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E não há motivo para sustos, desde que você siga algumas dicas de convivência

para prevenir que situações adversas possam ocorrer. Por onde quer que eu vá com
os meus cachorros, eles acabam chamando a atenção das pessoas, e muitas vezes
das crianças que querem ter um pet em casa ou que simplesmente aproveitam a
situação para fazer carinho ou ganhar umas lambidas na cara.O problema é que nem
todos os cães estão acostumados da mesma maneira com essas situações, assim
como nem todo mundo está preparado para encontrar um cachorro na rua e abordá-
lo da maneira mais segura. Mas você também pode ser o feliz proprietário de um
cachorro que é adorado por todo mundo que passar por vocês durante o passeio,
basta seguir as10 dicas para encontros seguros com cães que eu vou listar a seguir.
10 dicas para encontros seguros com cães – Cara-a-cara

Este é um erro muito comum entre as pessoas que não tem muita experiência com
cães. Apesar dos cachorros gostarem de aproximar o rosto uns dos outros, essa é
uma atitude imprudente para o ser humano, em especial quando não conhecemos o
cão em questão. Não importa se o seu cachorro é extremamente dócil e amoroso,
nunca permita que pessoas estranhas aproximem seus rostos do dele. Explique que
o seu cachorro gosta mais de uma coçada na barriga do que de um beijo na boca.

10 dicas para encontros seguros com cães – Abraço de urso


Mais um erro comum, considerando que nós, seres humanos, gostamos de abraços
para cumprimentar as pessoas que queremos demonstrar carinho. O problema neste
caso é que os cães não entendem desse jeito e eles podem se sentir encurralados
ou presos.Quando um cão refuga procurando espaço é porque está se sentido
desconfortável. Procure respeitar o espaço e à distância.

10 dicas para encontros seguros com cães – Olho no olho


Procure observar se a pessoa não está encarando o seu cachorro. Olhar fixamente
nos olhos de um cachorro, especialmente um cachorro desconhecido é ruim, e
considerada uma atitude rude no ponto de vista canino. Observar os olhos do
cão para tentar obter a leitura de seu comportamento é sempre uma boa ideia, mas
sem encarar fixamente. Um cachorro relaxado e receptivo a um novo encontro está
sempre com olhos bem abertos e ar amigável. Se o cão estiver olhando de baixo
para cima, mostrando a parte branco dos olhos, o mais indicado é recuar.
10 dicas para encontros seguros com cães – De boca aberta

A boca do cachorro é um bom indicativo do seu estado emocional. Lábios relaxados,


boca aberta e com a mandíbula relaxada é a quadro ideal para oferecer um carinho
para um cão estranho. Se o cachorro fecha a boca e tensiona os músculos é sinal de
desconforto ou irritação.

10 dicas para encontros seguros com cães – O corpo fala

Um cão que tensiona os músculos, demonstrando rigidez no corpo é um cão irritado


ou com medo de alguma coisa. Para o cachorro, ele está diante de uma situação
atípica e está esperando que algo ruim possa acontecer. Não permita a
aproximação de uma pessoa estranha se o seu cão estiver com este tipo de
comportamento, dê-lhe algum espaço.

10 dicas para encontros seguros com cães – Abanando a cauda


Nem sempre um rabo abanando significa que o cão está animado e pronto para
brincar. Uma cauda muito dura abanando acima do dorso pode significar que o cão
identificou a situação como perigosa, e uma agressão pode ocorrer. Os cães que
estão tranquilos, receptivos a interatividade abanam a cauda mais lentamente,
portada menos alta, com movimentos mais longos e suaves. Se você identificar a
cauda abanando atipicamente, procure dar algum espaço ao seu cão até que ele se
acostume com a situação.

10 dicas para encontros seguros com cães – Ei, cachorro!

Todos nós que somos proprietários de cães sabemos quão sensíveis são seus
ouvidos, mas nem todo mundo sabe. A maioria dos cães preferem uma abordagem
mais calma, com tom de voz mais baixo e grave do que gritos estridentes. Essa é
uma dica importante quando nosso cão encontra crianças pequenas nas ruas, em
especial aquelas que não estão acostumadas a lidar com animais de estimação.

10 dicas para encontros seguros com cães – Quatro patas

Ensine seu amigão a sentar para ganhar carinho. Além de ser uma boa técnica para
determinar se ele está considerando a situação como positiva, vai evitar problemas
com as crianças ou com pessoas idosas. Até cães de menor porte podem acabar
machucando quando pulam nas pessoas para pedir carinho.

10 dicas para encontros seguros com cães – Moço, me dá um biscoito?

Qual cachorro não gosta de um petisco? Essa é uma boa ideia para facilitar
qualquer tipo de interação com pessoas. Peça para as pessoas oferecerem o
petisco na palma da mão, com a mão bem aberta para prevenir um mau entendido.
Seu cachorro vai ficar tão contente que pode até mesmo agradecer com uma
deliciosa lambida.

10 dicas para encontros seguros com cães – Hora do colo

Se o seu amigão de quatro patas for um pouco menor do que os meus, é possível
que as pessoas peçam pra segurá-lo no colo. Caso isso ocorra, certifique-se de que
a pessoa em questão segure-o da maneira apropriada. Pode parece bobagem para
nós que temos cachorro, mas é surpreendente como muito gente não tem ideia de
como fazê-lo sem machucar o animal. É natural que deixem as pernas traseiras
soltas, segurando-o pelo tórax, o que pode machucar bastante, em especial no caso
de um filhote. Explique como colocar uma mão embaixo das patas traseiras e usar a
outra mão para segurar as patinhas dianteiras.

O mais importante, é que com essas precauções, os encontros com as pessoas na


rua passam a ser experiências boas, tanto para elas, quanto para o seu cachorro.
Não esqueça que é você quem deve se preocupar e tomar todas as medidas
preventivas para tornar esses encontros seguros e mais prazerosos para ele.
inguagem Corporal Canina – Parte 1 – Rosto e
Olhos
Linguagem corporal canina

Os cães são animais muito expressivos. Eles se comunicam quando estão felizes,
tristes, nervosos, com medo e com raiva, e eles usam seus rostos e corpos para
transmitir grande parte destas informações. A linguagem corporal canina é um
sistema elaborado e sofisticado de comunicação não-verbal que, felizmente,
podemos aprender a reconhecer e interpretar. Uma vez que você aprenda a “ler” as
posturas e sinais de um cachorro você irá compreender melhor seus sentimentos e
motivações e será capaz de prever o que ele provavelmente fará a seguir. Essas
habilidades lhe permitirão interagir com os cachorros com mais bem-estar e
segurança.

Primeiro você precisa aprender um pouco a respeito dos vários componentes que
compõem a linguagem corporal canina. Eles usam expressões faciais, posições de
orelhas, formas de posicionar a cauda e seu comportamento deve ser avaliado em
um aspecto amplo para compreender as intenções e sentimentos do cachorro.

Linguagem corporal canina (Parte 1) – O rosto e os olhos do cachorro


A coisa mais importante é você aprimorar sua capacidade de observação, para que
sua interpretação da linguagem corporal canina, não esteja equivocada. Você terá
que analisar o cachorro, a situação e o contexto que o envolve, a fim de determinar
de maneira precisa o que ele está tentando dizer. Tenha em mente que olhando para
apenas um ângulo da expressão física de seu peludo você não conseguirá avaliar
corretamente suas intenções.

Linguagem corporal canina – O que diz o rosto do cachorro

Com certeza cachorros tem diferentes formatos de rosto e cada um deles também
possui diferentes tamanhos, no entanto as expressões faciais são básicas e para
qualquer cachorro, tenha ele focinho longo ou curto, seu rosto irá dizer muito sobre
como e o que ele está sentindo.

Linguagem corporal canina – O que dizem os olhos do cachorro

Cachorros variam dentro algum limite a forma e tamanho de seus olhos, eles
também irão modificar a direção e a intensidade como olham coisas e situações.
Quando um cachorro está descontraído e feliz, seus olhos estarão na sua forma
natural.

Alguns cachorros possuem olhos arredondados, enquanto outros cães tem olhos
mais amendoados. Quando os olhos de um cachorro parecerem maiores do que o
normal, geralmente isso significa que o cachorro está sentindo-se ameaçado de
alguma forma. Alguma coisa pode estar levando o cachorro ao stress ou ele pode
estar com medo de alguém ou alguma coisa.

Quando o cachorro estiver demonstrando agressividade, provavelmente também


aparentará olhos maiores do que o normal. No entanto olhos menores do que o
normal, também podem significar medo ou stress. Cachorros que estão sentindo dor
ou passando mal, geralmente fazem uma expressão facial de apertar os olhos.

A direção do olhar do cachorro também pode ser reveladora. Cachorros não


costumam olham diretamente nos olhos uns dos outros, porque isso é considerado
um comportamento desafiador. Mas a maioria dos cachorros compreende que não
existe nenhum problema olhar dentro dos olhos de seus donos. Só não é muito
indicado olhar nos olhos de um animal desconhecido.

Um cachorro que olha para você com uma expressão facial relaxada está sendo
amigável e esperando que você interaja com ele. Já um cachorro que olhe
diretamente para você, com uma expressão facial tensa, é uma outra situação. Um
olhar direto nos olhos é muito provável que seja uma ameaça, e se você estiver
próximo a este cachorro, é sábio lentamente desviar o olhar. Desviar o olhar é a
atitude tomada por cães quando eles não querem aparentar-se ameaçadores. Ao
desviar o olhar, um cachorro está sinalizando ao outro cachorro que ele é submisso.
E isso de certa forma também serve para nós. O ato de desviar o olhar, também
pode indicar que um cachorro está preocupado em interagir com você. Talvez ele
tenha ficado com medo de pessoas no passado, e por isso ele não está muito
confiante em interagir com outras pessoas agora.

Caso um cachorro não olhe diretamente para você, mas ao contrário olhe de canto
de olho, de maneira que você enxergue uma boa parte do branco de seus olhos
(esclera), esta é uma situação muito facilmente observada quando um cachorro
está guardando um osso para roer ou levando um brinquedo para esconder. É
diferente do olho de um cachorro que está descansando a cabeça e abre os olhos
para dar uma olhada no que está acontecendo. Neste caso, ele não aparentará
tensão, e você não irá notar muito da parte branca dos olhos.

Linguagem corporal canina – Parte 2 – Boca


Linguagem corporal canina – O que diz a boca dos cachorros

Cachorros utilizam suas bocas para muito mais do que apenas comer e beber. Mesmo não
tendo a habilidade de falar, a maneira como posicionam seus lábios, mandíbulas e dentes, a
forma como emitem os sons, seus diferentes volumes e nuances demonstram o que os
cachorros estão tentando “dizer”, utilizando somente esta “linguagem corporal canina”.

Quando seu cachorro está descontraído e feliz, é provável que ele apresente a boca fechada
ou ligeiramente aberta. Se a boca do cachorro estiver aberta, ele pode estar ofegante, esta é
a forma como os cães resfriam seus corpos e neste caso você poderá ver seus dentes,
porque a boca estará ligeiramente aberta.

Um cão que esteja sentindo medo ou esteja agindo de forma submissa, provavelmente
apresentará sua boca fechada e seus lábios podem estar ligeiramente retraídos nas laterais.
Ele poderá manter a língua tanto dentro quanto fora da boca, ou ele poderá lamber se ele
estiver interagindo com uma pessoa ou outro animal. Quando um cachorro estiver sentindo-
se tenso, ele também poderá bocejar de forma exagerada.

É muito importante observar a boca do cachorro para poder interpretar corretamente a


linguagem corporal canina

Linguagem corporal canina (Parte 2) – O que diz a boca dos cachorros


Alguns cachorros apresentam um “sorriso submisso” quando em estado extremamente
submisso. Eles puxam os lábios verticalmente e exibem seus dentes da frente (incisivos e
caninos). Este sinal quase sempre é acompanhado de uma postura submissa, tais como a
cabeça abaixada, ganindo ou um tipo de lamento, e olhos meio fechados. Apenas alguns
cães “sorriem” dessa maneira. Nestes casos, algumas pessoas interpretam
equivocadamente esta linguagem corporal canina, compreendendo que com este sinal, o
cachorro está demonstrando que é agressivo, quando na verdade, ele está sorrindo de forma
submissa e tentando comunicar exatamente o oposto de agressão.
Um cão que está sinalizando sua intenção de agir de forma agressiva, muitas vezes, retrai os
lábios para expor os dentes. Ele pode puxar os lábios verticalmente para exibir os dentes da
frente e ao mesmo tempo torcendo a parte superior de seu focinho. Isso é típico de um cão
que está avisando para que não se aproximem.

Um cão pode colocar os lábios para trás de forma horizontal de modo que seus lábios
estejam muito apertados nos cantos da boca. Com essa expressão, será possível ver tanto
os dentes da frente quanto os dentes posteriores (pré-molares e molares). Esta postura é
muitas vezes indicativa de um cachorro literalmente apavorado. No entanto, uma vez que o
cachorro está pronto para morder, ele geralmente puxa os lábios para cima e para trás de
modo que sua boca fique aberta e os dentes estejam expostos.

Os cães podem exibir uma feição agressiva, movendo os lábio para a frente sobre os seus
dentes e exalando ar para que seus lábios parecem inchados e grandes. Você pode, por
vezes, até mesmo ouvi-los respirando de forma intensa. Esta exposição é muitas vezes
acompanhada por uma testa enrugada. Portanto um cachorro ao exibir esta feição está
dizendo: “Não se aproxime”.

Orelhas e Pelagem – Linguagem corporal canina


– Parte 3
Linguagem corporal canina – Orelhas e Pelagem

O que podem nos dizer as orelhas e pelagem dos cachorros?

Orelhas – Os cachorros têm uma ampla variedade de formatos de orelha. O tamanho e a


forma das orelhas do seu cachorro irão ditar o quão bem ele pode usá-las para comunicar-
se, dentro do que já comentamos sobre a “linguagem corporal canina”.

Algumas orelhas são caídas e destacadas (como a de um beagle por exemplo), algumas
orelhas são eretas e triangulares (como a de um pastor alemão) ou em alguns casos os cães
também apresentam as suas orelhas semi-eretas (como as orelhas de um pastor de
Shetland), também podemos observar cães com orelhas bem compridas (como as de um
basset hound). Já alguns cachorros, fizeram a cirurgia de conchectomia (para levantar as
orelhas) de modo que parte da orelha do cão é removida (esta cirurgia é bastante comum
entre as raças doberman, pinscher e dogue alemão). O CFMV proíbe o corte de orelha e
incentiva os criadores e os proprietários de cães do a não realizar esta cirurgia. Na maioria
dos casos, o corte de orelha cirurgicamente é feito puramente por razões estéticas e causa
aos cachorros dor e desconforto.

Cachorros também se comunicam através das orelhas e pelagem


Linguagem corporal canina (Parte 3) – O que dizem as orelhas e pelagem do cachorro
Quando um cachorro está relaxado e confortável, ele irá posicionar as orelhas de uma forma
natural. Quando ele está alerta, irá posicioná-las mais no alto de sua cabeça e irá direcioná-
las para o ponto que estiver chamado sua atenção. Um cachorro também irá levantar as
orelhas para cima e para a frente quando estiver em estado agressivo. Caso um cachorro
que esteja com as orelhas eretas, afastá-las um pouco para os lados, possivelmente ele
estará sinalizando a intenção de ser amigável. Caso suas orelhas estejam completamente
presas à cabeça, caídas lateralmente, o cachorro estará sinalizando medo ou submissão.

Linguagem corporal canina – O que nos diz o pelo do cachorro

Embora os cães não se comuniquem muito com ele, você pode perceber algumas coisas
observando a pelagem de um cachorro. Em primeiro lugar, um cão assustado ou estressado
tende a perder pelo mais do que normal. É como se um cachorro assustado estivesse
“removendo seu casaco”, e de repente cai em baldes! Você pode perceber isso facilmente se
o seu cachorro fica nervoso durante as visitas ao veterinário. Após o exame, você, o
veterinário e a mesa ficam cobertos por pelos do seu cachorro.

Cachorros podem também eriçar o pelo para se comunicar quando estão irritados. Embora a
pelagem canina frequentemente é ‘levantada’ sobre a cernelha (a região onde os omoplatas
se encontram), os cães podem elevar o seu pelo ao longo de toda a sua espinha. Cães
aumentam o volume de sua pelagem quando estão excitados com alguma coisa. Dá para
comparar a um ser humano sentindo arrepios.

A cauda – Linguagem corporal canina – Parte 4


linguagem corporal canina – O que nos diz a cauda de um cachorro

É muito comum as pessoas avaliarem que um cachorro que apresenta a cauda abanando é
um cão amigável, mas isso está longe da verdade. Os cachorros abanam a cauda por vários
motivos, inclusive quando eles estão em um estado agressivo. E é importante frisar que o
fato do cachorro não estar abanado a cauda, não significa necessariamente que ele não seja
amigável.

Definitivamente a cauda é um importante meio de comunicação entre os cachorros. Com


suas caudas eles expressam seus sentimentos.
Existem algumas variações de tipos e formatos de caudas entre as mais diversas raças de
cães. A maioria dos cachorros apresentam uma cauda natural que pende lateralmente até o
jarrete (articulação entre a parte inferior da coxa e o metacarpo sobre as pernas traseira).
Outros cães , como o pug, têm caudas que se enrolam para cima, sobre suas costas.
Algumas raças, como alguns galgos como o whippet, tem uma cauda que, naturalmente,
dobra ligeiramente entre suas pernas traseiras. E algumas raças têm rabos naturalmente
curtos ou tem caudas que sofreram caudectomia. (Por exemplo, o sheepdog pode nascer
com caudas naturalmente curtas, e o dobermann é uma raça que muitas vezes tem a cauda
amputada cirurgicamente.) Este procedimento doloroso é realizado apenas por razões
estéticas, o CFMV proíbe o corte da cauda.

Linguagem corporal canina (Parte 4) – O que nos diz a cauda do cachorro


Quando um cachorro está relaxado, ele irá manter sua cauda em uma posição natural. Caso
ele esteja sentindo-se feliz, poderá abanar a cauda suavemente de um lado para outro. Um
cachorro muito feliz, como quando nos recebe ao chegar em casa, irá abanar o rabo com
mais força de um lado para outro, ou pode até mesmo mover a cauda em um padrão circular.
O cachorro nervoso ou submisso, costuma manter sua cauda baixa e pode até colocá-la
entre as pernas traseiras. Ele ainda pode abanar-la de um lado para outro, muitas vezes em
um ritmo mais rápido do que quando está relaxado. Se ele estiver realmente com medo ou
se sentindo extremamente submisso, ele irá posicionar a cauda comprimida contra sua
barriga.
Quando um cachorro está em estado de alerta ou excitado com alguma coisa, ele
provavelmente irá posicionar a cauda mais alta que o normal. Mantendo nesta posição de
modo firme, sem qualquer movimento. Caso ele permaneça nesta posição com o intuito de
ameaçar alguém (uma pessoa ou outro animal), ele poderá movimentar sua cauda como uma
bandeira, o que significa que ele manterá a cauda rígida e alta e movendo-a rigidamente
para trás. Pode aparentar que ele está abanando o rabo, mas o corpo do cão lhe dirá que ele
não está se sentindo confortável com a situação neste momento.

Postura corporal – Linguagem corporal canina –


Parte 5
Analisando a postura corporal do cachorro – linguagem corporal canina

Cachorros utilizam seus corpos para comunicar suas intenções. Geralmente, quando
observarmos um cão feliz e contente, iremos olhar para os músculos dele e estarão
apresentando-se normais, relaxados e com um peso uniformemente distribuído em todas as
quatro patas. Da mesma forma, quando apresenta um comportamento brincalhão. Neste
caso o cachorro ou estará correndo loucamente com movimentos exagerados, mas sua
expressão facial e seus músculos se apresentarão relaxados e nada indicará alguma
anormalidade na sua postura corporal.

Esta situação é completamente diferente da postura corporal de um cachorro medroso.


Quando um cachorro está com medo, ele apresentará um comportamento muito
característico curvando a coluna como se estivesse tentando parecer menor. Ele tanto pode
diminuir o seu corpo ou até mesmo se esconder no chão. Sua cabeça se posicionará para
baixo também. Se ele estiver assustado com algo ou alguém, ele irá recuar, e manter
distância. Por exemplo, se o seu cachorro estiver apresentando um comportamento
assustado por estar sobre uma mesa de exames no veterinário, ele irá afastar-se do
veterinário e inclinar-se para junto de você. Caso o cachorro não esteja inseguro, mas sim
curioso sobre alguma coisa, ele poderá abordá-lo temporariamente, com o peso de seu corpo
centralizado sobre as pernas traseiras para que ele possa recuar rapidamente, caso ele
precise.

Linguagem corporal canina (Parte 5) – Analisando a postura corporal do cachorro


Um cachorro submisso apresentará um comportamento muito parecido com um cão
assustado, porque ele tentará parecer menor para transmitir a ideia de que ele não é uma
ameaça. Portanto, um cachorro submisso, também irá diminuir o seu corpo ou até mesmo se
esconder no chão. Sua cabeça até pode estar levantada, se por acaso ele estiver
cumprimentando uma pessoa ou outro animal.
Quando um cachorro é dominante e está em estado de alerta ou excitado, tentará intimidar
outra pessoa ou animal, arregalando seus olhos. Neste caso os músculos deste cachorro
estarão nitidamente apresentando-se tensos. Ele irá procurar ficar em uma posição ereta, às
vezes até na ponta dos pés, com o pescoço e a cabeça levantados acima dos ombros. Seu
peso ou será concentrado sobre as quatro patas, ou ele irá inclinar-se para frente
concentrando o peso de seu corpo em suas patas dianteiras.

Um Cachorro bravo, irá tentar parecer maior do que realmente é, afim de intimidar outra
pessoa ou animal tanto quanto possível. Um cachorro que além de bravo, estiver
apresentando um comportamento agressivo, irá agir muito semelhante a um cão
simplesmente bravo, alerta ou excitado, mas a sua postura será acompanhada por ameaças
agressivas. Normalmente, o seu peso será concentrado sobre as patas dianteiras para que
ele possa “dar o bote” ou avançar para a frente rapidamente.
Linguagem Corporal Canina – Parte 6 – O
Cachorro
Linguagem corporal canina – O que significam os sinais em conjunto?

As mensagens que os cachorros nos enviam com sua linguagem corporal podem ser sutis,
mas com muita atenção, a maioria das pessoas pode aprender a reconhecer e interpretar os
significados mais importantes da linguagem corporal canina. É fundamental saber quando o
seu cachorro está feliz, quando está brincalhão, quando ele está preocupado ou com medo,
quando ele está se sentindo hesitante ou inseguro sobre alguma coisa, ou situação, ou
alguém, quando ele está sentindo-se chateado, ou potencialmente irritado com alguma
coisa ou situação. A partir do momento que você possa reconhecer essas mensagens, você
poderá interagir com ele de forma muito mais segura, e você também poderá protegê-lo de
situações desnecessárias, tornando a vida de seu peludo muito mais estável e feliz.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está satisfeito e feliz?

A linguagem corporal canina, nos diz que este cão está feliz quando podemos observá-lo
com os músculos completamente relaxados, a cauda e as orelhas posicionadas de forma
natural, um cachorro feliz, não parece nem grande nem pequeno para a sua constituição
física. Ele pode abanar o rabo de um lado para outro ou em um movimento circular. Sua
expressão facial será neutra, ou ele parecerá feliz, os músculos de seu rosto estarão
relaxados, sua boca fechada ou ligeiramente aberta, e ele até poderá ter uma aparência
ofegante com um ritmo de respiração irregular. Os cantos da boca podem estar ligeiramente
para cima, como se estivesse sorrindo.

Entendendo a Linguagem corporal canina – (Parte 6)

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está em estado de


alerta?

A linguagem corporal canina em estado de alerta, é muito simples de ser detectado, pois o
cachorro mantem um olhar fixo e todo seu corpo estará voltado para o objeto de atenção. O
cachorro irá manter sua posição natural com o seu peso centralizado sobre as quatro patas,
as orelhas estarão colocadas para cima e para a frente, e sua cabeça e pescoço irão
manter-se eretos. A cauda do cachorro ou ficará em sua posição natural ou para alguns
cachorros, sobre suas costas, a cauda também estará rígida e imóvel. Seu olhar será
direcionado e muito bem focado para o objeto onde ele projeta sua atenção. A boca do
cachorro normalmente ficará fechada e ainda poderá usá-la para rosnar o ou latir. A pelagem
de alguns cães poderá ficar arrepiada na altura dos ombros.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está excitado?

A linguagem corporal de um cachorro em estado excitado, é muito parecida com a


linguagem corporal canina de um cachorro em estado de alerta, mas ele também poderá
adotar um comportamento brincalhão. O corpo do cachorro estará em estado de atenção,
ele manterá uma aparência física natural com relação ao seu tamanho, mas o seu peso
poderá estar centralizado sobre as pernas traseiras, enquanto prepara-se para mover-se.
Suas orelhas estarão projetadas para cima e sua cauda estará erguida, podendo ou não
abaná-la. O olhar estará fixado no indivíduo ou objeto que é a fonte de sua excitação. Cães
excitados muitas vezes, mantem a boca aberta, podendo latir ou não.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está se sentindo


provocado?

A linguagem corporal de um cachorro que está sentindo-se provocado é um pouco mais


complexa e pode demorar um pouco até que você consiga distingui-la pois a linguagem
corporal, poderá ser confundida com o cão em alerta e excitado. Você só conseguirá
perceber a diferença no momento em que a excitação fará com que o cachorro comece a
demonstrar hesitação, medo ou agressividade. No entanto, quase tudo sobre a linguagem
corporal do cachorro depende do que ele está sentindo; medo, insegurança ou raiva. Seu
corpo poderá parecer de tamanho normal ou maior, as orelhas podem estar abaixadas e para
o lado ou projetadas para a frente, e sua cauda poderá permanecer baixa, ou em posição
natural ou alta. Ele pode ou não estar olhando diretamente para uma pessoa ou objeto. Às
vezes, não haverá nada no ambiente que seja óbvio para nós, mas um cachorro pode ser
provocado por um som que não podemos ouvir ou um odor que não podemos sentir.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está querendo


brincar?

É bastante fácil de detectar a linguagem corporal de um cachorro que está querendo brincar.
Seus movimentos do corpo são irregulares e saltitantes e em alguns casos até mesmo
bruscos. Ele pode saltar em volta de você ou do objeto de interesse, dar reviravoltas
exageradas, correr em círculos e saltar. Ele pode correr em sua direção, desviar quando
estiver se aproximando de você, poderá bater a pata em você e depois sair correndo para
convidá-lo para uma brincadeira de perseguição. Ou poderá simplesmente pular em você e
começar brincar de mordê-lo ou lamber. Cães possuem um grande leque de brincadeiras,
incluindo brincadeiras de pegar (em que o cão ou é o caçador ou a caça), brincadeiras de
derrubar, morder e rolar, lutar ou se atracar de brincadeira. Também brincam de “manter-
afastado” utilizando um objeto, como um brinquedo ou um pauzinho. Quase toda brincadeira
é intercalada com uma pausa característica, que é comum a todos os cães. Quando
acontecem estes intervalos na brincadeira do cachorro, ele posiciona as patas dianteiras no
chão por intermédio de um salto e as patas traseiras ficam estendidas de modo que o o
traseiro fica posicionado para cima. Este é um sinal extremamente importante, porque
grande parte das brincadeiras dos cachorros consiste em comportamentos agressivos e
posturas dominantes. E esta posição é o que demonstra o desejo de brincar, tudo o que virá
a seguir deste comportamento será brincadeira, por isso você deve ter em mente que
cachorros são brutos e este comportamento é extremamente positivo. Alguns cães também
exibem uma feição facial feliz quando desejam brincar, que é caracterizada pela boca
parcialmente aberta, que lembra bastante um sorriso. Um cão brincalhão também pode
rosnar ou emitir latidos agudos.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está assustado?

A linguagem corporal de um cachorro que está sentindo medo, é de uma posição que faça-o
parecer pequeno. Geralmente o corpo do cachorro parece curvado, com o rabo projetado
para baixo ou escondido entre suas pernas traseiras, as orelhas baixas e grudadas a
cabeça. Ele pode tentar esconder-se junto ao chão e também poderá tentar fugir, um posição
típica é centralizar o peso de seu corpo sobre as patas traseiras, na intenção de fugir
rapidamente assim que possível, ou ele poderá inclinar-se lateralmente para que possa
recuar. O olhar poderá estar diretamente focado para a fonte de seu medo ou ele poderá
desviar o olhar. Os músculos de seu corpo e rosto ficarão tensos e rígidos. Ele também
poderá bocejar de forma exagerada.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está tentando


demonstrar dominância?

Ao interagir ou com uma pessoa ou um outro cão, alguns cachorros geralmente transmitem
uma atitude confiante e positiva que é conhecida como dominante. A linguagem corporal de
um cachorro que está agindo de forma dominante é de um cão que projeta uma imagem
física, que o faz parecer maior, às vezes o cachorro parece estar na ponta dos pés, e projeta
seu olhar e seu pescoço para frente e para cima, tentando parecer maior. O cachorro irá
apresentar uma musculatura nitidamente tensa, como a de uma mola enrolada. O peso do
cão estará distribuído uniformemente sobre as quatro patas, ou ele se posicionará inclinado-
se levemente para a frente. As orelhas estarão eretas e projetadas para a frente. A cauda
terá uma aparência rígida, elevada e as vezes poderá balança-la rapidamente e com
movimentos curtos e duros. A pelagem pode ou não estar eriçada sobre os ombros ou ao
longo de suas costas. Ele geralmente fará contato visual direto com o outro indivíduo.
Podendo até rosnar, mas sua boca normalmente permanecerá fechada.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está demonstrando


um comportamento submisso?

Um cachorro emite uma linguagem corporal submissa, quando ao interagir com uma pessoa
ou outro cão, ele busca transmitir a mensagem de que ele está disposto a submeter-se ao
desejo de outro indivíduo, uma linguagem física que informa que ele não é uma ameaça e
que uma atitude agressiva é desnecessária. O corpo deste cachorro estará projetado de
forma que ele pareça menor, totalmente projetado para o chão. Apresentará a cauda baixa
ou enrolada, às vezes balançando rapidamente para frente e para trás. Ele manterá suas
orelhas baixas e provavelmente presas junto a cabeça. O pescoço estará projetado para
baixo e o focinho projetado para cima em direção ao indivíduo. Se estiver se portanto de
forma submissa com relação a uma pessoa, o cachorro poderá acariciá-la, ou lambe-la.
Sempre procurando desviar os olhos para não olhar diretamente para a outra pessoa. Alguns
cães, principalmente filhotes, chegam até a urinar.

O cachorro poderá mudar de submissão ativa, que acabamos de descrever, para uma atitude
mais passiva, em que ele se deita e rola de costas para exibir sua barriga. Nesta linguagem
corporal, que chamamos aqui de submissão passiva, o cachorro poderá ficar parado, ou ele
poderá ”dar a pata”. Também poderá olhar para os lados e choramingar. Alguns cães,
principalmente filhotes, também costumam urinar nesta posição.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está se tornando


agressivo por medo?

Cães que transmitem uma linguagem corporal agressiva, são extremamente parecidos com
cachorros aterrorizados de medo, exceto que eles provavelmente irão rosnar e mostrarão os
dentes. Alguns cães medrosos jamais chegarão a se tornarem agressivos, mas outros
inevitavelmente, se tornarão agressivos por instinto de defesa. Um cão medroso não é
necessariamente suscetível a morder uma pessoa ou outro animal, ao menos que todas as
formas de fugir da situação que o amedronta estejam bloqueadas e ele sinta-se acuado.
Quando isso acontece, o cachorro tende a encolher-se, mas ao mesmo tempo, mostra os
dentes e pode rosnar. Se ele acabar mordendo, normalmente é um alerta e a mordida não
será exatamente para valer, neste caso, o cachorro sempre buscará distanciar-se para o
mais longe da ameaça possível. Alguns cães esperarão até que a pessoa ou animal que os
assusta recue, e então eles poderão até tentar dar uma beliscada de alerta para que o
perigo não retorne.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está se tornando


ofensivamente agressivo?

Você poderá observar a linguagem corporal agressiva ofensiva, quando um cachorro de fato
estiver intenção de atacar uma pessoa ou outro animal. O cão poderá ou não parar, se a
pessoa ou outro animal em que ele está focado mantiver distância ou diminuir seu tamanho
com intenção de mostrar que não deseja ser uma ameaça. Certamente um cachorro nesta
situação fará o melhor possível para parecer maior e intimidar o que o assusta, mantendo a
cabeça erguida, as orelhas projetadas para cima e para a frente, e a cauda levantada e
rígida. O corpo do cachorro irá equilibrar-se sobre as patas dianteiras para que ele esteja
pronto para dar um bote para a frente. O olhar intimidador estará voltado fixamente em
direção a pessoa ou animal. Ele mostrará os dentes, franzirá o focinho e retrairá os lábios
verticalmente, para mostrar seus dentes da frente. Geralmente o rosnado de um cachorro
que está emitindo esta linguagem corporal é baixo em um tom muito ameaçador. É
imperativo que caso você se encontre algum dia em uma situação parecida, jamais dê as
costas para o cachorro, não olhe em seus olhos diretamente e nunca saia correndo.

Entendendo a linguagem corporal canina – Quando um cachorro está se mostrando


agressivo para se defender?
A maioria dos cães dão muitos avisos antes de reagir de forma agressiva, mas você precisa
saber o que observar na linguagem corporal para reconhecer os sinais. Um cachorro que fica
agressivo defensivamente, sempre irá preferir não entrar em uma briga sem que isso seja
necessário. Este cachorro sempre irá preferir que a pessoa ou outro animal deixe-o em paz e
demonstre um comportamento submisso, para que não haja necessidade de envolver-se em
conflitos desnecessários. Mas, ao mesmo tempo, ele estará pronto para defender-se, pois
estará sentindo-se com muito medo e raiva, muitas vezes ele adota uma combinação de
posturas medrosas e ofensivas. Normalmente, ele parecerá grande, com as orelhas
projetadas para cima e para a frente, e sua cauda estará mantida alta e rígida. Ele
concentrará seu peso diretamente sobre as quatro patas, ou sobre as patas dianteiras, ou
sobre as patas traseiras, dependendo da situação. Normalmente, isso depende de quanto ele
estará próximo da ameaça e se a sua intenção é de permanecer firme, e atacar ou recuar.
Normalmente, ele erguerá os lábios e mostrará os dentespodendo ou não enrugar o focinho.
Normalmente, rosnará. Geralmente a pelagem irá arrepiar-se. Se este cachorro fosse um ser
humano ele estaria pensando algo como: “Um bom ataque é a melhor defesa!” Mas na
verdade estes cães geralmente estão blefando e o que eles realmente desejam é fazer a
ameaça recuar.
MACHO OU FEMÊA
Essa é uma questão que pode gerar muita dúvida na hora de adquirir um cão da raça Pastor
Alemão. O macho é mais independente e a fêmea, mais dócil e submissa — mas ambos têm
o mesmo poder de guarda e companheirismo.
Analise cuidadosamente as características de cada gênero, conhecendo os tipos de
mudanças de comportamento e hábitos. Era comum, há algum tempo, achar que a fêmea só
dava trabalho — tinha o problema do cio, podia ficar prenha, não era tão boa guarda etc.
Outra crença comum era a de que as alterações hormonais na época do cio faziam com que
a fêmea ficasse "histérica" e hipersensível. Em outras palavras, a fêmea era considerada um
problema. Só de uns tempos para cá é que tais mitos foram caindo, a verdade foi aparecendo
e começou-se a perceber que nem o macho é tão fácil assim, nem a fêmea é tamanho
transtorno. Os dois sexos têm vantagens e desvantagens, e a questão é qual o perfil que
mais se adapta a você.
De fato, as fêmeas entram no cio duas vezes por ano, e isto pode ser complicado se você
morar num apartamento. Ou, ainda, se você morar num local onde sua fêmea não tenha
como ficar separada dos "pretendentes" que podem aparecer a sua porta.
Sabendo disso, os petshops estão cheios de opções interessantes para resolver tais
incômodos. Existem calcinhas higiênicas especialmente feitas para as fêmeas que moram
em apartamentos usarem "naqueles dias". Essas calcinhas são super absorventes e
impedem que seus móveis e tapetes fiquem sujos de sangue.
Outra boa opção é usar um spray anti-cheiro na fêmea. Esse spray costuma disfarçar o
cheiro do cio, fazendo com que cães de outras casas próximas não percebam que há uma
cadela no cio por perto. Tudo isso, no entanto, não dispensa os cuidados para que a cadela
fique longe dos garanhões — mas já ajuda bastante. O ideal mesmo é ter um quintal fechado,
ou pelo menos um canil, para evitar acidentes.
Essa dita "histeria" que acometeria a fêmea sempre que estivesse no cio também é lenda. É
fato que certas fêmeas podem ter seu comportamento alterado em função das alterações
hormonais. Porém tais fêmeas fazem parte de uma minoria, e mesmo estas nem sempre
sofrem de "histeria". Algumas ficam mais quietas, melancólicas; outras, mais irritadiças e
alteradas. Porém isto é uma exceção à regra. A chamada "gravidez psicológica" também
pode acometer algumas fêmeas, o que também se trata de uma minoria. A grande maioria
passa pelo período do cio sem maiores problemas.
Já os machos não têm cio, porém é comum que eles fujam de casa atrás das fêmeas quando
estas entram na fase de reprodução. Atraídos pelo cheiro do cio, eles escapam de suas
casas e, quando se dão conta, já estão em regiões absolutamente desconhecidas. Muitos
deles, inclusive, não conseguem voltar para casa depois. Portanto, se você se decidir por ter
um macho, nunca se esqueça de colocar uma placa nele com a identificação e o seu
telefone. Desta forma você dá oportunidade para que alguém possa entrar em contato para
informar onde está o seu cão.
Um problema comum, também, na época de acasalamento, é a disputa entre os machos pela
fêmea. Se há vários machos e só uma fêmea, esses machos vão brigar entre si para
estabelecer quem é o líder e, por consequência, quem tem direito a copular com a fêmea em
primeiro lugar. Essas disputas são terrivelmente desgastantes para os machos, pois
costumam durar vários dias. Além disso, neste período o macho nem mesmo se alimenta.
Conclusão: quando este cão volta pra casa, você tem de volta um macho todo machucado,
fraco e, invariavelmente, precisando de uma visita urgente ao veterinário.
A demarcação de território é outra questão delicada relativa ao macho. Apesar de não ser
compulsório, tal comportamento é perfeitamente normal e esperado de um cão macho
adulto. É uma questão hormonal, e não de educação. No mundo canino, os machos líderes
costumam demarcar seu território — com uma secreção de cheiro bastante forte — para
mostrar que tal território já tem dono. Este comportamento, porém, não é uma regra. Muitos
cães não apresentam tal comportamento, seja por não serem líderes natos, por não
compartilhar territórios com outros cães ou, ainda, por não serem socializados. Além disso,
na maioria dos casos esse comportamento pode ser controlado e possivelmente eliminado,
desde que seja trabalhado assim que começa a se manifestar.
Quem é o melhor guarda?
Outro mito bastante difundido é o de que o cão macho é melhor cão-de-guarda que a fêmea.
Tal mito deve estar ligado à idéia de que um bom cão-de-guarda deve ser necessariamente
muito agressivo, e, por uma questão hormonal, os machos são sabidamente mais agressivos
que as fêmeas. Em primeiro lugar, o bom cão-de-guarda não precisa ser agressivo; precisa
ser valente. Além disso, é certo que muitas fêmeas podem ser muito mais valentes que
muitos machos. Não é o sexo do cão que vai determinar sua valentia, mas, sim, o seu
temperamento. Há aqui uma diferença interessante: as fêmeas costumam guardar as
pessoas, os machos, guardam o território. Tal diferença provavelmente se dá devido a sua
vida selvagem, onde os machos cuidam do território e as fêmeas, dos filhotes e membros
mais fracos da matilha.
Outra questão a se abordar é que os cães machos podem ser facilmente distraídos se for
jogada uma fêmea no cio (ou mesmo simplesmente jogando-se um pano com cheiro de cio)
no terreno que ele guarda. O instinto de reprodução é muito forte, e se sobrepõe a todos os
outros. O macho abandonará seu posto sem pestanejar, indo atrás da fêmea. Já as fêmeas
dificilmente podem ser ludibriadas tão facilmente, inclusive por serem mais desconfiadas.
Em favor dos machos é preciso falar de sua inegável beleza. Na grande maioria das espécies
animais, o macho é infinitamente mais bonito que a fêmea. Como em muitos casos temos
muitos machos para poucas fêmeas receptivas, a competição entre eles é muito mais
acirrada, fazendo com que em muitas espécies tenhamos machos lindíssimos, e fêmeas
absolutamente sem graça. O macho é muito mais forte, robusto, tem um porte mais bonito e
um ar de majestade que a fêmea não tem.
Outra diferença importante a ser considerada: é muito mais fácil termos um macho brigão
do que uma fêmea brigona. As fêmeas costumam estabelecer a liderança entre elas de
forma mais rápida, clara e muito mais duradoura. Ao contrário dos machos, as fêmeas não
costumam desafiar a fêmea-líder para tomar-lhe a liderança. Uma vez estabelecida a
hierarquia, esta durará muitos anos, ou até que esta fêmea-líder não tenha mais condições
físicas para manter este posto. Só então ela será destronada. Isto acaba por determinar um
comportamento social muito tranquilo e menos competitivo entre as fêmeas. E, como é
muito improvável que um macho a ataque, se ela for bem socializada e souber respeitar as
regras do mundo canino não terá muitos problemas nas ruas e praças na companhia de
outros cães. Já no caso de um macho, este relacionamento social pode mudar radicalmente
quando ele entrar na puberdade.
Vale ressaltar que muito dos comportamentos e características descritos aqui são devidos
ao desenvolvimento hormonal do cão. Por isso mesmo, muitos deles podem ser evitados, ou
ainda controlados, através da castração do cão.
Se sua intenção é criar, procure adquirir uma fêmea, pois o padreador (macho) é mais fácil
de encontrar do que matrizes de boa categoria. Normalmente, quando há o acasalamento, o
dono da fêmea dá para o dono do macho um filhote macho ou fêmea ou o valor de um filhote
em dinheiro.
O acasalamento da fêmea deve ser feito após 18 meses de vida e o do macho, após 24
meses.
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GUARDA - COSTAS

Para ser um bom guarda-costas o cão deve garantir proteção ao dono em locais públicos,
sem se lançar a ataques desnecessários. Quando adestrado, o Pastor Alemão desenvolve
uma intimidade tão grande com o dono, fica tão
confiável, que em certas ocasiões pode andar solto a seu
lado. O Pastor Alemão é capaz de entender sinais sutis, como um barulho da boca do dono,
um estalar de dedos, um olhar, um pequeno gesto. A um comando desses pode atacar,
interromper o ataque, ser repreendido.
Tanto na rua como em seu carro, o Pastor Alemão aceita a aproximação de estranhos sem
reagir. Mas, caso a pessoa vá em direção ao dono com gesto de ataque, prepara-se
imediatamente para o ataque. E, ao perceber perigo iminente, ataca sem piedade — sua
perceção de perigo é de 100%.
O Pastor Alemão reage velozmente a estímulos externos; é capaz de desequilibrar o
atacante em fração de segundos e imobiliza o infeliz do atacante até a voz de comando de
seu dono para soltar. A precisão e a rapidez do Pastor Alemão são seus pontos fortes.
É a raça ideal para quem quer realmente ter um guarda-costas
com excelente temperamento, que convive bem com crianças,
que na rua não está nem aí para quem está passando e nem liga para cachorros latindo
(certos atacantes soltam, por exemplo, cães para correrem para que o Pastor os sigam e,
assim, o atacante fica tranquilo para assaltar o dono do cão). Por tudo isso ele é
considerado o cão mais atento, o que tem mais sentido de guarda, literalmente falando, e o
mais versátil dos considerados cães-de-guarda.
Passear de carro com um Pastor Alemão, nem que seja para lhe acompanhar até um
supermercado, por exemplo, lhe oferece mais segurança. E se algum lugar proibir a entrada
de animais, o Pastor Alemão te espera tranquilamente do lado de fora.
O Pastor Alemão é a raça ideal para quem não quer um cão-de-guarda que amedontre as
pessoas, que seja violento, que devore o portão quando vê alguém passando em frente, que
tem que ser preso quando chega visitas etc.
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Seu novo pastor alemão
O Pastor Alemão tem a reputação de ser leal, ter uma única pessoa, proteger seu dono e,
naturalmente, suspeitar de estranhos. Segue o perfil de um dos cães mais populares.
Pastores Alemães foram criados na Alemanha no final do século dezenove como pastores.
Desde então, sua versatilidade e adaptabilidade permitiu com que ficassem populares entre
proprietários ao redor do mundo. Atualmente são usados pela polícia e pelo exército como
cães de guarda e farejadores, pelos cegos como cães guia e por fazendeiros como pastores.
Como animal de estimação, a melhor característica do pastor é sua lealdade à família. Esta
lealdade, combinada com uma natural desconfiança em relação a estranhos, faz com que o
Pastor Alemão seja um excelente protetor para a família e para a casa, caso seja mantido
sob controle. Quando trouxer um novo Pastor Alemão para dentro de sua casa, é importante
não permitir com que se ligue demasiadamente a um único integrante da família. É uma boa
idéia fazer com que a família toda participe de seu treinamento, dos cuidados com ele, e de
sua alimentação. Lembre-se de que, diferente de outras raças, ele não irá aceitar estranhos
imediatamente, e pode não gostar de ser acariciado por outras pessoas até ter aprendido a
confiar nelas. Como com todos os cães, é importante ensinar a seu Pastor Alemão bons
modos sociais desde pequeno. Se for mantido afastado de outros cães, irá ficar frustrado e
logo poderá ter problemas de comportamento. Aulas de adestramento são uma boa forma de
permitir com que seu cão socialize com outros cães e aprenda a importãncia de bom
comportamento. Lembre-se de que Pastores Alemães têm um instinto natural de correr atrás
de outros animais, então, ao invés disso, tente encorajar seu cão a correr atrás de
brinquedos. Também mantenha em mente que estes cães adoram mastigar, então evite
estragar pertences valiosos dando a ele outros objetos para mastigar! Para que você e seu
Pastor Alemão vivam felizes juntos, é importante mantê-lo bem exercitado e estimulado.
Aulas de adestramento, brinquedos e jogos são boas formas de manter seu cão ocupado.
Brincadeiras como esconder sua comida pelo jardim ou enfiá-la em brinquedos
providenciarão bastante entretenimento para você e seu cão. Como acontece com todos os
animais, você deve dar a seu Pastor Alemão duas pequenas refeições diárias, ao invés de
uma grande. Permita com que digira sua refeição por pelo menos uma hora antes de
começar a fazer exercícios. Uma ração seca deve providenciar todos os nutrientes de que
seu cão necessita. Cuidar da pelagem é essencial para Pastores Alemães com pelos longos
e curtos. Esta raça tem uma pelagem grossa e cuidados regulares são essenciais para
estimular os óleos naturais da pele e para remover os pêlos mortos. Lembre-se de que cuidar
do pêlo é uma ótima forma de fortalecer a ligação que tem com ele. Tente não dar mais
banhos do que necessário em seu cão, pois isso pode fazer com que os óleos naturais saiam
de seu pêlo. Use um shampoo leve para tirar qualquer sujeira pesada e enxagüe bem sua
pelagem. Por último: não esqueça de levar seu animal ao veterinário para check-ups
regulares e mantenha suas vacinas em dia
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Marcadores: Dicas de Cuidado

Reaçõe

s:
Notável na sua inabalável lealdade. Fiel e verdadeiro até a última batida de seu coração.
Nunca ocioso. Sempre em movimento. Bondoso, mas não um bajulador.
Um constante prazer para os olhos e para a alma.

Yuri da Casa Chaplin

O Pastor Alemão não é um cão da moda. Há mais de um século é uma raça em constante
processo e melhoramento genético, em todo o mundo.

É uma das poucas, senão a única, em que se investe continuamente no controle da displasia
coxo semural e de cotovelo bem como no controle de temperamento. A divisão existente na
criação da raça e que criou a dicotomia cães de estrutura e cães e trabalho, hoje já não é
tão estanque.

Há uma necessidade de se criar cães bonitos, robustos, fortes, com menos displasia e com
temperamento compativel com as funçoes para as quais se destina, ou seja, um cão de
guarda e de companhia.

Poder-se-ia dizer, um cão de agressividade controlada, ou seja, deve ter a agressividade


necessaria para fazer a defesa do território e das pessoas que guarda. Nada acima disso. E
nada abaixo.
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Reaçõe

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O Pastor Alemão
Ainda como caçador, no período paleolítico, o homem era acompanhado nas suas andanças
pelos continentes europeu e asiático, e mesmo na viagem para a América do Norte, por cães
selvagens que se alimentavam dos restos dos animais caçados.
Tornando-se sedentário, necessitando proteger as plantações e criações de animais,
principalmente ovelhas, fornecedoras de carne e lã , o homem viu no cão o vigia necessário
e o domesticou.
No norte da Holanda e no Turquestão foram encontrados esqueletos de cães e de uma
espécie domesticada de ovelha que teriam vivido há 8000 anos, mostrando a estreita
relação entre os dois animais.
A continuidade ancestral do pastor alemão atual pode ser comprovada pela semelhança
entre eles e fósseis de cães que teriam vivido na Idade do Bronze e, na Alemanha, entre os
séculos XII e XIII.
Desenvolvendo a agricultura extensiva, sem cercas, os alemães necessitavam de cães que
evitassem a invasão das culturas pelas ovelhas. Para essa atividade foram criados todas as
famílias de cães pastores.
Assustadiças e debandando pelo simples pânico de um só elemento, o pastoreio das ovelhas
exige um animal forte e com movimentação desenvolta com o mínimo gasto de energia.
O moderno cão pastor alemão teve sua origem no cruzamento de cães usados no pastoreio
nas regiões alemãs de Wüttemberg, da Turíngia, das duas Saxônias e da Germânia
meridional.
Em 1899 foi fundada a Verein für Deutsche Schäferhunde (SV), hoje sediada em Augsburg e
possuindo mais de 100 000 sócios distribuídos por 19 sociedades estaduais alemãs. O
primeiro cão registrado na SV foi Hektor Linksrein, mais conhecido por Horand v. Grafrath,
de propriedade do capitão da cavalaria Max v. Stephanitz, uma das maiores lideranças do
programa de unificação da raça. Horand deu origem ao tronco genético responsável por tudo
que hoje existe do pastor alemão. A SV influencia a criação pastoreira em todo o mundo.
O pastor alemão é o cão que provoca mais emoções no
público. Usado pelas forças militares alemães nas duas
Grandes Guerras foi odiado pelos aliados, proibido de
entrar em alguns países e teve o nome trocado para
pastor alsaciano. Felizmente, por suas atividades de
guarda, guia de cego, pastoreio, farejador, companheiro,
cão policial e estando presente no salvamento em todas
as catástrofes que atingem a humanidade, o pastor
alemão mudou esta imagem. Hoje é a única raça de cães que está entre os três primeiros
lugares em registros de filhotes em quase todos os países com cinofilia adiantada.
O standard da raça seguido no Brasil, o do FCI, exige um cão harmonioso, substancioso,
nobre, expressão forte e valente sem ser hostil. A foto abaixo é de Leif v.d. Noriswand, um
dos mais bonitos e perfeitos pastores alemães da atualidade. Deve ser um animal mais longo
que alto, numa proporção de 10:8.8. Mediano, com altura, medida na cernelha, entre 55 a 60
cm para as fêmeas e 60 a 65 cm para os machos. Excetuando o branco, todas as cores são
permitidas. O cinza ferro, o cinza com partes amarelas, o preto e o amarelo com capa preta
são as cores mais encontradas, sendo aceita pequena mancha branca no peito.

Na foto ao lado um dos


melhores padreadores da linha
de trabalho de todos os
tempos, o Fero v. Zeuterner
Himmelreich
A pelagem é dupla, o pêlo denso e um sub-pêlo, situado mais profundamente e que, como
uma lã de vidro, protege o animal contra insetos, umidade e temperaturas extremas. As
típicas orelhas devem ser bem implantadas, moderadamente pontudas, largas na base,
abertas para a frente e trazidas eretas quando em atenção e com as linhas medianas
perfeitamente verticais e paralelas entre si.
Olhos medianos, amendoados, implantados obliquamente, com a coloração mais escura
possível e nunca salientes. Pescoço forte que, quando o animal está em movimento, mantém
perfeito prolongamento entre a cabeça e o tronco. A garupa deve ser longa, de boa largura e
levemente inclinada. A cauda deve ser cheia, com implante disfarçado na garupa; em
repouso desce suavemente em curva tipo sabre e, em movimento, eleva-se tornando um
prolongamento do dorso. Importantíssimo no pastor alemão são as angulações dos trens
anterior e posterior. As angulações dos membros posteriores consistem de uma série de
ângulos retos entre os ossos. Com o membro fletido, o fêmur e a tíbia e a tíbia e o metatarso
devem formar ângulos aproximados de 90 graus e o eixo do coxal forma um ângulo de 45
graus com o plano horizontal do dorso. No trem anterior, o úmero e a escápula formam um
ângulo de 90 graus, o metacarpo deve ter uma inclinação de 30 graus em relação ao solo, a
escápula deve formar um ângulo de 45 graus com o plano horizontal da linha superior e o
pescoço um ângulo de 45 graus com a linha do dorso. Há uma correlação entre os ângulos
formados pelos ossos dos trens anterior e posterior. O tamanho dos ossos são também
muito importantes, devendo o fêmur e a tíbia serem do mesmo comprimento, assim como a
escápula e o úmero.Estas características
angulares, aliadas a uma forte musculatura,
permitem ao pastor alemão realizar, sem grandes
esforços, a sua marcha elástica, ampla e
harmônica que caracterizam o trotador por
excelência. Os membros movimentam-se em diagonal e em dois tempos: ao impulsionar com
o membro traseiro esquerdo avança o anterior direito e ao impulsionar com o traseiro direito
avança o dianteiro esquerdo. Num determinado momento, os quatro membros ficam fora do
chão com o animal livre no ar sem apoio (trote flutuante). Diferentemente de outras raças,
durante o movimento os pés aproximam-se da linha média do corpo permitindo maior
rendimento e um maior equilíbrio. Uma máquina de andar.
Padrão da Raça

Leif v.d. N Leif v.d. Noriswand

STANDARD OFICIAL PARA A RAÇA PASTOR ALEMÃO


(Standard FCI Nº 166/23.03.1991/D.)
O cão Pastor Alemão ressalta logo à primeira vista como um animal harmonioso, bem
proporcionado, mais logo do que alto e com um perfeito equilíbrio entre todas as diversas
partes do seu todo. É um animal nobre, forte e vivaz, substancioso, sem ser grosseiro,
evidência tanto em repouso como quando em repouso como quando em movimento, perfeito
apuro muscular e lapides, tal um atleta em perfeita forma.
É dotado de uma personalidade marcante, expressão direta e destemida, sem contudo se
mostrar hostil, confiança própria, firmeza de nervos e uma certa reserva que não o
predispõe à amizades imediatas e indiscriminadas; enfim de uma nobreza natural e
marcante, seguro de si e que por si só impõe confiança, respeito e admiração.
Seus caracteres sexuais secundários são evidentes, dando ao exemplar, logo a primeira
vista, a aparência de um macho ou de uma fêmea; aqueles com um porte e comportamento
decididamente masculino e estas inconfundivelmente femininas, insertas, porém, de
qualquer fragilidade estrutural ou brandura de temperamento.
PELAGEM
Cão Pastor Alemão possui pelagem dupla; sub-pêlo e sobre-pêlo. A quantidade de sub-pêlo
vária conforme a estação do ano e o tempo de vida ao ar livre, mas deve estar sempre
presente, a fim de protegê-lo da água, temperaturas extremas e insetos. A sua ausência é
considerada como falta e como tal punida.
O sobre-pêlo apresenta-se em 3 (três) tipos:
PÊLO RIJO NORMAL: Neste tipo, ideal, o sobre-pêlo é o mais denso possível, composto de
fios retos, duros, e bem deitados ao corpo. A cabeça inclusive, interior das orelhas, partes
interiores das pernas, patas e dedos são providos de pêlos mais curtos e menos ásperos. Já
no pescoço a pelagem é levemente mais comprida e forte. Nos membros dianteiros e
traseiros os pêlos são em seus anteriores levemente mais curtos e bem deitado ao corpo:
alonga-se e elevando-se para as faces posteriores em extensão aos metacarpos e jarretes,
chegando, quando nas coxas, a formar calças moderadas.
O comprimento nesse tipo vária levemente na média dos 5 (cinco) centímetros, todavia o
muito curto, chamado de rato, ou topeira é indesejável.

PÊLO RIJO COMPRIDO: Os fios são mais alongados, nem sempre retos e antes de mais nada
não bem deitados ao corpo. Na parte inferior das orelhas e em suas faces posteriores, já
bem mais alongados e delicados, formados por vezes tufos. Nas faces posteriores dos
membros, assim como na inferior da cauda, pelo seu alongamento, chegam a formar
bandeira e, quando nas coxas densos culotes. O tipo de cauda é sempre tufado. Esse tipo de
pelagem não se apresenta com a mesma resistência da normal, razão porque é indesejável,
permitindo-se, todavia, na reprodução os possuidores de sub-pêlo denso em todo o corpo.
PÊLO COMPRIDO: Ë bem mais alongado que o precedente, mais sedoso e ondulado,
repartindo-se normalmente em dois ao longo da linha de dorso, caindo para os flancos.
Geralmente, esses animais são dotados de peitos mais estreitos com formação de focinho
mais afilado. Este tipo, indesejável, deve ser proibido à reprodução.
COLORAÇÃO
Excetuando o branco, todas as cores são permitidas no cão Pastor Alemão: preto, cinza-
ferro, cinza ou unicolor ou com partes marrom, amarelo, bege e cinza claro, capa-preta e
todas as suas variações. Em todos esses tipos, uma pequena mancha branca no peito não é
sinal de defeito.
O sub-pêlo é, com exceção dos animais pretos, sempre levemente colorido.
A coloração do filhote é somente definida quando do aparecimento do sobre-pêlo definitivo.
PIGMENTAÇÃO
No cão Pastor Alemão todas as colorações deverão ser fortes, ricas e de pigmentação bem
definida sem o menor indicio de desbotamento. Sinais de despigmentação como: olhos
claros, unhas brancas, partes internas dos membros, inferior no tronco e cauda
esbranquiçada, deverão ser penalizadas de acordo com sua intensidade. Os brancos e os de
características albinos, serão desqualificados e vetados a reprodução.
ESTRUTURA
O cão Pastor Alemão é um cão de utilidade, trotador por excelência e, como tal, sua
estrutura foi criada para atender às exigências de seu trabalho sob as mais diversas
condições.
ALTURA: É um animal levemente acima do tamanho médio. A sua altura, medida por uma
perpendicular tirada da ponta da cernelha, com a pelagem comprida, ao solo em nível,
tangenciando o cotovelo, deverá ser:
Para os machos: de 60 a 65 cm.
Para as fêmeas: de 55 a 60 cm.

Variação para mais ou para menos diminuem o seu valor com cão de utilidade e como tal
deverão ser penalizados.
COMPRIMENTO: É tomado em perfeita horizontal da ponta do externo a ponta do esquio.
PROPORÇÃO: O cão Pastor Alemão é mais comprido do que alto e a fim de melhor poder
cumprir as finalidades para a qual foi criado, a proporção ideal, entre comprimento e altura é
aquela compreendida na razão de 10:8.8.
CABEÇA: Forte e de traços bem marcantes, caracterizando-se pela nobreza. Deve ser bem
proporcionada ao corpo sem contudo ser grosseira, muito embora um certo grau de
rusticidade, especialmente nos machos, seja falta menor do que um super-refinamento.
CRÂNIO: Moderadamente largo entre as orelhas. Quando visto de frente, a lesta é somente
um pouco abaulada, sem sulco central ou então só levemente abaulada, vai se inclinando e
afilando em direção ao encaixe do focinho onde forma um "stop" obliquo não muito marcado,
mas sempre presente.
FOCINHO: Em forma de cunha, alongado e forte, sua linha superior praticamente reta é
paralela a um prolongamento imaginário da linha da testa. Visto de frente, com boa base e
de narinas bem desenvolvidas, delineadas e sempre úmidas.
BOCHECHAS E LÁBIOS: De bom desenvolvimento, correndo lateralmente numa curvatura
suave e sem projetar-se para a frente. Lábios fortes, firmes e bem aderidos oferecendo
perfeito fechamento á boca.
MAXILARES: Fortemente desenvolvidos, oferecendo perfeito e sólido encaixe aos dentes. O
inferior fraco, estreito e curto, aparentado proeminência do focinho é falta e como tal
punida.
ORELHAS: Devem ser moderadamente pontudas, bem implantadas, largas na base, abertas
para a frente e trazidas eretas quando em atenção: sendo ideal aquela posição na qual suas
linhas medianas sejam perfeitamente verticais e paralelas entre si.
Bem inseridas, bem coladas e bem trazidas e equilibradas com a cabeça contribuem para a
aparência e expressão do animal.
Orelhas muito pequenas, muito grandes, de inserção baixa, abertas, não firmes, caidas e
operadas são indesejáveis. As mortas devem ser proibidas à reprodução.
Os filhotes, usualmente, não se erguem permanentemente antes do 4º ao 6º mês e algumas
vezes ainda mais tarde.
OLHOS: De tamanho médio, amendoados, implantados obliquamente e nunca salientes. A
sua cor deve ser a mais escura possível, tolerando-se todavia os mais claros desde que se
harmonizem perfeitamente com a coloração geral do animal. Sua expressão deve ser bem
viva, inteligente e serena.
DENTES: Em número de 42 (20 superiores e 22 inferiores) na dentição definitiva, fortemente
desenvolvidos, branquíssimos e de perfeita implantação. Com a boca fechada a face interna
dos incisivos superiores deverá atritar com a face externa dos incisivos inferiores
(mordedura em tesoura) o que dá ao animal uma presa mais segura e um menor desgaste
dos mesmos. Quando os incisivos da arcada inferior deixarem de atritar com a face interna
dos superiores, separando-se, haverá prognatismo superior, o que constitui uma falta.
Quando os incisivos superiores baterem contra os incisivos inferiores (mordedura em
torquês) é de todo indesejável. A face interna dos incisivos inferiores atritando com a face
externa dos incisivos superiores ou os sobrepujando, apresentando-se o prognatismo inferior
que constitui uma falta muito grave.
A ausência de qualquer dente, é falta e como tal punida de acordo com as normas. Dentes
de cinomose descoloridos, quebrados e gastos serão punidos de acordo com a gravidade.
PESCOÇO: Deve ser forte, musculoso, bem torneado, oferecendo uma ligação harmônica
entre cabeça e tronco completamente livre de dobras ou peles soltas em sua parte inferior.
Com o animal em atenção, cabeça e pescoço devem alçar-se; quando em movimento o porte
ideal será com a cabeça mais a frente e em perfeito prolongamento do dorso e cernelha e
nunca para o alto ou para baixo.
LINHA SUPERIOR: Esse conjunto deve oferecer uma continuidade harmônica entre Cernelha,
Dorso, Lombo, Garupa e Cauda; perfeitamente equilibrado.
CERNELHA: Deve ser forte, bem desenvolvida e conformada, mais alta do que o dorso e
inclinando-se levemente para este, oferecendo um perfeito encaixe das omoplatas (e
vértebras).
DORSO: Perfeitamente reto e horizontal, fortemente desenvolvido, sem abaulamentos ou
convexidades e relativamente curto.
LOMBO: Quando visto pôr cima, deve ser largo e forte unindo-se suavemente ao dorso, e
quando visto de lado, não apresenta espaço entre a última costela e a coxa.
GARUPA: Longa, de boa largura e levemente inclinada e bem recoberta de músculos. Garupa
horizontal ou plana, muito curta ou caída são consideradas como faltosas e ideal aquela que
apresenta uma inclinação de perto de 30º com a linha do dorso, partindo desta em ligação
suave.
CAUDA: Cheia, devendo a última vértebra alcançar, no mínimo, a ponta do jarrete e
usualmente ainda mais baixo; de inserção disfarçada tipo sabre. Quando o animal em
movimento, a cauda deve elevar-se tornando-se um prolongamento do dorso; maiores
elevações depreciam a aparência sendo permissíveis em caso de excitação, até uma linha
imaginária que seria a perpendicular sobre a sua inserção: ultrapassá-la ou não sair de
repouso (cauda morta) é falha.
Cauda em gancho e algumas vezes em lateral é indesejável. Caudas cortadas ou aparadas
desqualificam; as muito curtas e as de extremidades rombudas, devido à anquilose,
acavalamento ou fusão de vértebras são faltosas.
TRONCO: A estrutura geral do corpo deve dar a impressão de profundidade e solidez, mas
sem excesso de volume. O seu comprimento deve ultrapassar a altura da cernelha na
proporção devida, os curtos e alongados deverão ser personalizados.
ANTEPEITO: Iniciando-se no pró-externo, bem cheio e descendo bastante entre os membros
sem, contudo, ultrapassar a ponta do cotovelo; não revelando largura demasiada e muito
menos qualquer indício de concavidade.
ANTEPEITO: Iniciando-se no pró-externo, bem cheio e descendo bastante entre os membros
sem, contudo, ultrapassar a ponta do cotovelo; não revelando largura demasiada e muito
menos qualquer indício de concavidade.
PEITO: Profundo e de boa capacidade oferecendo bastante espaço para pulmões e coração.
Bem projetado para a frente com o pro-externo salientando-se bem a frente dos ombros,
quando cisto lateralmente.
COSTELA: Devem ser de boa saliência com relação à coluna vertebral, inclinando-se para
trás com relação à esta em ângulo perto de 45º. Bem espaçadas e desenvolvidas, unindo-se
em baixo ao estremo que desce suavemente acima do ponto do cotovelo. Não devem Ter
curvatura em forma de barril e não serem achatadas.
ABDOMEN: Firme, nunca flácido nem caída. A linha inferior é apenas levemente entrante nos
flancos, mas nunca esgalgada, sendo nas fêmeas muito menos acentuada no que nos
machos.
MEMBROS:
Dados a sua condição de trotador, no cão Pastor Alemão os membros devem ser
proporcionados e angulados de tal maneira que permite, sem uma alteração de sua linha
superior, avançar as pernas propulsoras próximas ao centro de gravidade do animal, assim
como distender as anteriores em igual extensão.
ANGULAÇÕES ANTERIORES: AS omoplatas devem ser compridas e bem coladas ao corpo,
ficando suas extremidades superiores bem unidas para a frente, num ângulo de 135 graus
com a linha de dorso, em direção ao ponto onde articula com o úmero(braço) de igual
comprimento, formando o ângulo escápulo-umeral bem próximo aos 90 graus. O conjunto
assim formado, denominado ombro, deve apresentar-se consistente, bem colado ao corpo,
musculoso e nunca solto ou entrante.
POSTERIORES: Deve também consistir numa série de ângulos retos, considerados os ossos
em relação uns aos outros. O fêmur (osso da coxa) deve ser paralelo à omoplata e a tíbia
(perna) ao úmero. O conjunto da coxa deve ser largo e bem musculoso, com o fêmur e a tíbia
alongados e de igual comprimento, formando entre si um ângulo próximo também a 90º.
PERNAS: Os ossos das pernas, ante-braço, devem ser retos e ovalados; nunca redondos,
chatas ou com esponjocidades. Como duas pilastras, perfeitamente verticais ao solo sob
todos os ângulos, devem equilibrar com a massa do animal, e sem serem grosseiros,
contribuírem para a impressão geral de substância. Ossos tortos, mal aprumados, de
formação raquítica são decididamente indesejáveis.
METACORPOS: De comprimento médio, firmes e fortes; oferecendo bastante molejo. Devem
formar com a linha de solo um ângulo próximo a 60º e, quando vistos de frente, situarem-se
no mesmo eixo das pernas. Os eretos, cedentes e desviados são indesejáveis.
METATARSOS: Curtos, lisos, de seção bastante forte; salientando-se em ponta resistente e
bem definida. Quando o animal em perfeito "Stay" e de perna avançada, forma um ângulo de
45º com a linha de solo e o recuado situa-se em perfeita vertical vistos por de trás
perfeitamente paralelos e colocados no prumo de encaixe na bacia.
PÉS: Fortes, compactos, com dedos bem arqueados; providos de almofadas grossas, bem
unida, duras e de bastante espessura; unhas curtas, fortes e escuras. Ergots encontram-se
as vezes em determinadas linhagens, devendo ser cortados após o nascimento. Os
chamados "pé de gato", assim como os finos, de dedos espalmados e os de "lebre" são
indesejáveis.
MOVIMENTAÇÃO
É desembaraçada, harmônica, ampla e elástica: parecendo, sem esforço, macia e ritmica.
Trotador por excelência, sua andadura se processa pela forma mais simples; em 2 tempo,
isto é, em diagonal. Ao propulsionar com o traseiro esquerdo avança o dianteiro esquerdo,
tudo numa sequência rápida, rente ao chão, sem qualquer deles se elevarem alto, quer no
seu impulso traseiro, quer no alcance dianteiro.
Atingindo bem a frente na mediana do corpo próximo ao centro de gravidade, o forte
propulsor agarra-se ao chão e então, metatarso, joelho e coxa, entrando em ação empuxo
fortemente para trás, transmitindo através da garupa ao lombo, dorso e cernelha um
vigoroso impulso aos anteriores ocasionando a abertura dos ombros em sua máxima
amplitude o que vem permitir às pernas dianteiras alcançarem o mais possível a frente em
perfeito equilíbrio com o avanço traseiro, sem perda em rendimento; movimento esse
mantido graças às perfeitas correlações angulares e a completa coordenação muscular do
conjunto.
As pernas do cão Pastor Alemão não se movimentam em linhas paralelas e separadas como
em outras raças, mas seus pés aproximam-se sempre da linha mediana do corpo, para a
manutenção do equilíbrio e maior rendimento durante o trote e é por essa razão que, quando
visto pela frente ou por trás, seus pés parecem movimentar-se juntos; não devendo todavia,
nessa sequência, cruzarem-se, oscilarem os jarretes ou forçarem os joelhos para fora, o que
seria falta. Em todo esse movimento há sempre um ponto de apoio, todavia, nos melhores
exemplares dotados de ideias angulações, posição de garupa e perfeita firmeza da linha
superior, dando sequência rápida de passadas e ideal coordenação muscular, chega o
momento em que o animal mantém-se completamente livre no ar sem nenhum apoio e a isso
se denomina "Trote flutuante", condição somente alcançada em cães pertencentes a raça
Pastor Alemão.
CARÁTER E TEMPERAMENTO:
Temperamento forte, caráter incorruptível, firmeza de nervos, atenção, fidelidade, coragem e
alto espírito de luta são caracteristicas marcante da raça; todavia, embora não dado a
amizade imediatas e indiscriminadas, quando em companhia de seu condutor deverá
permitir a aproximação calma de estranhos, denotando confiança e perfeita controle
nervoso mas, quando exigido, ardente e alerta, capaz e desejoso de servir com toda a força
de seu caráter e temperamento.
AVALIAÇÃO DE FALTAS:
DESQUALIFICANTES: Albísmo - animais brancos - orelhas aparadas - orelhas mortas - caudas
cortadas - caudas mistificadas - monorquidos - criptorquidos - descontrole nervoso - medo
de tiro.
MUITO GRAVES: Prognatismo inferior - falta de 4 pré-molares ou outro qualquer dente
excetuado o 3º molar - Caudas de extremidades rombuda - timidez - Falta de confiança -
nervosismo - agressividade exagerada - mordedor de medo - sensibilidade ao tiro.
GRAVES: prognatismo superior - falta de 3 pré-molares ou de um terceiro pré-molar o de um
terceiro pré-molar o de um terceiro pré-molar - dentição cariosa - sinais fortes de
despigmentação - maxiliares fracos - caudas muito curtas - caudas enrroscadas - ausência
de sub-pêlo - falta de nobreza - apatia - indiferença - falta de harmonia e proporção -machos
afeminados - fêmeas masculinizadas - falta na linha superior - faltas em aprumos -
raquitismo - falta de expressão típica do cão d Pastor Alemão.
SIMPLES: mordedora em torquês - falta de 2 pequenos pré-molares - mau porte de orelhas -
cabeça refinadas - focinhos alongados - faltas na conformação de pés - deficiência muscular
- pelagem imprópria - dentes afetados (descoloridos, gastos, escuros, estragados por
cinomose, etc) - olhos claros.
MENORES: falta de um pequeno pré-molar - mau porte de cauda - olhos arredondados - olhos
salientes - pelagem imprópria por condições temporárias - musculatura labial enfraquecida -
pele solta no pescoço (barbela).
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Adaptação do Filhote
Dicas de adaptação do filhote
Sempre que compramos um cão, uma das primeiras coisas que pensamos é: Será que ele vai
chorar durante a noite? Para resolvermos esse e diversos outros problemas que os filhotes
podem apresentar nos primeiros dias em sua nova casa, ai vão algumas dicas.
O filhote chora durante os primeiros dias por sentir falta dos irmãos, da mãe ou por estar em
uma ambiente desconhecido. Para amenizar essa falta de companheiros, devemos fazer uma
cama com toalhas, forrada com uma caixa de papelão por baixo. De ao filhote alguns
brinquedos para ele se distrair e brinque com ele o maior tempo possível. Durante a noite,
aqueça água e coloque em garrafas pet, colocando-as embaixo das toalhas. Dessa maneira o
filhote ficara mais aquecido, sentindo menos falta de seus irmãos.
Mantenha o filhote em um local fechado e forre todo o chão com jornal, para facilitar a
limpeza. Após alguns dias mantenha apenas uma parte do local onde ele permanece com
jornal. Em nosso canil, acostumamos os filhotes com jornal desde os primeiros dias de vida,
para que eles façam suas necessidades sempre no mesmo local, facilitando assim a limpeza
e higiene. Além disso, quando os animais vão para a casa do proprietário, procuram o local
com jornal.
Depois do animal adaptado ao seu novo lar e com seus donos, acostume o filhote no local
onde ira viver durante a idade adulta. Coloque o jornal no local onde achar mais adequado
para ele fazer suas necessidades. Não se esqueça de sempre manter uma vasilha com água
limpa e fresca para seu filhote.
Todo filhote de Pastor Alemão adora brincar com objetos. Evite deixar objetos de madeira,
ferro ou plástico no ambiente do filhote, pois, conforme o animal vai se adaptando ele vai se
sentindo a vontade, querendo brincar com tudo que esta ao seu alcance.
Quando você tiver que reprimir seu filhote por alguma coisa que ele não deveria ter feito,
não bata nele, reprima-o com um comando de voz, no momento em que o fato acontecer. Não
deixe o animal acuado, com medo de você, mas sim que ele saiba que fez algo de errado e
que você não gostou. Evite reprimir o cão e logo após agradá-lo ou ficar brincando com seu
filhote. Deixe o animal entender que você não ficou feliz com ele, mas que foi por causa
somente daquele motivo. Essa técnica deve ser usada com o cão após atingir a fase adulta
também.
Durante os primeiros vinte dias de adaptação em sua nova casa, procure não deixar o filhote
por muito tempo sozinho, afim de que ele se acostume mais rapidamente com seus novos
donos. Transmita ao animal que você esta feliz com ele, para que sua adaptação seja ainda
mais rápida. Brinque bastante com o filhote, fazendo com que ele sinta confiança em seu
novo proprietário e mais rápido se esqueça da mãe e de seus irmãos, criando o vínculo cão-
homem o mais rápido possível. Isso faz muito bem tanto para o cão quanto para o
proprietário.