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EL INGEN IOSO HI D A L GO

D O N Q U I XO TE
D E L A M A N CHA
C O M P U E STO

P OR M I G UE L Á
D E CERV N TE S SAAVE D RA .

N U E VA E D I CI ON

CO RREGID A

P OR LA RE AL A C ADEMI A E S PANO LA .

P A R TE S E GU N D A .

TO M O III .

CON SU P ERIOR PERM ISO
A D RI D
EN M

ro n D ON J OA I I A A I O
QU N B RR M P RE S R D E CÁ A A M R DE s. M .

Y DE L A RE A L I
A C AD E M A .

M D CCL XXX.

PR IN CIPI O S
D E L A PRIM ERA E D ICIO N .

ASA Í
Y He a do d Vall ej o Es crib ano de C ámar d l R y e s o Se o r d l o s
o rn n e a e e nu tr ñ e
que re siden en s u o s j d y f que h ab i ndos e s to po r l os e o re s d un
C n e o o e é Vi S ñ él
que co mpu s o Miguel de aavedra intitulado :D Qú
, ,

1 b C erv á nt es S
d l
'

ro on zx o te

M ancha s egund a p a t que con l icenci a de M ages tad f i mp res o l e á
1 e a
re Su ué t as ro n
á qu at r o m d c ad a p l iego en p ape l e l qu a l t ene s etent a y t re s p g que
,

arav e x
s 1 he os

al dic h o r e s peto s u ma y m o n t a dociento s y n o e n t a y do s mara v edi s y m á v and

ro n que es ta a a s e pong a al p m p de cad a m de l d h b p ara
t s r ci io v o lú en 1c o h ro
qu e
sepa y entiend a l o que po r s e h a de p d y ll v s in s e e ced en
,

se él e 1r e ar,
qu e x a
e ll o en í al g na co m o cons ta y p arece po r e l
n anera u y dec reto o rigin al au t o

b r e ell o dado y que ued a en m i p d á me ñ y de man am e n to
so

q o er ,
que re ero ; d i
de l o s dicho s Se o re s de l C s j y de pedi m ent de l a P arte de l dich o Migue l
ñ on e o o

de d i e s t a f en M ad r id 5 v einte y uno d í as de l m e s de 0 u b r e de
C erv á nt es e
,

1 t
m l y s ei s cien t o s y quince
i : fí d d Vallej o añ o s . erna n o e .

A P R O B A C I O N .

P co mi sion y m anda do d l Señ ores d l Cons ej o h h ech ve r e l l ib r o
or e os e e o

contenido en e s te m e mo ri al N contiene co sa contra la f i b uenas o s tu m o e n o

b s á e s k hro de m h l ícito m e clado de much a filos ofí a
,
.

re nt es im uc o ent ret en r ent o z

m o ral p éd l d ar l icenci a p imp imí l E Ma d r id 1 ci co de N o ie mb r e
,

u es e e ara r re n 2 n v
yq
_
.

de 11 1 1 1 s els cient o s uince = . D o ct or G utierre d e Cetina .

A P R O B A C I O N .

P o mi s io y m and ado de l o s Se o re s del C onsej o h is o la s egu d a p ar
or c n ñ e v t n a

t e de m ote de la M anch a po r Mi gue l de C
Don Saa d a N con erv á nt es ve r o

iene co sa contra nue stra santa f catól ic a b uenas co s umbres muchas
.

t e ui t á nt es
de ho e sta n y ap acibl e divertim iento que l o s a ntiguo s j gá
rec reacio n uz ro n c o nv e

su s r ep bl ic as pue s la s e vera de I L d m
, ,
'

nient es á ú á aun os ac e e o ní o s lev ant ro n es t a

tu a á is y l o s de Te sal i a la d d
la r a, ñ m l o dice a a a r e fe rido e icá ro n eát as co o P u s ni s

de B os io lib d S g E l p ale ntand o á n mo s march to s y espí r us m e
2 e í ní s cc es ca 1 0
,

i i it
de que s e acordó Tul io en el Pr im er o de L g b y el P oeta diciendo
. . . . .

l ó
anc licos e í zzs ,

nterpone i i d m g d í I í íu s nter u au

¿z cu r s .

Lo qual hace el auto r m e clando las ve ras á las bu rl l o dul ce 5 1 p h
z as 1 0 rq v ec o

so y l o m o ral á l o faceto dis im lando en e l ceb o d l don ayre el an uel o de l u e z a
TO M . III . A ij

t ue ur r . . . que á :que no to das las p m á un m m tie mpo e stán di spues tas pa a d . e n C iñ n es . 0 _ . c est o s e n es q ra e ingenio h onra y stre de nue stra ac on dm y inv idi a de las a a _ . o a en í c o nt nenc g e r x ano s y m enti r o s o s 1 b r o s d uyo contagio hab i a cundido mas de l a r e p . ert co er a v n e rero t e ñ de s ei s ciento s y q i c h a b iendo ido e l Il í im Se ñ o r D B e rn ardo d . ZZ y c mpl iendo con l acertado asu o en q p retende la e puls ion rep rehens ío n u e nt ue x de b de c b ll í s pue s con s u buen a diligenci a m m ló s li . ñ o en n sus co n nant es se t n an a . e me di in as gu s o sam en e h ab r á b eb ido qu ando mé 1 i ma gine s in qmp h i c t t no s 0 ac o n a sc al guno l o p r ov cho s o d la d o i de s u v i ci o con que s e h all ará ( que e e et es t ac o n 1 m as difí ci l de con s egui rs e ) gu s to s o y H h a b ido m c h . a z e r. sa v c . nt es o st e as ls o r a mi i las t r c tas 6 caute rio s á al g no s much o mej o r r eci ben las bl andas y re e nt es u s u ave s m edicin as con uy a pli a i e l ate nt ad o y docto m édico on s igue e l fi . m igo s de b uenas l t s s e ll gá á mí y 5 otro s C apella ne s del Car denal mi . ex ra ' a au t o r de 1 b r o s que con gene ral a plau s o así po r s u deco r o y decenci a co m . un e o n a d é i de b id a 5 b uen é mp l i i r tude s m al s mucha di i y e r . as n a . z el rigo r del hi B ien diferente h se ntido de l os e s cri o s de Migue l de C á erro an t erv n te s así n ue s tr n a c i on co m o las t ñ as Pue s co m o á m i la g r o de s e a n v e r e l . a e ra e ro n Se ñ o r de s eo so s de sab e r que l b de ingenio andab an mas val ido s y d . t ent nces v enen q d s i no p h ue ar. a a er a mp ” x añ o s a ent e ali ian do d s u contagiosa dol en i a á é ro s R y os b muy dign a de s u g rand . _ lu ñ l a 1 rac¡ o n ext r ñ s Es te mi l o & E M a dr id á 7 de M ar o de 6 5 . ue no p á p ara h ace r c ap a al O que tocan de s u áspe ra p h s io y po r as ro n z VICI re re en n. g o e t uv ro n ac t r e r y l o s v icio s que a j d i mpru den e m en e q í ié co rregir en muy peo r es ad . sos t nt e re re ens o n n fue r e oc a do de la en fe rm ed ad q p retende c a en l o dul ce y sabros o d s us . ec nc a 1 á xe o n V or e nt es eru c on v c h mi t o así en la i d s u b ien s egui d o as unto p a a e tirp ar l o s . e ran e e de l o s que í ié aco mpañ ando al Emb d tan c t s s co m o t di d s y v n ro n axa o r . . or e e en en o . on x e a an a erv nt es aa v d a y no h all o en él co sa in dign a de christi ano z l i que disuene de l . n z do con todo m ole sto trab aj o h t i a pue s no pudiendo imitar á D óg su e err l enes en 1 ñ ló f y doc to a r evid a po r no deci r l icencio sa y d l mb d m . x ro s t o can o a cas o en e ste q y est ab a censu rando pé yé e l no mbr e de Migue l d ue o a nas o ro n e C erv á qu a ndo s e nt es m á 5 ha ce r l engu as enc ar eciendo la co enz im i en ro n es t ac o n que í en B a c c m o l o s Rey o s e í s u s o bras l . car o enera de M d i d C o rte de S M age s ad h v i sto e ste 1 b de la s egund a p arte d l or u t e 1 ro e Q ui ote d l M ch po r M igue l de C á S a r I ngen ioso Ca b allero D . . n 1 z 1 1 . v e n tura des cubren c am ino s p ara s g i l has a ó igno rado s con que i e u re. V b ll 1 e c a a en as c o ue ñ j l erau s to co m o en la l d l l g g c as te ll a no no a du l te ra do con _ x sura e en ua e en q f d a o sa y e studiad a f i (vicio ra o aborrecido de h o mbre s cuerdo s ) :y a ect ac o n co n z n en la i d v i c i s que gene ralm n t e t c a oc as io a do de s u s a gudo s di s u r c o rrec o n e o e o n o gu ard a con a a co rdura l as leye s d p fi i christi a a que aquel que . t o . . 0 so o t l es a u ra a ent e e p retenden im itar en l o cínico gá d á m ldi i inventando c aso s q engrg n o se a c ent es . . El M J ' es arec er . l t ue á su Il í ím h i o el E mb d de F c ia que vino 5 tra ar co sas to a n e s á u st r s a z axa o r ran t c t l o s c asamiento s de su s P rí ncipe s y l o s de Es pañ a muc h o s c ab all r o s F c s s . A P R 0 B A C I O N . ph sa dc Va d í ví els a . rro a a t t u s ro n . . c a c c on c n de re s olv erlas :érm ino que muchas vece s m j que no e l que s e alca n a con t es e o r. es 0 p h did q re re en o a u os ue po r no h ab e r sab ido te mplar i me clar á p ropó sito l o útil con l o dul ce han d a . á l mé re re ens o res mae str o s dél H á odio s os á l o s bien enten o no s cense d i d s con l puebl o pierden e l c rédito s i al guno ié para ími í su s sc it o s . 1 o po r la su a idad y blandura de su s dis cu rso s ha n recibido E sp añ a F ranci a Ital ia v A l ma ia y F lá d con v d d que en e inte y ci co de F b de s . I com i si on d l s eñ o D octo r Guti err de C i Ví í g I desta Villa ) e r e et na . a o u n e ustr s o on e S a ndo v al y R ó C ar den al A r o b i s po de To l edo m i S ñ o E p ag ar la v i s i a q .

uí era ' so i ri íere v en iere u a es l ibr s m ldes y aparej o s q de o o y m ncurr a en pen d e in enue l t uv iere as i a o on . ar él nt es 1 i ero s e v d l o g ante ll s juntamente e l dic h o o r igin al p a a que s e ve a . encio n . Gal ate a qu e l guno dello s tiene cas i d m mo ia l p ri mera par e d s ta y las N a e e r a t e velas F eron t anto s sus enc areci mientos q m e & í ll evarl e s que vies en e l . o z ñ i ten des de e l dia de la fecha de es ta nues tra dul a en adelante v o s ó la pers o Cé na que para ell o vu es tro Pode r y no otra l g a P odais i m pri mi r y ven o v iere a un der e l dich o l b que de s e hace m 1 ' 1 0 :y po r la p r e s ente d arno s l cenci a s uso . . t uv ím o slo Po r p y e s p a cio de die a o s cu m p l do s p r i m e r o s s iguiente s que co rra n y s e cuen . . t á . _ e un o toc a l o s lí m ite s de l is onj e ro el ogio :mas la verdad de l o que cortam ente digo des . h a ce en e l c r í tico la s o s p c h y en mí e l cuidado :d m que e l dí de h y e a. i y facu tad á q q i mp re so r de nue stro s Reyno s que mb á d p ara que l u al uier no r re es d ran e el dich o tiem po l e pued a i mpri m i r po r el o rigin al que en e l nues tro C on u t s ej o s e ó que ub ricado y fi rmado al de H ern ando de V allej o nue str o E vi va r fin s b cri ano de Cám a y uno de l o s que en r es iden con que á y P m que .id d l I d xo b lg í ' s z necesib i pl í Di a e za e o z ar ¿ es cr r e ¿ os qu e nu nca g b d i ¡ mm t en a a u n a nc aq b i d él p b g i ue co n s us o ra s s en o o re . ni n st é k a s usodicha pena de c so incurri r en las penas contenid as en la dicha P má . tor es t ro n x re u nt ro n muy po r m eno r su eda d s u p f i c al ida d y c antidad H llém obl igado á . 2 c i ri íere n 1 t la dicha y tasa has ta que á y Pr im e ro el dich o b e sté co rregido c o rreccio n nt es ll l0 ' y tasado po r l o s d nue stro C ons ej o y e stando h ech o y no de otra m el . e o o o l e s Palab a : p í l ¡ mb . r correcto r po r N no mb rado s e ó y co rrigi la dicha mp os P o r e l dich o vi . anera. 1 t rai ais e ú . IVIL EGIO P R . a ectuo sa y falsam ente dice de b l s p retende s e r r emunerado de v eras E M adrid i vei ur a “ n s n y sie e d F b de mil s ei s ciento s y quince E lL i i d M á q T . en a . o n ue o ec dellas que imá con ml de mo straciones de vivos des eo s P g á m au . e ro es o n a e d c i que e ra v i j s ldad h idal go y p ob re :á qu e uno r espondió e stas fo rma . r s l i ues ¿ E sp añ a m y ic y ta za d d l re no e t ene u r o s us tenta o otr o de aquell o s c ab all er o s con e s te pensamiento y con . aer . n t ponga e s a nue stra l icenci a y la p b i t asa y e rra as l o podais ende r t a ro ac o n t ni ¡v venda i s vo s i otra pers on a al gun a ha a que est e l dich o hr o en la fo rm . re ti ca y l eye s de nue stro s Reyno s que s ob re ello disponen :y mas qu e durante e l dich o tie mpo pe rs on a al guna s in vuestra l icenci a no l e pued a imprim i r d ni v en er. e r. cenci a p ara l e pode r imp rimi r y p r v l egio po r veinte a o s ó co m o la nues r a i i ñ t m erced fues e l o u al vi s to po r l o s d nues t ro C ons ej o P o r qu anto en el dich o q el k hr o s e h i o la di l igenci a que la P m z po r N s ob re ello fecha dispone f re át ica os ue c dad que deb íam o s ma nd ar dar e sta nuestra d a en la dicha z y N . y hab ero s co stado much o trabaj o y e s udio no s supl icaste s o s mand s emo s dar l i . e ' E m i p b li ? A d ú r o co cu 10 mu ha g d z a y di : c a u e . . . I qua p ar e d vo s M i guel d C á S aavedra ñ é fech a ) or nt o or t e e erv nt es no s i re lacio n que h abí a es co mpue s to la s egunda Parte de D Q ui ote de l M cha on x a an de la h í d p re sentacion y po r s er l b r o de h i sto r i a agrad abl e y h sta qual ac a es i o ne . pued a i mprim ir e l di ch Principio y p r ime r p liego en e l qual i mediatam en e o. a e as a o no se li j á quien no tiene con que ceb ar e l P ico de l d l d que aunque f s o n ea a u a o r. te t e e rero . . ni e al auto r y pe rs on a 1 uy a co s t a l o mp m i 5 ot ra al gun a p ara e fec o d e . a a r co todo l m d B ien c reo que e stá p ara censura un poco larg a al guno di rá que . . = cenc a o r uez _ ó rres . a or o Cé ul ra o n os P o r b ien la qual vos d am o s l icenci a y faculta d p ara que po r tiem . ó i res io n . t rai ais e o co n r si la dicha mp e s tá confo rm e ¿ él 6 g f en p b l ic a fo m a como po r i res io n . pena que el que l o mp m y d haya pe rdido y pie rd a q l q … . o riginal y mas al dich o i mpre s o r que ansi mp im e l d ch o l ib ro no imp ri ma i r iere i el p rincipio y Pr im e r Pl iego d entregue mas d u n s ol o l ibro con el o riginal él.

. . P or ma nd d o de l R y ue s t r o S ñ a e n P d d C e o r. " ¡U ta mi l maravedi s p c ada or q l c n r r v ezio hi i de l qu l dich a pen a ue o o t a c ere a a s e a la te rci a parte para ues ra C ámara y la otra te rci a p arte para e l Jue que . de aquí adelante que vo s guarden y cumplan e sta nuestra Cédula y m erced q . . n o res n í l de la nue s t ra C a a y C o r e y Ch s ill í y t á ot ras q l q i anc j u s er as u a es u era tic:as de tod as las Ci d d s Vi llas y Lugare s de lo s nues tro s Reyno s y S ñ í s g u ac es u a e e oro y á cada uno en su j idi i ans i á l que a gora ur c on . t i z a o s. e ro e ont rera s . n t z lo i s ent enc are y la otra terci a p arte pa a el que l o denunciare y mas á lo s de1 r ue stro C ons ej o P re s ide te s Oid de las nue st ras A udienci as A l calde s A I . s o a a uestra m c d y de die m il m d para la nue stra C áma a Dada en M ad rid 5 er e z arav e 13 . r 2. reint a d as de l m e s de Mar o de m il y s eis ciento s y quince ñ : YO EL RE Y n . co mo á l o s que s erán os so n . ue ns i v os hace mo s y contra ella no ayan i pasen en mane ra l g v n pen a de l a u na .

I m s ido e l grande E mp e rado r de la Ch ina pu e s e n lengu a clzznes m h a b r á u n m e s qu e me es crí ózo u na ' ' ' c arta c o n u n p rop io p zdzend o me o p o r mej o r d ecir ' ' ' ' . D E D I CA TOR I A A L CO N D E D E L E M OS V E lo s dí a s p a sa do s mis Co ' nv zand o . s u lzcá nd o me s e le env zas e p o r q u e qu e rí a f ' u ndar u n ' p . g q . . . h a c alz ado y s e ¡za pu e st o e n c a min o y s i cl allá ” ' llega m e p ar ec e qu e h a b ra / zeclz o a l u n s e r v ic io ¿ í g ” V E p o r qu e e s mu ch a la p rie sa qu e de znfímt a s p ar ' ' . b ie n me acúem o dzxe qu e D on Qu í aéo ' ' s i t e gu edaáa calz adas las e spu elas p ara ¡r á b e s a r las ma n o s á V E y a/ zo m di o u e s e las . . ¿ í nt es imp re s a s qu e r ep r e s e n tadas . . medias . . te s m e da m qu e le e n ví e p ara qu itar e l ¿ m ago c ' y la na u s e a qu e h a a u sado o t ro D o n Q u zxo t e gue c o n n o m b r e de s egu nda p art e s e h a disfraz ado co r r ido p o r el o r be y e l qu e m as h a m o strado des earle .

. s zb/ e Vé n a V E c o n la sal u d e e s d es ead o ' . . ' u e e n n u e stra le n u a s e h a a co m p u es t o qu ie ro d e c ir q g y . t o í des e ar Co n est o le desp edí c o n e st o m e d esp id o ¿ . de lo s de e ntre te n im ient o y ¿ln qu e m e arrep ient o de Ízaber d icho e l m as m alo p o rqu e s egu n la op in io n de m is a migo s ¡za de llegar al extre m o de bo ndad p o . q . .o nar c a e n N áp o le s t e ngo al gra n de Co nd e de L e m o s qu e s in ta n ' de Co legio s m R ect o rí a:m e s us t ent a ' t o… c . v u e stra Ch ina ¿ í las diez ' d eí s v o lv e r o í las v e in ¿ te o las qu e wms desp a ch ado p o r qu e y o n o es t oy ' ' c o n salu d p ara p o n e r m e e n u m largo v zage ad emas ' . a e stará P ers í les p a m be sarla lal c mano s o lo s y yy . de D o n Qu zxo t e. . m e a mp a ra y hace m as m e rc ed qu e la qu e y o a c ie r . v v olente . Mígu el de Cerwí nt es . algu na ayuda de c o sta resp o nd í me qu e m p o r p m ' ' 0 sa m ie nt o P u es hermano le resp o ndí y o was 03 ¡Do . S z í s mu n g da lib r o í qu ie n darefí n de ni ro de qu atro mes es D eo . UZ “ Co legzó do nde s e leyes. g . . j u nta m e nte c o n est o m e decí a q u e ' u e s e o ¿2 s e r e l R e c t o r de l tal Co le zo P f re u nt ele ' y - g g . es y . S aa v e dra . q u e s ob r e e star en f ermo es t o y m u y s in d in ero s . p ies c. q ue u . mo de Oct ub re de mil s eisc ie n t o s C i ' g uznce r ad o . . de V E . o m o c r iad o qu e so y d e V E D e M adrid ú lt i . ¿ ' . ' . . y E m . . e l qu al Iza de s er o el m as malo o e l méj o ? . al p o rt ad o r s z S u M gges t ad le Izabza dado p ara mí ' ' . . . of r e cie ndo V E lo s t móaj os de P ers í / . p era d o r p o r E m era d o r p y M o nar c a p o r M . la le ngua c astella n a ' g ue qu e e l lib r o qu e s e leyes e fu es e el de la / ' zzs t o rí a ' rza . .

s ieras tú que 1 0 diera del asno del mentecato y del atrevido . álame Dios y con quanta gana d eb es de ' estar espe rando ahora lector ilust 1 e ó quie t plebeyo este P rólogo creyendo hallar en él vengan z as riñas y v ituperio s del auto r d el segundo Don Quixote digo de aquel que dicen que se engendró en Tordes illas y na . y all á se lo haya L o que no he P odido d é xar de . sent ir es que me note de viejo y de manco ' . como si hubiera sido en mi man o haber detenido … el tiempo que no pasase P or m í 6 si mi man ' quedad hubiera nacido en alguna taberna sino en ' la mas alta ocasion qu e v iéro n los siglos pasado s. d ar este contento que puesto que los agrav io s des iert an la cólera en los mas humildes pechos en P el mio ha de padecer exc ep cio n esta regla Qu i . ' los presentes ui esperan v er los venideros S i m1 s . c ió en Tarragona P ues en verdad que no te he de . ' heridas no resplandecen en los ojos d e qui en las — TO M . B . P ero no me p asa por el Pens amien to c astigu ele su pecado con su P an se 1 0 coma .If á … ” la v w P R O L O GO A L L E C T O R .

. mas bien P arece muerto en la batalla que libre en la fuga y es esto en mí de manera que si . sentido t amb ien que me llame invidioso y que c o mo ignorante me describa que cosa sea la invidia . . ' UZZZ mira son estima das alo méno s en la est1 mac¡ o n de los que saben donde se c o b ráro n que el soldado . º sabiendo que n o s e ¿na de añadir añ ic cio n &l añ igí d o . quisiera ánt es haberme hallado en aquella facc io n prodigiosa que sano ahora de mis heridas sin ha berme hallado en ella L as que el soldado muestra . contengo :mucho eu los términos d e mi modestia . que me dices que ando muy limit adº l y que me “ . ahora me p ró p us ieran y facilitaran un imposible . no conozco sino á la santa á la noble y bien i n tencionada y siendo esto as í como 1 0 es no ten de perseguir á ning a n Sacerdote y m s si “ g y o o a tiene por añadidura ser familiar del S anto Oñ cio _ y si él 1 0 dixo por quien parece que 1 0 d ixo en . ! ' . . . en el rostro y en los pecho s estrellas son que guían á los demas al cielo de la honra y al de desear la j usta alabanza :y hase de a d v ertir que no se escribe con las canas s ino con el entendi _ miento el qual suele mejorar se c o n 1 03 añ o s He ' ' . añó s e de todo en todo que del tal adoro el in " " ' g genio admiro las obras y la o c upac io n continua y virtuosa P ero en e fecto le agradecl . cas que exemplar es pero que son buenas y no :1 0 pudieran ser si no tuvieran de t o d o P aréc eme . á este …se ' ' . ñ o r autor el decir qu e mis N ovelas son mas s atí ri . que en realidad de v erdad de dos que hay ya. . . r y que la que debe de tener es te señor ' duda eel .

mo dineros y tantos dineros quanta fama y pa ra irmac io n desto quiero que en tu bue n donayr e c o nf y gracia le cuentes este cuento .gran de pues no o sa parecer camp o abierto y al cielo claro enc ubriendo su nombre fingiendo su patria como si hubiera hecho álgu na t raic io n de lesa Magestad Si P or ventur a llegares á conocerle . dile de mi parte que no me tengo por agravia do que bien sé lo que son tentaciones del demo nio y que una de las mayore s es ponerle á u n ho mb ye en el entendimiento que puede c ómp o ner y imprimir un libro con que gane tanta fama c o . como mejor podia le acomodaba el cañ ut o en la parte que so p lándo le le P onia redondo como una pelota y en teniéndolo desta suerte le daba dos almad it as en la barriga y le soltaba diciendo á los P circunstantes ( que siempre eran muchos ) :pensarán Vu es as mercedes ahora que es P oco trabajo hinchar un perro : P ensará Vm ahora que es Po c o trabajo ha . . _ . I I I . cer un libro Y si este cuento no le quadrare dirás . que t amb ien es de loco y de perro . H abía en Sevilla un loco que di º en el mas . Había en C órdob a otro loco que te nía por cos t umb re de traer encima de la cabeza un P edazo de losa de mármol ó un canto no muy liviano y en TO M . _ do en el fin y en cogiendo algun perro en la ca lle ó en qu alqu 1 era otra parte con el un pie le cogía el suyo y el otro le alzaba con la mano y . gracioso disparate y tema que dió loco en el mun do Y fue que hizo un c añ ut o de caña p unt iagu . 1 e lector amigo este .

y á p ló mo d exab a caer sobre él el peso A mo hiná. base el perro y dando ladridos y aullidos no p a raba en tres calles Sucedió pues que entre lo s . E n efet o todos quantos p erro s t 0p ab a aunque fue ' s en alanos o z u es decia que eran podencos y g q as í no soltó mas el cantó . Dile t ambien que de la amenaza que me hace qu e me ha de q u itar la ganancia con su libro no s e me da u n ardite que acomodándome al entremes famoso de la P erend en ga le respondo que me v i v a el Veint i u at ro mi Señor y Christo con to q d o s :viva el gran Conde de L emo s cuya chris . s e donde estaba el perro y mirándole muy bie n “ de hito en hito y s in querer ni atreverse á des cargar la piedra decia este es podenco g u ar d a . el canto dióle en la cabeza alzó el grito el mo lido perro v iólo y s int ió lo su amo asió de u na vara de medir y salió al loco y no le d exó hues o Sano y cada palo que le daba decia :perro la d ron ¿ á mí podenco ? ¿ no viste cr uel qu e era p = o d enc o mi perro ? y rep et iénd o le el nombre de po d enc o m u chas v eces . - un b o net ero á quien quería mucho su dueño Baxó “ . P erros que descargó la carga fue uno un perro de . x to pan do algun perro descuidado s e le ponía junto º .envió al loco hecho una alhe ñ a Escarme nt ó el loco . Quizá de esta suerte le podrá aco ntecer este historiador que no se atre verá á solt ar mas la presa de su ingenio en li b ros . y retiróse y en mas de u n mes no salió á la plaza al cabo del qual tiempo volvió con su inv encion y con mas carga L legába . u e en siendo malos son mas duros que las pe ñ as q ] .

ui o quiero decirte mas á ti sino advertirte que y consideres que esta segunda parte de Don Quixo te que te o frezco es cortada del mismo art ífice y del mesmo paño que la primera y que en ella te doy á Don Quixote dilatado y finalmente muer to y sepultado P orque ninguno se atreva á levan tarle nuevos testimonios P ues bastan los pasados . no el vicioso la pobreza P uede anublar á la ” ro nobleza P ero no es cu rec erla del todo pero co .t iand ad ' y liberalidad bien óo no cida c ontra todos los golpes de m1 corta fortuna me tiene en pie . y basta t ambien que un hombre honrado haya dado noticia destas discretas locuras s in querer de nue v o entrarse en ellas :que la abundancia de las c o sas au nque sean buenas hace que no se estimen . y v iv ame la su ma caridad del Ilust rí simo de Toledo Don Ber nardo de Sandoval y Róa y siquiera no haya emprent as en el mundo y si quiera se imp ri _ man contra m í mas libros que tienen letras las c o Plas de Mingo R ev ulgo Estos dos P ríncipes sin . que los solicite adulacio n mia ni otro género de aplauso P or sola su bondad han tomado á su car g o el hacerme merced y favorecerme en 1 0 que me tengo p o r mas dichoso y mas rico que s i la fortuna p o r camino Ordinario me hubiera puesto en s u cumbre L a honra p uéd ela tener el pobre p e ' . mo la virtud dé alguna luz de s í aunque sea por ' los inc o nv enient es y resquicios de la est rec hez a v ie n e á ser estimada de lo s alt o s y nobl es esp í ritus y por el cons i gu i ente fav o ré cida :y no le digas mas . . y la carest í a aun de las mala s se estima en al .

. que yá e sto y acabando y la segund a Parte de Galatea . que esperes el P ers i g . les . o O lv idáb aseme d e decirte" .

.

xv z a n a as er nen es ne cesarias al verdadero entendimiento des a grande historia . M í o ntes no s a nc za ¿ Jí nD on Q u i o t e de la M l x a nc za . . CAP Donde se prosigue la graciosa aventu ra del Titerero con otras x xv 1 cosas en verdad / b uenas . el m l suceso que Don Q ui ote a x t uv o no la acabó como él quisiera y como lo tení a ens a a o ' . CAP xx xnDe la respuesta q ¡6 Don Q ui ote su p /m con ue _ x re re ze or otros graves y gracios s sucesos . ' Tí terero v zno . X XX . a v no x CAP I Q ue a a de m l y rande cosas . . í xx1 x os ¿ ent u ra ae n CAP xxx De lo que le í ¿ D on Qui ote con u na bella cazadora . . CAP III De las admirables m:que el e tremado Don Q ui ote c tó XX co x x on qu e I bi visto en la p rofu nda c u eva de M í . . ' za a y í q b n!es nos cu a n zos z g ran d e z a I m qu e se teng a es t a ceav en tu ra p or ap ócr ifa . . . CAP . za rto . ' m ' S ro n co n l P digna de q se I m de qu e se a nc zo a nz a . xxv 1 nDe cosas que dice B g l que as sab rá quien le lg . xxx onde se p íg m l b da de Cama h . enen e z ' ara. . CAP xx Donde se cuentan mil m d j tan imp ti t como . CAP xxv a M con las memora bles adivinanzas del mono qd i . D ros u ros g s as o s c o con ot u to CAP xxnDonde se da c uenta de la rande aven tura de ¡a éw de cu z que está en el corazon la M / í guí en d ió felice . CAP . . a . . r . xw CA P . . si l lee ar co n CAP De la fam a w l b arco e can ta do . . ue . . t Donde se ap u nta la aventu r del Rebuzno y la ¿ . tr t uc zqs . xxx1 nDe la sa b rosa platica que la Duquesa y su s doncellas ¡ m . . CAP xxv nDonde se cuenta quienes mg M aese P ed ro y s u mno con e z a en la aventu ra del Reb uzno qu e - . . .

por no reno v arle y traerle á la memoria las cosas p asa d as . P A R TE S E GU N D A D EL I N G E N IO S O H I D A L G O D O N Q U I X O TE DE L A M A N CH A . D e lo que el Cu m _ y el B a rb ero p as á ro n con cerca d e s u en ermed ad f ' D on Q uzxot e . Cide Hamet e Benengeli en la se u ent a gunda parte desta historia y tercera sali da de Don Quixote qu e el Cura y el Bar bero se estuvi eron casi un mes sin verle . . P ero no por esto d exáro n de visitar á su Sobrina y á su A ma encargándolas tuviesen cuenta con regalarle dándole á comer cosas c o nfo rt at iv as y apropiadas P ara el corazo ny el celebro de donde pro cedía segun buen discurso toda su rñala ventura las q u ales dixéro n que as í lo hacían y lo harían con la v o TO M III . A . C APÍTUL O I .

Halláro ns e presentes á la Plát ic a la Sobrina y A ma y no se hartaban de dar gracias á Dios de ver á su señor . le sentado en la cama V estida una almilla de v ayet a verde con un bonete colorado toledano y estaba t an seco y amoj amado que no P arecía sino hecho de carne momia Fu eron d él muy bien recebidos p regunt áro nle . que tan tiernos estaban V isit áro nle en fin y halláro n . P or su salud y él dió cuenta de s í y della con mucho juicio y con muy elegantes p ala b ras :y en el dis c úrso _ de su p lática vi ni eron á trat ar en esto qu e lla man razon de Estado y modos de gobierno enmendando este abu s o y condenando aquel re formando una costumbre y desterrando otra haciéndose cada uno de los tres un nuevo legislador un L icurgo moderno ó un Solon fla mante y de tal manera reno v áro n la R epública que no pareció sino que la habían P uesto en una fragua y sacado otra de la que P usi eron :y habló Don Q uixote con tanta d is c rec io n en todas las materias que se tocá ron que los dos exáminad o res crey e ron indub itad amen te que e staba del todo bueno y en su entero juicio . 2 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA luntad y cuidado posible P o rque echaban de ver que su señor por momentos iba dando muestras de estar en su entero juicio de 1 0 qual recibi eron los dos gran con tento P or Parec erles que habian acertado en haberl e traido encantado en el carro de los bueyes como se contó en la primera parte desta tan grande como pun tual historia en su último c ap ít u l o :y as í d et ermináro n de v is it arle y hacer experiencia de su mejor í a aunque t enian casi por imposible que la tuviese y ac o rd áro n de no tocarle en ninga n punto de la andante cab allería . P or no ponerse á peligro de descoser los de la herida _ .

3 con tan buen entendimiento pero el Cura mudando el propósito primero que era de no t o c arle en c o s er … de caballer í as quiso hacer de todo en todo exp erien c ia si la sanida d de Don Quixote era fa lsa ó verdade— ra y as í de lance en lance vino á contar algunas nueva s . . Mas el Ba1 bero que ya habia dado en el mesmo P en . . . PARTE 1 1 CAPÍTULO 1 . samiento que el Cura p reguntó aá D o n Quixote qual era la advertencia de la P revencion que decia era bien se hiciese quizá p o d ria ser tal que se P usiese en la lista de los muchos a dv ert1 mient o s impertinentes que se suelen dar á los P r íncipes El mio se ñ or rapador . . con que casi cada año nos toca alarma estaba puesta en ella toda la Chris tiand ad y su Magestad habia hecho proveer las costas de N ápoles y Sicilia y la Isla d e M al t a A esto respondió Don Quixote su Magestad ha ¡ . que me P arece que te despeñas de la alta cumbre de “ tu locura hasta el pro fundo abismo de tu Si mplicidad . se tenia P or cierto qu é el Turco b axab a con una pode rosa armada y que no se sabia su designio ni adonde había de descargar tan gran nublado y con este temor . qual su Ma gestad la hora de agora debe estar muy ageno de pen sar en ella Ap enas oyó esto el Cura quando dixo en . hecho como p rud entísimo guerrero en proveer sus E s rados con tiempo porque no le halle desapercibido el enemigo pero si se tomara mi consej o ac o nsejárale . . . d ixo Don Quixote no será impertinente sino pertene ciente N o lo digo por tanto replicó el Barbero sí . y o que usara de una prevencion de la . . . que habían venido de la Corte y entre otras dixo que . tre s í Dios te tenga de su mano pobre Don Quixote . no porque tiene mostrado la experiencia que todos ó 103 T OM III .

pero sé que es bueno ese juramento en fe de que sé que es hombre de bien el señor Barbe ro Quando no lo fuera d ixo el Cura yo . D ON QUIX O T E AN DE C HA L A M mas arbitrios que se dan a su Magestad 6 son impo sibles ó disparatados ó en daño del Rey ó del Rey no P ues el mio respondió Don Quixote m es i mpo . el mas mañero y breve que P uede caber en p ens amien to de arbitrante alguno Y a tarda en decirle v u es a mer . sible ni disparatado sino el mas fácil el mas justo y . . d ixo Don Quixote que le dixes e yo aqu í agora y ama meciese mañana en los oídos de los señores Consejeros . or m d ixo el Barbero doy la alabra para aqu y P ara delante de Dios de no decir 1 0 que v ues a merced d ixere á Rey ni á Roq ue ni á hombre terre nal juramento que aprend í del romance d el Cura que en el pre facio avisó al Rey del ladron que le habia ro bado las cien doblas y la su m u la la andariega N o sé . o ed señor Don Qu ixote d ixo el Cu ra N o querrí a . y se llev aée otro las gracias y el premio de mi traba P í P í _ j o . histori as dixo Don Quixote . Cura ? dixo Don Q uixote Mi p ro fes io n respondió el . . ' a esta s az o n Don Quixote ¿ hay mas sino mandar su Ma gestad por público p rego n que se j unten en la Corte para un d ia señalado todos los caballeros andantes que vagan por España que aunque no viniesen sino media docena t al podría venir entre ellos que solo b ást as e á destruir toda la potestad del Turco E s ténme v ues as ? mercedes atentos y vayan conmigo ¿ P or ventura es . 4. . le abono y salgo por él que en este caso no habla ré mas que un mudo s o pena de pagar 1 0 juzgado y sentenciado ¿ Y á v ues a merced quien le fia señor . Cura que es de guardar secreto Cuerpo de tal dixo .

d exara de ser loco Este tal graduado al cabo de algu . los demas le Pres táro n at enc io n y él comenzó desta manera : En la casa de los locos de Sevilla estaba un homb re . villa que P or venir aqu í como de molde me da gana de contarle D ió la l icencia Don Quixote y el Cura y . quando él quis iere y quan Po d ero sarnent e pudiere que otra vez digo que Dios me entiende A esta s az o n dixo el .A lo que dixo Don Quixote c a ballero andante h e de morir y b axe ó suba el T urco ' . 5 ¿zo s a nueva deshacer un solo caballero andante un exér Clt 0 de docientos mil hombres co mo s i todos juntos tu vieran una sola garganta o fu eran hechos de al feñique ? S i no d í ganme ¿qu ánt as historias están llenas destas ma rav illas ? H abia enhoramala para m í que no quiero decir P ara otro de vivir hoy el famoso Don B elianis “ . p ero aunque lo fuera por Salamanca segun opi nion de muchos no . . Barbero suplico á v u es as mercedes que se me dé li cencia p ara contar un cuento breve que suc edió en Se . pero Dios mirará por su pueblo y deparará alguno . PARTE II CAPÍTULO I . que si no tan bravo como los pasados andantes caballe ros alo méno s no les será in ferior en el ánimo :y Dios me entiende y no digo mas ¡ A y ! dixo si este punto la . nos años de recogimiento se d ió á entender que es taba cuerdo y en su entero juicio y con e sta imagi . ó alguno de los del inu merab le linage de Amadis de Gaula que si alguno d es to s hoy viviera y con el Tur c o se a frontara á fe que no le arrendara la ganancia . Sobrina que me maten s i no quiere mi señor volver si s ei caballero andante “ . á quien sus parientes habían puesto allí por falto de jui cio :era graduado en Cánones P or O suna . . .

ric o rdia de Dios habia ya cobrado el juicio perdido Pº “ ro que sus parientes por gozar de la parte de su hacien da le tenían all í y á pesar de la verdad qu erian que . d ia hacer la experiencia hablándole Quiso hacerla el c a . fuese loco hasta la muerte El A rzobispo . .. mesmo hablase con el loco y que s i le pareciese que tenia juicio le sacase y pusiese en libertad Hí z o lo as í . el capellan y el R et o r le dixo que aquel hombre aun se estaba loco que puesto que hablaba muchas veces como persona de grande entendimiento al cabo dispa raba con tantas necedades que en m uchas y en gran d es igualaban á sus P rimeras discrecione s como se p o . u e aun estaba loco y con lúcidos intervalos y que el q mayor contrario que en su desgracia ten í a era su mucha . persuadido de muchos billetes concertados y dis c ret o s mandó á un ' capellan suyo se in formase del R et o r de la c asa si era — verdad lo q ue aquel L icenciado le escribía y que así . hac ienda pues por gozar della sus enemigos ponía n d o ló y dudaban de la merced que nuestro S eñ o r le hab iá ” hecho en volverle de bestia en hombre F inalmente . pellan y poniéndole con el loco habl ó con él una ho ra y mas y en t o d o aquel tiempo jamas el loco dixo razon torcida ni disparatada ánt es habló tan atentada mente que el capellan fue forzado á creer que el 1 0 00 estaba cuerdo y entre otras cosas que el loco le di xo fue que el R et o r le tenia ojeriza P or no perder los regalos que sus P ari ent es le hacían p orqu é dixes e ' . él habló d emanera que hizo sospec hoso al R eto r c o . 6 D ON QU I X O T E DE L A M AN C HA n acion es cr i o ib al A rzobispo suplicándole encarecida mente y con muy concertadas razones le mandase s a car de aquella miseria en que vivia pues por la mise .

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loco que estaba en ' razones otra j aula …ffo ntero de la del furi oso y levantándose de una estera vieja . es fu é1. y o en fermo y yo atado ? así pienso llover como P en . y ahorraréis la vuelta Y o sé que estoy bueno replicó el . andad con Dios . . los siglos amen ¿N o sabes tu L ic enciadillo menguado .c es e que el descaec i mi ento en los in ' fóí t ui1 io s ap o c a la sal u d y ac arrea la muerte :Todas estas º “ . mano el que me voy que ya no t engo n ec esid ad de es tar mas aqu í P or 1 0 que doy infinitas gracias á los Cie los que tan grande merced me han hecho Mirad 1 0 qu e . que lo podré hacer pues como digo soy Júpiter t o nan te que tengo en mis manos los rayos abrasadores c o n que puedo y suelo amenazar y destr ir el mundo P ero u ? con sola una cosa quiero castigar á este ignorante pueblo . . donde estaba echado y desnudo en cue ros Pregunt ó aá grand es voces quien era el que se ib a sano y cuerdo E 1 L ic enciado respondió yo soy her . . 8 D ON Q UIX O TE DE L A M A N C HA es fu éfce3e . . . . y es con no llover en él ni en todo su distrito y con torno por tres enteros años que se han de contar des ' de el dia y punto en que ha sido hecha esta amenaza en adelante ¿ Tú libre tú sano tú cuerdo y y0 lo co y . . L icenciado y no habrá P ara que tornar á andar estacio nes ¿Vos bueno ? d ixo el l o c o :agora bien ello dirá . P ero yo os v oto á Júpiter cuya Ma gestad yo re presento en la tierra que por solo este p e cado que hoy comete Sevilla en sacaros de esta c asa y en teneros por cuerdo tengo de hacer un tal castigo en ella que quede memori a d el P or todos los siglos de . decís L icenciado no os engañe el diablo replicó el loco so s egad el pie y es t ao s quedito en vuestra casa . ' “ . sar aho rc arme Álas voces y á las razones del loco es .

de linage á linage son siempre odiosas y mal recebi das ? Y o señor Barbero no soy N eptuno el Dios de ' las aguas ni Procuro qu e nadie me tenga por discreto . . y acab ó se el cuento ¿P ues este es el cuento señor Bar . capellan :con todo eso señor N eptuno no será bien enojar al señor Júp i ter :v u es a merced se quede en su casa que otro dia quando haya mas comodidad y mas espacio volveremos P or v ues a merced Rióse el Re . genio de valor é valor de hermosura á hermosura y . solo me fatigo P or dar 51 entender al mun do en el error en que está en no renovar en s í el felicísi mo tiempo donde campeaba la ó rd en de la andante c a b allerí á pero no es merecedora la depravada edad nues tra de gozar tanto bien como el que go z áro n las eda des donde los andantes caballeros t o máro n á su cargo y ec háro n sobre sus espaldas la de fensa de los Reynos el amparo de las doncellas el socorro de los huér fanos y T OM III . bero dixo Don Quixote que P or venir aqu í como d e molde no podia d exar de contarle ¡ Á señor rap ista > . ni haga caso de 1 0 que este loco ha dicho que si él es Júpiter y no quisiere llover yo que soy N eptuno el padre y el Dios de las aguas llover á todas las veces qu e s e me ant o are y fuere menester A 1 0 que respondió el j . no 1 0 siendo . señor rapist a y quan ciego es aquel que no v e P or te la de cedazo ! ¿Y es posible que v u es a merced no s a be que las comparaciones que se hacen de ingenio á in . . 9 tuvi eron los circunstantes atentos pero nuestro L ice u ciad o v o lyiénd o s e nuestro capellan y as iéndo le de las m anos le d ixo : no tenga v u es a merced pena señor m í o. P A R T E I I C A P Í TU L O I . tor y los presentes por cuya risa se medio corrió el capellan :d es nud áro n al L icenciado qu ed ó s e en casa . B .

sujeto al rigor del cielo armado de todas armas desd e . . se á las implacables olas del mar pro fundo que ya le . mas valiente que el famoso A madis de Gaula ? ¿ quien mas discreto que P almerin de I nglaterra ? ¿ quien mas acomodado y manual que Tirante el Blanco ? ¿ quien mas galan que L isuaite de Grecia ? ¿ quien mas acuchi - q . suben al cielo y ya le h axan al abismo y él puesto el pecho á la incontrastable borrasca quando méno s se cata se halla tres mil y mas leguas distante del lugar donde se embarcó y saltando en tierra remota y no conocida le suceden cosas dignas de estar escritas no en pergaminos sino en bronces mas agora ya triun fa la pereza de la diligencia la ociosidad del trabajo el ' vicio de la virtud la arrogancia de la valent í a y la t eó rica de la práctica de las armas que so lo vivi eron y res land ec iéro n en las edades del oro y en los andan p tes caballeros Si no d íganme ¿ quien mas honesto y . ánt es les c ru xen los damascos los brocados y otras ri cas telas de que se visten que la malla con que se ar man :ya no hay caballero que duerma en los campos . de los estribos arrimado á su lanza solo procure des . na con intrépido corazon se arroje en él entregándo . . I O D ON QU I XO TE D E L A M AN C HA pupilos el castigo de los soberbios y el premio de lo s: hu mildes L os mas de los caballeros que agora se usan . . c ab ez ar como dicen el sueño como lo hacían los c a hallero s andantes ya no hay ninguno que saliendo des te bosque entre en aquella montañ a y de all í P ise una estéril y desierta playa del mar las mas veces p ro c e loso y alterado y hallando en ella y en su orilla un pequeño bate1 sin remos vela mástil ni xarcia algu . . los pies á la cabeza y ya no hay quien sin sacar los pie s .

t ed o r de peligros que Félix Marte de I rc a n ia ? ó ¿ quien o mas sincero que E p s lan dian ? ¿ quien mas arrojado qu e Don Cerio ngilio de Tracia ¿ quien mas bravo que R o ? d amo nt e ¿? quien mas P rudente que el Rey Sobrino . B ij . hallara bien servido y ahorrara de mucho gasto y el T urco s e quedara P elando las b arb as :y con esto me q uiero quedar en mi c asa pues no me saca el capella n della :y si Júpiter como ha dicho el Barbero no 11 0 viere aqu í estoy yo que llover á quando se me anto jare :digo esto Porque sepa el señor h ac í a que le en tiendo En verdad señor Don Quixote dixo el Barbe . I I I . . Quixote yo me lo sé A esto d ixo el C u ra :aun bien que ¡ . PARTE I ' I I . C A P Í TU L 0 I . to que no 1 0 d ixe por tanto y as í me ayude Dios co mo fue buena mi int en cio n y que no debe v ues a mer c c d sentirse Si P ued o sentirme ó no respondió D o n . Ferrara segun Turpin en su Co smo gro fi a? Todos esto s c áb allero s y otros muc hos que P udiera decir señor Cu . llado que Don ni ac u c híllad o r B elia n í s ? ¿ quien mas intrépido . n e licencia el señor Cura y as í puede decir su es crúp u 1 0 porque no es de gusto andar con la conciencia es TOM . tales co mo estos quisiera yo que fueran los de ml arbitrio que á serlo s u Magestad s e . que P erion de Gau 1 a ¿ quien mas acome . ta fu eron caballeros andantes luz y gloria de la c a b allerí a D es t o s . o casi no he hablado palabra hasta ahora y no quisier a y quedar con u n escrúpulo que me m e y escarba la con ciencia nacido de 1 0 que aqu í el señor Don Qui xote ha dicho P ara otras cosas mas respondió Don Quixote tie . que R ugero de quien descienden hoy los D uques d e ' .| quien mas atrevido que R e náld o s ? quien mas i ¿ y ¿ n v en cible que Roldan ? ¿ y quien mas gallardo y mas cortes .

I Z D ON QUIX O TE DE AN C HA . . . s u ad ir en ninguna manera á a que toda la caterva de c a b allero s andantes que v u es a merced señor Don Qui xote ha re ferido hayan sido real y verdaderamente P ersonas de carne y hueso en el mundo ántes ima gino que todo es ficcio n fábula y mentira y sueños . . contados P or hombres d e5p iert o s oó por mejor decir . xote en que han caido muc hos que no creen que ha a habido tales caballeros en el mundo y o muchas ' y y veces con div ersas gentes y ocasiones h e P rocurado s a car á la luz de la verdad este casi comun engaño P ero al gunas veces no he salido con mi int encio n y otras s í . á mi parecer pintar y descubrir todos quantos caba llero s andantes andan en las historias del orbe que por la ap rehens io n que tengo de que fuéro n como sus his — to t ias cuentan y por las hazañas que hici eron y con d ic io nes que tuvi eron se P ueden sacar P or buena filo so fi a sus facciones sus colores y estaturas ¿ Que tan . grande le parece á v ues a m erced mi señor Don Qui X ote preg untó el Barbero debia de ser el gigante Mor gante ? En esto de gigantes respondió Don Quixo te hay di ferentes opiniones si los ha habido ó no en . medio dormidos Ese es otro error respondió Don Qui . ta digo que mi es c rúp ulo es que no me puedo Per . sustentándola sobre los hombros de la verdad :la qual verdad es tan cierta que estoy P or decir que con mis prop i os o ¡os VI á Amadis de Gaula que era un hombre _ alto de cuerpo blanco de rostro bien puesto de b arb a . aunque negra de vista entre blanda y rigurosa corto de razones tardo en aira rse y presto en deponer la ' ira :y del modo que h e delineado á A madis P udiera .. L A M crap ulosa P ues con es e beneplácito respondi ó el Cu . .

grandes disparates le preguntó que qu e sentía acerca . de ladrones y d e gente perdida De R oldan ó Roto . con certidumb re que tamaño tuviese Morgante aunque . menc io n particular de sus hazañas que muchas veces . o ndió Don Quixote me atrevo á decir que era an p cho de rostro de color bermejo los ojos b aylad o res y algo saltados p unt o so y colérico en demas í a amigo . bran las historias ) soy de parecer y me afirmo que . 1 3 el mundo . ge ntilhombre que y aes e merced ha dicho replicó el . hallado canillas y espaldas tan grandes que su gran deza maniñ esta que fu eron gigantes sus d u eños y t an e . lando 6 O rlando ( que con todos estos nombres le nom . . CA P Í T U L O 1 . . bado moreno de rostro y b arb 1 t aheno velloso en el cuerpo y de vista amenazadora corto de razones p e t o muy comedido y bien criado S i no fu e Roldan mas . A s í es dixo el Cura el qual gustando de oírle decir tan . pero la Santa Escritura que no puede faltar un átomo en la verdad nos muestra que los hub o con t ánd óno s la historia de aquel F ilis t eaz o de Golias que tenía siete codos y medio de altura que es una d es me surada grandeza Tamb ien en la I sla de Sicili e se han . de los rostros de R eynáld o s de Montalvan y de Don Rol dan y de los demas doce P ares de Francia pues to dos habian sido caballeros andant esí De R eynáld o s res . fue de mediana estatura ancho de espaldas algo este . grandes como grandes torres que la geometr í a sa c a esta verdad de duda P ero con todo esto no sabré decir . . d ormia d eb axo de techado y pues hallaba c asa donde cupiese claro está que no era desmesurada su grandeza . PARTE 1 1 . imagino que no debió de ser muy alto :y mu év eme á ser de este parecer hallar en la historia donde se hac e .

— º g álica respondió Don Quixote señor Cura fué una doncella d es t raid a andariega y algo antojadiza y tan lleno d exó el mundo de sus impertinencias como de la fama de su hermosura Despreció mil Señores mil v alien . . Vecse esta verdad clara porque d esp ues acá un famos o . 41 . b ilu c ¡ o s m 0tra hacienda ni nombre que el que le p u . t amb ien se llaman Vates que quiere decir adivinos . tes y mil discretos y c o nt entó s e con un p agec illo bar . que si Sacripante ó Roldan fueran poetas que ya me . hubieran xab o nad o á la doncella porque es prop io y. Dígame señor Don Quixote dixo si esta s az o n el . Y i duda s n que esto fuecomo pro fec í a que los poetas . D ON QUIX O TE M AN C HA DE L A Cura no f emaravilla que la Señora A ngélica la h u e lla le desdeñase y d x por la gala brío y donayre e as e . . guna sátira sí esa señora A ngélica entre tantos como la h an alabado Bien creo yo ? respondió D o n Quixote . u iz á o t ro cant ará co n me o r l Q j p et ro . do dar de agradecido la amistad que guardó á su amig o el gran cantor de su belleza el famoso A riosto por no atreverse ó por no querer cantar 1 0 que á es t a s eñ o í a le d ' sucedió d es pues de su ruin entrego que no debi eron ser cosas demasiadamente honestas la d exó donde dixo : Y c o mo del Ca my recibió el cet ro . Barbero :¿ no ha habido algun poeta que haya hecho al . s e entregó y anduvo discreta de adamar ánt es la bl an dura de Medoro que la aspereza de R oldan Esa A n . que debia tener el Morillo b arb ip o nient e á quien ell a . poeta A ndaluz lloró y cantó sus lágrimas y otro famo s o y único poeta Castellano cantó su hermosura . natural de los poetas desdeñados y no admitidos de sus .

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todo eso dixo el A ma no entraréis acá saco de mal dades y costal d e malicias id á gobernar vuestra c esa º y á labrar vuestros p eguj ares y d exao s de pretender I n sulas ni íns ulo s Grande gusto rec eb ian el Cura y el . hizo á las dos que callasen y le déxas en entrar Entró ' . . Barbero de o ir el coloquio de los tres . s eguro respondió el Cura que la Sobrina ó el A ma ' no s lo c u enta d es u es que no son d e condicion que de ' p . que parece que los fo rj áro n á los dos en una mesma tur quesa y que las locuras del señor sin las neceda des d el criado no valían un ardite A s í es dixo el B arb ero . y holgara mucho saber que tratarán ahora lo s dos Y o . . pero no me maravillo tanto de la locura del caballero como de la simplicida d del ' escudero que tan creído tiene aquello de la I nsula que . creo que no se 1 0 sacarán del casco quantos des enga _ ñ o s pueden imaginarse Dios los remedie dixo el Cura . L A MA N C HA replico Sancho sino de gobernar y regir mejor que ' q uatro ciudades y que quatro A lcaldes de Cort e Con . ” o sale otra v ez si volar la ribera N o pongo o duda en g y . eso respondió el Barbero . y estemos á la mira v erémo s en 1 0 que para esta n1 é q uina de disparates de tal caball ero y de tal escude ro . 1 6 D ON Q U I XDTE DE . Sancho y el Cura y el Barb ero se despidi eron de D on Quixote de cuya salud d es esp eráro n viendo quan pues to es taba en sus desvariados pensamientos y quan em bebido en la simplicida d de sus mal andantes caballe rías y aéí dixo el Cura al Barbero vos Veí éis coni ' “ º padre como quando méno s 10 p ens émo s nuestro hidal . . pero Don Qu i xote temeroso que Sancho se descosiese y d esb u cha se algun monton de maliciosas necedades y tocase en puntos que no le est arian bien a su crédito le llamó y ' .

xo Sancho . gun aquello :qu ando cap u t d olet et c N o entiendo . otra lengua que la mia respondió Sancho Quiero d e . PARTE I I . S ancho amigo ¿ que es 1 0 que dicen de m í por ese L u TOM . _ c ir dixo Don Quixote que quan do la cabeza duele to ¿ dos los miembros duelen y as í si endo yo tu amo y se ñ o r soy tu c aí5ez a y tú mi parte pues eres mi criado . C . tia yo entónces en mi espíritu que tú en tu cuerpo . CAPÍTULO II . y por esta razon el mal que á mí me toca ó toeare á ti te ha de doler y á mí el tuyo A s í había de ser d i — . 1 7 xarán de escucharlo En tanto Don Quixote s e encerró . ¿ Querrás tú decir agora Sancho respondió Don Quixo te que no me dolia yo quando á ti te manteaban y si lo ? dices no lo digas u i lo pienses pues mas dolor sen.III. P ero d exemo s esto aparte por agora que tiempo habrá donde lo ponderem os y pongamos en su punto y dime — . Sancho porque segun v u es a merced dice mas ane xas son á los caballeros andantes las desgracias que á sus escuderos E ngáñ aste Sancho dixo Don Quixote se . con Sancho en su aposento y estando solos le dixo mu cho me pesa Sancho que hayas dicho y digas que yo fuí el que te saqué de tus casillas sabiendo que yo no me quedé en mis c asas Juntos salimos juntos fuimos y . pero quando á mí me manteaba n como á miembro se estaba mi cabeza detras de las b árd as mi ránd o me volar por los ayres sin sentir dolor alguno :y _ pues los miembros están obligados dolerse del mal d e la cabeza habia de estar obligada ella á dol erse dellos . . juntos peregrinámos una misma fortuna y una mism a suerte ha corrido por los dos si á ti te mant eáro n una v ez á m í me han molido ciento y esto es 1 0 que te llevo de ventaja Eso estaba puesto en razon respondió .

1 8 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA gar ¿emque opinion me tiene el vulgo en que los hidal gos y en que los caballeros ¿ Que dicen de mi valen ? t ía ? ¿ que de mis hazañas ? ¿ y que de mi cortes í a ? ¿ Que se platica del asunto que he tomado de resucitar y vol ver al mundo la ya olvidada órd en c ab alleresc a ? Final me nte quiero Sancho me digas lo que acerca desto . dose v u es a merced en los l ímites de la hidalgu ia se ha puesto Don y se ha arremetido á caballero con qua tro cepas y dos yu gadas de tierra y con un trapo atra s . guna manera me enojaré respondió Don Quixote bien puedes Sancho hablar libremente y sin rodeo alguno . Sancho que si á los oídos de los P r íncipes llegase la verdad desnuda sin los vestidos de la lisonj a otros si glos correrían otras edades serian tenidas por mas de hi erro que la nuest ra que entiendo que de las que ahor a se usan es la dorada S írv ete este adv ertimient o San . P ues lo primero que digo dixo es que el vulgo tiene á v u es a merced por grandísimo loco y á mí por no m enos mentecato L os hidalgos dicen que no c o nt enién . cho para que discreta y bien int encio nad amente pon gas en mis oídos la verdad de las cosas que s up ieres de 1 0 que te h e preguntado Eso har é yo de muy buena gana . señor mío respondió Sancho con condicion que vue s a merced no se ha de enojar de 1 0 que d ixere pues quiere que lo diga en cueros s in vestirlo de otras ro pas de aquellas con que llegáro n á mi noticia En nin . . ha llegado si tus oídos y esto me has de decir s in añ a d ir al bien ni quitar al mal cosa alguna que de los v a s allo s leales es decir la verdad á sus señores en su ser y figura propia sin que la adulacio n la acreciente 6 otro vano respeto la disminuya :y quiero que sepas .

la valent í a cortes í a hazañas y asunto de v u es a mer . . . . ra que fu emas que demasiadamente rixoso y de su her mano que fu é lloron A s í que 6 Sancho entre las tantas . preguntó Don Quixote A un la cola falta por desollar . c ii . d ixo Sancho :1 0 de hasta aqu í son tortas y p an pinta TO M . que los hidalgos se opusiesen á ellos especialmente aque . … CAPÍTULO y otro adelante Dicen los caballeros que no querrían . . m . . d exó de ser c alumniad o de la malicia Julio César ani . que del tiempo En 1 0 que toca prosiguió Sancho á . ñ as le alc anz áro n el renombre de Magno dicen d él que tuvo sus ciertos puntos de borracho De Hércules el de los . m o sísimo p ru d entí s imo y v alent í s imo Capitan fué nota do de ambicioso y algun tanto no limpio ni en sus vesti dos ni en sus costumbres A lexandro á quien sus haza . . Don Galaor hermano de A madis de Gaula se mu rmu . c ed hay di ferentes opiniones :unos dicen loco pero gracioso otros valiente pero desgraciado otros cor tes pero impertinente y por aqu í van discurriendo en tantas cosas que ni á v u esa merced ni á m í nos d exan hueso sano Mira Sancho dixo Don Quixote donde . quiera que está la virtud en eminente grado es persegui da :pocos ó ninguno de los famosos varones que p as áro n . g o pues ando siempre bien vestido y jamas remenda do roto bien p o dria ser y el roto mas de las armas . calumnias de buenos bien pueden pasar las mias como no sean mas de las que has dicho Ahí está el toque . llo s hidalgos es c ud eriles que dan humo los zap atos y toman los p untos de las medias negras con seda ver de Eso dixo Don Q 1 ixo t e no tiene que v er c o nmi . P ARTE I I . muchos trab ájo s se cuenta que fu é lascivo y muelle D e . cuerpo de mi padre replicó Sancho ¿P ues hay mas ? .

ac erca de las c alo ñ as que le ponen o le t raer á aqu í y luego al momento quien se las diga todas sin que les fal t e una m eaj a que anoche llegó el hijo de Bartolomé C arrasco que viene de estudiar de Salam anca hecho B a chiller y yénd o le yo á dar la bien venida m e d ixo que and aba ya en libros la H I S TO R I A de v u es a merced con n ombre D E L I N G E N I O S O H I D U …G 0 D ON QU I X OTE D E L A . — . vo y por él respond i ó S ancho : y d ex a nd o á su señor . pues segun dice el B achiller S anson Carr asco ( que as í se llama el que dicho tengo ) qu e el autor de la historia _ s e ll am a Cide Ham et e Berengena E se nombre es de . guro S ancho d ixo D on Quixote que debe de ser al gun s abio encantador el auto r de nuest ra historia que á los tales no se les encubre nada de 1 0 que quieren es eri bir Y como dixo S ancho si era s abio y encantador . . . y o le haga venir aquí iré por él en v o lán d as Harás me . Moro respondió Don Quixote As í será respondió . . m ucho placer amigo dixo D on Qu ixote que me tie n e suspens o 1 0 que me h as dicho y no comeré bocado _q ue bien me sepa hasta ser in formado de todo P ues yo . M A N CH A y dice que me mientan á mí en ella con mi m esmo nombre de Sancho P anza y á la Señora D ul c in ea del Toboso con o t ras cosas que p esámos nosotros solas que me hice c ruces de esp antado como las pudo s abe r el historiador que las escribió Y o te ase . d ixo Don Quixote errart e en el sobrenombre de ese Cide qu e en arábigo quiere decir señor Bien p o dria . s er replicó S ancho mas si v u es a merced gusta que . 2 0 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA do mas v es a si u merced quiere saber todo 1 0 que hay . S ancho porque por l a mayor parte h e oido decir qu e los Moros son amigos de b erengen as Tú debes Sancho .

que red undas e en menoscabo y perjuicio de le h o nes . eso imaginó que algun sabio 6 ya am igo ó en emi ' g o por arte de encantamen t o 1 35 h ab ria d ad o a La es t am p a :si amigo para en grandecerlas y levantad as bre las mas señ aladas de cab allero and ante si enemigo . dos son emb elec ad o res talsario s vy c hih1 erist es Temía . siendo de caballero andan te por fuerza había de s er gran . I I . y no se podia persuadir á que tal hi st oria hubiese pues aun no estaba enxuta en la cuchilla de su es pa d a la S an gre de los enemigos que h abia muerto y ya qu erian que anduviesen en estampa sus alt as caballerí as Con tod o . D el rid í cu lo ra z onamient o gu e p as ó ent re D on Q _ w ¿ro t e S anclzo P a nz a y el B a chiller _ S a m on Carra s c o . d ílo qua alta insign e magní fic a y verdadera Con es . P ens at wo demas quedó Don Quixote e sp erando al e Bachiller Carrasco de qu ien esperaba o í r las nuevas de sí mismo puestas en libro co mo h abí a dicho S ancho . 2 1 ñ é á bu car al Bachiller con el qual vol ió d e EE ' se 1 s v E 1 á poco e pacio y entre los t e p a á n un gra i í im s r s s ro c os s o coloquio . to se consoló algun tan to . . los Moros no se podía esperar erd ad aigun e po rque t o v . . ARTE P CAPÍTUL O I I I . para aniqu ilarlas y p onerlas d eb exo de las m as viles que de algu n Vil escudero se hubie s en escri t o pu esto d e cia entre s í que nunca haz añ as de e s cuderos se esc rib ié ron :y quan do fil es e verd ad que la t al hi s toria hubiese . pero d es co ns o ióie pens ar qu e su autor era M oro segu n aquel no mbre de Cide y d e . se no hubiese tratado sus amores con algun a m d ec eneia . C AP Í T U L O I I I .

2 2 D ON QU IX O TE M AN C H A DE L A t id ad de su Señor Dulcinea del T o b o s o :de eaba a s qu e hubiese declarado su ñ d elid ad y el d ecoro que siempre la habia guardado meno spreci ando Reyn as Empera trices y doncellas d e todas calidad es teniend o á raya 1 0 5 inape t us de los naturales movimi entos :y así env u el to y re v uelto en est as y otras muchas im aginaciones . que hay his tori a mi a y que fiJ é Moro y sabio el que la compuso E s tan verdad se nor dixo S amson qu e ? t engo para mí que el dia de hoy estan impre sos mas de doce mil li bros de l a tal his t o rí a s í no dí gal e P ortu al B arcelona y Valencia donde se han impreso y aun g . Ie hailáro n Sancho y C arrasc o á qui en Don Quixote recibió c o n mucha cortes í a Era el B achiller aunqu e . para universal entret enimi ento de las gentes Híz o le le . n ayres y de burlas como le mostró en viendo á Don Q 1 ixo t e poniéndo s e delante d el de rodillas dici endo le deme vues t ra grande z a las m anos señor Don Quixo te de la Mancha que po r el h ábito de San P edro que vis to aunque no tengo o t ras órdenes que las quat ro p ri _ meras que es v u es e merced un o de los m as famos os caballeros and antes que ha habido ni aun habrá en to d a la redondez de la tierra Bien haya Cide B amet e B e . . se llamaba Sanso n no muy gr ande de cuerpo aunque muy gran s o c arro n de color mac ilenta pe ro de muy buen entendimiento :t endria h as t a veinte y quatro anos . v entar D o n Qu ixote y dixo :de s a manera ¿ verdad es . c arired o nd o de n ariz chata y de boca grande sena les todas de ser de condicion malici 053 y ami go de d o . y reb ien haya el curioso que t uvo cuidado de h a c erias tr aducir de arábigo en nues t ro vu lgar c astellano . nen geli que la historia d e v uestras grandez as d exó es c rit as .

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al sabio en el tintero todo 1 0 dice y todo 1 0 apunta has ta 1 0 de las cabriolas que el buen Sancho hizo en la manta En la manta no hice yo cabriolas respondió San . replicó Sanson pero uno es escribir como poeta y otr o como historiador :el poeta puede contar ó cantar las cosas no como fu eron sino como debían ser y el his t o riad o r las ha de escribir no como debían ser sino c o mo fu eron sin añadir ni qu itar á la verdad cosa algu . . lo qu e yo imagino dixo Don Quixote no hay histori a humana en el mundo que no tenga sus altib axo s espe c ialment e las que tratan de caballer í as las quales nun c a pueden estar llenas de prósperos sucesos Con tod o . D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA á S égo v ia :uno dice que á todas se aventaja la de la libertad de los galeotes otro que ninguna iguala á la de los dos gigantes Benitos con la pendencia del vale roso V izcaino D í game señor Bachiller dixo á esta s az o n . entra la verdad de la historia dixo Sancho Tamb ien . eso respondió el Bachiller dicen algunos que han lei do la historia que se holgaran se les hubiera olvidado á los autores della algunos de los in finitos palos que en d i ferentes encuentros d iéro n al se ñor Don Quixote A h í . . cho en el ayre s í y aun mas de las que yo quisiera A . historia no hay para que escribirlas si han de redun dar en menosprecio del señor de la historia Áfe que . Sancho ¿ entra ahí la av entura de los Y angiies es quan do si nuestro buen Rocinante se le antojó pedir cotu fas ' en el gol fo ? N o se le quedó nada respondió Samson . . no fue tan piadoso En eas como Virgilio le pinta ni tan prudente U l ises como le describe Homero A s í es . 2 4 . pudieran callarlos por equidad dixo Don Quixote pue s las acciones que ni mudan ni alteran la verdad de la .

e oc or vo u es o cho pues ándense í eso y no acab aremos en toda la V is da Mala me la dé Dios Sancho respondió el Bachi . d ix Sanc ho no lo consentirán los cardenales que un o . 5 . PARTE C A PÍTULO III II . P ersonages que no p o nag Sancho amigo d ix San res es o son ¿ O tro r p r had de q ib l tenemos ? dix San . y oquisiese ol idarme de los garrotazos v que me han dado . señor dix Sancho la isla que y no gobernase con los o o T OM III . M oro dix Sancho á buen seguro que entre los palos . . o de mi señor se hallen los mios porque nunca á su mer . o e d icen que soy yo uno de los principales p r n g della es o a es . 0 carron sois Sancho respondió D on Quixote á f q e ue n os falta memoria quando o quereis tenerla Quando o . ller si no sois la segunda persona de la historia y v os que hay tal que precia mas oiros hablar á que al mas vos pintado de toda ella puesto que t mbien hay quien di e g a que nd í t demasiadamente a uv s es de créd lo n r u e / c ree que podia ser verdad el gobierno de aquella Insula o frecida por el señor D on Quixote que está presente . . o Quixote y n int r ump i al señor Bachiller á quien o e r as suplico pase adelante en decirme lo que se dice de m í n e la re ferida historia Y de m í dix Sancho que t amb i n . ce d le t má n la medida de las espaldas que no me o ro l tomasen a á m í de todo el cuerpo . pero no hay de q ue maravillarme pues como dice el mismo s eñor mí del o dolor de la cabeza han de participar los miembros 8 . A un hay 1 en las bardas d ix D on Quixote y mi en 50 o tras mas fuere entrando en edad Sancho con la ex ri n ia que dan los años estará mas idoneo y mas há p e e c bil para ser Gobernador que no Stá agora P or D ios e . a se están frescos en las costillas Callad Sancho dix D on . v s . D . 2 na P ues si es que se anda á decir verdades ese señor . .

a de las tachas que ponen á la tal historia dix el Bachi o ller es que su autor puso en ella una novela intitula da E l Curi I mp ert n nt no por mala ni por mal os o ' z e e . que á mi parecer no llegan á lá suela de mi zapato y c n o todo eso los lla man Señoría y se sirven con plata Esos . lagros ó no milagros d ix Sancho cada uno mire o co mo habla ó como escribe d las p n y no ponga e res o as á troche moche lo primero que le viene al magin U n . que todo se hará bien y quizá mejor de lo que vos pensais . 2 6 D ON QUIX O TE D E LA M AN C HA años que tengo no la gob ernaré con los años de Ma . o grama bien me avendría y dix Sancho pero con la o o tica ni me tiro ni me pago porque no la entiendo . o s . que no se mue e la hoja en el árbol in la l nt ád d v s vo u e Dios A s í es verdad dix Sanson que i Dios quiere . pero d x nd esto del gobierno en las manos de D ios e a o . que me eche á las partes donde mas de m í se sirva di go señor B achiller Sanson C arrasco que inf i nit m n a e te me ha dado gusto que el autor de la historia haya h ablado de m í d m n que no en fadan las cosas que e a era de m í se cuentan que á f de buen escudero que si e hubiera dicho de m í cosas que no fueran muy de chris tiano viejo como soy que nos habían de í los sor o r dos E so fuera hacer milagros respondió Samson M i . . no le faltarán á S n h mil islas que gob ernar quanto a c o mas una Gobernadores h visto por ah í dix Sancho . no sé donde y no en faltarme a m í el al t para gober . ' c e re narla E n m nd dl Dios Sancho dix D on Qui xote . o . co e a o . t l n: us a e el daño está en que la dicha I nsula se entretiene … . no son Gobernadores de I nsulas replicó Sanson sino de otros gobiernos mas manuales :que los que gobiernan Ínsulas por lo m enos han de saber gramát ca C n la i . e o .

I espondió Sanson porqu e es tan clara que no hay co s a que di ficultar en ella los niños la manosean l os mozos la leen los hombres la entienden y los viejos I a celebran y finalmente es tan trillada y tan leída y tan - s abida de todo género de gentes que ap enas han visto a lg n rocín Haco u quando dicen all í Rocin ante y va los que mas se han dado á su 1etura son los pages N o . ue era menester que con letras góticas bfí b i junto es es e él t es ga ll y e es as í debe ode ser de mi historia que t ndrá necesidad de comento para nt nd l E so no f e e e er a . de otra suerte dix D on Quixote no fuera escribi r o rve dades sino mentiras y los historiadores que de m n e tiras se valen habían de ser quemados como los que hacen moneda falsa :y n sé y que le movió l autor ' “ o o a T OM . sino lg n ignorante hablador que á tiento y in lg n a u s a u discurso se puso á escribirla salga lo que saliere como hacia O rbaneja el pintor de U beda al qual p g n re u t ánd l que pintaba respondió lo que saliere tal vez o e pintaba un gallo de tal suerte y tan mal parecid q o . o Quixote que no ha sido sabio el autor de mi historia . a o i . 1 1 1 . C 7 ' U L 0 ' I I L 2 razonada sino p rno ser de aquel lu gar i tiene que o u con la historia de su merced el señor D on Quixote v er . hay antecámara de Señor donde no se halle un D on Quixote unos le tontan si otros le d xan estos le e embisten q ll. ria es del mas gustoso y mén perjudicial nt t eni os e re miento que hasta g rá se haya v sto porque en toda . AET E II P A P ÍT . Y apostar á replicó Sancho que h a mezcl ado el hi o deperro berzas con cap achos A hora d igo dix D on . vle piden a ue Finalmente os la tal histo . . B ÍÍ . e lla no se descubre ni por méj n palabra d se h as u a es o nesta n i npensamiento m én u que católico A escri bir os .

. . o chiller que no tenga algo bueno N o hay duda en eso . porque ha de ser verdadera y donde está la verdad está Dios en quanto verdad . se escudriñan quanto es mayor la fama d el que las corn puso L hombres famosos por sus ingenios los grandes . u en solo mani festar mi pensamientos mi s p i m i s so s ro s s lágrimas mi buenos deseos y mi a m timi nt . . replicó D on Quixote pero muchas veces acontece que los que tenían m eritamente g ng d y alcanzada gran ra ea a fama por sus escritos en dándolos á la estampa la per di eron del todo ó la m n b á n en algo L a causa e o sca ro . e e to lo que y alcanzo señor Bachiller es que para com o poner historias y libros de q lq i r suerte que sean ua u e . os poetas los ilustres historiadores s empre ó las mas ' i ve ces s n n idi d de aquellos que tienen por gusto y o e v a os por particular entretenimiento juzgar los escritos age nos sin haber dado algunos propios á la luz del mun . 2 8 D ON QUIX O TE DE A M A N H A L ' C á valerse de novelas y cuentos ag n habiendo tanto e os que escribir en los mios sin duda se debió de atener al r f n : e ra de paja y de heno etc P es en verdad que . s s co e e os pudiera hacer un vol umen mayor 6 tan grande que el que pueden hacer todas las obras del T ostado E n f . deso es dix Sa mson que como las obras impresas e o s miran d espacio fácilmente se ven sus faltas y tanto mas . es menester un gran juicio y un maduro entendimiento : decir gracias y escribir d n y es de grandes inge o a res ni s L a mas discreta figura de la comedia o . pero no obstante esto hay l a g nu que os as í componen y arrojan libros de s í como si fuesen buñuelos N o hay libro tan malo dix el Ba . es la del bo bo porque no lo ha de ser el que quiere dar á enten der que es simple L a historia es como cosa sagrada .

9 1 1 1 .v es er s gustado de la tal historia y algunos han puesto falta y dolo en la memoria del autor pues se le olvida de con tar quien f é el ladron q hurtó el rucio á Sancho que u ue all í no se declara y solo se in fiere de lo escrito que se . d ix D on Quixote . e s t ru m y€ní t t nu m u in finitos son los que han ' o z7 u . CAPÍTULO P A R TE “ I I . Quixote d ix Carrasco . á pocos o h abrá contentado A ntes es al reves que como d t a! . le h t á n y de all í á poco le vemos á caballo sobre ur ro e l mesmo jumento in haber parecido :t amb i n dicen s e que se le olvidó poner lo que Sancho hizo de aquellos c ien escudos que halló en la maleta en S ierra M orena . o q u e muchos teólogos hay que no son buenos para el púlpito y son bonísimos para conocer las faltas 6 so bras de los que predican T odo eso es as í señor D on . pero quisiera y que los tales o o censuradores fueran mas misericordiosos y m enos eser a p l u o so ssin atenerse á los átomos del sol clar í simo de la obra de que murmuran que í al q md b n d s ' z uz o o us or m t at H m r consideren lo mucho que estuvo des ' z o e us p i t por er o dar la luz de su obra con la m enos sombra q ue pudiese y quizá podr í a ser que lo que á ellos les parece mal fuesen l nares que á las veces _ u i nwn ac rec e la hermosura del rostro que los tiene :y as í digo que es g ndí im ra el sriesgo á o que se pone el que imprime un li bro siendo de t oda imposibilidad imposible componer l tal que satis faga y content á todos los que le leye _ e o re n El que de m í trata . que nunca mas los nombra y hay muc hos que desean saber que hizo dellos ó en que los gastó que es uno de los puntos sustanciales que faltan en la obra Sancho res " . p ndió o y señor Sa mson o no estoy ahora para ponerme . ( 2 d o E so no es de maravillar d ix D on Quixote por .

eñ d ió al e ue se a a se or din i un par de pichones t at ó en la mesa de cab lle ' ar o r se a r ías ig iól el humor Carrasco acab ose el banquete s u e . “ Sancho c asa de D on Quixote y volviendo al lv ió pasado razonamiento dixo á lo que el señor Sanson d i xo que se deseaba saber quien ó como ó quando se me hurtó el jumento respondiendo digo que la no che misma que huyendo de la Santa Hermandad nos eu t rárn o s en Sierra Morena d es u es de la aventura s in v en p tura de los galeotes y de la d el difunto que llevab an ' á Segovia mi señor y yo nos metimos entre una espe sura adonde mi señor arrimado á su lanza y yo sobre mi rucio molidos y cansados de las pasadas re friegas nos pusimos á dormir como si fuera sobre quatro colchone s de pluma especialmente yo dormí con tan pesado sue = . u . 3 0 Q UIX O TE D ON D L A M AN C HA E en cuentas ni cue ntos que me h tomado un desmay a o de estómago que si no le reparo con dos tragos de lo añejo me pondr é en la espina de Santa L u c ía :en c asa lo te ngo mi i l m g d en acabando de comer daré o s o e a u ar a la vuelta y satis faré á m d y í todo el mundo de v u es a erc e ' s lo que preguntar q i i n as í de la pérdida del jumento u s ere . D ónd S an h P a n a at i fa e al B achill r S an n e c o z s s c e so Ca rms co de s usd udas y p regunt as co n o t ro s su ces o s digno s de s abers e ¿le co nt ars e . como del gasto de los ci en escudos :y sin esperar p res u es ta ni decir otra palabra se f eá su c asa D on Quixote p i . . dió y rogó al Bachiller se quedase á hacer penitenci a n co él Tuvo el Bachiller el mb it q d ó . C AP Í T U L O I V . durmi ero nla siesta volvió Sancho y reno ó la pláti v se a pasada ' c .

.

da señor Bachiller preguntó Don Quixote S í debe de ? . 3 2 UIX O D ON TEQD E L A M AN C HA hay mas que saber de m í aqu í estoy que responder é al mesmo Rey en p r n y nadie tiene para que meter es o a se en si truxe no truxe si gasté o no gasté que si . Q uixote bastan las escritas se duda que no ha de haber s egunda parte aunque algunos que son mas joviales que saturninos dicen vengan mas Quixotadas embista Don Quixote y hable Sancho P anza y sea lo que fue te que con eso nos contentar n os ¿ Y á que se atiene el . autor ? d ixo Don Quixote ¿ A. pero ninguna debe de ser de la im o rt anc ia de las ya re feridas Y por ventura d ixo Don p ¿ . pagar á dinero aunque no se t as aran sino á quatro ma rav edis cada uno en otros cien escudos no habia p a ra pagarme la mitad y cada uno meta la mano en su p e cho y no se p o nga aá juzgar lo blanco por negro y lo negro por blanco que cada uno es como Dios le hizo . respondió Sanson p ero dice que no ha hallado ni s e b e quien la tiene y as í estamos en duda s i saldrá ó no y as í por esto como porque algunos dicen nunca segun d as partes fu eron buenas :y otros de las cosas de D o n . rasco de acusar al autor de la hí sto riá que si otra vez la imp rimiere no se le olvide esto que el buen Sancho ha dich o que será realzarla un buen coto mas de lo que ella se está ¿ Hay otra cosa que enmendar en esa leyen . los palos que me di eron en estos v iages se hubieran d e . . . Quixote promete el autor segunda parte ? S í promete . y aun peor muchas veces Y o tendré cuidado dixo Car . . haber respondió él . que ? respondió S a ms o n : en hallando que halle la historia que él v a buscando con extraordinarias diligencias la dará luego ¿5 la estam p a llevado mas del int eres que de darla se le sigue .

que yo y mi señor le d arémo s tanto ripio á la mano en materia de av enturas y de sucesos di ferentes que pued a _ componer no solo segunda parte sino ciento Debe d e . pensar el buen hombre sin duda que nos dormimos aqu í en las pajas pues ténganos el pie al herrar y verá d el que c o squ eamo s :lo que yo sé decir es que Si mi se ñ o r tomase mi consejo ya habí amos de estar en esas campañas deshaciendo agrav io s y enderezando tuertos . como es uso y costumbre de los buenos andantes caba llero s N o habia bien acabado de decir estas razones San . P AR TE II CAPÍTULO IV . E . cho quando llegáro n á sus oídos relinchos de R o cinan te los qu ales relinchos tomó Don Q uixote por felicísi mo agiiero y determinó de hacer de all í si tres ó qua tro dias otra salida :y declarando su intento él B achiller . le pidió consejo por q ue parte comenzaría su jornada . que de ot ra alabanza alguna Álo que d ix Sancho ¿ l . que seria ganaria sobre todos los del mundo A lab óle . o a diner y al i t o mira el autor ? maravilla será q n eres ue acierte porque no hará sino harbar harbar como sastr e en v ísperas de p á y las obras que se hacen p i s c u as a re se . . A tiend e ese señor M oro 6 lo que es á mirar lo que hace . 33 . . el qual le respondió que era su parecer qu e fuese al Reyno de A ragon y á la ciudad de Z aragoza adonde de all í á pocos dias se habian de hacer unas s o lemní s i mas justas por la fiesta de San Jorge en las qu ales p o dria ganar fama sobre todos los caballeros aragoneses . ser ho nradí s ima y v alent ís ima su d et erminacio n y ad v irt ió le que anduviese mas atentado en acometer los peligros á causa que su vida no era suya sino de to dos aquellos que le habian de menester para que los am e T O M III . nunca se acaban con la p erfec c io n que requieren .

D ON QUIX O T E DE L A ' M A N CHA socorriese en sus desventuras Deso es lo que “ aras e p y . 34 . tura si en esos g obiernos me tiene aparejada el diablo alguna zancadilla donde t ropiece y caiga y me des . o ed en ello y quand o no me la diere nacido soy y no ha de vivir el hombre en oto de otro sino de Dios y mas que tan bien y aun quizá mejor me sabrá el pan desgobernado que siendo Gob ernador ¿ y sé yo por ven . pero sobre todo aviso á mi se ñ o r que si me ha de llev af c o ns igo ha de ser con con d ic io n que él se lo ha de batallar todo y que yo no h e de estar obligado á otra cosa que á mirar por su per ' sona en lo que to eare á su l impieza y a su regal o que en esto yo le b aylaré el agua delante pero pensar que ' tengo de poner mano a la espada aunque sea contra v i ll ano s malandrines de hacha y capellina es pensar en lo excusado Y o señ o r Samson no pienso grangear fama . que as í acomete mi señor a cien hombres armados c o mo u n muchacho goloso á media docena de badeas . o reniego señor Sa mson d ixo á este punto S ancho y . de valiente sino del mejor y mas leal escudero que j a mas sirvió á caballero andante :y si mi señor Don Qui xote obligado de mis muchos y buenos servicios qui s iere darme alguna I nsula de las muchas que su merced dice que se ha de topar por ahí recibiré mucha mer . C uerpo del mundo señor Bachiller s í que tiempos hay de acometer y tiempos de retirar y no ha de ser todo San tiago y cierra E 5p añ a :y mas que yo he oido de c ir y creo que á mi señor mismo si mal no me a o uer ¿ do que en los extremos de cobarde y de temerario es tá el medio de la valent í a :y si esto es así no quiero que huye sin tener para que ui que acomet e quando la demasía pide o rra cosa .

. . con los que naci eron en las malvas y no con los que tienen sobre el alma quatro dedos de inxu nd ia de chris t ian o s viejos como yo los tengo no sino llegao s á mi condicion que sabrá usar de desagradecimiento con alguno D io s lo ha g a dixo Don Quixote y ello dir é . que los o ñc io s mudan las costumbres y p o dria ser que viéndoos Gobernador no c o n o c iés ed es á la madre que os parió Eso all á se ha de entender respondió Sancho . I I I . . . sos que tratasen de la despedida que pensaba hacer de su Señora Dulcinea del T oboso y que advirtiese qu e en el principio de cada verso habia de poner una letra de su nombre d emanera que al fin de los versos jun T OM . 35 . ARTE II CAPÍTULO IV P . quando el gobierno venga que ya me parece que le . si era poeta le hiciese merced de c o mpo nerle unos v er . R ÍÍ . P ero si con todo esto de b u enas á b u enas sin m ucha s o . licitud y sin mucho riesgo me d ep arase el Cielo algu na Ínsula 6 otra cosa semejante no soy tan necio qu e . . lo de mas como 1 0 de m enos respondió Sancho aun que sé decir al señor Carrasco que no echara mi señor ' el Reyno que me diera en saco roto que yo he toma do el pulso á m í mismo y me hallo con salud para re g ir Reynos y gobernar I nsulas :y esto ya otras veces lo he dicho á mi señor Mirad Sancho dixo Sanson . co b abeis hablado como un catedrático pero con todo eso confiad en Dios y en el señor D on Quixote que os ha de dar un Reyno no que una I nsula Tanto es . . mételo en tu casa Vos hermano Sancho d ixo Carras . haga las muelas Sancho nac í y S anc ho pienso morir > . la desechase que t embien se dice quando te dieren la vaquilla corre con la s o guilla y quando viene el bien . trayo entre los ojo s Dicho esto rogó al Bachiller que .

C AP Í T U L O V . L legando escribir el traductor desta historia este . faltaban tres letras pero con todo eso procuraria embe ber una letra lo mejor que pudiese d emanera que en las quatro castellanas s e incluyese el nombre de Dulcinea del T oboso Ha de ser as í en todo caso d ixo Don Qui . lo prometió Carrasco con esto se despidió encargan do á Don Quixote que de todos sus buenos o malos sucesos le avisase habiendo comodidad y as í se des pidi eron y Sancho fue 5:poner en orden lo necesario para su jornada . ' D e la dis cret a y gracio s a p lá t ica qu e p a s o ent re S an cá o P a nz a s u mu er Teres ¿ z P a nz a o t ros s u g y f ' ces os d i no s d e elzce reco rd a czo n ' g . 3 6 D ON QUIX O TE DE LA M AN C HA “ tando las primeras letras se leyese Dulcinea del To l boso E I Bac hiller respondió que p uest 0 qu e él no era . á maese Nicolas y á su Sobrina y al A ma porque no estorbasen su honrada y valerosa d et erminac io n T odo . ' de los famosos poetas que habia en España que decian que no eran sino tres y medio que no d exaria de compo n er los tales metros aunque hallaba una di ficultad gran de em su c o mp o sicio n á causa que las letras que con . xote que si allí no v a el nombre patente y de ma nifi es t o no hay muger que crea que para ella se hi c iéro n los metros Q ued áro n en esto y en que la par . tenían el nombre eran diez y siete y que si hacia qua tro castellanas de quatro versos sobraba una letra y si de á cinco á quien llaman décimas ó redondillas . tida seria de all í á ocho días :encargó Don Quixote al Bachiller la tuviese secreta especialmente al Cura y .

sutiles que no tiene p o r posible que él las supiese . . . . que la obligó á preguntarle ¿ que t raeis Sancho amigo . . que tengo determinado de volver si servir á mi amo Don Quixote el qual quiere la vez tercera salir á bus car las aventuras y yo vuelvo á salir con él porqu e lo quiere as í mi necesidad junto con la esperanza que . 1 0 que á su o ficio debia y as í prosigu i ó diciendo L legó Sancho a su casa tan regocijado y alegre que su muger conoció su alegr í a á tiro de ballesta t anto . ella y no sé que quereis decir en eso de que os hol . CAPÍTULO V . . tar contento Mirad Sancho replicó Teresa d esp u es . p e t o que no quiso d exar de traducirlo por cumplir con . si Dios qu i siera bien me holgara yo de no estar tan con . P ARTE 1 1 . me alegra de pensar si podr é hallar otros cien escudos . . que os hicist es miembro de caballero andante hablai s . que tan alegre venís A lo que él respondió :muger mia > . íí er tonta no sé y o quien recibe gusto de no tenerle : g M irad T eresa respondió Sancho yo estoy alegre por _ . que en él habla Sancho P anza con otro estilo del que se podia prometer de su c o rto ingenio y dice cosas t an . como los ya gastados puesto que me entristece el ha berme de apartar de ti y de mis hijos y si Dios qui siera darme de comer á pie enxuto y en mi casa s in traerme por vericuetos y encrucijadas pues lo podia hacer á poca costa y no mas de quererlo claro está que mi alegrí a f uera mas firme y valedera pues que la que tengo v a mezclada con la tristeza del d exart e :as í que dixe bien que holgara si Dios quisiera de no es . 37 quinto cap ítulo d ice que le tiene por apócri fo Pº l" . g á rad es si Dios qu i siera de no estar contento . tento como muestro N o os entiendo marido replic ó . que ma .

j or . s alsa del mundo es la hambre y como esta no falta á los p o b res siempre comen c o n gusto . rido replicó Teresa que los escuderos andantes no co * men el pan de balde y as í quedaré ro gand o á nuestro . sino á rodear el mundo y á tener dare s y tomares con gig antes con endriago s y con vestig ios y á oír silbos. .Eso no marido mio dixo Te resa viva la gallina aunque sea con su pepita Vi V id vos y llévese el diablo qu anto s go b ierno s hay en . rugidos . Señor os saque presto de tanta mala ventura Y o os di . el mundo s in gobier no s alí s t es del vientre de vuestra madre s in gobierno h ab eis vivido h asta ahora y s in g obierno os iréis 6 os llevarán á la sepultura quan d o Dios fuere servido :como esos hay en el mundo que viven sin gobierno y no por eso d exan de vivir y d e ser contados en el número de las gent es L a me ' . 3 8 D ON Q U I X OÍE D E L A AN C H A M d e t an r od ead a manera ue no hay qu i en os en t iend a: q º B asta que me entienda Dios muger respondió Sancho … . g o muger respondió Sancho que si no pensa se ántes d e mucho tiempo verme Gobernador de una Ínsula . aqu í me caería muerto . hermana que os conviene tener cuenta estos tres dias con el rucio d emanera que esté ara :armas tomar : d o b lad le los p iens o s requerid la l p a b arda y las demas xarc ias p o rque íno vamos á bodas . u e él es el entendedor de todas las cosas y quédese q e sto aqu i y advertid . P ero mirad San cho si por ventura os v iéred es con algun gobierno no o s olvi d eis de mí y de vuestros hijos . A dvertid que Sanchico tiene ya quinc e años cabales y es razon que … - . bramidos y b aladro s y aun todo esto fuera . Bores de cant u es o s i no tuviéramos q u e entender con Y angues es y con M oros encantados Bien creo yo ma .

.

de hablar y por lo que mas ab axo dice Sancho dixo el traductor desta historia que tenia por apócri fo este cap itulo ) ¿N o te parece animalia prosiguió Sancho . se le p asa :y no seria bien que ahora que esta Haman ' do 51 nuestra puerta se la cerremos :d exémo no s llevar deste viento favorable que nos sopla ( P or este modo . 40 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA mos y s é que no mira de mal ojo á la mo c hacha y con este que es nuestro igual estará bien casada y le tendr emos siempre á nuestros ojos y se remos todos unos padres y hijos nietos y yernos y andará la p az y la bendicion de Dios entre todos nosotros y no c a s ármela vos ahora en esas Cortes y en esos P alacios grandes adonde ni á ella la entiendan ni ella se em tienda Ven acá bestia y muger de Barrabas replic ó . estorbarme que no case á mi hija con quien me dé nie … tos que se llamen Se ñor í a ? Mira Teresa siempre h e o ido decir á mis mayores que el que no sabe gozar d e Ia ventura quando le viene que no se debe qu ej ar s i . Sancho ¿ por que quieres tú ahora s in que ni para que . decís marido ? respondió Teresa pues con todo eso te mo que este Condado de mi hij a ha de ser su perdi cion v o s haced lo que quisiéredes ora la hagais D uque . que será bien dar con mi cuerpo en algun gobierno pro v ec h o s o que nos saque el pie del lodo y casase á Mari Sancha con quien yo quisiere y verás como te - llaman á ti Doña Teresa P anza y te sientas en la I gle s ia sobre alcati fa almohadas y aramb eles á pesar y ' despecho de las hidalgas del pueblo ? N o sino est ao s siem pre en un ser sin crecer ni menguar como figura de paramento :y en esto no hablemos mas que S anc hic a ha de ser Condesa aunque tú mas me digas ¿Veis quanto .

y á m í por ser vuestra muger me llaman Teresa P anza . pero all á van Reyes do quieren leyes y con este nom bre me contento sin que me le pongan un D on encima . . F . am iga de la igualdad y no puedo v er ent o no s sin fun d ament o s Teresa me pusi eron en el bautismo nombr e mondo y escueto sin añadiduras ni cortapisas u i arre quives de Dones ni donas Cascajo se llamó mi padre . 6 mis cinco sentido s 6 los que tengo no pienso dar ocasion de verme en tal aprieto :vos hermano idos á ser gobierno insulo y ent o nao s á vuestro gusto qu e mi hija ni yo por el siglo de mi madre que no nos he mos de mudar un paso de nuestra aldea :la muger hon rada la pierna quebrada y en casa y la doncella hones ta el hacer algo es su fiesta :idos con vuestro Don Qui xote á vuestras aventuras y d exadno s á nosotras c o n nuestras malas venturas que Dios nos las mejorará c o mo seamos buenas :y yo no sé por cierto quien le p u s o á él Don que no tuvi eron sus padres ni sus agiie io s A hora digo replicó Sancho . que tienes algun fa miliar en ese cuerpo ¡Válat e Dios la muger y que d e . que pese tanto que no le pueda llevar y no quiero d ar que dec i r á los que me vieren andar vestida á lo conde sil 6 sí lo de Gobernadora que luego dirán :mirad qu e entonada v a la p az p uerc a :ayer no Se hartaba de esti rar de un c 0po de estopa y iba á misa cubierta la c a beza con la falda de la saya en lugar de manto y ya hoy v a con v erdugado con broches y con entono c o mo si no la conociésemos Si Dios me guarda mis siete. pero éo s decir que no será ello con v o s luntad ni c onsentimiento mio Siempre hermano fuí . 4 1 sa P rince sa . que á buena razon me habian de llamar Teresa Cascajo . TO M III. CAPÍTULO V . P ARTE I I .

pero si en dos p aletas y en méno s de un abrir y cerrar de ojos te la chanto un Don y una Señoría á cuestas y te la saco de los rastrojos y te la pongo en toldo y en peana y en un estrado de mas almohadas de velludo que tuvi eron M oros en su linage los Alm o hadas de M arruecos ¿ porque no has de consentir y que rer lo que yo quiero ? ¿ Sabeis porque marido ? respondi ó Teresa por el refran que dice :q uien te cubre te d esc u bre :por el po b re todos pasan los ojos como de corrida . y en el rico los detienen y si el tal rico fue un tiem o po b re all í es el murmurar y el maldecir y el peor p perseverar de los maldic ient es que los hay por esas c a lles á montones como enxamb res de abejas Mira Te . tiendes mis razones y v as huyendo de lá dicha ) si yo d ixera que mi hij a se arrojara de una torre ab axo ó que se fuera por esos mundos como se quiso ir la I n fanta Doña U rraca te meis razon de no venir con mi gusto . fr enes y el entono con lo que yo digo Ven acá men ? . resa respondió Sancho y escucha lo que agora quiero decirte quizá no lo habrás oído en todos los dias de tu vida y yo agora no hablo de mio que todo lo que pien s o decir son sentencias del padre predicador que la quaresma pasada predicó en este pueblo el qual si mal no me acuerdo dixo que todas las cosas presentes que los ojos están mirando se presentan están y asisten en nuestra memoria mucho mejor y con mas vehemencia . diciendo Sancho son las segundas p o r qu ien dice el . 4 2 D ON Q UIX O T E DE L A M AN C HA cosas has ensartado unas en otras sin tener pies ni cabe z a ! ¿ Que tiene que ver el C ascajo los broches los re . . t ec at a é ignorante (que as í te puedo llamar pues no en . que las cosas pasadas ( Todas estas razones que aqu í v a .

muger d ixo Sancho y no revuelto N o os p o ngais á . . como Dios es servido y no me meto en mas dib uxo s y digo que si estais porfiando en tener gobierno que lle veis con v o s si vuestro hijo Sancho para que desde agora le ens eñ eis á tener gobierno que bien es que los hijos hereden y aprendan los o ficios de sus padres En t enién . do gobierno . C A P Í TÚL O v . Teresa haced lo que qu isiéred es y no me quebreis mas la cabeza con vuestras arengas y retóricas y si estais revuelto en hacer lo que decís Resuelto has de decir . d ixo Sancho enviaré por él por la pos ta y te enviaré dineros que no me faltarán pues nun c a falta quien se los preste á los Gobernadores quando TOM . ¡ u . pompa de criados parece que por fuerza nos mueve y convida á que la te ngamos respeto puesto que la me . F ÍÍ . 43 t radutor qu e tiene por áp óc rifo este c á p ítulo que exc e den ¿1 la capacidad de San cho el qu al prosiguió d icien … ' ' do ) De dond e nace que quando vemos alguna persona bien aderezada y con ricos V estidos compuesta con y . . sino fu eren los iñv idio s o s de quien ninguna próspera fortuna está segura Y o no os entiendo marido replicó . moria en aquel instante nos represente alguna b axez a en que v imos á la tal persona la qual ignominia ahora sea de pobreza ó de linage como ya pasó no es y solo es lo que vemos presente :y si este á quien la fortuna sac ó del borrador de su b axez a ( que por estas mesmas t a z ones lo d exó el padre á la alteza de su prosperidad ) fuere bien criado liberal y cortes con todos y no se u s iere en cuentos con aquellos que por ant i iied ad s o n p g nobles ten por cierto Teresa que no habrá quien se acuerde de lo que fue sino que reverencien lo que es . 1> ARTE n . disputar marido conmigo respondió Teresa yo hablo .

44 , D ON QU IX O TE '

DE LA M AN C HA
no lo s tienen y v ís t ele de modo que disimule lo que
, ,
'

es y parezca lo que ha de Ser Envia d vos dinero di .
,

xo T eresa que yo os lo vestiré como un pal mito En
,
.

efet o quedamos de acuerdo d ixo Sancho de que ha de
, ,

ser Con desa nuestra hija El dia que yo la vi ere Con
.

desa respondió T eresa ese haré cuenta que la entier
, ,

to pero otra vez os digo que hagais lo que os diere
gusto que con esta carga na cemos las mugeres de estar
,
' '

o bedientes á sus maridos aunque sean unos porros :y en
esto comenzó llorar tan de v éras como si ya viera
muerta y enterrada S anc hic a Sancho la consoló di .

c iénd o le que ya que la hubiese de há c er Condesa la
'

haria todo lo mas tarde que ser pudiese Con esto se aca
'

.

b ó su p lát ic a y Sancho vo lvi ó a v er a D o n Quixote ,

para dar órd en en su partida .

C AP Í T U L O VI .

'
D e lo qu e le p as o ¿ í D o n Qu ixo t e co n s u S abrina y con
s u A ma , es u no d e lo s imp o rt a nt es cap í t u los
y
d e t o da la

E n tanto que Sancho P anza y su muger Teresa Cas
j p
ca o la á
iní
as ro n
p ert inen t e re ferida
p lát ica no esta
ban ociosas la Sobrina y el A ma de Don Quixote que
por mil señales iban coligiendo que su tio y señor que
ria desgarrarse la vez tercera y volver al exercício de s u
, ,

para ellas mal andante caballerí a P rocuraban por to .

das las vias posibles ap art arle de tan mal pensamiento ;
pero todo era predicar en desierto y majar en hierro
frio con tod o esto entre 0 tras muchas razone s que con
él p asáro n le dixo el Ama :en verdad señor mio que

"
PARTE II CAPÍTULO VI
.
.
45
s í v ues a merce d no a f irma el pie llano y s e est á u e
q
,
. .
_

do en su casa y se dexa de andar P or los montes y
p o r los valles como án i ma en pena busc ando esas que

dicen que se llama n aventuras á quien yo llamo des
dichas que me tengo de quejar en voz y eq grita á
Dios y al Rey que pongan remedio en ello A lo que .

respondió Don Quíxo te :A ma 1 0 que Dios responde
_

ré á tus quejas yo no lo sé ni 1 0
qu e ha de responder
.

S u Magestad tampoco y solo sé que si yo fuera Rey ,

me excusara de responder á tanta in finidad de memoria
1 es impertinentes como cada día le dan que uno de los
m ayores trabajos que los Reyes tienen entre otros mu
chos es el estar obligados á escuchar á to d o s y á res
ponder á todos y agi no querría yo que cosas mí as le
diesen pesadumbre A 1 0 que d ixo el A ma :d íganos se
.

ñ o r ¿ en la Corte de S u Magestad no hay c ab allerº s ? S í ,

re spondi ó Don Quixote y muchos y es razon que los
haya para adorno de la grandeza de los P r íncipes y p a
ra o s t ent ac í o n de la Magestad Real .
¿ P ues no seria v ue

s a merced replicó ella uno de los que á p ie quedo s í r
viesen á su Rey y señor estándose en la Corte ? M ira ,

amiga respondió Don Quixote no todos los caballeros
pueden ser cortesanos u i todos los cortesanos pueden ,

n i deben ser caballeros andantes de todos ha de haber
en el mundo y aunque todos seamos caballeros v a ma
c ha di ferencia de los unos á los otros P orque los cor
t es ano s sin salir de sus aposentos ni de los umbrales de '“

la Corte se p as e a n por t o d o el mundo mirando un
'

map a s m costarles blanca ni padecer calor ni frío,
hambre ni sed pero nosotros los caballeros andante s
verdaderos al sol al frío al ayre á las inclemencias

46 .
'

D ON Q UIX O TE DE
M AN C HA
LA

d el c ielo de noche y de dia á p ie y á cab all o medi .

mos toda la tierra con nuestros mismos p i e s :y no sola
mente conocemos los enemigos pintados sino en su mis
mo ser y en t o d o france y en toda ocasion lo s acome .
_

temos sin mirar en niñerías ni en las leyes de los d es a
fios s i ll e v a ó no lleva mas corta la lanza ó la espada , ,

s i trae sobre s í reliquias ó algun engaño encub iert o sí
se ha de p artir y hacer tajadas el sol ó no con otras c c
remo nias des te jaez que se us an en los desa fíos partícula
res de persona a persona
'
que tú no sabes y yo s í y has
de saber mas que el buen caballero andante a un qu e
_

v ea diez gigantes que con las cabezas no solo tocan sí
no pasan las nubes y que á cada uno le sirven de pier
nas dos gran dí simas torres y que los brazos semejan ár
boles de gruesos y poderosos navíos y cada ojo como
una gran rueda de molino y mas ardiendo que un hor
no de vidrio no le han de espantar en manera al gun a;
ánt es con gentil con t inente y con intrépido corazon los
ha de acometer y e m b e st i r :y s í fi1 ere posible vencerlos y
desbaratarlos en un pequeño instante aunque vi niesen ar
mad o s de un as conchas de un cierto pescado que dicen
que son mas duras que si fuesen de diamantes y en ln
gar de espadas t ruxes en cuchillos tajantes de damasquino
acero ,
6 porras ferradas con puntas asimismo de acero ,

como yo las h e visto mas de dos veces Todo es to he di .

cho A m a mí a porque veas la di ferencia que hay de
_

u n os caballeros 5 otros y sería razon que no hubiese
.

P rí ncipe que no estimase en mas esta segunda 6 por ,

mejor decir primera especie de caballeros andantes que
segun leemos en sus historias tal ha habido entre ellos ,

que ha sido la salud no solo de un Reyno sino de ma

48 D ON QUIX O TE DE L A M AN C H A
sa merced tanto señor t í o que si fuese m e n e ster en
una necesidad P odría subir en un p u lp í to ec irse á pre
,

d ic ar por esas calles y que con todo es to dé en una
ceguera tan grande y en una sandez tan conocida que
se dé á entender que es valiente siendo viejo que t ie
ne fuerzas estando en fermo y que endereza tuertos ,

estando por la edad agobiado y sobre todo que es c a
b allero no 1 0 siendo P orque aunque lo pueda n ser los
hidalgos no 1 0 son los P obres ? Tienes mucha razon ,

Sobrina en 1 0 que dices respondió Don Quixote y
cosas te pudiera yo decir cerca de los linages que te ad
miraran P ero por no mezclar lo divino con lo humano ,

no las digo Mirad amigas á quatro suertes de linages
.
*

( y est adme atentas
) se pueden reducir todos los que hay
en el mundo que son es to s u n os que t uv iéro n P rinci
píos humildes y s e fuéro n extendiendo y dilatando has
ta llegar á una s uma grandeza otros que t uv iéro n prin
cí í o s grandes y los ñ l éro n conservando y los con
p
s ervan y mantienen en el ser que c o menz áro n otros
que aunque t uv iéro n principios grandes acab áro n en
P unta como pirámide habiendo diminuído y aniquilado
su principio hasta parar en nonada como 1 0 es la P un
ta de la pirámide que respeto de su basa ó asiento ,

no es n a d a :otros hay y es to s son los mas que u i tu
v iéro n principio bueno ni razonable medio y as í ten
, ,

d rán el fin sin nombre como el linage de la gente ple
,

beya y Or di n ari a De los primeros que t uv iéro n princi
.

í o humilde y s ub í éro n a la grandeza que agora conser
p
van te sirva de exemplo la casa O tomana que de un
humilde y b axo pastor que le d ió principio es t á en la
c umbre que la v e m o s . Del segundo linage que tuvo

P A R TE I I
.
49
r1 nc 1 1 0 en gfand ez a y la co nserva s in aumenta rla se “

P p ..

réu exemplo muchos P r í ncipes que p o r herenc ía lo son
_

,

y se conservan en ella sin aumentarla ni diminu irla,
c onteniéndose en los l í m i t e s de sus Estados p ac í ñc amen .

t é De los que c o menz áro n grandes y ac ab áro n en punta
.
,

hay millares de exemplos porque todos los F arao nes y
T o lo meo s de Egipto los Cés ares de Roma con tod a
la caterva ( sí es que se le puede dar este nombre ) de in
finitos P r íncipes Monarcas Señores Medos A sirios ,

P ersas Griegos y Bárbaros to do s es to s lí nages y Se
ñ o rí o s han acabado en punta y en nonada
. as í ellos ,

como los que les diéro n P rincipio p u es no será posible
hallar agora ninguno d e sus d ec endient es y sí le hallá
s emo s sería en b axo y humilde estado Del lí nage Ple
.

beyo no tengo que d ec1 r mm que sirve solo de acrecen
tar el número de los que viven sin que merezcan otra
.

fama ni otro elogio sus grandezas De todo lo dich o
.

quiero que in firais bobas mías que es grande la c o nfu
s ion que hay entre los linages y que so los aquellos pare
cen grandes y ilustres que lo muestran en la virtud y
"
en la riqueza y liberalidad de sus d u eñ ós D ixe v irtudes
.
,

riquezas y liberalidades porque el grande que fuere ¡

vicioso ser á vicioso grande y el rico no lib eral será un
_

avaro mendigo que al P oseedor de las riquezas no le ha
_

c e dichoso el tenerlas sino el gastar1 as y no el gastar
las como quiera sino el saberlas bien g ast ar A I caballe
_

.

ró pobre np le queda otro camino P ara mostrar que es
caballero sino el de la V1 rtud sxendo a fable bien cría
do cortes comedido y o ficio so no so b erbio , no ar
'

rogante no murmurador y sobre todo c ar1 t at1 v o que
con d o s marav ed is que con ánimo alegre dé al pobre ,
TO M . I I I . G

D o mmm arr ib a gu í e n d e allí de clina . le t ras y nac í se gun me inclino á las armas d eb axo de la influencia del Planeta Marte así que casi me es fo r z o s o segui r por su camino y por él tengo de ir á pesar de todo el mun do y será en balde cansaros en p ersu a dirme á qu e no quiera yo lo que los Cielos quieren la fort una ordena y la razon P ide y sobre t o d o mi volu m tad d es éa :Pu es con saber como sé los in numerables trabajos que son anexos al andante caballer í a sé tam bi en los infmí t o s bienes que se alcanzan con e lla :y sé que l a senda de la virtud es muy e strecha y el camino del vicio ancho y e sp a c i o s o :y sé que sus fin es y paraa deros son di ferentes P orque el del vicio dilatado y es P acios o acaba en muerte y el de la virt ud angosto y trabajoso acaba en vida y no en vida que se acaba si no en la que no tendrá 511 :y sé como dice el gran poeta castellano nuestro que P o r estas asp e rez as s e c amina D e la in m o rtalidad a l alt o a s ient o . ¡A y desdichada de mí ! dixo la Sobrina que t amb ien ml s en o r es P oeta todo lo sabe todo lo alcanza yo . sería milagro y siempre la alaban za fhé premio de la virtud y lo s virtuosos no pueden d exar de ser alabados . 50 D ON QUI X O TE DE L A M AN C HA s e mostrará tan liberal como el que á c amp a n a herid a da limosna y no habrá qu ien le vea adornado de las re feridas virtudes que aunque no le conozca d exe de juzgarle y tenerle por de buena c ast a :y el no serlo . Dos caminos hay hijas P or donde pueden ir los ho m bres llegar á ser ricos y honrados el uno es el de las letras o t ro el de las armas Y o tengo mas armas que .

la v ió Carrasco con mu est ras t an doloridas y sobresalta ' das le dixo ¿ que es es to señora A ma ? ¿ que le h a T OM . I I I . car una casa como una jau la Y o te prometo Sobrina . G ¡Í . A b rí óle la Sobrina salió á recib í rle con los brazos ab iert o é s i1 señor D o n Quixote y e nc erráro nse lo s dos ' ' en su ap osento don de t uv iéro n otro coloquio qu e no ' . g u nt and o quien llamaba respondió Sancho P anza q u e él era y a én as le h ubo conocido el Ama . especialmente jaulas y p alillo s de dientes A es t é tiempo llamáro n la puerta y Pre . 5 1 . C A P Í TU L O V II “ . le P aseándose P or el patio de su c asa y vi éndole se de xó caer ante sus pies trasudando y congojosa Quando . apostaré que s i quisiera ser alb aml que supiera fabri * . . respondió Don Quixote que s í es t o s pensamientos caba “ lleres c o s no me llevasen tras s í to d o s los sentidos que _ h o habría cosa que yo no hiciese ni curiosidad que no s aliese de mis manos . . quando cor p - rió á esconderse P or no verle tanto le aborrecía - . PA RTE II CAPÍTULO VI . le hace ve ntaj a el pasado . ' D lo que p as o D e s c udero ' e Q on u zxo t e co n s u con amos í s imo s o tro s s u c e s o s f . A p éú VI O el A ma que Sancho P anza se encerrab a as con su señor quando dió en la cuenta de sus t rato s y 1 mag 1 nando que de aquella consulta había de salir la re ' s o lu cio n de su ter cera salida y tomando su manto to ' d a llena de c o ngo j a y P esadumbre se fu é á buscar al * Bachiller Samson Carrasco p arec í énd o le que por ser b ien hablado y amigo fresco de su señor le podría persuadir á qu e d exas e tan desvariado Propósito Halló .

¡ . ñora A ma ¿ no h ay otra cosa ni ha sucedido otro des man alguno sino el que se teme que quiere Hacer el se ' ñ o r D o n Qu í xo t e ? N o señor res o h d ió ella P es no º * p u . á bus a ' … = car por ese mundo 1 0 que é l: lla ma v eií tu ras . . té mas de seiscientos huevos como lo s abe Di es y to . . . ellas s o n tan buen as tan gordas y tan Bí erí c rí adás qu e ' . ' . a e _ tido yí enc erfad o en U na já ulá ad o nde é l s e daba si en ' ” * ' . guna cosa caliente y de camino vaya rez and o :la oracion d e :S ant a Apolonia si es que la sabe que yb iré lue ¡ e 0 allá y verá m rav illas í ¡ C u it ad a de m í ! re lí c ó el ' ' ' g a p A ma ¿ la oracion de Santa A p o lo nia dí ce v ues a merced *º que rece eso fuera si mi amo l o hub iera d e las ní uelas . b u en a á su casa y téngame aderezado de almó rz ar al . amarillo “ _ . los oj o s hundidos en los últimos c amaranch o nes del c e lebro que para hab erle d e Vólv er algu fft ant o en s í gas _ ' . lí do á íp alós la s eg u nd a v í no en u m c arro de b u e f e s me y . p No se sale respondió ella sino po r la Puerta de su 1 0 . 4 c u rá qu í ero d ecí r señor Bachi ller de mí ánifma… qí1 e … _ . y p . * . . quiere salir o t ga V ez qu e c o n esta será la t ercera . tenga pena respondió el B achiller sino V áyas e en hora . . . qu e yo 11 oQ r puedo entender como les d a este no nib re L a vez p ri . u nt ó S a n so n Hás ele roto alguna P arte de s u a u er o ? g ¿ . . no d í rán una cosa por otra . d é el mundo y mis gallinas que h o me d exarán men _ ' . s i reventasen E n Efecto _ se . D ON QUIX O T E DE L A M AN C H A que parece que se le qu ie r e arrancár el al ' ac o íí t ec í d o ' ' … . t i r Eso creo o muy b 1 en res o ñ d ió el Bachiller que . 5 2 . mera nos le volvi eron atravesado s obr e un jumento mo . . m a N o e s n ad a s eñ o í Sanson m í o “ sino que m i amo * se ¿ale s áleée s í n duda ¿Y por donde ¿e sale señó ra ? Pre . . ? ' “ ' . t end er qu e e staba encantad o y v enía tal el triste qu e ' “ … no le conociera la madre que lé p arip Baco .

. P ues sabe que soy Bachiller P or Salam anca . ' no me acuerdo he s up lic ad o a v u é s a mer ce d . . que no ” . En el:que estuvi eron encerrados D o n Qúíxo fe y ' … _ S ancho Pas áro n las raz o ñes qUe c o n muc ha p un tualida d … ' y verdadera. no s é mas y Dios sea conmigo Y a ya caigo resp o n . de entender respondió Sancho no sé co mo lo diga . y en e fecto ¿ que dice Teresa Teresa dice d ixo San ? a . . ñora Ama V áyase y : . ero no 1 0 ha sino de los c asc o s Y o sé lo que digo se p . entiendo agora replicó D o n Quixote P ues sí no me p u e ' . d lga Sancho ó d í ab lo no te entiendo y s1 yo no me . . R ed ucida has d e d ecí r Sancho dixo Don Quixote qu e _ no relucida U ná ó dos ve ces respondió Sancho si mal . _ _ d ec larare ent ónces P odrá enmend arme qu e yq s o y t an ' fá cil N o te entiendo Sancho diXó luego D on Quixot e ' ' . pues no s é que quiere decir soy tan fá cil T an fóc í l _ . . - . su amo s eñor ya yo ten go relucida á mí m u ger á qú e — * _ ' me d exe ir lc o h v u es a merced adonde qu 1 51 ere llevarme ' . no se ponga á disputar conmigo. 53 ' . _ . relacion c uenta la historia D ixo Sánc ho á . qu e no hay mas que b achillear respondió0 Carras c o :y:con est o se fué el A ma y el B gc híller fu e luego á b u seár al Cur á á comunicar con él lo que se dirá su tiempo . . P ARTE II . d ió Don Quixote en ello tú qui eres decir que ere s tan dócil blando y mañero que t o in arás 1 0 que yo te dí xere y pasarás P or lo que te ens eñ are A postaré yo " . dixo Sancho que desde el emp rí ncí p io me caló y me ” — entendió sino que quiso turbarme P or oírme decir otras “ d o c ient as p at o c had as P odrá ser replicó Don Quixote : . qu iere decir respondió Sancho soy tan así M enos te . . me enmiende los V ó cab lo s sí es que entiende lo qú e quie ro decir en ellos y que quand 0 no los entienda . CAPÍTULO VII “ ” .

. . . . D ON QUIX O TE DE L A ' M A N CH A cho qu e ate bien mi dedo con v ues á merced y que ha ble n cartas y c alleñ b arb as p o rqu e qu í en destaja no b a r aja pues mas vale u h toma que d o s te daré y yo digo _ _ u e el co ns ejo de la m uger es poco y el o le tom a q q ú e i r . . d e p rí es g . ni c et rjo s m1 t ras s egun es públi ca v o z y fama y s e ' . 54 . cho que sea que sobre un huevo pone la gallina y ma chos P ocos hacen un mucho y mi entras se gana algo . . el carne ro y que . y no la haráñ d et ener. no se pierde nada Verdad sea que s í sucediese ( lo qual . dixo D o r Quixot e pero no sé donde Vas á p arar Voy ' - . ní ruegos ni fuerzas º — _ . salario Conocido de lo que me ha de dar cada mes el tie mpo que le s í rv í ere y que el tal salario se me P agu e de su h acienda que no quiero estar si mercedes qu e llegan tarde ó mal ó nunca con lo mio me ayud e Dios En fin yo quiero saber lo que gano poco ó mu . y q u and o lle ” ' ' q _ p a á l aaí ar á las P uertas de nuestra v í d á siempre ' L ' g v a _ . á parar dixo S ancho en qu é v u es a merced me señal e ' . q . _ _ g un no s lo dicen Po r es q s p úlp ígo s Todo eso es verdad r : . _ _ . . merced mej or sab e tod 9 5 est ámo s sujetos á la mú erté " - _ . _ _ Decid Sancho amigo P asa adelante que hab lais hoy d e perlas E €5 el c a so replicó Sancho que c omo v ues a ' ' ' ' . n i lo cr eo ni lo espero que v u es a merced me diese la ) Íns úla que me tiene prometida no soy tan ingrato ni llevo las cosas tan Por los cabos que no qg erré que se a rec í e lo que montare la renta de la tal I nsula y ' p se descuente de mi salario gata P or cantidad Sancho ami . que h s ó mo s m á ñ y que tan p esto ' y o y y ana n o _ _ r se v a _ el c o rd er _ g. . _ . - es lo c o Y y o ld digo t amb í en res ó ndió D o n Quixote p j - . nadie puede prome _ ters e enj e s t e mundo mas horas de vida de las que Dios ' _ uí s í ere d é f le o t qu e la muerte es sorda . .

.

ÍD ON QU I XO TE D E L A MA N C HA * 1 ojar refránes como llovidos : y finalmente qui ero de ' = c ir y 6 3 digo que s i no quereis venir á merced con " . mas tiempo en cogida y detenida la fuerza de su valero s o b razo la bondad de su ánimo v alent í s í mo porque ' y . amas se les cumpla lo que mal d es earen : y volviéndose ¿ al A ma le d ixo :bien puede la señora Arp a no reza r m as la oracion de S anta Apolonia que yo sé que es d et erminacio n precisa de las es feras que el señor Don Quixote vuelva á executar sus altos y nuevos pensa miento s y yo encargaría mucho mi c o nciencí á si no . . migo y correr la suerte que yo corriere que Dios que . s as de oír con que razones persuadia á su señor que no — t o m ase á buscar las aventuras L legó Sanson ' . . de frauda con su tardanza el derecho de los t uertos el m a paro de los huér fanos la honra . e ntró Sa m son Carrasco y el A ma y la S obrina deseo . cho oyó la ñ rme resolucion de su amo se le anub ló el ci elo y se le caye ron las alas del corazon porque tenía creído que su señor nó se iría s in él por tod os los ha “ b eres del mu ndo :y as í estando suspenso y pens ativo _ . e m ac h ad ó s ni tan habladores como v o s Quando San p . y os haga un santo que á m í no me falta . de las doncell as el fa . os ni . . s o c arro n famoso y ab raz ánd o le como la vez primera y con v o z levantada le dixo ¡ ó flor de la andante caballer í a ! luz resplandeciente de las armas ! ¡ ó ho no r y espej o de la “ N acion española ! p lega si Dios todo poderoso donde “ mas largamente se contien e que la persona 6 personas “ . xán escuderos má s obedientes mas sol ícito s y no t an . 1 nt 1 mas e y persuadiese á este caballero que no tenga . de con v o s . u e u sieren impedimento y es t o rb aren tu tercera salí q p d a que no la hallen en el laberinto de sus des e .

lo tendré á felí císí má ventura A esta sazo u dixo D o n ' . . Quixote mío hermoso y bravo árít es hoy qu e mañan a s e ponga v u es a 1 n er0ed y su grandeza en camino . H . . d o y llenos de lágrimas los ojos y prosiguió no se di ” . er et uo t rást ulo y re o c í ad o r de los p átios de las es g j * p p cuel as s almantí c enses sano de su persona ágil de s u s ' ' miembros callado su fridor as í del calor como d el frio as í de la hambre como de la sed con todas aque : llas partes q ue se requieren para s er es ¿: u d ero de ud c a ballero andante p ero no permita el Cielo que por se g uir m i gusto d ej 8 arret e y qu 1 ebre la coluna de las le trás y el vaso de las ciencias y t ro rique la palma emi nente de las buenas y liberales artes : quédese el nuevo Sanson en su patn a y honrándola honre juntamente las c a n as de sus anc ianos padres que yo con qu alqu ier escudero estaré contento ya que Sancho no se dig n ei de ' venir conmigo S i digno respondió Sancho enterneci . Quixote volviéndose á Sancho ¿no te d í xe yo S ancho ' . . P A R T E I I C A P Í T U L O V II . y s i ( ' alguna cosa falt are para ponerle en exec u c í o n u í es ' aq ' * t o y yo para suplirla con mi persona y hacienda y si fuere necesidad servir á su magp iñcen c í a de escudero . rá por m í señor mí o el pan comido y la compañ ía " deshecha s í que no vengo yo de alguna alcurnia d es agra decida qu e ya sabe todo el mundo y especialmente mi pueblo quien fueron los P a n zas de quien yo d ec íen ' do y mas que t engº conocido y calado por muchas T OM III. que me habían de sobrar escuderos ? Mira quien se o fre “ c c á serlo sino el inaudito Bachiller Sanson Carrasco . ¡ º v o r de Isis V ' iudas y el ar rimo de las casad as y Otras c o sas dest e jaez qu e tocan atañen depen d en y son ane xas á la ó rd en de la caballer í a andante E a. señor D o n “ .

5 — 3 QU I X O TE DE L A M AN C HA ” b uenas e b ras Íy por más buenas pal abras el d es ee que ' ' ' . . . pue sto en c u eñfas de tanto mas quant o acerca de mi s a ' la t i ó ha sido p ó r complacer a mi muger lá qual quan . cer y beneplácito del gran Carrasco que p o r ent ón … . lita que pers uada v u es a merced a salir vez tercera po r ' ' . ' do toma la mano á persuadir una cosa no hay m ezo que tanto :apriet e los aros de una cuba como ella apriet a á ' u e se b ag á lo que quiere pero en efet o el hombr q e ha d e ser ho mb1 e y lá m uger muger y p ues yo soy hom: ' º b re d on d e quiera que no 1 0 puedo negar t aín b í en lá " - quiero ser en m i casa pese á quien pesare y as í no hay mas que hacer s ¡ no que V ues a merced o rd ene s u t e5t a ' ' ' ' a con su codicilo en modo que no se p ueda reVo l … car y p o ngámo no s luego encamin o . porqueno padezc a. . brian vi sto en el mundo Finalmente Don Quixote y. chiller de o í r el término y modo de hablar de Sancho . ese mundo y yo de nue v o me o frezco a servir á v u e . º tre s í que tal es dos ló c o s Co m o amo y mozo no se ha ' . Sancho se ab raz áro n y qu ed áro n amigos y con pare . el alma del señor Samson que dice que su c o néiencí a le . ed y si : _ v u es a merce d tiene de há c erme mer e m e he . de su señor nunca crey ó que era tan gracioso comd ' ' all í le pintan pero oyéndole decir ahora testamento y codicilo que no se pueda revolcar en lugar de testa mento y codicilo que no se pueda r evocar crey ó t o r do 1 0 que d él había leido y c o nfirrn óló por uno d e los ' má s solemn es mentecatos de nuestro s siglos y dixo en . ' s a merced fiel y legalmente tan bien y mej or que quan: tos escuderos hán servido á caballeros andantes en lo s pasados y presentes tiempos A dmirado quedó el Ba . P anz er que puesto que habia leid e la primera histori a .

.

.

tuvo Sanson para p ersu adirle á que º t ra v ez saliese fue hacer 1 0 que adelante cuenta la historia todo por con éejo del Cura y del Barbero con quien él ántes lo ha b í a comunicado En resolucion . PARTE 1 1 CAPÍ TULO VII . - . 59 ces era su orác ulo se ordenó que de all í á tres días fuese su partida en los qu ales habría lugar de aderezar lo necesario para el viage y de buscar una celada de enc axe . la negaria un amigo suyo que la tenía puesto que es . que en todas maneras dixo Don Quixote que la . . met í ó s elo Don Qu í xo t e :dió Sanson la vuelta á su L u gar y los dos t o máro n la de la gran ciudad del Toboso . . A ma y Sobrina echáro n al Bachiller no tuvi eron cuen to :mes áro n sus cabellos arañ áro n sus rostros y al modo de las end ec haderas que se usaban lamentaban la partí da como si fuera la muerte de su señor El designio que . III . T OM . en aquellos tres días Don Quixote y Sancho se ac o mo d áro n de 1 0 que les p a rec ió convenirles y habiendo aplacado Sancho su mu ger y Don Quixote á su Sobrina y á su A ma al ano c hecer s in que nadie 1 0 viese s inó el Bachiller que quiso acompañarles media legua del L ugar se pusi eron _ en cam1 no del Toboso Don Quixote sobre su buen R o c inant e y Sancho sobre su antiguo rucio proveídas las al forjas de cosas tocantes á la bucólica y la bolsa de di neros que le dió Don Quixote para 1 0 que s e o frecie se A b raz óle Sanson y suplic óle le avisase de su buena . taba mas escura por el orín y el moho que clara y limpia por el terso acero L as maldiciones que las dos . 6 mala suerte para alegrarse con esta entristecerse como las leyes de su amistad pedían P ro _ c o n aquella . había de llevar O frecí ó s ela Samson porque sabía no se . .

lo qu e le s u cedió ¿ í D o n Quzxo t e. lí c ís í mo agíí ero aunque sí se ha de contar la verdad º . ' D d o n e s e cu ent a y endo wr á s u S eñ o ra D u lcmea del To b o s o . a e e li al comienzo deste octavo cap ítulo bendito sea Alá . B endito sea el poderoso Alá dice H m t Bemenge ” . mas f ueron los s o sp í ro s y rebuznos del rucio que los t e linc ho s del ro c in de donde coligió Sancho que su ven tura había de sobrepujar y ponerse encima de la de su señor fundándose no sé si en astrolog í a judiciaria que él se sabía puesto que la historia no lo declara :solo le oy e ron decir que quando tropezaba ó caía se holga ra no haber salido de casa porque del tropezar ó caer . no se sacaba otra cosa sino el zapato roto ó las costi . repite tres veces y dice que da estas bendiciones por v er que tiene ya en campaña á Don Quixote y á Sancho . caballero y escudero fuetenido 5 buena señal y por fe . 60 D ON Q UIX O TE DE L A M AN C HA C AP ÍTU L O VIII . y que los let o res de su agradable historia pueden hacer cuenta que desde es te punto comienzan las hazañas y d o nayres de Don Quixote y de su escudero :p ers u ád e les que se les olviden las pasadas caballerías del ingenio s o hidalgo y pongan los ojos en las que están por v e nir que desde agora en el camino del Toboso c o mien zan como las otras c o menz áro n en los c aín p o s de Mon tiel y no es mucho lo que pide para tanto como él pro mete y as í prosigue diciendo Solos qued áro n Don Quixote y Sancho y ap enas se hubo apartado Sanson quando comenzó á relinchar R ocinante y á s o sp í rar el rucio que de ehtrámb o s .

.

cho que quando yo Vi ese sol de la Señora Dulcinea del Toboso que no estaba tan claro que pudiese echar de s í rayos algunos y debió de ser que como su mer c ed estaba ahechando aquel trigo que dixe el ma cho polvo que sacaba se le puso como nube ante el rostro y se le esc u rec í ó ¿ Q ue todav í a das S ancho dixo . 62 D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA y en la valent ía P ues en verdad señor respondi ó San . . Don Quixote en decir en pensar en creer y en por fi ar que mi Señora Dulcinea ahechaba trigo siendo eso u n menester y exercício que v a desviado de todo 1 0 que hacen y deben hacer las personas principales que están constituidas y guardadas para otros exercícios y entretenimientos que muestran á tiro de ballesta su prin c í alí d ad ? Mal se te acuerdan á ti ó Sancho aquellos p versos de nuestro poeta donde nos pinta las labores que h acían allá en sus moradas de cristal aquellas quatro N in fas que del Tajo amado s ac áro n las cabezas y se sen t áro n á labrar en el prado verde aquellas ricas telas que allí el ingenioso poeta nos describe que todas eran de oro sirgo y perlas c o nt ext as y t exíd as :y desta mane ra debía de ser el de mi Señora quando tú la viste sí no que la envidia que algu n mal encantador debe de tener á mis cosas todas las que me han de dar gusto . . vidia raíz de infinitos males y carcoma de las virtu . t ru ec a y vuelve en di ferentes figuras que ellas tienen : y así temo que en aquella historia que dicen que an da impresa de mis hazañas sí por ventura ha sido su autor al u n sabio mi enemigo habrá puesto unas cosas g p o r otras mezclando con una verdad m il mentiras d i vertiéndose contar otras acciones fuera de 1 0 que t e quiere la c o nt mu ac ¡ o n de una verdadera historia ¡0 eu . .

s o . da 6 historia que no s d ixo el Bac hiller Carrasco que de . . 1 1 0 que tien e y cree la Santa I glesia Católica R omana . d ebian los historiadores tener misericordia de m í y tra tarme bien en sus escritos pero digan lo que qu i s le ren que desnudo nac í desnudo me hallo ni pierdo . PART E : 1 r . c ho . dixo Don Quixote á lo que s uc edió á un famos o poet a d esto s tiempos el qual habiendo hecho una ma . ni tengo tantos bie n es que pueda ser env idiad o bien es verdad que s o y algo maliciósb y que tengo mis ciertos asomos de b e llac ó pero todo lo cubre y tapa la gran capa de la s im ' lez a mia siempre natural y nunca artiñ c io s a :y quan p do otra cosa no tuviese sino el creer como siempre ' creo firme y verdaderamente en Dios y en todo aque . ni gano aunque por verme puesto en libros y andar p o r es e mundo de mano en mano no se me da un higo que digan de m í todo lo que qu is ieren Eso me parece San . — _ bien respondió Sancho y pienso que en esa leyen . barriendo las calles . pues á fe de bueno que no he di “ . C A P Í TU L O III V 63 . pero el de la envidia no trae s ino dis gustos rancores y rabias Eso es 1 0 que yo digo t am . y el ser ene mi go mortal como lo soy de los Jud í os . * ' nosotro s habia visto debe de andar mi honra á coch e ac á cinchado y como dicen al estricote aqu í y all í ' . des ! To do s lo s v ic io s Sancho traen un no sé que d e ' d eleyt e consigo . cho yo mal de ningun encantador . licio s a sátira contra todas las damas c o rt es anas j no p u . ni nombró en ella si una dama que se podia dudar si lo era ó no la qual viendo que no estaba en la lis ta de las demas se quejó al poeta diciéndole qu e que habia visto en ella para no ponerla en el número de las otras y que alargase la sátira y la pusiese en ei ensan .

' . mun do solo porque quedase vivo su nombre en los si glos venidero s y aunque se mandó que nadie le nombra se ni hiciese por palabra ó por es critb mencio n de s u ' nombre porque no consiguiese el En de su d eseo to davia se supo que se llamaba E róstrat o T amb ien alu ' . . quedó satis fecha por verse con fama aunque in fame . º Diana 3 co ntado por una de las siete maravillas d el ' . y es el edi ficio que mas entero ha quedado de los que alz ó la ent ilid ad en Roma y es el que mas conserva ' g la fama de la grandio s id ad y magni ficencia de sus funda: “ dores :él es de hechura de una media naranja grand i ' simo en extremo y está muy claro sin entrarle otra luz que la que le concede una ventana ó por mejor decir claraboya redonda que está en su cima desde la qual mirando el Emperador el edi ficio es taba con él . de á esto 1 0 que sucedió al grande Emperador Cárlo s Quinto con un caballero en R o ma Quis o V er el Emp e . y á su lado un caballero Romano declarándole los pn mores y sutilezas de aquella gran máquina y memo rable arquitectura y habiéndose quitado de la c larab o ya dixo al Emperador mil veces Sacra M agestad . me vino deseo de abrazarme con Vuestra Magestad y arrojarme de aquella c larab q ab axo por d exar d e m í ' fam a eterna en el mundo Y o os agradezco re spo ndió . 1 0 as í el poeta y p us o la qual no digan dueñas y ella ' . rador aquel famo s o ternplo de la Rotunda que en la º anti ií ed ad se llamó él templo de todos los Dioses g y - — a hora con mejor v o c ac io n se llama de todos los Santos ? . 64. T amb i en V i ene con esto lo que cuentan de aquel pas t ór * . D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA ' che si no qú e miras e para lo que había naci do Hizo . que puso fu eg6 y abrasó el templo famoso d e - .

. que nuestras obras no han de salir del l ímite que nos tie n e puesto la Religion christiana que pro fesamos Hemos. 65 el Emperador el no haber puesto tan mal p ens amien to en efet o y de aqu í adelante no os pondré yo en oca sion que volvais á hacer prueba de vuestra lealtad y así os mando que jamas me h ab leis ni es t eis donde y o es t u v iere y tras estas palabras le hizo una gran mer ced . ro ó á Horacio del puente ab axo armado de todas armas j . . Quiero decir Sancho que el deseo de alcanzar fama es activo en gran manera ¿ Quien piensas tú que ar . de matar en los gigantes á la soberbia á la envidia en la generosidad y buen pecho á la ira en el reposado continente y quietud del ánimo á la gula y al sueñ o T OM III . P ARTE II C APÍTULO V III . 1 . que en este presente y acab ab le siglo se alcanza la qual fama por mucho que dure en fin se ha de acabar con el mesmo mundo que tiene su fin señalado as í ó Sancho . en la pro fundidad del Tib t e ? ¿ quien abrasó el brazo y la mano si M u cio ¿ quien imp elió á Curcio á lanzarse ? en la p ro fh nd a sima ardiente que apareció en la mitad de Roma ¿ quien contra todos los agií ero s que en con ? tra se le habían mostrado hizo pasar el Rubico n á Cá sar ? Y con exemplos mas modernos ¿ quien barrenó lo s nav í os y d exó en seco y aislados los valerosos E sp añ o les guiados por el c o rtesí simo Cortes en el nuevo Mun do ? Todas estas y otras grandes y di ferentes hazañas son fueron y serán obras de la fama que los mortales desean como premios y parte de la inmortalidad que sus famosos hechos merecen puesto que los Christianos c a t ólic o s y andantes caballeros mas hab emo s de atender á la gloria de los siglos venideros que es eterna en las regiones etéreas y celestes que á la vanidad de la fama .

que yo responderé lo que sup iere D ígame se ñor pro . . 66 . v u es a merced hasta aqu í me ha dicho d ixo Sancho 1 0 h e entendido muy bien pero c ón todo eso querría que v u es a merced me s o rb ies e una d u da que agora en este punto me ha venido á la memoria A so lv iese quieres . cho los medios por donde se alcanzan los extremos de alabanzas que consigo trae la buena fama Todo 1 0 que . siguió Sancho ¿ esos ] ulios ó A gostos y todos esos c a h allero s hazañosos que ha dicho que ya son muertos . decir Sancho d ixo Don Quixote di en buen hora . D ON Q UIX O TE DE L A M AN C HA ' en el poco comer que comemos y en el mucho v elar que º velamos á la injuria y lascivia en la lealtad que guarda mos á las que hemos hecho señoras de nuestros pensa mient o s á la pereza con andar por todas las partes del mundo buscando las ocasiones que nos puedan hacer y ha gan sobre Christianos famosos caballeros Ves aqu í San . ¿ esas sepulturas d o nd e e s t án los cuerpos d eso s señora z os tienen delante de s í lámparas de plata 6 están ador nadas las paredes de sus capillas de muletas de morta “ jas de cabelleras de piernas y de ojos de cera ? y si des ' to no ¿ de que están adornadas ? A lo que respondió Don Quixote :los sepulcros de los Gentiles fueron por la mayor parte suntuosos templos :las cenizas del cuerpo de Julio César se pusi eron sobre una pirámide de piedra de d esme s urada grandeza á quien hoy llaman en Roma la aguja de San P edro A 1 E mp erad o r A driano le sirvió de s ep u l . donde están agora ? L o s Gentiles respondió Don Quixo te s in duda están en el infierno los Christianos si fue ron buenos christianos 6 están en el purgatorio ó en el cielo Est á bien dixo Sancho pero sepamos ahora . tura un castillo tan grande como una buena aldea á quien .

voy replicó Sancho y d í game agor a ¿ qual es mas resucitar á un muerto 6 matar a un g. T OM . “ dad respondió Don Quixote P ues esta fama estas gra . rido Mausol e o en un sepulcro que se tuvo por una de las siete maravillas del mundo . o di x o Sancho luego la fama del que resucita muer g to s da vista los ciegos endereza los coxos y da s a lud á los en fermos y delante de sus sepulturas arden 1 ám… paras y están llenas sus capillas de gentes devotas que ' d e rodillas adoran sus reliquias mejor fama será para e ste y para el otro siglo que la que d exáro n y dexa . liaín áro n M alas A drzam ' ' que agora es el castillo de ' S ant ángel en Roma L a Reyna A rtemisa sep ultó á su ma . . cias estas p rero gativ as como llaman á esto resp o n d ió Sancho tienen los cuerpos y las reliquias de los Santos que con ap ro b ac io n y licencia de nuestra San t a Madre I glesia tienen lámparas velas mo rt aj as mu letas pinturas cabelleras ojos piernas con que au mentan la d ev o cio n y engrand ecen su christiana fama L os cuerpos de los Santos 6 sus reliquias llevan los R e es sobre sus hombr os besan los pedazos de sus huesos y . todo lo que has dicho d ixo Don Quixote Quiero decir _ ? . . ren quantos Emperadores gentiles y caballeros andan tes ha habido en el mundo Tambi é n con fieso esa ver . pero ninguna destas se ult uras ni otras muchas que tuvi e ron los Gentiles se p ad o rnáro n con mo rt aj as ni con otras o frendas y seña les que mostrasen ser Santos los que en ellas estaban se p ult ad o s A eso . “ C 67 . . . m . 1 ij .i ' gante L a resp uesta está en la mano respondió0 D o n ? " Quixote mas es resucitar á un muerto Cogido le ten . PARTE II APÍTULO V III . adornan y enriquecen con ellos sus oratorios y sus mas preciados altares ¿ Que quieres que in fiera Sancho d e .

el número de los religiosos que el de los caballeros . o ndió Don Quixote pero pocos los que merecen nom p bre de caballeros En estas y otras semejantes p láticas . ora si v es tiglo s (S á endrí ago s Todo eso es as í respondi ó . ron la gran ciudad del Toboso con cuya vista se le ale ráro n los espíritus á Don Quixote y se le ent ris t ec iéro n g á Sancho porque no sabia la casa de Dulcinea ni en su vida la habia visto como no la habia visto su señor . 68 D O N QUIX O T E DE L A “ M A N CHA d ixo Sancho que nos d emos s et Santos y alcañz aré mos mas brevemente la buena fama que pretendemos y advierta señor que ayer ánt es de ayer ( que se gun ha poco se puede decir desta manera ) c ano niz áro n . se les pasó aquella noche y el dia siguiente s in ac o nte c erles cosa que de contar fuese de que no poco le pes ó á Don Quixote En fin otro dia al anoch ecer d esc ub rié . fraylecit o de qualquier órd en qu e sea que valiente y andante caballero :mas alcanzan con Dios dos docenas d e dic iplinas que dos mil lanzadas ora las d en á gigantes . . . se tiene ahora á gtan ventura el besarlas y tocarlas y es … t án en mas v en erac io n que está segun d ixe la espa da de Roldan en la armerí a del Rey nuestro señor que Dios guarde A s í que señor mio mas vale ser humild e . Don Q uixote pero no todos podemos ser frayles y muchos son los caminos por donde lleva Dios si los suyo s al ci elo religion es la caballer í a caballeros Santos hay en la gloria S í respondió Sancho pero yo he oido de . Muchos son lo s and ant es dixo Sancho Muchos res . . ó b eat iñc áro n dos fraylecito s descalzos cuyas cadenas de hierro con qu e ceñía n y atormentaban sus cuerpos. cir que hay mas frayles en el cielo que caballeros an d antes Eso es respondió Don Quixote porque es mayor ' .

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. . . . entónc es o te diré S ancho 1 0 que será bien que haga y . xo Sancho ya que v ues a merc ed quiere á pesar mi o . 7 ( 0 D ON QUIX O TE DE L A ' M A N CH A u ixdt e en al u n peque ñ o apartamiento d e su A lc áz ar Q * g - . … seas de Dios mentecato dixo Don Quixote ¿ adonde has tú hallado que los A lcáz ares y P alacios Real es estén . metiendo en alboroto y rumor to d a la gente ? ¿ vamo s por dicha á llamar á la casa de nuestras mancebas c o . . . . s o laz and o s e á s o las c o n sus doncellas como es xu so y ' . guie v ues a merced respondió Sancho quizá será as í _ . que sea Alcázar la casa de mi S eñ o ra D ulcineá ¿ es hora " esta por ventura de hallar la puerta abierta ? y será bien que d emos ald ab az o s para que nos oigan y nos abran . aquel bulto grande y sombra que desde aqu í se des eab re la debe de haé er el P alacio de D ulcinea Pue s . mos y ad v iert e S ai1 cho que o yo veo poco 6 qu e . mero una por una el Alcázar replicó D o n Qui xote que . y habiendo andado como do cientos pasos dió con el bulto que hacia la sombra y _ v ió una gran torre y luego conoció que el tal edi fici o no era alcázar sino la I glesia principal del pueblo y d ixo : con la I glesia hemos dado Sancho Y a lo veo res . mo hacen los ab arraganado s que llegan y llaman y en tran á qualqu ier hora por tarde que sea ? Hallemos p ri . aunque yo lo veré con los oj os y 1 0 tocaré con las ma e no s y as í 1 0 creerá yo como creer que es ahora d e dia Guió Don Quixote . o ndió Sancho y le a á Dios que no d emo s c o n nues p p g tra sepultura que no es buena señal andar por los Cl ' menterio s á tales horas y mas habiendo yo dicho a v ue s a merced si mal no me acuerdo que la casa desta Se . ñora ha de estar en una c allej u ella sin salida Maldito . . costumbre de las altas señoras y P rincesas S eñór di .

. CAPÍTU OL ¡ X .ni jamas atravesé los umbrales de su P alacio y que solo estoy enamorado de oídas y de la gran fama que tiene de hermosa y discreta ? Ahora lo oigo respondió Sancho y digo que pues v u es a merced no la ha v is to ni yo tampoco Eso no puede ser replicó Don Qui . e dificados en callejuel s salida Señor resp o ndi o San a sin ? cho en cada tierra su uso quizá se usa aqu í en el To boso edi ficar en callejuelas los P alacios y edi ficios gran des y as í suplico á v u es a merced me d exe buscar por est as c alles ó callejuelas que se me o frecen p o dria ser ' que en algun rincon topase con ese A lcázar que le v ea y o comido de perros que as í nos trae corridos y as en d ereado s Habla con respeto . p o rt aré respondió Sancho ¿ pero con que paciencia p o d re llevar que quiera v u es a merced que de sola una v ez que v i la casa de nuestra ama la haya de saber siempre y hallarla 51 media noche no hallándola vue s e merced que la debe de haber visto millares de veces ? Tú me harás desesperar Sancho dixo Don Quixote v én acá herege ¿ no te he dicho mil veces que en to dos los dias de mi vida no he visto á la s in par Dulci nea . P ARTE 1 1 . respondió Sancho porque le hago saber que t embien fue de oídas la vista y la respuesta que le t ru xe por e u e as í sé yo quien es la Señora Dulcinea como dar q u n puño en el cielo Sancho . xote qu e por 1 0 méno s ya me has dicho tú que la v is te ahechando trigo quando me t ruxist e la respuesta de la carta que le envié contigo N o se atenga si eso señor . Sancho de las cosas de mi Señora dixo Don Quixote y tengamos la fiesta en p az y no arrojemos … la soga tras el caldero Y o me re . 7 1 . Sancho respondió Don Quixote tiempos hay de burlas y tiempos donde caen .

mance que dice : M ala la Ízubí s t es F rances es en es a d e R o nces wí l/ es . Don Quixote preguntó s ab réis me decir buen amigo . que hab ria madrugado ánt es del dia a ir á su labranza :y ' así fu e la verdad Venia el labrador cantando a quel ro . . que buena ventura os dé Dios ¿ donde son por aqu í los P alacios de la sin par P rincesa Doña Dulcinea del Tobo s o ? Señor respondió el mozo yo soy forastero y ha pocos dias que estoy en este pueblo sirviendo á un la brador rico en la labranza del campo en esa casa fron tera viven el cura y el sacristan del L ugar ent rámb o s ' . Que me maten Sancho d ixo en o yéndóle Don Quixo te si nos ha de suceder cosa buena esta noche ¿N o oyes. . u al u ier dellos sabrá dar á v u es a merced razon de q q e s a señora P rincesa porque tienen la lista de todos los vecinos del Toboso aunque para m í tengo que en to do él no vive P rincesa alguna muchas señoras s í princi pales que cada una en su casa puede ser P rincesa P ues . 1 0 que viene cantando ese villano S í 01 g0 respondió ? Sancho ¿ pero que hace si nuestro propósito la caza de Ro nc esv álles ? A s í pudiera cantar el romance de Calai no s que todo fuera uno para sucedernos bien mal en nuestro negocio L legó en esto el labrador á quien . 2 7 D ON QUIX O TE DEM AN C L A HA y parecen mal las burlas :no porque yo diga que ni he visto ni hablado á la Señora de mi alma has tú de d e c ir t embien que n i la has hablado ni visto siendo tan al reves como sabes Estando los dos en estas plátic as v ie . ron que v enia a pasar por donde estaban uno con dos mulas que por el ruido que hacia el arado que arrastra b a por el suelo u z áro n que debía de ser labrador j g .

v ues a merced esperando que le dé órden y traza para ' V erla sin menoscabo de su honra y fama Has dicho . s e viene si mas andar el dia y no será acertado d exar que . 1 1 1 . . entre esas dixo Don Quixote debe de estar amigo es . busque la casa Alcázar 6 P alacio de mi Señora y as az s eria de desdichado si no le hallase y hallándole ha b laré con s u merced y le diré donde y como qued a . en el c í rculo de breves palabras el consejo que ahor a º . zo y á Dios que ya viene el al b a :y dando á sus mu las no atendió si mas preguntas Sancho que v ió s usp en . s o á su s eñor y asaz mal contento le dixo señor ya . PA RTE II CAPÍTULO IX . . v en hl 0 y vamos á buscar donde me embos ue que tú j q volverás como dices á buscar á ver y hablar á mi Se ñora de cuya d is crecio n y cortesí a espero mas que mi lagro s o s favores R ab iab a Sancho por sacar á su amo del . ta por quien te pregunto P o dria ser respondió el mo . Sanc ho dixo Don Quixote mil sentencias encerradas . . d onde Don Quixote se emb o s c ó en tanto que Sancho vol v ia á la ciudad á hablar si Dulcine a en cuya emb axad a le sucedi eron cosas que pide n nueva at encio n y nuevo crédito TOM . me has dado le apetezco y recibo de bon ísima gana : . 73 . no s halle el sol en la calle mejor será que nos salga mo s fuera de la ciudad y que v uesa merced se embos que en alguna Ho resta aquí cercana y yo vol v eré de d í a y no d exaré o s tu go en todo este L ugar donde no . pueblo porque no averiguase la mentira de la res pu es ' ta que de parte de Dulcinea le había llevado a Sierr a Morena y as í d ió priesa á la salida que fueluego y á dos millas del L ugar halláro n una floresta ó bosque .

. los escuderos del mundo ! Ten memoria y no se te p a . al gran Toboso mandó á Sancho volver si la ciudad y que no volviese á su presencia s in haber primero habla do de su parte á su Señora pidiéndola fuese servida de d exars e v er de su cautivo caballero y se dignase de echarle su bendicion para que pudiese esperar por ella felic í simo s sucesos de todos sus ac o met imient o s y d ific ul tosas empresas E ncargó s e Sancho de hacerlo as í como . “ D on de s e cu ent a la ind u s t ria qu e S anclzo t u v o p ara encant a r la S eñ o ra D u lcinea y d e o t ros s nees hs t an rid í cu los c o m o v erd ad ero s . 74. L legando el autor desta grande historia á contar 1 que 0 en este cap ítulo cuenta dice que quisi era pasarle en si le u cio temeroso de que no habí ade ser creído porque las locura s de Don Quixote llegáro n aquí al término y raya de las mayores que pueden imaginarse y aun pas é ron dos tiros de ballesta mas all á de las mayore s Final . D ON QU I XO TE DE L A M AN C HA C AP ÍT U L O X . se le mandaba y de traerle tan buena respuesta como le t ruxo la v ez primera A nd a hijo replicó Don Qui . mente aunque con est e miedo y rez elo las escribió d e la misma manera que él las hizo s in añadir ni quitar á la historia un átomo de la verdad sin d árs ele nada por las objeciones que podian ponerle de mentiroso y tuvo t a zon porque la verdad adelgaza y no quie b ra y siempre . xote y no te turbes quando te vieres ante la luz del sol de hermosura que v as á buscar ¡ Dichoso t ú s o bre todos . anda sobre la mentira como el ac eyt e sobre el agua y así prosiguiendo su historia dice que as í como Don Qui xote se emb o s c ó en la Ho res t a encinar ó selva junto .

. se dell a como te recibe si muda Ias colores el tiempo . quando de sus amores se trata son c ertí sim05 c o rreo s ' . que traen las nuevas de 1 0 que all á en lo interior del ai ma pasa Ve a migo y guí et e º tra mej or ven t ura que . 1 1 1 . . y ensanche v u es a merced señor mío ese c o raz o ncillo . porque si tú me los relatares como ellos fu eron saca ré yo 1 0 que ella tiene escondido en 1 0 secreto de su c o raz on acerca de lo q ue al fecho de mis amores toca qu e _ h as de saber Sancho si no lo sabes que entre los aman tes las acciones y mov imi entos exteriores que muestran . E U . que la estu v ieres dando mí emb axad a si se desasosiega y turba oyendo mi nombre si no cabe en la almohada . . 11 6 para c o mp o nerle aunque no esté desordenado : n alment e hijo mira todas sus acciones y movimientos . si acaso la hallas sentada en el estrado rico de su autori ” dad y si está en pie mirala si se p one ahora sobre el … uno ahora sobre el otro pie si te repite la respuesta qu e te diere dos 6 tres veces si la muda de blanda en és . no hay estacas y t amb ien se dice donde no piensa sal ta la liebre :d ígo lo porque si esta noche no h allamos los P alacios ó A lc áz ares de mi Señora agora que es de dia los pienso hallar quando méno s los piense y halla dos d éxenme á mí con ella P or cierto Sancho dixo . que le debe de tener agora no mayor que una avella a y considere que se suele decir que buen corazon quebranta mala ventura y que donde no hay t o cino s . - la mia y v u élv at e otro mejor suceso del que yo que do temiendo y esperando en esta amarga soledad en que me d exas Y o iré y volveré presto d ixo S an cho . Don Quixote que siempre traes tus re franes t an á p e1 0 T OM . . . pera de aceda en amorosa si levanta la mano al cabe . " APÍTULO X D A R TE I ' I . 75 C .

se ape ó del Jumento y sentándo se al pi e de un árbol c m . menz ó á hablar consigo mesmo y á decirse : sepamos ago ra Sancho hermano adonde v a v u es a merced ¿ Va á bus . . su lanza lleno de tristes y con fusas imaginaciones donde le d exarémo s yéndonos con Sancho P anza que no menos confuso y pensativo se apartó de su señor que él quedaba . de beber al que ha hambre Todo eso está m uy bien ¿ Y . das y vareó su rucio y Don Quixote se quedó caba llo descansando sobre los estribos y sobre el arrimo de . R eales P alacios ó unos soberbios A lc áz ares ¿ Y hab eisla . sabeis su casa Sancho ? Mi amo dice que han de ser unos . . . que des face los tuertos y da de comer al que ha sed y . hecho que si los del Toboso sup i esen que estais v o s aqu í con intencio n de 1 r á sonsacarles sus P rincesas y áa des as o s e arles sus damas viniesen y os moliesen las costillas g á puros palos y no os d exas en hueso sano ? En verdad que tendrían mucha razon quand o no considerasen que so y mandado y que m ens a gero s o is a mig o n . . boso Y bien ¿ y de parte de quien la vais á buscar ? De . 7 6 D ON Q U I X O TE D E “ L A M AN C H A de lo que tratamos quanto me dé Dios mej or ventura » en lo que deseo Esto dicho volvió Sanch o las espal . que dec í s Sancho ? ¿ A donde ? en la gran ciudad del To . viendo la cab eza y Vi endo que Don Quixote no parecia . y tanto que ap enas hubo salido del bosque quando vol . parte del famoso caballero Don Quixote de la M ancha . d ice nada á una P rincesa y en ella al sol de la hermos a ra y sí todo el cielo junto ¿ Y adonde pensais hallar eso . o mere . . car algun jumento que se le haya perd ido ? N o p o r cier to ¿P ues que v a á buscar ? Voy á buscar c p mo quien no . vist o algun dia por ventura ? N i yo ni mi amo la habe mos visto jamas ¿ Y p aréceo s que fuera acertado y bien .

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le dixo ¿ que hay Sancho amigo ? ¿ podré señalar este d i con piedra blanca a ó co negra Mejor será res n ? o nd ió Sancho v u es a merced le señale con alma p . te buenas nuevas traes Tan buenas respondió Sancho . . que pensó Sancho P anza quedó s osegado su esp í ritu y . _ . no hay para que d etenernos en averi guarlo En resolucion as í como San . 7 8 D ON QU I XO T E DE LA MAN C HA tes mens agerí as viendo quan mal recado le traigo dellas . quizá pensará como yo imagino q u e algun mal en . . . pero como no v a mucho en esto . cho v ió las labradoras á paso tirado volvió á buscar á su señor Don Quixote y halló le suspirando y diciendo . u i quieras con falsas alegr í as alegrar mis verdaderas tris t ez as Que sacaría yo de engañar á V ues a merced res ' . que no tiene mas que hacer v u es a merced sino picar á . ¿ . Sancho am1 go ? d ixo Don Quixote M ira no me engañes . u re como rét u lo s de cátedras porque le echen bien de g ver los qu e le vieren De ese modo replicó Don Quixo . en el rucio v ió que del Toboso h ác ia donde él estab a . mil amorosas lamentaciones Como Don Quixote le v ió . _ . v enían tres labradoras so b re tres pollinos ó pollinas que el autor no lo declara aunque mas se puede creer que e ran borricas por ser ordinaria caballerí a de las aldea nas . » cantador de estos que él dice qu e le quieren mal la ha b rá mudado la figura por hacerle mal y da ño Con esto . tuvo por bien acabado su negocio y d et úv o se all í has ta la t ard e por dar 1 ugar á que Don Quixote pensase f que le habia tenido para ir y volver del Toboso y s u c edióle todo tan bien _ que quando se levantó para subir . . … R ocinante y salir si 1 0 raso á v er si la Señora Dulcinea del Toboso que con otras dos doncellas suyas viene á v er á v u es a merced Santo Dios ! que es 1 0 que dic es . ¡ ¿ .

… . P ARTE 1 1 . que no v e que son estas las que aquí vienen resplan d ecientes co mo el mismo sol á medio dia ? Y o no veo . de oro todas mazorcas de perlas todas son diamantes . 79 pond 1 0 Sancho y mas estando tan cerca de de scubrir mi verdad P ique señ or y venga y verá venir á la ? P rincesa nuestra ama vestida y adornada en ñ n como quien ella es Sus doncellas y el la todas son u na ascu a . n aneas á hacaneas pero vengan sobre 1 0 que v inieren . Tendió Don Quixote los ojos por todo el camino del T o b oso y como no v ió sino si las tres labradoras t u rb ó se todo y preguntó á Sancho si las habia d exado fuera de la ciudad ¿ Co mo fuera de la ciudad respondió ¿ por . ellas vienen las mas galanas señoras que se puedan de seat especialmente la P rincesa Dulcinea mi Señora que p e sma los sentidos V amos . ? ventura tiene v u es a merced los ojos en el c o lo drillo . ron de la selva y d esc ub riéro n cerca ¿1 las tres aldeanas . Sancho hijo respondió Don Quixote y en albricias destas no esperadas como bue nas nueva s te mando el mejor despojo que anare en la . . te mando las crias qu e este año me di ct en las tres ye guas mias que tú sabes que quedan para parir en el prado de nuestro pueblo A las crias me atengo res . t odas rub í es todas telas de brocado de mas de diez al tos :los cabellos sueltos por las espaldas que son otros tantos rayos del sol que andan jugando con el viento : y sobre todo vienen á caballo sobre tres cananeas remen d adas que no hay mas que v er Hacaneas querrás decir . CAPÍTULO x . g r1 mera aventura que t uv 1 ere y 8 1 esto no te contenta p . . Sancho P oca d iferencia hay respondió Sancho de c a . o n dió Sancho porque de ser buenos los des ojos de la p p primera aventura no está muy cierto Y a en esto sali e .

Don Quixo t e de hinojos junto Sancho y miraba c o n ojo s d esenc axad o s y vista turbada á la que Sancho lla mab a Reyna y Señora :y como no descubría en ella si ' n o u na moza aldeana y no de muy buen rostro porqu e ' era c arired o nd a y chata estaba suspenso y admirado sin osar desplegar los labios L as labradoras estaban asimis . s eño r d ixo Sancho no diga la tal palabra sino d esp ab i ' le esos ojos y venga si hacer reverencia á la Señora de sus pensamientos que ya llega cerca y d ic iendó esto se adelantó á receb ir á las tres aldeanas y ap eándds e del t u cio tuvo del cabestro al jumento de una de las tres la b rado ras y hincando ambas rodillas en el suelo dixo : Reyna y P rincesa y Duquesa de la hermo s ura vuestr a ' altivez y grandeza sea servida de t eceb ir en su gracia y buen talante al cautivo caballero vuestro que all í está hecho piedra mármol todo turbado y s in pulsos de v er ' se ante vuestra magnífica presencia Y o soy Sancho P an . amigo dixo Don Quixote que es tan verdad que son borricos ó borricas como yo soy Don Quixote y tú S ancho P anza :alo méno s á m í tales me parecen Calle . . di5 Don Q ixote sino tres l b radóra sob re <o u a s tres borricos A gora me libre Dios del diablo r espondi ó . Sancho ¿ y es posible que tres hacaneas ó como s e lla man blancas como e1 amp o de la nieve le parezcan ' . 80 D ON QUIX O TE DE LA M AN C HA Sancho . z a s u escudero y él es el asendereado caballero Don Qui xote de la Mancha llamad 9 por otro nombre E l Ca balle ro d e la Trzs t e F i u ra A esta s az o n ya se habia puest o ' g . . . mo atónitas viendo aquellos dos homb res tan diferen ' . tes hincados de rodillas que no d exab an pasar adelan . v u es a merc ed borricos ? V ive el Señor que me pele es ' tas barbas si tal fuese ve rdad P ues yo te digo Sancho .

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u e ya v eo que la fortuna d e mi mal no harta tiene q - t o mados los Caminos todos por donde pueda veni r algun c ontento si esta ánima mezquina que tengo en las carnes . o S anc ho : ó P rincesa y Señ ora uni Ve rs al del Toboso ¿ c o mo vuestro magnánimo corazo n n o se enternece viendo arrodillado ante vuestra sublima d a presencia á la coluna y sustento de la andante caba llerí a ? O yendo 1 0 qual ot ra de las dos dixo : mas j o que t e est rego burra de mi suegro mirad con que se vienen ' lo s señoritos ahora hacer burla de las aldeanas c o mo s i aqu í no s u iésemós echar pullas como ellos vaya n p s u c amino é d éxénmo s hacer el n a eso y serles ha s a ' ' no L evántate . á tu contrahecha hermosura hago la humildad con que . en tal del camino y d éxenmo s pasar que vamos de p n e . mi alma te adora Toma que mi agu elo respondi óo la . d e la humana gentileza único remedi o deste añ igid o c o . aldeana ami u it a so de o ir res u eb ra o s A p ártense y g y q … j . y d exóla ir co ntentísimo de hab en s alid o bien de su e n III T OM .Sancho dixo si este punto Don Quixote . ' — CAPÍTULO x . 31 “ á sucbinpañ era pero rompiendo el silencio la d et eni “ ' “ te d a toda d esgraciada y mohina d ixo apártense nora . echando de v er en esta sumis io n y arro dillam1 ent o que . Y tú 6 extremo del valor que puede desearse término . L . . razon que te adora ya que el maligno encantador me persigue y ha puesto nubes y cataratas en mis ojos y . . a Á1 0 que respondió . d éxenmo s ir y agrad ec érs elo hemos A p art ó s e S ancho . p — ara solo ellos y no para otros ha mudado y t rans fo r mado tu sin igual hermosura y rostro en el de una la b rad o ra pobre si ya t amb ien el mio no le ha cambiado e n el de al u n v es ti lo para hacerle aborrecible si tus g g . . o jos no dexes de mirarme blanda y amorosamente . P ¿ ARTE II ' .

82 D ON QUIX O T E DE LA M AN C H A redo Apenas se VI O libre la aldeana que habia hech o . que t amb ien vino á la barriga de la pollina A comodada . la figura de Dulcinea quando picando á su cananea con un aguijon que en un palo traia dió á correr por el pra do adelante y como la borrica sentía la punta del agui jon que le fatigab a mas de lo ordinario comenzó á d ar co rc o v o s d emanera que dió con la Señora Dulcine a en tierra 1 0 qu al visto por Don Quixote acudió 51 le ' v ant arla y Sancho á componer y cinchar el albarda . pues la albarda y queriendo Don Quixote levantar a su ' encantada Señora en los brazos sobre la jumenta la Se ñora levantándose del suelo le quitó de aquel trabajo . porque haciéndose algun tanto atras tomó una c o rridic a . v ió que no parecían volviéndose á Sancho le dixo : Sancho ¿ que te parece quan mal quisto soy de encanta dores ? y mira hasta donde se extiende su malicia y la ojeriza que me tienen pues me han querido privar del contento que pudiera darme v er en su ser á mi S eñ o . y puestas ambas manos sobre las ancas de la pollina dió con su cuerpo mas ligero que un halcon sobre la albar da y quedó aho rc aj ádas como si fuera hombre y eu t ó nc es dixo Sancho vive Roque que es la Señora nues t rá ama mas ligera que un alc o t an y que puede enseña r á subir á la gineta al mas diestro Co rd o b es M ex1 c a no el arzon trasero de la silla pasó de un salto y sin espuelas hace correr la hacanea como una cebra y no le van en zaga sus doncellas que todas corren como el viento y así era la verdad porque en viéndose á caba llo Dulcinea todas p ic áro n tras ella y disp aráro n á cor rer s in volver la cabeza atras por espacio de mas de me dia legua S igu ió las Don Quixote con la vista y quando .

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Sancho dixo Don Quixote ahora torno a decir y diré mil veces que so y el mas desdichado de los hombres Harto tenia que . D ON QUIX O TE DE L A M AN C H A pond e al lado donde tiene el del ros t ro pero muy luen os ara lunares son pelos de la grandeza que has s i g p . . amigo replicó Don Quixote porque ninguna cosa pus o la naturaleza en Dulcinea que no fuese per fecta y bien acabada y as í s i tuviera cien lunares como el que dices . 84 . . hacer el s o c arro n de Sancho en disimular la risa oyend o las s and ec es de su amo t an delicadamente engañado Final ' . era silla rasa ó s illo n ?N o era respondió Sancho sino silla á la gineta con una cu bie t ta de campo que vale la mitad de un Reyno segun es de rica Y que no viese yo todo e so . g n ific ad o P ues yo sé decir a v ues a merced respondió . C AP Í T U L O X I . pero antes qu e allá llegasen les sucedi eron cosas que por muchas gran des y nuevas merecen ser escritas y leídas como s e v e rá adelante . D e la ext ra ñ a a v ent ú m qu e la s u ced ió ' al v alero s o ' D Q u ixo t e co n el c arro de las ' 0n o ca rret a Co rt es d e la muert e . Sancho que le p arec ian all í como n acidos Y o lo creo . pudiesen hallarse en unas solemnes fiestas que en aquell a insigne ciudad cada año suele n hacerse . S anc hq ¿ aquell a que am í me pare c ió albarda que tú aderezaste . en ella no fueran lunares sino lunas y estrellas resp land e c ien t es P ero dime . mente d esp ues de otras muchas razones que entre los d o s pas aron volvi eron á subir en sus bestias y sigui eron el c a mino de Z aragoza adonde pensaban llegar a tiempo que . a ativ o ade mas ib a Don Quixote por su camino ade .

' . los encantadores v o lv iénd o aa su Señora D ul cine aen la mala figura de la aldeana y no imaginaba qu e remedio . z a cabal de su hermosura que el encanto no se exten … dió á turbarte la vista ni á encubrirte su belleza contr a m í solo y contra 1TllS OJOS se endereza la f uerza de su veneno . . San cho respondió Don Quixote con voz no muy des mayad a calla digo y no digas blas femias contra aque lla encantada Señora que de su desgracia y desventura o solo tengo la culpa : de la invidia que me t iene n lo s y malos ha nacido su mala andanza A s í lo digo yo resp o n . lante considerando la mala burla que le h abian hecho “ . pues vale mas la salud de un solo caballero andante que . . to le V 01 V1 0 Sancho P anza diciéndole señor las triste s zas no se h ici eron para las besti as sino para los hom ' bres pero si los hombres las sienten demasiado se vuela . DA 85 “ R TE I I ' . . de llo s campos abundaban De su emb eles amien . todos los encantos y trans formaciones de la tierra Calla . mas con todo esto he caído Sancho en una . . tendría para volverla a su ser rimero :y estos p ens amiem ' p tos le llevaban tan fuera de s í que sin s entirlo soltó las t iendas a Rocin ante el qual sintiendo la lib ertad que …s e le a cada paso se detenía á p acer la verd e yerb a . v en bestias . cimiento es este ¿ estamos aqu í ó en Francia ? mas qu e ? se lleve Satanas á quantas Dulcineas hay en el mundo . coja las riendas á Rocinante y avive y despierte y . d i6 Sancho :quien la Vido y la v e ahora ¿ qual es el corazon que no llora Eso puedes tú decir bien San ? cho replicó Don Quixote pues la viste en la entere . v u es a m erced se reporte y v uelva en s í y . muestre aquella gallard í a qu e conviene que tengan lo s cab alleros andantes ¿ Que diablos es esto ? ¿ que d es cae .

. d onde ap enas se halla cosa que esté sin mezcla de mal d ad embuste y bellaquerí a De una cosa me pesa se . primeros que yo venza y le envie harémo s la exp e ric u cia s i la ven . o nd ió D o n Quixote no se extenderá el encantamento p á quitar el conocimiento de Dulcinea á los vencidos y presentados g i gantes y caballeros y en uno 6 dos de los . no la conocerán mas que á mi padre Quizá Sancho res . . 36 ¿D ON QÚI X Ó TE DE L A M AN C HA ” c osa y és que me pi ntaste mal su hermosura porqu e . respondió Sancho porque tam bien me turbó m í su hermosura como av u esa mer c ed su fealdad pero enco mend émo slo todo aDios que él es el s ab ido r de las cosas que han de suceder en es t e valle de lágrimas en este mal mundo que t enemos . D igo se ñor replicó Sancho que me ha parecido bien . me relacion de lo que acerca desto les hu b iere sucedido . ñ o r mio mas que de otras que es pensar que medi o s e ha de tener quando v u es a merced venza á algun gi ' . s i mal no me acuerdo d í xist e que tenia los ojos de per las y los ojos que p arecen de perlas a ntes son de b e s ugo u e de dama : y á lo que o creo los de Dulci q y nea debe n ser de verdes esmeraldas rasgados con do s Celestiales arcos u e les sir ven de cejas y esas perla ' q s qu ítalas de los ojos y p ás alas á los dientes que s in d a ' “ . ó no mandándoles que vuelvan á dar . J g ante 6 O tro caballero y le mande que se vaya a pre s entar ante la hermosura de la Señora Dulcinea adond ¿ e la ha de hallar este pobre gigante 6 este pobre y mís e ro caballero vencido ? P aréc eme que los veo andar or p el Toboso hechos unos b au s anes buscando a mi Señora Dulcinea y aunqu e la enc uentren en mitad de la call e . d a te trocaste Sancho tomando los ojos por los dien t es Todo puede ser .

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88 D ON QU I X O TE K DE LA M AN C HA t e de — la carreta y con voz alta y amenazadora dixo “ c atret ero cochero ó diablo 6 lo que eres no tardes ' en decirme quien eres ado v as y quien es la gente que _ llevas en tu c arric o c he que mas parece la barca de Ca to n que carreta de las que se usan A lo qual mans amen . porque hago en esta compañ ía los primeros papeles :si . p o r que desde mo chacho f uí aficionado ala carátula y en mi mocedad se me iban los ojos tras la farándula Estan . ta y mirad si mandais algo en que pueda séro s de prove cho que lo haré con buen ánimo y buen talante . o tra cosa v u es a merced desea saber de nosotros re ú n p g t emelo que yo le sabré responder con toda puntualidad . de caballero andante respondió Don Quixote que a sí como vi este carro imaginé que alguna grande av entu t a se me o frec í a… . te deteniendo el diablo la carreta respondió :señor no s o t ro s somos recitantes de la compañ í a de A ngu 1 0 el malo ' . do en estas pláticas quiso la suerte que llegase uno d e la . de A ngel aquella muger que es la del autor V a de R ey na el otro de soldado aquel de Emperador y yo de demonio y soy una de las principales figuras d el aubo “ * . y ahora digo que es menester tocar las apariencias con la mano para dar lugar al d es enga ñ o A ndad con Dios buena gente y haced vuestra fies . que como soy demonio todo se me alcanza P or la fe . hemos hecho en un L ugar que está detras de aquella loma e sta ma ñana qu e es la O ctava del Corpus el auto de las Cortes de la muerte y hémo sle de hacer esta tarde en aquel L ugar que desde aqu í se parece y por estar … tan cer ca y excusar el trabajo de desnudarnos y volve mos a … vestir nos vamos vestidos con los mesmos vestidos qu e re t es ent amo s A quel mance b o v a de muerte el otro p .

perplexa t rib u lac io n llegó donde estaba D en Quixote har to mas maltrecho de lo que él quisi era y ayudándole 5 . 89 c ompañí a que venia vestido de b o giganga con muchos ' “ . * C A P Í TU L O ' X I . y junto a él R ocinante que con su amo vino al suelo : o rdinario fin y paradero de las lozan í as de Rocinante y d e sus atrevimientos Mas ap enas hubo d exad o su caba . llerí a Sancho por acu dir á D o n Quixote quando el de ' monio b aylado r de las v exigas s altó sobre el rucio y s a c u diénd o le con ellas el miedo y ruido mas que el do lor de los golpes le hizo volar por la campaña h ácia el ' L ugar donde iban ahacer la fiesta Miraba Sancho la car " . M . que consideró el peligro en que iba s u amo de ser derribado saltó del rucio y á toda p riesa fu eavalerle . . c ascabeles y en la punta de un palo traia tres v exigas de vaca hinchadas el qual mo harrac h0 llegánd o se á Don . pero quando á él llegó ya estaba en tierra . rera de su rucio y la caida d e su amo y no sabia á qual d e las dos neces idades acudiria primero . pero en e fecto como buen escudero y como buen criado pudo mas “ co n él el amor de su señor que el cariño de su jumen to :puesto que cada vez que veia levantar las v exí gas en el ayre y caer sobre las ancas de su rucio eran para él - t artagos y sustos de muerte y ánt es quisiera que aque: . - llo s golpes se los dieran aél en las niñas de los ojos que en el mas mínimo pelo de la cola de su asno Con esta . TOM III . P ART E I I . . . Quixote comenzó aesgrimir el palo y á sacudir el sue lo con las v ex1 gas y á dar grandes saltos sonando los cas c ab eles cuya mala vision así alborotó á Rocinante que ' s in ser poderoso á d et enerle Don Quixote tomando el freno entre los dientes dió a correr por el campo con mas ligereza que jamas prometi eron los huesos de su no t o mí a Sancho .

9 0 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA subir sobre Rocinante le d ixo :señor el diablo se ha llevado al rucio ¿ Que diablo preguntó Don Quixote . el rucio por imi tar á Don Quixote y a Rocinante . El de las v exigas respondió S anc hp P ues yo le cobra . con todo r espondió Don Qui£< ote no se me ha de ir el . ré replicó Don Quixote si bien se encerrase con él en los mas hondos y escuros calabozos del in fierno S igue . el diablo se fue apie al pueblo y el jumento se vol v ió a su amo . sepa v ues a merced que como son gentes ale . ran ayudan y estiman y mas siendo de aquello s de las compañ ías Reales y de t ítulo que todos 6 los mas en sus trages y compostura parecen unos P r íncipes P ues . Con todo eso dixo Don Quixote será bien castigar el d es co medimient o de aquel demonio en al guno de los de la carreta aunque sea el mesmo Empera . . merced temple su cólera que s eg un me parece ya el diablo ha d exad o el rucio y vuel v e á la querenc i a :y as í era la v erdad porque habiendo caído el diablo c on . lic ó Sancho y tome mi consejo que es que nunca p se tome con farsantes que es gente fa v orecida :recitante h e visto yo estar preso por dos muertes y salir libre y si n costas . género humano :y diciendo esto volvió a la carreta que ya estaba bien cerca del pueblo y ib a dando voces d i c iend o deteneos esperad turba alegre y regocijada . gre s y de placer todos los favorecen todos los ampa . me Sancho que la carreta v a despacio y con las mu las della satis faré la pérdida del rucio f N o hay para que hacer esa diligencia señor resp o ndio S anc ho v uesa . . demonio farsante alabando aunque le favorezca todo el . que os quiero dar a entender como se han d e tratar los . dor Q uítes ele á v ues a merced eso de la i maginacio n t e . ? .

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los me dieren de vida P ues esa es tu d eterminac io n t e . C AP I T U L O X I I . 9 2 D ON QU I XO TE DE L A M AN C HA llero : ti Sancho toca si quieres tomar la venganza . . ron Don Quixote y su escudero d eb axo de unos » altos y s o mb ro s o s arboles habiendo a persuasion de San cho comido Don Quixote de lo que venia en el repuesto del rucio y ent re la cena dixo Sancho á su señor :se ' - . ext ra ñ a av ent u ra que le d s u ce zo zzl v a lero s o D Q on b l u ixo t e co n el b rav o ca a l ero d e los E sp ej os . ' ' D e la . Sancho christiano y Sancho sincero d exemo s estas fan tasmas y volvamos á buscar mejores y mas cali ficadas aventuras que yo veo esta tierra de talle que no han de faltar en ella muchas y mu y milagrosas Volvió las . venganza de nadie pues no es de buenos Christianos to marla de los agrav io s quanto mas que yo acabaré c o n mi asno que ponga su o fensa en las manos de mi volu m tad la qual es de vivir pac í ficamente los dias que los Cie . prosigui eron su viage y este felice fín tuv o la temeros a aventura de la carreta de la muerte :gracias sean dada s al saludable consejo que Sancho P anza dió a s u amo ' al qual el dia siguiente le sucedió otra con un enamorado y andante caballero de no menos suspension que la pasada . riendas luego Sancho fue a tomar su rucio la muerte con todo su esquadro u volante volvi eron á su carreta y . L a noche que s igui o al dia del rencu entro de la muer t e la pas a . . ' del agravio que a t u rucio se le ha hecho que yo des de aqu í te ayudar é con voces y adv ert imient o s saluda bles N o hay para que señor respondió Sancho toma r . lic ó Don Quixote Sancho bueno Sancho discreto p .

C AP ÍTULO XII . has visto tú representar alguna comedia adonde se intro d u c en Reyes Emperadores y P ont ífices caballeros da mas y otros diversos personages uno hace el ruñ an otro ? e l embustero este el mercader aquel el soldado otro el simple discreto otro el enamorado simple y acabada la comedia y d esnud ándose de lo s vestidos della quedan t odos los recitantes iguales ? S í he visto respondió San cho P ues lo mesmo dixo Don Quixote aco ntece en . P ARTE 1 1 . . Sancho me d exaras acometer como yo queria te hu b ieran cabido en despojos por lo m éno s la corona de oro de la Emperatriz y las pintadas alas de Cupido que o se las quitara al red ro elo y te las pusiera en las y p manos N unca los cetros y coronas de los Emperadores . farsantes respondió Sancho P anza fu eron de oro puro . En e fecto en e fecto mas vale p áxaro en mano que buy tre volando Todav í a respondió Don Q uixote si tú . smo de oropel 6 hoja de lata A s í es verdad replicó . Sancho que estés bien teniéndola en tu gracia y por el mismo cons i gu i ente á los que las representan y é los que las componen porque todos son instrumentos de ha cer un gran bien ala República poniéndonos un espejo acada paso delante donde se v en al vivo las acciones de la vida hum ana y ningu n a c o mp arac io n hay que mas al vivo nos represente lo que somos y lo que b abemos de ser como la comedia y los comediantes Si no dime ¿ no . Don Quixote porque no fuera acertado que los ata v ío s de la bo m ed ia fueran H u os sino fingidos y apa t e u tes como lo es la mesma comedia con la qual quiero . 93 ño r que tonto hubiera andado yo si hubiera es cogid o en albricias los despojos de la primera aventura que v u e s a merced acabara antes que las crias de las tres ye guas . .

ella s en una bolsa que es como dar con la vida en la sep al tura Cada dia Sancho d ixo Don Quixote te vas ha ” . . cien d o m e nos simple y mas discreto S í que algo s e . 94 . D 0N QUIX O TE DE L A M AN C HA en la comedia y trato deste mundo donde unos h ace n los Emperadores otros los P o ntí ñces y finalmente to das quantas figuras se pueden introducir en una come dia pero en llegando al fin que es quando se acaba la vida á t o do s les quita la muerte las ropas qu e los di fe renc iab an y quedan iguales en la sepultura ¡ Brava com . arac io n ! d ixo Sancho aunque no tan nueva que y o p no la haya oido muchas y diversas veces como aq uell a ' del j uego del axedrez que mi entras dura el jue go cad a pieza tiene su particular o ficio y en acabándose el jue g o todas se mezclan juntan y barajan y dan con . nes de Sancho y p arec ióle ser verdad lo que decia de ' s u enmienda porque de quando en quando hablaba de manera que le admiraba puesto que todas ó las mas v e ces que Sancho quería hablar de o p o sic io n y á lo corte sano acababa su razon con d esp eñ at s e del monte de su s impli c ida d al ro fundo de s u ignoranci a y en 1 p 0 que . me ha de pegar de la d is crec io n de v ues a merced res o ndió Sancho que las tierras que de suyo son est eri p les y secas est erc o lánd o las y cultivándolas vienen á dar buenos frutos quiero decir que la c o nv ers a01 o n de vue s a merced ha sido el estiércol que sobre la estéril tierra de mi seco ingenio ha caido la c ultiv ac io n el tiemp o que ha que le sirvo y comunico y con esto espero de dar frutos de m í que sean de bendicion tales que no desdiga m ni deslicen de los senderos de la buena c rian que v ues a merced ha hecho en el agostado enten “ za d imient o mio R ió s e Don Quixote de las a fectadas razo .

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per e poco espacio de tiempo ha bia pasado quando le despertó un ruido que sintió á sus espaldas y levantándose con sobresalto se puso á mi rar y a escuchar de donde el ruido procedía y v ió que eran dos hombres acaballo y que el uno d exándo s e der ribar de la silla dixo al otro ap éat e amigo y quita los frenos á los caballos que á mi parecer este sitio abun da de yerba para ellos y del silencio y soledad que han menester mis amorosos pensamientos El decir esto y . el tenderse en el suelo todo fu é á un mesmo tiempo y * - al arroj arse hici eron ruido las armas de qu e venia arma do mani fiesta señal por donde conoció Don Quixote que debía de ser caballero andante :y llegándo se á San cho que dormia le trabó del brazo y con no peque ñ o trabajo le volvió en su acuerdo y con v o z b axa le ' . 9 6 D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA es as í se podia echar de v er para universal admiracion quan firme debió ser la amistad d est o s dos pac íficos ani males y para con fusion de los hombres que tan mal saben guardarse amistad los unos á los otros P or esto se . d ixo no hay amigo para amigo las cañas se vuelven lanzas y el o tro que cantó :de amigo á amigo la chin che etc Y no le parezca á alguno que anduvo el au . tor algo fuera de camino en haber comparado la amis tad d est o s animales a la de los hombres qu e de las bes tias han recebido muchos adv ertimient o s los hombres y aprendido muchas cosas de importancia como son de las c i ú eñ as el cristel de los perros el vómito y el agrade g cimiento de las grullas la vigilancia de las hormigas la providencia de los ele fantes la honestidad y la leal tad del caballo Finalmente Sancho se quedó dormido . al pie de un alcornoque y Don Quixote dormitando al — de una robusta encina .

. lic ó Don Quixote vuelve los ojos y mira . y verás p . u e s erá d e la mm a s í es f zma d o Q . 97 . Sancho qu esta sea aventura N o quiero yo decir res e ? p 0 Don Quixote o nd ió que esta sea aventura del todo . d ixo :herm ano Sancho aven tura tenemos Dios nos la . ad . ron las armas ¿ P ues en que halla v u es a merced d ixo . si es que canta :que de la abundancia del corazon habla la lengua Replicar queria Sancho á su amo pero la voz . — . . all í tendido un andante caballero que a lo que a m í se me . . . turas P ero escucha qu e aa lo que parece t empland o . P ARTE 1 1 CAPÍTUL O XII . Co nf o rme ¿ í v u es t m v o lu nt ad co rt a d o . . . tes que no lo sea d ixo Don Quixote y es c uc hémo sle . su merced desa señora aventura ¿ Adonde Sancho ? t e ? . raza el pecho debe de prepararse para cantar algo Á . trasluce no debe de estar demasiadamente alegre por que le Vi arrojar del caballo y tenderse en el suelo con alguna s muestras de despecho y al caer le cruxié » . buena fe que es as í r espondió Sancho y que debe de . del Caballero del Bosque que no era muy mala ni muy buena 1 0 estorbó y estando los dos atónitos o ye ron qu e 1 0 que cantó fué este 3 0 N E To B me s eñ o m z m t ermmo que s iga. ser caballero enamorado N o hay ni nguno de los andan . II I . está un 1 aud ó V ihuela y segun escupe y se d es emb a . Q p j m ' u nt o d e! d es d z a ' ue or a as un p g . s ino pr i nc i p i o della que por aqu í se c o m1 enz an las aven . S í gu s t azs gu e ca lland o mí f a t iga ' M uera co nt admé y a p o r a ca bad o . d é buena respondió Sancho ¿ y adonde está señor m í o . TOM . . que por el hilo sacaremos el ovillo de sus pensamientos .

y nunca tal he con fesa do ni podia ni debia con fesar u na cosa tan perjudicial á . ru eba d e co nt ra rio s es t o h echo . . ' ' ' ' ' u ard arlo et erna ment e u ro Q u e de g j . o f u ert e o rez co el p ecñ o E nt a llad o zmp rzmzd lo qu e o s d e gu s t o . Co n ' un a rrancado al parecer de lo ínt imo de su co y ! a razon d ió fin a su canto el Caballero del Bosque y d e all í á un poco con v o z doliente y lastimada d ixo ¡ O la mas hermosa y la mas ingrata muger del orbe ! Co mo que ¿ será posible s erení sima Casild ea de V andalia . D ON Q UIX O TE DE L A M AN C HA S i qu ereis qu e o s la cu ent e en d es u s ad o M o d o hara qu e el mes mo a mo r la ¿liga ” Á . que has de consentir que se consuma y acabe en conti nuas peregrinaciones y en ásperos y d uros trabajos este ' tu cautivo caballero ¿N o basta ya que he hecho que t e ? con fiesen por la mas hermosa del mundo todos los caba llero s de N avarra todos los L eoneses todos los Tarte sios todos los Castellanos y finalmente todos los caba llero s de la Mancha ? Eso no dixo a esta sazo u Don Qui . Sancho que desvarí a P ero escuchemos quizá se d ecla . ' f B la nd o qu al es . en p ie y d ixo con voz sonora y comedida ¿ quien v a all á ? ¿ que gente ? ¿ es por ventura d e la del número d e . . sin pasar adelante en su lament ac io n se puso . do ent reo ido el Caballero del Bosque que hablaban cer c a d él . la belleza de mi Señora :y este tal caballero ya ves tú . replicó Sancho qu e t érní ino lleva de u eja rse un mes arreo P ero no fue as í porque h abien q . xote que yo soy de la M ancha . ¿ rará mas S i hará . Y ¿ í las leyes de a mo r el a lma aj u s t a . los c o nt ent o s ó la del de los añigid o s ? De lo s afligidos . p y D e bla nda cera y de dia ma nt e d u ro .

.

que que s eatreva a h ablar donde habla su se ñ or :alo mé . c u d ero s Con esto se apart aron los dos escuderos entre . . . las astas contándose las historias de sus amor es que á buen seguro que les ha de c o ger el d ia en ellas y no … ” las han de haber acabado S ea eu buena hora dixo San “ . se un poco dellos el d el Bo squ e d ixo á Sancho trabajos a … ' . . C AP Í T U L O X I I I . nos ahí está ese mio que es tan grande como su padre . t o este ? preguntó el del Bosque S í es respondió D o n . D d e s ep ro s zgu e la del Ca ba l/ ' on a v ent u ra efo d el B o s ue q ' . . I CO QU I X O TE D E L A M A N C H A ' D ON Í sa es mas blanda que una manteca ¿ E s v u es tto escude “ . Quixote Nunca he vi sto yo esc udero replicó el d el Bos . brazo a S ancho dici éndole :v ámo no s los dos donde p o damos hablar escud erilment e todo quanto quisiéremo s . cho y yo le diré á v u es a merc ed quien soy . ' y d exemo s a esos sj eñ o res amos nuestros que se d én de ' . p uedo hablar delante de otro tan y aun ::quédese aqu í . . c o n el ' d is cret o nu ev o y s u a v e co lo g u zo q ue p a s o ent re lo s dos es cu d ero s . los qu ales pasó un tan gracioso coloquio como fuegrave el que pasó entre s us señores . D i ididos estaban caballeros y v estos con … es c u dero s . y no se probará que haya desplegado el labio donde yo hablo P u es a fe d ixo Sancho que he hablado yo ' y . t ánd o s e sus vidas y aquellos sus amores . que es peor meneallo El escudero del Bosque asió por el . pero la histo ria cuenta primero el razonamiento de los mozos y lue ro s i ue el de lo s amos : y as í dice que apart a n d o ' g po g .para que vea si puedo entrar en docena con los mas hab lantes es .

o i . pero él no quiso sino ser Empe rador y yo estaba ent ónc es temblando si le venía en v o luntad de ser de la I glesia por no h allarme s uficiente . curase ser A rzobispo . … llevar dixo el del Bosque con la esperanza que tene mos del premio porque si demasiad amente no es des raciad o el caballero andante á quien un escudero s ir g ve por lo menos apocos lances se v erá premiado con . . que . lo comemos en el yelo de nuestros cuerpos porqu e ¿quien mas calor y mas frio que los miserables es c ud efo s de la andante caballer ía ? Y aun méno s mal si comi éramos . a mi amo que me contento c o n el Gobi erno de algun a . v ida es la q u e pasamos y vivimos señor mí o estos que somos esc uderos de c ab alleró s andantes en verdad que ' comemos el pan en el sudor de nuestros rostr os que es ' una de las maldiciones que echó Dios a nu es t ro s prime ' ' ' ros padres Tamb ien se pued e decir añadió S ancho . … . P A RT E 1 1 C A P Í T U L O X I I I . Ínsula y él es tan noble y tan liberal qu e me le ha pro metido muchas y diversas veces Y o dixo el del Bosque . d ixo Sancho su amo d e v u es a merced caballero á lo * eclesiástico y podrá hacer esas mercedes á sus buenos escuderos . que se nos pasa u n dia y dos sin d es ayu n arno s sino es ' del viento que sopla Todo eso se puede llevar y c o n . de t enérb eneñcio s por ella por que le hago saber á v ue v . pues los duelos con pan s o n méno s pero tal v ez hay . un hermoso Gobierno de qualqu e I nsula ó con un Con dado de buen parecer Y o replicó Sancho ya he dicho . con un Canonicato quedaré satis fecho d e mis servicios y ya me le tiene mandado mi amo Y qu e t al debe de ser . . pero el mio es meramente lego aunque yo me acuerdo quan do le qu erian aconsejar personas dis cretas aunque a mi parecer mal intencionadas que pro .

¡ 02 D ON QUIX O TE DE LA M AN C HA '

!

me rced que aunque parezco hombre soy una b es
'

sa

tia para ser de la I glesia P ues en verdad que lo yer
.
.

t a v u es a merced d ixo el del Bosque á c ausa que los ' '

Gobiernos insulamos no son todos de buena data :algu
no s hay tor cidos
'

algunos pobres algunos malencóni
cos y finalmente el mas er guido y bien dispuesto trae —

consigo una pesada carga de pensamientos y de inc o mo
"

d id ad es que pone sobre sus ho mb ro s e l d esdichado
— »

que le cupo en suerte rt o mej o r seria
. que lb s qu e
t o fes amo s esta maldita no s retirásemos á
p
nuestras casas y all í nos entretuwesemo s en exer01 01 o s

mas s uaves como si dixés emo s cazando ó pescando _
,

que ¿ que escudero hay tan pobre en el mundo á:quien …

le falte un ro c in y u n par de galgos y una caña de pes ,

car con que e ntretenerse eu su aldea A m í no me falta
?
'

nada deso respondió Sancho verdad es que no tengo -

ro c in pero tengo un asno que Vale dos veces mas que
el caballo de mi amo :mala pascua me d é D ios y sea ,

la primera que v iniere si le trocara p o f él aunque me .

diesen quatro fanegas de cebada encima :á burla ten
.

d ra v ues a merced el valor de mi rucio que ru b io es el
color de mi ju mento pues galgos no me habian de fal
tar habiéndolos sobrados en mi pueblo y mas que eu

,
'

t ónc es es la caza mas gustosa quando se hace á costa
'

agena Real y verdaderamente respondió el del Bos
.

que señor escudero que tengo propues to y determinado
de d exar estas b o rrac herí as de estos caballeros y retirar
me ami aldea y criar mis hijit o s que tengo tres c o
'

mo tres orientales perlas Dos tengo yo , dixo S ancho
.
,

se d ent ar al P apa en persona especial
'

q u e e en re
p u
p s

mente una muc hacha á quien crio para Condesa si Dios ,

1 0
'

4
I — D ON QU I X O TE DE L A
'

M A N CH A

hallé un d ia en el corazon de S ieria M o rena y el diab ló
ine pone ante los ojos aqu í all í , acá , no sino acullá un
talego lleno de doblones que me parece que á cada p as o
le toco con la mano y me abrazo con él y lo llevo a '

mi casa y echo censos y fund o rentas y vivo como
u n P ríncipe y el rato que en esto pienso se me hacen
fáciles y llevade ros quantos trabajos padezco con este
mentecato de mi amo de quien sé que tiene mas de lo
c o que de caballero P or eso respondió el del Bosque
.
,

d icen que la codicia rompe el saco y si v a á tratar de
llo s no hay otro mayor en el mundo que mi amo por
que es de aquellos que dicen :cuidados ageno s matan al
asno pues porque cobre otro caballero el j uic io que ha _

perd ido se hace él loco y anda buscando lo que no sé si
d esp u es de hallado le ha de salir alos hocicos ¿ Y es ena .

morado por dicha S í dixo el del Bosque de una tal
?

C as ild ea de Vandalia la mas cruda y la mas asada se
ñ ora qu e en todo el orbe puede hallarse ; pero no c o xea
del pie de la crudeza que otros m ayores embustes le
gruñen en las ent rañ as y ello dirá antes de muchas ho
ra s N o hay camino tan llano re plicó Sancho que no
.
,

tenga algun tropezon ó barranco en otras casas cue
cen habas y en la mia á calderadas :mas acompañados
y paniaguados debe de tener la locura que la disc recio n; ,

m as si es verdad lo que c o munfnent e se dice que el te
n er compañeros en los trabajos suele servir de alivio
e n ellos con v u es a merced podré consolarme pues sirve
,

á º t ro amo tan tonto como el mio Tonto pero v alien .

t é respondió el del Bosque y mas bellaco que tonto y *

que valiente Eso no es el mio respondió Sancho :di
.
,
'

c que no tiene nada de bellaco ánt es tiene una alma

g

P A R TE II
-

. C A PXIII Í TU 1 0L
5 Ó .

c om o un cántaro no sabe hacer mal anadie sino bie n
si todos ni tien e malicia alguna u n niño le hará e nten

*

d er que es d eno c he en la mitad del dia y por esta sen
cillez le quiero co mo á las telas de mi corazon y no me
amaño á d exarle por mas disparates que haga Co n todo .

eso hermano y señor dixo el del Bosque s i el Ci eg o
,

guia al ciego ambo s van a peligro de caer en el hoyo
, .

Mejor es retiram os con buen compas de pies y volver …

no s a nues tras querencias que los que b uscan aV
, ent u ras ;

no siempre las hallan buenas Escupía Sancho a menudo .
,

al parecer un cie rto género de saliva pegajosa y algo se

ca lo qual visto y notado por el caritativo b o s qu eril
escudero dixo p aréceme que de lo que hemos hablad o
s e no s pegan al paladar las lengua s pero yo traigo un
d esp egad o r pendiente del arzon de mi caballo que es
tal co mo bueno y leVant ánd o s e Vo lVió desde all í a un
poco con una gran bota de Vino y una emp anad a d e me

d ia vara :y no es encarecimiento porque era de un co
nejo albar tan grande que Sancho al tocarla entendió
ser de algun c ab ro n no que de cabrito lo qual visto …

o r Sancho d ixo ¿ y esto trae v u es a merced consigo
p ,

señor P ues qu e se pensaba respondió el otro ¿ soy yo
?

o r ventura al u n escudero e agua y lana ? Mejor repues
p g
to traigo yo en las ancas de mi caballo que llev a c ºn º

sigo quando va de camino un General Comi ó Sancho
'

.
,

s in hacerse de ro ar y tragaba á es c ú ras bocados de nu
g
dos de suelta y d ixo :v ues a merced s í que es escudero
íiel y legal mo lient e y corriente magn ífico y grande
_
,

como lo muestra este banquete que si no ha venido aqu í ,

o r arte de e ncantamento aréc elo alo méno s y no co
p p , ,

mo yo mezquino y malav ent urado que sol o traigo en ,
T OM III
. . 0

1 0 6 D O N QUIX O T E DE L A M AN C H A
mis al forjas un poco de queso tan duro que pueden des
,
'

lb
c a a rar con ello á un gigante á quien hacen compañí a
quatro docenas de algarrobas y otras tantas de avellanas
y nueces mercedes á la es t rec hez a d e mi dueño y á la
O pinion que tiene y órd en que guarda de que los caballe
ros andantes no se han de mantener y sustentar sino con
frutas secas y con las yerbas del campo P or mi fe her
.

mano replicó el del Bosque , que yo no tengo hecho el
estómago á t agarninas ni á iru ét ano s ni á raices d e
p
los montes allá se lo haya n con sus opiniones y leye s ca
b alleres c as nuestros amos y coman lo que ellos manda
ren : ñ amb reras traigo y esta bota colg ando del arzon
d e la silla por s í ó por no y es tan devota mia y
u iéro la tanto que pocos ratos se pasan s in que la dé
q
mil besos y mil abrazos :y dici endo esto se la puso en
las manos á Sancho el qual emp inánd o la puesta á la b o
ca estuvo mirando las estrellas un quarto de hora y en
acabando de beber d exó caer la cabeza a un lad o y …

dando un gran suspiro d ixo ¡ ó hid ep u t a bellaco y co
mo es católico ! Veis ah í d ixo el del Bosque en oyendo
el hid ep ut a de Sancho como b abeis alabado este vino ,

llamándo le hid ep ut a Digo respondió Sancho que con
.

ñ eso que conozco que no es deshonra llamar hijo de p u
ta anadie quando cae d eb axo del entendimiento de ala
barle P ero d ígame señor por el siglo de lo que mas
.

quiere ¿ este vino es de Ciudad Real ¡ Bravo mojon ! res
— ?

o ndió el del Bosque en verdad que no es d e o t ra par
p ,

te y que tiene algunos años de ancianidad A m í con .

eso dixo Sancho no tomeis m enos sino que se me
fuera a m í por alto dar alcance á su conocimiento ¿ N o .

s erá bueno señor escudero que tenga yo un instinto

y á raya p ó rqu e en mas de una semana no s o p láro n sino vientos nortes Vez t amb ien hubo que me man d ó fue . cules en muchos y diversos P eligros prometiéndome al fin de cada uno que en el fin del otro llegaría el de mi esperanza pero as í se han ido eslab o nando mis traba jos que no tienen cuento ni yo sé qual ha de ser el ú l timo que d é principio al cumplimiento de mis buenos de s e c s U na v ez me mandó que fuese á desa f . mi elecc io n me t ruxo á enamorar d e la sin P ar Casi l dea de Vandalia llámo la sin par P orque no le tiene. E ntre m uc has razones que p a ár n Don Quixote y el s o Caballero de la Selva dice la historia que el del Bos que dixo á Don Quixote :ñnalmente señor caballero . e se á tomar en peso las anti guas piedras de los valientes toros de Gu í sando :empresa mas Para encomendarse á ga . 1 0 8 D ON QU I X O T E DE L A M AN C HA lo s b o c ado s á med io mascar en la boca se qu edáro n d or ' ' ' i mí d o s donde los d exarémo s por ahora por cont ar lo que el Caballero del Bosque pasó con el de la Triste F i g u ra : C APÍTUL O XIV D ónde ' p se ros z g u e la av ent u ra del Ca b alle ro d el B o s qu e . iar aquella famosa giganta de Sevilla llamada la Giralda que es tan valiente y fuerte como hecha de bronce y sin ma darse de un lugar es la mas movi ble y voltaria muger del mundo L legué vila y v encí la y hícela estar queda " . as í en la grandeza del cuerpo como en el extremo del estado y de la hermosura Esta tal Cas ild ea Pues qu e . quiero que sep ais que mi destino 6 Por mejor decir . vo y contando P agó mis buenos pensamientos y comed í dos deseos con hacerme ocupar como su madrina á Hér .

. 1 0 9 nap anes que á cab alleros O tra v ez me mand ó que me … . movimiento á la Giralda pesé los toros de Guisando des . m ament e m e ha mandado que discurra por todas las P ro - v inc ias de España y haga confesar á todos los ánd ant es caballeros que por ellas v agaren que ella sola es la mas aventajada en hermosura de quantas hoy viv e n y que o soy el mas valiente y el mas bien enamorado caballe y ro del orbe en cuya demanda he andado ya la m ayor parte de España y en ella he vencido muchos caballe s que se han atrevido á contradecirme pero de 1 0 que yo mas me precio y u fano es de haber vencido en singular batalla á aquel tan famoso caballero Don Quixo te de la M anc ha y héc ho le confesar que es mas her m osa mí Cas ildea que su Dulcinea y en solo este ven ' cimiento hago cuenta que he vencido todos los caballe … ros del mundo porque el tal Don Quixote que digo los . . oír al Caballero del Bosque y estu v o mil veces P or de “ c irle que ment í a y ya tuvo el mentís en el pico de la len . precipitase y sumí es e en la s i ma de Cabra ¡ peligro inau dito y temeroso y que le t ruxes e P articular relacion de lo que en aquella escura P ro fundidad se encierra Detuve el . ha vencido á todos y habiéndole yo vencido á él su glo “ . rí a “ su fama y su honra se ha trans ferido y pas ado á mi persona y tanto el vencedor es mas honrado quanto mas el vencido es reputado as í que ya corren por mi cuenta y son mías las innumerables hazañas del ya re fe ' rido Don Quixote A dmirado quedó Don Quixote de . eñ éme en la s i ma y saqué á luz lo escondido de su abis p mo y mis esperanzas muertas que muertas y sus manda mient o s y desdenes vivos que vivos En resolucion ú lt i . P A RTE I I C APÍT U L O X IV . gua P ero rep o rt ós e lo mejor que pudo P or hacerle con . .

entrecano la nariz aguileña y algo corba de bigotes grandes negros y c a id o s :cam pea d eb axo del nombre del Ca b alle ro de la Tris t e F igu ra y trae por escuder o á un labrador llamado Sancho P anza o prime el lomo y rige el freno de un famoso caballo llamado R o cinan te y ñnalment e tiene por Señora de s u voluntad á una ' tal Dulcinea del Toboso llamada un tiempo A ldonza L o renzo como la mia que Por llamarse Casilda y ser de la Andaluc í a yo la llamo Cas ild ea de Vandalia S i . o r el cielo que nos cubre que e1 eé con Don Quixo p p te y le venc í y rend í y es u n hombre alto de c uer p o seco de rostro estirado y avellanado de miembros . todas estas señas no bastan para acreditar mi verdad aqu í está mi espada que la har á dar crédito á la mesma í n credulidad S o s egao s señor c aballero dixo Don Quixo . I IO D ON QUIX O TE DEM AN C HA L A fes ar por su propia boca su mentira y as í o s g se mem ada te le d ixo de que v ues a merced señor caballero haya venc ido á los mas caballeros andantes de España y aun de todo el mundo no digo nada P ero de que haya ven eido á Don Quixote de la M a nc ha ó p gn o lo en duda podría ser que fuese otro que le pareciese aunque hay o c o s que le P arezcan ¿ Como no replicó el del Bosque ? p . . que ese Don Quixote que decís es el mayor amigo que en este mundo tengo y tanto que P odré decir qu e le tengo en lugar de mí m i sma persona y que P or las se ñ as que d el me b abeis dado tan puntuales y ciertas no ' puedo pensar sino que sea el mismo que b abeis vencí ' d o :P or otra parte veo con los oj o s y toco con las má n o s no ser posible ser el mesmo si ya no fuese que como él tiene muchos enemigos encantadores especial . te y escuchad 1 0 que deciros quiero Hab eis de sabe r .

.

. quiero pagar las tale s libras que sé que me costarán méno s que las hi las qu e . pero sin h ablar palabra se fu eron los dos es óu d ero s á buscar su ga nado que ya todos tres caballos y el rucio se habían olido “ . que me i P o sí b ilit a el 1 eñ í r el no tener espada pues en mi v id a me la puse P ara eso sé yo un buen remedio d ixo el d el . nó en tanto que sus ahijados rí ñ en :dí go lo ¡ porque esté advertido que mi entras nuestros dueños riñ eren noso tros t amb ien hemos de pelear y hacernos astillas E s a . de alguna pendencia . á: c u yas nue v as quedó Sancho atónito y pasmado te meroso de la salud de su amo por las y alentías que ha . P ero con los es cudero s d e los caballeros andantes ní p o r p i e n s o :alo méno s yo no he oido decir si mi amo seme I _ - jante costumbre y sabe de memoria t odas las orden an zas de la andante c ab all e rí a :quanto mas que yo quí e ro que sea verdad y ordenanza expresa el pelear los es c ud ero s en tanto que sus señores P elean pero yo no quie ro c umplirla sino P agar la P ena que est uv iere puesta á los tales pac í ficos escuderos que yo aseguro que no _ p a s e de dos libras de cera y mas . costumbre señor escudero respondió Sancho all á pue de correr y p asar con los ruñanes y Peleant es que dice . . podr é gastar en curarme la cabeza que ya me la cuento _ o r partida y dividida en dos P artes : mas m _ p hay . . no estarse ociosos mano sobre ma . y estaban t odos Junto s En el camino dixo el del Bosque á _ . b í a oido decir del suyo al escudero del Bosque . B o s qu e :yo t raigo aqu í dos talegas de lienzo de un mes mo tamaño tomaréis vos la una y yo la otra y reñí . Sancho ha de saber hermano que tienen p ó r c o s t um bre los p eleant es de la A ndaluc í a quando son padrino s . I I Z QU I X O TE D E L A M AN C H A ¿D ON hacer los dos una sangrienta singular y desigual batall a .

quanto mas que estando sin cólera y sin enojo ¿ quien diablos se ha de amañar á reñir á sec as ? P ara eso dixo el del Bosque o daré un su ficiente remedio y es y q u e ántes que comencemos la pelea yo me llegaré bonita ' - mente á v ues a merced y le d aré tres ó quatro b o fet a das que dé con él á mis pies con las qu ales le h ar é despertar la cólera aunque esté con mas sueño que u n liron Contra ese corte sé yo otro respondió Sancho . dre ! respondió Sancho que martas c eb o llinas ó qu e copos de algodon cardado P one en las talegas p ara no quedar molidos los cascos y hechos alhena los huesos . . P A R T E I I C A P Í T U L O mv . do replicó el del B osque hemos de P elear siquiera me día hora Eso no respondió Sancho no seré yo tan . P . pelea d e d esp o lv o rearno s que de herirnos N o ha de ser . . así replicó el otro porque se han de echar dentro d e las taleg as porque no se las lleve el gyre media doce _ n a de guijarros lindos y pelados que pesen tanto lo s " unos como los otros y desta manera nos P odr emos at a legar sin hacernos mal ni daño Mirad ¡ cuerpo d e mi p a . . d es eo rt es ni t andesagradecido que con quien he c o niid o . pero aunque se llenaran d é capullos de seda sepa señor mí o que no he de pelear peléen nuestros amos y all á se lo hayan y bebamos y vivamos nosotros que el tiem o tiene cuidado de quitarnos las vidas s in que andemos p buscando apetites para que se acaben ántes de llegar su s az o n y término y que se cayan de ma d uras Con to . 1 1 . que no le v a en z a g a :cogeré yo un garrote y ánt es que … — v u es a merced llegue á despertarme la cólera har é yo T OM III . . 3 re mos t alegaz o s con armas iguales Desa manera sea en . . buena hora respondióo S anc ho P orque ánt es servirá la tal . y he bebido trabe qi1 es tio n alguna Por m ínima que sea .

. g g y en sus diversos y alegres cantos parecia que daban la no rab u ena y salu daban á la fresca aurora que ya p o r las puertas y balcones del orie nte iba descubriendo la hermosura de su rostro sacudiendo de sus cabellos u n número in finito de l íquidas perlas en cuyo suave lico r b añ ándose las yerbas parecia as imes mo que ellas brota b an y llovían blanco y menudo aljó far los sauces des ' t iláb an maná sabroso reíanse las fuentes murmuraban “ los arroyos alegrábans e las selvas y enriqu ecíans e los prados con s u venida . maé ap enas dió lugar la clarida d d el dia para ver y di ferenciar las cosas qu ando la p ri mera que se o freció á los ojos de S ancho P anza fuela nariz del escudero del Bosque que era tan grande que casi le habia sombra á todo el cuerpo C uént as e en e fecto . QUIX O T E DE L A M A N CHA dormir garrotazos de tal suerte la suya que no des pie t te sino fuere en el otro mundo en el qual se sabe que no soy yo hombre que me d exo manosear el rostro de n adie y cada uno mire por el virote ' :aunque lo m as acertado seria d exar dormir su cólera á cada uno que no sabe nadie el alm a de nadie y tal suele venir por la na que vuelve tres quilado y Dios b endixo la paz y _ mald ixo las riñas porque si un gato acosado encerra do y apretado se vuelve en leon yo que soy hom bre Dios sabe en lo que podré volver me :y as í desd e ahora i nti mo á v u es a merced señor escudero que cor ra por su cuenta todo el mal y daño que de nuestra pen ' den eia resultare Está bien replicó el del Bosque ama . . 1 1 4 . que era de demasiada grandeza corba en la mitad y toda llena de berrugas de color amoratado como de beren . D 0N . o r ear en los árbole s mil suertes de pintados p axarillo s. nec erá Dios y medraremos En esto ya comenzaban á .

.

P ero no se habia apartado Don Quixote veinte p a sos quando se oyó llamar del de los E spejos y partiendo . vos respondemos d ixo el de los Espejos que pareceis . Eso me basta á m í respondió Don Quixote p ara que c rea vuestro engaño : empero para sacaros dél de todo punto vengan nu estros caballos que en m enos tiempo que el que t ard áredes en alzaros la Visera si Dios si mi Señora y mi brazo me valen veré yo vuestro ros tro y v o s veréis que no soy yo el vencido Don Qui xote que pensais Con esto acortando razones subi e . que el vencido como otra vez h e dicho ha de quedar á dis c rec io n del vencedor Y a la sé respondió Don . 1 1 6 D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA ' ya sabeis que pretendo P ues en tanto que subimos á . los Espejos O frec iéro ns ele en esto á la vista de Don Qui . ron á . . . xote las extrañas narices del escudero y no se admiró méno s de verlas que Sancho tanto que le juzgó por al u n monstruo ó por hombre nuevo y de aquellos que g no se usan en el mundo Sancho que v ió P artir á su amo . caballo y Don Quixote volvió las riendas á R ocinante P ara tomar 1 0 que convenía del campo para volver á en contrat á su contrario y 1 0 mesmo hizo el de los Espe : jos . ca ballo d ixo Don Quixote bien podeis decirme si so y ' o aquel Don Quixote que dixís t es haber vencido A eso y . co mo se parece un huevo á otro al mismo caballero que yo venc í P ero segun vos decís que le persiguen encantadores no osaré a firmar si s ois el contenido ó no . Quixote con tal que 10 que se le imp us iere y man dare al vencido han de ser cosas que no salgan de los l ímites de la caballerí a A sí se entiende respondió el de . señor caballero que la condicion de nuestra batalla es . los dos el camino el de los Espejos le dixo :advertid .

. temiendo que con solo un p as ago nz alo con aquellas nari ces en las suyas seria acabada la P endencia suya quedan d e del golpe ó del miedo tendido en el suelo y fu e s e tras su amo asido á una aeio u de Rocinante y quan do le pareció que ya era tiempo que volviese le d ixo suplico á v u esa merced señor mio que ánt es que v a el v a á encontrarse me ayude á subir sobre aquel alcornoque . p d ió Sancho las desa foradas narices de aquel escudero me tienen atónito y lleno de espanto y no me atrevo á es tar junto á él Ellas son tales d ixo Don Quixote que . A ntes creo Sancho dixo D o n Q uixote que te quieres encaramar y subir en andamio o r v er sin peligro los toros L a verdad que diga res o n p . reció que ya su enemigo venia volando arrimó recia mente las espuelas á las t rasij adas hij adas de Rocinante. Quixote en que Sancho subiese en el alcornoque tomó el de los Espejos del campo 1 0 que le pareció necesario . y creyendo que lo mismo h ab ria hecho Don Quixo te sin esperar son de trompeta ni otra señal que los avisase volvió las riendas á su caballo que no era mas ligero ni de mejor parecer que Rocinante y todo su correr que era un mediano trote iba á encontrar á su enemigo pero viéndole ocupado en la subida de San cho detuvo las riendas y Paróse en la mitad de la car rera de lo que el caballo quedó agradec idísimo á cau s a que ya no podia moverse Don Quixote que le p a . á no ser yo quien soy t amb ien me asombraran y as í ven ayudarte he á subir donde dices En lo que se detuvo Don . 1 1 7 P ara t ó mar carrera no quiso quedar solo con el narigudo . de donde podré v er mas á mi sabor mejor que desde el s uelo el gallardo enc ue ntro que v u es a merced ha de ha c er con este caballero . P A RTE II CAPÍTUL O XIV “ . — .

1 1 8 D O N QUIX O TE DE L A M AN C HA y le hizo águ nar d emanera qúe cuenta la historia que esta sola v ez se conoció haber corrido algo porque to . hech iceros y lo s encantadores L legó Sancho y como . d as las demas siem pre fu eron tro tes declarados y con es ta no y is ta furia llegó donde el de los Espejos estaba hin “ cando á su c ab állo las espuelas hasta los botones s in que le pudiese mover un solo dedo del lugar donde habia he _ cho estanco de su carrerá En esta b u ena s az o n y c o yun “ . tura halló Don Quixote á su contrario embarazado con su caballo y ocupado con su lanza que nunca ó no acertó ¡S no tuvo l ugar de ponerla en ristre Don Qui º “ . y advierte lo que puede la magia lo que Pueden lo s " . v ió el rostro del Bachiller Carrasco comenzó á hacker se mil cruces y á santiguarse otras tantas E n todo esto . y para que le diese el ayre si acaso estaba vivo v ió ¡ quien P odrá decir lo que ¡ v ió ein causar admiracion ma rav illa y espanto á los que 1 0 oyere n! Vió dice la his “ ' toria el rostro mesmo la mesma figura el mesmo as p e cto la mesma fisonom í a la mesma e igie f la pers p ec t iv a mesma de 1 Bachiller Sanson Carrasco _ y as í co mo la v ió en altas voces dixo :acude Sancho y m1 ra 1 0 que has de ver y no 1 0 has de creer :aguija b ij e . xote que no in irab a en estos inconvenientes á s alv ama no y sin P eligro alguno encontró al de los Espejos c o n tanta fuerza que mal de su grado le hizo venir al suelo por las ancas del caballo dando tal caida que sin mo ' v er pie ni mano d ió señales de que estaba mu e rto A p é . “ . n as le v ió Caído Sancho quando se deslizó del alco rno _ que y á toda priesa vino donde su se ñ or estaba el qual a eándose de R ocinante fué sobre el de los Espejos y p quitándole las lazadas del yelmo para v er si era muerto.

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que no toque maltrate hiera ni m ate al Caballero de los Espejos que á sus pies tiene P orque s in duda algu ' m e s el atrevido y mal aconsejado el Bachiller Sanson Carrasco nuestro c o mp at rio to En esto volvió en s í el de . . PARTE 1 1 C APÍTULO XIV . espada por la b o cá a este que parece el Bachiller Sanso n ' Carrasco quizá matará en él si alguno de sus enemigos los encantadores N o dices mal dixo Don Quixote Por . feo le habian hecho y á grandes voces d ixo mire v u es a merced 1 0 que hace señor Don Quixote que ese que t iene á los pies es el Bachiller Sanson Carrasco su ami o y o soy su escudero : y viéndole Sancho s in aquell a g y fealdad primera le d ¿ y las narices A lo que él res ixo ? p o n dió aqu i las tengo en la fald ri u era q y echando ma no á la derecha s acó unas narices de pasta y barn i z de máscara de la manifat ura que quedan delineadas y mi ránd o le mas y mas Sancho . que de los enemigos los méno s y sacando la espada Pa . Sancho dixo a Don Quixote :soy de parecer s eñor mí o ' . los Espejos 1 0 qual visto por Don Quixote le puso la punta desnuda de su espada encima del rostro y le di . ra P oner en e fecto el aviso y consejo de Sancho . .con v o z admi rati va y gran de dixo ¡ Sant a Mar ía y valme ! ¿ Este no es Tomé Ce . compadre y amigo Sancho P anza y luego os diré lo s arc ad u ces embustes y enred o s p o r donde soy aqu í veni _ d o y en tanto pedid y suplicad al señor vue s tro amo . c ial m i vecino y m1 compadre Y como si 1 0 soy res ? . . . xo muerto sois caballero 5 1 no c o nfes ais que la s in Par . llegó el escudero del de los Espej os ya sin las narices que tan . o ndió el ya d esnari ad o escudero :Tomé Cecial soy P g . que por sí ó p o r no v ues a merced hinque y meta la . 1 1 9 no dab a muestras de estar vivo el derribado caballero y .

Don Quixote y Tomé Cecial su escudero del qual no apartaba los ojos Sancho P reguntándole cosas cu . y creer añadió Don Qui xote que aquel caballero qu e v en cí s t es no fu e n i pud o ser Don Quixote de la Man ' cha sino otro que se le parecía como yo confies o y creo que vos aunque pareceis el Bachiller Samson Car . M A N CH A Dulcinea del Toboso se aventaja en belleza vuestra C as ild ea de Vandalia y demas de esto b abeis de pro . ' vale mas el zapato des cosido y sucio de la Señora Dul c inea del Toboso que las barbas mal peinadas aun que 1 1 mp 1 as de Cas i1 d ea y prometo de ir y volver d e s u presencia á la vuestra y daros entera y particular . dixo el caido ca b allero qu e . D ON QUIX O T E DE ' L A . . . meter si de esta contienda y caida qu ed áred es con Vi da de n á la ciudad del Toboso y presentaros en s u º P resencia de mi parte para que haga de v o s lo que mas en volunta d le v iniere y si os dexare en la vuestra asi mismo h ab eis de volver 51 busc arme que el rastro d e mis hazañas os servirá de guía que os tr aiga d o nd e yo _ “ es t u v iere y á d ecn me 1 0 que con ella hub iéredes pa sado condiciones que con forme á 1 as qu e pusimos ánt es ' * de nuestra batalla no salen de los términos de la an dante caballería Con fieso . 1 2 0 . _ ñ eso juzgo y siento como vos lo c réeis j uz gais y sen t is respondió el derrengado c ab all e r o :dexadme levan tar os ruego si es que lo permite el golpe de mi cai d a que as az maltrecho me tiene A yu d óle á levantar . r asco no 1 0 sois sino otro que le parece . y que en s u ' figura aqu í me le han puesto mis enemigos P ara que d etenga y temple el ímpetu de mi cólera y para que use blandamente de la gloria del vencimiento Todo 1 0 con . … c u ent á de 1 0 que me pedis Tanib ien h ab eis de con fe sar .

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I 2 2 D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA d exadas caballerias fué por haber entrado primero en bu t eo con el Cura y el Barbero sobre que medio se podría tomar para reducir á Don Quixote á que se es . A c ep t ó lo Carrasco y o frec ió s ele por escudero Tomé C e c ial com adre y vecino de Sancho P anza hombre ale p gre y de lucios cascos A rmó s e Sanson como queda . re ferido y Tomé Cecial acomodó sobre sus naturales narices las falsas y de máscara ya dichas porque no fu e s e conocido de su compadre quando se viesen y as í si u iéro n el mismo viage que llevaba Don Qu ixote y g llegáro n casi á hallarse en la aventura del carro de la muerte y finalmente di eron con ellos en el bosque don de le sucedió todo lo que el prudente ha leido y si no fuera P or los P ensamientos extraordinarios de Don Qui . tuviese en s u casa quieto y sosegado sin que le albo rotasen sus mal buscadas aventuras de cuyo consejo salió por voto comun de todos y parecer particular de Carrasco que d exas en salir si Don Quixote pues el de tenerle p árec ia imposible y que Sanson le saliese al camino como caballero andante y trabase batalla con él Pues no faltaria sobre que y le venciese t eniénd0 a lo por cosa fácil y que fuese P acto y concierto que el vencido quedase á merced del vencedor :y as í vencido Don Quixote le había de mandar el Bachiller c aballe ro se volviese á su P ueblo y casa _ y no saliese della en dos años 6 hasta tanto que por él le fuese mandado otra cosa lo qual era claro que Don Quixote vencido cum lirí a ind ub it ablement e por no contravenir y faltar á las p leyes d e la caballer í a y p o d ria ser que en el tiempo de su reclusion se le olvidasen sus vanidades ó se diese lu ar de buscar si su locura al u n conveniente remedio g g .

111 . ¿P ARTE 1 1 . P ues as í es dixo Tomé Cecial yo fuí por mi v o lun tad loco quando q uise hacerme escudero de v ues a mer I c ed . Q ij . c ial que v ió quan mal había logrado sus deseos . . Cecial se volvió y le d exó y él quedó imaginando s1í ' venganza :y la historia v u elv e á hablar d el á su tiem por no d exar de re o ci ars e ahora c o n D o n m ot e P º g j . riendo v u es a merced queda molido y triste Sepamos . T OM . h asta que lle á t 0n á un pueblo donde fu e ventura hallar u n alge “ g ' brista con quien se c u ró el Sanson desgraciado Tomé .. . P aradero que habia tenido su camino d ixo al Bachiller : Por c i erto señor Sanson Carrasco que tenemos nues t ro merecido : _ con facilidad se piensa y se acomete una e m resa p pero con . ber hallado nido s donde pensó h allar páxaro s Tomé Cc . di i f cultad las mas veces se sale della : Don Quixote l o co nosotros cuerdos él se v a sano y . y por la m i sma qui ero d exar de serlo y volver me a mi casa Eso os cumple respondió Sanson por . . pues ahora qual es mas lo co ¿ el que lo es por no p o d efh ' méno s ó el que 1 0 es por su voluntad ? Álo que re3 pon d ió Sanson :la d iferenóia que hay entre esos dos lo é o s “ . y e 1 mal . es que el que 1 0 es por fue rza 1 0 será siempre y el u 1 s de grado 1 0 d exará d e ser quando is iere “ q e 0 e q u . 1 2 3 xote que se dió a entender que el Bachiller no era / el Bachiller el senor Bachiller quedara imposibilitado p st a s i empre de gradu arse de L ice nciado p o r no há . que p ensar que yo he de vol v er á la mia hasta haber molido á Pálo s á Do n Quixote es pensar en 1 0 excusa ' d o y no me llevará ahora á buscarle el deseo de que c o bre su juicio sino el de la venganza que el d o lor gran 3 — de de mis costillas no me dexa hác er mas piadosos dis ' Cursos En es t o fu éro n razonando los d o s .

. i maginaciones ib a t o d o ocupado quando Sancho le di ' se ñor que aun todav í a traigo entre _ xo ¿ no es bueno ¿ les ojos las desa foradas narices y mayores de marc a de 1 ñi c o m ad re Tomé Cecial ? Y crées tú Sancho por p ¿ ventura que el Caballero de los Espejos era el Bachiller Carrasco y su escudero Tomé Cecial tu c o mp radré ? N o sé que me diga si eso respondió Sancho solo sé que las señas que me dió de mi casa . mo desencantar á su Se ñ ora Dulcinea no invidiat a á la mayor ventura que alcanzó 6 pudo alcanzar el mas ven t u ro s o caballero andante de los P asados siglos En esta s . ni de la pedrada que le derribó la mitad d e los di en _ — a tes . finalment e decia entre s í que s i él hallara arte modo manera co . muger y hijos no me las p o dria dar otro que él mesmo y la c ara qui tadas las narices era la misma de Tomé Cecial como yo se la he visto muchas veces en mi pueblo y pared en me . 1 2 4 . D e lo que s ucedió ¿ í D on Q u ixot e co n u n dis cret o c a b allero d e la M a ncha . C on la alegria contento y u fanid ad que se ha dich o seguia Don Quixote su jornada imaginándose por la p a sada vitoria ser el caballero andante mas valiente qu e tenia en aquella edad el mundo :daba por acabadas y á felice fin conducidas quantas aventuras pudiesen suce d erle de all í ád elant e :tenia en poco 5:los encantos y á los encantadores no se acordaba de los innumerable s palos que en el discurso de sus caballer í as le habian dado _ . D ON QUIX O TE DE L A M AN C H A C A PÍ T U L O X VI . ni del desagradecimiento de los galeotes u i d el atre — v imient o y ll uvia de estacas de los Y angiies es .

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ban quando lo s alcanzó un hombre que detras dellos . do ll egó á ellos el caminante lo s s alu dó c o rtes ment e . 1 2 6 ¿ D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA . d e tan tersas y bruñidas que por hacer labor con todo el vestido parecían mejor que si fueran de oro puro Quan . que el perverso encantador que se atrevió á h ac er una . m1 ye gua no se alborotara ese caballo Bien puede se . . s abe la verdad de todo respondió S a nc ho :y como él sabia que la trans formacion de Dulcinea habia sido traza y embeleco suyo no le satis facían las quimeras de su amo pero no le quiso replicar por no de a r alguna p a labra que descubriese su embuste En estas razones esta . y picando á la ye gua se pasaba de largo pero Don Qui xote le d ixo :señor galan ¿ si es que v u es a merced lle y a el c amino que nosotros y no importa el darseprie sa merced recibiría en que nos fuésemos juntos En ver . t onado de terciopelo leonado con una montera d el mis mo t erc iº p elo :el aderezo de la ye gua era de campo y … de la gineta as imis mó de morado y verde traia un al fange morisco pendiente de un ancho tahal í de verde y oro y los b o rc egu ies eran de la labor del t a h al í :las espuelas no eran doradas sino dadas con un b ární z v er . por el mismo camino venia sobre una muy hermosa ye < “ gua tordilla vestido un gaban de paño fino verde gi - . p ero ó o n todo ' _ esto me consuelo porque en fin en qualqu iera figura que Haya sido h e quedado vencedor de mi enemí go Dios . ' trans formacion tan mala no es mucho que haya hecho la de Sanson Carrasco y la de tu compadre p o r quitarme la gloria del vencimiento de las manos . d ad respondió el de la ye gua que no me pasa ra tan d e la si no fuera por temor que co n la compañ í a de i t . _ ñ o r respondió á esta s az o n Sancho bien puede tener ' _ .

fi gura y retrato no v is t o p o r luengos tiempos atras en . . la vista entre alegre y g rav e :finalmente en el trage y apostura daba á entender ser hombre de buenas prendas . L o que juzgó de Don Quixote de la Mancha el de lo verde fu e que semejante manera ni parecer de hom bre no le habia visto jamas admiróle la lo ngu ra de s u caballo la grandeza de su cuerpo la ñ aqu ez a y amari llez de su rostro sus armas su ademan y compostura . buen seg uro que el caballo no la arrostre Detuvo la rien . 1 2 7 las riendas á su ye gua porque nuestro caballo es el mas honesto y bien mirado del mundo ¡ jamas en semej antes ocasiones ha hecho vileza alguna y una vez que se des mandó á hacerla la last ámo s mi señor y yo con las se tenas d igo otra v ez que puede v ues a merced detener se si quis iere que aunque se la d én entre dos platos á . PARTE 1 1 CAPÍTULO XVI . aquella tierra N otó bien Don Quixote la at enc io n con . da el caminante admirándose de la apostura y rostro de Don Quixote el qual iba s in celada que la lleva . b a Sancho como maleta en el arzon delantero de la albar da del rucio y si mucho miraba el de lo verde á Don Quixote mucho mas miraba Don Quixote al de 1 0 ver d e p arec iénd o le hombre de chapa la edad mostraba ser de cincuenta años las canas pocas y el 1 0stro aguileño . que el caminante le miraba y leyóle en la suspension su deseo y como era tan cortes y tan amigo de dar gusto si todos ánt es qu e le preguntase nada le sali ó al i camino diciéndole esta figura que v ues a merced en m í ha visto por ser tan nueva y t an fuera de las que c o mu nment e se usan no me maravillaría yo de que le hubiese maravillado pero d exará v ues a merced de es tario quando le diga como le digo que soy caballe .

s egun se tardaba en responderle parecia que no acerta b a á hacerlo pero de all í á buen espacio le dixo acer t ás t es señor caballero á conocer por mi s u sp ensipn mi deseo . pero no b abeis acertad o á quitarme la maravilla que en mi causa el haberos visto que puesto que como . Sal í de mi patria empeñé mi hacienda d exé mi t e galo y ent reguéme en los brazo s de la fortuna que me llevasen donde mas fuese servida Quise resucitar la ya . por encerrarlo todo en breves palabras ó en una sola digo que yo soy Don Quixote de la Mancha por otro nombre lla ' mado E l Ca ballero de la Trzs t e F igu ra y puesto que las propias alabanzas envilecen esme forzoso decir yo tal vez las m i as y esto se entiende quando no se halla presente quien las diga :as í que señor gentil hombre u i este caballo ni esta lanza ni este escudo ni escudero ni . Calló en diciendo esto Don Quixote y el de lo verde . h abiendo ya sabido quien soy y la p ro fesio n que h ágo . 1 2 8 D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA to que dicen las gentes que á sus aventuras van d est o s . muerta andante caballerí a y ha muchos dias que tro ez and o aqu í cayendo all í d esp eñ ánd o me acá y le p v ant ánd o me acullá he cumplido gran parte de mi de seo socorriendo viudas amparando doncellas y favore c iend o casadas huérfanos y pupilos propio y natural o ficio de caballeros andantes y as í por mis valerosas . Treinta mil v olúmenes se han imp r< o de mi hist o ria y s lleva camino de i mpri mi rse trein ta mil veces de millares s i el Cielo no 1 0 1 emedia Finalmente . todas juntas estas armas ni la amarillez de mi rostro ui mi atenuada Haqu ez a os podrá admirar de aqu í adelante . muchas y christianas hazañ as h e merecido andar ya en estampa en casi todas ó las mas naciones del mundo .

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mo con mis vecinos y amigos y muchas veces los con vido son mis convite s limpios y aseados y no nad a escasos ni gusto de murmurar n i consiento que delan te de m í se murmure :no escudriño las vidas agenas ni soy lince de los hechos de los otros :oigo misa cada dia . ? D éxenme besar h ac eis h ermano ? ¿ que besos son estos . reparto de mis bienes con los pobres sin hacer alarde de las buenas obras por no dar entrada en mi corazon á la hipocres í a y vanagloria enemigos que blandamente s e apoderan del corazon mas recatado procuro poner en paz los que sé que están desavenidos soy devoto de nuestra Señora y confío siempre en la misericordia in finita de Dios nuestro Señor A t entí simo estuvo Sancho . 3Q D ON QUIX O T E DE L A M AN CHA que medianamente rico y es mi nombre Don Diego de M iranda paso la vida con mi muge n y con mis hijos y con mis amigos mis exercícios son el de la caza y pesca. á la relacion de la vida y entretenimientos del hidalgo . de historia algunos y de d ev o c io n ott e s los de caballe r ías aun no han entrado por los umbrales de mis puertas hojeo mas los que son pro fanos que los devotos como sean de honesto entretenimiento que d eleyt en con el len gu age y admiren y suspendan con la invencion pues to que d est o s hay muy pocos en España A lguna v ez c o . I . yp arec iénd o le buena y santa y que quien la hacia de bia de hacer milagros se arrojó del rucio y con gran priesa le fue á asir del estribo derecho y con devoto . pero no mantengo ni halcon ni galgos sino algun per digon man so ó algu n huron atrevido :tengo hasta seis docenas de libros quales de romance y qu ales de latín . corazon y casi l ágrimas le besó los pies una y muchas veces W st o 1 0 qual por el hidalgo le preguntó ¿ que . .

g tros Reyes premian altamente las virtuosas y buenas le tras porque letras s in virtud son perlas en el muladar . . . á cobrar la albarda habiendo sacado á plaza la r i sa de la pro funda malenc o lía de su amo y causado nueva ad miracio n á Don Diego P regunt ó le Don Quixote que . P A RTE 1 1 C A P Í T U L O X V I . u i de la Reyna de todas la t eolog í a Quisiera o que fu e . u na manera 6 otra tales y tales versos de V irgilio :en fin todas sus conversaciones s o n con los libros de los T OM III . Todo el d ia se le pasa en averiguar si d ixo b ien ó mal Homero en tal verso de la I l íada si Marcial anduvo des h onesto ó no en tal ep igrama si se han de entender de . y ra corona de su 1 inage pues vivimos en si lo donde nues . 1 3 1 . . y no porque él sea malo smo porque no es t an b uen o como yo quisiera Será de eda d de diez y ocho . v quantos hijb s tenia y dí xo le que una de las cosas en que ponían el sum o bien los antiguos ñ ló s o fo s que c areóiéro n _ del verdadero conocimiento de Dios fue en los bienes de la naturaleza en los de la fortuna en tener muchos ” amigos y en tener muchos y buenos hijos Y o señor . guas latina y griega y quando quise que p asase á estudiar o tras ciencias h alléle tan embebido en la de la poes í a ( si es que se puede llamar ciencia ) que no es posible hacerle arrostrar la de las leyes que yo quisiera que estudiara “ . gran pecador v o s s i hermano que d eb eis de ser bue no como vuestra simplicidad lo muestra Volvió Sancho . . Don Quixote respondió el hidalgo tengo un hijo que á no tenerle quizá me juzgara por mas dichoso de 1 0 que so y . años " lb s seis ha estado en Salamanca aprendiendo las len . t esp o ndió Sancho porque me parece v u es a merced el p rimer santo á la gineta que h e visto en todos los dias de mi vida N o soy santo respondió el hidalgo sino .

malos que sean como se quieren las almas que nos dan vida :á los padres toc a el encamina d os desde pequeñ os por los pasos de la v irº tud de la buena crianza y de las buenas y christianas costumbres para que quando grandes sean báculo de la vejez de sus padres y gloria de su posteridad y en lo . 1 32 D ON QUIX O TE M AN DE C HA L A . siendo tan venturoso el estudiante que le d ió el Cielo padres que se lo dexen seria yo de parecer que le dexen seguir aquella ciencia á que mas le vieren inclina do :y aunque la de la poes í a es m enos útil que deley table no es de aquellas que suelen deshonrar á quien las posée L a poes í a señor hidalgo á mi parecer es co . . pulir y ád o rnar otras muchas doncellas que son todas las otras cienciás y ella se ha de servir de todas y to das se han de autorizar con ella pero esta t al doncella no quiere ser manoseada m t rai d a por las calles ni p u b lic ad a por las esquinas de las plazas ni por los rincones d e los P alacios Ella es hecha de una alquimia de tal v ir . de fo rz arles que estudien esta ó aquella ciencia no 1 0 tengo por acertado aunque el p ersu adirles no será da ñ o s o y quando no se ha de estudiar para p ane lu crand o . señor son pedazos de las entrañ as de sus padres y as í se han de querer 6 buenos . . mo una doncella tierna y de poca edad y en todo ex tremo hermosa á quien tienen cuidado de enriquecer . re feridos poetas y con los de Horacio P ersio Juvenal y Tib ulo que de los mod ernos romancistas no hace mu cha cuenta y eb n todo el mal cariño que muestra tener si la poes í a de romance le tiene agora desvanecido s los pensamientos el hacer una glosa á quatro versos que le _ han enviado de Salamanca y pienso que son de justa li te t aria A todo 1 0 qual respondió Don Quixote :los hijos .

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tiras que perjudiquen las honras agenas y c as tigu ele y róm as elas pero si hic iere sermones al modo de Hora p c io donde rep rehenda los vicios en general como tan elegantemente él lo hizo aláb e1 e por que l í cito es al poeta escribir contra la invidia y decir en sus versos mal d e los inv idio s o s y as í de los otros Vi ei o s con que no señale persona alguna . que hace verdadero al que d ixo es t D eus zn nobis et c ' . T ambien digo que el natural poeta que se ayu d are del arte será mucho mejor y se aventajará al poeta que s o lo por s aber el arte qu is iere serlo L a razon es porque . y habiendo ya subido felicemente el primer esca Io n de las ciencias que es el d ºlas l enguas con ellas o r s í mesmo subirá á la cum b re de las letras humanas p . d ió el Cielo sin mas estudio ni artiñ c io co mpone cosas . D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA yerro porque segun es opinion verdader a el P oeta na ce quiere n decir que del vientre de su madre el poe t a n atura l sale poeta y con aquella inclinacio n qu e le . como debe de ser . pero hay poetas que á tr ucco de d ecir una malicia se pondrán á peligro que los des tier ren á las islas de P onto Si el poeta fuere casto en sus cos . . conclusion de mi p látiea se ñor hidalgo v u es a mer c ed d exe caminar á su h ij q por donde su estrella le lla ma que siend o él tan buen estudiante . 1 34 1 . las qu ales t an b ien parecen en un caball ero de capa y es pada y as í le adornan honran y engrandecen como las mitras á los O bispos ó como las garnachas á los peritos j urisconsultos Riñ a v ues a merced á su hijo si hiciere sá . el arte no se aventaja á la naturaleza sino p erñ c iónala: as í que 1n ez c lad as la naturaleza y el arte y el arte con la naturaleza sacarán un p erfet í simo poeta Sea pues la . t umb res lo s erá t amb ien en sus versos la pl uma es .

lát ic a S ancho por no ser muy de su gusto se habi a p . Reyes y P r íncipes v en la milagrosa cienc i a de la poe s ia en s u get o s prudentes virtuosos y graves los hon ran lp s estiman y los enriquecen y aun los c o ro nan c o n las hojas del árb o l á quien no o fende el rayo como en señal que no han de ser o fendidos de nadie los qu e con tales coronas v en honradas y adornadas sus sienes . se engend raren tales serán sus escritos :y quando lo s . ad o nde u d o lle a r el wa nalt a á nzmo d eD o n ' g Q u zxo t e . desviado del cami no á pedir un poco de leche a unos pas ' tores que all í j unto estaban o rd eñ ando unas ovejas y en esto ya volvia á renovar la p látic a el hidalgo satisfecho en extremo de la d is crecio n y buen discurso de Don Quixote quando alzando Don Quixote la cabeza v ió que por el camino por donde ellos iban venia un carro lleno de banderas Reales y creyendo que debía de s er alguna nueva aventura á grandes voces llamó á Sanch o que viniese á darle la celada el qual Sancho oyéndos e llamar d exó á los pastores y 51 toda priesa picó al t u cio y llegó donde su amo estaba á quien sucedi ó una espantosa y desatinada aventura . C APÍTULO X VII . 1 35 lengua del alma quales fueren los conceptos que en ell a . Cuenta la historia que quando Don Qui xote daba v o . D e d o nd e s e declaró el ú lt imo p u nt o y ext rema . A dmirado quedó el del verde gaban del razonamiento de Don Quixote y tanto que fueperdiendo de la opinio n que con él tenia de ser mentecato P ero si la mitad desta . co n e/ zcement e a ca ó a d a av ent u ra d e lo s leo nes f . CAPÍTULO X V I . PARTE 1 1 .

o sé quando ni adonde ni en que tiempo ni en que fi guras me han de acometer y volviéndose á Sancho le pidió la celada el qual como no tuvo lugar de s acar lo s requesones le fue forzoso dársela como estaba T o móla . ces á Sancho que 1 e tri1 xese el yelmo estaba él com _ prando unos requesones que los pastores le v endian y acosado de la mucha priesa de su amo no supo que ha cer dellos ni en que traerlos y por no perderlos que ya los tenia pagados acordó de echarlos en la celada de su señor y con este buen recado volvió á ver 1 0 que le queria el qual en llegando le dixo dame amigo esa celada que yo s é poco de aventuras ó 1 0 que allí des cubro es alguna que me ha de necesitar y me necesita á tomar mis armas El del verde gaban qu e esto o yó . . no se pierde nada en que yo me aperciba qu e sé por ex erienc ia que tengo enemigos visibles invisibles y n p . Don Quixote y s in que echase de v er 1 0 que dentro v e n ia con toda priesa se la enc axó en la c ab e z a :y como los requesones se ap ret áro n y expri mi eron comenzó correr el suero por todo el rostro y barbas de Don Qui xote de 1 0 qu e recibió tal susto que dixo á S an cho ¿ que será e ste Sancho que parece que se me ablandan los cascos o se me d erriten los sesos ó que sudo de los . tendió la vista por todas partes y no descubrió Otra c o s a que un carro que h ác ia ellos venia con dos 6 tres banderas pequeñas que le diéro n á entender que el tal carro debia de traer moneda de su Magestad y as í se 1 0 d ixo á Don Q uixote pero él no le dió crédito siem pre creyendo y pensando que todo 1 0 que le suc edie se habian de ser aventuras y mas aventuras y as í res o nd ió al hidalgo : hombre apercebido medio combatido p . D O N Q U I X Q TE DE L A M A N C H A ' 6 ' ' ¡ 3 .

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D ON QU I X O TE DE M AN C HA * 1 3 8 L A estribos requiriendo la espada y asiendo la lanza di x o ahora venga 1 0 que v i niere que aqu i estoy con ánimo de tomarme con el mesmo Satanas en persona L legó en . _ sois el leonero abrid esas jaulas y ec hadme esas bes tias fuera que en mit ad desta campaña les daré á cono * cer quien es Don Quixote de la Mancha á despecho y pesar de los encantadores que á m í los env ian Ta ta . el m acho v a en esta jaula pri mera y la hembra en la d e atras y ahora van ha mbrientos por que no han comid o hoy y as í v u es a merced se desvie que es menester lle gar presto donde les demos de co mer A lo que dixo . ¿ adonde vais hermanos ? ¿ que carro es este ? ¿ que lle v ais y que banderas son ? A 1 0 que respondió en él ? a u es t as . el carretero :el carro es mio lo que v a en él son dos bravos leones enjaulados que el General de O ran envi a la Corte presentados á su Magestad las ba nderas so n del Rey nuestro Señor en señal que aqu í v a cosa su ya . pero como estos ninguno :son hembra y macho . an grandes respondió el hombre que iba á la pu erta d el c ar ' ro que no han pasado mayor es ni tan grandes de A fri c a si España jamas y yo soy el leonero y he p as adg otros . Don Quixote sonriéndose un poco ¿leoncitos á m í ¿ sí mi ? leoncitos y á tales horas ? pues por Dios que han de v er esos señores que acá los env ian s i soy yo hombre que se espanta de leones A p eao s buen hombre y pue s . ¿ Y son grandes los leones ? preguntó Don Quixote T . d ixo a esta s zlz o n entre s í el hidalgo dado ha seña l de ¡ quien es nuestro buen c ab all e r o :los requesones sin d u . 3 esto el carro de las banderas en el qual no venía otra gente que el carretero en las mulas y un hombre senta do en la delantera P úso s e Don Quixote delante y d ixo . ¿ q . .

* . y no s erá b ien d et erierlo s u i impedirles su viage i ' . tan loco es V uestro amo r esp o ndió el hidalgo que te . q u e no 1 0 sea replicó el hidalgo y lle g á n t d o. Váyase v ues a nierc ed s eñor hidalgo resp end ió D o n ' Quixote á e nt end er con su perdigon mans o y con su . a … n e a _ s no e s t e T OM . . L le gó s e en esto á él Sanch o y d ík o le señor por quien * que D io s es . c aridad d eXarm e d es u nc ir las mulas ponerme en sal ' y - Vo c ó n elláswánt es q u e se d es en v aynen los leones por “ ' ¡ … … u e s i me » que aré rem at do pa ra toda m Vi " 1 d i ' es qn at an 3 a q que te ngo otr hacienda i carro y estas ' d . es el mio y yo sé si vienen á m í ó no estos señore s . d o 1 a qu i t an porque la valent í a que se e ntra en la juri ” “ “ . y no aquellas que de todo en to ' - . ' hu&o n fat rev id o y d exe á cada u no h ac er su o fic io este ' º . mi que Vió… 1 a d et erminac io n de aquella armada fant as e má le d ixb señor mi o v u es a merced sea ser v ido por _ * ' * — . si se toma a qui nos han de hacer pedazos á todos ¿ P ues . s e á Don Quixote q u e1 e stab a dando priesa al leonero que ab rie . PA RTE 1 1 . d icio n de la temeridad m as tiene de loc ura que de fo r ' " taleza qu anto mas que estos leone s no vienen contra Vue ' s a merced ni 10 sueñan v an presentados á su Ma ges ' “ * . 5 ij . meis y creeis que se ha de tomar…con tan fieros animales ? N o es 1 000 fesp o ndió S ancho sino atrevido Y o haré . r ' CAPÍTULO XV II . I I I . s e las aulas . . leb nes leonero le dixo Vot o á t al D o n bellaco . le d ixo señor caballero los caballeros j an dantes han d e ac o met er las aventuras que prometen espe ' … ' ranza de salir bien dellas . . .¿ I V u es a merced haga d emanera que mi se ' * . que ñ o r Don Qu ixote no se tome con estos leones . t ad . que 5 1 no abris luego luego las jaulas qu é 4 — c o m e s t a lanza os h e de c oser con el carro El carrete ' . ' * - . . 1 39 da le hán q ab land ad o los cascos y mad u í ad o los s esos ' ' º .

hazañas que habia aco met id ó en t o d o el d iscurso íd e su º r ñ vi da Mi 1 e señor dec ia Sanc ho Ique aqu í no h ay encam . salarios y d erec ho s Vuestras mercedes señore s se po ní . s y suelto los le q n e s í y de q ue . . ta d iligenc ia A p eó s e el carretero y d esú n eió áa gran s . si :v u es a “ “ merced no quiere ser oye nte desta i qu e íá su parec erí: ha . verás que trabajaste en vano y que pudiera s ah o rrar desi . ¿ … ' protes to á és te señor . . no me han de hacer daño ó t ra vez le p ersuadió el hi . _ pr1 esa y el leo neró d ixo áa grandes voces :s eanme t es . < . ¡ . y p ó n gas ezgen s alV0 . . º ' ' é nos res p d ndió D ó n Quixote te le hará rp anéc er mayo. S ancho y d éxamé . qu e todo el mal y d aíj o . Q u 1 xo t e que él s á bia lo que h acia R es o n dio p ó le el hi . . _ ' . ' ' “ “ que la mitad del :mundo R et í1iat e . ' v erjas res qu ic io s d e la aula una uña d e leo n Vegda y j ' ' ¿ dero y sac o p o r ella que el tal leon c u ya …d eb e dé is er ' . . . dalgo que lo mirase bien qu e él - ses té n5 . . . ' de ser traged i a p i que la tordilla . si Dios acometer tal disparat é A 1 0 que resp o ndi&D o h . . . que est a s ' ' ' s * - bes t ia s hic ierén corra y Vaya po r su c uent a ge o n mas m is ' º ' º . “ ¿ g añ ab a A hora señor ' . . 1 ' 4 0 D ON QUI O T E X DE L A = M A N CH A ' mulas Ó hombre de p oca fe res p o h d 1 0 D o n rQ u ixo té . 1 ap es te y d es u nc e y haz lo qu e qu is ieres qu e presto . gan en c o b ro ánt es que abra que yo seg uro estoy qu e ' . ' ¿replicó D o n Q u íí 1 £ o te . . en c uya c o hi arac i0n h a£ p p p bian sido tortas y p anp intado la de los mo lin os d e Vie n ' a to y la temerosa de los b at ánés y:ñ nalment e¿ t o d as las ' ' ' ' — z . to ni cosa que 1 0 valga que yo h e v ist o ¿ pór entre Las . . . rigos q uant o s áqu í es t án co mo contra mi wo lunt ad y u forzado abro l as jaula. dalgo que no hiciese locura semejante qué :era tent ar . O ido 10 qua1 por Sancho c o n lá grimas e n lic ó desistiese de tal e m res a. … la tal uña es mayor que una montaña E l mied o alo mé * .

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1 42 D ON QUIX O TE DE L A M AN C H A dándose á Dios de todo corazon y luego á su Señ or a Dulcinea Y es de saber que llegando á este paso el au . tor de esta v erdad era h is t o ria exclama y dice ¡ 6 fuer te y sobre todo encarecimiento animoso Don Quixote de la Mancha espejo donde se pueden mirar t o d o s los . . d iciendo que visto el leonero ya puesto en postura á Don Quixote y que no podia d exar de soltar al leo nma ' cho so pena de caer en la desgracia del indignado y atre . ' donde venia echado y tender la garra y desp erez arse todo abrió luego la boca y bostezó muy despacio y . con un escudo n o de muy l uciente y limp i o acero es / “ t ás aguardando y atendiendo los dos mas ñ eros leones que jamas c riáro n las a fric anas selvas Tus mism os h e _ . con sola una espada y no de las del pe t rillo cortadoras . _ . . chos sean los que te alaben valeroso Manchego que o los d exo aqu í en su punto por faltarme palabras c o n y que encarecerlos A qu í ce só la re ferida exclamacwn del . valien tes del mundo segundo y nuevo Don Manuel de L eon que fue gloria y honra de los E spañoles caba llero s ! ¿ Co n que palabras c ontaré esta tan espantosa ha z añ a ó c o n que razones la haré c reib le a los siglos v e nid ero s > o ¿ que alaba nzas habrá que no te conve n gan y . quadrem aunque sean hipérboles sobre todos los hip er boles > Tú a p i e tú solo tú intrépido tú magnánimo _ ' . vido caballero abrió de par en par la p ri mera jaula don d e estaba como se ha dicho el leon el qual pareció d e grandeza extraordinaria y de esp ant ab le y fea cata d ura L o primero que hizo fue revolverse en la jaula . . autor y pasó adelante anudando el hilo de la historia . _ con casi dos palmos de lengua que sacó fuera se d esp o l v o reó los ojos y se lav ó el rostro : hecho esto sacó la _ .

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i o se . — vi eron al carro y en llegándo dixo Don Quixote al c áf retero : Vol v ed hermano á uncir vuestras mulas y 5 p rosegu ir vuestro viage y tú Sancho dale dos escu d o s de oro par é él y para el leonero en recompensa “ d e 1 6 que por m í s e h an detenido Esos daré yo de muy . todos en tropa y ant ec o gid o s del hi ' d algo . y perdiendo alguna p arte d el miedo poc 0 á poco se v i… . buena gana respondió Sancho p ero ¿ que se han hecho lo s l eones ? ¿ son muertos ó vivos ? E nt ónc es el leoner o ín enudañ1 ent e y p o r sus pausas c ontó el fin de la c o m i t ienda exá erand o com o él mejor pudo y supo el v a “ g lo r de Don Quixote de cuya vista el leon a cobardad 0 “ ' no quiso ni osó sali r de la jaula puesto que h abia t enid º ' un buen es ac io ab iert a la p uerta de la jaula y que por p . . pero alcanzando Sancho ver la señal del blanc o paño d ixo :que me maten si mi señor no ha vencido á “ las Heras bestias pues nos llama D etuv iéro ns e todos y . . nié ro n acercando hasta donde claramente oye ron las V0 Ces de Don Quixote que los llamaba Finalmente v o l í . . aa . e f - ra y Dios ay ud e a la razon y á la verdad y á la verdade ' . haber él dicho si aquel caballero que era tentar á Dio s ' ' irritar al leo n para que por fuerza saliese como él que ' t i a ue s e irt it as e maL de s u grado y o tra toda su “ q C n v o ¿ . d o en la punta de la lanza el lienzo con que se habia lim . . e . . fá caballer í a y cierra como h dicho en tanto que h . piado el rostro de la lluvia de los requesones comenzó á llamar a los que no d exab an de huir ni de Vº lv er la c á ' º — b eza á cada paso . conoci eron que el que hacia las señas era Don Quixote . 1 44 Q UI X O T E D E L A M A NC HA J D 0N “ ' > salir y V olv á acostar N o debo mas y nc an to s afúe . señas á lo s huidos ausentes para que sepan de tu boc a g o y y Don Quixote pomie n e sta hazaña Hí z o lo as í el leonero .

. la Corte se Vi ese P ues si acaso su Magestad p regunt á re . 1 4 5 . . parte de su historia que si la ' hubiera leido cesara la admiracion en que lo p ó nian sus hechos y sus palabras p ues ya s upiera el género de su lo ' ' cur a . t e t i empo no habia hablado palabra D o n D iego de M i . cho unció el carretero besó las manos el leonero 5: Don Quixote por la merced recebida y p ro met ióle de con tar aquella valerosa hazaña al mismo R ey quando en . te parece desto Sancho dixo Don Quixote hay en . luntad habí a permitido que la puerta se cerrase ¿ Qu e . _ quien la hiz o diréisle que e l CA B A L L E R O D E L o s L E G NE S que de aqu í adelante quiero que en este se true qu e cambie vuelva y mud e el que hasta aqu í he tenido ' ' del Ca óallero de la Trzs t e F iga r¿t y en esto sigo la an tigua usanza d eflo s arid ant es ca b all eros que se mudaban los no mbres quando qu erian ó quando les venia á c uen ' . merario y tonto y decia entre s í ¿ que mas locura pue _ d e s er que ponerse la cel ada llena de requesones y dar ' ' . se si entender que le ablandaban los Cascos los encanta dor es ? ¿y que mayor t emeridad y disparate que quere r . . pero com o no 1 a sabia ya le tenia p or cuerdo y ' o r loco . P A R TE 1 1 C AP Í T UL O XV II . T . 1 1 1 . y el del verde gaban prosigui eron el suyo En todo es . . to S iguió su camino el carro y Don Quixote Sancho . fuerzo y el áni mo será imposible D ió los escudos San . cantos que valgan contra la verdadera valentí a Bien p o ? d rán los encantadores quitarme la ventura pero el es . . d o a su noticia la primer a. randa todo atento á mirar y a notar los hechos y pala _ bras de Don Quixote p areciéndo le qu e era un cuerdo .. TO M . po rqu e lo u e hablaba era concertado ele ' a y p q gante y bien dicho y 16 que hacia disparatado te . loco y un lo c o que tiraba a cuerdo N o habia aun llega' . .

' caballe ro andante socorriendo una viuda en algun despo blado que un c qrt es ano caballe1 0 requebrando a una don ' e ce na en las ciudades T o d o s lo s cáb allerós tienen sus p ai: . ( Bien parece un gallardo caballero a los ojos de su Rey en ' la mitad de una gran plaza dar una lanzada con felice s u ceso á un bravo toro :bien p arec e un c áb allero armado de ' resplandecientes armas pasar la tela en a legres justas de lante de las damas . . soled ades por las encrucijadas por las s elvas y por lo s monte s anda buscando peligrosas aventuras con i nt encio n d e darles dichosa y bien a fortunada cima s o lo por alcan . . jor un caballero an dante qu epor los desiertos por las . co n i tan menguado . 1 46 D ON QUIX O T E DE L A MAN C HA pelear por fuerz a con leones Destas imaginaciones y ? d este s ólilo qu io le 33 6 6 Don Quixote diciéndole :quien duda señor Don Diego de Miranda que v u esa merced no me tenga en su opinion p er un hombre disparatado y lo c o y no seria mucho que as í fuese porque mis obras . no p ueden dar testimonio de otra c o sa :pues con todo es to quiero que v u es a merced advierta que no soy tan lo . _ t ic u lares exercícios s irva á las damas el c o rt es anº au t o ric e la Corte de su R ey c o n libreas su stente los c aba ' — llero s p 0 b res con el e spléndido plato d e s u mesa c o n ' i “ - . t retien en y ¿lleg an y si se p uede d e cir honran las Cor . º e ierte justa s mant engá torneos . y bien parecen todo s aquellos caba que lo parez ca n eu: ' llero s que en exercícios militares ' . y mués t rese grande li ' L — beral y magn ífico y buen christiano sobre todo y des . zar gloriosa fama y duradera Mejor parec e . tes de s u s P r íncipes pero sobre todo s estos parece me . como debo de haberle parecido . d n un . ta manera cumplirá con sus precisas obligaciones pero el andante caballero busque los ri n cone s del mundo én .

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madre había salido á rec eb irle y madre y hijo quedá ron suspensos de ver la extra ñ a figura de Don Quixote . D e lo qu e s ucedió ¿ í D o n Qu ixo t e en el cas t illo 6 cd s a de! Ca óallero d el Verd e G a b ¿ m co n o t ra s co s as ext rav a ant es g . que suele tal vez redundar en cansancio del cuerpo Ten . y sospirando y s in mirar lo que decia ni delante de quien estaba d ixo : ¡ Ó du lces p rend as p o r mi ma l halladas D u lces y a le res g qu a nd o D io s qu erí a . 1 48 D ON QU I XO TE DE L A M AN C HA s a merced como en su mismo depósito y archivo :y d émo no s priesa que se hace tarde y lleguemos á mi aldea y casa donde descansará v u es a merced del pasado trabajo que 51 no ha sido del cuerpo ha sido del esp í ritu . Halló Don Quixote ser la casa de Don Diego de M i randa ancha como de ald ea . o el o frecimiento á gran favor y merced señor Don g Diego respondió Don Quixote y picando mas de 1 0 que hasta ent ónc es serian como las dos de la tarde quando lle " áro n á la aldea y á la casa de Don Diego á quien Don g Quixote llamaba el Ca ballero d el Verd e Gaáa n . . ¡ Ó t o b o s es c as tinajas que me b abeis t raido á la memo ria la dulce prenda de mi mayor amargura ! O ó le decir y esto el estudiante poeta . hijo de D on D iego que con su . C APÍTUL O X VIII . las armas empero aunque de piedra tosca enc 1 ma de la puerta de la calle la b o ' dega en el patio la cueva en el portal y muchas tina jas á la redonda que por ser del Toboso le reno v áro n las memorias de su encantada y trans formada D ulcinea .

pasó con el estudiante que en oyéndole hablar Don Qui xote le tuvo po r discreto y agudo A qu í pinta el autor ' . . y en jubon de c amu z a todo v isunto con la mugre de las armas el cuello era valona á lo estudiantil s in al mid o n y s in t andas los b o rc egu ies eran d at ilad o s y en c erad o s los zapatos Ciñ ós e su buena espada que pendia . y todavía se quedó el agua de color de suero merced . d es armóle Sancho quedó en valones . reru elo de buen paño pardo . d ad qu e en las frias digresiones E ntráro n á Don Qui . a la golosina de Sancho y áa la compra de sus negros requesones que tan blanco pusi eron á su a m o Con los . cortes ía y Don Quixote se le o freció con as az de disere . xote en una sala . andante caballero y el mas valiente y el mas discreto que tiene el mundo L a señora que D o ñ a Christina se lla . . tas y comedidas razones Casi los mismos c o medimient o s . 1. maba le recibió con muestras de mucho amor y de mucha . 49 el qual apeándose de Rocinante fue con mucha corte s ia á pedirle las manos para b es árs elas y Don Diego d ixo : rec eb id señora con vuestro sólito agrado al señor Don Quixote de la Mancha que es el que t eneis delante . . de un tahal í de lobos marinos : u e es opinion que mu q chos años fue en fermo de los ri ñ ones c u b rió s e un her . P A R TE 1 1 C A P Í T U L O X V I I I . pero ánt es de todo con c in c o calderos 6 seis de agua ( que en la cantidad de los cal deros hay alguna di ferencia ) se lavó la cabeza y rostro . todas las circunstancias de la casa de Don Diego p in t án d o no s en ellas 1 0 que contiene una casa de un ca b a llero labrador y rico pero al traductor desta historia le pareció pasar estas y otras semejantes menudencias en si le u cio porque no venían bien con el propósito princi al de la historia la qual mas tiene su fuerza en la ver p .

. . y sobre todo que es v ues a merced un gran poeta P oeta . se estuvo desarmando tuvo lugar Don L orenzo ( que as í se llamaba el hijo de Don Diego ) d e decir á su p a dre ¿ qui en dir emos se ñor que es este c ab alleró que v ues a merced nos ha traido á casa que el nombre la ? . figura y el decir que es caballero andante á m í y á mi madre nos tiene suspensos N o sé lo que te diga hijo . bien podrá ser respondió Don L orenzo pero grande . Don L orenzo á entretener á Don Q uixote como queda d icho y entre otras p látic as que los dos p as áro n d ixo Don Quixote á D o n L orenzo el s eñor Don Diego de M iranda padre de v ues a merced me ha dado noticia de la rara habilidad y sutil ingenio que v ues a merced tiene . 1 50 D ON QUIX O TE DE L A AN M C HA re feri dos atavio s y con gentil donayre y gallard í a sali ó Don Quixote á otra sala donde el estudiante le estaba es erand o par a ent ret en erle en tanto que las mesas se p o p nian que p o r la venida de tan noble huésped queria la señora D o ñ a Christina mostrar que sabia y podía regalar á los que á su casa llegasen En tanto que Don Quixote . o ndió Don Quixote porque no hay poeta que no p s ea . respondió Don Diego solo te sabré decir que le he visto hacer cosas del mayor loco del mundo y d ec: r razones tan discretas que borran y deshacen sus hechos : h áblale tú y toma el pulso á lo que sabe y pues eres discreto juzga de su dis crec io n ó tonterí a 1 0 que mas puesto en razon estuv iere aunque para decir verdad án t es le tengo por loco que por cuerdo Con esto s e fu é i . u i por pensamiento : verdad es que yo soy algun tanto afi c io nad o á la poes í a _ y á leer los buenos poetas pero no d emanera que se me pueda dar el nombre de grande que mi padre dice N o me parece mal esa humildad res .

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dicho 1 0 que vuelvo á decir ahora respondió Don Qui xot e que la mayor parte de la gente del mundo está de parecer de que no ha habido en él caballeros andantes y ” or arec erme á m í que si el Cielo milagrosamente no p p ._ g . ' todas las virtudes teologales y cardinales d ec endiendo o tras menudencias digo que ha de saber nadar como d icen que n adaba el p exe N icolas ó N i c o la o : ha de sabe r h errar un caballo y aderezar la silla y el freno :y vol v iendo á lo de arriba ha de guardar la fe si Dios y á s u d ama :ha de ser casto en los pensamientos honesto en . ' las palabras liberal en las obras valien te en los hechos . D ÓN ' Q U I X O TB DE »L A . s u fr ido en los trabajos caritativo con los meneste rosos . que yo quiero decir d ixo Don L ore nzo es que dudo u e haya habido n i que los haya ahora caballeros an q dantes y adornados de virtudes tantas Muchas veces he . ? . y finalment e mantened o r de la verdad aunque le cueste la vida el de fenderla De todas estas grandes y mínimas . M A N CH A tienen virtud de sanar las heridas :que no ha de andar el caballero andante á cada t riqu et e buscando quien se las cure :ha de ser astrólogo para conocer por las estrellas quantas horas son pasadas de la noche y en que parte y . . li c ó Don L orenzo o digo que se aventaja esa cien p y cia á todas ¿ Co mo si es as í respondió Don Quixote L o . partes se compone un buen caballero andante p et que v ea v u esa merced señor Don L orenzo si es cienci a _ mocosa la que aprende el caballero que la estudia y la pro fesa y si se puede igualar á 1 as mas es tiradas que ” e n lo s inas io s y escuelas se enseñan Si eso es as í te . en que clima del mundo se h alla :ha de saber las mat emá ticas porque á cada paso se le o frec erá tener necesidad d ellas y d exand o aparte que ha de estar adorn ado d e .

y d adas gracias á Dios y agua á las manos Don Quixote pidió ahincadamente á Don L orenzo dixes e los versos de la justa literaria A lo que él respondió :por no p a ¡ . d el error que con los muchos tiene 1 0 que pienso hacer — es 6 el rogar al Cielo le saque d él y le dé á entender qu an provechosos y quan necesarios fu eron al mundo los caballeros andantes en los pasados sigl os y qu an útiles _ . xo á esta s az o n entre s í Don L orenzo pero con todo eso él es lo c o bizarro y yo seria mentecato Boxo si así no 1 0 creyese A qu í di eron fin á su plátic a porque . pero de lo . V . rec er de aquellos poetas que quando les ruegan digan sus versos los niegan y quando no se los piden los vomitan yo d iré mi glosa de la qual no espero pre T OM . 1 1 1 . Diego habia dicho en el camino que la solia dar á sus convidados limpia abu ndante y sabrosa . que había sacado en limpio del ingenio del huésped A . lo s llamáro n á comer P reguntó Don Diego á su hij q — . les da si entender la verdad de que los hubo y de que los hay qu alqu ier trabajo que se tome ha d e ser en v a no como muchas veces me 1 0 ha mostrado la exp erien cia N o qui ero detenerme agora en sacar á v ues a merce d . 1 53 . que mas se contentó Don Quixote fu edel maravilloso silencio que en toda la casa habia que semejaba un mo nast erio de Cartu xo s L evantados pues los manteles . fueran en el presente si se usaran pero t riunfan á h o ra o r pecados de las gentes la pereza la ociosidad la u p … g la y el regalo Escapado se nos ha nuestro huésped di . 1 0 que él respondió no le sacarán del borrador de s u locura quantos médicos y buenos escribanos tiene el mun = do él es un entreverado loco lleno de lúcidos interv a . A R T E 1 1 C A P Í T U L O X VIII P . los F uéro ns e á comer y la comida fué tal como Don . .

de parecer que no se había de cansar nadie en glo s ar . . o wmes e el t iem o ' ' ' p y a d e lo qu e s erá desp ues . s in es p m a s s erá erar . . . . Don L orenzo que deseo c o ger a v u esa merced en un . . G L O S A . y — m a bu ndant e m p o r t am ' ' . o nd ió Don L orenzo y por ahora es tá v u es a merced p atento á los versos glosados y á la glosa que dicen des ta manera S í mz f u e t o m as e ¿ í es ' ' . z versos y la razon d ecia él era quejamas la glosa . mal latin continuado y no puedo porque se me desliza de entre las manos como anguila N o entiendo resp o n . d ió Don Quixote lo que v u es a merced dice ni quiere d ec ¡ r en eso del deslizarme Y o me daré á entender res . . . ' u e me d io ' se p b as o el ien g o rt u na u n t iem o n o es cas a. A l fin _ co m o t o do p as a. f p nu nca me le v o lv ió. podía ll egar al texto y que muchas ó las mas v eces ib a la glosa fuera de la int encio n y propósito de lo que p e d ia 1 0 que se glosaba y mas que las leyes de la glosa eran demasiadamente estrechas que no su frían interro " gantes ni dzxo ni dlre ni hacer nombres de verbos ni . . . 1 54 D O N QUIX O TE D E LA M AN C HA “ mio alguno que solo por exercitar el ingenio la h e he ' - cho U mamigo y discreto resp o ndio0 D o n Quixote era . mudar el sentido con otras ataduras y es trechez as con que van atados los que glo san como v u es a merced de _ he de saber Verdaderamente señor Don Quixote dixo .

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" bula 6 historia de P í ramo y Tisbe S O N E T O . E l mu ro ro mp e la d o ncella / zermo m . P a rt e el a m o r ¿la Clzz] m y v a i d erecho “ º Á _ w r l¿z gu zebm es t rec/m p mdzl zo m ' ' _ g . f 55 . mancebo generoso que sois el mejor po eta del orbe y que mereceis estar laureado no por Chipre ni por Gae ta como d ixo un poeta que Dios perdone sino por las A cademias de At enas si hoy vivieran y por las que hoy viven de P aris Bolonia y Salamanca P lega al Cielo . DON ' : Q U 1 X GTE Z DE I A M ANC HA a ca ba r mas nó º ' l o es . aunque le tenia por loco ? ¡ 0 fuerza de la adu lac io n á quanto te extiendes y qu an dilatados l í mites son los de tu j u ridic io n agrad ab le ! Está verdad ac redi º t ó Don L orenzo pues condescendió con la demanda y “ . x En acabando de decir su glosa Don L orenzo se levan t ó en pie D o nQuixote y en voz levantada que pare cia grito asiendo con s u mano la derecha de Don L o renzo d ixo v iv en los Cielos donde mas altos están i . que los juec es que os qu it aren el premio p rimero Febo - los as aet ee y las M usas jamas atravi esen los umbrales de sus casas Decidme seño r si sois s erVid o algunos ' . _ u e d á P í m mo a b r ió el allard o ecñ o Q ' — g p . que quiero t o mar d e todo en todo el _ pulso á vue stro admirable ingenio ¿N o e s bueno que d i . cen que se holgó Don L orenzo de verse alabar de Don Qu ixote . . deseo de D 0n Quixo t e diciéndole este soneto á la fá . co n d is cu rs o me o ) " p ues j me da la v id a el t e mo r ' de 1 0 que s érá d espu es … . . versos mayo res . .

Quixote regalad í simo en la casa de Don Diego al cab o de los qu ales le pidió licencia para irse dici éndole que le agradecia la merced y buen tratamiento que en su c a s a habia recebid o pero que por no parecer bien que los caballeros andantes se d en muchas horas al ocio y al re º — gal o se queria ir á cumplir con su o ficio buscando las _ aventuras de quien tenía noticia que aquella tierra abun . p o rqu e no o s a “ " L / t a n es f reck o ' a v oz p ent ra r or es t rec zo . . APÍTULO XV III C “ . PA R TE 1 1 . ' u e ¿ í ent ra mb o s en u n p u nt o o ext ra no c as o ! Q ¡ L o s mat a lo s encu óre y res u czm . as alm as s í L u e a mo r s u ele d e hecho q F a c ilitar la ma s ¿!fin ? 5 03 2 . daba do nde esperaba entretener el tiempo hasta que lle . ' U n¿t esp ada z m s ep ulcro u na memo ria . 1 57 H abld el s ilencio allí . . S alzo el des eo d e co mp a s y el p a s o ' ” D e la imp ru dent e v irgen s o licit a " P o r s u gu s t o s u mu ert e v ed gu e / zzs t o rm. Bendito sea Dios dixo D ó n Quixote habiendo oido el “ soneto á Don L orenzo que entre los in finitos poetas con su m idos que hay he visto un consumado poeta como lo es v u es a merced señor mio que as í me 1 0 da si en t e nder el arti ficio deste soneto Quatro dias estuvo Don . gase el dia de las justas de Z aragoza que era el de s u ” derecha derrotá y que primero había de entrar en la cuev a de Montes inos de quien tantas y tan admirables Cosas en aqu é llos contornos se contaban sabiendo é in u irien d o asimismo el nacimiento y verd aderos manan q t iales de 1 5 5 S l€ t € lagunas llamadas c o mu nmente de R uidera Don Diego y su hijo le alab áro n su honrosa .

1 5 8 D ON QUIX O T E DE fL A M AN CH A minac io n y le d ixéro n . pero pues no lo pide su poca edad u i 1 0 quer . . _ b a el valor de su persona y la honrosa p ro fes io n suya . que tomas e de s u í: as a y ' ' " d et er . . las Ho res t as y despoblados y á la est rec hez a de sus mal pro v eídas al forjas con todo esto las llenó y colmó de lo mas necesario que le pareció y al despedirse dixo Don Quixote á Don L orenzo :n o sé si he dicho á v ue " ” s a merced otra vez y si 1 0 he dicho lo Vuelvo á decir . rán consentir sus loables exerc í c i os solo me contento . Quixote como triste y aciago para S anc hó P anz a que se hallaba muy bien con la abundancia de la casa de Don D iego y rehusaba de volver á la hambre que se usa en . con advertirle á v u es a merced que siendo poeta podrá ser famoso si se guia mas por el parecer ageno que o r el propio porque no hay padre n i madre á quien p sus hijos le parezcan feos y en los que lo son del enten d imiento corre mas este engaño De nuevo se admit áro n ' . h á Don Quix o te de cerrar el proceso de su locura y mas con las que añadió diciendo :sabe Dios si quisiera llevar conmigo al senor Don L orenzo para enseñarle co . . de su h áciend a todo 1 0 que en grado le viniese que le “ - servirían con la volu ntad posible que á ello les obliga . mo se han de perdonar lo s su get o s y s upeditar y ac c cear los soberbios virtudes anexas aa la p ro fesio n que yo pro feso . L legó s e en fin el dia de su partida tan alegre par á D o n . parte la senda de la poes í a algo estrecha y tomar la s es t rec hí s ima de la andante caballer í a bastante para ha . c erle Emperador en daca las pajas Con estas razones aca ' . . que quando Vu es a merced qu is iere ahorrar Caminos y tra _ bajos para llegar á la inacesib le cumbre del templo d e la fama no tiene que hacer otra cosa sino d eXar una . - .

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d e la novia á quien por excelencia llaman Quiteria la h ermosa y el desposado se llama Camacho él rico ella de edad de diez y ocho años y él de veinte y d o s :am bos para en uno aunque algunos curiosos que tienen de memoria los linages de todo el mundo quieren decir que el de la hermosa Qu1 ter1 a se aventaja al de Camacho . el Ca b allero de lo s L eo nes Todo es to para los labradores era hablarles . respondió el estudiante sino de un labrador y una la ” b rad o ra él el mas rico de toda esta tierra y ella la mas h ermosa que han visto los hombres El aparato con que . se han de hacer es extraordinario y nuevo porque se han de celebrar en u n prado que está junto al pueblo . hoy se habrán celebrado en la Ma nc ha ni en o tras ma _ chas leguas á la redonda P reguntóle D o n Quixote s í . eran de algun P ríncipe que as í las p o nd erab a N o son . es liberal y hás ele antojado de e n ramar y cubrir t o d o . en griego ó ed gerígo nz a . ¡ 60 D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA ta obligarlos en breves razones les d ixo quien era y su o ficio y p ro fesí o n que era de caballero andante que _ ib a á buscar las av entu ras por todas las partes del mun _ do D í xo les que se llamaba de nombre propio Don Qui . xote de la Manc h a y por el apelativo . ¡ . pero no para los estudian x tes que luego ent end í ér0n la flaqueza d el celebro de Don Quixote pero con todo eso le miraban con a d mi ra _ cion y con respeto y uno dellos le d ixo :s í v uesa merced señor caballero no ll e v a camino dete rmina do como no le suelen llevar los que buscan las av e n turas v ues a merced se venga con nosotros verá u na “ de 1 as mejores bodas y mas ricas que hasta el dí a de . pero ya no se m i ra en es to que las riquezas son pode rosas de soldar m uc h as quiebras En e fecto el tal Camacho .

ridas d an zas as í de espadas como de cascabel menu do que hay en su pueblo quien los repique y sa c a d a por extremo de z ap ateado res no digo n a d a que es un j ui cio los que tiene muñ í d o s pero ninguna de las cosas ré feridas ni otras m u c ha s que he d exad o de re ferir ha de hacer mas memorables estas bodas sino las que imagi no que har á en ellas el despechado B asilio E s este Basí . 1 61 el prado po r arriba de tal suerte que el sol se ha de ' v er en trabajo si quiere entrar á visitar las yerbas ver des de que está cubierto el suelo Tiene as í mesmo mahe . . X . v ar al mundo los ya olvidados amores de Pí ramo y Tis b e porque Basilio se enamoró de Quiteria desde s us tier no s y primeros años y ella fue correspondiendo á su deseo con mil honestos favores tanto que se contaban o r ent ret emm1 ent o en el pueblo los amores de los dos ni p ñ o s Basilio y Quiteria F u é creciendo la edad y acor . d ó el padre de Quiteria de estorbar á Basilio la ordina ria entrada que en su c asa tenía y p o . quitarse de an dar rez elo s o y lleno de sospechas ordenó de c asar á su hija con el rico Camacho no p arecí énd o le ser bien c a s arla con Basilio que no tenía tantos bienes de fortuna c omo de naturaleza pues s í v a á decir las verdades sin i nv idi a él es el má s á g i l mancebo que conocemos gran tirador de barra luchador extremado y gran jugador de pelota corre c o mó un gamo salta mas que una c a bra y b í rla á los bolos como por encantamento can ta como una c aland riá y toca una guitarra que la hace hablar y sobre todo juega una espada como el mas p in T OM III . lío un z agal vecino del mesmo L ugar de Quiteria el u al t ení a su casa pared en medio de la de los padres / q d e Quiteria de donde tom ó ocasion el amor de reno _ . P AR T E I I C A P Í T U L O X I X ' . .

. te merecia ese mancebo no solo casarse con la hermo s a Quiteria sino con la mesma Reyna Ginebra si fu e ra hoy viv a á pesar de L anzarote y de todos aquellos que estorbarlo quisieran A mí muger con eso dixo San . biesen de c asar d ixo Don Quixote quí t arí ás e la elecí o n ' y j u rí dí cí o n á los padres de c asar sus hijos con quien y quando deben y si á la voluntad de las hijas queda se escoger los maridos tal habría que escogiese al cria d do de su padre y tal al que v ió pasar por la calle á su parecer bizarro y entonado aunque fuese un d esb ara tado esp adachí n :que el amor y la añcí o n con facilidad ciegan los ojos del entendimiento tan necesarios para escoger estado y el del matríní o ní o está muy á peligro ¡ de errarse y es menester gran tiento y particular favor del Cielo para ac ertarle Quiere hacer uno un viage lar . 1 62 D ON QU I XO TE DE L A M AN C HA tado P or esa sola gracia dixo sí esta sazo u D o n Quixo ' . que ya me le v o y añc í o nando se c asara con esa S eñ o t a Quiteria que buen siglo haya n y buen poso (ib a á d ecir al reves ) los que estorban que se casen los que bien se quieren Si t ó d o s los que bien se quieren se hu . cho P a n za que hasta ent ónces había id o callando y es c uc h and o la qual no quiere sino que cada uno case con su igual ateniéndo s e al refran que dice cada oveja con ” su pareja L o que yo quisiera es que ese buen B as ilio . mas s i la compañ í a le ha de acompañar en la c ama en la mesa y en todas partes como es la de la muger con s u marido ? L a de la propia muger no es mercadur í a que ' . g o y sí es prudente ánt es de ponerse en camino busca al una compañ í a segura y apacible con quien aco m a g p ñ ars e ¿ pues por que no har á lo mesmo el que ha de caminar toda la v id a hasta el paradero d ela muerte y .

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se apunte v u es a merced conmigo respondió Sancho . has de decir d ixo Don Quixote que no friscal p rev a ric ad o r del buen len u a e g g que Dios te con funda N o . 64 … …D ONQ U I XO TE " ma L A M A N CH A 1 1 ech ado u h clavo ' la ró d aj a de la fortuna ? N o por c ier . no hay par a que obligar al S ayagú es á que hable como el Toledano. no te puede esperar s ino el m esmo Judas que t e llev éa . . a to y entre el sí y el no de la muger no me atreverí a o si poner una punta de alñlef porque no c ab rí a den x y me á mí que Quiteria quiera de buen corazon y de bue n a voluntad á Basilio que yo le daré á él un saco de b ue n a ventura que el amor segun yo he oído decir mí ra con unos antojos que hacen parecer oro al cobre á la pobreza riqueza y á las lagañas perlas ! A do nd e v as ' á parar Sancho que seas maldito dixo Don Quixo - y te que quando comienzas á ensartar re franes y cuento s. y Toledanos puede haber que no las corten en el ayre en esto del hab lar polido A s í es d ixo el L icenciad o. de otra cosa ninguna ? pues si no me entienden res» o ndió Sancho no es maravilla que mis sentencias sea n p tenidas por disparates . pues sabe que no me he criado en la Corte ni estudia do en Salamanca para saber si a ñado ó quito alguna le t ra sí mis vocablos S í que Válgame Dios . . pero no importa yo me entien = do y sé que no he dicho muchas nec ed ádes en lo que h e dicho sino que v ues a merced señor mío s iempre es friscal de mis dichos y aun de mis h echos Fiscal . porque no pueden hablar tan bien los que se crían en las tenerí as y en Z o c o dó b er c o mo :lo s que se pasean ' Casi todo el día por el claustro de la I glesia mayor y — t odos so n Toledanos El len gu age puro el propio el ele . Dime a n i mal ¿ que sabes tú de Clavos n i d e rodajas ni .

no las es áld á s no me meto replicó el diestro aunque podrí ' a p se r que en la parte donde la v ez primera c lav ás ed es el ' p ie all í os abriesen la sepultura : q uiero decir q u e allí q u é d ásed es muerto por la des reciada destreza p A hor a . a 1 1 . ada teni é ndola o r v a n a P ara m í no es opinion síñ o p p . . . . s eñores por mis pecados he estudi ado Cánones en S a “ lamanc a y p í co me algun tanto de decir mi razon c o n palabras claras llanas y signi ficantes Si no os p í c ára . ó le haga perder tierra En eso de volver ó . de pies de v u es t ro s c í rc ulo s y vuestros ángulos y cien c ia que yo espero de haceros ver estrellas á medio día con mi d estrez a mo d erna y z aña en quien espero des " p ues de Dios que está por nacer hombre que me haga volver las espaldas y que no le hay en el mundo á qui en y ¡ g n. s e v erá “ respondi ó Corchuelo y ap eáhd o s e c o n gr an J “ presteza de su jumento tiró con furia de una de las es “ … adas u e llev áb a el L i c enciado e n l s uyo N o ha d e ' “ e p q . CAPÍTULO x xx . — . rada opini ón del mundo acerca de la destre z a de la es . de s mas de saber mas menear las negras que llev ais qu e la lengua d ixo el otro estudiante vos llev árad es el p ri mer o en licencias como llev ástes cola Mirad Bachí . — -s ller respondió el L icenciado ¡ VO S estais en la mas er ' + . 1 65 gá nt e y c laro est á en los discretos — dunqu e h ayan nacido en M aj alaho nd a dixe discreto s p o rque º hay muchos que no 10 s o n y la dis c recio n es la gramátí ' d e l buen 1 en u a e que se acompa ñ a con el ' p a g g uso Y o . ' o n o me engaño A y usad de vuestro compas ' eao s y p . verda d asentada replicó Corchuelo y si qu ereis que os lo muestre c ó n la experiencia espadas t raeis como d id ad hay yo pulsos y fuerzas tengo que acompa ñ a d as de mi ánimo que no e s poco os harán con fesar que .

s i tres quartos de legua el qual testimonio sirve y ha s ervido para que se conozca y v ea con toda verdad c o mo la fuerza es vencida del arte S ent óse cansado Cor . p eres alí ale al en . por ló s ojos L os otros dos labradores d el ac o mp añ ami en . ñ o r Bachiller s í v u es a merced toma mi consejo de . . á t iemp o que yá el L icenciado con gentil donayre d e cuerpo y compas de pies se iba contra Corchuelo que. . que la alo ngó de s í ca . to s in apearse de sus pollinas sirvi eron de asp et at o res en la mor tal tragedia L as cuchilladas estoc adas altibaxo s . — cu ent ro un tapabo ca de la zapatilla de la espada del L i " _ c en c í ad o que en mi t ad de su furia le detenía y s e la h a c i a b eSar como s i fuera reliquia aunque no con tanta d ev o c í o n como las reliquias deben y suelen besarse F i n al . reveses y mand o b les que tiraba Corchuelo eran sin nú mero mas espesas que h ígado y mas ní ehu das que g ra ' * nizo A rremetía como un 1 eón í rritad o . 1 66 D ON QUI X O TE DE L A M AN C HA : ” s er as í . despecho cólera y rabia asió la espada por la empuñad a t a y arro j óla por el ayre con tanta fuerza que uno de lo s labradores asistentes que era escribano que ñ lé por ella d ió d espu es por testimonio .este instante Don Quixote que yo quie . . contra él se vino lanzando como decirse suele fuego . … . / . mente el L t c enc 1 ado le contó á estocadas todos los b o tones de una media so t anilla que traía vestida hacién d ole tiras los fald ament o s como colas de p ulpo :derri bó le el so mbrero dos veces y c ans óle demanera que de . c hu elo y llegándo s e á él S ancho le dixo mí a fe se . . d ixo “ t o s er el maestro desta esgrima y el juez desta m uch a s ' ' veces no av erigu áda qfi estí o n y apeándose de R o cirian ' te y asiend o de sulanza se puso en la mitad del camino . aqu í adelante no ha de desafiar á nadie á esgrimir sino .

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A p éla blanca A urora habia dado lugar á que el nas luciente Febo con el ardor de sus calientes rayos las lí quidas perlas de sus cabellos de oro enxugas e quandº D o n Quixote sacudiendo la pereza de sus miembros . Sancho v iniénd o s ele á la memoria el buen alojamiento que habia tenido en el castillo 6 casa d e Don D iego . Quixote aunque se lo p idiéro n as í el labrador como . aunque fuese d eb axo de dorados techos y con esto se desvió un poco del camino bien contra la voluntad de . D d on e s e cu ent an las b o das d e Ca ma ch o el rico co n el s uces o d e B a s ilio elp o bre . s e puso en ie y llamó á su escudero Sancho que aun p todaví a roncaba :lo qual visto por Don Quixote ántes que le despertase le dixo :ó tú bienaventurado sobre quantos viven sobre la haz de la tierra pues sin tener in . vidia mi ser inv idiado duermes con sosegado esp íritu ni te persiguen encantadores ni sobresaltan enc ant amen tos Duerme digo otra vez y lo dir é otras ciento s in . el Bachiller pero él d ió p or disculpa b as t antí sima á su parecer ser costumbre de los caballeros andantes dor mir por los campos y ñ o rest as ánt es que en los poblados . C AP ÍTUL O XX . m uchos andaban ocupados en levantar andamio s de don de con comodidad pudiesen v er otro dia las representa c io nes y danzas que se hab ían de hacer en aquel lugar dedicado para solenizar las bodas del rico Camacho y las exequias de Basilio N o quiso e ntrar en el L ugar D o n . 1 68 D ON QUIX O TE DE L A M AN C H A f i nd l alegrí a y saltando el contento andab a c o r e o a O tro s . que te tengan en continua vigilia z elos de tu dama ni .

v iendo el rostro 5 1 todas partes d ixo :de la parte desta e nramada s i no me engaño sal e un mtb y olor h arto mas de t o rrez no s asados que de juncos y to rnillos :b o d as que por tales olores comienzan para mi santiguada que deben de ser abundantes y generosas A caba glo . d e lo que has de hacer para c o mer otro d ia tú y tu p e u eñ a y angustiada familia N i la amb ic io n te inqu ie q . A R TE 1 1 C A P Í T U L O x x P . . mites de tus dese os no se extienden si mas que á pensar “ . Sancho porque d o rmia n i despertara tan presto si Don . y está v elando el señor pensando como le ha de s u s t en t ar mejorar y hacer mercedes L a congoja de v er qu e . fe señor yo soy d e p arec er que el pobre debe de “ contentarse con lo que b allare y no pedir cotu fas en el gol fo Y o apostará un brazo que puede Camacho envol . el cielo se hace de bronce sin acudir á la tierra con el conveniente roc í o no añ ige al criad o sino al señor que h a de sustentar en la es t erilid ad y hambre al que le sirvió e n la fertilidad y abundancia A t o d o esto no respondió .. que haga lo que quisiere respondió Sancho no fuera - él pobre y c as áras e con Quiteria ¿N o hay mas sino no . . t ener un quarto y querer Casarse por leí s nubes ? A la . ton d ixo Don Quixote v en irámos ver esto s desp o s o ri o s por v er lo que hace el desdeñado Basilio Mas . III . 1 6 9 . Quixote con el cuento de la lanza nó le hiciera volver e n s í De spertó en f in so ñoliento y perezoso y vol ' ' . Y . ' ta ni la pompa vana del mundo te fatiga pues los H . . . . t u jumento que el de tu persona sobre mis hombros le t ienes puesto contrapeso y carga que puso la natura leza y la costu mbre á los señores Duerme el criado . v er en reales á Basilio : y si esto es así como debe de — TOM . t e d esyelen pensamientos de pagar d eu das ¿1 ue d e ba s ni — .

Y o no me a cuerdo Sancho respondió Don Quixote . del tal cap ítulo y puesto que sea as í quiero que calles y vengas que ya los instrumentos que anoche o ímos vuelven á alegrar los valles y sin duda los desposorios se celebrarán en el frescor de la mañ ana y no en el c a lor de la tarde Hizo Sancho lo que su señor le manda . Si v u es a merced tuviera buena memoria replicó San cho d eb iéras e acordar de los cap ítulos de nuestro con cierto ánt es que esta última vez saliésemos de casa :uno 8 dellos fué que me había de d exar hablar todo aquello que quisiese con que no fuese contra el próximo ni contra la autoridad de v u es a merced y hasta ahora me . y poniendo la si1 1 a á Rocinante y la albarda al t u cio subi eron los dos y paso ante paso se fueron en t rand o por la enramada L o primero que se l e o frec1 o . parece que no he contravenido contra el t al c ap ítulo . D QN Q Q U I X O TE DE I FA I M A N CH A ' I O 7 _ ser bien boba fuera Quiteri a en desechar las galas y las j oyas que le de be de haber dado y le puede dar Cama c ho por escoger el tirar de la barra y el jugar de la negra . pero quando las tales gra cias caen sobre quien tiene buen dinero tal sea mi vid a como ellas parecen Sobre un buen cimiento se puede le . . que las tenga el Conde Dirlos . ? til treta de espada no dan un qu artillo de vino en la ta berna H abilidades y gracias que no son vendibles mas . sí esta s az o n Don Quixote que concluyas con tu arenga . b a . . . que tengo para mí que si te d exas en Seguir en las que á cada paso comienzas no te quedaria tiempo para c o ' mer ni para dormir que todo lo gastarias en hablar . v ant ar un buen edi ficio y el mejor cimiento y zanja d el mundo es el dinero P or quien Dios es Sancho dixo . de Basilio Sobre un buen tiro de b arra 6 sobre una gen .

.

. provecho os hagan N o veo ningun o respondióo S ancho . y con corteses y hamb rient as razones le rogó le d exas e mojar un mendrugo de pan en una de aquellas ollas . es de aquellos sobre quien t i ene j uridicio n la hamb re . 1 72 D ON QUIX O TE b r:L A M AN C HA p lab a . respondióo S ancho P ues llev ao s dixo el coci . y de todo se añ cio nab a P rimero le cautivaron y . Á 1 0 que el cocinero respondió :hermano este dia no . . nero la cuchara y todo que la riqueza y el content o de Camacho todo lo suple En tanto pues que esto p g . . . saba Sancho estaba Don Quixote mirando como por una parte de la enramada entraban hasta doce labradores sobre doce hermo sí simas yeguas co rí ricos y visto sos jaeces de camp o y con muchos cascabeles en los petra les y todos vestidos de regocijo y fiestas los qu ales en concertado tropel corri eron no una sino muchas carre ras por el prado con regocijada algazara y grita di c iend o : vivan Camacho y Quiteria él tan rico como . merced al rico Camacho :ap eao s y mirad si hay p o r a h í un cucharo n y espu mad una gallina 6 dos y buen . E sp erad dixo el cocinero ¡ pecador de m í y que me . la voluntad los zaques y últimamente las frutas de sar ten si es que se podian llamar sartenes las tan oron das calderas y así sin poderlo su frir ni ser en su mano . . echarla . . rindi eron el deseo las ollas de quien él tomara de b o misima gana un mediano puchero luego le añ cio náro n . hacer otra cosa se llegó á uno de los sol í citos cocineros . . lindro s o y para poco d eb eis de ser ! y diciendo esto asió d e un caldero y enc axánd o le en una de las medias tina Í — jas sacó en él tres gallinas y dos gansos y d ixo á San cho comed amigo y d es ayunao s con esta espuma en . . _ tanto que se llega la hora del yantar N o tengo en que .

1 73 ella herm osa y ella la mas hermosa del mundo O yen . s e ha herido nadie todos vamos sanos y luego comen 2 6 á enredarse con los demas companeros con tantas v ueltas y con tanta destreza que aunque Don Quixo t e estaba hech o a v er semejantes danzas ' ninguna le ha b í a parecido tan bien como aquella T embien le pareció . do lo qual Don Quixote dixo entre sí bien parece que estos no han visto á mí Dulcinea del Toboso que si la hubieran visto ellos se fueran á la mano en las alaban z as d es t a su Quiteria De all í á poco c o menz áro n á en ' . balas un venerable viejo y una anciana matrona p e t o mas ligeros y sueltos que sus a ños prometían Ha c í a . P A R T E 1 1: C A P Í T U L O xx “ . . bien o tra …qu e entró de doncellas hermo sísimas tan mo zas que al parecer ninguna b axab a de catorce ni lle ' gaba á diez y ocho años vestidas todas d e palmilla v er de los cabellos parte trenzados y parte sueltos p e ro todos tan rubios que con los del sol podían tener competencia sobre los quales t iaian guirnaldas de j az mi nes rosas amaranto y madre selva compuestas G uiá . les el son una gayt a zamorana y ellas llevando en los rostros y en los o os á la honestidad y en los p i es áa la j . p reguntó uno de los de las ye guas si se habia herido al guno de los d anz antes P or aho ra bendito sea Dios no ” º . trar por diversas partes de la enramada muchas y diferen tes danzas entre las quales venia una de espadas de has ta v einte y quatro zagales de gallardo parecer y brío to dos Vestido s de delgado y b lanqu ís imo lienzo con s us ' paños de tocar labrados de varias colores de fina se da :y al que los gu iaba que era u n ligero mancebo ' . ligereza se mostraban las mejores b aylado ras del mun do Tras esta entró otra danza de artificio y de las que .

1 74 D . de la pri mera :D á dzv a el de la segunda :Tes oro el de la ' ' tercera y el de la quarta P o s es zo n p acÚí ca Delante de ' . las que al Int eres seguian Decía L zbemlzdad el t ítu lº ' ' . . en pergamino blanco y 1 etras grandes escritos sus nom bres P o es í a era el t ítulo de la primera el de la segun . _ boril y flauta Comenzaba la danza Cupido y habiendo . da D is creczo n el de la tercera B u en lznczge el de ' ' la quarta Valent í a Del modo mesmo venían señaladas . . … u ant o el a bis mo enczerr¿t ' en q ¿n s u b á mt ro esp a nt o s o º . N u nca co no cí que es miedo. h echo dos mudanzas alzaba los ojos y Hec hab a el arco contra una doncella que se ponia entre las almenas del castillo á la qual desta suerte dixo ' Yo eld D ' y so p ero s o zo s o en el a re en la t ierra . . . a u n ue u iera lo im os ible. ON QUIX O T E DE L A M AN C HA Ha nan habladas Era de ocho N in fas repartidas en dos i . todos venia un castillo de madera á quien tiraban qua tro salvages todos vestid os de yedra y de cáñamo teñí do de verde tan al natural que por poco espantaran á Sancho En la frontera del castillo y en todas quatro . partes de sus quadros traia escrito :Cas t illo d el b u en re Hací anles el son quatro diestros tañedores de tam ' cat o . q q p . hileras de la una hilera era guía el Dios Cupido y de la otra el Interes aquel adornado de alas arco alj ab a y saetas este vestido de ricas y diversas colores de oro y seda L as N infgs que al A mor seguian traían á las espaldas . t o do u ant o u iero p u ed o g q . y en el ¿ moho ma r a nd as a.

.

q d ec/zo enamo rad o . y e p u e en el dar s e ecl zu d e v er ” ' q . e l golpe se d es enc axáro n las tablas y se cayeron de . D ON QU I XO TE D B L A MA NCH A ' ' la ma n lzbem lzdad ' ' L a l d ar Q u e el ext remo / zu e ' y _ d e la p ro dzl gu lzd u d . . algunos elegantes y algunos rid í culos y solo . d el co nt ra rio u e ur u º y q g y _ t ibia y f am a v o lu nt ad . c ia estar lleno de di n eros y arrojándole al castillo con . ' u e a u n u e es v icio . Deste modo s ah ero n y se retiráro n to das las dos figuras de las dos escuadras y cada uno hizo sus mudanzas y dixo . de hoy mas p ? o dígu ¡ze de s er. q . . s u s versos . M as y o p o r t e engrandecer. xando á la doncella descub ierta y sm de fensa alguna . tomó de memoria Don Quixote ( que la tenia grande ) lo s ya re feridos y luego se mez cláro n t odos haciendo y deshaciendo lazos con gentil donayre y desenvolt ura y ' _ q uando pasaba el A mor por delante del cas tillo dispa raba por alto sus flechas pero el Int eres quebraba en él alcanc í as doradas Finalmente d esp u es de haber bayla d o un buen espacio el Int eres sacó un bolson que le formaba el pellejo de un gran gato romano que pare . . y sus v aled o res hici eron ad eman de quitársela y todas las demostraciones que hacían eran al son de los tambo xinos b ayland o y danzando concertadamente P usi e ron . L legó el Int eres con las figuras de su val ía y echándo la una gran ca dena de oro al cuello mo stráro n pren d erla rendirla y cautivarla lo qual visto por el A mor . . . es v icio ho nrado.

Y o apostaré d ixo Don Quixote que debe de s er mas amigo d e Camacho qu e . comenzó á comer con mucho donayre y ga na y di xo á la barba de las habilidades de Basilio q u e tanto vales quant o tienes y tanto tienes quanto vales . . del tener se atenía :y el dia de hoy mi señor Don Qui ' xote ánt es se toma el pulso al h aber . . y el n o t en er aunqi1 e ella al ' “ . 77 . ' . » Dos linages solos hay en el mundo como d ecía u na agiie º a la mia que son el tener . los en p az los salvages los qu ales con much a prestez a volvi eron á armar y á enc axar las tablas del castillo y la doncella se encerró en él como de nuevo y con es to se acab ó la danza Co n gran contento de los que la mi . como es esta que he sacado de las de Camacho y ense " ñ ó le el caldero lleno de gansos y de gallinas y as ien do de una . fí n dixo Don Quixote bien se parece Sancho que ere s . pero bien sé que nunca de ollas de Basilio sacaré yo tan elegante e spuma . . que al saber un ” as no cub ierto de oro parece mejor que un c aballo en albardado A s í que vuelvo á decir que á Camacho me . dixo :el Rey es mi gallo á Camacho me atengo En . atengo de cuyas ollas son abundantes espumas gansos y gallinas liebres y conejos y de las d e fBasilio s erán. raban . P reguntó Don Quixote á una de las Ninfas que quien la habia compuesto y ordenado R esp o ndióle que . sé de los que soy respondió Sancho . p ara semejantes invenciones . villano y de aquellos que dicen viva quien vence N o . d e Basilio el tal Bachiller (6) Beneñc iad o y que debe de tener mas de sat í rico qu e de v ísperas bien ha enca ' xado en la danza las habilidades de Basilio y las riquezas de Camacho Sancho P anza que lo escuchaba todo ' . . 2 . un Beneñ c iad o de aquel pueblo que tenia gentil calett e . PAR TE II CAPITULO XX . T OM III .

respondió Sancho ántes que v uesa merced se muera es taré yo mascando barr o y ent ónces podrá ser que esté tan mudo qu e no hable palabra hasta la fin del mundo . . ehirle ¿ H as acabado . muerte que el de la tuya :y as í jamas pienso verte ma do ni aun quando estés b eb iendo o¿ durmiendo que es lo que puedo encarecer A buena fe señor respondió . y aunque no tien e J barriga á ent ender q ue está hidróp ib a y sedienta ' … . to . miú encias hinche sus N o es ¿segador que duerme las siestas que si todas h oras siega y corta as í la… sec a ' como la verde yerba y no parece que m asca sino qu e ' ' engulle y traga qu anto s e le pon e dela nte porque tien e * º hambre eanina que nuncase harta . y á to do h ac e y de toda s uerte de gentes edades y pree . suceda . q ue de melin d re no es nada asquerosa de todo come . q 7 8 D ON QU I X OTE ' DE L A M AN C HA Vi ene á mano y aunque no venga sino al p ie agua Sl . . 6 por lo m enos hasta el dia del j u i¿: — io A unque eso as í . te v ea mudo ánt es que me muera A l paso que llevamos . º . puesto en razon natural que primero llegue el dia de mi . ” . Sancho que no hay qu e ñ ar en la descarnada digo en la muert e la qual t amb ien come cordero como carne . . dias Plega Dios Sanc ho replicó Don Quixote que yo . ó Sancho respondió Don Quixote nunca lle garé tu silencio si do ha llegado 1 0 que has hablado ha blas y tienes de hablar en tu vida y mas que está muy . e v ues a merced recibe pesadumbre con ella que i esto q u s no se pusiera de por medio obra habia cortada para tres . com o las humildes chozas de los pobres Tiene esta señora mas de poder. . tu arenga Sancho ? di x o Don Qui xote Hab réla acabado respondió Sancho porque v eo . ' . y á nuestr o* Cura h e oido d eé ir que c o n igual p ie pisa ba las altas torres de los R eyes .

1 80 D ON X O"

T E ma
QU IL A :M AN C HA

las yeguas que con larga carrerá y grita iban a rece
> .

bir los novios que rodeados de mil géneros de inst ru
mentos y de invenciones v enian ac b mp añ ad o s del Cu
ra y de la parentela de ent rámb o s y de toda la gente
mas lucida de los L ugares circunvecinos todos v est id o s
de fiesta Y como S anc ho v ió á la novia dixo :á buena
'

.

fe que no viene vestida de lab rad o rá sino de garrida
palaciega F ardiez que segun diviso que las patenas que
.

había de traer , son ricos corales y la palmilla verde
de Cuenca es terciopelo de treint a pelos y montas qu e
la guarnicion es de tiras de lienzo blanco voto á m í
que es de raso P ues tomadme las manos adornadas con
.

sortijas de azabache no medre yo si no son anillos d e“

oro y muy de oro , y empedrados con pe 1ras blancas
como una cuajada que cada una debe de valer un ojo
de la c ara 0 hid ep ut a y que cabellos que s i no son pos
.
,
=

t i o s no los h e visto mas luengos
z ni mas rubios en t o da

mi vida N o si no p o nedla tacha en el brío y en el talle
.
,

y no la comp areis una palma que se mueve cargada de
rabim o s de dátiles que lo mesmo parecen los dixes que
trae pendientes de los cabellos y de la gargant a Juro .

en mi áni ma que ella es una chapada moza y que puede
pasar por los bancos de Flánd es R ió se Don Quixote de

.

las rústicas alabanzas de Sancho P anza :p arec ióle que
fuera de su Señ ora D ulc iñ eá del Tob oso no habia visto
muger mas hermosa jamas Venia la hermosa Quiteria al
.

o descolorida , y debia de ser de la mala noche ué
g /
q
siempre p as f i as novias en componerse para el dia v e ,

n id ero de sus bodas Íb ans e acercan d o á un teatro
. que ,

á un lado del prado estaba adornado de al fombras y
ramos adonde s e hab ian de hacer lo s d esp o s o rio s y de
'

p A R TE

t t GA P Í —
TULO x x1

. 1 81
d o nde habían de mirar las danzas y las invenci on es y á 1
'

s az o n que llegaban al puesto oyeron á sus espal d as gran
'

des voces y una que decia esp erá o s un po co gente t an
ineo nsid erad a como presurosa A cuyas voces y palabras

y
.
.

t o dos volvi eron la cabeza v iéro n que las daba un hom “

bre vestido al parece r de u n sayo negro giro nad o de car —
a

mesi á llamas Venia coronado ( como se v ió luego ) co n
.

u na co rona de funesto cipres en las mano s traía un basto n '

grande En llegando mas cerca fueconocido de todos ¿p o r
. .

el gallardo Basi lio y t o d o s estuvi eron suspensos esperan
'

,
.

do en que hab i an de parar sus voces y sus palabras te
miend o algun mal suceso de su venida en sazo u semejante .

L legó en fin cansado y sin aliento y puesto delante de
lo s desposados hincando el baston en el suelo que teni a
el cuento de una p unta de acero mudada la col o r pues…
'

,

to s los ojos en Qu it eria con voz tremente y ronca estas
_

razones dixo :bien sabes desconocida Quiteria que con
forme á la santa ley que pro fesamos que viviendo yo ,
_

tú no puedes tomar esposo y juntamente no ignoras que
p o r esperar
y o que el tiempo y m i diligencia m ejora
sen los bienes de mi fortuna no he querido d exar de
guardar el decoro que á tu honra convenía ; pero tú echan .

d 0 á las espaldas todas las obligaciones que d ebes á mi
º

buen deseo quieres hacer señor de lo que es mio s otro
, ,
i

,

eú yas riquezas le sir v en

no solo de buena fo rtuna si
,

no de bo nís ima ve ntura : y para qu e la te nga colmad a ( y
no como yo pienso que la merece sino como se la quie
ren dar los Cie los ) yo p o r mis manos desharé el impo

sible 6 el inconveniente que puede es to rb árs elá qu it án
dome á m í de por medio V iv a viva el rico Camacho . ,

con la ingrata Q … uiteria l argos y felices s1 glo s
_

y muera, .

1 82 —
D ON Q U I X GÍE
"

DE L A
?
M AN C H A
m uera el p o
'

bre B ás ilio cuya p ob reza c ortó las al us de
y le puso en la sepultura :y diciendo esto asió
_

'

s u d ic ha
'

del baston que tenia hincado en el suelo y qued ánd o ,
-
º

s e la mitad d e l en la tierra mostró que s ery ia d e v ay

na á un mediano estoque que en él se ocultaba y pues
ta la que se podia lla mar empuñadura en el suelo con
'

ligero desen fado y determinado propósito se arrojó s o
bre él y en un punto mostró la p unta sangrienta á las
e s aldas con la mitad de la acerada cuchilla quedand
p ,
o

el triste bañado en su sangre y tendido en el suel o de sus ,

mismas armas traspasado A cudi eron luego sus amigo s .

á fav o rec erle condolidos de su miseria y lastimosa des
gracia y d exand o Don Quixote á Rocinante acudió
'

fav o recerle y le tomó en sus brazos y hall ó que ami
'

no habia espirado Qu is iéro nle sacar el estoque pero
.

el Cura que estaba presente f ue de parecer que no ,

s e le sacasen ánt es de con fesarle porque el sapárs ele y
el espirar seria todo si un tiempo P ero volviendo un . .

poco en s í Basilio con voz doliente y desmayada d i
xo :si quisieses cruel Quiteria darme en este último
y forzoso t ranóe la mano de esposa aun pensaria qu e
mi temeridad tendría desculpa pues en ella alcancé el
bien de ser tuyo El Cura oyendo lo qual le d ixo que
.
, ,

atendiese á la salud del alma ántes que á los gustos del ,
'
cuerpo y que pidiese muy de v éras a Dios perdon de .

s u s pecados y de su desesperada d et erminac io n A lo qua l .

replicó Basilio que en ninguna manera se con fesaría ,

s i prim e ro Quiteria no le daba la mano de ser su esposa
,
que aquel contento le ado b aria la voluntad y le dari a
aliento para con fesarse En oyendo Don Quixote la peti
.

cion del herido en altas voces dixo que Basilio pedia una

1 84
. . D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA
dosa á tiempo quando tu piedad ha de s erv mde cuc hillo ,

que me acabe de quitar la vida pues ya no tengo fuerzas ,

para llevar la gloria que me das en escogerme por tuyo
'

,

u i para suspender el dolor que tan ap ries a me v a c u b rien

do los ojos con la espantosa sombra de 1 a mu ert e L o
x
'

.

que te suplico es ó fatal estrella mia que la mano que ,

me pides y qu ieies darme no sea por cumplimiento
º

,

ni para engañarme de nuevo sino que con fieses y digas ,

que sin hacer fuerz a 25tu voluntad me la entregas y me
la das c omo á tu leg ítimo esposo pues no es razon que
en un trance como este me engañes ni uses de fingi
mient o s con quien tantas verdades ha tratado contigo .

Entre estas razones se desmayaba de modo que todos _

los presentes pensaban que cada d esmayo s e había d e
llevar el alma consigo Quiteria toda honesta y toda

.

vergonzosa asiendo con su derecha mano la de Basilio le
d ixo : ninguna fuerza fuera bastante á torcer mi voluntad ,

y as í con la mas libre que tengo te doy la mano de legí —

tima esposa y recibo la tuya si es que me la das d e
tu libre alv edrío sin que la turbe ni contraste la c ala
midad en que tu dis curso acelerado te ha puesto S í doy .
,

respondió Basilio no turbado ni con fuso sino con el '
-
'

claro entendimiento que el Cielo qu iso darme y as í me
'

doy y me entrego por tu esposo Y yo por tu esposa .
,

respondió Quiteria ahora vivas largos años ahora te
lleven de mis brazos á la sepultura P ara e st ar tan heri .

do este mancebo dixo si este p unto Sancho P anza mu
cho h a b la :háganle que se de1¿e de requiebros y que
'

atienda á su alma que á mi parecer mas la tiene en la .

lengua que en lo s diéntes Estando pues asidos de las
.
_
.

manos Básilio y Quiteria , el Cura tierno y lloroso los
'

_

la delantera á caballo D o n Quixote con la lanza s o b re el ' . y s a . . se h á cia dar l u gar ' de t ó do s S anc ho á quien j amas pl uguiero n ni so laz á ' . ¡ n . PARTE I I . b as manos á tentar la herida y hall ó que la cuchilla ha ¡ b ia p asad o no por la carne y costillas de Basilio sino p o r u n cañ o h hueco de hierro _ que lleno de sangre en aquel - — lugar bien acomodado tenia preparada lá s angre segun “ _ d esp u es se supo de modo que no se h elase F inalmént e . brazo y bien cubie rto de su escudo . aeo gió á l as t igaj as donde . _ ' T OM . Basilio replicó no rñ ilagro milagr o sino industria in d us tria E 1 C ura desatentado y atónito acudió con ám . m a del nuevo desposado el qu al así corno recibió la ben ' . ¿ A P Í TU L O xxr — . . _ h ab iá s ac ado su a gradable esp uma aree iénd o le aquel p _ lugar como sagr ado fque habia de s er te nido en t espe . n1 irad o s ' y algunos d ello s mas simples qu e curiosos en _ alt as v o ces c o menz áro n á decir milagro milagro P ero ' i . 1 85 e ch ó 1 a b endic1 0n y pid i o al Cielo dies e b uen po so al al . — muestras de pesarle de la burla ánt es oyendo d ecir que aquel casamiento por haber sido engaños o no había de ser valedero dixo que ella le con firmaba de nuevo de - lo qual coligi eron todos que de consent i m i ento . ” d icio n con presta ligereza s e Jev antó en p ie y c o n _ no vista desenvoltura se sacó el estoque á quien servía de v ayna s u cuerpo Quedáro n todos los circunstantes ad . . b id urí a de los dos se habia t rai ado aquel c a s o de lo que _ _ quedó Camacho y s u s v aledo res tan corridos qu e re ' _ mit iéro n su venganza á las manos y d es env aynand o mu . ' . el Cura y Camacho con todos los mas c ircunstantes s e . t uvi e ron por burlados y escarnidos L a esposa no dió ' . — chas esp adas arremeti er o n á Basi lio en cuyo favor en un inst ant e s e d es env aynáro n casi otra s tantas y t o mando ' . º _ _ ' ' ro n sem e " jantes £ eehu fígs s e . M . .

de y como quis iere Basilio no tiene mas desta ovej a y . . los de s u mesnada to dos los de la de Basilio se so s egá ) . ' s ilio ¡ d o neellá tembien le quisiera casada y que de bía d e . co sa amada Quiteria erá de Basilio y Basil io de Quite . . . . t eneo s que no es razon tomeis venganza de los agráv io s u e el amor nos h a c e : y ad v ertid que el am o r y la q uerra son u na misma cosa y as í c d mo en la guerra es g . 1 86 " QU I XO TE D E L A : D ON M A N CH A " s yo ees d eci a t eneo s señ o res t o D o n Quixo te á grand e . el que lo i ntentar é primero ha de pasar por la punta des . nes del Cura que era varon prudente y bien int encio . . nado con las qu ales q uedó Camacho y los de su p ar Cialid ad ac í fic ºs y sosegados : en señal de lo qual vol p vieron las espadas á sus l ugares culpando mas si la faci lid ad d e Quit eria que á lá i ndustria de Basili o hac ien ' . dar gracias al Cielo mas por hab érs ela quitado . ta lan z a y en esto la b landió tan fuerte y tan diestra n ient e qu e puso pavor en t odos los que no le conoc í an . . no se la ha d e quitar algu no p o r poderoso que sea que . cosa l í cita y acostumbrada usar de a rdides y est ratage mas para vencer al enemigo as í en las co ntiendas y competencias amorosa s se tienen por buenos lo s embus tes y marañas que se hacen para conseguir el fin que se desea como no sean en menoscabo y deshonra de la . . ' ria por justa y favorable d is p o sic io n de los Ci e los Ca . que por hab érs ela dado Consolado pues y pac í fico Camacho ' y . á los dos que Dios junta no podrá separar el hombre y . do d iscurso Cámac ho que si Quiteria queria bien a Ba . . maeho es rico y podrá comprar su gusto qu ando don . . . y t an intensam ente se fixó en la i maginac io n de Camacho el d es den de Quiter i a qu e se la b 0rró de la m emoria en un instante y as í t uvi eron lugar con él las persuasio .

.

atrae las Voluntades de quantos la mi t an y co nocen _ y como á señuelo gustoso se le abaten las á guilas reales y los p áxaro s altaneros . . 1 88 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA Sancho se re fociló tres dias á costa de los novios de los u ales se supo que no fu e traza comunicada con la her 4 q mosa Quiteria el herirse fingidamente sino industria de Basilio esperando della el mesmo suceso que se ha b í a visto :bien es verdad que con fesó que habia dado parte de su pensamiento á algunos de sus amigos para que al tiempo necesario favoreciesen su int enc io n y abo nasen s u engaño N o se pueden ni deben llamar enga . ' amada contra quien son enemigos opuestos y declarados la necesidad y la pobreza y que todo esto decía con in — t enc io n de que se d exas e el señor Basilio de exercitar las habilidades que sabe que aunque le daban fama no le daban dineros y que atendiese á grangear hacienda por … medios l ícitos é industriosos que nunca faltan á los pru dentes y aplicados El pobre honrado ( si es que pue . pero si la tal hermosura se le junta la necesidad y est rechez a t amb ien la embisten los cuervo s los milanos y las otras aves d e rapiñ a y _ / . º rido es pobre merece ser coronada con laureles y pal mas de vencimient o y triun fo L a hermosura por sí sola . de ser honrado el pobre ) tiene prenda en tener muger hermosa que quando se la quitan le qu itan la honra . y se la matan L a muger hermosa y ho m ad a cuyo ma . no s d ixo Don Quixote los que ponen la mira en v ir t u o s o s fines y que el de c asarse los enamorados era el fin de mas excelencia advirtiendo que el may 0r contra rio que el amor tiene es la hambre y la continua nece s id ad porque el amor es todo alegrí a regocijo y co nt en " to y mas quando el amante está en posesion de la cos a .

. Y o no soy casado ni hasta agora me ha venido en pen sami ento serlo y con todo esto me atreveria á dar con . . aconsej arle que mirase mas á la fama que á la hacienda . late el diablo por caballero andante que tantas cosas sabes :yo pensaba en m1 ánima que solo podia saber á qu ello que tocaba á sus caballerí as pero no hay c o sa donde no pique y d exe de meter su cucharada Mur . y d ixo entre s i :este mi amo quando yo hablo cosas de meollo y de sustancia su el edecir que podría yo tomar un púlpito en las manos y irme p or ese mundo adelan te predicando lindezas y yo d i go d él que quando c o . buena muger á tu casa fácil cosa s eria conservarla . porque la buena muger no alcanza la buena fama sola mente con ser buena sino con p arec erlo que mucho mas d añan las honras de las m a geres las desenvolturas y libertades públicas que las maldades secretas Si traes . mienz a á enhilar sentencias y á dar consejos no solo puede tomar un púlpito en las manos s ino dos en cada dedo y andarse por esas plazas 51 que quiere s boca Vá “ ' . . . . y aun mejorarla en aquella bondad pero si la traes mala en trabajo te pondrá el enmendarla que no es muy hacedero pasar de un extremo 51 otro Y o no digo que sea imposi . 1 8 9 . ble pero t éngo lo por di ficultoso O ia todo esto S ancho . y daba por consejo que cada uno pensase y creyes e que aquella sola buena era la suya y as í viviría contento . . . no habia en todo el mundo sino una sola muger buena . PART E 1 1 CAPÍTULO XXII . d ió Don Quixote O pinion fu ede no sé que sabio que . . sejo al que me lo pidiese del modo que había de bus _ car lá muger con quien se quisiese casar L o primero le ' . marse corona de su marido M irad discreto B asili o ana . la que es t á á tantos encuentros firme bien merece lla .

. . tu Teresa Sancho ? d ixo Don Quixote N o es muy ma . Rocin ante y aderezó al rucio pro v eyó sus al forjas á las . . / primo suyo famoso estudiante y muy a ficionado á leer libros de caballerí as el qual con mucha voluntad le pon dria á la boca de la mesma cueva y le enseñaría las la gunas de Ruidera famosas ansimis mo en toda la Mancha y aun en toda España y d í xo le que llevaría con él gusto s o entretenimiento á causa que era mozo que sabia hacer libros para imprimir y para dirigirlos á P ríncipes Final . estuvi eron con los novios donde fueron regalados y servidos como cuerpos de R ey P idio Don Quixote al . en e fecto es madre de tus hijos N o nos debemos nada . . respondió Sancho que t amb ien ella dice mal de m í quan do se le antoja especialmente quando es tá zelosa que en t ó nces s ú frala el mesmo Satanas _ Finalmente tres dias . mente el primo vino con una pollina preñada cuya albar . 1 9 0 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA mu rab a esto algo Sancho y ent reo yóle s u señor y pre u nt ó le que murmuras Sancho ? N o digo nada ui g murmuro de nada respondió Sancho solo estaba dicien do entre mi que quisiera haber oido lo que v ues a mer c ed aqu í ha dicho ánt es que me casara que quizá di xera yo agora :el buey suelto bien se lame ¿ Tan mala es . . . la respo ndió Sancho pero no es muy buena alo mé nos no es tan buena como yo quisiera Mal haces Sani . diestro L icenciado le diese una guia que le encamina . ' d a cubría u n gayado tapete ó arpillera E ns illó Sancho a . cho dixo Do n Quixote en decir mal de tu muger que . e ¿¡ la cueva de Montes inos porque tenía gran deseo d e entrar en ella y v er á ojos vistas si eran verdade ras las maravillas que de ella se decian por todos aque llo s contornos El L icenciado le dixo que le daria á un .

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que á buena fe que si me doy á preguntar y á resp o n . ' “ do el primer hombre del mundo alguna vez se rasca ria A s í lo creo o respondió Sancho pero d í gam . . . seria respondió el primo porque A dan no hay d uda si . D ON QU I XO TE D E L A M AN C HA * 2 1 9 . el primero que tomó las unciones para curarse del mor bo gálico y yo lo declaro al pie de la letra y lo au . at e nto é lu narracio n del primo le dixo d í game señor. y e ahora quien fue el primer volteador del mundo ? E n Verda d hermano respo ndió el primo que no me sabré determinar por ahora hasta que lo estudie : yo lo es t a d iaré en volviendo adonde tengo mis libros y yo os " _ satis faré quando otra vez nos veamos que no ha de s er esta la postrera P ues mire señor replicó Sancho no . t o riz o con mas de veinte y cinco autores ” porque v ea v u es a merced si he trabajado bien y si ha de ser útil el tal libro á todo el mundo Sancho que habia estado muy . tome trabajo en esto que ahora h e caido en la cuenta de lo que le he preguntado sepa que el primer v o lt ea dor del mundo fue L uci fer quando le ec háro n 6 ar ro áro n del cielo que vino v o lt eand o hasta los abismos : j Tienes ra z on amigo d ixo el primo y dixo Don Qui xote :esa pregunta y respuesta no es tuya S ancho si ' . alguno las has oido decir Call e señor r eplicó Sanc ho . — no que tuvo cabeza y ó ab ello s y siendo est o así y sien . quien fueel primero que tuvo catarro en el mundo y . . lid o ro de gran s u st ancm las av eriguo yo y las declaro o r gentil estilo O lv idósele á V ir gilio de declara m os p . . . ' así Dios le dé b u ena mand erec ha en la imp res io n de sus ' ' libros s ab rí ame decir que s í sabrá pues todo lo sab e quien fu eel primero que se fasc 6 en la cabe za que ¿ y o para mí tengo que debió de ser nuestro pad re A dan S í " .

al entendimiento ni á la memoria En estas y otras gus . Sancho de lo que sabes d ixo Don Quixote que hay algunos que se cansan en saber y averiguar cosas qu e d esp ues de sabidas y averiguadas n o importan un ardite . dió Don Quixote que tal empresa como aqu es t a S an cho amigo para mí estaba guardada Y entó nces dixo . que mire bien y especule con cien ojos lo que hay all á T OM III . y otro dia á las dos de la tarde llegáro n á la cueva cuya boca es espaciosa y ancha pero llen é de c amb ro neras y c ab rahi o s g de zarzas y malezas tan espesas y int ric ad as . 1 93 . l a guia :suplico á v ues a merced señor Don Quixot e . para atarse y descolgarse en su pro fundidad Don Qui . que de todo en todo la ciegan y enc ubren En vi endo . ter yo andar buscando ayuda de vecin os Mas has dicho . d o de entrar en ella era menester proveerse de s o gas . P A R T E 1 1 C A P Í T U L O x x1 1 . la se ap eáro n el primo Sancho y Don Quixote al qual los dos le at áro n luego fo rt ísimameñt e con las sogas y en tanto que le faxab an y ceñían le d ixo Sancho mi re v u es a m erced señor mío lo que hace no se quie t a sepultar en vida m se ponga ad onde parezca frasco ” que le ponen á en friar en algu n pozo :s í que á v ues a mer _ c c d no le toca u i atañe ser el es c u d riñ ad o r desta que debe de ser peor que mazmorra A ta y calla resp o n . . BB . der que no acabe de aquí á mañana S i qu e para pre ' ' . . guntar necedades y responder disp arates no h e menes . . tosas p láticas se les pasó aqu el di& y á la noche se al “ b ergáro n en una pequeña aldea adonde el primo dixo á Don Quixote que d esde all í á la cueva de Montesinos n o habia mas de dos leguas y que si llevaba determina . xote d ixo que aunque llegase al abismo había de v er donde paraba y as í c o mp ráro n casi cien brazas de soga .

X O TE DE L A M A N CH A 1 94 . * me y á hundirme en el abismo que aqu í se me rep t e senta solo porque conozca el mundo que s i tú me fa v o rec es no h ab r á imposible si quien yo no acometa y … acabe :y en diciendo esto se acercó á la sima v ió no ser posible descolgarse ni hacer lugar si la entrada s i no era si fuerza de brazos 6 sí cuchilladas y así po mien “ do mano á la espada comenzó á derribar y é cortar de aquellas malezas que á la boca de la cueva estaban p o r cuyo ruido y estruendo sali eron por ella u na infinidad de grandísimo cuervos y grajos tan espesos y con tan s ta priesa que d iéro n con Don Quixote en el suelo :y . . nes y movimientos clarísima y s in p ag D ulcineá del Toboso s i es posible que lleguen á tus oídos las p lega rias y ro gac io nes deste tu venturoso amante por tu inau . D ON Q UI 1 dentro quizá h ab r á co sas que las ponga yo en el libr o ' : " de mi trans formaciones En manos está el pandero que s . esto y acabada la ligad ura de Don Quixote ( que no fue sobre el arnes sino sobre el jubon de armar ) dixo Don Quixote inadvertidos hemos andado en no habernos pro v eí d o de al u n es qu ilo n pequeño que fuera atado jun g to á m í en e sta mes ma s o ga con cuyo soni d o se enten ' . diera que todav í a b axab a y estaba vivo . di ra belleza te ruego las escuches que no son otras que rogarte no me niegues tu favor y amparo ahora que tan to le he menester Y o v o y á d esp eñ arme á empozar . pero pues ya no es posible á la mano de Dios que me guie y lue -E o se hincó de rodillas hiz o nu é oracion en voz bax a * g y * al Cielo pidiendo á D io s le á yu das e y le diese buen “ suceso en aquella al parecer peligrosa y nueva aven _ tura y en voz alta dixo luego :6 Señora de mis accio . le sabrán bien tañer re spondió Sancho P anza Dicho .

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p rec er de volver á subir á Don Quixote pues no le p o dian dar mas cuerda :con todo eso se detuvi eron como media hora al cabo del qual espacio volvi ero n á reco ger la soga con mucha facilidad y sin peso alguno se ñ al que les hizo imaginar que Don Quixote se quedaba dentro y creyéndolo as í Sancho lloraba amargamente . xote dando voces que le diesen soga y mas soga y ellos s e la daban poco á poco y quando las voces que aca nalad as por la cueva salian d exáro n de oírse ya ello s t enian descolgadas las cien brazas de soga F u éro n de a . te á las diez vi eron distintamente á Don Quixote á quien d ió voces Sancho diciéndole sea v u es a m erced muy bien vuelto señor mio que ya pensábamos que se queda T OM . . lian mas cuervos ni otras aves noturnas como fu ero n murci ela gos que asimismo entre los c uervos sali ero n . » xo : D ios te guie y la P e ñ a de Francia junto co n la Tri . dándole soga el primo y Sancho le d exáro n calar á l fondo de la caverna espantosa y al entrar echándole S ancho su bendicion y haciendo sobre él mil cruces di . BB ii . nid ad de Gaeta ñ o r nata y espuma de los caballeros um dantes Allá vas valenton del mundo corazon de acero . 95 s i él fuera tan agorero com o católico christiano lo t u viera á mala seña l y excusara de e ncerrarse en lugar semejante Finalmente se levantó y viendo que no s a . 1 1 1 . brazos de bronce Dios te guie otra v ez y te vuelva li . y tiraba con mucha p n es a por desengañarse pero llegan do 3 s u parecer á poco mas de las ochenta b taz as s in ti ero u peso de que en extremo se alegráro n F inalmen . plegarias y d ep rec acio nes hizo el primo I ba Don Qui . bre sano y sin cautela á la luz desta vida que d exas por enterrarte en esta es curid ad que buscas Casi las mismas . PARTE 1 1 C APÍTULO XXII . 1.

o jos con muestras de estar dormi do T endiéro nle en el . . diéro n la arpillera del primo sobre la verde yerba acu d iéro n á la despensa de sus al forjas y sentados todos tres en buen amor y c o mp aña m erend áro n y c enáro n todo . lic áro nle les diese á entender lo que decia y les dixe p s e lo que en aquel in fierno habia visto ¿ I n fiern o le lla . mais d ixo Don Quixote pues no le llameis ansí por ? que no lo merec e como luego veréis P idió que le die “ . la flor del campo ¡ Ó desdichado Montes inos ! ¡Ó mal fe . . . sen algo de comer que traia grandí s ima h am b r e Ten . xote y s ac ánd o le del todo vi eron qu e traia cerrados los . . vida pasan como sombra y sueño 6 se marchitan como . ahora acabo de conocer que todos los c o nt ent o s desta ' . tanto le volvi eron y revolvi eron sacudi eron y meneáro n . sos ojos ! Con grande at enc io n escuchaban el primo y . atentos . rido Duran darte ! ¡Ó sin ventura Belerma ! ¡Ó lloroso Gua diana y vosotras sin dicha hij as de Ruidera que mos tr ais en vuestras aguas las que llo ráro n vuestros hermo . . junto L evantada la arpillera dixo Don Quixote de la . amigos que m e h ab eis quitado de la mas sabrosa y agrad ab le vida y v is . que al c ab o d e un buen espacio v olvió en si d esp ere ” z ánd o s e bien como si de algun grave y p ro furido sue x ñ o d es p ert ara y mirando á una y si o tra parte como “ espantado d ixo :Dios os lo perdon e. 1 9 6 D ON:QU I X O TE M A N CH A D E »L A T b a allá para casta pero no respondí a palabra Don Qui ' » . ta que mingun humano ha visto ni p as ad o E n e fecto ' . M a nc h a : no se levante nadie y es t adme hijos todos . Sancho las palabras de Don Quixote que las decia c o mo si con dolor inmenso las sacara d e las ent rañas S u . . suelo y d esliáro nle y con todo esto no despertaba P ero . .

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ó alguna fantasma vana y contrah echa pero el " tacto el sentimiento los discursos concertados que en ' tre m í hac ia me c ertiñcáro n que yo era all í ent ónc es el _ que soy aqu í aho ra O freciós eme luego á la vista un R eal . me estrechamente y luego decirme luengos tiempos ha valeroso caballero Don Quixote de la Mancha que los que est anio s en estas soledades encantados esperamos verte para que des noticia al mundo de lo que encierra y cubre la pro funda cueva por donde has entrado lla mad á la cueva de Montes inos h a z añ a solo guardada p a . . . y. 1 9 8 D ON QU I XO TE DE » L A _ — M AN C HA pensaba s in saber como ni como no d esperté dél y me h all é en lá mitad del más bello ameno y deleyt e s o prado que puede criar la naturaleza ni imaginar la - D es p ab ilé los ojos m as dis cret a imaginac io n humana ' . limpiémelo s y Vi que no dormia sino que realmente estaba despierto Con todo esto me tenté la cabeza y . el paso la gravedad y la anb hísima presencia cada c o s a de por s í y t odas juntas ' me suspendi eron y admira ron L legó s e á m í y lo primero que hizo fue abrazar . su ntuo s o P alacio - ó A lcázar cuyos mu ros y parede s arec ian de transparente y claro cristal fabricados : d el p ¡q ual abriéndose dos grandes puertas V i qu e por ellas s a lia y hác ia m í se venia un venerable anciano vestido con un capuz de bayeta morada que por el suelo le arrastra b a :eeñ íale los hombros y los pechos una beca de cole gial de raso verde cub ríale la cabeza una gorra milane s a neg ia y la barba c anísima le pasaba de la cintura no traia arma ninguna sino un rosario de cuentas en la mano mayores que medianas nueces y los dieces aSlmlS mo como huevos medianos de ab estruz el continente . los pechos p o f c ertific arme si era yo mismo el que all í estaba .

to Sancho el tal p uñal de Ramon de Hó c es el Se ' . N o con menor lo cuento yo respondió Don Quixote . c u eV a toma nombre Ap enas me dixo que era Monte . . donde aconteció esta desgracia ha mu " chos años y esta av erí gu ac io n no es de importancia ni t urba ni altera la verdad y c o nt ext o d e la historia A s í . pero no seria . P A R TE O xx 1 1 1 " CA P ÍTU L “ I I . . 1 99 . " dese puñ alero porque Ramon d e Hó ces fué ayer y lo … de R o nc esv álles . Villano N o sé prosiguió Don Quixote . . porque no fue daga ni pequeña sino un pu ñal h uido ' . fa ser acometida de tu invencible corazon y de tu áni mo estupendo Ven c o nmigo señor clarí simo que te . es re spondió el pri mo prosiga v u es a merced señor Don » Quixote que le escucho con el mayo g gusto del mundo . s inos quando le pregunté si fu e verdad lo que en el ' mundo de aeá arrib a se contaba u e él habia sacado de q la m i tad del pe o h o con una p eque ñ a daga el corazon de _ su grande a mi go D urandarte y llev ád o le a la Señora Be lerm á co mo él se lo mandó al punto d e su muerte Res . Tenia la mano d erecha ( que á mi p arecer es algo pelu _ . d e mármol ni de ¿espe hecho . º uiero mostrar las maravillas que este transpare nte A cá ' q l zar solapa de quien yo soy A lcayde y Guarda m ayor perpetua porque s o y el mismo Montesinos de qui en la . como los suele haber en O tros sepulcros sino de pura carne y de puros huesos . mas agudo que una lezna Debía de ser dixo si este p un. . o n d ió me que en todo decian verdad s 1 no en la daga p ' . . sobre modo y toda de alabastro estaba un sepulcro de mármol con gran maestrí a fabricado sobre el qual Vi á u n caballero tendido de lar o a g á largo no de bronce ni . donde en u na sala baxa fres quísima . . y as í digo que el Venerable Montesino s me metió en el “ cristalino P alacio .

s a cá nd o mele d el echo . t udor que dicen que fu é hij o del diablo y lo que yo ' … c i eo es q u e no fu ehij o del diablo . p y a c on p u ñal y a co n d a ga . u u ere mu ert o . . ra que nos en c antó . por - que segun los N aturales el que tiene mayor corazon es . . dia que Durandarte acabó los de su vida eri mis brazos . 2 00 D ON QUIX O T E AN C HA DE L A M da y nerVo sa ( señal de tener muchas fuerzas su dueño ) puesta sobre el lado del coraz on y ánt es que pregunta se nada si Montes inos v iénd o me suspenso mirando al del sep ulcro m e dixo este es mi am igo Durandarte fior . á m í me ad mira es que s etan cierto como ahora es de . lo p o s t rero qu e o s rogu ba . . . g ue q a nd o y f o ml zimm a a rrancada u e llev ezs ml co raz o n g a d o nd e B elermu es t u éu . .nadie lo sabe y ello dirá andando los tiempos que no están muy lejos segun imagino L o que . es p ejo d e lo s c ab allefo s enamorados y valientes de s u ' * y … tiempo :t iénele aqui encantado como me tiene á mí y á o tros muc hos y mu chas Merlin aquel Frances encan . d o tad o d e mayor valent ía del que le tiene pequeño P ues . y qu ed espu és de muerto lesaqu eel eo raz o n con mis pro pias manos y eu verdad que debia de pesar dos libras . siendo esto as í y que realmente murió este caballer o _ ¿ c ó mo ahora se queja y sospira de quando en quando . como si estuviese vivo ? Esto dicho el m ísero Duran ' d arte dando una gran v o z dixo Ó mi p rimo M o nt es ino s . si no que supo co mo dicen u n p unt o mas que el d iablo El como 6 p a “ ' .

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quiera que v a . 2 02 D ON QUIX O T E el sol del otro cielo fué tanto el Pes á r qu e sínt1 o de v ér - ' que os d exab a que se sumergió en las entrañ as de lá tier ¡ra pero como no es posible d exar de acudir á su natu . ' ó p rimo digo P aciencia y barajar y volviéndose de lado torn ó á su acostu mbrado s ílenc í o s í n hablar mas Pa ' º — labra O yéro ns e en es to grandes alaridos y llantos acom . p o d rí a ser que n oso tros fuésemos desencantados que l as gr andes hazañas para los grandes hombres es tán guar ' ' d a d as Y quando as í no sea respondió el lastimado D a . . c has veces y como no me respondeis imagino que no me.ral corriente de quando en quando sale y se muestra . ahora las quales ya que no sirvan de alivio á vuestro do . ' es to que agora os digo ó P rimo mí o os lo he dicho ma ' . . de sus aguas las re feridas lagunas con las qu ales y con otras mu c has que se llegan entra pomposo y grande en . t eneis aqu í en vuestra presencia ( y abrid los o jos y v e reí slo ) aquel gran c ab alleró de quien tantas cosas t ie ne pro fetizad as el sabio Merlin aqu é l Don Quixote de la M anc ha digo que de nuevo y con mayores ve ntaj as - que en los pasado s siglos ha resucitado en los presentes la ya ó lv í d ad a andante caballer í a por cuyo medi ó y fa . d onde el sol y las gentes le v e a n Van le administr ando . ta pena qual Dios lo sabe U nas nuevas os quiero dar . . . * lor no os le aumentarán en ninguna man e ra Sabed que . P ortugal P ero con todo esto P or d ond e. muestra su tristeza y melancol í a y no se precia de criar . ' . k Vo r. ránd art e con voz desmay ada y ba xa quando as í no sea.en sus a g u as peces regalados y de estima sino burdos ' y desabridos bien di ferentes de los del Tajo dorado y . . añ ad o s de pro fundos ge midos y á n u s t í ad o s sollozos p g . d ais crédito 6 no me oís de lo que yo recibo tan .

PARTE II CAPÍTULO XXIII . 2 0 3. ' lla gente de la p ro c esio n eran sirvientes de D urand arté y de Belerma que all í con sus dos señores estaban en cantados y que la última que traía el corazon entr e el li enzo y en las manos era la Señora Belerma la qu al _ con sus doncellas quatro días en la s e man a hacían aque lla pro cesio n y cantaban ó por mejor decir lloraban endechas sobre el cuerpo y so b re el lastimado corazon de . 1 1 1 . ni asoma o r sus puertas sino del dolor que siente su co p razon por el que de comino tiene en las manos que le T OM . cc 1 1 . por que ha muchos meses y aun años que no le t í ené . como 1 0 p o d í a v er en sus grandes o j ergs y en su color ' … quebradiza :y no toma ocasion su amarillez y sus oje ras de estar con el mal menSil ordinario en las mugeres . VÓIVÍ la cabeza y v i po r las paredes de cristal que p o n ' otra sala p asaba una p ro c es io n de dos hileras de hermo s í s í mas doncellas todas ve s tidas de luto con t u rb ant esí blancos sobre las cabezas al modo turquesco A l cab o . turbante era mayor dos veces que el mayor de alguna de “ las otras :era cejijunta la nariz algo chata la boca graxi de pero colorados los labios :los dientes que tal v ez los descubría mostraban ser ralos . y fin de las hileras venía una Señora que en la grave dad lo parecía asimismo vestida de negro con t o casí blancas tan tendidas y iargas que b e$ab an la tierra S u . s u primo y que s í me había parecido algo fea ó no tan hermosa como tenía la fama era la causa las malas no ches y peores días que en aquel encant amento Pasaba . y no bien puestos . aunque eran blancos como u n as peladas almendras traía en las manos un lí enz d delgado y entre él á lo que P P de divisa r un corazon de carne momia segun v e ní a se ' c o y amo amad o D í xo me Montes inos como toda aque j .

de como v uesá merced no se subió sobre el v ejo t e y le molió á coces todos los huesos y le peló las barbas s in d exarle pelo en e llas N o Sancho amigo resp ondió D o n . e xe y o ent nc es Montes inos cuente v ues a merced su historia como de b e que ya sabe que toda c o mp aracio n es odiosa y as í no hay para qué compar ar á n adie con n a di e :la sin par Dul ' c inea del Toboso es quien es y la Señora D o ñ a Belerma ¡ es quien es y quien ha sido y quédese aqu í A 1 0 que . él me respondió se ñor Don Quixote perdóneme v ues a merced que yo con fieso que anduve mal y no d ixe bien en decir que ap énas igualara la Señora Dulcinea á la Señora Belerma pues me bastaba á m í haber ent éndí d o . . Quixote no me estaba á mi bien hacer eso porque esta mo s todos obligados á tener respeto si los ancianos a un que no sean caballeros y principalmente á los que lo son y e s tá n en c a n t a d o s : o sé bien que no nos quedámos sí de y ber nada en otras mu g has demandas y respuestas que eu ' t re los dos p as ámo s . 2 0 4 . tan celebrada en todos estos contornos y aun en t o d o el m undo Cepos qued s d i ó señor Don ' . por no sé que b arrunt o s que v ues a merced es su caba llero p ara qué me mordiera la lengua ántes de compa rarla sino con el mismo c i e l o Con es t a s at is fac í o n que . A esta sazo u d ixo el primo yo no sé señor Don Quixote como v ues a merced en fan poco espacio de tiempo como ha que está all á b axo haya v is . me d ió el gran Montes inos se qu í etó mi corazon del s o b res alt o qué receb i en oír que á mi Señora la compara ban con B e l e rma Y aun me maravillo yo dixo Sancho . D ON QU I XO TE DE L A . M A N CHA renuev a y trae la memoria la desgracia de su mal 1 0 grado amante que si es to no fuera ap énas la igualara en hermosura d o nayre y brío la gran Dulcinea del Toboso .

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esto si su amo pensó Perder el juicio morirse de risa . que como él sabía la verdad del fingido encanto de Dulci nea de quien él había sido el encantador y el levantador . y 1 0 toqué con mis m i smas ma n o s P ero que dirás quan . así porque lo que he contado lo v i por mis propios ojos . porque all í estaban otras muchas S eñ o ras d e los pasados _ _ ” y presentes siglos encantadas en d i ferentes y extrañ as fí guras entre las qu ales conocía él á la Reyna Ginebra y s u dueña Qu í nt añ o na esc anc iand o el vino á L anzarote . y las ó t ras dos aquellas m i smas labradoras que venían con ella que hab lámo s á la sal id a del Toboso P regunté á . S ancho que aquel M erlí n ó aquellos encantadores que e n c a nt ár o n á toda la chusma que v u e s a merced dice que ha visto y comunicado allá b axo le e n c ax áro n en el ma g í n ó la memoria toda esa máquina q u e nos ha conta d o y todo aquello que por contar le queda Todo eso . 2 0 6 . que crees ? le P reguntó Don Quixote Creo respondió ¿ . do te d iga yo ahora como entre otras infinitas cosas y marav i llas que me mostró Montes inos ( las qu ales despacio é sus tiempos te las iré contando en el dí s cí urso de nues ' y t ro viage por no ser todas deste lugar ) me mostró tres labradoras que por aquellos amenís imo s campos iban sal tando y brincando como cabras y ap énas las hube visto . D ON QU I X O TE DE L A M AN C HA ” no creo que mi señor miente respond 1 0 Sancho Sí no . . Montesinos s í las conocía resp o ndí óme que no pero que él imaginaba que debían de ser algunas Señoras prin c i ales encantadas que pocos días había que en aquellos p Prados habian P arecido y que no me maravillase deste . pudiera s ei Sancho replicó Don Quixote . pero no es “ . quando de Bretaña vi n o Quando Sancho P an za oy ó decir . quando conoc í ser la una la sin par Dulcinea del T oboso . .

u í era me h i e ra siquiera me mate por las que le h e di q cho óo por las que le piens o decir s í en las suy as no se corrige y enmienda P ero d í game v ues a merced ahor a . 2 0 7 d el tal t est1 mo mo acabó de conocer indub í tab lementé que su s eñor estaba fuera de JU I CI O y loco de t o d o Pun to y as í le dixo en mala coyu ntura y en peor s az o n . . . otro mundo y en mal punto se encontró con el señor " . P or que seria en b alde y mas porque se llegaba la hora d º ll ! de me convenía vo lver á salir de la si ma D 1 xo rne 3 31 . o nd ió0 Don Quixote no hago caso de tus palabras N i p . sí . . mesmo que andando el tiempo se me daria avis o c o mó habían de ser desencantados él y Belerma y D urand ar te con todos los que all í estaban pero 1 0 que mas p e na me dió de las que all í V i y noté f ué que estándom e diciendo Montes inos e stas razones se llegó á m í por un l ado síñ qu e yq la v iese venir una de las dos compa ' — z . s a merced acá arriba co n su entero Ju 1 01 0 _ tal qual Dios se le hab i a dado hablando sentenci as y dando consejo s . ' . Montesinos que tal nos le ha v u elt o Bien se estaba vue . y o tampoco de las de v u es a merced repli c ó S anch o . u e estam o s en paz ¿ como ó en qu e conoció á la Señora q n uestra ama ? y s í la habló ¿ que d ixo y que le respondi ó? . PARTE 1 1 . . y lo hiciera si no me aconsejara Montes inos que no me can sas e en ello . si cada P aso y no agora contando los m ayores disparate s que pueden 1 magí nars e Como te conozc o Sancho res . . _ Co no c í la respondió Don Quixote en que trae los mes _ mo s vestidos que traia quando tú me la mo s t ráste Hablé . . . . la pero no me respondió P alabra ánt es me volvió las espaldas y se fué huyendo con tanta priesa qú e no la alcanzara una xara Quise seguirla . CAPÍTULO XXIII . y en aciago día b axó v u es a merced caro patron mí o al .

2 0 8 QUIX O T E DE 1 A ¿ MA N CH A ñ eras de la sin ventura Dulci nee y llends IOS ój o s de ' ' " . y la p renda es buena segun parece no hay sino d ár - s elos que s in duda debe de estar puesta en algun grande . lá grimas con turbada y baxa v o z me dixo :mí Se ñora ulcinea del Toboso besa a u es a merced las manos y D v . . bajos y que qu i siera ser un F ú c ar p ara remediarlos y _ u e le hago saber que no puedo u i debo tener s a q yo . el tal recado y v o lv iénd o me al señor Montes inos le . s uplica á v u es a merced se la haga de hacerla saber c o mo est é:y que por estar en una gran necesidad asimis mo suplica á V u eéa merced quan encarecidamente pue - . me diste el otro día P ara dar limosn a á los pobres qu e t ó as e por los caminos ) y le d ixe :decid amiga m ia p . aprieto P renda no la tomaré yo . á v u es a Señora qu e a mi me p esa en el alma de sus tra . lud c árec í end o de su agradable vista y d is creta conver ” . s ea servida su merced de d exars e v er y t iat ar deste s u º . . “ respondió c réá me v u es a merced señor Don Q uixote d e la Mancha que esta que llama n necesidad adonde uiera se usa y o r todo se extiende y á a t o d o s al c a n q p za y aun hasta los encantados no perdona y pues la Señora Dulcinea del Toboso envía á pedir esos seis reales. . le respond í ni m enos le daré 1 0 que pide porque no tengo sino solos quatro reales lo s qu ales le d i (que fu eron los que tú Sancho . P regunté es P osible señor Montes inos que los en cantados Principales padecen necesidad Á 1 0 que él me . . s acio u y q u e le suplico _ quan encarecidamente puedo . d e sea servido de prestarle sobre este fald ellí n que aqu í traigo de coton í a nuevo media docena de reales 6 los que v u es a merced t uv iere que ella da s upalabra de vol v érs elo s con mucha breve dad S u sp end ió me y ad mí róme .

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. . er es prudente juzga lo que te p arec í ere que yo no de b o u i P uedo mas Puesto que se tiene por cierto que al tiempo de su fin y muerte dicen que se ret rat ó de lla y d ixo que él la había inventado P or p arec erle que . D ice el que t esta grande historia del original rad uxo . siendo el mas verdadero hidalgo y el mas noble caba llero de sus tiempos no es posible que no dí xera él una mentira s i le as aet earan P or otra parte considero . de la que escribió su Primer autor Cide Hamet e Bene m í _ g elí que llegando al cap tulo de la aventura de la cue v a de Montes inos en el márgen dél estaban escritas de man o del mesmo Hamet e estas m i smas razones ” N o me Puedo dar á entender ni me puedo p ersua dir que al valeroso Don Quixote le pasase puntual mente todo lo que en el antecedente cap ítulo queda es c rito L a razon es . com o neces arias al v erd ad em ent endimient o d es t a m ' nd e lzzs t o rí a g . D on de s e cu ent a n mí ! mndaj as t a n imp ert inent es za . u e él la c o n t ó y la d ix con t das las circun s tancias q o o dichas y que no pudo fabricar en tan breve espacio tan gran máquina de disparates y si esta aventura p a rece apócri fa yo no tengo la culpa y as í sin afirmar la por falsa ó verdadera la escribo Tú let o r pues . que todas las aventuras hasta aqu í sucedidas han sido c o nt íngí b les y v erisímí les pero es ta desta cueva no le hallo entrada alguna p ara tener la P or verdadera p o r ir tan fuera de los términos t a . 2 1 0 D ON QUIX O TE DE L A M A N C HA C APÍTUL O XXIV . z o nab les P ues pensar yo que Don Quixote mintiese .

t i arad a para el otro libro que v o y componiendo que es p . PARTE C A P ÍTU L O X X I V ' 2 1 r . S up lement o d e Vzrgzlzo P o lzd o ro en ¡a mw nczo n d e las a nt í ued a d w y creo que en elsuyo no se acordó de ' g . ber conocido á v u es a merce d que 1 0 tengo si gran feli cidad L a segunda haber sabido lo que se encierra en es . . cion blanda que ent ónces mostraba porque s í as í no fu e ta palabras y razones le dixo Sancho que merecían mo lerle palos porque realmente le pareció que habia andado at rev idillo con su señor á quien le dixo yo se ñ o r Don Quixo te de la Mancha doy por bien emplea d í s í ma la jornada que con v u es a merced he hecho por que en ella he grangeado quatro c os a s L a primera ha . . poner la de los nayp es como la pondré yo ahora que T OM III _ . d e hablar no la pudo aprender enc antado sino quando no lo estaba en Francia y en tiempo del re ferido Empe rador Carlo Magno Y esta av erigu acio n me viene p in . . convenía y qu adrab a bien con las aventuras que había leido en sus historias Y luego prosigue diciendo E sp ant ó s e el primo as í d el atrevimiento de Sancho P anza como de la paciencia de su amo y juzgó que del contento que tenía de haber visto si su Señora Dulcinea del Tobos o aunque encantada le nacía aquella condi . ta cueva de Montes inos con las mutaciones de Guadia — x na y de las lagunas de R uidera que me servirán para el Ov idio E sp añ o l que traigo entre manos L a tercera . entender la ant í gú ed ad de los n ayp es que por 1 0 m enos ya se usaban en tiempo del Emperador Carlo Magno se gun puede c o legí rs e de las palabras que v ues a merced dice que dixo D urandarte quando al cab o de aquel grande es pacio que estuvo hablando con él Montesinos él desper t á diciendo : paciencia y barajar Y esta razon y modo .

nas el tal ermitaño preguntó S a nc h o P o c os ermitaños es ? . al rigor y estrechez a de entónces no llegan lés penitencias . réu sin ellas respond ió Don Quixote porque no son los que agora se usan como aquellos de los desiertos de E gip . quien puedan dirigirse dixó el primo N o in u c ho s res . quarta es haber sabido con certidumbr e el nacimiento ' del rí o Guadiana hasta ahora ignorado de las gentes Vue . de la tierra Y no se entienda que por decir bien de aque . pero quédese esto aquí p a ta u e tiempo mas cómodo y vamos á buscar adond q e recoge m os esta noche N o lej o s de aqu í respondió el . llo s no lo digo de aquest o s sino que qui ero decir que . “ ó ndió D o ñ Quixote y no porque no 1 0 merezcan sí p - no que no quieren admitirlos p o i ñ o obligarse á la s al ' ' t is fac io n que parece se debe al trabajo y ¿ o rt esí a d e ' sus autores U n P r í ncipe conozco yo que puede suplir . primo esta una e rmita donde hace su habitacion un ' ' ermitaño que dicen ha sido soldado y está en opinion de ser un buen christiano y muy discreto y caritativa ad emas Junto con la ermita tien e una pequeña casa que . é l ha labrado á su costa pero con todo aunque chica . es capaz de recibir huéspedes ¿ Tiene por ventura galli . 2 1 2 D ON ' Q U IX O TE D E L A M AN C HA será de mucha importancia y mas álegando autor t an grave y tan verdadero como es el señor Durandarte L a . s a merced tiene razon dixo D ón Quixote pero querrí a y o saber ya que . to que se vestían de hojas de palma y comían raices . Dios ' le haga * merced de que se le ' dé li cencia para imprimir eso s sus libros que lo dudo á quien piensa dirigirlos Señ o res y Grandes hay en España á . . la falta de los demas con tantas ventaj as que si me at reV iera á decirlas quizá despertara la invidia en mas de quatro generosos p echó s .

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. Lo ca t o Respondió que su señor no lo tenia pero qu e * * . D ON " QUIX O T E DE L A . cer debian de ser lo s calzones ó gregú es c o s y herreru elo ' . na Si yo la t uviera de agua respondióo S ancho pozos . das de Camacho y abundancia de la c asa de Don D í e g o y quantas veces os tengo de echar m enos ! Con esto d exáro n la ermita y p icáro n hác ia la v enta y a poco ' . v ab a la espada sobre el hom b ro y en ella puesto un bul… to 6 envoltorio al parecer de sus vestidos que al pare . . trecho t o p áro n un manc ebit o que delante dellos iba c a minando no con mucha pr1 esa y as í le alc anz áro n L le . no f u era en v erdad . El primero que le habló fue Don Quixote d iciéndole mu y á la ligera camina v u es a merced señor gglan ¿ y _ si es que gusta decirlo A lo que _ adonde bueno ? sepamos . s i t u v iera d ineros . 2 1 4 . y alguna camisa porque traia puesta una ropilla de ter c io elo con algunas vislumbres de raso y la camisa de p fuera las med ias eran de seda y los zapatos quadrados si uso de Corte la edad llegaría á diez y ocho ó diez y nue v e años alegre de rostro y al parecer ágil de su perso n a ib a cantando seguidillas para entretener el trabajo del camino Quand o llegáro n á él acababa de cantar una que . el mozo respo ndió el caminar tan á la ligera lo causa el . . M AN C HA t aermit áñ o en la ermita halláro n P idiéró nle de u “ e q . . . hay en el camino donde la hubiera satis fecho ¡ Ha b o ' . si querían agua barata que se la daria de muy buena ga . el primo tom ó de memoria …que dicen que decia : Á la g u erra me llev a mi neces ida d .

“ acabados los negocios á que venían á la Corte se v o l . . a compañ í as de I n u 1 s fanteria q ue no están doce leguas de aqu í donde asen . Quixote ¿ es posible que en los años que sirvió ño ha p o d ido alcanzar alguna librea ? Dos me han dado resp o n d ió el page pero as í como el que se sale de alguna reli gion ánt es de pro fesar le quitan el hábito y le vuelven sus vestidos así me volvían á mí los mios mis amo s que . Grande de E spaña 6 algun principal p ers o náge resp o n . vo y desta manera hasta alcanzar . . 2 1 5 calor y la pobreza y el adonde y es á la guerra ¿ C vo . taré rñ i plaza y no faltará n bagages en que caminar de all í adelante hasta el embarcadero que dicen ha de ser . o e vo en este envolt rio unos gr gú o de terci opelo e es co s . tura ? preguntó el primo S i yo hubiera s erv id o á algun . . C AP ÍTUL O XXIV . mísera y atenuada que en pagar el almidonar un cuello se consumía la mitad della y seria tenido á milagro que un page aventure ro alcanzase alguna siquiera razonable ' ventura Y d ígame por su vida amigo pregu ntó Don . me podré honrar con ellos en la ciudad y no tengo n . en Cartagena y mas quiero tener por amo y por Señor al Rey y servirle en la guerra que no á un pelon en . ne el servir á lo s buenos u e d el t inelo suelen sa lir á q _ ser A l fere z oó Cap it anes ó con algu n buen ent ret eni ' miento pero yo desventurado serv í siempre si catari . d ió el mozo á b u en seguro que yo la llevara que eso tie . h eras y á gente adve nediza de racion y qui t ac io n tan . . compañeros desta ropilla i los gasto en el camino no s . PARTE 1 1 . o mo la pobreza preguntó Don Quixote que p el ? or ca lor bien puede ser Señor replicó el mancebo y ll . la Corte ¿ Y lleva v u es a merced alguna ventaja por ven . co que comprar otros y as í por esto como por orearme º i .

s e el I taliano d ixo Don Quixote pero con todo eso tenga á felice ventura el haber salido de la Corte c on tan buena intencio n como lleva porque no hay otra cosa en la tierra mas honrada ni de mas provecho que servir á Dios pri meramente y luego si su Rey y S eñor natu ral especialmente en el exercício de las armas por las u ales se alcanzan si no mas riquezas alo méno s mas hon q . ra que p or las letras como yo tengo dicho much as v e ces que puesto que han fundado mas mayorazgos las le tras que las armas todaví a llevan un no sé que los de las armas á los de las let ras con un s í sé que de esplen ' dor que se halla en ellos que los aventaja á t odos Y . que la impensada la derepente y no prevista y aun que respondió qomo gentil y ageno del conocimiento del verdadero Dios con todo eso d ixo bien para ahor rars e del sentimiento humano que puesto caso que os maten enla primera faccio n y re friega 6 ya de un tiro de artillerí a ó volado de una mina ¿ que importa ? Todo es morir y acab ose la obra y segun Terencio mas bien parece el soldado muerto en la batalla que Vivo y sal v o en la huida y tanto alcanza de fama el buen solda do quanto tiene de obediencia á sus Capitanes y á los . . esto que ahora le quiero decir llévelo en la memoria . y es que aparte la imaginac io n de los sucesos adversos q u e le podrán venir que el peor de todos es la muer t e y como esta sea buena el mejor de todos es el mo * rir P re unt áro nle á . que le s erá de mucho provecho y alivio en sus trabajos . g Julio C ésar aquel v aleroso Empe rador R omano qual era la mejor muerte Respondió . 2 1 6 D ON QUIX O T E DE L A M AN C H A Vian sus casas y recogían las libreas que por s ola os tentacion habian dado N otable esp ilo rc herí a como di .

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… b re . otro Regidor del mismo pueblo le dixo :d adme albricias . ter o lehab ia dicho qu e estaba y hallóle . ñ o d euna mu c haé ha criada suya ( y esto es largo de con tar ) le faltó un asno y aunque el tal R egidor hizo las di ligencias posibles por hallarle no fueposible Quince d ias . ta sucedi ó que á un Regidor d él por industria y enga . 2 1 8 D ON QUIX O TE DE L A M AN C HA C AP Í T U L O XXV . hombre le respondió :mas despacio y no en pie se ha d e tomar el cuento de mis mara vi llas : d éxeme v u es a mer c ed señor bueno acab ar de dar recado mi bestia que ' . o ndió Don Quixote que o os ayudaré á todo y as í p y lo hizo ahechándo le la cebada y limpiando el pese . y díxo le que en ' todo caso le dixes e luego lo que le hab í a de decir d esp u es acerca de 1 0 que le había preguntado en el camino El . N le c o ciá el pan á Don Quixote como suele decir o sé se hasta o í r y sabe r las maravillas prometidas del hom bre conduto r de las armas F uéle á buscar donde el v en . hu mild ad que obligó al h ombre á contarle con bue — na volunta d lo que le pedia y sentándose en un poyo y D o n Quixote junto á él teniendo por Senado y auditorio al pr imo al page á Sancho P anza y al ventero comen ' 2 6 d eci r d esta manera sabrán v ues as merce des qu e . . segun es pública v o z y fama que el asno faltaba quand o estando en la plaza el Regidor perdidoso. en un L ugar que está quatro leguas y media desta v en . la del R eb u z no y la gm ' se ap u nt a av ent u ra de/Tzt erero co n las memo rables a dzv znanz as ' ' ' ' d el mo no a div ino . se rian pasados . o le diré c o s as e le admiren N o quede por eso res ' y q u . .

por Dios que no i ” ' . pero está g y a tan montaraz y t an u rañ o que quando llegu é á él se fu e huyendo y se entró en lo mas escondid o del mon . ? amo s donde ha parecido En el monte respondió el p . s ele ant ec o er delante de m í y t raéro s le . . . b allad o r le Vi esta mañana s in albarda y s i n aparejo alguno y tan flaco que era una co mp as io n miralle :qui . sabeis algun tanto dad el hecho por c on c luido ¿ A lgun ' . te si quereis que volvamos los dos a buscarl e d exad . ' . tod o y de trecho en trecho reb uz naréis v o s y reb uz . . . T OM III . . . z cho placer me haréis dixo el del Jumento é yo pro eu . me poner esta borrica en mi c asa que luego vuelvo M u . pero se . w ¡ pie y mano mano se fu eron al monte y Llegando al . tanto decis compadre dixo el otro . 1 9 . rancias todas y de la mesma manera que yo lo voy c o n _ tando lo cuentan todos aquellos que est án enterados en la verdad deste caso En resolucio n los dos Regidores á . . . P A R T E I I C A Í Í TU L O X X V . compadre que vuestro jumento ha parecido Y o os las . lugar y sitio donde p ens áro n halla r el asno no le ha . . . una traza me ha venido al pensamiento con la qual sin duda alguna podr emos descubrir este animal aun que es: té metido en las ent rañ as de la tierra no que del mon te y es que yo sé rebuznar maravillosamente y Si v o s . Regidor que le habia visto al otro :mirad c ompadre . raré p agáro s lo en la mesma moneda C o n estas c i rc uns . lo Veremos respondió el R egidor segundo p orque ten » _ e o determinado que o s v ais Vos por una arte d el mony g p _ te yyo por Otra d e m o do que le rodeemos y ende nté s . mando y buenas Compadre respondió el otro . lláro n ni pareció por todos aquellos contornos aunque mas le b u s cáro n V iendo pues qu e no parecía dixo el . . d é la v entaja si nadie u i au n á los mesmos asnos A hora .

. d ió el dueño sino es en casos semejantes como el que traemos entre manos no nos p uede n servir en otros y . la traza m ejor os atañen y tocan si v o s qu e a m í com . traza es excelente y digna de Vuestro gran i ngen i o y . dividiéndose los dos segun el acuerdo sucedió que c a . padre que por el Dios que me crió que podeis dar dos rebuznos de ventaja al mayo r y mas perito reb uz na ” dor del mundo porque el sonido que t eneis es alto lo sostenido de la voz á s u tiempo y compas los d exo s muchos y apresurados y en resolucion yo me doy por vencid o y os rindo la palma y doy la bandera desta ra ra habilidad . respondió el due ñ o del j umento :digo compadre que la . . el perdidoso es posible compadre qu e no fué mi as .A hora digo respondió el dueño que me . no el que reb uz nó N o fue sino yo respondió el otro ? . llegaba al extremo que decís Tamb ien diré yo ahora . . si á un mesmo tiempo reb uz náro n y cada uno engaña do del rebuzno del otro acudi eron á buscarse pensando que ya el jumento había parecido y en viéndose d ixo . que hay raras habilidades perdi " respondió el segundo das en el mundo y que son mal empleadas en aquellos que no s aben aprovecharse dellas L as nuestras resp o n ' . A hora digo dixo el due ño que de vos á un asno com a padre no hay alguna di ferencia en quanto toca al reb uz nar porque en mi vida he visto ni oido cosa mas pro ia Esas alabanzas y encarec i m i ento respondió el de p . tendré y estimaré en mas de aq uí adelante y pensaré que sé alguna 0053 pues tengo alguna gracia que pues . 2 2 0 QUIX O TE D ON L A M AN C H A DE - nar eyo y no podrá ser m enos sino que el asno n oya os y nos responda si es que está en el monte Á lo que . to que pensara que reb uz nab a bien nunca entend í que .

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se P edro traia cubierto el ojo izquierdo y casi medio carrillo con un parche de ta fetan verde señal que todo aquel lado debía de estar en fermo y el ventero prosi guió diciendo :sea bien venido v u es a merced señor Mae se P edro ¿ adonde está el mono y el retablo que no los v eo ? Y a llegan cerca respondió el todo c amu z a sin o o me he adelantado á saber si ha posada A l mismo . u ad ro n . día han de salir en campaña los de mi pueblo que son los del rebuzno contra otro L ugar que es t á á dos leguas del nuestro que es uno de los que mas nos persiguen . _ parecido no sé otras y con esto dió fin á s u plática el buen ho mbre y en esto entró por la p uerta de la venta u n ho mbre todo v es t id o d e c amu z a medias re íí es c o s ' g g y jubon y con voz levantada d ixo señor huésped ¿ hay posada ? que viene aqu í el mono adivino y el retablo de la libertad de M elis endra Cuerpo de tal d ixo el v en .. “ . tero que aqui está el Señor Maese P edro buena noche se nos ap arej a O lv idáb as eme de decir como el tal Mae . Y estas son las mara villas que dixe que os había de contar y si no os lo han . han salido contra los burladores los burlados á q darse la batalla sin pode rlo remediar Rey ni Roque . y por salir bien apercebidos llevo compradas estas lan z as y alab ard as que b abeis visto . 2 2 2 D ON QUIX O T E DE L A M AN C HA d emanera que son conocidos lo s naturales del pueblo del reb u zno como son conocidos y di ferenciados los n egros de los blancos :y ha llegado 51 tanto la desgracia dest a bur la que muchas veces con mano arm ada y formado es . q u e y y . ni te mor ni v ergií enz a Y o creo que mañana ó es o tro ' . . Duque de A lb a s e la quitara para d ársela al señor Maese _ P edro respondió el ventero :llegue el mono y el reta blo que gente hay esta noche en la venta que pagará ' .

respondió el ventero este es un famoso t it erero que ha muchos dias que anda por esta Mancha de A ragon ense “ ñ and o un retablo d e M elis end ra lib ert ad a p o r el famoso ' ' Don Gayféro s que es una de las mejo res y mas bien rep t e sentadas historias que de muchos años á esta parte en este reyno se han visto :trae asimismo consigo un niono de la mas rara habilidad que se v ió entre monos u i se imaginó entre hombr es p o rque s i le preguntan algo está atento á s lo que le preguntan y luego salta sobre los homb ros d e s u amo y llegándo s ele al oido le dice la respuesta — de lo que le preguntan y Maese P edro la d eclara luego ' . gunta si es que el mon o r espond e qui ero des i r sr res ' po nde el amo por él d esp u es de haberle h ablad o al oi “ * do y as í se cree que el tal Maese P edro está riquísimo . el verle y las habilidades del mono Sea en b u n hora .¿ de y sin cola con las posaderas d e ñ eltro pero no de ma ' . y es hombre galante como dicen en I talia y bon comí paño y dase la mejor vida del mundo habla mas que Seis y bebe mas que doce todo á costa de su lengua y de su mono y de su retablo En esto V olV1 o el M aes e P edro y en una carr eta venia el retablo y el mono gran . P ARTE II C A P Í T U L O x xv . g ú nt ó luego Don Quixote al ventero que Mae ge P edr o era aquel y que retablo y que mono traia A lo que . y de las cosas pasadas dice mucho mas que de las que es réu por venir y aunque no todas veces acierta en todas … . ' e . respondió el del parche que y m oderaré el precio y “ o ' con sola la costa me daré por bien pagado y yo v u el v o á hacer que cam i ne la carreta do nde yiene el mo no y el retablo y luego se volvió á salir de la venta P ie ' . eu las mas no yerra … de modo que nos hace creer que t ie ne el diablo en el cuerpo Dos reales lleva por cada pre . 22 3 .

los se rvicios . ¿ quien lo puede saber mej o r que y mesmo ? y pagar y o o porque me digan lo que Sé seria una gran necedad . z ara las dos colunas de Hércules ¡ ó res u c it ad o r insigne de la ya puesta en ol v ido andante caballer ía ! ¡ ó no jamas como se debe alabado cab allero Don Quixote de la Man cha ánimo de los desmayados arrimo de lo s que v an á … c aer brazo de los caidos báculo y consuelo de tod os lo s desdichados ! Quedó pasmado Don Quixote absorto S ancho susp enso el primo atónito el page abobado el . a gun tanto Voto r d ix Sancho no dé y un ardi . y dando c o n la mano derecha dos golpes ' ' s o b re el hom b ro iz uierdo en un brinco se le puso el q mono en él y llegando la boca al oido daba diente con ' d iente muy ap ries a y habiendo h echo este ademan por e spacio de un credo de otro brinco se puso en el sue ' lo y al p unto con grandí sima priesa se fueMaese P edro " á poner de rodillas ant e Don Quixote y ab raz ánd o le las p iernas dixo :estas piernas ” abrazo bien as í como si abra . ' pero pues sabe las cosas presentes he aqu í mis dos rea les y d í game el señor mo ní simo ¿ que hace ahora mi muger T e resa P anza y en que se entretiene N o quiso ? to mar Maese P edro el dinero diciendo :no quiero re — cebir adelantados los premios sin que hayan precedid o ' ' . e e mo ¿ que ha de ser de nosotros y Vea aqu í mis dos reales ? ? . o ve nir de las pasadas sabe algo y de las presentes l . ¡ D ON Q U I X OÍ B ' DE L A M A N C HA l cara y ap enas le V D on Qui xote q a . ar us o o te p orque me digan lo que por m í ha pasado porque ' . uando le p r gun 10 ¡ e tó : d ígam e merced señor adivino ¿ que p x pilla v u es a . 2 2 4 . mal no responde ni da n ticia de las cosas que están por . y m nd ó á Sancho que se los diese á Maese P edro el a qual r espondió por el mono y dix señor este ani o .

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. ' - te mono y hallo por nii cuenta que s in duda este Maese P edro s ixamo debe de tener hechb pacto tácito ó exp re s o con el d emonio S ie 1 pati o es espeso y d el demonio ' . que es 1 0 que este universal enemigo pretende y hác e ' . 2 2 6 D ON QU I XO TE DE L A M A N C H A ses del mundo y agora porque se lo debo y po r darle gusto quiero armar mi retablo y dar placer á quantos est án en la venta in paga al gu n a O yendo 1 qual el ven s . Quixote no estaba muy contento con las a divi n a n zas del mono por Parecerle no ser si p rº p ósít 0 qu e un mono “ f . 0 tero alegre sobre manera se ñ aló el lugar donde se p . . este mono habla Co n el estilo del d iablo y estoy mara: villado co mo no le han acusado al Santo Oñ eí o y exá … º - . dixo Sancho s in duda debe de ser muy s ucí o patio ¿p e ' “ ro de que provech o le es al tal Maese P edro ten er esos patios > N o me entiendes Sancho no qu 1 ero d ecir s í s no que debe de tener hecho algu n concierto Co n el de ' monio de que in funda esa habilidad en el mono con q ue gane de comer y d esp ues que esté rico le dará su alma . me creer esto el ver que el mono no resp onde sino á las c osas p asa d as presentes y la sabidurí a del diabl o no " s e puede extender a mas que las p o r v enir no las sabe ' . o día poner el retablo que en un Punto fué hecho Don . adivinase ni las de por venir ni las p as gdas cosas y as í en t ant o qu e Maese P edro ac omodaba el retablo se re ' ' _ tiró Don Quixote con Sancho á un rincon de la caballe ' riza d onde s in ser oídos d e nadie le dixo m i ra S an cho yo he considerado b í en la extraña habilidad des . sino es p o r c o n ¡et uras y no todas veces que á solo D iº s . _ s ente : s iendo esto as í c o m o lo es está clar o e y q u — . _ . est á reservado con ocer los tiempos y los rñ o mento s y _ l ' p ara él no hay pasado ni por venir que todo es pre .

reñ arí a y arí rí a tres erri co s el uno verde el otro p p p eu . S eñora sé yo que p regunt ó á uno d est o s ñ gurero s que . p ero o haré que in e aó o ns e € p y j as pues to : ha queda un no sé u e de es c rú ' q u e n ie d e r q ¿ . que todo fu e embeleco y mentí — º ka ó p o i: 1 0 menos cosas s o ña d as Todo P od ría ser re5 ' ' . cedió fue que de all í a dos di as se murioó la pe rra de ahí ' t a y el señor levantador quedó acreditado en el L ugar . ro s que pariese A 1 0 que el se ñ or judiciario d espu es de . t al perra se cubriese entre las once y doce del d í a 6 de . P resuma de alzar una figura como si fuera una sota de . ignorancias la verdad maravillosa de la ciencia De u na . pulo en es to llegó M aese P edro á b ds c áf á D o n ' . ui su amo ni él alzan ni saben alzar estas ñ ú ras que lla g man judiciarias que tanto ahora se u sa n en E spaña que » . carmedo y el otro de mezcla con tal condicion que la . no hay mu g erc illa n i page . . . q ú e v ue s a m erc ed d í xé s e ' Ma ese P edro preguntase á su mono si es verdad 1 0 que á v uesa merced le pasó en lá cueva d e Montes inos que yo para m í tengo con per “ = don d ev u es a merced . o n dió Don Qui xote . " - “ ' q u e. . y decirl e qu e ya est ab a en ó rd en e lríret ab lo . ! . . . . nayp es del suelo echando á perder con sus mentiras é . CAPÍTULO xxv . Quixote . 2 2 7 mí nádo le y s acádo le de cu ajo en virtu d de quí en adi / º vi n a porque cierto está que este mono no es ást rólo go . haber alzad o la figura respon dió que la Perríc a se em . s q 1 h erc ed vini e s e á :V erle ó p q r u e ' 1 0 me recia Don T OM II - . PARTE I I. o r ac ert ad í s imo judiciario como 1 0 quedan todos 6 p lo s mas levantadores Con todo eso querría d ixo Sancho . la noche y qu e fuese en lúnes ó en sábado y lo que su . . ni zapatero de viejo que no . . . s í U na errí lla de falda pequeña qu e tenía si se emp te P ñaria y p arí ria y quantos y de que color serian los P er . .

. como dicho tiene ¿N o lo decia yo dixo Sancho que . i . . s i cier tas cosas que le p as áro n en una cueva llamada de Montes inos si fuéro n falsas verdaderas y haciéndol e . i í º xote u e es u na de lgs co s as m as d e v er que hoy tiene q “ r . Maese P edro el morie dice que parte d e las cosas que v ues a merced v ió pasó en la dicha cueva . d ixo mirad se ñ or mó no que este caballero qu iere sab er . h o se me podia asentar que todo lo que Vu es a merced . la acostumbrada señal el mono se le subió en el hombro izquierdo y hablándole al parecer en el oído dixo lu egó . b rí d o r de todas las cosas no se dexa ninguna que no lei ' s aque á la luz del sol aunque esté escondida en los se » ' n o s de la : t ierra y p o r ahora baste esto y v ámo no s * . Sancho respondió Don Quixote que el tiempo des en . . son falsas y P arte v erí símíles :y que esto es lo que sabe ¿ y no otr a ' — " cosa en quanto sí esta pregunta y que si Vu esa mer c ed ' _ q u í s í ere saber mas que el vi e rnes venider o responderá á t o d o lo que se le p regu nt are que por aho ga se le há ' acabado la virtud que no le vendrá hasta el vi ernes. 2 2 8 D ON QUIX O T E DE » L A " M A N CH A Quixot elecomunicó su pensamiento y le rogó p regú ntae ” se luego á su mono le dí x es e si ciertas cosas que ha bí a asado en la cueva de Montes inos habían sido soñadas p _ verdaderas porque si él le parecía que tenían de todo A . _ v er el retablo del buen Maese P edro que p ara m í ten ' + g b que debe de tener alguna novedad ¿ Como alguna ? . 1 0 que Maese P edro sin responder palabra volvió á traer el mono y Puesto delante de Don Quixote y de Sancho . señor mí o ha dicho de los acontecimiento s de la cue ' ya era verdad n i a u n la m í t ad ? L o s sucesos lo dirán. I e s p ó hdí ó Maese P e d í o sesenta mil encierra en s i este ' ' º m retab lo í á merced' m señ or Don Qu “ i d go le zv e a u s .

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haberle dicho muchas cosas acerca del peligro que cor ría su ho nfa eri no procur er la lib ertad de su esposa di “ . a d e M elzs endm es t a o lv idado Q y ue . Y aqu el personage que all í asoma con corona en la c á beza y cetro en las manos es el Emperador Carlo M ag . c en que le d 1 xo : harto os he dicho m1 radlo Miren vue . ñ ír y adviertan con la vehemencia y ahínco que le ri _ ñ e que no P arece sino que le quiere dar con el cetro media docena de c o s co rro nes y aun hay autores que di cen que se los dió y muy bien dados y despues de ' _ . 1 I TE D E L A M AN C HA " 2 3 0 ' Q U D ON XO T rata de la libertad que d lo el señor Don G ayféro s su e sposa M elis end ra que estaba cautiva en España en p o . . > ad re putativo de la t al M elí send ra no i el q ual mohi no de ver el ocio y descuido de s u yerno le sale á re ' . sas m ercedes t embien como el Emperador vuel v e Ias G '' es ald ag p y dexa despechado á Don a fe ro s y el qua l ya y en como arroj a 1 mpacxente de la cólera l ejos de s í el tablero y las tablas y pide ap rí es a las armas y á D o n Roldan su primo pide prestada su espada Durindana y c omo Don K old eh no se la quiere pr e star . con esto se ent ra á armar para ponerse luego en c am i n o . o freciénd o “ ¡ le su compañ í a en la di fí cil empresa en que se po ne p e 1 ro él v aleroso enojado no lo quiere aceptar ántes di e él solo es b as t añt e p ara s ac ár á su esposa ce qu s i bie n estuviese met í d a en el más hondo centro de la tierra y . der de Moros en la ciudad de S ans u eñ a que as í se lí a maba ent ónc es la que hoy se llama Z aragoza y vean ' v u es as merc edes all í como esta jugando á las tablas D o n ' G ayféro s segun aquello que se canta J ugando es t a a las ta b las D o n Gayf2ros ' ' º . Vuelvan v uesas mercedes los o j o s a aquella torre que ' .

PARTE 1 1 CAPÍTULO XXVI 2 3 1 .grave Mo ro que está en a quellos c o rfed o res es el R ey Mar si lio d eS ansu eñ a el qual por haber visto la insolencia . veces se ponía á mirar el c amino de Francia y puesta la imaginacio n en P ar i s y en su esposo se consolaba en su cautiverio Mire n t ambien un nuev o c aso que ahora “ . le mandó luego Prender y que le d en do cientos azotes llevándole P or las calles acostumbradas de la “ ' . dixo po n v o z alt a á esta s az o n Don Quixote seguid vues ' ” - . all í pa rece que se presupone que es una de las torres ' * . . puesto que era un pariente y gran privado _ d el Moro suyo . d el A lcázar de Z á rago z a que ahora llaman la A lj aferí a _ . c allandic o y pasito á paso puesto el dedo en la boca . . tra historia línea recta y no os metais en las curvas ó - tra nsver sale s que P ara s ac aru na verdad en 1í1n p í o me ' ' n es tfer pruebas y repruebas T amb ien dixo . . . suce de quizá no visto jamas ¿N o ven aquel Moro que . ciudad con c híllad o res delante y env aramiento detras : v eí s aquí donde salen á executar la sentencia aun ' y b í en a p en as no habiendo sido puesta en exec u cio n la cul a . . y aquella dama que en aquel b aló o n Parece vestida á lo m oro es la sin P ar M elisendra que desde all í muchas . porque entre Moros no hay traslado á la parte _ p u i á prueb e y est ese como entre nosotros N iño niño . se llega por las espaldas d e M elis endra P ues mí reñ c o ? mo la da un beso en mita d de los labios y la priesa que ella se dá a es c upir y á limpiárs elo s con la blanca man ' g a de su c am i sa y como se lamenta y se arranca de p e s ar s us hermosos cabellos como si ellos tuvieran la cul p a del maleñ c í o Miren t e mbien como aquel . M aes e Rédro d esde dentro :muchacho no te metas en ' d ib uxo s s i no haz lo que ese Señor te manda que será ' i .

o r Ga yf re u nt ad ' p eros p g . capa gas oma es la mesma de Don G yfé e . Mas ¡ ay s in ventura ! que se le ha asido una p unt a del ' fáld ellí n de uno de los hierros del balcon y está pen ' dient e en el ayre s in poder llegar al suelo P ero veis ' . e b ien como los relinchos del caballo d an se ñ ales que v a . á quien u a ro s . n o c id o y mas ah o ra que vemos se descuelga del b álc o n p ara ponerse en las a nc as del caballo de su buen esposo . lí s end ra acostumbrada semejantes caballer ías Veis tam ' . . s espo a ya vengada del atrevimiento del enamorado Mo s . . . s contrapuntos que se suelen quebrar de til Y lo ha so es . ó no el rí có fald ellín ase de ella y mal de su grado la ' hace baxar al suelo y luego de un brinco la pp ne sobre _ las a nc as de su caballo aho rc ajád as c ómó hombre y la ' — manda que se t ehga fuertemente y le eche lo s brazos . o r las espaldas de modo que los cruce en el pecho p . to con mejor y mas soseg do semblante se ha puesto á a los miradores de la torre y hab la con s u e sp o s o creyen . 2 3 2 O N QU I XO T IDE D E L A MAN C H A ' 1 mas acertado sigue tu ca n t llano y no te meta en 0 o . L as quales no digo yo ahora porqu e de la p ro lixí dad se _ suele engendrar el fastidio b asta v ei como D o n G ayfé ' ' ros se descubre y que por los ademanes alegres que Me lis end ra hace se nos da á entender que ella le ha c o . esta figura que aqu í parece á cab allo cubierta con una . do que es algun p asagero con quien pasó todas aquellas razones y coloquios de aquel romance que dice Cab allero s z ¿í F ra n c ia ¡d es ' . porque no se caiga á causa que no estaba la Señora Me . como el piadoso C ielo socorre en las mayores necesid a _ des Pues llega Don G ayféro s y sm m1 rar 51 se rasgará . o ré í respondió el muchacho y prosiguió diciendo as .

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t ruendo Don Quixote p arec ióle s er bien dar ayuda á los que hu í an y levantán d ose en p ié en voz alt a dixo : n o c o ns ent í ré yo que en n1 is días y en mi presencia s e ' le haga supercherí a á tan famoso caballero y á tan atre vido enamorado como Don Gayféro s : detene os mal na ' cida c a n alla no le sigais ni persi gai s sí no conmigo ' sois en la batalla y diciendo y hacieu dp d es env aynó la espada y de un brinco se puso junto el retablo y c o n acelerada y nunca vista furia comen z ó á llover cuchi lladas sobre la t it erera mo rí s ma derribando á unos des ¡ ' c ab ez and o á otros estropeando á este destrozando a aquel y entre otros muchos tiró un alt ib axo tal que sí Maese P edro no se ab axa se encoge y agaz ap a le cer cenara la cabeza con mas facilidad que si fuera hecha de masa de mazap an Daba voces Maese P edro diciendo : . los han de alcanzar y los han de volve r atados á la cola de su mismo caballo que seria un hdrrendo esp et ác u lo V iendo y o y endo pues tanta mo ris ma y tanto es . d ad ero s Moros sino unas figurillas de p as t a :mire p e cador de mí ! que me destruye y echa á perder toda mi hacienda Mas no por esto d exab a de menu dear Don Quí . deténgase v u es a merced señor Don Quixo t e y advier ta que estos que derriba destroza y mata no son ver . miren quanta y quan lucida caballerí a sale de la ciuda d en s eguimiento de los dos católicos amantes quantas t ró m petas que suenan quantas dulz aynas que tocan y quan " tos atabales y at amb o res que retumb an t émo me qu e . D ON Q IX O TE DE U L A M AN C HA te mas í mp r0p í edad es que tiene átomos el sol A s í es la . xote cu chilladas mand o b les t aj o s y reveses como 1 1 0 vidos Finalmente en m e nos de dos credos dió con to . verdad replic ó D on Quixote y el muchacho d ixo : ” . . 2 34 .

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sabrá y t e 1 0 querrá pagar y satis facer con muchas ven . gra que M elí s end ra era M elisend ra Don Ga féro s D o n y . que sean benditos y alabados los Cielos all á donde tiene n mas levantados sus asientos En fin el Ca balle ro d e la Trzs t e F igura había de ser aquel que hab ía de d esñgu rar las m i as E nternecí ós e S an . 12 D O N QU I XO TE D E L A M A N C H A 3 6 los y endereza tuertos y hac e otras obras caritativas . parte de las h ec huras que m e ha deshecho quedaría con tento y s umerced aseguraría su conciencia porque nó se p uede salvar quí en t í ene lo ageno contra la volunta d2 de su dueño y no lo res t itu ye A s í es dixo Don Qu i ' “ . con quien me suste ntaba yo sino con ellos A hora a c a ? b o :de creer dixo á este punto Don Quixote 1 0 que o tras muchas v ec es he creído que estos encantador es ” q ue me persiguen nó hác en sino P onerm elas ñ guí as c o ' * º º * " _ ní o ellas so u d elarít e de los ojos y luego me las mudan - ' ' t ru ec an en las que ellos quieren Real y v erd ad eramen “ 2 y . . el corazon p ó rqu e te hago saber que es mi señor D o n . que P asaba al pie de la le ' ' . . rajas Con que me pagase el señor Don Quixote algu n a ' . te o s digo señores qu e me oís qu e á m í me pareció todo lo qu eaqu í ha pasado . . Quixote tan c atólico y escrupuloso christí áno que s i él cae en la cuenta de que te ha hecho algun agravi o te lo . . pero has tá ahora yo no sé que tenga nada v u est ró Ma ese P e dro :¿Co mo no respondió Maese P edro ¿ y es ? _ ? tas reliquias que están po r este duro y estéril suelo ¿ qu íeri las esparció y aniquil á sino la fuerza invencible des e poderoso brazo ? ¿ y c uyos eran sus cuerpos sino míos ? ¿y . _ xote . no llores M aese P edro ni te lamentes que me qu ie b ras . cho P an za con las razone s de Maese P edro y d í xo le: . ' y en m í solo ha ve nido á faltar su nt n í n generosa 1 e c o .

El v entero y Sancho dí xéro n que as í lo h arí an y lue o M aese P ed ro alz ó del suelo con la cabeza me n o s l g a º R ey Marsilio de Z aragoza y d ixo :ya se v e quan í m . quartillo dixo Don Quixote que no está en un qu aí º t illo m . . Sancho N i muc ho replicó el ventero médí es e la P ar . - P á rece salvo mejor juicio que se me dé por su mue r “ te fin y acabamiento quatro reales y medio A delante . p. t ida y s eñ álens ele cinco reales D énsele todos cinco y . posible es volver 5 este R ey 51 su ser P rimero y as í me . 2 37 . P AR T E 1 1 C A P Í T U L O xq 1 1 . xo rd s í u ió Maese P edro tomando en las mano s al . g partido Emperador Carlo Magno no sería muc ho qu e pidiese yo cinco reales y un qu artillo N o es poco dixo . G 3 yférps M arsilio Marsilio y Carlo M ágno Carlo M a gn o :P or eso se me alteró la cólera y por cumplir co rr mi p ro fes io n de caballero andante quise dar ayuda y favor á los que hu í an y con este buen pro pósito hic e lo que hab eis visto si me ha salido al reves no es cul . as si m e nos la monta desta notabl edesgracia y aca . » . d ixo Don Quixote P ues por esta abertura de arriba ab a . no es peraba o me nos de la inaudita c hris t iand ad del vale y roso Don Quixote de la Manch a verdadero socorredor y amparo de todos los necesitados y menesterosos v a g a mundos y aqu í el se ñor ventero y el gran Sancho se ' rán medianero s y apreciadores entre v u es a merced y mi d e lo que valen ó Po dí án valer las y a deshechas figuras . p a mía sino de los malos que me p ers i u éu g y con - t ó do esto dest e mi yerro aunque no ha procedido de ma _ ' licia quiero yo mismo condenarme en c óstas v ea Mae s e P edro 1 0 que quiere por las ñ gu ras deshechas que yo me o frez 00 á p agárs elo luego en b uena y corriente mo ' ' neda castellana Inc linó Sele Maese P edro diciéndole : .

u — º Xote “ q d b 12 y que volvía u 1 er ea a á su primer tema . tengo ciert os b de hambre P or esta gura ' y ó nt _ arru f i os . no nos lo P odrá deci . mejor que mi mono d ixo Maese . b presto Maese P edro qu se hace hora de ce nar y e e . p ara t ºmar el mono sino la mona y docientos diera yo ahora en albricias á quien me d ixera con certidumbre “ que la señora Doña M elisendra y el señor Don Gay feros es t ab an ya en F ra nc i a y entre los suyos N ingu “ — . cho p í dió M aes e P edro dos rea les por el trabajo de to . el diablo dix D n Quixote si ya no estuviese Meli o o sendra co ri su esposo por lo mén en la raya de Fran . niend o precio á otras muchas destrozadas figuras que d esp u es lo mo d eráro n los dos Jueces árbitros con s atis fa c ion de las partes que llegáro n á quarenta reales y tres u art í llo s y ad emas desto que luego 1 0 desembolsó S am q . d erme á m í el gato por 1 ebre p r ent ánd m aqu í á Me ' 1 es o e lis endra d esnarí gad a estand o la otra s i viene á m ano ahora h o lgáñ d o se en Francia con su e s poso á p 1 erna ten d ida ayude Dios con lo suyo á c ada uno señor Maes e ¿ P edro y caminemos todos con pi llano y con i mten e cion sana y prosiga Maese P edro que v ió que Don Q i . 2 3 8 D ON QU I XO T E M A N CH A m:L A = . º º n 1 justo dos r l y doce maravedis A un h í seri a ' 0 e a es a - e . mar el m o n o Dáselos Sancho dixo Don Quixote no . s . no — quiso que se le escapas e y as í le dixo esta n deb e d e o s er M elí s endra sino alguna de las doncellas que la ser Ví an y as í con sesenta maravedis qu e me d eit p o r ell a uedaré nt ent o bien pagado Desta manera fue o q c o y p . que es de la hermo sa M lí nd quiero y me P ng e se ra . . os i c a porque el caballo en que iban á m í me pareci ó que ánt lab a que corría y as í no hay para qu ven o e y es . d ix Maese P edro que está in narices y un ojo m enos o . .

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d es p ues le cobró Sancho como se ha contado Este Gi . . ¿ o m o s í j u rara como christiano católico en 1 0 que que ria escribir de Don Qu ixote e specialmente en d ecir quien era Maese P edro y quien el mó no adivino que ' traia admirados todos aquellos pueblos con sus adivin an z as. hurtó a Sancho P an za el rucio que P or no haberse pues . . . d o sobre él d u rmiendo Sancho P anza usando de la tra z a y modo que usó B ru nelo q u ando estando Sacripante sobre A lb rac a le sacó el caballo de entre las piernas y . D ice pues que bien se ac qrd ará el qu ehu b iere leí do la primera parte desta his toria de aque l Gines de P a . temeroso de no ser hallado de la lustí cí a que le buscaba para c ast igarle de sus infinitas bellaquerías y delitos que fu eron tantos y tales que él mismo com puso u h gran v o lúmen contándolos determinó pasarse al R e no d e A ragon y cubrirse el ojo izquierdo aco “ y mo d ánd o s e al o ficio de t í t erero qu e esto y el jugar de . t o el co mo n i el quando en la P ri mera parte por cul . nes pues . - s amo nt e á quien entre otros gale o t es d ió libertad Don ' ' Q uixote en Sie n a M orena bene . como sin duda lo era no quiso decir otra 6 033 sino que . f i cio que d es p u es le fue mal agradecido y peor pag ado de aquella g ent e maligna y mal acostu m brada Este . ' d e emp rent a P ero en resol u cion Gines le hurt ó estan . jurar verdad y decirla en lo que d í xere as í él la dec í a . . p á de los impresores ha dado en que entender á m a chos que atri b uían a poca memoria del autor la falta ' . Don Quixote llamaba G ines í llo de P a mpilla fueel que . as í como el cat ólico christiano qu and 0 1 ura jura 6 deb e . G ines de P asamonte á quien . D ON QUIX O TE DE L A M AN C H A christiano :á lo que su traductor dice que el j ur ar Ci de Hamet e como católico christiano siendo él moro . º .

la respuesta de cada pregunta pedia dos reales y de algu nas hacia barato segun tomaba el pulso á los re u nt ant es p g . entrase en el L ugar donde entraba con su retablo y mo no se in formaba en el L ugar mas cercano ó de quien él mejor podia que cosas particulares hubiesen sucedi do en el tal L uga r y á que personas y llevándolas bien _ en la memoria 1 0 P rimero que hac í a . 2 41 . d áb anse todo s tras él otras veces como erá t an discreto. y c o mo tal vez llegá b a á las casas de quien él sabía los suce s o s de los que en ella moraban aunque no le preguntasen nada P or no pagarle él hacia la seña al mono y luego de c ia que le habia dicho tal y tal cosa que venia d e molde con lo sucedido Co n esto cobraba crédito ine fable y an . . era mostrar su reta . bada la muestra proponía las habilidades de su mono . . ' respondía d emanera que las respu estas venían bien con las preguntas y como nadie le apuraba ni apretab a á qu e d ixese como ad ev inab a su mono á todos hacia monas y : llenaba sus es qu ero s A s í como entró en la venta cono . . c ompr ó aquel mono á quien enseñ ó que en haci endo le cierta señ al s e le subiese en el hombro y le mur ó 1 0 pareciese al oido Hecho esto ánt es que ' n1 uras e . P AR T E 1 1 C APÍTULO XXV I I . blo el qu al unas veces era de una historia y otras d e v o tra . mano s lo s áb ia hacer P or extremo Sucedi ó pues que " " . de unos Christianos ya libres que venían de Berb ería . pero toda s alegres y regocijadas y conocidas A ca . . ' c ió á Don Quixote y á Sancho por cu yo c o no cimien to le fuefácil poner en admiracion á Don Quixote y á Sancho P anza y á todos los que en ell a estaban pero - h ub iérale de cost er caro si Don Quixote b axara un p o _ III TO M . d iciendo al ueblo que adivinaba todo 1 0 P asado y lo pre P s ente pero que en 1 0 de por venir no se daba maña P or .

quadrou tanto que d istintamente v ió las banderas juzg ó de las colores y notó las empresas que en ellas tra ían . … Maese P edro y de su m o n o Y volviendo á Don Quixo é ' . te de la Mancha digo que d esp ues de hab ers alid o d e la venta determinó de ver primero las riberas del rí o Ebro y todos aquellos contornos ánt es de entrar en la ciu4 dad d e Z arago z a pues le d ab á tiempo Para todo el mu a cho que faltaba desde all í á las Justas Co n esta intencio n . lio y destr uyó toda su caballerí a como queda dicho en el antecedente cap ítulo Esto es 10 que hay que decir d e . . D ON ' Q U I X O TE DE L A M AN CH A “ “ … mas la mano quando cortó la cabeza ál ReyÍ M arsi ' ' co . especialmente una que en un estandarte ó giron de ra s o blanco venia en el qual es tab á pintado muy al vivo u n asno como un pequeño sardesco la cabeza levanta da la boca abierta y la len gua de fuera en acto y p o s tur a como s i estuviera reb uz nand o :al rededor d él esta ban escritos de letras grandes esto s dos versos : ' No reb u z na ro n en balde el ¡ mo y el o t ro A lcalde . . só que algun tercio de soldados pasaba y por aquella te y por verlos picó á R ocinante " subió la loma ar riba y quando estuvo en la cumbre v ió al p ie della á su parecer mas de docientos hombres armados de di ferente s suertes de armas como si dixésemo s lanz o nes halles * tas p artesanas alab ard as y picas y algunos arcab uces y muchas rodelas Baxó del recuesto y acerc óse al es ' . siguió su camino por el qual anduvo dos días sin a con t ec erle cosa digna de ponerse en escritura hasta que al tercero al subir de una loma oyó un gran rumor de at amb o res de trompetas y arc ab uces A l principio pen .

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r s o i é ab al ero am ' rºs i u ió d ic iend o y y l ” p g r . 2 44 mw mxo m ? DE L A “ M N CH A quah eh carec íd ament e p uedo: " ' o s su ' . . 1 … . ' ' ' . á ló s meneste ro sos D i as ha que he s ahido Vues. p " es ret ánd o le de traidor por j u nto í p0 rque 11 0 sabe en ' … . di scurrido una y mu c has veces en mi ent endí mtí ento s o . Siendo pues esto as í que uno solo no puede afrent ar á . ra d és gra . . : b reZVues iro n egocio hallo :se gun las:lejws d el duelo . .q 1 ic o í 3 u n o t e 1 . hasta qu e v eais que os dis gu sta y en fada qu e s í es ' ' ' ¡ - to éuc ed e é o ní Ia í n a€ míní rh a señ al que me hagais pondré - ' . que ' . sion la de favorecer á los nec esit ad o s de favor y acudir ' . ru up 1 a nu ra z o n a 1 en t c ero s. — á rt ic ular puede a frentar á un u eb lb eñ t eró sin ' ux p o g . ni á los panes ni los que esta ' “ “ . no tien e la lengua padre ayo ui freño que la corrija “ - . … ' cia la causa que 08 mu eve á tp mar las armas :á Cad a … “ ' “ paso . damt e . que * es ta s engañado s en teneros por afrent ádu s porque n in * . b an por nacer ni á las o tras menu d eñc í as que all í se de ' c laran erb va a pues uando la c ólera sale de fn d p y q a re . señores mí ó s . retó á todo el p ueblo zamorano po £ que igno rab a qu e s o - ' lo Vellí d o D ólfo s h ab í a c ómetid o l a t raicio n de mat ar á — _ s u Re y y as í retó á todos y á to dó s t o éabá la venganza y ' la respuesta aunque bien es v erdad q u e el señor D o n = Diego anduvo al go demas iado y aun pasó muy adelante d e los l ímites del reto I po rqúe no tenía para que retar á ' 1 . para ve ngaros de vuestros en emigos y hab iend o ' . : é m m m o que quiero ha p . — … . c u yo exerc ¡ c m es el de Isis arpms í y c uya: _ ' ro fe p º _ . - g ná g ana 1 e eéóuchárian Don Qu íxo te z: ' c o n es t iv 1 icenc í a ' * ' . los muertos á 1 as aguas . ¡ o . un s " e lló í en mí b o c á y ech ar é una ' m o rd a z a á mi! lengua ' J ' ' T o s 1 e d ixéro n¿ que dí Xese 1 0 que quisiese que d e b u e . partic ular quien cometió la t raicio n p rqu ele reta ? E xem ' b ' plo desto tenemos en Don Diego O rdo ñ ez de L ara .

eo ntino hechas las espadas s acab¿iches á zquah ' u i r eu d eñ c í a o r p equeña fu sen N o no i Di q e p p _ q u e e . _ que de afreht a parece que quien las toma carece de to ' do razonable discurso quanto mas que el tomar ven ganza injusta ( que justa no p ued e haber alguna que 1 0 ' v a de re chamente contra la s anta ley que pro fesa ' ' ) * s ea mo s en lá qua 1 se nos manda que hagamos bie n á nue s ' » . _ _ re q a eg u q uien se lo llama ni Lo s .y ' : ' v d e gente de po bo mas é menos : b u eñ d s eria zp o r cierto. … ne xos b allenat o s xab o nero s ñ i : 1 0s de ó t ro s nombre s ' ' — y _ apellidos quean dan p o r ahí e n b o d á d e lo s mub hacho s . g an z a del reto de la tal afréní a p u é s ñ o . d er la Fec at ó lié a la ¿ se gunda p í íí d efend er s ufvida qu e º — es de le y natural y divina la t ei c era en de fensa de s u ' ' " * hon ra de su famílí ef y h aciend a la quarta en ls erv í cí o ' ' . armas pero tomarlas p o i ní ¿ “ ñ erías y p o r cosas que ánt es son de r i sa y pasatiempo. d é su Rey en la guerra Justa y si le quis iéremo s añadi r ' _ la quinta que s e ¿p u ed e g o ntar por segunda ) eé en d efen — ¡ s a de s u at ria A estas cinco e au s as c o mo c á í t ales s e ' p .. . no fs eria qu e s e matasen á : c ad a p asq los d elf uel de ' la * p l ' _ . o Reyno C1 udgd R epu b h c a …nfi Pu eb lo ente o O º a ' rb . _ ' y que obliguen á tomar la . qu ed en limpio que no ha ara ú e s alinázlá Ven ' * a rz yp q — - a . p … . n os to permí ta ó quí era z los v aró nes p rudentes lés R epú i ' . d … _ bií c as b í en concerta d as p o r q uat ro cosas h an de ' - las armas y d esenv ayn ar las * p o ner á rí esgoz ' . _ que t o do se sto s í 1isí gnés w ' y en as en g . _ puede n agregar Íalgunas otras que sean justas y razonables. . y anduv iesen. P AR TE 1 1 . . . … v idas y hac iend as L a primera por ' sus p ers o nas ¡ . ' r . d efen » .. tros enemigos y qu e amemos á los que nos aborrecen : º ' mandamiento que aunque parece algo di ficultoso de . . " ” .

ahora se llama el Ca b allero d e lós L eone? es aun hí d ali . u n tiempo s é llam ó el Ca b a lle ro de la Trzs t e 1F í u ml ' g ¡ - y _ . . que llama n el d uelo en la uña y as í no … Hay mas que hacer si no d exars e llevar p o r 1 0 que él dí xe f . _ man do . . po rqu e r Jes u c hr1 5 t o _ Dios y: :3h d mh m w érd ad e m ' > u e nunc a m. fu és e á la mano y con tanta gracia y pro piedad que en … reb u z nando o reb u z nab an tod os los as h o s del pueblo . m t í ó . . - re y sobre m í s í lo errare m Q u anto mas ello se ' … q u e e s . ' ' .ani pudo . 7 chiller y en todo q u anto t rata ” procede c o - mo muy buen s o ld ado . u i puede men tir . y y no por eso d exab a d e ís er hijo de mis padres que eran ' ' h o nrad í sí mo s y aunque por esta habilidad era inv idiado ' . y mas :d e c árne fq>ue d e ¿es. . ¡ r m erc e de están oblig d s 1 1 é es divin as y humanas ' ' * a o o r s p y á r s o s e g ar s e . que lo parec e como un huevo á 9t ro Tomó:u n poco de . s i este mi amo no e s lt óló go y sí no 1 0 es . tá dich o que es ne cedad c o rrers e por solo o í r un reb uz e no que yo me acuerdo quand 9 muchacho que reb uz na . . aliento D b n Quixote y v iendo qu : todav ía Le prestaban s ilencio qa is h pasar adelante en su e as á ' p ra si no se pus i era en medí o la agudeza d e Sancho el ' qual v iendq que su amo s e d et enih tomó … él diciendo :mi s eñó r D 0n Quixote de lá Man cha que .n S a n g cho entre $ 1 . : Q U L XQ T£ I DE L A - M A N CM A í º ílf0 . - o mu atentado que sabe l at ín z ro m an c er co mo un BE Í g y y . t y tiene todas las leyes y orde _ ' - . e manzas de JC. 246 I U QN .pí z ' º * ' e rit u í . . su y u gU era s uf a y e y su cá r g a li v i a n a y as í no np s h qb ia deo fnan dar cos a que fue “ ¡ r. E l diabl o me l lev e :d ixo éle s ta s az o. b é cad a y quando que se me antojaba s in que h ad í e me . . sq e nd o L e q g is la d o r n u est ro d ix fo f q u e. ef5£ sí ñ 0¿ p áí g áqhe llb aque ítiem€n m& m . ? º . s e í mp u5 ible: mis s eñ 0pep v u es as ' el cumpl i rla rA 51 que .

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. dando lugar á la furia del pueblo y á las malas int enc io nes de aquel indignado es qu ad ro n puso pies en p o lV o ro s e y s í ñ ac o rd arse de Sancho . C A P Í TU L O X X VI II . u i del peligro en que le de xab a se apartó tanto quanto le pareció que bastab a para . u e las s a b w ' ' D e cos as q d ue ice B enen elz g q gu í en le lqyere s í las lee con at encio n . estar seguro S e u í ale S ancho atravesado en su jumento g » . do y al llegar se d exó caer del rucio á los pies de R o c í ' nante todo ansioso todo molido y todo apaleado A pe ó _ . que yo pondré silencio en mis rebuznos pero no en de xar de decir que 10 5 caballeros andantes huyen y d e a xan á sus buenos escuderos molidos como alheñ a 0 c o - . . se Don Quixote para cat arle las feridas pero co mo le ha llas e sano de los pies á la cabeza c o n as az cólera le d ixo : tan en hora mala supist es v o s rebuznar Sancho ¿y dond e h allás t egvos ser bueno el nombrar la soga en c asa del ahor cado ? A mú s i c a de reb uznos ¿ que contrapunto se habí a de llevar sino de varapalos ? Y dad gracias á D í o s San º cho que ya que os s ant í gu áro n con un palo no os hí eí éro n el er s z nu m cru cis con un alfah eí N o estoy ' p g g p a i a responder respondió Sancho porque me parece que º . h ablo por las espaldas : s u b ámo s y ap artémo no s de aqu í . como queda re ferido L l egó en f mya vuelto en s u a o uer . D ON QU I XO TE DE L A M AN CH A alegres y si ellos supieran la cos tumbre antigua de los G!í ego s levant aran en aquel lugar y s it io un tro feo . _ Q uando el valiente hu ye la supercher í a está d es cu b ierta yes de varones prudentes guardarse para mejor ocasion Esta verdad se veri ficó en Don Quixote el qual .

m . cho unos ayes p ro fundísimo s y unos gemidos dolorosos . . ha declarado por lindos términos Cuerpo de m í ¿ tan ene . taba a caballo Sancho ayudado de Don Quixote el qual . s eñor nuestro amo el mal a geno de pelo cuelga y . cubierta estaba la causa de mi dolor que ha sido meneste r . decirme que me duele todo todo aquello que alc anz ó el * palo Si me dolieran los tobillos aun p u diera ser qu e ée ? * anduviera adivinand o el porque me dolian f per q doler + m e lo que me moli eron no es mucho adivinar A da fe. s a merced me ha sacado de una gran duda y que me la . . TOM . . duda d ixo Don Quixote que como era el palo con qu e t e d iéro n largo y tendido te cogió todas las espaldas . PARTE 1 1 . . _ 2 49 mo c íb era en poder de sus enemigos N o huye el que . donde entran todas esas partes que te duelen y si mas t e cogiera mas te doliera P or D ios d ixo Sancho que v u e . t emerario mas se atribu yen áa la buena fortuna que á . n o huido y en esto he irñ ítado á muchos valientes que s e han guardado para tiempo . S ancho que la valent í a que no se funda sobre la b as a . s e retira respondió Don Quixote :porque has de saber . ni á mí de gusto no te las reñ ero ahora En esto ya es . . C AP Í T U L O xxv u r — . . as imismo subió en Rocinante y poco si poc o se fu ero n á emboscar en una alameda que hasta un quarto de le: ua de al lí se parecía De quando en quando daba S an g . d e la prudencia se llama temeridad y las hazañ as del . mej ores y desto están las historias llenas :las quales por no serte á t i de pro v echo . y preguntándole Don Quixote la caus a de tan amargo s entimiento respondió que desde la punta del espina zo hasta la nuca del celebro le dolía d emanera que le L a causa dese dolor debe de s er sí n ' s acaba de sentido . su ánimo :y así yo confieso que me he retira d o pero . .

que á t ru ec o de que á v o s no os duela n a d a te nd ré yo por gusto el en fado que ' _ y si tanto d es eaí s volve “ ufe d aú vues tras impertinencias ro s á v u es ira c asa con vues t ra mu ér y hijos . _ nadie o s vaya la mano . yo una buena apuesta con v o s Sancho . bebiendo mal y comiendo p eo r P ues tomadme el d o m . í s í éred es mas tomad ot ros tantos que en vuestra ma q u _ no está es cudí llar y t end eo s á t o d o N uestro buen talan ' te que quemado v ea yó y hecho polvos al primero que dió puntada en la andante caballer í a alo méno s al primero que qu iso ser escudero de tales tontos do mo de b í éro n ser t o d o s los caballeros andantes pasados :de lo s presentes no digo n a d a qu e por ser v u esa merced uno de llo s los tengo respeto y porque sé que sabe v u es a mer c ed un punto mas que el diablo en . 2 5 0 D ON Q UIX O TE DE L A M AN C HA " da día voy descubriendo tierra de lo poco que puedo es perar de la compañ í a que con v u esa merced tengo porqu e si esta vez me ha d exad o apalear otra y o tras ciento v o l . no que soy un bárbaro y no haré n a d a que bueno s ea en tod a mi vida ) harto mejor harí a yo vuelvo a decir . de 5pues me saldrán a los ojos H arto mejor harí a yo sí ' . s in camino y por sendas y c arr e ras que no las tienen. m i r :contad hermano escudero siete pies de t1 erra y sí . qú e no os due le h a d a en todo ' ' x vu es tro cuerpo : H ablad hijo mí o todo aquello que os v x ' niere al ens amí ent o p _ y á la boca . de darme y no andarme tras v ues a merced por camino s . en volverm e á mi casa y á mí muger y á mis hijos . y sustentarla y criarlos con 1 0 que Dios fuere servido . no permit a g . . . ' . dí xo D o n Quixote que ahora que vais hab lando s in que . q uanto habla y en quan t ó P i e n sa Harí a . . v erémo s á los mant eamí ent o s de márras á otras mu c hac herí as y que si ahora me han salido á las espaldas .

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bre y sin bla nc a P ero dime p rev arí cád o r de las ordenan . m os ¿ P ues qué tanto ha Sancho . veinte y cinco días ha que salimos de nuestro pueblo . c hó . xo Don Quixote ? S í yo mal no m . algu m escudero haya dicho ni pensado lo que aqu í has dicho quiero que me le claves en la frente y por añ a d id u ra me ha g as quatro mamonas selladas en mi rostro . ¡ Ó cuerpo de m í ! d ixo Sancho que v a v u es a merce d ' in uy errado en esta c uenta porque en lo de la promes a de la I nsula se ha de contar desde el d í a que v ues a mer P ¡ c ed me la rometió ha s t a la presente hora en que esta … . contad Sancho rata por cantidad y mirad lo que os de b o y Pagao s co mo os tengo dicho de vuestra ma n o “ . histórias y | g o por el mare magnum de sus si h allares que . no anduve yo en S ierra M o rena u i en todo el discurso ' de nuestras salidas sino dos meses ap en as ¿ y dices San . ' que tienes mí o y si esto es as í y tú gustas dello desde ' aqu í te lo doy y buen provecho te haga que á tru eco de verme sin tan mal escudero ho lgaréme de quedarme p o . e acuerdo res o r p í d í 6 Sancho debe d ehaber m as de veinte años tres dias mas si méno s D iós e Don Quixote una gran p almad a e n . _ ' v o s os b abeis señalado ' x ote y con forme al salario que r . la frente y comenzó á r eír muy de gana y d ixo :pues . que O S 1 6 p romet í di . que ha veinte a ñ os que te promet í la I nsula ? Ahora digo que quieres que se consuma en tus salarios el dinero . . zas es c ud eriles de la andante caballer í a ¿ donde has visto tú ó leido que ningu n escude ro de caballero and ante se haya puesto con su señor en quad t o mas tanto me b abeis de dar cada mes P orque os sirva ? Entrate éntrate mala n d rí n fo llo n y v es tí glo que todo 1 0 p arec es éntrate di . 2 5 2 D ON QU I XO TE DE L A M ÁN C H A 4 todos serían t réí ntá Está muy bien replic ó D o n Qui " .

º sas mal colocadas ! ¡ 6 hombre que tien e m as de bestia que de persona ! ¿ A hora quando o pensaba y e stado y tal que á pesar de t u muger te llamara n ñ o rí a te d es í d es S e ¿ A hora te vas quando o V e a ? p nía co n 1 nte 1 01 0 n ñ rme y v aled eréí de y 3 hac erte S eñ o j or I nsula d el mú nd o ? En fin como tú has x veces no es la m1 el & c A sno eres y asn o has de . y en asno has de p arar quando se te acabe el curso s er . done y se due la de mí mocedad y adv ' 1 entes y anim es º . mas adelante c o nmí gó ¡ 0 pan 1n al conocido ' ¡ __ ' . v uelve las r1 endas o el cabestro al rucxo “ t u c as€z p orque un s o lo p as o d esd e aqu í no ' . o 1 to en hito en tanto que los tales V1 tup erí o s le dec ía ' un ió s e d emanera y c óm P g que le vini eron las lágrimas á los ojos y con v o z dolorida y en er a f m Ie dí xó ré p o r bien P uesta y le servir á como días que me quedan de mi vida Vu . P A R T E 1 1 C A P ÍT U L O X X V I I I . v g y des en la cuenta de que eres best 1 3 M 1 rab a Sancho a Don Qu1 xo t e de h — o 0 . la v xd a que para ml tengo o de qU e ánt es lle ará ella á su ú lt1 mo t erm1 n o que tu c al as o º g . .

Y end o p ues desta manera se le o freció á la vista un ' pequeño barco sin remos ni otras xarcí as algú nas que estaba atado en la orilla á un tronco de un árbol que en * la ribera estaba Miró Don Quixote á todas partes y no . d o hd e les sucedió lo que se c o n tará en el c apít glo Ve nid ero . f Da mo s a av ent ura del b arc o encant ado e la . aría aunque é s e fuerzas d e f l aque z a Con esto se h ac a . no ma n o s S ánc ho pas ó la noche p enosamente porque ' . ' . su curso y la abundancia de sus l í quidos cristales cu ya al egre vista reno y ó en su memoria mil amorosos pen s amient o s especialmente fu e y vino en lo que había visto en la cueva de Montes inos que puesto que el mo no de Maese P edro le había dicho que parte de aque llas cosas eran verdad y parte mentira él se atenía mas á las verdaderas que á las mentirosas bien al reves de San cho que todas las tenía por la mesma mentira . xote la pasó c d 5 11 5 continuas memorias pero con tod o eso d í éro n los ojos al s u eñ o y al salir del alba s í gu ié … ron s u c amí no buscando las riberas del famoso E bro . L A M AN C HA ' £D ON QU I X O TE D E 2 54 . . m é h la alameda y Don Q ixote se acomodó al : et í ró n e u pie de un olmo y S anc ho al de ur a haya que estos ta . _ . el varapalo se hacia mas sentir con el sereno Don Qu í ' . B r sus pasos contados y por contar dos dias d espues u e sali eron de la alameda llegáro n Don Quixote y S an g cho al río Ebro y el verle fué de gran gusto á Don ' Quixote p o rqúe c ontempló y miró en él la amenidad de sus riberas la claridad de sus aguas el sosiego de . les árboles y otros sus semej antes s xemp re t 1 enen pies y . . C APÍTUL O XXI X .

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tuviese pena del desamparo de aquellos animales qu e el que los llevaría á ellos por t ap lo ngínqiio s caminos y regiones tendría cuenta de sustentarlos N o entiendo es . to de lo gíqñ o s dixo Sancho ni he o í do tal vocablo en to dos los días de mi vida L o nginqií o s respondió D on . conve rtida en desengaño nos v uelv a áa v ues . per o ni n una cosa le d ió mas ena que su p g P . dole Sancho cortó el cordel y el barco se fueapartando poco á poco de la ribera y quando Sancho se v ió obra de dos varas dentro del rí o comenzó á temblar temiendo erdí c í o n . Quixote quiere decir apartados y no es maravi lla que no lo entiendas que no estas tú obligado á saber latín c o . dolas á la Proteccion y amparo de los encantadores con harto dolor de su án i ma D on Quixote le dixo que no . 2 56 DON QU I XO TE D E L A M AN C HA v u es a merced que a m í me parece que est e tal b arco no ' es de los encantados sino de algunos p es c ado? es deste r í o porque en él se p escan las mejores s ab o gas del mun X do E sto decia mi entras ataba las bestias Sancho d exán . mo algunos que presumen que lo saben y lo ignoran Y a . amigos u ed ao s en paz y la locura que nos aparta d e q v o so u o s . tra presencia y en esto comenzó á llorar tan amar g a mente que D on Quixote mohino y c o lérí c o le dixo ¿ D e que temes _ c o rb ard e C riatura ? ¿ D e qU e ll o ras c o . el o í r roznar al rucio y el v er que R ocinante p ugnab a por desatarse y dí xo le á su señor el rucio reb uz na con dolido de nuestra ausencia y R ocinante procura poner se en libertad para arrojarse tras nosotros 0 c arí simo s . están atados replicó Sancho ¿ que hemos de hacer aho ra? a e ? respondió D on Quixote santiguarnos y leva r ferro qu 1 ero dec ir emb árc arno s y cortar la amarra con que este barco está atado :y dando un salto en él s í guíén .

x l :sabrás o e Sancho que los E spañoles y los que se . y al cómputo y cuenta del cosmógra fo P to ló m y di eo . — á todos los e ue que n en el nav í o se l mueren los piojos sin que l va es es q uede ninguno ni en t d el b aX l le hallar án si le P o o e ee T OM III . . c ho que v u es a merced me trae por testigo de lo que d ice á una gentil Pers o n a puto y ga fo con la añ adidu ra de meon ó meo ó no é como R ió D on Quixo s . o ed dice P reguntó Sancho ¿ quanto habremos c am in a do Mucho replic ó D on Quixote porque de trecí ento s ? . XX . se te de la í nt p t am n que Sancho había dado al nomb re er re o . razon de mantequillas ¿ Quien te persigue 6 quien t e ? acosa ánimo de raton casero ? ó que te falta menest ero 5 0 en la mitad de las ent rañ as de la abundancia ? ¿ P or di cha v as caminando p 1 e y descalzo Po r las montañas Ri . . y sesenta grados que contiene el glob o del agua y de la tierra segun el cómputo de P to lo meo que fu eel mayor cosmógrafo que se sabe la mitad habremo s caminad o llegando á la linea que h e dicho P or D ios d ixo S an . . e mbarcan en Cádiz para i á las I ndias O rientales r na u de las señales q e tienen P ara entender que han P asado u la línea equin ocial que te h dic ho es q . r el sesgo curso de este agradable rio de donde en po b reve espac i o saldr emos al mar dilatado P er o y a habe . . P A R T E I I CA P Í T U L O x x xx X 2 57 * ' . mos de haber salido y caminado Po r lo méno s set ecien t as ó ochocientas leguas y s í yo tuviera aqu í un astro labio con que tomar la altura del Polo yo te dí xera las que hemos caminado aunque o y o sé poco 6 ya h em os pasado P asar e m o s presto Po r la línea equinocial que divide y corta los dos contrapuestos Polos en igual d istancia Y quando lleguemos á esa leña que v ues a mer . feas sino sentado en una tabla co mo un A rchiduque .

y vamos d xand ahora Y t ó n t á d e o que te tien . no nos b abemos apartado de la ribera cinco v aras ni hemos decantado de donde están las alemañ as dos varas . . vieras claramente que de paralelos hemos cortado que . r o e ec ¡ r tes y pesques q y para m í tengo que estás mas l i m 11 e _ o p í o que un pliego de P apel liso y blanco T ntó San _ . porque all í están R ocinante y el rucio en el propio lu gar do los d exámo s y tomada la m i ra como yo la to . pero con todo haré lo que v uesa merced me manda aunque no sé p ara que hay necesidad de hacer esas exp eriencias pues yo veo con mis mismos ojos que . . ecl ípticas P olos s o ls t íc í o é equí no cí o s planetas signos . cion que te he dicho y no te cures de otra que tú no _ sabes que cosa sean c o luro s lineas paralelos zod íacos . mo ahora voto á tal que no nos movemos ni anda mos al paso de una ho ñ n í ga Haz Sancho la averigua . puntos medidas de que se compone la es fera celeste y . de signos visto y que de mágín hemos d xad atras . . . . 1 es e o . que preguntó D on Quixote has topado algo ? Y a n u alg osres p ondió Sancho y sacudiéndose los dedos se lavó toda la mano en el i por el qual o gadam n ro s se e te se deslizaba el barco p o mitad de la corriente in r s que le moviese algun a inteligencia secreta ni alg n n u e . e se cho y llegando con la mano bonitamente y con tiento h á í a la corba izquierda alz ó la cabeza y miró á su amo c y d ix :ó la experiencia es falsa ó no hemos llegado o adonde a merced dice v u es ni con m há leguas ¿ P ues uc s . Sancho . terrestre que si todas estas cosas supieras 6 parte dellas . ' 2 5 8 QUI XO TE D E L A MA N CHA ÍD ON " ” san á oro y as í pued es Sancho pasear una mano por un muslo y si topares cosa viva saldr emos desta duda y s í no pasado b abemos Y o no creo nada deso respondió .

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so se ” s mente al Cielo le librase de tan mani fiesto peligro como ºº 1 6 hiz o por la industria y presteza de los molineros que oponi éndose con sus palos al barco l detuvi eron . se d all í d lánt de los atrevidos de seos y m tí mí n ' e ' a e e ac o e e de su señor L l gá n j n esto lo p escadores . . . o o a c o a ' e o n l bien á D on Quixot e q nadar como ' p r í v o e b í ue s a a un ganso aunque el peso de lé armas le llevó al fondo s d s ? veces íy i no fuera por los molineros que se arro ' o . r sion t enei oprimida alta 6 baxa de q lq i suerte s . due _ t ' os . s . . e o rod ill as las mano Juntas y los ojos cla ados al cielo ' ' . ó lid d que sea que y soy D on Quixote de la Man ca a o cha llamado el Caá all m d l L e n por otro nom e e os o es bre á quien está reservado por órd n de los lt C i l e a os e os el dar fin felice á t a aventura :y diciendo esto echó ma es no á su espada y comenzó á g í mí l en el ayre con — es r ra tra los molineros lo q l oyendo y no entendiendo s u a es aquellas sand eces se pusi eron con sus varas á detener el barco que ya ib entrando en el d l y n ld las a rau a * ca a e ruedas P ú Sancho de rodilla pidiendo devota . s ac ro c e r o s. e e e l d í á la persona que en esa vuestra fortaleza ó p i a ve ro . ' d ar d n D on Quixote y ¿ n S n h f l t raves en el a g u a . es o s m m j d q mí1 f t de sed S anc ho p u ét de ' * ra z o a os os x as ' ue e . ua u era . 2 60 D ON QUIX O T E DE A M A N H A “ L ' C mira quantos t gl se me oponen mira quan ' c ue nt r o v es 1 os tas feas t d aé nos hacen cocos :p es ahora lo veréis c a a ur u bellacos y puesto en pie en el barco con grandes voces comenzó á amenazar á los molineros diciéndoles :canall a malvada y peor aconsejada d xad n su libertad y libr “ . llí í hab í id T y p n dó d : Pú t pues en tier ' ' a a s 0 ro a a a s os . v pidió a D ios con ná l rga y devota plegaria le libré u a . p e º e ro no d m p que d x n de trastornar el barco y e a era e as e . s ró n al agua y los á omo en eso á n t ámb j á P ' n “ . e ro e s .

y alz ando la v o z P rosiguió diciendo y miran do á las ' a ceñ as :amigos q . tillo dice respondió uno de los molineros hombre sin . PARTE II C APÍTULO XXIX . o cuita P ara otro caballero debe de estar guardada y ' re d esta aventura E n diciendo esto se concertó con ' s erv a a . 2 61 . l pescadores y pagó P r el b os bí nt reales que o arc o nc u e a los d io S anch o de muy mala gan a diciendo á dos bar cadas como estas daremos con todo el ca udad al fondo “ ” . _ L pescad ores y molineros estaban admirados mirando os aq ellas dos ñ g tan fuera del uso al p f de lo º u u 1 as a ec er s otros hombres y no acababan de entender á do se enca minaban las razones y P reguntas que D on Q x t les u1 o e . res t e llevar por ve ntura las que vienen á in o " j uí c í o ? ¿q ié ' u 1 er trigo á estas aceñas ? B asta d ixo entre s í D on Qui xote aqu í será P redicar en desierto quere r reducir á es — ta c analla á que por ruegos hag o virtud alguna y en es ta aventura se deben de haber encontrado dos v alien tes encantadores y el uno estorb a lo que el otro inten ta :el uno me deparo el barco y el otro dio conmigo al traves D ios lo remedie que todo este mundo es má quinas y trazas contrarias u n as de otras Y o no puedo mas . qu ales que en esa prision u í era qu es eais quedais encerrados P d n dm que por mi desgra er o a e cia y por la vuestra y no os puedo sacar de vuestra . “ ñ o s del barco á qu 1 en habían hecho pedazos las rueda s “ — de las aceñas y viéndole roto acometi eron desnudar á S ancho y á P edir á D o n Qu í xo t e se lo P agase : ' el qual c o n gran sosiego c o mo si no hubiera pasado nada p o f “ _ él d ixo á lo s molineros y pescadores que él p a g arí a el barco de bonísima gana con condicion que le diesen libre y sin cautela á la persona 6 personas que en aquel … su ca€tillo estaban oprimidas ¿ Que Personas ó que cas ” . .

y buscaba ocasion de que in entrar en cuentas ni en s d p d í mí nt es e con su señor un d í a se desgarrase y se e os fuese á su casa pero la fortuna ordenó las cosas muy al reves de lo que él temía Sucedió P ues que otro dia al . o vi eron á sus bestias y ser bestias D on Quixote y S an ' a cho y este fin tu o la aventura del encantado barco v . e se v a ar da S eñora sobre un p l f ñ ó hacanea b l nq í í m ador a a re a u s a n ada de guarniciones verdes y con un sillon de plata . poner d l sol y al salir de una selva tendió D on Quixo e te la vista por un verde prado y n lo último del ió e v gente y ll gánd cerca conoció que eran cazadores e o se de altanería L l gó mas y entre ellos ió una g ll . era quitárselo á él de las n iñas de sus ojos Finalmente s in hablars e . A melanc ó licos y de mal talante llegáro n é s as aní s az males caballero y escudero especialmente Sancho á quien llegaba al alma llegar al caudal del dinero pare c í énd o le que todo lo que del se quitaba . palabra se pusi eron á caballo y se ap artáro n del famo s o rí o D on Quixote sepultado en los pensamientos de sus amores y Sancho en los de su acrecentamiento que P o r ent ónc es le parecía que estaba bien l e jos de tenerle : porque m gií era tonto b í h se le al an áb que las a er e c z a acci nes de su amo todas ó las mas eran disparates o . Venía la S eñora asimismo vestida de verde tan bizarra y . C A P Í TUL O XXX . 2 62 DON QU I XO TE DE L A M AN C HA dec ¡ a y d por locos t emén o lo s o les d x n y se reco e aro n á sus acenas y los sus ranchos V f gí é ro pescadores l . D e lo qu e le awno ¿ í D bella: ' on Q uixot e con u na caz ad o ra .

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. . c umb rad a altaner í a y fermo s ura que en dársela vues tra S eñorí a hará cosa que redunde en su pro y él reci birá s eñ alad í sima merced y contento P or cierto b uen es . 2 64 DON QU I XO T E M A N C HA “ DE L A ra qu e con su propósito y be neplácito y co nsentimien to él venga á poner en obra su deseo que no es otro . que esté de hinojos lev antao s amigo y decid á vues tro señor que venga mucho en hora buena á servirs e de m í y del D uque mi marido en una c asa de place r que aqu í tenemos L ev ant óse Sancho admirado as í de . - por S eñora de su alma a una tal Dulcinea del T oboso E l ' > mesmo es señora respondióo S anc ho y aquel escude . la hermosura de la buena Señora como de su muc ha crianza y cortes í a y mas de lo que le habia dicho que tenía noticia de su señor el Caballero d e la Trzs t e F igu ' m y que si no le había llamado el de lo s L eo nes de … b í a de ser por h ab érsele puesto tan nuevamente P regun . . - me hermano escudero ¿ éste vuestro señor no es uno d e quien anda impresa una historia que se llama del I nge . . e o o o ques a Id hermano P anza y decid á v uestro señor que . o n dero respondió la Señora vos hab eis dado la emba xada vuestra con todas aquellas circunstancias que las ta ' les emb axad as piden lev ant ao s del suelo que escude . ro suyo que anda o d eb e de andar en la t al hi storia á ' quien llaman S ancho P anza soy yo sino es que me tro c áro n en la cuna quiero decir que me t ro c áro n en la es tampa D e todo eso me hu lg y mucho dix la D u . — mo s o I I zda lgo D o n Qa lwat a d e la Mancha que tien e - . segun él dice y yo pienso que de ser v i r á v uestra en . t ole la D uquesa ( cuyo t í tulo aun no se sabe ) decid . . ro de tan gran caballero como es el d e la Trzs t e F i u g m de quien y a tenemos acá muc ha noti c i a no es justo .

e g ó D on Quixote alzada la V isera y dando muestras de . L L . cos términos á los cielos su mucha fermo sura su gran do nayre y Cortes ía D on Quixote se g ll rd ó en la silla . la gran Señora le habia dicho levantando co n sus rús ti . él s ea el bie n lle gado y el bien v enid o á mis E stados y ” . apearse acudió S n h á tenerle l estri b o pero f e a c o e u t n desgraciado a q al apearse del ruc o se le ue asió un i pie en una soga del albarda d tal modo que no fué e posible d n d l ánt quedó colgado d él con la es e re ar e es boca y los pechos en el suelo D on Quixote que no te — . ev se s “ e R o inante que debía de estar mal cinchado y la 11 c 51 3 y él vinieron al suelo no sin rgñ n a suya y de mu - ' ve e z T OM . . ni n costumbre apearse sin que le tuviesen el estrib o a e l . . u e nin u na cosa me pudiera venir que mas con tento me q _ g d iera Sancho con esta tan agradable respuesta c o n gran ' . metió á Rocinante y con gentil denuedo fue a b esa r ' l manos as la D uquesa la qual haciendo llamar al D u que marido le c o ntó en tanto que D on Quixote 11 su e gaba toda la emb axad suya y los dos por haber leido a la primera parte desta histori a y haber entendido por ell a el disparatado humor de D on Quixote con g ndí im ra s o g usto y con deseo de conocerle le a t en dían con p u ro s puesto de seguirle el humor y conceder con él en quan to les dix t rat ánd l como á caballero andante los es e o e dias que con ellos se detuviese con todas las ceremonias _ aco stumbradas en los libros de caballer í as que ello h s a bian leido y aun les eran muy aficionados E n esto ll . a a e . III . p ú bien so se en los estribos a m dó la V isera arre co o se ' . pensando q ya Sancho h abia llegado á tenersele des — ue “ cargó de golpe lj p y ll ó tras e s í _ la illa d c uer o ' . E 1 1 C A P Í T U L O xxx P A R T . d ís imo gusto volvió á su amo si quien contó t o do lo que " .

y u niversal P rincesa de la cortes ía P asito mi señor D on . que la primera que v ues a merced ha hec ho en mi t ier ra h aya sido tan mala como se ha visto . pero descuido s de escuderos suelen ser causa de otros peores Sucesos E l . tes que su amo respondiese dix :no se puede negar i . 2 66 DON D E L A M AN C HA QÚ I X O TE c h as in aldicio nés que entre dientes ech ó al des d ichad o x de Sancho que aun todav í a tenia el p ie en la corma E l . liebre que yo he d decir que esto que llaman nat Ol 0 u . o . q u e yo he tenido en veros valeroso P r íncipe resp o n di o D on Quixote es imposible ser malo aunque mi caída no parara hasta el pro fundo de los abismos pue s de all í me le v antara y me sacara la gloria de haberos . s no a firmar que es muy hermosa mi Señora Dulcine a . fu e á hincar las rodillas ante los dos Señores . visto NI i escudero que D ios maldiga mejor desata la . lengua para! d ecir malicias que ata y cincha una silla p a ra que este fir me pero como quiera que yo me halle. d igna consorte vuestra y digna señora de la hermosura . pero el D uque no lo consintió en ninguna manera ántes apean dose de su caballo fueá abrazar D on Quixote dicién -i dole :á m í me pesa señor Caóallero d e la Trzs fe F igura . ' . Quixo te de la Mancha d ixo el D uque que adonde é e tá mi Señora D oña Dulcinea del T oboso no es razon que se alaben otras f rm ura Y a estaba i esta sazou ' e os s . pero donde m enos se piensa se levanta la . del T oboso . . D uque mandó á sus c azadores que acudiesen al caballe ro y al e sc udero los quales lev ant áro n á D on Quixo te maltrecho de la ca í da y renqueando y como pud o . s libre Sancho P anza del lazo y hallándos e all í cerca án . caido ó levantado á pie 6 si caballo siempre esta ré al ser icio uestro y al de mi señora la D u quesa v v . .

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' dés ' Q u e t rat a d e mu cha s ra n g co s ay . S uma era la alegr í a que llevaba consigo Sanc ho vi en dose á su pare er en p i an con la D uquesa porque c rv za se le ñ g b que había de hallar en castillo lo que u ra a ' su en la casa de D on Diego y en la de Basilio siempre ' a ficionado á la buena vida y as í tomaba la ocasion por la melena en esto del regalarse cada y quando que se le o frec í a Cuenta pues la historia que ánt que á l . tal caballero andant e y tal escudero andado . l a y al entrar en un gran patio ll gá n dos hermosas e ro . . pero en co e e os e fec to venció la por f a de la D uquesa y no quiso d n i ec e der ó baxar del p l f n sino en los brazos del D uque a a re . ' es ' ' a ca : de placer ó castillo llegasen se adelantó el D uque ' sa . diciendo que no se hallaba digna de dar i tan gran a ' s c ballero t n inútil carga E n fin salió el D uque á apear a . y dió ó d n á todos sus criados del modo que habían de r e tratar á D on Quixot e el qual como llegó con la D uque sa á las puertas del castillo al instante sali eron d él dos lacayos ó p l f n vestidos hasta en pies de unas a a re ero s ro pas q llaman de levantar de fí ní im raso carmes í y ue s o cogiendo á D on Quixote en brazos in ser oido ni i s v s to le d ixé n :vaya la vuestra grandeza á apear á mi ro señora la D uquesa D on Quixote lo hizo y hubo gran . … . cho y entret exiós e entre los tres y hizo quarto en la con gran gusto de la D uquesa y del D c o nv ers ac io n a que que tuvi eron á gran ventura acoger en su castillo . C AP Í T U L O X X X I . 2 68 D ON QU I X O TE DE L A M AN C HA ñ nito de o í r sus discreciones N o se hizo de rogar S an ' . des m dimi nt entre los dos sob re el caso .

v u es a merced D oñ a Rodriguez de Grijalba me llamo . . o como el mozo respondió la dueña medradas estamos ' . v u es a me la hiciese de salir a la puerta del c astillo donde halla ' r é un asno rucio mio merced sea servida de man v u es a darle po ner ó ponerle en 1 a c aballeriza porque el p ' ' o b r it es un poco medroso y no se hallar á á estar ec o so lo en ning n d l s maneras Si tan discret es el amo u a e a . … con otras á recibir a l D uqu esa habia salido y con voz a baxa le l señora Gonzalez 6 como es su gracia de o . res o ió S an h que h oido d r á mi señor que es c o e ec1 za . . c e o s voces :bien sea venido la H y h ata de lo caball e or 3 s. PARTE CAPÍTULO XXXI 69 1 1 . res pondió la due ñ a ¿ que es lo que mandais hermano ? A lo que respondió S n h querr í a que merced o a c o . . . . tratar del mesmo modo que él habia leido e trataban l s s o t ales Caballeros en los pasados ig lo Sancho d mp á s s . d todo lo q al se admiraba D on Qu xote e u y aquel f é i . para quie n acá os t x y tened cuenta con vuestro j ru o u mento que las dueñas desta casa no estamos acostam b d t a asá semejantes haciendas P ues en verdad p n . es a rando al rucio se cosi on la D uquesa y se entró en ó c . s guas olorosas sobre D on Quix ote y sobre los D uques a . 2 “ doncellas y e hár n sobre los hombros á D n Quixo . Andad herm ano mucho de enhoramala p “ y ara v o s . . c o o te un gran manton de ñní im escarlata y en un instan s a t e se ná n todos los co med ores del patio de cria … c o ro ro ' dos y criadas d aquellos S eñores di i nd áa grande e . u el primer d i que de to d o en todo conoció y creyó ser a b áll ca andante erdadero y n fantástico Vi éndose ero v o . . i i b al ju mento solo se llegó a una reverenda dueña que . ros andantes y todos 6 los ma derramab an pomos de . el castillo y m rdiénd l la conc enc a de que dexa re o o e .

q uese á bie n r m d á p ú no perderá V merced a ur ' la ' . y sobre todo por bue n as ue as ' s a ro c o término m ha llamad o vieja E s t uviera y por f n e . o o a re ta respond ió la D uquesa mas que q nt á pudieran d e ' . za que por l s años Malos sean los que me quedan p r o . . co o ' 1 e que me ha pedido e ncarecidament e que aya i poner v s en lá caballeriza á n asno suyo que está á la puerta u “ del castillo t f yénd m por exe mp lo qu as í lo hi ié a o ' e ' . y v er o - o ro a a tan n ni ád los ojos le preguntó con quien las hab ia e c ar z os . “ o vivir respondió Sancho si lo dix por tanto solo lo . ajos y es to dix én wó t n a lta que lo yó la D qú ' “ ' ' o z a o u e sa y volviendo y i í d á la d ue ñ a tan á lb t d . so s Juglar replicó la dueña guardad vuestras gracias “ si r para dond lo parezc an y se os paguen q de m í no e ' ue podréis ll V sino una hig A un bi en respondió S ancho e ar a . e dix porq e es tan grande el cariño q tengo á mi j e u ue u mento que me pareció q no podia encomendarle á per . e c ron no é d nd que unas damas á n á ri tal L anz a s ' o e c u r ro u rote y n d ñ é ' u in . qué no á Vo bellac o . harto de ' ? ' ' a a s . . _ . D on Quixote q t od l a 1 dixo ¿pláti son ' ue o o or . … e c as es . A qu í las he » n este buen h n b r . la dueñ a toda y en en dida en cólera :si y vieja ó n " a c ' so " o. º es ” u esa q íun l d s o au s años p íep nt m en os Hijo de puta ' d ixo o º u o . . ue sona mas caritativa que á la señora D oña R odrí gu z : e . D ON QU I X O TE DE »L A f M A N CHA h o ríde áq ll de L anzarote qua n ue a do de Bretaña Vino q da ma amban d ! d ñ a "' ue s c ' e ue s dé! r su n y que en el particular de mi á n que no oo z ' o s o le t q á y con e 1 roc í n del señor L anzarote Hermano ro c r o ' . i D ios daré l cuenta . ua s ' cirme y hablando con S ancho le dix dvertid S an o a cho nig que D ñ R d ig es mu y moza y qu ar o o a * o r u ez e aquellas tocas mas las trae por t id d y por la usan au o r a .

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quanto tiene mas honrados y bien nacidos criad o s :y que . N o adviertes angustiado . quien tropieza en hablador y en gracioso al primer pun . una de las v entaj as mayo res que llevan los P ríncip es á _ lOs demas hombres es que se sirven de criados tan bue nos como ellos ¿ . cho le prometió con muchas V eras de coserse la boca ó “ morderse la lengua ántes de hablar palabra que no fue se ¿ muy á propósito y bien considerada como él se lo . considera y rumia las palabras ánt es que te salgan de la boca y advierte que hemos llegado á parte donde co n el favor de Dios y valor de mi brazo hemos de salir mejorados en tercio y quinto en fama y en hacienda San . 2 7 2 D ON QU I XO T E DE L A M AN C H A p ara acordarte del ¿ ñ r son estosó ru cio ? opara de se o es xar mal pasar á las bestias tratando tan el egantem nte a e ' sus dueños > P or quien Dios es Sancho que te reportes . . . y que no descubras la h ilaza d man a que cai gan en le er a cuenta de que eres de villana y grosera tela t exido M i . ra pecador de t i que en tanto mas es tenid o el señor . darle agu amano s la qual le diéro n con muchas reve ' . . las doncellas le d iéro n y con este adorno salió á la gran sala adonde hall ó á las doncellas puestas en al: : t ant as a á u na parte como á otra y to das con aderez o d e . tapie cae y da en t ru han de sgraciado :en frena la len gua . ú s o s e su tahal í con su espada ec hó s e el manton de es p . c arlata acu e stas p ús o s e una mo nt era de raso verde que . de t i y mal . aventurado de mí que s i v en que tú er es un grosero Vi .nan daba y qu e descuidase acerca de lo tal que nunca por ' ' él se descubriría quien ellos eran V istió s e Don Qu ixote . Sancho amigo huye huye d esto s inconveniente s que “ . “ llano ó u n mentecato gracioso pensarán qUe yo soy al gun ec hacú erv o s ó algun caballero de mohatra ? N o no .

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cho respondió D on Quixote di lo que qu is ieres como lo digas presto P ues lo que quiero decir d ixo Sancho. V ida del D a q ue d ixo la D uqu e sa que no se ha de apartar d e m í Sancho un pu nto quiéro le yo mucho porque s e que ' ' ' es muy discreto Discretos d í as dixo Sancho viva Vues . es tan verdad que mi señor D on Quixote que está pre ' sente no me d exará mentir P or m í replicó D on Qui . . d e donde salió herido T o mas illo el travieso el hij o de Bal as tro el herrero ¿ N o es verdad todo esto v . = c i al porque v enia de los A lamos de Medina del Cama p p o que . rado y rem1 rado lo tengo que á buen salvo está el que ” . ra d ixo el Eclesiástico mas os tengo por hablador . xote miente tú Sancho quanto qu is ieres que yo no te iré á la mano pero mira lo que vas á decir Tan m1 . señor nuestro a i n o ? d í galo por su vida porque estos Señores n o me tengan por al u n hablador mentiroso H asta aho g . repica como se verá por la o b ral Bien será d ixo D on Quixot e que vuestras grandezas manden ech ar de aqu í si este tonto qu e dirá m il p at o c had as P or. que yo me desmande ni que diga cosa que no venga muy á pelo que no se me han olvidado los consejos que ' poco ha v ues a merced me dió sobre el hablar mucho 6 poco ó bien ó mal Y o no me acuerdo de nada San . . DON U I X O TE D E L A M AN CHA 74 Q * 2 . = t ra S ant id ad por el buen crédito que de mi tiene aun ” que en mi no lo haya y el cuento que quiero decir es este :convidó un hidalgo de mi pueblo muy rico y prin . . . . h ubo aquella pendencia añ os ha en nuestro L ugar que á lo que entiendo mi señor D on Quixote se hall ó en ella. casó con D oña Menc ia de Q u í ñ ó n es que fué hija de D on Alonso de M arañ o n caballero del hábito de Santiago que s e aho gó en la Herradura por qmen .

xo si esta s az o n el Religioso que camino llev ais de no ¡ parar con vuestro cuento hasta el otro mundo A mé . 2 75 . acortar tal d ixo la Duques a por hacerme á m í placer . q ue por mentiroso . xo S a ncho que estando como he dicho los d os para T OM . caso replicó Sancho que estando los dos para asentar á la mesa que parece que ahora los v eo mas que nunca Gran gusto rec eb ian los Duques d el disgusto que . tas señ as que no puedo d exar de decir que debes de decir verdad pasa adelante y ac o rta el cue nto por que llevas camino de no acab ar en dos dias N o ha de . nos de la mitad pararé si D ios fuere servido res p o n . g o pues señores mios prosigui ó Sancho que este tal hidalgo que yo conozco como á mis manos porque no hay de mi casa ¿1 la suya un tiro de ballesta convidó á un “ labrador po b re p ero honrado A delante hermano di . estaba consumiend o eu cólera y en rabia Digo as í di - . pero de aqu í adelante no s e por lo que os tendré Tú das tantos testigos Sancho y tan . Tembleque y que sin enterrar al hidalgo s i no quereis . ánt es le ha de contar de la manera que le sabe aunque no le acabe en seis dias que si t antos fuesen serian p a . MM ij . hacer mas ex equias acabeis vuestro cuento E s pues el . 1 1 1 . d ió Sancho : í a ' y as digo que llegando el tal labrador casa del dicho hidalgo convidador que buen poso haya su ánima que ya es muer to y por mas se ñas dicen que hizo una muerte d e un A ngel que yo no me hall é “ presente que hab i a ido por a quel ti empo á segar á Tem bleque P or vid a vuestra hijo que volva is presto de . ra m í los mejores que hubiese llevad o en mi vida D i . P A R T E I I C A P ÍÍU L O X X X I . mostr aba tomar el buen Religioso de la d ilac io n y pau - sas con que Sancho contaba su cuento y Don Quixot e se .

señora mía mis desgracias aunque tuvi eron principio . c o rrers e habiendo entendido la malicia de Sancho y por mudar de p lát ic a y hacer que Sancho no prosiguiese con otros d í sp arát es preguntó la Duquesa á Don Qui xote que que nuevas tenia de la Señora Dulcinea y que si le había e nviado aquellos días algunos presentes de gigantes ó maland gí nes pues no podía d exar de ha ber vencido m u c h os A 1 0 que Don Quixote respondi ó . d is í muláro n la risa porque Don Q uixote no acabase de . . que tomase la cabecera de la mesa y el hidalgo p o rñab a t amb ien que el labrador la tomase porque en su c asa se habí a de hacer 1 0 que él má ndas e pero el labrador que presumía de cortes y bien criado jamas quiso has ta que el hidalgo mohine poniéndole ambas manos s o bre los homb ros le hizo sentar por fuerza diciéndole s ent ao s maja granz as que adonde quiera que yo me sien . 2 7 6 D ON Q UIX O T E D E L A M AN C HA ' sentarse la mesa el labrador p o rñ ab a c o n el hidalgo _ . alo meno s en la ligereza y en el brincar bien sé yo que no dará ella la ventaja á un volteador : á buena fe se ñ ora Duquesa as í salta desde el suelo sobre una borri ca como s i fuera un gato ¿ Hab eí sla visto vos encan . ó s it o P u s o s e Don Quixote de mil colores que sobre P . lo moreno le j asp eab an y se le parecían L os Señores . á m í me parece la mas hermosa criatura del mundo . y follones y maland rmes le h e enviado ¿ pero adonde la habían de hallar sí está encantada y vuelta en la mas fea labra dora que 1 mag1 nars e puede ? N o sé dixo Sancho P a n zé. dad que creo que no ha sido aqu í traido fuera de pro . tada Sancho ? P reg untó el Duque Y como s i 1 a he v is . te será vuestra ca b ecera y este es el cuento y en ver . . . nunca tendrán fin Gigantes he vencido .

.

z 7 8 D ONQU I XO T E D E L A M AN C HA soen pie y dixo … P ero esta respuesta cap ítulo P or s i merece . como por saber que saben todos que las armas de los togados son las mesmas que las de la muger que son la lengua entraré con la mí a en igual batalla con v ues a . llamar al pecador s in mas ni mas mentecato y ton ' to S í no d í game v u es a merc ed ¿Po r qual de las mente . c at erí as que en m í ha visto me condena y y itupera y me manda que me vaya á mi c asa á tener cuenta en el g obierno della y de mi muger y de m is hijos s in s a ber si la tengo 6 los tengo ? ¿N o hay mas sino á troche moche entrarse por las casas agenas á gobernar sus due ñ o s y habiéndose criado algunos en la es t rec hez a de al . merced de quien se debía esperar ánt es buenos co use jos que in fames v it up erio s L as rep rehensí o nes santas y . L evantado pues en Don Quixote t emblando d e Pie los pies á la cabeza como azogado con presurosa y tur bada lengua d ixo :el lugar donde estoy y la P resenci a ante quien me hallo y el resp eto qu é siempre tuve y tengo al estado que v u es a merced pro fesa tien en y atan ' las manos de mí justo eñ o jo :y as í por 1 0 que h e dicho . D e la res p u es t a q ue dió D on Q … u ixo t e — su re reñ en p s or co n o tro s grav es y gra c io s o s s u ces os . ” bien intencionadas otras circunstancias requieren y otros puntos P i den alo méno s el haberme rep rehendí d o en p á b lic o y tan ásperamente ha pasado todos los Íímí t es de la buena reprehension pues las primeras mejor asientan sobre la blandura que sobre la aspereza y no es bien s in tener c o no éí mí ent o del pecado que se re rehend e p . CAPÍTUL O XXXII .

caba llero soy y caballero he de morir s í place al Al tísimo u n os v an por el ancho campo de la ambic io n soberbia . por la angosta senda de la caballer í a andante por cuyo . “ “ 2 79 . h e satis fecho agrav io s en derezado tuertos castigado í n s o lenc ias vencido gigantes y atropellado v estí glo s yo soy enamo rá do no mas de p orque es forzoso que los ca h allero s andantes lo sean y siéndolo no soy de los ena nio rad o s viciosos sino de los platónicos continentes . . pero de que me tengan por sandio los estudiantes que nunca entráro n ni pí s áro n . Mis intenciones siempre las enderezo á buenos fines qu e son de hacer bien á todos y mal n in g u n o :sí el que e sto entiende si el que esto obra si el que desto trata merece ser llamado bobo d í ganlo vuestras grandezas D a que y Duquesa excelentes Eien por Dios dixo S ancho . P A R T E I I C A P Í TU L O X X X I I . exercício desprecio la hacienda pero no la honra Y o . o tros por el de la adu lac io n servil y baxa otros por el . asperezas por donde los buenos suben al asxent o de la mortalidad ? S í me tuvieran p o r tonto los caballeros los . de la hipocres í a engañosa y algunos por el de la v er d ad era Religion . . no diga mas v u es a merced señor y amo mío en su abo no porque no hay mas que decir ni mas que pensar ni . u í ía e pp g sin haber visto m as mu ñd o que el que ' un g uede contenerse en veinte ó t reint a le u as de d is t ri ” p g to meterse de rondon á dar leyes á la caballer ía y ' juzgar de los caballeros andantes ¿P or ventura es as u n ? to vano 6 es tiempo mal gastado el que se gasta en v a gar por el mundo no buscando los regalos d él sino las . ralo por a frenta inrep arab le . pero yo inclinado de mi estrella V oy . l . las sendas de la caballer í a no se me da un ardí t e : . magn íficos los generosos los altamente nacidos t u v ié .

2 80 D ON QUIX O T E DE L A … M A N CH A mas qu e perseverar en el mundo y in as que negando es te señor como ha ne gado que no ha habido en el mun d o ni los hay caballeros a ndantes ¿ que mucho que no se p a ninguna de las cosas que ha dicho ? P or ventura dixo el Eclesiástico ¿ sois v o s hermano aque l Sancho P qnz a . d ixo á esta s az o n el Duque que y o en nombre del g o señor Don Quixote os mando el Gobierno de una que tengo de nones de no pequeña calidad Híncate de ro . y viva yo que ni á él le faltarán I mperios qq e mandar . u i á m í I nsulas que gobernar N o por cierto Sancho am i . d illas S ancho dixo Don Quixote y besa los p 1 es á su E xcelencia por la merced que te ha hecho Hí z o lo así ' . se arrima bue na sombra le cobija yo me he arrimado buen señor y ha muchos meses que ando en su compa ” i ia y h e de ser otro como él Dios queriendo y viv a él . u e dicen á quien vuestro amo tie ne prometida una I n s u q la ? S í soy respondió Sancho y soy quien la merece t an ' bien como otro quá lqu í era:soy quien júntate los buenos . Sancho lo qual visto por el Eclesiástic o se levantó d e ” la mesa mohino ademas diciendo por el hábito que tengo que estoy por decir que es tan sandio Vuestra E xcelencia como esto . pecadores mirad sino han de ser ellos locos pues los cuerdos canonizam sus l o c u ras : u éd eée Vu es t rá Excelencia con ellos que en tanto que q es t uv ieren en casa me estaré yo en la mía y me ex e nsa f e de reprehender lo que no puedo remediar _ y s in d ecir m as ni comer mas se fue s in que fuesen parte á “ ' d et enerle los ruegos de los Duques aunque el Duque no le dixo mucho impedido de la risa que su imp ertinen . s erás u rio dellos y soy o de a u ellós no con uien y “ y q q n aces sino eo n quien paces y de los quien si buen árbol .

.

Finalmente D on Quixot e se so s egó y la comida se a c a y en levantando los manteles llegáro n quatro don ' há cellas la una con u na fuente de plata y la otra con un . do hablar ¿5 Sancho y en su opinion le tenía por mas gracioso y por mas loco que á su amo y muchos hu b o en aqu el tiempo que fu eron d este mí smo parecer ” . . P ara mi santiguada que tengo por cierto que s í R ey n áld o s de Montalvan hubiera oído estas razo nes al hom b rec it o tapaboca le hubiera dado que no hablara mas en tres años no sino t o márase con ellos y viera como esca ' paba de sus manos P erecía de r i sa la D uquesa en oyen . do agora digo que no en ninguna manera porque quien no puede rec eb ir a frenta m enos la puede dar por las u ales razones yo no debo sentir ni siento las que aquel q buen hombre me ha dicho solo quisiera que esperara al gun poco para darle á entender en el error en que está ep pensar y decir que no ha habido ni los hay caba _ llero s and antes en el mundo que si 1 0 tal oyera A ma dis 6 uno de los inñn1 t o s de su linage yo sé que no le fu era bien á su merced E so juro yo bien d ixo Sancho . . cuchillada le hubieran dado que le abrieran de arriba aba xo como una granada ó como á un melon muy madu ro : bonitos eran ellos para su frir semejantes cosquillas. 2 82 DON QUIX O T E DE L A M AN C HA y as í segun las leyes del maldito duelo yo puedo estar agraviado mas no afrentado porque los niñ os no sien ten ui las mu geres ni pueden huir ni tienen para que esperar y 1 0 mesmo los constituidos en la sac ra reli gion porque estos tres géneros de gente carecen de ar mas o fensivas y de fensivas y as í aunque natutalmente estén obligados á de fenderse no lo están para o fender si ” nadie y aunque poco ha dixe que yo pod í a estar a g ravi a .

b a de D on Quixote el qual sin hablar palabra admira do de semejante ceremonia creyendo que debía ser u s añ z a de aquella tierra en lugar de las manos lavar las bar b as y as í tendió la suya todo quanto pudo y al mis mo punto come nzó á llo v er el egu amaní l y la don o e “ lla d el xab o n le manoseó las barbas c o n mucha p rí es a . c ubiertos los brazos hasta la mitad y en sus blancas ma ñ o s ( que sin duda eran blancas ) u na red ó nd a p élla de xa bon napolitano L legó la de la fuente y con gentil do . 3 á gu amáníl asimismo d e plata y la otra con dos blan u í s í maá y riqu í s imas t o hallas al hombro y la quarta des q . D on Quixote con la mas extraña figura y mas para ha “ c er reir que se pudi era imaginar M í ráb anle todos los . fue gran maravilla lar la risa las d ónc ellas de la burla teman los oj os b a xo s sin o s ar mí rar á sus Señores : si ell o s les retozaba la ' cólera y la risa en el cuerp o y no sabían que acu T OM . la D uquesa que de nada desto eran s ab í d o res estaban Esperando en que había de parar tan extraordinario la “ v at o rí o. que presentes estaban que eran muchos y como le veían con media v ara de cuello mas que medianamente moreno los oj os cerrados y las barbas llenas de xab o n y mucha discrecio n poder d isimu . L a doncella barbera quando le tuvo con un p almo de xab o nad u ra fingió que se le había ac abado el agua y mandó á la del agu amanil fuese por ella que el señor D on Quixote esperarí a Hí z o lo as í y quedó . 2 8 . levantando copos de nieve que no eran m enos blan cas las xab o naduras no solo por las barbas mas por to do el rostro y por los ojos del obediente caballero tan to que se los hici eron cerrar por fuerza E l D uque y . P A R TE 1 1 C A P Í T U L O Ó QX X I I . n ayt e y desenvoltura enc axó la fuente d eb axo de la bar . m . NN ij .

' a ua g m nil vinoa y ab á n de lavar á D í Quixote ac ro o 1 . e o e enxuto y limpio haciendo reverencias se fu eron D es . puso la fuente al D uque como 5 D on Quixote y dándos e 1 priesa le l á n y x b ná n muy bien y d xánd l av ro a o ro . pues se supo que h b í j ad el D uque que í á él no h a a ur o s le la vara n como á D on Quixote había de Castigar su desenvoltura la qual habian enmendado discretamente con haberle i él x b nad Estaba atento Sancho á las s a o o . . ' D ON M AN C HA QU I X O TE " DE ' L A . m ucho mal ha de pasar puesto que pasar por un lavato ' í de estos ánt r o es g gt 9 que trabajo N o t ng i pen es u . ' dir ó á ” t í' g el “ át c as í mí nt de las ar muchachas ó º rev e o ' ” darles premio por el gusto qu recibían d e ver á D m e ' o Quixote de q ll t Finalm ente la do ncella del a ue a …s u er e * . y luego la que traía las t h ll le limpió y le enxug á o a as . Sancho preguntó la D uquesa ? vos . . a uc ac a ' u a “ . e a s a. Digo señora respondió él que en las Cortes de los t º o r s P r íncipes siempre h oido decir q en levantando los e ue “ manteles dan agua i las manos pero no l xí á las bar s e a bas y que por eso es bueno v i vi r mucho por ver m a cho aunque t mb i n dicen que el que larga vida vive a e . muy p d m nt y haciéndole todas quatro á la p r re o sa a e e a una grande y pro funda in lin é í n y reverencia se ' c a o - querí an i pero el D uque po rque D on Quixote no a r c yese en la burla llamó á la d n llá de la fuente d i o ce í énd l :venid y l dm m í y mí d que no se é e ' c o e av a _ ra o acabe el agua L m h h ag d y diligente llegó y . ceremonias de aquel lavatorio y dix entre s í ál n o v ar e Dios ¿ si será t mb i n usanza en esta tierra lavar la bar a e s bas los escuderos como á l os caballeros porque en ' a ? ' Dios y en m áni ma que 1 h bien menester y aun l 0 e que í me las apasen á navaja lo tendría i mas b n fi s t s e e c ió ¿ Que dec í s entre .

.

. respondió D n e os a o Quixote es lo mismo que decir retórica de D emóstenes . p n res o d ió D on Quixote si no me la hub iera borrado de la idea la desgracia que poco ha que le sucedió q es tal ue . 2 86 QUIX O T E DE L A M AN C HA D ON decir d m tí n señor D on Quixote ? pregunt ó la D a e os a quesa que vocablo que no le h oído en todos los es e días de mi vida Retórica d m tí n . o b abeis andado deslumbrada en la tal pr egunta . que hab rán de sab er vuest ras grandezas que yendo los dias pasados á besarle las manos y á b i su bendi rece r cion beneplácito y licencia para esta tercera salida ha ' llé otra de la que buscaba : h lléla encantada y c n a o v er l tida de P rincesa en labradora de hermosa en f de A n " ea gel en diablo de olo rosa en pestí fera de bien hablada ' en rústica de reposada en brincadora de luz en tinie blas y finalmente de D ulcinea del Toboso en una villa na de Sayago ¡Vál m Dios ! dando una gran voz di . que mas estoy para llorarla que para describirla por . pero con todo eso nos daría gran gusto el s eñor D on Quixote s í nos la pintase que á buen seguro que aunque sea en rasguño y bosquejo que ella salga tal que la tengan invidia las mas hermosas S í hiciera por cierto . corno ciceroniana de Ciceron que fu eron los dos ma y o res retóricos del mundo As í es dix el D uque y _ . a e XO á este in stante el D uque ¿ quien ha sido el que tanto mal ha hecho al mundo ¿ quien ha quitado d él la belle za que le alegraba el donayre que le entretení a y la honestidad que le acreditaba ? ¿ Quien ? respondió D on Quixote ¿ quien puede ser sino lgun maligno encanta d or a de los muchos in id i que me persiguen ? Esta raza v o so s maldita nacida en el mundo para escurecer y aniquilar las hazañas de los buenos y para dar luz y levantar los .

P A R T E I I C A P Í T U L O XX X I I
.
2 8
7 .

fechos de los malos P ers eguíd0me han encantadores en
.
,
v

cantadores me p er31 gu en y e ncantadores me persegu í
rán hasta dar conmigo y con mis altas caballerías en el
ro fundo abismo del olvido y en aquella parte me da
p
ñ an y hieren donde v en que mas lo siento porqu e
, ,

quitarle á un caballero andante su dama es quitarle lo s
ojos con que m i ra y el sol con que se alumbr a y el
s u stento c o n que se m
,

antiene O tras muc has v ec es lo he
.

dicho y ahora lo v uel v o á decir que el caballer o an
dante s in dama es como el árbol sin hojas el ed ificio

s in cimiento y la somb ra sin cuerpo de quien se cause .

N o hay mas que d ecir d ixo la D uq u esa pero s í c o n
todo eso hemos de dar crédito á la historia que del se
ñ o r D on Quixote de pocos días si esta parte ha salido á
la luz del mundo con general aplauso de las gentes de
, ,

lla se colige si mal no me acuerdo ; que nunca u a
, v es

merced ha visto á la Señora D ulcinea y que esta tal Se
ñ ora no es en el mundo sino que es dama fantástica que
v u sa
e merced la engendró y p arió en su entendimiento ,

y la pintó con todas aquellas gracias y p f í n que qui er ec o es

so E n eso hay mucho que decir respondió D on Quixo
.
,

te :Dios sabe si hay D ulcinea ó no en el mundo 6 í s

fantástica , no es fantástica y estas no son de las
'

es co

s as cuya í g á í n se ha de llevar hasta el
av er u c o b Ni ca o .

e ngendré ni par í á m i Señora puesto que la con
y o

templo como conviene que sea una dama que nt n
, co e

a e n s í las partes que puedan hacerla famosa en toda s
g
l del mundo como son hermosa in tacha grave in
as , ,
s , s

soberbia amorosa con honestidad agradecida por cor e

tes cortes por bien criada y finalmente alta por l i n a a

g e á causa q b r

la
ue so buena sangre
e resplandece
, y

2 88 M AN C HA
D ON QU I XO TE DE L A

campea l hermosura con mas grados de p rf cí n que
a e e o

en las hermosas humildemente nacidas A s í es dix el . o

D uque ; pero hame de dar licencia el señor D on Quixot e

para que diga lo que me fuerza á decir la h t n que d 15 o a e

s us hazaña h leido de donde se infiere que puesto
s e

que se conceda que hay D ulcinea en el Toboso 6 fuera
d él y que sea hermosa en el sumo grado que u a mer v es

cc d nos la pinta en 1 de la alteza del linage no corre 0 _

parejas con las O ri an as con las A l t raj a a con las M a as re s

d ímas ni con otras deste jaez
as de quien están llenas
las historias que Vu a merce d bien sabe A eso pue es .

do decir respondió D on Quixote que D ulcinea es h ij a
d sus obra y que las virtudes adoban la sangre y que
e s

en mas se ha de estimar y tener un humilde virtuoso ,

que un vicioso levantado quanto mas que D ulcinea
u n giron que la puede llevar ser R eyna de coro ¿
_

ti ne e

n y cetro que el merecimiento de una muger hermo
a

sa y virtuosa i hacer mayores milagros eextiende y
s s

aunque no f málm nt V irtualmente tiene en s í emeer
or e e

radas mayores enturas Digo señor D on Q ixote dix
v . u o

la D uquesa que en todo quanto u merced dice a v es a v

con p i de plomo y como suele decirse con la n
e , _ so

da en la mano y que y desde aqu í adelante creerá y o

h t é creer á todos los de mi c asa y aun al D uque m í se
a

ñ or i fuere menester que hay D ulcinea en el Tobo
s

so y que vive hoy d í a y es hermosa y principalmente
nacida y merecedor a que un tal caballero como es el se .

ñ D on Quixote la sirva que es lo mas que puedo
or ,

u i é encarecer P ero no puedo d xar de f ormar un
'

s . e es

cr úp l y tener alg n no sé qu de ojeriza contra San
u o u e

cho P anza el escrúpulo es que dice la historia re fer í

9
2 0 QUIX O T E D
D ON A M AN C H E L A

quiero creer que no h a d ehaber otro alguno que me em
p :
ez c a y as í viendo estos encantadores que con mi perso
ñ a no pueden usar de sus malas mañas V éng n en las ,
a se

cosas que mas quiero y quieren quitarme la vida mal
tratando la de D ulcinea por quie n y Vivo y as í creo o
º
.
,

q uequando m i escudero le lle ó mi m b x d se la con v e a a a ,

i tí
v r é ro n en villana y ocupada en tan b x exercí cio a o

como es el de ah echar trigo ; pe o ya tengo y dicho r o
,

que aquel trigo ni era r b i n ni trigo sino granos de u o

perlas orientales y para prueba desta verdad quiero decir
á vuestras magnitudes como V n nd poco h por el To ,
1 1e o a

boso jamas pude hallar los P alacios de D ulcinea y que
, ,

otro dí habiéndola visto Sancho rní escudero en su mes
a _

ma ñ g que es la mas bella del orbe á m í m p
u ra e
'

a

rec í ó una labradora tosca y f y no nada bien razona ea

d a siendo la d i i n del mundo y pues y no estoy
s c rec o o

encantado ni lo puedo estar segun bue n discurso ella

, ,

es la encantada la o fendida y la mudada trocada y '

,

trastrocada y en ella se han vengado de mi mi n m
,
s e e i

gos y por ella viviré y en perpetuas lágrimas hasta o

v erla en su pristino estado Todo esto h di cho para que . e
'

ná di erepare en lo qu e Sanc ho dix del cernido ni del '

o

h h de D ulcinea que pu es á mí me la mud á n no
'

a ec o ro

es maravi lla que i él se la ain b í n D ulcinea es p ín
s c ase . r +

cpi la y bien n acida
"

y de l h idalg o s ,
linages que hay os

en el Toboso que son muc hos antiguos y muy buenos
, , .

A buen seguro que n le cabe poca parte á la in par D ul
o s

c in ea por qu en su L ugar será famoso y nombrado
i

en los venideros s iglos como 1 ha sido Troya por E le
_

,
0

na y E spaña por l Cav aunque con mejor título
_

a a

y fama P f otra p rte quiero que entiendan Vuestras Se
. o a
'

P AR TE
C A P Í T U L O x x íu r 1 1 . .

ño ría que Sanc ho P anza es unó de los mas gra i ó
s ,
c os s es

cu d r que jamas sirvió á caballero andante :
e os tiene á ve

ces unas imp li id ad tan agudas que el pensar i
s c es s es

simp l ó g d
o e causa no pequeño contento :tiene ma
,
a u o ,

licias que le condenan por bellaco y descuidos que l , e

con firman por bobo duda de todo y créelo todo :quan
do pienso que se a á despeñar de tonto sale con unas v

d iscreciones q e le levantan al cielou F inalmente y . o

n o le trocaria con otro escudero aunque me diesen de ,

a ñadidura una ciudad y as í esto y en duda si será b ie n
enviarle al Gob ierno de quien uestra grandeza le ha h v e

cho merced aunque v e en él una c iert a aptitu d para o

esto de gobernar que atu ánd l t anti el nt ndimi n s o e co e e e

t o se saldrí a con q alqui ra Gobierno como el R e y _
u e

con sus lc b ala y mas que ya por muchas xp ri n
a a s e e e

01 as ab emos que no es menester ni mucha habilidad
s ,

ni muchas letras para ser uno Go b ernador pues hay por .

ah í ciento que ap enas saben leer y go b iernan como unos
g i if l
tt :ela toque está
es en que tengan buena int n i n e c o ,

y deseen acertar en todo que nunca les faltará quien
les aconseje y encamine en lo que han de hacer como
los Gobernadores caballeros y no letrados que senten
i n con asesor A
c a n
j arí l
y que
. m tome cocohec h o
se a e o ,

n i pierda derecho y otras illa que me quedan n l

co s s e e

e st mago que saldrán a su tiempo para utilidad de San
ó ,
'

,

cho y pro echo de la Ínsula que g b n r Áeste pun
v o er a e .

t o llegaban de su coloqui el D uque la D uquesa y o

D on Quixote quando oyeron muchas voces y gran u ,
t

mor de gente en el P alacio y á deshora entró Sancho
en la sala todo asustado con n nad p r baba u c er ero o

d r y tras él muchos mozos ó por m j aros '

o d r
p e or e01 10
T OM . m . 00 ij

2
9 2 Q UIX O TE D E L A M AN C HA
D ON

de cocina y otra gente menuda y uno venia con un
t
ar es o n ill de agua que en la color y poca limpieza
c o

mostraba ser de fregar : guí l y p g ú í l el
sede la a e ers e a e

artesa y proc uraba con toda solicitud ponérsela y n e

c axá l d b x de las barbas y otro p í caro mostraba
rs e a e a o

q é
u er rs
ela l a v ar ¿sQue es esto hermanos
.
? preguntó la

D uquesa ¿ que es esto ? ¿ que quereis á ese buen hom
bre ? ¿ omo y no c onsiderais que está electo G b rn
p
'

o e a

dor A lo que respondió el p í caro barbero :no quiere
?

este señor d xar lavar como es usanza y como se la
e se

v ó el D uque mi señor y el se ñor su amo S í quiero .
,

respondió Sancho con much cólera ; pero querrí a que a

fuese con t h lla mas limpias con lex ia mas clara y
o a s

con manos no tan sucias que no hay tanta di ferencia de
m í í mi am que á él le l aven con agua de A ngeles y
s o

á m í con lexia de diablos las usanzas de las tierras y
_

de los P alacios de los P ríncipes tanto son b uenas quan
to no dan pesadumbre pero la costumbre del lavatorio
que aqu í se usa peor es que de di ip1 in nt Y estoy c a es . '
o

limpio de barbas y no tengo necesidad de semejantes te

f ig i
r er o sy el que se ll g r á lavarme ni á tocarme á e a e

un pelo de la cabeza digo de mi barba hablando con
el debido acatamiento le daré tal puñada que le d x e e

el puño engastado en los cascos que estas tales i im c r o

nias y xab n d ra mas parecen burlas que lga aj de
o a u s s os

huéspedes P erecida de risa estaba la D uquesa viendo
.

la cólera y oyendo las razones de Sancho pero no dió
mucho gusto á D on Quixote verle tan mal d liñ ad con a e o

l jaspeada t h ll y tan rodeado d t nto ntr t ni
'

a o a a e a s e e e

dos de cocina y as í haciendo una pro funda reverencia
á los D uques como qu les ped í a licencia para hablar e ,

.

del señor D on Q ixote que debe de ser la nata de los u co m d imi nt e y la d de las ceremonias ó i im e os or c r o nias como V os d i :bien haya tal señor y tal cri á ec s do el uno por norte de la andante caballería y el otro _ por estrella de la d il fidelidad :l nt es cu Sancho er ev a ao s amigo que y satis faré vuestras cortesias con hacer que o el D que mi señor lo m presto que pudiere os cum u . . . a D uquesa pidió á Sancho q si no tení a mucha gana de ue dormir viniese á pasar la tarde con ella y con sus don cellas en una muy fresca sala Sancho respondió que . as pla la merced prometida del Gobierno C n esto cesó la . sino es con desear verme armado caballero andante para ocuparme todos los dias de mi vida en servi si tan alta r Señora :labrador soy Sancho P anza me llamo casado . soy hijos tengo y de escudero sirvo si con alguna des tas cosas puedo servir á vuestra grandeza mén tarda ' os ré y en obedecer que Vuestra Señorí a en mandar Bien o . parece S ancho respondió la D uquesa que b abeis p r n . aun q e era verdad que tenia por costumbre dormir qua u " tro 3 cinco horas las siestas del verano q por servir ( ue á su b nd ád él procuraria con todas sus fuerzas no dor o mir aquel d i ninguna y vendrí a obediente á su mandado a . 94 2 QUIX O T E DE A M AN C HA D ON L f as grandes mercedes se esperan :esta que la uestra v merced hoy me ha fecho no puede pagarse con mén o s. a e dido á ser cortes en la esc uela de la misma cortes ía :bien parece q iero decir que os b abeis criado á los pec hos u . ' . y fuese E 1 D q d io nuevas órdenes como se tratase . u ue á D on Quixote como i caballero andante sin salir n s u punto del estilo c mo cuentan que se trataban los anti _ o g uo s caballe ros . . o p láti ca y D on Quixote se f é á p la siesta y l u a re o s ar .

PARTE II . co g ió Sancho los hombros obedeció y nt ó y todas . u cho de puro bie n criado no queria sentarse pero la D u quesa le d ix que se sentase como Gobernador y habla o se como escudero puesto que por nt ámb cosas mere e r as cia el mismo escaño del Cid Rui D iaz Campeador E n . i r a e n Si M orena ¿ como se atrevió á fingir la res … erra puesta y aquello de que la hall ó ahechando trigo sien d t d burla o . e estamos solos y qu aqu í no nos oye nadie querrí a y e . que el señor G obernador m l i ciertas dudas que e as o v es e tengo nacidas de la historia que del gran D on Quixo te anda ya impresa una de las q le dudas es que pues ua s . D e la s abro s a p lá t ica qu e la D u ques a . las se se . ra D ulcinea del T oboso ni le llevó la carta del señor . o. y d e que s e no t e . y s us d o nce llas p as a ro n co n S ancho P a nz a digna d e qu e s e _ lea . r io siesta sino que por cumplir su palabra vino en comiendo . D uquesa f ela que habló primero diciendo :ahora qu u . el buen Sancho nunca Vi D l in digo á la Seno o a u c ea . o y mentira y tan n daño de la buena o e o p ini n d ola in par D ulcinea e y stodas que no vienen bien con la calidad y fidelidad de los buenos escuderos ? A estas razones in responder con alguna se levantó s . á i la D uquesa la qual con el gusto que tenia de i v er s o r l le hizo sentar junto á s í en na silla baxa aunque San e. doncellas y dueñas de la D uquesa le d á n atentas ro e ro con g ndí im silencio á escuchar lo que diria pero la ra s o . CAPÍTULO XXXIII . D on Quixote porque se quedó en el libro de me mo . Cuenta pues la historia que Sancho no dum aquella . C A PÍ T U L O XXX III .

ñ o r D on Quixote por loco rematado puesto que algu nas veces dice cosas que á mi parecer y aun de todos . ( burla y Sancho se lo contó todo del mesmo modo qu e habia pasado de que no poco gusto r ib ié n los oyen . . ec ro tes y prosiguiendo en su plát i dix la D uquesa :deca . V iado y el dedo puesto sobre los labios anduvo por to da la sala levantando los d o seles y luego esto hecho se volvió á sentar y d ixo :ah ora señora mia que he v is . o lo que el buen Sancho me ha contado m anda brincando e u n escrúpulo en el alma y un cierto susurro llega sí mi s oídos que me dice pues D on Quixote de la M ancha es loco menguado y mentecato y Sancho Panza su es cu d lo conoce y con todo eso le sirve y le sigue ero . . to que no nos escucha nadie de solapa fuera de los cir c u nst ant es . viene á saber lo d el encanto de mi Se ñora D oña D ulci nea que le h d d á entender que está encantada no e a o . . como f e aquello de la respuesta de la carta y lo de u habrá seis 6 ocho d í as que aun no está en historia con . 2 9 6 QU I XO T E DE L A M AN C HA D ON Sancho de la silla y con pasos quedos el cuerpo ago . siendo mas erdad que por los cerros de Úb d Rogó v e a le la D uquesa que le contase aquel encantamento . aquellos que le escuchan son tan discretas y por tan buen carril encam nadas que el mesmo Satanas no las p i o dria decir mejores pero con todo esto d d am n v er a er e te y in escrúpulo á m í se me ha asentado que es un s mentecato pues como y tengo esto en 1 m gin m o e ” a e trevo á hacerle creer lo que no lleva pies ni cabeza ” ' a . y atenido á las vanas promesas suyas sin duda lg va a u . s m temor ni sobresalto responderé á lo que s eme há preguntado y sí todo aquello qu e se me pregun tare y lo primero que digo es que yo tengo á mi se .

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Y segun esto mucha razon tiene este señor en decir que . . 6 nos hacen ajustar y encoger mal que nos pese y á b n n h :y torn o á decir que si Vu estra Señoría ' ue as oc es / no me q i i dar la I nsula por tonto y sab ré no d á u s ere o r s eme nada por dis reto y y h oido decir que detras c " o e de la cruz está el d iablo y que no es oro todo lo q ue reluce y que de entre los bueyes a ados y coyundas _ . lic id ad de su dueña ni d exó de admir arse en o í r las razo p ! nes y refránes de Sancho á quien dixo ya sabe el buen Sancho que lo que una vez promete un caballero pro cura c un1 p lirlo aunque le cueste la vida E l D uqu emi se ' . a á n al labr ador W amba para ser R ey de E spaña y ' ' s c g o d ee nt re los bro ad os pa satiempos y riquezas c a á n s c ro á Rodrigo para ser comido de culebras ( si es que las tro bas de los R omances antiguos no mienten ) Y m . co o q ue no mi enten d ix á esta sazo D oña R odriguez o l u a du eña que era una de las u h nt qu un Roman ' es c c a es e c chay que dice que meti eron al R ey Rodrigo V ivo i v vo en una tumba llena de sapos culebras y lagartos y que de all í á dos dias dix el R ey desde dentro de la o t u mb a con o doliente y baxa v z Y a me co men . t . y a me co men o r ¿lo mas ecad o h a b í a p p . ñ o r y marido aunque no es d e los andantes no por eso : dexa de ser caballero y as í cumplirá la palabra de la pro . QU I XO TE D E L A a mas p ies de tierra el cuerpo del P apa q ue el d l p e sacristan aunque sea mas alto el uno que el otro q e u l entrar en el h yo t d nos ajustam os y encogemos ' a o o os . . 2 9 8 D ON M AN C HA . quiere ser mas labrador que R ey si le han de comer s a b andij as N o pudo la D uq uesa tener la risa oyendo la s im .

m . do V t n i razon Sancho dix la D uquesa q na . P A R T E il C A P ÍT U L O X X X I I I 2 99 . y darle á ente nde r que la labradora era D ulcinea y qu . PP Íj . . me tid a Ínsula á pesar de la 1 nvidia y de la fnaliéia del mundo E sté Sancho de buen ánimo que quando m enos . . os e e s o ue d i nace enseñado e y de los hombres se hacen los O bis pos que no de las piedras pero volviendo á la pláti qca epoco hautratábamos del en canto de la Señora D ul t ng p r cosa c ierta y mas que averiguada ' in c ea e o o q u e aquella im gin i n que S ancho tuvo de burlar á su señor a ac o . e si se ñ or no la cono cia debia de ser por estar encan su - rad é toda f é invencion de alguno de los enc antado u r es q al señ or ueD on Quixote persiguen porque real y v erdaderam ent y sé de buena p arte que la v illana e o T OM . y lo piense se verá sentado en la silla de I nsula en la su “ de su E stado y empuñará su Gobierno que con otro de brocado de tres altos lo deseche :lo que y le n r o e ca . a ce e e s todo es comenzar y p d i ser que á quince dias de o ra Gobernador me comiese las manos tras el o ficio y upi s e m d él que de la labor del campo en que me h Cria J as e ' se . g es o que m ire como gobierna sus vasallos advirtiend o que todos son leales y bien nacidos E so de g obernar . los bien respondió Sancho no hay para que n gár e c ar melo porque y soy caritativo de mí o y tengo com o pasionde los pobres y á quien cuece y amasa no le hurtes hogaza y para mi santiguada que no me han d e ' echar dado falso soy perro viejo y entiendo todo tus tus y sé d p il rm á sus tiempos y no consiento q es av a e ue me anden musarañas ante los ojos porque sé donde m e prieta el zapat o díg l porque los buenos tendrán a o o conmigo mano y concavidad y los malos ni pie ni ' entrada Y p ré m ¿i mi qu en esto de los Gobierno .

pero d ígame agora Sancho que s esto o . _ M AN C H A que dió el b r . ' la pol lina fa y es D l m a inc o j s o b re ' e ' u c e d el To b o s o “ y que b n S ah h p n ndo s r el n el ue . la b abemos de ver en su p piá figura y entonces saldrá r0 Sancho del engaño en que ive Bien puede ser todo eso v . e . d ix Sanc ho P anza y agora quiero creer lo que mi m o a o cuenta de lo que ió en l cueva de M ontes inos dond ev a dice que ió á la Señora D ulcinea del Toboso en el tn v e5a mo trage y hábito que y d ix que la habia visto quan do o e la encanté por solo mi gusto y todo debió de ser al rea v es corno merced señora mi dice porque de v u es a a m ru n ngemo no se puede ni debe pre umir que fa i i 1 s b i r c ase en un instante tan agudo embuste ni creo y q o ue mi amo es tan loco que con tan flaca y magra sion como l mia creyese una cosa tan fuera de todo a término pero señora no por esto será bien que vues . co int n i n de f nd l f y si h salido al reves D ios está e c o o e er e a eu el cielo q e juzg ar lo corazones As í es la verdad : u s . q u e dice“ de la cueva d e M o nte sinos que gustar í a a s . la madre que la parió y quando mén nos p n ém os e s o s. d ix la D uquesa . c o … e sa e e ga nador e el e ngañado y no hay p h n m d d n s — o e as u a e _ esta v rdad que en las cosas que nunca vimos y sep a e ' el señor Sancho P anza que t mbien tenemos acá n e e cantadores que nos quieren bien y nos dicen l que p a o sa por el mundo p ura y sencillamente in enredos ni s máquinas y é m Sancho que la villana b rincador a cr a e era y es D ulcinea del Toboso que está encantada como . 3 09 D ON Q U I X O TE D E L A . escapar me de las riñas d e mi se ño r D on Quixote y no ' n .º = . . . tra bondad me tenga por malévolo pues no e tá obliga s d un porro como y i taladrar los pensamientos y ma o o s lici as de los pésimos e ncantadores :y fing í aquello por o .

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v a e ñoras un hidalgo de mi L ugar ! Seria lg n villano dix a u o D oña R odrí guez la dueña que i él f f hidalgo y bien s ue a nacido él las pusiera sobre el cuerno de la luna A gora . bien d ix la D uquesa no háy mas calle D oña R d i o a o r gu ez y ié gso s el señor P uese anza y quédese á m i cargo . 3 02 UIX O TE D ON D A M A NC HA Q E L b ax ld mala capa suele haber buen bebedor E n ver o e . NIi asno respondió Sancho que por no n mb l con o rar e este nombre le suelo llamar el rucio :y esta señora dueña le rogué quando entré en este castillo tuviese cuenta con él y ó d m n como si la hubiera az o r s e e a era dicho que era f ó vieja debiendo de ser mas propio y ea natural de las dueñas pensar j mentos que autorizar las u salas O ál m D ios y quan mal estaba con estas se . d ád señora respondió Sancho que en mi vida h b i e e bido de malicia con sed bien podrí a ser porque no t n e go nada de hipócrita :bebo quando tengo gana y quan do no la tengo y quando me lo dan por no parecer ó melin droso 6 m i criado que á un brin dis de un amigo a ¿ que corazon ha de haber tan de mármol que no haga la razon ? P ero aunque las calzo no las ensucio quanto mas que los escuderos de los caballeros andantes casi de ordinario b eben agua porque siempre andan por d o restas s elvas y prados montañas y riscos sin hallar una misericordia de vino si dan por ella un ojo Y lo creo . la D uquesa y le suplicó le hiciese merced de que se tu viese buena cuenta con su r cio porque era la lumbre u de sus ojos ¿ Que rucio es este ? preguntó la D uquesa . aquel Gobierno D e nuevo le besó las manos Sancho á . . o as í respondió la D uquesa y por ahora áy Sancho v as e á reposar que d p hablaremos mas largo y daré es u es mos o rden como vaya presto n x como él dice e c a ars e .

d ix la D u quesa Sancho al Gobierno o y all á le podrá regalar como q i i y aun j b il l del trabajo No pien u s ere u ar e . L razones de Sancho n á n en la D uquesa la as re ov ro risa y el contento y enviándole reposar ella fue a dar cuenta al D uque de lo que con él hab í a pasado y entre los dos d i eron traza y ó d n de hacer una burla a . u o de estar solo un momento y as í lo consentiria y como . 3 3 . . PARTEC AP ÍTULO XXXIII 1 1 . l ojos de vuestra grandeza ni él os i y somos dignos . que fuese famosa y viniese bien con el o e stilo b ll re ca a en el qual le hici eron muchas tan e sco propias y discretas que son las mejores a enturas que v e n esta grande historia se contienen . se a merced . . darme de puñaladas :que aunque dice mi señor que en las cortes ias ánt se ha de perder por carta de mas que es de mén en las j m ntíl y inina se ha de i n os u e es as s r co el compas en la mano y con medido término L lévele . d ix Sancho que y h visto i mas de dos asnos á los o o e r Gobierno y que llevase y el mio no seria cosa nue s o a . o . basta que esté respondió S h h que sobre las niñas de . o a c o . r e ' D n Quixote . 0 el regalo del q u por ser ru 01 0 alhaj a de Sancho le . señora D uquesa v u es que ha dicho mucho . e pondré y sobre las ni as de mis ojos Enla caballeriza o ñ .

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a e s t s t i l V c v i da v s t a h i . P á E 2 d l li l i e es e p o e j os d i a en a or ue r o 71 g 55 las h s o c t c q v olva i s p to d . P á 6 P ú a 2 h 0 d 3 so se P ág 2 8 H m c h me to q 1 0 a u e e ue 91 g co p . . . d o co so un e u er t e er . . . b ros d e b l l L ra d l E ca a eresc as l iá i a e xo e es s a ue res e stil o d l hi st i s T mbl q . re o a a o s t a S t i d d d V l ci di s . . e ts o Sa c h o L n d V l ci . . s i g i e o do s t s l d ch ca mi h bo dic h o r n to re e ere p l b s Sa cho o no u es ta s a a ra n u m irado y . h s 2 t á m 1 y . d ill L as . á D Q i o t ll g s ll á á l e a en c L d V l i : e ue re a a enc a m i a ? y m i ad o 1 t g o d i e q u x e ue p e z a e on trago A pe as yó st S . . l enc a i AI m y b d a d l or 9 Pág 7 5 P res uz na o r v i d v st a 1 l e 2 . e a es a en na a t d l c ab all e ro s da t s e os c a t da l f d id y la m dad L an n e n a a o en a u a a S nc o . d la v t 5 l q l ll g á p ua7 P á g e 74 T ro n u n o 2 2 an re ch c D l p m o m i rado l t g q á b salv e en a . y l t d a ne a l o s a b all re s a d t s L 3 5 P ág 9 P s n an e y t . b b n o e o an t an r < o re r 0 en xa q d cam i ó l ruc o S ch q 5 b salv o & e er un . . . . 1 . it d l m d . as re re ens o nes san t as b i i t c i d s o t s . a d o m a ñ ía L . . P á A l m y y m p V a r L as e ue r an a a e a en a t s d i s v i v V st Se ñ o rí a 2 20 5 1 g . l o i t c i ada s ue o t asce azi n en on r c 1 rcuns t anc as re ue t u a m & o c q i u eren q S nc o . d V l c i : p s ye st y i p u en e a en a ue o no e o u ue l o c i t y h y q c lp ler o no a d st a ca t d o lla la c a tada ue u ar o en na o e r en n a e es en n d V l ci :S a nc h o s tá . mi s E st d s a o d V l i : e a enc a en i i d m s m i g . . . 2 . . . l b i v i d en m i s en E s tad s o L d 3 4 Pág 9 o a e 2 0 a n an V l ci él v i d á st e y . 3 6 0 ARIANTES V . a . . m d un o q v l v i s p s t d T mb l q L d ue o a re o e e e ue . er a 8 P ág 7 4 D i s c t s dí s v i v 2 . d e t an m i fi st p li g o L d Valm an e o 3 e Pág r . a e ñ ' es t o yg d p l i ra ng o e e í r m . ue o no es en d V l ci e a en bi a v id la ñ y ca tad o i l p d sta ll l en s ea en o or n n o ue o e r . . u o u ro n c ai :p i di d l l b as d en o ma i d te i m i s m p c L d Valm r e e t an n es e o are er . V l ci :E s t a en a e es e e as o ra e e ue . a en a l bi s ea e h mí s c d en en m s m fi g a L o e as c o e u ero en s u e a ur 4 hab i éndol a v i s to S anch o . o s s s . 6 P ág 2 7 3 A pé 2 nas u su a e a enc a en u a ape as b lando á mo d . P á A l c i l ar á 2 lá i m s has t a v la L d er et u zs p ci p ll v ivi é y d c s l 2 2 1 ru o se e r a er a e 5 g 7 g ecado ¿ p d i d b c y d s c i d S . 2 . a e a enc a ex er en a h m o s t ra do . d V l i : . o . 2 0 P á g 6 P i di d o 2 0 l l ib s d d l t en e ra e o a e a n e en su o a a M ch s . i a sa t s y b e a enc a y bi re re ens o nes n a uena s en A te di d n len f o q a d i : h re ran . or a ue r . c h o s f é d l m i s m o p c a u u ro n e a 2 1 P ág 6 3 Y y 2 s c. a e a ere o a a ue ra . p i ci a m h . . . . 4 2 P á g 7 a . 2 0. tta e co n a e p h . r o b d re uz na o r L d V e un o . . L a e a en l o y la m d d a e en u a a lla vi vi é y . . á d nt es e ano e er 1 xo e ri o en o ue u en o co á s t i . . h l q o m ue tu m da y ié a o te an L s ln t ancx as re u eren a e a en a as él á l m sa L d V l i az . . b ll ca a eres eas 3 Pág 7 8 L p h i 0 . e u e 37 P ág 3 an E fi m f h b la d 01 n n n a n o h bo dich o á m odo L d V l i : ñ h . 8 a e f é 2 . 1 a . 3 2 Pá g 6 9 B v2 l ñ en s ea f en o a or su e a u ra c e o . 2 . :y L d V l i y e y a enc a z s c 3 3 P á g o 8 so L su e u 2 a ex er en e a m ostrado L V l i la p i ci u o a de ro . c h P z o an a u an o en n e ¡ an o ue 1 uen c á la mit . d V l ci :p ú lg $ a e a en h a sos anc o n en su . . y . r e r e o a e u e an en a or e a r o es on o a ch o L d V l ci l ci l d ará d h s verla a e a en a a ru o se e a a ta r ecado y d s c i d S ch o . a e a en a n su o. a e a enc a P an az d d ill s e ro á a h m ch s m s s q ad p m a u o e e ue n o o r es e un c mp ñí . . d a. i t i s . c i t y h y lp l er o no da a cu 36 P ág 9 ar e en na P 2 0 or e r o en d . 8 Pág 1 55 A t d i d2 o l f yen en a re ran i en n en o na a ra c rcuns qi d V l ci . 2 2 . P ág 6 5 El l bi 2 ll g d s ea e en e a o a H b i é do la v i s t o S 2 2 .

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