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RESOLUÇÃO CFP N.

º
007/2003

𝛙
RESOLUÇÃO CFP 007 / 2003

Art. 1º

INSTITUI

MANUAL DE ELABORAÇÃO

DECORRENTES DE
DOCUMENTOS ESCRITOS
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

PRODUZIDOS PELO PSICÓLOGO


RESOLUÇÃO CFP 007 / 2003

Art. 2º
ITENS

MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS ESCRITOS

PRINCÍPIOS MODALIDADES DE CONCEITO VALIDADE DOS GUARDA DOS


NORTEADORES DOCUMENTOS FINALIDADE DOCUMENTOS DOCUMENTOS
ESTRUTURA
RESOLUÇÃO CFP 007 / 2003

Art. 3º TODA QUALQUER

COMUNICAÇÃO POR ESCRITO

DECORRENTE DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

DEVERÁ SEGUIR

DIRETRIZES

MANUAL
RESOLUÇÃO CFP 007 / 2003 Art. 3º § único

NÃO PRESENTE FALTA ÉTICO


TODA QUALQUER OBSERVÂNCIA NORMA DISCIPLINAR

COMUNICAÇÃO POR ESCRITO PASSÍVEL DE


CAPITULAÇÃO

DECORRENTE DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA


SEM PREJUÍZO
DISPOSITIVOS
DE OUTROS
DEVERÁ SEGUIR
EXERCÍCIO
PROFISSIONAL POSSAM SER
DIRETRIZES ARGUIDOS

CÓDIGO DE ÉTICA
MANUAL PROFISSIONAL DO
PSICÓLOGO
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

CONSIDERAÇÕES INICIAIS AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA


MÉTODOS

ESTRATÉGIAS
PROCESSO UTILIZA TÉCNICAS
PSICOLÓGICAS
INSTRUMENTOS
TÉCNICO CIENTÍFICO

COLETA DE ESTUDOS INTERPRETAÇÃO


DADOS DE INFORMAÇÕES

INDIVÍDUO
FENÔMENOS PSICOLÓGICOS

SOCIEDADE
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

RESULTADOS FINALIDADE SERVIREM

AVALIAÇÕES INSTRUMENTOS

DEVEM ATUAR

CONSIDERAR ANALISAR MODIFICAÇÃO DOS INDIVÍDUO


CONDICIONANTES

CONDICIONANTES EFEITOS OPERAM

PSIQUISMO FORMULAÇÃO CONCLUSÃO


HISTÓRICOS SOCIAIS
DA DEMANDA DA AVALIAÇÃO
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

MANUAL

OBJETIVOS

ORIENTAR FORNECER

PSICÓLOGO SUBSÍDIOS

CONFECÇÃO DE ÉTICOS TÉCNICOS


DOCUMENTOS
NECESSÁRIOS
DECORRENTES DAS
AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS ELABORAÇÃO COMUNICAÇÃO
QUALIFICADA ESCRITA
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

MODALIDADES DE DOCUMENTOS PRINCÍPIOS NORTEADORES DA ELABORAÇÃO DOCUMENTAL

MODALIDADES DE DOCUMENTOS

MANUAL ITENS CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

VALIDADE DOS DOCUMENTOS


SUGERIDAS
GUARDA DOS DOCUMENTOS

I FÓRUM NACIONAL DE
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
(Dezembro/2000)
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

I - PRINCÍPIOS NORTEADORES NA ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS

PSICÓLOGO ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS

DEVERÁ ADOTAR

PRINCÍPIOS NORTEADORES
ÉTICOS

TÉCNICAS DA PRINCÍPIOS TÉCNICOS PROFISSÃO


LINGUAGEM
ESCRITA CIENTÍFICOS
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1 – PRINCÍPIOS TÉCNICOS DA LINGUAGEM ESCRITA

DOCUMENTO

DEVE LINGUAGEM ESCRITA

APRESENTAR

REDAÇÃO EXPRESSANDO O QUE SE QUER


COMUNICAR

DEFINIDA BEM
ESTRUTURADA
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DOCUMENTO

DEVE TER

ORDENAÇÃO

POSSIBILITE
ESTRUTURA

COMPREENSÃO FORNECIDO COMPOSIÇÃO DE PARÁGRAFOS OU FRASES

CORREÇÃO GRAMATICAL
QUEM O LÊ
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EMPREGO

FRASES TERMOS

DEVE SER COMPATÍVEL

EXPRESSÕES PRÓPRIAS DA LINGUAGEM PROFISSIONAL

GARANTINDO EVITANDO CONSIDERANDO

DIVERSIDADE DE
PRECISÃO DA A QUEM O
SIGNIFICAÇÕES DA
COMUNICAÇÃO DOCUMENTO SERÁ
LINGUAGEM
DESTINADO
POPULAR
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COMUNICAÇÃO DEVE APRESENTAR

QUALIDADES

CLAREZA HARMONIA CONCISÃO “ECONOMIA VERBAL”

CORRELAÇÃO EMPREGO
ESTRUTURA FRASAL ADEQUADA REQUER ATENÇÃO
DAS FRASES
LINGUAGEM
SEQUÊNCIA OU ADEQUADA
ORDENAMENTO ADEQUADO EQUILÍBRIO
ASPECTO SONORO
DOS CONTEÚDOS
PALAVRA
AUSENCIA DE EXATA E REDAÇÃO
EXPLICITAÇÃO DA NATUREZA CACOFONIAS NECESSÁRIA
E FUNÇÃO DE CADA PARTE
NA CONSTRUÇÃO DO TODO LACÔNICA PROLIXA
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2 – PRINCÍPIOS ÉTICOS E TÉCNICOS

2.1.PRINCÍPIOS ÉTICOS

ELABORAÇÃO DOCUMENTO PSICÓLOGO

BASEARÁ

INFORMAÇÕES

PRINCÍPIOS DISPOSITIVOS

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO


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2 – PRINCÍPIOS ÉTICOS E TÉCNICOS

2.1.PRINCÍPIOS ÉTICOS DOCUMENTOS RELAÇÕES DE PODER

ELABORAÇÃO CUIDADOS
UTILIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES

DOCUMENTO DEVERES RISCOS COMPROMISSOS

PSICÓLOGO IDENTIFICANDO

RELAÇÕES COM SIGILO RELAÇÕES COM ALCANCE DAS


A PESSOA PROFISSIONAL A JUSTIÇA INFORMAÇÕES
ATENDIDA
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IMPERATIVA RECUSA

TODA E QUALQUER CONDIÇÃO DE USO

INSTRUMENTOS TÉCNICAS EXPERIÊNCIA


PSICOLÓGICAS PROFISSIONAL

DIFERENTES
PERPETUAÇÃO DA
SUSTENTAÇÃO DE MODELOS MODOS DE
SEGREGAÇÃO
SUBJETIVAÇÃO

INSTITUCIONAIS IDEOLÓGICOS
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

SEMPRE TRABALHO EXIGIR SUGESTÃO

INTERVENÇÃO CONSTRUÇÃO

DEMANDA PROJETO DE
TRABALHO
DOMINAÇÃO SEGREGAÇÃO

REFORMULAÇÃO DOS
CONDICIONANTES
CONDIÇÕES

SOFRIMENTO VIOLAÇÃO DOS MANUTENÇÃO


PSÍQUICO DIREITOS HUMANOS DAS ESTRUTURAS SUSTENTAM
DE PODER
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DEVER REALIZAR
SITUAÇÃO DE GRANDE
EFEITO
COMPLEXIDADE
PRESTAÇÃO DE SERVIÇO
RESPONSÁVEL
DEVE SER COMPRENDIDA

TRABALHO DE QUALIDADE
DEMANDA
PRINCÍPIOS ÉTICOS

COMPROMISSO SOCIAL
SUSTENTAM
DA PSICOLOGIA
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2.2. PRINCÍPIOS TÉCNICOS

DINÂMICA
DEVE
PROCESSO AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA DOCUMENTO CONSIDERAR NÃO DEFINITIVA
A NATUREZA
NÃO CRISTALIZADA
DEVE CONSIDERAR OBJETO DE ESTUDO

QUESTÕES DE ORDEM
OBJETOS DESTE PROCEDIMENTO
PSICOLÓGICA

ELEMENTOS CONSTITUTIVOS NO
DETERMINAÇÕES
PROCESSO DE SUBJETIVAÇÃO

HISTÓRICAS SOCIAIS ECONÔMICAS POLÍTICAS


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PRODUZIR PESSOA
PSICÓLOGO DOCUMENTOS SOBRE ATENDIDOS
ESCRITOS GRUPO

ADEQUADAS À MATERIAIS PRODUZIDOS ANTERIORMENTE


INVESTIGAÇÃO OUTROS
DEVE DOCUMENTOS PERTINENTES À MATÉRIA EM QUESTÃO

QUALIDADE
DE USO BASEAR EXCLUSIVAMENTE

COLETA DE DADOS
MÉTODOS E
CONDIÇÕES DEVEM INSTRUMENTAIS ESTUDOS
TÉCNICAS
MÍNIMAS OBEDECER TÉCNICOS
PSICOLÓGICAS INTERPRETAÇÕES DE
INFORMAÇÕES

ENTREVISTAS TESTES OBSERVAÇÕES DINÂMICAS ESCUTA INTERVENÇÕES


DE GRUPO VERBAIS
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PRECISA
CLARA
LINGUAGEM DOCUMENTOS DEVE SER
INTELIGÍVEL
CONCISA
RESTRINGIR
PONTUALMENTE EM TODA E RUBRICAR
QUALQUER AS LAUDAS
MODALIDADE
INFORMAÇÕES RECUSANDO
NECESSÁRIAS
ASSINAR PRIMEIRA ATÉ
QUALQUER TIPO DE A ÚLTIMA A PENÚLTIMA
CONSIDERAÇÃO

DOCUMENTO
NÃO TENHA RELAÇÃO FINALIDADE
ESPECÍFICO
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II - MODALIDADES DE DOCUMENTOS

ATESTADO RELATÓRIO / LAUDO PARECER


DECLARAÇÃO * PSICOLÓGICO PSICOLÓGICO PSICOLÓGICO *

ACERTE O ALVO
..........................................
A declaração e o parecer psicológico NÃO são
documentos decorrentes da avaliação
psicológica.
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

1 – DECLARAÇÃO
1.1. CONCEITO E FINALIDADE DA DECLARAÇÃO

DOCUMENTO

VISA A INFORMAR

OCORRÊNCIA

FATOS OU SITUAÇÕES OBJETIVAS

ATENDIMENTO PSICOLÓGICO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA ACERTE O ALVO


..........................................
1 – DECLARAÇÃO* Neste documento NÃO deve ser feito o registro
de sintomas, situações ou estados psicológicos.
1.1. CONCEITO E FINALIDADE DA DECLARAÇÃO

DOCUMENTO FINALIDADE DECLARAR

ATENDIDO
A COMPARECIMENTOS QUANDO NECESSÁRIO
ACOMPANHANTE

B ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO ATENDIDO

TEMPO DE ACOMPANHAMENTO
C CONDIÇÕES DO
INFORMAÇÕES DIAS
ATENDIMENTO
HORÁRIOS
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

1 – DECLARAÇÃO*
1.2. ESTRUTURA DA DECLARAÇÃO

EMITIDA
ou APRESENTAR O
CARIMBO
A

PAPEL NA SUBSCRIÇÃO
TIMBRADO DO DOCUMENTO

CONSTE

NOME E Nº DA INSCRIÇÃO
PSICÓLOGO
SOBRENOME PROFISSIONAL
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

1 – DECLARAÇÃO*
1.2. ESTRUTURA DA DECLARAÇÃO

B DECLARAÇÃO DEVE EXPOR

¶ REGISTRO NOME E SOBRENOME SOLICITANTE

¶ FINALIDADE DOCUMENTO EX. “PARA FINS DE COMPROVAÇÃO”

INFORMAÇÕES DIAS
¶ REGISTRO
SOLICITADAS
SOBRE O ATENDIMENTO EX.
HORÁRIOS
¶ REGISTRO LOCAL E DATA EXPEDIÇÃO DA DECLARAÇÃO

DO PSICÓLOGO
ASSINATURA
¶ REGISTRO NOME COMPLETO DO PSICÓLOGO INSCRIÇÃO NO CRP

e/ou CARIMBO COM AS MESMAS INFORMAÇÕES


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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO POR DE QUEM O


REQUERIMENTO SOLICITA
2.1. CONCEITO E FINALIDADE DO ATESTADO

DOCUMENTO FINALIDADE CONDIÇÕES


AFIRMAR
PSICOLÓGICAS

EXPEDIDO PELO PSICÓLOGO


A JUSTIFICAR

CERTIFICA
FALTAS e/ou IMPEDIMENTOS

DETERMINADA
SITUAÇÃO ou ESTADO
PSICOLÓGICO SOLICITANTE
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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO
2.1. CONCEITO E FINALIDADE DO ATESTADO

DOCUMENTO FINALIDADE CONDIÇÕES


AFIRMAR
PSICOLÓGICAS

B AVALIAÇÃO
JUSTIFICAR APÓS
PSICOLÓGICA

ESTAR ou NÃO ESTAR


RIGOR

APTO
ÉTICO TÉCNICO

ATIVIDADES ESPECÍFICAS
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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO NOTA


....................................................
2.1. CONCEITO E FINALIDADE DO ATESTADO A Resolução CFP nº 015/96 institui e
regulamenta a concessão de atestado
DOCUMENTO FINALIDADE CONDIÇÕES psicológico para tratamento de saúde
AFIRMAR
PSICOLÓGICAS por problemas psicológicos.

AFIRMAÇÃO
C SOLICITAR SUBSIDIADO
ATESTADA

AFASTAMENTO e/ou DISPENSA


FATO

SOLICITANTE
DISPOSTO

RES. CFP 015/96


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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO
2.2. ESTRUTURA DO ATESTADO

FORMULAÇÃO ATESTADO

DEVE
RESTRINGIR-SE

INFORMAÇÃO
REQUERENTE
SOLICITADA

CONTENDO EXPRESSAMENTE

FATO CONSTATADO
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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO
2.2. ESTRUTURA DO ATESTADO

EMITIDO
ou APRESENTAR O
CARIMBO
A

PAPEL NA SUBSCRIÇÃO
TIMBRADO DO DOCUMENTO

CONSTE

NOME E Nº DA INSCRIÇÃO
PSICÓLOGO
SOBRENOME PROFISSIONAL
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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO
PODE USAR O CÓDIGO DA CID
2.2. ESTRUTURA DO ATESTADO

ATESTADO DEVE EXPOR ATENDIMENTO


B
AFASTAMENTO

¶ REGISTRO NOME E SOBRENOME CLIENTE FALTAS

¶ FINALIDADE DOCUMENTO
SINTOMA
JUSTIFIQUEM
¶ REGISTRO INFORMAÇÕES SITUAÇÃO
CONDIÇÕES PSICOLÓGICAS

¶ REGISTRO LOCAL E DATA EXPEDIÇÃO DA DECLARAÇÃO

DO PSICÓLOGO
ASSINATURA
¶ REGISTRO NOME COMPLETO DO PSICÓLOGO INSCRIÇÃO NO CRP

e/ou CARIMBO COM AS MESMAS INFORMAÇÕES


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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO NOTA


....................................................
2.2. ESTRUTURA DO ATESTADO No caso em que seja necessária a utilização
de parágrafos, o psicólogo deverá
preencher esses espaços com traços.
REGISTROS

DEVERÃO

TRANSCRITOS

FORMA CORRIDA EVITANDO RISCOS DE


ADULTERAÇÕES

SEPARADOS SEM PARÁGRAFOS


APENAS PELA
PONTUAÇÃO
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2 – ATESTADO PSICOLÓGICO SINTOMA

2.2. ESTRUTURA DO ATESTADO ¶ REGISTRO INFORMAÇÕES SITUAÇÃO


CONDIÇÕES PSICOLÓGICAS
ATESTADO PSICÓLOGO
ATENDIMENTO
AFASTAMENTO JUSTIFIQUEM
EMITIDO DEVERÁ
FALTAS

GUARDAR
FINALIDADE

ARQUIVOS
ITEM 2.1 PROFISSIONAIS
ALÍNEA B

AVALIAÇÃO
RELATÓRIO
PSICOLÓGICA
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.1. CONCEITO E FINALIDADE DO RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO

RELATÓRIO/LAUDO PSICOLÓGICO
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
APRESENTAÇÃO DESCRITIVA

PROCESSO
SITUAÇÕES e/ou CONDIÇÕES
HISTÓRICAS
SOCIAIS
PSICOLÓGICAS DETERMINAÇÕES PESQUISADAS
POLÍTICAS
CULTURAIS
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.1. CONCEITO E FINALIDADE DO RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO ADOTADO PELO PSICÓLOGO

TÉCNICO-FILOSÓFICO
RELATÓRIO/LAUDO PSICOLÓGICO CONSUBSTANCIADO REFERENCIAL
CIENTÍFICO
COLHIDOS
DEVE SER SUBSIDIADO DADOS
ANALISADOS

INSTRUMENTAL TÉCNICO

ENTREVISTAS DINÂMICAS TESTES OBSERVAÇÃO EXAME INTERVENÇÃO


PSICOLÓGICOS PSÍQUICO VERBAL
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


SOMENTE AS
LIMITANDO-SE A
FINALIDADE RELATÓRIO PSICOLÓGICO INFORMAÇÕES RELACIONADAS
FORNECER
NECESSÁRIAS

APRESENTAR RELATANDO DEMANDA SOLICITAÇÃO PETIÇÃO

ENCAMINHAMENTO
PROCEDIMENTOS CONCLUSÕES
INTERVENÇÕES
DIAGNÓSTICO
GERADOS PROGNÓSTICO
EVOLUÇÃO DO CASO
PROCESSO ORIENTAÇÃO
SUGESTÃO DE PROJETO TERAPÊUTICO
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA SOLICITAÇÃO DE ACOMPANHAMENTO
PSICOLÓGICO (CASO NECESSÁRIO)
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA TERMOS TÉCNICOS

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


DEVEM
3.2. ESTRUTURA DO RELATÓRIO PSICOLÓGICO
ESTAR ACOMPANHADOS
NATUREZA
RELATÓRIO PSICOLÓGICO PEÇA CIENTÍFICOS
VALOR EXPLICAÇÕES e/ou CONCEITUAÇÃO
DETALHADA
DEVE CONTER NARRATIVA
DIDÁTICA FUNDAMENTOS TEÓRICO-FILOSÓFICOS

CLAREZA PRECISÃO HARMONIA

ACESSÍVEL COMPREENSÍVEL

DESTINATÁRIO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.2. ESTRUTURA DO RELATÓRIO PSICOLÓGICO

RELATÓRIO PSICOLÓGICO DEVE CONTER NO MÍNIMO

5 (CINCO) ITENS

IDENTIFICAÇÃO DESCRIÇÃO DA DEMANDA PROCEDIMENTO ANÁLISE CONCLUSÃO


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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.2. 1. IDENTIFICAÇÃO
PARTE SUPERIOR

PRIMEIRO TÓPICO DO DOCUMENTO

FINALIDADE

IDENTIFICAR

QUEM SOLICITA INTERESSADO ASSUNTO/ QUAL A RAZÃO/


FINALIDADE FINALIDADE
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.2. 1. IDENTIFICAÇÃO

INTERESSADO IDENTIFICADOR ASSUNTO


ACOMPANHAMENTO
PSICOLÓGICO
AUTOR/RELATOR
NOME DO AUTOR INDICAR PRORROGAÇÃO DE
DO PEDIDO PRAZO PARA
NOME(S) DO(S) PSICÓLOGO(S) ACOMPANHAMENTO
RAZÃO MOTIVO
OUTRAS RAZÕES
SOLICITAÇÃO PERTINENTES
REALIZARÁ(ÃO) A AVALIAÇÃO PEDIDO

JUSTIÇA EMPRESAS ENTIDADES CLIENTE INSCRIÇÃO(ÕES) NO CRP


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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.2. 2. DESCRIÇÃO DA DEMANDA

NARRAÇÃO DAS INFORMAÇÕES APRESENTAR ANÁLISE

PROBLEMÁTICA MOTIVOS, RAZÕES E


DEMANDA
APRESENTADA EXPECTATIVAS

PEDIDO DO DOCUMENTO JUSTIFICAR O


PROCEDIMENTO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO

3.2. 3. PROCEDIMENTO
RECURSOS
PROCEDIMENTO DESCRIÇÃO APRESENTA TÉCNICOS
INSTRUMENTOS

DEVE SER PERTINENTE


UTILIZADOS

AVALIAR A COMPLEXIDADE NÚMERO DE


ENCONTROS
COLETAR INFORMAÇÕES
PESSOAS
DEMANDA OUVIDAS
REFERENCIAL TEÓRICO-
FILOSÓFICO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.2. 4. ANÁLISE
METÓDICA

PARTE DO DOCUMENTO PSICÓLOGO EXPOSIÇÃO DESCRITIVA FORMA OBJETIVA

FIEL
DADOS COLHIDOS SITUAÇÕES VIVIDAS

RELACIONADOS À DEMANDA

COMPLEXIDADE
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO DOCUMENTO

DINÂMICA
3.2. 4. ANÁLISE DEVE OBJETO DE
NATUREZA NÃO DEFINITIVA
CONSIDERAR ESTUDO
PRINCÍPIOS TÉCNICOS
NÃO CRISTALIZADA

PROCESSO AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA


QUESTÕES DE
OBJETOS DESTE
DEVE CONSIDERAR ORDEM
PROCEDIMENTO
HISTÓRICAS PSICOLÓGICA
SOCIAIS
ECONÔMICAS DETERMINAÇÕES
POLÍTICAS

ELEMENTOS CONSTITUTIVOS PROCESSO DE SUBJETIVAÇÃO


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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.2. 4. ANÁLISE

RELATAR EXPOSIÇÃO DEVE RESPEITAR

SOMENTE O FUNDAMENTAÇÃO PRINCÍPIOS SIGILO DAS


NECESSÁRIO TEÓRICA ÉTICOS INFORMAÇÕES

ESCLARECIMENTO DO
ENCAMINHAMENTO SUSTENTA O
INSTRUMENTAL
CÓDIGO DE ÉTICA TÉCNICO
PROFISSIONAL DO
PSICÓLOGO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO


3.2. 4. ANÁLISE

PSICÓLOGO NÃO DEVE FAZER AFIRMAÇÕES SEM SUSTENTAÇÃO

FATOS e/ou TEORIAS


DEVE

LINGUAGEM PRECISA
DADOS DE
ESPECIALMENTE NATUREZA EXPRESSAR
SUBJETIVA DE MANEIRA

CLARA EXATA
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO

3.2. 5. CONCLUSÃO
RESULTADO
PSICÓLOGO EXPÕE e/ou INVESTIGAÇÃO
CONSIDERAÇÕES
A PARTIR

REFERÊNCIAS

SUBSIDIAM

TRABALHO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO

3.2. 5. CONCLUSÃO

CONSIDERAÇÕES GERADAS AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

DEVEM TRANSMITIR SOLICITANTE

COMPLEXIDADE

ANÁLISE DA PROCESSO DE
DEMANDA AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO

3.2. 5. CONCLUSÃO
SUGESTÕES
RESSALTAR IMPORTÂNCIA CONTEMPLEM
PROJETOS

COMPLEXIDADE

VARIÁVEIS ENVOLVIDAS
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

3 – RELATÓRIO OU LAUDO PSICOLÓGICO

3.2. 5. CONCLUSÃO APÓS NARRAÇÃO CONCLUSIVA

ENCERRAR

DOCUMENTO

INDICAÇÃO ASSINATURA DO INSCRIÇÃO


PSICÓLOGO NO CRP
LOCAL DATA

EMISSÃO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.1. CONCEITO E FINALIDADE DO PARECER

PARECER DOCUMENTO

FUNDAMENTADO RESUMIDO

QUESTÃO FOCAL

CAMPO PSICOLÓGICO

INDICATIVO
RESULTADO
CONCLUSIVO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.1. CONCEITO E FINALIDADE DO PARECER QUESTÃO-PROBLEMA

CONSULTA PARECER
AVALIAÇÃO ESPECIALIZADA

RESPONDENTE FINALIDADE
VISANDO

COMPETÊNCIA APRESENTAR
NO ASSUNTO DIRIMIR DÚVIDAS
RESPOSTA ESCLARECEDORA
INTERFERINDO
CAMPO PSICOLÓGICO NA DECISÃO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
PSICÓLOGO PARECERISTA
4.2. ESTRUTURA

DEVE

ANALISAR

PROBLEMA APRESENTADO

QUESITOS
ASPECTOS CONSIDERANDO APONTADOS
DESTACANDO OPINANDO A
RELEVANTES
RESPEITO FUNDAMENTO REFERENCIAL
TEÓRICO-CIENTÍFICO
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.2. ESTRUTURA

HAVENDO QUESITOS PSICÓLOGO

DEVE
NÃO DEIXAR

RESPONDER
NENHUM QUESITO

FORMA
SEM RESPOSTA

SINTÉTICA CONVINCENTE
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.2. ESTRUTURA

QUESITO QUANDO PSICÓLOGO

MAL FORMULADO NÃO PUDER

PODE AFIRMAR SER CATEGÓRICO

“PREJUDICADO” “SEM ELEMENTOS” DEVE UTILIZAR

“AGUARDA EVOLUÇÃO”

“SEM ELEMENTOS DE CONVICÇÃO”


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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.2. ESTRUTURA

PARECER COMPOSTO

4 (QUATRO) ITENS

IDENTIFICAÇÃO EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS ANÁLISE CONCLUSÃO


MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS
III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.2.1. IDENTIFICAÇÃO

NOME
PARECERISTA
TITULAÇÃO
IDENTIFICAR
NOME
AUTOR DA SOLICITAÇÃO
TITULAÇÃO
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS
III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.2.2. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

DESTINA-SE

TRANSCRIÇÃO APRESENTAÇÃO QUESTÃO EM TESE

OBJETIVO DA QUESITOS DÚVIDAS NÃO É NECESSÁRIA


CONSULTA

SOLICITANTE DESCRIÇÃO DETALHADA


DOS PROCEDIMENTOS

DADOS NOME DOS


COLHIDOS ENVOLVIDOS
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER* DISCUSSÃO PARECER PSICOLÓGICO

4.2.3. ANÁLISE
ANÁLISE MINUCIOSA

DEVE
QUESTÃO

RESPEITAR
EXPLANADA ARGUMENTADA

NORMAS DE REFERÊNCIAS
DE TRABALHOS CIENTÍFICOS FUNDAMENTOS NECESSÁRIOS EXISTENTES

CITAÇÕES INFORMAÇÕES ÉTICA TÉCNICA CORPO


CONCEITUAL

CIÊNCIA PSICOLÓGICA
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III - CONCEITO / FINALIDADE / ESTRUTURA

4 – PARECER*
4.2.4. CONCLUSÃO

PARTE FINAL EM SEGUIDA

PSICÓLOGO INFORMA ASSINATURA DO


PSICÓLOGO
LOCAL DATA
APRESENTA
ELABORADO
POSICIONAMENTO

RESPONDE À QUESTÃO
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IV – VALIDADE DOS CONTEÚDOS DOS DOCUMENTOS

PRAZO DE VALIDADE

CONTEÚDO

DECORRENTES
DAS AVALIAÇÕES DOCUMENTOS ESCRITOS
PSICOLÓGICAS

DEVERÁ CONSIDERAR

LEGISLAÇÃO VIGENTE

CASOS JÁ DEFINIDOS
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

IV – VALIDADE DOS CONTEÚDOS DOS DOCUMENTOS

PRAZO DE VALIDADE NÃO HAVENDO DEFINIÇÃO LEGAL

PSICÓLOGO ONDE FOR POSSÍVEL

INDICARÁ

PRAZO DE VALIDADE

CONTEÚDO EMITIDO NO
DOCUMENTO

CARACTERÍSTICAS INFORMAÇÕES OBJETIVOS DA


AVALIADAS OBTIDAS AVALIAÇÃO
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

IV – VALIDADE DOS CONTEÚDOS DOS DOCUMENTOS

PRAZO DE VALIDADE AO DEFINIR O PRAZO

PSICÓLOGO

DEVE DISPOR

FUNDAMENTOS DEVE APRESENTAR

INDICAÇÃO SEMPRE QUE


SOLICITADO
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

V - GUARDA DOS DOCUMENTOS E CONDIÇÕES DE GUARDA

DOCUMENTOS ESCRITOS AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

TODO O MATERIAL

FUNDAMENTOU

DEVERÃO

RESPONSABILIDADE GUARDADOS PRAZO MÍNIMO 5 ANOS

PSICÓLOGO INSTITUIÇÃO
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

V - GUARDA DOS DOCUMENTOS E CONDIÇÕES DE GUARDA

PRAZO MÍNIMO 5 ANOS

PODE SER AMPLIADO

CASOS PREVISTOS DETERMINAÇÃO CASOS


EM LEI JUDICIAL ESPECÍFICOS

NECESSIDADE DE
MANUTENÇÃO
DA GUARDA
MANUAL DE ELABORAÇÃO DE DOCUMENTOS DECORRENTES DE AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS

V - GUARDA DOS DOCUMENTOS E CONDIÇÕES DE GUARDA

EXTINÇÃO
EXTINÇÃO Art. 15 §°2

SERVIÇO PSICOLÓGICO SERVIÇO DE PSICOLOGIA

DESTINO PSICÓLOGO RESPONSÁVEL

INFORMARÁ CRP PROVIDENCIARÁ


DOCUMENTOS

DESTINAÇÃO
ORIENTAÇÕES
ARQUIVOS CONFIDENCIAIS

CÓDIGO DE ÉTICA