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FUNDAÇÃO LUSÍADA

CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA


COORDENADORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO

PROF DR CHARLES ARTUR SANTOS DE OLIVEIRA, LD


PROF ME FREDERICO KAUFFMANN BARBOSA
ANTONIO IGNACIO JUNIOR

NORMAS E REGRAS DE PADRONIZAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DE


MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES, TESES E TRABALHOS ACADÊMICOS –
SIMILARES (TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC, TRABALHO DE
GRADUAÇÃO INTERDISCIPLINAR – TGI E OUTROS) – VERSÃO 8.0

SANTOS
2006
PROF DR CHARLES ARTUR SANTOS DE OLIVEIRA, LD
PROF ME FREDERICO KAUFFMANN BARBOSA
ANTONIO IGNACIO JUNIOR

NORMAS E REGRAS DE PADRONIZAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DE


MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES, TESES E TRABALHOS ACADÊMICOS –
SIMILARES (TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC, TRABALHO DE
GRADUAÇÃO INTERDISCIPLINAR – TGI E OUTROS) – VERSÃO 8.0

Manual elaborado pela Coordenadoria de Pós-


Graduação, Pesquisa e Extensão do Centro
Universitário Lusíada, para auxiliar na formatação
de trabalhos acadêmicos.

SANTOS
2006
LISTA DE ILUSTRAÇÕES

QUADRO 1 - NUMERAÇÃO DE SEÇÕES. ..........................................................................14


QUADRO 2 - EXPRESSÕES UTILIZADAS EM CITAÇÕES. .....................................................23
LISTA DE TABELAS

TABELA 1 - PESSOAS RESIDENTES EM DOMICÍLIOS PARTICULARES, POR SEXO E SITUAÇÃO DO


DOMICÍLIO - BRASIL - 1980. ...................................................................................16
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO .........................................................................................................5

2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO ............................................................................7

2.1 SEQÜÊNCIA E CONTEÚDO DOS ITENS .........................................................7


2.1.1 O Pré-Texto................................................................................................7
2.1.2 O Texto.......................................................................................................9
2.1.3 O Pós-Texto .............................................................................................10
2.2 PROJETO DE PESQUISA (OU PLANO DE TRABALHO) ..............................11

3 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ............................................................13

3.1 ILUSTRAÇÕES ...............................................................................................15


3.2 TABELAS ........................................................................................................16
3.3 REFERÊNCIAS ...............................................................................................16
3.3.1 Exemplos de Referências.......................................................................19
3.3.1.1 Livro, Tese, Folheto, Dicionário, Guia, Manual, Catálogo etc. ............19
3.3.1.2 Seriados (Revistas, Jornais etc) .........................................................20
3.3.1.3 Leis, Decretos, Portarias etc...............................................................21
3.3.1.4 Internet ...............................................................................................21
3.4 CITAÇÕES ......................................................................................................21

4 CONCLUSÃO ........................................................................................................24

REFERÊNCIAS.........................................................................................................25

ANEXO A - MODELO DE CAPA, FOLHA DE ROSTO E FOLHA DE APROVAÇÃO


..................................................................................................................................26
FEV 2006 – Versão 8.0
Prof Dr Charles A. S. de Oliveira | Prof Me Frederico K. Barbosa | Antonio Ignácio Jr. 5

1 INTRODUÇÃO

O texto desenvolvido originou-se de pesquisa bibliográfica em uma série


de trabalhos correlatos, que foram adequados às necessidades e peculiaridades dos
Cursos de Pós-Graduação e Graduação, ministrados no Centro Universitário
Lusíada.
Seu objetivo básico e motivação inicial foram o auxílio aos alunos de
PÓS-GRADUAÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA - UNILUS,
principalmente àqueles em fase final de elaboração de suas monografias e
dissertações. As regras de padronização face sua abrangência foram aprovadas na
Reunião do dia 18 de março de 2000, do Departamento de Ciências Jurídicas,
Sociais e Humanas do Centro Universitário Lusíada, acrescidas de algumas
contribuições de seus membros, para serem utilizadas em todos os cursos de pós-
graduação, e em todos os cursos de graduação sob a responsabilidade deste
departamento. É aconselhável que os trabalhos desenvolvidos nas disciplinas de
responsabilidade de outros Departamentos, também sigam, dentro do possível, os
passos sugeridos por este manual.
Anualmente, é feita uma revisão dos principais aspectos relacionados
com a apresentação de trabalhos acadêmicos. Estes aspectos são discutidos de
forma detalhada nas disciplinas de METODOLOGIA CIENTÍFICA, integrante de
todos os cursos de pós-graduação do CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA, e nas
disciplinas de MONOGRAFIA, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC),
METODOLOGIA CIENTÍFICA E METODOLOGIA DA PESQUISA, pertencentes aos
cursos de graduação do CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA, tanto quanto à sua
forma de apresentação, quanto ao seu conteúdo, tendo em vista a pouca
importância dada, pela maioria dos pesquisadores em formação, e graduandos, aos
detalhes da confecção de um documento metodologicamente adequado, desde o
formato do papel, do tamanho das margens até itens que não deveriam, de forma
alguma, estar ausentes de qualquer trabalho, como o encadeamento lógico
(começo, meio e fim) das idéias contidas em uma redação. Portanto, abordamos
assuntos muitas vezes relegados ao segundo plano, mas muito importantes do

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ponto de vista do rigor metodológico, sem o qual qualquer trabalho corre o risco de
perder sua validade acadêmica.
Desta maneira procuramos obedecer as diretrizes básicas da redação de
um trabalho científico, de forma que o próprio texto passa a ser um exemplo muito
próximo de aplicação.

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2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO

A estrutura do documento define a forma na qual deverá ser executada a


montagem do trabalho acadêmico.

2.1 SEQÜÊNCIA E CONTEÚDO DOS ITENS

De acordo com a NBR 14724 (2005, p. 3), "a estrutura de tese,


dissertação ou de um trabalho acadêmico compreende: elementos pré-textuais,
elementos textuais e elementos pós-textuais".

2.1.1 O Pré-Texto

Os elementos pré-textuais antecedem o texto com informações que


ajudam na identificação e utilização do trabalho, na seguinte ordem:

a) CAPA (obrigatório) contendo: nome da instituição, nome do autor,


título, subtítulo (se houver), local (cidade) da instituição onde deve
ser apresentado e ano de depósito (da entrega) (ANEXO A);
b) FOLHA DE ROSTO (obrigatório) contendo os elementos
essenciais à identificação do trabalho e de acordo com os seguintes
critérios:

 anverso da folha de rosto contendo: nome do autor do


trabalho, título, subtítulo (se houver), natureza (tese,
dissertação, trabalhos acadêmicos (trabalho de conclusão de
curso – TCC, trabalho de graduação interdisciplinar – TGI e
outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e
outros, nome da instituição a que é submetido e área de
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concentração), nome do orientador e, se houver, do co-


orientador, local (cidade) da instituição onde deve ser
apresentado, e ano de depósito (da entrega) (ANEXO A),
 verso da folha de rosto contendo a ficha catalográfica, que
deverá ser elaborada pelo(a) bibliotecário(a) da própria
instituição.

c) FOLHA DE APROVAÇÃO (obrigatório) contendo nome do autor,


título por extenso e subtítulo (se houver), natureza, objetivo, nome
da instituição a que é submetida, área de concentração, data de
aprovação, nome, titulação, assinatura e instituição dos membros
componentes da banca examinadora (ANEXO A);
d) DEDICATÓRIA (opcional), onde o autor presta homenagem ou
dedica seu trabalho;
e) AGRADECIMENTOS (opcional), dirigido àqueles que contribuíram
de maneira relevante à elaboração do trabalho;
f) EPÍGRAFE (opcional), onde o autor apresenta uma citação, seguida
de indicação de autoria, relacionada com a matéria tratada no corpo
do trabalho. Podem também constar epígrafes nas folhas de
abertura das seções primárias;
g) RESUMO (obrigatório), “consiste em uma seqüência de frases
concisas e objetivas, e não de uma simples enumeração de tópicos,
não ultrapassando 500 palavras, seguida, logo abaixo, [...] das
palavras-chave e / ou descritores, conforme NBR 6028” (ABNT NBR
14724, 2005, p. 5);
h) RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA (obrigatório [apenas para
os cursos de mestrado e doutorado]), “consiste em uma versão
do resumo em idioma de divulgação internacional (em inglês
Abstract, em espanhol Resumen, em francês Résumé, por exemplo).
Deve ser seguido das [...] palavras-chave e / ou descritores, também
versadas para a língua estrangeira” (ABNT NBR 14724, 2005, p. 5,
grifo nosso);

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i) LISTA DE ILUSTRAÇÕES (opcional), deve ser elaborada


respeitando a ordem apresentada no texto, identificando cada item
com seu respectivo nome, acompanhado do número da página
correspondente;
j) LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS (opcional), consiste na
relação, em ordem alfabética, das abreviaturas e siglas
apresentadas no texto, seguidas das palavras ou expressões
correspondentes escritas por extenso;
k) LISTA DE SÍMBOLOS (opcional), deve ser elaborada respeitando a
ordem apresentada no texto com o seu devido significado;
l) SUMÁRIO (obrigatório), “cujas as partes são acompanhadas do(s)
respectivo(s) número(s) da(s) página(s).” (ABNT NBR 14724, 2005,
p. 6).

2.1.2 O Texto

O texto é dividido em três partes fundamentais:

a) INTRODUÇÃO: delimitação do assunto tratado, objetivos da


pesquisa, justificativa e a importância do tema estudado. Não
confundir Introdução com Resumo;
b) DESENVOLVIMENTO: “contém a exposição ordenada e
pormenorizada do assunto [pesquisado]. Divide-se em [...] [capítulos
(título 1) e subcapítulos (título 2, título 3 etc)] que variam em função
da abordagem do tema” (ABNT NBR 14724, 2005, p. 6, grifo nosso);
c) CONCLUSÃO: “Parte final do texto, na qual se apresentam
conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses” (ABNT
NBR 14724, p. 6).

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2.1.3 O Pós-Texto

Os elementos pós-textuais complementam o trabalho. Os itens que fazem


parte do pós-texto são:

a) REFERÊNCIAS (obrigatório), consiste em um conjunto


padronizado de informações retiradas de livros, revistas, apostilas,
jornais etc, que permite sua identificação individual, conforme a
ABNT NBR 6023, mesmo mencionados em notas de rodapé;
b) GLOSSÁRIO (opcional), elucidação do vocabulário técnico utilizado
no texto elaborado em ordem alfabética;
c) APÊNDICE (opcional), “[...] são identificados por letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas [...]
quando esgotadas as 23 letras do alfabeto” (ABNT NBR 14724,
2005, p. 7);
d) ANEXOS (opcional), são colocados como anexos, tabelas, (de
menor relevância para o estudo), cópias de documentos diversos,
cópia do instrumento de coleta de dados e / ou da entrevista, trechos
de outras obras e outros itens considerados importantes em relação
ao tema pesquisado, mas que prejudicariam a continuidade do texto.
“[...] são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão
e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se letras
maiúsculas dobradas [...] quando esgotadas as 23 letras do alfabeto”
(ABNT NBR 14724, 2005, p. 7);
e) ÍNDICES (opcional), lista de entradas ordenadas que localiza e
remete para as informações contidas num texto.

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2.2 PROJETO DE PESQUISA (OU PLANO DE TRABALHO)

Antes da realização da pesquisa ou trabalho proposto é preciso que se


faça um projeto. Este projeto tem por objetivo direcionar o aluno para a execução da
monografia, sendo normalmente desenvolvido dentro da disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso – TCC (Graduação) e Acompanhamento de Monografia (Pós-
Graduação).
O projeto de pesquisa deve ser breve e bastante objetivo. Sugerimos a
seguinte estrutura:

a) TEMA: inicialmente deve ser definido o tema do projeto de pesquisa;


b) OBJETIVOS: indica o que é pretendido como desenvolvimento da
pesquisa e quais os resultados que se procura alcançar. Nos
projetos científicos e acadêmicos, deve-se identificar claramente o
problema, bem como apresentar as hipóteses a serem testadas;
c) JUSTIFICATIVA: consiste na apresentação, de forma clara e
sucinta, das razões de ordem teórica e / ou prática que justificam a
realização da pesquisa. No caso de pesquisas de natureza científica
ou acadêmica, a justificativa deve indicar:

 estágio de desenvolvimento dos conhecimentos referentes ao


tema,
 as contribuições que a pesquisa pode trazer, com vistas a
proporcionar respostas aos problemas propostos ou a ampliar
as formulações teóricas a esse respeito,
 a relevância social do problema a ser investigado,
 a possibilidade de sugerir modificações no âmbito da realidade
abordada pelo tema.

No caso de pesquisas de natureza prática, a justificativa deve


considerar os objetivos da instituição e os benefícios que os
resultados poderão proporcionar. Os cuidados com a elaboração da
justificativa devem ser redobrados, como no caso de pesquisas para
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as quais solicita-se algum tipo de financiamento, já que a entidade


financiadora necessita de boas razões para justificar o investimento.

d) BREVE SUMÁRIO PRELIMINAR: considerando-se o tema e o


objeto da pesquisa, apresenta-se uma estrutura básica para
desenvolvimento do trabalho, sob a forma de capítulos. O sumário
deve conter uma breve descrição dos futuros capítulos e a sua
importância para o desenvolvimento da monografia;
e) BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR: neste item são estabelecidas as
fontes da pesquisa. Devem ser relacionadas à bibliografia básica (já
consultada ou a consultar), estruturas da pesquisa de campo, sites
da Internet etc;
f) CRONOGRAMA DE ATIVIDADES: considerando as informações
anteriores e o calendário para a entrega da monografia, planeja-se a
execução do trabalho de forma a atender todos os prazos
envolvidos.

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3 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO

A apresentação dos trabalhos acadêmicos devem ser elaborados da


seguinte forma:

a) o trabalho deve ser impresso em folhas brancas, A4, com tinta preta;
admitimos para os gráficos e fotos, a impressão colorida;
b) o trabalho deve ser impresso em apenas um lado do papel;
c) o parágrafo do texto corresponde a dois centímetros;
d) configuração de página:

 Margens Superior e Esquerda de 3,0 cm; Margens Inferior e


Direita de 2,0 cm,
 Tamanho do Papel A4 (21 cm x 29,7 cm),
 Cabeçalho de 2,0 cm e Rodapé de 1,25 cm.

e) fonte Arial, tamanho 12 para todo o texto exceto nas citações de


mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das
ilustrações e das tabelas que devem ser digitadas em tamanho 10;

 “No caso de citações de mais de três linhas, deve-se observar


também o recuo de 4,0 cm da margem esquerda” (ABNT NBR
14724, 2005, p. 8).

f) espaçamento entre linhas 1,5 linha para todo o texto, exceto nas
citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências,
legendas das ilustrações e das tabelas, ficha catalográfica, natureza
do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetida e a área
de concentração, que devem ser digitados em espaço simples entre
linhas;

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 “As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas


entre si por dois espaços simples” (ABNT NBR 14724, 2005, p.
8).

g) os capítulos devem começar no início da página, com alinhamento


justificado, e ser separados do texto que os sucede, por dois
espaços 1,5 entre linhas (enter). Da mesma forma, os subcapítulos
devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por
dois espaços 1,5 entre linhas (enter) (ABNT NBR 14724, 2005, p. 8);

 Os números que precedem os títulos dos capítulos e


subcapítulos devem ser alinhados à esquerda, separados por
um espaço de caractere,
 Os títulos, Agradecimentos, Lista de Ilustrações, Lista de
Abreviaturas e Siglas, Lista de Símbolos, Resumos, Sumário,
Referências, Glossário, Apêndice(s), Anexo(s) e Índice(s), não
apresentam indicativo numérico e devem ser em negrito e
centralizados (ABNT NBR 14724, 2005, p. 8).

1 SEÇÃO PRIMÁRIA (TÍTULO 1)


Fonte: Arial; Tamanho: 12 pt; Estilo: Negrito; Efeitos: Todas em maiúsculas;
Alinhamento: Justificado; Espaçamento Antes e Depois: 0 pt; Espaçamento
Entre linhas: 1,5 linha.
1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA (TÍTULO 2)
Fonte: Arial; Tamanho: 12 pt; Estilo: Negrito Itálico; Efeitos: Todas em
maiúsculas; Alinhamento: Justificado; Espaçamento Antes e Depois: 0 pt;
Espaçamento Entre linhas: 1,5 linha.
1.1.1 Seção Terciária (Título 3)
Fonte: Arial; Tamanho: 12 pt; Estilo: Negrito; Alinhamento: Justificado;
Espaçamento Antes e Depois: 0 pt; Espaçamento Entre linhas: 1,5 linha.
1.1.1.1 Seção Quaternária (Título 4)
Fonte: Arial; Tamanho: 12 pt; Estilo: Negrito Itálico; Alinhamento: Justificado;
Espaçamento Antes e Depois: 0 pt; Espaçamento Entre linhas: 1,5 linha.
1.1.1.1.1 Seção Quinária (Título 5)
Fonte: Arial; Tamanho: 12 pt; Alinhamento: Justificado; Espaçamento Antes e
Depois: 0 pt; Espaçamento Entre linhas: 1,5 linha.

Quadro 1 - Numeração de Seções.

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h) os capítulos e subcapítulos do Sumário deverão seguir a mesma


formatação apresentada no Quadro 1;
i) a numeração de páginas deve ser contada seqüencialmente à partir
da FOLHA DE ROSTO, mas a numeração começará a ser impressa
somente à partir da primeira folha da parte textual (1
INTRODUÇÃO). Serão utilizados algarismos arábicos (1, 2, 3 ...),
conforme a NBR 14724. Havendo, apêndice, anexos, referências
etc, suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua
paginação deve dar seguimento a numeração do texto;

 Os números devem ser colocados no canto superior direito da


folha.

j) O número de páginas mínimas para o texto (Introdução,


Desenvolvimento e Conclusão) é de 80 páginas.

3.1 ILUSTRAÇÕES

Regras gerais de apresentação de desenhos, esquemas, fluxogramas,


fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros:

a) cada tipo de ilustração deve ter uma numeração independente e


seqüencial (Quadro 1, Quadro 2, Figura 1, Figura 2 etc);
b) os títulos devem ser colocados na parte inferior e centralizados de
forma breve e clara;
c) a ilustração deve se localizar próxima ao trecho do texto em que é
mencionada;
d) sempre que a ilustração for copiada de um outro trabalho ou
publicação, deve-se mencionar a fonte.

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3.2 TABELAS

Segundo IBGE (1993), as tabelas são elementos que apresentam


informações tratadas estatisticamente. Por exemplo:

Tabela 1 - Pessoas residentes em domicílios particulares, por sexo e situação do domicílio -


Brasil - 1980.

Situação do
Total Mulheres Homens
domicílio
Total 117 960 301 59 595 332 58 364 969
Urbana 79 972 931 41 115 439 38 857 492
Rural 37 987 370 18 479 893 19 507 477
Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Regras gerais de apresentação de tabelas:

a) os títulos devem ser colocados na parte superior e centralizados de


forma breve e clara;
b) se a tabela não couber em uma folha, deve ser continuada na folha
seguinte e, nesse caso, não deverá aparecer a borda inferior da
última linha da tabela, sendo o título e o cabeçalho (1ª linha da
tabela) repetidos na folha seguinte;
c) nas tabelas utilizam-se bordas horizontais e verticais para separar os
títulos das colunas no cabeçalho. No corpo da tabela, não se
apresentam as bordas externas, evitando-se bordas verticais para
separar as colunas e bordas horizontais para separar as linhas.

3.3 REFERÊNCIAS

Segundo a NBR 6023 (2002, p. 2) da ABNT, Referência é: "um conjunto


padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua
identificação individual".
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Não devem ser relacionadas nesta lista as obras que não tenham sido
citadas no transcorrer do texto. Caso necessário, estas obras devem ser listadas
como Referência Recomendada.
Os elementos da Referência, devem ser escritos numa seqüência
padronizada que depende do tipo de publicação a que se quer referenciar.
Normalmente, são considerados elementos essenciais:

a) nome do autor;
b) título da obra;
c) número da edição;
d) imprensa, ou seja, local, editora e ano de publicação, nesta ordem.

Os elementos complementares são:

a) número de páginas ou volumes;


b) ilustração (dimensão);
c) nome da série ou coleção;
d) notas especiais;
e) ISBN.

Regras gerais de apresentação:

a) as referências são alinhadas à margem esquerda e de forma a


identificar individualmente cada documento;
b) a pontuação deve ser consistente, ou seja, uniforme para todas as
referências semelhantes. Empregar vírgula entre o sobrenome e o
nome do autor (quando invertidos) e ponto e vírgula entre autores
(ex.: OLIVEIRA, C. A. S. de; JEN, C. K.);
c) ligar por hífen as páginas inicial e final da parte referenciada (ex.: p.
697-702);
d) dois pontos e espaço para separar local e editora; vírgula para
separar editora do ano de publicação (ex.: São Paulo: SBMO, 1993);

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e) se a obra possuir mais de três autores, menciona-se apenas o


primeiro, acrescentando a expressão "et al." (ex.: PEREIRA, M. S. et
al.);
f) obras com contribuições isoladas de vários autores são
referenciadas com o nome do responsável intelectual, seguido, entre
parênteses, da abreviação da palavra que caracteriza o tipo de
responsabilidade [ex.: SILVA, J. C. da (Coord.)];
g) em caso de autoria desconhecida, entra-se pelo título da obra (ex.:
DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro);
h) quando a autoria é de entidade coletiva podem ocorrer duas
situações:

 se a denominação for genérica, seu nome é precedido pelo


órgão superior (ex.: BRASIL. Ministério da Fazenda.
Departamento de Coleta de Dados),
 se a entidade coletiva tiver uma denominação específica que a
identifique, entra-se diretamente pelo seu nome [ex.:
INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA (Brasil)].

i) título da obra (quando livro, dissertações etc) deve ser escrito com
letras de tipo diferente (negrito), com letra maiúscula apenas na
primeira letra da primeira palavra (com exceção de nomes próprios);
j) quando a referência for artigo de seriado (revista ou jornal), o título
do artigo deve ser escrito em letras normais; o nome do seriado
deve ser escrito em letras de tipo diferente (negrito) e as primeiras
letras de cada palavra em letra maiúscula;
k) a edição é indicada em algarismos arábicos, seguidos de ponto,
espaço e abreviatura da palavra edição no idioma da publicação
(ex.: 3. ed. ou 3. ed. rev. aum.);
l) quando não se informa na obra o local de publicação, informa-se
entre colchetes [S.l.], que significa Sine loco;
m) quando houver mais de um local para uma só editora, informa-se o
primeiro ou o mais destacado;

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n) nome do editor deve ser abreviado em seus prenomes (ex.: J.


Macedo) e não se mostram elementos que definam a natureza
jurídica ou comercial deste [ex.: Atlas (e não Editora Atlas)];
o) quando não se informa na obra sobre o editor, informa-se entre
colchetes [s.n.], que significa sine nomine;
p) se nenhuma data de publicação for encontrada, informa-se uma data
aproximada entre colchetes. Exemplos: um ano ou outro [1944 ou
1945]; data provável [1976?]; data certa, não indicada no item
[1989]; intervalos menores de 20 anos [entre 1910 e 1916]; data
aproximada [ca. 1978]; década certa [198-]; década provável [199-?];
século certo [19--]; século provável [19--?];
q) caso existam duas datas, ambas podem ser indicadas, desde que
sejam mencionadas as relações entre elas.

3.3.1 Exemplos de Referências

3.3.1.1 Livro, Tese, Folheto, Dicionário, Guia, Manual, Catálogo etc.

DIAS, Gonçalves. Gonçalves Dias: poesia. 11. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1983.

OLIVEIRA, S. L. de. Tratado de metodologia científica. São Paulo: Pioneira,


1997.

Quando a obra for uma monografia, dissertação de mestrado, tese de


doutorado ou tese de livre docência, deve-se acrescentar uma nota especial de
acordo com o exemplo a seguir:

OLIVEIRA, C. A. S. de. Os efeitos das propriedades acústicas no


espalhamento Brillouin reverso estimulado (SBBS) em fibra óptica
monomodo. 1993. 230 f. Tese (Livre docência em Engenharia de Computação
e Sistemas Digitais) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São
Paulo.
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Prof Dr Charles A. S. de Oliveira | Antonio Ignácio Jr.
FEV 2006 – Versão 8.0
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Quando se quiser referenciar apenas parte de uma obra com autoria


própria como, por exemplo, capítulos de um livro escritos por um outro autor que não
o coordenador do livro, deve-se utilizar o seguinte modelo:

OLIVEIRA, C. A. S. de. Simulation of the influence of fiber optics acoustic


proprieties in one Brillouin ring laser configuration. In: IASTED
International Conference on Applied Modelling and Simulation, IASTED
International Conference Proceedings, IASTED, International Association of
Science and Technology for Development. Banff, 1997. p. 85-87.

3.3.1.2 Seriados (Revistas, Jornais etc)

Para artigos de revista (acadêmicas ou não) segue-se o seguinte modelo:

OLIVEIRA, C. A. S. de et al. Stimulated Brillouin scattering in cascaded fibers of


different Brillouin frequency shifts. Journal Optical Society of America B, v.
10, n. 6, p. 969-972, June 1993.

Para artigos em jornais segue-se o seguinte modelo:

SILVINO, L. Rio de Janeiro uma paixão nacional. Jornal A Tribuna, Santos, 8


jul. 2001. Turismo, Caderno 6, p. 15.

Quando os seriados são considerados no todo (coleção) segue-se o


seguinte modelo:

REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 1939-.

Quando os seriados são considerados em parte (fascículos, suplementos,


números especiais, etc.) segue-se o seguinte modelo:

CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de


Janeiro: FGV, v. 38, n. 9, set. 1984. 135 p. Edição Especial.

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3.3.1.3 Leis, Decretos, Portarias etc

BRASIL. Decreto-Lei nº 3196, de 5 de outubro de 1999. Promulga o protocolo


de integração educacional para prosseguimento de estudos de pós-
graduação nas universidades dos países membros do MERCOSUL. Diário
Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, n. 192, p. 12, 6 out. 1999.

3.3.1.4 Internet

Atualmente, uma grande quantidade de informações pode ser coletada na


Internet. A ABNT define as normas de redação para este tipo de referência de
acordo com o seguinte modelo:

FUNDAÇÃO LUSÍADA. Como utilizar os manuais. Disponível em:


<http://www.lusiada.br/lusiadanet_manuais.htm>. Acesso em: 19 out. 1999.

3.4 CITAÇÕES

Citação, como define a NBR 10520 (2002, p. 1 – 2), é a menção, no texto,


de uma informação extraída de outra fonte. Classificam-se em:

a) citação direta: transcrição textual dos conceitos do autor consultado;


b) citação indireta: transcrição livre do texto do autor consultado;
c) citação de citação: transcrição direta e indireta de um texto em que
não se teve acesso ao original;

Regras gerais de apresentação em formato autor-data:

a) a citação do(s) autor(es) inicia-se pelo sobrenome, em letras


maiúsculas;
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b) quando o sobrenome do autor é parte do texto, menciona-se, entre


parênteses, o ano da publicação da obra citada, seguido da(s)
página(s) onde pode ser localizada a citação. Exemplo: De acordo
com Galbraith (1987, p. 35);
c) indicamos a fonte [sobrenome do autor, seguido de vírgula, data da
publicação, e número da(s) página(s)] posteriormente à citação
quando não se deseja interromper a seqüência do texto. Exemplo:
"... [texto] ... " (GALBRAITH, 1987, p. 35);
d) ao transcrever um texto que contenha mais de três linhas, estas
deverão ser destacadas com recuo de 04 (quatro) centímetros da
margem esquerda, com fonte tamanho 10, espaçamento entre linhas
simples e sem as aspas.
e) usar apenas um tipo de citação em todo o trabalho;
f) informações obtidas em aulas, palestras etc, devem ser seguidas da
expressão: (informação verbal);
g) as palavras devem ser transcritas tais como se encontram na
origem; grifos que não sejam do autor devem ser seguidas da
expressão: [grifo nosso];
h) a supressão de partes da transcrição deve ser assinalada com
reticências: [...].

Exemplo:

O Planalto Central do Brasil desce, nos litorais do Sul, em escarpas


inteiriças, altas e abruptas. Assoberba os mares; e desata-se em chapadões
nivelados pelos visos das cordilheiras marítimas, distendidas do Rio Grande
a Minas. Mas ao derivar para as terras setentrionais diminui gradualmente
de altitude, ao mesmo tempo que descamba para a costa oriental em
andares, ou repetidos socalcos, que o despem da primitiva grandeza
afastando-o consideravelmente para o interior (CUNHA, E., 1984, p. 4).

Além desse tipo de citação, outros ainda podem ser utilizados, como
Notas de Rodapé (Notas de Referência ou Notas Explicativas). Segundo a ABNT
NBR 10520 (2002, p. 5), as notas de rodapé são “indicações, observações ou
aditamentos ao texto feitos pelo autor, tradutor ou editor” e classificam-se em:

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Notas de Referência: notas que indicam fontes consultadas ou remetem a


outras partes da obra onde o assunto foi abordado. Sua numeração é feita
por algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para
todo o capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página (NBR
10520, 2001, p. 3). Exemplo:

_______________
FARIA, José Eduardo (Org.) Direitos Humanos, direitos sociais e justiça. São Paulo: Malheiros,
1994.

Notas Explicativas: notas usadas para comentários, esclarecimentos ou


explanações, que não possam ser incluídas no texto. Sua numeração é feita
em algarismos arábicos devendo ter numeração única e consecutiva para
todo o capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página (NBR
10520, 2001, p. 4). Exemplo:

_______________
1
Voltarei a esta questão quando analisar a repartição do produto... (1977, p. 119-136).

Neste caso deve-se estabelecer um sistema numérico que permita ao


leitor fazer a ligação entre a citação e a referência. Estes números podem aparecer
entre parênteses, colchetes ou pouco acima da linha do texto (sobrescrito), como no
exemplo a seguir:

“Inventar e arte do renovar.”(15)


“Inventar e arte do renovar”15

A primeira citação de um autor deve apresentar a referência bibliográfica


completa, e as demais podem ser abreviadas, desde que não seja intercalada por
outras obras do mesmo autor, e acompanhadas das seguintes expressões:

EXPRESSÃO SIGNIFICADO
Apud Citado por, conforme, segundo
Ibidem ou ibid na mesma obra
Idem ou id Igual à anterior
Opus citatum ou op.eit Obra citada
Passim Aqui e ali
Sequentia ou seq Seguinte ou o que se segue

Quadro 2 - Expressões utilizadas em citações.

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4 CONCLUSÃO

Este documento foi baseado em uma série de trabalhos existentes, todos


com origens comuns: as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas e a
forma metodológica mais usual de apresentação de um trabalho com cunho
científico. Nas áreas da Metodologia da Pesquisa e da Metodologia Científica, existe
uma infinidade de livros, apostilas e publicações diversas, mas todas têm em comum
o fato de optarem pela forma mais usual e aceita pelas Instituições de Ensino de
nosso país. Desta maneira, o objetivo deste documento é auxiliar os alunos,
principalmente aqueles em fase de elaboração de sua monografia, a redigir
trabalhos acadêmicos dentro das normas geralmente aceitas e / ou definidas pela
ABNT.
A preocupação dos alunos em seguirem essas regras deve ser constante.
A padronização dos trabalhos e toda a metodologia embutida facilitam o processo de
pesquisa do próprio aluno e de futuros pesquisadores. Não devemos esquecer que a
obra dos alunos deverá servir de referência para futuros trabalhos e pesquisas.

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REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. Abreviação na


descrição bibliográfica. NBR 10522. Rio de Janeiro, out. 1988.

______ . Abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. NBR 6032.


Rio de Janeiro, ago. 1989.

______ . Informação e documentação – Apresentação de citações em


documentos. NBR 10520. Rio de Janeiro, ago. 2002.

______ . Informação e documentação – Referências bibliográficas. NBR 6023.


Rio de Janeiro, ago. 2002.

______ . Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação.


NBR 14724. Rio de Janeiro, dez. 2005.

______ . Numeração progressiva das seções de um documento. NBR 6024. Rio


de Janeiro, ago. 1989.

______ . Sumário. NBR 6027. Rio de Janeiro, maio 2003.

______ . Resumos. NBR 6028. Rio de Janeiro, nov. 2003.

OLIVEIRA, Charles Artur Santos de, IGNÁCIO JÚNIOR, Antonio. Regras de


padronização da coordenadoria de pós-graduação, pesquisa e extensão do
UNILUS, para a elaboração de monografias, dissertações, teses e trabalhos
acadêmicos (versão 1.0). Santos: Lusíada, jun. 1997.

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ANEXO A - MODELO DE CAPA, FOLHA DE ROSTO E FOLHA DE APROVAÇÃO

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Prof Dr Charles A. S. de Oliveira | Antonio Ignácio Jr.
FEV 2006 – Versão 8.0
Prof. Dr. Charles A. S. de Oliveira | Prof. Ms. Frederico K. Barbosa | Antonio Ignácio Jr.

FUNDAÇÃO LUSÍADA
CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA

NOME DO AUTOR

TÍTULO DO TRABALHO

SANTOS
2006
FEV 2006 – Versão 8.0
Prof. Dr. Charles A. S. de Oliveira | Prof. Ms. Frederico K. Barbosa | Antonio Ignácio Jr.

NOME DO AUTOR

TÍTULO DO TRABALHO

Natureza, objetivo, nome da instituição a que é


submetida, área de concentração.

SANTOS
2006
FEV 2006 – Versão 8.0
Prof. Dr. Charles A. S. de Oliveira | Prof. Ms. Frederico K. Barbosa | Antonio Ignácio Jr.

NOME DO AUTOR

TÍTULO DO TRABALHO

Natureza, objetivo, nome da instituição a que é


submetida, área de concentração.

DATA: ____ / ____ / ________

MÉDIA FINAL: ( )

MARCA: ( )

PROF DR CHARLES ARTUR SANTOS DE OLIVEIRA, LD


Presidente

MARCA: ( )

PROF DR RODOLFO MOLINARI


Orientador

MARCA: ( )

PROF ME FREDERICO KAUFFMANN BARBOSA


Membro Interno