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08/06/2015

Gestão de Resíduos Federal


Universidade e Efluentes Industriais
Fluminense
Instituto de Química
Departamento de Química Analítica

Gestão de Resíduos e Efluentes


Industriais
Turma A1

Prof. Geraldo Fontoura


geraldo_fontoura@id.uff.br

Gestão de Resíduos e Efluentes Industriais


• INTRODUÇÃO
• TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

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CONSELHO DA EUROPA:

“EXISTE POLUIÇÃO DO AR QUANDO A PRESENÇA DE UMA


SUBSTÂNCIA, OU A VARIAÇÃO IMPORTANTE NA
PROPORÇÃO DE SEUS CONSTITUINTES, PODEM
PROVOCAR EFEITOS PREJUDICIAIS OU DOENÇAS, TENDO
EM CONTA O ESTADO DOS CONHECIMENTOS
CIENTÍFICOS.”

Gestão de Resíduos e Efluentes Industriais

POR QUE TRATAR AS EMISSÕES GASOSAS DE UMA


INDÚSTRIA?

• EVITAR DANOS AO MEIO AMBIENTE.

• MANTER BOAS RELAÇÕES COM A COMUNIDADE.

• MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS OPERADORES.

• OBRIGAÇÃO LEGAL.

• VALOR ECONÔMICO DO PRODUTO RECUPERADO.

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POR QUE TRATAR AS EMISSÕES GASOSAS DE UMA


INDÚSTRIA?

• PADRÕES DE EMISSÃO ATMOSFÉRICA

• PADRÕES DA QUALIDADE DO AR

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FORMAS DE CONTROLE DAS EMISSÕES GASOSAS


DE UMA INDÚSTRIA?

• MODIFICAÇÕES NO PROCESSO PRODUTIVO: MATÉRIA-PRIMA,


COMBUSTÍVEL, PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS, TECNOLOGIA.

• TRATAMENTO DAS CORRENTES GASOSAS POR MEIO DA


INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS OU PELA MODIFICAÇÃO DE
EQUIPAMENTOS EXISTENTES.

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TEMAS ATUAIS IMPORTANTES

• EFEITO ESTUFA E AQUECIMENTO GLOBAL

• BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO

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ESCOLHA DO TIPO DE EQUIPAMENTO PARA TRATAMENTO


DAS EMISSÕES GASOSAS

• FATORES DE ENGENHARIA

• FATORES ECONÔMICOS

• FATORES LEGAIS

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

É um relatório contemplando os aspectos técnicos das emissões gasosas


de um empreendimento, parque industrial ou localidade, cujos dados
subsidiam a tomada de decisões do empreendedor ou do Poder Público.

Deve conter:

Caracterização da área;

Levantamento das fontes emissoras;

Qualificação e quantificação das emissões;

Conclusões (inclusive relacionadas à legislação quando aplicável).

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

LEI Nº 5690, DE 14 DE ABRIL DE 2010

INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL SOBRE MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA


E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Estabeleceu princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos aplicáveis para


prevenir e mitigar os efeitos e adaptar o Estado às mudanças climáticas.

Art. 7 – Instrumentos da Política Estadual do Clima:

Cadastro Estadual de Emissões

Inventário de Gases do Efeito Estufa por empreendimento

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

Resolução INEA nr. 43

Dispõe sobre a apresentação de questionário declaratório de gases de


efeito estufa para fins de licenciamento ambiental no Estado do Rio de
Janeiro.

- O questionário declaratório deverá fundamentar-se no inventário


de emissões de GEE.

- O inventário deverá ser executado segundo a metodologia do


GHG Protocol (Greenhouse Gas Protocol) com as modificações
necessárias.

- Ele expressará obrigatoriamente as emissões de escopo 1 e 2.

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

Resolução INEA nr. 43

• Escopo 1- Emissões de escopo 1 - são emissões de GEE de um


empreendimento licenciado provenientes de:
- uso energético e não energético de combustíveis em processos industriais;
- transformações químicas e físicas em processos industriais;
- uso de GEE em produtos finais e intermediários;
- sistemas de tratamento de rejeitos; e
- frotas cativas de todos os modos de transporte.

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

Resolução INEA nr. 43

• Escopo 2 - Emissões de escopo 2 - são emissões de GEE de um


empreendimento licenciado provenientes de:
a) geração de energia elétrica adquirida de terceiros para uso próprio;
b) frotas contratadas para transporte (de pessoal próprio e terceirizado), de
carga (para
venda a terceiros) e de rejeitos (para venda a terceiros e para descarte); e c)
tratamentos de resíduos em plantas contratadas.

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

Resolução INEA nr. 43

• Escopo 3 – Não é mencionado nesta Resolução.

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

GHG Protocol

• The GHG Protocol defines three scopes of emissions:

Scope 1 - Direct GHG emissions are emissions from sources that are
owned or controlled by the company. For example, emissions from
combustion in owned or controlled boilers, furnaces and vehicles.
Scope 2 - Accounts for GHG emissions from the generation of purchased
electricity by the company.
Scope 3 - Optional reporting category that allows for the treatment of all
other indirect emissions. They are a consequence of the activities of the
company, but occur from sources not owned or controlled by the company.
Some examples include third party deliveries, business travel activities and
use of sold products and services.

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INVENTÁRIO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

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POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Poluentes Atmosféricos:

Qualquer substância presente no ar que, pela sua concentração,


possa tornar o ar impróprio, nocivo à saúde, inconveniente ao bem-
estar público, danoso aos materiais, à fauna, à flora ou prejudicial à
segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da
comunidade.

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POLUENTES ATMOSFÉRICOS

A qualidade do ar é afetada pelas emissões de fontes móveis e


estacionárias, bem como pelas características atmosféricas da região
considerada, principalmente a capacidade de dispersão do local.

O conceito de qualidade do ar é relativo a uma dada região, que pode


ser uma bacia aérea, uma cidade, um bairro ou qualquer outra região
delimitada, como uma área industrial.

Auxilia no desenvolvimento de programas de controle de poluição do ar.

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POLUENTES ATMOSFÉRICOS

A emissão das fontes estacionárias e móveis é o


fator primário de comprometimento da qualidade
do ar.

A capacidade de dispersão da região influirá na


concentração ou não do poluente na região.

DISPERSÃO

EMISSÃO QUALIDADE
DO AR

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POLUENTES ATMOSFÉRICOS

ORIGEM NATURAL
FONTES: PROCESSOS INDUSTRIAIS
VEÍCULOS MOTORIZADOS

MATERIAL PARTICULADO
DIÓXIDO E TRIÓXIDO DE
ENXOFRE (SOX – SO2 + SO3)
POLUENTES PRIMÁRIOS DIÓXIDO DE CARBONO (CO2)
MONÓXIDO DE CARBONO (CO)
TIPOS: POLUENTES MINERAIS
ÓXIDO NITROSO (N2O)

POLUENTES SECUNDÁRIOS OXIDANTES FOTOQUÍMICOS -


FORMAM OZÔNIO (NOX- NO2 + NO3,
HC)

CLASSIFICAÇÃO MÓVEIS
DAS FONTES DE
POLUIÇÃO: ESTACIONÁRIAS

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

• Compostos de enxofre - SO2 (dióxido de enxofre), SO3 (trióxido de


enxofre), H2S (sulfeto de hidrogênio ou ácido sulfídrico), SO4-2
(sulfato).

• Compostos de nitrogênio - NO (monóxido de nitrogênio), NO2 (dióxido


de nitrogênio), NH3 (gás amoníaco), HNO3 (ácido nítrico), NO3- (nitrato).
Obs.: NOx - NO + NO2

• Compostos orgânicos de carbono - hidrocarbonetos (HC), álcoois,


aldeídos, cetonas, ácidos orgânicos.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

• CO (Monóxido de carbono) e CO2 (dióxido de carbono) .

• Compostos halogenados inorgânicos - HCl (ácido clorídrico) , HF (ácido


fluorídrico) , Cl- (cloretos), F- (fluoretos).

• Material particulado - mistura de compostos no estado sólido ou líquido.


Obs.: Além de partículas sólidas e gotículas de água, esta classificação
pode abranger alguns dos compostos citados, que se apresentem na
forma de partículas sólidas ou líquidas, como o SO3 e os metais, em suas
diversas formas.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Material Particulado - Conceito:

• Poeira total em suspensão: Partículas com diâmetro inferior a 100µ.

• Material particulado inalável: Partículas com diâmetro inferior a 10µ.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Dióxido de Enxofre (SO2):

• Os efeitos dos gases na saúde humana estão associados à


solubilidade desses gases no aparelho respiratório, e, o SO2 é altamente
solúvel nas passagens úmidas do aparelho respiratório superior.

• Agrava e potencializa as doenças respiratórias. Produz irritação no


sistema respiratório e, quando adsorvido em partículas, pode penetrar
mais profundamente. Algumas pessoas são mais sensíveis que outras.

• O SO2 ataca os vegetais, destruindo o tecido foliar.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Monóxido de Carbono (CO):

• A capacidade da hemoglobina se combinar com a molécula de CO é


cerca de 210 vezes maior que com o O2. A formação da
carboxihemoglobina diminui a capacidade do sangue transportar
oxigênio.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Oxidantes Fotoquímicos - Conceito:

• Mistura de poluentes secundários formados pela reação dos NOx e


hidrocarbonetos, na presença de luz solar.

• Estas reações normalmente envolvem a formação de O3, além de outros


compostos, sendo o O3 utilizado como indicador da presença de oxidantes
fotoquímicos.

• Os demais compostos formados, além do O3, dependem da


característica química dos poluentes primários envolvidos na reação
fotoquímica.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS
Oxidantes Fotoquímicos - Conceito:

Formação de oxidantes através do ciclo fotolítico do NO2:

NO2 + Radiação ultravioleta → NO + O


O + O2 → O3
O3 + NO → NO2 + O2

Formação de radicais livres ativos.

O3 + 3HC → 3HCO-

Formação de produtos finais.

HC-3 + HC → Aldehídos, ketonas, etc.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Oxidantes fotoquímicos - Efeitos:

• Irritação nos olhos

• Redução da capacidade pulmonar e agravamento de doenças


respiratórias, como a asma.

• Estudos realizados em animais demonstram que o O3 causa o


envelhecimento precoce, provoca danos à estrutura pulmonar e diminui
a capacidade de resistir às infecções respiratórias.

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ALGUNS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Compostos Organoclorados

Compostos orgânicos contendo cloro na molécula.

São normalmente muito tóxicos em baixas concentrações.

Alguns deles são objeto da Convenção de Estocolmo (POPs): DDT

Têm larga aplicação na indústria de produtos agroquímicos.

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EMISSÕES GASOSAS
ALTERNATIVAS DE TRATAMENTO
TIPOS DE POLUENTE

EQUIPAMENTOS PARTÍCULAS GASES

CÂMARA DE SEDIMENTAÇÃO
CICLONE
FILTROS DE MANGA
PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS
LAVADOR DE GASES
TORRE DE LAVAGEM DE GASES
FILTRO CARVÃO ATIVO
PÓS-QUEIMADOR

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CÂMARAS DE SEDIMENTAÇÃO E CICLONES

EFICIENTES PARA PARTÍCULAS DE MAIOR TAMANHO.

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FILTROS DE MANGA

FAZ UMA BARREIRA FÍSICA QUE RETÉM AS PARTÍCULAS.

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PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS

VOLTADO PARA FONTES COM GRANDES CARGAS POLUIDORAS

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PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

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LAVADOR DE GASES

COLUNAS DE LAVAGEM

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LAVADOR DE GASES

CONCEITO DE FUNCIONAMENTO.

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LAVADOR DE GASES – TIPO VENTURI

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LAVADOR DE GASES - TIPO VENTURI
São equipamentos muito apropriados, especialmente em aplicações onde a eficiência de
coleta exigida seja superior a 90% para partículas de 1µ ou menores.

Eles apresentam uma seção gradualmente convergente e uma seção divergente.

A garganta Venturi é uma redução entre a seção convergente e a divergente.

O fluxo de ar que passa por essa garganta é forçado a fluir com alta velocidade,
alcançando valores entre 50 e 90 m/s ou maiores.

Após alcançar a velocidade máxima, o gás sofre uma desaceleração na seção divergente.

O líquido de lavagem é injetado no interior do Venturi, normalmente na garganta, por


diferentes formas. Utilizando geralmente água, mas podendo utilizar outros líquidos
dependendo da natureza do contaminante. O líquido injetado seja na forma de jato na
garganta ou próximo ao topo da seção convergente na forma de um filme líquido, é
atomizado pela alta velocidade de gás na garganta do Venturi. As gotas resultantes da
atomização são arrastadas e aceleradas pelo gás desde a formação até a saída do
equipamento.

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LAVADOR DE GASES - TIPO VENTURI

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EMISSÕES GASOSAS
ALTERNATIVAS DE TRATAMENTO
TIPOS DE POLUENTE

EQUIPAMENTOS PARTÍCULAS GASES

CÂMARA DE SEDIMENTAÇÃO
CICLONE
FILTROS DE MANGA
PRECIPITADORES ELETROSTÁTICOS
LAVADOR DE GASES
TORRE DE LAVAGEM DE GASES
FILTRO CARVÃO ATIVO
PÓS-QUEIMADOR

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Exercícios:
1. Cite 5 motivos para que uma empresa implemente um sistema de tratamento dos
gases emitidos por seus processos produtivos.
2. Diferencie: “padrão de emissão atmosférica” e “padrão da qualidade do ar”.
3. Indique medidas que uma indústria pode adotar no sentido de reduzir e controlar
as suas emissões gasosas. Indique as medidas que podem ser consideradas pró-
ativas e as reativas.
4. Explique como se dá o efeito estufa e sua relação com o aquecimento global.
5. Explique o que é e quais as causas do buraco na camada de ozônio.
6. Explique os fatores econômicos, de engenharia e legais que devem ser levados
em consideração na escolha do tipo de equipamento a ser utilizado no tratamento
de gases de uma indústria.
7. O que é o inventário de gases do efeito estufa de uma indústria. Qual o seu
conteúdo mínimo? Qual a sua importância?
8. Explique a diferença entre o “Cadastro de Emissões” de um Estado e o
“Inventário de Gases do Efeito Estufa” de empreendimento.
9. Explique os escopos 1, 2 e 3 previstos no GHG Protocol (Greenhouse Gas
Protocol).

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Exercícios:
10. Diferencie “fontes móveis” e “fontes estacionárias”.
11. Referente às emissões atmosféricas, relacione os termos “emissão”, “dispersão” e
“qualidade do ar”.
12. Diferencie os termos “poluentes primários” e “poluentes secundários”.
13. Explique porque antes de um filtro de carvão ativado é necessária a instalação de algum
sistema para remoção de material particulado, caso existente. Dê um exemplo de uma
configuração de tratamento de gases nesta circunstância.
14. Explique porque a medição de pressão é tão importante na utilização de filtros de
manga no tratamento de emissões atmosféricas.
15. Dê exemplos de aplicações dos lavadores de gases e das torres de lavagem de gases,
citando os poluentes a serem abatidos por elas e os meios de absorção.

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