1Fundamentos da Linguagem C

Neste capitulo serão vistos os fundamentos da linguagem C. O conceito de linguagem de programação, linguagens de alto e baixo nível, linguagens genéricas e especificas. Será visto um pouco do histórico da criação da linguagem e a descrição das características mais importantes da linguagem C. Finalmente, será visto o aspecto geral de um código fonte escrito em C.

1.1 - Linguagens de Programação
Um programa de computador é um conjunto instruções que representam um algoritmo para a resolução de algum problema. Estas instruções são escritas através de um conjunto de códigos (símbolos e palavras). Este conjunto de códigos possui regras de estruturação lógica e sintática própria. Dizemos que este conjunto de símbolos e regras formam uma linguagem de programação. 1.1.1 - Exemplos de códigos. Existem muitas linguagens de programação. Podemos escrever um algoritmo para resolução de um problema por intermédio de qualquer linguagem. A seguir mostramos alguns exemplos de trechos de códigos escritos em algumas linguagens de programação.

Exemplo: trecho de um algoritmo escrito em Pseudo-linguagem que recebe um número num e escreve a tabuada de 1 a 10 para este valor: leia (num); para n de 1 até 10 passo 1 faça tab ← num * n; imprime tab; fim-para Exemplo: trecho do mesmo programa escrito em linguagem C: scanf(&num); for(n = 1; n <= 10; n++) { tab = num * n; printf(”\n %d”, tab); } Exemplo: trecho do mesmo programa escrito em linguagem Basic: 10 input num 20 for n = 1 to 10 step 1 30 let tab = num * n 40 print chr$ (tab) 50 next n

1.1.2 - Linguagens de baixo e alto nível.
Podemos dividir, genericamente, as linguagens de programação em dois grandes grupos: as linguagens de baixo nível e as de alto nível: • Linguagens de baixo nível: São linguagens voltadas para a máquina, isto é, são escritas usando as instruções do microprocessador do computador. São genericamente chamadas de linguagens Assembly. Vantagens: Programas são executados com maior velocidade de processamento. Os programas ocupam menos espaço na memória. Desvantagens: Em geral, programas em Assembly tem pouca portabilidade, isto é, um código gerado para um tipo de processador não serve para outro. Códigos Assembly não são estruturados, tornando a programação mais difícil. • Linguagens de alto nível: São linguagens voltadas para o ser humano. Em geral utilizam sintaxe estruturada tornando seu código mais legível. Necessitam de compiladores ou interpretadores para gerar instruções do microprocessador. Interpretadores fazem a interpretação de cada instrução do programa fonte executando-a dentro de um ambiente de programação, Basic e AutoLISP por exemplo. Compiladores fazem a tradução de todas as instruções do programa fonte gerando um programa executável. Estes programas executáveis (*.exe) podem ser executados fora dos ambientes de 1

programação, C e Pascal por exemplo. As linguagens de alto nível podem se distinguir quanto a sua aplicação em genéricas como C, Pascal e Basic ou específicas como Fortran (cálculo matemático), GPSS (simulação), LISP (inteligência artificial) ou CLIPPER (banco de dados). Vantagens: Por serem compiladas ou interpretadas, tem maior portabilidade podendo ser executados em varias plataformas com pouquíssimas modificações. Em geral, a programação torna-se mais fácil por causa do maior ou menor grau de estruturação de suas linguagens. Desvantagens: Em geral, as rotinas geradas (em linguagem de maquina) são mais genéricas e portanto mais complexas e por isso são mais lentas e ocupam mais memória.

1.2 - Linguagem C
A linguagem C é uma linguagem de alto nível, genérica. Foi desenvolvida por programadores para programadores tendo como meta características de flexibilidade e portabilidade. O C é uma linguagem que nasceu juntamente com o advento da teoria de linguagem estruturada e do computador pessoal. Assim tornou-se rapidamente uma linguagem “popular” entre os programadores. O C foi usado para desenvolver o sistema operacional UNIX, e hoje esta sendo usada para desenvolver novas linguagens, entre elas a linguagem C++ e Java.

1.2.1 - Características do C
Entre as principais características do C, podemos citar: • O C é uma linguagem de alto nível com uma sintaxe bastante estruturada e flexível tornando sua programação bastante simplificada. • Programas em C são compilados, gerando programas executáveis. • O C compartilha recursos tanto de alto quanto de baixo nível, pois permite acesso e programação direta do microprocessador. Com isto, rotinas cuja dependência do tempo é crítica, podem ser facilmente implementadas usando instruções em Assembly. Por esta razão o C é a linguagem preferida dos programadores de aplicativos. • O C é uma linguagem estruturalmente simples e de grande portabilidade. O compilador C gera códigos mais enxutos e velozes do que muitas outras linguagens. • Embora estruturalmente simples (poucas funções intrínsecas) o C não perde funcionalidade pois permite a inclusão de uma farta quantidade de rotinas do usuário. Os fabricantes de compiladores fornecem uma ampla variedade de rotinas pré-compiladas em bibliotecas.

1.2.2 - Histórico
1970: Denis Ritchie desenha uma linguagem a partir do BCPL nos laboratórios da Bell Telephones, Inc. Chama a linguagem de B. 1978: Brian Kerningham junta-se a Ritchie para aprimorar a linguagem. A nova versão chama-se C. Pelas suas características de portabilidade e estruturação já se torna popular entre os programadores. ~1980: A linguagem é padronizada pelo American National Standard Institute: surge o ANSI C. ~1990: A Borland International Co, fabricante de compiladores profissionais escolhe o C e o Pascal como linguagens de trabalho para o seu Integrated Development Enviroment (Ambiente Integrado de Desenvolvimento): surge o Turbo C. ~1992: O C se torna ponto de concordância entre teóricos do desenvolvimento da teoria de Object Oriented Programming (programação orientada a objetos): surge o C++.

1.3 - Estrutura de um programa em C
Um programa em C é constituído de: • um cabeçalho contendo as diretivas de compilador onde se definem o valor de constantes simbólicas, declaração de variáveis, inclusão de bibliotecas, declaração de rotinas, etc. • um bloco de instruções principal e outros blocos de rotinas. • documentação do programa: comentários. Programa Exemplo: O arquivo e0101.cpp contém um programa para calcular a raiz quadrada de um número real positivo:
/* *******************************************************************

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Programa: e0101.cpp Proposito: Calcula a raiz quadrada de um numero real positivo maior que 1.0 com precisao PREC (0.00001). ******************************************************************* */ #define MAX 100 // numero máximo de iterações #define PREC 0.000001 // precisão da raiz void main(){ // inicia programa principal... float num // numero do qual se quer saber a raiz quadrada float raiz; // aproximação para raiz de num float inf, sup; // intervalo que contem a raiz procurada do { printf("\n\nDigite um numero real positivo: "); scanf("%f",&num; } while(num <= 1.0); // aceita somente positivo maior que 1.0! inf = 0.0; // inicializa intervalo inicial de busca sup = num; i = 0; // inicializa contador do // faca... { i = i + 1; // incrementa contador raiz = 0.5 * (inf + sup); // faz estimativa de raiz if(raiz*raiz > num) // se chute foi alto... { sup = raiz; // baixa limite superior } else // ...senão... { inf = raiz; // sobe limite inferior } } while( (sup-inf) > PREC && i < MAX); // enquanto intervalo grande raiz = 0.5 * (inf + sup); // estima a raiz printf("Raiz: %f +- %f",raizPREC); // imprime o valor da raiz } // fim do programa

1.3.1 - Conjunto de caracteres
Um programa fonte em C é um texto não formatado escrito em um editor de textos usando um o conjunto padrão de caracteres ASCII. A seguir estão os caracteres utilizados em C: • Caracteres válidos: a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 + - * / \ = | & ! ? # % ( ) { } [ ] _ ‘ “ . , : < > • Caracteres não válidos: @ $ ¨ á é õ ç Os caracteres acima são válidos apenas em strings. Veja seção 2.1.4.

1.3.2 - Comentários
Em C, comentários podem ser escritos em qualquer lugar do texto para facilitar a interpretação do algoritmo. Para que o comentário seja identificado como tal, ele deve ter um /* antes e um */ depois. Observe que no exemplo e0101.cpp todo o cabeçalho esta dentro de um comentário. • Exemplo: /* esta é uma linha de comentário em C */ O C++ permite que comentários sejam escritos de outra forma: colocando um // em uma linha, o compilador entenderá que tudo que estiver a direita do símbolo é um comentário. Observe no programa exemplo e0101.cpp as linhas de comentários colocadas a direita dos comandos. • Exemplo: // este é um comentário valido apenas em C++

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1.6 . existem comandos que são processados durante a compilação do programa.Estruturas de Controle A linguagem C permite uma ampla variedade de estruturas de controle de fluxo de processamento. caracteres e strings. fim-se Linguagem C if (condição) { bloco 1. 1.Diretivas de Compilação Em C. A diretiva #define diz ao compilador quais são as constantes simbólicas usadas no programa. reais. Quais são as regras de atribuição de nomes a variáveis e quais são os tipos de dados que O C pode manipular. funções de manipulação de mouse. O que são constantes inteiras. Outras funções de leitura e escrita em arquivos.4 . Estas variáveis podem ser de vários tipos: int (inteiro).3. fim-enquanto Linguagem C while (condição) { bloco 1.3 . Estes comandos informam ao compilador do C basicamente quais são as constantes simbólicas usadas no programa e quais bibliotecas devem ser anexadas ao programa executável. as variáveis devem ser declaradas no inicio do programa.3. senão bloco 2. Geralmente estes arquivos contem bibliotecas de funções ou rotinas do usuário.Entrada e saída de dados Em C existem varias maneiras de fazer a leitura e escrita de informações. scanf é uma função de leitura de teclado. Veremos também como são declaradas as variáveis e as constantes simbólicas usadas em um programa. Estas operações são chamadas de operações de entrada e sadia. 4 . float (real de simples precisão) e outras que serão vistas no capitulo 2. Veremos no capitulo 3 algumas funções de entrada e sadia de informações via teclado e tela. pseudo-linguagem se condição então bloco 1. } 2Constantes e Variáveis Neste capitulo veremos como os dados constantes e variáveis são manipulados pela linguagem C. como na maioria das linguagens. pseudo-linguagem enquanto (condição) faça bloco 1. Duas estruturas das estruturas básicas (decisão e repetição) são muito semelhantes as estruturas usadas nas Pseudo-linguagem algorítmicas: • Estrutura de Decisão: Permite direcionar o fluxo lógico para dois blocos distintos de instruções conforme uma condição de controle. No exemplo acima printf é uma função de escrita na tela. entrada e sadia de informações via portas serial e paralela serão vistas em capítulos posteriores. Voltaremos a trabalhas esta diretiva com mais detalhe no capítulo 5.5 . No exemplo e0101. bloco n. raiz. } else { bloco 2.Declaração de variáveis Em C.3. 1. Estas estruturas serão vistas em detalhes nos capítulos 4 e 5. enquanto i é declarada como uma variável inteira. inf e sup são declaradas como variáveis reais. sadia gráfica. Veremos sobre esta diretiva no capitulo 2.1.cpp num. A diretiva #include diz ao compilador para incluir na compilação do programa outros arquivos. } • Estrutura de Repetição: Permite executar repetidamente um bloco de instruções ate que uma condição de controle seja satisfeita. bloco n. Estes comandos são genericamente chamados de diretivas de compilação.3.

8. caracteres e strings. A.23e-9 -1. 7. D. Neste caso. hexadecimal (base 16) ou octal (base 8).23e4 representa 1. • Exemplo: Abaixo estão representados algumas constantes caracteres. 1.4e1 .1. c.93 1. Números inteiros podem ser escritos no formato decimal (base 10). b. 5.Constantes de ponto flutuante Números reais (não inteiros) são representados em base 10. (ponto) 1.6e18 -. De uma forma geral. 0x0 0x3 0x4f5a 0x2FFE OxABCD 0xAaFf • Exemplo: Algumas constantes inteiras hexadecimais inválidas. por números com um ponto decimal e (opcionalmente) um expoente.1 . 0x3. F (ou a. 1. 00 -03 045 02633 07575 -0101 • Exemplo: Algumas constantes inteiras octais inválidas. pode ser 0 mas o compilador considerará esta constante como octal e não decimal. Se a constante tiver dois ou mais dígitos. 3. 6. Caracteres e strings representam letras e agrupamentos de letras (palavras).853E+67 A forma de representação de um número real em C é bastante flexível. 010.65 .2. • Exemplo: O número 314 pode ser representado por qualquer uma das seguintes formas: 314. os dígitos hexadecimais podem ser minúsculos ou maiúsculos. 1.1 . (ponto) 01. 2.14e+2 31. 3. 0. 5.2 . 1. 5 . 6.1.314E+3 314e0 2. Uma constante hexadecimal deve começar por 0x. Um número ponto flutuante deve ter um ponto decimal que não pode ser substituído por uma vírgula. constantes inteiras são seqüências de dígitos que representam números inteiros. E. 2.2 (vírgula) 0 4 (espaço) 45 (primeiro digito não é 0: não é constante octal) 01784 (caracter ilegal: 8) 2. Constantes inteiras e de ponto flutuante representam números de um modo geral. Uma constante inteira decimal é formada por uma seqüência de dígitos decimais: 0. 4.1. C. 3. 8.e (vírgula) 0x ff (espaço) FFEE (não começa com 0x: não é constante hexadecimal) 0Xfg34 (caracter ilegal: g) Uma constante inteira octal é formada por uma seqüência de dígitos octais: 0.Constantes O C possui quatro tipos básicos de constantes: inteiras. de ponto flutuante. Um número de ponto flutuante pode ser escrito em notação científica. 4. o primeiro não pode ser 0. d. e).3 . • Exemplo: A seguir são mostrados algumas constantes inteiras hexadecimais válidas. 9. 3. • Exemplo: Números de ponto flutuante válidos.Constantes caracteres Uma constante caracter é uma letra ou símbolo colocado entre aspas simples. 0 3 -45 26338 -7575 1010 • Exemplo: Algumas constantes inteiras decimais inválidas. 6. (ponto) 0x1. 7.234 125. 4. • Exemplo: A seguir são mostradas alguns valores de constantes inteiras decimais válidas. B.2 (vírgula) 045 (primeiro dígito é 0: não é constante decimal) 212-22-33 (caracter ilegal: -) Uma constante inteira hexadecimal é formada por uma seqüência de dígitos decimais: 0. O número 1. Na verdade. 2. 5.Constantes inteiras Uma constante inteira é um número de valor inteiro.14e2 +3. A constante octal deve ter o primeiro digito 0 para que o compilador a identifique como tal • Exemplo: A seguir são mostrados algumas constantes octais válidas. 2. 7.23 x 104 ou 12300.e2 10. Neste caso o x10 é substituído por e ou E. 9.

Embora as instruções do C usem apenas os caracteres do conjunto padrão ASCII.4 .Regras de sintaxe Os identificadores devem seguir as seguintes regras de construção: • Os identificadores devem começar por uma letra (a . as constantes caracter e string podem conter caracteres do conjunto estendido ASCII: é. Em C. ã..’a’ ’b’ ’X’ ’&’ ’{’ ’ ’ Embora sejam visualizados como letras e símbolos as constantes caracteres são armazenadas internamente pelo computador como um número inteiro entre 0 e 255. Não pode conter outros caracteres. ç. max. 2.1.. Seqüências de escape são interpretadas como caracteres simples. • Em C. Abaixo segue uma lista das principais sequencias de escape usadas no C.9). ü. • Exemplo: os nomes abaixo são válidos: abc. vetor1. underscores ou dígitos (0 .z . O caracter ’A’ por exemplo.1 .2 -Identificadores Identificadores são os nomes das variáveis e funções usadas no programa. y24. Max são nomes diferentes para o compilador.2. VetorPontosMovimentoRobo. Veja apêndice B. ”Oba!” ”Caxias do Sul” ”A resposta é: ” ”João Carlos da Silveira” 'a' ”isto é uma string” 2. Esta representação chama-se seqüência de escape representada por uma barra invertida (\) e um caracter. Certos códigos de controle da tabela ASCII (como o line feed) ou caracteres especiais (como ') possuem representação especial no C. • Exemplo: os nomes abaixo não são válidos: 3dia.Z) ou um underscore ( _ ). Por exemplo raiz e MAX são nomes de variáveis utilizadas no programa e0101. • Exemplo: Abaixo seguem algumas constantes strings válidas. TAM_MAX. iteração. letras maiúsculas são diferentes de letras minúsculas: Por exemplo: MAX. tem valor 65. . pao&leite.Constantes strings Uma constante string consiste de um conjunto de caracteres colocados entre aspas duplas. os identificadores podem ter até 32 caracteres. nota_1. Controle/Caracter Sequencia de escape nulo (null) \0 campainha (bell) \a retrocesso (backspace) \b tabulacao horizontal \t nova linha (new line) \n tabulacao vertical \v alimentacao de folha (form feed) \f retorno de carro (carriage return) \r aspas (") \" apostrofo (') \' interrogacao (?) \? barra invertida (\) \\ Valor ASCII 00 07 08 09 10 11 12 13 34 39 63 92 2. A . 6 . Esta propriedade é chamada de case sensibility. • O resto do identificador deve conter apenas letras. Os valores numéricos dos caracteres estão padronizados em uma tabela chamada de American Standard Code for Information Interchange Table ou simplesmente tabela ASCII.cpp.

Esta divisão se deve basicamente ao número de bytes reservados para cada dado. caracter. Assim elas podem armazenar valores inteiros de -32768 até 32767. new Do conjunto acima.7e-308 a 1.7e308 Uso número muito pequeno e caracter ASCII contador. variavel_2. O conjunto de palavras reservadas usadas em C é o seguinte: asm auto break case cdecl char class const continue _cs default delete do double _ds else enum _es extern _export far _fastcall float for friend goto huge if inline int interrupt _loadds long near new operator pascal private protected public register return _saveregs _seg short signed sizeof _ss static struct switch template this typedef union unsigned virtual void volatile while • Exemplo: Não é possível declarar estes conjunto de variáveis: do. la. controle de laço real (precisão de 7 dígitos) científico (precisão de 15 dígitos) 2. 2. Deste modo o processador pode alocar (reservar) o espaço necessário na memória para a manipulação destas variáveis. i. A declaração de variáveis simplesmente informa ao processador quais são os nomes utilizados para armazenar dados variáveis e quais são os tipos usados. estruturas.).2 . • Exemplo: Declaração das variáveis: int i.3.Tipos básicos Abaixo segue uma lista dos tipos básicos de dados permitidos em C. etc. é necessário fazer uma declaração de variável antes.Tipos de dados Em C. sol. No exemplo acima.nota_2. como na maioria das linguagens. Tipo char int float double Tamanho 1 byte 2 bytes 4 bytes 8 bytes Intervalo -128 a 127 -32768 a 32767 3.4e-38 a 3.). São chamadas as palavras reservadas e são de uso restrito da linguagem C (comandos. É possível declarar mais de uma variável ao mesmo tempo. Do mesmo modo letra foi declarada como variável caracter podendo receber 7 . int x. 2. fa. si.z.Declaração de variáveis Para que se possa usar uma variável em um programa.y. basta separá-las por vírgulas (. Onde tipo é o tipo de dado e variavel_1 é o nome da variável a ser declarada.Palavras reservadas Existem certos nomes que não podem ser usados como identificadores. os dados são divididos tipos: inteiro.media. float nota_1. do e new são palavras reservadas. mi.] . • Sintaxe: A sintaxe para declaração de variáveis é a seguinte: tipo variavel_1 [. x.3 .2 . seus nomes são separados por vírgulas.2. Cada tipo de dado possui um intervalo de valores permitidos. real. char letra. re. declarações. double num. . Os tipos char e int são inteiros e os tipos float e double são de ponto flutuante..3. etc. old. y e z foram declaradas variáveis inteiras.1 .4e38 1..2. Se houver mais de uma variável.

float num = 13. var_1 é o nome da variável a ser inicializada e valor_1 é o valor inicial da variável.4e-4932 a 1. char* nome.3. area. 8 . Na terceira linha.3. Assim o processador faz a alocação de dois espaços (endereços) de 4 bytes cada para armazenar as informações.294. Quando se faz a declaração de uma variável está se determinando que tipo de dado ela vai receber.295 3... . É possível fazer a declaração de variáveis fora de uma rotina. Deste modo se diz que está se fazendo uma declaração de variáveis locais. Por exemplo. Depois. área = 3.483. var_2 = valor_2. em geral.967. O modificador unsigned. Variáveis locais podem ser referenciadas apenas dentro da rotina dentro da qual foi declarada. Em conseqüência disto o intervalo do número fica dobrado. nos basta saber como declarar e armazenar um conjunto caracter em uma variável.147.Tipos modificados Além dos tipos de dados citados acima existem outros tipos de dados ditos modificados.625) no endereço de área. A declaração de variáveis é feita.535 -2. Chamamos este procedimento de inicialização de uma variável.4 . • Exemplo: Observe o uso da declaração de variáveis no trecho de programa abaixo: void main() { float raio. permite que um bit usado para guardar o sinal do número seja usado para guardar o valor do número. O uso de variáveis globais é explicado nos capítulos seguintes.1e4932 2. • Exemplo: No exemplo seguinte a variável nome foi declarada como conjunto caracter e em seguida recebe uma constante string. 2. Onde tipo é o tipo de dado.3 . o processador coloca no endereço alocado para raio o valor 2. • Exemplo: Inicialização de variáveis: int i = 0. • Sintaxe: A sintaxe para a inicialização de variáveis é: tipo var_1 = valor_1 [. j = 100. nome = "João Carlos de Oliveira Andrade". as variáveis área e raio foram declaradas como variáveis locais tipo float. Neste caso diz-se que se fez a declaração de variáveis globais. • Sintaxe: Para declararmos uma variável para receber um conjunto caracter devemos escrever: char* var. usado somente em inteiros. um para cada variável.147.Strings Uma string é um conjunto ordenado de caracteres que pode ser armazenado sob forma de um vetor ou um ponteiro.5.648 a 2.valores de -128 até 127 ou caracteres do conjunto padrão ASCII. 2. na quarta linha.Inicialização de variáveis.14 * raio * raio. No exemplo acima. o processador coloca o resultado da conta (19. neste caso a rotina main(). Por conseqüência o intervalo de validade do número fica aumentado significativamente.3. Por enquanto.5.647 0 a 4. a rotina principal main(). } // declaração de variáveis raio = 2. nota_2 e media foram declaradas como ponto flutuante tipo float e num como ponto flutuante tipo double. Em C existem dois modificadores: o modificador long e o modificador unsigned. As variáveis nota_1. em C.5 . É possível.483. Tipicamente o modificador long aumenta o número de bytes usados para o registro do número. Tipo Tamanho (bytes) Intervalo unsigned char unsigned int long int unsigned long int long double 1 2 4 4 10 0 a 255 0 a 65.] . dentro de uma rotina. Estas estruturas de dados serão vistas em detalhe nos capitulo 7 e 8.5. porém somente permite o uso de números positivos. declarar uma variável e já armazenar nela um valor inicial.

Veremos na seção 3.4. 2. que seu conteúdo seja apresentado como float.0. O valor inicial de i é 0 e o de j é 100. No exemplo acima. podemos definir uma constante simbólica que represente valor.3.14159. definimos PI como 3. Por exemplo: declaramos uma variável como int e queremos. em inglês).Constantes Simbólicas Muitas vezes identificamos uma constante numérica por um símbolo: Pi = 3. • Sintaxe: A sintaxe da instrução de definição de uma constante simbólica é: #define nome valor Onde #define é uma diretiva de compilação que diz ao compilador para trocar as ocorrências do texto nome por valor. o compilador vai interpretar esta instrução como se fosse escrita assim: área = 3. Do mesmo modo num foi declarada como variável float com valor inicial de 13. Assim se escrevemos uma instrução: área = PI * raio * raio.1 . No exemplo acima. Logo em seguida o conteúdo de valor é convertido para o tipo int para realizar a operação módulo (%) com o inteiro 2.14159. momentaneamente. A instrução #define deve ser escrita antes da instrução de declaração da rotina principal. No exemplo acima a variável valor foi declarada inicialmente como sendo do tipo float recebendo o valor inicial 13. Aqui a conversão é necessária pois a operação módulo somente pode ser feita com inteiros. modificar o tipo de dado representado por uma variável. no final da instrução pois trata-se de um comando para o compilador e não para o processador. É importante salientar que a conversão de tipo é feita com o dado armazenado em uma variável mas a variável continua tendo o seu tipo original. 2. Poderíamos escrever estas instruções assim: float pi = 3.char* titulo = " Programa Teste ". isto é.Constantes definidas pelo programador O programador pode definir constantes simbólicas em qualquer programa.1 uma explicação mais detalhada do uso da conversão de tipos. i e j foram declaradas variáveis tipo int.5. isto é. • Sintaxe: A sintaxe da instrução de conversão de tipo é: (tipo) variável onde tipo é o nome do tipo ao qual queremos converter o dado armazenado em variável. momentaneamente. Podemos definir um nome simbólico para esta constante.. Também a variável titulo foi declarada como um conjunto caracter e recebeu como conteúdo inicial a string " Programa Teste ".14159 * raio * raio.14159 #define ON 1 #define OFF 0 #define ENDERECO 0x378 void main(){ .14159.Conversão de tipo (Casting) Algumas vezes queremos. float valor = 13.4 .14159 por exemplo. num = (int)valor % 2. • Exemplo: observe a conversão de tipo feita no exemplo abaixo: int num.0. Este procedimento é chamado de conversão de tipo ou casting (moldagem. Isto significa que todas as ocorrências do texto PI será trocado por 3.6 . Observe que não há . No exemplo acima a variável valor e os dados nela armazenados continuam sendo do tipo float após a conversão. 9 . queremos que o dado seja apresentado em um tipo diferente do qual a variável foi inicialmente declarada.. • Exemplo: a seguir definimos algumas constantes simbólicas. 2. #define PI 3.

2). etc. Isto não é necessário. 1. esta instrução é executada mais lentamente pois o processador precisa acessar a memória para verificar qual é o valor de pi.. } área = M_PI * raio * raio.41421. A seguir segue uma tabela contendo algumas (existem muitas outras) constantes simbólicas pré-definidas no compilador Turbo C++ da Borland. podemos usá-la para definir macro instruções.7.h math. 0.h math.57079.h (console input and output). Segundo.h conio.h> void main() { float area.0. Processar dados significa realizar operações com estes dados.h conio. #include <math. Biblioteca math. Por exemplo. aritméticos. porém faz parte do jargão dos programadores C usar letras maiúsculas para definir constantes simbólicas.. relacionais. raio = 5.h math. 0 1 2 3 4 5 32767 -32768 Significado π π /2 π /4 1/π √2 valor da cor (preto) valor da cor (azul) valor da cor (verde) valor da cor (cyan) valor da cor (vermelho) valor da cor (magenta) limite superior do tipo int limite inferior do tipo int Cada uma das constantes acima esta definida em uma biblioteca.4.h conio. em C.h math. π /2. Não veremos o uso de macros neste texto.78539. reserva 4 bytes de memória desnecessariamente.2 ..h limits. Para que se possa usar a constante simbólica em um programa é preciso incluir a biblioteca na compilação do programa. procure mais detalhes na bibliografia recomendada. lógicos e condicionais. constantes e funções de manipulação teclado e monitor estão guardadas na biblioteca conio. Estas constantes em geral definam alguns valores matemáticos (π .h conio.h conio. 10 . • Sintaxe: A sintaxe de inclusão de bibliotecas é a seguinte: #include <nome_bib> onde nome_bib é o nome da biblioteca que se deseja incluir. e.área = pi * área * área.h limits..h Constante M_PI M_PI_2 M_PI_4 M_1_PI M_SQRT2 BLACK BLUE GREEN CYAN RED MAGENTA INT_MAX INT_MIN Valor 3.). 1. podemos perfeitamente definir nomes simbólicos usando letras minúsculas. Os operadores podem ser de atribuição.h (mathematical functions). de atribuição aritmética.14159.. em inglês). constantes e funções matemáticas estão guardadas na biblioteca math.. Em cada biblioteca estão agrupadas constantes e funções semelhantes (veja seção 3.31830. Expressões e Funções Um programa tem como característica fundamental a capacidade de processar dados. 3Operadores. • Exemplo: O programa abaixo usa a constante predefinida M_PI para calcular a área de um disco circular.h conio. Esta instrução deve ser escrita antes do programa principal. limites de tipos etc. 2... As operações a serem realizadas com os dados podem ser determinadas por operadores ou funções. Uma biblioteca. O uso da diretiva #define não se restringe apenas ao apresentado acima. é um arquivo précompilado chamado arquivo header (cabeçalho.Constantes pré-definidas Em alguns compiladores C.. 0. porém este tipo de instrução tem duas desvantagens: Primeiro. algumas constantes simbólicas já estão pré-definidas. Observe também que no exemplo definimos os nomes simbólicos com letras maiúsculas.. incrementais.

Exemplo: o símbolo + é um operador que representa a operação aritmética de adição. isto é. Exemplo: A seguir são mostradas algumas atribuições válidas: a = 1.1 .4.0 A variável i foi inicializada com o valor 5. Exemplo: Algumas atribuições com conversão de tipo: int i. i = 5. r recebe o valor 5.0. b + 1 = a.1. r = i . delta = b * b . Este símbolo.0. Observe-se também que o operando esquerdo deve ser um identificador de variável.1 .5. Exemplo: A seguir são mostradas algumas atribuições inválidas: 1 = a. o valor da expressão ou operador da direita será convertido para o tipo do identificador da esquerda. em C. Pode-se dizer que as conversões potencialmente perigosas (onde há possibilidade de perda de informação) são: char ← int ← float ← double 11 .1.Conversão de tipo. Exemplo: Algumas atribuições com conversão de tipo e perda de informação: int i. * a * c.Operador de Atribuição A operação de atribuição é a operação mais simples do C. Nestas conversões podem ocorrer alterações dos valores convertidos se o operando da esquerda for de um tipo que utilize menor numero de bytes que o operando da direita. O identificador sqrt() é uma função que representa a operação de extrair a raiz quadrada de um número. Observe que o símbolo de atribuição = não tem o mesmo significado que o usual da matemática que representa a igualdade de valores. representa a atribuição do valor calculado em expressão a variável identificador. Consiste de atribuir valor de uma expressão a uma variável.321. Se os dois operandos de uma atribuição não são do mesmo tipo. onde identificador é o nome de uma variável e expressão é uma expressão válida (ou outro identificador). A expressão sqrt(9. Uma expressão é um arranjo de operadores e operandos.0) tem valor 3. Em pseudo-linguagem o operador de atribuição é representado como ←. float r. float r = 654. Sintaxe: A sintaxe da operação de atribuição é a seguinte: identificador = expressão. i = j. Exemplo: 4 + 6 é uma expressão cujo valor é 10. 3. // truncamento! Após a execução deste trecho de programa o valor da variável i será 654 pois seu valor foi truncado durante a conversão. não pode ser uma constante ou expressão. // constante! // expressão! 3. // valor de i: 5 // valor de r: 5. Também não se pode confundir o operador de atribuição = com o operador relacional de igualdade == que será visto na seção 3. i = r. Ao final da terceira instrução. A cada expressão válida é atribuído um valor numérico.

min. double d.g. Execute o programa passo-a-passo e observe o valor das variáveis.32464869714159. /************************************ Programa: e0301.. // Atribuições validas c = 'A'. i = 5000 + 30000.. var_2.1. Observe que na atribuição múltipla as operações ocorrem da direita para a esquerda.Observe que o compilador C ao encontrar esta operação não gera nenhum aviso de atenção para o programador. Esta característica do C se contrapõe a algumas linguagens em que isto não é possível (Fortran. . Programa Exemplo: O arquivo e0301. Ultima Revisão: 22/07/97 ***********************************/ void main() { // declaração de variáveis char c. Deve-se tomar cuidado com as conversões de tipo e limites de intervalo para atribuições de tipos diferentes. isto é. 3. double max. j e k são todas inicializadas com o valor 1. a ultrapassagem do limite de um tipo não é interpretado como erro. ] expressão. Também é importante observar que os tipos em C tem intervalos bem definidos e os resultados das operações devem respeitar estes intervalos.h.0: int i. onde var_1.j. max = min = 0.k. Sintaxe: A sintaxe da atribuição múltipla é seguinte: var_1 = [var_2 = .cpp traz um programa para visualizar alguns aspectos relacionados com o operador de atribuição. assuma que i seja uma variável do tipo int. E as variáveis de dupla precisão max e min são inicializadas com o valor 0..Limites do intervalo do tipo de dado.0. i = j = k = 1. Exemplo: Observe a instrução de atribuição múltipla abaixo: as variáveis inteiras i. É possível atribuir um valor a muitas variáveis em uma única instrução. d = 4. É possível dizer que a linguagem C possui tipos “macios” (soft types) pois a operação com variáveis de tipos diferentes é perfeitamente possível.. // constante // f + d = d + f. k. i = 4999 + 1.0. são os identificadores de variáveis e expressão é uma expressão válida. Isto pode acarretar resultados inesperados para o programador desatento. Assim este detalhe pode gerar um erro de programação (bug) que passe desapercebido ao programador inexperiente. i = 4999. i = 7. // o valor de i é 4999 // o valor de i é 5000 // o valor de i é -30536 O valor de 35000 ultrapassou o limite superior do tipo int (32767). f = 10.3 . Exemplo: Observe as expressões abaixo. 3. // atribuições invalidas // 12 = i. int i. // expresso 12 .cpp Propósito: Operadores de atribuição. É importante observar que em C.2 . ao contrário de outras linguagens. por exemplo). j. A esta operação dá-se o nome de atribuição múltipla. inicialmente o valor de expressão é atribuído a var_2 e depois o valor de var_2 é atribuído a var_1. float f. Se a uma variável for atribuído um valor que esteja fora dos seus limites então este valor será alterado. Estas linguagens possuem tipos “duros” (hard types).Atribuição múltipla.1.

i = f. Existe ainda um operador (%) chamado operador de módulo cujo significado é o resto da divisão inteira.0 b*c valor_1/taxa num%2 Não existe em C.1 .4 + 2. Existe. Embora as operações do C sejam semelhantes as operações aritméticas usuais da matemática. i = i + 1000. f = d. -. d = f. i = 2.09571648723667. Os operadores +.5 13 . // Atribuição múltipla com perda de informação i = f = d = 3.5461836294756. i = i + 1000. // Atribuição múltipla sem perda de informação d = f = i = 20. Os símbolos dos operadores aritméticos são: Operador Operação + adição. e devem ser observados. } 3. um operador específico para a operação de potenciação (ab). subtração. // valor ASCII de 'A' e' 65 f = i. / podem operar números de todos os tipos (inteiros ou reais) porém o operador % somente aceita operandos inteiros. subtração.8. Veja a seção 3. i = i + 1000. alguns detalhes são específicos da linguagem.2. porém. f = g = h = 6. Cada operador aritméticos está relacionado ao uma operação aritmética elementar: adição. multiplicação e divisão. como existe em outras linguagens. // Passou do limite! // Atribuição múltipla i = j = k = 4.Operadores Aritméticos Existem cinco operadores aritméticos em C. Exemplo: Algumas expressões aritméticas: 1+2 a-4. // Conversão de tipo com perda de informação d = 74.1 Valor 8.Restrições de operandos Os operandos dos operadores aritméticos devem ser constantes numéricas ou identificadores de variáveis numéricas. uma função de biblioteca (pow()) que realiza esta operação. * multiplicação / divisão % módulo (resto da divisão inteira) Sintaxe: A sintaxe de uma expressão aritmética é: operando operador operando onde operador é um dos caracteres mostrados acima e operando é uma constante ou um identificador de variável.7 adiante.// Conversão de tipo sem perda de informação i = c. 3. //Truncamento! // Estouro dos limites de um tipo i = 30000. *.999999. Exemplo: Expressões válidas Expressão 6.2 .

den_i e den_f são inicializadas como: int num_i = 7 .4 % 3 Valor invalido! Podemos contornar o problema do operador inteiro da operação modulo usando o artifício da conversão de tipo (casting) mostrada na seção 2. Se alguma operação de divisão por zero for realizada o correra um erro de execução do programa (run-time error). Os valores usados são os correspondentes da tabela ASCII. alguns compiladores podem ter outras regras de conversão.0.4: Exemplo: Observe o trecho de programa abaixo: int num. Expressão 6.0 5. num = valor % 2.2 2.5. Expressão num_f / den_f num_f / den_i num_i / den_f num_i / den_i Valor 3.0 2 1 Uma restrição ao operador de divisão (/) é que o denominador deve ser diferente de zero. den_f = 2.2 .0000000000000 2 * 3. Se os operando forem de tipos diferentes então haverá uma conversão de tipo tal que o tipo que ocupa menos espaço de memória será convertido para o tipo que ocupa mais espaço de memória e o resultado será deste tipo. Em geral: char → int → float → double Esta é uma regra geral.3.0.000000 .0 7. Exemplo: Observe as expressões abaixo.2.0 6 / 3 47 % 2 5 4. num = (int)valor % 2.000000000000000 Valor 8. Em C caracteres são armazenados na memória como números inteiros e por isso operações aritméticas são permitidas com tipos char.2.5 3 Operandos float / float float / int int / float int / int Resultado float float float int Observe que no exemplo acima o valor da última expressão é 3 e não 3.Conversão de tipo. 3. o programa será abortado e a mensagem divide error será exibida. Exemplo: A expressão abaixo é inválida pois o primeiro operando não é um numero inteiro.5 3.000000000000000 6.000000000000000 Conversão int → float float → double int → double Observe que estas conversões podem gerar resultados surpreendentes para o programador desatento. Se os operandos são do mesmo tipo o resultado será do mesmo tipo. // inválido! // válido! Observe que usamos a conversão de tipo para que o dado armazenado em valor fosse transformado no tipo int assim a operação módulo pode ser efetuada. den_i = 2 . Assuma que as variáveis num_i. Exemplo: Observe as expressões abaixo: Expressão Valor Conversão ’A’ + 1 ’B’ 65 + 1 → 66 ’A’ + ’B’ ’â’ 65 + 66 → 131 ’A’ + 32 ’a’ 65 + 32 → 97 14 .0 * 2. float num_f = 7. num_f.0.5 3. O truncamento da divisão inteira é feito de modo a obter o menor valor absoluto. O resultado de uma operação aritmética depende dos tipos dos operandos. Exemplo: Observe as conversões de tipo abaixo: Expressão 6 + 2. float valor = 13.7 . Isto ocorre porque como os dois operandos são tipo int o resultado e convertido para o tipo int e ocorre o truncamento.

Os valores. // i1 i2 f1 f2 // Observe que f1 continua sendo float // somente o valor foi convertido. Os operadores de multiplicação (*).0. /*************************************** Programa: e0302. Parênteses internos são executados primeiro que parênteses externos.+ / % * + A ordem de precedência dos operadores pode ser quebrada usando-se parênteses: ( ). int i1. Os parênteses são. são diferentes pois a ordem de execução das operações foi modificada pelo uso dos parênteses.8 * 2. = 4. operadores de mais alta precedência e são executados primeiro.3 * 5 4 .3) * 5 105 (4 . = 3.+ . // O operador % só aceita inteiros! f1 = f1 / 0. // operandos resultado // float / float float f3 = f1 / f2. i2.0. Conversão de tipo = 17. Exemplo: Observe. porém. Exemplo: Observe.2 * 6) / 4 + 1 -1 6 / ((2 + 11) % 3) * 4 24 Ordem .2.1.* * .cpp Propósito: Operadores Aritméticos Ultima Revisão: 18/05/2000 ************************************* */ void main() { char c1./ + + % / * Observe que os operadores e os operandos deste exemplo são os mesmos do exemplo anterior. Programa Exemplo: O arquivo e0302. = i1 % 3. c2. Veja a tabela 3.2 * 6 / 4 + 1 6 / 2 + 11 % 3 * 4 Valor 0 9 2 11 Ordem + * * / .5 / f1.cpp traz um programa para visualizar alguns aspectos relacionados com os operadores aritméticos.3) 0 (24 . = 53. // O divisor é zero! // Casting i1 = (int)f1 % 2. nas expressões abaixo. // i1 i2 f1 f2 Expressões validas = 10 + 50 .4 . f2. Quando mais de um operador se encontram em uma expressão aritmética as operações são efetuadas uma de cada vez respeitando algumas regras de precedência: Estas regras de precedência são as mesmas da matemática elementar. = 17.2. o seu valor e a ordem das operações efetuadas: Expressão Valor 1 + (2 . nas expressões abaixo. 15 . f3. // Expressão invalida // i1 = f1 % 2.1.Precedência de operadores.0. Execute o programa passo-a-passo e observe o valor das variáveis. na verdade. float f1. = 4. divisão (/) e módulo (%) tem precedência sobre os operadores de adição (+) e subtração (-). o seu valor e a ordem das operações efetuadas: Expressão 1 + 2 . Entre operadores de mesma precedência as operações são efetuadas da esquerda para a direita.3 24 .3.

3.Operadores de Atribuição Aritmética Muitas vezes queremos alterar o valor de uma variável realizando alguma operação aritmética com ela. float r. foi desenvolvido na linguagem C uma instruções otimizadas com o uso de operadores ditos operadores de atribuição aritmética. *=. i = 0. exp. Estas instruções são equivalentes as seguintes: var var var var var = = = = = var var var var var + * / % exp. Precedência de operadores: Verifique o resultado = 3 . float float int Resultado truncado! // Resultado correto! Operando caracter = 65. exp.0 . num = num * (1 + k). exp. = 4. = 40 / 2 / 2 / 2.6. Sintaxe: A sintaxe da atribuição aritmética é a seguinte: var var var var var += -= *= /= %= exp.cpp traz um programa para visualizar alguns aspectos relacionados com os operadores de atribuição aritmética. -=. Os símbolos usado são (+=.s. // int / int (float)i1 / (float)i2. 16 . exp.f3 f3 f3 f3 // c1 c2 c1 c2 // i1 i2 f1 } = = = = f1 / i2.cpp Propósito: Operadores de atribuição aritmética Ultima Revisão: 18/05/2000 ******************************************************************* */ void main() { char c. exp. = c2 + 32. troco /= 10. Exemplo: Observe as atribuições aritméticas abaixo e suas instruções equivalentes: Atribuição aritmética i += 1. resto = resto % 2. /= .val. onde var é o identificador da variável e exp é uma expressão válida. O operador de atribuição aritmética tem precedência menor que os outros operadores até aqui discutidos. int i. exp. num *= 1 + k. exp. Execute o programa passo-a-passo e observe o valor das variáveis. Instrução equivalente i = i + 1. respectivamente. j = 100. troco = troco / 10. // float / int i1 / f2. = c1 + 1.0 * 3. Deste modo as instruções acima podem ser rescritas como: i += 1 e val *= 2.3 . exp. Como por exemplo: i = i + 1 ou val = val * 2. /* ******************************************************************* Programa: e0303.0. %=).0 + 2.0 / 2. // int / float i1 / i2.5 * 7 % 2. j = j . Programa Exemplo: O arquivo e0303. Embora seja perfeitamente possível escrever estas instruções. j -= val.j. // valor ASCII = 'M'. resto %= 2.

Uma instrução de decremento subtrai uma unidade do conteúdo de uma variável.var var -equivalente var = var + var = var + var = var var = var 1 1 1 1 onde var é o nome da variável da qual se quer incrementar ou decrementar um unidade. Existem. Programa Exemplo: O arquivo e0304.1. Porém se o operador for colocado á esquerda da variável. o valor da variável será incrementado (ou decrementado) depois que a variável for usada em alguma outra operação. s = 546. Veja a tabela 3. i = 3.Operadores Incrementais Em programação existem instruções muito comuns chamadas de incremento e decremento. valor // a: // a: // a: // a: das ? 3 3 3 variáveis b: ? c: b: ? c: b: 5 c: b: 5 c: ? ? ? 4 i: i: i: i: 3 4 5 4 Os operadores incrementais são bastante usados para o controle de laços de repetição. que serão vistos adiante.cpp Proposito: Operadores incrementais Ultima Revisão: 22/07/97 ******************************************************************* */ void main(){ int i = 0.9. /* ******************************************************************* Programa: e0304.r = -3.5) } 3. float f = -5.4 j %= 7. j = 10. pois isto pode enganar o programador inexperiente. // i = i . É importante que se conheça exatamente o efeito sutil da colocação do operador. c. Nos dois casos o valor da variável será incrementado (ou decrementado) de uma unidade. // c = c + 2 i -= 4. --i. // Operadores aritméticos c += 2.764. em C. b. // s = s / (r .47. // j = j % 7 r *= 7. c = 'A'. operadores específicos para realizar as operações de incremento (++) e decremento (--). // Incremento 17 . sendo superados apenas pelos parênteses que tem precedência ainda maior. Exemplo: Observe o fragmento de código abaixo e note o valor que as variáveis recebem após a execução da instrução: int a = b = c = a. Uma instrução de incremento adiciona uma unidade ao conteúdo de uma variável.9 s /= r . ++i. char c = 'Z'.4 . Execute o programa passo-a-passo e observe o valor das variáveis. Observe que existe duas sintaxes possíveis para os operadores: pode-se colocar o operador à esquerda ou á direita da variável. Caso o operador seja colocado à direita da variável. Os operadores incrementais tem a mais alta precedência entre todos.1. // r = r * 7. Sintaxe: A sintaxe dos operadores incrementais é a seguinte: instrução ++ var var ++ -. o valor da variável será incrementado (ou decrementado) antes que a variável seja usada em alguma outra operação.0. Eles são genericamente chamados de operadores incrementais. i++.5.cpp traz um programa para visualizar alguns aspectos relacionados com os operadores incrementais.1.

As variáveis r e s são float com valores 7.. Admita que i e j são variáveis int cujos valores são 5 e -3.. // incrementa e depois atribui // Precedência: i = j++ * 3. portanto o resultado de uma expressão lógica é um valor numérico: uma expressão avaliada verdadeira recebe o valor 1. Exemplo: Observe as expressões lógicas abaixo e verifique o resultado de sua avaliação. } 3.2. i = 0. Ao contrário de outras linguagens. // Posição do operador: // Observe que.5. São seis os Significado maior que menor que maior ou igual a (não menor que) menor ou igual a (não maior que) igual a não igual a (diferente de) Sintaxe: A sintaxe das expressões lógicas é: expressão_1 operador expressão_2 onde expressão_1 e expressão_2 são duas expressões numéricas quaisquer.Operadores Relacionais e Lógicos A chave para a flexibilidade de um algoritmo é a tomada de decisões através da avaliação de condições de controle. e operador é um dos operadores relacionais.5 . j = i++. Se os operandos forem de tipos diferentes haverá uma conversão de tipo antes da avaliação da expressão. Uma expressão lógica é construída com operadores relacionais e lógicos. // atribui e depois incrementa // .. uma expressão lógica avaliada falsa recebe o valor 0. c--. e' diferente de: i = 0. f++. em C não existem tipos lógicos.Operadores relacionais Operadores relacionais verificam a relação de magnitude e operadores relacionais em C: Operador > < >= <= == != igualdade entre dois valores. j = ++i. Esta conversão de tipo é feita de acordo com a regra mostrada na seção 3.do{ i++.3 e 1. }while(i < 10).7. Expressão i == 7 r != s i > r 6 >= i i < j s <= 5. respectivamente. 3.9 Valor 0 1 0 1 0 1 18 . respectivamente.1 ..2. Uma condições de controle é uma expressão lógica que é avaliadas como verdadeira ou falsa. j = 4 % --i. j--.

Estes dois têm precedência menor que os operadores relacionais. Admita que m e n são variáveis tipo int com valores 4 e 1. Estes operadores tem a mesma significação dos operadores lógicos Booleanos AND.1. caso contrário o resultado é 1.m m == n <= m > m Valor 1 1 0 0 Ordem de Operação + == * > != . expr_2 e expr são expressões quaisquer. respectivamente. Admita que a. expr_2 e expr são expressões quaisquer. Para estes operadores todo valor numérico diferente de 0 é considerado 1. Veja a tabela 3.>= < <= > != 3. por sua vez. Exemplo: Observe as expressões lógicas abaixo e verifique o resultado de sua avaliação. Exemplo: A seguir é mostrado o valor lógico de uma expressão qualquer: Expressão 0 1 1. Expressão a && b c > b || a < c a + b && !c .Os operadores relacionais de igualdade (== e !=) tem precedência menor que os de magnitude (>. || e !. Observe que os operadores lógicos atuam sobre expressões de quaisquer valores. Expressão m + n == 5 m != 2 * n > m 6 >= n < 3 . Sintaxe: A sintaxe de uso dos operadores lógicos: expr_1 && expr_2 expr_1 || expr_2 !expr onde expr_1 .0 0. Operadores relacionais de mesma precedência são avaliados da esquerda para a direita. Veja a tabela 3. respectivamente.2 Valor lógico 0 1 1 1 1 onde expr_1 .b !b && c || a Valor 0 1 1 0 Ordem de Operação > ! ! < || + . 1 e 2. O operador ! tem a mesma precedência que os operadores incrementais. tem precedência menor que os operadores aritméticos.&& && || 19 .4 -5. OR e NOT. O resultado da operação lógica || será 0 somente se os dois operandos forem 0. caso contrário o resultado é 0. Exemplo: Observe as expressões lógicas abaixo e verifique o resultado de sua avaliação. <. O resultado da operação lógica ! será 0 se o operandos for 1. Abaixo mostra-se o resultado das possíveis combinações entre os operandos para cada operador lógico: Operador &&: op1 && op2 op1 1 1 0 0 op1 1 1 0 0 op 1 0 op2 1 0 1 0 op2 1 0 1 0 Res 0 1 Res 1 0 0 0 Res 1 1 1 0 Operador ||: op1 || op2 Operador !: !op O operador && tem precedência sobre o operador ||. >= e <=).2 .1. Estes. e 1 se o operando for 0. O resultado da operação lógica && será 1 somente se os dois operandos forem 1.Operadores lógicos São três os operadores lógicos de C: &&.5. b e c são variáveis tipo int com valores 0.

} 3. do { r /= 2. float r. r = 2. valor_logico = !(c != d). // Operadores Lógicos valor_logico = r==s && c<d.: 'w' = 119 // Tipos diferentes valor_logico = (r <= i).6 != 4. } while( r > 1e-8 && i++ < 50). // Quando termina a repetição abaixo? i = 0. valor_logico = (r != s).cpp Propósito: Operadores Relacionais e Lógicos Ultima Revisão: 18/05/2000 ******************************************************************* */ void main() { char c. Se o valor de condição for 1. Caso contrario assumirá o valor de expressão_2. // Obs.Programa Exemplo: O arquivo e0305. Execute o programa passo-a-passo e observe o valor das variáveis. valor_logico = (j == 2. Uma expressão condicional pode ter dois valores diferentes dependendo de uma condição de controle. valor_logico = (c < d). s = 6.j.s. r = 1. /* ******************************************************************* Programa: e0305. // obs: 'A' = 65 'a' = 97 valor_logico = (4 >= j).8).1. valor_logico = (c == 'w').Operador Condicional O operador condicional (?:) é usado em expressões condicionais. e condição é uma expressão lógica que será avaliada primeiro. valor_logico = (i > 3). int valor_logico.0. valor_logico = i>45 || r!=s. d = 'a'. isto é. então a expressão condicional assumirá o valor de expressão_1. valor_logico = (2.6 . verdadeiro. // Tipos iguais valor_logico = (i == j). Uma expressão condicional é equivalente a uma estrutura de decisão simples: se condição então expressao_1 senão expressao_2 20 .d.3. Sintaxe: A sintaxe de uma expressão condicional é: condição ? expressão_1 : expressão_2 onde expressão_1 e expressão_2 são duas expressões quaisquer.cpp traz um programa para visualizar alguns aspectos relacionados com os operadores lógicos e relacionais. c = 'A'. valor_logico = (i-5 > j*3). j = 6. int i.0. // Operadores Relacionais i = 5.3).

Veja a tabela 3.max2.j i > k ? i : k Valor 2 4 -1 3 O operador condicional tem baixa precedência. apenas. }else{ s = 88. isto é. }.. /* ******************************************************************* Programa: e0306. float r. calcule seu logaritmo decimal e retorne o valor obtido. // A seguinte atribuição. if(i==j){ s = 34. Funções de usuário são funções escritas pelo programador. precedendo. } 3.fim se Exemplo: Observe as expressões condicionais abaixo e verifique o resultado de sua avaliação. 3. Por exemplo. // é equivalente a. Estas informações estão contidas no manual do usuário do compilador ou em sua documentação on-line.1.4. Funções de biblioteca são funções escritas pelos fabricantes do compilador e já estão pré-compiladas.s. Programa Exemplo: O arquivo e0306.. respectivamente. // Aplicação simples // Para não escrever. tipo_2.. isto é.. Existem dois tipos de funções: funções de biblioteca e funções de usuário..7 . } // pode-se escrever. } else { max1 = j. if(i > j) { max1 = i..Funções de biblioteca Uma função é um sub-programa (também chamado de rotina).cpp traz um programa para visualizar alguns aspectos relacionados com o operador condicional. max2 = (i > j) ? i : j...4. Expressão i ? j : k j > i ? ++k : --k k == i && k != j ? i + j : i . já estão escritas em código de máquina.9 : 88. Esta função recebe informações.1 .j.9. podemos ter uma função que receba um valor numérico. ...7. quais são os parâmetros que a função recebe e quais são os para metros que a função retorna.O uso de funções Antes de usar uma função é preciso saber como a função esta declarada. aos operadores de atribuição. Sintaxe: A sintaxe de declaração de uma função é: tipo_ret nome(tipo_1. Execute o programa passo-a-passo e observe o valor das variáveis.) 21 . j e k são variáveis tipo int com valores 1. r = (i==j) ? 34. 2 e 3.cpp Propósito: Operadores Condicionais Ultima Revisão: 18/05/2000 ******************************************************************* */ void main(){ int i.max1. Admita que i. Nesta seção trataremos somente das funções de biblioteca. funções de usuário serão vistas no capítulo ?. as processa e retorna outra informação.

h> void main() { double h = 5.h locale.h é declarada como: int getch(void). ceil() arredonda para cima.h sys\types.h strstrea.h stdiostr.4. tan(double arco).h dir. A tabela 3.2.h setjmp.h é declarada como: double cos(double).3. Exemplo: Assim podemos usar a função no seguinte trecho de programa: #include <math. como visto na seção 2.2) == 3.h values. 3.h time.h sys\stat.h mem. alloc.h graphics.h sys\timeb. Isto significa que a função tem um parâmetro de entrada e um parâmetro de saída.. cos(double arco). asin(double arco).h share. floor(3.h stream. tipo_1.1 mostra as precedências de todos os operadores estudados neste capítulo. Além dos tipos usuais vistos na seção 2.h generic.2 .h process.h stddef. respectivamente.h conio. ambos são do tipo double.0 Borland: Ao longo do texto veremos o uso de muitas funções cobrindo uma boa parte destas bibliotecas. Para podermos usar um função de biblioteca devemos incluir a biblioteca na compilação do programa. Funções trigonométricas do ângulo arco.h fstream. Isto significa que a função não tem parâmetros de entrada e tem um parâmetro int de saída. Biblioteca math.h dos.h assert. double ceil(double num).h ctype. Funções de arredondamento para inteiro. Calcula o valor absoluto do inteiro i e do real d. porém o leitor que desejar tornar-se "fluente" na linguagem C pode (e deve) estudá-las com profundidade. Esta inclusão é feita com o uso da diretiva #include colocada antes do programa principal.h errno.0. double floor(double num).0. são os tipos (e quantidade) de parâmetros de entrada da função e tipo_ret é o tipo de dado de retorno da função.. 22 .h stdarg. existe ainda o tipo void (vazio. Ex.h fcntl.h float. em inglês) que significa que aquele parâmetro é inexistente.0.2) == 4.h Vejamos algumas funções disponíveis nas bibliotecas C.h stdlib.h math. double co. co = h * cos(alfa). double fabs(double d). Exemplo: A função getch() da biblioteca conio.h io. ceil(3.h int abs(int i).h signal. acos(double arco).h malloc.h complex.h limits. em radianos.As bibliotecas disponíveis e algumas funções interessantes A seguir segue uma lista de todas as bibliotecas disponíveis no compilador Turbo C++ 3.h dirent. sendo mais baixa apenas que os parênteses. Ex. floor() arredonda para baixo.onde nome é o nome da função. .h bios.h stdio.h string.h iostream.h iomanip.h bcd. Exemplo: A função cos() da biblioteca math. double alfa = M_PI_4.7. atan(double arco). tipo_2. double double double double double double sin(double arco). } // // // // // // // inclusão de biblioteca inicio do programa principal hipotenusa cateto oposto angulo: π /4 calculo: uso da função cos() fim do programa As funções tem alta precedência.

Copia o conteúdo da variável s2 para a variável s1.h strlen(s).0. float num.h> #include <stdlib.h> #include <ctype. float val.. s2).h> #include <stdio. double pow(double base. Ex: tamanho = strlen(nome).2. Ex: strcpy(nomemaior. 0 se o valor de s1 for igual ao valor de s2. s2). Execute o programa passo-a-passo e observe o valor das variáveis. // inicia laço repetitivo. Funções logarítmicas: log() é logaritmo natural (base e).h> void main() { char* titulo = char tecla. int col. nome2) while (strcmp(nome. int tam. nome). Gera um número inteiro aleatório entre 0 e num . Raiz quadrada: sqrt(9. strcmp(s1. Ex: igual = strcmp(nome1.5. do{ // inclusão das bibliotecas "* // // // // // // * * P r o g r a m a E x e m p l o tecla pressionada pelo usuário tamanho do titulo coluna inicial de impressão do titulo flag de continuação do laço numero aleatório valor calculado * * *". double log10(double num). “fim”) != 0) Programa Exemplo: O arquivo e0307.0) = 3. 1 se o valor de s1 for maior que o valor de s2.1.6. /* ******************************************************************* Programa: e0307. #include <conio. Biblioteca stdlib. strcpy(s1. int cont. log10() é logaritmo decimal (base 10).cpp traz um programa para visualizar alguns aspectos relacionados com funções de biblioteca.double log(double num). Procure.6) = 3. Biblioteca string. informações sobre as // funções usadas. na ajuda on-line.. Potenciação: pow(3. double exp). 23 .h> #include <dos.h> #include <string. Retorna um número inteiro de acordo a comparação entre o conteúdo de s1 e s2 da seguinte forma: -1 se o valor de s1 for menor que o valor de s2. Retorna um número inteiro de acordo com o número de caracteres de s.h> #include <math...cpp Proposito: Funções de Biblioteca Ultima Revisão: 20/05/2000 ******************************************************************* */ // Exercício: O programa abaixo foi escrito usando varias funções // disponíveis do C.h int random(int num). double sqrt(double num).25.

. // pausa // ******************** // 3 Faz algumas contas // ******************** val = sin(num). } // limpa tela // emite um som de 300 Hz. sound(440). gotoxy(col. // imprime escolha getch().tam / 2.. calcula a coluna de inicio posiciona o cursor imprime o titulo // ****************** // 2 Numero aleatório // ****************** randomize(). val = floor(num). printf("\n floor( %f ) = %f". tecla = getch(). // gera numero printf("\n\n Numero: %f".val). col = 40 . printf("\n ln( %f ) = %f".num.val).1)..num.num. // pausa val = sqrt(num). tecla = toupper(tecla). // // // // // limpa a tela calcula o tamanho do titulo. por 100 ms. printf("\n sqrt( %f ) = %f". getch(). // *********** // 4 Continua? // *********** printf("\n Continua ? ")...num.. tam = strlen(titulo). delay(100).. }while(cont). // .num. printf(titulo). e para. // seno // imprime // pausa // arredonda para cima // imprime // pausa // arredonda para baixo // imprime // pausa // logaritmo natural // imprime // raiz quadrada // imprime // pausa // // // // imprime mensagem recebe caracter do teclado transforma em maiúsculo se for 'S' continua // . cont = (tecla == 'S') ? 1 : 0. val = ceil(num). printf("\n ceil( %f ) = %f". nosound().0.// ********************* // 1 Titulo Centralizado // ********************* clrscr(). getch(). // mensagem // fim do programa 24 .val).. fim do laço de repetição // ******* // 5 Sadia // ******* clrscr(). getch().num). // . printf("\n Volte Sempre!").. val = log(num).val). getch().. getch(). printf("\n sin( %f ) = %f". // inicia gerador aleatório num = (float)random(1000) / 100.val).

Mundo!“). em detalhe. Saída Olá.).h Declaração: int printf (const char* st_contr [. nas duas seções iniciais as mais importantes funções de entrada e saída de dados em C: as funções printf() e scanf(). drives de disco.) e emita o resultado de seu processamento de volta para o meio externo (monitor. Instrução printf(“Olá. Categoria parênteses função incremental. Maior precedência no topo. A partir do estudo destas funções é possível escrever um programa propriamente dito com entrada. Os operadores de menor precedência são os o operadores de atribuição. drives de disco. Estafunção é dita de saída formatada pois os dados de saída podem ser formatados (alinhados. Mostraremos. etc. Sintaxe: A string de controle é uma máscara que especifica (formata) o que será impresso e de que maneira será impresso. 4Entrada e Saída Para que um programa torne-se minimamente funcional é preciso que ele receba dados do meio externo (teclado. Neste capítulo veremos. menor precedência na base. De outro modo: um programa deve trocar informações com o meio externo. estas e outras funções de modo a permitir escrever um programa completo em C. Esta função imprime dados numéricos. Propósito: A função printf() (print formated) imprime dados da lista de argumentos lista_arg formatados de acordo com a string de controle st_contr. processamento e saída de dados. com número de dígitos variáveis. Os operadores de maior precedência são os parênteses e as chamadas de funções. etc.! * / % + < > <= == != && || ?: = += -= *= /= %= >= Prioridade interno → externo E →D E ←D E →D E →D E →D E →D E →D E →D E ←D E ←D Tabela 3.8 . Nos exemplos mostrados nos capítulos anteriores foram vistas algumas funções de entrada (scanf(). etc. Esta função retorna um valor inteiro representando o número de caracteres impressos. Em C.3. getch()) e algumas funções de saída (printf()).).1 mostra a ordem de precedência de todos os operadores estudados neste capítulo. 4. mouse. caracteres e strings.1: Precedência dos operadores. Exemplo: Observe no exemplo abaixo as instruções de saída formatada e os respectivos resultados. portas de comunicação. portas de comunicação. lógico aritmético aritmético relacional relacional lógico lógico condicional atribuição Operadores ( ) nome() ++ -.Precedência entre os operadores do C A tabela 3. impressora. alto-falante. Mundo! 25 . São as funções de entrada e saída do C. existem muitas funções pré-definidas que tratam desta troca de informações.Saída formatada: printf() Biblioteca: stdio.1 . lista_arg]).

Isto se deve ao \n que representa o código ASCII para quebra de linha (veja seção 2.cpp contém um programa que ilustra o uso da função printf() usando várias combinações de strings de controle e especificadores de formato. seguem-se alguns modificadores. Um especificador de formato marca o lugar e o formato de impressão das variáveis contidas na lista variáveis.0. positivas sem sinal) [tamanho] n especificação de tamanho (Opcional) pelo menos n dígitos serão impressos (dígitos faltantes serão completados por brancos). dígitos a direita do ponto decimal. Saída: Total: 12. cuja sintaxe é a seguinte: % [flag] [tamanho] [.justificação à esquerda. Execute o programa passoa-passo e verifique a saída dos dados. ponto flutuante com expoente: [-]d.3).n Tipo d o x f e c s caracter de conversão de tipo (Requerido) inteiro decimal inteiro octal inteiro hexadecimal ponto flutuante: [-]dddd. Admita que idade seja uma variável int contendo o valor 29 e que tot e din sejam variáveis float cujo valores são. (Opcional) padrão: 6 dígitos para reais. respectivamente. /* ******************************************************************* Programa: e0401.idade).1. + conversão de sinal (saída sempre com sinal: + ou -) <espaço> conversão de sinal (saídas negativas com sinal. [.3 e 15. especificador de precisão. 12.din-tot).70 Depois do sinal %.2 \nTroco: %f.2“.30 Dinheiro: 15. Exemplo: Observe no exemplo abaixo as instruções de saída formatada e os respectivos resultados. Todos os especificadores de formato começam com um %. Deve haver um especificador de formato para cada variável a ser impressa. linha 1 linha 2 Observe que na primeira instrução. nenhum digito decimal. a saída é exatamente igual a string de controle.2 \nDinheiro: %f.dddde[+/-]ddd caracter simples string Programa Exemplo: O arquivo e0401. Saída: Tenho 29 anos de vida Instrução: printf(“Total: %f. 0n pelo menos n dígitos serão impressos (dígitos faltantes serão completados por zeros).0 . Nesta mascara é possível reservar espaço para o valor de alguma variável usando especificadores de formato.00 Troco: 2.din.precisão] (nada) .cpp Propósito: Uso da função printf() Ultima Revisão: 20/05/2000 26 .tot.dddd. Já na segunda instrução a impressão se deu em duas linhas. Instrução: printf(“Tenho %d anos de vida”. são impressos n dígitos decimais.printf(“linha 1 \nlinha 2 “).precisão] tipo [flag] justificação de saída: (Opcional) .

s).k.t).j.r).r).k.k.i.h> // biblioteca da função clrscr() void main() { int i = 12. // Uso dos modificadores de formato printf("\n\nJustificacao a direita"). printf("\n %06d %012f".t).i). r. float t = 5467.3f".i.83.t).s). int k = 9386. %6o". char letra = 'a'. // com quebra de linha printf("\nTexto Exemplo").h> // biblioteca da função printf() #include <conio.0f %8.0f %8. int j = -35. t. s. // formato string printf("\n%s".3f". printf("Texto Exemplo").i. // limpa tela // sem quebra de linha // somente texto printf("Texto Exemplo"). printf("\n %6. float r = 5. printf("\nConsumo Medio: %f kWh". printf("\n\nCom zeros").r).s). printf("\n %6d %12f".j. printf("\n %6d %12f".k+1. printf("\n\nDecimal. Octal").j. printf("\n%c".letra).j. printf("\n %06d %012f".i. printf("\n %6.3. printf("\n\nSem decimais. printf("\n\nPadrao.k. // texto e numero sem formatacao printf("\nJoaozinho tem %d amiguinhos!".k+1.r). printf("\n %6. printf("\n\nJustificacao a esquerda").k. Cientifico").s). printf("\n %+6d %+12f". char* nome = "Teste".3f". printf("\n %6d %12f". clrscr(). %6o". printf("\n %06d %012f".r).k. printf("\n %+6d %+12f". %6o". printf("\n %-6d %-12f".75.******************************************************************* */ #include <stdio.i).k). printf("\n %-6d %-12f".s). 27 . printf("\n %+6d %+12f". Hexa.k+1).nome). printf("\nTexto Exemplo").t).i. // formato caracter printf("\n%c". float s = -82. printf("\n %6d %6X printf("\n %6d %6X printf("\n %6d %6X Com 3 decimais"). printf("\n\nCom sinal").r).i. printf("\n %-6d %-12f".t).0f %8.'b').

Campo de qualquer tamanho. <ausente> O campo é lido normalmente.nome). /* ******************************************************************* Programa: e0402. Veja mais sobre endereços na seção 8. s. t. teclado) uma lista de valores que serão formatados pela string de controle e armazenados nos endereços das variáveis da lista. Variáveis string e vetores não são precedidos pelo caracter &. Esta função é dita de entrada formatada pois os dados de entrada são formatados pela string de controle st_contr.cpp contém um programa que ilustra o uso da função scanf() na leitura de dados.mes.Leitura formatada: scanf() Biblioteca: stdio. .2 .t). caracteres e 'strings' e sua respectiva atribuição a variáveis cujos endereços são end_var. int cod.h Declaração: int scanf(const char* st_contr [. end_var. %e". A função lê da entrada padrão (em geral. Programa Exemplo: O arquivo e0402.. printf("Digite o código do item: "). scanf("%d".s). A string de controle é formada por um conjunto de especificadores de formato.printf("\n %11f printf("\n %11f printf("\n %11f } %e". cuja sintaxe é a seguinte: % [*] [tamanho] tipo * indicador de supressão (Opcional) <presente> Se o indicador de supressão estiver presente o campo não é lido. r. float. Tamanho n <ausente> Tipo d f o x i u s c especificador de tamanho(Opcional) Especifica n como o numero máximo de caracteres para leitura do campo. Sintaxe: O uso da função scanf() é semelhante ao da função printf(). Veja mais sobre strings e vetores na seção 7. Propósito: A função scanf() (scan formated) permite a entrada de dados numéricos. int dia. Execute o programa passo-a-passo e verifique a saída dos dados.cpp Propósito: Uso da função scanf() Ultima Revisão: 08/08/97 ******************************************************************* */ #include <stdio.). char. // texto de aviso (prompt) // leitura do dado 28 .ano.. . %e". a um determinado tipo de variável (int.h> // biblioteca das funções scanf() e printf() void main(){ { char* nome.. 4. Este supressor é útil quando não queremos ler um campo de dado armazenado em arquivo. define o tipo de dado a ser lido (Requerido) inteiro decimal (int) ponto flutuante (float) inteiro octal (int) inteiro hexadecimal (int) inteiro decimal de qualquer formato(int) inteiro decimal sem sinal (unsigned int) string (char*) caracter (char) A lista de variáveis é o conjunto de (endereços) de variáveis para os quais serão passados os dados lidos. float preco. // leitura individual printf("\nDigite o nome do item: ")..&cod).r). scanf("%s".]). Variáveis simples devem ser precedidos pelo caracter &.

isto é. Propósito: A função cin >> lê um caracter individual ou um valor numérico da entrada padrão (em geral. normalmente.h 29 . o teclado).dia.&mes. Não possibilita controle de leitura.&preco). // leitura conjunta com supressão printf("\nDigite o nome. código e preço do item: "). o teclado). 4.h Declaração: cin >> var. scanf("%f". preço não é alterado // leitura segmentada printf("\nDigite sua data de nascimento (ddmmaa): ").cpp mostra o uso das funções getchar() e putchar() em um programa que lê caracteres do teclado e os reimprime convertidos para maiúsculos. estes ficarão armazenados no buffer de entrada até que a tecla [enter] seja pressionada. Esta função permite uma forma eficiente de detecção de finais de arquivos. 4. cada chamada da função getchar() lerá um caracter armazenado no buffer. 4. Este caracter. Então.h Declaração: int getchar(void). Propósito: A função cout << escreve um ou mais caracteres individuais ou um valor numérico na tela. código e preço do item: "). 4. Se ocorrer um erro ou uma condição de 'fim-de-arquivo' durante a leitura.&cod.printf("Digite o preço do item: ").6 . Para cada informação é necessário um par de <<. printf("\nVocê nasceu em %d de %d de 19%d!". É uma função muito simples.3 . Esta função é dita line buffered. // leitura conjunta printf("\nDigite o nome. Propósito: A função getchar() (get character) lê um caracter individual da entrada padrão (em geral. scanf("%s %d %f". É uma função muito simples. scanf("%2d %2d %2d". // após leitura.&dia.4 – Saída não formatada: cout << Biblioteca: iostream. getche() Biblioteca: conio.7 .nome. não retorna valores até que o caracter de controle line feed (\n) seja lido.Entrada de caracter individual: getchar() Biblioteca: stdio. scanf("%s %d %*f".h Declaração: int putchar(int c). é enviado pelo teclado quando a tecla [enter] é pressionada.Saída de caracter individual: putchar() Biblioteca: stdio. Propósito: Esta função putchar() (put character) imprime um caracter individual c na saída padrão (em geral o monitor de vídeo).&preco). a função retorna o valor da constante simbólica EOF (end of file) definida na biblioteca stdio.Entrada não formatada: cin >> Biblioteca: iostream.&preco).ano).&cod. } 4. Programa Exemplo: O programa e0403.&ano).nome.mes. Se forem digitados vários caracteres.Leitura de teclado: getch().5 .h Declaração: cout << var.h.

etc. [Ctrl] + [Page Down]. Código ASCII: ao ser pressionada uma tecla correspondente a um caracter ASCII. *. y.h Declaração: int cprintf (const char* st_contr [.Declaração: int getch(void).h. Para se usar uma letra piscante deve-se adicionar o valor 128 ao valor da cor de letra.8 . o teclado envia um código ao 'buffer' de entrada do computador e este código é lido. 8. onde cor_de_letra e cor_de_fundo são números inteiros referentes as cores da palheta padrão (16 cores. o caracter correspondente. 4. Código Especial: ao serem pressionadas certas teclas (ou combinação de teclas) que não correspondem a um caracter ASCII. Alguns valores de cor não podem ser usados como cor de fundo. Estes valores de cor são representadas por constantes simbólicas definidas na biblioteca conio. Por exemplo. O uso da função cprintf()é semelhante a printf()porém permite que a saída seja a cores. etc. a função getch() (get character) aguarda que uma tecla (ou combinação de teclas) seja pressionada. recebe do teclado o código correspondente e retorna este valor.h> 30 . Por exemplo. suas constantes simbólicas e onde podem ser usadas: Exemplo: O trecho de programa abaixo imprime uma mensagem de alerta em amarelo piscante sobre fundo vermelho. A função getche()(get character and echoe) também escreve na tela.). A relação acima mostra as cores. o teclado envia ao 'buffer' do computador dois códigos. Para que a saída seja colorida é necessário definir as cores de fundo e de letra para a impressão antes do uso da função. se a tecla A for pressionada o código 65 será armazenado no buffer e lido pela função. [Shift] + [F1]. se a tecla [F1] for pressionada os valores 0 e 59 serão armazenados e a função deve ser chamada duas vezes para ler os dois códigos.Escrita formatada em cores: cprintf() Biblioteca: conio. Propósito: Esta função cprintf() (color print formated) permite a saída de dados numéricos. #include <conio.) ou combinação de teclas ([Alt] + [A]. etc. int getche(void). textbackground(cor_de_fundo). [F1]. sendo o primeiro sempre 0. caracteres e strings usando cores.). modo texto). Ao ser executada. quando possível. [delete]. teclas de comandos ( [enter]. Estes códigos podem representar tecla s de caracteres (A. Cores (Modo Texto) Cor Constante Preto BLACK Azul BLUE Verde GREEN Cian CYAN Vermelho RED Magenta MAGENTA Marrom BROWN Cinza Claro LIGHTGRAY Cinza Escuro DARKGRAY Azul Claro LIGHTBLUE Verde Claro LIGHTGREEN Cian Claro LIGHTCYAN Vermelho Claro LIGHTRED Magenta Claro LIGHTMAGENTA Amarelo YELLOW Branco WHITE Piscante BLINK Valor 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 128 Fundo ok ok ok ok ok ok ok ok ---------Letra ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok ok Estas definições são feitas pelas funções texcolor() e textbackground() cuja sintaxe é: textcolor(cor_de_letra). Propósito: Estas funções fazem a leitura dos códigos de teclado. [Page Up]. lista_arg]).

// ativa letra padrão } 4. void nosound(void).cpp Proposito: Uso das funcoes cprintf(). // cor de letra preta do{ // faz. // cor de letra int cf.cpp mostra todas as combinações possíveis de impressão colorida em modo texto..cpp temos um exemplo do uso de sons em programas... }while(++cf <= LIGHTGRAY). A função delay() realiza uma pausa (aguarda intervalo de tempo) de duração tempo (milisegundos). textbackground(cf). cl = BLACK. // limpa tela cf = BLACK. textbackground() e textcolor() Ultima Revisão: 08/08/97 ******************************************************************* */ #include <conio. /* ******************************************************************* Programa: e0407.h> #define T 250 void main(){ clrscr(). Programa Exemplo: O uso destas funções é muito simples mas produz resultados interessantes. . textbackground(BLACK)... // ativa cor de texto cprintf(" Teste "). do{ textbackground(cf).cpp Proposito: Uso das funcoes sound(). do{ textcolor(cl + BLINK). // cor de fundo preta do{ // faz. // ativa cor de fundo cl = BLACK. Propósito: A função sound() ativa o alto-falante do PC com uma freqüência freq (Hz). // ativa letra piscante cprintf(" Teste ").. // enquanto ano e' ultima cor de letra }while(++cf <= LIGHTGRAY). delay().h> #include <conio. 31 .. // imprime teste de cor }while(++cl <= WHITE). // enquanto ano e' ultima cor de fundo cf = BLACK. /* ******************************************************************* Programa: e0406. No arquivo e0407.h Declarações: void sound(unsigned freq). cprintif(“ Alerta: Vírus Detectado! ”). // ativa fundo padrão textcolor(LIGHTGRAY).h> #include <stdio. nosound() Biblioteca: dos. A função nosound() desativa o alto-falante.h> void main(){ int cl. }while(++cl <= WHITE). textcolor(YELLOW + BLINK). textbackground(RED). Programa Exemplo: O programa do arquivo e0406. // cor de fundo clrscr(). void delay(unsigned tempo).9 ...Saída sonora: sound(). textcolor(cl). delay() e nosound() Ultima Revisão: 11/08/97 ******************************************************************* */ #include <dos.

delay(T).delay(2*T). 32 .delay(T).delay(T). sound(634). sound(660).delay(4*T). sound(844).delay(T). sound(440). printf("\nAtenção pois nos iremos.h Declarações: void clrscr(void). sound(440). sound(660). sound(734).. Ambas funções preenchem a tela com a cor de fundo definida pela função textbacground(). sound(594).delay(T)..delay(T). sound(550). sound(594). sound(495). sound(660). sound(495). sound(550).delay(2*T). textcolor(WHITE + BLINK).delay(T).delay(T). sound(330). void clreol(void).delay(T)..11 .delay(2*T).h Declarações: void gotoxy(int pos_x. é que nós estaremos. int pos_y)."). clreol() Biblioteca: conio.Limpeza de tela: clrscr(). sound(550).delay(T). sound(594). sound(704). Propósito: A função clrscr() (clear screen) limpa a janela de tela e posiciona o cursor na primeira linha e primeira coluna da janela (canto superior esquerdo da janela). onde o Grêmio estiver!").delay(T).delay(2*T).delay(2*T). sound(495).delay(T).delay(2*T). 4.10 . sound(704)."). nosound().delay(2*T).delay(T). sound(550).delay(T). sound(495). sound(495). printf("\nMas o certo. sound(550). } 4. sound(734).delay(T).delay(2*T). sound(660). printf("\b\b\b com o Grêmio. sound(550).delay(2*T).delay(6*T).. sound(660). printf("\b\b\b para o que der e vier.delay(T). sound(495).delay(2*T).Posicionamento do cursor: gotoxy() Biblioteca: conio.delay(T). sound(550).delay(T).delay(4*T).delay(T).textbackground(BLUE). cprintf("Hino do Grêmio"). sound(495). A função clreol() (clear to end of line) limpa uma linha desde a posição do cursor até o final da linha mas não modifica a posição do cursor. sound(440).").. sound(660).delay(T). sound(660).delay(6*T).

a tela é dividida em uma janela de 25 linhas e 80 colunas. gotoxy().13 . gotoxy(1. A função gotoxy() permite posicionarmos o cursor em qualquer posição (pos_x. enquanto as coordenadas inf e dir definem o canto inferior direito da nova janela. Propósito: Esta função (keyboard hitting) permite verificar se uma tecla foi pressionada ou não.1. textcolor(WHITE). 80] // limpa tela // seleciona cor de fundo de linha // cor de letra // // // // // // // // posiciona cursor no canto esquerdo desenha fundo de linha posiciona cursor escreve titulo centralizado posiciona cursor no canto esquerdo desenha fundo de linha posiciona cursor escreve rodapé centralizado 33 .1) corresponde ao canto superior esquerdo da tela e a posição (80.cpp contém um programa para exemplificar o uso das funções clrscr(). clreol(). 80] dir = esq + random(81-esq).1).Propósito: Em modo texto padrão. ao contrário de getch(). Observe que. Caso nenhuma tecla seja pressionada a função retorna 0. window() e kbhit() Ultima Revisão: 11/08/97 ******************************************************************* */ #include <conio.h> #include <string.inf.pos_y) da tela.Monitoração de teclado: kbhit() Biblioteca: conio. // dir <. gotoxy(40 . gotoxy(1.dir. Quando uma janela é definida.[esq. Programa Exemplo: O arquivo e0408. Como as funções printf() e cprintf() escrevem a partir da posição do cursor.h> #include <dos. 1). 25). // esq <. clreol(). clreol(). clreol(). ela retorna um número não nulo e o valor armazenado no buffer pode ser lido com as funções getch() ou getche(). podemos escrever em qualquer posição da tela. int inf).h Declarações: int kbhit(void).tit).h> void main(){ int esq. textbackground(BLUE). /* ******************************************************************* Programa: e0408.rpe). gotoxy(40 .sup.h> #include <stdlib. o texto que ficar fora da janela fica congelado até que se redefina a janela original. // bordas char* tit = "Teste de video: Blocos coloridos". esta função não aguarda que uma tecla seja pressionada.[1 .25).Redimencionamento de janela: window() Biblioteca: conio. 4. // pausa pra ano ficar muito ligeiro esq = 1 + random(80). Para reativar a janela padrão escreve-se a instrução window(1. 4. int dir.strlen(tit)/2.25) corresponde ao canto inferior direito. // rodapé clrscr(). Propósito: Esta função permite redefinir a janela de texto.cpp Proposito: Uso das funcoes clrscr().12 . do{ delay(100). Esta função verifica se existe algum código no buffer de teclado.h Declarações: void window(int esq. Sendo que a posição (1. cprintf("%s". int sup.strlen(rpe)/2.80. gotoxy(). // titulo char* rpe = "Pressione alguma tecla para terminar". kbhit(). As coordenadas esq e sup definem o canto superior esquerdo da nova janela. window(). Se houver algum valor. cprintf("%s".25).

inf = sup + random(25-sup).[sup. window(1. window(esq. // // // // // sup <. clrscr().80. textbackground(BLACK).[ 2.inf). textbackground(random(8)). 24] define janela seleciona cor de fundo aleatória preenche janela com cor } // restaura janela // restaura cor de fundo // limpa tela 34 .1. }while(!kbhit()). 24] inf <.dir.sup.25).sup = 2 + random(23). clrscr().

5.0).Condição de controle Em todas as estruturas. e verdadeira se seu valor for diferente de zero. a linguagem C não possui. condição (i == 0) (i > j) (i) (j) valor numérico 1 0 0 3 significado lógico verdadeiro falso falso verdadeiro Este fato deve ficar claro pois. ela será considerada falsa se seu valor for igual a zero. A estrutura de repetição permite que um bloco de instruções seja executado repetidamente uma quantidade controlada de vezes. Uma condição de controle é uma expressão lógica ou aritmética cujo resultado pode ser considerado verdadeiro ou falso. Após a execução do bloco.. a condição é avaliada. Sua sintaxe é a seguinte: Sintaxe: do { bloco }while(condição). assim quando uma expressão numérica se encontra em uma condição de controle. }while(num <= 0. do { puts("Digite um número positivo:").Estrutura while A estrutura de repetição condicional while é semelhante a estrutura do.while. 5. Exemplo: Observe nas condições abaixo. A estrutura de decisão permite executar um entre dois ou mais blocos de instruções.. Sua sintaxe é a seguinte: Sintaxe: while(condição) Figura 5. condição? V F Figura 5. quando for dito que uma condição é falsa ou verdadeira quer se dizer que seu valor e igual a zero ou diferente de zero.. caso contrário a repetição é terminada. Basicamente. 35 .. existe pelo menos uma expressão que faz o controle de qual bloco de instruções será executado ou quantas vezes ele será executado: é o que chamamos de condição de controle. entretanto.while Esta é uma estrutura básica de repetição condicional.2: Fluxograma da estrutura while. bloco é um conjunto de instruções. variáveis ou constantes lógicas. F c n iç o od ã? V b c lo o 5. j = 3.1: Exemplo: No trecho abaixo.while. Neste capítulo estudaremos em detalhe as instruções do C que permitem implementar estas estruturas. nas estruturas que estudaremos neste capítulo. scanf("%f".5Estruturas de Controle Estruturas de controle permitem controlar a seqüência das ações lógicas de um programa.5. Esta estrutura faz com que o bloco de instruções seja executado pelo menos uma vez. Considere as variáveis int i = 0. A leitura é repetida caso o número lido seja negativo. a leitura de um número é feita dentro de um laço de repetição condicional.. seu valor numérico e seu significado lógico..2 . bloco onde: condição é uma expressão lógica ou numérica. O fluxograma desta estrutura é mostrada na figura 5. Conforme vimos na seção 3.&num). Se a condição é verdadeira o bloco é executado outra vez.1: Fluxograma da estrutura do.1 . existem dois tipos de estruturas de controle: estruturas de repetição e estruturas de decisão.3 . Permite a execução de um bloco de instruções repetidamente.Estrutura do. possui somente expressões numéricas.

while(1.i). Por exemplo: i = 0.{ } bloco onde: condição é uma expressão lógica ou numérica. o valor de eps contém a precisão da máquina. eps = 1. Mas não pode haver mais de uma expressão de condição. for(i=1. i<10. O contador é incrementado com a instrução i++. imprime os números 1. j--){.. incremento) { bloco } onde: inicialização é uma expressão de inicialização do contador. incremento é uma expressão de incremento do contador. o contador é incrementado de acordo com a expressão de incremento. A estrutura for é. Caso a condição seja falsa a repetição é terminada sem a execução do bloco. O fluxograma desta estrutura é mostrada na figura 5. Esta condição é. 9. Sua sintaxe é a seguinte: Sintaxe: for(inicialização. i<=10. o bloco de instruções pode não ser executado nenhuma vez. Então a expressão de condição é avaliada: se a condição for verdadeira. }while(i <= 100). deste modo. chamada de estrutura de repetição com contador. o bloco é executado novamente e o ciclo recomeça. Estas expressões devem ser separadas por vírgula (. i <= 100.} 36 . bloco é um conjunto de instruções. O contador é inicializado na expressão de inicialização antes da primeira iteração. Esta estrutura executa um número determinado de repetições usando um contador de iterações. i++) { bloco } Podem existir mais de uma expressão de inicialização e de incremento na estrutura for. . A contagem dos ciclos é feita por uma variável chamada de contador. Por exemplo: i++ ou cont -= 2. do { bloco i++.while: Exemplo: As seguintes instruções são plenamente equivalentes: i = 0. Então o bloco é executado e depois de cada iteração. Após a execução do laço.2: Exemplo: No trecho abaixo. j=10. em geral... ao contrário da estrutura do..Estrutura for A estrutura for é muito semelhante as estruturas de repetição vistas anteriormente. se a condição é falsa termina-se o laço..while. ou cont = 20..0. A variável eps tem seu valor dividido por 2 enquanto o processador conseguir distinguir entre 1 e 1+ε . entretanto costuma ser utilizada quando se quer um número determinado de ciclos.0.). Exemplo: No trecho abaixo. bloco é um conjunto de instruções a ser executado.0) { eps /= 2. basta que a condição seja inicialmente falsa. Observe que nesta estrutura.. Por exemplo: i <= 100 ou cont > 0. 10. } 5. uma expressão lógica que determina o ultimo valor do contador. Se a condição é verdadeira o bloco é executado uma vez e a condição é avaliada novamente. for(i = 0. Esta estrutura faz com que a condição seja avaliada em primeiro lugar... O bloco é repetido enquanto a condição i <= 10 for verdadeira. o contador i é inicializado com o valor 1. as vezes.0 + eps > 1.4 . condição é uma expressão lógica de controle de repetição. Por exemplo: for(i=0. condição. } É interessante notar que a mesma estrutura lógica pode ser implementada usando as estruturas for ou do. i++) { printf(" %d". calcula-se a precisão (ε ) do processador aritmético do PC. 2. Esta estrutura. i++..

1 Decisão de um bloco (if..&iter). // ³ nosound().2 . Esta estrutura pode se apresentar de modos ligeiramente diferentes..5..5.... O fluxograma desta estrutura é mostrada F na figura 5. o bloco é executado. para emitir um sinal sonoro ao imprimir um número múltiplo de 4.i).. Nesta seção vamos apresentar separadamente cada uma das possibilidades de sintaxe.h> // inclusão de bibliotecas #include <conio. se o valor lido for maior que 10. { sound(600). // ³ Pim! delay(50).3. A figura 5.. scanf("%d"...Estrutura de decisão if. } 5.h> void main() { int i.else é a mais simples estrutura de controle do C.4: Fluxograma da estrutura de decisão if. } Programa Exemplo: O arquivo e0504.cpp Propósito: Uso da estrutura if. Se a condição verdadeira. 5. printf("Digite o número de repetições: (máximo 10)".else A estrutura if.else) Também é possível escrever uma estrutura que execute um entre dois blocos de instruções.... Sintaxe: Decisão de dois blocos: if(condição) condição? bloco 1 bloco 2 37 Figura 5.h> #include <stdio. Esta estrutura permite executar um entre vários blocos de instruções.) A estrutura de decisão de um bloco permite que se execute (ou co d o n içã V não) um bloco de instruções conforme o valor de uma condição seja verdadeiro ou falso.. O controle de qual bloco será executado será dado por uma condição (expressão lógica ou numérica).. Caso contrário. // espera } puts("Oba! Ganhei o prêmio!"). puts("Jogo do Pim!"). if. então o seu valor é redefinido como 10... bloco é um conjunto de instruções.else .". for(i = 1. i++) // para i de 1 a 20... Ultima Revisão: 26/08/97 *******************************************************************/ #include <dos. b co lo Sintaxe: Decisão com um bloco: if(condição){ bloco } Figura 5. // imprime numero if(i%4 == 0) // se múltiplo de 4. i <= 20. if(iter > 10){ iter = 10. /******************************************************************* Programa: e0504. // contador clrscr(). Observe que o bloco constitui-se de um única instrução.3: Fluxograma da estrutura de decisão onde: condição é uma expressão lógica ou numérica.5 .. { printf("\n%2d.cpp mostra um programa que utiliza a estrutura if.. // ³ } // fim se delay(500). Exemplo: No trecho abaixo.. o bloco não é executado.5.4 mostra o fluxograma correspondente a esta estrutura de decisão.Decisão de dois blocos (if.

4.Decisão de múltiplos blocos (if. delta).. Se a condição for verdadeira o bloco1 é executado. } else { min = raiz.&c).) Também é possível escrever uma estrutura que execute um entre múltiplos blocos de instruções...else para determinar o tipo de raízes de uma equação de segundo grau..{ bloco1. Caso contrário. 38 . { puts(" Raízes Complexas").cpp mostra um programa que utiliza a estrutura if..h> void main(){ float a. scanf("%f %f %f". A figura 5. será atribuído a min. } else { bloco2. /* ******************************************************************* Programa: e0505. caso contrario. b..5 mostra o fluxograma correspondente a esta estrutura de decisão. if(raiz*raiz > num) { max = raiz. if(delta >= 0. // raízes complexas } } 5. c: "). } onde: condição é uma expressão lógica ou numérica. { puts(" Raízes Reais")...0) // se delta e' positivo..3 . bloco1 e bloco2 são conjuntos de instruções.&a.5.. // leitura dos parâmetros delta = b * b . // parâmetros de ax^2+bx+c=0 float delta.else if. puts("Digite valores para a..c. se o valor de raiz*raiz for maior que num o valor de raiz será atribuído a max. // calculo do discriminante printf("Discriminante: %f". } Programa Exemplo: O arquivo e0505.else Ultima Revisão: 26/08/97 ******************************************************************* */ #include <stdio.cpp Proposito: Uso da estrutura if.b. // discriminante: b^2-4ac puts("\nBaskara"). // raízes reais } else // ... * a * c.&b.senão. Exemplo: No trecho abaixo. o bloco2 é executado..

Sintaxe: Decisão de múltiplos blocos: if(condição 1){ bloco 1... . negativo ou nulo. }else{ a = b .5: Fluxograma da estrutura de decisão if..1. /* ******************************************************************* Programa: e0506..cpp mostra um programa que utiliza a estrutura if. Se nenhuma condição é verdadeira bloco P é executado... a condição 3 é avaliada e assim sucessivamente. Se a condição 2 for verdadeira o bloco 2 é executado. }else{ bloco P } onde: condição 1.. Exemplo: No trecho abaixo.. Caso contrario.. .. bloco 2. menor ou igual a outro. condição 2.C n içã od o 1 ? V b co 1 lo F C n içã od o 2 ? V b co 2 lo F C n içã od o 3 ? V b co 3 lo F .else if 39 . if(num > 0){ a = b.else if para determinar se um número é maior..cpp Proposito: Uso da estrutura if. uma determinada ação é executada se o valor de num for positivo. Observe que apenas um dos blocos é executado. bloco 1 . Figura 5. }else if(condição N){ bloco N. Caso contrario.. a condição 2 é avaliada. }else if(num < 0){ a = b + 1.. } Programa Exemplo: O arquivo e0506. ..else if.. Se a condição 1 for verdadeira o bloco 1 é executado. são conjuntos de instruções. são expressões lógicas ou numéricas...

// mensagem }else{ // senao acertou puts("Acertou!"). // mensagem } } 5. 1.senao se chute baixo. // numero do computador randomize().. O resultado deste expressão é comparado ao valor de cada um dos rótulos. // palpite do usuário int numero. // leitura do palpite if(palpite > numero){ // se chute alto.6 . scanf("%d"..h> #include <stdlib. rótulo_2. conjunto_n e conjunto_d são conjuntos de 40 . Sintaxe: Esta estrutura possui a seguinte sintaxe: switch(expressão){ case rótulo_1: conjunto_1 case rótulo_2: conjunto_2 . rótulo_n e rótulo_d são constantes inteiras.. A figura 5.&palpite). • • rótulo_1..6 mostra o fluxograma lógico desta estrutura. .case é uma estrutura de decisão que permite a execução de um conjunto de instruções a partir pontos diferentes conforme o resultado de uma expressão inteira de controle.Estrutura switch.h> void main() { int palpite. e as instruções são executadas a partir desde rótulo. // escolhe numero aleatório puts("\nEscolhi um número. Adivinha qual é?\n"). .... .. // inicializador do gerador aleatório numero = random(10). puts("Chute baixo!"). conjunto 2..case A estrutura switch. case rótulo_n: conjunto n default: conjunto_d } onde: • expressão é uma expressão inteira.. // mensagem }else if(palpite < numero){ // . conjunto instruções.h> #include <math.. puts("Chute alto!")...Ultima Revisão: 26/08/97 ******************************************************************* */ #include <stdio.

o uso da instrução break poderia ter sido evitado.6: Fluxograma da estrutura switch. }while(1)..Interrupção e desvio: break.. case 3: // acabamento.. soma += val. exit() As instruções vistas anteriormente podem sofrer desvios e interrupções em sua seqüência lógica normal através do uso certas instruções..&val). O laço possui uma condição de controle sempre verdadeira o que.. do{ Exemplo: No exemplo acima.A instrução break Esta instrução serve para terminar a execução das instruções de um laço de repetição (for.. puts("digite valores:").. Exemplo: O trecho abaixo ilustra o uso da instrução switch em um menu de seleção.. goto. scanf("%d". esta instrução força a interrupção do laço independentemente da condição de controle. porém se pode começar em pontos diferentes. pois fogem da lógica estruturada tem a tendência de tornar um programa incompreensível. Os rótulos devem ser expressões constantes inteiras diferentes entre si. Exemplo: No trecho abaixo um laço de repetição lê valores para o cálculo de uma média.&selecao). puts("Digite estagio de usinagem:").. é um erro: laço infinito.7 . case 4: // polimento. if(val < 0. int seleção. puts("digite valores:"). rtl N o o u c n noN o ju t rtl D o o u c n noD o ju t Figura 5. scanf("%f".while. a saída do laço se dá pela instrução break que é executada quando um valor negativo é lido. o programa iniciará o processo de usinagem de uma peça em um ponto qualquer dependendo do valor lido. Esta estrutura é particularmente útil quando se tem um conjunto de instruções que se deve executar em ordem. como segue: 41 .7.1 . Porém. 5.case. case 2: // desbaste fino.case. Caso o resultado da expressão for diferente de todos os valores dos rótulos então conjunto d é executado. // saída do laço } num++. As instruções que veremos a seguir devem ser usadas com muita parcimônia.0){ break... O rótulo default é opcional. a principio. // sempre verdadeiro printf("média: %f".. Quando em um laço de repetição. . switch(seleção){ case 1: // desbaste grosso.. do. Neste exemplo.. continue.. } epes o x r sã rtl 1 ou o c n no1 o ju t rtl 2 ou o c n no2 o ju t . 5.soma/num).O valor de expressão é avaliado e o fluxo lógico será desviado para o conjunto cujo rótulo é igual ao resultado da expressão e todas as instruções abaixo deste rótulo serão executadas. while) ou para terminar um conjunto switch. do{ puts("valor:").

Esta instrução opera de modo semelhante a instrução break dentro de um laço de repetição.0){ // se val é negativo. A instrução desvia o programa para um rótulo (posição identificada) no programa.soma/num). Isto é....7. puts("digite valores:"). 5.&val).fim do laço printf("média: %f". switch(tipo){ case ´M´: // prepara pizza muzzarela.A instrução goto Esta instrução é chamada de desvio de fluxo. 42 .. ela pula as instruções de um laço de repetição sem sair do laço. Exemplo: Estrutura switch.. // não são executadas! }while(val >= 0.2 A instrução continue.. } 5.case. do{ puts("valor:")... if(val >= 0. scanf("%f".0){ num++. inicio: // rótulo puts("valor:"). printf("média: %f"..7. // . tipo = getch(). puts("digite valores:").&val).. Exemplo: No trecho abaixo revemos um laço de repetição lê valores para o cálculo de uma média. case ´C´: // prepara pizza calabreza. há certas circunstâncias. onde usada com prudência.0). } num++. Se (val < 0. Foram usadas duas instruções goto.puts("valor:"). no entanto.. scanf("%f". } }while(val >= 0. puts("Muzzarela Calabreza Alho&Oleo:"). O outro uso da instrução break. São raros os casos onde a instrução goto é necessária. default: puts("Opcao incorreta").0) então o programa salta diretamente para a condição de controle... serve para separar os conjuntos de instruções em cada case.soma/num). sem executar o resto das instruções.salta para. Exemplo: No trecho abaixo revemos um laço de repetição lê valores para o cálculo de uma média.3 ... . em estruturas switch.. rótulo: . soma += val...0). continue. // .. onde rótulo é um identificador válido.case com a instrução break: int tipo.0) estas instruções soma += val. case ´A´: // prepara pizza Alho&Oleo. a instrução força a avaliação da condição de conttrole do laço.. puts("Selecione o sabor de sua pizza:").. Sintaxe: A sintaxe da instrução goto é a seguinte: goto rótulo.. if(val < 0. ela pode ser útil. Quando executada. // se (val < 0.

4 . da biblioteca stdlib. testado e revisado individualmente sem alterar o funcionamento do programa como um todo.h.&val). do{ puts("valor:"). Foi usado a função exit para terminar a execução do programa.soma/num). Chamamos este conjunto de elementos de definição da função. É possível ao programador. Esta segmentação é chamada de modularização e permite que cada segmento seja escrito.&val). scanf("%f". // se (val < 0.0. goto fim. um nome pelo qual a chamamos e uma lista de argumentos passados a função. 5.. 6. float b){ float med. Exemplo: o código mostrado abaixo é uma função definida pelo usuário para calcular a média aritmética de dois números reais: float media2(float a. } num++. alem disso. return(med). }while(1). Permite ainda que um programa seja escrito por vários programadores ao mesmo tempo. getch() ou putchar()). A função exit() tem a seguinte declaração: void exit(int status).Estrutura das funções de usuário A estrutura de uma função de usuário é muito semelhante a estrutura dos programas que escrevemos até agora.scanf("%f". Onde o argumento da função é um valor inteiro que será passado para o Sistema Operacional: (variável de sistema errorlevel no DOS). toupper(). } 43 . // salta para inicio fim: // rótulo printf("média: %f". Normalmente um programa é terminado quando se executa a última sua instrução.. med = (a + b) / 2. ou sub-programas) são a essência da programação estruturada. // .0){ // se val é negativo.0) estas instruções soma += val. if(val < 0. porém pode-se terminar a execução do programa a qualquer momento com o uso desta função.. São as chamadas de funções de usuário ou rotinas de usuário.A função exit(). soma += val. Funções são segmentos de programa que executam uma determinada tarefa específica.soma/num). Esta função (não instrução) exit() . Deste modo pode-se segmentar um programa grande em vários programas menores. Exemplo: No trecho abaixo revemos um laço de repetição lê valores para o cálculo de uma média. Uma função de usuário constitui-se de um bloco de instruções que definem os procedimentos efetuados pela função.. // se val é negativo.. // imprime resultado // termina programa 6Funções Funções (também chamadas de rotinas.. puts("digite valores:"). exit(0). if(val < 0. veremos como escrever funções de usuário em C. escrever suas próprias rotinas.7. Neste capítulo. // não são executadas! goto inicio. é uma função que termina a execução de um programa.1 .salta para fim } num++. Já vimos o uso de funções nos capítulos anteriores: funções já providenciadas pelas bibliotecas-padrão do C (como sqrt().0){ printf("média: %f". cada um escrevendo um segmento separado.

num_2.Definição de funções De modo formal.. float. Podemos ainda escrever uma função no mesmo arquivo do programa principal ou em arquivo separado. podemos usá-la dentro de um programa qualquer. med = media2(num_1. puts(”Digite dois números:”).3 . med. Esta instrução tem duas finalidades: determina o fim lógico da rotina e o valor de retorno da função. Depois de definimos um função.) { [bloco de instruções da função] } A primeira linha da função contém a declaração da função.2 . As variáveis da lista de argumentos são manipuladas normalmente no corpo da função (veja seção 6. b. e)). scanf(”%f %f”. Se a função não retorna nenhum valor para o programa que a chamou devemos definir o retorno como void. O argumento de return() será retornado como valor da função. Vale notar que existe apenas um valor de retorno para funções em C.3. seu tipo de retorno e a lista de argumentos que recebe.. Se nenhum tipo de retorno for especificado o compilador entenderá que o retorno será tipo int. // chamada a função printf(”\nA media destes números e´ %f”. O tipo de retorno da função especifica qual o tipo de dado retornado pela função. A sintaxe geral para isto é a seguinte: Sintaxe: Uma função escrita antes do programa principal: tipo nomef(. Este retorno de valor é feito pela função return()que termina a execução da função e retorna o valor de med para o programa que a chamou. A chamada de uma função termina com a instrução return() que transfere o controle para o programa chamador da função.3: int.Corpo da função antes do programa principal (no mesmo arquivo) Quando escrevemos a definição de uma função antes do programa principal e no mesmo arquivo deste. Dizemos que estamos fazendo uma chamada a função. Em seguida.. A função retorna. num_2). Por ser um identificador. Exemplo: No exemplo abaixo chamamos a função media2() dentro de um programa principal: void main() { float num_1. 6.Localização das funções Existem basicamente duas posições possíveis para escrevermos o corpo de uma função: ou antes ou depois do programa principal.. a sintaxe de uma função é a seguinte: tipo_de_retorno nome_da_função(tipo_1 arg_1. ?) contorna o problema.5 adiante). nenhuma outra instrução é necessária.) // definição da função 44 . c.desvio] = estat(a. } 6. definimos o bloco de instruções da função. Porém isto não é um limitação séria pois o uso de ponteiros (cap. &num_1. &num_2). d. Não podemos fazer o retorno de dois ou mais valores como em algumas linguagens (no MatLab: [media.No exemplo acima definimos uma função chamada media2 que recebe dois argumentos tipo float: a e b. 6. ou seja um retorno ausente. Na declaração de uma função se define o nome da função. podendo ser qualquer tipo de dado mostrado na seção 2. . para o programa que a chamou. A média destes dois valores é calculada e armazenada na variável med declarada internamente. A lista de argumentos da função especifica quais são os valores que a função recebe.1 . tipo_2 arg_2.2). dentro de chaves {}. med). etc. o nome da função segue as mesmas regras de definição de identificadores (veja seção 2. um valor também do tipo float: o valor da variável med.

med). } void main() // programa principal { float num_1..{ [corpo de função] } void main() { .0. devemos incluir um protótipo da função chamada. Este programa faz uso da função max()escrita pelo usuário.. /***************************************************************** Programa: e0601.. &num_1..) .).m. getch().2 . A sintaxe geral para isto é a seguinte: Sintaxe: Uma função escrita depois do programa principal: void main(){ tipo nomef(. num_2..cpp Propósito: Função de usuário escrita antes de programa principal Ultima Revisão: 29/09/97 *****************************************************************/ #include <conio. . } } void main() // programa principal { float num1. } // programa principal // chamada da função Exemplo: Função media2() escrita antes do programa principal. med.. var = nomef(. float media2(float a. med = (a + b) / 2.. med = media2(num_1.num2. // chamada da funcao printf("O maior valor e': %f". puts("*** Valor maximo de dois reais ***").&num2).cpp existe um programa que calcula o maior valor entre dois números digitados. float b) // funcao max() { if(a > b) { return(a).. } Programa exemplo: No arquivo e0601. clrscr().Corpo da função depois do programa principal (no mesmo arquivo) Quando escrevemos a definição de uma função depois do programa principal e no mesmo arquivo deste.. seu tipo de retorno e a quantidade e o tipo dos argumentos da função. puts("Digite dois numeros:"). num_2).m).h> #include <stdio..num2). scanf(”%f %f”.. } else { return(b). var = nomef(. m = max(num1. &num_2).&num1... float b) // função { float med. // chamada da função printf(”\nA media destes números e´ %f”.3. puts(”Digite dois números:”). } // programa principal // protótipo da função // chamada a função 45 .h> float max(float a. O protótipo de uma função indica ao compilador quais são as funções usadas no programa principal os tipo. Um protótipo é uma instrução que define o nome da função. return(med).. } 6. scanf("%f %f".) .

cpp Proposito: Funcao de usuário escrita depois de programa principal Ultima Revisão: 29/09/97 *****************************************************************/ #include <conio. // protótipo da funcao max() float num1.7. instrui o compilador para incluir na compilação do programa outros arquivos que contem a definição das funções de usuário e de biblioteca.2 e 3.Corpo da função escrito em arquivo separado Em C. Programa exemplo: No arquivo e0602.h> #include <stdio. Esta possibilidade é uma grande vantagem utilizada em larga escala por programadores profissionais. vista nas seções 2. med). med = (a + b) / 2. puts("*** Valor maximo de dois reais ***"). puts(”Digite dois números:”). med. num_2.max(num1.h> void main(){ // programa principal float max(float. scanf(”%f %f”. num2. void main(){ // programa principal float media2(float. }else{ return(b). scanf("%f %f". } Observe que o protótipo de uma função nada mais é que a declaração da função sem o seu corpo.. float b){ if(a > b){ return(a). como em muitas outras linguagens. Este programa faz uso da função max()escrita pelo usuário.cpp existe um programa que calcula o maior valor entre dois números digitados. &num_1. é permitido que o usuário crie uma função em um arquivo e um programa que a chame em outro arquivo distinto.&num1.3. Esta diretiva. } float media2(float a. Esta facilidade permite a criação de bibliotecas de usuário: um conjunto de arquivos contendo funções escritas pelo usuário. puts("Digite dois numeros"). &num_2).. Quando escrevemos a definição de uma função em arquivo separado do programa principal devemos incluir este arquivo no conjunto de arquivos de compilação do programa principal. } float max(float a. float b){ // função media2() float med.4.float).0. } } // funcao max() 6. /***************************************************************** Programa: e0602.float).1. num_2). return(med).num2)). Observe ainda que na lista de argumentos do protótipo podem ser escritos apenas os tipos dos argumentos.){ [corpo de função] } // definição da função Exemplo: Função media2() escrita depois do programa principal. // protótipo de media2() float num_1. printf("O maior valor e': %f". // chamada a função printf(”\nA media destes números e´ %f”. med = media2(num_1.&num2).tipo nomef(. clrscr(). Sintaxe: A sintaxe de inclusão de funções de usuário é a seguinte: #include ”path” void main(){ // inclusão da função // programa principal 46 . Esta inclusão é feita com a diretiva #include.3 . // chamada a funcao getch().

#include ”c:\tc\userbib\stat.cpp existe um jogo de “jackpot” que ilustra o uso de várias rotinas por um programa principal. dsvpd(). min().c.. med = media2(num_1. switch (tipo){ case 0: sound(100). isto é. num_2.. Observe também que estas funções chamam-se umas as outras.lib. definindo-as em um arquivo chamado stat.4 . Por exemplo: poderíamos criar um conjunto de funções estatísticas chamadas media(). num_2).h> #include <string. med. &num_1. Ultima Revisão: 29/09/97 *********************************************************/ // 1 inclusão de bibliotecas padrão C // ********************************** #include <dos. Isto se deve ao fato de que o compilador deve conhecer uma função antes de que chamada seja compilada.Hierarquia de Funções Sempre é possível que um programa principal chame uma função que por sua vez chame outra função. moda(). delay(5). var = nomef(. case 1: sound(200).. delay(100). Ou que a função chamadora está em um nível hierárquico superior a função chamada. break.h ou *.h> #include <stdlib. Em geral. e assim sucessivamente. // giro da roleta // parada da roleta 47 .cpp ou *..h” // inclusão da função void main(){ // programa principal float num_1. Quando isto acontece dizemos que a função chamadora tem hierarquia maior (ou superior) a função chamada. Quando um arquivo possui a definição de mais de uma função. max(). uma função chamada é escrita antes de uma função chamadora. } Observação: Um arquivo pode conter a definição de uma ou mais funções... &num_2).h> #include <conio.. etc.cpp. ele é nomeado com a extensão *. // chamada a função printf(”\nA media destes números e´ %f”..... quando o arquivo possui apenas uma função ele é nomeado com o mesmo nome da função e extensão *.cpp Propósito: Uso de varias funções de usuário. scanf(”%f %f”. Programa exemplo: No arquivo e0605.h> // 2 rotina bip() // ************** void bip(int tipo){ int i.h> #include <stdio.h. /********************************************************* Programa: e0605. med). Quando isto ocorre. Exemplo: A função media2() está escrita em um arquivo separado. // contador de iteração // seleciona tipo de som. 6. Por exemplo. puts(”Digite dois números:”). } // chamada a função Na diretiva #include. indicamos entre aspas duplas o caminho de localização do arquivo onde está definida a função chamada.) . devemos ter o cuidado de definir (ou incluir) as funções em ordem crescente de hierarquia. poderíamos definir a função media() no arquivo media.

cprintf(" Û°°°°°Û "). gotoxy(coluna. cprintf("Û°Û°°°Û°Û").. gotoxy(coluna. gotoxy(coluna.. // cor da figura } gotoxy(coluna.linha++).int status. } nosound(). // cor da figura } gotoxy(coluna. cprintf(" Û ").. int coluna){ switch (figura){ // seleciona figura.. gotoxy(coluna.. textcolor(LIGHTGRAY). gotoxy(coluna. gotoxy(coluna. break.linha++). gotoxy(coluna.} break. cprintf(" Û°°°°°Û "). // cor normal }else{ textcolor(YELLOW+BLINK).. gotoxy(coluna.linha++)..linha++). gotoxy(coluna.linha++). gotoxy(coluna. // 3 rotina pinta() // **************** void pinta(int figura. // posiciona cursor cprintf(" ÛÛÛÛÛ ").linha++). textcolor(LIGHTGRAY). cprintf(" Û°°°Û "). cprintf("Û°°°°°°°Û").linha++). cprintf("Û°°Û°Û°°Û"). gotoxy(coluna. cprintf("Û°°°Û°°°Û"). cprintf("Û°°°°°°°Û").linha++). cprintf("Û°°°°°°°Û").linha++). // cor normal 48 .linha++).linha++). delay(20). case 2: // moedas caindo sound(3000).linha++). gotoxy(coluna. break. gotoxy(coluna. case 2: // copa if(status == 0){ // se roleta girando. gotoxy(coluna. cprintf("Û°°°°°°°Û"). int linha. cprintf(" Û°Û "). gotoxy(coluna. case 3: // ouro if(status == 0){ // se roleta girando. cprintf(" ÛÛÛÛÛ "). // cor normal }else{ textcolor(RED).linha++). // posiciona cursor cprintf(" ÛÛÛ ÛÛÛ ").linha++).linha++). textcolor(LIGHTGRAY). case 1: // happy face if(status == 0){ // se roleta girando.linha++).. gotoxy(coluna. cprintf("Û°°ÛÛÛ°°Û"). cprintf(" Û°°°°°Û ").linha++).linha++). cprintf("Û°°°°°°°Û").

cprintf(" Û°°°Û "). gotoxy(coluna. gotoxy(coluna. cprintf(" ÛÛÛ "). // cor normal }else{ textcolor(GREEN). break. cprintf("Û°°°°°°°Û"). gotoxy(coluna. cprintf(" Û "). cprintf(" Û°Û "). cprintf(" Û ").linha++)..linha++). 49 . // cor da figura } gotoxy(coluna.linha++). gotoxy(coluna. cprintf(" Û°Û "). gotoxy(coluna.linha++). gotoxy(coluna. cprintf(" Û°°°Û "). // cor normal }else{ textcolor(CYAN).linha++).. textcolor(LIGHTGRAY).linha++). cprintf(" ÛÛ°°°ÛÛ ").linha++). textcolor(LIGHTGRAY). cprintf("Û°°°°°°°Û"). // cor da figura } gotoxy(coluna..}else{ textcolor(BLUE).linha++). cprintf(" Û°°°°°Û "). cprintf("Û°°ÛÛÛ°°Û").linha++). gotoxy(coluna. gotoxy(coluna.linha++)..linha++). gotoxy(coluna. cprintf("Û°°°°°°°Û"). gotoxy(coluna. gotoxy(coluna.linha++).linha++).linha++). cprintf(" Û°°°°°Û ").linha++). cprintf("Û°°°°°°°Û"). gotoxy(coluna.linha++). // cor da figura } gotoxy(coluna. cprintf(" Û°°°Û "). cprintf(" ÛÛ Û ÛÛ ").linha++).linha++). gotoxy(coluna. gotoxy(coluna. gotoxy(coluna. gotoxy(coluna. case 4: // espada if(status == 0){ // se roleta girando. cprintf(" Û°Û "). cprintf(" Û "). gotoxy(coluna. cprintf(" Û°°°°°Û "). gotoxy(coluna.linha++).linha++). cprintf(" Û°°°Û ").linha++). gotoxy(coluna. cprintf(" Û°°°Û ").linha++). cprintf(" Û°Û "). gotoxy(coluna.linha++). case 5: // pau if(status == 0){ // se roleta girando. break.linha++). // posiciona cursor cprintf(" Û "). gotoxy(coluna.

};

}; textcolor(LIGHTGRAY);

gotoxy(coluna,linha++); cprintf("Û°°ÛÛÛ°°Û"); gotoxy(coluna,linha++); cprintf(" ÛÛ Û ÛÛ "); gotoxy(coluna,linha++); cprintf(" Û "); // cor padrao

// 4 rotina imprimec() // ******************* void imprimec(int linha,char* texto){ int col,tam; textcolor(WHITE); // cor de letra textbackground(BLUE); // cor de fundo gotoxy(1,linha); // posiciona o cursor clreol(); // limpa linha(imprime fundo) tam = strlen(texto); // calcula o tamanho do texto col = 40 - tam / 2; // calcula a coluna de inicio gotoxy(col,linha); // posiciona o cursor cprintf("%s",texto); // imprime o texto textcolor(LIGHTGRAY); // cor de letra original textbackground(BLACK); // cor de fundo original }; // 5 rotina regras() // ***************** void regras(){ clrscr(); imprimec(1,"J a c k p o t !"); imprimec(10,"Regras:"); imprimec(11,"- Pressione [enter] para rodar a roleta."); imprimec(12,"- Pressione [esc] para sair."); imprimec(13,"- Quanto maior o numero de CARAS FELIZES, maior seu prêmio!"); getch(); clrscr(); } // 6 Rotina Saida() // **************** void saida(void){ imprimec(12,"Vencedores não usam drogas!"); delay(2000); textcolor(LIGHTGRAY); textbackground(BLACK); clrscr(); } // 7 rotina roleta() // ***************** void roleta(int naipe1,int naipe2,int naipe3,int naipe4,int naipe5){ int volta1=2,volta2=4,volta3=8,volta4=16,volta5=32,tempo=25; do{ if(volta1 > 1){ pinta(random(4)+2,0,5,6); bip(0); volta1--; }else if(volta1 == 1){ pinta(naipe1,1,5,6); bip(1); volta1--; } delay(tempo);

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if(volta2 > 1){ pinta(random(4)+2,0,5,21); bip(0); volta2--; }else if(volta2 == 1){ pinta(naipe2,1,5,21); bip(1); volta2--; } delay(tempo); if(volta3 > 1){ pinta(random(4)+2,0,5,36); bip(0); volta3--; }else if(volta3 == 1){ pinta(naipe3,1,5,36); bip(1); volta3--; } delay(tempo); if(volta4 > 1){ pinta(random(4)+2,0,5,51); bip(0); volta4--; }else if(volta4 == 1){ pinta(naipe4,1,5,51); bip(1); volta4--; } delay(tempo); if(volta5 > 1){ pinta(random(4)+2,0,5,66); bip(0); volta5--; }else if(volta5 == 1){ pinta(naipe5,1,5,66); bip(1); volta5--; } delay(tempo); }while(volta5 > 0); } // 8 rotina abertura() // ******************* void abertura(){ imprimec(1,"J a c k P o t !"); roleta(1,1,1,1,1); imprimec(25,"T e n t e s u a getch(); }

// // S o r t e !"); // //

titulo caras felizes rodapé aguarda

// 9 rotina simnao() // ***************** int simnao(){ int tecla,resp; do{ tecla = getch(); // leitura do teclado switch (tecla){ case 13: // pressionou [enter]? resp = 1;

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break; case 27: // pressionou [esc]? resp = 0; break; default: // pressionou qq outra coisa? printf("\a"); }; }while(tecla != 13 && tecla != 27); // nao sai enquanto tecla != [enter] ou [esc] return(resp); }; // 10 rotina sorte() // **************** int sorte(int f1,int f2,int f3,int f4,int f5){ int lucro,cont = 0; if(f1 == 1){cont++;}; if(f2 == 1){cont++;}; if(f3 == 1){cont++;}; if(f4 == 1){cont++;}; if(f5 == 1){cont++;}; switch (cont) { case 0: lucro = 0; break; case 1: lucro = 1; break; case 2: lucro = 5; break; case 3: lucro = 20; break; case 4: lucro = 50; break; case 5: lucro = 250; }; return(lucro); }; // 11 rotina plim_plim() // ******************** int plim_plim(int total,int lucro){ do{ if(lucro > 0){ lucro--; total++; bip(2); delay(50+random(100)); }; gotoxy(1,25); clreol(); printf("Dinheiro: $ %d",total); }while(lucro > 0); textcolor(7); textbackground(0); return(total); }; // 12 programa principal // ******************** void main(){

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// gira a roleta lucro = sorte(fig1. y. Isto por que o processador deve reservar um local da memória para armazenar os valores atribuídos à variável. Uma variável pode ser local.int fig1.fig3. &num_2).5 . &num_1.fig4. med = media2(num_1.fig4. z. // gera figuras da roleta fig2 = random(5)+1. os níveis hierárquicos das funções podem ser colocados da seguinte maneira: main() regras() abertura() sorte() imprimec() pinta() plim_plim() roleta() bip() saida() simnao() No exemplo acima temos um primeiro nível onde se encontra a função main() [o programa principal também é uma função] que chama as funções x. fig4 = random(5)+1. Em outras palavras define onde as variáveis e funções são reconhecidas. fig5 = random(5)+1.fig3. // .lucro). // valor recebido na roleta int moedas = 10. roleta(fig1.fig4. imprimec(25.0. med.fig2. // dinheiro disponível randomize().. Uma variável local tem validade apenas dentro do bloco onde é declarada. variáveis distintas."Sinto muito...fig2. A função x por sua vez chamas as funções s. Porém o local.. isto significa que podem ser apenas acessadas e modificadas dentro de um bloco. med = (a + b) / 2. O espaço de memória alocado para esta variável é criado quando a execução do bloco é iniciada e destruído quando encerrado. // termina } // * * * * f i m d o p r o g r a m a p r i n c p a l ! * * * * Neste programa exemplo. enquanto desejar e tiver moedas if(moedas <= 0){ // se não tem mais moedas. // inicializa gerador aleatório regras().fig5. do programa. scanf(”%f %f”. Em C.3. 6. onde uma variável é declarada define ainda seu escopo de validade. // calcula ganho na roleta moedas = plim_plim((moedas-2). // aguarda } saida(). global ou formal de acordo com o local de declaração. return(med). } void main(){ float num_1.2).fig5). Exemplo: float media2(float a.fig5). puts(”Digite dois números:”). // abertura do programa do{ // joga. uma variável só pode ser usada após ser declarada (ver seção 2.. num_2.fig2. e t. são para todos os efeitos.Regra de escopo para variáveis A regra de escopo define o âmbito de validade de variáveis. assim variáveis de mesmo nome mas declaradas em blocos distintos. mas seu dinheiro acabou!"). r. getch(). // despeja moedas }while(simnao() && moedas).fig3. fig3 = random(5)+1. num_2). se for declarada dentro do bloco de uma função. 53 . // anuncia regras abertura(). Observe que neste exemplo os protótipos das funções estão colocados de modo a que as funções de menor hierarquia são escritas antes das funções de maior hierarquia. float b){ float med.. // figuras geradas na roleta int lucro = 0. fig1 = random(5)+1. Variáveis Locais: Uma variável é dita local.

. tem validade apenas dentro da função onde é declarada. (n-2) . Variáveis Globais: Uma variável é dita global. media2(). Deste modo ambas as funções tem pleno acesso as variáveis. O espaço de memória alocado para esta variável é criado no momento de sua declaração e destruído apenas quando o programa é encerrado. Veremos no capitulo ? como alterar os valores das variáveis do programa chamador. printf(”\nA media destes números e´ %f”. &b). A definição de fatorial é: n! = n . med são variáveis globais definidas fora dos blocos das funções media() e main(). Assim não é necessário a passagem de parâmetros para a função. b.6 . Para criarmos uma rotina recursiva. Este tipo de passagem de argumentos é chamado de passagem por valor pois os valores das variáveis do programa chamador são copiados para as correspondentes variáveis da função chamada. os valores que uma função passa para outra não são alterados pela função chamada. pode ser acessadas e modificada por qualquer função. Recursão é o processo pelo qual uma função chama a si mesma repetidamente um numero finito de vezes. isto é. porém serve de suporte para os valores passados pelas funções. b. Outra variável med é também definida pela função main(). 6. basta criar uma chamada a própria função dentro dela mesma. podendo ser acessadas e modificadas por quaisquer uma das funções. (n-1) . a e b são parâmetros formais declarados na função media2(). Variáveis Formais: Uma variável formal é uma variável local declarada na lista de parâmetros de uma função. med). void media2(void){ med = (a + b) / 2. ..printf(”\nA media destes números e´ %f”. As variáveis formais na declaração da função e na chamada da função podem ter nomes distintos. Vejamos um exemplo clássico para esclarecermos o conceito: calculo do fatorial de um número. med. Exemplo: Uso de variáveis globais. Uma variável global tem validade no escopo de todas as funções. 1 0! = 1 onde n é um numero inteiro positivo. 3 . Ora. } No exemplo acima. Observe que a função é chamada com os valores de num_1 e num_2. float a. em C. scanf(”%f %f”. med). A única exigência é de que sejam do mesmo tipo. Deste modo. podemos utilizar esta propriedade para escrevermos uma rotina recursiva para o calculo de fatoriais. No exemplo acima.0. &a. } No exemplo acima. se for declarada fora do bloco de uma função. Uma propriedade (facilmente verificável) dos fatoriais é que: n! = n . Para todos os efeitos estas variáveis são distintas.. 2 . Chamaremos esta passagem de passagem por endereço. } void main(){ puts(”Digite dois números:”). (n-1)! Esta propriedade é chamada de propriedade recursiva: o fatorial de um numero pode ser calculado através do fatorial de seu antecessor. Este recurso é muito útil em alguns tipos de algoritmos chamados de algoritmos recursivos. como no exemplo a seguir.Recursividade A recursividade talvez seja a mais importante vantagem das funções em C. 54 . a. med é uma variável local definida pela função media(). Por serem variáveis locais. Mesmo que os valores de a e b fossem alterados os valores de num_1 e num_2 não seriam alterados.

55 . O estudo deste tipo de algoritmo está. busca e ordenação em arvore binaria. A principal vantagem destes algoritmos é que algumas classes de algoritmos [de inteligência artificial. Teoricamente uma algoritmo recursivo pode ser escrito de forma iterativa e vice-versa. simulação numérica. além do alcance deste texto. etc.] são mais facilmente implementadas com o uso de rotinas recursivas. porém. Não existe ganho de velocidade ou espaço de memória significativo com o uso de funções recursivas.Uma função recursiva cria a cada chamada um novo conjunto de variáveis locais.

etc. As regras de nomenclatura de vetores são as mesmas usadas em variáveis (seção 2. ainda. de elementos com um nome coletivo e um índice de referência aos valores da lista. Assim podemos dizer que a 2a nota é 6. Nestes casos. Neste caso.1 . 56 .6 7. 7. isto é. n representa um número de referência e nota é o nome do conjunto.. float.Declaração e inicialização de vetores 7. nome é o nome identificador do vetor.Declaração de vetores Em C. um vetor é um conjunto de variáveis de um mesmo tipo que possuem um nome identificador e um índice de referência. nesta apostila.1). o número de elementos que o vetor pode armazenar.2. Na declaração de um vetor estamos reservando espaço de memória para os elementos de um vetor. ou um conjunto de seus nomes.2. // // float nota[25]. declara um vetor chamado 'nota' do tipo 'float' que pode armazenar 25 números.2 . 7.9 Esta não é a única maneira de estruturar conjunto de dados. e poder referenciar cada dado individual deste conjunto por um número índice. em inglês) ou. Outros preferem chamar de matrizes. cada dado é referenciado por dois índices e dizemos que se trata de um vetor bidimensional (ou matriz)1. não importando o numero de índices de referência (ou dimensões) de vetores. sua declaração e uso. Em programação. vamos usar a primeira nomenclatura: toda estrutura homogênea de dados será chamada de vetor. declara um vetor chamado 'nome' do tipo 'char' que pode armazenar 80 caracteres. E. tam é o tamanho do vetor. Exemplo: A maneira mais simples de entender um vetor é através da visualização de um lista. Outros ainda distinguem vetores (uma dimensão) de matrizes (mais de uma dimensão). Vetores de mais de uma dimensão serão vistos na seção 7. como trabalhar com vetores de mais de uma dimensão. Por exemplo o conjunto das alturas dos alunos de uma turma. Como são usados vetores em argumentos de funções. A quantidade de memória (em bytes) usada para armazenar um vetor pode ser calculada como: quantidade de memória = tamanho do tipo * tamanho do vetor 1 Alguns autores preferem chamar todos os tipos de estruturas homogêneas..4 6.Introdução Em muitas aplicações queremos trabalhar com conjuntos de dados que são semelhantes em tipo.9 ou representar nota[1] = 6. // // char nome[80].7Vetores Neste capítulo estudaremos o conceito de vetor.2 Nesta lista.9 4. Também podemos organizar dados sob forma de tabelas. Sintaxe: A sintaxe para a declaração de um vetor é a seguinte: tipo nome[tam]. de maneira mais formal estruturas de dados homogêneas.1 . // // declara um vetor chamado 'idade' do tipo 'int' que recebe 100 elementos. double . onde: tipo é o tipo dos elementos do vetor: int. Exemplo: Veja as declarações seguintes: int idade[100]. Não vamos entrar no mérito da questão (existem boas justificativas para todas as interpretações) e. este tipo de estrutura de dados é chamada de vetor (ou array. seria conveniente poder colocar estas informações sob um mesmo conjunto.5 4. n 0 1 2 3 4 nota 8.5.

Observe que a inicialização de nota gera o vetor do exemplo do início desta seção.9. // contadores clrscr()..15. vogal[2]='i'.705.0. 200(2x100). inicialização. do{ // faz a leitura das teclas.645.Assim. // inicialização por elemento vogal[1]='e'.4. Programa Exemplo: O arquivo e0701.4. char vogal[5] = {'a’.h> void main(){ int total[5] = {0.6.. vogal[3]='o'. respectivamente. valor[MAX] = 3. ou int cor_menu[4]. 100(4x25) e 80(80x1) bytes.13.7.). valor[i] = 7. ‘o’.YELLOW. Opcionalmente. // declaração de vetor char vogal[5].Inicialização de vetores Assim como podemos inicializar variáveis (por exemplo: int j = 3. valor[random(MAX)] = 2. O índice de um vetor deve ser inteiro.0.2 .2 .2. i=0. Sintaxe: A sintaxe para a inicialização dos elementos de um vetor é: tipo nome[tam] = {lista de valores}. cor_menu[3] = GRAY.h> #include <stdio.2. cor_menu[1] = YELLOW. separada por vírgulas. ‘e’.0. a quantidade de memória utilizada pelos vetores é.0}. dos valores de cada elemento do vetor.7. no exemplo anterior.j.6. ‘i’.. 7. Exemplo: Observe que estas duas inicializações são possíveis: int cor_menu[4] = {BLUE.cpp Propósito: Manipula vetores Ultima Revisão: 20/10/97 ****************************************************/ #include <conio. puts("Digite uma frase de teste:").h> #include <ctype.867.Referência a elementos de vetor Cada elemento do vetor é referenciado pelo nome do vetor seguido de um índice inteiro. // i-esimo elemento de 'letra' recebe tecla 57 . O primeiro elemento do vetor tem índice 0 e o último tem índice tam-1. vogal[4]='u'.2}. onde: lista de valores é uma lista. // declaração de vetor vogal[0]='a'. /**************************************************** Programa: e0701. ‘u'}.cpp contém um programa que mostra o uso de vetores: declaração. int i.768.14.30.645.4. valor[1] = 6. // declaração de vetor // NÃO é válido! 7.5. podemos inicializar vetores. podemos inicializar os elementos do vetor enumerando-os um a um. letra[i] = tolower(getche()). int dia[7] = {12..GRAY}. cor_menu[2] = GREEN. cor_menu[0] = BLUE. float valor[10]. valor[sqrt(MAX)] = 2.GREEN. // inicialização por lista char letra[80]. float nota[5] = {8.6}. Exemplo: Algumas referências a vetores: #define MAX 5 int i = 7. leitura e escrita de elementos. Exemplo: Veja as inicializações seguintes.

Embora na sua declaração.Tamanho de um vetor e segmentação de memória 7.1 . A princípio este fato poderia parecer um defeito da linguagem. Observe que acessar um segmento fora do espaço destinado a um vetor pode destruir informações reservadas de outras variáveis. // pausa } 7.3. o C não acusa erro se usarmos valor[12] em algum lugar do programa. e também testar os limites de um vetor. Exemplo: O trecho de código seguinte faz uma declaração errada de vetor. Esta é uma maneira simples de administrar o espaço de memória usado pelo programa.. &num). ... teoricamente só tem sentido usarmos os elementos valor[0]. puts("Quantos números?"). o processador acessa o segmento localizado em base+i. { total[j]++. valor[4]. estamos reservando 6 bytes (3 segmentos de 2 bytes) de memória para armazenar os seus elementos. // declaração de vetor (errado!) .3 . float valor[num]. O segmento inicial é chamado de segmento base.. i<=4. 7. Poder manipular sem restrições todos os segmentos de memória é uma flexibilidade apreciada pelos programadores. tenhamos definido o tamanho de um vetor.... estamos acessando o segmento base+2 ou vet[2](o ultimo segmento reservado para o vetor).. // incrementa i-esimo contador } } }while(letra[i++] != '\r'). o C não faz nenhum teste de verificação de acesso a um elemento dentro do vetor ou não. Quando acessamos o elemento vet[i]. declarar um vetor com tamanho variável. usando a sintaxe descrita acima.3. devemos ter cuidado com os limites de um vetor.. mas na verdade trata-se de um recurso muito poderoso do C.total[i]). Deste modo podemos alterar o número de elementos do vetor antes de qualquer compilação do programa. Este fato se deve a maneira como o C trata vetores. Porém. { printf("%c: %d \n". scanf("%d”.. int num. Se i for igual a 2.2 . Por exemplo se declaramos um vetor como int valor[5].for(j=0.vogal[i]. O primeiro segmento será reservado para vet[0]. Porém. Estes erros são difíceis de detectar pois o compilador não gera nenhuma mensagem de erro. . Se declaramos um vetor como int vet[3]. Estes testes de limite devem ser feitos logicamente dentro do programa. // imprime totais } getch().. j<=4. o segundo segmento para vet[1] e o terceiro segmento para vet[2].. 58 ... Mas é possível declarar um vetor com tamanho parametrizado: usando uma constante simbólica. for(i=0. { if(letra[i] == vogal[j]) // se tecla digitada e' vogal. enquanto não for [enter] puts("\nTotal de vogais digitadas:").. A memória do microcomputador é um espaço (físico) particionado em porções de 1 byte. j++) // para todas as vogais. i++) // para todas as vogais. Declaramos uma constante simbólica (parâmetro) com a diretiva #define no cabeçalho do programa e depois declaramos o vetor com esta constante simbólica como tamanho do vetor..Limites Na linguagem C. de modo que vet[0] será localizado no segmento base. se i for igual a 7. estamos a acessando segmento base+7 que não foi reservado para os elementos do vetor e que provavelmente está sendo usado por uma outra variável ou contém informação espúria (lixo). A solução mais adequada é sempre avaliar os limites de um vetor antes de manipulá-lo..Tamanho parametrizado Na linguagem C não é possível. // .

cpp contém um programa que mostra a declaração de um vetor com tamanho parametrizado. Indicamos apenas o nome do vetor. Exemplo: Observe o exemplo abaixo. nome_vetor é o nome do vetor. Mostra também o uso deste parâmetro como teste de limite do vetor.. clrscr(). printf("Calculo de %d números aleatórios: "... assim como variáveis. // declaração do vetor . nome_do_vetor é o nome do vetor que queremos passar. Na declaração da função: float media(float vetor[]. i <= MAX-1.. } 7. /***************************************************************** Programa: e0703.MAX).. // passagem do vetor para a função ..float N){ .4 .Programa Exemplo: O arquivo e0703. n). } Na chamada da função: // declaração da função void main(){ float valor[MAX].Passando Vetores para Funções Vetores. Compile este programa com outros valores para o parâmetro MAX e verifique que a execução do programa é alterada automaticamente.i+1. printf("\n%3d: %d". } 59 . sem índices. Vejamos como se declara uma função que recebe um vetor e como se passa um vetor para uma função.cpp Propósito: Mostra declaração de vetor com tamanho parametrizado Ultima Revisão: 17/10/97 *****************************************************************/ #include <conio. i++) // somente MAX valores sao calculados { valor[i] = 1+random(100). tipo_vetor é o tipo de elementos do vetor. int valor[MAX]..valor[i]). for(i = 0. med = media(valor. // o valor e' impresso } getch().h> #define MAX 5 // definição do parâmetro MAX // Experimente alterar este valor! void main() { int i=3.h> #include <stdio. Observe que depois do nome do vetor temos um índice vazio [] para indicar que estamos recebendo um vetor.h> #include <stdlib. } onde: tipo_função é o tipo de retorno da função. nome_função é o nome da função. podem ser usados como argumentos de funções. Sintaxe: Na passagem de vetores para funções usamos a seguinte sintaxe: nome_da_função(nome_do_vetor) onde: nome_da_função é o nome da função que se está chamando. // declaração do vetor usando MAX randomize().. Sintaxe: Na declaração de funções que recebem vetores: tipo_função nome_função(tipo_vetor nome_vetor[]){ .

for(i=0 .&n).h> #include <stdio.int).n). // passagem do vetor idade para a função puts("\nValores ordenados:"). /*********************************************************************** Programa: e0705. scanf("%d". // ********************************* // 1.h> #define MAX 150 // ******************** // 1 Programa principal // ******************** void main(){ int i. Ultima Revisão: 20/10/97 ***********************************************************************/ #include <dos. do{ puts("\nDigite a quantidade de numeros a ordenar: "). i <= n-1.3 Ordenação e impressão // ************************* ordem(num. i<=(n-1) . Isto ocorre porque a passagem de vetores para funções é feita de modo especial dito Passagem por endereço. // gera numero aleatório printf("%2d ". Programa Exemplo: O arquivo e0705.cpp Propósito: Mostra a modificação de elementos de um vetor passado como argumento de uma função. Uma abordagem mais detalhada deste procedimento será feita no capítulo ? sobre ponteiros. } // 2 rotina ordem() 60 . void ordem(int[].1 Entrada de dados // ******************** clrscr(). // imprime vetor gerado delay(50). }while(n < 1 || n > MAX).cpp contém um programa que mostra a modificação de um vetor por uma função.h> #include <conio. o conteúdo de um vetor pode ser modificado pela função chamada. Portanto devemos ter cuidado ao manipularmos os elementos de um vetor dentro de uma função para não modifica-los por descuido. for(i = 0.num[i]).2 Geração de numeros aleatórios // ********************************* puts("Gerando lista de numeros aleatorios. i++){ num[i] = random(100). randomize(). int num[MAX]..h> #include <stdlib. Neste caso a modificação é desejada pois queremos ordenar os elementos do vetor. i++){ printf("%2d ".. // imprime vetor ordenado delay(50).Atenção: Ao contrário das variáveis comuns. int n. Isto significa que podemos passar um vetor para uma função e alterar os valores de seus elementos. // // // // // contador de iteração numero de elementos do vetor declaração do vetor 'num' de MAX elementos protótipo da função de ordenamento inicializa gerador aleatório // ******************** // 1.num[i]). } getch(). } // ************************* // 1.").

.6 7.2 1 7..4 2. //conta troca } } }while(t).4.OLIVEIRA..Declaração e inicialização A declaração e inicialização de vetores de mais de uma dimensão é feita de modo semelhante aos vetores unidimensionais. int tabela[2][3][2] = {{{10.6.. O nome nota é o nome do conjunto. // .65}}.121] // "O mais simples e mais ineficiente algoritmo desenvolvido pela humanidade" // ************************************************************************** void ordem(int valor[]. isto é. por exemplo).{lista}.15}. nome é o nome do vetor. {7.J.7}}..int num){ // declaração da função int t.5 4. temp = valor[i].N. // armazenador temporário para troca int i.2.8.. Erica.7 4... valor[i+1] = temp.35}}.7.G.9 4. onde: tipo é o tipo dos elementos do vetor.Vetores Multidimensionais Vetores podem ter mais de uma dimensão.4.7}. // Referencia: MANZANO. ou mais dimensões. Exemplo: Um vetor bidimensional pode ser visualizado através de uma tabela. nota 0 1 2 3 4 0 8.6.1] = 6...9 3.4. {4. Podemos ter vetores de duas.4 ou representar nota[2.5.6. // nenhuma troca ainda for(i = 0.7.A. // contador de trocas int temp..6 6. {4..4 6.F.. São Paulo.3 7.7 Nesta tabela representamos as notas de 5 alunos em 3 provas diferentes (matemática.3}. 61 .7 6.25}. Exemplo: veja algumas declarações e inicializações de vetores de mais de uma dimensão.4..6 2 5.enquanto houver trocas } 7. [tam_1][tam_2]..5. {{40. if(valor[i] > valor[i+1]){ // se fora de ordem.{lista}.6.9. // contador de iteração do{ // ordena.9}.3. valor[i] = valor[i+1]. float nota[5][3] = {{8.. {50. física e química..2.1 . {30.{lista}}. assim podemos dizer que a nota do 3 o aluno na 2a prova é 6..5 . {6. 1996 [p. Algoritmos: Lógica para desen// volvimento de programação. Observe que a inicialização de nota gera a tabela do exemplo do início desta seção.// ************************************************************************** // Método: Ordenação Bolha...[tam_N] é o tamanho de cada dimensão do vetor. Sintaxe: A sintaxe para declaração de vetores multidimensionais é: tipo nome[tam_1][tam_2].55}. {20. três.{lista}} são as listas de elementos. // troca.6}.J. t = 0. i++){ // para todos os elementos do vetor.. {{lista}. t++.9 8.4 8. mais de um índice de referência.4 7.45}.[tam_N]={{lista}.5.. {60. i <= num-2.8.7. Podemos entender um vetor de duas dimensões (por exemplo) associando-o aos dados de um tabela.9.

do{ puts("Digite o numero de COLUNAS da matriz:"). // declaração do vetor . A única mudança ocorre na declaração de funções que recebem vetores: Sintaxe: Na declaração de funções que recebem vetores: tipo_f função(tipo_v vetor[tam_1][tam_2].&m).h> #define MAX 5 // 1 Programa principal // ******************** void main(){ int a[MAX][MAX]. 62 . // leitura da ordem da matriz do{ puts("Digite o numero de LINHAS da matriz:").int. /********************************************************************** Programa: e0706. } // declaração da função Na chamada da função: void main(){ int valor[5][7].Neste exemplo...int. // função de transposição de matriz // titulo clrscr(). }while(n < 1 || n > MAX). // contadores de iteração void impmtz(int[MAX][MAX].Passagem de vetores multidimensionais para funções A sintaxe para passagem de vetores multidimensionais para funções é semelhante a passagem de vetores unidimensionais: chamamos a função e passamos o nome do vetor. // vetor bidimensional!! int n.m.[tam_n]){ . nota é um vetor duas dimensões ([][]). escrita.l.h> #include <stdio. med = media(valor. scanf("%d". puts("Transposicao de Matrizes").int). // função de impressão de matriz void transp(int[MAX][MAX]. Ultima Revisão: 20/10/97 **********************************************************************/ #include <conio..cpp contém um programa que mostra a manipulação de vetores bidimensionais: leitura de elementos.int N. Este vetor é composto de 2 vetores de 3 sub-vetores de 2 elementos cada. // numero de linhas(n) e colunas(m) da matriz int c. }while(m < 1 || m > MAX).&n). } Programa Exemplo: O arquivo e0706.cpp Propósito: Mostra a manipulação de vetores de 2 dimensões. scanf("%d".. 7... tabela é vetor de três dimensões ([][][]). Exemplo: Observe o exemplo abaixo: Na declaração da função: int max(int vetor[5][7].. // leitura dos elementos da matriz puts("Digite os elementos (INTEIROS) da matriz:").int).. } Observe que depois do nome do vetor temos os índices com contendo os tamanhos de cada dimensão do vetor. passagem para funções.. sem índices.5. n). // passagem do vetor para a função . int M){ . Este vetor é composto de 5 vetores de 3 elementos cada. etc.2 ..

j <= max_col-1 . c <= m-1 .l+1.n. // imprime elemento } } puts("\n"). i <= max_lin-1 .. os vetores multidimensionais podem ter seus elementos modificados pela função chamada. printf("%3d ". // À > elemento do vetor } } // impressão da matriz original clrscr().. Por exemplo: vet[0][0].j. puts("\n").&a[l][c]).. for(j = i . i++){ // para todas as linhas. impmtz(a.for(l = 0 . int max_lin. // pausa } // 2 rotina impmtz() // ***************** void impmtz(int matriz[MAX][MAX].int max_col){ int i. 63 . l++){ for(c = 0 . getch(). matriz[j][i] = temp. podemos entender o primeiro índice do vetor como o índice de linhas da tabela e o segundo índice do vetor como índice das colunas. • Os índices dos vetores multidimensionais..j. int max_lin. j <= max_col-1 .c+1). // transposicao transp(a.. } } } Observações: Algumas observações a respeito de vetores multidimensionais podem ser feitas: • Do mesmo modo que vetores unidimensionais. l <= n-1 . for(i = 0 .matriz[i][j]).int max_col){ int i. impmtz(a. puts("Matriz original:").n). também começam em 0. é o primeiro elemento do vetor. i++){ // para todas as linhas. i <= max_lin-1 .m). } // ***************** // 3 rotina transp() // ***************** void transp(int matriz[MAX][MAX]. j++){ // para todas as colunas j >= i temp = matriz[i][j]. scanf("%d".n.temp. // impressão da matriz transposta puts("Matriz Transposta:"). • Embora uma tabela não seja a única maneira de visualizar um vetor bidimensional. j++){ // para todas as colunas. for(i = 0 .m. c++){ printf("\na[%d][%d]: ". // quebra linha for(j = 0 ..m). // troca: m[i][j] <-> m[j][i] matriz[i][j] = matriz[j][i].

..........Diretivas de Compilação................................Constantes strings.........................Precedência de operadores..........................................................9 2..........OPERADOR CONDICIONAL.............13 3..1 ....29 64 ..............................................................................................................................................................Constantes de ponto flutuante.........3 1................................3................................................................3............................ENTRADA DE CARACTER INDIVIDUAL: GETCHAR().........3.Operadores lógicos.....................................................................19 3..................................................1.........................5 2...................................2 .........................................................7 2....................3 1.....................................................................Declaração de variáveis..............6 2........................................Histórico.............6 .......................................ESTRUTURA DE UM PROGRAMA EM C..............................5 2...................................................Linguagens de baixo e alto nível...2 .................................................3.........5......29 4..........7 ..................................................................................................................Tipos básicos......................................4.2 ................2 1....................................................................................................................................7 2.........2....3........................................................6 2..........................Regras de sintaxe........................................................................................................................1.................................7...2..........................OPERADOR DE ATRIBUIÇÃO.......................................2 1..................................................As bibliotecas disponíveis e algumas funções interessantes...........2 .............................................Comentários.........................................................................................................1..........FUNÇÕES DE BIBLIOTECA....4 ..............................................................................................................................Constantes definidas pelo programador .....................................LEITURA FORMATADA: SCANF().........................................................................................................................3...................................9 2.O uso de funções ..................................................................................1 ................................................................. EXPRESSÕES E FUNÇÕES...........................21 3.................................25 4....CONSTANTES SIMBÓLICAS.........................................................................................................................3 .....................................................................5 ............................................................11 3.....2 ...............Operadores relacionais..........................3..................Atribuição múltipla.......................................8 2.................................3 .. GETCHE()............OPERADORES ARITMÉTICOS............6 ..........4 1..7 2..............................Constantes caracteres.......................................4 ...............................7 2..................29 4........................................................................................Constantes inteiras................................5 2.................................................................................Exemplos de códigos...........Conversão de tipo...............25 4...............................4 2....................1 1......................................................................PRECEDÊNCIA ENTRE OS OPERADORES DO C....................1 .............................................................................18 3.............................................1 1.........2.................4 2CONSTANTES E VARIÁVEIS...................4 1......................................Tipos modificados..............................................1....................................................................................Características do C.....................................................5 .16 3.......................1FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM C..7..........OPERADORES INCREMENTAIS..CONSTANTES.....4 – SAÍDA NÃO FORMATADA: COUT <<.............8 2......Restrições de operandos.............1 ......................2 -IDENTIFICADORES..............2 .................................................................................4 .......2 .18 3......Conversão de tipo..............................1 .............................................29 4...............2 ..........2 ..5 2...............................................................LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO.........................................................15 3......................25 4ENTRADA E SAÍDA..............3 .....................................................1 ...........................................................3 ......................2.......................................................................................................................................OPERADORES DE ATRIBUIÇÃO ARITMÉTICA..........2 ........10 3OPERADORES.4 ..................2 ................................................6 2..................................4 1............................SAÍDA FORMATADA: PRINTF()......................................4 ..........................................................................1 1...............................1.Constantes pré-definidas.........................................................3.....................................................1 .Inicialização de variáveis........................................................................................................................................1 .................Palavras reservadas......OPERADORES RELACIONAIS E LÓGICOS...........................................................................5.........................................................................................22 3.....................................................................................1.........7 ..................................................................................1 ........LINGUAGEM C........3..............................17 3...................................................................................................................................................21 3.........2..................................................................8 2........................................................................................2 ..............3 ..............................................................2 1............................................11 3........3 ................................................................Conjunto de caracteres......................................................................................................6 ......................................2 1.......................................................................28 4.........................................Limites do intervalo do tipo de dado......................................................................................1 ...............1 ........................................................................................3 ...........................................................................................TIPOS DE DADOS..29 4...................................................................10 3...............................1............................................................Entrada e saída de dados....1 ................................................2 .....................................................................Declaração de variáveis...................................................................................................................................................................................12 3...1 ................6 .........2........................................14 3......................................................9 2.......................................................................................................................................................................................................ENTRADA NÃO FORMATADA: CIN >>................................................................................................2................LEITURA DE TECLADO: GETCH()................4 ..............................5 .........................................8 ............................................SAÍDA DE CARACTER INDIVIDUAL: PUTCHAR().............................2 ...............................................................................................Estruturas de Controle.......1.1...3.........................4...........1 1................................20 3...................................................................12 3.................5 .........................................................................................Conversão de tipo (Casting)..................................................3 .....................Strings............3..................13 3........................................................1 ...............................1 ..3........

.......7 .............................................................VETORES MULTIDIMENSIONAIS........53 6.61 7..............2 ...............................................30 4.....5 .................................................42 5......1 ..............46 6....................................Declaração e inicialização......3 .........2 ........................35 5.......1 ...............43 6FUNÇÕES.........42 5...................................5....................................................................................................................................................CONDIÇÃO DE CONTROLE.......Passagem de vetores multidimensionais para funções.........57 7.......................................................... NOSOUND()................................4........................................................................................................................2 A instrução continue.......44 6...................................................................................................................................................................................................................3....57 7...................................................................ESTRUTURA SWITCH.SAÍDA SONORA: SOUND()............1 Decisão de um bloco (if...........44 6....................................................4 ........2 .................................Decisão de dois blocos (if..A instrução goto..............................................................................................................................47 6.....CASE..58 7.........................................................................4 ...............................2 .................................................35 5..................LIMPEZA DE TELA: CLRSCR()..................................................................8 ....................................................... GOTO...................7................................POSICIONAMENTO DO CURSOR: GOTOXY().................................................2 ..........................2 ................5 ............................................................33 4.....................................43 6...................5..........................................................................................................................else if.............else)...............................................................1 .....................................2...................................12 .............................ESTRUTURA DAS FUNÇÕES DE USUÁRIO..................................WHILE...............................................................................................41 5.....................................1 .....................56 7.......7..................6 .45 6.............................................RECURSIVIDADE.....................................11 ..Declaração de vetores..37 5......... CONTINUE...............................43 6....................2........................3 ...........................................61 7............................................................................................................................................................................................A função exit()...........56 7.............................................................REGRA DE ESCOPO PARA VARIÁVEIS.........................................................7..............................ESTRUTURA FOR....................................................................................ESTRUTURA WHILE............................................3................ CLREOL().......................................62 65 ...... EXIT().......................PASSANDO VETORES PARA FUNÇÕES..........................13 ...............................ELSE......2 ...................................................................................................9 .............................)..............35 5....3 ..............................Corpo da função depois do programa principal (no mesmo arquivo)......................3........1 ...............3.....................................41 5.............................................................................................................................................38 5.......................)......33 5ESTRUTURAS DE CONTROLE.5.......................................44 6.........................................10 .....DECLARAÇÃO E INICIALIZAÇÃO DE VETORES................Referência a elementos de vetor....................................................................5......Decisão de múltiplos blocos (if.......................................................................ESTRUTURA DO.................................................................................ESCRITA FORMATADA EM CORES: CPRINTF()...................................................A instrução break..............4 .....................58 7.5 ....................................................................................................DEFINIÇÃO DE FUNÇÕES....................................................Limites ........7......................56 7.........................................56 7.HIERARQUIA DE FUNÇÕES.....1 ....................................................................Corpo da função antes do programa principal (no mesmo arquivo)........................4 ............................5.........................59 7.........................................................................Inicialização de vetores...............................................................................................................................ESTRUTURA DE DECISÃO IF......58 7...TAMANHO DE UM VETOR E SEGMENTAÇÃO DE MEMÓRIA.....32 4.....................32 4.......................REDIMENCIONAMENTO DE JANELA: WINDOW()..................................................37 5..................................................................... DELAY()........................................35 5..............................................................................................INTRODUÇÃO..................................................................3 .....................INTERRUPÇÃO E DESVIO: BREAK...........6 ......................................................3 ...........................31 4...........................................................................................3 ..................................1 ..........................................Corpo da função escrito em arquivo separado........................MONITORAÇÃO DE TECLADO: KBHIT()...........54 7VETORES....................................................................................2 .......................................1 ...........................Tamanho parametrizado.................................................................................................3........LOCALIZAÇÃO DAS FUNÇÕES..2 ..37 5........................................................36 5...............2..............40 5.........................

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