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SEMICONDI,NORES

PREFÃCIO

Toda vez que duas p€ssoastentam sÍmboló da figura 0.1 ligado Ì)or um
comunicai-se, escolhem elas um <<có- +/\^-
digo> para se entender. Seja o idio" FrG O- |
ma ou. escrita comuns, os gestos, a traço ao símboio da figura 0.1 sabení
mímica, o certo é que precisa existir _-ìt--
um código comum para que o pensa- FÍGo.2
mento de uma pessoà seja entendido que isto significa um resistor ligado
pela outra.
a um condensador. Se dois tra.ços, no
Um bom exemplo do que dizemos desenho, se cruzam, sem que Lenham
está nos símbolos rodoviârios. A si- a configuração da figura 0.3 isto sig-
nalizaçáo ao longo das estradas é um
código que as autoridades rodoviá-
rias adotam para avisar sobre curvas,
elevações, pontes, Ìimites de veloci-
dade etc.
Em rádio, eletrônica, TV e afins
também existem códigos on. coleções
Ftc o.3
de símbolos que permitem a rÌÌrìa pes- nifica que o desenhista, por conve-
soa dizer exatamente o que deseja,no niência ou imposição gráfica, fez com
que concerne a circuitos e a.çõesele- que umã linha cruzasse a outra, po-
trônicas. rém, isto não significa que os compo-
Assim um livro sôbre quàlquer ÌLentesa que vão ter as linhas, devem
ramo de eletrônica, deve, a nosso ver', ser interligados.
começar pelo estabelecimentode um O leitor deve procurar memorizar
código ou coleção de símboÌos para estes símbolos que são usados em to.
que os leitores não tenham dificul- dos os circuitos. Nâo é recomendá-
dades em entender o que deseJamc,s vel que procure recorrer sempr:ea este
dizer. capituÌo todas as vezesque ì.iver que
Estes símbolos - que são dese- rnterpretar um circuiÌo. É como se
nhos usados na técnicâ eletrônica - recorrese a.uma cartilha de aÌfabeti-
têm um significado específico. Assim zação t-odasas vezes que tivesse que
quando o leitor se defronta ccm llm ler um Ìivro-
Antena - Setve para in- srl tB o L o s F tG.1.1
dicar o terminal do re-
16
ceptor ou tÌEnsmissor
onde deverá ser ligada a Y 1
-ffi-
ooooo' 29

antena eaterna. É tam-


tÉm usado para indicar
a própria antena ex-
J- 2
l[ 1r + 30

18
terna,
Tera - Indica conexão
fl 3
3l[
< -- 31

ao c h as si s m e tálico: --.d\-È- 32
ponto comum de ligacõ.rs -F1
a massa: terra externa.
Antena de Quadro - Ti- +-5 19 -€- 33
po de antena direcional.
No passado era mqito 6 cg 31
usada em rádios, porém,
hoje está superada pela -i-- 7 +20 35
antena tipo <Ferite>,
jL
Ê usada em aviões e na-
vios para rádio-orien- ll 8 -.r.
-l
21 fì( 36

tação. n-
C o n e x ão- Ind ica a ìi- 9
f 22 u- 37
t&ção de dois conduto-
res (ver 6).
Não-conexão - Indica
--1tl=- to
ff 2s çt 3A

que apesar dôs traços se


cruzarlem os condutoreÍt -rrrrr!-
1 t
ffiW L4 b/_ 3e

i
não devem ser lisados
(vetZ).
CoDêxão - Indica a co.
-ï 72
3: 25 0 10

nexão de dois condu-


tores.
t3
-{:
26
A 11

' Não conexão - Indica a


t rr -4n 27 -A 12
não ligação de dois con- \d-
dutores apesar de 3e cru' -tté-
zarem. dprefeúvel este
método aõ anterior (5), --lõr .\- 15
i-Vn
:-Ì*
.
2a
aQ 1s
pois eitita que um bomão
ãe tinta induza em err<.r. uma foÍma oìl tubc, Õu
3 Terminat - O círculo t/8 atê 1 vâtio. Em sem estes; .de fofrna ci-
vazio indica terminal fê- transrhissores clìegam a lindrica, Há vários tiPos
tnea, o cheio têrminal centenas clevâtios. de bobinas, sendo as
macho. 12 Resistor variâvel - Ti- mais comuns a ale uma
9 Pitha - De um só. ele- po potènciômetro. O va- c a ma d a è ó e a h c ' n e Y '
mento; o traço maror e ior-é variado Pela ação comb.
3emDreo.positivo. do cursor. IO Reator - Choque,bobi-
0 Batêria - Várias Pilhas 13 Resistor com derivações na com núcleo de ferro
ligadas em série' - Geralmente é rttn re- laminado, etc. INuroIa-
I Rãsistência ou resistor sistor a fio, com váúas mento de vârias cama-
- componente usauo tomadas ou deriva.ções. das de fio, conr núcleo
cntre outras funções Pa- 14 Resistor variáveì - ']li- constituído de lâminas
r'a abater ou reduzit' a no reostato ou resi3icr' Éì de ferro silício.
voltagem. Os resistores iio com. uma braqailcira .l í Transformador de RF -
ç,,rde;rser de fio. glafi- deslisante, Duas bobinas muito Pú-
São fabncados lìr'rbina - Tambérn de- iimas produzem -indu'
ie. etc. t J .
em diversosvalores,sen- norninada cÌe soÌenoìde, ção. Quanclo circula em
dida o 0hm. Podem ser indutâtrcÍa. NoInc g,,:nc- uma tpnmário) umg
do sua unidade de me- rico qrte se dá ao cr:InPo- correntã alternada oü
para várias dissiPações. nente constituído cìe rtn pulsante, nâ outra (se'
Èm transistores são de enrolamentode fio sobi'c õundário) induz-se uma
s rMB oros FtG.r.l
26 InterruPtor ou chave-
5e 70
1 oolo 2 Posições
irr 14 @@ II ldem. iddm '.'- 2 Polos
posicão
\8" 4s ôa 60 ffi' 71 28 ided. idem -'2 Polos
posicões.

46 --Ot- 6 t \., 72. 29 Ìde;. idem - 1 Polo
L-
posiçôes (o número
t--
l)u 17 a 62

\_t 73 iosições é muito
riáveÌ)
t-rõ- 4s
49
g 63
-fÌ f4

75
30 Diodo - Retificadolt
detetor
31 Centelhado- DisPo
tivo Para que um -r
-ìí T
Lz-
cesso devoltagemsecÍ:
0: so
ã
I
.:)
64
,+ 76 sipe na forma de cenx
lha elétrica.

{1^t= sr g 65
* 32 Fusível - Existem v
rias formas de fusÍv
Seu valor deve ser '
[^_,=
66
sÉ 7A acordo com o oonsutt
tìo aPanelho: que vir
<:ÁIi
79 rrFoteger.
3t:l -fF gg Lampãaa Piloto - Lôr
ì,, pada miniatur:8 lrara r
54
9:rl
6
@7
80 al
ãicação e iluminação <
escalase hstrumentoÊ
55 34 Fone duPlo - A rePr
--1 :@ ^ s2 sentaçãodo fone simPì,
tem um só adricular.

"<i ï"
6A
56 35 Altofalante -- De in
permenentê
57 36 Idem, idem de eletr
^'/.
imõ - Muito PoucouF
- : J l. ! 69 do atuolmente.
tF=
5A
Ç '-" n 3? Unidade de rePlodug
fonoeráfica - Piok-U
força eletro motriz ... . 38 Filaãento de vôlvula
(l'EM). Ás letras RF re-
Fixo. A parte curva in- 39 Catodo atevôlvull
ferem-se a Rádio Fre- dica o lado preferencial 40 Grade de vôlvula
quência,acima dos .... para ser ligado ao ter- 41 Placa de válvula
20 . 000 hertz.
minal da placa externa r12 Válvula de tr€e eletr
18 Transformador de ÀF - dos : Tembém châm
do condensador íoutside
O mesmo princípio ante- da triodo.
rior só que em freguên- foiì).
43 Guia de refeÉncre
cias baixas (BF) ou au- 2L Condensador eletrolitico - Para con*ão das vá
dio frequência (AF). - 'Há outras rcpresen- vulas eletr6nic88,
Por se tratar de fre- tações gráficas .porém 44 Chave deslisant€ de
quências mais baixas o estaéamaiscomum polos 2 posições.
núcleo é de ferro silício 22 Condensador variável 4õ Chaveseeltora de múll
laminado. 23 Condesador variável - ploscontatos.
19 Transformador de ali- duplo, triplo, etc. Tam- 46 Microfone - SÍmbo
mentação - Ou de for- Mm se diz em <tandem>>. gersl.
ça. Possui primârio (P) 24 Transfomador de R. F . 47 Idem a condensador.
e um ou mais secundá- - Com primário e se- 48 Idem dinâmico.
rios (S1, 52 e 53 no c'rndário sintonizáveis. 49 Idem a cristal.
exempÌo). Alguns tem 26 Duas alteralativas para 50 Jack (jequç) - Ti!
derivações. (S1 e 52). indicar interruptor sim- simplespara conexãoc
20 Condensador - Tam- ples. Diz-se que tem 1 po- plug (plugue).
bém chamadocapacitor. lo 1 posição. 51 Jack duplo.
3
52 Jack com contâto que sc 63 Bobina variável - Com térmico. À letra (a) inj
abfe (ou fecha) quando núcleo de material mâ9. dica o botão para rear-
cntra o plrtg. neuco. rnar o conjunto.
53 Terminal concôntrico - 64 Bobina com núcleo vã- 70 PIug (plug'ue) para ligar
TaÌr.tÉm chamado de to- riâvel-Onúcleo,quasc no jack
mada RCA. sempre constituído de 71 'Iomada concêntrica ...
54 Fio duPlo blindado com material magnéticoé RCA - Com blinrÌagem.
ligacão a massn. passivel de ajuste, me- 72 Tomada ou ficha -
Também chamr.do de co-
55 !'io srmPles blindado' diante um rosoueado-
netor. Macho.
56 tslindagem- lndic-a 65 BcSina - Assemelha-sc
Idcm, idem - Fêmea.
blindagem ao rcdor do a representação n,) 15.
74 Tomada ou ficha para
comDonentcs' Alguns projetistas pre-
ferem a posiçãovertical. corrente do setor.
5? Fios simPles blindados ía Cristal de quartzo.
- Com um único Ponto Eìetricamente não tem
diferença. to Pick-up de cristal ou pie-
de contato a massa' zo clétrico.
58 Fio simPtes blindado 66 Bobina com núcleo dc
77 Idcm monoaural.
Corn mars de um Ponto a íetro laminado.
78 Idem estereofônico.
massa. 67 ldem, idem de material 79 Diodo - Semelhante ao
b9 LâmPada de filamcnto' magnético. ' n'r 30 porém com indica-
60 ,Làmapaila neon. 68 Relé - O número de cão de polaridadc.
51 Medidor - Instrumento contatos pode ser muito 80 Diodo Zener.
de medida maior. 81 Idem, idem, dc anodo.
62 Medidor - Dentro do 69 Disjuntor - Dispositito 82 Retificador de Silício
círculo coloca-seuma le' que desliga com õ exces- Ccntrolado (SCR).
.tra referente ao tipo dc sb de consumo que faz 63 Transistor PNP.
medida. (A) amtrreríme- disparar, um p;otetor 84 Transistor NPN.
tro; (V) voltímetÌo etc.
APÍTULO I

De todos os semicondutorc.so mais terial semicondutor dão nome a este


importante sem dúvida é o transistor, de <P>. Os que possuem substâncias
ilai ser tratado com maior destaque que dão eletrons, dão ao semicondu-
- tor a designação de <N>>.
nèste livro sobrd senicondutores.
Os transistoÌes são constituídos A diferença básica entre os mate-
riais <P> e.<N>>é o tipo de movimerÌ-
de materiais e substânciaíã.jr n;l;--"
é aã-p"ri"it" q.t" ocorÌe nas- cargas elétricas.
;ir;ï-;;;t";ística !9
ó* Nos.materiais_tipo N a corrente é pro-
;;Ëõ;á;;.".;tã
"r"t"ïõ" a, "- d.uzida,Pelos.eletrons_oucargas nega-
ËfiïË'.p"";;t;;*;ã"- tivas (daí a letra N de neg.ativo); nos
*"t" ãrètiitr em sdntidã'ãóãJã. "ã"- e
i-tr-""-ãã"ig.ta se-i"õttã-uião. o. P a corrente-Q nloduzida
T^?!"i1it
pelascargâspositivas(daí a letra P).
úánsistoresjao se-i"o"ã"1àiãs.
Os materiais mais usados na fa- Os transistores são constituídos
bricação de transistores são o silício de finas placas de material P e N que
e o eõrmânio; outros materiais como possuem umâ interlig'ação (junção
o su'Ífeto de cádmio, sulfeto de chum- molecular) aÌém do contato físico.
bo. indio e gálio também são usados. Po{em constituir-se de duas lâminas
. Antes qÍe o material possa ser P e uma N ou duas lâminas N e uma P.
consideradõ apto a ser transformado São designadas de PNP no primeiro
em semicondútor é ele submetido a caso e NPN no segundo caso, confor-
uma série.de operações, inclusive de me a seção central seja negativa (N)
refinaAão, para dar as qualidÂdes ne- ou positiva (P).
cessárias áo seu desempenho. Os eletrodos dos transistores são:
Certos materiais são adicionados a base (B), que se neferìeà parte cen'
rìara que' aceitem ou forneçam ele- tml; o emissor (E) e o coletor (c).
f-trs. õ isto tonra os transistores pa"s- Quando o senúcondutor é um diodo
síveis de definições mâig estritas. denomina-se aquela parte que posslri
Àqueles que possuem substânci8,s material N de cato_doe-a que possui
que aõeitam eletroÌls contidos no ma- material P de anodo. A representa-
ção gnífica dos transistores é a 8e- Com referência ao funcionamento
guinte: e representação gráfica dos semicon-
tlutores, aqui caÍe uma oGervação-
Os diodos Zener são os únicos que
aASE(8) operâm em condições inversas em re-
táção à direQão da flecha e a polari-
dade. Mais adiante exPlicaremos o
ÌRANS|SÌoR NPN
funcionamento do Zener.
Ftc 1-1 . O leitor deve mêmorizar esta Par-
.COLETORCC) te de letras indicadoras e polaridade
eAsE(8){-{
a7, nos terminais dos transistores. fsto
| irá ajudá-lo quando efetuar medidas
Ve,rissoncer e repârações nos aparelhos transisto'
rizados.
rRAÌtsisroRpNF Os transistores, como antigamen-
' NOTA: - Existem outras r€Pr',e- te as válvulas, são associados o oür
sentações gráficas de tiansistores te- tros componentes para c.onpletarem
trodos e outros que veremos mais circuitos.
adiante. Existem três disposiçõeg básicas de
ligação dos transistores.
Os diodos têm a seguinte repre-
sentdção:
g>lsrPso BASE COMUM

DIODOSEMICONOUÍOR Diz-se que a disposição é <Base


F I G l' 2 Comum>>quando esta é comum ao cir-
cuito de eútrada e saída (ver fig. 1 . 4 ).
A seta indica o fluxo ccnvencional
da ããrrente elétrica; portanto, os ele-
iÃns fluem.no sentião inverso' Em
ãutras palavras, o sentido da correrr-
i" e ì"ü"."o ao sentido do fluxo eÌe- Tanto para transistorrcs P.NP como
iro"*. ,c'.si*, na figura 1 3, o fluxo NPN a base é comurn à entrada e à
saída.

ÍiaEcÂoú F|-uro COLETOR COMI,]M


EÉLËIGIOqOOO
Diz-se que a disposicão é Coletor
dos eletrons é no sentido inverso ao Comum quãndo este^é cómum ao cir-
da seta.
Os eletrons nos transistóres NPN
fluem do emissor
'transistores PNP Para
os
o coletor. Nos
eÌetrons
coletor para o emissor' O
fluem do
transistor,
S:-
cuito de entrada e saída (ver fig. 1 .5).
oue é básicamente um comPonentede Tanto para transistores PNP
tlrês elementos (base, coletor e emis- como NPN o col€tor é comum à en.
sor). é usado para todas as aplicações trada e à saÍda.
antôs efetuadãs por válvulas. Exis- :.
tem mesmo certas funções que somen- EMISSOR COMI.IM
te os transistores ou certos semicon-
dutores podem fazer e que é impossí- _ Diz-se que a disposição é Emissor
vel efetuãr com vâIvulas. Uomum quando este é comum ao cir-
cuito de entrada e saída (ver fie. 1.6). trodos menos l) e os tetrodos têm o
número 3. Dependendo de como o
transistor seja usado, cada junção
pode ser polarizada diretamente (di-
reção de menor resistência) ou inver-
Tanto para transistores PNP como samente (direção de alta resistência).
.\PN a base é comum à entrada e à
saída. Quando funcionando, a a4ão do tran-
sistor depende ila correute de contro-
As disposições acima descritas Ie através de ambas junções pela va-
não alterarr a polaridade das volta- ria4ão da corrente at'lavós de uma das
gens aplicadas aos terrrinais dos tran- junções É dizer, a variação de cor-
sistores. 0 que varia são os pontos rente em uma das junções, faz variar
em que é aplicado um sinal ou corren- a corrente nas duas junções.
te de entrada e onde é ohtida.a saída. Um citcúto típico pode ser apr€-
Além da polaridade correta na vol-
tagem apücada aos terminais dos
transistorcs, outro ponto importante
ê a polanz,açáo. A polarização é obtí-
da por uma voltagem aplicada ao
t.ransistor e que determina a corrente
qüe fluirá pelo mesmo. Pode-secon- Mr Frc t.? itz
siderar o transistor como um compo-. ciado na fig. 1.7. A junçáo coletor-
nente que opera em corrente, isto è, base possu: alta resistência e a jun-
a corrente que flui no circuito emis- '
ção emissor-base tem baixa reslstên-
sor.base controla a corrente que flui cia e a corrente drénada de M2 é des'
no circuito coletor. E o fluxo é deter. prezível. Como, porém, não existe vol-
minado pela voltagrem de polarização. tagem aplicada à base, não flui pra-
As polarizações pbdem ser deno- ticamente corrente. Se aplicarmos
minadas diretas ou inversas. Quartdo uma polarização (de M1) à base, a
são aplieadas na junção emissor-base corrente fornecida por M2 aumentâ.
denominam-se diretas, e quando na A seção emissor (E) fornece eletrons,
junção coletor-base, inversa$. o coÌetor recebe. Uma pequena varia-
ção na corrente de base faz com que
Um transistor é constituído de re- haja uma grande alteração na corren-
giões alternadas de semicondutores te entre emissor-coletor. RL é a car-
P e N. De certo modo 'simplificado ga ou circuito de aplicação e G a en-
pode-seconsiderar um transistor PNP trada do sinal.
èomo diodos P-N e N-P reunidos em Esta é a condição básica para um
um só bloco, de tal modo que exista circuito amplificador. Pela variação
uma só camada, muito finã, tipo N, de uma corrente relativamente peque-
na parte central. 0 mesmo sucede na, através de uma junção (base-
com o transistor NPN, só que a ca- emissor) é possível controlar uma coi-
mada seria tipo P. O transistor é as- rente total, muito maiof ,através de
sim um componente de duas junções, ambas junções do transistor (junção
em contraste com oÈ diodos que são coletor-base e junção base-emissor).
de uma junção. Aliás, na nomencla- Aplicando-se um sinaÌ ou corrente
tura de designação os diodos têur ao circuito de entrada de um transis-
como primeiro indicador o número 1 tor base-emissor,base-coletor, dentro
(indica a quantidade de eletrtdos me- clasconfigurações clássicas já descri-
nos 1) ; os tmnsistores têm o número tas (figs. 1.4, 1.5 e 1 6), teremos os
2 (indica também a quantidade de ele- /efeitos acima descritos.
6
CAPÍTULO II
AMPLIFICADORES
Os circuitos bâsÍcos já. foram des- um va.lor igual à queda de tensão base
critos de modo suscinto, Porém de para emissor. Cotno a voltagem de
ynaríeirabastante clara de modo a não saída segue a voltagem de entrada, o
deixar dúvidas no leitor quanto acr circuito é muitas vezes desigrrado de
orincípio de funcionamento. Vcja mos <emitodino>, à semelhançado circui-
ãgora' alguns detalhes adrelonais' to catodino, de válvula.
 impedância de entrada do am-
AIUPLIFICADOR TIPO plificador de coletor-comum é alta e
BASE-COMUM a de saÍda a mais baixa das três con-
figurações clássicas. O ganho dô s!
No amplificador .tipo base-comum naÌ do
circuito emitodino (coletor-co-
o sinal e aplicado no tÌ?xsistor atra- mum) é menor que a unidade, porém.
vés do circuito emissor-basee a saída
o circuito tem muita aplicação em dis-
é obtida nos terminais coletor-base positivos onde o problema de casa-
lfie. 1.4). A impedânciade entrada monto de impedâncias é mais críiico
e bãixa e a impeãância de saída bem
- que o ganho do amplificador.
mais elevada. O ganho total não é
rnuito elevado,de modo que este cir- AMPLIFICADOR DE
cuito é pouco usado saÌvo nos casos EMISSOR COMUM
em que o ganho não é Pnmordial e O circuito emissor-comum é o mais
popular dos três circuitos clássicos,
sim o casamento de imPedâncias.
Em um amplificador P.NP, de base porque permite ganho em corrente e
" voltagem. (fig. 1 .6).
comum,â corrente do emissor aumen-
ta à proporção que a voltagem base- A corrente é amplificada devido
emissor decresce. À proporção que a ao fato de que pequenas variações ua
corrente do emissor aumenta, também corrente de base produzem grandes
cresce a corrente dô coletor. em uma variações na corrente do. coletor. A
proporçãode 1:1 (um Para um), mes- voltagem é amplificada porque a re-
mo com a voltagem no coletor sendtr sistência de saítia é maior oue a re-
zero. Com o transistor NPN oPeran- sistência de entrada. Deste' modo o
ba.s5'comum, o ganho de potência de um amplifica-
do como amplificador
emissor se torna negativo à propor' dor de emissor-comum é ma_icirdo que
nâs outras duas cr-rnfigurações.
ção que a antena se torna mais Posi-
tiva. Diminuindo a corrent€ do emis- Ao contrário das outras duas dis-
sor decrescea queda de voltagem nos posições o amplificador de emissor-
extremos da resistência de cargo. Des- comum é um inversor de fase, isto é,
te modo, tanto no PNP como no NPN o sinal de saída está sempre l8J" fora
o sinal de saída está sempre em fase de fase em relação ao sinal de entrada.
com o sinal de entrada. Esta questão de fase e fora de fase
ou defasado não e fáciÌ de ser enten-
AMPLIFICADOR DE dida pela maioria dos leitores, porém,
COLETOR-COMUM vamos dar um e;<emploque irá acla-
Quando o sinal de entrada é apli-' rar o assunto. Imagine que está mar-
cado na base e a saída obtida no emis- chando, num treino de <ordernunida>',,
sor. o circuito é denominado de cole- 'e comece a andar com o pé direito,
tor-conum (fig. 1.5). Neste caso o enquanto os outros começam com o
ganho de eorrente é o mesmo que a pé esquerdo. Ao chegarrao ponto de
proporção de variação de corrente do <<alto>> estará com uma passada fora
emissor em r'elaçãoà variação de cor- de fase, que provocará,-sem dúvidz.,
rente de base. À v.oltagem de saída uma reprimenda do sargento que es-
é sempre menor que a de entrada, por tiver treinando a turma de recrutas...
,
Pois estar fora de fase em eletrônica mento é desejável e outras vezes tem
é mais ou menos como estar com pas- que ser cqrrigido. Mais adiante vene-
Bo troeado. Pr,ossegue a marcha mas mos este ponto com detalhes.
quando o pé esquerdo dos outros está Na tabela da fig. 2.1 temos um
na frente é o pe'direito do <fora dc r€sumo das características dos tr€s
fase> que está na frente, aPesar de cbcútos clássicos de transistores.
todos marcharem em linha. Todo circuito amplificador, como
Nos sinais qué são aPlicados aos o nome indica, é destinado a amplifi'
amplificadores os mesmos podem so- car os sinais aplicados e sua entrada.
frei um defasamento ao longo do per- Porém isto não se faz gratuitamente'
eurso no circuito. Às vezes o defasa- Há um certo <<preço>> que'se tem de
!l E E I|^
CiÌguito InD. EDt. Ilnp. Sairfa Ganho poder Garho votü Garho corl hv'
a a a a aaa
Bsi:E nedlt e alta , ftitnÍ,
ËComtm ótino Muito bom 180
a noderada
l,Íuito boi:r Alta- boNn IlÍ. a 1.0
B-Coarun Múto Bom O
a modcraih e D[ito alta
C4.-,- M"dçrrdr Bdtrmoil€r.rfr Moderada InÍ. a l. O lÍuito bon G
p/.tt^

pagar para oìter es-ta amplificaçãc. como um sinal sinusoidal de entrada


Este preço seo as drstorçoes que o se apresenta a saída. Os circuitos
sinal sofre. Estas distorções podem usam transistores PNP, se fosse
Èer de várias espécies, mâs no final . transistores NPN a pofaridade d,as
resultam em <infidelidâdes>> acres- baterias teria que ser inveúida.
centadas ao sinâI. Alguns circuitDs Nos amplificadores cÌasse A usa-
produzem menos distorção que ou' se uma coriente úoderada de polari-
tros. Porém são mais completos e zação, situando a corrente do coletor
cabe ào leitor, pesando todos os fatos, eri um.valor elevado quarìdo não há
escolher o que rrais lhe convém. sinal de entrada. Quando é aplicado
Existem três classesde amplifica- um sinal à entrada a côrrente do cole-
dores (A; B'e C) e uma classe inter- tor varia acima e abaixo do seu vâlor
mediária denominada A-8. Na fig. 2.2 estável. porém nunca chega a zero,
mesmo nlos picos positivos do sinal
aDlicado. DeÀte modo, o'ciclo comple-
tô do sinal controla de modo instantâ-
s neo a corrente do coletor; a corrente
deste e a forma do sinal à saída são
idênticos ao sinal de entrada.
Na operação em classe B o circui-
@: to de emissor-comum opera com cor'-
rente zero ile polarizaç6o ile base.
Deste modo a corrente constante do
coletor seria zero - no caso de unr
transistor ideal. Quando se usa unÌ
transistor PNP como é o caso da fi-
@ guraz.2 a comente do coletor não fltti
ãurante todo meio ciclo positivo do
sinal de entrada, fluindo somente
durante o meio ciclo negativo e al-
eançandô o máximo quando o sinal
temos as três disposições clâssicas e tle entrada atinge o pieo negativo'
8
Deste modo somente meios ciclos al- O leitor pode fazer algumas medi-
ternados do sinal são efetivos no con- das interessantes com os transistores
que entre outras coisas lhe permitirá
trole de saída do amplificador, e a
forma de onda do sinal de saída apa- consolidar os conhecimentos práticos.
rece como uma série de meios cicl,os. Todo transistor ampÌificador tem
O valor médio da corrente do coletor um ganho, seja em voltagem ou cor-
varia de zera a um valor elevado rente; ou como no caso da configura-
quando um sinal de entrada é aplica. ção emissor-comum, de ambas.
do a um circuito amplificador'clas- O ganho de corrente de um tran-
se B. sistor emissor-comum é denominad<l
Nos amplificadores classe C usa. fe Beta (em alguns casos usa-se so-
se polarizar a base inversamente e â mente a letra B). O ganho em corren-
corrente do coletor permanece inalte' te alterna (AC) é a proporção de va-
rada não só nas bondições de não- riação de corrente do coletor ém re-
sinal, mas também enquanto os picos lação a còrrente de base.
do sinal apÌicado não atingem um va- Para quem deseja usar um tran-
lor que sobrepuje a polarização ini- ;istor em um circuito amplificador ê
cial. Uma vez isto acontecendo a cor- importante conhccer o Beta do mes-
rente pode fluir e aumentar e dimi- mo-. Isto se obtém consultando os
nuir em amplitude, acompanhando as manuais ou guias dos fabricantes.
variações de pico do sinal de entrada. Porém, se isto não é possível, é fácil
O amplificador classeA-B é, como comprovar na prâtica o Beta do tran-
dissemos, intermediário entre o tipo sistor. Faça uma disposição como da
A e B. É usado com uma base ligei- figura 2 .3. Com uma corrente fixa
ramente polarizada. Em condições aplicada à base do transÍstor, um mi-
liamperímetro colocado em série com
ile não-sinaÌ há uma pequena colren-
te do coletor, fluindo, Porém não tão )R N P N
elevada como no caso da disPosição
classe Â. Quando um sinal de entra- l0Oua
rla é apücado, a corÌ€nte do coletor
é reduzida a zero durante uma grarÌ-
ile parte do meio-ciclo positivo do si-
nal, porém há um aumento médio
devido aos picos de aJta corrente nos
meios ciclos negativos.
Na prática é pouco coúum os ;- r,5V
rmplificadores classe B puros. Â r circuito coìetor, é possÍvel medir o
maioria assim designada não passa ganho do transistor.
de disposição classe À-8.
Quando se trata de sinais de bai- , A corrente a ser apÌicada à base
xeve ser da ordem de 10 a 100 micro_
xo nível é comum usar um circuito
amp€res. No
classe A-8, B e C são usados em mo-
tro com escala-coÌetor,o miliamperíme_
duladores. detetores e misturadores. de 0 a 1 mA údicahá
Por outro lado, quando se trata de o ganho. O único trabaÌho do leitor é
acrescentar os zeros após a indicação
sinais de alto nível, como nos estágios
do miliamperimetro pàra determirial
de saída, os circuitos classeB, A.B e
o exato valor Beta-
C são mais preferidos.
Para um transistor dado, o.ganho
máximo por estágio é geralmente Para medir trnasistores PNP bas-
cbtido quando a unidade é <-rperada ta inverter a polaridade da pilha e os
e:n classeB ort C. lerminais do miliamperímetro.
CAPITULO III

O TRANSISIOR EM ACÃO
_ ATÍPLIX''ICADORE:S

Os transistores têrn uma faixa de pasta de silício para ryrelhor contato


temperatura dentro da qual funaio- do dissipador com a carcâça do com-
nam-adequadamente. Passados estes ponente. (Fig.3.2)
limites podem deixar de funcionar.
Em frios intensíssimos os transisto-
res podem não funcionar e no calor
exceisivo ficam inutilizados definiti-
vamente.
. Por estranho que Pareça a junção
dos trarisistores tem, durante o fun-
cionamento, uma temperatura eleva.
da. se levarmos em consideração as
dimensões (milésimos de milímetros)
deste componente. Àssim, ao ser apli- AIiás, a prolúsito do calor a que
cado um soldador, mesmo Por segur- possam ser submetidos os transisto-
dos. aos terminais de um transistor, res é conveniente tomar precaução
no seu interior a temperatura se eleva com os râdios portáteis que se deixam
muito rapidamente, parecendo Por nas areias cscaÌdantes das praias e os
comparação a de uma fornalha. Daí rádios para automóveis. Um envóIu-
ser'recomendado o uso de dissipado- cro de <<Isopor>>por exemplo ajuda a
res temporârios, nos terminais, quan- preservâr do calor estes aparelhos.
ilo se efetuam âs soldas (fig. 3.1) e, Todos os transistores são capazes
basicamente de funcionar como am:
plificadorcs. As limitações que exis-
tem são em função das características
próprias de cada tipo, relacionadas
com freqüênciá e potência. Hoje exis-
te uma enormidade de tipos de tran-
sistores e a cada dia surgem outras-
cèntenas ds tipos, que atendem prati-
camente a todas as necessidadesnor-
mais de aplicação em amplificadores
de áudio, freqüência intermediátia
(FI) e rádio-freqüência (RF), bem
F lG 3'l
como osciladores, comutadores, reti-
a aplicação de radiadores, nos transis- ficadores etc.
tores de comutação e poder para que Os circuitos e transistores, sejam
dissipem rapidamente o ealor origr- em áudio (AF), freqüência interme-
nado em suas junções por função da diária (FI) ou rádio-freqüência (RF),
corrente que circula. devbm ser acoplados entre si, para
Os dissipadores ou radiadores já transferirem os efeitos desdeuma en-
existem nas casas comerciaisr; podem trada ou aplicação até uma saída ou
também ser construidos pelo leitor utilização.
habiüdoso. Constituem-se de chapas
de alumínio e em alguns casos reco- Por cxemplo, em um circuito am-
menda-se envolver o transistor em plificador de:átrdio o sinal é aplicado
10
à entrada. Estc srnaIpodt'scr';rrodrr- Nas figur as 3.3, 3.4 e 3.b tom os
z ido p o r u m m i c r ofo n t'{,rru ma cá p sl l - Q t'
la de toca-disco. f)a entrada vai, d,:
estágio em estágio, até à saída onde
é, já em nível bem clcvado, âpÌicad()
ao alto-faÌantc ou fone. Estes está-
gios precisam estar interligados oll
acopÌados,para que o sinaÌ passe de
uma a outra seção.
Três são os processos de acopla.
mento. A resistor-condensador.indi- respectivamente os acoplamentos a
cado abrcviadamente dc R-C, direto transformador, R-C e direto.
e a transformadores, Há rtaturaÌmen- Na fig. 3. 6 temos um esüígio am-
te os processosmistos em que se usam
dois processos,dos acima descritos,
para a mesma finalidade. É conve-
niente notar que o acoplamento por
transformador pode usar este compo-
nente com núcleos de lâminas, de ma-
terial sinterizado (ferrite) ou ap3nas
dois enroìamentos sobre uma forma..
com núclco dc ar, todos são trans-
formadorcs.
pìiftcadot' de FI com transformadores
usando núcleo de material sintetiza-
do, tipo ferrite.
.O acoplamentodireto ífig. B.b) é
muito utrtizado em circuitos trânsis-
torizados,pois serve tanto para sinais
cle corrente contínua ( CC) como sr_
nais de corrente alternada íCA). Tem
porém o inconveniente de ser-muito
Os acoplamentos R-C muito usa_ sensívelàs variações de temperatura,
dos em Âtr', são de baixo custo e obrigando-a disposiçòescompensati_
ocupam pouco espaço. vas. Também é muito sensível à mu,
Os acoplamentos diretos são usa_ dança de transistores e não raro a
dos em amplificadores de correnrc ou troca mesmo por outro idêntico, do
em situaçõesem que os sinais são de mesmo fabricante obriga a mudança
muito baixa freoüência- nos valores dos resistores para man-
Os acoplamentos a transformador ter o desempenhonas coniliçõesori-
são mais custosos,ocupam mais espa- ginais. Por esta razão, certos fabri
cantes preferem utilizar a disposi-
ção R-C.
Porém o maior rendimento se
obtém quando se utilizam trânsfor-
madores-. Isto se deve ao fato de ser
mais fácil <<casar>as impedâncias
com transformadores do que recof-.
rendo a circuitos R-C. Por outro tádo,
bons transformadores nâ.o são fáceis
de encontrar Existem muitas mar-
ço, porém são muito mais ef,icÍentes.
, _ cas, porém poucas que sejam reco-
11
mendáveis. Tratando-se de um com- coletor do segundo estágio e C2 é o
nonentbque é de difícil exame no bal- condensador de acopiamento oara a
èão qrranãose adquire (só se Podeve- saída. Quando funcionando,um sinal
rificat se os enrolamentos estão aber- no sentido negativo aplicado a C1 au-
tos ou em curto) resta ao leitor jogar menta a corrente da base do PNP.
com a sorte nas primeiras vezes e aos
poucos ir eliminando as marcas que
irão se.vem. Como um serviço à co-
letividade é recomendável que de-
nuncie junto a amigos e lojistas o
fato. Só assim iremos saneando o
mercado de comPonentes.
Uma das vantagens dos transistrr-
res oue não encontra similarnas vál'
vulai é o que se designa Por 3ção
complementar. Em transistor NPN,
em ôonfiguração emissor-comum por
exemplo. os eletrons fÌuem do emis-
sor aõ coletor e deste através do cir- Isto, por sua vez, provoea um aumen-
cuito externo. Como sucederia em to correspondente muito maior da cor-
uma vâlvula, se fosse aplicado um si- rente do coÌetor do PNP e a polariza-
nal negativo à base, a corrente do co- çâo aplicada à base do estágìo NPN.
letor diminiriri?r enquanto um sinal Um aumento de corrente da base do
positivo aumentaria a corrente do segundo estágio resulta em um au-
coletor. mento amplificado da corrente do co-
Já no caso de um transistor PNP letor do segundo estágio criando um
a situação é inversa, isto é, o fluxo sinal de saída no sentido negativo nos
de eletmns, no que concerne o cir- extremos de R3.
cuito exterrÌo é do coletor Para o Do mesmo modo um sinal no sen-
emissor. Um sinal negativo de entra- tido positivo aplicado à entrada pro-
da aumentaria a corrìente e um sinal duz um decréscimo na eorrente de
Dositivo diminuiria a corrente do co- base do PNP, um decréscimona cor-
ietor. Isto é o oposto ao funcionamen- rente do coletor e, portanto. nâ cor-
ú:ao NPN. Assim o transistor PNP rente de base do NPN, e uma dimi-
é oposto e Para efeitos Prâticos, e nuicão na corrente do coÌetc'ratravés
comnlementdr do NPN; daí dizer-se
ã"" ãois transistores NPN e PNP Po-
dem ser (<eomplementares)>' numa sl-
i""èeo tt"i", que não se Pode obter
com válvulas.
com-
Na fig. 3 . ? temos um circuito
cascata' C1
oleãenta-r em disposição
il"";;;. condenèadorde acopÌamen-
do prt-
ïàï" ãít""at e -a polarização
íl"iìá élããi" é foúecida pelo divisor
'i"ïãriãË"'i-".nstituído iie R1 e R2'
ô Jiiãïlïã base-emissor do segundo

í:'l*i{m""i,"ï1":ïïï'ff .":]Ëï R2

de R3, criando, portanto, um sinal de


^ãã"ts"tu:",$ifi NPN
ïJ"iË'ãã-ããrcto-rïo transistor
saída no sentido positivo.
:''#ï:'.Í:,:T: 12
Este amplificador, portanto, usan-
do um mínimo de componentes, tem to complementar que tambérn é cha-
um allo ganho, ótima resposta na fai- mado de circuito balanceado'desaída
xa dae baixas freqüências ípois não simples; usa um transformador de
tem condensadores de acopìamento) saíd-aque dispensa.a derivação cen-
e fornece um sinal que está em fase tral mas funci,ona como um verdadei-
com o sinaÌ de entrada. ro circuito <push-puÌl>; e tern alta efi-
Nã figura 3.8 temos ourt'o circui- ciência e baixa distorção.

Ç-
CAPÍTULO fV

TRANSTSTORES EM AçÃO
_ OSCILADORES

Os circuitos osciladores 3ãci em mador do RF (L1 e L2) à entrada, na


muitos aspectossemelhantes a ampli- base do coletor. A freqüência do os-
ficadores sintonizados. Só que utiÌi cilador é determinada pela composi-
zam o princípio da realimentação po. ção de L1-C1. A energia é Ìevada à
sitiva, isto é, a saída acoplada, em base do transistor através de L1. A
fase, com a entrada para provocar os- corrente do coletor aumenta, a reali-
cilacões. mentação aumenta a condução até o
Os osciladores são usados em áu- ponto em que o coletor não pode mais
dio e nidio-freqüência. Àlguns são conduzir e o sinaÌ na base decai, para
projetados para produzirem ondas de iniciar novo ciclo. Este tipo é deno-
perfil sinusoidal, quadradas e outros minado de oscilador de èmissor-co-
perfis. A freqüência destas oscila- mum ou base sintonizada. Os eJemen-
ções pode ser de alguns heúzs ou ci- tos de sintonia também podem ser in-
elos até centenas de rnega,hertze ou seridos no eircuito do coletor ou do
megacicloe. cmissor.
Outros tipos de osciladores muito
usados são o Colpitts e Har ey. Na

T"
fig.4.2 temosìã Colpitts.
r, Parte da energia de saída é levada à
P}'P

Ll

:E

Na figura 4. 1 tem um circuito os- entrada através di-C2 e C3. serido a


cilador, cimplificado. Perte do sinal freqüência de oscilações determinada
de saída é levada através do transfor- por L1, C1 e C2, Na fig. 4.3temos um
13
circuito Hartley. Parte do sinal de pnmeiro estágio e assim o circuito
saída é levada à entrada por'uma d€- amplificador oscilará se sua saída es-
rivacão da bobina L1. A freqüência tiver acopladaà entrada. (fig. a.a).
é determinada, por L1-C1. No capÍtu' A freqüêneia ou tempo de repetição
lo circuitos prâtic"oso leitor eneontra- é determinada pela relação R-C (re-
rá vários diagramas funcionais. sistor-condensador) do circuito.
O princípio da osciÌação pode ser
usado em um circuito de muitas apli-
cacões. Trata-se do multivibrador,
qu; tem aplicações em rádio, TV, ele-
trônica industrial, computação, ele-
tromedicina etc.
Do que vimos anteriormente, nâ
configuração emissor-comum, o sinal
de saida de um estágÍo está 180" fora
de fase com o sinal de entrada. Se
al
dois estágios emissor-comum são li'
gados em cascata haverá mais uma Em RF como em AF os circuitos
ãefa.agern le 180''no segundo estágio osciladores utilizam os mesmos prin"
ou um toi I de 360", o que significa cípios. Mais adiante, no capítulo de
que o sinal de saída no segundo_está' circuitos práticos, o leitor encontrará
gio está em fase com a entrãda do vários diagramas funcionais.

CAPÍTULO V
TIìANSIS'IOE EÌìI ACÃO
- C()MUTAÇÃO-

Talvez uma das funções mais im- corrente mais intensa no circuito ce
portantes dos transistores é o de co- letor dó mesmo. F ácil é concluir que
mutação, isto é, servir como châve co- é isto que o relé fazia. Uma pequena
mutadora ou intermptor de <liga>>, corrente circuÌava na bobina; energi-
<desligá>. No passado esta função era zando-a e os contatos permitiam fe-
efetuaïa por relés e vâlvulas. Ambos char ou abrir circuitos.
deixavam- a desejar seja por lentidão
da comutacão seja Pela excessiva
energia co- :mida.
Cãm o tranSistor é Possível efc'
tuar uma comutação. ou seja'' pâsfrar
de um estado de condução (liga) para
um de não-condução (não-liga) ' em
fracão de milésimos de segundo, tor-
nan-do possível os computadores de
alta velõcidade e outras aplicações.
Praticamente qualquer transistor Na figura 5.1 temos o princípio
oode ser usado em comutação, desdc básico da comutação. Os terminais
ãue se observe suas características e emissor-coletor agem como contatos
ás valores de corrente que irá mani- de um interruptor. Ao ser aplicada
pular. uma voltagem negatita à base, a cor-
' rente emissor-coÌetor é praticamente
Uma corrente aPlicada à base de
um transistor faz com que circule trma zero ea lâmpada não acende. Quando
ll
um siÌÌal positivo é aplicado à base do apìicações.
.para ligar Ìâmpadas,
atuar como inversor
transistor, a impedânciacoletor-emis- de corrente con_
sor cai rapidamente e a corrente co- tírn_qa ( comoos antigos vibradores dos
meça a fluir no circuito e a lâmpada radlos de automóvel) para comandar
acende. A energia necessárianabase a ação de amplificadbres, oscilado.
para fazer o transistor conduzir é di- res etc.
minuta e a limitação no circuito co- Na realidade a ação comutadora
letor-emissor dependerá apenas das -
ctos transistores abri u urn imenso
características do componente. campo de apÌicações e os eomputado-
Esta função de comutação dos res e máquinas de calcular eìetrônicas
transistores pode ser usada em várias ar estao para provar o que afirmamos.

CAPÍTIJLO VI

OUTEOS TIFOS DE
SEMICONDUTOBES

Além dos transistores, os semicon- lente ao SCR. Na fig. 6.1a, temos a


dutores são usados como diodos, sejã equrvalência do SCR usando dois
para retificagão de voltagens og para transigtores para exemplificar. Como
efeito de deteção, o que Dáo deixa de devem se lemborar,já dissemos em ca-
ser uma retificação. A,Iém desta re- pítulo anterior que o sentido da fle-
tüicação os diodos de construção es- cha no símbolo indica a direção da
pecial servem para sintonia, contrc- corrente elétrica. Com o anodo pola-
les e uma série de outras ações antes rizado positivamente com relação ao
imoossíveis de obter com as vâlvulas.
Vejamos alguns destes tipos e suas
aplicações. No capitulo de aplicações
nráticas dar'emosentão circuitos fun-
ãicnais. f is . 6 . 1 b
SCR _ RETIFICADOR DE
SILÍCIO CONTROLADO

O SCR (da palavra inglesa Silicon catodo, una polarização positiva é


Controlled Rectifierc) é uma espécie aplicada ao portal (G) equivalente ao
de bastardo ou mestigo do mundo se- coletor de Q1, basede Q2 na fig.6.1 b,
micondutor. Parece um transistor €. Q2 começa a conduzir fornecendo a
um diodo simultaneamente. Trata-se corrente de base para Q1. Mesmo que
de um diodo que Possui mais um ele- a polarizagão do portal (G) seja eli-
trodo denominado porta, pórtico, por- minada agora, a corrente continua a
fluir através do circuito anodo-cato-
do porque Q1 ainda está conduzindo
e assim fornecendo uma polarizsção
eonstante à base de Q2. À corrente
f ig . 6 . 1 a que circula através de Q1 e Q2 é re.
generativa e assim vai crescendo até
que os dois transistores chegam ao
ponto de saturação. Uma das manei-
tal, limiar (gate, em inglês). Na fi- ras de estacionar o fÌuxo de corr:ente
Sura6.1 a, ten-ros o símbolo equiva- é interromper o circuito; a outra é
t5
ãplicar uma voltagem de polaridade do) apresenta urna alta resistência em
inversa ao catodo e anodo (o que su- série, usualmente acima de l megohm,
cede, por exemplo, na corrente alter- de modo que a corente que flui é pra-
nada a cada meio ciclo).. Uma vez in- ticamente zero. No estado de condu-
terrompido o circuito, é necessário ção (ligado) a resistêneia em série cai
novo impulso no portal para iniciar para rlm valor de poueos ohms, dc
novo ciclo. A duração deste impulso modo que a corrente flui livremênte.
é da ordem de frações de segundo. Na direção de voltagem invema
(oposta à direta anteúormente des-
DIODO DE EFEITO DE CAMPO crita) o diodo de 4 camadas atua como
um diodo de silício eonvencional, dei.
O diodo em epígrafe, que algumas xando oassar uma diminuta corrente
vezesé designado de <<diodolimitadot de escapeaté que a voltagem inversa
de corrente>>ou <<Zenerde corrente>>, atinja o ponto crítico do diodo, quan-
tem algumas proprietladescaracterís- do então o componente entra em con-
ticas qüe o tornam insubstituível para dução total.
certas funcões em circuitos eletrir- Na direção direta, como com a pd
nlcos, Iaridade inversa, somente uma peque-
O diodo de efeito de camPo é es' na corrente de escape estâ presente
sencialmente um transistor de efeito com a voltagem aplicada. Porém,
de campo em que os terminais de Por- quando a voltagem atinge o ponto crí-
tal e foìte (gate e source em inglês) tico, o diodo ent;:a na reg"iãode resis-
estão ligados internamente ao subs- tência negativa, ontde a corrente au-
trato. Possui este diodo uma carac- menta à proporção que a voltagem di-
teristica de corrente constante real- reta decresce. Depois de passar desta
mente notável: quando uma Pequena região o diodo recupera sua estâbili-
voltagem direta é aplicada, a corren- dade mas continua conduzindo. Nes-
Ledirõta aumenta rapidamente até urn ta condição, a queda de voltagem di-
certo valor. onde se nivela, até que a reta é baixa, enquanto a corrente é
voltagem aplicada excedeo ponto crí- aÌta e pequenos aumentos na volta-
tico do diodo. Quando isto ocorre a gem resultam em grandes aumentos
eorrente torna a crescer râpidamente. de corrente. Ao reduzir-se a corrente
( Fi g. 6. 2) . do componente a uma sitíação abaixo
do ponfo de manutenção daquele es-
tado, o diodo volta à condição de não-
condução,

z
DIAC

o , O diac é um componente dè dois


terminais que se assemelha ao tran-
sistor e diodo. O diac permanece em
votT^GEll
um estado não-côndutor até que a voÌ-

DIODO DE 4 CAMADAS

O diodo de quatro camadas, com


uma constituição PNPN é um tiristor
FIG 6'3
sem portal, utilizado como comutador
ou chave controlada por 'voltagem. tagem aplicada em seus terminajs
No estado de não-condução (desliga- atinge o ponto critico do componente.
l6
quando então entra na reg'ião de re- crítico. Quando isto ocorre; a.volta-
sistência negativa, com a corrente au- gem nos extremos do 7*ner ficaút
menta'ndo mesmo que a voltagem de- constante e o excesso será dissipado
cresça. O diac opera identicamente
com qualquer polaridade da voltagem
aplicada aos seus terminais. (Figura
6 . 3 ).
Os diacs são muito usados em con-
iuncão com os triacs em circuitos de
Ëonírole de cor:nente álternada.

TRIACS

O triac é um transiótor de 3 ter- na forma de calor. Por esta razã.o é


minais que é levado à condução peÌa importante observar as característi-
aplicação de uma pequena corrente ao eas do Zener para não submetê-lo a
portal (G).'Ao contrário do tiristor excessos.
básico SCR, o triâc conduz tânto nà
dir.eção dineta eomo inversa ou lever- VARACTOB
sa. Também o impulso no portal pode
ser positivo.ou negativo. Em funcio- O varactor é um componerìt€ de
junção PN que atua como um conden-
namento o triac atua como dois tiris-
tores ligados de modo oposto, em pa- sador de capacidade variável em fun-
ralelo; porém corn os dois portais jun- ção da votlagem, em lugar de atuar
tos. Este conceito de operação estâ como diodo ou retificador. É dènomi.
aparente no sírnbolo do Triac. (figura nado de diodo poryue possui uma jun-

@,";@
ção simples e dois terminais. O sím-
bolo.do varactor pode ser aprêciado
na figura 6.6.
DIODO TÚNEL
Outro semicondutor que tem ca.
6 . 4). Na realidade, o triac é unr com- racterísticas de resistência negativa
ponente de 4 camadas: PNPN em pa- é o diodo túnel ou Esaki..(Fig:6.?).
ralelo com NPNP.
-@ *--r{---+-@
DIODO ZENER
{ proporÇão que a voltagem de pola-
O Tnnet é un diodo especial de ruzaçao e autnentada, desde zerc, a
junção PN Cig. 6.5) que pode manter corrente através do üodo túnel cres-
uma queda de voltagem constante nos ce até que atinge o ponto crÍtú,
extremos de seus terminais mesmo quando a corrente começa a decnes_
que a corrente varie em limites muito cer à propor-ça9 que a voltagem au_
amplos. Todo Zener possui um ponto menta Os diodos túnel possìrem al-
crítico de voltagem. Um Zener não gumas características què o tornam
conduzirá até que a voltagem aplica- vatrosos DaÌa um sem númem de apli-
da a seus terminais exceda o ponto . eações. Serve em circuitos oscilaão-
t,
res e amplificadores de alta fneqüên- comutação em freqüências elevadas
cia e numa série de outros circüitos devido à extrema rapiaez em mudar
que indicar.,emosno capítulo de circui- de um estado de condução para não-
tos práticos. conducão.
DIODO INÍÍERTIDO (Back rtiodo) DIODO GUNN
Assemelha-se a,o diodo túúel, po- Trata-se de um cristal de arsenia-
rém opera em níveis menos elevados to de gáIio que serye como fonte de
de sinal. Tem seu nome originado do energl? na região das microondas (ao
fato de que a junção PN é reversa em redor dos 2.0@ megahertz).
relação ao diodo convencional. Opera
. nos mesmos princípios doÈ diodos tú- TRANSTSTOR tlNrJUNçÃO
nel, sendo muito usado em comuta-
ções na fai:ra de freqüência muito al- Os transistores podem ser compo-
tas (IJHF ). O símbolo é idêntico dos nehtes que não possuemduas junç&s,
diodos comuns, ponóm acompanhado como até agora descrevemos.-O tran-
das letras BD. sistor unijunção só tem uma junção
ativa e pode ser comparado ã uira
DIODO <<TR,ÀPÂT?> parrl d9 t-ipg silÍcio N, na qual dois
teruinais de base foram intr6duzidos,
Este diodo assemelha-se ao varac-
tor e tem seu nome das iniciais das
palavras - Ttapped Plasma Avalan. BAâRA ÌIPO
che Triggered Trdnsit Diode. Ào con- .rurgig r
trário do varactor que necessita um
impulso gxtqrno, o lbapatt, que opera FIG 6-a
no princípio da resistência negativa,
é auto-impulsionado. b

um de cada lado (fig. 6.9), com um


btooo up[rlu teminal emissor imerso em um ele-
mentopositivo, situadoem um dosex_
- Opera este diodo nos mesmos prin- tremos de barra. euando uma volta_
cípios do Trapatt e tem seu nomè das gem é aplicada nos extremos dos.re-
iniciais das palavras - Posiüve, In- s-lstor€s,uma corrente fluirá na barra
trinsic, Negative. Pode operar como de süício desde a base Z paraã Uase
condutor com polarização direta ou
como condênsador, com polarização
1' *"
aparecerá
da vottagdú aptica<tì
{raeão junção
na diodo-resistoi
neversa. ( rsto nepresentao loeal onde é fixado
o er"issor). O transistor unriuncão
DIODO SCHOTIÏ<Y [em dusE bases e não possui óteËn
.__ Ajunção pN formada
Àssim chamado em homenagem a pelo emÈ-
so_re a barra de silicio é poiaj"daaìã
seu inventor, "é um diodo em.que um
dos eletrodos é um semicondutor e o de modo que sotente u_" pu-
f:9r." conente
outro é um condutor (metal). 1Ìey epissor. gè escapeflú-n, tË
mÌnal
É ideal para converbores, mistura- À pr:opoi.,ção qu" ã
.dores e amplificâdores, operando na
tag_eedo emi ssorè,u-"ïtãaïiË"g; "ãì_
região das VHF 3,um pontg em que a voltagem aõli-
cada_ao-emissor Ãerá
DIODO $SNAP> ;unçãc do _emissorad.icionada
" "oiããã.Ë'*
ã, ;*:
Seu desempenho assemetha-se ao
do valactor, sendo muito usado para
,,
**#uïdr.rdü*ii,
polarizada em neverso e a corrent€ ss 16çsber rrrna,carga positiya no lado
tìui desde o emissor para a bama de do metal iaduz uma carga negstiva
silício. É muito usadõ para circuitos no lado do semicondutor. À propor-
osciladores, intervaladores e dispara- ção que a carga positiva cresce a dar-
dores. ga negativa também cresce, a fin de
manter o equilÍbrio ou neutraìidade
TRANSISTORES DE EFEITC) ate que a região sob o óxido Be tor?a
DE CAMPO uma regiã.o semicondutora tipo.N e
a corrente flú entre a fonte e dr€no
Existeú dois tipos básicos de através do canal induzido.
transistores de efeito de cernpo: o tipo
dè junção e o tipo de oxido ãe metal. crRcurfos TNTEGRADOS
(rC)
Os tipos de junção sâo designados
Os circútos itnegrados nada mais
são que rtÍna forna sofisücada de fà-
bricar transistores (e diodos) 'em
grande quantidade, no espaço antes
J-FET {fig. 6.9) e os de óxido de me- ocupado lxrr rrma simples unidade.
tâl MOSFET (fig. 6.10). O FET de
o /^.
^ y'bÌD " c fiÈFD
\ t:1, -1-Ì?t,
v1 FrcÈ.
t ol
Ì{_-P

junção constitui-se de urna barra de F ig. 6.11. Graças às novas técnicas de


silício com terminais nos extremos: miniaturiza4ão é possível fazer isto
seu comlortamento básico é de um rne- em áreas incrivelmente pequena^s.po-
sistor de baixo valor. O terminal de rem não é so o semicondutôr que está
entrada de corrente é chamado fonte seudo em pequenos espe-
-<integrado>
(source), o outrõ é denominado de ços. El,ementos resistiúG para suis-
dreno. A corrente flui através da bar- tituir resistores e elementos capeci-
ra de silício desde a fonte até o dreno tivos para subú"ituir condensadores
porém a resistência entre os dois ter- são inclúdoe noa pequenos blocos in-
minais pode ser alterada pela tensão tegrados. I{oje é pcaivel ter na á,rea
aplicada úas junções PN (a barra de ocupada por rna moeda de l0 centa-
silício é N e os portais 1e 2 são P. De vos, todos G cornpoientw exceto
todos. os semicondutores é este que condensador varióvel, trandorosdo-
mais se aproxima dó funcionamento 1es de FI, saída e falante, de um ú.
idêntico ao das válvulas. dio de ondas nédias.
Porém não se deixe o leitor doni,
O FET de óxido de metsl (MOS- nar pela impressão que os IC vão ti-
f,'ET) tem funcionamento tão dife- rar da jogada os semicondutores in-.
rente do I-FET que ate oe sÍmbolog dividuais ou maiq importante o tecni-'
'diferem. Posguem duas regiõea de co independente, 'que realiza monta-
baixa reistêrÈiq tipo N (fonte e dre- gens individuals. Nada disto. Sempre
no) que estão espalhadas de modo haverá lugar na mais moderna soôie-
difirso nos substrato..A superfície da dade tecnológica para aqueles que
estrr{tura estâ coberta oom Ìrma ca- lem conhecrmento e que satlem. usan_,
mada isolaate de óxido. Devido à iso- do_asmãos juntanienle com o cérebro,'
lação e podo de construção, fo'rua- aplicar os recursos técnicos para ino-
se uma especie de condensador. que var, ma'rÌter, modificar todm os apa-
t9 ì'
relhos que surg€m dos fabricantes e apÌicacão tecnológica como os semi-
ainda ilventar por conta proprra no- cônduiores também mudaram a face
vos cir',cuitose aplicações. Os IC ape- do de trabalho antes dedicado
"t-po
nas irão mudai certos asPetos da às válvulas.

CAPÍTULO VIl

PARA
Uil TRAilSMISSÍ|R
DÍlCIDADfiÍt
A TAIXA I

Agora que a faixa do ci-


dadão está aberta para todos
(ver n. 9 de Rádio-TV Téc-
nico) é a oportunidade paÍa que
se comece a exPenmentar na
mesma.
Publicamoso ciÍcuito de um
simples emissor de fonia que
opera na faixa do cidadão.
Como não usa cÍistal e a fre-
qüência é elevada, necessário
se toÍna que lodo o conjunto
íioue encerrado em uma ceixa
' mètálica Dara evitar o efeito de C trànsmissor é muito simDlcs. Utiliza um tran-<istoÌ 2N39? ou tiDo
simllsr que indcamos no tãxto. A formâ da bobnâ poderá scr àa
proximidâde de obietos e mão' Importânte é colocar todo o conjunto em utna caxa metállca
fra sintonia Sòmente o termr- prrr
^3on. evitlt infÌuénciô ds mio ouando Dróxim& aos circuitos. sintonl-
t'.lack" do mi- zados constituÍdos da bobina e-CS e C'{.
nal de antenac o
crofone é que devem Permitir LISTA DE MATERIAL
conexõesexteriores. A ProPrla
no transmissorestilra em cQnol_ Cl cond€nsador tubular
bateria deve ficar enccrrada na funcionar. O translstor 0.047 mf
cões de
caixa metálica. Esta Podc ser
Bode ser do lipo 2N397. C2 c C5 ídem idcm 0,022
Dossuir núcleo dc material Pul- â N 1 3 ro . z tt t 3 s t, H E P -2. ....
verizado (tipo ferÍile) e ter um mf.
GE -2 S K 3 0 0 5 . AsY 5s. .... c3 e C4 idem ccrâmica
diâmetro de aPÍoximadamente A SY 5 9 , 2 SA 4 0 7 . 2 N 522. . . ..
uma pequena lata de conscrvas 82 pr.
2N523 c 2N599 LI bobina com núclco, veÍ
adaDtads Para este Ìlm'
é Pata provar o funciolamen- textc,
b úniio Ponto trabalhoso to do mesmo é naturalmente
ÍealmcntE a bobina, que deve Ql ransistor, vcÍ texto.
ncqessário que haja um receP' R l , R 3 e R 4 10.000 ohms
6 milímetros (l/4) Sôbrc elo
tor na mesma fr:qüência. Em l /2 * .
enrola-se l0 esPirasde. fio
q.es
e- outro artiso dÊscreveremosum
ma l ta d on .22. A s lnt onla e R 2 - 3.9m ohms l /2w .
receptor s-imples.Para servir de
terminada Pela variação do. nu- Ml microfone de cristal.
cornDanheiro a êstc transmlssor
cleo, iá que C3 e C4 são tíxcs' bue'deve ser considerado como Sl interruptor I polo I po-
A antena não dcve exceder de do tipo para princiPiantes.- des- si ção.
3 metros para llio cau\ar In- tinado a famili:rrizâr o leltor Tomadas microfone, "!ack"
rerferênciaj ilegais. Um bom com as freqüências elevadas da de antena, miscelâneas.
microfonc de crist;rìc o Pcquc- faira do cidadão. Caixa de metal (ver texto).
20
t.M,
8a.r/4'di"12' EXTENSA:O
20 r.Íq.

DISTANCIA
A LONGA
Receberão estações de FM (Frtqüêocia
Moduìada) a una òstância, em linha reta, de
nais de 250 qui.lômetros é roúto iaterqsarte.
Mas a maioria, dos receptores de F$ àr vezes
rrão teur sensibilidade bastaatê para esta
Droeza.
Um estágio amplificador, situado eatre a
arrtera exteÌna e a eatrada de aateqa do re'
ceptor poderrr resolver a situaçôo. No ecqueua
que acompanha o texto temos o €aqu@a de
ürn circuito destes que uEa un traorirtc rMul-
fr
. ,x9" "rno
lsÌdr BF 180 (também podo rer ugado rua SLIIOAGE
Ibrape BF 180). Os materiai.r rão poucoa e
loo".r horas o amplificador de rádio'fre- IJS?A DE MÁTERIAIS
"m
qüên€ia podeÉ êstar Pronto' al 100
- R2 100K - (poteaciômetro tipo pr&set)
A b;birE deve ter I apiras d€ Íio 2O ro-
bre um diâmetro de L/4 òe pol. o abralger R3 10I('
uma ertensóo de l/2 pol. Naturalmemta uma &4 12K
bobiaa. fabricada em èasa, sen\ inrtruDelrtos Todos resistores de L/4 w. IO%
de colrirole, pode necessitar de uan centos re- Cl f .000 pF cerâmica
tooues. Agsim, o espaçaeento' o aúnero de C2 .1 .O0O pF derâmica
e.oiras oodem sofrer alteraç6es, porén müto C3 1 .000 pF cerâmica
oJooto".. A derivaçáo é feita na 3F espirs' a C4 trimer varióvel de 6-6OpF
lotrtor'. do lado do positivo de 9 volts. O con- Ll - Ver texto
densador de sintonia é um tipo de trimer com S1 - 1pólo l posição.
núclec de ar.

PISGA
PISCA. O transformador T1 é do tiPo
universal de saída e não foi colocado
um interruptor porque esta unidade

ilre
consome müito úuca energ:ia' o po-
tenciômetro varia o número de pisca-
n1 L-lrlrl delas desde 1 cada 3 segundos até
muitas por seÍímdo, que fezem a
neon parìcer eÁtâr permanentemente
acesa.
LISTÀ DE MATERÌÂIS
Eis um brinquedo' ou dispositivo
mur[as apli"lç"-"::f:IY"
q,'up-d" tg muitãs
oue pode tçI rlPrlç'rçlJçÈ' pv'v Ql 2N241, 2N18?, 2N188, 4C117,
Ërrt-ii"t.%* uma vilrina, para cha- AC128, 4C163, 2N404, 2N582,
mar a atenção dos transeuntes' pooe 25832, etc., etc.
servir como <olho>)Piscante em um R1 Potenciômetro 1.000 ohms
brinquedo ou ânúncio' etc'' etc' R2 330K, 1/2 w.
È muito simples e com minutos C1 10 mfds, eletrolítico
estará Pronto. Põde ser contido em N1 Neon NE-2
;;;"fu; plástica de 7 x5x2 cm" fi- Tt Transporfador de saída úniver-
tP"itt" âParente a lâmPada sal (pâra válvula)
"túã-
neon e o eixo de R1. 81 6 vol ..;
Ex a minadon,
d e d i odo =
muito Dlodo em bom €stado - È
lÂmpsda 3 ecende

si m p les
Rl - l0 oà][g
Dlodo curto clÌcutto - s Iè2 - 30 ohms
lâJlrpâda 2 dcende Rg - f0 obDs
Dlodo Poìarldade lverudr - L{ - 12 ohm!.
tods sa lômFdas se ,,ceE-
Todog f€glrtoÌ€6 de I wett:
dêm. Ll, L2 e 13 lèmDrdss de 6
O cbcufto é Dulto Drátlco Yolts 80 rD^:
ê rlmples. Com tr& l-â.mps- Lirte (b matedafs:
da8 pequeas, 8eobt€m e Tl - Cl - Dols coDdcoradoÌèg
TÌaõsÍomador _ gletr-guqgos de 5 . OO0mr'rre
bdfceçõo dar qu.Btro Doigl- pnmáÌto 220 Yolts e 8êcun_
vet! condlçõ€r de um dlodo.
a 8ab!r:
Dlodo com cúculto aberto.
qano 6,9 voltE _ I
sutD.
Dl- e D2 - Dtodos r€útãr._
qor€s de 8lüCto
LHï"MHã;}*
qor.nÈa pofsÌlz8mo
DaÌa uEa -- peÌq exame
- a lâmpêda D.o L ecêndê com€nte de .800 m^ ^* ffi"*

FO|\|TT
I$TABITIZADA
ZTNIR
G{|M Èt R?
3t00
Ìor1.0€ ãrÍ ril30ü-A
^r, t50v
t0rv

tN3005-A
toov
t0tf

lt{3056-A
1rv
||Y

Os diodosZenertêm a vantagemde estabilizarfacil_


mente uma fonte de alimentação,"- noàr"ia"a"
recorrer-sea complicados á"
circuitoscomoera o casodas
válvulas.
A.fon-teque apresentamos servepara uso na
pois fornece várias tensões-estaËitüadas. -üobancada
poo"o
material e-pode ser construída.* po"or-ioiàs.
quema é bem claro dispensando O es_
ôuaiúrìxpficaçao
adicional.O.diodoDl pode se" qoâÌqu"r ú*ãÃiÌü;
para 400 volts.
22.
AMPI-ITICADOR
[|NIUTR$AI. fornecer até l0 volte de caída. A rcrpo*a
Utilizando tÌanriltoÌc. planar dc rilicio,
dc bairo culto àtc ampliÍicador adapta-rc é de 20 a 20.000 hprtz.
a uroo induetriaie c de áudio. Utiliza um Or tranrigtoÌc! -rão do tipo BC | 07 c
rietcma de rctro-alimcntaçáo c na tabcla I BC 108 porém podem rcr ueador cquiva-
damon oe v. irioo valôrcr dor componcntcr lenter.
para divcnoe nívcir dc ganho, bcm como Lirta de materiair
impcdância dc intrada c raída. cf o.22
Notem que podcm rcr aplicadoe derde 18 R I até Ró ver tabcla I
a 4i voltr na alimcntação c mclmo com
C vcr tsbêla I
a tcnrão mai! b.ir. podc Íorncccr uma Tr BC t08
voltagcn dc laídr dc ordcm dc 3 a 4 voltr.
T2 ver tabela I
R7 | 50.000 ohrnc/2 w.
c com {l voltr dc ünrentação Podcrá
C2 250 mÍde- 6.4 voltr
YGC

'-l c

TABELA I
C-lL V@ T/2 RI R2 rut R,l R' Ró c Z ar. Z rjt. Vl v, v,
Õ r.hr K K x K rf x v.&.
l0 tc scro| lãt 1,' l2 1 .6 ,tt0 r. 2 m t15 6t t.1 ro.E t.6
n It rtü t20 t.t l5 2 .2 tót) 170 t,o f.o 0.97 9.t t.' t
â at rcr07 2ro 1.1 1f ó .t t90 | .0(n r,ít 2oo 2.5 2t.0 1.5
,o rc rct$ tÀl t.t 5ó 2 .2 tt0 . 270 : trt 26 0.4 9.t 2,'
{o tE Ecr(f, t20 t.0 tt0 2 :2 ótat 2m t0 0 tm o.l t 9., t,1
'23
Brccpior
Rl 5.6{X)ohms 1/2 w.
Ril 10.m0 ohms 1/2'w.
n3 1ü) ohms l/2 w.
R4 :10.m0 ohms 1/2 ú.
R5 47.000ohms 1/2 w.
nE 4.7ü) ohms l2 w.
R7 l2m0 ohms l/2 q.
n8 560 òhms 1/2 r'.
Rg 10.m0 ohms 12 u'.
RlO t2.m0 ohnrs l/2 w.
Rl I 1.{1(X)ohnrs potenciô-
metr()
nf2 f.000 ohms l/2 w.
R13.15.000ohms 1/2 w.
@r!ôú1co . nl4 10.m0 ohms 1/2 w.
Cl 0.015 mfds
e Z lmf d s x ã v .

TRA[ì|$MI$$OR.RTCTPÏÍ|R Cit
CA
10 mfds x 15 v.
22 mfds x 25 vì
Cõ 0.015 mfds

DT 06 Adcquedo a produzir
!-. Íttqüêucia de piçr
de {0 X$r em TRI
C7 I mfds eletrclltic'o x

UI.IRA$(|M
Trrrimfucor
tõ v.
TRI Tlanaíormador de in-
ter eltÍgio, com núcleo de
ferrite, ajustadopàre pitn dc
ní t.2ÍX)oluns l/2 w. lO l(hr.
n2 1.000ohms l/2 w. Relação enlre primáúo c
R3 5.0d) ohms l/2 s. recundório de 5:l. Ref- (h-
n4 2ãX) ohats l/2 w. mor QHF 9.
n5 2e00Oohms 1/2 s'. Lt Bohina rcló l(Xl ohnrs i
R6 1.üì0 ohms 1/2 v. mÂ.
Cl ceúmica O.d[il3 mfd* Tdt Ìinldade rlc ultrasrm
TDt Trsôsdulol de ullra$- Gulton l{X
*om, (iullon Inrìrntrie$. rìrr> Todrx os trandrlortr. ton-
rlêlo l,ll}{. 52 Regenl Sl. lo do rcceptor como do
Brighlon l, Susrex, Ingla- lranamiacor sâo do liDo
tcrú. oc 71
-99

+ (6)

coüple to alo rocàptor ultrare'oloo


G r av es

Sl co m Rl F ig.1. c irc u i to p ré -a m p l i fi c a d o r

PRÉ- AMPTIFICADOR
TRANSISTORTZADO
Jnblr

DBto circuito é proJetado pare ser usado


con um ampìificador transistorizado e-.pode
iãi.oro""aoïntre o <pick'up> e o amplifica-
dor, proporcionando enfase em graves e agu-
dos.
O circuito da figura 1 têÍr o esqìrema tuntnrb |!t. (o)
completo, que dispensacomentârios'Utiliza
ãã-õìoni" ã. enerl'ia uma só pilha de I 'õ volt
e um transistir OC 44.
Na fizura 2 temos a disposiçãodos com'
Cr""* -" O
nonentese-mum painel de 7,5 x 5 centímetros'
bste painel deveõer de material isolante,onde
perfulraçõessão feitas para passagemdos ei-
'xos doJ poteuciômetrose fixação dos termi-
rì ra)
Tom

\-Zl- -Í'#:t\--l'
nais onddirão soldadosos condensadores e re' (ò)
sistências. Também pode ser usada uma pla-
tipo l{ilfe. frf. 2 (o).df.pollgõe3dor conpon€nto!
ca para circuito impresso
u3Tl D6 mrEilAlS
R1 = potenciôoetro CXI= ZmF 6v.
õ.000 ohms R4 = 220.000 C4 = 25mF 6v.
R2 = 1.0ü) R5 = 100 C5 = 25mF 6v.
R3 = Potenciômetro c1 = 25mtr'6v. Transistor OC 44
5.000 ohms c2 = 0.(X óleo 51 = solidário com Rl
25
TEsTE
PARA
TRAI{SIsToTTs
DEP()TENCI
Este simples teste permite anali- ciômetro de 50 ohms. Este ajuste de
sar as condições que interessam em Zero do iustrumento deve sei efetua_
um transistor - se vai ou não vai do periodicamente para que o instru_
(go-no go, em inglês). O circuito é mento esteja em defìexãototaÌ quan-
'simples. Utiliza um miÌiamperíme- do a_chave gsteja na posição l.
tro com escala total de 10 mA, um Notem que este teste deve ser usa_
resistor fixo, outro variâvel e uma do para transistores dep otência cuia
chave de dupla, cada seçãocom 1 poÌo corretne de base seja -da ordem ãe
7 posições. Um terminal ou suporte l0 mÂ. Se for examinado um tran_
para transistores é aconselháveÌ ou sistor de menor corrente, este noderá
então três garras tipo jacaré, com as ser danificado
lndicações <<B))-<<C)>-<<E>>
para base,
coletor e emissor Ì€spetivamente. . As posiçõesda chave correspon-
Na posição 1 da chave ajusta-se dem às seguintes condiçõesde èxa-
o zero do instrumento com o poten- me.
Posição Emissor Ba6e Coletor Rreietônci.
da chave curto circuito pnp npn
alta baire
1 . altâ
2 -Ve +v baixa média
3 -Ve , *ve baixa dta
4 -Ve -l-ve
5 *ve -Ve média alta
6 *ve -Ve alta aItB
*ve -Ve olta baire
SIMPTES
AMPTITIOAD(}R
LISTA DOS T{ATERIAIS

RL 1 Meg.
12 3.3 \[eg.
R3 10i( TRz TF'J
R4 2,7k cb €ctó€c Mct4o
8FY5I
R5 100k
R6 4,7k
V,F"1 10k
VR2 5k
vR3 1 ÀIeg.
C1 0,22ou 0.25 r.ìf
C2 0.r, E::J É-:ì
\_/.
C3 0 .1 ôctó8c t ct40 BFYsI
C4 T0 pf mica prateadaou ce-
rarnlca
{-íma potência de 3 watts é possí-
vel cÕm este amplificador. Se não for
0.01 encontrado um âlto faÌante de 85
C6 640 mfd x 10 v. ohms de btlbina móvel, pode ser usa-
TR1 BC 168Cou similar do rrm t"ransformador com primário
TR,2 BC 168C para 35 chms de impedância-esecun-
D1 Zener pata 2,7 volts 250 mW dát'io para o vaÌor da bobina móvel
D2 0c8t do alto falante que vá ser utilizado.

ror{TE
DrArrÍrEilTAçÃ0
O cursor ou contato móvel de R2 íornece o
fl9V Ac ijotcncral qüe controla a vollagem de saída
oa Ìonl e de atrmentação.A tensão nesati va
J prod' rzi da peta [j onl e (D l , D 2, D 3 e õ4)
l aml tém apl i cada ao col etor de TR l , que i un.
é
dona como emjtodino (uma espécie de cato"
dl no em vál vul a), sendo o potenci âl em seu
_zt-Y-
q_.9 or-Ds EÌroo emi ssor da ordem de O.l a O.2 vol ts posi ti vos.
O emissor acopla-se ao resislor Rl e conden-
cìc3ó
-- sador C l . e através do Íusi vel ft ao terml nat
. ,rìegalrvode saida. O resislor Rl atua como
O fu ncion ame nto t eór ac o da í onlê e o qrenagem, assegurando que C 1
descarresue
s eguìnt e: uma vez lig ado Sl a t ens ão da r ede rapl damente, a Íi m de assegurar
uma barxt
é ligada a o p rimário de Tl, que Í or nec e no voltagem de saida no cáso dã R2
,"r;;;;;
s ecundário 12 ,6 volts, c om pos s ibilidade de raprdamentepara o extremo posi ti vo.
O resrs
I amp. de corrente. lsto assegura um secun. tor.R l serve tambem para orenar
uma cor
dá ri o d e baix a r es is t ê n c i a ,o q u e é i mp o rta n te . rente constante através de TR1, Íazendo
coí
A lens ão alt er na trv ad e 1 2 ,6 v o l ts e l e v a . u qr:99 de vottagern entre base.emissor
!|l."
sej a
da a u m a ponle. que u s a 4 d i o d o s o u u mJ ïanti da prati camente constante,
desde
p o n l e . O s diodos de s i l i c i o BY 1 0 0 s e rv e m, uma corrente zero até 2OO r' A .
c o mo ta m bém pÕ dem s e r u s a d o s o u Ìro s s a mi Na íigura estão todos os vâlores
e indi.
-
la re s. A t ens ão negati v a , re ti Íi c a d a , é l e v a d a , dos de modo qu; ;;;
:i::e: ,côríponenles,
ueve,naverdrtrcul dadespaÍa montar
a tra vé s do r es is lor lim i ta d o r R 3 a o d ro d o 0 5 . esta íonte
e d a i a o pot enc r ôm et roR 2 e c o n d e n s a d o rC 2 oe a trmentaQão.
=
IJì)
tI
ê

É
ct
êl
C'
-lÈ
rI

-l
È
= /í;ì i\. oo,c,.oo,c:
c" J
2N4,O58,aC \'>z
Neste circuito fornece-se âlém pode ser qualquer uma das vendidas
do circuito do amplificador a fonte no comercio especializado,da Semi_
de alimentação. A ponte retificadora Krcn, Ibrãpe, Siemensetc.
D2
DDOOO

Ì1

LISTA DE MATERIAIS C4 0 01 x 250 v. tubuìar


C5 1.000 x 16 v. eletrolítico
' ( todos resistores .de L/2 w.\ Cô 10 x 30 v. eletrolítico '
RÍ-1 22
R1 1k DT OA5
R2 39k D2 DD000 diodo de silicio ou si-
R3 100k milar
R4 100k TR1 2N4058
R5 10k TR2 8C1688
R6 3,3k . TR3 AD161
R7 33 TR4 AD162
R8 22 Ponte retificadora Ibrape, Sie_
R9 ,t
mens, Semikron etc.
R9 1k Tl Primârio ]..].:0-220,secundário
R10 33 de0a30v.Za.
c1 O.22 - 250 v. tubular F1 I'usível 500 mA
c2 50 x 25v. eletrolítico St 1 polo 1 posição
c3 250 x 16 v. eletrofítico Sl 2 polos 1 posição
28
DEALTAQUALIDADE
AMPLIFICADOR
rff" Fìs.1- ÂrFÌ-iFicaooRoÊ r5tv .

O circuito amplificador dor é bem claro e dispensa fusível de 80O mA deve fi-
que apresentâmos é contri' praticamente quaìquer dis- car à entrada dos 38 volts
buição da MT LARD Lm. crição. Os transistores TR positivos para proteção de
e seus autores sáo J. Tho- 6 e TR 7 devem ter um dis- eventuais sobrecargas em
rig e W. A. Peters. sipador de calor de 4 cm componentes causadas por
O circuito do amplifica- quadrados cada um. Um curtos -

LTITRAOA
AMPTIFICADÍ|R

cen al ll câna I l l

E PRÉ.
ESTEREÍ|IO

No circuito vemos um amplifica- são em ohms e dos capaeitores em


dor 10w. e um pré. Para ligaqão microfarads salvo quaido indicado
esterèofônica o resistor R16 é ligado ao contrário. A câpsula deve ser de
em R15 do outro canal (no pré); a cerâmica . A chave SlVl é para açãr_r
chave SW1 liga em Cã,C6 do outlo mono-estéreo. O l,otenciôúetro R13
canal e a junção R-14,R15 liga na é de agudos e Rl1 de graves. O ba-
entrada do amplificador. Os valores lanceamentose faz com R16 .
Uil TESTE TRANSISTONE
PARA te. Leia os valôres indicados nos dois
O teste que descreveremosnão deve
ser usado para transistorescuja corren medidores,Divida a corrente do coletor
te de coletor seja de 5 milíampres. O pela corrente da basee obterá o ganho
üesteutilizs dois instrumentos,que per- do transistor.
mitem o exi ,me simultâneo das corren-
tes de base e coletor. Lista de materiais:
Rf - 30 oms;R2 * 1.1kohms; R"3
Para examinar parâ correnüêde es-
cape, colocs.se a chave de 4 polos e 4 - 30 ohms; R4 - Potenciômetrode 150
lrohms; R5 - 6,2 kohms; C1 - 100
posições,na posição B ou D, para medir
mfds, 15 Volts, eletrolítico; C2 idem,
respectivametrte transistores PNP ou idem; C3 - idem, idem; C4 - idem,
NPN. Coloque o transistor no suporte e idem; Tl - Transformador de filamen-
ligando o emissor e base apenase movi-
to. Primário, 115 volts, secundário 6
mente o potenciômetro R 4, Se houver
volts; 1 chavede 4 polos,4 posições;Ml
cornente de escape,haverá uma indica-
ção no medidor M 2. Se não houver ne- - rniliamperímetro d e0-100mA; M2
ahuma indicação,passa-seao examede -idem 0-1 mA; D1 e D2 - Diodos
ganho. Desliga-sea chave CII1.. Ligue o 1N158 ou similar: fil - Fusível de 0.5
transistor no suporte. Consulte as espe- A.; 1 suporte de fupível.
cificaç6es de traasistor em urn manual,
para a máxima corrente do coletor. Esta A chave de funçõesem (A) medeo
corlente é iadicada em M1. Não exceda ganho dos transistoresPNP, na posição
(B) rrìedeo escapede corrente dos tran-
êste valor de modo algum. Coloque R4
em utna posição que indica uma cornen- sistoresPNP na posição(C) medeo ga-
te abaixo do máximo valor indicado no nho dos transistoresNPN e na posição
(D) medeo escapede correntedos tran-
manual. Naturalmente para esta opera-
ção CII1 deve ter sidò ligada Ììovamen- sistores NPN.

ïRANSiSÌOR
s0B .'l-

ÍEsÍE l:"-'

tt5 v.c..

cHl
ú-{<

EsquemaconpÌeto do teste para translstores


]lEMEDID
PÍII{TE
Ihscreve-se
PARAReC
un inshumentoversatilquepermite
medircondensadores
c rcistfocias,
usandoo principio
de <ponte>
Uma ponte de medir resigtênciase con- GIRCUITO
PRITIOO
densadores é inatrumento pouco vulgarizado
nas oficinâs de rádio. O que é uma lâstima. O circuito prático da ponte qu€ apresen-
poie supera em precisão ô sirnplicidade aos tamoa aos nossos leitores foi cedido gentil-
úm-mehos e medidores de capacidade habi. mente por MULLARD LTD. Fducationa|
tuÂlúente vendidos no comércio esneciali- Service, Inglaterra. Na figuÌa três é
zado. apresentado o circuito completo da poÌlte.
A rcsistência R1-R2 das figuras 1 e 2 é
O instrumento que descrevemos hoje. o potenciômetm RV 4, de caracteristicae
p€rnite medir capacidade desde 10 picofa- lineares e de preferência fio. Potenciômetro
radas até 10 mÍds e resistências desdè 10 linear é aquêle em que a resistência varia
ohms até 10 mcgohms. Porém outros va. propoÌcionalmente à rotação do cursor -
lôres poderão ser medidos, usando-se o sis- Assim na posiçâo média de um potenciô-
tema de comparação com psdrão externc metro de 1.000 ohms o valor será de ã(X)
De extrcma r;npücidade na construqão ohms. A 75.á da rotaçeo ,será de 750 ohms
e otrrração, êste inatrumento dará satisfa- e assim por diante. Og potenciômetÍos loga-
ção ao leitor, por s€u desem[Ènho correta rítmicos obedecem a outro critério e não
e pouco complicado. são adequados para o circuito destâ ponte.
No diagrame da figuÍa 3 a ponte, além
TEORII de RV 4 possü duas resistências (R-5 e
Na figura 1 t€rnos um potenciôrnetro R-6)- e dois condensadcirts {C-3 e C-{} oue
ligtdo de tal modo que, ocorrendo o equili- agem como padrões. Além disto a poirte
brio ou ponto <nulo>, o sinal de íudio apli. possui facilidades para ligação de compo-
ceilo (C-t ) deixará de ser percebido. lie c nentes (Resistência ou Condenaador) Dar&
velor tle resistência que se deseja medir é efeitc de comparação ou extenção das es-
BX, a reeirtência padrão de comparaqãc calas de medide.
BS e o potenciômetro (R1-R2) estiver na
po.igão de eguilíbrio, teremos: crtrBRlelq
R1 RX No cilcuito original, usando o mateÌial
indicado. na Lista de Componentes, os va-
R2 RS lôres que pod€m sêr medidos na ponte, úo
os seguintes:
O memo se splice quando rnedindo con- Resistência - Faixa 1
denaadoreo (ôgura 2), mudando spenas os 10 ohms até 100 -0(X) ohms
dmbolos da equação gnterior. .Resistência - Faixa 2
R1 _ _g_ 1.000 ohms até 10 megohms
Condenriadores - l'aixa 1
R:' CS 10 nicofarads até 0.1 microfarads
-Condensadores
- Faixa 2
A posição do poteaciômetro de balgn- 0O1 mfds até 10 mfds
ceeDento (Rl-Rz) varia em razão dos va. A calibração da ponte deverá ser efe-
lôrca que lossam têr RS ou CS e RX ou CX. tuada usando-se componentes cujrrs valôres
Cslibr&ndo-se o mogtrador asgociado com cstejam sabidarnente corretoa. Tah'cz seja
R1-RZ é possível, qua:rdo usando eú P.S esta a parte mais trabalhoss. de todo o as-
ou CS padrõea de valor conhecidq obter urna gunto. O leitor poderá Ì\ecorrer a um8 es-
leitug dit€ts tlas resistências RX ou con- cola, universidade ou órgõo oficial que pos-
deosadores CX( que se dese,jamedir na ponte. sua padrões e que possam medir os compo-
co&o É €nplicsrÁ rnais adiarrte. nentes que irá usar para calibraçõo. O Inr-
Fonte

rniniatura

estabilizada
TERRÂ COÍUUM
bG\ tíàr
Ì:iJ .t3/ \,
2fla2!5 lcrla rY5l

Esta unldede Íomece ten-


Lrfr?A DE rretsnrÁrs,
sõês estoblllzsdas, vÂíôvels comtça I dccÌGlcêr. I'ìodos os reslstores tlxÂs são
de 15 a I Yolts, c.c.' e atê 8ê ÍoÌ dlrcJarlo mrdt! s de 1./4 de w 5% de tole-
umÀ dÌ$agêm d€ 50 mA. o rãncla
coÌrente Íor!êclda pcb to!- Rt -- 100 K
secundárlo do trânsÍormador
é de 12 volts, podêndo ser tê, coloca-se um Ìnllh''rprí- R2 -- I I um ohü!
usado um de 6-0-6 volts, matro Ão cllculto do coLtor R3 -- L C00
lJo mA que s€ sbandole a de TRg ê TI.3. pür nadtt RV{ -, potenclómetro de l0
K, liDear ou log.
derlvaçãô centrel, e Pãra a volteSem urs-B€ um mlll- R5 - 820
retlflcaçáo uÁa-s€ uma Pon- ãmperimetno com elcola de R 6-33K
te (MRl) de onda compl€ta I mÀ em séÌle com R lO (a RV? -. potenciômetro de l(I)
aY 104. hdlcaçãD s€Ìó de lO yolts). K linear ou log.
Nestâ fonte Íoram inclul- RÌ/S -. 500,2 w. fio (detcr-
dos vóÌlo6 reÍlnamentos. Pa- O medldoÌ deyeÉ Ílcr,r en- minador máximâ. corrent€
ra €vltar osctlações de altg tre tcrra e o tetminal de da Íonte)
frêqúncla, há un ponto R 10. R l o-10K
O t ransistor T3,l poderá
comum de terrs, que deve ser unr 2N.1285 ou outro Cl - t.fi)o mÍd. eletroliti-
ser ao redor do t€rmlnal de qualquer Qualquer tlpo de co 25 v.
Cl. C2 também atua como diodo de junçào serve para c2 - O.l óleo ou Plástico
elimtìador de lntêúerêncirs. a lrosiçáo de IS 4{. TR2 C3 - 50 mfd, eletrolitico
se Íor desejado reduzir aln- pade ser un'ì transistor pla- 25 v.
da mais a. ondulaçáo (ripple) nar de alto ganho e balxa
da tensáo retificada, o va- Tl - transformador. Prl- .
corr€nte tipo NPN. TR3 d€- mário tlo ou 220 secundí-
lor de C2 pode s€r aumen ve poder dissipar I w, possi- rto 6-0-6 volts, 100 mA
tado até 50 mfds 25 v, Do- velmente o BFY 5l com um
rém, isto fari com que a re- TRrl - 2N4285;2N40@; MPB
bom clipe dissipador, ou 6516; 2N544?,€tc.
gulagem leve de I & 2 MC 140 conì um dlssipador
s€gundos para atuar. Pode de alumlrtio de 3 cenÌíÌnetros TR2 - BC 168; BC 169;
alt€rnatlvamente usaÌ ume qúadrados e 1,5 nrm de es- BC 109,etc.
cha.vê que comute o valor dê pessura
cz de 0.1 mÍd para í) mÍd, Para a constrüçào, náo há TE3 - BFY 51, MC 140,etc.
paÌa atênder duas sltuações. culdados cu Ìeconìendações Dl-D5 -- IS 4'1, etc. (vêr
T&mbém o zurrbldo em c2 especiais além do ponio úni- texto)
que é praüca,mente lllper- co de te|Ia, ventllaçáo e dls-
ceptivel, pode 6er alnd& mals sipadores. O potenclômetro MRI -- Ponte retlflcsdore
reduzido com & llovlmenta- RV4 é o controle principaÌ BY lfi, B 30C 150, Se'
de voltageln e RV? o ajuste mikron, etc.
çáo de RV I sté um Ponto
em que a voltâgem de saída Ílno. sl - 2 polos, 1 Posiçá.
Os técnicos sã,o acordes em dizer nar-se rÌÌna solução para aquêIealei-
que se o semicondutor que hoje deno- tores que desejam substituir o cristal
minamos de efeito de campo (MOS no seu transmissor, usando um Vf,.O
Field Effect) tivesse sido descoberto (oscilador de freqüêucia variável).
antes dos transistores clássicos PNP O VFO dêste artigo usa alimenta-
e NPN, a técnica de uso dos transisto- ção de 12 volts e trata-se de um osci-
res estaria muito mais avançada. Di- lador básico Colpitts e as bobinas in-
z,em isto porque os semicondutores dicadas na tabela I permitem abran-
MOS ou de efeito de carnpo são os que ger de 1,75 até 9 Mhz na.freqüência
ltars se aproxrmam em comportamen- fundamental. Para operar o transmis-
to às clássicas vôlvulas termoiônicas, sor em freqüêRciasmais elevadas,uti-
con alta impedânoia de entrada e ou- lizará as harmônicas. Na tabela I in-
tras características similares àquelas. dicamos og valores para cada faixa,
Aqui, porém, não vamos tratar do porém, o leitor que desejar, poderô
gemicondutor de efeito de carnpo, que instalar um sistema seletor cod cha-
já começa a ger encontrado no úerõa- ve de onda que inclua valôres de con-
do brasileiro. Varnos, isto sim, des- densadorese derivações da bobina, o
cnever um circuito VX'O, que há muito que, entretanto,.nospareoebomplica-
é solicitado por nossos leitores. do. Um VFO bastante ativo, produz
Êste circuito, cortesia da RCÀ, uti- as harmônicas necéssâriaspari exci-
liza um semicondutor MOS e outros tar um transmissor até os 14 ou 28
tranbistores e poderô, bem dúvida, tor- Mhz. fàcilmente.

NM SÃO PAULO... HOSPEDE.SENO ÍJIR DA FNATENNIDADE


IE IIATERIAL
LISTÂ
C1 condenssdor variável de mais, cerâmica verizado
alta qualidade (ver tabela Cg 1.õ00 PF, 5ü) volts Q1 Transistor tipo 3N128
I para capacidade) C10 1.õ00 pf, 500 volts on equivalente
C2 tïmer ti-po ilielétrico de C11 O. IMF - 50 volts ou Q2 Trânsirtor RCA 4024ã
ar (ver ta-belaI Para ca- mais, cerâmica Q3 Transistor RCA SK3020
pacidade) CIz 0.025 mf, 50 volts ou R1 22.000 ohms 1/2 w.
$.-C4. C5 e CG - conden- ' mais, cerâmica R2 12.000 até 47.000 ohms
' (para produzir um pico
sadores de mica Prìtteada tipo 1N 914
(ver tabela I para caPa- CR1 Retificâdor de silicio rle saída de 2 volts\ 7/2w.
cidades) J1 conetor coâxial R3 12.000 ohms 1/2 w.
C7 2200 pf, mica prateada, L7 (ver tabela I) R4 820 ohms 1/2 w.
300 volts . L2 choqueminiatura de 2,5 Rb 47.000 ohms 1/2 w.
C8 0.05 MF 50 r'olts ou mH, núcleo de ferro oul- R6 240 ohms 1/2 \4'.

TABELA I
fteqüêncir Kht . . . . 1. ?5-1.9 2 .ó-2.7 3.6-4 Õ-D.O 8-9
32 19 t7 t4-3/4 .lr-L/2
Total eepires
Belatôo espiras/polegsda ....... 32 32 .16 Lo 8
Nç ile Íio 24 24 '20 20 18
Diônetro bobins eui polegade... 1 1 1
Cl p F. ío 75 100 ãU ã0
C2 p F . ã0 50 25 25
C3 p F . 100 120 100 não tem não tem
Ot p F. 470 170. 390 390 270
ç 5P r. 1000 1000 680 68C JOU
08pF. 1000 1000 680 680 560

+ 5 ,8 V + l 0V

lrinsformâ(Ìor isoÌador rla rêcle rÌc rlesligar r.r


E squcma rlo VÍ-O, co mple lo. Q uando s oÌ r ir nr lo ferro rle solrlar iìnles.de efetu:ìr a soÌrÌa. No-
l r ansì slor e s ìlOS d e e í eit o ( ld c nnì po lollo lem quc Cl0 e C9 são soÌrlados rlesde e ternri-
c u idarlo é po uco co nì ex c t , s s o r ì e t c nr per âlur x nll rle 6,E e 10 volls. respeclivÍìmenlc, para u
e rì s cxri{iìs rlclfoslálicâs que po( l( , ì ) c x ì \ t ir ni) cllârsì. Junl.ì ro ponlo ent quc o lerminaÌ sai
s olrÌarlor c q uc srìo su fic ianles pr r r u r Ì anil' ic r r ,lir hÌin,l.r-rcm. lìrn frcqiiências cÌeri,l.s êstes
o conrponcn l(,. Iìcco Ì]t('nr la- s r 'r. lr r ir nr lr iniio s c (l( liìllìcs stio irnporÌânlcs.
p ossui um so lrìrrìor rlc l) iì ix r l ! oÌ lNgr r Ì ] , c onì
CAPACITORES
ELETROLíTICOS
No circulo é a Íorma de onde que é aplica-
da no medidor e no condensadora ser me:
MEDID()R
DECAPACIDÀDE dido. Na Íigura 2 temos o esquemacorÍÌple-
to do aoarelho.Na íigura 3 há uma disposi-
oooat
c o N D . S OB rão dos componentèse na Íigura 4 o Pai{ìel
ção
EX'ü E le comÍ
componenles.
Ì{UÍ. ELEÌ. 'a vèriÍicar se o instrum€nto está ope'
Paía
ano'oe em todas as faixas, liga-se tempoÍa-
aÍnenr( um resistorde 33.000ohmsem sé-
aa I e com um condensadorde aproximada-
rF nÌente o..5 nüÍds,entre SKl e SK2 € Pressio-
I
I
I (
na-se53,,. O medidord€ve daÍ indicaçãoem
I tcdas as Íaixas..
-l_ FIGl Para calibrar o instrumentopodem sêr
Paía
u: ;ados 2 condensadoresde mìca pralead3
usados
l % de toleÍância, um de 100 PF e ou-
d e 1ol"
de
taro de 10.000 pF. Liga-se primeiro o oe
o medidorQue vamos descreverperm.- .I0.OOO em SK1 e SK2, coloca'se 51 n'i
oF
te medir valores de condensadoresde 10C faixa de 0.01 ÍrÌtd e S2 em X1 e pÍessiona-so
pF a 1Mdf. Utiliza apenas dois transistores 53. Aiusta-se VRI para uma deÍlexão total
e dois diodos,com um medidorde 100 mi- do ponteiÍo do medidor.
croamoeres.A bateriaé de 9 volts e as ilus- coloca'se agora S2 em X3, gira-se VR2
trações do texto aiudarão sem dúvida ao todo para a esquerda (Íechado) mantém-
lêitor a construir o instrumenÌo. se o mesmo condensadore ajusta-se VRz
Na Íiguía 1 temos o circuito básico do depois de pressionar 53, cuidadosamente,
medidor. Utiliza um comutador eletrônico para que indique 0.01 mfd.

{try iev
J--

lF-",
ll---,
{Ë'

ÌR2
scl 09

FIG 2
FüIIE OÈ
altaana@ cc

PRÍ
ÀMruflcADÍlR
RCA

oz taet naro *euíoo


oEAGttulA

t m .pré amplificâdorque serve para ampliÍicadoresaté 10 w. é o


circuito qu€ se vé na Íigura 1. Na tigura 2 temos a disposiçãodos com-
porÌôntessobre uma placa de circuito impres€o.A Írentede @rr6{ìtecon-
tínua é d€ 20 volts e se recomendausar um terra comumpara todas as
ligações.No ,maisp circUito não apresentanentìumadiÍiculdade.De6e-
iamos âgradecera colaboraçãoda RCA que nos enviou o circuito. No-
.tarão cìa leitores que ãlgumas expnêssõescontidas no mesÍnosão um
poucodiferent* das qüe usamosaqui. É porqueo esquemadestinava-se
a Portugal,onde s diz contrdo €m lugar de controlê e gira-discosem
lugar de toca-discos.Coisasda SentaTerrinha...No mais tudo èstá certc.
Os leitorès podem exêcutar este circuito que lh€s dará satisfação,Os
transistoí€ssão natuÍâlÍn€nleROA porém podem ser usados outros sè
não for€m encontradosesles aqui. Sucedeque no Brasil os pÍodutosRCA
não estãotendo a distribu,içãoque seria desêiávelem tünçãode seu pres.
tígio,e imagem de outras t€rras, mas que fazeÍ,.. isto não dspende dos
bÍasileiros,

++++ + + + + ++++ + + + + ,+ ++ + ^

+
+ iüËË[ünnuË[
.ü [üg*
ü"'
ro @*'1"ü"'fr.g
+
+
+
+
"[
",fl,. ["rtrh]!
[lËï
+
+
Hil HïüË[í
nüüffiH
6 7 t9 o||t21314

r|ig. 2 --:- Distrtosi4ã'o ÌIns componentesìto preatupliticqdor


de l e Íe rê ntipôr
Unldade a aosti l ostópi o
Quando 32 está na poslção entre o ponto dê I volü do
A unldede què descrevemos chave e o negôtlyo coIìum é
Dode lornecer t€nsões dê 0.1, c.c-o condensadorCl está li-
gado e atuâ na fütrsgem da de 1.000ohns, como !ê pode
0S. fJ e lO Yolt"sde Perlll veriÍlcar somendo os valores
rete,Dgular, cula amplitud€ tensão que é aplicada em Rl
Dlco-&-Dl@é mantida em nÍ- e daÍ Íos três zener (ZDl, de R6, R? e R8. A voltagem
vet coútente -JeIouso de três ZDz, e zDg). O valor destes corre_taestará presentê nos
dlodos zenêr do tipo BzX ?9/ zenêr é 5.1 volts de modo que pontos da chave S3 quando
CãVl. A unidadeÍomecetam- no extrèmo dos n1e$tro6e,ds- fluir pelo cireulto uma cor-
bém tensôes cÊUbrsdas de tirá uma tensão de 15.3voltÉ. rente de 1 mA. Ajusta-se o
c.c. que gelvem Para oscUos- Esta voltagem regulsda é valor de R3 para se obter a
cópio dê Scoplamento dheto, apUcada à série de resisto- corrente de I mA na série d€
res constituidê de R? até R8. reslstoresjá d€scrito.Valorôs
voltÍmetros a válvuta ou Os resistoresR2 e R:l têm va- de 260mil ohms são adequa-
transistor de eÍeito de cam- lores que fazem com que exls- dos para o ajuste inicial. De-
po, É um instrurnento útil taÌn tensóesde 10 e 0.1 volts pois de determinado o exato
para se ter rìa oÍiclna do ex- nos e:<tremosda chave s€le- valor eolocâ-s€então um re-
Derim€ürtedore do técnico tola S3. Os reslstores ll,l até sistor para o valor correto.No
bralrentex. Todosos detalhes Rg devemser do tipo.de alta modelo que Ílzemos uEamos
se À9hem no esquemada Íi- estabilidade de 1% de tole- R2 coln 100 ohms. Por oca-
g[ra l. um trênsÍormadoÌ sião do ajuste removemosR2
(Tl) que Íorneça no secun- rância, com valores calcula-
dos na base de 1.0ü) ohms e colocamosum millamperi-
dárlo de alta tensõoentre 200 por volts. A Ìêsistênctatotal metro de 1 mA, R3 loi expe-
e 2ã0volts é suÍiciente.o en- rìmentalmente um pot€ncio-
rolanento de 6 volt's Poderâ metro, ligado em reostato,de
seÌ usado para a lâmpada pi- 200K. Depois de ajustado IUI
loto de indlcaçÉo de Íunclo- para a correntê de 1 mÂ, o
namento. O dÍodo D I retiÍi- medidoÌ Íoi Ìetirado e R2 re-
cs e tensão de 200/2ô0volt.s. colo-cado.
R1
.Dr l5kn lOo/o
EYtOO 5 üatti R2

RTDE comsm

6.3V 6.3V
Piloto
Uil PNililPIITICAIIQI
PARA RADI(IIREQÜÊÌ{CIA
Já publicamos alguns circuitos de para ondas médias de 3 a 7 espirais en-
preamplificadores para radiofreqüência, roladas na base de L 1, do lado de terra,
porem do tipo <<aperiódico>> isto é, sem Para onda curta uma bobina do mesmo
sintonia.. Apesar de oferecer ganho ex- diâmetro com 12 espirais para L 1 e 1 a
trâ, seu desempenho não pode ser com- 2 espiiais para L 2 será adequado.'Tam-
parado ao de um preampliÍicador que bém podem ser usadas bobinas de re-
possua sintonia. cepção, para transistor, desde que o
Na Íigura que acoapanha o texto <Q> seja alto. O enrolamento de I2 é
temos um circuito de um preamplifi- um pouco tentativo, não só o número
cador de RF que utiliza um circuito sin- de espiiais como a distância que deve
touizado. Pode ser para onda média ou situar-se de Ií, porém sempre do lado
curta, dependendo das bobinas (L 1) e de terra desta última.
(L 2). Utiliza uma Íonte a pilha, de 3 Para sintonizar-se urna estação co-
volts e po<le ser construído em um pe- loca-se a chave 51 (3 polos 2 posições)
queno pedaço de material isolante ou na posição <<Desl.>e sintoniza-se nor-
utilizar as grades para circuitos impres- malrnente a estação ou situa-se próxi-
sos fabricadcs pelo \Ãrolfe (1). mo de Íreqüência onde deve estar e si-
A bobina consiste de uma fôrma de tuação que se deseja escutar. Depois li-
5i8" de diâmetro sôbre os quais se en- ga-se o preampliíicador (chave 51 em
rolam, para onda média, 40 espirais jun- e sintoniza-se C2 para o máximo
<<Lig.>>)
tas de fio Litz, para L 1 L 2 constituirá de intensidade da estação desejada.

LISTA DE MATERIAIS
(Têdc !ertst6!.id de l,/'l vÉtlo)
nl t5.txlo
B:I 2.mo
n3 !0.ür0
n{ l.(xn
cl l0 pF . cerômic!
e sÍXt pF YcriúYel
ct O.l óleo
c4 0.01 ólco
c5 0. I ólo.t
tl ê 12 (veÍ texto)
SI :3pol os2Fosi çõeE
Esquemâ (ompl€to (lo lìÌéanÌirli{i(u(lor n:ìra. lilí
B I = bcteric 3 Yolts
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TRAI{SISTORES (sern teoria)


autoria de A. Fanzeres

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