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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO

CAMPUS GUANAMBI/ CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA


FÍSICO QUÍMICA II
8º SEMESTRE (2014.1)

Camila Pereira Castro


Gabriela Pereira Montalvão

RELATÓRIO I
DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLAR DE UM GÁS

Profª. Drª. Hilma Fonseca

GUANAMBI
2018
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................ 3
2 OBJETIVOS .................................................................................................... 5
2.1 OBJETIVO GERAL ................................................................................... 5
2.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ..................................................................... 5
3 MATERIAIS E REAGENTES .......................................................................... 6
4 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL .............................................................. 7
4.1 DETERMINAÇÃO DO TEOR DE CARBONATO.......................................7
5 RESULTADOS E DISCUSSÃO ...................................................................... 8
6 CONCLUSÃO ............................................................................................... 11
REFERÊNCIAS ................................................................................................ 12
1 INTRODUÇÃO
A lei dos gases ideais é uma ferramenta útil na Ciência e particularmente
na determinação das massas molares de substâncias voláteis. Embora,
nenhum gás seja de fato ideal, a maioria deles tem uma faixa de condições
experimentais. A equação de estado de um gás ideal ou equação de Clapeyron
é escrita da seguinte forma:

PV= nRT
• P = pressão
• V = volume
• n = quantidade de gás
• R = constante dos gases
• T = temperatura

Esta equação é utilizada para os gases ideais, cujo modelo não


considera as interações entre as moléculas dos gases. Assim, tem-se:

Gás Ideal: obedece pV= nRT em qualquer condição de temperatura e pressão.

Gás Real: obedece pV= nRT em pressões baixas e temperaturas altas.

Muito importante na físico-química, essa equação é usada para deduzir


uma grande variedade de relações da termodinâmica. (ATKINS, 2008). Desse
modo, observa-se sua importância também no cálculo das propriedades de um
gás em diversas condições. Por exemplo, na determinação da massa de um
gás, conforme realizada nessa prática.
Para determinar a massa molar de um gás, “um bulbo de volume
conhecido é preenchido com o gás a uma pressão e temperatura
determinadas” (CASTELLAN, 1995, p. 17). Para esta prática, utilizou-se uma
proveta de 250 mL cheia de água, que durante a reação, foi preenchida com
certa quantidade do gás em estudo, o gás carbônico (CO2).
Além da equação do gás ideal, foi necessário expressar o número de
mols da substância (n) presente em uma amostra de gás, utilizando a seguinte
equação:

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Dessa forma, temos que (m) é a massa do gás em gramas, e (MM) é a
massa molar da substância em g mol-1.
De acordo com a lei da física: “dois corpos não ocupam o mesmo
espaço”, assim, parte da água foi escoada devido a presença do gás na
proveta. Então, para realizar a análise tradicional dos dados, é ainda
necessário, determinar a variação do volume de gás contido na proveta, em
cada medida de massa do carbonato de sódio pesadas inicialmente. Para isso,
usou-se a equação a seguir:
ΔV= Vf-Vi

Estes conceitos permitiram realizar cálculos com os dados obtidos


experimentalmente e compará-los com valores teóricos. Além disso, a
realização desta prática que tem como objetivo geral: Determinar a massa
molar de um gás permitiu, aos discentes visualizar na prática as propriedades
dos gases, e mais especificamente do gás em estudo.

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2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL
 Determinar a Massa Molar de um gás.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS


 Determinar a Massa Molar do Dióxido de Carbono (CO2);
 Utilizar a equação da lei do gás ideal;
 Medir o volume e a massa de um gás.

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3 MATERIAIS E REAGENTES
 Balão de destilação;
 Garras;
 Mangueira para conexão;
 Proveta;
 Béquer;
 Rolha de borracha
 Suporte Universal;
 Balança Analítica;
 Espátula;
 Papel Alumínio;
 Água destilada;
 Carbonato de Sódio (Na2CO3);
 Solução aquosa 6 mol/ L-1de HCl.

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4 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
4.1 DETERMINAÇÃO DO TEOR DE CARBONATO
Para determinar o teor de carbonato nas amostras, realizaram-se
reações dessas amostras com uma solução aquosa de ácido clorídrico (HClaq),
conforme a equação a seguir:
Na2CO3(s)+ 2HCl(aq) 2NaCl(aq) + CO2(g) + H2O(l)

Em seguida, montou-se o sistema como mostra a Figura 1. A reação das


diversas quantidades de Na2CO3 com solução de HCl foram realizadas em um
balão de destilação com saída lateral, substituindo o kitassato. Uma mangueira
foi acoplada à saída lateral do balão e a outra extremidade foi inserida dentro
da proveta.

Figura 1: Esquema da coleta do gás CO2

Transferiu-se, com cuidado, 20 mL de solução aquosa 6 moL -1 de HCl


para o balão e tampou-o com a rolha de borracha. Conforme orientação da
professora pesaram as amostras de carbonato de sódio, embrulhando-as em
um pedaço de papel e gentilmente, transferindo-as para o interior do balão.
Fechou-se rapidamente o balão com a rolha, de maneira que o gás
desprendido fosse transferido para o interior da proveta, evitando sua perda
durante a reação. Anotou-se o volume inicial e final de CO2 contido na proveta.
Realizou-se o procedimento quatro vezes, com as quantidades diferentes de
carbonato de sódio.

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5 RESULTADOS E DISCUSSÃO

6 CONCLUSÃO
A partir da prática realizada, não foi
.

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REFERÊNCIAS

ATKINS, P.; PAULA, J. de. Físico-Química. Vol. 1; 8ª edição, LTC. São Paulo,
2008.

CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química. 1ª edição, LTC. São


Paulo, 1995.