isso, fez-se uma abordagem generalizada na teoria para posterior modelamento das equações
que regem os guias de ondas, transformando-as em linguagens do MATLAB®, cujo objetivo
é aperfeiçoar o entendimento dos assuntos abordados através das simulações dos modos
propagantes em cada configuração desses guias.
Ao final é dada a oportunidade ao usuário do programa da manipulação do código fonte,
ou seja, permitir que a linguagem de programação utilizada seja flexível de modo a ser
ajustada e aprimorada pelos alunos da disciplina de eletromagnetismo.

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2. HISTÓRICO

Para abordar as equações de Maxwell, deve-se previamente comentar as suas origens.
Sabe-se que suas equações fundamentais foram formadas pela contribuição de outras leis da
teoria eletromagnética, tais quais:

2.1. Lei de Gauss

Indica a relação entre a formação do campo elétrico através das cargas elétricas, ou seja,
ao se imaginar uma superfície fechada envolvendo uma determinada carga, mede-se a
concentração de campo elétrico que deixa essa carga e passa pela envoltória fictícia. Sua
representação matemática é dada por:

∫ S
D ⋅ dS = ∫ ρ v ⋅ dV
V
(2.1-1)

A igualdade acima mostra que o fluxo elétrico através de uma superfície fechada é
idêntico à carga envolvida.

Pode-se reescrever a equação (2.1-1) em sua forma pontual, a qual fornece uma idéia de
fluxo elétrico por unidade de volume deixando um volume infinitesimal. Isso é denominado
de densidade volumétrica de carga.

Antes de prosseguir, deve-se compreender melhor o significado do operador vetorial

diferencial ∇ (nabla), pois ele atua diretamente sobre a entidade que está a sua frente e estará
presente em grande parte deste estudo. Os três principais operadores que serão vistos aqui são:
gradiente, divergente e rotacional.

O operador gradiente mostra a taxa máxima de variação espacial de uma grandeza
escalar e a direção onde ocorre esse valor máximo. Seja V uma função escalar arbitrária,

então: ∇V é o gradiente dessa função. Por exemplo, caso V esteja indicando a temperatura,

então ∇V seria o gradiente da temperatura, ou seja, a taxa de variação dessa temperatura com
a distância.

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então: ∇ ⋅ V é o divergente desse vetor. tem-se a seguinte relação da Lei de Gauss para o campo magnético: ∇⋅B = 0 (2. Caso V seja um vetor arbitrário. respectivamente. a representação na forma pontual é dada por: 3 .2. Possui grande utilidade na dedução das relações matemáticas dos campos tridimensionais. utilizando a definição do rotacional. ∫ H ⋅ dL = I (2. ou seja. Seja V um vetor arbitrário. então: ∇ × V é o rotacional desse vetor. a tendência desse campo em girar ao redor de um ponto. onde a x . a y e a z são os vetores unitários ∂x ∂y ∂z nas direções x. Lei de Ampère Define de que forma a corrente elétrica produz o campo magnético. pode-se finalmente escrever a densidade volumétrica de carga. ou seja. ∂ ∂ ∂ Considerando que ∇ = a x + a y + a z .2-1) Dessa forma.1-2) Por outro lado. De posse das explicações anteriores sobre o operador vetorial diferencial ∇ . para o campo magnético as linhas de fluxo são fechadas e não há qualquer carga magnética envolvida nesse sistema. dessa forma: ∫ B ⋅ dS = 0 S Aplicando novamente o teorema da divergência. y e z. com o auxílio da integral de linha do campo magnético através de um percurso fechado é possível determinar a corrente elétrica que envolve esse mesmo caminho. O rotacional mostra quanto um campo vetorial é desviado de seu fluxo principal. tem-se: ∇ ⋅ D = ρv (2. A divergência é a mensuração do campo vetorial em se originar ou convergir a certo ponto.1-3) 2.

sabe-se através da equação (2. Para isso. Em seguida. visto que ∂ρ v ∇⋅J = − . obtém-se: ∇ ⋅∇× H = ∇ ⋅ J Como ∇ ⋅ ∇ × H ≡ 0 . pode-se escrever a seguinte relação: 4 .2-2) devem ser corrigidas de modo a eliminar ∂t essa inconsistência.2-4) As equações (2. assim: ( ) ∇⋅ ∇× H = ∇⋅ J + G ( ) Avaliando essa última igualdade chega-se à conclusão que ∇ ⋅ G = −∇ ⋅ J . ∂ρ v ∇⋅G = . ou seja.2-4) mostram a Lei de Ampère corrigida na forma pontual e integral. soma-se uma variável G qualquer na equação pontual ∇ × H = J + G . logo. de que forma a força eletromotriz induzida em um circuito equivale à variação do fluxo magnético concatenado a esse circuito.3.2-2). Lei de Faraday Mostra de que forma a variação temporal do campo magnético produz o campo elétrico.2-1) e (2. Maxwell notou inconsistências nas equações (2. Com base ∂t nessa última informação.2-3) ∂t  ∂D  ∂D ∫ H ⋅ dL = ∫ S J +    ⋅ dS = I + ∫  ∂t  S ∂t ⋅ dS (2.1-2) que ∇ ⋅ D = ρ v . ou ∂D seja. ou seja. aplica-se novamente o divergente em ambos os lados dessa nova equação.2-2). ∇× H = J (2.2-1) e (2.2-3) (2. G = . respectivamente. tem-se que ∇ ⋅ J = 0 . Da lei de Gauss. Dessa forma: ∂t ∂D ∇× H = J + (2. 2. uma vez que aplicando o divergente em ambos os lados da equação (2. torna-se fácil encontrar um valor para a variável arbitrária G. Isso invalida toda a equação.2-2) Entretanto. as equações (2. De posse dessa informação.

∫ E ⋅ dL = ∫ (∇ × E )⋅ dS . ou seja.3-1) ∂t ∂t S C Aplicando o teorema de Stokes à integral de linha fechada na equação (2.3-2) ∂t A equação (2. pode-se afirmar que: ∂B ∇× E = − (2.3-2) mostra o rotacional do campo elétrico em um dado ponto.3-1). pode-se reescrever essa equação da seguinte forma: C S ∂B ∫ (∇ × E )⋅ dS = − ∫ S S ∂t ⋅ dS Caso as superfícies sejam idênticas. 5 . ∂Φ ∂ fem = − = − ∫ B ⋅ dS = ∫ E ⋅ dL (2.

Obviamente as equações hoje existentes foram aprimoradas de tal forma que sua apresentação chegasse à notação vetorial atualmente conhecida.Equações de Maxwell Na forma Pontual Na forma Integral ∂B ∂ I ∇× E = − ∂t ∫ E ⋅ dL = − ∂t ∫ B ⋅ dS S ∂D ∂ II ∇ × H = J + ∂t ∫ H ⋅ dL = I + ∂t ∫ D ⋅ dS S III ∇ ⋅ D = ρv ∫ S D ⋅ dS = ∫ ρ v ⋅ dV V IV ∇⋅B = 0 ∫ B ⋅ dS = 0 S Não se pode esquecer que os operadores (rotacional e divergente) podem ser expressos em outros sistemas de coordenadas além do sistema retangular. com suas respectivas expansões na forma integral.2.1. Cilíndrico  1 ∂H z ∂H φ   ∂H ∂H z  1  ∂ ( ρH φ ) ∂H ρ  ∇ × H =  − a ρ +  ρ − aφ +  − a z  ρ ∂φ ∂z   ∂z ∂ρ  ρ  ∂ρ ∂φ  6 . Dessa forma. tais como o cilíndrico e o esférico. Retangular  ∂H ∂H y   ∂H x ∂H z   ∂H y ∂H x  ∇ × H =  z − a x +  − a y +  − a z  ∂y ∂z   ∂z ∂x   ∂x ∂y  3.1. ilustram-se em uma tabela essas equações: Tabela 1 . escreve-se para esses três sistemas: 3.1. A seguir.3. Rotacional 3.1. Maxwell desenvolveu uma série de equações (variantes e não variantes no tempo) na forma diferencial. EQUAÇÕES DE MAXWELL Com base nas leis anteriores.

2. Esférico 1 ∂ (r 2 Dr ) 1 ∂ ( Dθ senθ ) 1 ∂Dφ ∇⋅D = 2 + + r ∂r rsenθ ∂θ rsenθ ∂φ 3.2.2. Divergente 3.3. Retangular ∂D x ∂D y ∂D z ∇⋅D = + + ∂x ∂y ∂z 3. Esférico 1  ∂ ( H φ senθ ) ∂H θ  1  1 ∂H r ∂ (rH φ )  1  ∂ (rH θ ) ∂H r  ∇× H =  − a r +  − aθ +  − aφ rsenθ  ∂θ ∂φ  r  senθ ∂φ ∂r  r  ∂r ∂θ  3.1. não só para o campo E . resta-se explorar as equações na forma integral.1. tem-se que C caminhando através do Meio 1 a uma distância infinitesimal “dl” e retornando pelo Meio 2 de 7 .3.3. Cilíndrico 1 ∂ ( ρDρ ) 1 ∂Dφ ∂Dz ∇⋅D = + + ρ ∂ρ ρ ∂φ ∂z 3.2. as quais possibilitam encontrar as condições de fronteira da Figura 1. pois os operadores rotacional e divergente estão envolvidos nessas expressões. ∂ ∂t ∫S Diante disso e de acordo com a lei de Faraday − B ⋅ dS = ∫ E ⋅ dL . Condições de Fronteira Figura 1 – Fronteira entre dois meios distintos Como as formas diferenciais não podem fornecer informações a respeito dos pontos de descontinuidade. mas também para B .2. 3. D e H .

Considerando que a fronteira não possua cargas. onde a condutividade ( σ ) é infinita e a corrente ( J ) é finita. possibilitando que a relação de Faraday assuma a seguinte forma: ∫ E ⋅ dl = (Et C Meio 1 − Et Meio 2 )dl = 0 .modo a fechar esse percurso. tem-se. a área infinitesimal pode ser considerada nula. V logo: DnMeio1 − DnMeio 2 = ρ s . assim. a lei de Ampère ∫ H ⋅ dL = ∫S  ∂t  ⋅ dS = I + ∫S ∂t ⋅ dS pode ser  J + aplicada à mesma Figura. Supondo agora que o Meio 2 da Figura 1 seja um condutor perfeito. através da lei de Gauss. tem-se que: DnMeio1 = DnMeio 2 Devido à inexistência de carga magnética no sistema. nota-se que devido a esse caminho ser infinitesimal. conseqüentemente: Ht Meio1 = Ht Meio 2 Com base nessas relações de igualdade entre as componentes tangenciais dos campos elétrico e magnético. que ∫ S D ⋅ dS = ∫ ρ v ⋅ dV = ds( DnMeio1 − DnMeio 2 ) = ρ s ds . entretanto. Essas suposições fazem que a equação acima fique na forma ∫ H ⋅ dL =( Ht Meio 1 − Ht Meio 2 ) = 0 . de uma forma geral. pode-se afirmar que os campos são 8 . Como visto anteriormente. a relação para a densidade de fluxo magnético é sempre contínua. Passando para uma análise normal à superfície que separa os dois meios e considerando que a área seja muito pequena com densidade superficial ρ s na fronteira. não sofrem alterações em relação aos campos estáticos. deve-se assumir que a densidade de corrente é finita. os métodos anteriores podem ser utilizados para obter as condições de fronteira caso o meio considerado seja um condutor perfeito. a área percorrida através dos Meio 1 e 2 é nula. Essa igualdade permite dizer que: Et Meio1 = Et Meio 2  ∂D  ∂D Analogamente. bem como a taxa de variação da densidade de fluxo elétrico. percebe-se que elas serão iguais na fronteira que separa esses meios. então: BnMeio1 = BnMeio 2 Essas condições.

4-1) 9 . Para encontrar o valor dessa componente tangencial. assim. Tendo em vista que a condutividade á assumida infinita. Teorema de Poynting Este Teorema está relacionado à transferência de energia realizada pelas ondas eletromagnéticas. porém a sua componente imediatamente acima do condutor não é. ∂B ∂D Considerando a equação I ( ∇ × E = − ) e equação II ( ∇ × H = J + ). o campo elétrico em seu interior é nulo. Isso é causado pela densidade de corrente infinita devido à corrente ( J ) finita que flui como se fosse uma placa de espessura desprezível. então. A mensuração dessa quantidade de energia pode ser feita através da magnitude dos campos elétrico e magnéticos. pois a sua componente tangencial dentro do condutor é zero. bem como pelas suas distribuições e formas de onda. pode-se manipular com o objetivo de chegar à seguinte identidade: H ⋅ (∇ × E ) − E ⋅ (∇ × H ) = ∇ ⋅ ( E × H ) (3.nulos no interior desse condutor e a corrente flui em sua superfície. ambas da ∂t ∂t Tabela 1. esses campos decaem exponencialmente com a penetração no condutor. faz-se necessário utilizar novamente a relação de Ampère. as quais descrevem o comportamento eletromagnético de certa região e supondo que a constante dielétrica e a permeabilidade não variam em relação ao tempo nessa região.4. conseqüentemente: Ht Meio1 = J 3. a densidade de fluxo magnético é dada por: BnMeio1 = 0 Já para o campo magnético a análise necessita de uma atenção especial. logo: ∫ H ⋅ dL =Ht Meio 1 dl = J dl . os campos magnéticos se anulam dentro do referido condutor. logo: Et Meio1 = 0 A densidade de fluxo elétrico é dada por: DnMeio1 = ρ s De forma análoga.

restando: W = ∫ P ⋅ dS (3.4-3). o qual fornece m m m  informações da direção e do módulo da densidade do fluxo de energia. Dessa forma. respectivamente. Substituindo as equações mencionadas na equação (3.4-5) S V   A W  Onde P = E   × H   e é denominado de Vetor de Poyting  2  . Já o termo seguinte da relação (3. escreve-se (3.4-1) acima. tem-se: ∂B ∂D −H⋅ −E⋅ − E ⋅ J = ∇ ⋅ (E × H ) (3. assim:  ∂B ∂D  ∫ H ⋅ V  ∂t + E ⋅ ∂t + E ⋅ J  ⋅ dV = − ∫ ( E × H ) ⋅ dS   S (3. magnéticos e a energia dissipada por unidade de tempo. 10 . por isso o sinal negativo.4-4) em termos dessas energias. pode-se encontrar a seguinte relação: 2 ∂ D 1 ∂ (ε E ) 1 ∂ ( D ⋅ E ) E⋅ = = ∂t 2 ∂t 2 ∂t 2 ∂ B 1 ∂(µ H ) 1 ∂( B ⋅ H ) H⋅ = = ∂t 2 ∂t 2 ∂t Substituindo essas relações em (3.4-4) ilustra o fluxo de energia que entra na superfície.4-2). à taxa de aumento no tempo da energia contida nos campos elétricos.4-4)   Analisando a igualdade (3. percebe-se que cada termo da primeira integral corresponde. tem-se:  ∂  B⋅H  ∂  D⋅E   ∫V  ∂t  2  ∂t  2     +   + E ⋅ J  ⋅ dV = − ∫S ( E × H ) ⋅ dS (3.4-3) Investigando os dois primeiros termos da primeira integral da relação (3.4-4) em termos de energia. tem-se:  ∂B ∂D  ∫V H ⋅   ∂t +E⋅ ∂t + E ⋅ J  ⋅ dV = − ∫ ∇ ⋅ ( E × H ) ⋅ dV  V O Teorema da divergência nos fornece que a integral do volume do ∇ ⋅ ( E × H ) é equivalente à integral de superfície de ( E × H ) .4-3).4-2) ∂t ∂t Integrando os dois lados da relação (3.

ou seja.1-1) ε A equação (4. assim: ρv ∇ ⋅ ∇V = − (4. ρ v = 0 .1-2) é chamada de Equação de Laplace e o termo ∇ V pode ser expresso nas coordenadas mais usuais.1-1) é denominada de Equação de Poisson e pode ser expressa da seguinte maneira: 2 ∂ 2V ∂ 2V ∂ 2V ρv ∇V= + + = − ∂x 2 ∂y 2 ∂z 2 ε Considerando que a densidade volumétrica de carga é zero. Considerando uma determinada região homogênea de ε constante.4. tem-se: 2 ∇ V =0 (4. tem-se: ( ) ( ) ∇ ⋅ D = ∇ ⋅ ε E = −∇ ⋅ ε ∇V = ρ v . tais como: a) Retangulares 2 ∂ 2V ∂ 2V ∂ 2V ∇V= + + =0 ∂x 2 ∂y 2 ∂z 2 b) Cilíndricas 2 1 ∂  ∂V  1  ∂ 2V  ∂ 2V ∇V = ρ  + 2  2  + 2 = 0 ρ ∂ρ  ∂ρ  ρ  ∂φ  ∂z c) Esféricas 2 1 ∂  2 ∂V  1 ∂  ∂V  1 ∂ 2V ∇ V = 2 r +  senθ + =0 r ∂r  ∂r  r 2 senθ ∂θ  ∂θ  r 2 sen 2θ ∂φ 2 11 . EQUAÇÕES DE POISSON E DE LAPLACE As equações seguintes são provenientes da forma pontual da lei de Gauss ( ∇ ⋅ D = ρ v ). da definição de densidade de fluxo elétrico ( D = ε E ) e da relação do gradiente ( E = −∇V ).1-2) 2 A equação (4.

pode-se escrever a equação (4. Primeiramente. o que permite concluir que as duas soluções propostas são idênticas. 12 .1-2) da seguinte forma: 2 ∇ (V1 − V2 ) = 0 Supondo que os valores dos potenciais em uma determinada fronteira sejam idênticos a Va . Dessa forma. através do recurso da identidade vetorial ∇ ⋅ V D ≡ V ∇ ⋅ D + D ⋅ ∇V ( ) e do teorema da divergência. faz-se necessário novamente estabelecer algumas condições de fronteira. pois o campo produzido fornece ∇ V = 0 . consideram-se duas soluções ( V1 e V2 ) para a equação de Laplace. V1 = V2 . pode-se concluir que V1a = V2 a = Va . Essas condições variam de acordo com a quantidade de fronteiras analisadas. Para isso. ou seja. ( ) ( ) Agora. Caso 2 2 ∇ V1 = 0 e ∇ V2 = 0 . resulta que ∇ (V1 − V2 ) = 0 . As equações nos três sistemas de coordenadas anteriores refletem a independência da 2 configuração analisada. devem ser traçados alguns procedimentos de forma a encontrar um campo específico através da igualdade anterior.

µ é a permeabilidade magnética do meio. podem-se escrever as seguintes equações que caracterizam um determinado meio existente: D =εE ∴ B = µH ∴ J =σE Onde: ε é a permissividade elétrica do meio. com o auxílio da equação pontual “I” da Tabela 1.1-1) e (5. obtém-se: ∂J ∂2 E ∇ × ∇ × E = −µ − µε 2 (5.1-2) e através da identidade ( ) 2 ∇ × ∇ × E = ∇ ∇ ⋅ E − ∇ E .5. Dessa forma.1-1) Substituindo a equação II da Tabela 1 na equação (5. torna-se possível efetuar manipulações de modo que: ∂ ∂ ∇×∇× E = − ∂t ( ) ∇ × B = −µ ∇ × H ∂t (5.1-4) ∂t 2 13 .1-1). EQUAÇÃO DE ONDA Considerando um meio homogêneo isotrópico e linear. Para isso.1-3) mostra a equação de onda para o campo elétrico. pode-se encontrar a equação de onda para o campo magnético.1-2) ∂t ∂t Com base nas equações (5. Analogamente.1-3) ∂t ∂t ε A equação (5. basta manipular a equação “II” da Tabela 1 de forma que:  ∂D   ∂  ∂ ∂2  ∇×∇× H = ∇× J +  = ∇ ×  J + ε E  = ∇ × J + ε ∇ × E = ∇ × J − µε 2 H  ∂t   ∂t  ∂t ∂t A identidade anterior permite escrever a seguinte relação: 2 ∂2 H ∇ H − µε = −∇ × J (5. σ é a condutividade do meio. escreve-se: 2 ∂2 E ∂J ρ ∇ E − µε 2 =µ +∇ (5.

14 . as equações (5.1-3) e (5. Com isso. Ressalta-se que v = é a µε  s  velocidade de propagação da onda.1-4) são chamadas de equações de onda. tendo em 1 m vista que as suas soluções são ondas propagantes.

y.1-3) pode ser escrita da seguinte maneira: 2 ∂2 ∇ E − µ 0ε 0 2 E = 0 (6. y.1-1) ∂t Em seguida. fazer-se uso do conceito de campo vetorial. considera-se que J = 0 e ρ = 0 . em seguida. Através da relação de Euler. as equações de Maxwell da Tabela 2 devem ser expressas em termos fasoriais. então E x = E ( x. y. y. z) não depende de “t”. ou seja. pode-se escrever E x como um fasor E xs (onde “s” denota um número complexo).6. Com isso. logo: E xs = E ( x. a equação (5.1. No espaço livre Inicialmente. z ) cos(ωt + ϕ )] = −ωE ( x. z )sen(ωt + ϕ ) = Re jωE s e j (ωt +ϕ ) ∂t ] 15 . z )e j (ωt +ϕ ) ⇒ E s = E xs âx Como E(x. y. como por exemplo: E = E x â x . escreve-se outra tabela que expressa às equações de Maxwell com as devidas condições de propagação no espaço livre: Tabela 2 . tem-se que e jωt = cos(ωt ) + jsen(ωt ) . PROPAGAÇÃO DE ONDAS 6.Condições de Propagação no Espaço Livre ∂H I ∇ × E = −µ 0 ∂t ∂E II ∇× H = ε0 ∂t III ∇⋅E = 0 IV ∇⋅H = 0 Para resolver a equação (6. z ) cos(ωt + ϕ ) . deve-se utilizar a Tabela 2 com as condições de propagação no espaço livre e.1-1). tem-se: ∂ ∂ ∂t [ E x = [E ( x. logo.

Com base nessa última relação, percebe-se que a derivada parcial de qualquer campo
em relação ao tempo é equivalente ao fasor correspondente deste campo multiplicado por
“ jω ”, assim, pode-se reescrever a Tabela 2 da seguinte maneira:

Tabela 3 - Notações Fasoriais das Equações de Maxwell

I ∇ × E s = − jωµ 0 H s

II ∇ × H s = jωε 0 E s

III ∇⋅ Es = 0
IV ∇⋅H s = 0

Com as notações fasoriais da Tabela 3, devem-se encontrar as equações em regime
permanente. Para isso, utiliza-se a equação (6.1-1) e através do raciocínio da notação fasorial,
tem-se:

2 ∂2 2
∇ E s = µ 0ε 0 2 E s = µ 0ε 0 ( jω ) E s , assim:
∂t
2
∇ E s = −ω 2 µ 0ε 0 E s

2 2π
Fazendo k 0 = ω 2 µ 0ε 0 ⇒ k 0 = ω µ 0ε 0 = , onde k 0 é conhecido como constante de
λ
fase ou número de onda, tem-se:
2 2
∇ E s = −k 0 E s

Escrevendo a equação anterior em coordenadas retangulares, na componente “x” por
exemplo, tem-se:
2 2
∇ E xs = −k 0 E xs (6.1-2)

Expandindo o operador ∇ em (6.1-2), tem-se:

∂ 2 E xs ∂ 2 E xs ∂ 2 E xs 2
2
+ 2
+ 2
= −k 0 E xs
∂x ∂y ∂z

16

Objetivando a solução mais simples possível, onde E xs não varie com “x”, nem com

∂ 2 E xs
“y”, ou seja, suas derivadas correspondentes são zero, temos = −k 0 E xs , levando à
∂z 2
seguinte solução:

E xs = E x 0 e − jk0 z , logo:

E x ( z, t ) = E x 0 cos(ωt − k 0 z ) (6.1-3)

A equação (6.1-3) indica as formas reais instantâneas do campo elétrico.
Fazendo uma comparação entre “ ω ” e “ k 0 ”, pode-se dizer que “ ω ” mede a mudança

de fase por unidade de tempo (rad/s), enquanto “ k 0 ” mede a mudança de fase por unidade de
comprimento na direção considerada (rad/m). Dessa forma, essas grandezas são chamadas de
freqüência angular e freqüência espacial, respectivamente.
Analogamente, determina-se agora a forma do campo H . Para isso, busca-se o auxílio

da equação “I” da Tabela 3 ( ∇ × E s = − jωµ 0 H s ), a qual pode ser simplificada com os

mesmos artifícios anteriores para o cálculo de E x (z, t ) , ou seja, utiliza-se uma componente
∂E xs
que varie somente na direção “z”, logo: = − jωµ 0 H ys . Se E xs = E x 0 e − jk0 z , tem-se:
∂z

1 ω µ 0ε 0
H ys = − (− jk 0 )E x 0 e − jk0 z = E x 0 e − jk0 z
jωµ 0 ωµ 0

Reutilizando o conceito de campo vetorial, reescreve-se a equação acima em seu
formato instantâneo real, logo:

ε0
H y (z, t ) = E x 0 cos(ωt − k 0 z ) (6.1-4)
µ0

As equações (6.1-3) e (6.1-4) mostram que existe uma componente em “x” do campo
elétrico ( E ), propagando-se em “z”, juntamente com uma componente em “y” do campo
magnético ( H ), propagando-se na mesma direção.
Isso fornece subsídios para concluir que os campos elétrico e magnético são
perpendiculares entre si e também à direção de propagação.

17

Outra análise importante obtida pelas equações (6.1-3) e (6.1-4) mostra que a relação
entre as intensidades dos campos elétrico e magnético são constantes, ou seja:

Ex µ0
= (6.1-5)
Hy ε0

A razão entre a permeabilidade e a permissividade é denominada impedância intrínseca
(medida em ohms), logo:

µ
η= (6.1-6)
ε

µ0
Para o caso do espaço livre, essa impedância equivale a η 0 = = 120π Ω .
ε0
Vale ressaltar que as considerações feitas para a onda plana, na prática, tornam-se
fisicamente impossíveis, uma vez que a sua existência está condicionada às dimensões
infinitas, proporcionando, assim, uma quantidade de energia também infinita. Dessa forma,
foi realizada uma modelagem dessa energia em termos finitos, ou seja, limitando a região de
interesse.
Dando continuidade a este trabalho, classificam-se as ondas eletromagnéticas da
seguinte forma:

• Ondas TEM (Transversal Eletromagnética)

São ondas onde as linhas dos campos elétrico e magnético estão somente no plano
transversal à direção de propagação. A onda se propagando no espaço livre é um exemplo de
uma onda TEM.

• Ondas TE (Transversal Elétrica)

São ondas que possuem o campo magnético na direção de propagação, mas não
apresentam o campo elétrico nessa direção.

• Ondas TM (Transversal Magnética)

São aquelas que possuem campo elétrico na direção de propagação, mas não apresentam
campo magnético nessa direção.

18

pois suas características tais como a constante de propagação.2.1. Serão analisados os tipos de onda anteriormente comentados para o caso de placas paralelas ideais. Ressalta-se que o estudo dessas ondas representa um recurso muito relevante ao objetivo deste trabalho.Modos TE e TM de propagação 6. A forma com que isso é feito vai depender da geometria de sua construção. Dessa forma.2.2-2) η µ Onde η = e k = ω µε . o guia de ondas tem por finalidade confinar os campos e transmitir as ondas eletromagnéticas de um ponto a outro. Ondas TEM Considerando que os planos sejam perfeitamente condutores uma solução pode ser escrita em termos de uma onda TEM para essa região entre os planos. elas podem ser superpostas com o intuito de obter o campo resultante total. No guia de ondas de placas paralelas Como o próprio nome já define a sua utilização. ε 19 . irão fornecer subsídios para analisar de que forma essas ondas mudam de amplitude e de fase durante a sua propagação e que. em qualquer tempo. pode-se escrever as relações entre os campos existentes: E y ( z ) = E0 e j (ωt −kz ) (6.2-1) 1 H x ( z) = E0 e j (ωt − kz ) (6. 6. A figura abaixo ilustra como os campos se relacionam: Figura 2 . bem como da freqüência de operação.

Considerando que a tensão V (z ) é a diferença de potencial entre as duas placas. será resolvida a equação de onda para o caso especial do guia de placas paralelas. as quais estão separadas por uma distância “d” entre si. De acordo com a Figura. Considerando as condições de fronteira nas paredes condutoras do guia e 2 2 aproveitando a equação ∇ E s = − k 0 E s . Baseado nessas afirmações é possível fazer uma analogia entre o sistema da Figura com uma linha de transmissão de dois condutores. tem-se: d V ( z ) = − ∫ E y ( z ) ⋅ dy = − dE0 e − jkz 0 A relação obtida acima mostra que a tensão entre as duas placas paralelas é idêntica ao valor para as linhas de transmissão. a qual foi obtida para o caso de propagação no espaço livre. observa-se que as ondas TEM guiadas por placas paralelas são análogas a uma linha de transmissão de dois condutores. Isso pode ser observado comparando os valores da tensão e da potência transferida pela onda. Agora. pode-se reescrevê-la baseando-se nas seguintes considerações: Figura 3 – Guia de placas paralelas 20 . será induzido densidades de cargas simétricas nos dois planos. A existência de um campo magnético H x faz fluir correntes simétricas entre esses mesmos planos. percebe-se que caso haja um campo elétrico E y entre os planos infinitos. assim. Considera-se agora uma pequena porção dessas placas de largura " l" em relação ao eixo “x”. a relação da potência transmitida é dada por: d 1 ld E02 Pot = l ∫ Re( E y H x* ) ⋅ dx = 0 2 2 η De posse das relações da tensão e da potência.

6. uma solução possível para a equação acima pode ser escrita em termos de senóides. Percebe-se que para x = 0 e x = d a componente tangencial do campo elétrico E z é nula. ) Como k = ω µε e Kd = nπ . Admitindo que na direção “y” os campos não apresentam variações.2-3) K ∂x K  d  Hx = 0 Ey = 0 As equações (6. assim.2. tem-se: Kd = nπ Isso possibilita que sejam encontrados os valores para as demais componentes dos campos elétricos e magnéticos:  nπx  E z = Asen   d  γ ∂E z γ  nπx  Ex = − 2 =− A cos  K ∂x K  d  ωε ∂E z ωε  nπx  Hy = −j 2 =−j A cos  (6. então: E z = AsenKx Devido à consideração do campo tangencial à superfície da placa ser nulo. tem-se a seguinte expressão para a freqüência de corte: 1 n fc = 2 µε d 21 .2-3) fornecem as relações dos campos elétrico e magnético para o modo transversal magnético (TM) em um guia de placas paralelas. a equação de onda pode ser escrita da seguinte forma: 2 ∂ 2 Ez ∇ Ez = 2 = −(γ 2 + k 2 ) E z ∂x Onde K 2 = (γ 2 + k 2 ) . logo K 2 = (γ 2 + k 2 ) = 0 + k 2 . ( Quando não ocorre propagação. Ondas TM Essas ondas possuem apenas o campo elétrico na direção de propagação. tem-se que γ = 0 .2.

Ondas TE De forma análoga ao que foi feito anteriormente.3. logo:  nπx  H z = B cos   d  γ ∂H z γ  nπx  Hx = − 2 = Bsen  K ∂x K  d  ωµ ∂H z ωµ  nπx  Ey = j 2 =−j Bsen  (6. 6.Guia de ondas retangular 22 .2-4) fornecem as relações dos campos elétrico e magnético para o modo transversal elétrico (TE) em um guia de placas paralelas. para estas ondas apenas existe o campo magnético na direção de propagação. a equação de onda é expressa por: 2 ∂2H z ∇ Hz = 2 = −(γ 2 + k 2 ) H z ∂x Onde K 2 = (γ 2 + k 2 ) . Para este caso. Supondo-se que na direção “y” os campos não apresentam variações.2. assim.3.2-4) K ∂x K  d  Ex = 0 Hy =0 As equações (6. a componente tangencial do campo elétrico E y apresenta valor nulo em x = 0 e x = d . A expressão para a freqüência de corte é idêntica à do modo TM. No guia de ondas retangular Figura 4 . 6. uma solução possível para a equação de onda acima pode também ser escrita em termos de senóides.

tem-se: ) i j k ∂ ∂x ∂ ∂y − γ = jωε E s Hx Hy Hz Utilizando a propriedade do determinante e agrupando os termos semelhantes: ∂ H z + γH y = jωε E x (6.3-1) ∂y ∂ − γH x − H z = jωε E y (6. têm-se os seguintes campos vetoriais: E s = E s ( x.3-2) ∂x 23 . x = a. através da relação II da Tabela 3 ∇ × H s = jwε E s . y )e −γz H s = H s (x. Essa nova formação é denominada de guia de ondas retangular. y. z ) = E s ( x. z ) = H s ( x. sem perdas e que a onda está se propagando na direção positiva de “z”. tem-se: E x = 0 para y = 0 e y = b. E y = 0 para x = 0 e x = a. E z = 0 para x = 0. ou seja. A Figura 4 considera dois guias de ondas de placas paralelas de forma que sua união ortogonal forneça regiões limitadas horizontal e verticalmente formando uma fronteira contínua. y = 0 e y = b ∂H z ∂H z = = 0 para x = a e y = b ∂x ∂y Se γ = α + jβ é a constante de propagação. Com base na Figura 4 e considerando que esse guia apresenta paredes perfeitamente condutoras. y. y )e −γz Como H e E não dependem diretamente de “z”: ∂ E s = −γ E s ∂z ∂ H s = −γ H s ∂z ( Agora.

3-5): −1  ∂ ∂  Ex = γ ∂x E z + jωµ ∂y H z  (6. logo: i j k ∂ ∂x ∂ ∂y − γ = − jωµ H s Ex Ey Ez De posse dessa relação é possível encontrar as seguintes equações: ∂ E z + γE y = − jωµH x (6.3-10) ( 2 2 γ + ω µε  ∂x ∂y ) 24 .3-1) a (6.3-4):  1 ∂ ∂  Hx =  jωε Ez − γ Hz  (6.3-4):  1∂ ∂  Ey =  −γ E z + jωµ H z  (6. ∂ ∂ H y − H x = jωε E z (6.3-7) ( γ + ω 2 µε 2 )   De (6.3-3) ∂x ∂y Analogamente.3-4) ∂y ∂ − γE x − E z = − jωµH y (6.3-9) ( 2 γ + ω µε  2 ∂y ) ∂x  De (6.3-5): −1  ∂ ∂  Hy =  jωε Ez + γ Hz  (6.3-6).3-6) ∂x ∂y Com base nas equações (6.3-5) ∂x ∂ ∂ E y − E x = − jωµH z (6.3-2) e (6.3-1) e (6.3-8) ( 2 γ + ω µε  ∂y 2 ∂x  ) De (6. realiza-se a mesma operação vetorial baseada na relação I da Tabela 3 (∇ × E s ) = − jωµ H s .3-1) e (6. fazem-se associações das componentes transversais em relação às longitudinais: De (6.3-2) e (6.

torna-se possível reescrever a equação (6. z ) = H z ( x. y ) = H 0 cos  cos  (6. y )e −γz é dada por: ∂2H z ∂2H z ∂2H z 2 + 2 + 2 = −ω 2 µεH z . dessa forma. z ) = H 0 cos  cos e (6. nota-se que todas as componentes dos campos são anuladas. y. Essa conclusão possibilita definir os modos TE e TM para um guia de ondas retangular: 6.3. A equação de onda apenas na componente H z = H z ( x. a componente do campo elétrico na direção de propagação é zero (E z = 0 ) . y ) −γz 2 e + 2 e + γ 2 e −γz H z ( x.1. enquanto que a componente do campo magnético nessa direção é diferente de zero (H z ≠ 0) . y ) ∂ 2 H z ( x. Modo TE A Figura 4 mostra que o sentido de propagação é dado pela componente “z” positiva. assim: ∂x ∂y ∂z ∂ 2 H z ( x . y ) ∂x 2 + ∂y 2 ( ) + γ 2 + ω 2 µε H z ( x.3-11)  a   b  Caso “m” e “n” sejam números inteiros e “ k c ” uma constante.3-10). y ) = −ω 2 µεH z ( x.3-12)  a   b  Dessa forma. y )e −γz ∂x ∂y Simplificando a relação anterior: ∂ 2 H z ( x. y. a solução é dada por:  mπx   nπy  H z ( x. tendo em vista que no modo TEM as componentes E z = H z = 0 . Analisando as equações acima. tem-se: 2 2  mπ   nπ  2 γ 2 + w 2 µε =   +  = kc (6.3-7) a (6.3-11) em função da constante de propagação γ :  mπx   nπy  −γz H z = H z ( x. pode-se perceber que não há propagação do modo TEM no guia de ondas retangular.3-13)  a   b  25 . y ) = 0 Com isso. Efetuando à devida substituição nas equações (6. y ) −γz ∂ 2 H z ( x .

Abaixo segue exemplos para alguns modos de propagação: Vista do Plano xy para z= 0.016 0.008 0.012 0.006 0. Uma observação importante é que jamais será obtido o modo TE 00 . Nesse caso.008 Altura do guia 0.3-14) kc  b   a   b  jωµ  mπ   mπx   nπy  −γz Ey = − 2   H 0 sen  cos e (6.01 0.3-13) fornece a relação do campo magnético para o modo TE. enquanto que “n” é o número de semi-ciclos de variação dos campos na direção “y”. ele é denominado de campo magnetostático.3-17) definem todas as componentes para o modo TE mn . visto que para m = 0 e n = 0 todas as componentes dos campos são nulas.3-16) kc  a   a   b  γ  nπ   mπx   nπy  −γz Hy = 2   H 0 cos  sen e (6.004 0. para esses valores de “m” e de “n” o campo magnético existe. A equação (6.004 0.Modo TEz+ 10 0.02 Campo E (em vermelho) Largura do guia Campo H (em azul) Figura 5 – Modo TE10z+ 26 .3-17) kc  b   a   b  As relações (6. Elas dizem que “m’ é o número de semi-ciclos de variação dos campos na direção “x”.0055 metros .014 0.006 0.012 0.018 0.002 0 0 0.002 0.01 0.3-14) a (6. Através dela as componentes transversais à direção de propagação podem ser obtidas: jωµ  nπ   mπx   nπy  −γz Ex = 2   H 0 cos  sen e (6. entretanto.3-15) kc  a   a   b  γ  mπ   mπx   nπy  −γz Hx = 2   H 0 sen  cos e (6.

4-4).4-16) e (6. ou seja. apenas as funções de Bessel de primeira espécie serão consideradas para descrever as relações dos campos.4-17) satisfazem a equação de Laplace nas coordenadas cilíndricas “ ρ ” e “ z ”.4-19) Essas soluções dão subsídios para deduzir a equação de onda em coordenadas cilíndricas. onde a constante de propagação é dada por e jωt −γz .4-20) permite a utilização da solução produto do tipo E z = P ( ρ )Q (φ ) . as soluções nas respectivas coordenadas. a qual será implícita em todos os cálculos. Considerando uma propagação no sentido do eixo “z” positivo.4-20). Pode-se escrever.4-21) P ρ P ρ Q Onde: k c2 = γ 2 + ω 2 µε Utilizando novamente o método de separação de variáveis a equação (6. z ) = [C1' I 0 (τρ ) + C 2' K 0 (τρ )] × [C3' senτz + C 4' cosτz ] (6. tem-se: Q P QP '' + P' + 2 Q '' = − kc2 PQ ρ ρ Dividindo por PQ em toda a equação acima.4-18) V ( ρ . então. Ressalta-se que elas são válidas quando há simetria: V ( ρ . Substituindo essa relação em (6. tendo em vista que as funções de segunda espécie apresentam valores iniciais infinitos. a equação (6.4-20) ∂ρ ρ ∂ρ ρ ∂φ Para resolver a equação do Laplaciano escrita em coordenadas cilíndricas é necessário supor uma solução produto.4-21) pode ser dividida em duas partes. tem-se: P '' 1 P ' 1 Q '' + + 2 = − k c2 (6. Ressalta-se que para esse caso. As equações (6. Conforme visto em (6. do lado esquerdo da equação apenas a função que depende de ρ . tem-se que a equação diferencial da componente axial finita do campo elétrico é dada por: ∂ 2 E z 1 ∂E z 1 ∂ 2 Ez 2 + + 2 2 = − k c2 E z (6. z ) = [C1 J 0 (Tρ ) + C2 N 0 (Tρ )] × [C3 senhTz + C4 cosh Tz ] (6. enquanto que o lado direito apenas a função que depende de φ : 36 . conforme Figura 13.

004 0.004 0.004 0.016 0.Modo TEz+ 11 0.01 0.Modo TEz+ 20 0.008 Altura do guia 0.006 0.008 0.008 0.012 0.012 0.006 0.012 0.002 0 0 0.004 0.018 0.01 0.012 0.018 0.006 0.01 0.02 Campo E (em vermelho) Largura do guia Campo H (em azul) Figura 7 – Modo TE11z+ 27 . Vista do Plano xy para z= 0.002 0.014 0.002 0 0 0.014 0.008 Altura do guia 0.002 0.01 0.00275 metros .016 0.02 Campo E (em vermelho) Largura do guia Campo H (em azul) Figura 6 – Modo TE20z+ Vista do Plano xy para z= 0.006 0.0022 metros .

3-18)  a   b  A equação (6. Através dela. y.004 0. z ) = E z ( x. logo:  mπx   nπy  −γz E z = E z ( x.01 0. y. enquanto a componente do campo magnético nessa direção é nula ( H z = 0 ). y )e −γz é dada por: ∂ 2 Ez ∂ 2 Ez ∂ 2 Ez + + = −ω 2 µεE z ∂x 2 ∂y 2 ∂z 2 Isso fornece a solução para essa equação. z ) = E 0 sen  sen e (6.006 0. podemos obter as seguintes componentes transversais: 28 .018 0.002 0 0 0.014 0.004 0. Modo TM Ao contrário do modo TE. Utilizando o mesmo raciocínio anterior para encontrar as componentes transversais à direção de propagação.006 0.Modo TEz+ 21 0.3.02 Campo E (em vermelho) Largura do guia Campo H (em azul) Figura 8 – Modo TE21z+ 6.012 0. tem-se que para o modo TM a componente do campo elétrico na direção de propagação é diferente de zero ( E z ≠ 0 ).3-18) fornece a relação do campo elétrico para o modo TM.008 Altura do guia 0.01 0. onde E z = 0 e H z ≠ 0 .2.00605 metros .008 0. Vista do Plano xy para z= 0.016 0.002 0.012 0. tem-se que a equação de onda da componente E z = E z ( x.

3-19) a (6.012 0. tendo em vista que todos os campos são anulados caso isso ocorra.002 0. Abaixo são mostrados alguns exemplos sobre o modo TM.3-19) kc  a   a   b  γ  nπ   mπx   nπy  −γz Ey = − 2   E 0 sen  cos e (6.01 0. Isso leva a afirmar que o menor modo transverso-magnético que pode se propagar em uma guia retangular é o TM 11 . Vista do Plano xy para z= 0.004 0.3-22) permitem concluir que jamais poderá ocorrer o caso em que m = 0 ou n = 0 .01 0.006 0.00165 metros .002 0 0 0. γ  mπ   mπx   nπy  −γz Ex = − 2   E 0 cos  sen e (6.Modo TMz+ 11 0.012 0.014 0.018 0.02 Campo E (em vermelho) Largura do guia Campo H (em azul) Figura 9 – Modo TM11z+ 29 .016 0.008 Altura do guia 0.3-21) kc  b   a   b  jωε  mπ   mπx   nπy  −γz Hy = − 2   E0 cos  sen e (6.3-22) kc  a   a   b  Os campos obtidos de (6.3-20) kc  b   a   b  jωε  nπ   mπx   nπy  −γz Hx = 2   E0 sen  cos e (6.004 0.006 0.008 0.

012 0.01 0. Vista do Plano xy para z= 0. são estabelecidas algumas condições para que esses campos se propagem dentro do guia de ondas.Modo TMz+ 21 0. Dessa forma. y )e ( jωt −γz ) } { } { H (t ) = Re H ( x. y )e −γz . z ) = E ( x.016 0. y.012 0. y.004 0. analisa-se a constante de propagação γ . z ) = H ( x.008 0. y )e −γz e jωt = Re H ( x.004 0.006 0.002 0.006 0.01 0.008 Altura do guia 0.0055 metros .014 0. y )e ( jωt −γz ) } Cuja constante de propagação é dada por: 2 2  mπ   nπ  2 γ=   +  − ω µε = α + jβ  a   b  Agora. e sabendo que para qualquer modo os vetores campo elétrico e magnético no guia são dados pelo fasor E ( x. no domínio do tempo esses campos se tornam: { } { E (t ) = Re E ( x. definem-se três casos distintos: • Considerando as altas freqüências 30 . então. Para isso. y )e −γz e H ( x. y )e −γz e jωt = Re E ( x.002 0 0 0.018 0.02 Campo E (em vermelho) Largura do guia Campo H (em azul) Figura 10 – Modo TM21z+ Com base nas relações vistas anteriormente para os modos TE e TM.

ou seja. não há propagação. 2 2  mπ   nπ  2 Se   +  < ω µε . tem-se que γ = α e β = 0 . a onda se propaga sem  a   b  atenuação no interior do guia. tem-se que γ = 0 e α = β = 0 . A partir de agora. pode-se definir a freqüência de corte para o guia de ondas retangular: 2 2 1 m n fc =   +  (6. chegou-se ao  a   b  limite entre as duas fronteiras anteriores. No guia de ondas de seção transversal circular Figura 11 – Guia de ondas de seção circular Para tratar sobre esse novo tópico. uma  a   b  vez que o campo é atenuado fortemente com a distância. • Considerando no corte 2 2  mπ   nπ  2 Se   +  = ω µε . requer-se a utilização das coordenadas cilíndricas do Laplaciano.4. logo. • Considerando as baixas freqüências 2 2  mπ   nπ  2 Se   +  > ω µε . tem-se que γ = jβ e α = 0 . assim. as quais foram vistas na Seção 4 e são mostradas abaixo: 31 .3-23) 2 µε  a  b 6.

4-3) pode ser resolvida através de uma solução produto. z ) = R( ρ ) Z ( z ) (6. pode-se ainda reescrever o Laplaciano da seguinte maneira: 1 ∂  ∂V  ∂ 2V 1  ∂ 2V ∂V  ∂ 2V ∂ 2V 1 ∂V ∂ 2V ρ  + 2 =  ρ 2 + + = + + = 0 (6. dessa forma. pode-se integrá-la a fim de se obter uma possível solução.4-1) As soluções para o caso da equação (6.4-3). chega-se a uma solução do tipo: V ( ρ ) = C1 ln ρ + C 2 (6. 2 1 ∂  ∂V  1  ∂ 2V  ∂ 2V ∇V= ρ  + 2  2  + 2 = 0 ρ ∂ρ  ∂ρ  ρ  ∂φ  ∂z Admitindo-se agora que não há qualquer variação na direção “z” de propagação e sabendo que a simetria cilíndrica permite a eliminação das variações do ângulo φ .4-5) Z  R ρ R   32 . cuja resolução matemática pode ser escrita da forma: V ( ρ . tem-se: 1 R ' 'Z + R 'Z + RZ ' ' = 0 ρ Isolando as variáveis.4-2) Anteriormente.4-3) ρ ∂ρ  ∂ρ  ∂z ρ  ∂ρ ∂ρ  ∂z 2 ∂ρ 2 ρ ∂ρ ∂z 2 A relação obtida em (6. Integrando-se apenas uma vez. tem-se: Z ''  R' ' 1 R'  = − +  (6. tem-se: ∂V ρ = C1 ∂ρ Após uma segunda integração.4-4) Substituindo (6.φ ) = (C1 ρ n + C 2 ρ − n )(C3 cos nφ + C 4 sennφ ) (6.4-1) são chamadas de harmônicas circulares.4-4) em (6. conseqüentemente. logo: V ( ρ . tem-se: 1 ∂  ∂V  ρ  = 0 ρ ∂ρ  ∂ρ  Nota-se que restou apenas uma variável independente. comentou-se que não havia variações em φ .

. a igualdade imposta em (6.. ou seja. Para isso.. será considerado que a constante T 2 seja positiva.5 0 2 4 6 8 10 12 v Figura 12 – Funções de Bessel de primeira espécie 33 .4-7) Z ∂z A relação (6. Supondo que “R” pode ser escrita em termos de uma série de potências.4-8) é uma forma simples das funções de Bessel. De acordo com o método de separação de variáveis. Inicialmente.4-8) ∂ρ ρ ∂ρ A equação (6.4-6) R ∂ρ ρR ∂ρ 1 ∂2Z 2 =T2 (6... logo: 1 ∂ 2 R 1 ∂R 2 + = −T 2 (6.4-7) é parecida ao movimento harmônico simples.5 Jn(v) 0 -0. = ∑ a p ρ p p=0 Substituindo essa série na equação (6. tem-se: ∞ R = a0 + a1 ρ + a 2 ρ 2 + . ( m − 1) (T ρ 2 ) ∞ 2m   Tρ  2 (T ρ 2 )4  R = C1 ∑ = C1 1 −   + − . tratar-se-á das funções hiperbólicas. cujas soluções são funções hiperbólicas ou exponenciais.. reescreve-se a equação (6..4-6) da seguinte forma: ∂ 2 R 1 ∂R 2 + + T 2R = 0 (6. (m!)2 (2!)2 (6..4-8) é possível encontrar uma solução para “R”.4-5) leva a conclusão que ambos os membros devem ser iguais a certa constante.4-9) m =0   2   Funções de Bessel de primeira espécie 1 J0(v) J1(v) J2(v) 0.

4-10) De posse da relação (6. conforme figura acima.5 N0(v) N1(v) N2(v) -1 0 2 4 6 8 10 12 v Figura 13 – Funções de Bessel de segunda espécie m 2m 2  γv  2 ∞ (− 1) (v 2 )  1 1 1 N 0 (v ) = ln  J 0 (v) − ∑ 1 + + + .4-10).. pode-se dizer que outra solução possível também está relacionada a essa função de Bessel.4-11) π 2 π m=1 (m!)2  2 3 m Onde ln γ = 0. assim. cujos resultados são tabelados com base em uma grande quantidade de argumentos... +  (6. tem-se: 2 4 m 2m v (v 2) − . A relação obtida em (6. ≡ ∞ (− 1) (v 2) J 0 (v ) = 1 −   + 2 (2!)2 ∑ (m!)2 m =0 (6.4-9) é uma solução para a equação (6.4-9) será chamada de Função de Bessel de primeira espécie e de ordem zero...4-9) em forma de uma solução particular.5772 é a constante de Euler. Essa nova função definida em (6.. a qual é mostrada a seguir: Funções de Bessel de segunda espécie 0..5 0 Nn(v) -0. pode-se reescrever (6.. entretanto.. ainda resta encontrar uma solução para a segunda constante arbitrária. com o prévio conhecimento das funções de Bessel e baseado na solução obtida para o caso da primeira constante. se v = Tρ . ou seja: R = C1 J 0 (Tρ ) Embora essa solução particular seja coerente. Para isso. 34 . visto que a equação diferencial (6. essa nova função será denominada de segunda espécie e de ordem zero. Sua designação é dada por J 0 (Tρ ) .4-8).4-8) é de segunda ordem.

assim. tem-se que nessa nova série não existirá a parte imaginária. assim: R = C1 J 0 (Tρ ) + C 2 N 0 (Tρ ) (6. Utiliza-se. a relação (6.4-12 e (6.4-16) O último passo será escrever uma solução para “Z” quando T = jτ .4-13) As relações (6. (6. defini-se que T = jτ .4-12) Vale ressaltar que as soluções para “Z” são dadas de acordo com as relações hiperbólicas. “R” é escrito da forma: ' R = C1 I 0 (τρ ) + C 2' K 0 (τρ ) (6. então: Z = C3' senτz + C 4' cosτz (6..4-10) pode ser escrita da seguinte forma: 2 4 6  v  (v 2 ) (v 2 ) J 0 ( jv) = 1 +   + + + .4-15) 2 (2!)2 (3!)2 De posse dessa última relação. um recurso de que as funções I 0 (τρ ) e K 0 (τρ ) podem representar possíveis soluções. para isso. tenta-se encontrar uma solução para “R”.4-9) ainda seja uma possível solução e que todos os expoentes são múltiplos de dois.4-8) em termos desses dois resultados obtidos na forma das funções de Bessel.4-17) 35 .. então: Z = C3 senh(Tz ) + C 4 cosh(Tz ) (6. Isso faz que a solução possa ser escrita na forma de senóides e (6.. logo: ' R = C1 J 0 ( jτρ ) ≡ C1' I 0 (τρ ) Assim.4-8) se torna: ∂ 2 R 1 ∂R + −τ 2 R = 0 (6. ou seja. pode-se escrever “R” da equação diferencial (6. ou seja.4-14) ∂ρ 2 ρ ∂ρ Considerando que (6.4-13) mostram as possíveis soluções para a primeira consideração de que a constante T 2 é positiva. Agora será objetivado que a referida constante T 2 é negativa. a solução é escrita em termos de funções hiperbólicas ou exponenciais.. Com isso.

Considerando apenas a solução finita ( ρk c ) = 0 e substituindo (6.4-25) e (6.4-24) pode ser expressa em termo das funções de Bessel de primeira espécie. Admitindo que devido às condições de contorno o campo elétrico tangencial na superfície é igual a zero.4-30) ∂ρ 37 .4-22) P P Q Para que a equação (6.4-24) P P Conforme demonstração anterior. tem-se: Q = An cos nφ + Bn sennφ (6. Caso v = ρk c .4-26) na solução produto E z = P ( ρ )Q ( ρ ) . logo: Q '' − = v2 (6.4-28) As equações (6.4-23) Q P '' P' ρ2 + ρ + ρ 2 kc2 = v 2 (6. Dessa forma.4-27) e (6. dessa forma. a solução para a relação (6. P '' P' Q '' ρ2 + ρ + ρ 2 kc2 = − (6.4-28) fornecem a relação em coordenadas cilíndricas do campo elétrico e magnético.4-23) pode ser expressa em termo de senóides.4-29) ρ ∂ρ ∂H z − γH ρ − = jωεEφ (6. as equações de Maxwell podem ser expressas da seguinte forma: 1 ∂H z + γH φ = jωεE ρ (6. enquanto que (6.4-25) P( ρk c ) = J n ( ρk c ) (6.4-26) Onde J n ( ρk c ) é a função de Bessel de primeira espécie de ordem “n”.4-27) Procedendo de forma análoga para o campo magnético: H z = J n ( ρk c )(C n cos nφ + Dn sennφ )e jωt −γz (6.4-22) seja verdadeira deve ser necessário que os dois membros da equação sejam idênticos a uma mesma constante. respectivamente. tem-se que: E z = J n ( ρk c )( An cos nφ + Bn sennφ )e jωt −γz (6. os modos TE e TM podem ser definidos para o guia de ondas de seção circular da Figura 11.

4.4-36) K c2   1  ωε ∂E z ∂H z  Hρ =  j ρ ∂φ − γ ∂ρ  (6. 6.4-35) K c2   1  γ ∂E z ∂H z  Eφ = −  ρ ∂φ − jωµ ∂ρ  (6. ao contrário da componente do campo elétrico nessa mesma direção ( E z ≠ 0 ).4-34) de forma que sejam obtidas as seguintes equações: 1  ∂E z ωµ ∂H z  Eρ = − γ ∂ρ + j ρ ∂φ  (6. 1  ∂ (ρH φ ) ∂H ρ   −  = jωεE z (6. A condição de contorno diz que a componente tangencial do campo elétrico ( E z ) à fronteira condutora do guia é nula. De (6. tem-se: E z = J n (ak c )( An cos nφ + Bn sennφ )e jωt −γz = 0 ⇒ J n (ak c ) = 0 Onde “a” é o raio do guia de ondas de seção circular.4-32) ρ ∂φ ∂E z − γE ρ − = − jωµH φ (6. agrupam-se as equações (6.4-34) ρ  ∂ρ ∂φ  Conforme realizado para o guia de ondas retangular.4-37) K c2   1  ∂E z γ ∂H z  Hφ = −  jωε ∂ρ + ρ ∂φ  (6.4-33) ∂ρ 1  ∂ (ρEφ ) ∂E ρ   −  = − jωµH z (6.4-31) ρ  ∂ρ ∂φ  1 ∂E z + γEφ = − jωµH ρ (6. 38 .1.4-29) a (6.4-27).4-38) K c2   De posse dessas relações é possível descrever para o guia de ondas de seção circular os modos de propagação das ondas. a componente do campo magnético na direção de propagação é nula ( H z = 0 ). Modo TM Com foi visto para o guia retangular.

 a   b  Isso permite analisar quando a transmissão no interior do guia ocorre.4-39) por e jωt −γz e retirar a parte real.4-39) kc β Eρ = H ωε φ β Eφ = − Hρ ωε Para obter a variação no tempo e na direção “z” positiva de propagação. estão de acordo com as dimensões do guia cilíndrico (em metros): 39 . basta multiplicar todas as relações de (6. quando k c2 < ω 2 µε . Ressalta-se que os gráficos seguintes. respectivamente.4-27) nas equações (6. Vale ressaltar que os índices “n” e a “l” indicam. Com isso. ou seja. respectivamente. assim: γ = k c2 − ω 2 µε passa a ser β = ω 2 µε − k c2 pnl Onde (kc ) nl = e pnl é a l-ésima raiz de J n (akc ) . tanto para o Modo TE quanto para o Modo TM. encontrou-se a seguinte relação para a constante de 2 2  mπ   nπ  2 2 2 propagação: γ =   +  − ω µε = k c − ω µε = α + jβ . No guia de ondas retangular. por: kc fc = 2π µε ω ω v= = β ω µε − k c2 2 Substituindo (6. o número de variações circunferencialmente e o número de variações radialmente.4-35) a (6. Ilustram-se abaixo alguns campos nesta configuração. a freqüência de corte e a velocidade de fase são dadas.4-38) serão encontradas as expressões para a onda TM no guia de ondas de seção circular: E z = An J n (k c ρ ) cos nφ Anωε n Hρ = − j J n (k c ρ ) sennφ k c2 ρ Anωε ' Hφ = − j J n (k c ρ ) cos nφ (6.

04 0.02 0.06 0.04 0.05 0.Modo TMz+ 01 0.04 0.05 0.06 Campo E (em vermelho) Campo H (em azul) Figura 15 – Modo TM21z+ 40 .06 Campo E (em vermelho) Campo H (em azul) Figura 14 – Modo TM01z+ Vista do Plano da Seção Transversal para z= 0.002 metros .01 0.03 0.002 metros .01 0 0 0.01 0 0 0.02 0.05 0.06 0.03 0.Vista do Plano da Seção Transversal para z= 0.01 0.03 0.02 0.05 0.02 0.04 0.03 0.Modo TMz+ 21 0.

Modo TMz+ 02 0.05 0. tem-se: J n' (akc ) = 0 Onde “a” é o raio do guia de seção circular. o número de variações circunferencialmente e o número de variações radialmente. Modo TE Neste caso. a constante de propagação é dada por: β = ω 2 µε − k c2 .02 0. De (6-4-28).06 Campo E (em vermelho) Campo H (em azul) Figura 16 – Modo TM02z+ 6.002 metros .03 0. a componente do campo elétrico na direção de propagação é nula ( E z = 0 ).01 0. Reitera-se que os índices “n” e “l” a indicam.04 0. pnl' Onde (kc ) nl = e pnl' é a l-ésima raiz de J n' (akc ) .4.06 0. Vista do Plano da Seção Transversal para z= 0.04 0.05 0. enquanto a componente do campo magnético nessa direção é diferente de zero ( H z ≠ 0 ).03 0.02 0. 41 . A condição de contorno diz que a derivada normal da componente do campo magnético na direção de propagação ( H z ) na superfície condutora do guia seja nula. respectivamente.01 0 0 0.2. Da mesma forma que foi calculada para o Modo TM.

basta multiplicar todas as relações de (6.06 0.4-40) por e jωt −γz e retirar a parte real.4.01 0. Ilustram-se abaixo alguns campos nesta configuração: Vista do Plano da Seção Transversal para z= 0. Substituindo (6.002 metros .4-35) a (6.05 0.02 0.02 0. para que seja obtida a variação no tempo e na direção “z” positiva de propagação.03 0. A freqüência de corte e a velocidade de fase são expressas de igual forma para o caso TM.03 0.Modo TEz+ 01 0.4-38) serão encontradas as expressões para a onda TE no guia de ondas de seção circular: H z = C n J n (k c ρ ) cos nφ Cn β ' Hρ = − j J n (k c ρ ) cos nφ kc C n nβ Hφ = j J n (k c ρ ) sennφ (6.06 Campo E (em vermelho) Campo H (em azul) Figura 17 – Modo TE01z+ 42 .04 0.40) k c2 ρ ωµ Eρ = Hφ β ωµ Eφ = − Hρ β De forma análoga ao modo TE.04 0.01 0 0 0.05 0.4-28) nas equações (6.

002 metros .02 0.03 0.Modo TEz+ 21 0.06 Campo E (em vermelho) Campo H (em azul) Figura 18 – Modo TE21z+ 43 .01 0 0 0.04 0.02 0.06 0.05 0.04 0.05 0.01 0.03 0.Vista do Plano da Seção Transversal para z= 0.

Nessa modelagem devem ser levadas em conta algumas características importantes como a freqüência de corte do sistema. Primeiramente. passar-se-á para a fase de simulação dos campos elétrico e magnético em seus diversos modos de propagação. através de gráficos e vídeos. uma vez que o acesso ao código fonte do programa torna o estudo mais estimulante e mais versátil. tornam-se possíveis as visualizações. ou seja. Após essas considerações. Procurou-se criar uma interface mínima com o usuário com o objetivo de acelerar a aprendizagem. assume-se que a onda se propaga no interior do guia sem qualquer atenuação. a variação dos campos ao longo do tempo e as condições de contorno da configuração do guia escolhida. Isso favorece outra meta deste trabalho: dar suporte à disciplina de Eletromagnetismo. o MATLAB® irá solicitar que sejam informadas as configurações do guia de ondas. 44 . Alguns valores já estão pré-definidos. a constante de propagação. ou seja. ou seja. Vale ressaltar que em todas as simulações seguintes foi considerado um sistema sem perdas. mas nada impede que o usuário possa alterá-los. São eles: • O modo de propagação Deve ser escolhido qual modo de propagação será analisado. dos diversos modos propagantes no interior do guia.1. SIMULAÇÃO Depois de desenvolver toda a teoria eletromagnética da propagação de ondas TE e TM nos guias de ondas retangular e de seção circular. será criada uma interface com o usuário que permite a manipulação das informações solicitadas. os modos propagantes. 7.7. Guia de Ondas Retangular Ao iniciar o programa. deve-se optar pelo Modo Transversal Elétrico (TE) ou Modo Transversal Magnético (TM). utiliza-se de linguagem de programação do software MATLAB® com o intuito de modelar todas as equações dos campos elétrico e magnético de acordo com a configuração do guia desejado.

uma vez que ela determina qual eixo apresentará valor constante enquanto os eixos restantes variam. Deve ficar bem claro que essa quantidade de pontos não será a dimensão do guia. “y” e “z”. A partir desses eixos será possível realizar três cortes distintos: plano “xy”. Figura 20 – Qualidade gráfica do guia retangular • Escolha do plano e do ponto a ser cortado no eixo constante Esse “Box” apresenta quatro informações distintas. A escolha desses planos influencia diretamente nos três campos imediatamente abaixo. quanto mais pontos inseridos maior será a qualidade gráfica. de acordo com a Figura 4 (guia de ondas retangular) foi indicado cada eixo “x”. mas quantos pontos formarão cada dimensão. 45 . plano “xz” e plano “yz”. ou seja. Figura 19 – Modo de Propagação do guia retangular • Qualidade gráfica Esse campo irá determinar quantos pontos serão utilizados em cada eixo para formar o gráfico. ou seja. A primeira diz respeito à escolha do corte específico a ser analisado pelo usuário.

apenas esse campo deve ser alterado e o corte no plano especificado estará exatamente na metade do comprimento do guia de ondas. as variáveis fixadas estarão nos eixos “y” e “x” e os cortes ficarão abaixo da metade da altura do guia e imediatamente acima da metade da largura do guia. Figura 21 – Plano a ser utilizado do guia retangular • As dimensões do guia de ondas Figura 22 – Dimensões do guia de ondas retangular 46 . Analogamente. Nesse caso. plota xy para um determinado ponto z:). respectivamente. escolhendo os planos “xz” e “yz”. Ressalta-se que foi considerada uma propagação no sentido do eixo “z” positivo. percebe-se que a variável fixada estará no eixo “z” em um ponto a ser determinado pelo segundo campo deste “Box” (Se pl=1. Para esclarecer mais detalhadamente. imagina-se que seja escolhido o plano “xy”. tendo em vista que a quantidade de pontos na direção “z” indicada no “Box” anterior foi 17.

Os valores pré-estabelecidos podem ser alterados de forma a objetivar a aprendizagem. Figura 24 – Freqüência de operação do guia retangular • Geração do arquivo de vídeo Neste “Box” é solicitado que seja informado o número de quadros de repetição para a geração do arquivo de vídeo. Instiga-se a manipulação deste campo. Esse campo depende diretamente do “Box” que elege o modo de propagação (Modo TE ou Modo TM) e influencia na freqüência de corte do sistema. 47 . pois indica as dimensões do guia. maior será a duração desse vídeo. Figura 23 – Escolha dos índices do modo de propagação do guia retangular • A freqüência de operação a ser utilizada Aqui será informado o valor da freqüência na qual o guia está sendo excitado. Quanto maior a quantidade de quadros. Essa caixa é fundamental na configuração do guia de ondas. • O valor dos índices do modo de propagação Esses índices definem exatamente qual modo está sendo escolhido para a análise. tendo em vista que seus valores alteram diretamente a freqüência de corte do sistema.

ou seja. permitindo que o usuário possa verificar. o valor simultâneo m = n = 0 não existe. baseando-se na teoria relatada anteriormente. Figura 26 – Dimensões do guia de ondas incorretas do guia retangular • Outro possível erro diz respeito ao modo de propagação do guia. m = 0 ou n = 0 não existe. ou seja. de imediato. ou seja. os valores inseridos serão testados. se a largura. para os Modos Transversais Elétricos (TE) e Transversais Magnéticos (TM). Essa caixa se repetirá tantas vezes essas dimensões continuarem incorretas. altura ou comprimento de guia de ondas possuírem valores nulos. Abaixo serão ilustrados alguns possíveis erros inerentes às configurações do guia: • Caso o usuário insira alguma dimensão que não seja compatível. 48 . algum erro proveniente de qualquer configuração do guia digitada incorretamente ou até mesmo se o modo solicitado está se propagando no interior do guia. Figura 25 – Repetição dos quadros do guia retangular Essas informações iniciais permitem que o programa verifique se há algum problema nas configurações do guia de ondas. outra caixa interativa aparecerá solicitando que sejam digitados novamente essas dimensões. Já para o Modo TM isoladamente.

se o guia está em corte. quando se trata da freqüência de operação o programa verifica. dada às configurações iniciais. outra caixa de erro informará que há algum problema nessa escolha. Nesse caso. tendo em vista que o erro pode estar tanto no valor da freqüência quanto nas dimensões do guia. Figura 28 – Erro na escolha do plano do guia retangular • Agora. Figura 29 – Guia retangular em corte 49 . ocorrerá uma pausa. “xz” ou “yz”. Figura 27 – Erro devido m=n=0 • Caso o plano escolhido seja diferente dos planos “xy”.

o programa irá realizar o cálculo dos campos elétrico e magnético de acordo com o plano escolhido par a visualização.2. para um corte transversal em “z” constante ou para o corte longitudinal em ϕ (phi) constante. ou seja. Ilustram-se. 50 . 7. a interface com o usuário: • Escolha do Modo de propagação (idem ao guia retangular) Figura 30 – Modo de Propagação do guia cilíndrico • Qualidade Gráfica (idem ao guia retangular) Figura 31 – Qualidade gráfica do guia cilíndrico • Escolha do Plano e pontos constantes Este “Box” será utilizado para escolher em qual plano se deseja verificar o guia de ondas cilíndrico. utiliza-se o MATLAB® para simular os campos propagantes nesta configuração cilíndrica. abaixo. A interface com o usuário é semelhante à do guia anterior. Após essa fase de testes nas configurações. Guia de Ondas de Seção Circular Da mesma forma que foi realizada para o guia de ondas retangular.

Uma para o raio e outra para o comprimento do guia. requer-se para esta configuração apenas duas. 51 . esses índices definem qual modo será escolhido para a análise. influenciando na freqüência de corte do sistema. Figura 32 – Escolha do plano e pontos do guia cilíndrico • Dimensões do guia de ondas Ao contrário do guia anterior onde se tinha três dimensões. Figura 33 – Dimensões do guia cilíndrico • Escolha do Modo de propagação (“n” e “l”) De forma análoga ao guia retangular.

algumas mensagens de erro estão programadas a fim de ajudar o usuário. 52 . Figura 34 – Escolha do modo de propagação do guia cilíndrico • Freqüência de operação (idem ao guia retangular) Figura 35 – Freqüência de operação do guia cilíndrico • Geração do arquivo de vídeo (idem ao guia retangular) Figura 36 – Geração do arquivo de vídeo do guia cilíndrico Caso haja algum problema nos dados de entrada que favoreça o corte do guia cilíndrico. Essas mensagens são análogas ao guia retangular.

Visualização dos modos nos guias retangulares e cilíndricos As figuras a seguir ilustram algumas simulações para os diversos modos propagantes: Vista do Plano yz para x= 0.0055 metros .004 0.3.003 0.006 0.004 0.0048 metros .008 0.002 0.006 0.Modo TEz+ 20 0.002 0 0 0.004 0.014 Largura do guia 0.012 0.007 0.009 0.02 0.001 0.002 0 0 0.016 0.Modo TEz+ 20 0.008 0. 7.018 0.004 0.007 0.01 0.009 0.001 0.012 0.01 0.006 0.01 Campo E (em vermelho) Comprimento do guia Campo H (em azul) Figura 37 – Corte do guia retangular no plano yz (Modo TE20z+) Vista do Plano xz para y= 0.006 0.002 0.008 Altura do guia 0.005 0.005 0.003 0.008 0.01 Campo E (em vermelho) Comprimento do guia Campo H (em azul) Figura 38 – Corte do guia retangular no plano xz (Modo TE20z+) 53 .

002 0 0 0.007 0.004 0.004 0.018 0.01 Campo E (em vermelho) Comprimento do guia Campo H (em azul) Figura 40 – Corte do guia retangular no plano xz (Modo TM11z+) 54 .006 0.006 0.003 0.014 Largura do guia 0.009 0.012 0.005 0. Vista do Plano yz para x= 0.001 0.02 0.006 0.005 0.01 0.004 0.008 0.008 0.01 0.002 0 0 0.009 0.004 0.001 0.012 0.006 0.016 0.007 0.002 0.Modo TMz+ 11 0.01 Campo E (em vermelho) Comprimento do guia Campo H (em azul) Figura 39 – Corte do guia retangular no plano yz (Modo TM11z+) Vista do Plano xz para y= 0.002 0.006 metros .008 0.Modo TMz+ 11 0.008 A ltura do guia 0.011 metros .003 0.

016 0.012 0.006 0.0055 metros .003 0.009 0.004 0.008 0.004 0.005 0.007 0.01 0.002 0.009 0.006 0.001 0.006 0.005 0.008 0.003 0.004 0.006 0.01 Campo E (em vermelho) Comprimento do guia Campo H (em azul) Figura 42 – Corte do guia retangular no plano xz (Modo TM21z+) 55 .012 0.002 0. Vista do Plano yz para x= 0.002 0 0 0.001 0.007 0.Modo TMz+ 21 0.006 metros .01 Campo E (em vermelho) Comprimento do guia Campo H (em azul) Figura 41 – Corte do guia retangular no plano yz (Modo TM21z+) Vista do Plano xz para y= 0.018 0.Modo TMz+ 21 0.008 Altura do guia 0.01 0.002 0 0 0.02 0.008 0.004 0.014 Largura do guia 0.

025 0.005 0.01 0.04 0.015 0.035 0.05 Diâmetro (em metros) 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 43 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TE01z+) Vista do Plano fi inicial = 5 graus .015 0.03 0.01 0.035 0.03 0.06 0.01 0 0 0.06 0.04 0.03 0.02 0. Vista do Plano fi inicial = 4 graus .Modo TEz+ 01 0.05 Diâmetro (em metros) 0.02 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 44 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TE21z+) 56 .03 0.Modo TEz+ 21 0.02 0.01 0 0 0.005 0.02 0.025 0.

04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 46 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TM02z+) 57 .03 0.01 0 0 0. Vista do Plano fi inicial = 5 graus .02 0.Modo TMz+ 02 0.035 0.02 0.005 0.Modo TMz+ 21 0.035 0.02 0.06 0.05 Diâmetro (em metros) 0.025 0.03 0.02 0.005 0.05 Diâmetro (em metros) 0.01 0.03 0.03 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 45 – Corte longitudinal do guia cilíndrico (Modo TM21z+) Vista do Plano fi inicial = 5 graus .01 0 0 0.01 0.04 0.025 0.015 0.015 0.06 0.04 0.

03 0.005 0.02 0.06 0.03 0.06 0.04 0.01 0.035 0.06 0.005 0.025 0.03 0.01 0.04 0.005 0.05 Diâmetro (em metros) Diâmetro (em metros) 0.05 Diâmetro (em metros) Diâmetro (em metros) 0.Modo TEz+ 11 Vista do Plano fi inicial = 35 graus . Isso mostra que ora os campos elétrico e magnético estão presentes simultaneamente.02 0.015 0.02 0.025 0.05 0.03 0.05 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 48 – Rotação para φ=15o Figura 50 – Rotação para φ=35o 58 .01 0.04 0. Vista do Plano fi inicial = 5 graus .035 0.02 0.005 0.01 0.015 0.025 0.Modo TEz+ 11 Vista do Plano fi inicial = 25 graus . As figuras seguintes ilustram a possibilidade de rotacionar o guia cilíndrico em vários planos “phi” constantes para um único modo de propagação.02 0.03 0. ora existe a presença de apenas um deles.015 0.04 0 0.035 0.02 0.01 0.01 0 0 0 0.01 0 0 0 0.02 0.03 0.04 0 0.015 0.035 0.025 0.04 0.Modo TEz+ 11 0.Modo TEz+ 11 0.03 0.06 0.01 0.02 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 47 – Rotação para φ=5o Figura 49 – Rotação para φ=25o Vista do Plano fi inicial = 15 graus .03 0.

Modo TEz+ 11 Vista do Plano fi inicial = 95 graus .005 0.01 0.01 0 0 0 0.01 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 52 – Rotação para φ=55o Figura 55 – Rotação para φ=85o Vista do Plano fi inicial = 65 graus .02 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 53 – Rotação para φ=65o Figura 56 – Rotação para φ=95o 59 .01 0 0 0 0.035 0.04 Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul) Figura 51 – Rotação para φ=45o Figura 54 – Rotação para φ=75o Vista do Plano fi inicial = 55 graus .035 0.06 0.05 0.015 0.01 0.05 0.03 0.02 0.025 0.03 0.02 0.03 0.02 0.025 0.02 0.01 0.06 0.025 0.06 0.035 0.01 0.03 0.005 0.04 0.Modo TEz+ 11 Vista do Plano fi inicial = 75 graus .06 0.015 0.02 0.05 Diâmetro (em metros) Diâmetro (em metros) 0.04 0.01 0.05 Diâmetro (em metros) Diâmetro (em metros) 0.03 0.04 0.035 0.03 0.02 0.Modo TEz+ 11 0.06 0.01 0.04 0 0.Modo TEz+ 11 0.04 0 0.03 0.035 0.015 0.015 0.035 0.03 0.04 0.015 0.01 0.005 0.015 0.Modo TEz+ 11 0.04 0 0.Modo TEz+ 11 Vista do Plano fi inicial = 85 graus .04 0.03 0.02 0.005 0.02 0.01 0 0 0 0.05 Diâmetro (em metros) Diâmetro (em metros) 0.02 0.025 0.03 0.005 0.03 0.05 0.005 0.02 0. Vista do Plano fi inicial = 45 graus .06 0.025 0.03 0.01 0.02 0.025 0.04 0.

abordaram-se as leis que tiveram papel importante na formulação das Equações de Maxwell. ainda é possível a geração de vídeo para cada modo propagante. A direção e o sentido de propagação dos campos elétrico e magnéticos foram bem representados. pois conseguiu-se representá-los em uma mesma tela mostrando de que forma eles se relacionam. foi possível obter graficamente os modos de propagação desses guias. corrigindo algumas inconsistências. Para isso.8. de forma que a teoria do guia de ondas pudesse ser comentada com mais profundidade. A teoria eletromagnética apresentada nos primeiros capítulos serve de alicerce para a construção dos conceitos fundamentais que regem os guias de ondas. objetivando sempre uma linguagem simples com o intuito elucidativo das equações para os modos Transversal Elétrico e Transversal Magnético. Suas características básicas foram apresentadas. 60 . o enfoque principal estava voltado na configuração dos campos nos guias. Após essa familiarização com as Equações de Maxwell. Como recurso adicional. Primeiramente. tendo em vista que a formulação matemática requerida para esses campos depende das raízes dessas funções de primeira espécie. ajustaram-se essas leis. CONCLUSÕES O trabalho realizado neste projeto tem por finalidade facilitar o entendimento do Eletromagnetismo por meio de um programa computacional desenvolvido através do “software” MATLAB® onde é possível simular os modos de propagação dos campos elétrico e magnético nos guias de ondas retangulares e cilíndricos. foi necessário discorrer sobre as funções de Bessel. tornou-se possível abordar sobre o guia de ondas retangular. Depois foi visto o guia de ondas de seção circular. utilizando-se da linguagem de programação através do MATLAB®. Em seguida. A ausência de meios auxiliares que possibilitam à aprendizagem fora do laboratório e a redução da carga horária das disciplinas obrigatórias que tratam de Eletromagnetismo impulsionaram a realização deste projeto. ou seja. Por último.

"Electromagnetic Waves and Radiating Systems". “Fundamentos da Teoria Eletromagnética”. [8] Gilat. [3] Collin. Amos. New Jersey 1968. [5] Hayt.5 Fundamentos de Programação”. [4] Jordan. Milford and Robert W.. London 1986. Edward C. Balmain. Simon. Rio de Janeiro 1991. and Keith G. New York 1966. John R. [6] Reitz. 61 . “MATLAB 6. Porto Alegre 2006. [7] Matsumoto. [2] Marcuvitz. Whinnery and Theodore Van Duzer. John R. Rio de Janeiro 1981. Élia Yathie. “Waveguide Handbook”. Robert E. Nathan. “MATLAB com Aplicações em Engenharia”. Christy. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] Ramo. “Campos e Ondas em Eletrônica das Comunicações”. Buck. and John A. “Eletromagnetismo”. Jr. “Foundations for Microwave Engineering”.. São Paulo 2002. Frederick J. Rio de Janeiro 2003. William H.

básica. possibilitando que a visualização esteja independente da presença do software MATLAB® no computador. O recurso do MATLAB® será fundamental nesse momento. No entanto. Sugere-se. Requer-se um pouco de entendimento de linguagem de programação. Através do código a seguir será possível visualizar os diversos modos que podem se propagar no interior do guia de ondas. no mínimo. quanto visuais (gráficos gerados que se movimentam ao longo do tempo). que o entendimento da teoria desenvolvida é indispensável para a compreensão do programa. as inúmeras explicações no próprio código do programa têm o objetivo de desinibir àqueles que gostariam de se aventurar pela programação realizada. 62 . a fim de compreender todos os recursos utilizados.APÊNDICE Objetivando a continuação e o aprimoramento deste trabalho será disponibilizado o código fonte dos programas ilustrados no capítulo das Simulações. O mais sensacional de tudo isso é a possibilidade dos gráficos serem transformados em arquivos com extensão “avi”. pois facilita o estudo e mostra os resultados tanto em valores numéricos (valores dos campos em cada direção de propagação). antes de tudo.

%nzv é o número de pontos na direção z nyv=str2num(info1{2}). plota xy para um determinado ponto z:'. text32='Se p l=2. text12='Se pl=1 (plota xy)___Se pl=2 (plota xz)___Se pl=3 (plota yz)'.Plano incorreto! Digite novamente. texto2. text22='Se pl=1. entra={text1 text2 text3 text4}. text1='Se pl=1 (plota xy)___Se pl=2 (plota xz)___Se pl=3 (plota yz)'. Dr. info1=inputdlg(entra1. pl=2. text7='Quantidade de pontos na direção x'. text42='Se pl=3. info1=inputdlg(e ntra1. text4='Se pl=3. pl=str2num(info{1}) %Teste para verificar a existência do plano escolhido while (pl~=1)&(pl~=2)&(pl~=3) texto2='Erro 1 . tecle OK! Modo TM.1. text3='Se pl=2. mude o valor e tecle OK!'. modos TM % %Distribuiçao de pontos ao longo dos eixos texto1='2 .Qualidade gráfica desejada'. 1. msg='Modo TE.{'1' '9' '9' '9'}). texto1. % ATENCAO % Se TE=1 (um).Escolha do Plano e ponto exato a ser cortado'. % nzv=str2num(info1{1}). %nyv é o número de pontos na direção y nxv=str2num(info1{3}). plota xz para um determinado ponto y:'.{'1' '9' '9' '9'}). entra1={text5 text6 text7}. plota yz para um determinado ponto x:'. 1. {'1'}). pl=str2num(info2{1}) 63 . Franklin da Costa Silva. plota xz para um determinado ponto y:'.'. text6='Quantidade de pontos na direção y'. plota yz para um determinado ponto x:'. determinado text2='Se pl=1. • Código do Guia de Ondas Retangular %GUIA DE ONDAS RETANGULAR %=========================== ========================== =============== %Universidade de Brasília Depto. info2=inputdlg(entra2. info=inputdlg(entra. caso contrário. texto. UNB/ENE %=========================== ========================== =============== % campos TMz e TEz % clear %Definiçao se o modo será TE ou TM titulo='1 . %nxv é o número de pontos na direção x % %Escolha do plano a ser analisado %Se pl=1 (plota xy)_____Se pl=2 (plota xz)_____Se pl=3 (plota yz) texto='3 .1. entrada={msg}. text5='Quantidade de pontos na direção z'. {'17' '17' '17'}). plota xy para um det erminado ponto z:'.Escolha do Modo dde e Propagação'. TE=str2num(dados{1}). dados=inputdlg(entrada. entra2={text1 text2 text3 text4}. plota modos TE. Engenharia Elétrica Defesa: %Projeto Final de Graduação Autor: Autor: Sérgio Tadeu Barros 04/07/2007 %Orientador: Prof. titulo.

valores={'2.2e '1.Dimensões do Guia de ondas'.end % %Corte no plano desejado (xy. aa=str2num(dados{1}).2e '1. msg3='Semi- msg3='Semi-ciclos de variação dos campos em "x" (m)'. msg1='Insira o valor da largura do guia (em metros):'. while (m==0)&(n==0) 3- titulo4='Erro 3 modo -Não existe mo do m=n=0! Tente de novo. info=inputdlg(entrada2. dados=inputdlg(entrada1.Não existe Modo TM para m=0 ou n=0'. %===================================================== %===================================================== %Atribuiçao dos valores de entrada pelo usuario % Dimensões do Guia titulo1='4 . valores).Configuração do Guia de ondas'. 1. aa=str2num(dados{1}). msg3='Semi- msg3='Semi ciclos -ciclos de variação dos campos em "x" (índice m)'. msg4='Semi- msg4='Semi-ciclos de variação dos campos em "y" (n)'. bb=str2num(dados{2}). titulo1. m=str2num(info{1}). m=str2num(info{1}). msg5='Digite novamente o valor de m'.2e- valores={'2. info=inputdlg(entrada2. %Se pl=3 plota yz com x=nlx % % Numero para repetições quadros ao longo do tempo ntmax=1.Valores Incorretos! Digite novamente.'. %Se pl=1 plota xy com z=nlz nly=str2num(info{3}). cc=str2num(dados{3}). titulo3). 64 .1e- -2' '1.2e '1.2e- -2' '1. entrada1={msg1 msg2 msg3}.1e-2'}. xz ou yz) nlz=str2num(info{2}). end % Modos do Guia m e n titulo3='5 . n=str2num(info{2}). dados=inputdlg(entrada1. alores={'2. entrada1={msg1 msg2 msg3}. end if TE~=1 while (m==0)|(n==0) titulo5='Erro 4 .'.2e- -2' '1.2e- valores={'2. titulo2. cc=str2num(dados{3}). titulo4). entrada2={msg3 msg4}. msg1='O valor da largura do guia (em metros):'.2e '1.1e- -2' '1.1e -2'}. while (aa==0)|(bb==0)|(cc==0) titulo2='Erro 2 . 1. valores). msg2='O valor da altura do guia (em metros):'. n=str2num(info{2}). msg2='Insira o valor da altura do guia (em metros):'. msg3='O valor do comprimento do guia (em metros):'. bb=str2num(dados{2}). msg4='Semi- msg4='Semi-ciclos de variação dos campos em "y" (índice n)'. %Se pl=2 plota xz com y=nly nlx=str2num(info{4}). entrada2={msg3 msg4}. msg3='Insira o valor do comprimento do guia (em metros):'.

%frequência de corte [Hertz] beta=rk*sqrt(1- beta=rk*sqrt(1 -(wc/w)^2.0*pi/rlamb. dadof=inputdlg(entrada3. maxhte=0. entrada3='Insira o valor da freqüência (em Hertz):'. aguarde. end end % Frequencia de operaçao titulo6='6 . info=inputdlg(entrada2. entrada2={msg5 msg6}. n=str2num(info{2}). %velocidade de propagação [m/s] f=fop. %frequencia angular [rad/s] rk=2.. for nt=1:1:ntmax. 1. %fator de propagação beta (gama=alfa+i*beta) rlambg=2.0.0*pi*f. titulo5). m=str2num(info{1}). maxete=0. %frequencia angular no corte [rad/s] fc=wc/(2./(30*f).0*pi/beta. valor={'20e9'}.2 cm b=bb. %número de onda no corte wc=v*sqrt(rkc2).0*pi*f. %comprimento de onda guiado [m] periodo=1/f.'). 'Em processamento. %constante b=1.. %constante % ----------------------------------------------- rlamb=v/f.0. fo p=str2num(dadof{1}). %comprimento de onda [m] w=2.854e- eps=8. for iii=1:50 waitbar(iii/50. 65 . maxhtm=0. %permissividade do vácuo [farad/m] [farad/m] mu=4*pi*1e- mu=4*pi*1e -7. max ete=0.2 cm c=cc. %frequencia de operação [Hertz] eps=8.. t=- t=-dt. titulo5). titulo6. maxetm=0. %período [s] % %Barra de espera de processamento h1=waitbar(0. %===================================================== % Dimensões do guia em metros a=aa. %altura do guia (eixo y) 1. end % CÁLCULO DOS CAMPOS TOTAIS E VALORES MAXIMOS PARA ESCALONAMENTO % if f>fc dt=1. % rkc2=rkx^2.1 cm % pi=4*atan(1)..0*pi). %permeabilidade do vácuo [henry/m] a=1. %constante pi v=3e8. msg6='Digite novamente o valor de n'.Freqüência de Operação'.. rky=n*pi/bb. w= 2. fop=str2num(dadof{1}).. %largura do guia (eixo x) 2..854e -12. valor).0+rky^2. h1). %Constante de fase [1/m] % ---------------------------- rkx=m*pi/aa.0. %comprimento %comprimento do guia (eixo z) 1.0).

eym4(nx. end end end end end % % %________________PlANO XY_______________ if (pl==1) nz=nlz. end aux=sqrt(hxm4(nx.i)=aa*(i 1)/(nxv- -1)/(nxv-1). myp(j.nz. end aux=sqrt(exm4(nx.nz. for i=1:nxv.nz.ny.ny.nt)=b*cos(rkx*x)*cos(rky*y)*cos(w*t- hze4(nx.nz. x=aa*(nx- x=aa*(nx 1)/(nxv- -1)/(nxv -1).nt)^2).nt)=a*sin(rkx*x)*sin(rky*y)*cos(w*t -beta*z).ny.nz.nt)^2).ny.nt)=- exe4(nx.nt)^2+eze4(nx.nt)=- hxe4(nx.ny.ny.nz.nt)=0. for nx=1:nxv.nt)^2+eye4(nx.nt)=- hxm4(nx.ny.nz.nz.nz.nt)=beta*rky*a*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t-beta*z)/rkc2. hze4(nx.ny.ny. hxm4(nx.nz.ny.ny.nt)^2+hze4(nx. mxp(j.nz.ny.' de '. eze4(nx.nz.nt)^2+ezm4(nx.nt)^2+eym4(nx.nz.nt)= beta*rky*b*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t -beta*rky*b*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t- *sin(rky*y)*sin(w*t-beta*z)/rkc2.nz.nt)= w*eps*rky*a*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t- -w*eps*rky*a*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t beta*z)/rkc2. % Expressoes para o modo TE exe4(nx.nz.ny. % Expressoes para o modo TM exm4(nx. if(maxetm<aux) maxetm=aux.nt)= w*mu*rky*b*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t- -w*mu*rky*b*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t-beta*z)/rkc2.ny.ny. % aux=sqrt(exe4(nx.ny.ny.nz.nz.ny. if(maxhte<aux) maxhte=aux.ny.nz. nt)=w*mu*rkx*b*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t- nt)=w*mu*rkx*b*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t-beta*z)/rkc2.nt)^2+hzm4(nx.ny.nt)=w*eps*rkx*a*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t-beta*z)/rkc2.nt)^2).nz.nt)=w*eps*rkx*a*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t- hym4(nx.nz.nz.nz. z=cc*(nz- z=cc*(nz 1)/(nzv- -1)/(nzv-1). hye4(nx.nz.nz.nt)^2+eze4(nx.nz. Aguarde=([num2str(nt).nt)^2+hym4(nx. % % Ajustando as variáveis for j=1:nyv. aux=sqrt(hxm4(nx.ny.ny.ny.ny.nz.nz .0.num2str(ntmax)]) for nz=1:nzv.ny. hxe4(nx.nz.nz. eye4(nx.nz.ny.nt)^2).nt)^2+eye4(nx.ny. end 66 .nt)=0.nt)=a*sin(rkx*x)*sin(rky*y)*cos(w*t- ezm4(nx.ny.nz.nz.nt)^2+hym4(nx.nt)= beta*rkx*b*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t- -beta*rkx*b*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t-beta*z)/rkc2.nz.ny.nt)=b*cos(rkx*x)*cos(rky*y)*cos(w*t -beta*z).ny. ezm4(nx.nz. if(maxete<aux) maxete=aux.nz.nt)^2).ny. maxetm=a ux.nz.nt)=- hye4(nx.ny.ny.nt)^2+hye4(nx.ny. hzm4(nx. hym4(nx.0.nz. -beta*z)/rkc2.ny.nt)=w*mu*rkx*b*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t eye4(nx.nz. if(maxhtm<aux) maxhtm=aux. end aux=sqrt(hxe4(nx.i)=bb*(j- myp(j.ny. aux=sqrt(exe4(nx.ny.nt)=beta*rky*a*sin(rkx*x)*cos(rky*y)*sin(w*t- eym4(nx.nt)^2+hzm4(nx. t=t+dt.ny. y=bb*(ny- y=bb*(ny 1)/(nyv -1)/(nyv- (nyv -1).nt)=beta*rkx*a*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t-beta*z)/rkc2.i)=bb*(j 1)/(nyv- -1)/(nyv-1).nt)^2).nt)=beta*rkx*a*cos(rkx*x)*sin(rky*y)*sin(w*t- exm4(nx.nz.nz.ny. for ny=1:nyv.i)=aa*(i- mxp(j. z=cc*(nz- z=cc*(nz 1)/(nzv- -1)/(nzv -1).ny.

ny. mx=max(maxx). exe2(1.ny.nz.nx)=hxe4(nx. end.nz.nx)=hze4(nx. exe2(nyv.nx)=0.nz. maxy=abs(max(eye2)).nt). % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxx=abs(max(exe2)).nx)=0.ny..nz. 67 .nx)=0.1)).nx)=hye4(nx.ny.1)=0. hxe2(ny. end scale=mx/maxete. my=max(maxy). end end for ny=1:nyv. hze2(ny.nt). my=max(maxy). if (eye2(1.1)=0. eye2(ny. if (eye2(ny. hye2(ny.%parede lateral esquerda eye2(ny..nx)=0.end close(h1).nx)>exe2(nyv. eze2(ny.nx)=exe4(nx.nz.ny.nt). % Plotando TE no plano xy if (TE==1) % for nt=1:1:ntmax.1)>exe2(ny.%parede horizontal superior eye2(nyv. maxy=abs(max(hye2)). if(ntst==1) for nx=1:nxv. end if (eye2(nyv.nt). for nx=1:nxv. if(mx<my) mx=my. hxe2(ny.ny. nt % criando arquivo plot para plano xy (ny linhas por nx colunas) % for ny=1:nyv. % maxx=abs(max(hxe2)).nx)=eze4(nx.nx)<exe2(1.nt).nz.nx)=eye4(nx.nt).nx)).nz..nx))%parede horizontal inferior eye2(1.nx)=hxe4(nx. if(mx<my) mx=my. end scalh=mx/maxhte.. mx=max(maxx).nt).. exe2(ny.ny. % % Plotando TExy % Acertando as bordas do gráfico para ficar contido somente % dentro dos limites do guia ntst=1. exe2(ny. % end.

ny. end. ylabel('Altura do guia (Eixo y)') xlabel ('Largura do guia (Eixo x)') str = (['Vista do Plano xy para z= '.nt).txt eye2 -ascii. eym2(ny.ny. save eze.myp.txt exe2 -ascii.'NO') hold off pause(1) %F(nt)=getframe(gcf).'r').avi'.num2str(z).nt). 'fps'.nx)=exm4(nx.'H'. Modo TE^z^+_'. % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxx=abs(max(exm2)). num2str(m). hym2(ny.txt hye2 -ascii.nxv)<exe2(ny. save hye.' metros'. exe2(ny. hxm2(ny.nz.nz. 68 .'E'.nt).scalh.'Plano_xy_TE. %Possibilita a captura da imagem end %Criando o arquivo de video a partir da captura da imagem %movie2avi(F.nxv)=0. end % Plotando TM no plano xy if (TE~=1) % for nt=1:1:ntmax.nxv)=0.scale. hzm2(ny. exm2(ny. ezm2(ny.%parede lateral direita eye2(ny. end end % % Plotando as bordas do guia de ondas contour(mxp.nt). title (str). 'None'.myp.nt).'_'.ny.nz.hye2.hxe2.scale.'Location'.eye2.num2str(n)]).txt hxe2 -ascii.nz.nz.myp.ny.nx)=ezm4(nx. for for nx=1:nxv. end hold on quiver(mxp.mxp.hxe2. my=max(maxy).eye2.'-.nz.exe2. save hze.'horizontal'.'Orientation'. maxy=abs(max(eym2)). legend('Contorno do guia'.nx)=hzm4(nx.'w').scalh..nxv)).nt). save hxe.1) %Salvando %Salvando o valor de cada campo save exe. mx=max(maxx). end if (eye2(ny. save eye. quiver(mxp.nxv)=0.b').nx)=hxm4(nx. % end.ny. exe2(ny.'- quiver(mxp.'r').hye2.txt hze2 -ascii.myp. nt % criando arquivo plot para plano xy (ny linhas por nx colunas) for ny=1:nyv. hold on quiver(mxp.txt eze2 -ascii.ny.myp.nx)=eym4(nx..nx)=hym4(nx.' . 'compression'.exe2.

exm2(nyv. exm2(1. my=max(maxy).exm2.%Possibilita %F(nt)=getframe(gcf). legend('Contorno do guia'.'r'). Modo TM^z^+_'.hxm2.b'). end % hold on quiver(mxp.myp.nxv)=0. end scalh=mx/maxhtm.nx)<exm2(1. hold on quiver(mxp. % maxx=abs(max(hxm2)).myp. num2str(m).nx)).1)=0.nx)=0..nx)=0. ylabel('Altura do guia (Eixo y)') xlabel ('Largura do guia (Eixo x)') str = (['Vista do Plano xy para z= '. mx=max(maxx). exm2(ny. end end % % Plotando bobordas rdas do guia contour(mxp. end end for ny=1:nyv. (eym2(1.myp.'NO') hold off pause(0.nx)=0.nxv)=0.nx)).scale.nx)=0. if (eym2(1.nxv)).'w').' .' -..mxp. if(mx<my) mx=my.nxv)<exm2(ny.nx)>exm2(nyv.. if (eym2(ny. % % % TMxy Plotando TMx y % Acertando as bordas do gráfico para ficar contido somente % dentro dos limites do guia ntst=1.eym2. title (str).'_'.n x)). end if (eym2(ny.nx)<exm2(1. exm2(nyv. eym2(1.'H'.'E'. if(mx<my) mx=my. maxx=abs(max(hxm2 )).81) F(nt)=getframe(gcf).hxm2.num2str(z).' metros'.. exm2(ny.'Location'.num2str(n)])..scalh.'- quiver(mxp. eym2(ny.1)=0. if(ntst==1) for nx=1:nxv.hym2. end scale=mx/maxetm.1)).scalh.. end if (eym2(nyv. eym2(ny. maxy=abs(max(hym2))..hym2. eym2(nyv.'horizontal'.1)>exm2(ny. da %Possibilita a captura da imagem 69 .'Orientation'.nx)=0.myp.

% end. % Ajustando variáveis for j=1:nzv.ny.ny.nz)=eze4(nx. % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxx=abs(max(exe2)).ny. maxx=abs(max(hxe2) ).nt).j)=cc*(j- mzp(i. eye2(nx. % maxx=abs(max(hxe2)).nz.nz)=exe4(nx. y=bb*(ny- y=bb*(ny 1)/(nyv- -1)/(nyv -1). end scale=mx/maxete.txt ezm2 -ascii. maxz=abs(max(eze2)). save hym. hxe2(nx. save eym. save hxm. 'compression'. for nx=1:nxv. mxp(i. mz=max(maxz). end %Criando o arquivo arquivo de video %movie2avi(F.'Plano_xy_TM.nz)=hye4(nx.j)=aa*(i- mxp(i. nt % Criando arquivo plot para plano xz for nz=1:nzv.nt).txt exm2 -ascii.nz)=hze4(nx.txt hym2 -ascii. end end % PLOTANDO TE plano xz if (TE==1) % for nt=1:1:ntmax.ny. save ezm.nz)=eye4(nx.nz.j)=cc*(j 1)/(nzv -1)/(nzv- zv-1).ny.nz.txt hxm2 -ascii. hze2(nx. for i=1:nxv.nt). exe2(nx.nt).1) %Salvando o valor de cada campo save exm. 70 . hye2(nx.nt). % close(h1).nz. mx=max(maxx). mzp(i.nz.nz)=hxe4(nx.txt eym2 -ascii. end.ny. if(mx<mz) mx=mz.avi'. 'None'.j)=aa*(i 1)/(nxv- -1)/(nxv-1). eze2(nx.nz. save hzm.txt hzm2 -ascii. end % end % %________________________________FIM PLANO XY__________________________ % XZ______________ % _______________PLANO XZ___ ___________ if (pl==2) ny=nly. 'fps'.nt).

'E'. save eye.eze2.hze2.avi'.%parede if (exe2(1.hxe2.'Plano_xz_TE.nz)=0.txt exe2 -ascii.%parede horizontal superior exe2(nxv.nz)=0.nz )). 'None'. save hxe.'_'. % 71 ..nz)<eze2(1.. end hold on quiver(mzp. if(mx<mz) mx=mz.hze2.1) %Salvando o valor de cada campo save exe.mxp.mxp..scale.nz)<eze2(1.nz)>eze2(nxv. save hze.'Orientation'. end if (exe2(nxv.81) %F(nt)=getframe(gcf).' metros'. end % % PLOTANDO TM no plano xz if (TE~=1) y=bb*(ny- y=bb*(ny 1)/(nyv- -1)/(nyv -1).nz)).'H'. legend('Contorno do guia'.mzp. end scalh=mx/maxhte.txt hye2 -ascii.num2str(y).nz)).hxe2. (exe2(1. ylabel('Largura do guia (Eixo x)') xlabel ('Comprimento do guia (Eixo z)') str = (['Vista do Plano xz para y= '. hold on quiver(mzp. num2str(m). 'compression'. Modo TE^z^+_'.' -.scalh.mxp.txt eze2 -ascii. mz=max(maxz).exe2. eze2(nxv. 'fps'.nz)=0. maxz=abs(max(hze2)). if(ntst==1) for nz=1:nzv.scalh.txt hxe2 -ascii. save hye.'- quiver(mzp.'horizontal'.'r'). eze2(1.. mx=max(maxx).mxp.'w').'Location'. save eze.nz)=0.txt eye2 -ascii. title (str).%parede horizontal inferior exe2(1.num2str(n)]).b').'NO') hold off pause(0. %Possibilita a captura d da a imagem end %Criando o arquivo de video %movie2avi(F. % % % Plotando TExz % Acertando as bordas do gráfico para ficar contido somente % dentro dos limites do guia ntst=1.' . end end % % Plotando bordas do guia contour(mzp.txt hze2 -ascii.

for nx=1:nxv.scalh.nz)=ezm4(nx. hxm2(nx. end scale=mx/maxetm. % determinando valor de escalonamento para comprimento comprimento dos vetores maxx=abs(max(ezm2)).mxp.' -.nz)<ezm2(1.. 72 .hxm2.nz.nz. eym2(nx. if(mx<my) mx=my.mzp.ny.mxp. nt % criando arquivo plot para plano xz for nz=1:nzv. ezm2(1. ny..ny.for nt=1:1:ntmax.nt).nz)=0. my=max(maxy).nz)=hzm4(nx. hxm2(nx.nz)=0.nz)=0. mx=max(maxx).nt).%parede horizontal superior exm2(nxv. % maxx=abs(max(hzm2)). % end.nz)=hxm4(nx.nt).ny.mxp.ezm2.mxp.nz)=hym4(nx.%parede horizontal inferior exm2(1. my=max(maxy).nt). end % % Plotando TMxz hold on quiver(mzp.hzm2.'w'). scalh=mx/ma xhtm. end if (exm2(nxv. if(mx<my) mx=my.nz)=exm4(nx.hzm2.nz. mx=max(maxx).nz)=eym4(nx.nz..nz)=hxm4(nx. end. ezm2(nx.nt). end end % % Plotando bordas do guia contour(mzp. hym2(nx.. end scalh=mx/maxhtm.nz)).nz)>ezm2(nxv.nt).b').scale.'r'). scale=mx/maxe tm. if (exm2(1. if(ntst==1) for nz=1:nzv.nz)).'- quiver(mzp. hzm2(nx.ny.nz)=0.nz.exm2. ezm2(nxv. % % ntst=1.scalh. exm2(nx.nz. maxy=abs(max(hxm2)).hxm2.nz.nt).ny.ny. hold on quiver(mzp. maxy=abs(max(exm2)).

'H'. eze2(ny.' .' metros'. save ezm. save hym.j)=bb*(i- myp(i. 'None'.nz. title (str). ylabel('Largura do guia (Eixo x)') xlabel ('Comprimento do guia (Eixo z)') (['Vista str = (['Vis ta do Plano xz para y= '.nt).nz. myp(i.'Location'.ny.nt).avi'.j)=cc*(j 1)/(nzv- -1)/(nzv-1). mzp(i. % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxy=abs(max(eye2)). end end % %________________________________FIM PLANO XZ__________________________ %________________PLANO YZ______________ if (pl==3) nx=nlx.nz)=hxe4(nx. exe2(ny. save hxm. 'compression'.nz)=exe4(nx.txt hzm2 -ascii.txt hym2 -ascii.81) da %F(nt)=getframe(gcf).'Orientation'.j)=cc*(j- mzp(i.nt).nz.'_'. 'fps'.num2str(y). for ny=1:nyv. end end close(h1). x=aa*(nx- x=aa*(nx 1)/(nxv- -1)/(nxv-1). hxe2(ny. %Possibilita a captura da imagem end %Criando o arquivo de video %movie2avi(F.'E'.nt).ny.nz)=hye4(nx.nt).txt exm2 -ascii.nz)=eze4(nx.'horizontal'. end.nz)=hze4(nx. maxz=abs(max(eze2)).ny.'NO') hold off pause(0. hze2(ny.nz)=eye4(nx. for i=1:nyv.ny.ny. nt % criando arquivo plot para plano yz for nz=1:nzv.ny.'Plano_xz_TM. legend('Contorno do guia'.nt).txt hxm2 -ascii. save hzm. Modo TM^z^+_'.1) cada %Salvando o valor de cada campo save exm.j)=bb*(i 1)/(nyv- -1)/(nyv-1). % PLOTANDO TE no plano yz if (TE==1) % for nt=1:1:ntmax.nz. % %Ajustando as variáveis for j=1:nzv. 73 . end. eye2(ny.nz.num2str(n)]). num2str(m).nz. save eym.txt ezm2 -ascii.txt eym2 -ascii. hye2(ny.

txt eye2 -ascii..%parede horizontal superior eye2(nyv. 'fps'. 'compression'.. end scalh=mx/maxhte.num2str(x).1) %Salvando o valor de cada campo save exe.scale.'E'.'w').'NO') hold off pause(0.myp. end end % Plotando % Plot ando bordas do guia contour(mzp. maxz=abs(max(hze2)). % maxy=abs(max(hye2)).b'). ylabel('Altura do guia (Eixo y)') xlabel ('Comprimento do guia (Eixo z)') str = (['Vista do Plano yz para x= '.. save eye.hye2.'H'.' metros'.nz)<eze2(1. my=max(maxz). save save hxe.myp.mzp. title (str). if(mx<my) mx=my. save hye.hze2.' -. Modo TE^z^+_'. legend('Contorno do guia'.'Location'. mx=max(maxy). num2str(m).scalh.myp.'Plano_yz_TE. eze2(1. 'None'. mx=max(maxy).81) %F(nt)=getframe(gcf). my=max(maxz).' .nz)=0.scalh.txt hxe2 -ascii.nz)).'r').txt eze2 -ascii. end if (eye2(nyv.%parede horizontal inferior eye2(1. if(ntst==1) for nz=1:nzv. hold on quiver(mzp. eze2(nyv.nz)>eze2(nyv.nz)=0.nz)). save eze.hze2.nz)=0.eze2.txt exe2 -ascii..'_'. end hold on quiver(mzp. if (eye2(1.'horizontal'.avi'.myp. 74 . end scale=mx/maxete. %Possibilita a captura dda a imagem end %Criando o arquivo dde e video %movie2avi(F.num2str(n)]).'Orientation'. if(mx<my) mx=my.'- quiver(mzp.txt hye2 -ascii.hye2.eye2.nz)=0. % % Plotando TEyz % % Acertando as bordas do gráfico para ficar contido somente % dentro dos limites do guia ntst=1.

ezm2(ny.nt). for ny=1:nyv. if(ntst==1) for nz=1:nzv. eym2(ny.nt).nz.myp.nz)=0.nz)=hzm4(nx. nt % criando arquivo plot para plano yz for nz=1:nzv. mx=max(maxy).ny.nz)=hxm4(nx. maxz=abs(max(hzm2)).nz)=eym4(nx.nz)=0..nt).'w').nt). % maxy=abs(max(hym2)). % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxy=abs(max(eym2)). hxm2(ny.txt hze2 -ascii.nz.mzp.ny. end if (eym2(nyv.nz. ezm2(ny.nt).%parede horizontal inferior eym2(1. save hze. my=max(maxz). hzm2(ny.nz)=hym4(nx.nz)).nz)). 75 .nz)=ezm4(nx.nz)<ezm2(1.ny. % % Plotando TMyz % % Acertando as bordas do gráfico para ficar contido somente % dentro dos limites do guia ntst=1. end.nz.nt).nz.ny. my=max(maxz). if(mx<my) mx=my.%parede horizontal superior eym2(nyv. hym2(ny. ezm2(nyv.nz.ny. end scalh=mx/maxhtm.ny. end end % Plotando % Pl otando bordas do guia contour(mzp.nz)=0.. end scale=mx/maxetm.nz)=ezm4(nx. mx=max(maxy).nz)=0..nz)>ezm2(nyv. % end. if (eym2(1. if(mx<my) mx=my.nt). exm2(ny.nz)=exm4(nx. ezm2(1.ny.nz. end % % PLOTANDO TM no plano yz if (TE~=1) % for nt=1:1:ntmax.. maxz=abs(max(ezm2)).

b').txt hym2 -ascii.'E'.myp. %Possibilita a captura da imagem end %Criando o arquivo de video %movie2avi(F.txt hxm2 -ascii.myp.scalh.scalh.ezm2.'Location'. titulo7='Erro 5 . legend('Contorno do guia'. save hzm. %F(n da t)=getframe(gcf).hym2. end end %____________________________FIM PLANO YZ__________________________ else close(h1).'NO') hold off pause(0.txt exm2 -ascii.myp.81) %F(nt)=getframe(gcf).1) %Salvando o valor de cada campo save exm. Modo TM^z^+_'. titulo7) end %FIM DO GUIA DE ONDAS RETANGULAR 76 .'_'. 'None'.scale. save hxm. end hold on quiver(mzp. msg7='Mude a Freqüência de Operação ou altere as dimensões do Guia. save ezm.' .'. num2str(m).eym2. 'fps'.' metros'.hzm2.'H'.'Plano_yz_TM.'-. save hym.num2str(n)]).txt ezm2 -ascii. 'compression'. errordlg(msg7.ATENÇÃO!!! O Guia está em corte!!!!'. hold on quiver(mzp.hzm2.'- quiver(mzp.'r'). title (str).'horizontal'. ylabel('Altura do guia (Eixo y)') xlabel ('Comprimento do guia (Eixo z)') str = (['Vista do Plano yz para x= '.avi'.'Orientation'.txt hzm2 -ascii.hym2.txt eym2 -ascii. save eym.num2str(x).

77 . 1. caso contrário. %nzv é o número de pontos na direção z nrv=str2num(info1{2}). info=inputdlg(entra. %nfiinc é o incremento para dar uma volta completa % %Escolha do plano a ser analisado %Se pl=1 (plota transversal em z constante)_____Se pl=2 (plota longitudinal %em fi constante) texto='3 . UNB/ENE %=========================== %================= ========== ========================== =============== % campos TMz e TEz %==============================================INÍCIO DA ENTRADA DE DADOS clear frame=2.1. % nzv=str2num(info1{1}). tecle OK! Modo TM.Plano incorreto! Digite novamente. E. pl=str2num(info{1}). text1='Para pl=1 (plota transversal em z constante) Para pl=2 (plota longitudinal em fi constante)'. text3='Se text3=' Se pl=2. msg='Modo TTE. %nfiv é o valor máximo do ângulo fi for iii=1:361 ii(iii)=iii. 1. %Teste para verificar a existência do plano escolhido while (pl~=1)&(pl~=2) texto2='Erro 1 . Engenharia Elétrica Defesa: %Projeto Final de Graduação Autor: Autor: Sérgio Tadeu Barros 04/07/2007 %Orientador: Prof.Escolha do Plano e ponto/ângulo constantes'. entra={text1 text2 text3}. % ATENCAO % Se TE=1 (um). entra1={text5 text6 text7}. modos TM % %Distribuiçao de pontos ao longo dos eixos texto1='2 . TE=str2num(dados{1}). {'1'}). {'20' '7' '360'}). text6='Quantidade de pontos que formam o raio'. nfiinc=ii(iii). dados=inputdlg(entrada. mude o valor e tecle OK!'. ii(i ii)=iii.Escolha do Modo de Propagação'.{'1' '2' '46'}). texto1. text5='Quantidade de pontos na direção z'.Qualidade gráfica desejada'. plota transversal para um determinado ponto z:'.'. text7='Valor do ângulo fi que será incrementado'. entrada={msg}. Dr. end iii=int32(360/nfiv). • Código do Guia de Ondas de Seção Circular %GUIA DE ONDAS CILÍNDRICO %=========================== %========================== = ========================== =============== %Universidade de Brasília Depto. %nrv é o número de pontos que formam o raio nfiv=str2num(info1{3}). Franklin da Costa Silva. info1=inputdlg(entra1. plota modos TE. plota longitudinal girando de 0 até o ângulo escolhido:'. texto. text2='Se pl=1. %Definiçao se o modo será TE ou TM titulo='1 . titulo.

aa=str2num(d ados{1}). texto2. n=str2num(info{1}). titulo2. titulo3). while (aa==0)|(cc==0) titulo2='Erro 2 . plota transversal para um determinado ponto z:'. info=inputdlg(entrada2. nlz=str2num(info{2}). msg4='Variações radiais (índice l)'.{'1' '2' '46'}). info=inputdlg(entrada2. msg2}. info2=inputdlg(entra2. text22='Se pl=1.Dimensões do Guia de ondas'. n)'. l=str2num(info{2}). plota longitudinal girando de 0 até o ângulo escolhido:'. entra2={text12 text22 text32}.Valores Incorretos! Digite novamente. msg4='Variações radiais (índice l)'. entrada1={msg1 ms g2}. titulo1. valor entrada3='Insira o valor da freqüência (em Hertz):'. text12='Para pl=1 (plota transversal em z constante) Para pl=2 (plota longitudinal em fi constante)'. msg1='Insira o valor do raio do guia (em metros):'. 78 . msg2='Insira o valor do comprimento do guia (em metros):'. (índice msg3='Variações circunferenciais (í ndice n)'. end % %Corte no plano desejado (z constante ou fi constante) nlz=str2num(info{2}). valores). valores={'3e- valores={'3e '4e- -2' '4e -2'}. %Se pl=1 plota transversal com z=nlz nlfi=str2num(info{3}). n=str2num(info{1}). while ((n==0)&(l==0))|(l==0) 3- titulo4='Erro 3-Não existe modo n=l=0 ou l=0!'. msg3='Variações circunferenciais (índice n)'. end % Frequencia de operaçao titulo5='6 . valores). msg1='Insira o valor do raio do guia (em metros):'. entrada2={msg3 msg4}. cc=str2num(dados{2}).'.1. text32='Se pl=2. %Se pl=2 plota longitudinal com fi=nlfi % %===================================================== %Atribuiçao dos valores de entrada pelo usuario % Dimensões do Guia titulo1='4 titulo1='4 . titulo4). 1. aa=str2num(dados{1}). entrada1={msg1 msg2}. end % Modos do Guia n e l titulo3='5 . entrada2={msg3 msg4}. dados=inputdlg(entrada1. msg2='Insira o valor do comprimento do guia (em metros):'. pl=str2num(info2{1}). cc=str2num(dados{2}).Freqüência de Operação'. l=str2num(info{2}).Configuração do Guia de ondas'. 1. aa=str2num(dados{1}). valores={'3e- valores={'3e '4e- -2' '4e-2'}. dados=inputdlg(entrada1.

jl(4.054.346. j(4.620.016. %permeabilidade do vácuo [henry/m] an=1.1)=1.1)=3.2)=8.520.380. ntmax=str2num(dadoq{1}). j(1.1)=5.1)=4.1)=3. %velocidade de propagação [m/s] f=fop. valor1). jl(4.1)=2. valor1={'1'}.valor={'20e9'}. jl(2.173.Geração do arquivo de video'. jl(3.417. jl(3.173. titulo5. jl(4.331. pi=4*atan(1).2)=7.969.3)=11. %constante 79 .l). 1.3)=13.00901.2)=7. j(1. %frequencia de operação [Hertz] periodo=1/f. fop=str2num(dadof{1}).405.2)=6.015.3)=10. %permissividade do vácuo [farad/m] [farad/m] mi=4*pi*1e- mi=4*pi*1e-7.201. Para aumentar as % possibilidades da simulação devem ser acrescentadas outras raízes.136.761.706. % derivadas jl(1. titulo6. j(2.2)=5. %raio do guia 3 cm c=cc. valor).2)=5.0. dadof=inputdlg(entrada3. %período [s] eps=8.015. %comprimento do guia (eixo z) 4 cm % % pi=4*atan(1). % j(1.854e-12. j(4. j(2. jl(1. jl(4.841. j(3.536.3)=11. j(3. dadoq=inputdlg(entrada4. j(4.l) e jl(n+1. %constante pi v=3e8.016.1)=4. %==================================================FIM DA ENTRADA DE DADOS % Raízes da função de Bessel j(n+1.1)=3. time=. 1. j(3. jl(2.3)=8.3)=10.854e- eps=8.832.2)=8. jl(3.2)=9. Notar que que caso seja escolhido um % modo superior a n=3 e l=3 o programa irá gerar um erro. j(2. % % Numero de repetiçoes dos quadros para gerar o arquivo de video titulo6='7 .654.1)=6.3)=9. repetição entrada4='Insira o valor da repetição dos quadros'. % %********************################ % Dimensões do guia em metros a=aa.832. jl(1.3)=8. jl(2.201.

raio=a*nr/(nrv+1). %frequencia angular no corte [rad/s] fcm=wcm/(2.0.l)/a. for iii=1:50 waitbar(iii/50.. rkcm2=rkcm^2.')..rkce2)./(30*f). %comprimento de onda guiado [m] zte=w*mi/betae..' de '.num2str(ntmax)]) for nr=1:nrv. %comprimento de onda guiado [m] ztm=betam/(w*eps). %frequência de corte [Hertz] betam=sqrt(w^2*mi*eps . fi=(nf- fi=(nf-1)*pi/180. % % Cãlculo das derivadas rakce=raio*rkce.0*pi/betam. rkce2=rkce^2. wcm=v*rkcm. t=6*dt. for nf=1:nfiinc:361. Aguarde=([num2str(nt). z=cc*(nz- z=cc*(nz-1)/(nzv). maxhtm=0. %frequencia angular [rad/s] rk=2. end % if (f>fce)|(f>fcm) % CÁLCULO DOS CAMPOS TOTAIS E VALORES MAXIMOS PARA ESCALONAMENTO % dt=1. %frequência de corte [Hertz] betae=sqrt(w^2*mi*eps . % rlambmg=2.0*pi/rlamb.0*pi/betae. wce=v*rkce.bn=1. %Impedância para o modo TM [Ohm] % %Barra de espera de processamento h1=waitbar(25.. %Constante de fase [1/m] % ---------------------------- % Dados para modos TE rkce=jl(n+1. %constante % ----------------------------------------------- rlamb=v/f. maxhte=0.0*pi*f. %Impedância %Impedância para o modo TE [Ohm] % % Dados para modos TM rkcm=j(n+1. aguarde. %fator de propagação beta (gama=alfa+i*beta) rlambeg=2. % for nz=1:nzv.. angular %frequencia angular no corte [rad/s] fce=wce/(2. % for nt=1:1:ntmax.0*pi).rkcm2). 80 . rakcm=raio*rkcm.0*pi). % maxete=0. %comprimento de onda [m] w=2. maxetm=0... 'Em processamento. t=t+dt.l)/a. h1).

nz)=bn*bnrakce*cosnf*cwtbz.rakce)-n*besselj(n.rakce)/rakce.rakcm)-n*besselj(n.nr. sinnf=sin(n*fi).nf. % n par besselde=n*besselj(n.nr. ntst=n2- ntst=n2 -int32(n2).nr. % % Expressoes para o modo TM bnrakcm=besselj(n.nr. hzm4(nt.nz)=- ere4(nt.nz)= -efm4(nt.nz)/zte. end if(ntst<0) besseldm=besselj(n- besseldm=besselj(n 1.0.nz)=- f.nz)=an*betam*besseldm*cosnf*swtbz/rkcm.nf.nz)/ztm.nr.nz)/ztm.nz)= ere4(nt.nr.nr.nz)= -bn*w*mi*n*bnrakce*sinnf*swtbz/(rkce2*raio).nr.nf.nz)^2+efe4(nt.0.nz)^2+eze4(nt. efe4(nt. end if(ntst>0) besseldm=besselj(n- besseldm=besselj(n 1.nf.nf.nr.rakcm).nz)^2+efm4(nt. end % %Expressoes para o modo TE bnrakce=besselj(n.nf.rakcm)/rakcm.rakcm). erm4(nt.nr.rakce).nf.nz)= erm4(nt.nz)=0.rakce)/rakce.nr.nr.nr. hre4(nt. cwtbz=cos(w*t- cwtbz=cos(w*t -betae*z). hze4(nt.nf. efm4(nt.nr.nf.nf. 81 .nr.nz)^2).nr.n f.rakcm)- -1.rakce)-n*besselj(n. swtbz=sin(w*t- swtbz=sin(w*t -betam*z).0.nz)=0.rakce)/rakce -besselj(n+1.nr. end if(ntst<0) besselde=besselj(n- besselde=besselj(n 1.nf.nf. if(maxetm<aux) maxetm=aux.nz)= -efe4(nt.nz)/zte.nf.nr. % n par besseldm=n*besselj(n. if(maxete<aux) if(maxe te<aux) maxete=aux.nr.nf.nf.nf. end aux=sqrt(erm4(nt.nr.rakce)- -1.nz)=bn*bnrakc e*cosnf*cwtbz. erm4(nt.nr.nf. eze4(nt.nf. hze4(nt.nz)= -an*betam*n*bnrakcm*sinnf*swtbz/(rkcm2*raio).nz)= efe4(nt.nr.nz)=- efm4(nt.nr.rakcm)/rakcm- besseldm=n*besselj(n.nf.nz)=- hre4(nt. end if(ntst>0) besselde=besselj(n- besselde=besselj(n 1.nz)=-bn*w*mi*besselde*cosnf*swtbz/rkce.rakcm)-n*besselj(n. end % % derivadas para modo TM if (ntst==0).rakcm)/rakcm.n2=n/2.nz)=an*bnrakcm*cosnf*cwtbz.nf.nf. hrm4(nt.rakcm)- -1.rakce).rakce)/rakce- besselde=n*besselj(n.nr. hfm4(nt.rakcm)/rakcm -besselj(n+1.nf.nr.nr.nf.nz)^2).nz) =an*betam*besseldm*cosnf*swtbz/rkcm.rakce)- -1. % derivadas para modos TE if (ntst==0).nf. % % aux=sqrt(ere4(nt.nr.nf. wtbz=sin(w*t- swtbz=sin(w*t -betae*z).nz)^2+ezm4(nt.nf.nz)=- hrm4(nt. hfe4(nt.nf.nr.nr. cwtbz=cos(w*t- cwtbz=cos(w*t -betam*z). ezm4(nt. cosnf=cos(n*fi). ere4(nt.nf.

nz)=0.) ere4(nt.nr.nz)^2). end y=nrv2+nra*sifi.nz)>0. cofi=cos(fi). end if(erm4(nt.nf.nf. end end end end end % %________________PlANO z=constante (boca do guia cilindrico TE/TM)______________ % % clear mxp2 clear myp2 nfi=1:1:361.. if(maxhte<aux) maxhte=aux. if(maxhtm<aux) maxhtm=aux. for nz=1:nzv. if(ere4(nt. 82 .nr. aux=sqrt(hrm4(nt. for nf=1:nfiinc:361.nf.nz)^2+hfm4(nt.nr.nf.nf.nr. % raio=a*nra/nrv.nf.nz)^2+hzm4(nt.nf. ixx2(nfi.nz)^2+hfm4(nt.) erm4(nt.nr.) if(erm4(nt. cofi=- cofi= -1.nz)^2+hfe4(nt.nr. x=nrv2+nra*cofi. nr for nt=1:1:ntmax.nf..nr.nr.nz)^2+hze4(nt. iyy2(nfi.nz)>0.nz)^2).nr..nr.nz)^2)..nf. for nfi=1:1:361.nf.nf.nr. nrv2=40.nr.nf.. if x>1 x=x- x=x -1. for nra=1:nrv2. % o if abaixo para corrigir erros aproximação if(nfi==181) sifi=0.nz)>0.nra)=1. sifi=sin(fi).nz)^2+hzm4(nt. for jjj=1:nrv2*2. end % end end end end % % Limpando componentes campo elétrico nas bordas do guia guia for nr=nrv:nrv.nra)=1.nf. fi=(nfi- fi=(nfi-1)*pi/180. end aux=sqrt(hrm4(nt.nf.nr. end aux=sqrt(hre4(nt.nz)=0.nr.

nra)=iyy2(nfi. sinfi*ere4(nt.6).nz)-sinfi*hfe4(nt.nf..nf.nr.nz).nr.nf. mxp(i.nz). %%%%%%%%%% obs programador: atencao na varuavael nz t=- t=-dt. cosfi*hrm4(nt.nz).nf.nf.nz)+cosfi*hfm4(nt.iy)= cosfi*hrm4(nt.nr.nf.nf.nr. cosfi*erm4(nt.nf. iyy2(nfi. z=cc*(nz z=cc*(nz-1)/(nzv).nr. for i=1:nr4. -sinfi*efm4(nt. sinfi=sin(fi).nf.nz)-sinfi*hfm4(nt. ixx2(nfi. nr4=4*nrv+1.nr.nr. % ix=int32(nrv2+nr1*cosfi+0.nr.nz).nf.6). hye(ix.iy)= sinfi*ere4(nt.nr.iy)= sinfi*erm4(nt.nz)- exe(ix.nf.nf.nr. hym(ix.nr.nz)- hxe(ix. for nf=1:nfiinc:361.nz)+cosfi*efm4(nt.nf.j)=a*(i-1)/(nr2).nr. end if y>1 y=y- y=y-1.iy)= sinfi*hrm4(nt. for j=1:nr4. eym(ix. end end end end % % if (pl==1) close(h1) % Ajustando as variáveis para a quantidade de pontos nos eixos nr2=2*nrv. nr=0. myp(i. nr=nr+1.nz). cosfi*hre4(nt.iy)= cosfi*hre4(nt.nz)-sinfi*efe4(nt. % cosfi=cos(fi).nz)+cosfi*efe4(nt.nr.nra)+1.j)=a*(j-1)/(nr2).nz).nr.nr.nf.nz).nf.nr.nr.nf.nz)- hxm(ix.nr. fi=(nf- fi=(nf-1)*pi/180.nf. nt t=t+dt.nz).nf.nra)+1.nf.nr. eye(ix. nrv2=2*nrv. end end % % clear exe clear eye nz=nlz. for nt=1:ntmax. for nr1=1:2:nrv2.nra)=ixx2(nfi.nr.nr.nr.iy)= sinfi*hre4(nt. cosfi*ere4(nt.nz)+cosfi*hfe4(nt. end end % 83 .nz)+cosfi*efe4(nt.nf.nr.j)=a*(j- myp(i.nz).nf.nz)- exm(ix. iy=int32(nrv2+nr1*sinfi+0.j)=a*(i- mxp(i.nf.nz).iy)= cosfi*erm4(nt.nf.iy)= cosfi*ere4(nt.nz) sinfi*efm4(nt.

exe.6)).myp. eym(ix. exe(ix.yc.hxe. my=max(maxy).iy)= 0.0.iy)= 0. my=max(maxy).'k'. end scalh=mx/maxhte. title (str).scalh.myp. Modo TE^z^+_'.0. num2str(n). % maxx=max(abs(hxe)). hold on quiver(mxp.0.iy)= hye(ix. exm(ix.myp. hxm(ix.'r'). if(mx<my) mx=my.iy)= 0.0. nexe2=size(exe) % % % Plota TE if (TE==1) % % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxx=max(abs(exe)).'LineWidth'.iy)= 0. end scale=mx/maxete.hxe. yc=a. axis equal axis([0 2*a 0 2*a]) ylabel('') ylabe l('') xlabel ('Campo E (em vermelho) Campo H (em azul)') str = (['Vista do Plano da Seção Transversal para z= '. hym(ix. hold on quiver(mxp. % % xc=a.'-b').iy)= 0.yc.num2str(z).'- quiver(mxp.scalh.hye. maxy=max(abs(hye)).'k'.iy)= 0. if(mx<my) mx=my.2*pi).scale.0. % contourc(plot(xc. maxy=max(abs(eye)).iy)= 0. hye(ix.hye.eye.0.num2str(l)]). hxe(ix.' . mx=max(maxx).'_'.0. fgh=linspace(0. nexe1=size(exe) % % ix=2*nrv2+1. xc=xc+a*cos(fgh). contourc(plot(xc.6)). mx=max(maxx). iy=ix.0.' metros'.iy)= 0. yc=yc+a*sin(fgh). eye(ix.'LineWidth'. 84 .

6)).' metros'.num2str(z). % % Plota TM if (TE~=1) % % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxx=max(abs(exm)). num2str(n). title (str).txt eye -ascii.'None'.scalh. yc=a. Modo TM^z^+_'.'-b'). if(mx<my) mx=my.scalh.'Plano_transversal_TE. 'compression'.'NO') hold off pause(time) %F(nt)=getframe(gcf).avi'.'LineWidth'. %legend('E'.hxm. mx=max(maxx).txt exe -ascii.'_'. yc=yc+a*sin(fgh).' .exm.num2str(l)]).frame) end 85 . %Possibilita a captura da imagem %Criando o arquivo de video a partir da captura da imagem %movie2avi(F.myp. if(mx<my) mx=my.2*pi). axis equal axis([0 2*a 0 2*a]) ylabel('') xlabel ('Campo E (em vermelho) Campo H (em azul)') str = (['Vista do Plano da Seção Transversal para z= '.'k'. fgh=linspace(0. my=max(maxy). end scalh=mx/maxhtm.frame) end save exe.txt hye -ascii. save eye. mx=max(m axx).' metros'. my=max(maxy). save hxe. end scale=mx/maxetm.'Location'.'Plano_transversal_TM. 'compression'. hold on quiver(mxp.myp. maxy=max(abs(hym)).txt hye. hold off pause(time) %F(nt)=getframe(gcf). mx=max(maxx).hym.'Orientation'.'r'). save hye. maxy=max(abs(eym)).myp.'- quiver(mxp.yc.'horizontal'.hym.hxm. % xc=a.eym.scale.avi'. 'fps'. % maxx=max(abs(hxm)). 'fps'. % contourc(plot(xc. xc=xc+a*cos(fgh). hold on quiver(mxp. %Possibilita a captura da imagem %Criando o arquivo de video a partir da captura da imagem %movie2avi(F.'None'.txt hxe -ascii.'H'.

nz).nr. erm(nz.nf. for ii=1:2*nrv.nra1)= -erm4(nt.ii)=cc*(jj 1)/(nzv- -1)/(nzv-1). mrp(jj.nz). hzm(nz.nr.nz). for nz=1:nzv.nz).nra1)= hzm4(nt.nra1)= ezm4(nt.nz).nz). for nz=1:nzv.nz).nra1)= eze4(nt. save hxm.nf. ezm(nz. eze(nz.nf. for nt=1:ntmax.nra1)= hze4(nt.nra1)= hze(nz. hrm(nz. end end % %_______PLANO (corte longitudinal no guia cilindrico TE/TM)_________ if (pl==2) close(h1) % Ajustando as variáveis para a quantidade de pontos nos eixos ii=1:2*nrv.nr. nr=nrv- nr=nrv-nra1+1.ii)=cc*(jj- mzp(jj. end end t=- t=-dt.nr.nf.nf.nra1)= ere4(nt. end end nf=nfiini+180.nf.nf.nra1)= erm4(nt.nf.nz).nr.nz).nf. for jj=1:nzv. save eym.nra1)= hrm4(nt. t=t+dt.nr. mzp(jj. % Pode- % Pode-se plotar vários ângulos for nfiini=1:nlfi. ere(nz. save hym. hzm4(nt. ezm(nz.nz).nra1)= ezm4(nt.nf.nf.nra1)= eze4(nt.nr. hre(nz.nr.nr. hzm(nz.nf.ii)=a*(ii 1)/(nrv- -1)/(nrv-1).nr. eze(nz. nr=nra1- nr=nra1 -nrv.nr.nr.nf.txt hym -ascii.nr.nra1)= -hrm4(nt.nz).nz).nr.nf.nf.nf.nz).nr. hrm(nz.ii)=a*(ii- mrp(jj. hze(nz. ere(nz. hze(nz. for nra1=nrv+1:2*nrv.nr.txt exm -ascii.nra1)= hzm4(nt.nz). erm(nz.nr.nra1)= -ere4(nt.nz).txt hxm -ascii. hre(nz. save exm.nra1)= -hre4(nt.nra1)= hze4(nt.txt eym -ascii.nf. end end % % 86 .nra1)= hre4(nt.nz).nz). for nra1=1:nrv. % nf=nfiini.

mx=max(maxx).'-b').'- quiver(mzp.mzp.hre.scalh. if(mx<my) mx=my. hold on quiver(mzp.mrp.mrp. % % Plota TM if (TE~=1) % % % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxx=abs(max(erm)).'r'). end scale=mx/maxete.frame) end save eze.avi'.' - Modo TE^z^+_'. num2str(n). % % contour(mzp. mx=max(maxx). maxy=abs(max(hze)).'compression'. % Plota TE if (TE==1) % % determinando valor de escalonamento para comprimento dos vetores maxx=abs(max(ere)). if(mx<my) mx=my.mrp. ylabel('Diâmetro (em metros)') xlabel ('Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul)') str = (['Vista do Plano fi inicial = '.hre.num2str(nfiini-1). my=max(maxy).ere.hze. % hold off pause(time) %F(nfiini)=getframe(gcf).'_'. TE^z^+_'.'Plano_longitudinal_TE.scale. my=max(maxy). save hre.' graus'.txt ere -ascii. maxy=abs(max(ezm)). mx=max(maxx).num2str(l)]).txt hre -ascii.scalh. save hze.'w').hze. maxy=abs(max(eze)). end scalh=mx/maxhte.txt hze -ascii.mrp. %Possibilita a captura da imagem %Criando %Criando o arquivo de video a partir da captura da imagem %movie2avi(F. 'fps'. % maxx=abs(max(hre)). hold on quiver(mzp.eze. title (str). if(mx<my) mx=my.txt eze -ascii. save ere. my=max(maxy).num2str(nfiini- '. 'None'. end 87 .

msg7='Mude a Freqüência de Operação ou altere as dimensões do Guia.'- ver(mzp.hzm. save erm. hold off pause(time) %F(nfiini)=getframe(gcf). hold on quiver(mzp.txt ezm -ascii.txt hrm -ascii.hzm. save hrm.'w').frame) end save ezm.hzm. hold on quiver(mzp. titulo8='Erro 4 .mzp.'r').scalh. mx=max(maxx). my=max(maxy).txt erm -ascii. ylabel('Diâmetro (em metros)') xlabel ('Campo E (em vermelho) Comprimento do Guia (em metros) Campo H (em azul)') str = (['Vista do Plano fi inicial = '.num2str(nfiini '. % % contour(mzp.scalh.'. num2str(n).'compression'.num2str(nfiini- r(nfiini-1). 'fps'. titulo8) end %FIM DO GUIA DE ONDAS CILÍNDRICO 88 . errordlg(msg7.mrp. if(mx<my) mx=my.scale.avi'.'_'. 'None'.' graus'. end end end % % else close(h1).hrm. title (str).' quiver(mzp.ezm. maxy=abs(max(hzm)).txt hzm -ascii. % maxx=abs(max(hrm)).mrp.mrp. save hzm.ATENÇÃO!!! O Guia está em corte!!!!'.'Plano_longitudinal_TM. end scalh=mx/maxhtm.erm.num2str(l)]). scale=mx/maxetm.hrm. %Possibilita a captura da imagem %Criando o arquivo de video a partir da captura da imagem %movie2avi(F.scalh.'-b').mrp.hrm.' - Modo TM^z^+_'.mrp.