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Escola de Engenharia

Departamento de Engenharia Civil


Universidade Federal Fluminense

PROPRIEDADE
INDUSTRIAL
Aula Inaugural

TEC00209

Profa. Márcia Valle Real, D.Sc.


marciareal@id.uff.br
13 Março de 2018
Quem é a Professora Márcia Real ???

1973- Enga Química:


- Enga de Processos: Orwec (produção química e metalúrgica);
-Consultoria de Engenharia: Promon, Natron, Salgema;
- Empresária: Gomania (fabricação de balas), Engevalle (manutenção industrial);
1997/2005 – Mestrado e Doutorado, Coppe UFRJ – Enga. Transportes;
2006 – Professora EEIMVR: Transportes, Petróleo, Gestão Ambiental, Processos Industriais;
2010 - 2014: SEA/ERJ: Superintendente de Mudanças Climáticas;
2015: Retorno a UFF – EEIMVR: Princípios de Marketing, Administração da Produção,
Clima e Economia Verde
2018: Escola de Engenharia da UFF em Niterói: Movimentação de Cargas e Propriedade
Industrial
Aluno: _________________________ Idade:____________ Curso:_________________
Período em curso:____________Nível de Inglês: ___________ Hobby:_________________
1. Por que você escolheu esta disciplina? Quais suas expectativas?
2. Você tem o hábito de ler? Qual o último livro que você leu?

3. Você lê jornais, inclusive online, ou só as manchetes? Caso leia: quantos, quais e frequência?
4. Você costuma ver filmes? Qual o último filme que assistiu?
5. Cite pelo menos 2 personalidades públicas que você admira e diga por quê da escolha.
6. Você trabalha ou faz estágio? Caso positivo, em qual empresa?
7. Quantos amigos você tem que moram fora do Brasil?
8. Como você usa o seu celular? Indique seu % / tipo de uso:
Jogos ( %) Redes Sociais ( %) Leitura ( %) Whats App ( %)
Comunicação Verbal ( %) Pesquisa ( %) Outros ( %)
PLANO DE AULAS 3as e 5as.
Aula Dia Tema
1 13/3 Aula Inaugural
2 15/3 Histórico e Tratados Internacionais
3 20/3 Contexto Atual no Brasil e no Mundo
4 22/3 O sistema de proteção nacional para a Indústria - INPI
5 27/3 Tipos de Patentes, Modelos de Utilidades e PCT
6 3/4 Depósitos de patentes
7 5/4 Marcas
8 10/4 Depósitos de Marcas
9 12/4 Desenho industrial
10 17/4 Depósitos de Desenho Industrial
11 19/4 Indicações Geográficas
12 24/4 Palestra Professor Convidado Industria Farmacêutica às 19:00
13 26/4 Avaliação V1
14 3/5 Vista V1 + PCTPLANO DE AULAS 3as e 5as.
15 8/5 Classificação Internacional de Patentes
16 10/5 Sistema de Buscas
17 15/5 Buscas no INPI + Exercícios
18 17/5 Busca no Espacenet/ USPTO
19 22/5 Exercícios Busca Espacenet/ USPTO
20 24/5 Palestra INPI – Professor Convidado
21 29/5 Redação de Reivindicações de PI + MU
22 5/6 Prodedimentos para a obtenção de patente no Brasil
23 7/6 Contratos de Transferência de Tecnologia
24 12/6 Crimes contra a Propriedade Industrial
25 14/6 Avaliação V2
26 19/6 Vista V2 – Apresentação de Trabalhos
27 21/6 Apresentação de Trabalhos
28 26/6 Apresentação de Trabalhos
28 28/6 Verificação de Reposição (VR) – Vista VR
30 3/7 Verificação Suplementar (VS) – Vista VS
Bibliografia
• Marinho, M.E. P., Inovação e Setor Farmacêutico, Editora Saraiva, Série IDP, 2017;
• Silveira, N., 2014, Propriedade Intelectual, 5ª. Edição, Editora Manole, São Paulo, Brasil;
• Uma Introdução à Propriedade Intelectual, Barbosa, D.B, 2010, Tratado da Propriedade
Intelectual, Lumen Juris,
file:///E:/UFF%20CIVIL/Propriedade%20Industriall/Livro%20Uma_introducao_a_propriedad
e_intelectual.pdf;
• Macedo, M.F.G., Figueira Barbosa, A.L., 2000, Patentes, Pesquisa & Desenvolvimento
Industrial: um manual de propriedade industrial, Rio de Janeiro, livro eletrônico Fiocruz;
• Notas de aula do professor Luiz Otávio Beaklini - INPI – UFF, 2017;
Método: A cada semana serão apresentados slides sobre a temática, expondo uma visão

atualizada sobre os mecanismos de proteção de criações e inovações;

• Todos os arquivos referentes as apresentações estarão disponíveis no Conexão UFF;

Escopo e Forma: Aulas expositivas, filmes, leituras e exercícios individuais e/ou em grupo;

Avaliação: Exames oral e/ou escritos, Debates, Trabalhos de pesquisa individuais e/ou em

grupo, Seminários; + Conceito: Participação em classe e Presença.


OBJETIVOS DA DISCIPLINA:
Propriedade Industrial

•- Fornecer aos alunos uma visão ampla sobre a Propriedade Industrial;


•- Apresentar visão geral sobre a legislação nacional e os tratados internacionais;

•- Apresentar os elementos fundamentais da Propriedade Industrial:


•Patentes;
•Marcas,
•Desenho industrial
• Indicação geográfica,
•Transferência de tecnologia;
•Software;

• O que é Concorrência desleal?;


•- Orientar a busca em sites de base de patentes: INPI e outros;
Propriedade Intelectual

É o direito que qualquer cidadão, empresa ou instituição tem sobre tudo o


que resultar de sua inteligência ou criatividade.

Esse direito é protegido através de diversos instrumentos jurídicos e, cada


um a sua maneira, servem para proteger os seus titulares (ou proprietários)
contra o uso não-autorizado de sua legítima criação, talento ou inteligência,
por terceiros.
Fonte: José Carlos de Araújo Almeida Filho – Introdução ao Estudo do Direito da Propriedade Industrial
Tipos de Propriedade Intelectual
Modelo de Utilidade
Patente de Invenção
3 - Propriedade
Industrial Marcas
Desenho Industrial
Indicações Geográficas
Propriedade 1 -Direito
1.1 Direito de autor e Conexos
Intelectual Autoral
1.2 Registro de Software

2- 2.1 Topografia circuitos integrados


Proteção 2.2 Cultivares
Sui Generis 2.3 Conhecimento Tradicional
1 . Direito Autoral
É o que decorre da autoria de obras intelectuais no campo literário, científico e artístico,
expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido
ou que se invente no futuro. São exemplos: desenhos, pinturas, esculturas, livros, conferências,
artigos científicos, matérias jornalísticas, músicas, filmes, fotografias, software, entre outros.
No Brasil, a Lei nº 9.610 de 1998 regula os direitos autorais, cuja gestão está a cargo da
Diretoria de Direitos Intelectuais, do Ministério da Cultura (MinC)
O Direito Autoral pode ser:
- Moral
- Patrimonial.
1 -DIREITO AUTORAL

O Direito Moral refere-se ao direito de natureza pessoal do autor (pessoa física), por isso é
irrenunciável e intransferível. Ele assegura ao autor a prerrogativa de:
• Reivindicar, a qualquer tempo, a autoria da obra;
• Ter seu nome, pseudônimo ou sinal convencional indicado ou anunciado, como sendo o do
autor, na utilização de sua obra;
•Conservar a obra inédita;
•Assegurar a integridade da obra, ou seja, o direito de rejeitar modificações na obra ou,
ainda, utilizações em contextos que possam causar prejuízos à reputação ou à honra do autor.
❖ Quando da morte do autor, esses direitos são transmitidos aos seus sucessores.
1 - DIREITO AUTORAL

O direito patrimonial refere-se à parte do direito autoral que confere ao autor de uma obra
literária, artística ou científica a exclusividade de utilizar, fruir e dispor da sua criação, bem
como de reproduzir, editar, traduzir, adaptar e distribuir sua obra.
O direito patrimonial também permite ao autor usar sua obra para fins econômicos. Ou seja, por
autorização prévia e expressa do autor ou de seus sucessores, este direito poderá ser negociado
e transferido para uma pessoa jurídica ou outra pessoa física, que poderá adquirir a sua
titularidade.
Do ponto de vista empresarial, esta é a parte do direito autoral mais importante. O direito
patrimonial permite ao titular a atividade comercial e com isso a geração de riqueza e criação
de valor, garantindo o retorno financeiro para o autor e toda a cadeia produtiva do setor das
artes, ciências e literatura, na comercialização dessas obras.
1 - DIREITO AUTORAL

Prazo de Validade: varia conforme o país, mas normalmente encerra-se com a validade dos
Direitos Patrimoniais da obra e varia entre 50 e 70 anos após a morte do Autor, e após esse
período a obra entra em Domínio Público.

Uma obra goza de proteção de direitos de autor a partir do momento em que é criada,
independentemente de qualquer registro ou formalidade.

Embora opcional, o registro facilita a solução de disputas quanto à titularidade ou à autoria,


transações financeiras, cessões, licenças e transferências de direitos.
DIREITO AUTORAL
1.1 Direitos Conexos
Proteção de direitos conexos: refere-se à proteção de artistas intérpretes ou executantes,
produtores fonográficos e empresas de radiodifusão, em decorrência de interpretação,
execução, gravação ou veiculação das suas interpretações e execuções.
Essa proteção não afeta as garantias asseguradas aos autores das obras literárias, artísticas ou
científicas.
Os direitos de autor e os direitos conexos protegem diferentes pessoas.
Por exemplo, no caso de uma canção, os direitos de autor protegem o compositor da música e o
criador da letra; já os direitos conexos se aplicam aos músicos e ao cantor que interpretam a
canção, ao produtor da gravação sonora (também chamada de fonograma) na qual a música é
incluída e às empresas de radiodifusão que transmitem a música.
1- DIREITO AUTORAL
1.2 Registro de Software
O que protege o autor de um Software?
A proteção à propriedade intelectual de programa de computador é a mesma dada às obras
literárias pela lei que trata dos direitos autorais e conexos (Lei de Direito Autoral).
Além dessa lei, há uma legislação específica que trata do assunto: a Lei nº 9.609, de 19 de
fevereiro de 1998, conhecida como Lei do Software.
A qualquer tempo, é direito do autor:
• reivindicar a paternidade do programa de computador;
• opor-se a alterações não autorizadas, quando elas implicarem deformação, mutilação ou outra
modificação do programa de computador que prejudiquem a sua honra ou a sua reputação.
Todos os softwares estão protegidos pelos direitos autorais?
O software protegido pela Lei de Direito Autoral é o conjunto organizado de instruções
necessárias para o funcionamento de máquinas automáticas de tratamento da informação,
dispositivos, instrumentos ou equipamentos periféricos.
É o que faz um computador ou seus periféricos funcionarem de modo e para fim determinado,
como por exemplo: um processador de texto ou um sistema operacional.
São as linhas de programação que formam um software em sua forma original.
Inicialmente, um programador "escreve" o programa em uma certa linguagem, como C++ ou
Visual Basic e para executar esse soft, o programador precisa converter a programação em
linguagem de máquina, a única que o computador é capaz de entender.
É preciso registrar um programa de computador para obter a proteção?
Os softwares são protegidos pelo direito autoral, e portanto, o registro é opcional.
Mas, por serem um patrimônio que possibilita intensa atividade comercial de licenciamento,
principalmente para as empresas da área de tecnologia da informação e comunicação (TIC),
geralmente eles são registrados nos órgão competentes.
Vale salientar, porém, que tanto a pessoa física como a jurídica podem requerer o registro de
software.
No Brasil, o registro é feito no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), ressaltando-
se que, no caso de litígio, o registro é uma forma de comprovação de autoria.

Exemplo: Minha tese de mestrado


Idéia e lógica não são
registráveis!
E nem patenteáveis!
2 -Proteção Sui Generis
O ramo da proteção sui generis envolve:
2.1 - Topografia de Circuito Integrado:

É um conjunto de interconexões, transistores e resistências, dispostos em camadas sobre


peça de material semicondutor. É um conjunto organizado de componentes, em
microescala, mais conhecidos como chip de computador.
2 - Proteção Sui Generis
2.2 – Cultivares :
Referem-se a novas variedades de planta, não encontradas na natureza, que tem características
específicas resultantes de pesquisas: genética, biotecnologia, botânica. Segundo a Lei de Proteção
de Cultivares, Lei n.° 9.456/1997, cultivares são espécies de plantas que foram melhoradas
devido à alteração ou introdução, pelo homem, de uma característica que antes não possuíam.
Elas se distinguem das outras variedades da mesma espécie de planta por sua homogeneidade,
estabilidade e novidade.

As cultivares desenvolvidas em território nacional e


caracterizadas como novas cultivares, depois de cadastradas
junto ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA), passam a compor o Patrimônio Genético Nacional.
2.3 - Conhecimento Tradicional

Os conhecimentos tradicionais envolvem saberes empíricos, práticas, crenças e costumes passados


de pais para filhos nas comunidades indígenas ou em comunidades de certos locais. Por isso, seu
acesso é controlado para evitar usos indevidos em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos
por meio de bio prospecção para aplicação industrial e aproveitamento comercial.
Os detentores dos conhecimentos tradicionais têm procurado resguardar seus interesses pelo
sistema de propriedade intelectual, protegendo-os contra a apropriação indébita de seus
conhecimentos para fins econômicos, pois o aperfeiçoamento de uma tecnologia antiga gera
novos e valiosos produtos.
No Brasil existe o Decreto nº 4.946, de 2003, regulamenta o acesso ao patrimônio genético e ao
conhecimento tradicional associado.
O que é um saber tradicional?

O caso do Açaí: Florestabilidade

https://www.youtube.com/watch?v=KUeSaQfnW2E

QUIZZ 1.1 –
Faça uma síntese do filme com 30 linhas (mínimo), Arial 12, espaço
entre linhas de 1,5
Propriedade Industrial

“A propriedade industrial é um dos tipos de propriedade intelectual.

Abrange a proteção de atividades, produtos, idéias ou símbolos que estejam

relacionados a um processo industrial ou comercial. É o caso das patentes, das

marcas, do desenho industrial, das indicações geográficas e dos segredos de

negócios.”

Fonte: José Carlos de Araújo Almeida Filho – Introdução ao Estudo do Direito da Propriedade Industrial
O que é Propriedade Industrial?

Propriedade Variedades de Topografia de Circuitos


Copyright Software
Industrial Plantas Integrados

Indicações
Desenho
Marcas Patentes Industrial Geográficas
Fonte: Adriana C. Moreira
PATENTE

É um documento expedido por um órgão governamental, que descreve a


invenção ou o modelo de utilidade e cria uma situação legal em que,
qualquer dessas criações, quando patenteada, só pode ser explorada com a
autorização do proprietário no país onde concedida.

Órgão responsável no Brasil é o INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial


MARCA
É um sinal que permite distinguir produtos industriais, artigos comerciais e serviços
profissionais de outros do mesmo gênero, de mesma atividade, semelhantes ou afins, de
origem diversa.
DESENHO INDUSTRIAL

Protege a forma plástica ornamental de um objeto ou um conjunto ornamental de linhas e

cores aplicável a um produto.


INDICAÇÃO GEOGRÁFICA
Indicação de Procedência: nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu
território, que se tornou conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de
determinado produto ou prestação de serviço;
Denominação de Origem: nome geográfico de país, cidade ou região ou localidade de seu
território, que designe produto ou serviço, cujas qualidades ou características se devam
exclusiva ou excessivamente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.
Queijo
Champagne só os da região
Roquefort (só o da França)
de Champagne na França
Os Similares são
Os demais são chamados
Gorgonzola
Prosecco ou espumantes

Queijo Serra da
Estrela é só o de
Portugal
O que é segredo industrial?
Pessoas físicas ou jurídicas têm a possibilidade de preservar a natureza confidencial de uma
informação e evitar que tais informações, legalmente sob seu controle, sejam divulgadas,
adquiridas ou usadas por terceiros não autorizados, sem seu consentimento, desde que tal
informação:
•Seja secreta, no sentido de que não é conhecida em geral, nem facilmente acessível a pessoas
de círculos que normalmente lidam com o tipo de informação em questão;
•Tenha valor comercial por ser secreta;
•Tenha sido objeto de precauções razoáveis, nas circunstâncias, pela pessoa legalmente em
controle da informação, para mantê-la secreta.
Fonte: Portal da UFTPR
Quais as vantagens da proteção por segredo industrial?
O uso da estratégia comercial de proteção de ativos intangíveis, envolvendo o segredo
industrial, garante à empresa o direito de exclusividade, mas não configura o direito
sobre a propriedade desse bem intelectual. Algumas vantagens para utilizar o segredo
industrial como formas de proteção incluem:
•Não há custos para registro;
•Não há necessidade de tornar a tecnologia pública, como no caso da patente;
•A duração do monopólio é ilimitada (enquanto o segredo existir);
•O efeito é imediato.

Fonte: Portal da UFTPR


O que é know how?
Know how se constitui em uma arte de fabricação. Envolve a reunião de experiências,
conhecimentos e habilidades para produzir um bem. Compõem o know how:
•A habilidade técnica do profissional, operário ou artífice, que é intransmissível,
inseparável da pessoa que detêm este tipo de arte.
•A parcela da arte que o profissional técnico ensina ao aprendiz, e que, pela
assistência pessoal, pode ser repassada em um contrato de transferência de
tecnologia.
A essência do know how está nos conhecimentos técnicos somados àqueles que
integram o estado da técnica.
Exemplo: O caso da Grand Paroisse
Fonte: Portal da UFTPR
Importância Ter um sonho,
desenvolver
uma nova
de ideia.
Porém...
proteger as
criações

Da apresentação de Rita Pinheiro Machado - INPI


Se não for
protegida, pode-
se perder o
direito a ela!

Da apresentação de Rita Pinheiro Machado INPI


Resultados brasileiros baseados em conhecimento

• Eleições eletrônicas
- 100 milhões de eleitores, resultados às 23 h
• Extração de petróleo em águas profundas
- 80% do consumo brasileiro
• Aviões a jato Embraer
• Agronegócio (Embrapa, IAC, UFV, Esalq)
- Maior e mais eficiente produtor de Etanol
- Soja mais produtiva
Veículos Flex-fuel
(Apresentação do Dr. Evando Mirra)
Palestra de Leandro Karnal sobre

Lei da Propriedade Intelectual

https://www.youtube.com/watch?v=cEIIdyaZtPk

QUIZZ 1.2 –
Faça uma síntese da palestra com 30 linhas (mínimo), Arial 12, espaço entre linhas de 1,5