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GUIA DE BOLSO – P.A.

GUILHERME RODRIGUES VASCONCELOS ANDRÉ

LÍQUOR
Gram Leucometria (/mm³) Diferencial Proteínas Glicose (mg/dl)
predominante (mg/dl)
Normal Sem germes <7 Mononucleares > 75% 20 – 45 > 50
> 3 meses PMN geralmente = 0 > 75% glicemia
Normal Sem germes 15 –22 PMN < 75% < 130 > 50
< 3 meses RNPT: 0 – 25 RNPT: PMN < 61% RNPT: < 170 75% glicemia
RNPT: > 24
RNT: > 34
Bacteriana Bactérias 100 – 10.000 PMN (75 – 95%) 100 - 500 < 40
Geralmente: 500 – 1.000 < 66% glicemia
25% dos casos: < 250
Bacteriana Variável 5 – 10.000 PMN 100 – 500 Normal / ↓
(tratamento parcial) Tto longo: mononuclear
Bacteriana neonatal Geralmente Maioria: > 1.000 Maioria: neutrófilos > 70% > 200 Geralmente < 40
com bactérias ↓lc / dç inicial: 25 - 100
Abscesso cerebral Sem germes 5 – 200 Linfócitos 75 – 500 Geralmente normal
Líquor drenado: PMN Líquor drenado: ↓
Viral Sem germes 10 – 1.000 Linfócitos 50 -200 Geralmente normal
1º dia: possível PMN Poucos casos: ↓
Tuberculose Germes não 50 - 500 Linfócitos 100 – 3.000 < 30
visíveis Início: PMN Reduz com o tempo
Fúngico Sem germes 25 - 100 Linfócitos 100 - 300 Normal / ↓

ACIDENTE DE PUNÇÃO

Leucometria Proteína
Leucócitos – (hemacias / 500) Proteínas – (hemácias / 1.000)

SEQUÊNCIA RÁPIDA DE ENTUBAÇÃO


DROGA APRESENTAÇÃO DOSE DILUIÇÃO CÁLCULO
ATROPINA 0,5 mg/ml 0,02 mg/kg Bolus 0,04 ml/kg
FENTANIL 50 mcg/ml 1-3 mcg/kg 1ml + 9ml AD = 5 mcg/ml 0,2 ml/kg
MIDAZOLAN 5 mg/ml 0,1-0,3 mg/kg 1ml + 4ml AD = 1 mg/ml 0,1 ml/kg
TIOPENTAL 1g 3-5 mg/kg 1amp + 40ml AD = 25 mg/ml 0,12 ml/kg
Se: TCE + ALTA PIC
CETAMINA 50 mg/ml 1-2 mg/kg Bolus 0,02 ml/kg
Se: ASMA GRAVE
ROCURÔNIO 10 mg/ml 0,6-1,2 mg/kg Bolus 0,1 ml/kg
SUCCINILCOLINA 100 mg/ml 1-2 mg/kg Bolus 0,01 ml/kg
(SUXAMETÔNIO)
Se: PIC NORMAL
Tubo = (idade/4) + 4 ---------------------------- Fixação = tubo x 3
DROGAS VASOATIVAS
1 mg = 1000 mcg
DROGA APRESENTAÇÃO DOSE EFEITO
DOPAMINA 50mg/2ml 5-15 mcg/kg/min Inotrópico: 5-10 mcg/kg/min
50mg/10ml Vasocontrictor: >10 mcg/kg/min
200mg/5ml
EPINEFRINA 0,1 mg/ml 0,01-1 mcg/kg/min Inotrópico: 0,01-0,3 mcg/kg/min
+9ml sf0,9% = 0,01 mg/ml Vasocontrictor: >0,3 mcg/kg/min
NOREPINEFRINA 8mg/4ml 0,01-2 mcg/kg/min Inotrópico: 0,01-0,2 mcg/kg/min
Vasocontrictor: >0,2 mcg/kg/min
DOBUTAMINA 12,5mg/ml 5-15 mcg/kg/min Inotrópico + vasodilatador
sistêmico e pulmonar
MILRINONE 20mg/20ml 0,1-1 mcg/kg/min Inotrópico + vasodilatador
sistêmico e pulmonar
LEVOSIMENDRONA 2,5 mg/ml 0,1-0,2 mcg/kg/min Inotrópico + vasodilatador
sistêmico e coronário
NITROPRUSSIATO 50mg 0,5-10 mcg/kg/min Vasodilatador sistêmico
DE SÓDIO Diluente 2ml = 25 mg/ml
VASOPRESSINA 20 u/ml 0,0003-0,0008 Vasoconstrictor
u/kg/min
TERLIPRESSINA 1mg 20 mcg/kg/dose Vasoconstrictor
Diluente 5ml = 0,2 mg/ml 6/6h por 24-48h

GASOMETRIA
PH CO2 HCO3
7,35 – 7,45 35 – 45 22 – 26
(7,30) (30) (24)

DISTÚRBIO PRIMÁRIO COMPENSATÓRIO FÓRMULA DE COMPENSAÇÃO


ACIDOSE METABOLICA HCO3 < 22 ↓CO2 CO2 = 1,5 x HCO3 + 8 (± 2)
ALCALOSE METABÓLICA HCO3 > 26 ↑ CO2 CO2 = 15 + HCO3 (± 2)
ACIDOSE RESPIRATÓRIA CO2 > 45 ↑ HCO3 AGUDO (< 24 HORAS)
HCO3 = HCO3 + 1 x (CO2-30/10)
CRÔNICO (> 3 DIAS)
HCO3 = HCO3 + 4 x (CO2-30/10)
ALCALOSE METABÓLICA CO2 < 35 ↓ HCO3 AGUDO (< 12 HORAS)
HCO3 = HCO3 + 2 x (CO2-30/10)
CRÔNICO (> 1 DIA)
HCO3 = HCO3 + 5 x (CO2-30/10)

 COMPENSAÇÃO
INTERPRETAÇÃO: valor compensatório é uma correção do valor de referência para o distúrbio naquele momento. Caso o calculado
esteja na faixa, estará compensado (o oposto atingiu o valor suficiente para que o pH possa se equilibrar). Caso contrário, é distúrbio
misto pois está contribuindo para o distúrbio de base.
 Exemplo: acidose metabólica sem compensar o CO2 estará alto para o esperado, portanto em acidose respiratória também.

 PH NORMAL:
HCO3 e CO2 normais: gasometria normal
HCO3 e CO2 em polos opostos: distúrbios opostos compensam-se (OU) distúrbios opostos simultâneos
= ACIDOSE METABÓLICA =

ANION GAP HIPERCLORÊMICO:


Na – (Cl + HCO3) REFERÊNCIA NORMAL
(Positivos – Negativos)
12 ± 4 HIPOCLORÊMICO:
AUMENTADO

INTERPRETAÇÃO:
Normal = cargas estão balanceadas e Cl está nos níveis normais > atinge valor de referência = normoclorêmico
Acidose metabólica = HCO3 baixo
- Sem novos ácidos > Cl aumenta para balancear com positivos > atinge valor de referência = hiperclorêmico
- Com novos ácidos > Cl diminui, e com outros ácidos balanceiam com positivos > maior que valor de referência = hipoclorêmico

ANION GAP NORMAL


Diarreia aguda | Acidose tubular renal (1 – retêm H // 2 – não reabsorve HCO3 // 4 – retêm amônio)
ANION GAP AUMENTADO
Acidose láctica | Cetoacidose diabética

TRATAMENTO
REPOSIÇÃO DE HCO3 INDICAÇÃO A REPOR
INFUNDIR EM 1-2 HORAS PH < 7,1 MEQ HCO3 = (15 – HCO3) X 0,3 X PESO
NOVA GASOMETRIA APÓS HCO3 < 8
(OBJETIVO: HCO3 = 15) 5% = 0,95 meq/ml | 8,4% = 1 meq/ml | 10% - 1,2 meq/ml

= ALCALOSE METABÓLICA =

CLORETO SENSÍVEL CLORETO RESISTENTE


CL URINÁRIO < 10 = PERDENDO CL POR OUTRAS VIAS CL URINÁRIO > 10 = PERDENDO CL PELA URINA

CLORETO SENSÍVEL
Perdas gástricas | Diuréticos | Perdas intestinais (laxantes / cloridorreia congênita) | Fibrose cística | Displasia broncopulmonar
CLORETO RESISTENTE
PA normal = Sd. Bartter | Sd. Gittelman | Diuréticos
PA aumentada = estenose a. renal | Sd. Cushing | Sd. Liddle | Tumor adrenal / renal | Mineralocorticoide exógeno

TRATAMENTO
CLORETO SENSÍVEL: expansão + corrigir cloridúria (repor NaCl + KCl)
 GRAVE (PH > 7,55 / BIC > 40 / DISFUNÇÃO ORGÃOS ALVO): Repor HCl
CLORETO RESISTENTE: espironolactona

= ACIDOSE RESPIRATÓRIA =

CAUSAS: vias aéreas superiores | vias aéreas inferiores | parede torácica | SNC | narcóticos / sedativos / FAE / álcool | obesidade

TRATAMENTO: tratar causa base

= ALCALOSE RESPIRATÓRIA =

CAUSAS:
HIPERVENTILAÇÃO: Hipoxemia / Alteração SNC / Psiquiátrico
PULMONAR: Pnm / Edema / VM / Embolia / Restrição / Asma / Bronquiolite
MEDICAMENTOSO: AAS | Cafeína | Vasopressores | Epinefrina | Tiroxina
OUTRAS: Febre | Dor | Sepse | Hipertireoidismo

TRATAMENTO: Síncope ou Tetania = sedação (OU) respiração em máscara reinalante / saco de papel
CETOACIDOSE DIABÉTICA
Pediatria, pronto socorro. USP. 2ª ed., 2013

INSULINA: 50 UI IR + 500 ml SF 0,9% = 50 UI/ml  desprezar primeiros 50 ml do equipo


CETOACIDOSE DIABÉTICA
Pediatria, pronto socorro. USP. 2ª ed., 2013

Potássio

Sódio

Bicarbonato
Bic a administrar (mEq) = (15 – Bic encontrado) x 0,3 x peso (kg)

CAUSAS
A A PRIMEIRA VEZ
E ESTRESSE FÍSICO / PSICOLÓGICO
I INFECÇÃO
O OMISSÃO DOSE INSULINA / SUBDOSE
U USO DE ÁLCOOL
HIDRATAÇÃO
PLANO A
10 ml/kg SRO após perdas

PLANO B
50-100 ml SRO em 4h + dieta zero (exceto LM) + reavaliação 1/1h
- Complicações:
Perda de peso após 2h
Vômitos persistentes à fracionação
Distensão abdominal (íleo paralítico)
Dificuldade de ingesta

PLANO C
1) EXPANSÃO: 20 ml/Kg
2) REPARAÇÃO
IDADE 30 ML/KG 70 ML/KG
0 – 1 ANO 1H 5H
> 1 ANO 30’ 2H 30’
3) MANUTENÇÃO
a. 1 SF 0,9% : 4 SG 5% + KCl + GluCa (RN / desnutrido)
b. SG 5% + NaCl + KCl + GluCa (RN / desnutrido)
HOLLYDAY & SEGAR
< 10 KG 100 ML/KG
10-20 KG 1000 ML + 50 ML/KG
20-30 KG 1500 ML + 20 ML/KG
> 30 KG 1700 ML/M² DE SUPERFÍCIE CORPORAL

Distúrbio hidroeletrolítico: Na, K, Mg, Ca, P + Ur, Gicemia, Albumina


Calcular eletrólitos usando peso calórico: Hollyday/100
 NACL 20% (1ML --- 3,4 MEQ)
3-5 MEQ/KG/DIA

NACL: 3-5 x PESO / 3,4 = ML A REPOR POR DIA

 KCL 19,1% (1ML --- 2,5 MEQ)


2-4 MEQ/KG/DIA

KCL: 2-4 x PESO / 2,5 = ML A REPOR POR DIA

 GLUCA 10% (1ML --- 0,5 MEQ)


0,5-2 MEQ/KG/DIA

GLUCA 10%: 0,5-2 x PESO / 0,5 = ML A REPOR POR DIA


----> REPOR EM: RN | DESNUTRIDO | QUEIMADO NO 2º DIA

 MGSO4 10% (1ML --- 0,8 MEQ)


0,2-0,6 MEQ/KG/DIA

0,2-0,6 x PESO / 0,8 = ML A REPOR POR DIA


----> REPOR EM: RN | DESNUTRIDO
SÓDIO
HIPO NORMAL HIPER
< ---------- 120 ---------- 135 SÓDIO 145 ---------- 160 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 2,5 ---------- 3,5 POTÁSSIO 5,5 ---------- 6,5 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 1,5 MAGNÉSIO 2,3 ---------- >
< ---------- 7 CÁLCIO
HIPONATREMIA
 REAL = ↓OSMOLARIDADE
OSMOLARIDADE = 2NA + GLICOSE/18 + UREIA/6
= NORMAL: 285 – 295 =

LEVE + ASSINTOMÁTICO
 TRATAR SOMENTE CAUSA BASE

GRAVE / SINTOMÁTICO

1) AGUDO (< 48H)


1) MEQ SÓDIO A REPOR (A) = (MEQ SÓDIO DESEJADO – MEQ SÓDIO ATUAL) X 0,6 X PESO
SÓDIO DESEJADO = 130
NACL 20% (1ML --- 3,4MEQ)
2) 1 ML NACL 20% ----------- 3,4 MEQ  B = A/3,4
ML A REPOR (B) ----------- A
3) SORO NACL 3% = 1 NACL 20% : 6 AD  SORO NACL 3% = 1xA NACL 20% : 6xA AD
(0,5 MEQ/ML)
4) CORRER A 5 MEQ x KG / H:
1 ML ------- 0,5 MEQ  X = 10 ML x KG / H (EM BIC)
X ML ------- 5 MEQ
VOLUME SÓDIO A REPOR (A) = (130 – MEQ SÓDIO ATUAL) x 0,6 x PESO / 3,4
NACL 3%: NACL 20% ------- 1xA ML CORRER A 10 ML x KG / H (EM BIC)
AD ----------------- 6xA ML
 REAVALIAR SÓDIO AO FIM
 APÓS CORREÇÃO: SORO DE MANUTEÇÃO S/N

2) CRÔNICO (> 48H)


1) MEQ SÓDIO A REPOR (A) = (MEQ SÓDIO DESEJADO – MEQ SÓDIO ATUAL) x 0,6 x PESO
SÓDIO DESEJADO = 120
NACL 20% (1ML --- 3,4MEQ)
2) 1 ML NACL 20% ----------- 3,4 MEQ  B = A/3,4
ML A REPOR (B) ----------- A
3) SORO NACL 3% = 1 NACL 20% : 6 AD  SORO NACL 3% = 1xA NACL 20% : 6xA AD
(0,5 MEQ/ML)
4) CORRER A 5 MEQ x KG / H:
1 ML ------- 0,5 MEQ  X = 5 ML x KG / H (EM BIC)
X ML ------- 2,5 MEQ
VOLUME SÓDIO A REPOR (A) = (120 – MEQ SÓDIO ATUAL) x 0,6 x PESO / 3,4
NACL 3%: NACL 20% ------- 1xA ML CORRER A 5 ML x KG / H (EM BIC)
AD ----------------- 6xA ML
 REAVALIAR SÓDIO AO FIM
 APÓS CORREÇÃO: SORO DE MANUTEÇÃO S/N
SÓDIO
HIPO NORMAL HIPER
< ---------- 120 ---------- 135 SÓDIO 145 ---------- 160 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 2,5 ---------- 3,5 POTÁSSIO 5,5 ---------- 6,5 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 1,5 MAGNÉSIO 2,3 ---------- >
< ---------- 7 CÁLCIO
HIPERNATREMIA
 REPOR ÁGUA LIVRE LÚCIDO + INGERE LÍQUIDOS = VO (ÁGUA FILTRADA)
RNC (NÃO INGERE LÍQUIDOS) = SG5% (OU) SGF
 PÓS CORREÇÃO: SORO DE MANUTENÇÃO S/N

DEFICIT H2O(L) = [(SÓDIO ATUAL – SÓDIO DESEJADO)/SÓDIO ATUAL] x 0,6 x PESO


- SÓDIO DESEJADO = 145
- OFERECER EM 48H
- ABAIXAR ENTRE 0,5 – 1 MEQ/HORA

AGUA A OFERTAR = [(SÓDIO ATUAL – 145)/SÓDIO ATUAL] x 0,6 x PESO  EM 48H


 TOTAL / 48 = ML/H (EM BIC)
 SÓDIO DE 1/1H = ABAIXAR 0,5 – 1 MEQ / H
 APÓS CORREÇÃO: SORO DE MANUTEÇÃO S/N
POTÁSSIO
HIPO NORMAL HIPER
< ---------- 120 ---------- 135 SÓDIO 145 ---------- 160 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 2,5 ---------- 3,5 POTÁSSIO 5,5 ---------- 6,5 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 1,5 MAGNÉSIO 2,3 ---------- >
< ---------- 7 CÁLCIO
HIPOPOTASSEMIA
LEVE + ASSINTOMÁTICO
 REPOSIÇÃO VO LENTA (24H)
1) CLORETO K 6% (1ML --- 0,8 MEQ)  REPOR 3-5 MEQ x KG / DIA
1 ML ------ 0,8 MEQ  ML/DIA (FRACIONAR O MAXIMO POSSIVEL)
A ----------- MEQ/KG/DIA

3-5 x PESO / 0,8 = ML DE CLORETO DE K 6% / 24H (FRACIONAR O MAXIMO POSSIVEL)


 REAVALIAR POTÁSSIO AO FIM
 APÓS CORREÇÃO: SORO DE MANUTEÇÃO S/N

GRAVE / SINTOMÁTICO

1) 0,2 --- 0,6 MEQ x PESO = EM 2-6 HORAS


KCL 19,9% (1ML --- 2,5 MEQ)
1 ML ------------- 2,5 MEQ  X ML = (0,2 – 0,6 x PESO) / 2,5 = ML KCL 19,9% PARA 4H
X ML ------------- MEQ x KG
2) CONCENTRAÇÃO:
VEIA PERIFÉRICA: 40 – 60 MEQ/L
VEIA CENTRAL: 80 – 120 MEQ/L

- EXEMPLO: PARA PERIFÉRICA 40MEQ/L


40 MEQ -------- 1000 ML  X ML = VOLUME A COMPLETAR COM SF0,9%
MEQ/KG -------- X ML

PORTANTO: ML DE SF 0,9% = (MEQ/KG/H) x 1000 / CONCENTRAÇÃO

0,2 --- 0,6 x PESO / 2,5 = ML DE KCL 19,9% (A)


0,2 --- 0,6 x PESO x 1000 / CONCENTRAÇÃO = ML TOTAL DA SOLUÇÃO (B)
KCL 19,9% ----- A CORRER EM 2-6 HORAS, À B/2-6 ML/H (EM BIC)
SF 0,9% --------- B-A
 REAVALIAR POTÁSSIO AO FIM
 APÓS CORREÇÃO: SORO DE MANUTEÇÃO S/N
 TROCAR FUROSEMIDA POR ESPIRONOLACTONA
 REAVALIAR MAGNÉSIO SE SEM MELHORA
POTÁSSIO
HIPO NORMAL HIPER
< ---------- 120 ---------- 135 SÓDIO 145 ---------- 160 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 2,5 ---------- 3,5 POTÁSSIO 5,5 ---------- 6,5 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 1,5 MAGNÉSIO 2,3 ---------- >
< ---------- 7 CÁLCIO
HIPERPOTASSEMIA
LEVE
1) RETIRAR TODA FONTE DE POTÁSSIO E REAVALIAR

GRAVE / SINTOMÁTICO
1) RETIRAR TODA FONTE DE POTÁSSIO E REAVALIAR
2) GLUCONATO DE CÁLCIO 10% 1ML/KG EM 5 MINUTOS +
(1) FUROSEMIDA | (2) RESINA | (3) DIÁLISE
CÁLCIO
HIPO NORMAL HIPER
< ---------- 120 ---------- 135 SÓDIO 145 ---------- 160 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 2,5 ---------- 3,5 POTÁSSIO 5,5 ---------- 6,5 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 0,7 ---------- 1,5 MAGNÉSIO 2,3 ---------- >
(GRAVE) (LEVE)
< ---------- 7 CÁLCIO
HIPOCALCEMIA

CÁLCIO CORRIGIDO = CÁLCIO MEDIDO + [(4,0 - ALBUMINA) x 0,8]  HIPO? = REPOR

ASSINTOMÁTICO (LEVE)
 REPOSIÇÃO VO
CACO3 (1G --- 400MG CA)  REPOR 400-800 MG/KG/DIA
1000 MG ------------- 400MG  X = 400-800 x PESO x 0,4 = GRAMAS A DAR POR 24H
MG/KG/DIA --------- X

CACO3 (1G --- 400MG CA) -------- 160-230 x PESO = GRAMAS DE CACO3, VO, 24/24H
. REAVALIAR CALCIO AO FIM

SINTOMÁTICO (GRAVE)

GLUCONATO DE CÁLCIO 10% (1ML --- 9MG CA)


1) ATAQUE: 0,5 – 1ML x KG (BOLUS EM 5-10 MIN)
. REAVALIAR CALCIO APÓS
2) MANUTENÇÃO: 2-4 ML x KG (24/24H)
MAGNÉSIO
HIPO NORMAL HIPER
< ---------- 120 ---------- 135 SÓDIO 145 ---------- 160 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 2,5 ---------- 3,5 POTÁSSIO 5,5 ---------- 6,5 ---------- >
(GRAVE) (LEVE) (LEVE) (GRAVE)
< ---------- 1,5 MAGNÉSIO 2,3 ---------- >
< ---------- 7 CÁLCIO
HIPOMAGNESEMIA

LEVE + ASSINTOMÁTICO

TRATAR CAUSA + SORO MANUTENÇÃO (0,2-0,5 MEQ x KG/DIA)

GRAVE / SINTOMÁTICO

1) 0,2-0,4 MEQ/KG/DOSE
SULFATO DE MAGNESIO 10M% (1ML --- 0,8 MEQ)
1 ML ------------ 0,8 MEQ  REPETIR ATÉ 3x 6/6H
X ML/DOSE --- MEQ/KG/DOSE

SULFATO DE MAGNÉSIO 10%


(0,2-0,4 x KG)/0,8 = ML/DOSE  6/6H, ATÉ 3x
 REAVALIAR MAGNESIO ANTES DE CADA INFUSÃO = PARAR SE NORMALIZAR
INTOXICAÇÕES
Pediatria, pronto socorro. USP. 2ª ed., 2013

CETOX: 0800-0148110

1 – ESTABILIZAÇÃO
- MOV

2- RECONHECER TOXI-SÍNDROME
3 – DESCONTAMINAÇÃO

TIPO INDICAÇÕES CONTRA-INDICAÇÕES MÉTODO


LAVAGEM GÁSTRICA - Quantidade desconhecida - Cáusticos 10 ml/kg SF 0,9% SNG
(ATÉ 2H INGESTA) - Superdose - Derivados de petróleo (max: 500 ml = 50kg)
- ↓ consciência = relativo
CARVÃO ATIVADO - Quantidade desconhecida - Cáusticos 1 mg/kg SNG
(ATÉ 1H INGESTA) - Superdose - Derivados de petróleo (max: 50 mg = 50kg)
- Metais pesados
- ↓ consciência = relativo
CÁUSTICO = Dieta zero + Analgesia + Hidratar + Ranitidina + Endoscopia
DERIVADOS DE PETRÓLEO (risco de pnm química grave) = Observação 6h + RX tórax (entrada + 6h) + SAT contínua

4 – ELIMINAÇÃO

TIPO MÉTODO
DIURESE FORÇADA FUROSEMIDA 1-2MG/KG + SF 0,9% 100 ML
DIURESE ALCALINA BIC 1-2 MEQ/KG + GASOMETRIA SERIADA 1/1H
DIALISE CONFORME TIPO DE TÓXICO

5 – ANTÍDOTOS E CUIDADOS

TÓXICO ANTÍDOTO
PARACETAMOL ACETILCISTEÍNA 140 mg/kg 4/4h 24h
(15 mg/kg/gota)  Pós 24h: TGO/TGP normais = suspende antídoto + TGO/TGP 1x/dia 48h internado
Tóxico: 150mg/kg/dia
OPIÓIDES NALOXONE 0,5 mg/kg (<5a) --- 2 mg/kg (>5a)
BENZODIAZEPÍNICOS FLUMAZENIL 0,01 – 0,02 mg/kg (max: 0,3 mg)
RATICIDA VITAMINA K 1 mg/kg IM
(ação anticoagulante)  Observação 48h + coagulograma 0-8-24h
ETANOL METANOL
+ glicose 25% 2ml/kg BOLUS (hipoglicemia) + flumazenil (coma)
EXTRA-PIRAMIDAL AKINETON 2mg
NEFAZOLINA Hidratação + Aquecimento + Monitorização + DVA s/n
(↓FC + ↓TAX)
PEÇONHENTOS
Tratado SBP, 2017

COBRAS
ESCORPIÃO

Início de sintomas sistêmicos = até 3h desde a picada


LEVE: Observação + monitorização = 6 – 12h
EXPOSIÇÃO À RAIVA

SORO ANTI RABICO: 0,2ml/kg IM


EXPOSIÇÃO À RAIVA
EXPOSIÇÃO AO TÉTANO
FEBRE SEM SINAIS LOCALIZATÓRIOS
Tratado SBP, 2017
QUEIMADURA
Tratado SBP, 2017

QUIMICA
TTO: Lavar em água corrente por 30 minutos

INTOXICAÇÃO POR CO2


DX: Dosagem de carboxi-hemoglobina / Broncoscopia
TTO: O2 100% hiperbárico
FOGO
CLASSIFICAÇÃO CAMADA COR UMIDADE DOR ANEXOS FLICTEMA INTERNAÇÃO
1º GRAU EPIDERME HIPEREMIA - +++ +++ - -
2º GRAU ATÉ DERME HIPEREMIA +++ +++ +++ +++ FACE
PARCIAL GENITAL / PERÍNEO
> 10 %
3º GRAU ATÉ DERME PÁLIDA - - - - FACE
TOTAL MARROM GENITAL / PERÍNEO
>5%
4º GRAU GORDURA NEGRO - - - -
MUSCULO +++
OSSO
INCÊNCIOS EM ESPAÇOS FECHADOS
NARINAS, SOBRANCELHAS OU CÍLIOS CHAMUSCADOS
VIA AÉREA QUEIMADURAS FACE E PESCOÇO +++
SECREÇÕES CARBONÁCEAS
ROUQUIDÃO, TOSSE, SIBILO
OUTRAS CONDIÇÃO ASSOCIADA: Trauma / Doença crônica / Lactente / Maus tratos / Sem condições de tratar em casa
INTERNAÇÕES TIPO: Circunferencial / Química / Elétrica

FOGO
TRATAMENTO

> 10% MOV


SVD (1ml/kg/h: crianças | 2ml/kg/h: lactentes)
DT (se última > 5 anos)
MORFINA
PROFILAXIA TVP / ÚLCERA DE PRESSÃO (mobilização precoce)
CONCENTRADO DE HEMÁCEAS (10 ml/kg = se Hb < 25 ou Ht < 25)
> 15% > 10% +:
RESSUCITAÇÃO VOLÊMICA (20ml/kg/h até cálculo)
> 20% (Grande queimado) > 15% +:
RNC SNG EM DRENAGEM
VIA AÉREA NUTRIÇÃO ENTERAL PRECOCE
DIETA ZERO
OBS: ADH alto na 1ª fase (24h) => não usar diurese para avaliação de hidratação e hemodinâmica
< 10%: reposição VO conforme necessidades diárias

MEDICAÇÃO / VIA IDADE MÍNIMA DOSE REGRA DOSE MÁXIMA


MORFINA IV (sf) / IM / SC 0 < 1mês: 0,1 mg/Kg/dose < 1 mês: 0,01 ml/Kg/dose (p/100) 0,5 ml
10mg/ml > 1mês: 0,2 mg/Kg/dose > 1 mês: 0,02 ml/Kg/dose (p/50)
8/8h
QUEIMADURA
Tratado SBP, 2017

Não ocluir nem fazer antibiótico profilático

GALVESTON
Volume total 24h = (5000ml x % queimado/100 x superfície corporal) + (2000ml x superfície corporal)
 Superfície corporal = (4P + 7) / (90 + P)

½ primeiras 8 horas  ½ próximas 16h


< 1 ano = 1 SF 0,9% : 1 SG 5%
> 1 ano = Ringer lactato
Soro de manutenção a partir do 2º dia 1 SF0,9% : 1 SG 5% + KCl + GluCa

EXAMES DIÁRIOS
Hemograma / Eletrólitos / Proteínas / Coagulograma / Ureia / Creatinina / Glicemia / Urina 1

CONCENTRADO DE HEMÁCEAS
10ml/kg = Hb < 8 / Ht < 25 se queimado mais que 10%
ESTADO DE MAL EPILEPTICO
Tratado Neurologia infantil, 2017

Máscara não reinalante (O2 10 L/min)


Oximetria
A–B–C
Monitor cardíaco
PA contínuo
AVP
GLUCOTESTE Glicose 25% = 2 ml/kg - bolus
Se: < 60 ou indisponível  OU
Glicose 50% = 1 ml/kg + AD 1ml/kg - bolus
Gerais Hemograma + Glicemia + Eletrólitos + Gasometria
Função renal Ureia + Creatinina
EXAMES
Lesão hepática TGO + TGP
FAE prévio? Dosagem sérica de FAE
Tóxicos? Triagem toxicológica

1ª ETAPA
1ª ETAPA [5 MINUTOS] 1ª ETAPA [5 MINUTOS] 2ª ETAPA
! OBS ! RN = substituir por 3ª etapa (20mg/kg > 10 mg/kg > 10 mg/kg)
Ao repetir 1ª etapa = solicitar diluição da fenitoína
DROGA VIA DOSE AMPOLA CONVERSÃO MÁXIMO
DIAZEPAN EV 0,3 mg/kg 10mg/2ml 0,06 ml/kg 10 mg
RETAL 0,5 mg/kg 0,1 ml/ kg (2 ml)
EV 5mg/5ml --------> ---------------> 0,2 ml/kg -----> 10 mg (10 ml)
MIDAZOLAM IM 0,2 mg/kg 50mg/10ml -----> -------------> 0,04 ml/kg -------> 10 mg (2 ml)
NASAL 15mg/3ml -------> -------------> 0,04 ml/kg -------> 10 mg (2 ml)

2ª ETAPA (hidantalização)
2ª ETAPA [20 MINUTOS] 2ª ETAPA [10 MINUTOS] 3ª ETAPA
! OBS ! Hipotensão + Arritmia
Ao início = solicitar vaga UTI
DROGA VIA DOSE AMPOLA CONVERSÃO VELOCIDADE
(4 amp + SF 230ml)
FENITOÍNA 20 mg/kg 5 ml/kg Correr em 20 minutos
(1ª vez) EV (max: 1000mg) 250mg/5ml (4 mg/ml) (1 mg/kg/min)
FENITOÍNA 10 mg/kg 2,5 ml/kg Correr em 10 minutos
(2ª vez) (max: 1000mg) (4 mg/ml) (1 mg/kg/min)

3ª ETAPA
3ª ETAPA [15 MINUTOS] 3ª ETAPA [15 MINUTOS] EME REFRATÁRIO = UTI
! OBS ! Hipotensão + Depressão respiratória
Ao início = intubar
DROGA VIA DOSE AMPOLA CONVERSÃO VELOCIDADE
(3 amp + SF 54ml)
FENOBARBITAL EV 20 mg/kg 200mg/5ml 2 ml/kg Correr em 20 minutos
(max: 600mg) (10 mg/ml) (1 mg/kg/min)

MANUTENÇÃO
VIA DOSE AMPOLA DILUIÇÃO VELOCIDADE
FENITOÍNA EV 2,5 mg/kg/dose 6/6h 250mg/5ml 0,625 ml/kg/dose Correr em 90 minutos
(max: 250mg/dose – 62,5ml) (4 ampolas + SF 0,9% 230 ml) (1 mg/kg/h)
FENOBARBITAL EV 2,5 mg/kg/dose 12/12h 200mg/2ml 0,25 ml/kg/dose Correr em 20 minutos
(max: 300mg/dose – 30ml) (3 ampolas + SF 0,9% 54 ml) (1 mg/kg/min)
Desmame da manutenção: 100% por 24h > 50% por 24h > 25% por 24h > suspensão pós 72h
Introduzir FAE VO: assim que vigil, conforme tipo de crise
CRISE CONVULSIVA FEBRIL
Tratado Neurologia infantil, 2017
3 MESES - 5 ANOS (CRISE FEBRIL PLUS: > 6 ANOS)
CAUSA: VELOCIDADE DA VARIAÇÃO DA TEMPERATURA
1ª ETAPA
ABORDAGEM INICIAL
ABORTAR CRISE FLUXOGRAMA EME
ANAMNESE 1º EVENTO?
DURAÇÃO
HISTORIA FAMILIAR
CLASSIFICAÇÃO
INGESTIGAR CAUSAS NÃO INFECCIOSAS PATOLOGIA -------------------------------- EPILEPTICO PREVIO
(P-I-T-I) IMUNIZAÇÕES --------------------------------- PERTUSSIS (DTP)
TRAUMA ------------------- TCE COM SINAIS DE GRAVIDADE
INTOXICAÇÕES ----------- HISTÓRIA PRÓPRIA / SUGESTIVA
EXAME FÍSICO GERAL
NEUROLÓGICO

2ª ETAPA
CRISE COMPLICADA?
> 15 MINUTOS (EME)
CRISE COMPLICADA PARCIAL
NOVA CRISE EM 24H
SÍNDROME DE DRAVET
- GENÉTICO
- CRISE COMPLICADA E FOCAL EM < 1 ANO

3ª ETAPA
INVESTIGAÇÃO
TRIAGEM HEMOGRAMA + PCR
URINA 1 + UROCULTURA
TRIAGEM TOXICOLÓGICA = SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO
DOSAGEM SÉRICA DE FAE = EPILEPTICO PRÉVIO
EXAME NEUROLÓGICO ALTERADO EEG CONTÍNUO + TC
FSSL = LÍQUOR < 1 ANO DE VIDA (NÃO APRESENTA SINAIS MENINGEOS)  COLETAR
> 1 ANO DE VIDA  COLETAR SE SINAIS MENINGEOS

4ª ETAPA FAMILIAR 1º GRAU EPILEPTICO


RISCO DE EPILEPSIA? CRISE COMPLICADA
EXAME NEUROLÓGICO ALTERADO

5ª ETAPA < 15 MESES DE VIDA


CHANCE DE RECORRÊNCIA FAMILIAR 1º GRAU EPILEPTICO
FEBRE DURANDO < 1H = FEBRE BAIXA CAUSANDO CRISE

6ª ETAPA
PROFILAXIA = RISCO DE RECORRÊNCIA
CONTÍNUO FENOBARBITAL = solução oral 4% (1 mg/gota) | Cp 50 mg | Cp 100 mg
3-5 mg/kg/dia (max: 200mg/dia) -------------------------------------------------- 1x/noite
VALPROATO DE SÓDIO = Solução oral 250mg/5ml | Solução oral 200mg/ml
15-60 mg/kg/dia (max: 3000 mg/dia) ------------------------------------- 12/12h - 8/8h
INTERMITENTE (1ª opção) CLOBAZAN = Cp 10 mg | Cp 20 mg
1º SINAL DE FEBRE 0,5-1 mg/kg/dia (max: 60 mg/dia) ----------------------------------------- 12/12h - 8/8h
ATÉ 24H AFEBRIL DIAZEPAN = Cp 5mg | Cp 10 mg
0,5-1 mg/kg/dia (max: 20mg/dia) --------------------------------------------------- 12/12h
TRAUMA CRÂNIO ENCEFÁLICO
PECARN (Kuppermann et al, 2009)

< 2 ANOS
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
LEVE MODERADO GRAVE
15 - 14 13 - 9 8-3

TRAUMA LEVE
Chance de relevância clínica em %

ALGUM SINAL SECUNDÁRIO:


ALTERAÇÃO ESTADO MENTAL
- AGITAÇÃO / SONOLÊNCIA / CRISE EPILÉPTICA SIM (4,4%)
- QUESTIONAMENTO REPETITIVO / RESPOSTAS LENTAS
FRATURA BASE DE CRÂNIO
TC
NÃO

ALGUM FATOR:
Perda da consciência ≥ 5 segundos
Relato dos pais que menor não está bem
- Occiptal
HEMATOMA - Parietal
- Temporal
- Queda > 1,5m
MECANISMO - Impacto intenso por objeto / Alta velocidade
GRAVE - Atropelamento: Ciclista sem capacete / Pedestre
- Acidente carro com: Ejeção / Morte / Capotamento

NÃO (< 0,05%) SIM (0,9%) SIM

ALTA HOSPITALAR OBSERVAÇÃO OU TC?


- PIORA DOS SINTOMAS APÓS ADMISSÃO
- IDADE < 3 MESES
- PREFERÊNCIA DA FAMÍLIA
- EXPERIÊNCIA DO MÉDICO
- ≥ 2 FATORES

NÃO

OBSERVAÇÃO CLÍNICA 4 – 6h HORAS


- FC - Sat - PA - Glasgow – Pupilas:
TCE MODERADO --- 2h: 30/30 min > 2-4h: 1/1h

TC
TCE GRAVE
CRANIOTOMIA IMEDIATA
Alteração da consciência | Sinais neurológicos focais | Desvio da linha média ≥ 5mm
TRAUMA CRÂNIO ENCEFÁLICO
PECARN (Kuppermann et al, 2009)

> 2 ANOS
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
LEVE MODERADO GRAVE
15 - 14 13 - 9 8-3

TRAUMA LEVE
Chance de relevância clínica em %

ALGUM SINAL SECUNDÁRIO:


ALTERAÇÃO ESTADO MENTAL
- AGITAÇÃO / SONOLÊNCIA / CRISE EPILÉPTICA SIM (4,3%)
- QUESTIONAMENTO REPETITIVO / RESPOSTAS LENTAS
FRATURA BASE DE CRÂNIO
TC
NÃO

ALGUM FATOR:
Perda da consciência por tempo qualquer
Cefaleia intensa e progressiva
Vômitos ≥ 3 / hora
- Queda > 1,5m
MECANISMO - Impacto intenso por objeto / Alta velocidade
GRAVE - Atropelamento: Ciclista sem capacete / Pedestre
- Acidente carro com: Ejeção / Morte / Capotamento

NÃO (< 0,05%) SIM (0,9%) SIM

ALTA HOSPITALAR OBSERVAÇÃO OU TC?


- PIORA DOS SINTOMAS APÓS ADMISSÃO
- PREFERÊNCIA DA FAMÍLIA
- EXPERIÊNCIA DO MÉDICO
- ≥ 2 FATORES

NÃO

OBSERVAÇÃO CLÍNICA 4 – 6h HORAS


- FC - Sat - PA - Glasgow – Pupilas:
TCE MODERADO --- 2h: 30/30 min > 2-4h: 1/1h

TC
TCE GRAVE
CRANIOTOMIA IMEDIATA
Alteração da consciência | Sinais neurológicos focais | Desvio da linha média ≥ 5mm
TRAUMA CRÂNIO ENCEFÁLICO
Tratado Neurologia infantil, 2017

A. HEMATOMA SUBGALEAL B. FRATURA LINEAR C. FRATURA COM AFUNDAMENTO


D. HEMATOMA EXTRADURAL E. HEMATOMA SUBDURAL F. CONTUSÃO CEREBRAL
G. HEMORRAGIA SUBARACNÓIDE H. HEMORRAGIA INTRAVENTRICULAR I. LESÃO AXONAL DIFUSA

TIPO CRESCE TIPO LOCAL INTERVALO LÚCIDO PROGNOSTICO


EPIDURAL / EXTRADURAL RAPIDO ARTERIAL TEMPORAL SIM BOM
SUBDURAL LENTO VANOSO QUALQUER NÃO RUIM
CEFALEIA
Tratado Neurologia infantil, 2017

ANAMNESE
EXAME FÍSICO

I Início súbito INVESTIGAR CEFALEIA SECUNDÁRIA


N Noturna - TC
V Vômitos - LÍQUOR
E Esforço físico
S Sinais neurológicos focais
T Temporariedade SIM
- evolução < 6 meses
- piora progressiva
- mudança do padrão da cefaleia NÃO
I Infecção suspeita
G Grande intensidade / a pior cefaleia
A Associa com crise epiléptica CEFALEIA PRIMÁRIA
R Recente mudança comportamento / declínio escolar - NEUROLOGISTA PEDIÁTRICO

< 30 minutos?
SIM NÃO

DOR MODERADA / FORTE DOR LEVE VOMITO INTENSO VOMITO LEVE/AUSENTE


(Investigar causa 2ª)
Dipirona/Paracetamol VO Repouso em quarto
Ibuprofeno VO escuro e silencioso AINE SL/EV
Triptofano VO 30 minutos Ondasentrona EV
Triptofano IN
Sem melhora em até 4 horas Sem melhora em até 30 minutos

DOR MODERADA / FORTE

Dipirona/Paracetamol VO
Ibuprofeno VO
Triptofano VO

Sem melhora em até 4 horas

MODERADA / FORTE
MELHORA EM QUALQUER MOMENTO
Dipirona EV - ALTA
Ergotamina EV
- IBUPROFENO 10MG/KG/DOSE 8/8H S/N
Divalproato EV
Clorpromazina EV