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2018

Cálculo II

Graça Peraça e Rafael Montoito

5ª Edição

0

CALENDÁRIO DE PROVAS
AVALIAÇÕES PESO DATA CONTEÚDO

1

PREFÁCIO

Essa apostila é baseada em livros de cálculos e materiais utilizados durante a faculdade de
matemática.
Seu objetivo é facilitar o estudo, visto que todo o conteúdo do semestre está apresentado de
maneira sucinta, com listas de exercícios, testes e gabaritos.
Visando a compreensão do conteúdo e a construção dos conceitos, deixamos espaços em
branco para resolução de exemplos e desenvolvimento de algumas demonstrações.

Profª. Ms. Graça Peraça

2

....................................................... 86 6 Sequências e Séries .................................................7 Diferenciabilidade ..............................................................3 Limites e propriedades das funções vetoriais de uma variável ..................................1 Conceito de campo vetorial ........................ 109 7............2 Séries .....5 Parametrização de curvas .............................................4 Rotacional ........1 Sequência numérica ......... 114 7...................................................................3 Derivada direcional de um campo vetorial ............................................................... 41 3............................................................................ 9 2............................1 Lista 1 .......................6 Curvas ........... 9 2..............................................3 Resumo dos Testes de Convergências ................................................................................................Sumário 1...................................... 6 1....................................... 70 5 Campos vetoriais (funções vetoriais de várias variáveis) ......................8 Integrais de Funções vetoriais de uma variável ..9 Teorema de Green e Teoremas correlacionados .11 Derivação de funções implícitas .................. 20 3........................................ 51 3....... 24 3.. 10 2................................................................................1 Integrais duplas ........3 Área de Superfície ..................................................................................................................... 91 6........9 Derivada Direcional e Gradiente .......2 Lista 2 ............................................................................. 56 4....5 Divergência ..................... 11 2............................................... 19 3 Funções escalares de várias variáveis ...........................................7 Integral Curvilínea de 2ª espécie.............................................................................................. 91 6................................... 47 3......................................................8 Diferenciação da função composta (Regra da cadeia) .................................................................................................................................................................... 76 5............................................................................ 115 3 ...............................7 Comprimento de Arco ............5 Mudança de variáveis na Integral Tripla ................................................................... 83 5....................................... 16 2... 17 2..................................................................................................................................................................................... 6  Conjunto no espaço  n ......... 75 5......................................... 107 7 Exercícios .................... 6 n  Conceito de espaço Euclidiano n : ..................................................................................................4 Propriedades globais de funções contínuas ................12 Multiplicadores de Lagrange .......................................................................................................... 35 3.....4 Integral Tripla .................. 7 2 Funções vetoriais de uma variável ............. 9 2......6 Derivadas de ordem superior ..4 Lista 4 ................. 75 5....................2 Limite e continuidade de campos vetoriais ........ Introdução .2 Hodógrafo de uma função vetorial ...................................................................................... 32 3.......................................... 31 3..................................................................................... 54 4 Funções de várias variáveis e integrais espaciais ................................. 79 5.......................... 56 4..........................................................................................................1 Funções de várias variáveis ...................... 81 5......3 Continuidade de funções de várias variáveis ... 68 4............................3 Lista 3 .................................................................................................................................................................... 37 3.... 65 4....................................................................................................................10 Extremos das funções de mais de uma variável ........2 Teoria de limites .............................. 78 5........................ 95 6.................................... 108 7........... 77 5..............................................................................6 Integral curvilínea de primeira espécie .............. 42 3..............................5 Derivadas parciais ....................................................... 28 3.......................... 59 4................................................................4 Continuidade das funções vetoriais de uma variável .................................. 13 2.............................................................................................................. 20 3.............................................................. 108 7...........................................8 Integrais de linha independentes do caminho .....1 Espaço Euclidiano  .....................................2 Mudança de Variável na integral dupla .....................1 Conceito de funções vetoriais ........ 76 5......................................................

................. 166 11....... 147 8.............................................12 Lista 12 .................... 165 10.......................................................3 Respostas do teste 3 ............................13 Lista 13 .......................................................................................7 Lista 7 .................. 132 7........... 170 12...........11 Respostas da Lista 11 ............. 135 8 Respostas ............................................9 Respostas da Lista 9 ................................................................................................................................. 145 8..................................................... 172 4 ........................................................................4 Prova 3 2017/1 .....................................................................................10 Respostas da Lista 10 ........ 122 7......................................................................................................... 171 13 Apêndice ........................................7 Respostas do teste 7 .............................................................................8 Lista 8 ......................................................................................5 Lista 5 ..................................................... 165 10.............................................. 148 8..................................................................................4 Teste 4 ............................................................... 147 8..............................1 Respostas da Lista 1 .................................5 Respostas do teste 5 ....................................................................................................................................................................... 145 8. 128 7...................................... 130 7..........................12 Respostas da Lista 12 ................................................................................... 139 8........................................................................................3 Respostas da Lista 3 .............................................................................. 141 8.. 129 7...............4 Respostas do teste 4 .....................9 Lista 9 .......................................................... 7.................5 Respostas da Lista 5 .............................................. 153 9...................................................................6 Respostas da Lista 6 ........... 147 8............................................................................................2 Respostas da Lista 2 ................................. 142 8......6 Lista 6 ..... 170 12..............................................................................................................................................................7 Respostas da Lista 7 ........................................................................................................ 137 8................................................................................................. 163 10...... 169 12 Respostas das Provas passadas .......................................................................... 126 7............1 Respostas da Prova 1 2017/1 ............................. 118 7............................................................................ 152 9...... 116 7.....................1 Respostas do teste 1 .....2 Teste 2 . 164 10............................ 170 12.................................3 Teste 3 ........3 Prova 2 2017/1 ...................................................8 Respostas da Lista 8 .............................................................................................................................................................................................................................................................................................. 172 13.................................................................2 Trabalho 1 2017/1 ................... 160 10 Respostas dos testes . 152 9..................7 Teste 7 ....1 Identidades trigonométricas ........................................................................................................................................................11 Lista 11 ....... 137 8................... 167 11. 170 12................................................................................................ 156 9.......................................... 154 9..................................................................................................14 Lista 14 ..................................................................................... 157 9........................... 159 9........................................................ 150 9 Teste seus conhecimentos.................................................................................14 Respostas da Lista 14 . 165 11 Provas passadas ..................................................................... 166 11.........................................1 Prova 1 2017/1 ....6 Respostas do teste 6 ...............................................................................................................................................................................................................................13 Respostas da Lista 13 ........................ 168 11.......................3 Respostas da Prova 2 2017/1 ................................................................10 Lista 10 ...............................................2 Respostas do teste 2 .........4 Respostas da Prova 3 2017/1 ................................................................................2 Respostas do Trabalho 1 2017/1 .............................5 Teste 5 ... 137 8................... 162 10.......................................................................................................................... 161 10. 161 10............... 124 7...........1 Teste 1 ................ 146 8...............................................................................6 Teste 6 ............................................................................4 Respostas da Lista 4 ....................................................... 143 8..................................................

......................................2 Tabela de derivadas ..................3 Tabela de integrais ................4 Alfabeto Grego .................... 172 13.....5 Leituras complementares ..................... 13............................................................................................................................................ 174 14 Bibliografia ...................... 173 13................................................................................. 175 5 ....................... 173 13............................................................................

1. xn  e y=  y1.. y.(a):  ( x.. z  X desigualdade triangular Exemplo 1. y )   ( x. y)  máx xk  yk  máx yk  xk   ( y. yn  x  y  x1  y1. y)  0  máx xk  y y  0  xk  yk k  1. xn  yn   An 2.  ( x. vamos dizer que esse espaço é métrico se x. Introdução Espaço Euclidiano  n 1.. y ) x... xn . x  An : x  ( x1. x.  ( x.  ( x. y  X é introduzida uma função real  ( x.1(b) An é chamado linear ou vetorial se nesse espaço estão introduzidas as seguintes operações: 1. z )   ( z.. y)  máx xk  yk Vejamos as condições: 1.1. x)  ( x. z )  máx xk  zk  ( z. y )   ( x. y)  0  x  y  2.1. axn   A . y )   ( y... y )  ( x. x2 . y )  máx | xk  y k | máx xk  z k   z k  y k   máx xk  z k  máx z k  y k   ( x. y  A n x  x1. z )   ( z .  ( x.1. x2 ..... z )   ( z . x  An .. Os pontos x. y)  máx xk  yk  0 se  ( x. n 2... z )   ( z.  ( x.. y2 . y ) com as seguintes condições: 1. x2 . y   y1..  ( x. k  1.. y)  máx zk  yk  ( x. x) 3.y  An são da forma x= x1. xn ) xk  .  ( x. y2 .1.1. n Def. y) 6 . a   n Def. yn  e x=y se xk = yk k  1. n xk é a k-ésima coordenada. ax2 ..... y)  0.. X é o conjunto ordenado de n números reais. x) simetria da métrica 3.. o elemento ax  ax1 ..1  Conceito de espaço Euclidiano  n : Def. y)  máx xk  z k  máx z k  yk  ( x.(a) Para todo x do espaço n dimensional An . x2  y2 ... y )   ( y ..1(c) Seja X um espaço ou conjunto.

y )  x  y 2  x y  n=2. r )  x  R n :  ( x.(d) Um espaço linear n-dimensional An .1.1.1. a  R n . r  0 . a toda r-vizinhança que não contém o ponto a e é denotada por U r (a)  B(a. 0 7 .  Esfera: S (a. a)  r  Def.1. r  0  B(a.(e) (Bola aberta) Seja a um ponto do espaço  n e r um número real positivo.(g) (Esfera) Definimos de esfera com centro em a a todo x   n tal que a distância de x até a seja igual a r.     eixo real 1  ( x.1.(f) (Bola fechada) Definimos de bola fechada com centro em a à todo x   n tal que a distância dos pontos x até a seja menor ou igual que r. y )  x1  y1 2  x2  y2 2  n=3:   espaço real 3  ( x. a)  r  Def.1. Definimos de bola aberta com centro em a a todo x   n tal que a distância dos pontos x até a seja menor que r. r )  x   :  ( x. Chamamos de r-vizinhança perfurada do ponto a. y )  x1  y1 2  x2  y2 2  x3  y3 2  Conjunto no espaço  n Def.1. r )  x  R n :  ( x. a)  r n  Def.(h) (vizinhança) Seja a  R .1.  n=1. r  R. n Def. r ) \ a. r ) . r  0  B(a. com métrica  ( x.1. a bola aberta com centro em a e raio r é chamada r-vizinhança do n ponto a e denotada por U r (a)  B(a.   2 plano real  ( x. a  R n . r  R. y )   x k 1 k  yk  2 é chamado espaço EUCLIDIANO e denotado por  n .1.

O ponto a é chamado ponto n interior do conjunto X se existe um número r positivo tal que toda vizinhança do ponto a esteja contida no conjunto X. o conjunto X é chamado aberto se qualquer ponto é ponto interior desse conjunto (isto é. 0 r  0 : U r (a)  X  ø Def. Def.1.1. existe pelo menos um elemento do conjunto X.1. o conjunto X é chamado fechado se esse conjunto contém todos os seus pontos limites. Def. Ou seja.1.1. 8 . toda vizinhança pertence a X).(j) (ponto limite) Seja X  R n .1.(n) (conjunto compacto) X   n é chamado compacto se esse conjunto é limitado e fechado.(m) (conjunto limitado) X   n é chamado limitado se  r  0 tal que todo conjunto esteja contido na bola fechada com centro em a e raio r. Todos os pontos limites são interiores. a é ponto limite de X se.(k) (conjunto fechado) Seja X   n .1. Def.1.1. contém todos os seus pontos limites. em qualquer vizinhança perfurada do ponto a.1.(l) (conjunto aberto) Seja X   n .Def.1. Def.(i) (ponto interior)   Seja X um conjunto do espaço  n X   e a um ponto de X.1.

Se f (t ) é um vetor no espaço  f (t )  f1 (t )i  f 2 (t ) j  f 3 (t )k   f1 (t ).t/3) Domínio da função vetorial de uma variável real: é o intervalo que satisfaz todas as coordenadas da função. Exemplo Descreva a trajetória L de um ponto móvel cujo deslocamento é expresso por: a) ⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗ b) ⃗( ) ( ) c) ⃗( ) ⃗ ⃗ ( ) ⃗⃗ 9 .2 Funções vetoriais de uma variável 2.(b) f (t ) =(2+t. Exemplos 2. f 3 (t ) 3 Exemplos 2.(c) Analise o intervalo de domínio da função ⃗( ) (√ ) 2. t  I .1 Conceito de funções vetoriais Def.2t.2.1.(a) f (t ) =(2t. 2.2 O hodógrafo de uma função vetorial f (t )  f1 (t )i  f 2 (t ) j  f 3 (t )k . O hodógrafo representa a imagem da função vetorial. Vamos trabalhar k com funções que associam a cada valor de f num um intervalo I.sent). um vetor f (t ) no espaço.1.1.(a) Uma função vetorial de uma variável é uma função do tipo f : I     . é o lugar geométrico dos pontos do espaço que têm posição ⃗( ). f 2 (t ).t.2 Hodógrafo de uma função vetorial Def.1.2.

f (t )  s(t ) f 1 (t )i  s(t ) f 2 (t ) j  s(t ) f 3 (t )k 2. e t . f (t )   m. se:   0. são definidas as seguintes operações: a) f (t )   f 1 (t )2   f 2 (t )2  f 3 (t )2 b) f (t )  g (t )   f 1 (t )  g 1 (t ) i   f 2 (t )  g 2 (t )  j   f 3 (t )  g 3 (t ) k i j k c) f (t )  g (t )  f 1 (t ) f 2 (t ) f 3 (t )  h(t ) g 1 (t ) g 2 (t ) g 3 (t ) d) f (t )  g (t )  f 1 (t ).3.2.g 3 (t ) e) s(t ). t ) lim f (t ) = t 0  Propriedades dos limites Sejam f (t ) e g (t ) duas funções vetoriais e h(t) uma função escalar definidas num mesmo intervalo: Se lim f (t )  a. lim f (t )  a  lim f i (t )  ai (i  1.3 Limites e propriedades das funções vetoriais de uma variável Def.(a): f (t )  (t .g (t )   a.b t t 0 c) lim  f (t )  g (t )   a  b t t 0 d) lim h(t ).3) t t 0 t t 0 Exemplo 2.3. lim g (t )  b e lim h(t )  m então t t 0 t t 0 t t 0   a) lim f (t )  g (t )  a  b t t 0 b) lim  f (t ).(a) Seja f  f (t ) uma função vetorial num intervalo aberto I que contém t 0 .2.g 1 (t )  f 2 (t ).a t t 0 10 .  Operações com funções vetoriais: Dadas as funções f (t )  f 1 (t )i  f 2 (t ) j  f 3 (t )k e g (t )  g1 (t )i  g 2 (t ) j  g 3 (t )k definidas para t  I . Dizemos que o limite de f (t ) quando t tende a t 0 é a .g 2 (t )  f 3 (t ).   0 : 0  t  t 0    f (t )  a   Proposição: Seja f (t )  f 1 (t )i  f 2 (t ) j  f 3 (t )k e a  a1 i  a 2 j  a 3 k .

Dados dois pontos P e Q sobre a curva. A derivada de f (t ) é a função vetorial f (t  t )  f (t ) f ' (t )  lim para todo t em que o limite existe.(b) Derive a função f (t )  t 3 i  sent j  4 t k 2. O segmento orientado é representado pelo vetor ⃗⃗⃗⃗⃗.4. Quando t  0 .4. Exemplo 2. Quando t percorre I.(c) Derive a função g (t )  (t ². originando o vetor ⃗⃗⃗⃗( ) tangente à curva no ponto . 11 . Exemplos 2.(a) Analise o intervalo de continuidade da função ⃗( ) ( )  Derivadas das funções vetoriais de uma variável Def. 2. tan t )  Interpretação geométrica da derivada de funções vetoriais Seja f (t ) uma função vetorial derivável em I. Se a derivada existe em t 0 t todos os pontos de um intervalo I. a reta secante se aproxima da reta tangente. se  lim f (t )  f (t 0 ) t t 0 * f (t ) é contínua em t 0 se e somente se suas componentes são funções contínuas em t 0 .(a) Seja f (t ) uma função vetorial. a reta suporte do vetor ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ é secante à curva.4 Continuidade das funções vetoriais de uma variável Uma função vetorial f (t ) definida num intervalo I é contínua em t 0 .4. 2. e t . ponto de I.4. então dizemos que ⃗( ) é derivável em I. ⃗( ) descreve uma curva C no espaço.

Analogamente.. Sua derivada f '(t ) é uma função vetorial definida em I. Exemplo 2..(d) O vetor posição de uma partícula em movimento no plano é ⃗( ) ⃗ ⃗ . então sua derivada é chamada derivada segunda ( 2) (n) e indicamos f '' (t ) ou f (t ) . ⃗⃗⃗⃗⃗( ) Denominamos de vetor tangente unitário o vetor ⃗⃗( ) |⃗⃗⃗⃗⃗( )|  Interpretação física da derivada de função vetorial Ao mover-se no espaço.(e) Calcule a terceira derivada da função f (t )  e 2t i  2t ³ j  sent k 12 . f (t ) .4. Então.  Propriedades das derivadas das funções vetoriais de uma variável Sejam f (t ) e g (t ) funções vetoriais e h(t ) uma função escalar.. então ⃗ ( ) ⃗( ) Exemplo 2. todas deriváveis em I. t  I temos:   ´' a) f (t )  g (t )  f ' (t )  g ' (t ) b)h(t )  f (t )   h(t )  f ' (t )  h' (t )  f (t ) ' c) f (t )  g (t )   f ' (t )  g (t )  f (t )  g ' (t ) ' d ) f (t )  g (t )   f ' (t )  g (t )  f (t )  g ' (t ) '  Derivadas sucessivas: Seja f (t ) uma função vetorial derivável em I. Determine o vetor velocidade e o vetor aceleração em e esboce o hodógrafo..4. quando o limite existe. uma partícula desenvolve uma trajetória cuja equação é dada por ⃗( ) quando varia. se ⃗( ) é derivável. Se f '(t ) é derivável em t  I . A velocidade instantânea desta partícula é dada pela expressão ⃗( ) ⃗( ) ⃗( ) . Da mesma forma podemos obter f '' ' (t ).

( ) e ( ) forem constantes.5.5. ( )e ( ) funções contínuas de uma variável . a curva degenera-se em um ponto. OBS: Se as funções ( ). que tem vetor posição ⃗ e tem direção do vetor ⃗⃗. As equações ( ).2.1.(b) Determine a representação paramétrica da reta que passa pelo ponto A(2. definidas para [ ].5 Parametrização de curvas Sejam ( ). A reta que passa pelo ponto A. Chamamos de curva o conjunto de todos os pontos ( ) determinados por esta equação.5. Para obter uma equação vetorial de uma curva.-1) e tem a direção do vetor ⃗⃗ ⃗ ⃗ ⃗⃗. Def. apresenta as seguintes equações paramétricas: () () { () () () () Exemplos 2. 2. ⃗⃗ ⃗ ⃗ ⃗⃗.  Parametrização da reta A equação vetorial de uma reta qualquer é dada pela função posição ⃗( ) ⃗ ⃗⃗ . Uma curva que não é plana é chamada de curva REVERSA. onde ⃗ e ⃗⃗ são vetores constantes e é um parâmetro real: ⃗ ⃗ ⃗ ⃗⃗. determine as equações paramétricas e a curva. ( ) e ( ) são chamadas paramétricas de parâmetro .(a) Considere a equação vetorial ⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗. 13 .(a) Uma curva PLANA é uma curva que está contida num plano do espaço. basta considerar o vetor posição ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ⃗⃗ ( ) de cada ponto da curva. 2.

2. Determine a equação cartesiana correspondente.(c) Obtenha a equação paramétrica da circunferência .  Parametrização da circunferência A equação vetorial de uma circunferência qualquer de raio . no plano . é dada pela função ⃗( ) ⃗ ⃗ .5. representa uma circunferência.5. com centro na origem do plano .(d) A equação vetorial ⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗⃗⃗ . onde ⃗⃗⃗⃗ ⃗ ⃗ e ⃗⃗⃗⃗( ) ⃗ ⃗ . Quando a circunferência não está centralizada na origem. 14 . temos a equação ⃗( ) ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗( ). cujas equações paramétricas são: ( ) { ( ) Exemplos 2.

5. com centro na origem. Quando a elipse não está centralizada na origem. cuja equação paramétrica é: ( ) { ( ) Exemplo 2. com centro na origem. temos a equação ⃗( ) ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗( ) onde ⃗⃗⃗⃗ ⃗ ⃗ e ⃗⃗⃗⃗( ) ⃗ ⃗ . é dada pela equação ⃗( ) ⃗ ⃗ . temos a equação ⃗( ) ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗( ) onde ⃗⃗⃗⃗ ⃗ ⃗ e ⃗⃗⃗⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗ cuja equação paramétrica é: ( ) { ( ) ( )  Se  Se Exemplo 2. no plano . 15 . Quando o cilindro base não estiver centralizado na origem.(e) Escreva a equação vetorial e a equação paramétrica da elipse .  Parametrização da hélice circular A equação vetorial de uma hélice no plano .(f) Represente graficamente a hélice circular ⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗ bem como os vetores velociade e aceleração para .  Parametrização da elipse A equação vetorial de uma elipse no plano . é dada pela equação ⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗ .5.

y(t) e z(t) tenham derivadas unilaterais. y(t) e z(t) contínuas. além disso.6. b] . se em cada um de seus pontos a curva tem tangente única que varia continuamente quando se move sobre a curva. têm derivadas e.(a) { [ ] 2. ⃗( ) ⃗( ) mas ⃗( ) ⃗( ). essas funções x(t).(b) (curva suave por partes) A curva  é chamada suave por partes se é possível dividir essa curva em um número finito de partes de tal modo que cada parte seja uma curva suave e nos pontos de encontro das diferentes partes. pois possuem ponto de intersecção 16 . 2. ou seja.6.6. Exemplos 2.2. ⃗( ) ⃗( ) Def.(a) (curva suave) Uma curva  é chamada suave se as funções x(t). [ ]. podemos dizer que uma curva é suave se não contém pontos angulosos. Ou ainda. Curvas simples fechadas curvas que não são simples. [ ].6 Curvas Def.6. 2.(b) { [ ] Def.(c) (curva simples) Uma curva é chamada simples se para quaisquer valores de . x’(t)²+y’(t)²+z’(t)²  0 t  [ a. 2.6.2. Def.(d) (curva fechada) Uma curva simples é chamada fechada se .6.

2. Somando-se todos os arcos de todos os intervalos. Chamamos de sentido positivo sobre o sentido no qual a curva é traçada quando cresce de a até b.  Curva oposta Uma curva orientada . a curva – .  Orientação de uma curva Seja uma curva suave.(c) Achar a curva oposta à curva ⃗( ) ⃗ ⃗ [ ]. de equação ⃗ ( ) ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗.6. então ∫ ⃗( ) Demonstração: Seja uma curva dada pela equação ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗ [ ] e sejam os pontos ⃗( ) ⃗( ) ⃗( ) ⃗( ) ⃗( ) ⃗( ) Então o comprimento do arco de um intervalo ⃗( ) ⃗( ) . representada por ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗ [ ]. temos: ∑ ⃗( ) ⃗( ) ∑ |[ ( ) ( )]⃗ [ ( ) ( )] ⃗ [ ( ) ( )] ⃗⃗ | ∑ √( ( ) ( )) ( ( ) ( )) ( ( ) ( )) ⃗( ) ⃗( ) Continuação em aula 17 . representada por ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗ [ ]. Exemplo 2. O sentido oposto é chamado de sentido negativo.7 Comprimento de Arco Teorema 2. tem como curva oposta.7.(a) (cálculo do comprimento de arco) Se é uma curva suave parametrizada por ⃗( ) .

Exemplo 2.(a) Encontre o comprimento da curva cuja equação vetorial é ⃗( ) ⃗ ⃗ . nos quais a curva é suave.7. [( √ ) √ ] OBS.(c) Escreva a função comprimento de arco da hélice circular ⃗( ) ( ) 18 . o comprimento do seu arco é dado por: ∫ ⃗( ) ∫ ⃗( ) ∫ ⃗( ) Onde [ ][ ] [ ] são subintervalos de [ ]. obteremos uma função ( ) chamada de comprimento de arco. substituirmos o limite superior por ( é um limite variável. [ ]).: Se é suave por partes.7. Exemplo 2. ( ) ∫ ⃗ ( ) .7.: Se na integral ∫ ⃗ ( ) . que possibilitará medi-lo para qualquer ponto [ ]. Rta.(b) Escreva a função comprimento de arco da circunferência de raio r.OBS. Exemplo 2.

( ) Exemplo 2.0.6) Exemplo 2.-8.8.8. então: ∫ ⃗( ) ∫ ( ) ⃗ ∫ ( ) ⃗ ∫ ( ) ⃗⃗ Exemplo 2.8.(b) Calcule ∫ ( ⃗ ⃗ ⃗⃗ ) Rta. (( √ ) √ ) 19 . (0. 2.(a) Calcule ∫ ( ⃗ ⃗ ( ) ⃗⃗ ) Rta.(c) Calcule ∫ ( ⃗ ⃗ ⃗⃗ ) Rta.8.8 Integrais de Funções vetoriais de uma variável Sejam as funções ( ) ( ) ( ) integráveis num intervalo [ ]. (16.-2) Exemplo 2.(d) Calcule ∫ ( ⃗ ⃗ ⃗⃗ ) Rta.

y )  ? x ²  y ²  25 x  y 1 3.1. x 1 20 .1.3.(b) Ache o domínio de definição da função cuja fórmula é f ( x. Definimos o GRÁFICO de uma função f de duas variáveis como o conjunto de todos os pontos (x. Se a relação f transforma no número real z o par ordenado (x.y) em D.z) no espaço cartesiano tridimensional.(a) Qual o domínio da função f dada por f ( x.y). tal que (x.y).y. e z=f(x. O domínio D pode ser representado através de um conjunto de pontos no plano xOy e o gráfico de f como uma superfície cuja projeção perpendicular ao plano xOy é D.2. Exemplos: 1 3.1 Funções de várias variáveis Def.3 Funções escalares de várias variáveis 3. então escrevemos z=f(x.y) de números reais de um certo conjunto D.(a) (função de duas variáveis) Uma função real de duas variáveis reais é uma relação que transforma em um único número real z cada par ordenado (x.y) pertence ao domínio D de f. chamado de domínio da função. O conjunto de todos os valores possíveis de z é denominado de IMAGEM da função f. y )  .

um ponto no espaço numérico n-dimensional  n . O gráfico de f é o gráfico da equação z=f(x.. A projeção vertical.y) é chamada CURVA DE CONTORNO de altura k na superfície.(b) (função de várias variáveis) Uma função real f a n variáveis é uma relação que transforma em um único número real w cada n-upla ordenada x1 .1..z)....z) que satisfazem a equação z=f(x.. xn  var iáveis independentes O conjunto de todos os valores possíveis de w que obtemos aplicando a relação f às n-uplas x1. xn  então escrevemos w  f x1.. o gráfico de f é o conjunto de todos os pontos do espaço com coordenadas (x... A intersecção do plano horizontal z=k com a superfície z=f(x. xn  Exemplo 3.. * n-upla ou êneuplas de números reais: da mesma forma que denotamos um ponto em  por um número real. é representado por uma n-upla de números reais x1 ..... x2 .y. no plano xOy desta curva de contorno é a CURVA DE NÍVEL f(x. x2 . xn  em D. xn  w  var iável dependente x1 ..y).y) e um ponto em 3 por uma terna ordenada (x.(c) Encontre e esboce o domínio de f ( x..y. x2 .Def. x2 .3... 21 . xn  de números reais de um certo conjunto D. é denominado IMAGEM de f. então (a não ser que esteja estipulado o contrário) entende-se por domínio de f o conjunto de todas as n-uplas de variáveis independentes para as quais a equação ou fórmula admite resposta. x2 ..... Assim. y )  x ln( y 2  x)  Gráficos e curvas de nível Com o auxílio de seu gráfico pode-se visualizar como uma função f de duas variáveis x e y “funciona”.z) Se uma função f de várias variáveis está definida por uma equação ou uma fórmula.. chamado de Domínio da função f. As curvas de nível de f são simplesmente os conjuntos em que o valor de f é constante.y)=k da função f.y).y)  n=3: w=f(x.  n=2: z=f(x..y. Escrevemos Se a relação f transforma no número w a n-upla ordenada x1 . x2 . um ponto em  2 por um par ordenado de números reais (x.1.

mas seriam k unidades abaixo se k<0) considerando diferentes valores para a constante k (isto é. Fonte:http://pontenformacatalina. Nos gráficos acima.br/2011/12/el-relieve.com/2007/06/09/f 06/orientacion-sobre-el-plano.br/2013/ Fonte:http://geographicae. Acessado em 29/03/2012 As curvas de nível dão uma maneira bidimensional de representar uma superfície tridimensional z=f(x. vários planos paralelos que interseccionam f).1.y) do domínio de f. Acesso em ormas-de-relevo-e-curvas-de-nivel/.y). Exemplo 3. O conjunto de todos os valores possíveis de k é a imagem da função f e cada curva de nível f(x.blogspot. cada ponto da curva de nível corresponde a um único ponto na superfície que está k unidades acima (k>0.y)=k no mapa de contorno consiste em pontos (x.(d) Desenhe as curvas de nível típicas da função ( ) 22 .html.blogspot. obtemos um conjunto de curvas de nível chamado de MAPA DE CONTORNO. Acessado em 09/02/2015 29/03/2012 Fonte: http://ciconiastur.com.com. tendo o mesmo valor funcional k.wordpress.html.

1.. y 2 .. x 2 .... f : R  R n K y  ( y1 .. y k ) y  f ( x)  ( f 1 ( x1 ... f 2 ( x1 . x 2 .. x 2 . x n ) f transforma em um único número real. uma vez que estaríamos em um espaço de quatro dimensões.. que são as superfícies com equação ( ) ......... y2 . 3) n=1. Exemplo 3.. cada n-upla ordenada x1 .(e) Determine as curvas de superfície da função ( )  CONCLUSÕES 1) k=1... k>1. f : R  R K y  ( y1 .. f : R  R  R n 1 y  f ( x)  f ( x1 ..... f k ( x)) f transforma cada número real em k-ulpas ordenadas ( y1 . x n ).. f k ( x1 . x n ).. x 2 . x n   X 2) n>1. y2 .. x n   X . x 2 .. y k ) y  f ( x)  ( f 1 ( x)...  Gráficos e superfícies de nível É muito difícil visualizar uma função de três variáveis por seu gráfico... f 2 ( x).. y 2 .... yk )  R K . k>1.. x n )) f transforma em k-uplas ordenadas ( y1 . o valor de ( ) permanece fixo. 23 . Entretanto ganhamos algum conhecimento de desenhando suas SUPERFÍCIES DE NÍVEL... cada n-upla ordenada x1 .. x 2 . yk )  R K .. Se um ponto ( ) se move ao longo de uma superfície de nível.... onde k é uma constante...

... Esta função tem valores no conjunto dos números reais e o ponto é ponto limite de .a n  24 . lim f ( x)  A  lim f j ( x1 . se:   0.x n )  a1 . k x a ( x1 . Ak   R se. se:   0   0. K A função ( ) tem limite quando tende a . Vamos dizer que ( ) tem limite quando tender a . x n )  A j j  1.2 Teoria de limites  Limite de função de duas várias variáveis Def.. a  ponto limite de X  Vamos dizer que ( ) tem limite (ponto com k coordenadas)..3.. f : X  R . Esta função tem valores no K espaço R e o ponto é ponto limite de . a)     k ( f ( x)... A2 ..2.(a) Seja X  R n . a  ponto limite de X .  ( )  0 : x  X  U  (a) 0  x  x0 2   y  y0 2     0 f ( x. A)   Teorema 3. y)  L     Generalizando para funções vetoriais de várias variáveis Seja X  R n e ( ) uma função definida neste conjunto..  X  Rn   y  f ( x) definido no X  f : X  R K .  ( )  0 : x  X  U (a) 0   n ( x. quando tender a ...2.. ( ) definida no conjunto ... e somente se cada coordenada dessa função tem limite e esse limite K é igual à coordenada correspondente do ponto . onde é ponto com coordenadas  A1 .(a) Seja e ( ) uma função definida neste conjunto. 3..

y)   ( x) y  y0 y  y0 Agora consideremos lim  ( x)  lim lim f ( x. f :    e seja g ( x)  g ( x1.. 1.3.. 25 . x  X f ( x)  C  A  C xa 2. é chamado de LIMITE ITERADO. então : x a o f ( x)  B (ou f ( x)  C ) x  X  U  (a) 1. y )   ( y ) x  x0 x  x0 Agora consideremos lim  ( y )  lim lim f ( x..(b) (limite iterado) Fixamos qualquer y  y0 tal que o ponto pertença ao conjunto . lim c. Consideramos lim f ( x. f ( x)  c. y 0 ) ponto lim ite de E Def. y ) : 2  . n n E seja ainda. y )  A . y  y0 y  y 0 x  x0 Se esse limite existe.. y )  B .. lim f ( x)  lim f ( x)  A xa xa  Limites múltiplos e limites iterados Vamos considerar uma função de duas variáveis u  f ( x. lim f ( x)  c. E  ².g ( x))  A. y ).. é chamado de LIMITE ITERADO. xn ) definida em . ( x0 . então : x a x a a) lim( f ( x)  g ( x))  A  B x a b) lim( f ( x). x fixo  lim f ( x. Se  lim f ( x)  A. Se  lim f ( x)  A.B x a c) lim( f ( x) / g ( x))  A / B ( se B  0) x a 2. xn ) g :    . Se  lim f ( x)  A e  lim g ( x)  B... y). Fixamos qualquer x  x0 tal que o ponto pertença ao conjunto E.  Propriedades elementares dos limites Seja y  f ( x)  f ( x1. x  x0 x  x0 y  y0 Se esse limite existe. Consideramos lim f ( x. então  lim g ( x)  A Teorema de Sandwich x a x a x a 3. x  X  n f ( x )  g ( x )  h( x ) Se  lim f ( x)  A e  lim h( x)  A. a o ponto limite de . A  B (ou A  C ). A x a x a 4.2. y fixo  lim f ( x.

Com esse resultado. então.2. Se existem os limites iterados e são iguais entre si.2. y )  (0. x² x² 1 3) lim f ( x. xy f ( x. Exemplo 3.3.0) x²  y ² Analisemos. 0 ) Exemplos f ( x. Afirmação: Se existe limite múltiplo e existe limite iterado.2.Def.(b) x  12   y  12 26 .(c) (limite múltiplo) É o limite de ( ). não podemos afirmar nada ainda. o limite múltiplo não existe. então este limite iterado coincide com o limite múltiplo. y ) ( x .1) 3.(a) Analise a existência do limite da função f no ponto dado. podemos afirmar que não existe lim f ( x. Conclusão: Se os limites iterados existem e são diferentes. y )   x  1   y  1 4 4 (1. primeiramente. calculado no ponto. y )  lim  lim  y  x 0 x 0 x ²  x ² x 0 2 x ² 2 Como o resultado do limite deu diferente dos limites iterados. Vamos calcular o limite em outra direção. quando ele existe. y ) ( 0. os limites iterados: xy 0 1) lim lim  lim lim  lim 0  0 x 0 y 0 x ²  y ² x 0 y 0 x ² x 0 xy 0 2) lim lim  lim lim  lim 0  0 y 0 x 0 x ²  y ² y 0 x 0 y ² y 0 Vimos que os limites iterados existem e são iguais. não garante que exista o limite múltiplo.

2.2.(d) Analise a existência do limite ( ) ( ) 27 .(c) Utilize a definição para demonstrar a existência do limite ( ) ( ) 3.3.

.3.(b) (função contínua no conjunto) Seja um conjunto no espaço  n .. Exemplo 3..(b) ( ) (√ ) 28 ... x n ..... Vamos dizer que a k função ( ) é contínua no conjunto se a função ( ) é contínua em qualquer ponto desse conjunto..3...... x (n0) um ponto de   .. xn . x (20) . k Vamos dizer que a função ( ) é contínua no ponto x ( 0 ) se existe o limite da função ( ) quando x  x( 0) e esse limite é igual ao valor da função no ponto x ( 0 ) .......xn ) ( x1 . f ( x) / g ( x) g ( x (0) )0  Def. então: 1....  lim( 0 ) f ( x)  f ( x( 0) ) x x OBS..(a) (função contínua no ponto) Seja X um conjunto no espaço  n e x ( 0 ) = x1( 0) ... f k ( x1 .xn )  CONCLUSÃO: Continuidade da função vetorial f ( x)   f1 ( x1.... ( ) definida em X.. 3.3.. x n )  L x x( 0 ) ( x1 .....3.... a) Se f : X  1   ( X   n ) então lim f ( x)  lim f ( x1 . xn ) contínuas no ponto x ( 0 )  E  n . x n ))  ( L1 . f k ( x1. f : X   . (cada coordenada é uma função) Propriedades Sejam f ( x)  f ( x1...g ( x) São contínuas no ponto x ( 0 ) 3.. f ( x)  g ( x) 2.. f ( x)..xn ) ( x1( 0 ) .xn( 0 ) ) b) Se f : X   k  k   n então   lim( 0 ) f  lim 0 0  f 1 ( x1 . xn ) e g ( x)  g ( x1. Seja a função ( ) definida no conjunto ..3...3. xn )) no ponto x ( 0 ) é equivalente à continuidade de cada coordenada dessa função no mesmo ponto.(a) Verifique a continuidade de : ( ) ( ) ( ) { ( ) ( ) 3.. f : X   .......... Lk ) x x ( x1 .3 Continuidade de funções de várias variáveis Def..

(c) Determine o conjunto de continuidade da função ( ) ( ) 3.Teorema 3.3.3.(e) Determine todos os pontos em que é contínua sendo ( ) { 29 .3.3.(d) Determine o conjunto de continuidade da função ( ) 3.(a) (Continuidade) Toda função é contínua no seu domínio. Exemplos 3.

Exemplo 3. y  f ( x) definida no X . f : X  k .(a) (continuidade da função composta) Seja X  n . y  f ( x) definida   no X . g : Y  m .3. 30 . Denotamos por Y  f ( X ) a imagem n k do conjunto X com transformação f. Y  f ( X ) Y  k .3. Verifique se a função composta ( ( )) é contínua no ponto (1.(c) (função composta) Seja X   . Então vamos dizer que no conjunto X é definida uma função composta u  g ( f ( x))  h( x) com valor no espaço X    n  h : X  m Teorema 3. u  g ( y ) definida no Y g :Y   m u  g ( f ( x))  h( x) Se f(x) é contínua num ponto x ( 0 )  X e a função g(y) é contínua num ponto y  f ( x ) ( 0) ( 0) (valor da função no ponto x ( 0 ) ). então a função composta g ( f ( x))  h( x) é contínua no ponto x(0) .3.Def.2).3.(f) Dadas as funções ( ) ( )e ( ) ( ). Seja u  g ( y ) definida no Y . f : X   .

3.(b) (2º Teorema de Bolzano-Cauchy) Seja X   . a k imagem Y.4 Propriedades globais de funções contínuas Def.(c) (1º Teorema de Weiertrass) Seja X  n um conjunto compacto. é limitada no k Teorema 3. Se X é linearmente conexo e f é contínua no X e se x(1) . b]  x(t )  X Teorema 3. x n (t )). uma curva  (gama) x(t )  ( x1 (t ).. 31 . f : X   .. então Y=f(X). existe pelo (1) menos um ponto x ( 0)  X : f (x )  C ( 0) ( ) Teorema 3. x 2 (t ). f : X   . 3. Se f(x) é contínua no X então (1) ( 2) x(1) . f ( x ( 2) )  B A  B . então para qualquer valor C entre A e B.4.(d) (2º Teorema de Weiertrass) Seja X  n um conjunto compacto. Se X é linearmente conexo e f é contínua no X e se x(1) .. x( 2)  X n 1 tal que f ( x ). existe. f : X   .. f ( x )  0 então existe pelo menos um x  X : f ( x )  0 (1) ( 2) ( 0) ( 0) Teorema 3. x j (t ) contínuas no [a.4. Se f(x) é contínua no X. x(b)=x(2) t  [a. b]) tal que x(a)=x(1).4. f : X   k . pelo menos. x(2) desse conjunto.(a) (conjunto linearmente conexo) O conjunto X  n é chamado linearmente conexo se para quaisquer pontos x(1).existência da raíz) Seja X   . x( 2)  X tais que os valores de f ( x ) e f ( x ) são valores máximos e mínimos da função f nesse conjunto.4.4. x( 2)  X n 1 onde f ( x )  A.(a) (1º Teorema de Bolzano-Cauchy.

Exemplo f ( x.  Notações usadas para derivadas parciais: z f   f x ( x. Da mesma forma pode-se manter fixo e fazer variar. y )  Dx f ( x. A taxa de variação de em relação a é então a DERIVADA PARCIAL DE EM RELAÇÃO À .5 Derivadas parciais Def. necessita-se de uma interpretação análoga da taxa à qual varia quando e variam (isolada ou simultaneamente).5. y ) x x Observe que se o símbolo y na equação 2. y )  x ²  2 xy²  y ³ z z  2x  2 y²  4 xy  3 y ² x y 32 . Sua derivada primeira é: dy f ( x  x)  f ( x) (1)  lim e pode ser interpretada como a taxa instantânea de variação dx x0 x de em relação à . Analogamente. Vejamos: Começa-se mantendo fixo e fazendo variar. O valor desse limite. Isso z significa que se pode calcular como uma derivada simples em relação à . for omitido. 3. definida como: ( ) ( ) . encarando-se como a única variável e y como uma constante durante o cálculo.3. o resultado é o limite na equação 1. A taxa de z variação de em relação à é então denotada por e tem o x ( ) ( ) valor (2) . Para uma função ( ) de duas variáveis. z pode-se calcular como uma derivada simples. é chamado DERIVADA PARCIAL DE EM RELAÇÃO À .(a) (derivada parcial) Seja ( ) uma função de uma variável real. simplesmente x considerando-se como uma constante durante o processo de diferenciação. y )  D1 f ( x. se existir.

em ( ) à curva no ponto na superfície ( ) z Significado Geométrico de  f y ( x. b) h 0 h Figura 2 z Significado Geométrico de  f x ( x. O coeficiente angular da reta tangente à curva original por . b) é o coeficiente angular da reta tangente.  Interpretação geométrica das derivadas parciais As derivadas parciais e são os coeficientes angulares de retas tangentes a certas curvas na superfície ( ) A figura 1 ilustra a intersecção desta superfície com um plano vertical que é paralelo a . b) é o coeficiente angular da reta tangente. Vejamos a projeção paralela da reta tangente no plano . da curva na superfície e do ponto (figura 2). em ( ) à curva no ponto na superfície ( ) 33 . traçamos a reta tangente à curva e contida no plano. pelo cálculo de uma variável. b) dado por: lim  f x ( a. Ao longo da curva. é igual ao  z  coeficiente angular   da reta tangente na figura 2. y) x O valor f x (a. Figura 1 Pode-se agora “ignorar” a presença de e considerar ( ) como uma função de única variável . este último coeficiente angular é f ((a  h).  x  Mas. varia e permanece fixo ( ) Consideramos um ponto na curva ( ( )). Passando por . b)  f (a. y) y O valor f y (a.

a curva tem coeficiente angular ( ) em e assim.(b) (plano tangente a ( )) Suponha-se que a função ( ) tenha derivadas parciais contínuas em um retângulo no plano contendo ( ) em seu interior. A curva .5. são calculadas no ponto (a. (curva x) ( ).  Plano Tangente As duas retas tangentes que encontramos determinam um plano único pelo ponto ( ( )) Def.(a) Escreva a equação do plano tangente ao paraboloide no ponto ( ) 34 . b)]  0 z z ou zc  ( x  a )  ( y  b) onde c  f (a. (curva y) * Equação de um plano: ( ) ⃗⃗ (vetor normal ao plano) ⃗⃗ ⃗ são os vetores tangentes às curvas e respectivamente. b) x y z z * . b) x y Exemplo 3. b).( y  b)  [ z  f (a.5.( x  a )  f y (a. pode-se tomar ⃗⃗ ⃗ ( ) ⃗⃗ como seu vetor tangente. a equação do plano tangente à superfície no ponto é: f x (a. pode-se tomar ⃗ ⃗ ⃗⃗ ( ) como seu vetor tangente em . b). ⃗⃗ ⃗ ⃗ ⃗ ⃗⃗ ⃗⃗ ⃗ | ( )| ( )⃗ ( )⃗ ⃗⃗ ⃗⃗ ( ) ⃗⃗ ( ( ) ( ) ) Logo.3. Como se viu. Então o PLANO TANGENTE à superfície ( ) no ponto ( ( )) é o plano que passa por e contém as retas tangentes às duas curvas: ( ). tem como coeficiente angular ( ) em e assim.

. então: xk g k   f  ² f     x x  f "xk x j  f xk x j .. no ponto x 0  X .. 3. a primeira em relação a xk e a segunda em x j xk xk x relação a xj. ( f ( x)  g ( x))   x j x j x j  f g 2. consideramos uma r-vizinhança perfurada do ponto x(0). xk 2 . k  1.f x j x j x j f g . ( f ( x). xn ). g : X   tem derivadas parciais..f   f ( x)  x j x j 3. n .. f : X  . 0xk1  xk1 . Se existe derivada parcial dessa função. xkp Quando k  j 2 f 2 f são as derivadas mistas.. então temos: x j x j  f g 1. xk1 xkp  xkp 1 .(a) Calcule as derivadas de segunda ordem de ( ) ( )  Algumas propriedades das derivadas parciais Se as funções f(x) e g(x)... f .   g ( x0 )  0 x j  g ( x)  g² 35 ..g  . considerar num ponto xk x(0)  ( x1(0) .. f  g k ( x1 . X  n .. Exemplo 3. x2 ..g ( x))  ...g  . 2 x j x j  xk  j k p f    p 1 f   f ( p)  derivada parcial de ordem p xkpxxp 1 .. Vamos supor que f(x) tem f derivadas parciais no conjunto X:  .. xn ) .. xn(0) )  X ... X   ..6. isto é: n f ( x) g ( x)  ..6 Derivadas de ordem superior Seja a função u  f ( x)  f ( x1...

y )   ( x ²  y ²)   0 ( x. então esta função é contínua no x0 em relação a cada variável separada. y )  (0.0) 3.  Da existência de todas as derivadas parciais em um ponto. Exemplo  xy  ( x. f ( x 0 )  Se  (derivada da função f(x) no ponto x0 em relação à variável xj) então f(x) é x j contínua no x0 em relação à variável xj. y )  (0.6.(b) f ( x. não segue a continuidade no conjunto de todas as variáveis.0) 36 .  Se f tem todas as derivadas parciais em relação a cada variável.

37 .(a) Verifique que a função ( ) é diferenciável para todos os pontos de .7.7.(b) Se for uma função de duas variáveis e e o incremento de no ponto ( ) puder ser escrito como: ( ) ( ) ( ) . onde e são funções de e .7. então diremos que f é diferenciável em ( ). tais que e quando ( ) ( ). denotado por ( ) é dado por ( ) ( ) ( ) Def.3.3. então o incremento de no ponto ( ). 3.7 Diferenciabilidade  Diferencial de função de duas variáveis Def.(a) Se for uma função de duas variáveis e . Exemplo 3.

.(d) (diferenciabilidade) Vamos dizer que a função ( ) é diferenciável no ponto x 0  ( x10 .. xn0 ) é escrito como f ( x 0 )  fx1 ( x 0 )x1  fx 2 ( x 0 )x2  ..... então a diferencial total de ( ) é expressa por: ( ) ( ) ( ) Observações: 1) Se ( ) é diferenciável no ponto x 0  X .7. xn ) j  1...xn )0  Def..... xn0 ))..... então não é diferenciável no x 0  X ..7.. xn ) definida no X  n . f k ( x1 ...... x n )...... 2) Se ( ) não for contínua no x 0  X .. f : n   : x0  X ( x0  ( x10 .. x n )) vamos n n k dizer que essa função é diferenciável num ponto x 0  X ou em todo se cada coordenada f j ( x1 ...3. 3.. xn )  0 j  1. n 0 0 0 0 são constantes e  j são funções que dependem de   x j   j   j (x1 . x2 .7. f ( x)  ( f1 ( x1 . X   .. j  1.. Def. xn )  x x  x 0  x f ( x 0 )  f ( x)  f ( x 0 )  f ( x 0  x)  f ( x 0 )  f ( x10  x1 . n é diferenciável no mesmo ponto x 0  X ( ou no X). não garante que a função seja diferenciável no x 0  X ...(c) (incremento total) Seja u  f ( x)  f ( x1.... xn0  xn )  X x  x 0  (x1 . ( ) é diferenciável no ponto x  X   .. x  ( x1. então essa função tem todas as 0 n 3) Se derivadas parciais nesse ponto... xn0  xn )  f ( x10 . x2 . xn ) e o incremento de em x 0  ( x10 .. x20 . xn0 ) essa diferença (f(x) .. 38 . xn )  ( x10  x1. 4) A existência das derivadas parciais no ponto x 0  X .f(x 0 )) tem o nome de incremento total e é denotada por f ( x 0 ) Def... xn0 ) se o incremento total dessa função pode serrepresentado da seguinte forma: f ( x )  fx1 ( x )x1  fx 2 ( x )x 2  ..  fx n ( x )x n   1 x1   2 x 2  .(e) (diferenciação total) Se é uma função de n variáveis ( x1 .... x2 . f :    .. n  ( x1 .  fx n ( x 0 )xn   1 x1   2 x2  .7.  Diferencial de função de várias variáveis Def..   n x n onde A j .. Se é uma função de n variáveis e é diferenciável em ..... x20  x2 .....3.. então é diferenciável em ..(f) Seja u  f ( x)... ( ) é contínua no ponto x 0 ..3... onde quando ( ) ( )...   n xn ..

39 .  Esquema 𝑓(𝑥) é diferenciável 𝑓(𝑥) é contínua no x0 𝑓(𝑥) é contínua no 𝑥 em relação ao em relação a cada conjunto das variáveis variável separada Existe limite múltiplo Existem limites no ponto 𝑥 iterados e são iguais Exemplo ( ) ( ) 3. possui um plano tangente nesse ponto.(b) Verifique a diferenciabilidade da função ( ) { ( ) ( )  Significado geométrico da diferencial de ( ) A função ( ) que é diferenciável em ( ).7.

então essa função é diferenciável no x0.01cm e o raio. y ohms e z ohms são conectadas em paralelo para dar uma resistência equivalente w tal que . Exemplos 3. diminuído de 4cm para 3.7.7.  Condição suficiente de diferenciabilidade da função de várias variáveis.(c) Prove que ( ) é diferenciável ( ) . Cada resistência é de 300 ohms mas está sujeita a 1% de erro.(d) Seja um cone circular reto cuja altura é aumentada de 5cm para 5. Qual é o erro máximo aproximado? 40 .(b) (condição suficiente de diferenciabilidade da função) Seja u= f(x) definida no X   .98cm. 3. 3.7.7. n Se f(x) tem todas as derivadas parciais numa vizinhança do ponto x0 e essas derivadas são contínuas no x0.(e) Três resistências de x ohms. Teorema 3. Encontre uma aproximação para a variação do volume. f : X   e o ponto x0 é ponto interior de X.

Se a função g(t) é diferenciável no ponto t  T e a função f(x) é diferenciável no ponto x  g (t ) .(a) Sejam w  e . onde ( ) e ( ) são funções diferenciáveis de t.8 Diferenciação da função composta (Regra da cadeia) Teorema 3. Suponha ( ) uma função de variável real t. n Seja a função y  f ( x). diferenciável de x e y. Então z é diferenciável de e Caso geral: Suponha que seja uma função diferenciável de variáveis . g : T   .(a) Seja uma função x  g (t ) definida no espaço T   .(b) Sejam u  xy  xz  yz x  rs y  r ²  s² z  (r  s)² 41 . Então z é diferenciável de e Caso 3: Suponha uma função ( ) de duas variáveis reais. 0  A regra de cadeia Caso 1: Suponha uma função ( ) de uma variável real. diferenciável de t. x  t² e y  t³ xy 3. diferenciável de x e y. f :  n   definida no conjunto X.8. Então é diferenciável de Caso 2: Suponha uma função ( ) de duas variáveis reais. 3. denotamos por X  g (T ) . Então é uma função de e Para cada Exemplos 3. k n a imagem do conjunto T sobre transformação g ( X   ) . então a 0 0 0 função composta w  h(t )  f ( g (t )) é função diferenciável no ponto t . onde cada é uma função diferenciável de variáveis .8. onde ( )e ( ) são funções diferenciáveis de s e de t.8. diferenciável de x.

9. então a definição do vetor gradiente na equação (3):. y. f : ³  .9 Derivada Direcional e Gradiente  Vetor Gradiente Seja w  f ( x. z  (2) x y z  x y z  Pode-se expressar esta aproximação em termos do VETOR GRADIENTE f da função f. y . .1. 1.v (4) onde v  PQ  (x. A variação no valor da função w no ponto P(x. z )  j f y ( x .000031 A/s) 3.1. z  z ) é dada pelo incremento w  f (Q)  f ( P) (1) f f f  f f f  w   x   y   z   . y.5)  (0. w  (2.   x. z ) (3) f f f f f f Ou f  . .2.5) Para calcular w  f ( P).1)  0. y .8. y .1) então v  PQ  (0.1.9.2  0. Use a Lei de Ohn (V=IR) para achar como a corrente I está variando no momento em que (Rta: -0. a equação (2) mostra que o incremento w  f (Q)  f ( P) é dado aproximadamente por w  f ( P).(c) A voltagem V em um circuito elétrico simples está decrescendo lentamente à medida que a bateria se descarrega.2. z ) definida no D  ³. no ponto (2. Exemplo 3.2.1. z ) é o vetor deslocamento de P a Q.1) Logo. y.(a) Se f ( x.  i j k x y z x y z Então.5  0.0. y . A resistência R está aumentando com o aumento de calor do resistor.v.y. y. z )  k f z ( x .9 42 .3.2  0.1.z) para o ponto vizinho Q( x  x. y  y.0.0. z )  i f x ( x .1.3) dá: f ( x.0.3)  (4  2)i  (3  4) j  (1  6)k  (2. sendo Q(1. que se define como: f ( x . 3. y. z )  (2 x  2 y)i  ( z  2 x) j  ( y  2 z )k f (2. z )  x²  yz  2 xy  z ² .

3. f z ( x. obteremos a TAXA INSTANTÂNEA DE VARIAÇÃO ⃗⃗⃗⃗⃗ ( ) ⃗⃗ . a aproximação da equação (4) ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ( ) ⃗⃗ ⃗⃗ dá: mas. Exemplo 3. Logo: ⃗⃗⃗⃗⃗( ) ⃗⃗ Ao tomarmos o limite da taxa média de variação quando .(a) (derivada direcional) ⃗⃗ ( ) ⃗⃗⃗⃗⃗⃗( ) ⃗⃗ é a derivada direcional de em ( ) na direção ⃗⃗. z )  10  xy  xz  yz (em graus Celsius). Então. em uma direção arbitrária (uma direção fica definida por um vetor unitário ⃗⃗) Q Seja Q um ponto do raio de P na direção de ⃗⃗. A taxa média de variação de em relação à distância entre e é: P ( ) ( ) onde |⃗⃗⃗⃗⃗⃗ | ⃗ é a |⃗⃗⃗⃗⃗⃗ | distância de à . é o vetor unitário ⃗⃗ na ⃗⃗ ⃗⃗ direção de a .y e z respectivamente. z). y.y. Pode-se agora. y. y.y. com a distância medida em quilômetros.(b) Suponha que a temperatura no ponto ( ). seja dada por w  f ( x.z) nas direções x.9. Ache a taxa de variação (em graus por quilômetro) da temperatura no ponto ( ) na direção do vetor ⃗ ( ) Solução: 43 . z) representam as taxas de variação de w=f(x.z) no ponto P(x. Def. f y ( x. y.9. z).  Derivadas Direcionais As derivadas parciais f x ( x. aplicar o vetor gradiente ⃗⃗⃗⃗⃗ para calcular a taxa de variação de em .

a fórmula fica: ⃗⃗ ( ) |⃗⃗⃗⃗⃗⃗( )| e assim.9. Isto ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ( ) ocorre quando ⃗⃗ é o vetor unitário particular ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ que aponta na | ( )| direção do próprio vetor gradiente. a valor da derivada direcional é o comprimento (módulo) do vetor ⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑓∙𝑢⃗⃗ 𝑐𝑜𝑠 ⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑓∙𝑢⃗⃗ gradiente. Neste caso. então a fórmula ⃗⃗ ( ) ⃗⃗⃗⃗⃗⃗( ) ⃗⃗ fica ⃗⃗ ( ) |⃗⃗⃗⃗⃗⃗( )| (ver quadro P abaixo) porque ⃗⃗ . então a derivada direcional dessa função existe ao longo de qualquer direção que passa por esse ponto. O valor máximo de cos  é 1.  Interpretação do vetor gradiente * As fórmulas para as derivadas direcionais para as funções de duas ou mais de três variáveis. que é o comprimento (módulo) do vetor gradiente. então a=cos  e b=sen  e a equação anterior fica: P ⃗⃗ ( ) ⃗⃗⃗⃗⃗⃗( ) ⃗⃗ O vetor gradiente ⃗⃗⃗⃗⃗ admite uma interpretação importante. Se  é o ângulo entre ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ no ponto e o vetor unitário ⃗⃗. que envolve a derivada direcional MÁXIMA de . |⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗( )| O valor máximo da derivada direcional é |⃗⃗⃗⃗⃗ ( )|.(a) (significado do vetor ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑓 ∙ ⃗𝑢⃗ ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ | 𝑓| 𝑐𝑜𝑠 gradiente) Obtém-se o valor máximo da derivada ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗( ) direcional Du f (P) quando u é o vetor na direção do vetor gradiente ⃗⃗⃗⃗⃗ ( ) ( ⃗⃗ ). são análogas.  Afirmação: Se a função ( ) é diferenciável numa vizinhança do ponto . quando  =0. ⃗⃗⃗⃗⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗ ( ) ⃗⃗⃗⃗⃗⃗( ) ⃗⃗ ⃗⃗ ( ) Se  é o ângulo de inclinação de u (medido no sentido anti-horário a partir do eixo x positivo). O valor mínimo da derivada direcional é |⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗( )|. 44 . o que prova o seguinte |⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑓| ∙ 𝑢⃗⃗ teorema: |⃗⃗⃗⃗⃗ 𝑓| ∙ 𝑢 ⃗⃗ ∙ 𝑐𝑜𝑠 𝑒 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑢 ⃗⃗ 𝑡𝑒𝑚𝑜𝑠 𝑞𝑢𝑒 Teorema 3.

y 0 . então existe um plano neste ponto tangente às duas superfícies e é válida a relação: ( ) ( ) Exemplo 3.Teorema 3. então: F ( P0 )  r ' (t0 )  0 Assim.z)=0 e G(x. Esta curva C é normal a ambos os vetores F e G .(b) (vetor gradiente como vetor normal) Suponha-se que F(x. Pode-se representar essa curva parametricamente na vizinhança de todo ponto onde os vetores gradientes F e G não sejam paralelos. F ( P0 ) é perpendicular ao vetor tangente r’(t0). z 0 .z)=0.y. Decorre que o vetor T  F  G é tangente à curva intersecção das superfícies F(x.-3.9. conforme figura: (Dica para demonstração: Escreva a equação da superfície como função composta e aplique a regra da cadeia). então o vetor tangente a C em P é perpendicular a ambos os vetores F (P) e G(P) .z)=0 e G(x.-3.y.y. Se r(t) é uma curva diferenciável nessa superfície com r (t 0 )  x 0 .9. Isto é.y. uma curva no espaço.z)=0 tenha derivadas parciais de primeira ordem contínuas. z 0 ) um ponto do gráfico da equação F(x. em geral.9.z)=0 é. y 0 .y.y. Suas equações simétricas são dadas por ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Exemplo 3. se P é um ponto de C. 45 .(d) Escreva as equações simétricas da reta tangente à curva de intersecção das superfícies em P(3.(c) Escreva uma equação do plano tangente ao elipsoide 2 x²  4 y ²  z ²  45 no ponto (2. O vetor gradiente F é normal a toda curva na superfície F(x.: se as superfícies em questão não se interseccionam mas são tangentes em um ponto ( ). e seja P0 ( x 0 .-1): Solução: A intersecção de duas superfícies F(x.z)=0 com F ( P0 )  0 .2).y.  A reta normal a uma superfície no ponto é aquela que passa por e tem ( ) como vetor diretor. OBS.z)=0.

Exemplo 3.: A mesma afirmação é verdadeira para funções de quaisquer números de variáveis e para derivadas mistas para qualquer ordem. f :    . y.2) pertence ao paraboloide F ( x. numa vizinhança do ponto M0 Ur(M0).-1. definida no X   . .y). normal à curva de intersecção dessas superfícies: Solução:  Sobre derivadas de ordem superior Teorema: Seja a função u=f(x. . x y xy yx 2 f 2 f 2) Se as derivadas mistas . z )  2 x²  3 y ²  z ²  9  0 .9. OBS. 3.(e) O ponto P(1. Se: f f  2 f  2 f 1)  . O ponto M 0  ( x 0 .(f) Calcule as derivadas mistas da função ( ) 3. z )  x²  y ²  z  0 e ao elipsoide G( x.(g) Calcule as derivadas mistas da função ( ) 46 . y. y 0 ) é ponto 2 2 interior do conjunto X.9. são contínuas no ponto M0. xy yx Então essas derivadas mistas são iguais.9. Escreva uma equação do plano que contém P.

b)  a) Se   0 e f xx (a. b4 ) não é centro de nenhum disco inteiramente contido em D.b) contido no domínio de f.y). isto é.y) está no domínio de f e f ( x. então f tem um ponto de sela em (a. pontos críticos onde a função não tem máximo nem mínimo.b) no ponto (a. ponto máximo relativo de f. b) Uma função f de duas variáveis tem um valor mínimo relativo f(a. então (x. f yy (a. b1 ) é maior que os valores próximos de f(x. 47 .b) um ponto interior do domínio de uma função z=f(x. d) se   0 .b) no ponto (a. b)  0 .b). R não é ponto de mínimo relativo porque (a 4 .b) se existe um disco circular de raio r>0 com centro em (a.b) se existe um disco circular de raio r>0 com centro em (a.b) e fy(a.b) existem. já que f (a 3 .y) é ponto interior desta vizinhança. ou seja. ou seja. b)  0 . pois f (a1 .y) aumentam quando nos aproximamos de P e diminuem quando nos aproximamos de R. y)  f (a. Então se z tem extremo relativo em (a.b) um ponto interior do domínio de f tal que as primeiras derivadas parciais de f existem e são contínuas em algum disco circular com centro em (a.b) e f xx (a. isto é. pontos interiores do domínio. b) f yy (a. Teorema 3. Conclusão: Só podem ser extremos relativos de uma função. b)   f xx (a.b) é um ponto crítico de f.y). y)  f (a. b). ⃗⃗ ( ) ⃗⃗.y) está no domínio de f e f ( x.(b) (Teste da segunda derivada) Seja (a. então (x.b).b) tal que se (x. então f tem mínimo relativo em (a. pois os valores de f(x. Se (a. Na figura temos: P.b)=0=fy(a.(a) (Condição necessária para extremos relativos) Seja (a. b)  ( f xy (a.y) é um ponto interior desta vizinhança. não podemos afirmar nada. b) . c) se   0 . Teorema 3.10 Extremos das funções de mais de uma variável  Extremos relativos a) Uma função de duas variáveis tem um valor máximo relativo f(a.b) é necessário que fx(a. b) .b). b))² então: f xy (a. alguns pontos críticos podem ser somente “pontos de sela”.b). b) f xy (a. S não é nem máximo nem mínimo relativo.b). b3 ) é menor que os valores próximos de f(x. b) Se   0 e f xx (a.10. * os pontos em que a função tem extremos relativos são chamados de PONTOS CRÍTICOS. no ponto em que a função tem extremo relativo. 3. no entanto. Q é o mínimo relativo de f. seu gradiente ou não existe ou é o vetor nulo. fx(a.b)=0=fy(a. Temos que utilizar outros testes.y) cujas derivadas parciais fx(a. então f tem máximo relativo em (a. tal que se (x.10.

Exemplo 3.4) sela.0) sela.0) sela e (1. 48 . 3.(a) Determine e classifique todos os pontos críticos de ( ) . (0.10.(b) Determine os pontos críticos de f ( x. y )  x  y e classifique-os como ponto de 4 4 máximo ou mínimo relativo ou ponto de sela.4/3) Max relativo. (3.10. (0.

3.O custo do metro quadrado de material a ser usado é de para o fundo. com volume .10.(c) Deseja-se construir um depósito retangular sem tampa. Determine as dimensões do depósito que minimizam os custos. e para os lados distintos. 49 .

Então f tem um valor de máximo absoluto e um valor de mínimo absoluto.b) de seu domínio D se f ( x. Exemplo 3. com vértices em (0. y)  xy  x  y  3 em pontos da região triangular D do plano xy. Observações: a) Um extremo absoluto que ocorre em um ponto interior do domínio D é automaticamente um extremo relativo de f. Analogamente. d ) em (c.0) e (0.10(a): Uma função f de duas variáveis tem um valor máximo absoluto f(a. (1. (0. 50 . y)  f (c.(d) Ache os valores máximos e mínimos atingidos pela função f ( x.y) de D. se f ( x. f tem um valor mínimo absoluto f (c.4). (2. pois (a1 .d) de seu domínio D. b4 ) está na fronteira de D. mas não é mínimo relativo. b) para todo ponto (x. mas não é ponto interior.y) em D. b) Na figura 1.  Extremos Absolutos Def.4) mínimo absoluto.10. y)  f (a.b) no ponto (a.0) máximo absoluto. R é mínimo absoluto.1) sela. localiza-se em algum ponto da fronteira de D.(c) (existência do extremo absoluto) Seja f uma função de duas variáveis cujo domínio D seja compacto. d ) para todo ponto (x.10. um extremo absoluto de f que não é um extremo relativo. c) Para localizarmos o extremo absoluto de f. P é ponto de máximo absoluto e também relativo. Teorema 3. pois (a 4 . b1 )  D .0). (0.3. primeiro encontramos todos os extremos relativos e comparamos o maior e o menor valor destes com os valores de f ao longo da fronteira de D.

f(x))=0 para x  [a.(c) Calcule e sendo z=f(x.y)=0.f(x.y)). b] onde as derivadas do segundo membro devem ser dx F y F calculadas em (x. respectivamente em D   e 2 x  [a. F(x.f(x. z )  x³  y ³  3xz  0 51 . ou seja.11 Derivação de funções implícitas Teorema 3. y)  (3x²  2 y ²)²  0 Teorema 3. y)  S x F y F z z z As derivadas do segundo membro são calculadas em (x. Então: F F f f y F   x e   0 ( x. Então: F   x df x  [a. 3.11. y.11. seja f a função de (x.(a) Seja F ( x. b] .y) definida implicitamente por x y F ( x.(a) Dadas as funções F=F(x. y)  x³  y cos x  0.(b) Dadas as funções F  F ( x.11. ou seja.(b) Calcule sabendo que y=f(x) é definida implicitamente por dx F ( x. Exemplo f f 3.z)=0.11.y))=0 em S. y) definidas e diferenciáveis no D  ³ e S  ² respectivamente.y) definida implicitamente por F(x. F(x. determine dx dy 3.y.y) e y=f(x) definidas e diferenciáveis.11. b] . z ) e z  f ( x.f(x)) e supondo 0 y Exemplos dy 3. Seja f a função definida implicitamente por F(x.y. y.y.

v)=0 e G(x.y.y. x F F y x y u v G G u v 52 .u.u. então: F F x v G G u x v u v v  Da mesma forma define-se: .y)=f(x.Se z=f(x.y. definida implicitamente por F(x.z)=0 e G(x.v)=0 onde u e v são funções implícitas de x e y. então: F F f f y df  dx  dy ou seja df   x dx  dy x y F F z z OBS: Se y=h(x) é definida implicitamente pelo sistema de equações F(x.y.z)=x²-y²-2z²-1=0. . tal que H(x.z)=0. então: F F F F z x x y G G G G dy z x dz x y   dx F F dx F F y z y z G G G G y z y z Exemplo dy z 3.z)=x²+y²+z²-1=0 e G(x.y.y) e z=g(x.y. calcule e dx x Se F(x.y).y.y)-g(x.y)=0.y).z)=0.(d) Sejam F(x. for diferenciável. dos quais é possível obter a função implícita z=f(x.11.

11.v)=y-uv=0.Exemplo u 3.y.u.y.(e) Dada F(x.v)=x-u²+v²=0 e G(x.u. determine x 53 .

y )  g y ( x. y . que isso acontece quando essas curvas se tocam. y )  g x ( x. devem ser as mesmas. y )  0  Se a função f for uma função de três variáveis. 𝑓(𝑥 𝑦) Maximizar ( ) sujeita à ( ) é 𝑓(𝑥 𝑦) achar o maior valor de tal que a curva de nível 𝑓(𝑥 𝑦) 𝑓(𝑥 𝑦) ( ) intercepte ( ) .12. 3. y . Essas curvas de nível tem equação ( ) . seus vetores gradientes são paralelos: ( ) ∙ ( ) Teorema 3. y )  g ( x. y .12. da figura. y . z )  f ( x. ocorre em um ponto P onde g ( P)  0 .(a) Os pontos em que uma função f de duas variáveis tem extremos relativos sujeitos ao vínculo g(x.y) funções com derivadas parciais de primeira ordem contínuas. 54 . z )   g z ( x. onde as duas curvas se tocam. z )   g ( x. Se o máximo (ou mínimo) de f sujeito à condição g(x. Parece.y) e g(x.y)=0 estão incluídos entre os pontos (x. então f ( P)  g ( P) para alguma constante  .12.(a) (Multiplicadores de Lagrange – um vínculo) Sejam f(x.12 Multiplicadores de Lagrange A figura mostra a curva da restrição 𝑦 juntamente com várias curvas de nível da função . y . ou 𝑥 seja. poderíamos aumentar o valor de “ ”). onde (𝑥 𝑦 ) . z )   g x ( x.y) que satisfazem o sistema:  f x ( x. Isso significa que as retas normais no ponto ( ). quando essas curvas têm uma reta tangente em comum (caso contrário. z )  y y   f z ( x. então o sistema fica:  f x ( x. Corolário 3.(a) Encontre os extremos de ( ) se ( ) está restrito à elipse . z )  0 Exemplo 3. y . y . z )  g ( x.y)=0. y)   f y ( x. Logo.

se ( ) estiver associada a dois vínculos ( ) e ( ) . Em particular. definimos o método dos multiplicadores de Lagrange para o caso de n expressões de vínculo.(b) Calcule o volume da maior caixa retangular de lados paralelos aos planos coordenados que pode ser inscrita no elipsoide 16x²+4y²+9z²=144 (em m³). então ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ∙ ( ) { ( ) Analogamente.12. Observação Algumas aplicações podem envolver mais de um vínculo.3. 55 .

y)  g ( x. n ( ) ∑ ( ) n Def.1 Integrais duplas São integrais de duas variáveis. y i ) Calculamos d i ( Di )  max M i'  M i'' M i' . ( ) é função contínua na região D. c. Vamos avaliar as regiões. y)dA  Y i 1 i i i D OBS: Se D é a região quadrável. y)dA D D D 2) Se f(x. M i''  Di e anotamos por   máxd i ( Di ) i  1. Nesse conjunto. y)dA D D 3) Se a região D é dividida em duas partes sem pontos interiores em comum: D  D1  D2 e f ( x. y))dA   f ( x. f ( x. y ). é definida uma função f ( x. M i ( xi . yi ) calculamos o valor da função neste ponto f ( xi .y ).1. y)dA  c f ( x.A   f ( x. y) é integrável. y)dA D D1 D2 56 . D   Di . y )  g ( x.y ). n fechadas.4 Funções de várias variáveis e integrais espaciais 4. massa e área de superfície.y) e g(x. volume.(a) Se  lim  0  f ( x .A i 1 i i i e esse limite é o mesmo para qualquer partição de D e para qualquer escolha dos pontos em cada parte dessa região. i 1 M i  Di . então   f ( x. c  R. então esse limite é chamado INTEGRAL DUPLA da função f ao longo da região D e denotado por: n lim  0  f ( x . f ( x. y)dA  Y D  Propriedades: 1) Se as funções f(x. então a função f ( x. y)dA   f ( x.  Conceito: Seja D um conjunto quadrável no plano (tem área). y ) também é integrável e temos a seguinte igualdade:  ( f ( x. no D. y ) é integrável em D e:  c. então. y)dA   g ( x. então:  f ( x.y) são integráveis na região D. Sua aplicação inclui o cálculo de área. y)dA   f ( x. D  ² .y) é integrável na região D.4.

y) são integráveis ( x. A( D)   f ( x. y)dA D D  Sentido geométrico da integral dupla Seja z  f ( x. A( Di )  Qi     altura área da base  f ( x. y )dA   a c f ( x. y ) contínua no D bd d b  D f ( x. y)dA  M .A(D) D 6) Se f(x. y )  D. y )  0 a superfície que fica acima da região D 𝑄 (𝑥𝑖 𝑦𝑖 𝑓(𝑥𝑖 𝑦𝑖 )) f ( xi yi ). y )  1) 5) Seja f(x. y )dx dy       ac D    ca    em relação a y em relação a x 57 . y )dA   f ( x. y)  g ( x. y )  ² : a  x  b.4)  dA  A( D) D ( f ( x. y )  D temos m  f ( x.y) e g(x. então: f ( x.y) integrável em D e além disso é limitada: m. y)dxdy c a Ou ainda  b d   d b   f ( x. y)dA  V (Q) D 𝑄𝑖 (𝑥𝑖 𝑦𝑖 )  Cálculo da Integral Dupla 1º) D  ( x. y)   f ( x. y)dA   g ( x. y )dy dx   f ( x. c  y  d  ( D  região re tan gular) Seja f ( x. y )dydx   f ( x. M | ( x. y)  M então m.

1. (99/2) uv 58 .3   2. y)  ² : a  x  b.(b) Calcule  (6 x  2 y ²)dA . y)dA   f ( x.1. y2 ( x) são funções contínuas no [ ] e ( ) é contínua no D.1 (312 uv) 2º) D  ( x. y )dx dy         D a  y1 ( x )  c  x1 ( y )  Exemplo 4. y1 ( x)  y  y2 ( x) y1 ( x).(a) f ( x. y)  4 x³  6 xy² D  1. b  y2 ( x )  d  x2 ( y )   f ( x.Exemplo 4. onde D é a região limitada pela parábola D e pela reta . y )dy dx   f ( x.

escrevemos e . usamos os limites de integração apropriados para e . e duas curvas polares contínuas. (mostrar) ( ) ∬ ( ) ∫ ∫ ( ) ( ) Exemplo 4.4. Apresentaremos nesta seção a mudança de variáveis para coordenadas polares.(b) Ache o volume do sólido no primeiro octante. ( )e ( ). 6 uv 59 . onde as equações dos raios e das curvas polares satisfazem as seguintes condições: (a) (b) (c) ( ) ( ) As coordenadas polares ( ) de um ponto estão relacionadas com as coordenadas retangulares pelas equações: Assim. e .2. para convertermos de coordenadas retangulares para coordenadas polares em uma integral dupla.(a) Uma região polar simples num sistema de coordenadas polar é uma região compreendida entre dois raios. e substituímos por .2 Mudança de Variável na integral dupla  Integrais duplas em coordenadas polares Em muitas situações para facilitar a descrição de regiões de integração. ( ) 4.2. limitado pelo cone de equação √ e pelo cilindro de equação . se faz necessária uma mudança de variáveis. Rta.2. Def. sendo {( ) } Rta. 4.(a) Calcular ∬ .

correspondente a e a curva de imagem do lado esquerdo de . por . um dos métodos utilizados foi o de substituição de variáveis. Vamos supor que ( ) ( ) admitem derivadas parciais de primeira ordem contínuas. para Observe a figura a seguir. o que significa que não existem dois pontos com a mesma imagem. onde em um dos pontos da fronteira está ( ) ( ). do lado inferior de . Seja { } uma partição de um retângulo que contém e ( ). e onde c e d são tais que g(c)=a e g(b)=b. ou seja.  Integral dupla no plano (Jacobiano) No cálculo de integrais de funções de uma variável real. a curva de imagem. que é baseado na fórmula ∫ ( ) ∫ ( ( )) ( ) . correspondente a . Considerando ⃗( ) ( )⃗ ( ) ⃗ o vetor posição da imagem do ponto ( ). limitado e com área. A imagem de por é a região no plano . consideremos um subconjunto do . Além disso. e injetora. supomos f contínua na imagem de g. ou seja. Note que. onde é um “pequeno” retângulo no plano cujo canto inferior esquerdo é o ponto ( ) e cujas dimensões são e . podemos representar vetorialmente por ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ [ ] 60 . Como vamos trabalhar com domínios de integração. Uma mudança de variáveis num subconjunto do é dada por uma transformação ( ) ( ) ( ( ) ( )). onde g é uma função com derivada contínua em um intervalo I que contém c e d.

como segue: ⃗( ) ⃗( ) ⃗ ⃗⃗⃗⃗ ⃗( ) ⃗( ) ⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗ Logo. 61 . A figura a seguir. podemos aproximar a região ( ) pelo paralelogramo determinado pelos vetores ⃗ e ⃗⃗. ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ [ ] Assim. o vetor tangente a em ( ) é ⃗⃗⃗⃗ ( )⃗ ( ) ⃗ e o vetor tangente a em ( ) é ⃗⃗⃗⃗ ( )⃗ ( ) ⃗. ⃗ ⃗( ) ⃗( ) ⃗⃗ ⃗( ) ⃗( ) Uma aproximação mais conveniente de pode ser obtida aproximando-se esses vetores secantes por vetores tangentes. ilustra os vetores ⃗ e ⃗⃗. cuja área é dada por ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗ onde ⃗ ⃗ ⃗⃗ | | ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗ ( ) ⃗⃗ | | Observe que podemos reescrever a expressão acima como ⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗ | | ⃗⃗ O determinante acima é chamado JACOBIANO da transformação . Note que. secantes às curvas . respectivamente. podemos aproximar pelo paralelogramo determinado pelos vetores ⃗⃗⃗⃗ e ⃗⃗⃗⃗ .

(c) Calcule ∫ ∫ . e um conjunto aberto que contém .2. .2(b) Se for a transformação do plano no plano . por somas de Riemann.2. e . Seja ( ) ( ( ) ( )) uma transformação com derivadas parciais de primeira ordem contínuas em . considerando ( ) uma função contínua em ( ). então o Jacobiano de é denotado por ( )( ) ou ( ) e é definido por ( ) ( )( ) | | ( ) Com essa notação podemos obter uma aproximação da área de . Assim. Rta. ( )( ) 62 . temos: ∫∫ ( ) ∫∫ ( ( ) ( )) ( )( ) Exemplo ( ) 4. injetora no interior de e com ( )( ) para todo ( ) no interior de . definida pelas equações ( )e ( ) ( ). temos: ∑ ( ) ( ) ∑ ( ( ) ( )) ( )( ) ( ) Lembrando da definição de integrais dupla. Nessas condições. Observação Prova-se que o erro no cálculo de tende a zero quando e . sendo o domínio limitado pelas retas . se ( ) é contínua em ( ).(a) Seja limitado e com área.4. isso nos leva a pensar que ∫∫ ( ) ∫∫ ( ( ) ( )) ( )( ) Teorema 4.Def. como ( )( ) Onde o Jacobiano é calculado em ( ).

2.(d) Calcule ∫ ∫ ( ) ( ) .Exemplo 4. Rta. ( ) 63 . sendo a região triangular de vértices ( ) ( ) ( ).

Exemplo 4. 64 . sendo a região triangular de vértices √ (√ ) ( ) ( ) ( ) Rta.2.(e) Calcule ∫ ∫ √ .

O plano tangente a em é uma aproximação de perto de . Se ( ) é o canto de mais próximo da origem. vamos supor que ( ) e que o domínio de seja um retângulo. onde tem derivadas parciais contínuas. por definição de integral dupla podemos obter a seguinte fórmula: 65 . 4. Portanto ⃗ ⃗ ( ) ⃗⃗ Figura 2 ⃗⃗ ⃗ ( ) ⃗⃗ ⃗ ⃗⃗ | ( ) | ( ) ⃗ ( ) ⃗ ⃗⃗ ( ) [ ( )⃗ ( )⃗ ⃗⃗ ] Logo. temos: ( ) ∑ ∑ √[ ( )] [ ( )] E. Então | ⃗ ⃗⃗|.3 Área de Superfície Seja S a superfície com a equação ( ). |⃗ ⃗⃗| √[ ( )] [ ( )] Da definição. Lembre-se que ( )e ( ) são as inclinações das retas tangentes a com direções de ⃗ e ⃗⃗. Portanto definimos a área de superfície de como ( ) ∑ Tomemos os vetores ⃗ e ⃗⃗ como os vetores que começam em e correspondem aos lados do paralelogramo com área (Figura 2). seja ( ( )) o ponto de diretamente acima dele (figura 1). a qual parece melhorar Figura 1 à medida que aumentamos o número de retângulos. Assim. Vamos dividir em retângulos pequenos com área . Então a soma ∑ é uma aproximação da área total de . a área da parte desse plano tangente (um paralelogramo) que está diretamente acima de é uma aproximação da área da parte de que está diretamente acima de . Para simplificar a dedução da fórmula da área.

(1. Rta ( √ ) 4.(a) Determine a área de superfície da parte da superfície que está acima da região triangular no plano com vértices (0.3.(b) Determine a área da parte do paraboloide que está abaixo do plano .0) e (1.3. ( √ ) 66 . ( ) ∬ √[ ( )] [ ( )]  Podemos estabelecer fórmulas análogas. Rta.0).1). no caso de a superfície ter projeções convenientes nos planos ou : ( ) ( ) ∬ √[ ( )] [ ( )] ( ) ( ) ∬ √[ ( )] [ ( )] Exemplos 4.

Teorema 4.3.(a)

Seja f positiva em [a;b] e f’ contínua em [a;b]. Se ( ) for a medida da área da superfície de
revolução obtida girando-se a curva y=f(x), com a  x  b , em torno do eixo x, então:

b


A(S)  2 f ( x) f ' ( x)²  1dx
a

Dem.:

Exemplo

4.3.(c) Calcule a área do paraboloide de revolução, gerada pela rotação da parte superior da
parábola y²= 4px, com 0  x  h , em torno do eixo x.

67

4.4 Integral Tripla

 Problema motivador

Qual é a massa de um sólido , cuja densidade de massa em cada ponto ( ) é dada pela
função ( ), considerando-se contínua e positiva?

Analisemos a construção da integral tripla.

Seja u=f(x,y,z) definida no conjunto Q  ³; f : Q  , Q é cubicável (tem volume).
Particionamos Q, de tal modo que cada subconjunto Qi  Q , seja cubicável e i  1, n , não
existam pontos interiores em comum.
Tomamos qualquer ponto M i ( xi , yi , zi )  Qi e calculamos o valor da função nesse ponto
M i : f ( xi , yi , zi ) . Fazemos isso para todos os subconjuntos de Q.
Agora, multiplicamos o valor da função calculada no ponto M i ( xi , yi , zi )i pelo volume de Qi e
somamos esse resultado para todos os subconjuntos da partição feita.
n

 f ( x , y , z ) 
i 1
i i V  soma
i i int egral   ( f )
V ( Qi )

Introduzimos o comprimento de partição d i  d (Qi )  máx dist M i'  M i'' M i' , M i''  Qi
  máx d i , (comprimento da partição  )
n
E calculamos lim  ( f )  lim  f ( xi , yi , zi ).Vi
 0  0
i 1

Def.4.4.(a) (Integral Tripla)
n
Se  lim  ( f )  lim
 0  0
 f ( x , y , z ).V
i 1
i i i i e esse limite não depende nem do jeito da partição

nem da escolha dos pontos em cada parte dessa região, então esse limite é chamado
INTEGRAL TRIPLA pela região Q, e denotada por  f ( x, y, z )dV
Q

 Cálculo da Integral Tripla

1º) Se temos paralelepípedo retangular:

Q  ( x, y, z )  ³, a  x  b; c  y  d ; e  z  f 
b d f b f d d b f


D
f ( x, y, z )dV  
a c e
f ( x, y, z )dzdydx  
a e c
f ( x, y, z )dydzdx   f ( x, y, z)dzdxdy
c a e

Exemplo
4.4.(a) f(x,y,z)=xy+yz. Q consiste nos pontos (x,y,z) do espaço tais que:
 1  x  1; 2  y  3; 0  z  1.
Rta.

68

2º)
Q  ( x, y, z )  ³ : ( x, y )  Dxy (região quadrável) z1 ( x, y )  z  z2 ( x, y )
z1 ( x, y ), z2 ( x, y ) funções contínuas na região D xy
f ( x, y, z ) contínua no Q
z2 ( x , y )


Q
f ( x, y, z )dV   
Dxy z1 ( x , y )
f ( x, y, z )dzdy

3°)
Q  ( x, y, z )  ³ : ( x, z )  Dxz (região quadrável) y1 ( x, z )  y  z 2 ( x, z )
y1 ( x, z ), y 2 ( x, z ) funções contínuas na região D xz
f ( x, y, z ) contínua no Q
y2 ( x , z )


Q
f ( x, y, z )dV   
Dxz y1 ( x , z )
f ( x, y, z )dydz

Exemplos
4.4.(b) Ache o volume do segmento oblíquo de um paraboloide delimitado pelo paraboloide
z=x²+y² e pelo plano z=y+2. Rta.

69

0) e (0.y.(c) Calcule o volume do sólido cuja base é o triângulo de vértices (1. y. z)  g(x. exceto pelo fato de que agora trabalharemos com transformações de regiões tridimensionais.z) são integráveis no Q e f(x.y.0) e é delimitado pelos planos z=0 e y+z=1. y.1. Se as funções f(x.y. então:  f ( x. z)dV   f ( x.z) e g(x.5 Mudança de variáveis na Integral Tripla O método é semelhante ao utilizado em integrais duplas.z) e g(x. Q é cubicável. z)dV Q Q Q 2. z)dV Q Q1 Q2 3. y. z)dV  c f ( x. z)dV Q Q 5. y.0. f ( x. Então f g também é integrável e ( f ( x. z)dV Q Q2 c   4. z)dV   g ( x. z))dV   f ( x.z) é uma função integrável então:  f ( x. (0. em vez de bidimensionais.y. z)dV   f ( x. y.y. y. z)dV   g ( x.z) são integráveis na região Q  3 . y. z)  g ( x. então: c. Se a função f(x.y. y. y. z)  Q . y.  Propriedades da Integral Tripla 1. y.4.1. z) (x. Rta.4. y.z) é integrável no Q  3 . Se as funções f(x. y. Se o sólido Q for dividido em duas partes sem pontos interiores em comum: Q  Q1  Q2 e a função f(x. Uma mudança de variáveis num subconjunto do é dada por uma transformação ( ) ( ( ) ( ) ( )) 70 .0). y. dV  V (Q) Q onde Q é qualquer sólido cubicável 4.

Onde é um subconjunto limitado e com área, possui derivadas parciais de primeira
ordem contínuas e é injetora.

Def.4.5.(a)
Se for a transformação do espaço de variáveis no espaço , definida pelas equações
( ) ( ) e ( ) então o JACOBIANO de é denotado por
( )
( )( ) ou e é definido por
( )

( ) | |
( )( )
( )
| |

Teorema 4.5.(a)
Seja limitado e com volume, e um conjunto aberto que contém . Seja
( ) ( ( ) ( ) ( )) uma transformação com derivadas
parciais de primeira ordem contínuas em , injetora no interior de e com
( )( ) para todo ( ) no interior de . Nessas condições, se
( ) é contínua em ( ) e temos:

∫∫∫ ( )

∫∫∫ ( ( ) ( ) ( )) ( )( )

Exemplo
4.5.(a) Calcule ∫ ∫ ∫ ( ) , onde é a região delimitada pelos planos ,
, , e os hiperboloides . Rta.

71

 Integrais Triplas em coordenadas Cilíndricas e Esféricas

As substituições em coordenadas cilíndricas e esféricas são casos especiais do método de
mudanças de variáveis em integrais triplas como transformações de regiões tridimensionais.

Coordenadas Cilíndricas
A representação em coordenadas cilíndricas de um ponto P é a terna ordenada r,  , z  , onde
r e  são as coordenadas polares da projeção de P no plano polar e z é a distância orientada
deste plano até P.

A lei da transformação de coordenadas cilíndricas ( ) para coordenadas cartesianas
( ) é dada por:

( ) ( ( ) ( ) ( )) ( )
E o Jacobiano ( )( ) é definido por

| |
( )( ) | |
| |

Assim, uma integral tripla retangular pode ser escrita em coordenadas cilíndricas como:

∫∫∫ ( ) ∫∫∫ ( )

Exemplo
4.5.(b) Calcule a massa do sólido de densidade ( ) , limitado pelo cone
√ e o plano . Rta.

72

Exemplo
4.5.(c) Determine o volume do sólido delimitado pelos paraboloides e
. Rta.

Coordenadas esféricas

Num sistema de coordenadas esféricas há um plano polar e um eixo perpendicular ao plano
polar, com a origem do eixo z na origem do eixo polar. Um ponto P em coordenadas esféricas é
dado pela terna ordenada ( ), onde   OP , é o ângulo que ⃗⃗⃗⃗⃗⃗ forma com o eixo
positivo ( ) e é o ângulo das coordenadas cilíndricas.
Note que, considerando o triângulo , retângulo em , temos . Como
e , podemos escrever e . Assim, a lei da
transformação de coordenadas esféricas ( ) para coordenadas cartesianas é dada por:

( ) ( )

E, o Jacobiano ( )( ) é definido por:

73

5.5. em coordenadas esféricas.5.5. uma integral tripla retangular pode ser escrita em coordenadas esféricas como: ∫∫∫ ( ) ∫∫∫ ( ) Exemplos 4. Rta.(e) Escreva a equação do paraboloide . 4.(g) Calcule o volume do sólido delimitado abaixo pela esfera ( ) e acima pelo cone √ . Rta.(f) Calcule o volume do sólido limitado acima pela esfera e abaixo pelo cone √ . 4.(d) Ache a equação cartesiana da superfície e identifique-a. 74 . 4. | | ( )( ) | | | | Logo.

(a) Campo vetorial F ( x. escrevendo-se F=<P. y. z )  P( x.1. Exemplo 5.R>. tendo (x. z ) j  R( x. Def. P. com velocidade angular constante. um vetor força. dos vetores do campo vetorial F ( x.y) como seu ponto inicial. y )  xi  y j Para cada ponto (x.  Um campo vetorial no plano. Q e R são funções escalares (com valores reais). 75 .y). Pode-se descrever mais sucintamente o campo vetorial F em termos de suas componentes P.1. y.y) de .1. um vetor. um vetor F ( x. que associa a cada ponto (x.Q.1.(a) (campo vetorial) Um campo vetorial definido em uma região T do espaço. * Um campo de velocidade é um campo vetorial em que cada ponto está associado um vetor velocidade e um campo de forças é aquele que atribui a cada ponto. é uma função F com valores vetoriais que associa a cada ponto (x.y)|= xi  y j  x²  y ²  r . Exemplo 5. no sentido anti- horário).5. igual à distância da origem a (x. y )   yi  x j (campo de vetores velocidade associado a um rodamoinho de água em torno da origem. é uma função F. com valores vetoriais. 5.y. tendo como ponto inicial em (x. z )i  Q( x. y.(b) (campos vetoriais estacionários) Chamamos campos vetoriais estacionários os campos em que os vetores são independentes do tempo.  Cada vetor é representado por uma seta de tamanho |F(x. z )k . Aponta diretamente a partir da origem e tem comprimento |F(x.(b) Mostre numa figura as representações. Q e R.y) no plano coordenado.y) é simplesmente seu vetor posição.y)|. F(x. y.1 Conceito de campo vetorial Def.5 Campos vetoriais (funções vetoriais de várias variáveis) 5.z) de T.y).

isto é. F ( x. y .2. A derivada direcional ⃗⃗ de ⃗ em P.3) ( x . em P. z )  a  a i (i  1. Seja C uma semi-reta cuja origem é P e possui a direção de b e seja Q um ponto sobre C cuja distância de P a Q é S. na direção de um vetor a  i  j 76 .3. z )i  Q( x. y. y. a cada ponto P de D está associado um vetor ⃗ ( ) que é a velocidade do fluido em P. z )  ( x0 . y.  i j k x x x x y y y y z z z z 5. y.  i j k. z )  P( x. a velocidade em qualquer ponto P(x.y. Escolhemos um ponto P no espaço e uma direção em P dada por um vetor unitário b .1) do campo vetorial radial F ( x. expressa a variação da velocidade do fluido. Exemplo 5. z ) j  R( x. y. Então. z )  P( x. A derivada direcional de um campo em um ponto P é dada por:  P P P   b1   P   x ( P) y ( P) z ( P)     ( P)       S  F Q Q Q Q ( P). y .z) é independente do tempo. y 0 . y .3 Derivada direcional de um campo vetorial Consideremos um campo vetorial F ( x. y. y. y)  xi  y j . z 0 ) então f é contínua ( x . z )k . y.2 Limite e continuidade de campos vetoriais As funções vetoriais de várias variáveis são uma generalização das funções vetoriais de uma variável e suas propriedades e definições são análogas. z )  F ( x0 . numa direção . em regime estacionário. z 0 ) derivadas parciais :  F P Q R  F P Q R  F P Q R  i j k. y 0 .(a) Determine a derivada direcional em P(2. z ) ( x 0 . 5. z 0 ) Seja continuidade : Se  lim F ( x. z )i  Q( x. na direção de ⃗⃗. 2     b ( P)  ( P) ( P) ( P) S  x y z   S   R R R  b   R   ( P) ( P) ( P)   3   ( P)   y z    S     x  m atriz jacobiana  Interpretação física da derivada direcional de um campo vetorial Consideremos um fluído movendo-se em uma região D. z )k : lim ite : lim F ( x. y. y 0 . z ) j  R( x.

O rotacional de F é dado por: i j k Existe uma relação entre o rotacional e a velocidade    rotF    F  angular num escoamento. z) j  R( x. Verifique se o campo é irrotacional. onde P. z)i  Q( x. y.  Propriedades Sejam F e G campos vetoriais e h uma força escalar. z)  xy² z 4 i  (2 x² y  z) j  y ³ z ² k . como por exemplo:  Na análise de campos de velocidade na mecânica dos fluídos.(a) Seja F ( x. A ocorrência de um movimento x y z de rotação de um fluído é descrita por um vetor rotacional P Q R não nulo. y.4. Q e R tem derivadas parciais em alguma região.rotF  h  F Exemplos 5. z)k . e a condição rotF  0 .4.  Interpretação física do rotacional O rotacional de um campo vetorial aparece em diversas situações na física. 5. z)  P( x.  A equação rotE  0 . caracteriza os chamados fluxos irrotacionais. onde E é a força elétrica.  Na análise de campos de forças eletromagnéticas. 77 .(a) Se F ( x. Então: i )rot( F  G )  rotF  rotG ii)rot(h. 5.5.F )  h. determine rotF. y.4. para um campo de velocidade v .4 Rotacional Def. caracteriza que somente forças eletrostáticas estão presentes no campo elétrico.(b) Um escoamento é representado pelo campo velocidade V  10xi  10 y j  30k . y.  Pode ser interpretado como uma medida de movimento angular de um fluído. todas definidas em um domínio D (F e G com derivadas parciais de 1ª ordem contínuas em D e h diferenciável em D). y.

e se divF=0. Exemplo 5. então não há poço nem fonte em k. divF<0. z)k .F )  h. y. Da mesma forma. há uma fonte em k. então há uma fonte de calor em k. significa que flui maior quantidade de massa de k do que para k. Do contrário. a temperatura em k está decrescendo.5 Divergência Def. A divergência de F é dada por: P Q R 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑡𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 divF  . isto é.5. y.(a) Seja F ( x. então divF informa sobre o fluxo de massa: se em um ponto k. isto é. se divF<0.divF  h. ou seja. assim.5. Se existe difF e divG. Se F é um campo de velocidade de um fluído ou gás.(a) Um fluído escoa com velocidade uniforme v  x j . o calor está deixando k e. agora de divF>0. z)i  Q( x. o que é possível para fluídos incompressíveis. Mostre que todas as partículas se movem em linha reta e que o campo de velocidade representa um escoamento incompressível.F 78 .  Propriedades Sejam F e G funções vetoriais definidas em um domínio D e h uma função escalar diferenciável em D.F    Fluxo = x y z 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜  Interpretação física O divergente de um vetor mede a variação do fluxo desse vetor. a temperatura está aumentando. y. com P. 5. significa que há maior quantidade de massa fluindo para o ponto do que saindo dele. Q e R tendo derivadas parciais em alguma região. y. z)  P( x. isto é. existe um poço em k.5. o calor está sendo absorvido em k. se F representa o fluxo de calor e se divF em k é maior que zero. então: i )div( F  G )  difF  divG ii)div(h. z) j  R( x.

 depende da interpretação física da função f.lk e esse limite não depende nem do jeito da partição da curva gama nem da escolha dos pontos em cada parte da curva. z k ).l k k 1 Def.z) nesse ponto. y k . é função vetorial. y k . y k . ̅̅̅̅̅ n    f ( x k . ⃗( ) .      k k 1 (partição gerada sobre a curva)  [a.l k   f ( x. então  f ( x. e calculamos o valor da função f(x. 5.  [ ].b]) n xk  x(t k ). Depois multiplicamos esse valor pelo comprimento do respectivo arco. z k ). no k-ésimo subintervalo da partição. Agora calculamos o comprimento de todas as partes da curva após a partição. Se ( ) representa a densidade linear num ponto ( ) de um arame fino com o formato de .6. então esse limite é chamado de INTEGRAL CURVILÍNEA DE 1ª ESPÉCIE da função ao longo da curva gama e denotamos do seguinte modo: n lim  0  f (x k 1 k.y. Finalmente. z)dl  representará a massa m do arame. y. y k . do comprimento da curva.5.(a) Seja o maior comprimento de intervalo da partição. M k ( x k . Agora começamos a construir a integral. Seja uma curva suave por partes e seja a função ( ) definida na curva . k  1. somamos os resultados ̅ .6 Integral curvilínea de primeira espécie Temos uma curva ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗ onde é um parâmetro real. z k  z(t k ) Chamaremos de o comprimento da curva e de a variação desse comprimento. no k-ésimo subintervalo. Sendo assim. z k ). n Pegamos qualquer ponto sobre a curva. indicará a variação. Escolhemos o maior deles:   máxlk . z k ) . y. z)dl . b]  t k nk1 (partição no [a. y. z)dl  massa real m de    Qualquer interpretação física da integral curvilínea  f ( x. y k  y(t k ). 79 . n Se  lim   0  f (x k 1 k .

(c) Calcule  ysenzdl onde  é a hélice circular dada pelas equações  . √ 80 . z)dl   f ( x(t ).  a ( x' (t ))²  ( y' (t ))²  ( z ' (t ))²dt No plano z(t)=0: b  f ( x. .6. y=sent 0  t  . 1/2 2 5. y)dl   f ( x(t ). Rta.y(t).b] h(t)=f(x(t).(a) Calcular a integral curvilínea  xydl onde  é o quarto de circunferência do primeiro   quadrante parametrizado por x=cost. Rta ( √ ) 5.(b) Calcule  2 xdl onde  é formada pelo arco da parábola ( ) ( ). z(t )).6. t [a.6. Rta.  Cálculo da Integral Curvilínea de 1ª espécie r (t )  x(t )i  y(t ) j  z (t )k .  . y. y(t )).  a ( x' (t ))²  ( y ' (t ))²dt Exemplos 5. seguido pelo segmento de reta vertical ( ) ( ). y(t ).z(t)) lk  l  ( x' (t ))²  ( y' (t ))²  ( z ' (t ))²  comprimento do arco b  f ( x.

7 Integral Curvilínea de 2ª espécie Seja  uma curva simples suave ou suave por partes no ³(ou ²) . P ( x k . n lim  1  lim  P( x k . y.(a) Se  lim  1 e esse limite não depende nem do jeito da partição da curva  0  . R( x(t ). z k ). z ' (t ) dt a Podemos ainda. Q e R são contínuas na curva  suave ou suave por partes. y k . y' (t ) z ' (t )dt a b =  P. y k . x’(t)²+y’(t)²+z’(t)²  0 Seja a função P(x. z)dx   Q( x. y k . M k  lk . y(t ).y ' (t )  R( x(t ). z )dz  0  0 k 1  No caso geral temos: F  P( x. y.y k   Q( x. z)dx  Q( x. nem da escolha dos pontos de cada parte da curva  . y.z ' (t )dt a b =  P( x(t ). 5. z (t )). escrever a integral na forma vetorial:  F (r (t )). y (t ). Def. z (t )). z)dy  R( x. y. y. y k . n o comprimento do intervalo da partição da curva. R x' (t ). y(t ).z k   R( x. Q( x(t ). y. y(t) e z(t) têm derivadas contínuas t  [ a.z) definida na curva . z k ).( x' (t ). y ' (t ). b] .r ' (t ). y k . z k ).5.dr    Significado físico Podemos definir o trabalho realizado por um campo de forças sobre uma partícula em movimento ao longo de uma curva em  3 como uma integral de linha. z (t )).dt   F. z (t )). existe.x' (t )  Q( x(t ). então esse limite é chamado INTEGRAL CURVILÍNEA DE 2ª ESPÉCIE da função P ao longo da curva  . y. z k ) calculamos o valor da função no ponto M k . z k ) . z)dy   R( x. 81 . y.7. z (t )). Q. então a integral curvilínea de segunda espécie. y. z)dy  R( x.xk . z)dz   P( x. y. y. y (t ). z ) j  R( x. Seja lk k  1. y.  P( x.xk   P( x. Seja    máxl k o maior comprimento de intervalo da partição. y (t ). z (t )).  : r (t )  x(t )i  y(t ) j  z (t )k . z)dz     Se as funções P. n Seja  1   P( x k 1 k . y.y. z )dx  0  0 k 1  n lim  2  lim  Q( x k . z )i  Q( x. M k  ( x k . z)k F : 3  3  P( x. z)dz  b   P( x(t ). z)dx  Q( x. y. y k . y. funções x(t). z k ). z )dy  0  0 k 1  n lim  3  lim  R( x k . y(t ).

z ) j  R( x. se o movimento for causado pelo campo de forças ( ) ( ) ( ) . z )k sobre . é definida como: n    Fdr     f (r (t ))dr  . se a curva  consiste no segmento  de reta de ( ) a ( ) e no arco do primeiro quadrante da circunferência e se for percorrida no sentido anti-horário. Suponha que os arcos sejam medidos em metros e a força em Newtons. Então a integral de linha F  P( x. Def.7.. y. Rta.(b) Seja  uma curva suave por partes tal que estas partes sejam 1 .. 25J 82 .(b) Calcule a integral de linha  4 xydx  (2 x²  3xy)dy .  i 1  i  Exemplo 5.. Ache o trabalho total realizado.5.. n .7. y. z )i  Q( x. y.Exemplo 5.7. Rta.(a) Uma partícula se move ao longo de uma parábola do ponto ( ) ao ponto ( ). 2 .

então a integral curvilínea  F. Então o vetor P(x. tais que Py e Qx sejam contínuas em D. f é chamada FUNÇÃO POTENCIAL do campo vetorial F.5.dr  será independente do caminho  e  F. * em algumas aplicações físicas. y . y 2 . e somente se ( ) ( ) ( ) ( ) e ( ) ( ) para todos os pontos de D2 . definidas em D  2 . y1. Teorema 5. Q e R funções de três variáveis x.8 Integrais de linha independentes do caminho Se e forem dois pontos de uma região aberta no espaço. z1 ) e B( x2 . Def. Então o vetor ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗ será um gradiente em D2 se. Para alguns campos especiais.y) para todos os pontos de D. temos os seguintes teoremas: Teorema 5.dr realizado  para mover uma partícula de para por um campo definido em . y e z definidas em D2  3 . tal que F  f em todos os pontos de D. ( x1. definido na região D é CONSERVATIVO.8.8. geralmente depende do caminho percorrido.y)=Qx(x.(c) Sejam P. 5. se e somente se Py(x.  2 2 2 * Para a aplicação deste teorema. y1 . Nesse caso.y)i+Q(x.8. 83 .(a) Seja  uma curva suave (ou suave por partes) contida na região D com extremidades nos pontos A( x1 . e que  é conservativo em . para encontrarmos a função potencial 1 . Se isso for verdade para todos os pontos e em  .dr é independente do caminho em . é necessário saber se o vetor dado representa o gradiente de uma função. z 2 ) . a função escalar f é chamada de função potencial do campo vetorial F se F  f Teorema 5. z ) .(a) (Campos conservativos e função potencial) O campo vetorial F. z1) . tais que sejam contínuas em D2 . dizemos que F. e para isso. o valor da integral é o mesmo para todos os caminhos de a .8. Se F for um campo vetorial conservativo em D e se  for uma função potencial para F.dr =  ( x . entretanto. o trabalho  F.y)j será um gradiente em D.(b) Sejam P e Q funções de duas variáveis x e y. se existe uma função escalar f definida em D.

y1). y=y1(t) para 0  t  1 5.y)=(y²+2x+4)i+(2xy+4y-5)j.dr  é independente do caminho e calcule seu valor de (4.8.(b) Seja F(x. sendo a trajetória retilínea do ponto A(0.0).(a) Determine uma função potencial do campo conservativo F(x.Exemplo 5.0) ao ponto B(x1.1). mostre que a integral  F.0) a (1. 3 5.(c) Seja F(x. Rta.y. parametrizada por x=x1(t). mostre que a integral  F.y)=(6xy-y³)i+(4y+3x²-3xy²)j. Rta.1) a (-1.-2.8.z)=(4x+2y-z)i+(2x-2y+z)j+(-x+y+2z)k.dr  é independente do caminho e calcule seu valor de (0.8. -13 84 .2.

Calcule o trabalho total realizado pelo campo de forças F ( x.8. podemos inverter parte da curva para fazer dois caminhos de .: 2º caso) Se e estiverem sobre uma curva. então  F.: Exemplo 5.(d) Uma partícula movimenta-se sobre a circunferência r (t )  2 cost i  2sent j. um deles pode ser invertido para formar uma curva fechada. y )   4 ln 3 y  i    j  x  y  85 .dr =0  1º caso) Se tivermos dois caminhos de para .8. Γ 𝐵 Γ 𝐵 𝐴 𝐴 Γ Γ Dem.Teorema 5.(e) Seja  uma curva fechada suave (ou suave por partes). 0  t  2  1   4x  . Se F for um campo vetorial conservativo em B. Γ 𝐵 Γ 𝐵 𝐴 Γ 𝐴 Γ Dem. contida em um disco aberto B   2 .

Rta. delimitada acima pela rela y=x e abaixo pela parábola y=x²-2x. y )dy   D   dA x y  Por convenção. sendo  a circunferência x²+y²=4. no Teorema de Green. contida inteiramente em B.9 Teorema de Green e Teoremas correlacionados Teorema 5.9. 5. tomamos o sentido anti-horário da curva. delimitada por  . y )dx  Q( x. Se  for uma curva suave (ou suave por partes). simples (  ) e uma integral dupla usual sobre a região plana D. 27/4 86 .(b) Calcule a integral curvilínea  3xydx  2x²dy onde  é a fronteira da região D.(a) (Teorema de Green no plano) Sejam P e Q funções de duas variáveis x e y. O Teorema de Green estabelece uma relação entre uma integral curvilínea ao longo de uma curva fechada. Exemplos 5. e se D for a região limitada por  . arctgy Rta.9. plana. 5. de tal modo que tenham derivadas parciais de primeira ordem. contínuas em um disco aberto B   2 .(a) Aplique o Teorema de Green para calcular a integral curvilínea  (2 y  9  x³ )dx  (5x  e )dy .9. então:  Q P     P( x.

Às vezes.(c) Use o teorema e o corolário de Green. Rta. delimitada por . onde  é a elipse 9  4  1 . parcialmente suave.* No exemplo anterior. Exemplo 5.  . viu-se que a integral dupla é mais fácil de calcular do que a integral curvilínea. 87 .9. y)dA transformando-a em D uma integral curvilínea  Pdx  Qdy . do Teorema de Green. A consequência seguinte. delimitada pela curva fechada simples. a situação se inverte. entretanto. basta aplicar o teorema de Green para o campo ( ) ( ): Teremos: ∮ ∬( ) ∬ ∮ ∬ ( ) A integral ∮ não é a única que calcula a área da região .   Corolário do teorema de Green A área A da região D. para calcular a integral de linha x² y ²   ( x 4  3 y )dx  (2 y ³  4 x)dy . ilustra a técnica de calcular uma integral dupla  f ( x. mas é a mais simples. é dada 1 por: A  2 ydx  xdy Para verificar que a integral de linha acima calcula a área da região D.

o fluxo  de F através de  . ( ( ) ( )) ( ) ( ( ) ( )) ( ) ∮ ∙ ∮( ∙ )( ) ⃗ ( ) ∮[ ] ⃗( ) ⃗( ) ⃗( ) ∮ ( ( ) ( )) ( ) ( ( ) ( )) ( ) ∫ ∬( ) ⏟ Como o integrando na integral dupla é a divergência de .  ( x. o fluxo  de F=  .nds   F .dA     dA onde F  difF     x y  x y  D D forma vetorialdo teoremade Green Vejamos: Se é dada pela equação vetorial ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ para então o versor ( )⃗ ( )⃗ ( )⃗ ( )⃗ tangente de ⃗ é ( ) e o versor normal de ⃗ é dado por ( ) ⃗ ( ) ⃗ ( ) (verifique que o produto escalar entre os vetores tangente e normal é nulo). exterior à  . Mas a mesma terminologia é usada no caso de um campo vetorial arbitrário F  Pi  Q j . é dado por    F.y) seu campo de velocidade vetorial. ou seja. temos uma segunda forma vetorial do Teorema de Green: ∮ ∙ ∬ ( ) 88 . Deseja-se calcular a taxa à qual o fluído sai da região D.nds . do fluxo de um fluído com velocidade vetorial V. A expressão FLUXO ESTACIONÁRIO significa que V e  dependem apenas de x e y e não do tempo t.  A divergência e o fluxo de um campo vetorial Considere o fluxo estacionário de uma camada delgada de fluído no plano (como uma camada de água espalhando-se pelo assoalho). A forma vetorial da integral  F. Então.nds é   chamada FLUXO DO CAMPO VETORIAL F ATRAVÉS DA CURVA  . em unidades de massa por unidades de tempo. é a taxa à qual o fluído está saindo de D através da curva de fronteira  .nds é  F. delimitada por uma curva fechada simples  . Assim é que se pode falar do fluxo de um campo elétrico ou gravitacional através de uma curva  .V. y ) a densidade do fluído no ponto (x. A integral curvilínea   F. Seja V(x.y). onde n é o vetor normal unitário.  No caso presente.dA  D  P Q  P Q    F .

Def.(d) Calcule o fluxo exterior do campo ( ) ⃗ ⃗ através do quadrado delimitado pelas retas e . E se a temperatura no ponto é menor do que a temperatura média da vizinhança.9. A vizinhança transmite energia para o ponto e a temperatura no ponto tende a aumentar.(a): Laplaciano Seja um campo vetorial definido numa região do espaço. 4  Laplaciano Def. então no ponto em que estamos calculando.F   2 F    x² y ² z ² ∙ É chamado operador de Laplace ou laplaciano. * uma função escalar que satisfaz a equação de Laplace é chamada FUNÇÃO HARMÔNICA. chamamos LAPLACIANO à expressão: 2F 2F 2F div( grad F )  . ocorre transferência de energia na forma de fluxo de calor. temos concavidade voltada para cima. a temperatura é menor do que a temperatura média na vizinhança do ponto. esta função está intimamente ligada ao estudo da transferência de calor. Rta. por sua relação com a equação de Laplace.9. tal que ( ) ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗ Se as derivadas parciais de segunda ordem de e são contínuas. da vizinhança para o ponto. então esta expressão é chamada de EQUAÇÃO DE LAPLACE. radiação eletromagnética e outros ramos da física.9. Exemplo de interpretação física do Laplaciano em transferência de calor Equação de difusão do calor: ⏟ (Exemplo em que não há geração de energia interna) (relembrar o significado geométrico da segunda derivada para funções de uma variável real) Se calcularmos o laplaciano num determinado ponto do sistema e seu resultado for positivo.(b) (equação de Laplace) Se  ² F  0 . 89 .5.Exemplo 5. .5.

90 .(d) Verifique se as funções f1 ( x. a temperatura é maior do que a temperatura média da vizinhança do ponto.9. z )  x ² y  e y  z e f 2 ( x. Se o laplaciano no ponto for nulo. Exemplo 5. então no ponto em que estamos calculando. y. y. do ponto para a vizinhança. ocorre transferência de energia na forma de fluxo de calor. O ponto transmite energia para a vizinhança e a temperatura no ponto tende a diminuir. temos concavidade voltada para baixo. z )  2 xy  yz são harmônicas. E se a temperatura no ponto é maior do que a temperatura média da vizinhança.Se calcularmos o laplaciano num determinado ponto do sistema e seu resultado for negativo . não há transferência de energia.

Exemplos 6. Os números são os termos da sequência. 9.1d) { } 6. 3..1e) { }  Limite de uma sequência Seja um número real. O número é o enésimo termo da sequência e a sequência toda é denotada por { }.1 Sequência numérica Sequência numérica é uma sucessão de números dispostos numa ordem definida. existe tal que sempre que .1f) { } { } ∙ 6. ( ) Definição: Uma sequência é uma função cujo domínio é o conjunto dos números inteiros positivos. .. 6.. . 4. As sequências podem ser finitas ou infinitas. O limite da sequência { } é . 4. 1 é levado em . Exemplos 6. Exemplo 1.. O termo geral pode especificar uma sequência através de uma regra ou fórmula.1c) { } 6. 16. Exemplos 6. denotado por . e assim por diante.1a) 1.. 5. 4. 4. 9 Sequência dos números ímpares naturais menores que 10. 25. 2. dizemos que a sequência converge para .. 3. f(1) é o primeiro termo. Deste modo. Se o limite da sequência não existir. 2 é levado em . e em geral f(n) é chamado enésimo termo da sequência f. . 6. 2. n. ( ) ∙ Em uma sequência podem aparecer termos repetidos. Sequência dos quadrados de . 1. ..6 Sequências e Séries 6.. . 8. f(2) é o segundo termos... 7. etc. 3.. ... 2. Se o limite da sequência existir.. .. então a sequência diverge..1b) 1. se para cada .1g) { } {( ) } ( ) 91 .

1k) { } ( ) 6. Sejam dadas as sequências { }e{ } que convergem.1i) { } 6.1h) { } { }  Propriedades dos limites de uma sequência. respectivamente. para os números A e B. g) Se { } Exemplos 6.1j) { } 6. Então: a) b) ∙ ∙ c) ( ) d) ( ∙ ) ∙ ∙ e) ( ) ( ) f) ( ) .1l) { } 6.6. sempre que for uma constante positiva.1m) { ∙ ( )} 92 .

1p) { ( )} Definição de sequência limitada: Dizemos que uma sequência é limitada superiormente se existe um número para o qual ( é chamado cota superior ou limitante superior da sequência).1r) { } 93 .1q) { } ( ) 6. dizemos que ela é limitada. Exemplos 6. Se uma sequência for limitada superior e inferiormente.  Sequências monótonas e limitadas Mesmo que você não possa encontrar o limite de uma sequência particular. Uma sequência é limitada inferiormente se existe um número para o qual ( é chamado cota inferior ou limitante inferior da sequência). inicialmente.1n) { } 6. ainda assim pode ser útil saber se essa sequência converge.1o) { } 6. Para isso. Definição de sequência monótona: Uma sequência é monótona se seus termos são não decrescentes ou se seus termos são não crescentes Exemplos 6. vamos definir sequência monótona.

não necessariamente ela é convergente. toda sequência decrescente limitada inferiormente é convergente.1s) {( ) } Teorema 1 Toda sequência crescente limitada superiormente é convergente. Exemplo 94 . então ela é limitada. analogamente. analogamente. o limite de uma sequência monotonamente decrescente convergente é uma cota inferior. Se uma sequência é limitada. Teorema 2 O limite de uma sequência monotonamente crescente convergente é uma cota superior.Observação: Se uma sequência é convergente. Exemplo 6.

2b) ∑  Série Geométrica Uma série geométrica é uma série na forma ∑ Onde cada termo após o primeiro é obtido pela multiplicação de seu antecessor imediato por uma constante . Exemplos 6.2a) { } Definição: Se a sequência { } das somas parciais da série infinita ∑ converge para um limite . isto é: ∑ A sequência { } é chamada sequência das somas parciais da série.2 Séries  Séries infinitas Definição: Uma soma indicada de todos os termos de uma sequência infinita { } é chamada série infinita ou simplesmente série. caso contrário. É representada por ∑ A soma dos termos de uma série ∑ é chamada de n-ésima soma parcial. temos: Exemplo 6. dizemos que ela diverge. chamada razão da série. dizemos que ∑ converge e sua soma é . Observe que uma séria geométrica fica completamente especificada através de seu primeiro termo e sua razão .2d) 95 . Exemplo 6.2c) 6. (escrevemos =∑ ). Observemos que. para cada inteiro positivo . 6.

Teorema (condição necessária de convergência): Se uma série infinita ∑ converge. 6. Exemplos: Mostre que as séries abaixo divergem.A n-ésima soma parcial de uma série geométrica ∑ é dada por ( ) ( ) Pela propriedade (g) dos limites de uma sequência.2j) ∑ ( ) 96 . então ∑ ( ) ∑ ∑ é convergente e. então .2h) Determinar se é convergente a série ∑ ( ) e. calcular o valor da soma. sendo uma constante qualquer. se for. temos: Se ( ) Se .2e) ∑ 6. Se ou se . Exemplo: 6.2i) ∑ 6. ∑ ∙ ∙∑ também é convergente. Exemplos Determine se as séries abaixo convergem ou divergem.2g) ∑ ( )  Propriedades das séries infinitas Teorema (propriedade lineares das séries): Se ∑ e∑ são séries convergentes. 6. então a série é divergente.2f) 6. Se convergirem. calcule sua soma.

2k) ∑ Teorema: divergência de uma série de somas. Se a série ∑ converge e a série ∑ diverge. Exemplo: 6. então mas. ∑ ∑ Exemplo 6. se .2m) ∑ e∑ 97 . Exemplo: 6. a série poderá ou não ser convergente. então ∑ ( ) ∑ ∑ diverge.2l) ∑ ( ) Observação: A soma de duas séries divergentes pode originar uma série convergente.Observação: Atenção à lateralidade do teorema anterior: se a série é convergente.

Exemplo 6.2o) ∑ ( ) ( ) ⁄  Série : É uma série do tipo ∑ ( ). então a série infinita ∑ ( ) diverge. Se ∫ ( ) converge. ii. Teste da integral Suponhamos que a função é contínua.2p) ∑ ( ) 6. Se ∫ ( ) diverge. então a série infinita ∑ ( ) converge. agora. a convergência ou divergência das séries de termos não negativos. por vários testes distintos. i. Observação: No teste da integral. Se . podendo aparecer.2q) ∑ ( ) √ 98 . Convergência e divergência da série A série ∑ ( ) converge se e diverge se . por exemplo: 6. não há necessidade de iniciar a série infinita em .2n) ∑ ( ) 6.  Séries de termos não negativos Analisaremos. onde é uma constante. decrescente e não negativa em [ [. a série ∑ ( ) é chamada harmônica e é sempre divergente.

Teste da comparação Sejam dadas ∑ e∑ duas séries cujos termos são não negativos e . Exemplos: 6. Se ∑ converge. então ∑ diverge. ii.2r) ∑ ( ) 6.2s) ∑ ( ) √ 6. então ∑ converge. Se ∑ diverge. Então: i.2t) ∑ ( ) 99 .

então. Exemplos: 6. ii.2w) ∑ ( ) 6. Se e ∑ converge. então ∑ converge.2v) ∑ (( ) ) Teste adaptado da comparação no limite Seja ∑ uma série de termos não negativos e suponha que ∑ é uma série de termos positivos. i. Exemplos: 6.2x) ∑ ( ) √ 100 . ou ambas as séries convergem ou ambas divergem. então ∑ diverge.2u) ∑ ( ) √ 6.Teste da comparação na forma do limite Seja ∑ uma série de termos não negativos e suponha que ∑ é uma série de termos positivos tal que . Se e ∑ diverge.

101 . Além disso. então ( ) ( ) e está se aproximando de por baixo. Se é par. ii.2aa) ∑ ( ) ( ) Teorema 2 (teste de Leibniz para séries alternadas): Se { } é uma sequência decrescente de termos positivos com . Então a soma parcial da série alternada ( ) satisfaz as condições: i. Exemplo 6. o valor absoluto do erro de aproximação não excede o valor absoluto do primeiro termo abandonado. iii. também chamadas de séries alternadas. Se é um inteiro positivo par. então a série alternada ( ) é convergente. Em qualquer caso . iv. Se é um inteiro positivo par. então .  Séries cujos termos mudam de sinal Consideremos agora testes para o estudo da convergência de séries cujos termos trocam de sinal.2y) ∑ ( ) Série harmônica alternada. 6. se é sua soma e se é sua n-ésima soma parcial então: ( ) ( ) Observe que é o erro envolvido quando se estima a soma ∑ ( ) pela n-ésima soma parcial ∑ ( ) . então .2z) ∑ ( )( ) Série geométrica de razão . Exemplo: 6. isto é. Se é ímpar. então ( ) ( ) ( )e está se aproximando de por cima.  Séries alternadas cujos termos decrescem em valor absoluto Seja { } uma sequência de termos positivos.

( ) 6. encontre a soma parcial e encontre um limite para o valor absoluto de erro envolvido na aproximação da soma por .2cc) ∑ 102 .2bb) Mostre que a série ∑ ( ) ( ) é convergente.Exemplos ( ) 6.

Exemplo: ∑ 103 . mas a série ∑ é divergente. i.2ff) ∑ Teorema 3 (convergência absoluta implica convergência) Se uma série ∑ é absolutamente convergente. Se a série ∑ converge. Exemplos: ( ) 6. então ela é convergente. dizemos que a série ∑ é absolutamente convergente.2ee) ∑ ( ) ( ) 6. Se a série ∑ é convergente. dizemos que a série ∑ é condicionalmente convergente.2dd) ∑ 6. ii.Definição: (convergência absoluta e condicional).

ii. Se | | não podemos afirmar nada.2hh) ∑ ( ) ( ) 6. Se | | ( ) a série é divergente iii.2ii) ∑ ( ) 104 .2gg) ∑ ( ) ( ) 6. Exemplos: 6.Teorema 4 (teste da razão) Se ∑ é uma série de termos não nulos. Se | | a série é absolutamente convergente. então: i.

iii. Na série de potências ∑ ( ) . podendo a série convergir para alguns valores e para outros não.2jj) ∑ [ ( )]  Séries de potência (definição) Uma série definida na forma ∑ ( ) ( ) ( ) ( ) É chamada série de potência em ou simplesmente. vemos que a série converge e sua soma é . Exemplo 6. Naturalmente. série de potência. Se √ absolutamente convergente. Se √ não podemos afirmar nada.2kk) ∑ ( ) ∙ 105 . Uma série de potência com centro em toma a forma ∑ ( ) ( ) ( ) ( ) Caracterizando um polinômio em . ii.Teorema 5 (teste da raiz) Seja dada a série ∑ . Exemplos ( ) 6. quando . i. pode ser visto como uma quantidade que pode ser variada à vontade. As constantes são chamadas de coeficientes da série de potência e a constante é chamada de centro. Se √ ou se √ divergente.

 Algumas séries de potências importantes a) ∑ b) ∑ ( ) ( ) c) ∑ ( ) ( ) d) ( ) ∑ ( ) ( ) e) ( ) ∑ ( ) ( ) f) ∑ g) ∑ ( ) 106 . Exemplos 6. 6.  Séries de Taylor e de Maclaurin Seja a função infinitamente diferenciável em um intervalo aberto J e seja um número em J.2ll) Encontre a série de Taylor para ( ) em . A série de Taylor para é chamada série de Maclaurin. a série de Taylor para em é a série de potências ∑ ( ) onde . ( ) Então. 6. .2mm) Encontre a série de Maclaurin para ( ) .2nn) Encontre a série de Taylor para ( ) em .

 Se ∑ diverge ∑ diverge.  Se e ∑ diverge ∑ diverge. então a série alternada ∑ ( ) converge. decrescente e positiva)  ∫ ( ) converge ∑ ( ) converge  ∫ ( ) diverge ∑ ( ) diverge Teste da Comparação Sejam ∑ e ∑ séries positivas e  Se ∑ converge ∑ converge. Teste adaptado da Comparação na forma do limite  Se e ∑ converge ∑ converge. então a série ∑ é absolutamente convergente. então:  Se | | ∑ é absolutamente convergente. Teste da raiz Dada a série ∑ :  Se √ . então a série ∑ divergente. Teste da razão Se ∑ é uma série de termos não nulos. 107 . então nada podemos afirmar. então nada podemos afirmar. ou √ . 6.  Se | | . Teste da Comparação na forma do limite Sejam ∑ e ∑ séries positivas: Se então ou ambas séries convergem ou ambas divergem.  Se | | ( ) ∑ é divergente.  Se √ .  Se √ . Teste de Leibniz para séries alternadas Se { } é uma sequência decrescente de termos positivos com .3 Resumo dos Testes de Convergências Teste da Integral ( contínua.

fechadas ou não representam bolas. r ) P0 = ( -1. r ) P0 = ( 1. 2. Represente graficamente as seguintes bolas: a) B ( P0 . ½. -1 ) e r = 1 3 P0 = ( 1. determine P0 e r: a) x2 + y2 – 2y + 1 < 3 b) x2 + y2 + z2  2x + 2y + 2z c) x2+y2 z2 d) x2 + y2 – 1 > 0 e) x2 + 4x + y2 < 5 f) x2 + y2 + z < 2 108 .7 Exercícios 7. caso representem. Identifique se as inequações abaixo representam bolas abertas. -1. 2 ) e r = 1 b) B ( P0 .1 Lista 1 1. -1 ) e r = 1 P0 = ( ½ . 2 ) e r = ½ 2.

t  0 é contínua em t = 0. 3). calcule:  t 1    a) lim ( 2 f (t ) . O movimento de um besouro que desliza sobre a superfície de uma lagoa é expresso 1 cost t  sent pelas funções x(t) = e y(t) = 2t + . t2 + 2) d) f(t) = (t. Esboce o hodógrafo das seguintes funções vetoriais:  a) r (t ) = (4. (t + 1)2).2 Lista 2 1.9sent)  b) r (t ) = (t.7. Sejam f (t ) =  3t.2t2) descreve a trajetória de uma partícula no plano xoy.   7 k . tant. t  3  109 . g ( t ) ) t 1   b) lim ( f ( t ) g ( t ) ) t 2 6. 3t) e g (t) = (sen2t. Calcule 2t lim 3 f (t )  lim ( f (t )  g (t )) t 0 t  2  sen t  t  9   t i  t  3 j . 2t + 1. Verifique se a função r (t ) =  3 j .3. Sejam as funções f(t) = e2t i + j e g(t) = 2cost i + 2t2 j + k.sent) c) f(t)= (4. t  3     8. t  2 . a) esboce a trajetória da partícula e os vetores velocidade e aceleração em t = 1. 2t2 – 4t + 1). 2. b) verifique se os vetores do item a) são perpendiculares entre si 2     2t  5.  e g (t )  t . t . Sejam as funções f (t) = (e2t. t. ln(t+1).4cost. bem como os vetores velocidade e aceleração.t  0. 3) e) f(t) = (t. A equação r (t) = (2t. calcule  lim f '  f "  g   t 0 sen 2t 7. 3. A posição de uma partícula é dada por r(t) = (t – 1.0 . m m Determine: a equação vetorial que expressa o movimento do besouro e sua posição em t = 3 4. Verifique se estes vetores são perpendiculares entre si. onde m é a massa do besouro. 8 . e t . em t = 1. Esboce a trajetória.

A posição de uma partícula é dada por r (t ) = (t  1) i  (t  2t  1) j . Sejam f (t )  ti  2t ² j  3t ³k . 1  2 i  j.g (t )   t 1 e) lim f (t )  g (t )   t 1 f) lim(t  1). 15. Escreva a equação cartesiana e a equação vetorial da elipse que tem centro no ponto (-2. Escreva a equação vetorial da curva 12x2 = . 2 3  3 j . t  0 a) f (t )    t     2 j. Verifique se a função f (t )   é contínua para t = 0. t  3   t 3 3 2ti    j. g (t )  2ti  j  3t ² k . Determine: 2 4 a) os vetores velocidade e aceleração em t = 5 s . Calcule o limite e analise a continuidade das funções vetoriais abaixo. z = 12 e descreva a curva 14.3) e cujos valores dos semi-eixos focais são a = 5 e b = 2. f (t )   t 1 g) lim f (t )  g (t )   t 0 16. t  0   t  11. Calcule p de modo que a função f (t )      t 2  pt  2 i  2 j. t  0 10. nos pontos indicados:   t2 2 ti    j.(y + 1)2 + 24 . c) verifique se os vetores do item a) são perpendiculares entre si 13. Verifique se a função f (t )   é contínua para t = 0. t  3 seja contínua 3i  ln e 2 j. t  0  t 1  t t  9. t  0   1  1 2 12.  1 1   i  e  2t j. t  0 lim f (t )  g (t )   a) t 1 b) lim f (t )  g (t )   t 1 lim3 f (t )  (1 / 2) g (t )   c) t 1 d) lim f (t ). b) esboce a trajetória da partícula e os vetores do item a) . t  0 110 .

 2 4  i j  5k . t = 0 d) r(t) = (1 – t. velocidade e aceleração da partícula quando t = 4: 22.5   2t  1  19./2)  d) p(t) = 1  t . t  2 17. e 2t ) c) f (t )  e t i  e 2t j  k d) g (t )  ln ti  tj  tk  5t  2 e) h(t )    . ln( 2  t )   t  1  c) 18.t). ln(1  t ²).0. 2) 21. e ) t  t² 1  r (t )   e 2t . t6) .t  . 4. Determine um vetor tangente às funções dadas. cost. Determine a derivada das funções vetoriais: a) f (t )  (cos ³t . t  2 b) f (t )   t  1 t  2   (0. no ponto indicado: a) f(t) = (t. bem como estes vetores: a) r(t) = (t. 2. e) c) h(t)=(sent. lnt. P(-1. t  1. t3) . c) Determine a posição. 0. et) . P(-1.0). b) Determine um vetor tangente à trajetória no ponto P(1. a posição de uma partícula no espaço é dada por x(t) = t2. bem como o módulo destes vetores instante dado. 1 + t) . sen ²t ) b) g (t )  ( sent cost . t = 0  1 b) r(t) =   . tan t . 4). t2. -1) b) g(t) = (t. 4 – t2) . Determine os vetores velocidade e aceleração para qualquer instante t. 2) . 1. t2. t = 1 1 t  c) r(t) = (0. P(1. t  1. No instante t. a) r (t )  e t i  e 2t j t  ln 2 b) r (t )  t i  (3t  2)² k t 2 c) r (t )  2 costi  5sentj  3k t   / 4 20.-1)  1 t  e) r(t) = (2t. a) Escreva a equação vetorial que descreve a trajetória da partícula. 1   . Indique o intervalo de continuidade das funções vetoriais abaixo: 1 a) g (t )  i  (t ²  1) j  et k t b) w(t )  (sent. t = 1 111 .0. P(1. P(2. Determine os vetores velocidade e aceleração no tempo dado e esboce a trajetória da partícula. y(t) = 2 t e z(t) = 4 t 3 . tan t . As equações abaixo descrevem a trajetória de uma partícula no espaço. .

½. sen3t) 1 24. sent) b) r(t) = (cos3t. Encontre a equação vetorial das curvas abaixo: a) x2 + y 2 = 4 . b = (5. no sentido horário i) segmento de reta de C(0.23. 0. z = 2 e) x = ey . 3 ). z = 4 b) y = 2x2 . 2) . Se r(t) é o vetor posição de uma partícula em movimento. -3) 28. z = e x f) y = x . 3) h) circunferência de C(2. Se g(t) = e f(t) = t i + t2 j . t2 – 2t + 2) c) r(s) = (s2 – 1. 2. s2 + 1. 0  t  2  y  3  2sent x  t  1  d)  y  t  4 . 1) a D(1. 0  t  2 z  2   x  2  4 cost c)  . 0. b = (5. 0. 0) 112 . 2. 3t + 5) b) r(t) = (t – 1. b = (2. 0) b) A(0. t   2 z  2  26. Obtenha a equação cartesiana das curvas abaixo: a) r(t) = (1/2 t. 0) . 5) d) A( 2 . 2) 27. mostre que o vetor velocidade é perpendicular a ele e que o vetor aceleração é perpendicular ao vetor velocidade: a) r(t) = (cost. b= (5. 1. y) se move pela variação de t no intervalo dado. z = x3 c) 2(x + 1)2 + y2 = 10 . 1. Determine a representação paramétrica da reta que passa por A e tem direção do vetor b: a) A(1. Esboce o gráfico da curva quando P(x. 0  t  2  y  2 sen t  x  4 cost  b)  y  4 sen t . -1) c) A(-1. 2) . 2) a B(-1. determine (g(t)f(t))’: t 1 25. Determine a equação cartesiana da curva em cada item:  x  2 cost a)  . z = x 2 + y2 g) segmento de reta de A(2. -2. -1. 2) e r = 2. z = 2 d) y = x1/2 .

0. 0)  2 2 e) r(t) = (1/2cost. Escreva a função comprimento de arco de: a) r(t) = (sent/2. t  [0. 1] c) r(t) = 2(t–sent) i + 2(1–cost) j . 2t. sen2t. tsen2t) . 0) 31. 0) a P1(0. cost/2. etsent. 0) a P1(8. 0. 3sent) . 6 t2) . 0  t  1 b) r(t) = (2t3. + [ .29. 2sent. z = 0 . Determine o comprimento do arco das curvas abaixo: a) r(t) = (etcost. /3] e) r(t) = (2cost. de P(0. 0  t  3 c) r(t) = (2cost. 2. 1] b) r(t) = t3 i + t2 j . t  [/6. etsent. t  [0. t  [-1. t  [0. 2) d) r(t) = y = x2/3. 4. asen3t) . 1/2sent) . 3] d) r(t) = (3cos3t. 0. 4t. 2] . t2 + 1) . t  [0./2] 32. P(2. 5) d) r(t) = (2cost. 2t) b) r(t) = (cos2t. P(1. t2) d) r(t) = (cos2t. et) . t  [0. 3sent) . t  [1/2. 2sent) . Verifique quais das curvas abaixo são suaves: a) r(t) = t3 i + t2 j . 3sen3t) . Encontre o vetor tangente unitário às curvas abaixo.2] 30. 4) c) r(t) = (t. de P(2. t  [0. 4    f) r(t) = (etcost. sen2t) . 2) . nos pontos indicados: a) r(t) = (tcos2t. 2) 113 . P(0. t = /4 c) r(t) = (t. 4] . t  [. P    4 . t = /2 b) r(t) = (2cost. 2 – 2sent) . 2. ] e) hipociclóide r(t) = (acos3t.

cos t .. y )  x ²  4 y ² 6. y)  x f ( x. y )  xy z  0. z  4 9 2 d) f ( x. y)  2 x  3 y  6 f ( x.7.. z  1. Encontrar o domínio. z )  x²  y ²  z ² a) ( ) b) f ( a .0) 3. y )  4  x ²  y ² c) d) f ( x. Especifique o domínio da função e calcule f(x. z  2. y )  xy .. g ( x. n) 4. h( x. usando as funções f.y) para os valores dados: a) f ( x.  xn calcule e simplifique f (1. y)  9  x²  y ² z  0. g e h definidas por: 2 xy  z f ( x. z  3 x²  y ² 5.y) mostrando as linhas de contorno correspondentes aos valores de z dados: a) f ( x. Determinar o domínio da cada função de duas variáveis e esboçar seu gráfico. Calcule cada expressão. a) f ( x. y )  3  9  x ²  y ² e) f) f ( x. z  1. z2 b) f ( x. Esboce algumas curvas de nível típicas da função f. z  1. y )  4 x ²  9 y ² c) f ( x. y)  x²  y ² c) f ( x. a) f ( x. y)  x  y  1 b) f ( x. z  2 e) f ( x. Desenhe o mapa de contorno do gráfico de z=f(x. z 3  x²   y ²  1 c) f ( x. y )  x 1  x ²  y ² .. curvas de nível e construir o gráfico das superfícies dadas: a) f ( x.. x  4 y  16 1 b) f ( x. xn )  x1  . y )  x ²  y ² h) 2. z  1. y )  5 x ²  7 xy. z  2. z  2. y )  x  y ² z  1.3. imagem.. y )  z  0. z  0. x  y  4 c) Se f ( x1 . y )  x  y b) f ( x. z  0. b) c) h( sent.3 Lista 3 1. y)  100  25x²  4 y ² b) f ( x. y)  x²  y ² f ( x.. y)  1       z  0.. y )  3x  2 y  1 z  1. y)  x²  4 y ²  16 114 . y)  10 g) f ( x. z  3 2x f) f ( x. z  1.. y.. y)  x  y  4.2.

0) 115 . y)  (0. y.) ( x²  y ²)² d) lim y3 x³  2 y ( x . a) f(x.1) x ²  ( y  1)² x² b) lim ( x . y . Estudar os limites e a continuidade da função. xy   xy  7. y )( 2 . y ) ( 0. 0 ) x ²  y ² x 4  3x² y ²  2 xy ³ c) lim ( x . y ) ( 0 . 0.  x z 1 1 1 d) p ( x.y)=4x²+25y² b) f(x. z )   . Se for o caso. . y )   .y)=1-|x|-|y| c) f ( x. y )   xi  2 yj  5  x ²  y ² k y b) g ( x. 4 ) 2. curvas de nível e superfície. sen ² x  sen ² y a) f ( x. y)  xi  j x 1 1 c) h( x. Encontrar o domínio. Determine o domínio de cada função vetorial: a) f ( x. y )   x 4  y 4  0 ( x. y )  (0. imagem. y )  (0.0) c) f ( x. y)  (0.0) ( x 6  y ²)²  x² y ²  ( x. Calcular os limites duplos e iterados x 4  ( y  1) 4 a) lim ( x .   x y z  1  e) q ( x. y )( 0.7. y)  4 x²  25 y ² 3.0) e2x  e2 y x9 y b) f ( x. y.4 Lista 4 1. remover a descontinuidade. z )   .

g(9)). y )  . z )( / 3. Determine o domínio de f e descreva a região que o representa: a) f(x. y )(2. Seja g(x. z) = 4  x 2  y 2  z 2 . y)) 6. 4). y – 1) e f(-x. h(y)) e (goh)(f(x. Dadas f(x. z) = ln(4 – x2 – y2) + z 5. z) = 16  x 2  4 y 2  z 2 b) f(x.1) x  4 y x 4  ( y  1) 4 b) lim ( x. f(h(3). y) = 2 x  y2 e) f (x. y) = x2  y2 1 x4  y4 d) f(x. f(1/2.7. z )(0. 1/3). -1.1. g(t) = t e h(s) = s2 .0. determine g(1.1) x 2  ( y  1) 2 c) lim 3x 2  xy  2 y 2 ( x. y) = 1 x2  y2 c) f(x. y )(0. y. y. y) = (x2 + y2 –1)-1 b) f(x. y/2. Determine o domínio da função f e esboce a região de R2 que a representa: a) f(x. Seja w  f ( x. ache (gof)(5. y )(2. g(-1. 1).2) 1 e) lim ( x. -1). y )(4.3) d) lim arctan( y / x) ( x. y. f(g(x).2) 3x  4 y sec xy  sec yz f) lim ( x. 1/2.0) e 2 x  e  e 2 z 116 . y) = ln(xy-1) 4. ) y  sec z y (e x  e  e z ) 2 g) lim 2y ( x. y) – f(x. y.5 Lista 5 x y 1. 3/2) e g(x/2. Calcule o limite das funções: 3x  2 y a) lim ( x. - x y y) 2. determine f(-3. y. y )(2. z/2) 3. f(x + 1. y) = x – y.

Determine todos os pontos em que a função é contínua: x2 a) f(x.0) d) f ( x.x y  0 e) f ( x. y) = x2  y2 x4 y4 b) f(x. x  y  0   x 2  4 y 2 . Mostre que a função g ( x.0)   sen( x  y )  . Dadas as funções abaixo. y) = y 1 b) h(x. ( x. x  4 y 2  5 de (x. ( x. y )   x 2  y 2 0. y) = sen(y/x) c) g(x. y)  R2 com exceção dos que estão sobre a elipse x2 + 4y2 = 5 117 .7. x 2  4 y 2  5 9. y) não existe: x2  y2 a) f(x. y )( 0. prove que lim ( x . y )   2 é contínua em todos os pontos 3. y) = ln(25 – x2 – y2)  x y  . y) = (x 2  y 4 )3 x9 y c) f(x. 0) f ( x. y )  (0. y) = (x6  y 2 )2 8. y )   x  y 1. y )  (0.

02) w 9.4). Obtenha. Seja u   xy   calcule .02 c) df(1.6).05) 1 x  y c) f ( x.y)=3x²+2xy-y². y.-2).6. y )  x ²  y ² P(3.02 3.y)=2x²+5xy+4y².02 z z 4. Calcule as derivadas parciais e o diferencial a) f(x. . prove que x x y  xy  z x y z  x u u u 6.03  y= -0. y )  P(3.02. uma aproximação de f  f (Q)  f ( P) a) f ( x.-1) b)  f(2. e du  y x y z 7. Q(2. -2. calcule: a) incremento no ponto (1.4) d) df(1. calcule: a)  f(2. 4. y )  x²  y c) u = x²y-3xy²+2yz d) u = 4xyz+ln(2xyz) 2. Encontre a diferencial dw: a) w  3x²  4 xy  2 y ³ (  x ²  y ²) b) w  e w  1  x²  y ² c) x y d) w  xye e) w  sen(xyz ) f) w  ln(1  rs ) st g) w st (  v ²) h) w  u ²e 8.04) 1 b) f ( x. Q(1.y)=3xy-6x-y² x  2y b) f ( x. Seja z  xy  xe .4) b)  f(1. z )  e  xyz P(1. por meio de diferenciais.-1) se  x= -0.03  y= -0. .4)  x=0. Considerando a função f(x.6 Lista 6 1. 118 .0.97.01 e  y= 0.7. Seja z=ln(x²+xy+y²) prove que x y 2 x y z z y 5.02. Calcule aplicando a regra de cadeia e explicitando w como função e t antes t de diferenciar.4)  x= 0. Q(3. Considerando a função f(x. 0.03.

y )  e x sen ( y ). a) f ( x. Calcule e . v=sen²t.1.2) c) f ( x. z )  3x²  y ²  4 z ² P(1. y)  2 x²  3xy  4 y ² P(1. y )  x ²  2 xy  3 y ².2) v  i  2 j  2k d) f ( x. no ponto P.2.1) c) f ( x. isto é: v determine Duf ( P) onde u  v a) f ( x.qsen(r ) p  2s  t q  s  t r  st b) w  u ²  v²  z ² u  3e sen(s) v  3e cos(s) z  4e t t t c) w  yz  zx  2 xy x  s ²  2t ² y  s ²  2t ² z  2s ²t ² 11. P(5. y )  sen xy . z=t³ c) w  ln( u  v  z ) u=cos²t.2) b) x²  2 y ²  2 z ²  14 P(2.4.1.3) 1  c) f ( x.2.3) f) f ( x. y.5. y)  3x  7 y. 1 a) w u=cos2t. z )  2 xyz . à superfície de equação dada: a) x ²  y ²  z ²  9 P(1. y.1) v  (1. z )  ln(1  x ²  y ²  z ²). Determine a derivada direcional máxima de f em P e a direção em que isso ocorre. y . z )  (2 x  3 y  5 z ) 5 . y.1) b) f ( x. y)  3x²  5 y ².39) b) f ( x. z=t² w w 10. P(0. z )  xy ² z ³ P(2. y. a) f ( x. P(3. P(2.1) b) f ( x. z )  xyz .1. Escreva uma equação do plano tangente. z )  x²  3 yz  z ³.1) v  2i  2 j  3k 14. P(2. Determine o vetor gradiente f no ponto P indicado. y. P(2. P(2.-2) c) x³  y ³  z ³  5 xyz P(2.1) d) z ³  ( x  y) z ²  x²  y ²  13 P(2. P(17.2. y=t².1) 12. s t a) w  p.  / 4) v  (1.2) 119 . P(3. Determine a derivada direcional de f em P na direção do vetor v .1)  4  d) f ( x.3) 13. P(1.1.1. v=sen2t u ²  v² b) w  senxyz x=t.0) e) f ( x. y.1.

1)  3 1 d) z  7 x  3 y P(1. y)  x²  7 xy  4 y ² P(1. e verifique que x ² y ² xy yx ² f ² f  xy yx a) f ( x. no ponto indicado. y)  x cos y  y ² 3 c) f ( x.2) u  (1 / 2. Dadas as funções.  / 2) 19. Determine o valor máximo da derivada direcional e um vetor u na direção da derivada direcional máxima no ponto dado. y)  xy  x  y dy 20. 2 / 2) b) z  x² y  2 xy ² P(1.3) ² f ² f ² f ² f 16.2. a) f ( x. u  ( 2 / 2.  / 4). y)  x²  ( y  1)² b) f ( x.0). y)  x 4  y 4  4 x  4 y c) f ( x. y)  5 x cosh 2 y 17. y )  y cos x  xe 2 y e) f ( x. Determine as derivadas direcionais nos pontos dados. y)  6 x²  7 xy  5 y ² b) f ( x. y)  x²  y ²  seny P(1.15.2. . u   . y )  ( x ²  y ²) 2 d) f ( x. na direção do vetor unitário: a) z  2 x²  3 y ²  1 P(0. y)  0 cos(x  y) 120 .   2 2 18. Calcule das funções implícitas dx sen( x  y) a) F ( x.3) b) x 4  xy  y ²  19 P(2. a) 2 x²  3 y ²  35 P(2. a) f ( x. y)  sen(2 y  x) f) f ( x. mínimo local ou ponto de sela.3) d) x1 / 3  y1 / 3  z 1 / 3  1 P(1.1) e) xyz  x²  2 y ²  z ³  14 P(5. calcule . a  (5. .3) c) 3x²  4 y ²  5z ²  73 P(2. Escreva uma equação da reta (ou plano) tangente à curva (ou superfície) dada.1) b) f ( x.1.1). 3 / 2) c) z  x cos ² y P(2. Encontre os pontos críticos das funções abaixo e classifique-os como máximo local.

v)  uev  xy  v. y )  e xy  sen (2 x  3 y )  0 u 21. y. u. Calcule das funções implícitas x a) F ( x. v)  x  y ³  u ²  v². v)  ve y  xv  u b) F ( x. G( x. y. b) F ( x. v)  x³  y  u 4  v 4 22. u. y)  x²  y ²  y. u. y)  x²  y ²  1  0 121 . y. y)  x²  y ². Utilize os multiplicadores de Lagrange para encontrar os pontos críticos a) f ( x. y)  1  xy  ln( e xy  e  xy ) c) F ( x. G( x. G( x. y. u. y)  5x²  6 xy  5 y ²  8  0 b) f ( x. G( x.

y). f (x. ). 1) 2 2 c) superfície: z = e  x sen 3y. Encontre a deriva parcial indicada. u = cosh(3x + 7y). y. x = ucosv e y = vsenu u v w w c) . z = 4x3 – 3x2y2.v. u = x2 + y2 e v = 2x2 + 3xy x y u u d) . f (r. em (x. h (x. x = u. . Verifique se as funções abaixo são diferenciáveis nos pontos indicados: a) f (x. Verifique as igualdades abaixo com relação às funções dadas: w w a) x +y = 5w. 0. y) = arctan (xy) w d) . z = 3x2 – 4y2. w = (x2 + y2 + z2)-3/2 x 3. no ponto A (1. w= 2 x y  x2 d) f (r. dada a função w = (ax + by + cz)n . f(x. plano x = 1. utilizando a regra de cadeia: z z a) . . h (x. plano y = 2. y=u u v z z b) . y) = xe-y. w = ln(u2 + v2). onde a. Encontre as derivadas parciais. para a função w = x3y2 – 2 xy4 + 3 x2y3 x y w w w b) x +y +z = nw. w = ln u. Encontre o coeficiente angular da reta tangente à curva de intersecção entre a superfície e o plano no ponto dado: a) superfície: z = 3x – 5y + 7. y. y) = 7x2 + 5x2y + 2 x b) hx. 0). w = xy2 + yz2 + x2y x 2. z) = 6xyz + 3x2y + 7z w f) . z). no ponto B(3. 0) 2 6. ) = r2 cos7 e) fz (x. b) superfície: z = 31  2 x  3 y . Calcule as derivadas parciais das funções abaixo: f a) . . plano y = 2. 2. 4. u = 7x2 + 4y3 x c) h1 (x. no ponto C(1. 2.7 Lista 7 1. b e c são x y z constantes. y) = sen x cos 7y w x2  y2 c) . x = r2e-s e y = re3s r s 5. y) 122 .7. utilizando a regra de cadeia: a) √ w b) . .

em (1. calcule .01 cm. y) = 6x2 + 7xy + 5y2 b) f (x.3 ohms ? 8. em (1. qual é aproximadamente o volume resultante? 2 2 2 2  f  f  f  f 9. y) = (x2 + y2)3/2 d) f (x. verifique que = x 2 y yx 2 123 . y) = x y E2 7. .cos e x  y . y) = . 6 e 8 cm.1) xy 2 2 2 c) f (x. Se. aproximadamente de quanto irá variar a potência se E decrescer de 2 volts e R decrescer de 0. y) = ycos x – xe2y e) f (x. onde E R é a força eletromotriz em volts e R é a resistência em ohms. 2 . Dadas as funções abaixo. y) = sen(x + 2y) f) f (x. onde A e B são constantes. 3xy b) f (x. Se cada dimensão aumenta em 0. Se w = (Ax + By ) . e verifique que x 2 y xy yx 2 2  f  f = : xy yx a) f (x. y) = 5xcosh 2y 2 2 3 3w 3w 10. 2) x  y3 3 . As dimensões de uma caixa retangular são 5. y) = xcos y – y2 c) f (x. em um dado instante. A potência P consumida por uma resistência elétrica é dada por P= watts. E = 100 volts e R = 5 ohms.

8 Lista 8 1. Transforme as equações abaixo para coordenadas cartesianas: a) r = cos b) r = 2sen c) r = (cos + sen)-1 d) r = a (a > 0) 5.  b)  4. .3. 0)  3   8   4  2.1) b) (-1. 0. Ache as coordenadas cartesianas dos pontos cujas coordenadas esféricas são dadas abaixo:    a)  2. Encontre as coordenadas cartesianas dos pontos dados em coordenadas polares:  2   5   13  a)   2.  d) (1. -1. Ache as coordenadas cartesianas dos pontos cujas coordenadas cilíndricas são dadas abaixo:    a)  4.     b)  7. -1) d) (1. 0. .  c)  3.1    b)  3.    5 2  c) 12. Ache as coordenadas esféricas com   0 e 0    2 e 0     dos pontos cujas coordenadas cartesianas são dadas: a) (0. -1) 3. 0. . Classifique a curva ou superfície encontrada: a) z = 2(x2 + y2) b) x = 2 c) x2 + y2 = 5z2 d) x2 + y2 = 25 e) x2 + y2 .2   3   2   6  6.6. Converta as equações cartesianas em equações cilíndricas e esféricas correspondentes. Encontre um par de coordenadas polares dos pontos dados em coordenadas cartesianas: a) (1.4     c)  5. 0) 9.   6 3  2   6 3  8. . .7. Transforme as equações abaixo para coordenadas polares: a) x2 + y2 = 4 b) x = 4 c) y = 2 d) y + x = 0 e) x2 + y2 – 2x = 0 f) x2 + y2 – 6y = 0 4. Ache as coordenadas cilíndricas com r  0 e 0    2 dos pontos cujas coordenadas cartesianas são dadas: a) (4. 5) c) (0. 1) c) (-1.z2 = 1 124 . . 1)   b)  2 3. 0) b) (0.0  c)  3 3.0 7.

Classifique a curva ou superfície encontrada: a) z = r2 r2 z2 b)  1 9 4 c) r = 4cos 11. 15. Calcule a área da região limitada pela cardioide . Converta as equações cilíndricas em equações cartesianas e esféricas correspondentes. a) e b) e c) e ( ) 125 . 14. Classifique a curva ou superfície encontrada: a)  = 2 b) sen = 3 c)  = /3 12. Calcule a área de interseção das regiões limitadas pelas curvas e . Identifique as superfícies abaixo e esboce o gráfico: a) 2x2 + 4y2 + z2 – 16 = 0 b) x2 – 4y2 + 2z2 = 8 c) z2 – 4x2 – 4y2 = 4 d) x2 – 4y + z2 = 0 e) 4x2 – y2 = z f) x2 + y2 = z2 13. Calcule a área da região limitada pela curva dada.10. Calcule a área de interseção das regiões limitadas pelas curvas dadas em coordenadas polares. Converta as equações esféricas em equações cartesianas e cilíndricas correspondentes. a) b) ( ) c) 16.

R: x + y ≤ 9. 0) e é delimitado pelos planos z = 0 e y + z = 1 126 . y = 0 e z= 0 d) o volume do sólido cuja base é o triângulo de vértices (1. Calcule. x ≥ 0. 0) e (0. delimitada pelos planos coordenados c) Da parte do gráfico de z – 5x – y2 = 2 que está sobre a região triangular do plano x0y que tem vértices (0. 2 2 a) R b)  x  y dxdy . x = 1. pelo cilindro de r = 2.9 Lista 9 1. utilizando integrais duplas: 2 2x   xy dydx 3 a) 1 0 1 y2 x b)   e dxdy y 0 0 1 c)   ( y ) dxdy 1 y 2 0 y x 2 d)  cos(x  y)dA . Calcule. 0).7. limitado pelas curvas x2 e y = 4x – x2 g) a área da região no plano x0y limitado pelas curvas x2 + y2 = 16 e y2 = 6x 2. 0) 5. 4. acima do plano x0y. 0). y ≥ 0 2 2 R 3 9 x 2   e x 2  y2 d) dydx 3  9 x 2 a a2  y2 e)  0 0 ( x 2  y 2 )3 / 2 dxdy 3. onde R é a região limitada pelas retas y = x. 1. onde R é a região limitada pelas retas y = x e x =  e o eixo x R y )2 dA . limitado pelo parabolóide z = 1 – r2 e pelo cilindro r =1 b) Que é formado pela parte inferior da esfera x2 +y2 + z2 = 25 e pela parte externa do cilindro x2 +y2 = 9 c) Formado pelo cone z2 = x2 +y2. 1. Ache a área da superfície: a) Delimitado ao plano 2x + y+ z = 4 pelos planos x = 0. 0 ≤ y ≤ 2 2 2 2 3x R c)  x  y dxdy . 0. R: 1≤ x + y ≤ 2. utilizando integrais triplas: 2 2 y ln x    ye dzdxdy z a) 1 y 0   xz b)    2 2 cos y dydxdz 0 z 0 z c) o volume do sólido delimitado pela curva z + x2 = 4 e pelos planos y + z =4. (0. (0. y = 2 e a hipérbole e)  (R x xy = 1 f) a área da região no plano x0y. Ache o volume do sólido: a) Que está no primeiro octante. 0. 0) e (2. 4. y = 0 e y = 1 b) No plano 36x + 16y +9z = 144. utilizando coordenadas polares:  4  x  y dxdy . 4. Calcule as integrais duplas.

6. Calcule as integrais triplas, utilizando coordenadas cilíndricas:
a) 
s
x 2  y 2 dxdydz , onde S é o sólido de primeiro octante limitado pelos planos
coordenados, pelo plano z = 4 e pelo cilindro x2 + y2 = 25
b)  (
S
x 2  y 2 )1 dxdydz , onde S é o sólido limitado pelos planos z = 4 e z = 1 e
pelo cilindro x2 + y2 = 16

7. Calcule, em coordenadas esféricas:
a) a massa da parte superior de uma esfera com centro na origem e raio a, se a
densidade em qualquer ponto é proporcional à distância do ponto ao centro da
esfera.
b) o volume do sólido delimitado acima pela esfera  = 2 e abaixo pelo cone  = c,
0  c 
2

127

7.10 Lista 10

1. Calcule a área entre a parábola y=x2 e a reta y=x+2.

2. Ache o volume da região B   , limitada pelos planos coordenados x=0, y=0, z=0 e
3

x+y+z=1.

3. Determine o volume do sólido cuja base é a região do plano xy delimitada pela
parábola y=2-x2 e pala reta y=x e cuja parte superior está contida no plano z=x+2.

2 4 x 2

4. Desenhe a região de integração referente à integral   dydx
1  4  x 2

5. Encontre o volume do sólido limitado pelos gráficos x +y =9 e y2+z2=9.
2 2

6. Calcule 
D
x 2  y 2 dxdy , onde D é o domínio do plano xy limitado por x2+y2=4 e

x2+y2=9.

7. Determine o volume compreendido entre as superfícies z=8-x2-y2 e z=x2+3y2.

8. Utilize coordenadas cilíndricas para calcular  4 xyds
R
onde R é a região cilíndrica

x2+y2  1, 0  z  1.

9. Utilize coordenadas esféricas para calcular  z
2
ds onde B é a região x2+y2+z2  1.
B
10. Calcule o volume do sólido V limitado pelo paraboloide z=4-x2-y2 e pelo plano xy.
Sugestão: utilize coordenada polar.

11. Calcule o volume do sólido limitado pelo cilindro x2+y2=4 e os planos y+z=4 e z=0.

 1  x  2

12. Calcule a integral tripla 12 xy z dv , na caixa retangular  0  y  3
2 3

G 0 z2

13. Seja G a cunha do primeiro octante secionada do sólido cilíndrico y  z  1 pelos
2 2

planos y=x e x=0. Calcule  zdv .
G
14. Calcule o volume do tetraedro limitado pelos planos coordenados e pelo plano
2x+3y+6z=12

128

7.11 Lista 11

Calcule as integrais abaixo nas regiões indicadas, utilizando uma mudança adequada de
variáveis (método do Jacobiano):

1. ∭ ; G é a região compreendida entre os planos 0 x – y + z 1,
1 x+y–z 2e0 z 1
2. ∬ ; R é a região retangular envolvida pelas retas x – 2y = 1, x – 2y = 4,
2x + y = 1 e 2x + y = 3.
3. ∬ ( ) ; R é a região retangular envolvida pelas retas x+y = 0, x + y = 1,
x – y = 1 e x – y = 4.
4. ∬ ; R é a região envolvida pelas retas y = 4x, y = 4x + 2, y = 2 – 4x,
y = 5 – 4x
5. ∭ ( ) ; G é a região compreendida pelas superfícies x = 1, x = 3, z = y,
z = y + 1, xy = 2, xy = 4.
6. ∬ ( ) ; R é a região compreendida pelas curvas xy = , xy = 2 , xy4 = 1,
xy4 = 2.
7. ∬ ; R é a região do primeiro quadrante compreendida pelas hipérboles
x2 – y2 = 1, x2 – y2 = 4 e os círculos x2 + y2 = 9, x2 + y2 = 16.

129

b) Determine as superfícies onde a densidade é constante. onde a  x i  y j  z k  a  6. y) =  x i  y j    b) F (x. xy . onde a temperatura é constante. y. . z) = .5m. b) Determine as superfícies isotermas do campo de temperatura em D.  4. z ) . . x . x  y  z ).12 Lista 12 1. y. z) = x i  y j  z k   c) F (x. 4) x y 5. y. Calcule lim rro f (x.7. 0. z) =  . 2) 130 . 1. 1. y) = 2 i  j 2. y. r = (2. y. z  x y x       3a c) F (x. z) =  x 2  y 2 . ro = (2. Em cada ponto. A temperatura em cada um dos pontos é proporcional à distância do ponto até a superfície da esfera. Seja D um sólido esférico de raio r. P(1. y) = 2 i   e) F (x. isto é. sendo:  x2   a) F (x. na direção do vetor a    = 2 i  j k :    a) F (x. Represente graficamente os campos vetoriais abaixo:   a) F (x. z) = 2 x i  5 y j  4 k . z) = (e x . a densidade proporcional à distância do ponto até a superfície superior do tanque: a) Determine a função que define o campo de densidade. 2 z x  4  0 . y) =  y i  x j  d) F (x. y. 1)  sen y  b) F (x. z) = e xy i  ln xz j  2 k  x z  b) F (x. determine a função que define o campo de temperatura. y. Um tanque tem a forma de um paralelepípedo retângulo cuja base tem dimensões 1mX2m e cuja altura é 1. z). z) = ( . O tanque está cheio de uma substância com densidade variável. ro  ( 1. Determine os pontos em que as funções são contínuas:    a) F (x. y. Encontre a derivada direcional de P nos campos vetoriais dados. 1/2) y  x y 2 c) F (x. 1. a) Usando coordenadas cartesianas. 3. y.

y. y) = (ex cos y. 0)  7. y. y. y. z) o campo de velocidade de um fluido em movimento. z) = ( yze . y2. z) = (-x2. P(1. y. Determine a  variação de u no ponto e na direção indicados:      a) v (x. y. 2xy3. 0. Po ( 1. xze xyz . z) = ( x  y) i  ( x  y) j  z k . z2). xye xyz ) b) F (x. Seja v (x. 2). (x. xy sen yz . z) = (x2. Po (0. z2)   10.  1 z). -x2yz)  y  c) F (x. a  i  2 k 8. 1. y. xy sen yz ) c) F (x. z) = (2x. z) = (2 x  cos yz . y.    b) F (x. -y2. 1). y)  (0. P(0. Um fluido escoa em movimento uniforme com velocidade v dada. z) = e x  y i  e x  y j  2 k . 0)    c) F (x.  2 x y 2 2 x y 2    9. z) = (xyz3. y. 0) x . 1. 0. 2y. Verifique se v representa um possível fluxo incompressível:     v = z i  x j y k 2 2 a)     b) v = 2 i  x j k    c) v = 2 xy i  x j 131 . y. ex sen y) b) F (x. a  i  j  k 2     b) v (x. z) =   . Verifique se o campo dado é irrotacional: xyz a) F (x. Encontre a divergência e o rotacional dos campos vetoriais abaixo: a) F (x.

Calcule as integrais de linha:    a) F (x. 0). 2] c) C zdx  ydy  xdz e C é a intersecção das superfícies y  z 8 e x 2  y 2  z 2  8 z  0 (considere os dois possíveis sentidos da curva)   d) F (x. 1. utilizando o teorema de Green: a)  ( x  y)dx  xydy . Calcule o trabalho (em Joules):   a) Realizado por F ( x. z) =  yz i  xz j  xy k e C é a elipse x2 + 9y2 = 36 no plano z = 2 b) C x 2 dx  y 2 dy  z 2 dz e C é o arco da hélice circular dada por R(t) = (4cost. 4) e (3. 8t). (/3. 1. -1) até (1. t  [0. 2) até (3. y)  ( x  2) 1 i  ( y  3) 1 j para deslocar uma partícula em linha reta do ponto A(3. pela reta x = 2 e C pela curva 4y = x3  ( x  x)dy . Mostre que o valor da integral de linha é independente do caminho e calcule-o utilizando o teorema da função potencial: a)  ydx  xdy entre os pontos (1. utilizando o teorema da área: a) A região limitada pelos gráficos y = x2 e y = x 132 . 2) 2 3 2 2 c) C  ( x  y)dx  ( x  3z)dy  ( z  3 y)dz . 0) até B(2.0) ao ponto 2 e) C (1. -1)  (3x  6 y)dx  (3x  2 y)dy e C é a parábola y = x2. 0). 1. C é a curva fechada delimitada pela reta x – 2y = 0 e pela 2 a) C parábola x= 2y2 b)  cos ydx  cos xdy .13 Lista 13 1. de (-3. 4) até o ponto B(-1. 1).1). 0. 1. 2) C  e senydx  e cos ydy . z )  x i  2 z k para deslocar uma partícula ao longo da linha poligonal que une os pontos A(0. Calcule a integral de linha. C (0. do ponto (0. -1). y. 1). 1) e D(1.7. 4) 2 d) C 4. /4)  (sen x  e 2 x )dx  (cos3 y  e y )dy . de (-3. (-1. (1. de A(0. Calcule o valor da área da região dada. no sentido de A para D 3. 0. B(0. 2. y) = x i  y j e C é o quadrado de vértices (-1. C é a circunferência x2 + y2 = 4 4 c) C 5. 0). C é a curva fechada delimitada pelo eixo x. /4). /2) x x b) C  (2 xy  y )dx  (2x y  3xy  2)dy . 0)   b) Realizado por F ( x.4sent. 1) e (1. C é o retângulo com vértices (0. 0). y. (/3. C(0.

indicando a orientação positiva.4) ao longo do gráfico da parábola y=x². y) = (3x  y) i  (4x – 5y) j para mover um objeto no sentido anti-horário. uma volta em torno da elipse x2 + y2 = 16 (suponha que o arco seja medido em metros e a força em Newtons) 7. c)F(x. 8. b) Região limitada pelo hipociclóide que tem x  a cos3 t e y  a sen 3 t (a  0. b) ⃗ ( ) . Calcule a integral curvilínea  2 xyds . C é o quadrado de vértices (1.4). ( ) c) ∫( ) d) ∮ e) ∫ f) ∫ g) ∫ ( )( ) ( ) 14.0  t  2 ) como equações paramétricas 6. Esboce o gráfico de cada curva abaixo. Determine uma função potencial para os campos vetoriais dados: a) F(x. aplicando o corolário do teorema de Green: A região delimitada por y=x² e por y=x³ 12.1) a B(2. Aplique o teorema de Green para calcular a integral  Pdx  Qdy ao longo da curva C fechada C especificada: P=x+y2. Q=y+x2. 133 .z)=(2x-y-z)i+(2y-x)j+(2z-x)k 10. Calcule as integrais de linha ao longo do caminho indicado: a) ∫ ( ) b) ∫( ) . Calcule. Calcule a integral curvilínea  C ydx  2 xdy sendo C: a) O segmento de reta no plano.y)=(2x+3y)i+(3x+2y)j b) F(x. nos seguintes casos: a) ⃗ ( ) . ∫ ⃗ ⃗.y)=(3x²+2y²)i+(4xy+6y²)j. 9. a) ⃗( ) ( ) b) ⃗( ) ( ) c) ⃗( ) ( ) d) ⃗( ) ( ) 13. Calcule a área da região indicada. b) A trajetória plana de A(1. onde C é o quarto de círculo do primeiro C quadrante parametrizado por x=cost e y=sent com 0  t   / 4 . Utilize o teorema de Green para encontrar o trabalho total realizado pelo campo de  forças F (x.1) a B(2.y.1) e (-1.-1) 11. de A(1.

observando que a mesma independe do caminho. Em cada caso abaixo calcule a integral de linha indicada. Com o auxílio do Teorema de Green. 16. a) ⃗ ( ) ( ) ⃗ b) ( ) ( ) ⃗ c) ( ) ( ) d) ⃗ ( ) ( ) ⃗ e) ( ) ( ) ⃗ f) ( ) ( ) g) ⃗ ( ) ( ) h) ⃗ ( ) ( ) 17. 15. calcule as seguintes integrais de linha: a) ∮ ( ) ( ) b) ∮ ( ) ( ) c) ∮ . Verifique se o campo é conservativo e no caso afirmativo. ( ) a) ∫( ( ) ) ( ) ( ) b) ∫( ) ( ) c) ∫( ) ( ) ( ) d) ∫( ) ( ) ( ) ( ) ( ) e) ∫( ) ( ) ( ) ( ) f) ∫ ( ) ( ) ( ) 134 . encontre a função potencial. c) ⃗ ( ) ( ) d) ⃗ ( ) .

.. se convergir. Calcule os cinco primeiros termos de cada série e os cinco primeiros termos da sequência {Sn}. a)  2n  1    3n  2  b) 3n  n  c) (1) n 2  d)  (1) n  e) 1  2  f)  senn 4 n n  n 1   n  n  3.  k b)   7  c) 1 – 1 + 1 – 1 + 1 – 1 + . utilizando o teste da integral... Determine uma fórmula simples para a enésima soma parcial Sn em função de n e. f) 5 k 1 k 5. Encontre o termo inicial e a razão de cada série geométrica. Determine se cada sequência converge ou diverge. Indique se é convergente ou divergente.. Determine se a série converge ou diverge e.  3  b)  n 3  5n  c)  5n  2 a) 100   n   7 n  2n   3n 1  ln(n  1)  d)  2n  n sen   e)  f)  ln(1 n)  2   n 1 2n    n 1   ln( n  4)  g)   h) 1  1   n 1   n 1  n  2  n   2. a) 1  2  4  8  .. Mostre que as séries abaixo divergem   a)  k  5k  b)  ln   3k 2  5k k 1 5k  7 k 1   12k  5  c)  k 1 7k  13k  2 2  d)  sen k   1 e)  ksen   k 1  4  k 1 k 6.09 + 0. decrescente ou não-monótona e também se é limitada superior ou inferiormente.009 + . Determine se as séries convergem ou divergem. Utilize as propriedades lineares das séries para calcular as somas abaixo      k 1 k 1  b)   1     1   k k a)   1    1    3   4   k 1   2  k 1   3     1 3  k 1   2 k  3k 1  c)      d)   k 1   k (k  1)  4   k k 1  k 1  6 7  7. Diga se cada sequência é crescente.9 + 0. calcule seu valor. calcule seu valor.  2   3k 2  1000  a) k k 1 3 1 k b)  k 1 k  16 3 c)   k 1  n   135 . se a série for convergente.14 Lista 14 1. Se convergir. calcule o valor limite da série. 7 49 343 k 1  6   3k 1  d) 4 k 1 k 1 e) 0.7.  b)  2k  1  a)  1 k 1 ( 2k  1)( 2k  1) k 1 k k  1 2 2 4.

 2  a)  4 k b)  1 k k 1 k  3k  1 k 1 k 5   j 1 8 c)  ( j  2)7 j d)  k 1 3 k 1 j 1 9. a) f ( x)  sen x . Determine se as séries são absolutamente convergente ou divergente. (1) k 1   (1) k 1  (1) k a)  k 1 3k  1 .   (1) k 1 k a)  k 1 k2 b)  (1) k 1 k 1 k 23  k 1   (1) k 1 1 c) k 1 k 7 d)  (1) k 0 k ln( k  2) 11. a  4 136 . Use o teste da comparação no limite com uma série p ou com uma série geométrica para determinar se a série dada converge ou diverge.    5k 7k k4 a)  (1) k 1 k 1 k 4k b)  (1) k 1 k 1 (3k )! c)  (1) k 1 k 1 (1. Determine se a série converge ou diverge. no ponto indicado. utilizando o teste da razão ou o teste da raiz. Obtenha a soma dos n primeiros termos. Use o teste da comparação direta com uma série p ou com uma série geométrica para determinar se a série dada converge ou diverge.n  5 b)  k 1 k2 .n  3 12.02) k  1 e  k   k  kk k d)  (1) k e)  (1) k 1   f)  (1) k 1 k 1 2k k 1  3k  1  k 1 ( 2k  1 k ) k 13.n  4 c)  k 1 k 5 k . a   b) f ( x)  1 . Determine a série de Taylor (ou Maclaurin) para a função dada. a  0 2 c) f ( x)  e x . a  2 6 x d) f ( x)  e  x . dê um limite em valor absoluto para o erro envolvido nesta aproximação e determine se a aproximação é por cima ou por baixo. Use o teste de Leibniz para séries alternadas sempre que ele se aplicar.    ln k   je 1 d) k 2 k e) j 1 j f) k k 2 ln k 8.    k2 a)  1 b)  5k 2 k 1 (k  1)( k  2)( k  3)( k  4) c) 1 k 3 k 1 3 k2 5 k 1 10.

⃗( ) ( ) ⃗( ) ( ) 5.a) ⃗( ) ( ) ⃗( ) ( ) 4.1 Respostas da Lista 1 2.2 Respostas da Lista 2 1.e) Bola aberta ( ) 2.a) 1.d) Não representa bola 2.a) √ São perpendiculares 5.a)Bola aberta ( ) √ 2.b) não são perpendiculares. 137 .b) Bola fechada ( ) √ 2.f) Não representa bola 8.d) 1.b) ( ) 3.e) 2.c) Não representa bola 2.8 Respostas 8. ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ⃗( ) ( ) 4.c) 1.b) 1.

d) -5 15. 2√ .f) ( ) 15. 11.c) (0.b) ( ).d) (0. 13. 12). Não é contínua em t=0 12. e) 20. ½. 1) 20. z = 2 (x -1) 138 . (2. Não é contínua em t=0 10. -1.c) 18. 0. -2) 22.c) y = x + 2. 0) 22. 0 ).e) ( ) (( ) ) 19. (0. Não é contínua em t=0 9.a) (t2 .a) ( ) ( ) 18.b) ⃗( ) ( ) ⃗( ) ⃗( ) ( ) ⃗( ) √ √ 19.b) ( ) ( ) 18.c) (0. (8. Demonstração 24.a) ( ) 15. 6) 21.a) (1.a) (1. 0) 23.a) ⃗( ) ( ) ⃗( ) ( ) 12.a) ( ) ( ) 16. 1.a) ⃗( ) ( ) ⃗( ) ⃗( ) ( ) ⃗( ) √ 19.a) 17.d) (-1. ( ) 8. ⃗( ) (√ )⃗ ( )⃗ 15.b) (1.b) 17. (( ) ( ) ) 25. -2. (0. 0) 21. 6 7.e) ( ) 15. ( ) 22.g) ( ) 16.d) y = (x – 1)2 + 4 26.d) ( ) ( ) 18. 0).b) ( ) 15. 3) 20.6.b) x2 + y2 = 16 .b) (2.b) ( ) ( ) 17. ( ) 22.a) y = 6x + 5 26.c) Não são perpendiculares. 4. c) (16. 4√ ) 21. z = 2 ( ) ( ) 25.c) 25.c) ⃗( ) ( ) ⃗( ) ⃗( ) ( ) ⃗( ) 20.c) ( ) ( ) 18. 1) 20. 1.a) 25.b) y = x2 + 1 26.c) ( ) 15. 32). 0).e) (2. ⃗( ) (√ )⃗ (√ )⃗ ⃗⃗ 14. 0.

√ .c) não 29.e) ( ) √ √ √ √ 32.e) (t.b) (t. t3) 28. √ – 3t) 28. 2) 27. 2t2.a) ( ) 1.e) ( ) {( ) } 1. t 0 28.a) ( ) {( ) } ( ) √ √ 3.b) 60 30. ½ .c) 139 .b) (5t.b) ( ) 1. 2.27.f) ( ) 8. t.c) 3.c) √ 30.i) (t.g) (2 – 3t.h) (2 + 2 cost. t [ ] 28.d) [ √ ] √ 31.a) 2.c) (-1 + √ cost.a) x 31.b) 4.3 Respostas da Lista 3 1. 1 – t) .a) (1 + 2t. t [ ] 29.a) (2cost.a) √ (e – 1) 30. t [ ] 28. t [ ] 28. 2t2) 28. t > 0 28. √ sent.f) (t.f) ( ) 1.c) ( ) √ √ √ √ √ √ 32.h) ( ) 2.e) ( ) 32. 0.b) ( ) 33. 5t) 27. 1.c) ( ) ( ) 4. et) .d) (t.b) sim 29. 2 – t) 27. 2) .c) ( ) {( ) } 1. 2 – 2t.d) (-1. 2) .c) (-1 + 5t.t.d) ( ) 1.b) ( ) {( ) } ( ) 3.g) ( ) 1.a) 4. lnt. 2 – 2sent) .d) (√ + 5t.b) √ 2.b) 2x 31.a) ( ) 32.e) sim 30. 2 + t) .a) não 29.d) sim 29. 2sent. 0) 32. t [ ] 28. 0.c) [ √ |√ |] 31.d) 2x 31. 4) .

b) ( ) .4.d) 4.a) ( ) {( ) }. ( ) [ ] Gráfico da região de domínio: Mapa de contorno: Gráfico da função: 6.f) 5.a) 5.c) 6. ( ) [ [ Gráfico da região de domínio: Mapa de contorno: Gráfico da função: Todo o plano 140 .e) 4.b) 5.

a) ( ) ( ) ( ) 1.c) ( ) {( ) }.e) ( ) {( ) } 8.d) ( ) {( ) } 7.4 Respostas da Lista 4 1.c) ( ) {( ) } 7.c) ( ) ( ) ( ) 1.a) ( ) ( ) [ [ Gráfico da região de Mapa de contorno Gráfico da função domínio Todo o plano 2.b) ( ) ( ) ( ) 1.b) ( ) ( ) ] ] Gráfico da região de Mapa de contorno Gráfico da função domínio 141 .a) ( ) {( ) } 7.6. ( ) [ [ Gráfico da região de domínio: Mapa de contorno: Gráfico da função: 7.b) ( ) {( ) } 7.d) ( ) ( ) ( ) 2.

5.c) D(f) = {(x.d) D(f) = {(x.b) 0 6.d) 142 . y) /y> } 4.e) D(f) = {(x.0 √ 2) 1. elipsoide 4.a) – 4 6.5 Respostas da Lista 5 1) .c) ( ) ( ) ( ) ( ) 8. y) / 1} 3.a) D(f) = {(x. y. .a) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 3.c) √ 5.b) D(f) = {(x.b) 6 5.d) 6.b) D(f) = {(x. 0) e r = 2 5.a)2 5. z) / }. y) / } 3. cilindro C(0. y) / 1} 3. z) / 16}. y) / 1} 3. Todo o plano 2. .c) 0 6. √ 3.a) D(f) = {(x.c) ( ) ( ) [ [ Gráfico da região de Mapa de contorno Gráfico da função domínio Todo o plano 3. y.b) ( ) ( ) ( ) ( ) 3.

e) 6.b) 9. y) 8.b) ( ) 6. Mostrar que. y) (0.d) contínua (x.a) ( ) ( ) 1.c) ( ) ( ) √ √ 7.b) ( ) ( ) 7. 0) 8.b) ( ) 8.6. o limite múltiplo não existe.c) 10.g) 3 7.b) √ √ √ √ √ 10.c) ( ) ( ) ( ) 1.c) ( )( ) ( )( ) ( )( ) ( )( ) ( )( ) ( )( ) 143 .a) ( ) 8.b) ( ) 2.b) ( ) ( ) ( ) ( ) 1.e) contínua (x.c) ( ) 2.c) contínua (x.c) ( ) 9. y) que não esteja sobre a reta y = 1 8.f) 6.d) ( ) 3.a) ( ) ( ) ( ) 3. logo. y) que não esteja sobre o eixo y 8.h) ( ) ( ) 8. [ ( ) ( )] [ ( ) ( )] [( ) ( )] 7.g) (( ) ) (( ) ) 7.b) contínua (x.a) ( ) ( ) 7.d) ( ) ( ) ( ) 2. y) que está dentro da circunferência de raio 5 8.a) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 10.a) 9.e) ( ) ( ) ( ) 7. 8.d) ( ) ( ) 7. em direções diferentes temos limites diferentes.f) ( ) ( ) 7.6 Respostas da Lista 6 1.a) ( ) ( ) ( ) 2.a) contínua (x.

d) ( ) 18.c) 15.a) ( ) √ 14.a) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 16.f) ⃗⃗⃗⃗⃗( ) ( ) 13.d) ( ) √ 14.a) 15.a) ( ) 13.b) 15.a) ( ) 19.b) ( ) √ 13.d) ⃗⃗⃗⃗⃗( ) ( ) 12.e) 16.b) 20.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 16.b) ⃗⃗⃗⃗⃗( ) ( ) √ √ 12.b) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 16. 15.c) ⃗⃗⃗⃗⃗ ( ) ( ) 12.a) ( ) 18.c) ( ) ( ) 20.b) ( ) 19.c) 11.a) ( ) 17.c) ( ) √ A derivada direcional máxima ocorre na direção do vetor gradiente.11.a) – ( ) ( ) ( ) ( ( ) ( )) ( ) ( ) ( ( ) ( )) –( ( ) 20.f) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 17.b) ( ) 17.a) 11.a) ⃗⃗⃗⃗⃗ ( ) ( ) 12.c) ( ) 17.c) ( ) 13.e) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 16.b) ( ) 19.b) 11.c) ( ) √ ( ) √ ( ) √ √ ( ) ( ) √ ( ) √ √ 16.d) 15.e) ⃗⃗⃗⃗⃗ ( ) ( ) 12.b) ( ) √ 14.c) ( ) 144 .d) 12.

d) (√ ) 145 . -√ ) 1.b) diferenciável 6.c) ( ) 1.xcosy – 2.f) 0.a) 2. –2sen(x + 2y) 9.c) diferenciável 7) 40 watts 8) 1. 10.a) 14x + 10xy 1.e) –sen(x + 2y).21.a) 21.c) (√ ) 2. 6xu 4.b) 2.8 Respostas da Lista 8 √ √ 1. 4.c) . .b) cosxcos7y 1.d) 2rcos7 2 1.5307.seny 9.b) (√ ) 2.c) 6.a) (1.7 Respostas da Lista 7 1. –4sen(x + 2y).a) 3 5. 0) 2.b) (12x2 – 6xy2)cosv – 6x2yvcosu . -3r2e-ssenh(3x+7y) + 21re3ssenh(3x + 7y) -r 5. .c) ( ) 1.6955) 1. ( ) 8.a) diferenciável 6.d) (1.c) ( ) 2. –senx – 2e2y 9. 0 9.a) ( ) ( ) ( √ √ ) (√ √ ) √ √ 22.f) y + 2xy 2.a) 12. 3. 10senh2y 8.d) –ycosx.a) 6xv-+ 8y.d) 6re senh(3x+7y) + 7e3ssenh(3x + 7y) . 20xcosh2y.e) 6xy + 7 1. (12x2 – 6xy2)(-usenv) – 6x2ysenu 4.b) 0.b) (-1.b) √ √ √ √ 22.a) (√ ) 2.c) √ √ √ √ √ 9.b) ( ) ( ) .b) – 6 5. 18 cm3 9. –4xe2y.d) √( ) 4 .

a) ( ) 8.f) r = 6sen 4.e) 9/4 1.b) 16.d) paraboloide – eixo y 12. 2√ . ρ2 (9cos2 + 4sen2 ) = 36.e) r2 = 1 + z2.c) x2 + y2 – 3z2 = 0.b) ( √ ) 6. ρsen = 5.c) 8. Reta 9.d) r = 5.e) paraboloide hiperbólico – eixo z 12.c) ( ) 6.d) 2. ( ) .b) .a) (4.b) ( √ ) 2.c) (0.a) 15.d) = +K 3. paraboloide 10.0.b) 1u. tan = √ .c) y + (x – 2) = 4. 3z2 = r2. .e) r = 2cos 3.a) √ 16.c) √ 16.b) x2 + y2 = 9.c) (-9. paraboloide 9.a) (2. 1) 5. elipsoide 2 2 10.g) 2.b) 4 = rcos 3.b) x2 + y2 – 2y = 0 4. circunferência 11. cone 9. ρ = cos csc2 . . Hiperboloide 10.c) x + y = 1 4.f) 8/3 1.c) 2= rsen 3.b) (5. ) 8.a) z = 2r2. .a) elipsoide 12.b) hiperboloide de uma folha – eixo y 12.b) ½ 1. elipsoide (esfera) 11.a) 2. Cone 12. 3.f) cone – eixo z 13) 14) 15.-7) 7.c) ( ) √ √ 7.a 15. .e) 146 . circunferência 9.a) 42 1.a) x2 + y2 + z2 = 4.b) rcos = 2.c) hiperboloide de duas folhas – eixo z 12. 4) 5. ρ sen = 4 cos .c) r2 = 5z2.d) -2 √ 1.b) (0. 1) 6.3.b) (0.d) x2 + y2 = a2 √ 5. circunferência 10. ) 9. 0) 8.a) z = x2 + y2. r = 3.c) 0 2. r2 + z2 = 4.a) r = 3.a) x2 – x + y2 = 0 4.9 Respostas da Lista 9 1. = 2ρ .c) 1/5 1.a) ( ) 7.

d) 1/6 6.b) 24 7.b) 1.c) 1.a) 6.11 Respostas da Lista 11 1) (1 – e) ln2 2) ln3 3) (e4 – e – 3) 4) ln 5) 2 ln3 6) ln2 7) 8.3.a) √ 4.c) 5.c) ( √ √ ) 5.d) 1.10 Respostas da Lista 10 1) 2) 3) 5) 144 6) 7) √ 8) 0 9) 10) 11) 12) 648 13) 14) 8 8.e) 147 .b) 3.a) 3.12 Respostas da Lista 12 1.a) 5.b) 5.c) 4.b) (1 – cos c) 8.a) 7.a) 1.b) √ 4.

a) ( ) 7.a) ( ) ( ) 3.c) {( ) ( ) ( )} √ √ √ √ √ √ √ 6.a) ( ) ( √ ) 2.d) 0 148 .b) {( ) } 5.b) 4.a) 4.c) irrotacional 10.b) rotacional 9.b) 4.c) √ 1.b) ( ) 4.b) incompressível 10.a) ( ) ( ) ( ) 8.b) ( ) ( ) ( ( ) ) 8.d) 15 4.c) ( ) √ √ √ √ 7.b) ( ) 8.b) 1.2. y<0 -> poço) 8.c) ( ) 5.b) ( ) 6.a) incompressível 10.13 Respostas da Lista 13 1.a) 1.a) ( ) 4.a) {( ) } 5.c) -4 3.a) ( ) 2.c) compressível (y>0 -> fonte.c) ( ) ( ) ( ) √ 9.b) √ 3.a) irrotacional 9.b) 3.e) 2 2.c) ( √ ) 4.a) ( ) 6.b) 3.d) 0 1.a) 2 3.

g) não conservativo 16.d) 12.a) 8.e) 12.a) 5.f) não conservativo 16.b) ( ) 16.a) 9.b) 9.d) √ 13.b) 14.5 8.g) 14.a) 0 15.h) não conservativo 149 .b) 15.a) 13.d) 15.c) 10.f) uma espiral 13.a) 12.b) 9.b) 12.5.c) 0 16.b) 6.c) ( ) 13.c) 12.a) 14.c) ( ) 16.e) 13.e) ( ) 16.f) 13. 0 11.b) 0 13. 0.a) ( ) ( ) 16. 7.c) 14.d) ( ) ( ) 16. 12.

1 .e) converge para 1 4.  j 1 7 j 8.c) 3/7 5. . divergente. .a) converge para 0 1. Sn  1  converge para 1 4 36 144 400 900 4 9 16 25 36 (n  1) 2 4.h) converge para “e” 2. divergente.e) 1 6.c) 1000000. 1 .b) 4 17.f) converge para ¼ 5.b) converge. todos os valores dos limites são diferentes de zero 5. limitada entre 3/5 e 2/3 2. (as séries utilizadas para a comparação estão indicadas)   1    1  1  1 8. .b) divergente.17.f) converge para -1 1. b e d. 2 .e) converge para 0 1. c diverge 11. .c) -3 6.a) converge. limitada entre -1 e 1 2.a) converge para 7/5 4. k 1  3 2 k 1 k 2 k 1 k 1 k 10. 1 .f) não monótona.d) converge para  1. 4 .a) diverge. .e) monotonamente decrescente.f) e 8.c) converge. limitada entre ( ).d) não monótona.a) 5/6 6.14 Respostas da Lista 14 1. convergente para 0 3.d) diverge. convergente 7. estimado por baixo.b) S 4  .1.a) 17.d) divergente 7. Sn  n converge para 1 3 15 35 63 99 3 5 7 9 11 2n  1 2 3 5 7 9 11 3 8 15 24 35 1 3. . (as séries utilizadas para a comparação estão indicadas)    9. .b) converge para 1/7 1. divergente √ √ 2.d) 31/21 7. convergente 7.f) divergente 8.b) diverge 4.b) converge. (em todas é possível usar o teste de Leibniz) Convergem a. monotonamente crescente. 1 9.d) 3 17.d) oscila 5. k 1 3 k 9. . estão indicados os valores da integral imprópria) 7.a) 3. convergente 7.c) 0 17. monotonamente crescente. limite inferior = 2 2. k 1 k 4 8.e) 2/e. 1 .a) 1/5 5. 1 . k 1 5 k 8.c) não monótona.a) converge para 2/3.b) divergente 7. (quando convergem. estimado por cima com erro menor que 1/17 3080 115 11.a) 1 . 5 .g) diverge 1. limite superior = .a) S 5  1249 .b) ln(5/12) 5.d) converge para ¼ 4.c) diverge 4. 3 .b) . com erro menor que 1/25 144 150 .b) 23/12 6. limitada entre -1 e 1 2. .  1 9.c) diverge 1.c) diverge.e) 4 17.

absolutamente convergente 12f)1/2.c)1/1. 6 13.d)  (1) k x k 0 2 k 1 k  0 k! k 0 k! 151 ..absolutamente convergente 12.c)  e ( x  4) k 13.b)  (1) k 1 ( x  2)  k  4  2k 13. absolutamente convergente 12. com erro menor que 1/2500 750 12.. divergente 12. divergente 12. 137 11.c) S 3   .b) 0.02.a)  k 0 Ck  x      6 x  2 2  6  2  2!  x   x   6  2  3!  6  2  4!   x    . (os resultados dos limites estão indicados) 12. estimado por baixo.absolutamente convergente  1  1      k 2 3 4  3 3 1  13.a) 5/4.d) e/2.e) 1/3.

3. f (t )  e t i  2 j. Conceitue função vetorial de uma variável e dê dois exemplos (um com imagem no e outro com imagem no ). Verifique se a curva ⃗( ) (√ ) é suave para [ ]. Esboce o hodógrafo da função vetorial ⃗( ) ( )⃗ ( )⃗ ( ) ⃗⃗ para e represente os vetores velocidade e aceleração para (Tome pontos a cada ). ( ) ( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗ ⃗( ) √ ⃗ ⃗⃗ { ⃗ ( )(√ )⃗ ⃗⃗ 4. t  0  t 1  ln t i.1 Teste 1 1. Verifique se a função abaixo é contínua para t = 0. t  2  t t2   2 t  1 6. 2. t  0. 152 . Verifique a continuidade de ⃗( ) para e para . Determine o vetor velocidade para t = 1 e esboce a trajetória da partícula e o vetor velocidade. A trajetória de uma partícula é dada por r (t ) = 2t i + ( t2 – 4 ) j . 5.  sent  t 2  4  i j. -2  t  3. Determine a função comprimento de arco para a curva ⃗( ) ( )e calcule o comprimento para [ ]. t  2      7.9 Teste seus conhecimentos 9.

faça o mapa de contorno e o gráfico da superfície indicando a parte que representa a função: f ( x. Represente graficamente o domínio da função f dada por ( ) √ √ . Se existir calcule-o. Analise a existência do limite ( ) ( ) . a imagem. y )  ( 0. ( ) ( ) 7. 2. y )  1  2 x 2  y 2 6.9. x4 y4 lim ( x . Analise a existência do limite. Determine o domínio e a imagem da função ( ) . Na função abaixo. Esboce todas as famílias de curvas de nível típicas da função ( ) 153 . Esboce o gráfico do √ domínio. 8.2 Teste 2 1. Analise a existência do limite. Se existir calcule-o. 0 ) ( x 4  y 2 )3 5. 3. caso contrário mostre que não existe. caso contrário mostre que não existe. Se existir calcule-o. caso contrário mostre que não existe. encontre o domínio e faça seu gráfico. Esboce todas as famílias de curvas de nível típicas da função ( ) 4.

O tanque está aumentando de tal forma que se mantenha cilíndrico. no ponto ( ).2cm/min.1).1.1. Encontre uma equação para o plano tangente e encontre as equações paramétricas da reta normal ao cone elíptico no ponto ( ) pertencente ao cone. Determine a derivada direcional da função ( ) ( ) no ponto  P(-1. Determine a equação da reta tangente à curva de intersecção da superfície com o plano . a uma taxa de . Qual seu valor máximo? Dê uma interpretação geométrica para essa derivada.4). 3. na direção do vetor u  2. 5. Qual seu valor máximo? Qual a relação entre derivada direcional e derivadas parciais? 2.3 Teste 3 1.2 . Quão rápido está se elevando a superfície da água quando o raio for 2m e o volume da água no tanque for de ? 10.2 . com o raio crescendo a uma taxa de 0.2. 7. Determine a derivada direcional da função ( ) no ponto P(-  1. (a) O que significa dizer que f é diferenciável no ponto ( )? Qual a relação entre diferenciabilidade e continuidade? (b) Escreva as expressões para as derivadas parciais ( ) ( ) como limites. 9. 6. Explique a relação existente entre derivadas parciais e derivadas direcionais. 8. na direção do vetor u  1. 4.3). Seja o ângulo entre os lados iguais de um triângulo isósceles e seja x o comprimento destes lados. (a) O que significa dizer que f é contínua no ponto ( )? (b) Escreva as expressões para as derivadas parciais ( ) ( ) como limites. 154 .9. Determine a equação do plano tangente e da reta normal à superfície z – e3y sen3x = 0 . no ponto P(/6. A taxa de crescimento de x é metro por hora e a taxa de crescimento de é radianos por hora. A água está fluindo para dentro de um tanque em formato de cilindro circular reto.0. (c) Qual a relação existente entre o vetor gradiente de uma função de duas variáveis em um ponto e seu mapa de contorno? Exemplifique. Calcule a taxa de crescimento da área quando x=6 e . (c) Qual a interpretação geométrica para e ? (d) Defina o vetor gradiente de uma função de duas variáveis e explique o significado geométrico do gradiente.0.

11. Discuta a diferenciabilidade da função f na origem, sendo f definida por ( )
( ) ( )
{
( ) ( )

12. A altura de um cone circular reto está decrescendo a uma taxa de 15cm/min e o raio
crescendo a uma taxa de 6cm/min. Determine a taxa de variação do volume no instante
em que a altura é 50cm e o raio é 15cm.

13. A temperatura em um ponto (x,y) de uma placa de metal plana é T graus Celsius e
( ) .
(a) Trace um esboço do mapa de contorno da função f mostrando as curvas de
nível def em 12, 8, 4, 1 e 0. Explique o que este mapa representa.
(b) Determine a direção na qual a temperatura decresce mais rapidamente em
Q(0,2) e a taxa de variação de f nesta direção.

14. Um circuito elétrico simples consiste em um resistor R e uma força eletromotriz V. Em
certo instante, V é 80 volts e aumente à taxa de 5 volts/min, enquanto R é 40 ohms e
decresce à razão de 2 ohms/min. Use a lei de Ohm, , e uma regra da cadeia, para
achar a taxa à qual a corrente (em ampéres) varia.

155

9.4 Teste 4

1. Uma caixa retangular sem tampa deve ter um volume de 12 metros cúbicos. Encontre as
dimensões da caixa que terá área de superfície mínima. (utilize o método de
multiplicadores de Lagrange)

2. Utilize o método dos multiplicadores de Lagrange para calcular a área máxima do
retângulo que pode ser inscrito em um quarto da circunferência de raio 4 (utilize as
medidas no primeiro quadrante).

3. Um contêiner (na forma de um sólido retangular) deve ter um volume de 480 metros
cúbicos. A base custará R$ 5,00 por metro quadrado para ser construída, e os lados e o
topo custarão R$ 3,00 por metro quadrados para serem construídos. Use os
multiplicadores de Lagrange para encontrar as dimensões de um contêiner deste
volume que tenha custo mínimo.

4. Determine o paralelepípedo retângulo de volume máximo, com arestas paralelas aos
eixos coordenados, inscritos no elipsoide .

5. Encontre o volume da maior caixa retangular fechada no primeiro octante que tenha
três faces nos planos coordenados e um vértice no plano , onde
.

6. Considere a função dada por ( ) :
(a) Encontre os pontos críticos desta função, se existirem, classifique-os.
(b) Encontre a equação do plano tangente à superfície ( ) no ponto
( ).

7. Determine os extremos absolutos da função f dada por ( )
sobre o conjunto fechado e limitado R: região retangular com vértices (0,0), (0,2), (3,2) e
(3,0).

8. Determine o volume máximo da caixa retangular com três faces nos planos
coordenados e um vértice no primeiro octante sobre o plano .

9. Seja a função ( ) , sabendo que z é uma função de x e y determine e
.

156

9.5 Teste 5

1. Encontre o volume do sólido no primeiro octante, limitado superiormente por
, inferiormente pelo plano e lateralmente pelo cilindro e pelo
plano .
2. Use uma integral dupla para calcular a área da região no interior do círculo e
no exterior da cardioide .
3. Ache a área interna ao círculo e externa ao cardióide .
4. Use integração tripla para calcular o volume do sólido limitado superiormente pelo
cilindro parabólico e limitado inferiormente pelo parabolóide elíptico
.
5. Encontre o volume do sólido limitado pelo hiperbolóide e a parte
superior do cone ( ).
6. Utilize uma mudança de variáveis apropriada para calcular a área da elipse
.
7. Calcule a área da parte do plano que fica no interior do cilindro
.

8. Calcule ∬ , utilizando mudança de variáveis, onde R é a região no primeiro
octante limitada pelas curvas
.
9. Encontre a área de superfície da parte do cilindro parabólico que fica acima do
triângulo com vértices em ( )( ) ( ) no plano .
√ √ ( )
10. Escreva a integral ∫ ∫ √ ∫ √
em coordenadas

esféricas e calcule-a.
11. Ao se estabelecer a integral dupla que dará o Volume V sob o paraboloide z  x 2  y 2 e
acima de uma certa região R do plano xy, chegou-se a seguinte expressão:
1y 2 2 y

 ( x   (x
2 2
 y )dxdy  2
 y 2 )dxdy . Desenhe a região R.
00 1 0

12. Encontre o volume do sólido limitado pela superfície ( ) ( ).
13. Calcule a integral a seguir, utilizando as mudanças de variáveis adequadas:

∫ ∫

157

19. Determine o volume do elipsóide de equação utilizando mudança de variável. Determine o volume do sólido situado no 1º octante limitado por e .1). Determine o volume do sólido que está abaixo do parabolóide . 18. Calcule ∬ ( ) ( ) . onde D é o domínio dado pelo paralelogramo de vértices A(0. 23. Determine o volume da região delimitada acima pela superfície de equação e abaixo pela superfície de equação . B(1. 158 . Converta as seguintes integrais para coordenadas polares √ a) ∫ ∫ b) ∫ ∫ √ √ 20.0) e D(3. Além disso. y=x e 22. 17. Determine o volume V do sólido D limitado pelos planos e pelos cilindros . ( ) 21. o sólido está no 1º octante.14. acima do plano xy e dentro do cilindro . 16.1). 15. Use uma transformação apropriada para calcular a integral ∫ ∫ ( ) escrevendo-a como uma integral sobre uma região G no plano uv. C(2.0). Determine a área do paraboloide que está acima do plano z=5. Utilize uma mudança de variável adequada para calcular a integral ∬ ( ) onde R é a região trinagular envolvida pelas retas y=0.

Determine a área da parte da superfície que está dentro do cilindro . no primeiro octante. 6. 4. 7. Utilize integrais triplas para calcular o volume do sólido. . onde E é o sólido do primeiro octante que está abaixo do paraboloide . 3. Utilize integral tripla para calcular o volume do tetraedro limitado pelos planos .6 Teste 6 1. acima do plano e abaixo do cone . Encontre a área de superfície gerada pela rotação do arco . 159 . de a em torno do eixo . Utilize coordenadas esféricas para calcular o volume do sólido que está dentro da esfera . Utilize coordenadas cilíndricas para calcular ∭ ( ) . 2. onde R é a região trapezoidal com vértices ( )( )( ) ( ).9. 5. . Utilize mudança de variável adequada para calcular a integral ∬ ( ) . que é formado pelo cilindro y2 + z2 = 1 e pelos planos x = 0 e y = x.

Esboce a região limitada pelas curvas e e use o corolário do teorema de Green para encontrar a área de . se for qualquer curva seccionalmente suave. Um fio em forma de um quarto de circunferência ( ) ( ⃗ ⃗) [ ] tem densidade de massa variável ( ) ( ) onde é uma constante positiva. onde ( ) ( ) . c) ( ) O fluxo de ⃗ é irrotacional.9. Integre o campo vetorial ( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗ ao longo da cúbica enrolada ⃗( ) ⃗ ⃗ ⃗⃗. 4. Um fluido escoa com velocidade uniforme ⃗ ⃗ a) ( ) Todas as partículas se movem em linha reta. Calcule o trabalho realizado durante a órbita e a área da elipse. Encontre uma relação entre o trabalho e a área.7 Teste 7 1. 160 . calcule a integral ∮ . de ( ) até ( ). 2. 3. Justifique tanto as sentenças verdadeiras quanto as falsas. Mostre que a integral de linha ∫ ( ) ( ) é independente do caminho e calcule a integral. Encontre a massa total do fio. 7. A força ( ) ( ⃗ ⃗) é aplicada continuamente em um objeto que percorre uma elipse em posição normal. b) ( ) O campo velocidade representa um escoamento incompressível. 6. de ( )a ( ). Atribua V para uma sentença verdadeira e F para uma falsa. 5. Utilizando o teorema de Green.

Essas funções associam a cada valor real do intervalo . a curva não é suave nesse intervalo. Exemplo: ⃗( ) ( ). ( ) ( ) ( ) 6.10 Respostas dos testes 10. ( ) ( ) 161 . ⃗( ) ( ( ) ) 2. 4. 3.1 Respostas do teste 1 1. um vetor ⃗( ) no espaço . Uma função vetorial de uma variável é uma função do tipo . Para [ ] ⃗( ) logo. Contínua 7. √ √ 5. f é contínua para t=0 e não é contínua para t=1.

Usar definição 7.10. ( ) ( ) ( ) 2. ( ) {( ) } ( ) ] [ Região de domínio 3.2 Respostas do teste 2 1. A intersecção (parte mais forte) 8. 162 . ( ) {( ) } ( ) [ ] Região de domínio Gráfico da função Mapa de contorno 6. 4. ( ) ( ) ( ) 5.

c) O vetor grad(f) é ortogonal às curvas de nível de f. não é diferenciável. A função não é contínua no ponto dado logo. ( ) ( ) ( ) ( ) b) . 7. em relação ao eixo ox.10. a) que possui limite nesse ponto. As derivadas parciais são as derivadas direcionais √ calculadas nas direções dos vetores na base canônica ortonormal. 12. Ver resposta da questão 2. sempre que quando ( ) ( ). em relação ao eixo oy. 163 . ( ) ( ) √ 6. 8. { 9. Se f é diferenciável no ponto P então f é contínua no mesmo ponto. b) ( ) ( ) ( ) ( ) . 2. ( ) Representa o coeficiente angular da reta que tangencia a curva (curva de intersecção da superfície z=f(x.y) com o plano ) no ponto P.3 Respostas do teste 3 1. É um vetor normal à superfície z=f(x. { 3. { 4. 5. d) Vetor que possui suas componentes sendo as derivadas parciais da função f. c) ( ) representa o coeficiente angular da reta que tangencia a curva (curva de intersecção da superfície z=f(x. Ex: ( ) 11. ( ) ( ) √ . no ponto dado. que é definida nesse ponto e que o valor do limite é igual ao valor da função nesse ponto.y) num ponto P. a) que podemos escrever seu incremento da seguinte forma: ( ) ( ) ( ) .y) com o plano ) no ponto P. 10.

√ √ √ √ √ 4. 10. a) ( ) ( ) ( ) ( ) 7.4 Respostas do teste 4 1. b) ( ) e ocorre na direção do vetor gradiente. porém em sentido contrário. ( ) ( ) ( ) ( ) 9. Exemplo: entre as curvas obtidas para z=0 e z=1 temos a primeira faixa de temperatura que varia de . √ √ √ 2. Este mapa representa as faixas de variação da temperatura. ( ( )) ( ) ( ) 8. √ 5. ( ) ( ) 164 . 14. ( ) ( ) .13. 3. 6.

6. U 10. 2. ( ) 165 . 7.5 Respostas do teste 5 1. 21. Área= . 17.(F) ⃗ ( ). 6. ( √ ) 3. 2. o fluxo não é irrotacional. ( √ ) 14. ( ) 10. 4. ( ) 22. 4. ( √ ) 2. 19. (√ ) 18. 12. ( √ ) 20. ( √ ) 10. 3.(V) . b) ∫ ∫ 9.6 Respostas do teste 6 √ 1. 6. 5. Logo. 5. o escoamento é incompressível.(V) 1-b. √ a) ∫ ∫ 8.7 Respostas do teste 7 1-a. 16. 13. 23. 7. Logo. . 1-c. 10/7 3. 7. Relação: Área=| | 4. 15. -18 5. 10.

0) Investigue a continuidade da função ( ) { ( ) ( ) no ponto ( ). Uma placa fina de metal está situada no plano . C: ⃗( ) ⃗ ⃗ √ a) (1.0) Calcule a curvatura da curva no ponto ( ) b) (1.6) Indique o domínio e a imagem da função. a) (1. .0) A curva é suave no intervalo de [ ]? Mostre. reescreva-as de modo a ficarem verdadeiras. sapatos. (1. Determine a expressão para o cálculo do diferencial total da função . (0. Questão 5. Questão 2. é o número de itens vendidos por semana e h é o custo de estocagem semanal para cada item. a) (0.1 Prova 1 2017/1 ⃗( ) ⃗ ( ) Questão 1. vassouras.4) Suponha que a temperatura no ponto ( ) seja .5) Esboce um conjunto representativo das curvas de nível. A curva abaixo recebe o nome de “Lágrima” e possui equação ( ) ( ). (0. explique-as. b) (0.0) A curva é simples ou não simples? Por quê? b) (1. A temperatura ( ) no ponto ( )é inversamente proporcional ao quadrado de sua distância até à origem. 166 . Questão 6. A curvatura de uma curva é calculada por ( ) ⃗( ) . ( ) ( ) ( ) Questão 4. c) (0.11 Provas passadas 11.5) Expresse como função de e . afirma que a quantidade mais econômica Q de bens (rádio. Considere a curva √ ⃗⃗. d) (0. onde é o custo do pedido. Se forem verdadeiras. se forem falsas. (1.0) Mostre que a equação do plano tangente ao elipsoide . o que quer que seja) para uma loja pedir é dada pela expressão ( ) √ . no ponto ( ) pode ser escrita como .0) Escreva a função comprimento de arco para a curva C. b) ( ) No ponto de tangência entre duas superfícies há um plano tangente a ambas cujo vetor normal pode ser a subtração dos gradientes (quando distintos) de cada superfície. utilizada na economia.8) A fórmula do tamanho do lote de Wilson.6 cada) Verifique se as afirmações abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F). a) ( ) Todo espaço linear n-dimensional é euclidiano. Qual é a temperatura no ponto ( )? Questão 7. Questão 3.

Questão 3. Utilize Lagrange. Questão 4. Os lados da caixa custam e o topo e o fundo custam . Sabendo que ( )e ( ) determine . Ache as dimensões da caixa que minimizem o custo total. que contenha de leite. Determinar a área máxima possível para o galpão. Questão 2. numa vizinhança do ponto ( ). Questão 5. comprimento e altura . onde e estão em metros. Uma placa metálica circular com um metro de raio está colocada com centro na origem do plano e é aquecida de modo que a temperatura num ponto ( ) é dada por ( ) ( – ) graus. Dadas as equações ( ) e ( ) . 167 . Projete uma caixa retangular de leite com largura .2 Trabalho 1 2017/1 Questão 1. conforme a figura a seguir. Calcule . e no ponto ( ). (Dica: represente o esquema no plano cartesiano). Encontre a maior e a menor temperatura na placa. Qual é esse custo? (Não utilize Lagrange). A equação ( ) define implicitamente como função de e de . 11. Um galpão retangular deve ser construído num terreno com a forma de um triângulo.

Calcule ∭ . Esboce a região que delimita essa área e calcule-a. A área de uma figura é calculada pela soma das integrais ∫ ∫√ + √ √ ∫ ∫√ . 168 . sabendo que é a região delimitada pela esfera e pelos cones √ ( )e √ . Calcule a área que fica acima da limaçon ( ) e dentro da cardioide ( ). Questão 2. utilizando uma nova integral composta de apenas um fator. Questão 4.3 Prova 2 2017/1 √ Questão 1. Calcule-as. Encontre a área da superfície gerada pela rotação em torno do eixo da parte da curva entre e . ( ) Questão 3. Questão 6. Escreva duas integrais triplas equivalentes para calcular o volume da figura abaixo. Calcule ∬ ( ) ( ) . sabendo que D é a região delimitada por – – e Questão 5. 11.

5 cada) Tomando como referência o campo do exercício 4. indicando se aproximação é por cima ou por baixo. Questão 6. sabendo que a região de integração é limitada pelas curvas e Questão 4.0) Calcule a integral ∫ ( √ ) onde é a o arco da parábola . 11. Questão 3.0) Dado o campo ( ) ( ) calcule o trabalho necessário para deslocar uma partícula do ponto ao ponto . a) é contínuo no .0) Dado o campo ( ) ( ).5) Teste a série ∑ para convergência ou divergência e. entre os pontos ( )e ( ). Questão 8. (1. (0. se possível. 169 . (1.4 Prova 3 2017/1 Questão 1. c) Vetores paralelos terão mesmo módulo.0) Utilize o teorema de Green para calcular ∮( ) . mostre que ele é independente do caminho e calcule ∫ onde ( ) ( ) Questão 5. (1.0) Encontre a série de Maclaurin para ( ) ( ) onde é um número real. estime sua soma pela quinta soma parcial. Questão 2. determine se as afirmações abaixo são verdadeiras ou falsas. no plano . b) ( ) .0 cada) Aplique algum teste conveniente para verificar a convergência ou divergência das séries abaixo: a) ∑ ( ) b) ∑ ( ) ( ) Questão 7. passando por B. (1. (1. (1. justificando-as em ambos os casos. (1.

e Custo 4) ( ) ( ) ( ) 5) 12.0). 7b) Os gradientes são colineares e como a subtração gera um vetor colinear a ambos. logo não é contínua no (0. ( ) O ponto ( ) é também mínimo absoluto. 6d) ( ) 7a) Apenas os que possuem uma métrica definida para ser Euclidiano. 2) Área máxima = 3) . 5) 6a) ( ) 6b) ( ) {( ) ( ) ( )} ( ) ] [ ] [ 6c) Conjunto de circunferências concêntricas com centro na origem.2 Respostas do Trabalho 1 2017/1 1) Ponto interior ( ) ponto de mínimo relativo √ √ Fronteira: ( ) ponto de máximo absoluto. ( ).0). 12.3 Respostas da Prova 2 2017/1 1) 2) ∫ ∫√ ∫ ∫ ∫ ∫ 3) ( )(√ ) 4) ( ( ) ( )) 5) ( √ √ ) 6) √ 170 . sim pode ser.12 Respostas das Provas passadas 12.1 Respostas da Prova 1 2017/1 √ 1a) 1b) ( ) 2a) Simples e fechada 2b) Não suave no 3) Demonstração 4) Não existe limite no (0.

b) verdadeiro. Leibniz) por cima 8) ( ) ( )( ) ( )( )∙ ∙( ) 171 .4 Respostas da Prova 3 2017/1 1) 2) ( √ ) 3) 4) ( ) 5) a) não é contínuo na origem.0) e (2.0.0. c) Falso (verificar (1.0)) 6) a) convergente b) convergente 7) convergente (T. 12.

u v ) / v 2 7.cosechu. y = arc sec u  y  = u  / u . v  y = v. y = ln u  y  = ( u / u) 30. ( ) ∙ ∙ 9. y = c  y  = 0 20. y = sen u  y  = cos u. ( ( )) 5. y = arc cotg u  y  = . y = cosech u  y  = . y = u . 1 . u  8.u  25.u  / u. u=f(x) 1.u2 ) 16. y = u / v  y = ( v. u  29. cotghu. ( ) ∙ ∙ 13. y = u  y  =  u -1. u  36. y = c.log a e 28.u . u  10.u2 ) 17. u  9. y = cos u  y  = . ( ( )) 6. v  13. y = cosec u  y  = . 4. u  31. y = cotgh u  y  = . u 2  1    5.u  / 1 u 2 2. y = eu  y  = eu. y = arc cos u  y  = . u  12.u  / u .u  26.sen u. y = arg cotgh u  y  = u  / (1 . y = arc cosec u  y  = . 1  u 2 19. tg u. u  33.13 Apêndice 13. u  11. y = arg senh u  y  = u  / u 2  1 14.u  / (1 + u2 ) 4.cosec u. y = cosh u  y  = senh u. v    24. y = arc sen u  y  = u  / 1 u 2 172 . y = arg tgh u  y  = u  / (1 . u  34. y = u + v  y = u  + v  23. y = senh u  y  = coshu. ( ) 8. y = uv  y  = v. y = sec u  y  = sec u.u 2 18.1 Identidades trigonométricas 1. u  35. y = arg sech u  y  = . y = cotg u  y  = . y = tgh u  y  = sech2 u. u  32. y = au  y  = au lna. tgh u. y = tg u  y  = sec2 u.u  27. cotg u.2 Tabela de derivadas c=constant. y = arg cosech u  y  = .cosech2 u.cosec2 u.u  y  = c. y  log a u  y '  u' / u . y = arg cosh u  y  = u  / u 2  1 15.u  / u . y = x  y = 1 21. y = arc tg u  y  = u  / (1 + u2 ) 3. uv -1. 3. u + u. u  22. y = sech u  y  = . ln u. u  + uv. 2. u 2  1 6.sech u. ( ) ∙ 7.

cotgu du  .  cotgu du  ln senu  C 24. u du α 1 18.  secu.  du 1 u  arc sec  C au u u a 2 2 a a   C u 4.  senu du   cos u  C 21.  u  ln u  C du 1 u 17.cotghu  C 2 8.  secu du  ln secu  tgu  C u a2 2 ua  sec u du  tgu  C du 1 2 12.  cosecu. du 1 a  a2  u2 14. 13.  u a 2  u 2 a ln   u C 15. 26. 20.cosecu  C 13.  sech u du  tghu  C 2 7.   ln u  u 2  a 2  C 11.  2  ln C a u 2 2a u  a  cosec u du  .cotghu du  .  du  u  C 16.cosechu  C 10.3 Tabela de integrais 1.  cosecu du  ln cosecu  cotgu  C du 25.  senhu du  coshu  C  e du  e  C u u 5.  cosech u du  .cotgu  C 2 13.4 Alfabeto Grego alfa beta gama delta épsilon zeta eta teta iota Capa lambda mi ni csi ômicron pi rô sigma tau ípsilon fi qui psi ômega 173 .tgu du  secu  C 27.  2  arc tg  C u α1 a u 2 a a   C α 3.  cosechu. a du lna 19.  tgu du  ln secu  C 23.tghu du   sechu  C 9.  coshu du  senhu  C 6.  sechu.  du  arc sen u C du a2  u2 a 2.  cosu du  sen u  C 22.

br/massa/pessoal/riveros/tutorial/intro.eW0 http://www.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&ved=0CDM QFjAC&url=http%3A%2F%2Fwww.utfpr.lemma.5 Leituras complementares Links com exemplos de aplicações do cálculo nas Engenharias Elétrica e Química.pdf  Campos escalares e vetoriais.google.br/wiki/images/0/0b/MecFlu-v3-8cap.usp.pdf  Equações de Laplace e Poisson.pucrs. http://www.com..59930103.google.599 30103.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&ved=0CDQ QFjAC&url=http%3A%2F%2Fwww..br%2F~decastro%2Fpdf%2FA_C1. integrais de linha. http://www.edu.br%2FHome%2Fdepartamentos%2Fengen hariaeletrica%2Fpos-graduacao%2F218- dissertacao_elson_borges. http://conferencias..pdf&ei=xMXiUtCnGcOnkQeDt4CoBA&usg=AFQjCNH3vkzDaAp bpXjwWaibb06EgqqEkQ&bvm=bv.unesp..php/sicite/2012/paper/view/718/616 http://www.feng.com.ufpr.pdf&ei= Or7iUpG7EsSrkAfynYHYCw&usg=AFQjCNGd2ldHSaKaD2IOb1JjnVhj1TY8Tw&bvm=bv.eW0 174 . derivas e integrais.br/ocs/index.d.feis.  Funções de duas variáveis.d. 13.

São Paulo. Cálculo. Rio de Janeiro. McGraw-Hill. BOURCHTEIN.2.2. Apostila de cálculo 3.2.14 Bibliografia LARSON. 1982. 175 . 2001. HOSTETLER e EDWARDS. v. 1994. Pelotas.2. Louis. O cálculo com geometria analítica. LEITHOLD. David. 2008. v. Cálculo. LTC. Cálculo. Apostila de cálculo 3. MENESES. Cengage Learning. STEWART. HILLE e ETGEN. James. Pelotas. v. SALAS. São Paulo. São Paulo. 2011. Lisiane. 2006. Harbra.2. Mustafa e FOULIS. MUNEM. v. LTC. Rio de Janeiro. v. Lioudmila. Cálculo. 2005.