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ADEQUAÇÃO DOS SISTEMAS DE SPDA E ATERRAMENTO

UNIDADE DA FÁBRICA DE ACETILENO – MANAUS / AM

RT-TSR080-76-001
07/04/2006 Rev. 0 WCY

1 – OBJETIVO

Indicar as ações a serem tomadas pela filial de modo a adequar os sistemas em questão
às normas atuais e agregar valor à proteção do patrimônio e de pessoal. Ressaltamos de início
que as ações são simples e aproveitam instalações já existentes, as quais concordam com os
critérios técnicos e normas da época da implantação .

2 - ATERRAMENTO / SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas)

2.1 – Prédio da Administração

O prédio possui o sistema de SPDA (para-raios tipo Franklin com 6 metros de altura e
cabo-guarda na platibanda da estrutura) instalado corretamente e interligado à malha de
aterramento, não sendo necessário fazer nenhum tipo de modificação ou inclusão.

2.2 – Subestação

Encontra-se devidamente aterrada, somente sendo necessário o aterramento dos portões


de acesso, que deverá seguir o detalhe de montagem A.15, interligando com a malha de Terra
da mesma.

2.3 – Galpão da Planta de Líquido

No interior do galpão possui equipamentos elétricos que encontram-se devidamente


aterrados.
Seus perfis de sustentação também encontram-se na mesma situação. A ressalva fica
com relação ao SPDA, pois na instalação atual foi considerado que o telhado do mesmo, sendo
constituído em chapa de alumínio com espessura de 0,4mm, fosse um captor natural, algo
atualmente não absorvido pela norma. O procedimento à ser executado será o lançamento de
um cabo de cobre nú (70mm²) sobre o telhado com o objetivo de fazer uma malha superior,
respeitando os espaçamentos para o “mash” (largura e comprimento) de acordo com a NFPA
780, sendo o mesmo suportado com suportes isoladores, fixados entre um espaçamento que
não deixe o cabo encostar na telha e sendo travados com conectores KS de modo à ficarem
esticados. As descidas à serem consideradas serão os perfis de sustentação, os quais devem
estar interligados à malha superior. Não serão necessários a inclusão de hastes captoras, afinal
a malha superior poderá fazer esse papel.

2.4 – Sala Elétrica

A estrutura anexa ao Galpão da Planta de Líquido não ficaria completamente protegida


pelo mesmo e pelo prédio da Administração, também sendo necessário fazer o procedimento
adotado no ítem 2.3, lançando um cabo de cobre nú 70mm² apoiados em suportes isoladores
fixados sobre a platibanda existente e apoiados com suportes isoladores, fixados entre um
espaçamento que não deixe o cabo encostar na telha e sendo travados com conectores KS de
modo à ficarem esticados. Para as descidas, deverão ser consideradas as duas “quinas” que
estão opostas ao galpão, interligando com os perfis de sustentação, onde os mesmos deverão
estar interligados à malha de aterramento.
2.5 – Área Driox

Seus equipamentos, tanques e skids de medição encontram-se aterrados, sendo que


algumas dessas derivações ao conectar-se com a carcaça da estrutura à ser aterrada, muda a
bitola do cabo de cobre nú para uma seção menor, sendo necessário igualá-la conforme o
afloramento do cabo.
A Bomba de Transferência de Oxigênio, localizada entre os dois tanques existentes do
mesmo produto, encontra-se sem aterramento adequado mas como foi informado pelo campo,
a mesma será retirada do local.

2.6 – Instalação de Enchimento de Alta Pressão

No telhado da construção não existe uma proteção além da própria telha metálica que não
pode ser considerada como captor natural pois sua espessura não contempla a tabela 4 da
NBR-5419. Para esse caso deverá ser adotado o mesmo procedimento do ítem 2.4 para o
lançamento de cabos na cobertura, incluindo-se a instalação de um para-raios tipo Franklin nas
proximidades dos vent’s de Oxigênio com o objetivo de considerá-lo o captor principal.
Ao todo existem quatro descidas do SPDA contempladas, sendo necessárias a
implantação de mais duas na parte de trás do galpão acompanhando os pilares de sustentação
localizados aproximadamente ao meio do comprimento. Acompanhar a mesma seção das
descidas existentes para os cabos de cobre nú e proteger o mesmo com eletroduto em PVC
também de mesmo diâmetro à 2,5 m acima do piso.
A talha elétrica não possui aterramento, tendo que ser conectado um cabo de 35mm² à
carcaça de seu motor elétrico e será levado para o cabo de aterramento que corre pela
eletrocalha superior. Esse cabo deve possuir outro ponto fixo na talha e uma certa folga para a
movimentação do mesmo até o motor.
Também deverá ser lançado um cabo de cobre nú de 70mm² apoiados em suportes
isoladores fixados sobre a telha metálica existente, suportado em suportes isoladores, fixados
entre um espaçamento que não deixe o cabo encostar na telha e sendo travados com
conectores KS de modo à ficarem esticados.

2.7 – Estação de Hidrogênio / Acetileno (Carretas)

Serão necessários interligar todos os perfis metálicos (para cada estação) à malha de
aterramento com cabos de 70mm² e conectores K2C.
Deverá ser lançado um cabo de cobre nú enterrado com objetivo de fazer uma malha de
aterramento em volta das duas estações, o qual também servirá para fazer as interligações de
afloramento.
Com o objetivo de proteger e isolar os vent’s dos produtos armazenados (altamente
inflamáveis), deverão ser instalados postes de concreto ou aproveitamento dos existentes para
o lançamento de um cabo de cobre nú (cabo guarda 70mm²) que será interligado à malha de
aterramento, com o objetivo de fazer o SPDA. Seu dimensionamento contemplará o estudo da
esfera rolante em cima do cabo guarda de maneira que acima desses vent’s seja considerado
o raio de 4,6m (como especificado na planta de classificação de áreas D-36303-60-002) para
que fiquem completamente protegidos. Seu dimensionamento deverá ser feito pela empresa
contratada para elaboração do projeto, sendo que adiciona-se 2 metros à esse raio com o
objetivo de escapar da zona de risco. O mesmo deverá calcular a catenária com o objetivo de
limitar o ponto de proteção à partir do ponto mais baixo que o cabo se encontrará. Caso o
galpão das carretas de Acetileno fique com alguma parte descoberta da proteção pela esfera
rolante dos postes, fazer o mesmo procedimento adotado para o ítem 2.4.
Os aterramentos das carretas deverão ser executados de acordo com a WM-PA-925, onde
diz que não é necessário o aterramento duplo para uma única carreta, sendo assim, cada
suporte comportará o equivalente à duas carretas, ocasionando a necessidade de três deles
conforme o detalhe A.11 da PA-327 (um afloramento para cada garra), pois as estações
contemplam cinco vagas ao total (três para Hidrogênio e duas de Acetileno). A garra à ser
estabelecida será o modelo G3363-1 da RITZ DO BRASIL, conforme indicado pela segurança.
Existe também um aterramento para a válvula da carreta que deverá ser refeito pelo
estado físico do cabo e a extremidade do mesmo deve ficar completamente inserida no
conector que prende na válvula.
Cada módulo da cerca das estações das carretas (Acetileno / Hidrogênio) deverão ser
interligada à malha de aterramento em pelo menos um ponto, seguindo o detalhe A.10 da
PA327.

2.9 – Vasos de Estocagem (CO2 e Forane)

Os vasos referentes ao CO2 e ao Forane não precisam ser aterrados, pois suas estruturas
externas são em fibra e mesmo que seja armazenada qualquer tipo de dissipação estática, a
mesma é considerada despresível pela IEC e facilmente escoada pela tubulação que o
interliga.
Ambos compressores de refrigeração dos vasos de líquido refrigerante e ventiladores não
encontram-se aterrados adequadamente, sendo necessários que suas carcaças sejam
interligadas com os cabos existentes para o aterramento no interior do conjunto (cabo isolado
verde).
Os painéis de medição encontrados na parte frontal dos cilindros, também devem possuir
sua estrutura metálica interligada à malha de Terra com conectores K2C e cabo de cobre nú
70mm².

2.10 – Galpão do Forane

Encontra-se perfeitamente protegido com relção ao SPDA e interligado à malha de Terra.

2.11 – Container ACLira Transportes

Possui interligação com a malha de aterramento em apenas um ponto e de acordo com a


memória de cálculo (ANEXO 1) baseada no ítem B.4.1 da NBR-5419, a conveniência de um
SPDA deve ser tecnicamente justificada e decidida por acordo entre projetista e usuário. Caso
seja necessária a implantação, deverá interligar-se à malha de Terra na extremidade oposta do
container onde já existe um afloramento.

2.12 – “Arquivo Morto”

Estrutura não apresenta SPDA e nem será necessário pois já possui no cronograma da
unidade sua demolição imediata.

2.13 – Galpão da Fábrica de Acetileno

O prédio não possui o SPDA adequado pois seu projeto anterior contemplava o telhado
metálico como captor natural, sendo que no decorrer do mesmo foram instalados vent’s do
produto em sua extremidade superior. O procedimento à ser adotado para esse caso deverá
seguir o mesmo implantado para a Estação de Hidrogênio / Acetileno (Carretas) com o objetivo
de proteger e isolar os vent’s de Acetileno (altamente inflamáveis), deverão ser instalados
postes de concreto para o lançamento de um cabo de cobre nú (cabo guarda 70mm²) que será
interligado à malha de aterramento, sendo que essa descida deverá proteger o cabo com um
eletroduto à 2,5m do piso acabado, com o objetivo de fazer o SPDA. Seu dimensionamento
contemplará o estudo da esfera rolante em cima do cabo guarda de maneira que acima desses
vent’s seja considerado o raio de 4,6m (como especificado na planta de classificação de áreas)
para que fiquem completamente protegidos. Seu dimensionamento deverá ser feito pela
empresa contratada para elaboração do projeto, sendo que adiciona-se 2 metros à esse raio
com o objetivo de escapar da zona de risco. O mesmo deverá calcular a catenária com o
objetivo de limitar o ponto de proteção à partir do ponto mais baixo que o cabo se encontrará.
Os equipamentos em seu interior encontram-se aterrados adequadamente e para esse
caso do acetileno, todo afloramento para o aterramento, deve ser utilizado eletroduto em aço
carbono galvanizado, pois deve ser evitado qualquer tipo de produto facilmente deteriorado
pela chama. Também será necessário mais um ponto de aterramento para o Gerador de
Acetileno em sua extremidade oposta podendo ser utilizada a mesma seção do cabo utilizado.
Sua tubulação (Acetileno) encontra-se devidamente aterrada, sendo que deverá ser
averiguado nas extremidades e a cada 25 metros, conforme ítem 2.6 da EN-53. Adotar o
mesmo princípio do que está instalado.
Para nenhum caso de aterramento dentro deste galpão, deverá ser utilizado PVC, tanto no
cabo, como na proteção do afloramento.

2.14 – Depósito de Inflamáveis e Produtos Químicos

Não existe SPDA instalado e pela norma é necessário pois abriga produtos inflamáveis.
Nesse caso também será indipensável lançar um cabo de cobre nú 70mm² sobre a estrutura
metálica do telhado, em suportes isoladores afastados de tal maneira que os cabos não
venham encostar na cobertura metálica e utilizando-se conectores KS (Burndy) para o
esticamento dos cabos. Essa malha superior irá interligar-se com a malha de Terra aravés de
descidas (4) também em cabo de cobre nú 70mm² e conectores KS’s, sendo que as mesmas
serão protegidas com eletrodutos em PVC à 2,5m do piso acabado.

2.15 – Portaria Principal

Não existe um sistema de SPDA atualmente, sendo que sua implantação deverá ser
discutida entre o projetista e usuário conforme o ítem B.4.1 da NBR-5419 baseado na memória
de cálculo em do ANEXO 2.

2.16 – Portaria dos Fundos (à ser construída)

Não existe um sistema de SPDA atualmente, sendo que sua implantação deverá ser
discutida entre o projetista e usuário conforme o ítem B.4.1 da NBR-5419 baseado na memória
de cálculo em do ANEXO 3.

2.17 - Geral

- Interligar todas as malhas de aterramento existentes que encontram-se isoladas,


sendo que a malha da subestação deve ser somente interligada em um ponto de
acordo com a ED-1.

- Existem tanques inoperantes localizados nos fundos da planta, os quais recebem


manutenção aleatoriamente durante um certo período de tempo. Nesse caso, já que
será implantada um base de concreto com esse objetivo (suportação para os
tanques), será necessário deixar afloramentos conforme o detalhe de montagem A.9
da PA327 para aterrá-los temporariamente. Essa quantidade deverá seguir a
comportação máxima de tanques em cima dessa base de concreto.

- Os leitos / eletrocalhas de cabos que encontram-se tanto em locais confinados como


abertos, deverão seguir os detalhes de montagem A.5 e A.7 respectivamente da
PA327. Esses cabos deverão ser aterrados em suas extremidades (dois pontos cada
cabo que irá correr a eletrocalha).

- A cerca da unidade deverá ser aterrada de acordo com o detalhe A.10 da PA237,
interligando-se um cabo de cobre nú 70mm² da malhas de aterramento mais próximas
das quinas das arestas enterrado à 600 mm do solo de acordo com a FIG 1-2 da ED-1
(Praxair). Nas arestas que econtram-se abaixo ou bem próximas às Linhas de
Transmissão, isolar a grade e mourões dos demais com relação à continuidade da
cerca, conforme o ítem 3.3.7 e FIG 1-2 da mesma ED.

- Todos os afloramentos dos cabos de aterramento deverão ser protegidos com


eletrodutos de PVC conforme o detalhe A.9 da PA327.

- Todas as interligações enterradas cabo/cabo ou cabo/haste devem ser feitas com


conexões exotérmicas. Somente utilizar conectores para os casos em que houverem
poços de visita.

- Existem transformadores externos posicionados anexos às construções (Estação de


Hidrogênio / Acetileno – Carretas, Instalação de Enchimento de Alta Pressão, Depósito
de Inflamáveis e Produtos Químicos e Subestação) que encontram-se devidamente
cercados e com portão de acesso, mas sem o aterramento adequado conforme o
detalhe A.15 da PA327. Também aterrar as parte fixas da cerca de modo que seja feita
a continuidade.

- Aterrar todos os perfis metálicos que apoiam qualquer tipo de instrumento ou painés,
que estejam ao tempo com cabos de cobre nú 35mm² e conectores K2C.

- Para todas as tubulações devem ser feitas a continuidade elétrica entre flanges (tubo
e/ou válvula), de maneira à ser utilizada chapa de aço carbono 1020 com espessura
de ¼”, largura e comprimento de acordo com o parafuso que fixa o flange. Aterrar o
início e o fim das tubulações que correm aéreas em seus flanges, interligando um
cabo de cobre nú (com conector K2C fixado à chapa metálica aparafusada no flange)
à malha mais próxima de acordo com o detalhe A.12B da PA327.

- Aterrar todos os pés do pipe-hack e suportes de tubulação com cabos de 35mm² e


interligá-los à malha mais próxima.

- Utilizar conectores em bronze da Burndy.

Observações:

- A empresa contratada para fazer o projeto deverá estudar o posicionamento correto e


altura dos postes (casa haja necessidade de instalar novos) de modo que a esfera
rolante proteja os vent’s, conforme os ítens 2.7 e 2.13.

- Depois da empresa contratada, reponsável pelo projeto, elaborar elaborar a proposta,


enviá-la à Engenharia de Detalhamento.
ANEXO 1

Memória de Cálculo – Container ACLira Transportes

Ng = 0,04 x Td1,25

Td = Dias de Trovoadas ao ano (Mapa Isoceraúnico)

Td = 80

Ng = 9,57

Ae = LW + 2LH + 2WH + H2


L = 12,20 m

W = 2,4 m

H = 2,58 m

Ae = 29,28 + 62,95 + 12,38 + 20,91 = 125,52 m²

Nd = Ng x Ae x 10-6 = 0,0012

Fatores de acordo com as tabelas do Anexo B da NBR-5419

B.1 = 1,0
B.2 = 0,8
B.3 = 0,8
B.4 = 1,0
B.5 = 0,3

Ndc = Nd x B.1 x B.2 x B.3 x B.4 x B.5 = 0,0012 x 0,192 = 0,00023

10-3 > Ndc > 10-5  A conveniência de um SPDA deve ser tecnicamente justificada e
decidida por acordo entre projetista e usuário

ANEXO 2
Memória de Cálculo – Portaria Principal

Ng = 0,04 x Td1,25

Td = Dias de Trovoadas ao ano (Mapa Isoceraúnico)

Td = 80

Ng = 9,57

Ae = LW + 2LH + 2WH + H2


L = 5,6m

W = 6,8m

H = 4m

Ae = 38,08 + 44,8 + 54,4 + 50,26 = 187,54m

Nd = Ng x Ae x 10-6 = 0,0018

Fatores de acordo com as tabelas do Anexo B da NBR-5419

B.1 = 0,3
B.2 = 1,0
B.3 = 0,3
B.4 = 1,0
B.5 = 1,0

Ndc = Nd x B.1 x B.2 x B.3 x B.4 x B.5 = 0,0018 x 0,09 = 0,000162

10-3 > Ndc > 10-5  A conveniência de um SPDA deve ser tecnicamente justificada e
decidida por acordo entre projetista e usuário

Caso seja necessário, lançar um cabo de cobre nú 35mm² sobre a platibanda, suportada
sob isoladores e com duas descidas (extremamente opostas) para interligação com a malha de
aterramento, sendo as mesmas protegiad com eletrodutos de PVC (0,5 m enterrados e 2,5 m
acima do nível do solo).

ANEXO 3
Memória de Cálculo – Portaria Fundos

Ng = 0,04 x Td1,25

Td = Dias de Trovoadas ao ano (Mapa Isoceraúnico)

Td = 80

Ng = 9,57

Ae = LW + 2LH + 2WH + H2


L = 2,1 m

W=2m

H=6m

Ae = 4,2 + 25,2 + 24 + 113,09 = 166,49 m²

Nd = Ng x Ae x 10-6 = 0,00159

Fatores de acordo com as tabelas do Anexo B da NBR-5419

B.1 = 0,3
B.2 = 1,0
B.3 = 0,3
B.4 = 1,0
B.5 = 1,0

Ndc = Nd x B.1 x B.2 x B.3 x B.4 x B.5 = 0,00159 x 0,09 = 0,000143

10-3 > Ndc > 10-5  A conveniência de um SPDA deve ser tecnicamente justificada e
decidida por acordo entre projetista e usuário

Caso seja necessário, lançar um cabo de cobre nú 35mm² sobre a platibanda, suportada
sob isoladores e com duas descidas (extremamente opostas) para interligação com a malha de
aterramento, sendo as mesmas protegiad com eletrodutos de PVC (0,5 m enterrados e 2,5 m
acima do nível do solo).

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