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Plano de Controle Ambiental - PCA

VOLUME ÚNICO

Abril/2015

Pág.
Plano de Controle Ambiental (PCA) Apresentação
2/62

APRESENTAÇÃO

A Ápice Projetos de Gestão LTDA apresenta a Companhia das Docas do
Espírito Santo – CODESA, o Plano de Controle Ambiental (PCA), referente à
instalação de Portarias Automatizadas no Porto de Vitória (Cais de Cabuaba e
Cais de Vitória), em atendimento Termo de Referência Elaborado pelo Instituto
Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA).

Revisão 02
PCA
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Coordenador de Equipe Técnico Responsável

Pág.
Plano de Controle Ambiental (PCA) Índice Geral
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ÍNDICE GERAL

1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO ................................... 8
1.1 INFORMAÇÕES GERAIS ..................................................................... 8
1.1.1 Objetivos e Justificativas.................................................................... 8
1.1.2 Localização e Caracterização do Empreendimento e Seu Entorno 8
2. INFORMAÇÕES SOBRE A FASE DE IMPLANTAÇÃO..................... 13
2.1 MARGEM VITÓRIA ............................................................................. 13
2.1.1 Memorial Descritivo das obras......................................................... 14
2.2 MARGEM VILA VELHA ....................................................................... 19
2.2.1 Memorial Descritivo das obras......................................................... 19
2.3 MEDIDAS DE SEGURANÇA E PREVENÇÃO DE ACIDENTES ........ 22
2.4 CONSUMO E SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............... 22
2.5 CONSUMO E SISTEMA DE ENERGIA ELÉTRICA E/OU
COMBUSTÍVEL ................................................................................... 22
2.6 EFLUENTES LÍQUIDOS ..................................................................... 22
2.7 RESÍDUOS SÓLIDOS ......................................................................... 23
2.8 RUÍDO E EMISSÕES ATMOSFÉRICAS............................................. 24
3. INFORMAÇÕES SOBRE A FASE DE OPERAÇÃO .......................... 25
3.1 INFRAESTRUTURA, EQUIPAMENTOS E PROCESSO
OPERACIONAL................................................................................... 25
3.2 REGIME DE TRABALHO E MÃO DE OBRA....................................... 27
3.3 EFLUENTES LÍQUIDOS ..................................................................... 28
3.4 EMISSÕES ATMOSFÉRICAS............................................................. 28
3.5 RESÍDUOS SÓLIDOS ......................................................................... 28
3.6 MEDIDAS DE SEGURANÇA E PREVENÇÃO DE ACIDENTES ........ 28
3.7 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS............................................................... 29
3.8 ABASTECIMENTO DE ÁGUA. ............................................................ 29
4. AVALIAÇÃO DE RISCOS E IMPACTOS AMBIENTAIS .................... 30
4.1 IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS..................................................... 34

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.. PROGRAMAS AMBIENTAIS.......................................... 47 5......................................................... 58 9.......................................................................................................................................4 PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL ..........................1 Metodologia .................................................. CONCLUSÃO....... 62 Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .............. 45 5..........1........................ REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA .........................................2....................... 44 5....................................... 43 5...........4......................................... 40 5........2 Produto Final.... Índice Geral Plano de Controle Ambiental (PCA) 4/62 4.................................................. EQUIPE TÉCNICA ...................................................... ANEXOS ...................................1..........................................2 Produto Final..2 Produto Final...................................................................... 50 8.....2 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ... 46 5............3 PROGRAMA DE CONTROLE DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS ................. 45 5................. 43 5.2......................................... 49 7........................2 PREVISÃO E AVALIAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DOS RISCOS E IMPACTOS.....1 Metodologia .3..........................1 Metodologia ..................................... 39 5.... 39 5........................1 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS.....1 Metodologia ....................... 47 5.......4... 48 6.......................... 41 5............... 37 5..............................................................2 Produto Final.............................................................. Pág..............................3...

C: Canteiro. QUADROS QUADRO PÁG. Plano de Controle Ambiental (PCA) Índice de Ilustrações 5/62 TABELAS TABELA PÁG. A: 15/62 balança. Figura 2-1: Elementos que deverão ser removidos ou demolidos para a construção da nova portaria na margem de Vitória. Quadro 4-1: Avaliação dos atributos para os impactos 33/62 significativos. B: Portaria do 10/62 Terminal Codesa. 10/62 Figura 1-3: Margem Vila Velha.margem Vitória. D: torre de iluminação. A: Portaria avançada. Quadro 4-2: Descrição dos riscos e impactos ambientais. Pág. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . 34/62 FIGURAS FIGURA PÁG Figura 1-1: Localização do Porto de Vitória. Figura 1-5: Vista do local onde será construída a nova portaria na 12/62 margem de Vila Velha. Figura 1-4: Vista do local onde será construída a nova portaria na 11/62 margem de Vitória. B: Casa do balanceiro. Tabela 4-1: Matriz dos principais riscos e impactos das novas 37/62 portarias. 9/62 Figura 1-2: Entrada principal do Porto de Vitória .

Pág. 18/62 Figura 2-4: Elementos que deverão ser removidos ou demolidos para a construção da nova portaria na margem de Vila Velha. B: Canteiros com postes de iluminação na via de acesso. B: Balança. A: 20/62 Guarita Portuária. Índice de Ilustrações Plano de Controle Ambiental (PCA) 6/62 Figura 2-2: Vista completa da torre de iluminação a ser removida. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Figura 2-5: Elementos que deverão ser removidos ou demolidos para a construção da nova portaria na margem de Vitória. 16/62 Figura 2-3: Layout da estrutura esperada para o pavimento. A: 21/62 Guarita da balança.

com. Pág. Praia do Suá – Vitória/ES Telefone: (27) 3227-7097 E-mail: apice@apiceprojetos.316. nº 556. Centro – Vitória/ES Telefone: (27) 2104-3423 RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PCA Razão Social: Ápice Projetos de Gestão Ltda CNPJ: 00. Plano de Controle Ambiental (PCA) Informações Gerais 7/62 INFORMAÇÕES GERAIS IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR Razão Social: Companhia das Docas do Espírito Santo .585.CODESA CNPJ: 27. 109.538/0001-66 Inscrição Estadual: Isenta Pessoa de Contato: Guilherme Fernandes Magalhães Endereço: Avenida Getúlio Vargas.544/0001-62 Inscrição Estadual: Isento Pessoa de Contato: Leonardo José de Castro Veloso Endereço: Rua General Câmara. 1º pavimento.br Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .

1 INFORMAÇÕES GERAIS 1. carga geral.1 Objetivos e Justificativas Racionalizar o tráfego de veículos no entorno portuário e monitoraras cargas desde sua origem. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 1. de forma a facilitar a programação dos recursos para agilizar as operações portuárias. administrado pela Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA). no Estado do Espírito Santo e possui cais e terminais destinados à movimentação de contêineres. granéis sólidos.2 Localização e Caracterização do Empreendimento e Seu Entorno O Porto de Vitória. granéis líquidos. viabilizando o fornecimento de informações com antecedência à comunidade portuária e aos anuentes.1. Pág. Caracterização do empreendimento Plano de Controle Ambiental (PCA) 8/62 1 1. está localizado nas cidades de Vitória e Vila Velha. dentre outras. 1. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . A Figura 1-1 apresenta a localização do Porto através de imagem de satélite.1. Os pontos marcados no mapa (“Margem Vitória” e “Margem Vila Velha”) representam a localização das novas portarias.

os quais são divididos em duas margens. Na margem de Vitória existem dois trechos (Cais Comercial e Flexibras Technip). a qual realiza as conferências documentais e direciona os motoristas para os gates dos terminais) (Figura 1-3 A). Atalaia. CPVV e Prysmian). Caracterização do Pág. cinco trechos (Capuaba. e outra na margem de Vila Velha (portaria avançada controlada pela Guarda Portuária. sendo uma delas situada no município de Vitória e. enquanto na de Vila Velha. Paul. Fonte: Google Earth 2015. Plano de Controle Ambiental (PCA) empreendimento 9/62 1 Figura 1-1: Localização do Porto de Vitória. O Porto possui duas portarias de acesso principal. O Porto é composto por sete trechos de cais e dolfins. com a Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . sendo uma delas localizada na margem de Vitória (Figura 1-2). São Torquato. Tanto em Vitória quanto em Vila Velha tais portarias visam controlar a entrada e a saída de cargas e transportes nas áreas alfandegadas. a outra. no município de Vila Velha.

Caracterização do empreendimento Plano de Controle Ambiental (PCA) 10/62 1 ressalva de que em Vila Velha também é feito o controle da entrada e saída de caminhões. por exemplo. Pág. A B Figura 1-3: Margem Vila Velha. Peiú. muitas delas apresentam congestionamentos e interrupções do fluxo de veículos devido a diversos fatores. Figura 1-2: Entrada principal do Porto de Vitória . Com relação às vias públicas de acesso. como. A: Portaria avançada. as péssimas condições Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . além do terminal retro portuário da Hiperexport).margem Vitória. Codesa (Figura 1-3 B). Companhia Portuária de Vila Velha (CPVV). B: Portaria do Terminal Codesa. tanto em Vitória quanto em Vila Velha. ônibus e automóveis que se dirigem aos cinco terminais portuários (Terminal de Vila Velha (TVV).

hoje. Figura 1-4: Vista do local onde será construída a nova portaria na margem de Vitória. O entorno dos referidos locais caracteriza-se como uma zona urbana. compatibilizando com o projeto existente do “Portal do Príncipe”. será executada em local um pouco mais recuado das portarias atuais. caminhões estacionados em locais indevidos. que compreende o conjunto de serviços públicos que possibilitam a vida da população. configuram-se como regiões planas. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Caracterização do Pág. A nova portaria de acesso ao Porto de Vitória. pela edificação contínua e pela existência de infraestrutura urbana. em ambas as margens. a aproximadamente 170 metros (Latitude 20°19’18. entre outros. sem a identificação de aclives ou declives acentuados. o excesso de veículos nelas trafegando. além da ocorrência do fechamento de vias em virtude de protestos e manifestações. do Governo do Estado. Plano de Controle Ambiental (PCA) empreendimento 11/62 1 em que algumas vias se encontram a incapacidade destas em atender ao fluxo de veículos.36” O) (Figura 1-4). Além disso. são encontrados constantemente na Estrada de Capuaba. Os locais de implantação das novas portarias. em Vitória.73” S e Longitude 40°20’42. que possui pistas simples.

nas vias de acesso ao porto e na entrada e saída dos terminais portuários.42” O). Com a implantação da Cadeia Logística Portuária Inteligente (CLPI). será assegurado um fluxo contínuo na movimentação de carga. principal via de acesso ao Porto em Vila Velha (Figura 1-5).89” S. a qual será operacionalizada por meio de pontos de controle situados nos locais de origem. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . com redução das filas de veículos. Pág. Latitude 20°19’57. será executada na Estrada de Capuaba (Rodovia BR- 447. atendendo a demanda de veículos até 2030. será promovida a sincronização dos processos operacionais com o consequente aprimoramento da eficiência das operações portuárias. e Longitude 40°19’38. Caracterização do empreendimento Plano de Controle Ambiental (PCA) 12/62 1 Já em Vila Velha. Além disso. Figura 1-5: Vista do local onde será construída a nova portaria na margem de Vila Velha. nos pátios. a racionalização do tráfego de veículos no entorno do porto. Outros benefícios gerados com a implantação da CLPI serão o aumento da produtividade na operação portuária. bem como o aumento da competividade e atratividade do porto. com maior agilidade na liberação das mesmas e com decorrente redução de custos operacionais e ineficiências.

o presente item do documento foi elaborado tendo como base as diretrizes gerais e especificações técnicas mínimas exigidas pela Codesa à empresa que executará a obra. biometria. Além dos novos gates. o qual será equipado com guarita de apoio aos gates. INFORMAÇÕES SOBRE A FASE DE IMPLANTAÇÃO Estima-se que o custo total do empreendimento seja da ordem de R$ 10. Circuito Fechado de Televisão (CFTV). Já na margem de Vitória. assim como a construção de uma edificação de apoio à portaria. sanitário e copa. com instalação de tecnologias tais como: Identificação por Radiofrequência (RFID). possuindo área de aproximadamente 41. e que a empresa vencedora será responsável pela elaboração dos projetos básicos e executivos. Tendo em vista que a implantação do empreendimento depende de licitação. Com relação ao canteiro de obras. e a implantação de um portão reversível para entrada e saída de cargas de projeto.000. bem como pelas obras e serviços de engenharia necessários à implantação do projeto CLPI no Porto de Vitória. Estima-se uma quantidade de 80 funcionários para a implantação do empreendimento. biometria e portão de acesso para portadores de necessidades especiais (PNE). 2. Na margem de Vila Velha. o projeto arquitetônico também prevê o acesso controlado de pedestres. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . que atenderão às demandas dos funcionários durante a obra. 2 detectores de metal. O projeto prevê a construção de portaria com 2 gates reversíveis de acesso.00 (dez milhões de reais). a construtora deverá realizar estudos e definir o melhor local para instalação do canteiro. ficará localizado na retroária de Capuaba. As obras acontecerão simultaneamente nas margens de Vitória e Vila Velha.1 MARGEM VITÓRIA O anteprojeto arquitetônico é apresentado no Anexo I. Informação sobre a fase de implantação Plano de Controle Ambiental (PCA) 13/62 2 2. o qual inclui a implantação de 2 torniquetes.57 m2. Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR). balanças estáticas e cancelas. Pág. sendo o período de duração estimado em 8 a 12 meses. estes possuirão estrutura com banheiros e refeitório.000.

aproximadamente. Informação sobre a fase de implantação Plano de Controle Ambiental (PCA) 14/62 2 Cada gate possuirá 3. a edificação possuirá duas floreiras em concreto e devidamente impermeabilizadas. o que proporciona resistência a intempéries à cobertura).10 m de altura. As duas cabines previstas próximas às balanças.53 m2. cada gate será composto em suas adjacências por grades metálicas. O Anexo II apresenta o memorial descritivo do anteprojeto de arquitetura. a segurança e a manutenção nos gates. O edifício de apoio será estruturado por pilares. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . treliças metálicas. 2. com exceção do gate de cargas de projeto. com pintura eletroestática na cor cinza.10 m de altura.60 m2).1 Memorial Descritivo das obras Para a implantação do empreendimento. Dentre elas estão:  Demolição da casa do balanceiro (aproximadamente 70 m 3). no mínimo. que não possuirá balança.25 m de largura. será estruturada por pilares em concreto. com área de 286.00 m de comprimento e 2. calhas e telhas metálicas (trapezoidais em alumínio.80 m de altura. Além disso. quando for necessário. floreiras com 1. O portão para cargas de projeto será produzido em ferro e possuirá.00 m de largura e 2. 2.20m de largura de vão livre para acesso de caminhões e uma balança rodoviária embutida. 1. possuem a finalidade de garantir o controle. providas de isolamento térmico e pintura eletrostática na cor cinza claro.1. e plataforma em concreto. as quais possuirão. Pág. Além disso. vigas e lajes em concreto armado (impermeabilizadas). ocorrerão algumas intervenções na portaria de acesso principal. A cobertura metálica.20 m de largura). 7.  Remoção da balança rodoviária (18. A estrutura será vedada com alvenaria (blocos de concreto) e revestida externamente com pintura epóxi na cor cinza claro.  Remoção de canteiros (450. em suas extremidades.00 m de comprimento e 3. Cada cabine terá.

Plano de Controle Ambiental (PCA) fase de implantação 15/62 2  Remoção de torre de iluminação. A: balança. C: Canteiro.  Construção de calçada em concreto para pedestres (aproximadamente 350 m2). a seguir. O Anexo III apresenta o anteprojeto de demolição/construção. D B A C Figura 2-1: Elementos que deverão ser removidos ou demolidos para a construção da nova portaria na margem de Vitória. apresentam os elementos que serão demolidos/removidos. As Figuras 2-1 e 2-2. remoção de pavimento intertravado e implantação de pavimento rígido (aproximadamente 1.052. B: Casa do balanceiro.  Troca de pavimentação das intermediações da nova portaria.10 m2). Informação sobre a Pág. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . D: torre de iluminação.

será executada a limpeza de todas as áreas. Os serviços de demolição serão iniciados pela parte superior das edificações. ao término dos serviços. método executivo apropriado. considerando-se aspectos como natureza da estrutura. mediante o emprego de calhas ou outros condutores. quando estes forem imprescindíveis aos serviços. gás. será previsto a remoção e/ou isolamento dos ramais de abastecimento de energia elétrica. Informação sobre a fase de implantação Plano de Controle Ambiental (PCA) 16/62 2 Figura 2-2: Vista completa da torre de iluminação a ser removida. bem como a manutenção dos devidos abastecimentos. etc. Os materiais provenientes das demolições serão removidos para os locais adequados e. observando-se as determinações das concessionárias de serviços públicos. A fim de evitar a poeira em excesso. evitando o lançamento dos produtos de demolição diretamente em queda livre. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . água e canalizações de esgoto e águas pluviais. as partes a serem demolidas deverão ser previamente molhadas. estruturas e instalação que deverão ser conservadas. Além disso. Pág. condições das construções vizinhas. Antes do início dos serviços será realizado um exato levantamento das edificações ou áreas a serem demolidas e/ou retiradas. condições da construção.

porém. Informação sobre a Pág. Na casa do balanceiro. também serão removidos os cabos dos circuitos que alimentam os projetos da torre. Com a remoção da infraestrutura viária. recomenda-se que se iniciem pelas manuais e. cuja área pavimentada é composta basicamente de pavimentação em blocos intertravados. O dimensionamento para tal pavimento será refeito com base em estudos geológicos. além do circuito alimentador. os circuitos de força e controle também deverão ser removidos e desconectados. será encaminhado para bota-fora devidamente licenciado. os blocos devem ser estocados em superfície plana e nivelada. o material gerado (blocos) será estocado de maneira tal que o mesmo tenha condições de ser reaproveitado. Destaca-se que o pavimento encontra-se em bom estado. Com a desmontagem e retirada da torre de iluminação. que garanta a estabilidade da pilha. evitando a propagação de poeira e outros elementos. para atendimento ao Projeto Cadeia Logística Portuária Inteligente. Com a retirada da balança. geotécnicos e de tráfego. espera-se que a estrutura seja semelhante a apresentada na Figura 2-3. Para tanto. Entretanto. será substituído por pavimento rígido (concreto). os circuitos e equipamentos que alimentam todo o sistema auxiliar da casa serão retirados. Ressalta-se que todo o trabalho será executado em conformidade com as normas brasileiras vigentes e normas regulamentadoras (NR-10 e NR-15). quando o entulho de demolição não for retirado imediatamente. Plano de Controle Ambiental (PCA) fase de implantação 17/62 2 As demolições poderão ser manuais ou mecânicas. Quanto aos sistemas de aterramento que estejam aflorando. Já o material oriundo da remoção por escavação das estruturas de base e sub-base existentes. o mesmo deve ser molhado. para que não haja nenhum ressalto acima do nível do piso. entretanto. estes serão embutidos ao solo. a qual é resultado dos estudos realizados pela Codesa (2013) para o “Projeto Executivo de reabilitação da Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . pela empresa a ser contratada para execução do serviço. além de protegidos do contato com a água e outros elementos que possam prejudicar a constituição dos mesmos.

Como dispositivo de drenagem. vias interceptadas que atendam às necessidades normativas e de circulação estabelecidas pelo plano funcional. a partir da ponte do Rio Aribiri até a portaria principal do cais”. serão utilizadas canaletas em concreto armado além dos outros sistemas e dispositivos definidos no Manual de Drenagem de Rodovias do DNIT (2006). Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . a concepção do projeto será definida pela equipe contratada através da análise dos elementos básicos condicionantes do projeto. do tipo indireta (estacas). As fundações da nova portaria e das balanças serão. Fonte: Codesa (2013). será verificado a viabilidade de se empregar a fundação direta (sapatas/radier). Informação sobre a fase de implantação Plano de Controle Ambiental (PCA) 18/62 2 Estrada de acesso ao Cais de Capuaba. e se constituirá no estabelecimento dos dispositivos de sinalização ao longo dos trechos rodoviários na fase de projeto. Pág. preferencialmente. O projeto básico de sinalização seguirá as recomendações do Manual de Sinalização Rodoviária do DNIT (2010) e do Manual de Sinalização de Trânsito (DENATRAN). inclusive em ramos. Já com relação ao edifício de apoio. uma vez que a área é proveniente de aterro e os equipamentos necessitam de precisão. Figura 2-3: Layout da estrutura esperada para o pavimento. Entretanto. O projeto envolve a sinalização tanto vertical quanto horizontal.

em Vila Velha serão quatro cabines (duas na entrada e duas na saída) próximas às balanças. O Anexo V apresenta o memorial descritivo do anteprojeto de arquitetura. 2.1). a ser elaborado pela empresa contratada para execução da obra. o que proporciona resistência a intempéries à cobertura). Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . não superiores a 0.2 MARGEM VILA VELHA O anteprojeto arquitetônico é apresentado no Anexo IV.1). Com relação ao dimensionamento e caracterização das estruturas utilizadas para as novas portarias. providas de isolamento térmico e pintura eletrostática na cor cinza claro. levando ao emprego de elementos estruturais de concreto armado com fck ≥ 30 Mpa.55.2.  Demolição da guarita da balança (aproximadamente 280 m3). como critério geral de agressividade ambiental deverá ser adotado Classe tipo III.470. serão mantidas as mesmas já descritas para Vitória (ver 2.1). o qual segue a mesma especificação já apresentada (ver item 2. Dentre elas estão:  Demolição da guarita da guarda portuária (aproximadamente 340 m 3).1 Memorial Descritivo das obras Para a implantação do empreendimento. ocorrerão algumas intervenções na portaria de acesso principal. sendo que em Vila Velha estão previstas a construção de 8 gates de acesso. calhas e telhas metálicas (trapezoidais em alumínio. a cobertura metálica possuirá área de 1. forte. O projeto é similar ao previsto para Vitória (ver item 2. Também estão previsto acessos controlados para pedestres. em função da proximidade com o mar. com relação água/cimento em massa. Plano de Controle Ambiental (PCA) fase de implantação 19/62 2 O projeto básico das estruturas de concreto armado. 2. Entretanto.00m2 e será estruturada por pilares metálicos com perfil “l”. treliças metálicas. Informação sobre a Pág. sendo 4 de entrada e 4 de saída e a edificação de apoio possuirá área de aproximadamente 103 m2.

As Figuras 2-4 e 2-5. O Anexo VI apresenta o anteprojeto de demolição/construção. apresentam os elementos que serão demolidos/removidos.940 m2). B: Canteiros com postes de iluminação na via de acesso. Informação sobre a fase de implantação Plano de Controle Ambiental (PCA) 20/62 2  Remoção da balança rodoviária (aproximadamente 88 m3). A: Guarita Portuária.  Alargamento da via para implantação da nova portaria (aproximadamente 3. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .  Remoção de canteiros na via de acesso (aproximadamente 2.636 m2).  Remoção do pavimento flexível existente na área do alargamento (aproximadamente 3.  Remoção da calçada (aproximadamente 946 m2) e de 15 postes de iluminação nos canteiros. Pág.940 m2). a seguir. A B Figura 2-4: Elementos que deverão ser removidos ou demolidos para a construção da nova portaria na margem de Vila Velha.

tento em vista que se encontra em bom estado de conservação. dando lugar ao pavimento rígido. A execução das obras está prevista para ocorrer observando as mesmas especificações já descritas para Vitória (ver item 2. O serviço será executado com base no Manual de Pavimentos Rígidos do DNIT (2005). Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . além da retirada dos cabos que alimentam os postes de iluminação. o pavimento flexível será removido. Na área onde será realizado o alargamento da via para implantação da nova portaria. Este pavimento também será implantado nas áreas onde houver remoção de canteiros.1. sendo os circuitos de força e controle também removidos e desconectados. A: Guarita da balança.1). Já na área onde já existe pavimento rígido. além do circuito alimentador. Plano de Controle Ambiental (PCA) fase de implantação 21/62 2 A B Figura 2-5: Elementos que deverão ser removidos ou demolidos para a construção da nova portaria na margem de Vitória. os circuitos e equipamentos que alimentam todo o sistema auxiliar da casa serão retirados. com as ressalvas apresentadas a seguir. B: Balança. o mesmo sofrerá apenas alguns reparos. Informação sobre a Pág. Na casa do balanceiro e na guarita da Guarda Portuária. Com a retirada da balança.

Pág. Informação sobre a
fase de implantação Plano de Controle Ambiental (PCA)
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2

Como dispositivo de drenagem, a escolha da solução definitiva será
definida pela equipe contratada através da análise dos elementos básicos
condicionantes do projeto e dos sistemas e dispositivos definidos no Manual de
Drenagem de Rodovias do DNIT (2006).

2.3 MEDIDAS DE SEGURANÇA E PREVENÇÃO DE ACIDENTES

A empresa contratada para execução da obra deverá, antes do início
dos serviços, apresentar à Codesa os programas referentes à Saúde e
Segurança do Trabalho, tais como: Análise Preliminar de Risco (APR),
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) – NR-9, Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) – NR-7, Programa de
Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil
(PCMAT) – NR-18, dentre outros.

2.4 CONSUMO E SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

Para suprir as necessidades da frente de trabalho, o abastecimento de
água será feito através da rede pública de abastecimento que já atende à
Codesa.

2.5 CONSUMO E SISTEMA DE ENERGIA ELÉTRICA E/OU COMBUSTÍVEL

Para suprir as necessidades da frente de trabalho, a energia consumida
durante a obra será proveniente do sistema já existente na Codesa. É possível
que haja a necessidade do uso de gerador à diesel para o funcionamento de
máquinas/equipamentos enquanto o cabeamento não estiver finalizado.

2.6 EFLUENTES LÍQUIDOS

Durante as atividades de implantação das novas portarias, os efluentes
líquidos gerados serão sanitários, originados nos banheiros existentes na obra
(canteiro de obras).

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PCA
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Informação sobre a Pág.
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De acordo com a NBR 7229 e NBR 13969, estima-se que seja gerado
um volume entre 50 e 80 litros de efluente/funcionário/dia.

2.7 RESÍDUOS SÓLIDOS

Durante as atividades de implantação das novas portarias, serão
gerados resíduos resultantes do trabalho dos funcionários, compreendendo,
em sua maioria, resíduos da construção civil. Tais resíduos serão gerenciados
pela empresa contratada para a implantação do empreendimento, sendo esta a
responsável por garantir a destinação final destes materiais em local
devidamente licenciado, devendo observar as normas ABNT NBR nº s 15.112,
15.113, 15.114, 15.115 e 15.116, de 2004.
A composição e a quantidade dos resíduos da construção civil estão
estritamente associadas às diversas características de sua fonte geradora
(construções, reformas, demolições), ao momento de coleta da amostra relativo
ao cronograma de execução, bem como à qualidade da mão de obra, técnicas
construtivas empregadas e adoção de programas de qualidade (CARNEIRO,
2005; ZORDAN, 1997 apud COSTA et al, 2014).
O levantamento feito por Paliari (1999) aponta que são gerados cerca de
200 kg de entulho para cada metro quadrado construído. Já Pinto (1999),
estima que a taxa de geração de resíduos de construção e demolição chegam
à ordem de 150 kg/m2. E, segundo Novaes e Mourão (2008), a geração de
resíduos da construção civil em canteiros de obras no Brasil variam de 100
kg/m2 a 300 kg/m2.
Os resíduos domiciliares gerados (restos de alimento, papel, plástico,
etc.) serão gerenciados pela construtora responsável pela execução da obra,
devendo seguir as recomendações apresentadas no Programa de
Gerenciamento de Resíduos (item VI.1). De acordo com Mota (1997), estima-
se que a população mundial produz 0,5 e 1,0 kg/habitante/dia. Dados do
Diagnóstico do manejo dos resíduos sólidos urbanos (BRASIL, 2009) mostram
que no Brasil, a quantidade de resíduos gerados na região sudeste é de 0,94

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Pág. Informação sobre a
fase de implantação Plano de Controle Ambiental (PCA)
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2

kg/habitante/dia. Assim, estima-se que os resíduos domiciliares gerados no
empreendimento sejam da ordem de 1,0 kg/funcionário/dia.

2.8 RUÍDO E EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

O ruído gerado durante a fase de instalação do empreendimento será
ocasionado, principalmente pela movimentação de máquinas, equipamentos,
veículos e pessoas, bem como pelas demolições e remoções necessárias. O
número de máquinas e equipamentos será um dos fatores determinantes na
produção do campo sonoro. Além disso, uma máquina ou equipamento pode
ser ligada/desligada várias vezes durante uma jornada de trabalho.
As emissões atmosféricas geradas durante a implantação das novas
portarias serão provenientes das descargas e sistemas de combustão dos
veículos para transporte de equipamentos e materiais e movimentação de
máquinas durante a obra (fontes móveis). Os poluentes emitidos por essas
fontes são: COx, NOx e SOx. Além disso, haverá a geração de material
particulado proveniente das atividades de demolições e remoções necessárias.

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PCA
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na margem de Vila Velha será implantada uma central de controle para o projeto Cadeia Logística Portuária Inteligente e uma recepção para o atendimento às pessoas. Além disso. os quais serão dimensionados para atender. Para a operação das novas portarias. As câmeras externas terão a finalidade de capturar a imagem da parte frontal do veículo com a placa dianteira. duas câmeras de CFTV por faixa de rodagem. 7 dias por semana. Já na margem de Vitória. Será necessário instalar. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . identificando a placa traseira dos veículos no momento da passagem pelos gates. os novos equipamentos seguirão o mesmo padrão. Assim. possibilitando a comunicação com o sistema de monitoramento e gravação de imagens. 3 anos de operação sem a necessidade de upgrade de hardware:  Sistema de Circuito Fechado de Televisão (CFTV) O sistema especificado para as novas portarias é semelhante ao já existente no Porto de Vitória. INFORMAÇÕES SOBRE A FASE DE OPERAÇÃO 3. EQUIPAMENTOS E PROCESSO OPERACIONAL As novas portarias funcionarão em regime de 24 horas. também serão instaladas câmeras internas para o controle (entrada/saída) de cada um dos seguintes ambientes: acesso de pedestres (torniquetes). haverá uma guarita de apoio aos gates. no mínimo. Os dados das novas portarias serão transmitidos através de rede lógica. Destaca-se que todas as câmeras irão utilizar o protocolo TCP/IP para conexão com a rede. as portarias contarão com os sistemas descritos abaixo. Além disso. com câmeras em todo o complexo portuário.1 INFRAESTRUTURA. Plano de Controle Ambiental (PCA) fase de Operação 25/62 3 3. no mínimo. recepção/triagem e central de controle do projeto Cadeia Logística Portuária Inteligente. Informações sobre a Pág. e da parte traseira.

da Agencia Nacional de Telecomunicações (ANATEL). seguindo o padrão já existente. leitor biométrico de reconhecimento facial. sem intervenção humana direta. Informações sobre a fase de Operação Plano de Controle Ambiental (PCA) 26/62 3  Sistema Gerenciador de Controle de Acesso Para o gerenciamento e controle das áreas portuárias. de 1º de julho de 2008. servidor principal. serão instalados em todos os gates da nova portaria.  Portaria DENATRAN nº 570. torniquete para controle de acesso de pedestres. um software e os seguintes equipamentos: dispositivos de captura OCR. Para seu funcionamento. Os equipamentos atenderão às seguintes resoluções e portarias:  Resolução nº 506.  Sistema de Identificação por Radiofrequência (RFID) Este sistema será capaz de efetuar a leitura de tags (transponders) em veículos rodoviários no momento de sua passagem pela zona de detecção dos sistemas (gates) e integrar a informação coletada ao Sistema Integrador. tanto em Vitória quanto em Vila Velha. gravador de cartões. fechadura eletromagnética. a fim de complementar o este gerenciamento e o controle de acesso de pessoas e veículos. servidor failover e pórticos metálicos. dos caracteres das placas de licenciamento de veículos rodoviários e. Pág. iluminadores com caixa de proteção. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . cancela automática.  Sistema de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR) Este sistema destina-se ao reconhecimento e identificação automática. quadro de comando. sensoriamento. impressora de cartões e totem com urna coletora para cartões). de 27 de junho de 2011 (SINIAV). Assim. do código ISSO de contêineres. o Porto de Vitória conta com o sistema SURICATO. quando existir. detector de metal e os equipamentos necessários para o funcionamento do cartão de proximidade Mifare (leitor de proximidade. Serão utilizados os seguintes equipamentos: placa controladora eletrônica. serão instalados os equipamentos e as licenças adicionais necessários.

 Sistema Integrador Este sistema possui o objetivo de receber/coletar os dados dos sistemas RFID e OCR nas portarias. contendo os dispositivos de captura de OCR. 3. Informações sobre a Pág. totalizando 25 trabalhadores. O sistema contará com um software para gerenciamento e automação de operações de pesagem possibilitando realizar o processo de pesagem automaticamente.2 REGIME DE TRABALHO E MÃO DE OBRA Com relação à mão de obra necessária. estima-se 5 equipes de 5 funcionários cada. haverá uma comunicação entre os sistemas das novas portarias e o sistema já existente no Porto de Vitória. de 9 de agosto de 2012. orientando os motoristas. verificando o correto posicionamento do veículo. revezando em um período de 24 horas. tais dados ao sistema PORTLOG (sistema de informação operado pela CODESA responsável pelo sequenciamento e agendamento de caminhões que acessam o Porto). tanto no sentido de entrada quanto no de saída das novas portarias. enviando. Assim. Além disso. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . a balança possuirá um aplicativo desenvolvido para disponibilizar e monitorar as informações via Ethernet/Wi-Fi. dificultando fraudes e reduzindo perdas.  Sistema de PesagemEletrônica – balanças rodoviárias O projeto para este sistema será elaborado em conformidade com as normas brasileiras (NBRs) cabíveis e vigentes e contará com a implantação de balanças rodoviárias eletrônicas nos gates de acesso da nova portaria das margens de Vitória (duas balanças) e de Vila velha (oito balanças). Plano de Controle Ambiental (PCA) fase de Operação 27/62 3  Resolução CONTRAN nº 412. Além disso. sem necessidade de operador. em tempo real. as antenas/leitores necessários a este sistema serão instaladas nos pórticos metálicos.

) e originados no prédio de apoio às portarias. os mesmos passarão por caixas de gordura as quais devem ser instaladas em locais de fácil acesso e boa ventilação. grampo. administrativos (papel. plástico. serão gerados resíduos eletroeletrônicos provenientes de manutenção dos sistemas das novas portarias. fontes móveis. A destinação final de tais resíduos será feita em conformidade com o gerenciamento já adotado pela Codesa.3 EFLUENTES LÍQUIDOS Os efluentes líquidos gerados durante a operação das novas portarias serão os efluentes sanitários. 3. na margem de Vila Velha. o sistema de tratamento será constituído por fossas sépticas e filtros biológicos. o sistema de esgoto sanitário será interligado ao sistema de esgotamento existente/projetado do Porto de Vitória e encaminhado ao sistema de tratamento de efluentes.5 RESÍDUOS SÓLIDOS Durante a operação os resíduos gerados serão. em sua maioria.6 MEDIDAS DE SEGURANÇA E PREVENÇÃO DE ACIDENTES As dependências das novas portarias possuirão sistema de combate e prevenção a incêndio o qual será elaborado pela construtora responsável pelas Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . além de atender às exigências dos órgãos ambientais. Quando os efluentes possuírem resíduos gordurosos provenientes de copas e cozinhas. projetados em conformidade com as normas NBR 7229 e NBR 13969. portanto. por exemplo. Eventualmente. 3. etc.4 EMISSÕES ATMOSFÉRICAS As emissões atmosféricas serão provenientes da movimentação de veículos que circulam diariamente do Porto de Vitória. Pág. Informações sobre a fase de Operação Plano de Controle Ambiental (PCA) 28/62 3 3. Uma vez que não há rede de esgoto sanitário nas intermediações do Porto. clipe. Na margem de Vitória. 3.

possibilitar manutenção fácil e econômica. evitar níveis de ruído inadequados à ocupação do ambiente. visando obter informações sobre as características da oferta de água no local da instalação e. obedecendo às normas brasileiras (NBRs) cabíveis e vigentes.7 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS O suprimento de energia para toda portaria a ser construída (prédio de apoio. ou seja. bem como as legislações. de fácil operação. 3. o ramal predial interligado à rede existente do porto alimentará os aparelhos que necessitam de demanda diária de água de forma direta.8 ABASTECIMENTO DE ÁGUA Os sistemas prediais de água fria serão elaborados em consonância com a NBR 5626. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . As instalações deverão ser projetadas de forma a promover economia de água. cancelas. Para a margem de Vila Velha. será realizada uma consulta prévia à concessionária local. o prédio terá alimentação direta. proporcionar conforto aos usuários. 3.). será derivado do sistema de baixa tensão da ESCELSA. prevendo peças de utilização adequadamente localizadas. com vazões satisfatórias e atendendo às demais exigências do usuário. os regulamentos e as padronizações adotadas pelo Corpo de Bombeiros da região. Plano de Controle Ambiental (PCA) fase de Operação 29/62 3 obras. Para a margem de Vitória. etc. Informações sobre a Pág. o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA) deverá ser consultado previamente. caso seja prevista a utilização de poços artesianos como fonte de abastecimento. balanças.

Assim. a avaliação está associada à sua importância ou significância. A literatura técnica dispõe de variadas metodologias que visam identificar impactos ambientais. alguns privilegiando os aspectos quantitativos. Enquanto a identificação enumera as prováveis consequências futuras de uma ação. AVALIAÇÃO DE RISCOS E IMPACTOS AMBIENTAIS A seguir é apresentada uma análise dos riscos e impactos ambientais relacionados às atividades desenvolvidas nas fases de implantação e operação das novas portarias. Pág. 1971. 1999). há dois requisitos: (i) o entendimento do projeto proposto e (ii) um reconhecimento das principais características do ambiente afetado (Sanchez. com base nas metodologias disponíveis (Leopold et al. Para realizar uma identificação apropriada dos prováveis impactos ambientais. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . A identificação e a avaliação dos riscos e impactos ambientais levaram em conta as principais interferências do empreendimento na região e sua repercussão nos diversos elementos ambientais. outros os qualitativos (Patin. decorrente das atividades. 2006). Buscou-se. GTZ/SUREHMA.1992). produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio ambiente. no caso deste estudo. Para tal. produtos e serviços da organização. Guerra & Cunha.  Impacto Ambiental – Qualquer alteração. com informação sobre magnitude.. foram utilizados os conceitos e definições de aspecto ambiental e de impacto ambiental constantes da NBR ISO 14001:2004:  Aspecto Ambiental – Elemento das atividades. 1999. o primeiro passo foi identificar as atividades que pudessem afetar os recursos naturais e socioeconômicos. adversa (negativa) ou benéfica (positiva). uma conjugação de alguns métodos que permitisse a análise qualitativa dos impactos e aproveitasse a experiência acumulada pelos técnicos envolvidos na elaboração deste Plano de Controle Ambiental. Avaliação de Riscos e Impactos Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 30/62 4 4.

os riscos e impactos foram confrontados com os fatores ambientais (meio) numa Matriz de Riscos e Impactos (ver Tabela V. incidência. Plano de Controle Ambiental (PCA) Impactos Ambientais 31/62 4 Procurou-se utilizar uma metodologia focada em listagens (checklist). Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Assim. temporalidade. magnitude/importância para se definir a significância. no sentido de identificar de que maneira(s) a qualidade dos recursos ambientais poderia ser afetada pelas atividades decorrentes da implantação e operação das novas portarias do projeto Cadeia Logística Inteligente no Porto de Vitória. Indireto: quando o impacto é decorrente de uma reação secundária em relação à ação. Avaliação de Riscos e Pág. reuniões de equipe multidisciplinar da Ápice Projetos e revisão dos técnicos. abrangência. efeito. duração. sendo que essa determinação é definida pela ponderação dos seguintes atributos: Qualificação. reversibilidade.  Abrangência Local: impactos cujos efeitos se fazem sentir apenas nas imediações ou no próprio local onde se dá a ação.2-1).  Incidência Direto: quando o impacto é decorrente de uma simples relação de causa e efeito. sendo avaliados qualitativamente. Posteriormente. foi desenvolvido um procedimento que permitiu avaliar quais atividades foram efetivamente capazes de causar impacto sobre os diferentes recursos de acordo com sua significância. de acordo com os seguintes atributos:  Qualificação Positivo/Benéfico: quando o impacto traduz uma melhoria de qualidade de um fator ou parâmetro socioambiental. ou quando é parte de uma cadeia de reações. Negativo/Adverso: quando o impacto traduz danos à qualidade de um fator ou parâmetro socioambiental.

 Reversibilidade Reversível: impacto para o qual o fator ou parâmetro ambiental afetado. Regional: impactos cujos efeitos ultrapassam as duas categorias anteriores. podendo incluir todo território nacional. Irreversível: impacto para o qual o fator ou parâmetro ambiental afetado. assim que cessada a sua ação. é induzido ou potencializado por outro(s) impacto(s). retorna às suas condições originais. uma vez executada a ação. ou representa incremento em ações passadas. com ou sem a adoção de medidas de controle. econômico ou social. ou seja. Sinérgico: é aquele que exerce um efeito multiplicador sobre um processo ecológico.  Efeito Cumulativo: quando o impacto induz ou potencializa outro(s) impacto(s). Global: impacto cujos efeitos potencialmente afetam todo planeta. Avaliação de Riscos e Impactos Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 32/62 4 Linear: impacto cujos efeitos se fazem sentir ao longo das rodovias de transporte de insumos ou de produtos. Pág. Temporários: impactos cujos efeitos têm duração limitada.  Duração Cíclicos: impactos cujos efeitos se manifestam em intervalos de tempo determinados. os efeitos não cessam de se manifestar num horizonte temporal conhecido. Municipal: impacto cujos efeitos se fazem sentir nos limites administrativos municipais. Estratégico: impactos cujos efeitos têm interesse coletivo ou se fazem sentir em nível nacional. se considerado de forma isolada. presentes e razoavelmente previsíveis no futuro. uma vez cessada a ação. Permanentes: quando. não retorna às suas condições originais. quando o efeito conjunto gerado supera o que teria a soma das ações. apresenta algum tipo de interação com outro(s) impacto(s). Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .

Médio prazo: quando o impacto ocorre após o término da ação causadora.  Significância Os impactos podem ser classificados como significativo ou não significativo de acordo com a combinação dos atributos: expressão/natureza (e) origem/forma (e) duração (e) reversibilidade (e) magnitude/intensidade. Avaliação de Riscos e Pág. A magnitude está relacionada à dimensão e extensão espacial/temporal do impacto. como mostra os quadros a seguir: Quadro 4-1: Avaliação dos atributos para os impactos significativos. podendo ser Alta/Severa. Média/Moderada ou Baixa. Plano de Controle Ambiental (PCA) Impactos Ambientais 33/62 4  Temporalidade Imediato: quando o impacto se dá no instante da ação causadora. SIGNIFICATIVO Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . segundo a intensidade de transformação da situação pré-existente do fator sensibilidade impactado. em relação ao universo deste. Atributos Magnitude/ Significância Qualificação + Incidência + Duração + Reversibilidade + Importância Negativo/ = + Direto + Permanente + Irreversível + Alta/Severa adverso SIGNIFICATIVO Negativo/ = + Direto + Permanente + Irreversível + Média/Moderada adverso SIGNIFICATIVO = NÃO Para qualquer outra combinação dos atributos considerados o impacto será não significativo. Longo prazo: quando o impacto se dá em um intervalo de tempo consideravelmente afastado do instante imediato da ação causadora.  Magnitude/Importância Refere-se ao grau de incidência de um impacto sobre o fator de sensibilidade.

Avaliação de Riscos e Impactos Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 34/62 4 4. Programa de Controle de qualidade do ar Emissões Atmosféricas.Redução durante a fase estabelecidas no plano de tráfego local de operação.Emissão de particulados devido à movimentação de máquinas e pessoas na fase de implantação do Seguir as orientações do Alteração da empreendimento. Programa de Resíduos Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Pág.Emissão de particulados devido à demolição de estruturas e troca de pavimentação.1 IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS Nessa fase. . . . Os principais impactos relacionados às fases de Implantação e Operação estão apresentados no Quadro 4-2. Seguir as orientações Alteração do .Aumento durante as fases de implantação devido à movimentação de pessoas e máquinas. será feito agendamento prévio. Quadro 4-2: Descrição dos riscos e impactos ambientais. Impacto/Risco Medidas Adotadas Descrição Ambiental . o que permitirá fluidez ao trânsito local. qualidade do implantação e operação do conforme orientação do solo empreendimento. o processo contempla a descrição dos impactos identificados com base na análise das atividades e o meio no qual as novas portarias serão instaladas. uma vez que sinalização. Geração de resíduos Armazenar os resíduos Alteração da durante as fases de gerados em local adequado.

. Avaliação de Riscos e Pág.Carreamento de sólidos qualidade das evitar que material e resíduo oriundos de atividades como águas em pó fiquem expostos a céu movimentação de solo. Durante a fase de Procurar coincidir os horários implantação serão operados de demolições (e demais Vibração no equipamentos e serão atividades que causem terreno realizadas atividades que vibrações) com os períodos causam vibração no terreno: de maior atividade na Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . superficiais aberto. Alteração da Manter o local sempre limpo. . com o funcionamento de equipamentos e máquinas Geração de são gerados ruídos. seguir o empreendimento. Plano de Controle Ambiental (PCA) Impactos Ambientais 35/62 4 Impacto/Risco Medidas Adotadas Descrição Ambiental Sólidos. . Fazer uso de EPI adequado. . . efluente Programa de Gerenciamento sanitário de Efluentes Líquidos.Geração de esgoto sanitário oriundo das instalações hidrossanitárias durante a fase de operação.Geração de esgoto sanitário oriundo dos banheiros instalados nos canteiros de obras durante a fase de Aumento da Dar o destino adequado aos implantação do geração de efluentes gerados. Durante as fases de implantação. ruídos .As demolições necessárias para a implantação do empreendimento também geram ruídos.

terraplanagem. recomendadas no Programa de Comunicação Social para informação à população do entorno. remoção e Adotar as medidas demolição de estruturas.Pág. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Avaliação de Riscos e Impactos Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 36/62 4 Impacto/Risco Medidas Adotadas Descrição Ambiental equipamentos de vizinhança.

Plano de Controle Ambiental (PCA) Impactos Ambientais 37/62 4 4. Avaliação de Riscos e Pág. Tabela 4-1: Matriz dos principais riscos e impactos das novas portarias.2 PREVISÃO E AVALIAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DOS RISCOS E IMPACTOS Os impactos e riscos ambientais relacionados às fases descritas nos capítulos anteriores foram inferidos e prognosticados na Tabela 4-1 de forma que a situação prevista em campo é confrontada com os fatores ambientais. atributos e com os possíveis impactos relacionados à atividade. FASE MEIO ATRIBUTOS Reversibilidade Temporalidade Abrangência Implantação IMPACTO/RISCOS Significância Qualificação Importância Magnitude/ Incidência Antrópico Operação Duração Biótico Efeito Físico Diminuição do tráfego local x POS DIR LOC TEM REV SIN CP BAI NSIG Aumento do tráfego local x NEG DIR LOC TEM REV SIN CP BAI NSIG Alteração da qualidade do ar x NEG DIR LOC TEM REV SIN CP BAI NSIG Alteração da qualidade do solo x NEG DIR LOC TEM REV SIN MP BAI NSIG Aumento da geração de efluente sanitário x NEG DIR REG TEM REV SIN IME BAI NSIG Alteração da qualidade das águas superficiais x NEG DIR REG TEM REV SIN MP BAI NSIG Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .

Positivo DIR .Temporário IRR .Estratégico DURAÇÃO: REVERSIBILIDADE: EFEITO: TEMPORALIDADE: CIC .Direta LOC .Inerte LP .Baixa Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .Municipal EST .Médio Prazo PER .Irreversível SIN .Longo Prazo CP .Local REG .Permanente INE . Pág.Global MUN .Imediato TEM .Indireta LIN .Significativo MED – Média/Moderada NSIG – Não Significativo BAI .Curto Prazo MAGNITUDE/IMPORTÂNCIA: SIGNIFICÂNCIA: ALT – Alta/Severa SIG .Reversível CUM .Regional NEG .Cíclico REV .Cumulativo IME .Negativo IND .Sinérgico MP .Linear GLO . Avaliação de Riscos e Impactos Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 38/62 4 FASE MEIO ATRIBUTOS Reversibilidade Temporalidade Abrangência Implantação Significância IMPACTO/RISCOS Qualificação Importância Magnitude/ Incidência Antrópico Operação Duração Biótico Efeito Físico Geração de ruídos x NEG DIR LOC TEM REV SIN IME BAI NSIG Vibração do terreno x NEG DIR LOC TEM REV SIN CP BAI NSIG Legenda: QUALIFICAÇÃO: INCIDÊNCIA: ABRANGÊNCIA: POS .

Ainda de acordo com SindusCon-SP (2005).  Proliferação de agentes transmissores de doenças. associada ao descompromisso dos geradores no manejo e. critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção. o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) elaborou a Resolução nº307.  Ocupação de vias e logradouros públicos por resíduos. em alguns casos. principalmente. com prejuízo à circulação de pessoas e veículos. na destinação dos resíduos. A fim de nortear e estabelecer diretrizes. sendo que cerca de 75% dos resíduos gerados provêm de eventos informais (obras de construção. a inexistência de políticas que disciplinam e ordenam os fluxos da destinação dos resíduos da construção civil nas cidades. provocam os seguintes impactos ambientais:  Degradação das áreas de manancial e de proteção permanente. principalmente por causa do gerenciamento inadequado que pode acarretar danos ambientais (NICARI e PAULINO. o consumo de materiais pela construção civil nas cidades é pulverizado. reformas e demolições).1 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Os resíduos da construção civil. geralmente realizadas pelos próprios usuários dos imóveis. a falta de efetividade ou. PROGRAMAS AMBIENTAIS 5. Segundo SindusCon-SP (2005). 2012).  Obstrução dos sistemas de drenagem. em 5 de julho de 2002 (BRASIL. 2002). constituem um dos maiores problemas para o poder público e para as empresas. Programas Ambientais Pág. além da própria degradação da paisagem urbana.  Existência e acúmulo de resíduos que podem gerar risco por sua periculosidade. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . disciplinando as ações necessárias de forma a minimizar os impactos ambientais. na maioria dos centros urbanos brasileiros.  Assoreamento de rios e córregos. Plano de Controle Ambiental (PCA) 5 39/62 5.

preferencialmente em tambores contendo tampa (ou bombonas. sendo os sacos plásticos acondicionados em local fechado. Programas Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 40/62 5 Assim. Com relação aos resíduos da construção civil. Os coletores deverão ser dispostos em local de fácil acesso aos trabalhadores. bags.1 Metodologia A responsabilidade pelo gerenciamento dos resíduos referentes às obras do Projeto Cadeia Logística Portuária Inteligente será da construtora contratada para a execução do serviço. 2001).1. separando os resíduos. no mínimo. O acondicionamento deve ser em caçambas dispostas em local adequado. A coleta dos resíduos recicláveis dispostos nesses coletores deverá ser feita. os mesmos devem ser encaminhados ao aterro de resíduos da construção civil. a cada 7 (sete) dias. Quando não houver a possibilidade de reutilização ou reciclagem de tais resíduos. em recicláveis (vidro. etc). até o seu destino final. 5. O coletor para resíduos não recicláveis deverá possuir tampa. evitando a atração de vetores. Já os resíduos não recicláveis deverão ser coletados diariamente e enviados à aterro sanitário devidamente licenciado. deve-se observar a possibilidade da reutilização de materiais ou mesmo a viabilidade econômica da reciclagem dos resíduos no canteiro. protegidos de chuva e vento e identificados de acordo com o código de cores estabelecido na Resolução CONAMA 275/2001 (BRASIL. em cada canteiro de obra. Ressalta-se que os resíduos em pó devem Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . papel e metal) e não recicláveis. evitando assim sua remoção e destinação. este Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) tem como objetivo definir as diretrizes para o adequado gerenciamento dos resíduos gerados em função da construção das novas portarias de acesso ao Porto de Vitória. local para coleta seletiva. a empresa deverá disponibilizar. Assim. preferencialmente. até seu envio para a reciclagem. Pág. plástico.

não recicláveis. Além disso. estes também deverão receber o treinamento. Assim. Ao final de cada dia de serviço. de acordo com seu agrupamento (recicláveis. 5. quando for o caso. também deverá ser informada a destinação. Caso haja a geração de resíduos perigosos. Deve-se evitar a utilização de jatos d’água para varrição. se houver a necessidade da utilização de água (de forma a evitar a dispersão dos resíduos em pó. objetivo. justificativa. Programas Ambientais Pág. a empreiteira deverá providenciar a limpeza do local. o gerenciamento dos resíduos seguirá o sistema adotado na Codesa. A eficácia deste PGRS depende da colaboração de todos os envolvidos com a obra.1. evitando que sejam dispersos pela ação do vento. conclusão e relatório fotográfico (em anexo) deverão ser protocolados junto ao Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . será possível controlar os resíduos gerados durante a obra. os mesmos deverão ser armazenados em local separado dos demais resíduos e encaminhados de volta ao fornecedor. Além da quantificação. a mesma deverá ser preferencialmente proveniente de reuso. todo resíduo deve ser quantificado e anotado em planilha. Porém.2 Produto Final Os relatórios de monitoramento de resíduos. os quais deverão conter introdução. Plano de Controle Ambiental (PCA) 5 41/62 ser armazenados em local fechado. Com isso. A partir dessas planilhas serão gerados relatórios periódicos de monitoramento. por exemplo). Para fins de acompanhamento do desempenho da obra. todos os envolvidos devem passar por treinamento antes do início do serviço. resultados e discussão. Durante a fase de operação. resíduos da construção). Destaca-se que a empreiteira deverá se responsabilizar pela origem de tal água. não sendo necessariamente proveniente do empreendimento em questão. sempre que houver a entrada de novos funcionários. ou para aterro sanitário classe I que possua licença ambiental. uma vez que os resíduos podem chegar à baía de Vitória. metodologia.

Tabela 5-1: Cronograma das atividades do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Pág. Meses Atividades 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Realização de treinamento de funcionários Acompanhamento de resíduos gerados (inspeções)* Elaboração e entrega dos relatórios ao IEMA* *Deverão ter sequência conforme o andamento da obra. sendo o primeiro protocolado até o final do quarto mês. Programas Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 42/62 5 IEMA a cada 3 (três) meses a partir do início do serviço. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . conforme mostra a Tabela 5-1.

Assim. Na margem de Vila Velha deverão ser realizadas análises mensais do efluente gerado. será de responsabilidade da construtora que executará a obra. será feita ligação com o sistema já existente na Codesa. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . o esgoto contém dejetos e. devido a essa fração de sólidos. serão tratados por meio de fossas sépticas e filtros biológicos. Já na fase de operação.1 Metodologia Este monitoramento. se não receber o tratamento adequado. os efluentes gerados durante a instalação e operação do empreendimento são caracterizados como sanitários e. a responsabilidade do monitoramento será da Codesa.9% de água e 0. sendo as amostras coletas na entrada e saída das fossas sépticas. Já na margem de Vitória.1% de sólidos (orgânicos e inorgânicos).2. 5. onde não há rede de esgoto nas intermediações. fósforo total. o tratamento de esgotos é um serviço tão importante para a qualidade de vida da população. contamina o meio ambiente e prejudica a saúde pública. além de atender às exigências dos órgãos ambientais. Este monitoramento deve ser realizado durante as fases de implantação e operação do empreendimento e deverão ser analisados os seguintes parâmetros físicos químicos e microbiológicos: DBO. DQO. uma vez que além da água servida. trazendo inúmeras doenças parasitárias e infeciosas. uma vez que podem ocasionar problemas de poluição. De acordo com Von Sperling (2005). Plano de Controle Ambiental (PCA) 5 43/62 5. na margem de Vila Velha. Conforme mencionado anteriormente. durante a fase de instalação. projetados em conformidade com as normas NBR 7229 e NBR 13969. há a necessidade de se tratar tais efluentes. Por isso.2 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS A coleta e o tratamento de esgotos contribuem significativamente para a melhoria da qualidade de vida. O dimensionamento dos mesmos é de responsabilidade da empreiteira responsável pela obra das novas portarias. nitrogênio amoniacal. os efluentes sanitários contêm cerca 99. a fim de avaliar a eficiência do sistema de tratamento adotado. Programas Ambientais Pág.

a seguir. temperatura. Os laudos das análises laboratoriais deverão ser apresentados em anexo ao relatório. pH.2 Produto Final Os relatórios do monitoramento de efluentes deverão ser protocolados no IEMA a cada 3 (três) meses. sólidos suspensos totais. sólidos sedimentáveis. Os resultados das análises devem estar de acordo com o estabelecido na Resolução CONAMA 357/2005 (BRASIL. justificativa. 2005). surfactantes. apresenta o cronograma a ser seguido neste programa. eficiência na remoção de carga orgânica (%) e coliformes fecais. conclusão. bem como a anotação de responsabilidade técnica do responsável pelo monitoramento. Programas Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 44/62 5 óleos e graxas. resultados e discussão. metodologia. sendo apresentados em relatórios trimestrais de monitoramento. A Tabela 5-2. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Pág. 5. Tabela 5-2: Cronograma das atividades do Programa de Gerenciamento de Efluentes Líquidos. turbidez. Cada relatório deverá conter: introdução. objetivo. Meses Atividades 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Início do funcionamento do sistema fossa filtro Realização das campanhas de amostragem* Elaboração e entrega dos relatórios ao IEMA* *Deverão ter sequência conforme o andamento da obra. sendo o primeiro protocolado até 30 dias após o terceiro mês de coleta.2.

sempre que possível. Também afeta a vegetação. como redes de proteção. com consequente emissão de particulado. para evitar a dispersão de material particulado. 5. Outra medida recomendada é proteger os locais de armazenamento de materiais e resíduos em pó. Plano de Controle Ambiental (PCA) 5 45/62 5. 2015). uma vez que a poeira depositada nas folhas causa interferência no processo de fotossíntese. não sendo necessariamente proveniente do empreendimento em questão. preferencialmente com água de reuso. Além disso. Além disso. do topo para a base e possuir barreiras físicas. aos recursos hídricos e ao próprio ar (RESENDE. estas deverão ocorrer. viabilidade técnica. caso a mesma não ocorra em um único dia.1 Metodologia Onde houver a necessidade de demolições. mantendo os resíduos úmidos até seu descarte final). Assim. 2015). altera o pH do solo e os níveis de pigmentação das plantas. do nível de desenvolvimento e da capacidade nacional de gerenciar a qualidade do ar (MMA. a construtora deve se atentar para as medidas propostas neste programa. evitando que sejam carregados pela chuva ou Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .3 PROGRAMA DE CONTROLE DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS A poluição atmosférica pode causar vários problemas à saúde humana. 2007).3. Programas Ambientais Pág. os resíduos da demolição deverão ser constantemente umedecidos (após a demolição ou ao final do dia. Destaca-se que a empreiteira deverá se responsabilizar pela origem de tal água. que por sua vez dependem. considerações econômicas e vários outros fatores políticos e sociais. entre outras coisas. causa outros impactos ao meio ambiente. reduz seu crescimento e as deixa suscetíveis a doenças. Os padrões de qualidade do ar (PQAr). segundo publicação da Organização Mundial da Saúde – OMS (2005 apud MMA. durante a fase de implantação do empreendimento. A poeira lançada no ar pode provocar desde coceira nos olhos e na pele até problemas respiratórios e cardíacos. como danos ao solo. variam de acordo com a abordagem adotada para balancear riscos à saúde. a fim de evitar desconforto à comunidade vizinha ao Porto de Vitória.

a seguir. tais resíduos devem estar dispostos em locais fechados ou onde haja a proteção de telas que minimizem sua dispersão. resultados e discussão. de forma mensal. estabelecidos pela Resolução CONAMA 3/1990: partículas totais em suspensão. conclusão. bem como a anotação de responsabilidade técnica do responsável pelo monitoramento. A Tabela 5-3. Ou seja. Cada relatório deverá conter: introdução. Tabela 5-3: Cronograma das atividades do Programa de Controle de Emissões Atmosféricas. Pág. dióxido de enxofre. Os resultados devem estar de acordo com esta mesma legislação. A fim de acompanhar se as medidas estão sendo adotadas de forma efetiva. partículas inaláveis. metodologia. objetivo. 1990). após o início. bem como com o Decreto Estadual Nº 3463/2013. ozônio e dióxido de nitrogênio (BRASIL. apresenta o cronograma a ser seguido neste programa. sendo o primeiro protocolado até 30 dias após o terceiro mês de análise da qualidade do ar. fumaça. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . monóxido de carbono. 5. justificativa. Programas Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 46/62 5 espelhados pelo vento. Os resultados deverão ser apresentados em relatórios trimestrais. Deverão ser analisados os seguintes parâmetros. Meses Atividades 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Campanha com 15 dias de antecedência ao início das obras Realização das campanhas de amostragem* Elaboração e entrega dos relatórios ao IEMA* *Deverão ter sequência conforme o andamento da obra.3. a construtora deverá fazer medições da qualidade do ar com no máximo 15 dias antes do início do serviço e. Os laudos das análises laboratoriais deverão ser apresentados em anexo ao relatório.2 Produto Final Os relatórios do monitoramento de emissões atmosféricas deverão ser protocolados no IEMA a cada 3 (três) meses.

Neste momento. Programas Ambientais Pág. Paul. antes do início das obras. rádio.4 PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Sabe-se que a história do complexo portuário que hoje constitui a Codesa confunde-se com a história da cidade de Vitória. tanto em Vitória quanto em Vila Velha. 1974).4. será apresentado à comunidade o projeto Cadeia Logística Portuária Inteligente. Como o Projeto Cadeia Logística Portuária poderá afetar de forma negativa o trânsito local durante sua fase de implantação. Assim. 5. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Deverão ser contempladas por este programa as seguintes comunidades: Centro de Vitória. além dos programas que serão implantados com a finalidade de prevenir tais impactos. como a redução do tráfego de veículos ao porto. também será apresentado o cronograma da fase de implantação das novas portarias bem como os possíveis impactos causados durante esta fase. Plano de Controle Ambiental (PCA) 5 47/62 5. o Programa de Comunicação Social tem o objetivo de aproximar ainda mais o Porto de Vitória coma comunidade em seu entorno. Todas as reuniões deverão ser documentadas através de registro fotográfico e lista de presença. deverão ser feitas reuniões com os principais representantes de cada comunidade na área de influência direta do Porto de Vitória. Chácara do Conde e São Torquato. Após o início das obras. onde serão apresentados os resultados obtidos em tais programas. recomenda-se que as obras sejam divulgadas em meio de comunicação local (jornal. A determinação geográfica que fez dela uma cidade porto estabeleceu profunda relação com o seu desenvolvimento e com a estrutura econômica do Espírito Santo (MORAES. Em tais reuniões. deverão ser feitas reuniões trimestrais com as comunidades.1 Metodologia Para a aproximação entre Porto e comunidade. etc). tendo em vista que a entrada dos mesmos será pré agendada. Argolas. Ilha das Flores. Sagrada Família. dando ênfase aos benefícios socioambientais que o projeto trará.

através de seu site e de jornais de tiragem mensal. O relatório deve conter os seguintes tópicos: introdução. Programas Ambientais Plano de Controle Ambiental (PCA) 48/62 5 Internamente. Tabela 5-4: Cronograma das atividades do Programa de Comunicação Social. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . resultados e considerações finais. Meses Atividades 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Reunião inicial com as comunidades Início da obra Reunião trimestral com as comunidades* Elaboração e entrega dos relatórios ao IEMA* *Deverão ter sequência conforme o andamento da obra. justificativa. relatórios contendo as reuniões com as comunidades. onde o projeto poderá ser divulgado. 5. metodologia. A Codesa já possui um canal de comunicação interno.2 Produto Final Deverão ser apresentados ao IEMA. objetivos.4. A Tabela 5-4. Pág. também é importante que seja feita a divulgação do novo projeto. apresenta o cronograma que deverá ser seguido. trimestralmente. a seguir.

não foram identificados eventos significativos. tendo em vista que. sendo recomendada a construção do empreendimento com a aplicação efetiva das medidas preventivas propostas para minimização dos impactos bem como os programas ambientais aqui sugeridos. Conclusão Pág. Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Plano de Controle Ambiental (PCA) 6 49/62 6. trará benefícios não só para o Porto de Vitória. de forma a facilitar a programação dos recursos para agilizar as operações portuárias. viabilizando o fornecimento de informações com antecedência à comunidade portuária e aos anuentes. mas também para a comunidade do seu entorno. CONCLUSÃO O Projeto Cadeia Logística Portuária Inteligente. que visa racionalizar o tráfego de veículos no entorno portuário bem como monitorar as cargas desde sua origem. haverá melhoria no trânsito local. após o início da operação das novas portarias. gerando menor impacto em sua vizinhança. De acordo com a matriz de avaliação dos principais riscos e impactos ambientais. tanto em Vitória quanto em Vila Velha.

Anexos Plano de Controle Ambiental (PCA) 50/62 7 7. Pág. ANEXOS Anexo I: Anteprojeto arquitetônico Margem Vitória Anexo II: Memorial descritivo arquitetura Margem Vitória Anexo III: Anteprojeto de demolição/construção Margem Vitória Anexo IV: Anteprojeto arquitetônico Margem Vila Velha Anexo V: Memorial Descritivo arquitetura Margem Vila Velha Anexo VI: Anteprojeto de demolição/construção Margem Vila Velha Anexo VII: Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável .

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Plano de Controle Ambiental (PCA) 7 58/62 Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Anexos Pág.

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658/02 Assinatura Profissional: Revisor Bárbara Campos Fernandes Instituição Ápice Projetos de Gestão Registro no Conselho de Classe CREA-ES 035957/D Assinatura Revisão 02 PCA ________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 04/2015 Coordenador de Equipe Técnico Responsável . Equipe Técnica Plano de Controle Ambiental (PCA) 62/62 9 9. EQUIPE TÉCNICA Profissional – Coordenador de Equipe Leonardo José de Castro Veloso Instituição Ápice Projetos de Gestão Registro no Conselho de Classe CRBio 38.Pág.851/02 Cadastro Técnico Federal/Estadual de CTF 3198411 Atividades e Instrumentos de Defesa CTEA 40173534 Ambiental – IBAMA/IEMA Assinatura Profissional – Técnico Responsável Paula Vieira Lessa Ribeiro Instituição Ápice Projetos de Gestão Cadastro Técnico Federal/Estadual de CTF 5520125 Atividades e Instrumentos de Defesa CTEA 65486595 Ambiental – IBAMA/IEMA Registro no Conselho de Classe CRBio 91.