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A SAÚDE NO ESTADO

Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites

10 de maio de 2018 (Quinta-Feira)


Pró-Saúde oferta vagas para hospital em Barcarena até dia 10 São mais de 60 vagas ofertadas em diversas áreas
ORM / Notícias / Pará
Cristino Martins
Por: Redação Portal ORM 9 de Maio de 2018 às 09:00
Até está quinta-feira (10), a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar está com 64 vagas abertas no Hospital
Materno Infantil de Barcarena (HMIB) em diversas áreas.

Os interessados devem fazer o cadastro pelo site www.prosaude.org.br/trabalheconosco. Os cargos oferecidos são: coordenador de
Enfermagem, Fisioterapeuta, Farmacêutico, Auxiliar de Farmácia, Técnico de Enfermagem, Técnico de Laboratório, Técnico de
Manutenção, Auxiliar Administrativo, Técnico de Radiologia, Lactarista e Auxiliar de Lavanderia. Todas as vagas também são destinadas a
pessoas com deficiência (PCD), observando-se, obrigatoriamente, os critérios descritos em edital, conforme legislação vigente.

O Hospital Materno Infantil de Barcarena, na região do Baixo Tocantins, será um dos mais modernos do Estado do Pará. A unidade terá
capacidade para 65 leitos, sendo 10 de UTI Adulto, 10 de UTI Neonatal e 10 de UCI Neonatal.

Secretaria de Saúde investiga casos suspeitos de raiva em Melgaço Município marajoara não tem registros da doença, mas
técnicos estão pesquisando
ORM / Notícias / Pará
Por: Agência Pará 9 de Maio de 2018 às 18:19
Uma equipe da Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), já atua no município de Melgaço, no Arquipélago
do Marajó, investigando casos suspeitos de raiva humana. De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará
(Adepará), Melgaço não tem histórico de casos de raiva, devido ao pequeno número de mamíferos encontrados no município.

Equipes da Adepará também já trabalham em campo na região do Marajó com o objetivo de controlar a população de morcegos
hematófagos, que atacam animais nas propriedades rurais e podem ser potenciais transmissores de raiva.

Entre as várias tarefas da Adepará estão capturas de morcegos, deslocamento de técnicos para áreas com foco e vacinação.

Orientação

Segundo informações do Ministério da Saúde, a raiva é uma doença infecciosa aguda, causada por um vírus que contamina o homem e
outros mamíferos. A transmissão ocorre, principalmente, por mordida de animais infectados.

Nos casos de ataque ao ser humano, a orientação é procurar imediatamente assistência médica em uma unidade do Sistema Único de
Saúde (SUS). O médico deve avaliar se há necessidade ou não de medidas de profilaxia. A vacinação contra a raiva é importante para a
prevenção da doença em animais e seres humanos.
Estado lança 'Maio Laranja' para combater abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes
Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente diz que de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra
adolescentes. Casos contra crianças no mesmo período foram 2.857.
Por G1 PA, Belém

08/05/2018 23h50 Atualizado 08/05/2018 23h50

No período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra adolescentes e 2.857 contra crianças. (Foto:
Reprodução Globo News) No período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra adolescentes e 2.857 contra
crianças. (Foto: Reprodução Globo News)
No período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência sexual contra adolescentes e 2.857 contra crianças. (Foto:
Reprodução Globo News)

Será lançada nesta quarta-feira (09) pelo Governo do Pará na Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém, a
campanha Maio Laranja, de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Durante o mês, serão realizadas diversas
ações como palestras, seminários e exibição de filmes.

De acordo com a Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente, no período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência
sexual contra adolescentes e a campanha visa mobilizar a sociedade para o enfrentamento dessa realidade. O “Maio Laranja” é alusivo ao
Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no dia 18 de maio.

De autoria do deputado estadual Márcio Miranda, que atendeu à proposta apresentada pela sociedade civil, o Projeto de Lei nº 35/2018,
que instituiu o "Maio Laranja" no Pará, foi aprovado no final de março na Assembleia Legislativa (Alepa) e sancionado pelo governador em
abril.

O projeto reforça a importância das ações do poder público quanto à implementação de um plano de ação voltado ao enfrentamento à
violência sexual contra crianças e adolescentes. Atualmente, a lei está em vigor somente em dois municípios de Minas Gerais: Patos e
Belo Horizonte.

A campanha também visa ampliar o debate entre profissionais da saúde, educação e segurança pública, além de entidades e outros
segmentos sociais, sobre os sinais de identificação e as consequências da violência sexual, divulgando os canais de denúncia.

Para a assistente social Lilian Ribeiro, colaboradora do Movimento Maio Laranja, a integração com órgãos governamentais fortalece a
causa. “É uma campanha que vai percorrer o Estado. Essa integração possibilitará eficiência em relação à prevenção”, disse.

Estatísticas
De acordo com a Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente, no período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência
sexual contra adolescentes: Araguaia (32 casos), Baixo Amazonas (260), Carajás (237), Lago de Tucuruí (138), Marajó I (158), Marajó II
(44), Metropolitana I (2.389), Metropolitana II (134), Metropolitana III (121), Rio Caetés (121), Tapajós (32), Tocantins (689) e Xingu (117).

Já os dados relativos a crianças, entre 2013 e 2017, mostram que o Pará registrou 2.857 casos de violência sexual.

Prevenção
Segundo a coordenadora estadual de Saúde do Adolescente Vera Bertagnoli, a campanha estimula a notificação e denúncia dos casos,
que na maioria das vezes ocorrem dentro da própria família.

“O abuso e a exploração sexual contra crianças e adolescentes têm reflexo direto na saúde da vítima, principalmente no aspecto mental.
Os sinais mais frequentes são relacionados à mudança de comportamento, pois eles se tornam pessoas retraídas, que preferem o
isolamento. Na fase escolar, as vítimas diminuem o rendimento de forma visível. Daí a importância de trabalharmos essa questão
juntamente com a família e as escolas”, afirmou Vera Bertagnoli.

A campanha tem o apoio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos
(Sejudh), Pro Paz, Alepa e outras instituições.

Serviço: Lançamento da Campanha Maio Laranja, de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes.
Nesta quarta-feira (9), no auditório Albano Franco, da Fiepa – Travessa Quintino Bocaiúva, 1588, Bairro Nazaré.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326
Obras vão ampliar escola e hospital em Palestina do Pará
09/05/2018 20:39h

O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou nesta quarta-feira (09) o aviso de abertura da concorrência pública visando à contratação de
empresa para obra de ampliação do sistema de abastecimento de água do município de Palestina do Pará, na região sul. A obra foi um
compromisso assumido pelo governador Simão Jatene em dezembro do ano passado, durante a inauguração da UIPP (Unidade Integrada
Pro Paz) no município. O investimento previsto é de quase R$ 3 milhões.

A abertura da concorrência foi anunciada à população de Palestina do Pará pela secretária estadual Izabela Jatene, que está no sul e
sudeste do Pará cumprindo agenda de trabalho do Programa Municípios Sustentáveis (PMS). “Além de cumprir uma das frentes do
Programa, que é a visita técnica aos municípios, nós também vamos visitar a obras que estão sendo realizadas a partir dos convênios
assinados, através da articulação do PMS. Também vamos oficializar alguns convênios que foram solicitados pelos gestores municipais
através da nossa Secretaria”, explicou Izabela Jatene, titular da Secretaria Extraordinária de Municípios Sustentáveis (Semsu).

A agenda na região começou em Palestina do Pará, com visita às obras da Escola Estadual de Ensino Fundamental 21 de Abril, que
recebeu do governo estadual R$1.979.684,27 para investimento em reforma geral e ampliação. “Será construída uma quadra poliesportiva
e uma área coberta de aproximadamente 500 metros quadrados, com banheiros, cozinha, refeitório e área de recreação”, contou Josias
Frazina, encarregado da obra, informando que a conclusão está prevista para o segundo semestre deste ano.

Transformação - A secretária municipal de Educação, Dinar Santiago, disse que a revitalização da “21 de Abril” era um anseio da
população. “Estamos muito felizes em ver como essa escola está ficando. Lembro quando estudei aqui, e que as paredes eram de isopor.
Muita coisa mudou de lá pra cá e, felizmente, as mudanças continuam acontecendo. É um sonho que está sendo realizado para todos
nós”, afirmou.

A escola virou um canteiro de obras, diariamente visitado pelos alunos, que estão ansiosos pelo retorno às novas instalações. Gabriel
Rodrigues da Costa, 11 anos, aluno do 6º ano, disse que “não vê a hora de receber a escola novinha”. Segundo ele, “tá ficando muito
bonita. A gente quer que fique pronta logo”.

Saúde - O Hospital Municipal José Homobono Paes de Andrade foi a segunda obra visitada pela secretária. A unidade de saúde passa por
reforma, realizada com recursos federais. O governo estadual firmou convênio, no valor de R$ 415.743,33, com a Prefeitura de Palestina
do Pará destinado à aquisição de equipamentos de anestesia, com medidor multiparâmetro, de ultrassonografia e raios X. “São
equipamentos imprescindíveis. Com eles nós vamos diminuir as despesas com viagens de pacientes para outros municípios”, garantiu o
diretor do hospital municipal, Eliézio Naziozeno.

Para o prefeito de Palestina do Pará, Cláudio Robertino, a visita técnica é importante não apenas para que a Secretaria acompanhe a
realização das obras, com para aproximar ainda mais o governo do Estado e o município. “É com muita alegria que recebemos a secretária
Izabela Jatene, para que ela possa ver que as obras estão em andamento na cidade. Além da escola e dos equipamentos hospitalares,
temos a pavimentação que ainda vai iniciar e, agora, uma nova obra que é de extrema importância para o nosso município, que é novo
sistema de água”, ressaltou o prefeito.

A secretária Izabela Jatene considerou a visita muito produtiva para o alinhamento da agenda dos Municípios Sustentáveis, e destacou o
compromisso da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) na celeridade das obras. “Para nós foi uma grande vitória, porque entre a
assinatura do convênio (realizada em dezembro de 2017) e a gente estar na obra vendo a realização da reforma, o tempo foi bastante
curto na lógica do tempo público, o que demonstra que quando existe uma parceria entre o governo e os municípios é possível fazer com
que as agendas se fortaleçam para a gestão municipal”, finalizou Izabela Jatene, que cumprirá agenda de visitas aos municípios de Brejo
Grande do Araguaia e São Domingos do Araguaia.

Por Dani Filgueiras


Maio Laranja incentiva combate ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes

“A Sespa tem um papel importantíssimo junto aos órgãos responsáveis. Todo projeto é transversal e precisa agregar para o bom
andamento das ações”, reforçou a médica e assessora da Sespa, Heloisa Guimarães. Baixar Foto Foto: JOSÉ PANTOJA / ASCOM
SESPA PreviousNext
09/05/2018 19:15h

O Governo do Pará lançou nesta quarta-feira, 9, no auditório Albano Franco, da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em
Belém, a campanha “Maio Laranja” de combate ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes. Ações como palestras,
seminários e exibição de filmes marcam a campanha que tem o intuito mobilizar a sociedade para o enfrentamento à violência e à
exploração sexual neste público específico. O lançamento contou com a participação de representantes de vários setores que atuam em
defesa da proteção da criança e do adolescente.

O evento recebe o apoio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh),
Pro Paz, Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) e outras instituições. De acordo com o presidente do Conselho Estadual de Defesa da
Criança e do Adolescente, Genésio Oliveira, é de fundamental importância à integração de vários atores nesse processo. “Quando há
articulação, uma unificação, o trabalho consegue ser desenvolvido de forma mais eficaz”, afirmou.

A campanha faz parte do Projeto de Lei nº 35/2018, de autoria do deputado estadual Márcio Miranda, que atendeu à proposta apresentada
pela sociedade civil e instituiu o "Maio Laranja" no Pará. O projeto reforça a importância das ações do poder público quanto à
implementação de um plano de ação voltado ao enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. Atualmente, a lei está
em vigor somente em dois municípios de Minas Gerais (Patos e Belo Horizonte). O evento é alusivo ao Dia Nacional de Enfrentamento ao
Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes - 18 de Maio.

Estatística

De acordo com a Coordenação Estadual de Saúde do Adolescente, no período de 2013 a 2017 o Pará registrou 4.472 casos de violência
sexual contra adolescentes. No total de dados por Região de Saúde constam: Araguaia (32 casos), Baixo Amazonas (260), Carajás (237),
Lago de Tucuruí (138), Marajó I (158), Marajó II (44), Metropolitana I (2.389), Metropolitana II (134), Metropolitana III (121), Rio Caetés
(121), Tapajós (32), Tocantins (689) e Xingu (117). Já os dados relativos a crianças, entre 2013 e 2017, mostram que o Pará registrou 2.857
casos de violência sexual.

A psicóloga e coordenadora do Pro Paz Integrado Santa Casa, Nayana Klautau reforçou o trabalho feito no sentido de prevenção e
combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. “São diversas ações, entre elas, roda de conversa, palestras, além de
mobilizações de conscientização. Devido ao trabalho que desempenhamos, junto com os parceiros, estimulamos as denúncias. O Maio
Laranja amplia o debate e fortalece o trabalho que já está sendo desenvolvido", avalia.

Estiveram presentes entidades e movimentos em defesa da criança e do adolescente, como representantes do Projeto Mais, que atendem
comunidades do bairro do Tapanã, vítimas de violência. Também participaram do encontro à diretora de Políticas de Atenção Integral à
Saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Socorro Bandeira; a diretora de Estudos e Pesquisa Sócio Econômica da
Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisa (Fapespa), Gelvana Pires; a coordenadora de Referência Técnica de Acidentes e
Violência da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), Maisa Gomes; a assessora da Sespa, Terezinha Cordeiro e os propositores da Lei à
Alepa, Andréa Pereira e César Pereira, entre outros.

“Esse momento é um marco para os envolvidos. O Maio Laranja chegou para intensificar as ações de prevenção ao abuso e à exploração
sexual contra crianças e adolescentes. A Sespa tem um papel importantíssimo junto aos órgãos responsáveis. Todo projeto é transversal e
precisa agregar para o bom andamento das ações”, reforçou a médica e assessora da Sespa, Heloisa Guimarães.

Por Edna Lima


Feira de empreendedorismo chega ao Hospital Galileu

A próxima edição do Canto da Empreendedora já tem data marcada. Será na próxima sexta-feira (11), das 9h às 17h, na recepção
do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, que fica na Travessa 14 de Abril, 1394, no bairro de São Brás. Baixar Foto Foto:
ASCOM HOIOL PreviousNext
09/05/2018 17:21h

A movimentação diferente e os produtos à venda chamaram a atenção da técnica de enfermagem do Hospital Público Estadual Galileu,
Alba Oliveira. “Olhei todas as mesas, parei para ouvir as histórias e descobri que existe algo além do empreendedorismo, que é a coragem
dessas mulheres”, conta a colaboradora.

As histórias que chamaram a atenção de Alba são de mulheres que fazem parte do Canto da Empreendedora, projeto do Hospital
Oncológico Infantil Octávio Lobo que estimula o empreendedorismo e a autonomia financeira das mães e acompanhantes das crianças e
adolescentes em tratamento na unidade.

Com uma feira realizada por mês, o Canto da Empreendedora chegou a sua nona edição na terça-feira (8) e a ação no Hospital Galileu foi
a primeira fora do Oncológico Infantil.

As duas unidades são gerencias pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato de gestão com a
Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

“Reconhecemos a importância do projeto para essas famílias e a forma que encontramos de contribuir foi disponibilizando nosso espaço,
incentivando a participação de nossos colaboradores. Acredito que os resultados tenham sido positivos e esperamos receber outras
edições”, destacou o diretor-geral do Hospital Galileu, Saulo Mengarda.

A vendedora de cosméticos, Vilma de Oliveira acompanha o filho em tratamento no Oncológico há um ano e oito meses e é uma das
primeiras participantes do Canto da Empreendedora. “Gosto da feira. Aprendi mais sobre algo que já fazia antes do tratamento do meu filho
e hoje consigo complementar a renda da família”, contou.

Em sua segunda participação no Canto da Empreendedora, Onita Mendes apostou no tempero caseiro para garantir as vendas dos bolos e
do arroz paraense com camarão e jambú. “Gosto de cozinhar. São comidas que costumo fazer para o meu neto que faz tratamento no
Oncológico”, contou. Ela ainda falou sobre a importância do projeto para ela e outras mães e acompanhantes. “A gente larga tudo para
viver em função dos filhos e netos. Com o projeto, continuamos a nos dedicar ao tratamento e ainda garantimos uma renda extra, que é
importante para muitas famílias”, destacou.

A próxima edição do Canto da Empreendedora já tem data marcada. Será na próxima sexta-feira (11), das 9h às 17h, na recepção do
Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, que fica na Travessa 14 de Abril, 1394, no bairro de São Brás.

Por Marcelo Leite


Técnicos investigam casos suspeitos de raiva humana em Melgaço
Sede municipal de Melgaço, no Marajó, onde equipes da Sespa e Adepará investigam casos suspeitos de raiva humana Baixar
Foto Foto: Secom PreviousNext
09/05/2018 16:26h

Uma equipe da Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), já atua no município de Melgaço, no Arquipélago
do Marajó, investigando casos suspeitos de raiva humana. De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará
(Adepará), Melgaço não tem histórico de casos de raiva, devido ao pequeno número de mamíferos encontrados no município.

Equipes da Adepará também já trabalham em campo na região do Marajó com o objetivo de controlar a população de morcegos
hematófagos, que atacam animais nas propriedades rurais e podem ser potenciais transmissores de raiva.

Entre as várias tarefas da Adepará estão capturas de morcegos, deslocamento de técnicos para áreas com foco e vacinação. A Agência
também realiza ações de educação sanitária com produtores rurais, moradores e servidores de órgãos públicos, como prefeituras e
secretariais municipais, alertando para a importância de informar à Agência e à Vigilância Sanitária qualquer suspeita da doença e ataques
de morcegos a animais e seres humanos.

Orientação - Segundo informações do Ministério da Saúde, a raiva é uma doença infecciosa aguda, causada por um vírus que contamina o
homem e outros mamíferos. A transmissão ocorre, principalmente, por mordida de animais infectados.

Nos casos de ataque ao ser humano, a orientação é procurar imediatamente assistência médica em uma unidade do Sistema Único de
Saúde (SUS). O médico deve avaliar se há necessidade ou não de medidas de profilaxia. A vacinação contra a raiva é importante para a
prevenção da doença em animais e seres humanos.

Colaboração (texto): Inara Soares (Assessoria de Comunicação da Adepará)

Por Edna Lima

Sespa capacita agentes de zoonoses em controle da leptospirose

A Sespa está treinando agentes de zoonoses de diversos municípios na “Capacitação em Controle de Roedores Urbanos para
Vigilância em Leptospirose”, que prossegue até quinta-feira (10), na sala Mário de Andrade, do hotel Grand Mercure, em Belém.
Baixar Foto Foto: JOSÉ PANTOJA / ASCOM SESPA PreviousNext
09/05/2018 15:55h

Durante o período de intensas chuvas há o risco de aumento da incidência de leptospirose, doença infecciosa transmitida pela urina de
roedores, como rato, ratazana e catita. Só no ano passado, 110 casos foram registrados no Pará, cinco a menos dos confirmados em
2016. O quadro mais grave foi em 2014, com 149 pessoas diagnosticadas com a doença.

No intuito de amenizar esse cenário em 2018, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio da Coordenação Estadual do
Controle de Zoonoses, está treinando agentes de zoonoses de diversos municípios na “Capacitação em Controle de Roedores Urbanos
para Vigilância em Leptospirose”, que prossegue até quinta-feira (10), na sala Mário de Andrade, do hotel Grand Mercure, em Belém.

O curso, realizado em parceria com a Coordenação-Geral de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, é ministrado pelo biólogo
Eduardo de Masi, analista em Saúde e membro da Coordenação do Programa de Vigilância e Controle de Arboviroses da Secretaria
Municipal de Saúde de São Paulo (SP). Mais de 60 profissionais participam da atividade.

De acordo com o médico veterinário Fernando Esteves, coordenador de Zoonoses da Sespa, o objetivo é capacitar agentes de zoonoses
nas ações voltadas ao combate aos transmissores. “Nosso objetivo é o controle dos roedores com foco em diminuir os casos de
leptospirose, doença transmitida pela urina desses animais”, explicou.

Temática - Entre os temas abordados na capacitação estão áreas de riscos, biologia dos roedores urbanos, técnicas de controle, inspeção
domiciliar e em vias públicas, além de aplicação do produto de combate aos roedores, incluindo atividade prática.

Segundo o protocolo do Ministério da Saúde, a leptospirose é doença endêmica, tornando-se epidêmica em períodos chuvosos,
principalmente nas capitais e áreas metropolitanas, devido às enchentes associadas à aglomeração populacional de baixa renda, às
condições inadequadas de saneamento e à alta infestação de roedores infectados. Algumas profissões facilitam o contato com as
leptospiras (bactérias causadoras da doença), como trabalhadores em limpeza e desentupimento de esgotos, garis, catadores de resíduos,
agricultores, veterinários, tratadores de animais, pescadores, militares e bombeiros. Contudo, a maior parte dos casos ainda ocorre entre
pessoas que habitam ou trabalham em locais com infraestrutura sanitária inadequada, expostas à urina de roedores.

Há registros de leptospirose em todas as unidades da Federação, com maior número de casos nas regiões sul e sudeste. A doença
apresenta uma letalidade média de 9%. No Pará, 13 pessoas morreram em 2017 devido a complicações causadas pela doença. No ano
anterior, foram 10 óbitos, enquanto 26 morreram em 2015.

Entre os casos confirmados, homens na faixa etária entre 20 e 49 anos estão entre os mais atingidos, embora não haja uma predisposição
de gênero ou de idade para contrair a doença. Quanto às características do local provável de infecção (LPI), a maioria ocorre em área
urbana, e em ambientes domiciliares.

Por Mozart Lira