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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP

POLO DE JUAZEIRO – BA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM
GESTÃO PÚBLICA

DANIEL ALVES DE SOUZA – RA: 4033685823
MAICON OLIVEIRA DE SÁ – RA: 3501642242
LUIZ PAULO DE CASTRO SANTOS – RA: 4206747570
WILLIAN DA SILVA MATIAS – RA: 4148259179

DESAFIO PROFISSIONAL

TUTORA EaD: SÔNIA ALVES MARTINS

DISCIPLINAS DE:

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONTABILIDADE BÁSICA, TEORIA POLÍTICA,
MATEMÁTICA FINANCEIRA E FINANÇAS PÚBLICAS E ORÇAMENTO
MUNICIPAL.

JUAZEIRO/BA
2017
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO..................................................................................................................03
2. DESENVOLVIMENTO....................................................................................................04
2.1. PASSO 01 - APROVAÇÃO DA PEC 241/2016 PARA O SETOR DA SAÚDE E A
ASSISTÊNCIA SOCIAL NO
BRASIL...................................................................................................................................04
2.2. PASSO 02 - ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E FUNDAÇÕES ESTATAIS DE
DIREITO PRIVADO NO SISTEMA ÚNICO DE
SAÚDE....................................................................................................................................06
2.3. PASSO 03 – CÁLCULO 1..............................................................................................07
2.4. PASSO 04 – CÁLCULO 2..............................................................................................08
2.5. PASS0 05 - PLANO PLURIANUAL (PPA).................................................................08
3. CONCLUSÃO....................................................................................................................11
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................12
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1. INTRODUÇÃO

O hospital público é aquela instituição de saúde que é financiada e mantida por
contribuições que compõem o estado, que vêm dos impostos dos cidadãos. Por esse motivo é
que nesse caso, o hospital público pode ser usado por qualquer cidadão sem ter que pagar
qualquer valor monetário para a sua utilização.
O hospital público integra o patrimônio da união, estados, distrito federal e municípios
(pessoas jurídicas de direito público interno), autarquias, fundações instituídas pelo poder
público, empresas públicas e sociedades de economia mista (pessoas jurídicas de direito
privado). É parte integrante de uma organização médica e social, cuja função básica consiste
em proporcionar à população assistência médica integral, curativa e preventiva, sob quaisquer
regimes de atendimento, inclusive o domiciliar, constituindo-se também em centro de
educação, capacitação de recursos humanos e de pesquisas em saúde, bem como de
encaminhamento de pacientes, cabendo-lhe supervisionar e orientar os estabelecimentos de
saúde a ele vinculados tecnicamente.
Os hospitais públicos são responsáveis por ações de assistência médica. Essas
unidades de saúde são habilitadas para internações de doentes, podendo realizar serviços
ambulatoriais também. A estrutura da maioria dos hospitais públicos é complexa em relação à
especialização do atendimento e à tecnologia de seus procedimentos médicos; por isso, eles
estão preparados para executar procedimentos que não podem ser realizados em ambulatórios.
Os hospitais são, em geral, bastante diversificados quanto à capacidade de
atendimento, ao tamanho, à área de atuação, e ao perfil de morbidade dos pacientes
internados. Todavia, a característica que mais difere uma unidade hospitalar de outra, do
ponto de vista econômico, é a sua gestão e a natureza de sua propriedade.
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2. DESENVOLVIMENTO

2.1 PASSO 1 - APROVAÇÃO DA PEC 241/2016 PARA O SETOR DA SAÚDE E A
ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRASIL

A PEC 241/16 é o congelamento e futura extinção dos direitos sociais previstos na
constituição. Isso acontece porque essa proposta diz claramente que durante 20 anos não
haverá ampliação do que será aplicado para a garantia de direitos sociais. A PEC 241
estabelece um teto para as despesas primárias baseado na correção das despesas do ano
anterior pela inflação do mesmo período durante vinte anos. Para as despesas com saúde, que
na Constituição Federal de 1988 receberam tratamento diferenciado, está prevista a alteração
das regras estabelecidas em 2015 pela emenda constitucional nº 86. Em especial, o Novo
Regime Fiscal visa a reverter uma trajetória histórica de crescimento real do gasto público.
O Sistema Único de Saúde – SUS, considerado uma das maiores conquistas das lutas
populares implementada na Constituição de 1988, ao longo de sua história tem passado por
constantes e graves crises. Neste momento, certamente está enfrentando um dos períodos mais
tensos por que já passou, pois está tendo sua integridade questionada. Um dos fatores que tem
ameaçado o SUS de dissolução é a possibilidade de aprovação da Proposta de Emenda
Constitucional – PEC 241/16, que prevê o congelamento de gastos públicos por 20 anos,
principalmente para a área de Saúde. A medida foi enviada ao Congresso Nacional no dia 15-
06-2016 pelo presidente interino Michel Temer.
Se a PEC for aprovada, o SUS como conhecemos certamente não terá capacidade de
existir. Poderá perder sua integralidade, isto é, sua proposta atual de cobertura universal,
deixando de oferecer acesso a serviços como internação hospitalar, cirurgias complexas,
tratamentos mais caros e medicamentos, fornecendo somente a atenção básica a todos. Ou,
ainda, poderá se reduzir a universalidade, focando na promoção de uma política de saúde para
as populações mais pobres, semelhante ao modelo norte-americano atualmente.
Em tramitação na Câmara dos Deputados, a PEC 241 pretende congelar as despesas
primárias do governo, que só poderão crescer no máximo a variação da inflação do ano
anterior. As despesas primárias são justamente aquelas que possibilitam a oferta de serviços
públicos à sociedade e não incluem os gastos de natureza financeira. São as verbas para saúde
e assistência social. Ou seja, aquelas que mais têm impacto sobre a parcela mais vulnerável de
brasileiros.
A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística são de que haverá um
crescimento populacional de 10% nas próximas duas décadas, além de duplicar a população
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idosa. Este cenário indica um aumento da quantidade de pessoas que necessitarão de
assistência social, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo, que
garante um salário mínimo à pessoas de famílias pobres (com renda per capita de até um
quarto do salário mínimo) – idosos, deficientes ou pessoas com algum tipo de impedimento
(físico, mental, intelectual etc.), evitando que estas pessoas enfrentem situação de
miserabilidade.
Outra questão importante é que, diante do fato de que o país está enfrentando uma
recessão econômica, é bem provável que aumentem o desemprego e a pobreza de grande parte
da população. Com isso, crescerá a demanda pelas políticas sociais, em especial, pela
assistência social, o que exigiria sua expansão, quando na verdade ela seria reduzida. É o caso
do Programa Bolsa Família (PBF), que oferece uma renda mensal mínima às pessoas que
estão em situação de pobreza e extrema pobreza, garantindo sobrevivência à mulheres em
situação gestacional, crianças e adolescentes de até 15 anos (somente entre 2012 e 2016 foram
atendidas em média 13.939.052 pessoas, garantindo uma renda média de R$ 182,00 por
família). Para fazer frente à oferta de serviços e benefícios que correspondem à política atual,
em 20 anos, a política de assistência social contaria com menos da metade dos recursos que
seriam necessários para garantir a manutenção das ofertas nos padrões atuais.
O governo sustenta que a mudança de regra garantirá maiores investimentos para o
setor. O governo, com a PEC 241, vai aumentar recursos para a saúde, o que é uma meia
verdade. Em 2017, o investimento mínimo será realmente maior do que aquele originalmente
pretendido: ao aplicar 15% da RCL, e não os 13,7% planejados pela regra que hoje vigora, o
governo garantirá cerca de R$ 10 bilhões a mais para a Saúde – R$ 113,7 bilhões em
comparação a R$ 103,9 bilhões. Os críticos da medida veem dois problemas nessa retórica: o
valor originalmente planejado para 2017 era baixo. Em 2014 e 2015, o governo destinou cerca
de 15% das receitas líquidas à saúde. A aplicação regrediu em 2016 – para 13,2%. E
continuaria baixa no ano seguinte, se fossem mantidas as regras atuais. Em 2017, mesmo com
a aplicação de 15% prevista pela PEC, a verba destinada à saúde será inferior àquela aplicada
em 2014. Por causa da crise econômica, a arrecadação do governo caiu. Aplicar 15% da
receita em 2017 não é o mesmo que aplicar 15% das receitas em 2014.
Ainda que a PEC seja aprovada, o governo poderá destinar mais dinheiro à saúde do
que o piso estabelecido por lei. Mas não é essa a tradição brasileira. Um levantamento feito
pelo Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde mostra que, entre 2000 e 2015, a
União fez aplicações em saúde acima do mínimo legal somente em três ocasiões: 2013 2014 e
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2015. Se, após a aprovação da PEC, o governo mantiver essa tradição, haverá grandes
chances de faltar dinheiro.
Em qualquer dos cenários, com ou sem a aprovação da PEC 241, evitar que se escolha
entre tratar e prevenir exigirá que os parlamentares, responsáveis pela elaboração do
orçamento, tomem decisões difíceis, mas necessárias – escolham tirar recursos de certos
setores, para priorizar o investimento em áreas essenciais, como saúde e educação – sabendo
que contam com recursos limitados: seja por força da lei ou das circunstâncias. E vai exigir
que os cidadãos, que os elegeram, trabalhem como fiscais capazes de dizer quais as
necessidades prioritárias para o país.

2.2 PASSO 2 - ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E FUNDAÇÕES ESTATAIS DE DIREITO
PRIVADO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

No final da década de 1970 as crises internacionais incitaram questionamentos quanto
ao papel do Estado, suas margens de atuação e a eficiência do modelo burocrático. Nesse
cenário foi propagado o modelo de administração pública gerencialista. Este modelo foi
adotado pelo governo FHC, que preconizou a redução das despesas públicas, comprometendo
propostas progressistas inseridas na Constituição Federal de 1988, incluindo o Sistema Único
de Saúde (SUS). O discurso oficial do governo FHC pautava-se na modernização do aparelho
do Estado, a partir de referências da gestão privada e do deslocamento da concepção de
sujeito de direitos/cidadão para de contribuinte/cliente. Na área social se evidenciou a
tentativa de dar novos contornos à implementação de políticas sociais, instituindo as OS como
instrumento para efetivação dessa reforma no campo social. Para a área social foi formulado a
proposta de um novo modelo jurídico-institucional - as Organizações Sociais (OS),
consideradas como uma estratégia de implantação da reforma do aparelho de Estado.
No governo presidido por Luis Inácio Lula da Silva (Lula), foi atribuído ao contexto
político, econômico e social a necessidade de mudanças macro-estruturais que promovessem
repercussões no papel do Estado, reconhecendo sua importância para desenvolvimento
econômico e social. O Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) projetou
uma transformação da gestão pública orientada pela diminuição do déficit institucional e pela
participação ativa dos cidadãos no processo de mudança. Para a gestão de serviços de diversas
áreas sociais o MPOG preconizou a utilização de um modelo já existente na administração
pública indireta – as Fundações, apresentadas como uma maneira de se implementar as
políticas sociais com mecanismos mais ágeis e maior profissionalismo gerencial. Paralelo a
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uma conjuntura de inovação institucional e de críticas quanto à rigidez do modelo burocrático,
ocorre em 2004 uma crise nos hospitais federais do Rio de Janeiro. É nesse contexto que as
FEDP foram definidas como uma proposta de modelo jurídico-institucional, que poderia ser
aplicado à gestão de serviços de saúde.
As OS e as FEDP mesmo surgindo em contextos políticos diferentes, acabam sendo
identificadas, de forma prematura, por alguns gestores e profissionais de saúde como arranjos
institucionais semelhantes. Tal fato se deve principalmente ao regime jurídico de direito
privado pelo qual ambas são regidas. A gestão também tem se configurado como um
elemento importante no debate sobre saúde pública, especialmente no que se refere à adoção
de diferentes dispositivos de gestão e execução de serviços, que interferem diretamente no
processo de organização do sistema de saúde, em bases mais próximas ou menos próximas às
diretrizes do SUS.

2.3 PASSO 3 – CÁLCULO 1

O Pronto-Socorro atende 20.000 consultas por mês, com valor de R$ 10,00 cada. Seu
custo variável é de R$ 3,60 por consulta. Seus custos fixos operacionais são de R$ 20.000,00
por mês. Suas despesas financeiras são de R$ 6.900,00 mensais. A provisão para o Imposto de
Renda (IR) é de 35%. Qual o valor do lucro líquido do Pronto-Socorro?

BASE PARA OS CÁLCULOS:

Receitas = consultas x o valor

Custos variáveis = consultas x custo variável

Margem de contribuição = Receita - Custos variáveis

LAJI = Margem de contribuição - custos operacionais fixos

LAIR = LAJI- Despesas financeiras

Provisão para IR = LAIR x 35%

Lucro Líquido = LAIR - Provisão IR

-

Receitas = 20.000 * R$ 10,00 = R$ 200.000

Custos variáveis = 20.000 * R$ 3,60 = R$ 72.000

Margem de contribuição = R$ 200.000 - R$ 72.000 = R$ 128.000

LAJI = R$ 128.000 - R$ 20.000 = R$ 108.000
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LAIR = R$ 108.00 – R$ 6.900

Provisão para IR= R$ 101.100 * 35% = R$ 35.385

Lucro Líquido = R$ 101.100 - R$ 35.385

Lucro Líquido = R$ 65.715.

2.4 PASSO 4 – CÁLCULO 2

O setor de compras conseguiu gerar uma sobra de caixa nas aquisições dos aparelhos
para o Hospital de R$ 20.000,00. Este capital de R$ 20.000 será aplicado a juros simples a
taxa de 2% ao mês pelo período de um ano, determine o montante proveniente dessa
aplicação.

Capital: R$ 20.000,00

Juros: 2% a.m

Tempo: 12 meses

J: capital x taxa x tempo (cit)

J: 20000*0,02*12 = 4.800,00

-

Montante = C + J

Montante = 20000 + 4800

Montante = R$ 24.800.

2.5 PASSO 5 – PLANO PLURIANUAL (PPA)

O Plano Plurianual representa o documento base que orienta as ações de governo,
constituindo-se no instrumento legal de planejamento público de médio prazo que explicita
diretrizes, metas e objetivos ambicionados pelo governo no período de sua gestão. Representa
a ferramenta de ação governamental que consolida as novas metas e propostas para o período
de quatro anos de governo.
O Plano Plurianual (PPA) para os exercícios de 2017 a 2020 - que estabelece as
diretrizes, os objetivos e as metas a serem seguidas foram feitos para o hospital público.

Manutenção da SMS
Objetivo Metas Ano Valor
Fazer a divulgação 60 Funcionários 2017 R$ 225.072,00
das ações propostas 03 UBS 2018 R$ 225.072,00
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em todos os meios 9.104 habitantes 2019 R$ 225.072,00
de comunicação 2020 R$ 225.072,00
disponíveis no
município;
Construir um
estacionamento
privativo para os
pacientes;
Aquisição de
equipamentos de
informática;
Realizar
manutenção da
SMS, unidades de
saúde e
remuneração
salarial do quadro
funcional.
TOTAL R$ 900.288,00

Núcleo de apoio à saúde da família
Objetivo Metas Ano Valor
Elaboração e Psicólogo 2017 R$ 153.600,00
implantação de Assistente Social 2018 R$ 153.600,00
NASF , em nível Fisioterapeuta 2019 R$ 153.600,00
municipal para Fonoaudióloga 2020 R$ 153.600,00
atendimento
multiprofissional de
apoio as equipes de
saúde da família
para melhoria na
qualidade de
atendimento no
hospital público.
TOTAL R$ 460.800,00

Transporte de pacientes
Objetivo Metas Ano Valor
Viabilizar Transporte para 2017 R$ 42.039,65
transporte para os todos os pacientes 2018 R$ 46.243,61
pacientes que que necessitem de 2019 R$ 53.180,15
necessitam de atendimento via 2020 R$ 79.770,23
atendimento médico TFD, ou
em outros agendamento para
municípios, com hospitais públicos e
retorno em suas clínicas em outros
localidades. municípios.
TOTAL R$ 221.233,64
10

Contratação de especialidades médicas
Objetivo Metas Ano Valor
Ofertar Contratação de 2017 R$ 42.039,65
atendimento médicos 2018 R$ 44.562,02
multiprofissional, especialistas para 2019 R$ 47.235,75
através da atendimento 2020 R$ 50.069,89
contratação de multiprofissional.
médicos
especialistas.
Principalmente
Neurologista;
Cardiologista;
Geriatra; Clínico
Geral; Obstetra e
Outros.
TOTAL R$ 188.910,31

O Município recebe mensalmente os valores a seguir:

 Assistência Farmacêutica (vêm os valores em medicamentos) - R$ 35.976,68/mês

PISO DA ATENÇÃO BÁSICA – PAB

 (Custeio/contratação por tempo de determinado/obrigações patronais) - R$ 125.229,00

PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL – ACS

 (Agente Comunitários de Saúde) - R$ 18.879,00/mês

PISO DA ATENÇÃO BÁSICA VARIÁVEL – PSF/ESF

 (Programa da Saúde da Família/Estratégia da Saúde da Família) - R$ 12.800,00/mês/por
equipe
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3. CONCLUSÃO

Os resultados deste trabalho possibilitaram visualizar a percepção da gestão na área da
saúde pública brasileira, que é um processo desafiador, vez que deve aliar fatores como o
compromisso da prestação de serviços de qualidade a população e a escassez de recursos.
Sendo assim, a preocupação tem sido a de adequar os escassos recursos disponíveis à
assistência, sem prejuízo do usuário. Com isso, as considerações finais, além de resgatar as
ideias fundamentais sobre o assunto, também devem apontar para as questões futuras,
decorrentes de tudo o que foi investigado até o momento, contribuindo com possibilidades
para um melhor entendimento por parte dos leitores sobre determinado tema, deixando o
mesmo em aberto para outras discussões futuras.
É importante ressaltar que as sugestões apresentadas são importantes para o Pronto-
Socorro do hospital público, para aperfeiçoar melhor suas visões e objetivos, e melhorar o
tempo de atendimento que ocorre devido ser um hospital, um ambiente que é diferente do
habitual das pessoas que nele encontram-se, as quais não estão em seu estado normal. Devido
a isto é necessário um atendimento diferenciado e com mais agilidade, por saber que estão ali
com dor e problemas desagradáveis.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ROZOWYKWIAT, Joana. PEC 241 tira 54% da verba da assistência social e golpeia mais pobres.
Disponível em <http://www.vermelho.org.br/noticia/287769-2>. Acessado em 29 de Maio de
2017.

CEBES. PEC 241/16: Uma afronta à saúde, aos direitos sociais e à Constituição.
Disponível em <http://cebes.org.br/2016/07/pec-24116-uma-afronta-a-saude-aos-direitos-
sociais-e-a-constituicao/>. Acessado em 29 de Maio de 2017.

EDUKAVITA. Definição de público. Disponível em
<https://edukavita.blogspot.com.br/2013/05/publico-definicao-conceito-significado.html>
Acessado em 29 de Maio de 2017.