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A Teoria Clássica - Henri Fayol (1841-1925) foi o fundador da Teoria Clássica.

Fayol
ajudou a tornar mais prático o papel dos executivos, relacionando quatorze princípios
básicos, dentre eles estão a divisão da autoridade e responsabilidade, mostrando que
cada um tem um papel importante dentro da administração seja o de dar ordens como
também de obedecer tais ordens, também centralizou uma vós de comando, a cada
operário cabe um supervisor o qual dará os comandos, sem haver contra ordens,
estabelece normas de conduta trazendo então disciplina para o ambiente de trabalho e
um grande espirito de equipe, onde os interesses da corporação prevalecem aos
interesses individuais.
A Teoria das Relações Humanas – em essência Elton Mayo diz que o desempenho
das pessoas depende muito menos dos métodos de trabalho, segundo a visão da
administração cientifica, do que dos fatores emocionais ou comportamentais. Destes
os mais poderosos são aqueles decorrentes da participação do trabalhador em grupos
sociais.
Teoria Comportamental – É uma teoria que estuda o desenvolvimento pessoal das
pessoas e na motivação humana e que veio considerar as pessoas como parte mais
importante das organizações e de seu desempenho. No enfoque comportamental,
as pessoas ficam em primeiro plano e depois temos o sistema técnico - máquinas,
equipamentos, produtos e regras.
A Teoria da Burocracia - O cientista social alemão Max Weber, na década de 20,
quem fez os estudos pioneiros sobre as burocracias e o que ele chamou o tipo ideal
de burocracia. O modelo burocrático surgiu então como uma proposta de estrutura
administrativa para as organizações complexas, dotadas de características próprias,
eficiente na sociedade industrial emergente.
A Teoria de Sistemas - Um dos mais importantes criadores do enfoque sistémico é o
cientista alemão Ludwig von Bertalanffy, que ao final dos anos 30, propôs a
teoria geral dos sistemas. Na teoria geral de sistemas a ênfase é dada a interrelação
e interdependência entre os componentes que formam um sistema, onde é visto como
uma totalidade integrada sendo impossível estudar seus elementos isoladamente.