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GUIA DE EMPRESAS DE END E INSPEÇÃO

GUIA DE MÉTODOS DE END
GUIA DE TERMOS DE END
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS
TREINAMENTO
2 0 0 7
J
expediente
Institucional ABENDE .................................................4
Índice Remissivo por Empresas e
Métodos de END .......................................................6
Indicadores .............................................................. 10
Guia dos Métodos de END ...................................... 12
Guia de Termos de END ........................................... 28
Publicado por:
Associação Brasileira de Ensaios
Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
Colaboradores Técnicos para o
Guia dos Métodos de END
Alejandro David A.Spoerer del Rio – POLIMETER
Carla Alves Marinho Ferreira - PETROBRAS
Carlos Alberto Arruda Miranda - BRASITEST
Carlos Donizetti Corrêa Madureira - BBL
César Coppen Martin - ABENDE
Edson Almeida Torre - SABESP
Eduardo J. Netto - GERMAN
Hermann Schubert – PASA
Honório Paulo Teixeira Coelho - Vertical Inspeções
Jaques Townsend- TOTAL
Joaquim José Moreira dos Santos - PETROBRAS
José Carlos Lobato da Cunha - PETROBRAS
José Maurício Barbosa Rabello - PETROBRAS
Luciano Paiva Ponci - TEKNIKAO
Luiz Mauro Alves - ABENDE
Marcelo Ricardo Dutkevicz - REM
Marcelo Garcia Stenzel – SGS
Raimar Eckard Schmidt - RAIMECK
Ricardo de Oliveira Carneval - PETROBRAS
Comissões de Estudos de Normalização
Técnica para o Guia de Termos de END
•Análise de Vibrações
•Aplicações Especiais
•Correntes Parasitas
•Emissão Acústica
•Estanqueidade
•Métodos Superfciais
•Radiografa
•Termografa
•Teste por Pontos
•Ultra-Som
END
Os Ensaios Não Destrutivos (END) são técnicas utiliza-
das na inspeção de materiais e equipamentos sem da-
nifcá-los, sendo executados nas etapas de fabricação,
construção, montagem e manutenção. São largamente
utilizados nos setores petróleo/petroquímico, químico,
aeronáutico, aeroespacial, siderúrgico, naval, eletrome-
cânico, papel e celulose, entre outros. Contribuem para
a qualidade dos bens e serviços, redução de custo, pre-
servação da vida e do meio ambiente, sendo fator de
competitividade para as empresas que os utilizam. Para
apresentar resultados efcazes e confáveis os Ensaios Não
Destrutivos devem, necessariamente, levar em conside-
ração os seguintes componentes:
• Pessoal treinado, qualifcado e certifcado
• Equipamentos calibrados
• Procedimentos de execução de ensaios qualifcados
com base em normas e critérios de aceitação previamen-
te defnidos e estabelecidos
Comparativamente, podemos afrmar que o “controle
da qualidade” que o médico faz de um corpo humano,
na avaliação da saúde ou da patologia de um paciente,
é o mesmo aplicado na indústria, só que para materiais
e produtos.
Equipe ABENDE
Responsável: Eliane Bastos
Apoio Técnico: Alessandra Alves, Ana Paula Giolo
Comercial: Vanessa Barros
Tiragem: 6000 exemplares
Público Leitor: Especialistas, Engenheiros, Técnicos,
Inspetores que trabalham direta ou indiretamente
com inspeção industrial.
Revisão Gramatical: Edmundo Conde
Projeto Gráfco e Diagramação: Hodogéu Comunicação
Impressão: GT Editora
índice
ABENDE: Rua Guapiaçu, 05 – Vila Clementino - 04024-020
São Paulo – SP - Tel.: (11) 5586-3199 – Fax: (11) 5581-1164
e-mail: abende@abende.org.br – Site: www.abende.org.br
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
+
A
“Associação Brasileira de
Ensaios Não Destrutivos e
Inspeção - ABENDE” é uma
entidade técnico-científca, sem
fns lucrativos, de direito privado,
com sede em São Paulo, fundada em
Março de 1979, voltada à difusão
das técnicas de END e Inspeção, com
ações voltadas ao aprimoramento da
tecnologia e, conseqüentemente, do
pessoal e das empresas envolvidas
no tema.
A Associação, através de seu traba-
lho de articulação entre indústrias,
instituições de ensino, de pesquisas
e profssionais, contribui de for-
ma signifcativa para a exportação
de bens e serviços nacionais. Suas
ações impactam diretamente na se-
gurança e saúde do trabalhador e na
preservação do meio ambiente. Faz
parte do Comitê Internacional de
END - ICNDT e do Comitê Pan-Ameri-
cano de END - PAN NDT.
Através de sua ação em prol do
desenvolvimento e gestão da tec-
nologia, obteve os seguintes reco-
nhecimentos, credenciamento, acre-
ditação e qualifcação:
• Reconhecida pelo Ministério da
Ciência e Tecnologia – MCT como
Entidade Tecnológica Setorial – ETS
para a gestão tecnológica na área
de END.
Institucional
• Reconhecida através do Sistema
Nacional de Qualifcação e Certifca-
ção de Pessoal em END (SNQC/END)
pela European Federation for NDT -
EFNDT, com base no Mutual Recogni-
tion Agreement - MRA, instrumento
este que garante que o sistema de
certifcação da ABENDE seja conduzi-
do segundo os preceitos mínimos es-
tabelecidos pela Federação. Os países
signatários do MRA reconhecem tais
requisitos mínimos. Esse é o primeiro
passo para a aceitação das certifca-
ções dos profssionais do SNQC/END
por essas nações, embora a decisão
fnal seja do contratante.
• Credenciada pela Associação Bra-
sileira de Normas Técnicas - ABNT
como Organismo de Normalização
Setorial – ONS-58 para a elaboração
de normas de END.
• Acreditada pelo Instituto Nacional
de Metrologia, Normalização e Quali-
dade Industrial - INMETRO do Minis-
tério do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior, como Organismo
de Certifcação de Pessoal – OPC-002,
conforme a Norma ISO 17024, para a
qualifcação e certifcação de pesso-
al em END, baseada nos critérios da
Norma ISO 9712
• Qualifcada como Organização da
Sociedade Civil de Interesse Público
(OSCIP), pelo Ministério da Justiça.
ABENDE
Formação e Treinamento de Pessoal
Promoção e Realização de Eventos, Feiras e Exposições Técnicas
Desenvolvimento de Projetos de Pesquisas Aplicadas e Multiclientes
Estabelecimento de Sistemas de Qualifcação e Certifcação de Pessoal, Produtos e Equipamentos de END.
Elaboração de Normas Técnicas de END
Edição de uma Revista Técnica, a “Revista ABENDE”
Edição de Publicações Técnicas (Vídeos, Apostilas e Livros de END)
Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Técnica Internacional
Estabelecimento de Acordos de Cooperação Técnica Nacional e Internacional
Conheça a ABENDE pelo site: www.abende.org.br
PRINCIPAIS ATIVIDADES
Guia de END&Inspeção
5
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
c
GUIA DE
EMPRESAS
AhAk BRASIL SERvIÇOS INDUSTRIAIS LTDA
(11) 40252139
paulo@ahak.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
ALPITEC DO BRASIL ALPINISMO
INDUSTRIAL LTDA
(24) 2291.4029
info@alpitecbr.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
ALTENBURGER REPR. E CONSULTORIA LTDA.
(21) 2498.8830
dieter@rcabrasil.com
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
ARAújO ENGª E INTEGRIDADE EM EqUIP. LTDA
(19) 3836.2020
araujo@araujoengenharia.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
ARCTEST SERvIÇOS TEC. INSP. E MANUT. INDL.
LTDA
(19) 3884.9960
comercial@arctest.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
AROTEC S/A INDúSTRIA E COMÉRCIO
(11) 4613.8600
arotec@arotec.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
Av ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
ASNDT : ENGENhARIA,CONSULTORIA E
INSPEÇÃO
(21) 3335.99403
spr@asndt.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
ÁTOMO RADIOP. E SEGURANÇA
NUCLEAR S/C LTDA
(11) 3032.4616
adelia@atomo.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
AUxíLIO ASSESSORIA SERvIÇOS
TÉCNICOS LTDA
(11) 5575.3837
operacional@auxilio.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
BC TRADE - COM. IMP. E ExPORTADORA LTDA
(31) 3462.5668
scheila@bctrade.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
BELOv ENGENhARIA LTDA
(71) 3381.1954/1477
eng@belov.com.br
juracy@belov.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
BBL - BUREAU BRASILEIRO LTDA
(11) 3616.4000
bbl@bbl.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
BODyCOTE BRASIMET PROCESSAMENTO
TÉRMICO S/A
(11) 2168.6424
eliane.netto@bodycote.com
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
BqS BRAZIL qUALITy SERvICES LTDA EPP
(11) 3719.3657
bqs@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
BRASITEST LTDA
(11) 3835.8822
comercial@brasitest.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CR CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
CARESTREAM hEALTh
(12) 3932.6254
luiz.castro@carestreamhealth.com
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
CARLOS ALBERTO ARRUDA SALLES
MARqUES E CIA. LTDA
(19) 3481.3227
cmarques@cmarques.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
CCI - CENTRO CONTROLE E INSPEÇÃO LTDA
(11) 3857.2002
hamilton@ccisp.com.br;slscci@uol.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | venda | LOCAÇÃO | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
Guia de END&Inspeção
/
GUIA DE EMPRESAS Institucional
CEI - CENTRO DE ENGENhARIA E
INSPEÇõES LTDA
(11) 3392.5576
ceieng@terra.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
COMPETêNCIA ASSESSORIA E SERv. TÉCNICOS
LTDA
(11) 3641.6535
hilton@competencia.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
CONSINSP - INSP. EqUIPS. E MANUT.
INDL. LTDA
(19) 3933.2596
consinsp@terra.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
COONAI - COOPERATIvA NACIONAL DE
CONTROLE DA qUALIDADE LTDA
(31) 2122.1233
denilson@coonai.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
COOPERATIvA DOS INSP. AUTôNOMOS
DA BA - COOINSP
(71) 379.4094
cooinsp@cooinsp.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US
DIAGNOSTIC IMAGIND AUTOMAÇÃO LTDA
(11) 4458.1226
diagnostic@diagnostic.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
DMCj INSPEÇõES LTDA
(21) 2413.4459
dmcj@dmcj.com.br;curriculum@dmcj.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
END OLIvEIRA
(51) 3468.8713
endoliveira@terra.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
END-ChECk CONSULTORIA E SERv. ESPEC. COM.
LTDA
(13) 3222.3515
endcheck@endcheck.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
ENGENORTE ENGENhARIA E INSPEÇÃO LTDA
(91) 3244.3853/9917
engenor@veloxmail.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
ENGISA INSP. E PESqUISA APLICADA à
INDúSTRIA LTDA
(41) 3668.1919
engisa@engisa.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
FLIR SySTEMS BRASIL COM. DE CâMERAS
INFRAvERMELhAS LTDA
(15) 3238.8070
flir@flir.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
FRAEND - CONSULTORIA, INSPEÇÃO E
TREINAMENTO
(51) 3463.6193
fraend@fraend.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | LOCAÇÃO | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
GE INSPECTION TEChNOLOGIES
(11) 3067.8169
eugenio.solda@ae.ge.com
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
GERALTEC - CONSULTORIA EM EqUIPAMENTOS
LTDA
(71) 3342.9810
geraltec@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
GERMAN ENGª E SERvIÇOS DE MANUTENÇÃO
(11) 4543.6383
comercial@german-engenharia.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
Av ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
hCG TECNOLOGIA LTDA*
(11) 4127.5438
hcg@hcgtecnologia.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
INSPEC - Inspec Norproj Inspeção
Consultoria e Projetos
(71) 3321.6908
moacirbispo@inspec.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | PROCED. | INSPEÇÃO | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
INTER-METRO SERvIÇOS ESPECIAIS LTDA
(11) 5071.2764
comercial@inter-metro.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
Av ACFM CR CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US
íNTEGRA - COOP. PROF. ENGª
INTEGRIDADE EqUIP. LTDA
(21) 2427-6646
integra@integra.org.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | serviços |
• MÉTODOS DE END
Av ACFM CR CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
INTERATIvA - CONSULT. E AvAL.
DE EqUIPAMENTOS LTDA-EPP**
(11) 5077.3786
interativa@interativaconsultoria.com
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CR CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
ISq BRASIL - INSTITUTO DE SOLDADURA E
qUALIDADE LTDA
(31) 3263.3263
isq@isqbrasil.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
jBS INSPEÇÃO E ENSAIOS LTDA
(11) 4048.2924
adm@jbsensaios.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
jOvITEC INSPEÇÃO E ENSAIOS NÃO
DESTRUTIvOS LTDA.
(62) 3215.7586
jovitec@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
8
jR END’S - EMP. SERv. CONSULT. ASS. LTDA
(31) 3823.1449
jrends@terra.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | LOCAÇÃO | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
kROMA PRODUTOS GRÁFICOS E REPRES. LTDA
(11) 6204.8960
kroma@attglobal.net
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
kUBIkA COMERCIAL LTDA
(11) 6909.1302
kubika@globo.com
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
MAGNAFLUx
(11) 4785.2600
sales@itwchem.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
METAL ChEk DO BRASIL IND. E COM. LTDA
(11) 3515.5287
diretoria@metalchek.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
METALTEC NÃO DESTRUTIvOS LTDA
(11) 5044.3522
metaltec@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | LOCAÇÃO | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US
MkS SERvIÇOS ESPECIAIS DE
ENGENhARIA LTDA
(51) 3371.1777
mks@mksservices.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
MULTIFLUx MÁqUINAS ESPECIAIS
IND. E COM. LTDA
(11) 4109.9466
adm.mfx@multiflux.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
NDT DO BRASIL LTDA
(11) 3736.7777
ndt@ndtdobrasil.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | LOCAÇÃO | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
OCEANEERING INSPECTION - Brasil
(21) 2729.8923
jsmid@oceaneering.com
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
OCEâNICA SERvIÇOS TÉCNICOS
SUBMARINOS LTDA
(22) 2105.5500
oceanica@oceanicasub.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
OPERTEC ENGENhARIA S/C LTDA
(11) 5083.2340/3452
opertec@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
P&C CONSULTORIA REPRES. E
COMÉRCIO LTDA
(85) 3219.6868
protecaoecia@protecaoecia.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
PANENG ENGENhARIA E CONSULTORIA LTDA
(19) 3229.0727
paneng@terra.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
PhE INDúSTRIA E COMÉRCIO DE
EqUIPAMENTOS LTDA
(11) 6246.3900
phe@phe.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
PhySICAL ACOUSTICS SOUTh
AMERICA - PASA
(11) 3082.5111
vendas@pasa.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
Av ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
POLIMETER COMÉRCIO E
REPRESENTAÇõES LTDA
(11) 4612.0699
polimeter@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
POwERTEMP TECNOLOGIA INDUSTRIAL LTDA
(11) 4425.4811
powertemp@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
PROAqT EMPREEDIMENTOS TECNOLóGICOS
(11) 3682.7946
proaqt@proaqt.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
Av ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
qUALITEC ENG. DA qUALIDADE LTDA
(31) 3288.1511
qualitec@qualitecend.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
qUALITy wELDING CONSULTORIA
E Cq LTDA
(71) 3601.1005
quality@qualitywelding.com.br;
cursos@qualitywelding.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
RAIMECk COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E
ExPORTAÇÃO LTDA
(11) 5524.5821
raimeck@sti.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
REM INDúSTRIA E COMÉRCIO LTDA
(11) 3377.9922
industrial@rem.ind.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
ROENTGEN COMÉRCIO E REPRESENTAÇõES LTDA.
(11)5667-4225
innotech@innotech.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US
Guia de END&Inspeção
9
GUIA DE EMPRESAS Institucional
SAGATECh INSPEÇõES DE
EqUIPAMENTOS LTDA
(21) 2215.9166
sagatech@sagatech.ind.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
SBCq INSPEÇõES, ENSAIOS E
TESTES DE qUALIDADE LTDA
(21) 2671.5733
sbcq@sbcq.com.br;comercial@sbcq.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
SCANTECh DO BRASIL SOLUÇõES
TECNOLóGICAS LTDA
(11)3736.7777
scantech@scantech.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
SEGÁS DO BRASIL LTDA
(21) 2532.6057
segas@sesegasdobrasil.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
SENAI/Rj - CENTRO DE FORMAÇÃO
PROFISSIONAL DE NITERóI
(21) 2624.9750
cfpnit.biblioteca@rj.senai.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
SERv-END INDúSTRIA E COMÉRCIO
LTDA - EPP
(11) 4066.5312
servend@servend.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
SERvICE ENGENhARIA DA qUALIDADE LTDA
(31) 3048.0100
sergio@gruposervice.com
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
SGS DO BRASIL LTDA
(11) 5504.8800
sgs.brasil@sgs.com
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CR CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
SISTAC - SISTEMAS DE ACESSO LTDA
(21) 3638.5825/5044
sistac@sistac.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
SOThERM TRATAMENTO TÉRMICO LTDA-ME
(11) 4486.2323
sotherm.adm@ig.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
SOUTh SEAS INTERNATIONAL LTDA
(22) 2773.5740
sales@southseas.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
SySTEM ASSES., INSP. E CONTROLE
DA qUALIDADE LTDA
(71) 3621.5350
systeminspecao@systeminspecao.com
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
TEChNOTEST CONSULTORIA E ASSESSORIA LTDA
(31) 3429.3100
technotest@technotest.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
TECNOMEDIÇÃO SISTEMAS DE MEDIÇÃO LTDA
(11) 6994.0222
vendas@tecnomedicao.com.br
• Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | consultoria | proced. | inspeção | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
TOPChECk CONTROLE DA qUALIDADE LTDA
(21) 3403.4659
topcheck@uol.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
TwI BRASIL LTDA
(21) 2253.0689
comercial@twibrasil.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | serviços |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US
ULTRATESTE INSPEÇõES TÉCNICAS LTDA
(51) 3459.6725
ultrateste@ultrateste.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
vICTóRIA qUALIDADE INDUSTRIAL LTDA
(71) 3287.0024
victoria@victoriaqualidade.com.br
• Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US
wELDING SOLDAGEM E INSPEÇõES LTDA
(16) 3942.2023
benedito.dir@welding.com.br
• Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO |
• Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS |
• MÉTODOS DE END
AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US
LEGENDA: métodos de END
Av (análise de vibrações)
ACFM (Alternating Current Field Measurement)
CP (correntes parasitas)
CR (campo remoto)
EA (emissão acústica)
ER (ensaios radiográficos)
ES (estanqueidade)
Ev (ensaio visual)
hD (holyday detector)
IRIS (Internal Rotary Inspection System)
LP (líquido penetrante)
PM (partículas magnéticas)
TM (termografia)
US (ultra-som)
Empresas Sócias da ABENDE em dia com a anuidade de
sócio até setembro/07
Guia de END&Inspeção - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
1J
Institucional
INDICADORES DO SETOR
Calibração .................................... 8
Consultoria ................................... 45
Elabora Procedimentos ................... 36
Fabricantes/Representantes ............ 27
Implanta sistema da qualidade ........ 15
Inspeção de Equipamentos .............. 56
Locação de Equipamentos ............... 10
Prestação de Serviços ..................... 100
Reparos e Manutenção ................... 67
Região Norte
Região Nordeste
Região Centro-Oeste
Região Sudeste
Região Sul
Roraima
Amazonas
Acre
Rondônia
Mato Grosso
Mato Grosso
do Sul
Amapá
Pará
Maranhão
Piauí
Ceará
Bahia
Tocantins
Brasília (DF)
Goiás
Minas Gerais
São Paulo
Paraná
Rio Grande
do Sul
Rio de Janeiro
Espírito Santo
Rio Grande
do Norte
Paraíba
Pernambuco
Alagoas
Sergipe
Santa Catarina
LOCALIZAÇÃO
Informações extraídas da base de dados das empresas associadas à ABENDE do setor de END.
MÉTODO DE END - Outros Métodos
4% Outros:
Campo Remoto, Correntes Parasitas,
Espectometria, Vibrações e PIG Instrumentado
Nº de empresas
9%
1%
5%
1%
60%
17%
5%
1%
ÁREA DE ATUAÇÃO
1Z
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
GUIA DE
MÉTODOS
ANÁLISE DE VIBRAÇÕES
A medida e análise das
vibrações mecânicas é um
método indispensável na
detecção prematura de
anomalias em máquinas e
equipamentos em virtude de
problemas tais como: falta
de balanceamento das partes
rotativas, desalinhamento de
juntas e rolamentos, excentricidade, interferência, erosão
localizada, abrasão, ressonância, folgas, etc.
Um sensor de vibração (normalmente piezoelétrico) é
acoplado ao mancal, ou chassis da máquina, ou componente
em questão. Este sensor, através de um aparelho, indica
a quantidade e direção da vibração detectada. Alguns
equipamentos permitem fazer a análise das freqüências,
indicando quais os componentes da máquina que apresentam
defeito. Além disso, é possível fazer um histórico (curva
de tendência), o que permite programar a manutenção em
acordo com a produção. Bom conhecimento teórico e prático
do operador são essenciais ao sucesso do ensaio.
O método tem se provado particularmente útil na mo-
nitoração mecânica de máquinas rotativas (ventiladores,
compressores, bombas, turbinas, etc.), na detecção e reco-
nhecimento da deterioração de rolamentos, no estudo de
mau funcionamento típico em maquinaria com regime cíclico
de trabalho, laminadores, prensas, etc., e nos processos de
trincamento, notadamente em turbinas e outras máquinas
rotativas ou vibratórias.
Este método também permite grande confabilidade na
operação e na interrupção de uma máquina em tempo hábil,
para substituição de peças desgastadas.
Na usinagem mecânica com ferramental sofsticado, a
medição das vibrações é essencial para a melhoria da qualidade
fnal do produto. O método é aplicado na engenharia civil
para o estudo do comportamento das estruturas sujeitas a
carregamento provocado por um tráfego de alta velocidade.
Medida e Análise de Vibrações é um método muito valioso,
pois a identifcação das falhas de máquinas e motores
é feita por medições eletrônicas das vibrações, não percebidas
por nossos ouvidos, eliminando assim a subjetividade do
técnico.
1J
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
APLICAÇÃO
Qualquer equipamento rotativo: motores, bombas, com-
pressores, ventiladores, etc.
É possível realizar alguns ensaios em estruturas.
vANTAGEM
• Permite detectar defeitos nos componentes das
máquinas muito antes da quebra;
• Evita a troca de peças em boas condições (manutenção
preventiva);
• Tem alto grau de confabilidade no diagnóstico;
• Não há perda de produção durante as medidas;
• Processo não intrusivo;
• Baixo custo;
• Diagnóstico rápido.
LIMITAÇõES
Em máquinas alternativas há maior difculdade na iden-
tifcação da origem das falhas;
A princípio, a implantação pode ter um custo alto, mas é
rapidamente absorvido pela diminuição dos custos de ma-
nutenção.
REqUISITOS DE ExECUÇÃO E COMPRA
Depende do nível de análise desejada.
Se for apenas um acompanhamento dos níveis globais da
vibração, o medidor de vibrações é o sufciente e pode ser
executado por técnico nível 1.
Para detecção e/ou acompanhamento do componente de-
feituoso, é necessário medidor com análise de freqüências e
o técnico deve ser nível 2 ou 3.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
A partir de agosto de 2007 a ABENDE oferecerá ao mercado
o reconhecimento dos profssionais para qualifcação e cer-
tifcação em análise de vibrações.
1+
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
CORRENTES PARASITAS
O campo magnético gerado
por uma sonda ou bobina
alimentada por corrente
alternada produz correntes
induzidas (correntes parasitas)
na peça sendo ensaiada.
O fuxo destas correntes
depende das características
do material A presença de descontinuidades superfciais e
subsuperfciais (trincas, dobras ou inclusões), assim como
mudanças nas características físico-químicas ou da estrutura
do material (composição química, granulação, dureza, pro-
fundidade de camada endurecida, tempera, etc.) alteram o
fuxo das correntes parasitas, mudando a tensão induzida
e a impedância da sonda ou bobina, possibilitando a sua
detecção.
APLICAÇõES
O ensaio por correntes parasitas se aplica em metais tanto
ferromagnéticos como não ferromagnéticos, em produtos
siderúrgicos (tubos, barras e arames), em autopeças
(parafusos, eixos, comandos, barras de direção, terminais,
discos e panelas de freio, entre outros.) O método se aplica
também para detectar trincas de fadiga e corrosão em com-
ponentes e estruturas aeronáuticas e em tubos instalados
em trocadores de calor, caldeias e similares.
Seguem as aplicações principais deste método de ensaio:
• Detecção de descontinuidades em materiais condutores
ferromagnéticos e não ferromagnéticos;
• Controle da espessura de tubos de equipamentos de
troca térmica;
• Diferenciação (ou separação) de peças metálicas
seriadas quanto à composição química (ligas), dureza, mi-
croestrutura, condição de tratamento térmico, etc.;
• Medição de condutividade elétrica em materiais não
ferromagnéticos;
• Medição de espessuras de camadas não condutivas
sobre metais condutores não magnéticos;
• Medição de espessuras de camadas não magnéticas
sobre metais magnéticos.
vANTAGEM
• Aplica-se tanto em metais ferromagnéticos como não
ferromagnéticos;
• Em muitas aplicações não existe contato físico entre a
sonda (ou bobina) e a superfície da peça sendo ensaiada;
• Não há necessidade de materiais de consumo;
• Não exige uma preparação superfcial rigorosa das
peças a serem ensaiadas;
• O método possibilita elevado grau de automatização e
em alguns casos elevadas velocidades de inspeção;
• Em algumas aplicações o ensaio pode-se adaptar a uma
condição passa / não passa.
LIMITAÇõES
• A profundidade de penetração do ensaio é limitada
e depende da freqüência de teste e das características
elétricas e magnéticas do material sendo ensaiado;
• Mais de uma variável afeta simultaneamente ao ensaio;
• Em algumas aplicações para detectar descontinuidades
em materiais ferromagnéticos, é necessário saturar magne-
ticamente o material, e a seguir, desmagnetizá-lo;
• Dependendo da aplicação, a sensibilidade para detectar
descontinuidades superfciais pode ser inferior à que pode
ser obtida com outros métodos superfciais, tais como
partículas magnéticas e líquidos penetrantes.
REqUISITOS DE COMPRA
São necessárias as seguintes informações para apre-
sentação de proposta:
• Aplicação (detecção de descontinuidades, separação de
materiais, etc.);
• Peça(s) a ser ensaiada(s) (tubos, barras, arames, soldas,
furos de estruturas de aeronaves, etc.);
• Material a ser ensaiado (aços carbono, aços inox aus-
teníticos, alumínio, etc.);
• Dimensões da(s) peça(s) a ser ensaiada(s);
• Produção (ou velocidade de inspeção) necessária;
• Grau de automatização necessário;
• Tipo do equipamento;
• Comprimento a ser ensaiado.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE, em correntes parasitas.
15
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
EMISSÃO ACÚSTICA
Tecnologia de inspeção com-
putadorizada para avaliação
de integridade estrutural.
É a técnica de END que
aplica conceitos de emissão
acústica. As funções básicas
de um sistema de análises de
Emissão Acústica são detectar
e localizar fontes de emissão.
APLICAÇÃO
• Equipamentos metálicos pressurizados, tais como vasos
de pressão, esferas, reatores, colunas, trocadores de calor,
cilindros de alta pressão, etc;
• Equipamentos metálicos de pressão atmosférica, tais
como tanques de armazenamentos e silos, em todos os seus
componentes, fundos, costados e tetos;
• Equipamentos não-metálicos pressurizados ou at-
mosféricos, fabricados em material plástico reforçado com
fbra de vidro ou fbra de carbono, como tanques e tu-
bulações;
• Componentes estruturais metálicos e não-metálicos de
aplicação automotiva, aeronáutica e aeroespacial;
• Estruturas de transporte e levantamento de cargas,
tais como guindastes, pontes rolantes, transportadores de
minérios, etc;
• Detecção de vazamento em válvulas, equipamentos e
tubulações, pressurizados ou atmosféricos;
• Detecção e localização de descargas parciais em trans-
formadores;
• Estruturas de concreto.
vANTAGEM
• Avaliação de integridade em serviço;
• Monitoramento da evolução de dados de forma
contínua ou periódica;
• Monitoramento de forma remota;
• Avaliação global em um único ensaio.
LIMITAÇõES
• Não dimensiona descontinuidades;
• Necessidade de pessoal qualifcado e certifcado para
interpretação dos resultados;
• Necessidade de plataformas e/ou andaimes ou al-
pinistas, conforme o tipo de equipamento, para instalação
dos sensores.
1c
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
REqUISITOS DE COMPRA DE SERvIÇO
São necessárias as seguintes informações para apre-
sentação da proposta:
• Tipo de equipamento, material e dimensões, preferen-
cialmente desenho de conjunto;
• Condição operacional;
• Condição de acesso ao equipamento;
• Informação do procedimento de pressurização se for
aplicável;
• Certifcado de calibração da instrumentação de emissão
acústica e sensores.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE em emissão acústica.
ENSAIO VISUAL
Ensaio Não Destrutivo, in-
dicado para determinação
de descontinuidades visíveis
ou em locais onde não é
possível visualizar superfícies
sem desmontar ou abrir o
equipamento. Na avaliação de
integridade, o ensaio visual é
a principal ferramenta para
inspeção de componentes para verifcação da sua condição
de operação e manutenção. Não existe nenhum processo in-
dustrial em que a inspeção visual não esteja presente. É uma
técnica apurada, obedece a sólidos requisitos básicos que
devem ser conhecidos e corretamente aplicados. Em locais
onde não é possível visualizar a superfície sem se desmontar
ou abrir o equipamento. Quando necessário é introduzido
uma sonda, com uma câmera em sua ponta, que reproduz as
imagens para análise do operador em um terminal de vídeo,
este processo é denominado Endoscopia.
APLICAÇÃO DA ENDOSCOPIA
• Os equipamentos atuais permitem a inspeção em vasta
gama de diâmetro a partir de 1“ e as imagens são gravadas
em fta cassete para posterior inspeção, ou em quaisquer
outros meios magnéticos.
• Especialmente indicado para a inspeção de tubulações
de inox em indústrias de alimentos.
vANTAGEM
• Aplicável a todos os materiais e equipamentos.
• Pode ser realizada em superfícies planas ou curvas e
mesmo naquela de difícil acesso;
• Possível de ser realizado em peças ou equipamentos de
geometria complexa.
• Possibilidade de identifcação rápida de desconti-
nuidades;
LIMITAÇõES
• Necessidade de inspetor treinado para interpretação
correta das descontinuidades;
• Necessidade de plataformas e/ou andaimes conforme o
tipo de equipamento;
• Dependendo da condição do equipamento ou tubulação
não há condição de visualização das
características esperadas;
• Não se pode saber, antes do início do serviço, se as
condições de visualização serão favoráveis ou não à re-
alização do ensaio;
• Necessidade de limpeza prévia da superfície, deixando-
a isenta de imperfeições que podem mascarar o ensaio.
REqUISITOS DE COMPRA
São necessárias as seguintes informações para apre-
sentação da proposta:
• Informar o propósito da inspeção: visualização de
defeitos, visualização de trincas, identifcação de in-
crustações, visual de solda, etc.;
• Tipo do equipamento (se possível desenho);
• Disposição;
• Área ou comprimento a ser examinado;
• Ensaios complementares necessários (caso de co-
nhecimento antecipado);
• Tempo disponível para inspeção e facilidade de acesso
varia conforme o equipamento e o propósito da inspeção.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE em ensaio visual.
1/
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
ESTANQUEIDADE
Basicamente, podemos
afrmar que o Ensaio de Es-
tanqueidade é uma forma de
ensaio não destru-tivo usada
para a detecção e localização
de descontinuidades pas-
santes e a medição de taxa
de vazamentos de fuídos em
componentes ou sistemas
pressurizados (pressão posi-tiva ou negativa) ou por capi-
laridade.
(1) No setor de saneamento é possível utilizar este método
na detecção e localização de vazamentos em tubulações en-
terradas sob pressão.
APLICAÇÃO
Este método é largamente empregado em testes de com-
ponentes pressurizados ou despressurizados em que existe o
risco de escape ou penetração de produtos, comprometendo
o sistema de contenção, garantindo integridade dos equi-
pamentos, pessoas e meio ambiente.
(1) Habitualmente empregado em testes de tubulações en-
terradas sob pressão em que existe a necessidade de fazer
frente à diminuição dos índices de perdas e da melhoria ope-
racional do sistema de abastecimento de água, com o advento
de sinistros por conseqüência dos vazamentos no sistema.
vANTAGEM
Dependendo do método utilizado, torna-se um ensaio
muito simples e de baixo custo, permitindo a localização do
vazamento e oferecendo boas medidas quantitativas.
Pode ser aplicado na detecção de vazamentos em tu-
bulações enterradas sob pressão.
LIMITAÇõES
Quando for necessária a utilização de métodos mais so-
fsticados, torna-se um ensaio mais caro e que exige pro-
fssionais com conhecimentos técnicos mais aprofundados
e/ou larga experiência.
Alguns métodos simples de ser aplicados estão limitados
para a detecção de grandes vazamentos.
18
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
REqUISITOS DE COMPRA
São necessárias as seguintes informações para apre-
sentação da proposta:
• O tipo de produto que será inspecionado e suas carac-
terísticas dimensionais;
• Se o procedimento estabelece que seja feita a lo-
calização do vazamento ou quantifcada a taxa de
vazamento do produto a ser inspecionado;
• Quais as especifcações ou normas que devem ser
atendidas na aplicação do ensaio, conforme estabelecido
em procedimento;
• Quais os acessórios recomendados (sondas, ma-
nômetros, bomba de vácuo, caixas de vácuo, cronômetro,
lupa, termômetro, válvulas, locador de massa e tubulação
metálica);
• (1) haste de escuta, geofone (mecânico e/ou
eletrônico), correlacionador de ruídos, locador de rede
(plástica ou metálica), trena ou roda de medição entre
outros.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE em estanqueidade, para o
setor de petróleo ou de saneamento básico.
HOLIDAY DETECTOR
Ensaio não destrutivo, indicado para inspeção em reves-
timentos anticorrosivos aplicados interna ou externamente
em tubulações, tanques ou equipamentos, visando detectar
descontinuidades (furos).
APLICAÇÃO
Aplicável a todas as superfícies metálicas revestidas com
Tefon, Resinas Vinílicas, Fiberglass, Coal-Tar Enamel, Coal-
Tar Epóxi, FBE (Fusion Bonded Epóxi), Polietileno, Poli-
propileno, Poliuretano.
vANTAGEM
Este ensaio possibilita a identifcação de descontinuidade
no revestimento, que pode causar deterioração por corrosão
e pode ser realizado em superfícies planas, cilíndricas,
circulares ou em peças de geometria complexa.
LIMITAÇõES
Necessita de fonte de energia próxima ao local do ensaio,
de operador treinado para interpretação correta das descon-
tinuidades e, dependendo do tipo de equipamento a ser ins-
pecionado, serão necessárias plataformas e/ou andaimes.
Por tratar-se de um equipamento que opera com alta
tensão, é necessário aterramento efciente do conjunto.
REqUISITOS DE COMPRA
São necessárias as seguintes informações para apre-
sentação da proposta:
• O tipo de produto que será inspecionado e suas carac-
terísticas dimensionais;
• qual revestimento será inspecionado;
• a faixa de espessura que comumente será realizada na
inspeção no produto revestido;
• quais as especifcações ou normas que devem ser
atendidas na aplicação do ensaio, conforme estabelecido
em procedimento (AWWA, NACE, Petrobrás, ASTM, ISO, JIS);
• Acessórios recomendados (molas ou escovas).
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Este serviço deve ser realizado por um profssional
treinado e com experiência em aplicação e inspeção de re-
vestimento.
IRIS (Internal Rotary Inspection System)
Ensaio ultra-sônico, do tipo pulso eco, indicado para de-
terminação de espessura remanescente em tubos de trocadores
de calor e caldeira, quando não se tem acesso à superfície
externa. O ensaio caracteriza a presença de pitting, alvéolos,
erosão e abrasão, tanto na superfície interna como externa.
O transdutor é conectado ao dispositivo centralizador, que
é colocado dentro do tubo a ser testado. Os pulsos ultra-
sônicos são emitidos pelo transdutor na direção do eixo do
tubo. Estes pulsos são então refetidos por um espelho a
45º, de tal forma que são direcionados radialmente à parede
do tubo.
19
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
As refexões das paredes internas e externas do tubo seguem
o mesmo caminho de retorno para o transdutor. O intervalo de
tempo entre o 1º eco (a primeira refexão da parede interna
do tubo) e o 2º eco (a primeira refexão da parede externa
do tubo) dá a medida da espessura da parede do tubo. Como
o espelho é rotativo, o feixe ultra-sônico incide sobre todo o
perímetro do tubo.
Além do movimento de rotação, provocado pelo fuxo de água,
o operador efetua movimentos de translação do transdutor.
Portanto, o feixe de ultra-som efetua um movimento he-
licoidal, de modo a varrer toda a superfície interna e externa
do tubo em todo o seu comprimento. Com uma freqüência
de repetição de pulso de 10 kHz e o espelho girando a 1800
rpm, incidem 333 pulsos sobre a circunferência do tubo, por
rotação. A rotação da turbina e a freqüência do pulso são
ajustáveis de modo a permitir velocidade de deslocamento da
sonda de até 5 m/min.
Os sinais refetidos são processados de forma a obter uma
imagem da parede do tubo, evidenciando-se a espessura
mínima e os defeitos encontrados interna ou externamente
(corrosão, erosão, pitting, etc).
APLICAÇÃO
• Materiais ferrosos, não ferrosos e plásticos;
• Diâmetros de 9 a 100 mm (interno);
• Comprimento até 30 m;
• Espessura de 0,5 a 12,5 mm;
• Equipamentos verticais, horizontais ou em “U”.
vANTAGEM
• Rapidez do ensaio;
• Imagem em tamanho real na tela;
• Imagem em versão B, C e D Scan;
• Gravação dos resultados em mídia;
• Possibilidade de armazenar imagens de 700 tubos com 6
m de comprimento;
• Software interativo que permite a verifcação dos re-
sultados em um computador normal.
LIMITAÇõES
• Não detecta trincas;
• Não detecta furos ou pites com diâmetro inferior a
2 mm;
• Não é possível verifcar a espessura em curvas;
ZJ
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
• Necessária a limpeza prévia através de hidrojateamento
de alta pressão.
• Água limpa, na pressão de 3,5 kgf/cm2;
• Enchimento do equipamento com água, ou tam-
ponamento dos tubos pelo lado oposto ao que vai ser
realizado o ensaio;
REqUISITOS DE COMPRA
São necessárias as seguintes informações para apre-
sentação da proposta:
• Tipo do equipamento: trocador ou caldeira;
• Disposição: horizontal, vertical ou em “U”;
• Diâmetro nominal;
• Espessura;
• Comprimento;
• Quantidade de tubos a ser ensaiados;
• Tempo necessário para inspeção varia conforme o
equipamento e o propósito da inspeção.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE em ultra-som em medição
de espessura.
LÍQUIDO PENETRANTE
O ensaio por Líquidos Pe-
netrantes é considerado um
dos métodos mais utilizados
para a detecção de desconti-
nuidades superfciais nos mais
variados materiais. Para a re-
alização do ensaio deve ser
aplicado líquido sobre a su-
perfície chamado líquido pe-
netrante. A aplicação pode ser realizada por pincelamento,
pulverização ou imersão. Após a aplicação aguarda-se um
tempo conhecido como tempo de penetração no qual o
líquido penetra nas descontinuidades pelo efeito de capi-
laridade. Em seguida é realizada a remoção do excesso de
penetrante da superfície por meio de lavagem com água ou
remoção com solventes. Antes da aplicação do revelador
a superfície deve estar seca. O revelador normalmente é
aplicado por pulverização com uma camada fna e uniforme
(revelador úmido). O revelador tem por fnalidade auxiliar
a sangria do penetrante retido nas descontinuidades
existentes formando manchamentos e conseqüentemente
as indicações.
O líquido penetrante utilizado pode ser colorido, nor-
malmente na cor vermelha, ou do tipo fuorescente. Na
técnica colorida as indicações são observadas diretamente
com luz visível (branca). O penetrante fuorescente deve ser
visualizado sob luz negra e em um ambiente escurecido. O pe-
netrante fuorescente apresenta maior sensibilidade devido ao
alto contraste apresentado entre as indicações e a superfície
ensaiada. Este método está baseado no fenômeno da capi-
laridade, que é o poder de penetração de um líquido em áreas
extremamente pequenas devido a sua baixa tensão superfcial.
O poder de penetração é característica fundamental, uma vez
que a sensibilidade do ensaio é diretamente proporcional a
esta propriedade. Descontinuidades em materiais fundidos,
tais como gota fria, trinca de tensão provocada por processos
de têmpera ou revenimento, descontinuidades de fabricação
ou de processo tais como trincas, costuras, dupla laminação,
sobreposição de material, trincas provocadas pela usinagem,
trincas de fadiga ou mesmo corrosão sob tensão podem ser
facilmente detectadas pelo ensaio Líquido Penetrante.
APLICAÇÃO
Geralmente este ensaio se destina à detecção de descon-
tinuidades superfciais em materiais não porosos, metálicos
e não metálicos. Líquidos penetrantes também podem ser
utilizados para a detecção de vazamentos em tubos, tanques,
soldas e componentes (ensaio de capilaridade).
Alguns exemplos típicos de materiais que podem ser
ensaiados são: metais ferrosos e não ferrosos, alumínio,
ligas metálicas, vidros, certos tipos de plásticos ou materiais
organo-sintéticos.
vANTAGEM
• Aplicável em materiais magnéticos ou não magnéticos;
• Fácil visualização da descontinuidade;
• Fácil caracterização da descontinuidade;
• Aplicável em peças de geometrias complexas;
• Pode ser aplicado em ambientes escurecidos (técnica
fuorescente);
• Possível de ser aplicado em grandes áreas.
Z1
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
LIMITAÇõES
• Com as técnicas convencionais não é aplicável em
materiais porosos;
• Necessidade de prever escoamento e tratamento dos
resíduos do produto após aplicação;
• Cuidados adicionais quanto à segurança;
• O ensaio não gera registro permanente;
• Necessário limpeza rigorosa antes da execução do
ensaio.
REqUISITOS DE COMPRA DE EqUIPAMENTO OU
CONSUMívEIS
• Equipamentos e padrões utilizados: requisitos de ca-
libração.
• Consumíveis utilizados: teste de recebimento, análise
de contaminantes no caso de utilização em materiais como
titânio, ligas de níquel ou aço inoxidável austenítico.
• Normalmente os requisitos dos equipamentos e dos
consumíveis estão defnidos no procedimento de ensaio ou
norma aplicável.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE em líquido penetrante.
PARTÍCULAS MAGNÉTICAS
O ensaio por partículas
magnéticas é usado para de-
tectar descontinuidades su-
perfciais e subsuperfciais em
materiais ferromagnéticos. São
detectados defeitos tais como:
trincas, junta fria, inclusões,
gota fria, dupla laminação
em biseis, dobras e falta de
fusão.
O método de ensaio está baseado na geração de um campo
ZZ
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
magnético que percorre toda a superfície do material fer-
romagnético. As linhas de força induzidas no material
desviam-se de sua trajetória ao encontrar descontinuidade
superfcial ou subsuperfcial, criando assim região com
polaridade magnética (campo de fuga). Enquanto a mag-
netização está presente na peça, aplicam-se as partículas
magnéticas que serão atraídas para o local onde existe
campo de fuga.
Para que as descontinuidades sejam detectadas é im-
portante que elas estejam aproximadamente perpen-
diculares às linhas de fuxo magnético; conseqüentemente,
a peça deverá ser magnetizada em pelo menos duas direções
ortogonais. Para a magnetização podem ser utilizados
aparelhos como yokes, máquinas portáteis com contatos
manuais (eletrodos) ou equipamentos de magnetização es-
tacionários para ensaios seriados.
APLICAÇÃO
A técnica se destina à detecção de descontinuidades su-
perfciais e subsuperfciais em materiais ferromagnéticos.
Alguns exemplos típicos de materiais que podem ser
ensaiados são: fundidos, forjados, laminados, extrudados,
soldas, usinados e peças tratadas termicamente.
vANTAGEM
• Baixo custo de execução;
• Rapidez e simplicidade de execução;
• Indicações imediatas e de fácil interpretação;
• Alta sensibilidade para detecção de descontinuidades
superfciais como as trincas de fadiga;
• Possível de ser realizado em peças de geometria complexa
dependendo da técnica utilizada;
• Alta produção em sistemas automatizados.
LIMITAÇõES
• Aplicável somente em materiais ferromagnéticos;
• Necessita de energia elétrica;
• Difculdade na obtenção de registro perma-nente;
• Exige preparação da superfície do material antes do ensaio;
• Aplica-se somente à detecção de descontinuidades su-
perfciais e subsuperfciais.
REqUISITOS DE COMPRA DE EqUIPAMENTOS E
CONSUMívEIS
• Equipamentos e padrões utilizados: requisitos de
calibração;
• Partículas magnéticas, tinta de contraste, condi-
cionador/distensor, veículo utilizado: teste de recebimento
dos produtos (sensibilidade, concentração, etc.);
• Normalmente os requisitos do equipamento e dos
consumíveis estão defnidos no procedimento de ensaio ou
norma aplicável.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE em partículas magnéticas.
RADIOGRAFIA
O ensaio radiográfco é uma
técnica não destrutiva que se
utiliza da radiação ionizante.
A radiação ionizante obtém-
se a partir de aparelhos de
Raio-X industriais, ou pela
desintegração de isótopos ra-
diativos, tais como Cobalto-
60, Irídio-192 ou Selênio-75,
entre outros. A radiação incide e deve atravessar a peça,
chapa ou elemento de máquina que desejamos ensaiar. Do
lado oposto ao da incidência do feixe de radiação, coloca-
se o elemento sensor que poder ser um flme radiográfco,
ou modernamente os captadores de imagem na forma de
painéis, placas de fósforo ou outros materiais que gravam
a imagem recebida. A presença ou não de descontinuidades
forma imagem no elemento sensor (flme ou placa) que
contrastam com a imagem da peça, conotando deste modo a
presença de descontinuidades.
O ensaio radiográfco permite ser efetuado com a peça
em movimento, observando-se o resultado em um “Inten-
sifcador de Imagem” que mostra a imagem instantânea,
isto é, em tempo real e ainda em 3 dimensões se a peça
estiver girando ou se deslocando.
Para tanto necessitamos de: uma cabine à prova de
radiação, de um lado a ampola de Raios-X, no centro um
manipulador que movimenta a peça em eixos motorizados
comandado em console externo por meio de joystik, do outro
lado o “captador da imagem“ para transformá-la em formato
digital, com ajuda do Integrador de imagem mostrando o
ZJ
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
resultado em monitores de alta resolução. Existem sistemas
que efetuam a análise da imagem do monitor automa-
ticamente; nesse caso o método de ensaio é chamado de
Radioscopia Industrial.
APLICAÇÃO
O método é aplicado durante as etapas de fabricação
ou depois em serviços de manutenção. Detecta prefe-
rencialmente falhas volumétricas, vazios, segregações,
rechupes, bolhas, mas também trincas ou falhas planares
desde que o plano destas falhas esteja o mais paralelo
possível ao feixe de radiação. Não é possível detectar
trincas perpendiculares ao feixe de radiação porque a
variação volumétrica(entenda-se a “espessura” da trinca)
é muito pequena.
Ensaios de solda em tubos, caldeiras, peças fundidas ou
forjadas, de ferro, aço, alumínio e outros materiais são
analisados por Raios-X. Conotado como ensaio prioritário
em itens de segurança na indústria automobilística, tais
como pinças de freio, rodas, carcaças de direção hidráulica,
pontas de eixo, entre muitos outros.
vANTAGEM
Das técnicas convencionais de ensaios não destrutivos
(líquidos penetrantes, partículas magnéticas, ultra-
som manual) é’ o único método que apresenta registro
permanente por meio de flme ou de imagem digitalizada de
fácil compreensão, facilitando a situação de análise, laudo
e documentação, inclusive no acompanhamento através de
auditagem. A Radioscopia Industrial tem a grande vantagem
de mostrar um visual tridimensional da descontinuidade, ao
vivo e em tempo real, se a peça for manipulada dentro do
feixe de radiação.
LIMITAÇõES
• Apresenta limitações na detecção de descontinuidades
planares (trincas) que são as mais graves em termos de
afetar a integridade dos materiais.
• É o ensaio com potencial nocivo à saúde, aos operadores
e às pessoas da redondeza; exige cuidados de radioproteção
que incluem o isolamento da área, o que prejudica sua
aplicação em períodos normais de trabalho, passando a ser
realizado em horário noturno.
• Seguir e aplicar as normas de proteção radiológica
inclusive com a presença de instrumentos de medição de
radiação registrados e aferidos.
Z+
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
• A área de execução do ensaio deve estar livre de
pessoas, devidamente demarcadas, impossibilitando o
acesso àquelas não autorizadas. No ensaio por Radioscopia
Industrial efetuado dentro da cabine à prova de radiação,
os requisitos são mais brandos, permitindo que as cabines
sejam integradas dentro das linhas de produção das fábricas
ou fundições.
REqUISITOS DE COMPRA
Os fabricantes de equipamentos, a maioria estrangeiros,
devem ser homologados pelos respectivos órgãos de Proteção
Radiológica de seus países de origem. Devem ser fornecidos
certifcados de conformidade e completos manuais de
instrução. A existência de um representante com Assistência
Técnica local é desejável.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Toda empresa que atua ou deseja atuar com radiação
ionizante (Raios-X ou Gamagrafa) deverá contratar uma
pessoa especializada em Proteção Radiológica, qualifcada e
registrada pelo CNEN. Também recomenda-se que a atividade
de END seja executada por profssional qualifcado pelo
Sistema Nacional de Qualifcação de Pessoal da ABENDE em
raios-x ou gama.
TERMOGRAFIA
A inspeção termográfca
(Termografa) é uma técnica
não destrutiva, não intrusiva
e preditiva, através da qual a
distribuição de temperaturas
de uma dada superfície é
apresentada sob a forma de
uma imagem térmica. Esta
apresentação é possibilitada
pelo uso de câmeras (termo visores) capazes de detectar
radiações eletromagnéticas na faixa do infravermelho,
também se obtêm a distribuição térmica dos objetos e equi-
pamentos a que se quer saber a condição operacional e da
temperatura que se encontram no momento. Com a análise
das diferenças de temperaturas ou mesmo do aquecimento
elevado, é possível traçar programas de intervenção e moni-
toramento, propiciando a manutenção e produção, evitando
paradas não programadas ou acidentais.
O ensaio termográfco, comumente, tem sido utilizado
para observação remota do perfl de temperaturas das su-
perfícies dos corpos sob exame, sem inserção deliberada
de calor nos mesmos, sendo o contraste visual da imagem
gerado pelo gradiente térmico espontaneamente existente.
Esta metodologia poderia ser caracterizada como termografa
passiva.
A partir do momento em que o gradiente térmico é criado
durante a inspeção, através de inserção controlada de
calor na amostra, a metodologia é denominada termografa
ativa.
APLICAÇÃO
A termografa é uma técnica fortemente associada à
manutenção preditiva e preventiva, bem como ao moni-
toramento de processos dinâmicos. Ela encontra campo
em aplicações bastante variadas, sendo que a inspeção de
sistemas elétricos em empresas de geração, transmissão e
distribuição de energia é o seu emprego mais tradicional. De
forma geral, é empregada na inspeção de painéis elétricos
em empresas de diversos ramos de atividade.
A inspeção interna e externa de fornos de processo, em
indústrias químicas e petroquímicas, é também uma prática
consolidada, bem como a aplicação no monitoramento de
reatores e torres de refrigeração.
Pode também ser utilizada no monitoramento de sistemas
mecânicos, como roletes, rolamentos e mancais, e de va-
zamentos e obstruções em tubulações de plantas industriais,
na análise de motores, bombas, compressores etc.
Além do acompanhamento de processos produtivos, como
o do vidro e o de papel, há aplicação na siderurgia, como
no levantamento do perfl térmico dos fundidos durante a
solidifcação.
Na indústria automobilística, é utilizada no desen-
volvimento e no estudo do comportamento de pneumáticos,
desembaçadores de pára-brisas traseiros, em motorização, em
freios e em sistemas de refrigeração veicular. Na indústria ae-
ronáutica é extensivamente empregada na inspeção de painéis
confeccionados em material compósito. Na engenharia civil
também se faz a avaliação do isolamento térmico de edifícios
e determinam-se detalhes construtivos de obras e produtos
como cerâmicas, argamassas e revestimentos em geral.
Na área das pesquisas científcas há aplicações em processos
de trocas térmicas, acompanhamento de desempenho e de-
senvolvimento de placas e circuitos eletrônicos. Há ainda
Z5
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
mais estudos voltados para o emprego da técnica na inspeção
de compósitos, e desenvolvimento de metodologias ativas
de inspeção aplicadas a materiais poliméricos, compósitos e
metálicos.
Na área médica, a termografa é empregada no diagnóstico
de anomalias e disfunções.
vANTAGEM
As informações relativas à distribuição e aos valores de
temperatura permitem uma análise confável a respeito das
condições operacionais dos equipamentos e componentes,
possibilitando a programação de intervenções, ou mesmo a
determinação do momento crítico em que não haverá mais
condições de postergar a correção de anormalidades.
A análise dos resultados é praticamente imediata, visto que
as imagens térmicas tendem a ser de fácil interpretação.
O fato de não haver necessidade de contato é um outro
ponto muito positivo, já que praticamente nenhuma
preparação de superfície de observação é exigida, e a
segurança do inspetor é garantida. Esta característica não
intrusiva permite a continuidade operacional, sem impacto
na produção por conta das atividades de inspeção.
LIMITAÇõES
É necessário que o inspetor tenha acesso direto para visualizar
a superfície de exame; portanto, não será possível obter in-
formações a respeito de componentes internos que não sejam
diretamente observáveis, mesmo que a interface entre a câmera
e o objeto seja uma placa de material transparente à luz visível,
como vidro ou acrílico. O exemplo dessas limitações são painéis
blindados, contatos e comutadoras de transformadores. Outras
difculdades são as limitações que as normas e procedimentos
de segurança requerem, ressaltando que os equipamentos têm
de estar em operação ou energizados.
É necessário que haja atenção com o problema de refexos,
umidade relativa e velocidade do vento. Em espaços abertos,
os resultados são sensíveis às variações das condições at-
mosféricas.
Na inspeção de fornos, a presença de depósitos de cinza
aderidos nas paredes dos tubos pode acarretar interpretações
errôneas. O inspetor precisa ter um profundo conhecimento
sobre o equipamento e suas condições de operação.
Como a variável de interesse é extremamente dinâmica
(temperatura), a calibração dos termovisores torna-se bastante
complexa, fazendo com que o ensaio termográfco tenha carac-
terísticas fortemente qualitativas.
Zc
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
REqUISITOS DE COMPRA
Devem ser repassadas as seguintes informações:
• Tipo do equipamento e suas quantidades;
• Pontos de inspeção e facilidade de acesso para
obtenção das imagens
• Tempo disponível para inspeção
• Procedimentos internos de operação e segurança
• Critérios de aceitação e recomendação (quando
acertados e discutidos)
• As câmeras termográfcas podem operar na faixa
espectral de ondas curtas (3-5µm) ou médias (7-14µm).
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
A qualifcação em inspetor termografsta de nível 1, 2
e 3 encontra-se em fase de desenvolvimento no sistema
nacional, através do trabalho da Comissão de Estudos de
Termografa da ABENDE.
ULTRA-SOM
Ensaio não destrutivo, in-
dicado para detectar des-
continuidades superfciais e
internas em materiais me-
tálicos, soldados ou não, além
de aplicações específcas em
materiais não me-tálicos e/
ou equipamentos tais como:
caldeiras, vasos de pressão, tanques e tubulações em geral.
APLICAÇÃO
Materiais laminados, forjados, fundidos, tre-flados,
estirados, extrudados e soldas.
vANTAGEM
• Possibilidade de identifcação de descontinuidades
internas com detalhes como profundidade e comprimento;
• Pode ser realizado em superfícies planas ou curvas;
• Possível de ser realizado em peças de geometria
complexa;
LIMITAÇõES
• Necessidade de limpeza prévia da superfície, deixando-
a isenta de imperfeições que podem mascarar o ensaio;
• Necessidade de inspetor treinado para interpretação
correta das descontinuidades;
• Necessidade de blocos de calibração;
• Na maioria dos casos, necessita de um acoplante
(graxa, vaselina, óleo, etc) e, portanto, de limpeza
posterior;
• Necessidade de plataformas e/ou andaimes conforme o
tipo de equipamento;
• Limitação para caracterização e dimensionamento
preciso do resultado.
qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
Recomenda-se que a atividade de END seja executada
por profssional qualifcado pelo Sistema Nacional de Qua-
lifcação de Pessoal da ABENDE em ultra-som.
TIPOS DE ULTRA-SOM
Medição por Espessura: Ensaio ultra-sônico, do tipo pulso
eco, indicado para determinação de espessura remanescente
em superfícies que permitam o acesso para contato do
cabeçote.
B-SCAN: Ensaio ultra-sônico por varredura, com apre-
sentação B-Scan .Neste tipo de apresentação, a tela do
aparelho mostra a secção transversal da peça,com a varredura
realizada na superfície da peça. Possibilita a determinação
da extensão, profundidade e perda de espessura, devido à
corrosão ou a desgastes causados por fuidos.
PHASED ARRAY: Ultra-Som Automático com Registro
Contínuo, esta tecnologia de inspeção de ultra-som com-
putadorizado e automatizado que utiliza o método de es-
caneamento linear com transdutores de múltiplos cristais,
cobre 100% da solda e ZTA.
TOFD: Ultra-Som Automático com Registro Contínuo é uma
técnica de inspeção de ultra-som computadorizado e auto-
matizado que utiliza o método de escaneamento linear com
múltiplos transdutores conectados no scanner, com objetivo
de cobrir 100% do volume da solda. A técnica TOFD trabalha
com a difração da onda ultra-sônica, que é gerada quando
esta atinge a descontinuidade existente na solda, ao longo de
toda sua extensão.
Z/
Guia de END&Inspeção
GUIA DE MÉTODOS Institucional
RECOMENDAÇÕES QUANTO À EXECUÇÃO
DOS SERVIÇOS PARA TODOS OS ENSAIOS
• O contratante do serviço deve disponibilizar: o croqui
do equipamento; andaimes e estruturas de apoio quando
necessário.
• O local da realização do ensaio deve possuir iluminação
adequada.
• O equipamento a ser ensaio deve estar limpo.
• A execução deve ser orientada por um procedimento
qualifcado por um profssional nível 3 do Sistema Nacional
de Qualifcação e Certifcação de Pessoal/ABENDE
• Ao término dos serviços deve ser fornecido um
relatório com as descontinuidades e/ou defeitos de-
tectados e sua localização, em papel, fta cassete ou meio
magnético.
RECOMENDAÇÕES PARA OBTER
RESULTADOS SATISFATÓRIOS

Os seguintes itens devem ser considerados como elementos
fundamentais para os resultados destes ensaios:
• Pessoal treinado, qualifcado e certifcado
• Equipamentos calibrados
• Procedimentos de execução de ensaios qualifcados
com base em normas e critérios de aceitação previamente
defnidos e estabelecido.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
Z8
GUIA DE
TERMOS
ABERTURA DE ARCO
Queima localizada na peça causada pelo arco elétrico,
devido ao estabelecimento ou interrupção de um circui-
to elétrico energizado.
ABSORÇÃO (RADIOGRAFIA)
Processo pelo qual os fótons incidentes são reduzidos
em número ou energia ao atravessar a matéria.
ABSORÇÃO (ULTRA-SOM)
Parte da atenuação de um feixe sônico devido à conver-
são da energia vibratória em calor.
ABSORvIDADE (a)
Porção da energia incidente sobre uma superfície, que é
absorvida por esta, em um dado comprimento de onda.
Para um corpo negro, esse valor é 1.0.
ACABAMENTO FOSCO
Superfície com tendência à difusão em vez da refexão
da luz, sem brilho. Também conhecida como lamber-
tiam.
ACELERADOR LINEAR DE ELÉTRONS
Gerador de elétrons na qual a aceleração das partículas
é conectada a um campo de propagação de alta freqüên-
cia dentro de um guia linear ou ondulado.
ACFM (ALTERNATING CURRENT FIELD MEASU-
REMENT)
Técnica de medição de campo de corrente alternada,
utilizada para detectar e dimensionar trincas de fadiga
em equipamentos, tubulações e estruturas metálicas.
ACOPLAMENTO (CORRENTES PARASITAS)
Dois circuitos elétricos estão acoplados quando têm
uma impedância em comum, de tal forma que a corren-
te em um dos circuitos causa uma voltagem no outro
circuito.
ACOPLAMENTO (ULTRA-SOM)
Termo usado para descrever a qualidade da impedância
acústica entre o transdutor e a peça em ensaio.
ACOPLANTE (EMISSÃO ACúSTICA)
Meio interposto entre o sensor e a peça em ensaio para
melhorar a transmissão da energia acústica durante o
monitoramento. NOTA Generalmente se utiliza como
acoplante: vaselina, graxa para vazio, etc.
ACOPLANTE (ULTRA-SOM)
Meio interposto entre o transdutor e peça de ensaio,
para facilitar a transmissão da energia ultra-sônica.
ACUIDADE vISUAL
Capacidade de distinguir pequenos detalhes visualmen-
te.
ACúMULO ExCESSIvO
Acúmulo demasiado de partículas magnéticas devido à
excessiva magnetização da peça.
ADAPTAÇÃO AO ESCURO
Ajuste dos olhos quando a pessoa passa de um lugar
iluminado para um lugar escurecido.
Na edição deste guia, consta a relação
dos termos dos seguintes métodos de
ensaios:
• Correntes parasitas,
• Emissão acústica,
• Estanqueidade para
saneamento básico
• Líquido penetrante
• Partículas magnéticas
• Ensaio visual
• Qualifcação e certifcação
de pessoal
• Radiografa industrial
• Termografa
• Ultra-som
Guia de
Terminologias de END
No presente trabalho, elaborado e consensado com signifcativa parcela
da comunidade técnica e acadêmica, buscou-se enfocar os termos técnicos
consolidados nas normas técnicas brasileiras publicadas pela ABNT.
Os esforços aqui direcionados foram no sentido de se atender ao máximo
às diferentes correntes de opinião e padronizar os termos utilizados pelos
profssionais no seu dia-a-dia.
Guia de END&Inspeção
Z9
GUIA DE TERMOS Institucional
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
JJ
ADAPTAÇÃO vISUAL
Ajuste dos olhos quando a pessoa passa de um local
iluminado para um lugar escurecido.
AFERIÇÃO
Ver calibração.
AGENTE CONDICIONADOR
Aditivo para uma suspensão de água utilizado para
melhorar propriedades específcas como molhabilidade,
dispersão de partículas, resistência à corrosão ou an-
tiespumante.
AGENTE DE ENSAIO
Ver meio de ensaio.
AjUSTE
Operação destinada a fazer com que um instrumento de
medição tenha desempenho compatível com o seu uso.
AjUSTE DO CONTRASTE
Função de ajuste dos valores da escala de cinzas para
aumentar ou reduzir o contraste da imagem.
ALvO
Área da superfície do ânodo de um tubo de raios X onde
ocorre a colisão do feixe de elétrons, gerando os raios
X.
AMORTECIMENTO DO MATERIAL
Medida da capacidade de um dado material em dissipar
a energia mecânica vibratória.
AMORTECIMENTO DO RUíDO
Absorção das ondas sonoras, provenientes do ruído de
vazamento, pelo meio em que se propaga.
AMPERèS-ESPIRA
Produto do número de espiras da bobina e da corrente
elétrica em ampères que circula pela bobina.
AMPERíMETRO ShUNT
Resistor de precisão de baixa resistência com capacida-
de para conduzir altas correntes, conectado em paralelo
com um amperímetro.
AMPLITUDE DA RESPOSTA
Propriedade do sistema de ensaio pela qual se pode me-
dir a amplitude do sinal detectado, independentemente
de fase (ver ‘’análise de fase’’ e ‘’análise de harmôni-
co’’).
AMPLITUDE DO PULSO
Valor da amplitude máxima do pulso.
AMPLITUDE DO SINAL DE EA
Maior pico de tensão obtido pela forma de onda do sinal
de um evento de emissão.
AMPLITUDE TÉRMICA
Intervalo de temperaturas coberto na escala de um ter-
mograma.
ANÁLISE DE FASE
Técnica analítica que discrimina entre as variáveis da
peça submetida ao ensaio eletromagnético, pelas dife-
rentes mudanças no ângulo de fase que essas condições
produzem no sinal de ensaio (ver detecção de fase).
ANÁLISE DE hARMôNICO
Técnica analítica pela qual se determina a amplitude ou
fase, ou ambas, da freqüência de componentes de um
sinal periódico complexo.
ANÁLISE DE IMPEDâNCIA
Em ensaio eletromagnético, é um método analítico que
consiste em correlacionar mudanças na amplitude, fase
ou componentes cartesianos, ou de todas essas mudan-
ças, de um sinal complexo de ensaio com as condições
eletromagnéticas da peça examinada.
ANÁLISE DE MODULAÇÃO
Método analítico usado em ensaios eletromagnéticos,
que separa as respostas devidas a vários fatores que
infuenciam o campo magnético total, separando e in-
terpretando, individualmente, freqüências ou bandas
de freqüências na envoltória de modulação (freqüência
portadora) do sinal.
ANÁLISES DA EA
Interpretação e avaliação de EA para descrever e carac-
terizar suas fontes.
ANEL DE DISTRIBUIÇÃO
Conjunto de tubulações que forma a rede primária, de
maior dimensão, que distribui água para as linhas se-
cundárias.
ANEL DE ENSAIO
Anel que contém descontinuidades subsuperfciais arti-
fciais, que é usado para avaliar e comparar o desempe-
nho global e sensibilidade das partículas magnéticas.
ANGSTROM (Å)
Unidade de comprimento que pode ser usada para ex-
pressar o comprimento de onda de radiação eletromag-
nética, neste caso a luz. Um Angstrom é igual a 0,1
nanômetros. (1 nm = 10-9 m).
âNGULO
Ângulo formado entre o eixo central do feixe de radia-
ção e o plano do detector.
âNGULO CRíTICO
Máximo ângulo de incidência em uma interface de dois
meios diferentes, que permite a existência de uma onda
refratada transversal.
âNGULO DE CAMPO
Ângulo existente entre os pontos nos lados opostos do
eixo do feixe.
âNGULO DE DIvERGêNCIA
Ângulo, dentro do campo distante, entre o eixo e borda
do feixe.
âNGULO DE FASE
Equivalente angular do defasamento, no tempo, entre
pontos correspondentes de duas ondas senoidais de
mesma freqüência.
âNGULO DE INCIDêNCIA
Ângulo entre o eixo do feixe de incidência e a normal
da interface.
âNGULO DE REFLExÃO
Ângulo entre o eixo do feixe refetido e a normal da
interface.
âNGULO DE REFRAÇÃO
Ângulo entre o eixo do feixe refratado e a normal da
interface.
âNGULO ENTRE TRANSDUTORES
Ângulo existente entre os feixes sônicos de transdutor
de duplo cristal.
âNGULO vISUAL
Ângulo subtendido por um objeto ou detalhe, em um
ponto de observação. Geralmente, é medido em minuto
de arco.
ANISOTROPIA ACúSTICA
Característica acústica de um material com uma dife-
rença no comportamento acústico.
âNODO
Eletrodo positivo de um tubo de raios X.
ANOMALIA
Qualquer indicação de temperatura que se desvie do
esperado.
APRESENTAÇÃO A (A-SCAN)
Apresentação em coordenadas cartesianas, onde a am-
plitude do pulso é representada no eixo vertical e o
tempo no eixo horizontal. Tal apresentação é monodi-
mensional, indicando tão somente o posicionamento do
pulso e sua amplitude.
APRESENTAÇÃO B (B-SCAN)
Apresentação em coordenadas cartesianas, onde os ei-
xos horizontal e vertical indicam o posicionamento do
pulso pelas coordenadas x e y. Trata-se de representa-
ção bidimensional, indicando os ecos por meio de corte
transversal da peça.
APRESENTAÇÃO C (C-SCAN)
Apresentação em coordenadas cartesianas, onde os ei-
xos horizontal e vertical indicam o posicionamento x e
y do pulso e a luminosidade da tela, o posicionamento
do eixo z. Atualmente é utilizada tal apresentação em
sistemas de inspeção automática e por imersão, onde a
luminosidade foi substituída por dígitos que indicam a
profundidade z.
ÁREA DE INTERESSE
Região do objeto na imagem radiográfca que deve ser
avaliada.
ÁREA ExAMINADA
Região de uma estrutura que é monitorada por EA. NOTA
Entenda-se por área uma parte da estrutura.
ARMAZENAMENTO DE DADOS
Equipamento eletrônico para coleta, registro e arma-
zenamento de dados de pressão, vazão, ruído de vaza-
mento ou outro dado de interesse para a operação da
rede de distribuição de água.
Guia de END&Inspeção
J1
GUIA DE TERMOS Institucional
ARqUIvO DE IMAGEM
Material capaz de captar e/ou armazenar uma imagem
radiográfca de forma digital ou analógica.
ARRANjO DE SENSOR
Múltiplos sensores de EA arranjados em uma confgu-
ração geométrica designada para fornecer detecção/
localização de fonte de EA para um dado componente
da planta ou área do contorno de pressão a ser moni-
torada.
ARRASTE
Perda de materiais penetrantes como resultado da ade-
rência destes na peça em ensaio.
ARTEFATO (INDICAÇÃO FALSA)
Indicação espúria na radiografa, causada por falhas na
fabricação, manuseio, exposição ou processamento de
uma imagem.
ASTIGMATISMO
Deformação na superfície da curvatura do globo ocular,
de que resulta em diferença no grau de refração dos
diferentes meridianos e conseqüente desvio dos raios
luminosos.
ATENUAÇÃO (EMISSÃO ACúSTICA)
Perda na amplitude do sinal de EA, em dB por unidade
de distância.
ATENUAÇÃO (RADIOGRAFIA)
Redução em intensidade de um feixe de raios X ou
gama, durante sua passagem através da matéria, cau-
sada por absorção e espalhamento.
ATENUAÇÃO (ULTRA-SOM)
Perda de energia produzida pela somatória dos efeitos
da perda por absorção, dispersão e abertura do feixe
sônico, em um dado percurso.
ATENUAÇÃO ATMOSFÉRICA
Perda resultante da propagação da radiação infraver-
melha pelo meio atmosférico, devido à absorção ou ao
espalhamento dela. É função da distância, umidade,
temperatura e partículas.
ATIvIDADE
Número de desintegrações nucleares por unidade de
tempo que ocorrem em uma fonte radioativa.
ATIvIDADE DE EA
Ocorrência dos sinais de EA.
ATIvIDADE ESPECíFICA
A atividade por unidade de massa de um radioisótopo.
ATRASO DA vARREDURA
Apresentação onde o zero da escala de tempo não coin-
cide com o zero do reticulado.
AUDIOFREqUêNCIA
Freqüências compreendidas dentro da faixa de 20 Hz
a 20 kHz.
AUSCULTAÇÃO
Ação de identifcar ruído através da utilização do ou-
vido.
AvALIAÇÃO DE RESULTADOS
Ato de interpretar os resultados de um ensaio, com base
em suas especifcações e nos princípios do sistema uti-
lizado.
BANhO
Ver suspensão.
BARRA DE PERFURAÇÃO
Equipamento de perfuração manual utilizado para con-
frmar o local do vazamento sem efetuar escavação.
Também conhecido como barra de soldagem.
BARRA DE SOLDAGEM
Ver barra de perfuração.
BASE DO FILME
Material que serve de apoio, o qual é coberto pela emul-
são fotossensível.
BASTONETES
Célula receptora da retina que responde a níveis baixos
de luminância, mesmo muito abaixo do limite dos co-
nes. Nesses níveis não há base para percepção de dife-
renças de cores e de saturação. Não existem bastonetes
na fóvea centralis.
BETATRON
Máquina na qual os elétrons são acelerados em uma ór-
bita circular antes de serem defetidos em um alvo para
a produção de raio X de alta energia.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
JZ
BLOCO COMPARADOR
Bloco que contém descontinuidades intencionalmente
provocadas, com o objetivo de comparar diferentes ti-
pos de materiais penetrantes quanto ao seu desempe-
nho. NOTA Também pode ser usado para avaliar técnicas
por líquido penetrante ou condições de ensaio
BLOCO DE CALIBRAÇÃO
Bloco cujas dimensões, composição, características,
forma geométrica e superfície de acabamento estão
perfeitamente defnidas e determinadas, permitindo a
calibração e a verifcação do desempenho de um equipa-
mento de exame de materiais por processos sônicos.
BLOCO DE REFERêNCIA
Bloco cujo material é semelhante àquele da peça em
ensaio, que contém descontinuidades conhecidas. É
utilizado para permitir a comparação entre os sinais
provenientes de descontinuidades desconhecidas com
os provenientes de descontinuidades perfeitamente de-
fnidas e determinadas.
BLOCO ESCALONADO
Bloco de um mesmo material contendo diferentes es-
pessuras.
BLOCO-PADRÃO (CORRENTES PARASITAS)
Bloco com ranhuras (defeitos artifciais) de dimensões
conhecidas.
BLOCO-PADRÃO (ULTRA-SOM)
Ver bloco de calibração.
BLOqUEIO DA CALIBRAÇÃO PARA SENSORES
Peça de metal de um material homogêneo isótropo elás-
tico, na qual se colocam uma fonte simulada de EA, um
sensor de referência e o sensor a calibrar.
BOBINA (CORRENTES PARASITAS)
Uma ou mais espiras de condutor, que produzem um
campo magnético, quando este condutor é atravessado
por uma corrente elétrica.
BOBINA (PARTíCULAS MAGNÁTICAS)
Elemento constituído por um determinado número de
espiras em série, isoladas entre si e geralmente envolvi-
das por isolação apropriada.
BOBINA ABSOLUTA
Bobina (ou bobinas) que responde(m) a todas as pro-
priedades elétricas ou magnéticas, ou ambas, detecta-
das de uma região da peça através de um ensaio eletro-
magnético, sem comparação com outra seção da peça,
ou com outra peça.
BOBINA INSERIDA
Ver bobina interna.
BOBINA INTERNA
Bobina ou conjunto de bobinas, empregada(o) em ensaios
eletromagnéticos, por inserção dentro das peças em en-
saio, como no caso de bobinas internas (sondas) em tubos.
As bobinas deste tipo são também conhecidas como bobi-
nas internas, bobinas inseridas ou bobinas de inserção.
BOBINAS ANULARES
Ver bobinas envolventes.
BOBINAS CIRCUNFERENCIAIS
Ver bobinas envolventes.
BOBINAS DE COMPARAÇÃO
Ver bobinas diferenciais.
BOBINAS DE COMPENSAÇÃO
Ver bobinas diferenciais.
BOBINAS DE ENSAIO
Seção de um conjunto de bobina que excita e/ou de-
tecta o campo magnético no material que estiver sendo
examinado.
BOBINAS DE REFERêNCIA
Bobina ou sonda que pode ser usada em conjunto com
um material adequado para balancear eletricamente um
sistema diferencial.
BOBINAS DIFERENCIAIS
Duas ou mais bobinas conectadas eletricamente em opo-
sição de série, de modo que qualquer condição elétrica
ou magnética, ou ambas, que não seja(m) comum(ns)
às áreas da peça que estiverem sendo sido examinadas,
ou entre um corpo-de-prova e um padrão, provoque(m)
um desbalanceamento do sistema e, por conseqüência,
produza(m) uma indicação.
BOBINAS ENvOLvENTES
No ensaio eletromagnético, bobina(s) ou conjunto de
bobinas que envolve(m) a peça a ser examinada. As bo-
binas deste tipo são também conhecidas como anulares,
circunferenciais, etc.
BOROSCóPIO
Equipamento utilizado no ensaio visual remoto para en-
saio de superfícies não acessíveis.
BORRIFADOR DE Pó
Dispositivo usado para aplicar pó magnético em cima da
superfície de uma peça em ensaio.
BRILhO
Brilho excessivo (ou brilho variando mais do que 10:1
dentro do campo da visão). Interfere com a nitidez da
visão e com a observação e o julgamento crítico.
CABEÇA DE CONTATO
Dispositivo usado para apoiar e suportar uma peça para
facilitar a passagem de corrente elétrica pela peça, ge-
rando uma magnetização circular.
CABEÇOTE
Dispositivo eletroacústico incorporando um ou mais
transdutores (cristais) com a fnalidade de transmitir
e/ou receber ondas ultra-sônicas.
CABEÇOTE ANGULAR
Cabeçote cujo eixo de feixe incide, fazendo com a nor-
mal a superfície tangente à peça, um ângulo diferente
de (0 grau e 90º).
CABEÇOTE DE DUPLO CRISTAL
Dispositivo que utiliza dois transdutores independentes
para emissão e recepção do feixe sônico.
CABEÇOTE DE IMERSÃO
Cabeçote de onda longitudinal especialmente fabricado
para ser utilizado em um líquido.
CABEÇOTE DE ONDAS SUPERFICIAIS
Cabeçote para gerar ou receber ondas superfciais.
CABEÇOTE FOCALIZADO
Cabeçote no qual o feixe sônico é concentrado por dis-
positivos especiais (forma do cristal, lentes, processo
eletrônico etc.) para produzir um feixe focalizado ou
um ponto focal.
CABEÇOTE MONOCRISTAL
Dispositivo que utiliza um único transdutor para gerar
e receber feixe sônico.
CABEÇOTE NORMAL
Cabeçote do qual ondas se propagam a 90º em relação à
superfície de ensaio.
CABEÇOTE PhASED ARRAy
Cabeçote composto por diversos cristais elementares,
capazes de operar independentemente, com diferentes
amplitudes e fases, e de gerar feixes de ângulos e dis-
tâncias focais variadas.
CADASTRO DE TUBULAÇÃO
Conjunto de informações representadas grafcamente,
com nível de detalhamento adequado, que permite a
rápida identifcação e visualização das características
de trechos de uma rede de água implantada.
CALÇO
Material posicionado sobre o IQI, com propriedades ra-
diográfcas equivalentes ao objeto ensaiado, utilizado
para compensar diferenças geométricas da peça.
CALIBRAÇÃO
Conjunto de operações que estabelece, sob condições especif-
cadas, a relação entre os valores indicados por um instrumen-
to de medição ou sistema de medição ou valores representados
por uma medida materializada ou um material de referência,
e os valores correspondentes das grandezas estabelecidas por
padrões. Também conhecida como aferição.
CALIBRADOR DE EA
Generador eletrônico de forma de ondas e outro dispo-
sitivo que pode introduzir um sinal transitório em um
processador de emissão acústica com o fm de controlar
e verifcar o funcionamiento da instrumentação.
CAMADA DECI-REDUTORA
Espessura de material especifcado que, quando atraves-
sado por um feixe de raios X ou gama, reduz a intensi-
dade à décima parte.
CAMADA SEMI-REDUTORA (CSR)
Espessura de material especifcado que, quando atra-
vessado por um feixe de radiação X ou gama, reduz sua
intensidade pela metade.
CAMINhO EM v (vPATh)
Para um transdutor emitindo um feixe sônico oblíquo sob
um ângulo a num material de espessura t e faces paralelas,
o percurso “V” é a distância medida na superfície de apli-
cação do transdutor entre o seu índice até o ponto onde
o centro do feixe refetido atinge a superfície de origem,
Guia de END&Inspeção
JJ
GUIA DE TERMOS Institucional
após percorrer um percurso duplo. Analiticamente, o per-
curso é dado pela expressão: P = 2*e*tang a.
CAMPO
Na tecnologia de vídeo, é um dos dois componentes da
imagem do vídeo que juntos formam um quadro. Cada
campo possui metade do total dos elementos da ima-
gem. São necessários, portanto, dois campos para pro-
duzir uma imagem ou quadro completo.
CAMPO BIPOLAR
Campo magnético longitudinal dentro de uma peça que
tem dois pólos.
CAMPO DE FUGA
Ver vazamento de campo magnético.
CAMPO DE OBSERvAÇÃO
Faixa ou área onde os objetos podem ser observados
através de um sistema de imagem, lentes ou abertura.
CAMPO DE vISÃO
Faixa ou área onde os objetos, em um dado momento,
podem ser percebidos pela visão humana, se o olho es-
tiver imóvel.
CAMPO DE vISÃO INSTANTâNEO (CvI)
Expresso em miliradianos, radianos ou milímetros, é defnido
pelo ângulo sólido determinado pela projeção do(s) elemento(s)
detector(es) na cena em um dado instante.
CAMPO DE vISÃO TOTAL (CvT)
Expresso em graus, é defnido como a porção angular
sensoreada pelo sistema.
CAMPO INDUZIDO
Ver magnetização indireta.
CAMPO MAGNÉTICO
Espaço dentro e ao redor de uma peça magnetizada ou
um condutor conduzindo corrente elétrica, no qual a
força magnética está presente.
CAMPO MAGNÉTICO CIRCULAR
Geralmente, o campo magnético ao redor de qualquer
condutor elétrico ou peça, resultante de uma corrente
que passa através da peça ou condutor, de uma extre-
midade à outra.
CAMPO MAGNÉTICO LONGITUDINAL
Campo magnético em que as linhas de força atravessam
a peça em uma direção essencialmente paralela ao seu
eixo longitudinal.
CAMPO MAGNÉTICO RESIDUAL
Campo que permanece em material ferromagnético de-
pois da força magnetizante ter sido removida.
CAMPO MAGNÉTICO RESULTANTE (àS vEZES
ChAMADO vETORIAL)
Campo magnético que é resultado de duas forças mag-
netizantes aplicadas na mesma área de um objeto mag-
netizável.
CAMPO OSCILANTE
Ver magnetização multidirecional.
CAMPO PRóxIMO (ZONA DE FRESNELL)
Região do feixe ultra-sônico onde a pressão sônica não
é relacionada diretamente com a distância em razão de
interferências.
CAMPO REMOTO (ZONA DE FRAUNhOFER)
Região uniforme de um feixe sônico, onde a intensidade
é inversamente proporcional ao quadrado da distância.
O mesmo que “zona remota” ou “região de fraunho-
fer”.
CANAL DE EA
Montagem em linha contendo um sensor, préamplif-
cador, fltros, amplifcadores, outra instrumentação
necessária, cabos de conexãoe detectores ou processa-
dores de sinais.
CANDELA
Unidade básica de medição para a intensidade lumino-
sa; é parte integrante do SI – Sistema Internacional
de Unidades. É a intensidade luminosa em uma dada
direção da fonte que emite radiação monocromática de
freqüência de 540 x 1012 Hz e que possui intensidade
radiante naquela direção de 1,4641 miliwatt por ste-
radion (stereo + radian). Abreviação cd. Antigamente
conhecida como vela.
CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO
Número de sinais que podem ser processados na veloci-
dade de processamento antes do sistema interromper a
aquisição de dados para limpar os buffers ou para outro
dispositivo aceitar dados adicionais.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
J+
CARGA NO CRISTAL
Energia mecânica por unidade de área que o cristal
piezoelétrico fornece ao meio acusticamente acoplado
a ele.
CÁTODO
Eletrodo negativo de raios X.
CAvALETE
Parte do ramal predial de água localizado na proprieda-
de particular, projetada de forma a permitir instalação
do hidrômetro e do registro.
CENTRO ELÉTRICO
Centro estabelecido pela distribuição do campo eletro-
magnético dentro de uma bobina de ensaio. Um sinal de
intensidade constante, independente da posição circun-
ferencial da descontinuidade, é indicativo da centrali-
zação elétrica. O centro elétrico pode ser diferente do
centro físico da bobina de ensaio.
ChASSI
Dispositivo protetor de luz, rígido ou fexível, para ar-
mazenar o flme ou detector de imagem, com ou sem
tela intensifcadora durante a exposição.
CICLO ENERGIZANTE
Aplicação de uma força magnetizante através de um
condutor.
CIRCUITO DE POTENCIAL CONSTANTE
Confguração eletrônica projetada para ampliar e man-
ter um potencial constante dentro de um tubo de
raios X.
CLASSIFICAÇÃO EM DUAS vIAS
Classifcação eletromagnética baseada no sinal de res-
posta de um material, acima ou abaixo do qual é es-
tabelecido um nível, através de dois ou mais padrões
de calibração.
CLASSIFICAÇÃO EM TRêS vIAS
Classifcação eletromagnética baseada no sinal de res-
posta de um material, acima ou abaixo do qual é es-
tabelecido um nível, através de três ou mais padrões
de calibração.
COEFICIENTE DE ABSORÇÃO
Fator que defne a capacidade de um meio em absorver
energia sônica.
COEFICIENTE DE ATENUAÇÃO
Fator que indica a diminuição da amplitude de uma
onda sônica por unidade de comprimento.
COEFICIENTE DE ATENUAÇÃO (µ)
Redução fracional por unidade de espessura e depende
do material absorvedor e da energia da radiação inci-
dente, expressa pela relação: l = lo * e-µx Onde: I é
a intensidade de luz transmitida; lo é a intensidade
incidente de radiação; X é a espessura.
COEFICIENTE DE CONvERSÃO
Relação entre as energias fornecidas e convertidas por
um cristal piezoelétrico.
COLAR DE TOMADA
Peça utilizada para derivação na rede de distribuição
para execução de ramais prediais.
COLIMAÇÃO
Limite de um feixe de radiação para uma forma de di-
mensões desejadas, pelo uso de dispositivos feitos de
material absorvedor
COLIMADOR (RADIOGRAFIA)
Dispositivo feito de um material absorvedor de radia-
ção, tal como o chumbo ou o tungstênio, projetado de
forma a limitar a direção e área do feixe de radiação.
COLIMADOR (ULTRA-SOM)
Dispositivo destinado a controlar a direção e área de
um feixe sônico.
COMPENSAÇÃO DE TEMPERATURA AMBIENTE
Parâmetro de temperatura ambiente, introduzido no
instrumento e/ou aplicativo de análise termográfca,
para fornecer compensação automática nas temperatu-
ras medidas.
COMPóSITO
Cristal microsseccionado, com objetivo de aumento de
resolução, possibilitando a obtenção de formas varia-
das.
COMPRIMENTO DE ONDA
Distância percorrida por uma onda durante um ciclo
completo.
COMPRIMENTO DO PERCURSO
Ver percurso sônico.
COMUTAÇÃO DE FASE
Mudança na relação de fase entre duas grandezas alter-
nadas de mesma freqüência.
CONDUTOR CENTRAL
Condutor colocado em uma peça oca e usado para pro-
duzir magnetização circular na peça.
CONE
Na biologia, é um receptor da retina que controla a res-
posta da retina, quando o nível de luminância é alto e
proporciona a percepção das cores. Ver bastonetes.
CONFIRMAÇÃO DO vAZAMENTO
Ato de confrmar com instrumento de verifcação direta
(barra de perfuração ou perfuratriz) a existência de va-
zamento no local indicado (suspeito).
CONTAGEM DE EA (N)
Número de vezes que o sinal de EA excede um limite de
referência prefxado durante uma parte selecionada de
um ensaio ou inspeção.
CONTAMINANTE
Qualquer substância estranha presente na superfície
de ensaio ou nos materiais penetrantes que afete ad-
versamente o desempenho do ensaio ou prejudique o
material que está sendo inspecionado.
CONTRASTE
Diferença entre a quantidade de luz refetida ou trans-
mitida por um objeto e pelo trabalho visual ou campo
de visão do observador.
CONTRASTE
Diferença na visibilidade (brilho ou coloração) entre
uma indicação e o fundo.
CONTRASTE DE FUNDO
Superfície da peça de ensaio contra as quais as indica-
ções são vistas.
CONTRASTE DE IMAGEM
Diferença relativa de densidade óptica entre duas áreas
adjacentes de uma imagem radiográfca.
CONTRASTE DO OBjETO
Diferença relativa de transmissão de radiação, na ima-
gem, entre duas zonas consideradas do objeto irradia-
do.
CONTROLE DE GANhO
Ver ganho.
CONvERSÃO DE MODO
Processo pelo qual uma onda com um dado modo de
propagação apresenta modos diferentes, através dos
efeitos de refexão ou refração.
CONvERSOR ANALóGICO PARA DIGITAL (A/D)
Dispositivo que converte um sinal analógico em uma
representação digital do sinal.
CONvERSOR DE MODO
Dispositivo que, através de transmissão ou refexão,
converte ondas sônicas de um modo em ondas de modo
diferente, parcial ou totalmente.
COR
Sensação por meio da qual o olho humano distingue luz
de diferentes intensidades (brilho) e diferentes compri-
mentos de onda entre 380 nm e 770 nm.
CORPO CINZENTO
Objeto radiante cuja emissividade é constante e apre-
senta valor inferior a 1.0.
CORPO NEGRO
Corpo capaz de absorver toda a radiação nele incidente
e, para uma dada temperatura, emitir o máximo pos-
sível de radiação térmica. O valor de sua emissividade
é 1,0.
CORRELAÇÃO
Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a
localização de vazamentos não visíveis em tubulações
enterradas, utilizando o correlacionador de ruídos e
vazamentos.
CORRELACIONADOR DE RUíDOS E vAZAMENTOS
Equipamento acústico composto de unidade principal,
pré-amplifcadores e sensores, que identifca a posição
do vazamento entre dois pontos determinados de uma
tubulação.
Guia de END&Inspeção
J5
GUIA DE TERMOS Institucional
CORRENTE ALTERNADA
Corrente elétrica que muda a direção do fuxo em in-
tervalos regulares.
CORRENTE CONTíNUA
Corrente elétrica que fui continuamente em uma única
direção através de um condutor.
CORRENTE DE âNODO
Ver corrente do tubo.
CORRENTE DE MAGNETIZAÇÃO
Fluxo de corrente, alternada ou contínua, utilizada para
gerar o magnetismo na peça a ser ensaiada.
CORRENTE DE MEIA ONDA
Corrente alternada retifcada monofásica que produz
um campo pulsante e unidirecional.
CORRENTE DE ONDA COMPLETA
Corrente alternada retifcada de uma ou três fases, ge-
rando as características de penetração e fuxo similares
à corrente contínua.
CORRENTE DO TUBO
Corrente que passa entre o catodo e o anodo em um tubo
de raios X, geralmente expressa em miliampéres.
CORRENTES PARASITAS (EDDy CURRENT)
Corrente elétrica induzida em um condutor pela varia-
ção no tempo ou no espaço, ou em ambos, de um campo
magnético aplicado.
CORROSÃO
Perda ou degradação de um metal, como conseqüência
de uma reação química.
CRISTAL CORTE x
Placa de cristal piezoelétrico, cortada de tal maneira
que o eixo x seja normal ao eixo longitudinal do cristal
onde são aplicados os eletrodos.
CRISTAL CORTE y
Placa de cristal piezoelétrico, cortado de tal maneira
que o eixo y seja normal às faces do hexágono e à su-
perfície onde são aplicados.
CRISTAL CURvO
Cristal piezoelétrico que apresenta pelo menos uma su-
perfície não plana e é utilizado para facilitar o acopla-
mento ou a focalização do feixe sônico.
CRISTAL METALIZADO
Placa de cristal piezoelétrico que tem uma ou ambas as
faces cobertas por flme metálico condutor.
CRISTAL PIEZOELÉTRICO
Material que possui a propriedade de converter energia
mecânica em energia elétrica e vice-versa.
CUNhA
Dispositivo, geralmente de material sintético, que é in-
terposto entre o transdutor e a peça, visando melhorar
o acoplamento ou fornecer uma incidência adequada do
feixe sônico no material.
CURvA CARACTERíSTICA (DE UM FILME)
Curva que apresenta a relação entre o logaritmo da ex-
posição relativa e a densidade óptica.
CURvA DAC
Curva de correção da amplitude em função da distância,
podendo ser traçada manual ou eletronicamente.
CURvA DE DECAIMENTO
Atividade de um radioisótopo traçada contra o tempo.
CURvA DE hISTERESE
Curva que mostra a densidade de fuxo “B” obtida em
função da força de magnetização “H”, quando a força
de magnetização é aumentada até o ponto de saturação
em ambas as direções, positivo e negativo, seqüencial-
mente. A curva mostra um circuito fechado em forma
de “S”. Os pontos de intersecção da curva com os eixos
“B” e “H”, e os pontos de mínima e máxima força de
magnetização defnem importantes características mag-
néticas do material.
CURvA DE REFERêNCIA
Curva construída a partir de um refetor utilizado como
referência para o ajuste da sensibilidade do ensaio.
CURvA DE SENSIBILIDADE DA vISTA
Expressão gráfca das características da sensibilidade da
visão do olho humano.
DALTONISMO
Defciência na capacidade de percepção ou distinção de
matizes (cores).
dBEA
Processo de monitoração de componentes, submetidos
a esforços contínuos para detectar emissão acústica du-
rante o início, operação e interrupção do serviço.
dBEA
Valor logarítmico da medida da amplitude do sinal de
EA referente a 1 µV.
DEFINIÇÃO DE IMAGEM
Nitidez de delineamento dos detalhes da imagem radio-
gráfca.
DENSIDADE (FILME)
Medida quantitativa do enegrecimento do flme quando
a luz é transmitida. D = log (lo/l) Onde: D é a den-
sidade óptica; Io é a intensidade da luz incidente no
flme; I e a intensidade da luz transmitida.
DENSIDADE DE FLUxO MAGNÉTICO
Valor de um campo magnético, expressa em linhas de
fuxo por unidade de área.
DENSITôMETRO
Aparelho para a medida da densidade óptica de um fl-
me radiográfco ou densidade refetiva de uma impres-
são fotográfca.
DERIvAÇÃO
Saída de uma tubulação, com ou sem alteração de diâ-
metro (tê, ramal predial etc).
DESCONTINUIDADE ARTIFICIAL
Descontinuidades de referência, tais como furos, rasgos
ou entalhes, introduzidos em um padrão de referência,
para proporcionar, com precisão, níveis de sensibilidade
reproduzíveis para o equipamento de ensaio eletromag-
nético.
DESCONTINUIDADE SUBSUPERFICIAL
Descontinuidade não aberta à superfície de uma peça
em ensaio que produz uma indicação difusa.
DESMAGNETIZAÇÃO
Redução de magnetismo residual para um nível acei-
tável.
DESORDEM vISUAL (DE PLANO) DE FUNDO
Formações ou sinal de um objeto de ensaio que repre-
senta o plano de fundo de uma descontinuidade. Quanto
maior o nível de desordem visual de fundo, mais difícil
a distinção de uma descontinuidade.
DETECÇÃO DE FASE
Sinal cuja amplitude é função do ângulo de fase entre
duas correntes alternadas, sendo uma das quais usada
como referência.
DETECÇÃO DE vAZAMENTO
Método ou modalidade de ensaio não destrutivo para
controle da estanqueidade de sistemas, tubulações ou
recipientes, empregado para localizar fugas indesejáveis
de líquidos.
DETECTOR
Dispositivo de captação de radiação para formação de
uma imagem (por exemplo: flme radiográfco, placa de
fósforo, detectores planos etc.).
DETECTOR DE INFRAvERMELhO
Elemento transdutor, que converte em sinal elétrico a
energia infravermelha incidente sobre sua superfície.
DETECTOR DE MATRIZ DE PLANO FOCAL (MPF)
Matriz linear ou de duas dimensões de elementos detec-
tores, posicionada no plano focal do instrumento.
DIAFRAGMA
Dispositivo que limita a abertura (extensão) do feixe de
raios-x emitido.
DIAGRAMA PLANO DE IMPEDâNCIA OU PLANO
DE IMPEDâNCIA
Representação gráfca do lugar geométrico dos pontos
que indicam a variação de impedância da bobina de en-
saio, em função dos parâmetros básicos de ensaio.
DIFERENÇA DE TEMPERATURA EqUIvALENTE AO
RUíDO
Menor diferença de temperatura que se pode detectar,
limitada pelo ruído interno do equipamento infraverme-
lho a uma determinada temperatura.
DIGITAL
Representação de um dado ou de uma grandeza física
de forma discreta.
DIGITALIZAÇÃO (DE UM FILME)
Ato de converter a imagem analógica em digital.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
Jc
DISCO óPTICO
Área interna da retina (humor vítreo) atravessada pelas
fbras dos diversos receptores, juntamente com o feixe
do nervo óptico. Essa área de transição é totalmente
cega.
DISTâNCIA FOCO/FILME
Ver distância fonte/flme (DFF).
DISTâNCIA FONTE/FILME (DFF)
Menor distância entre a fonte de radiação real e o flme,
medida na direção do eixo perpendicular.
DISTâNCIA OBjETO/DETECTOR
Distância da superfície lado fonte do objeto ao detector,
medida no eixo central de radiação.
DISTâNCIA OBjETO/FILME
Ver distância objeto/detector.
DISTORÇÃO DE AMPLITUDE
Ver distorção de harmônico.
DISTORÇÃO DE hARMôNICO
Distorção não linear caracterizada pelo aparecimento de
harmônicos na saída, diferentes dos componentes funda-
mentais, quando a onda de entrada for senoidal.
DISTRIBUÇÃO DIFERENCIAL DOS CRUZES DO
LIMITE DE REFERêNCIA DE EA -FT(v)-
Número de vezes que a forma de onda do sinal de EA
tem um pico entre os limites de referência V e V+DV
como função do limite de referência V. ft(V) é o valor
absoluto da derivada da distribuição acumulada Ft(V)
dos cruzes do limite de referência.
DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DA AMPLITUDE DE
EA -F(v)
Número de eventos cujo sinal de EA excede uma ampli-
tude arbitraria em função da amplitude V.
DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DOS CRUZES DO
LIMITE DE REFERêNCIA DE EA -FT(v)-
Número de vezes que o sinal de EA excede um umbral
arbitrario como funcão da tensão do umbral V.
DISTRIBUIÇÃO DIFERENCIAL DA AMPLITUDE
DE EA -F(v)-
Número de eventos com sinais de amplitude de EA com-
preendida entre V e V+DV como função da amplitude
V. f(V) é o valor absoluto da derivada da distribuição
acumulada de amplitudes F(V).
DISTRIBUIÇÃO LOGARíTMICA DA AMPLITUDE
DE EA -G(v)-
Número de eventos com sinais de amplitude de EA entre
V e aV (onde a é um multiplicador constante) em fun-
ção da amplitude. Esta é uma variável da distribuição
diferencial da amplitude, apropriada para ser represen-
tada em um gráfco logarítmico.
DOSíMETRO
Instrumento para medição de dose de radiação ionizan-
te.
DURAÇÃO DO PULSO/LARGURA DO PULSO
Separação entre as fases ascendentes e descendentes de
um pulso. Se medido em termos de espaço, tem-se a
largura e se em termos de tempo, a duração.
DURAÇÃO DO SINAL DE EA
Tempo entre a primeira e a última vez que o sinal cruza
o umbral de detecção.
ECO DE DESCONTINUIDADE
Eco refetido por qualquer descontinuidade no interior
do meio.
ECO DE FUNDO
Eco proveniente da refexão direta entre o transdutor e
a superfície oposta do meio em ensaio.
ECO DE INTERFACE
Eco refetido por qualquer interface, separando dois
meios de impedâncias acústicas diferentes.
eco múltiplo
Refexão repetida de um impulso ultra-sônico entre
duas ou mais superfícies ou descontinuidades em um
meio material.
ECOS ESPúRIOS
Sinal não associado a uma descontinuidade ou a uma
variação de contorno na peça em ensaio.
EFEITO “LIFT-OFF”
Efeito observado na saída do sistema de ensaio, devido
à mudança no acoplamento magnético entre a sonda
e a peça em ensaio, sempre que a distância entre elas
for alterada.
EFEITO DE BORDA
No ensaio eletromagnético, é o distúrbio do campo
magnético e das correntes parasitas, em virtude da
proximidade de uma mudança abrupta na geometria
da peça (borda). Esse efeito geralmente provoca um
mascaramento das descontinuidades existentes dentro
da região afetada (também conhecido como efeito de
extremidade).
EFEITO DE vELOCIDADE
Fenômeno ocorrido em ensaio eletromagnético cuja evi-
dência é uma mudança na voltagem do sinal resultante
de uma variação no movimento relativo entre a peça e
um conjunto de bobinas de ensaio.
EFEITO FELICITy
Aparição de EA signifcativa em um nível de carga infe-
rior ao nível máximo aplicado previa-mente, por exem-
plo, é o que se observa nos materiais compostos.
EFEITO kAISER
Ausência de EA detectável até o momento no que se ex-
cede ao nível de carga máxima previamente aplicada.
EFEITO MATCh BEND
Ilusão óptica, onde uma área com brilho uniforme apa-
renta ser irregular por causa do contraste do brilho de
uma área adjacente.
EFEITO PECULIAR
Fenômeno segundo o qual a profundidade de penetra-
ção da corrente elétrica em um condutor diminui com
o aumento da freqüência da corrente. Para freqüências
muito elevadas, o fuxo de corrente é limitado a uma
camada externa e extremamente fna do condutor. Ver
profundidade de penetração.
EFEITO PELICULAR
Fenômeno causado pela magnetização produzida por
corrente alternada em uma peça ferromagnética, na
qual as linhas de força se concentram próximas à su-
perfície da peça.
EFICIêNCIA vISUAL
Confabilidade do sistema visual. A expressão efciência
visual utiliza a acuidade visual próxima 20/20 como re-
ferência para a efciência visual de 10%.
EIxO ACúSTICO
Centro geométrico de amplitude máxima de energia
sônica.
EIxO DE TEMPO
Sinal horizontal representado na tela do aparelho, cuja
distância da origem é proporcional ao tempo decorri-
do.
ELEMENTO DE ATENUAÇÃO
Material que é ligado rigidamente à superfície posterior
do elemento ativo e que tem por fnalidade atenuar as
suas vibrações.
ELETRODOS
Elementos condutores ligados por cabos à fonte, com a
fnalidade de permitir a passagem de corrente de mag-
netização à peça.
ELETROíMÃ
Núcleo de ferro cercado por uma bobina de arame que
temporariamente se torna um ímã, quando uma corren-
te elétrica passa pelo arame.
ELÉTRON-vOLT (Ev)
Unidade de energia utilizada para expressar a energia
de radiações eletromagnéticas e corpusculares
EMBAÇAMENTO DO FILME
Termo geral utilizado para descrever a densidade óptica
de um flme processado, causada por qualquer outra
ação diferente da radiação formadora da imagem. Em
geral é causada por envelhecimento do flme e proces-
samento.
EMISSÃO ACúSTICA (EA)
Fenômeno pela qual as ondas elásticas transitorias se
geram pela liberação rápida de energia desde fontes
localizadas dentro de um material, ou as ondas transi-
tórias assím produzidas. A EA é o término recomenda-
do para uso geral. Outros términos que se utilizam na
literatura de EA incluem: emissão de ondas de tensão
mecânica, atividade microsísmica, e emissão, etc.
EMISSÃO CONTíNUA
EA de eventos que não podem separar-se uns dos ou-
tros.
EMISSÃO DISCRETA
EA de eventos que podem ser separados uns dos ou-
tros.
EMISSIvIDADE (e)
Parâmetro adimensional que estabelece a relação entre
Guia de END&Inspeção
J/
GUIA DE TERMOS Institucional
a quantidade de energia irradiada por um corpo em
estudo e a que seria emitida por um corpo negro, à
mesma temperatura e comprimento de onda. A emissi-
vidade varia entre 0 e 1.
EMULSIFICADOR
Líquido que interage com uma substância oleosa para
torná-la lavável em água.
EMULSIFICADOR hIDROFíLICO
Líquido à base de água usado no ensaio por líquido pe-
netrante, que interage com o penetrante, tornando-o
lavável em água.
EMULSIFICADOR LIPOFíLICO
Líquido à base de óleo usado nos ensaios por líquido
penetrante, que interage com o penetrante, tornando-o
lavável em água.
ENDOSCóPIO
Aparelho para a observação do interior dos objetos
ENERGIA DO EvENTO DE EA (MARSE)
Energia elástica liberada por um evento de EA.
ENERGIA ESPALhADA
Energia que, ao encontrar descontinuidades com diâ-
metros efetivos menores que 2 /e, é refetida de ma-
neira aleatória.
ENERGIA INCIDENTE
Porção de energia sônica de um feixe que incide numa
determinada superfície.
ENERGIA REFLETIDA
Energia de um feixe sônico que sofreu o fenômeno de
refexão.
ENSAIO
Seqüência de tarefas específcas relacionadas ao método
de emissão acústica.
ENSAIO ELETROMAGNÉTICO
Método de ensaio não destrutivo para materiais con-
dutores elétricos, incluindo materiais magnéticos, o
qual emprega energia eletromagnética com freqüencias
menores do que as freqüências da luz visível, proporcio-
nando informações a respeito da qualidade do material
examinado.
ENSAIO NÃO DESTRUTIvO
Ensaio para controle da qualidade, realizado sobre peça
ou estrutura acabada, para detecção de falta de homo-
geneidade ou defeitos, através de princípios físicos def-
nidos, sem prejudicar a posterior utilização do produto
inspecionado.
ENSAIO POR CORRRENTES PARASITAS
Método de ensaio não destrutivo no qual é induzido um
fuxo de correntes parasitas no objeto em ensaio. As
mudanças no fuxo, causadas por variações na peça, são
refetidas em uma ou mais bobinas vizinhas, ou em um
dispositivo de efeito Hall, para subseqüente análise por
instrumentação e técnica adequadas.
ENSAIO POR LíqUIDO PENETRANTE
Ensaio não destrutivo que usa líquidos que penetram
em descontinuidades abertas à superfície de materiais
sólidos e, depois de tratamento apropriado, indica a
presença de descontinuidades.
ENSAIO POR PARTíCULAS MAGNÉTICAS
Método de ensaio não destrutivo para a detecção de des-
continuidades superfciais e subsuperfciais, em materiais
ferromagnéticos, através de indicações obtidas pela apli-
cação de partículas ferromagnéticas fnamente divididas
na superfície a ser ensaiada, a qual deve estar magnetiza-
da. As indicações serão obtidas nas regiões onde ocorrem
um campo de fuga.
ENSAIO POR PARTíCULAS MAGNÉTICAS FLUO-
RESCENTES
Processo de ensaio por partículas magnéticas que em-
prega um meio de ensaio fuorescente ferromagnético
fnamente dividido, que fuoresce quando ativado atra-
vés de luz negra (320 nm à 400 nm).
ENSAIO RADIOGRÁFICO
Método de ensaio não destrutivo para obtenção de uma
radiografa utilizando radiações ionizantes.
ENSAIO vISUAL
Ensaio não destrutivo que emprega a radiação eletro-
magnética em freqüências visíveis, podendo ser direto,
remoto ou translúcido, com aumento de até 10 vezes.
ENSAIO vISUAL DIRETO
Ensaio realizado a olho nu ou com auxílio de lentes de
aumento.
ENSAIO vISUAL REMOTO
Ensaio realizado com o auxílio de instrumentos ópticos
simples e/ou de controle remoto.
ENxÁGüE
Processo de remoção do excesso de líquido penetrante
da superfície da peça em ensaio por meio de lavagem ou
imersão com outro líquido, normalmente água. O pro-
cesso também é chamado de lavagem.
ENxÁGüE POR IMERSÃO
Meio de remover o excesso de penetrante no qual as
peças em ensaio são mergulhadas em um tanque agi-
tado com água.
EqUIPAMENTOS AUxILIARES
Conjunto de equipamentos considerados complementa-
res para a atividade de detecção de vazamento (locado-
res de massa e tubulações metálicas e não-metálicas,
barra de perfuração ou perfuratriz, roda de medição ou
trena, manômetro aferido).
EqUIPAMENTOS INFRAvERMELhOS DE vARRE-
DURA LINEAR
Equipamentos infravermelhos que realizam repetida-
mente o sensoreamento ao longo de uma linha.
EqUIPAMENTOS PRINCIPAIS
Conjunto de equipamentos considerados imprescindí-
veis para a atividade de detecção de vazamentos (haste
de escuta, geofone e correlacionador de ruídos e vaza-
mentos).
EROSÃO
Perda de material ou degradação da qualidade superf-
cial, causada por fricção ou abrasão de fuidos em mo-
vimento, e intensifcada por partículas sólidas nesses
fuidos ou por cavitação do fuido em movimento.
ESCALA
Percurso máximo que o feixe sônico pode executar
numa dada base de tempo.
ESCRITA MAGNÉTICA
Forma de indicação não relevante que pode ser causada
quando a superfície de uma peça magnetizada entra em
contato com outra peça de material ferromagnético.
ESPAÇAMENTO ENTRE BOBINAS
No ensaio eletromagnético, a distância axial entre duas
bobinas envolventes ou internas de um sistema dife-
rencial.
ESPALhAMENTO COMPTON
Forma de espalhamento causada pela interação de raios X
ou gama no material, resultando em um fóton de menor
energia. A radiação é emitida em ângulo diferente em
relação à direção incidente.
ESPECTRO CONTíNUO
Faixa de comprimentos de onda ou energias, geradas
por um aparelho de raios X.
ESPECULAR
Relativo ao acabamento refetivo do espelho, como de
um metal.
ESTABILIDADE
Característica que defne a capacidade do instrumento
de manter seu desempenho constante em função das
variações da linha de alimentação, temperatura, umida-
de e demais fatores oriundos do meio externo.
ESTANqUEIDADE
Estado de um sistema em que não é detectada passagem
de líquidos e gases de um meio para outro, através de
técnica de ensaio escolhida e com sensibilidade espe-
cifcada.
ESTANqUEIDADE DE SETOR
Inexistência de mistura de água entre duas áreas de
controle adjacentes (zonas de pressão, setores de abas-
tecimento), conseguida através do fechamento de re-
gistros limítrofes.
ESTIMULAÇÃO
Aplicação de um estímulo tal como uma força, pressão,
calor, etc. ao objeto sob ensaio para causar a ativação
das fontes de EA.
ESTUFA
Forno usado para acelerar a evaporação da água de en-
xágüe ou do revelador aquoso das peças de ensaio
EvENTO DE EA
Mudança localizada no material que produz um aumen-
to de EA.
ExAME POR IMERSÃO
Técnica de ensaio sônico onde o transdutor e a peça em
exame são imersos em líquido.
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J8
ExAME POR SEMI-IMERSÃO
Técnica de ensaio sônico onde apenas o transdutor é
imerso em líquido.
ExATIDÃO DE MEDIÇÃO
Grau de concordância entre o resultado de uma medição
e um valor verdadeiro do mensurado.
ExCESSO DE EMULSIFICAÇÃO
Tempo excessivo de permanência do emulsifcador que
resulta na remoção de penetrante de algumas descon-
tinuidades.
ExCESSO DE LAvAGEM
Lavagem muito longa ou muito vigorosa, ou ambos, que
resulta em remoção de penetrantes de algumas conti-
nuidades.
ExPOSIÇÃO PANORâMICA
Arranjo radiográfco utilizando as propriedades multi-
direcionais da fonte de raios gama ou de raios X pa-
norâmico.
ExPOSIÇÃO RADIOGRÁFICA
Processo por meio do qual a radiação é captada em um
sistema detector.
FAIxA DE MEDIÇÃO DO INSTRUMENTO
Faixa de temperaturas para a qual o instrumento foi
projetado a medir, dentro de suas especifcações de
exatidão.
FAIxA DE OPERAÇÃO DO INSTRUMENTO
Faixa de temperaturas do ambiente dentro da qual um
instrumento é projetado para operar dentro das especi-
fcações de desempenho publicadas.
FAIxA DE TEMPERATURA
Intervalo de temperatura no qual um ensaio por líquido
penetrante é aplicado.
FAIxA DINâMICA
Diferença, em decibels entre o nível máximo e o mínimo
do sinal, usualmente fxado por um ou mais níveis de
ruído, distorção de baixo nível, interferência ou resolu-
ção em um sistema sensor.
FAIxA úTIL DA DENSIDADE óPTICA
Faixa de densidade óptica de uma radiografa que é uti-
lizada para interpretação da imagem
FALSO RUíDO DE vAZAMENTO
Som emitido por outras fontes de ruído, em faixas de
freqüências similares à dos ruídos de vazamento.
FAMíLIA
Série completa de materiais penetrantes de um mesmo
fabricante requeridos para o desempenho de um ensaio
por líquido penetrante.
FATOR DE ACRÉSCIMO
Fator de acréscimo defnido pela razão entre a intensi-
dade da radiação total e a intensidade da radiação pri-
mária que alcança o mesmo ponto.
FATOR DE ENChIMENTO (CORRENTES PARASI-
TAS)
Relação entre a área da seção transversal da peça e a área
da seção transversal efetiva do núcleo da bobina envolven-
te primária (diâmetro externo da forma da bobina, e não o
diâmetro interno adjacente à peça).
FATOR DE ENChIMENTO (PARTíCULAS MAGNÉ-
TICAS)
Relação da área da seção transversal da peça em ensaio
para a seção transversal da bobina.
FATOR DE EqUIvALêNCIA RADIOGRÁFICA
Fator pelo qual a espessura de um material deve ser
multiplicado, tendo como referência um material padrão
(normalmente aço), com a fnalidade de atingir a mesma
absorção.
FATOR DE INTENSIFICAÇÃO
Razão entre o tempo de exposição com e sem tela intensi-
fcadora para se obter a mesma densidade óptica, manten-
do-se todas as outras condições inalteradas.
FATOR DE REFLExÃO
Relação entre as pressões refetidas e incidentes
numa interface.
FATOR DE TRANSMISSÃO
Relação entre as intensidades do feixe sônico transmitida
através de uma interface e a incidente.
FEIxE INCIDENTE
Feixe de radiação defnido pelo ponto focal, geometria
do colimador e aposição relativa de ambos.
FERROMAGNÉTICO
Termo aplicado a materiais que podem ser magnetizados
ou fortemente atraídos por um campo magnético.
FERRULE
Tipo de registro fabricado com liga de cobre, utilizado
para derivação na rede de distribuição de ferro fundido
na execução de ramais prediais.
FILME RADIOGRÁFICO
Filme que consiste em uma base transparente revestida
com uma emulsão fotossensível.
FILTRAÇÃO INERENTE
Filtração de um feixe de radiação pelas partes do tubo
ou cápsulas da fonte pelo qual o feixe primário pas-
sará.
FILTRO (CORRENTES PARASITAS)
Componente elétrico que permite a passagem da ener-
gia de ondas eletromagnéticas de freqüências em uma
determinada faixa de freqüência, atenuando a energia
para todas as outras freqüências.
FILTRO (RADIOGRAFIA)
Camada uniforme de material processado entre a fonte
e o detector, no intuito de absorver preferencialmente
radiação de baixa energia.
FILTRO (ULTRA-SOM)
Dispositivo eletrônico utilizado para impedir a passa-
gem de freqüências não desejadas.
FILTRO DE LUZ NEGRA
Filtro que transmite luz negra enquanto absorve outros
comprimentos de onda.
FILTRO EqUALIZADOR
Dispositivo utilizado para equalizar a energia do feixe
de radiação.
FILTRO ESPECTRAL
Elemento óptico, de transmissividade seletiva, utilizado
para restringir, em termos espectrais, a radiação recebi-
da pelo detector de um instrumento.
FILTRO PASSA BANDA
Filtro de onda com uma única banda de freqüências,
sendo que os valores zero e infnito não são as freqüên-
cias limites desta banda.
FIM DO SINAL DE EA
Término conhecido de um sinal, usualmente defnido
como a última vez que o sinal corta o limite de refe-
rência.
FITA DENSITOMÉTRICA CALIBRADA
Filme que possui densidades ópticas escalonadas e cali-
bradas, para uso como referência de densidade.
FITA DENSITOMÉTRICA DE CALIBRAÇÃO
Fita densitométrica calibrada, certifcada por um órgão
de rastreabilidade internacional.
FITA DENSITOMÉTRICA DE COMPARAÇÃO
Ver fta densitométrica calibrada.
FIxAÇÃO
Remoção química de haletos de prata da emulsão do
flme depois da revelação.
FIxADOR (FIxADOR DE MONTAGEM)
Dispositivo que fxa o sensor sobre a estrutura a ser mo-
nitorada, ou próxima a ela, e proporciona um perfeito
contato do sensor de emissão acústica com a estrutura.
FLUORESCêNCIA
Emissão de radiação visível por uma substância como o
resultado da, e somente durante, absorção de radiação
de luz negra.
FLUORESCêNCIA
Emissão de radiação visível por uma substância como
resultado da, e somente durante, a absorção de radiação
de luz negra.
FLUORESCêNCIA INERENTE
Fluorescência que é uma característica intrínseca de
uma material.
FLUOROSCOPIA
Processo de produção de uma imagem visível em uma
tela fuorescente por meio de raios X e para exame vi-
sual direto na tela.
FOCO TÉRMICO
Intervalo de temperaturas selecionado para se eviden-
ciar uma característica específca do termograma.
FOLGA DA BOBINA ENvOLvENTE
Distância radial média entre as superfícies adjacentes
Guia de END&Inspeção
J9
GUIA DE TERMOS Institucional
da bobina e da peça em ensaio, no caso de um conjunto
de bobina envolvente colocada em torno de uma peça
cilíndrica.
FOLGA DA SONDA
Distância medida perpendicularmente entre as super-
fícies adjacentes da(s) sonda(s) e da peça em ensaio.
Ver efeito “lift-off”.
FONTE DE CALIBRAÇÃO INFRAvERMELhA
Referência de emissividade conhecida e temperatura
controlada, utilizada para calibração de instrumentos
infravermelhos.
FONTE DE EA
Causa física de um ou mais eventos de EA.
FONTE DE RADIAÇÃO
Equipamento e/ou material capaz de emitir radiação
ionizante.
FONTE hSU-NIELSEN
Dispositivo para simular um acontecimento de EA utili-
zando a rotura de uma mina de grafte sustentada por
um suporte adequado com as características indicadas
nas fguras 4a e 4b.NOTA: Mudanças de sinal podem ser
devidos a variações nas características da mina.
FONTE SIMULADA DE EA
Sistema no qual pode-se repetidamente induzir um
transiente de ondas elásticas através da estrutura tendo
sufciente amplitude para estimular ruptura de fbra.
FONTES DE RAIOS GAMA PARA GAMAGRAFIA
Material radioativo selado em uma cápsula de metal.
FORÇA COERCITIvA
Força magnetizante na qual a densidade de fuxo mag-
nético é igual a zero. O valor da intensidade do campo
correspondente é indicativo da facilidade ou difculdade
para se realizar a desmagnetização.
FORÇA DE MAGNETIZAÇÃO
Intensidade medida de um campo magnético em um
ponto, expresso em “oersted” ou ampères por metro.
FORMA DO PULSO
Forma geométrica do pulso (retangular, quadrado,
triangular, pico, dente de serra etc).
FOSFORESCêNCIA
Propriedade de uma substância de emitir luz quando
estimulada por radiação.
FOTôMETRO
Instrumento utilizado para medir a energia de fuxo
luminoso.
FóvEA CENTRAL
Pequena depressão na parte central da retina.
FRENTE DE ONDA
Superfície que constitui o lugar geométrico de todos os
pontos de onda que se encontram em fase.
FREqüêNCIA
Número de oscilações da onda sonora na unidade de
tempo.
FREqüêNCIA DE ENSAIO
No ensaio eletromagnético, é o número de ciclos com-
pletos, por unidade de tempo, de uma corrente alterna-
da aplicada na bobina primária de ensaio.
FREqüêNCIA DE OPERAÇÃO
Freqüência nominal do feixe sônico, produzida por um
transdutor.
FREqüêNCIA óTIMA
No ensaio eletromagnético, é a freqüência que propor-
ciona a obtenção da maior relação sinal - ruído possível
para a detecção de uma determinada propriedade do
material. Cada propriedade em um dado material pode
ter sua própria freqüência ótima.
FREqüêNCIA ULTRA-SôNICA
Freqüência de vibração mecânica acima de 20 kHz.
FUGA DE FLUxO MAGNÉTICO
Dispersão das linhas de força magnéticas da superfície
de uma peça.
FUNÇÃO MODULAÇÃO DE TRANSFERêNCIA
(MFT)
Resposta espacial em freqüência de um sistema de ima-
gem.
FUNDO
Superfície da peça ensaiada na qual a indicação é vista.
Pode ser a superfície natural da peça em ensaio ou o
revelador que cobre a superfície.
GAMAGRAFIA
Ensaio radiográfco utilizando uma fonte de raios
gama.
GANhO
Controle no instrumento que permite estabelecer um
valor conveniente ao nível de amplifcação aplicado a
um sinal de entrada.
GATE
Ver nível de rejeição.
GEOFONAMENTO
Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a
localização de vazamentos não visíveis em tubulações,
utilizando o geofone (mecânico ou eletrônico).
GEOFONE ELETRôNICO
Detector acústico de vazamento composto de sensor,
amplifcador, fones de ouvido e fltros de ruído de alta
e baixa freqüência, destinado a identifcar os ruídos de
vazamentos a partir da superfície do solo.
GEOFONE MECâNICO
Detector acústico de vazamentos composto de elemen-
tos sensores mecânicos que transmitem os ruídos de
vazamentos a partir da superfície do solo.
GERADOR DE PULSOS
Dispositivo que produz energia elétrica sob a forma de
uma série de pulsos discretos.
GRADIENTE DE SINAL
Ver leitura diferencial (differential readout).
GRADIENTE DO FILME (G)
Inclinação da curva característica de um flme a uma
densidade óptica especifcada (D).
GRADIENTE MÉDIO
Inclinação de uma linha ligando dois pontos especifca-
dos na curva característica de um flme.
GRÁFICO DE ExPOSIÇÃO
Gráfco que indica o tempo para as exposições radiográ-
fcas para diferentes espessuras de um material especi-
fcado e para uma determinada qualidade de um feixe
de radiação.
GRANULAÇÃO
Impressão visual da distribuição não homogênea do de-
pósito de prata em um flme processado.
GUIA DE ONDA DE EA
Dispositivo que permite transferir ao sensor as ondas
elásticas do objeto ensaiado. Por exemplo pode ser uma
barra que esta acoplada num extremo a uma estrutura
monitorada e a um sensor no outro extremo.
hARMôNICO
Onda senoidal onde a freqüência é um múltiplo inteiro
da freqüência fundamental.
hASTE DE ESCUTA
Equipamento composto de um amplifcador mecânico
ou eletrônico, acoplado a uma barra metálica, destinado
a captar ruídos de vazamentos em acessórios da rede de
distribuição (registros, cavaletes, hidrantes etc).
hERTZ (hZ)
Unidade de medida de freqüência adotada pelo Sistema
Internacional de Unidades, corresponde a uma oscilação
por segundo.
hIDRANTE
Dispositivo da rede de distribuição utilizado pelo Corpo
de Bombeiros para o suprimento de emergência em caso
de incêndio, podendo ser usado também para descarga
de água da rede de distribuição.
hIDRôMETRO
Aparelho utilizado para medir o volume de água con-
sumido em uma determinado ligação, registrando-o
cumulativamente.
hIPERMETROPIA
Vício de refração em que os raios luminosos que entram
no olho paralelamente ao eixo óptico são levados a um
foco além da retina, dado o encurtamento ântero-pos-
terior do globo ocular.
hISTERESE
Retardamento do efeito magnético quando a força mag-
nética que age em um corpo ferromagnético é mudada.
hISTóRICO MAGNÉTICO
Condição magnética de uma peça ferromagnética basea-
da em exposições anteriores a campos magnéticos.
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+J
hIT
Detecção e medição de um sinal de EA em um canal.
NOTA: Este vocabulárioo se mantevo do idioma original
por ser de uso comun na área de EA.
IACS (ThE INTERNATIONAL ANNEALED COPPER
STANDARD)
Norma internacional de condutividade elétrica que atri-
bui um valor de 100% IACS à condutividade do cobre
recozido puro a uma temperatura de 20ºC.
ILUMINAÇÃO
Ato de iluminar ou o estado de estar iluminado.
ILUMINAÇÃO DIRECIONAL
Iluminação projetada no plano de trabalho ou no ob-
jeto, predominantemente, a partir de uma direção es-
colhida.
ILUMINADOR MONOCROMÁTICO
Dispositivo que emprega prismas ou redes reticuladas
para separar ou dispersar os comprimentos de onda do
espectro em linhas ou faixas descontínuas.
ILUMINâNCIA
Densidade do fuxo luminoso sobre uma superfície. Sua
unidade no Sistema Internacional é lux.
íMÃ PERMANENTE
Ímã que retém um alto grau de magnetização, inalte-
rado por um longo período de tempo (característica de
materiais com alta retentividade).
IMAGEM
Representação visual de um objeto de ensaio ou de uma
ação.
IMAGEM ANALóGICA
Imagem produzida por uma variável física contínua
(exemplo: flme radiográfco).
IMAGEM DIGITAL
Imagem composta por pontos (pixel) discretos, cada um
dos quais caracterizados pelo nível de luminescência re-
presentado digitalmente (tons de cinza).
IMAGEM LATENTE
Imagem invisível produzida em um flme ou placa de
fósforo pela radiação, capaz de ser convertida em ima-
gem visível pelo processamento do flme ou leitura da
placa.
IMPEDâNCIA
Oposição total que um circuito apresenta ao fuxo
de uma corrente alternada, especifcamente o quociente
complexo da tensão elétrica dividido pela corrente.
IMPEDâNCIA ACúSTICA
Razão da pressão do som pelo produto da velocidade,
com a seção transversal de um determinado material.
Em geral expressa como produto da velocidade do som
pela densidade.
INCANDESCêNCIA
Emissão de radiação visível como conseqüência de ex-
citação térmica.
INCANDESCENTE
Emissão de radiação visível como resultado do calor.
INCERTEZA DE MEDIÇÃO
Parâmetro associado ao resultado de uma medição, que
caracteriza a dispersão dos valores que podem ser fun-
damentalmente atribuídos a um mensuramento.
INCIDêNCIA NORMAL
Incidência de um feixe sônico num ângulo de 90º ao
plano tangente à superfície no ponto de incidência.
INCIDêNCIA OBLíqUA
Incidência de um feixe sônico numa superfície sob
qualquer ângulo com a normal à superfície do plano
tangente no ponto de incidência, exceto para incidência
a 0 e 90º.
INDICAÇÃO (LíqUIDO PENETRANTE)
Ver manchamento.
INDICAÇÃO (PARTíCULAS MAGNÉTICAS)
Acúmulo de partículas magnéticas atraídas por uma dis-
torção do campo magnético (campo de fuga) que requer
interpretação para determinar o seu signifcado.
INDICAÇÃO (RADIOGRAFIA)
Resposta ou evidência obtida através de um ensaio não
destrutivo que requer interpretação para determinação
de sua relevância.
INDICAÇõES DE DESCONTINUIDADES
Acúmulo de partículas ferromagnéticas nos locais onde
existem descontinuidades, devido à distorção das linhas
de força magnéticas nessas áreas (campo de fuga).
INDICAÇõES DIFUSAS
Indicações que não são claramente defnidas, por exem-
plo, indicações de descontinuidades subsuperfciais.
INDICADOR DE CAMPO MAGNÉTICO
Instrumento, tipicamente um bimetal (por exemplo:
aço-carbono e cobre), que pode ser um disco bipolar,
octogonal ou com outras confgurações, contendo fa-
lhas artifciais e usado para verifcar a efciência ou di-
reção, ou ambos, do campo magnetizante.
INDICADOR DE CAMPO MAGNÉTICO RESIDUAL
Medidor de bolso que é usado para indicar ou determi-
nar a intensidade do campo magnético residual. Pode
ser qualitativo ou quantitativo.
INDICADOR DE qUALIDADE DE IMAGEM (IqI)
Dispositivo que compreende uma série de elementos de
espessuras graduadas que possibilitam uma medida da
qualidade de imagem a ser obtida. Os elementos de um IQI
geralmente são arames ou plaquetas com furos.
INDICADOR DE qUALIDADE DE IMAGEM DE FIO
DUPLO
Indicador de qualidade de imagem especifcamente pro-
jetado para avaliar a penumbra global de uma imagem
radiográfca. Composto de uma série de fos duplos e
paralelos com variação de diâmetros. São feitos de me-
tal de alta densidade.
íNDICE DE REFLExÃO
Relação entre as energias sônicas refetidas e incidentes
numa interface.
INFILTRAÇÃO
Água de vazamento da rede de distribuição que circula
pelo solo e afora em um ponto distinto do local do
vazamento.
INFRAvERMELhO
Porção do espectro eletromagnético que se estende do
limite inferior do visível (0,78 µ) até o comprimento de
onda de 1 000 µ.
INFRAvERMELhO DISTANTE
Faixa espectral entre 6 e 15 mícrons. NOTA Os fabrican-
tes de equipamentos infravermelhos denominam “onda
longa” a faixa entre 8 µ e 14 µ.
INFRAvERMELhO MÉDIO
Faixa espectral entre 3 e 6 µ. NOTA Os fabricantes de
equipamentos infravermelhos denominam “onda curta”
a faixa entre 3 µ e 5 µ.
INFRAvERMELhO MUITO DISTANTE
Faixa espectral entre 15 µ e 1 000 µ.
INFRAvERMELhO MUITO PRóxIMO
Faixa espectral entre 0,78 µ e 1,1 µ.
INFRAvERMELhO PRóxIMO
Faixa espectral entre 1,1 e 3 mícrons.
INíCIO DO SINAL DE EA
Início do sinal de EA reconhecido pelo processador do
sistema, usualmente defnido pela amplitude que exce-
de o limite de referência.
INSPEÇÃO qUALITATIvA
Modalidade de inspeção na qual o termografsta analisa
padrões térmicos diferenciais (anomalias).
INSPEÇÃO qUANTITATIvA
Modalidade de inspeção na qual o termografsta deter-
mina valores específcos de temperatura.
INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA
Técnica de inspeção não destrutiva, realizada com a
utilização de equipamentos infravermelhos, para a
medição de temperaturas ou observação de padrões di-
ferenciais de distribuição de calor, com o objetivo de
propiciar informações relativas à condição operacional
de um componente, equipamento ou processo.
INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA DIRETA
Medição realizada em um objeto que pode ser visuali-
zado diretamente.
INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA INDIRETA
Medição na qual um material se interpõe ao percurso
da radiação. Nesse caso a medição de temperaturas é
indiretamente afetada pelo alvo em questão e o resul-
tado é inferido.
INTENSIDADE DE CAMPO
Ver força de magnetização.
Guia de END&Inspeção
+1
GUIA DE TERMOS Institucional
INTENSIDADE LUMINOSA
Fluxo luminoso sobre uma superfície normal à direção
da fonte de luz, dividido pelo ângulo sólido entre a su-
perfície e a fonte.(medido em candela).
INTENSIDADE LUMINOSA
Energia luminosa que alcança uma unidade de área de
superfície por unidade de tempo.
INTENSIFICADOR DA IMAGEM
Dispositivo eletrônico projetado para prover uma ima-
gem mais luminosa que a produzida pela ação do feixe
de raios X em uma tela fuorescente.
INTERFACE
Limite entre dois materiais em contato acústico, com
diferentes impedâncias acústicas.
INTERFERêNCIA
Produto de uma série de pressões máximas e mínimas
provocadas pela superposição de ondas sônicas de mes-
ma freqüência.
INTERPRETAÇÃO
Avaliação de uma indicação.
INTERvALO DE TEMPO DE ChEGADA
Intervalo de tempo entre a chegada detectada de uma
onda de emissão acústica a os sensores
i-ésimo y j-ésimo de um conjunto de sensores.
íRIS
Anel de largura variável ao redor da pupila e na frente
do cristalino do olho. A área superfcial da íris ajusta-se
espontaneamente com a quantidade de luz no olho.
IRRADIADOR PARA FONTES DE RAIOS GAMA
Recipiente com dispositivo de travamento porta fonte,
feito de material denso, com uma espessura de parede
sufciente para blindar a intensidade da radiação emiti-
da pela fonte, para tornar seguro o seu manuseio.
ISOTERMA
Função de processamento de imagem que ressal-
ta, em um termograma, todos os pontos que
apresentam a mesma radiosidade.
jANELA DO TUBO
Área do tubo de raios X onde o feixe primário de radia-
ção atravessa.
jANELAS ATMOSFÉRICAS (INFRAvERMELhO)
Intervalos espectrais, dentro do espectro infraverme-
lho, nos quais a atenuação atmosférica é reduzida. As
janelas atmosféricas correspondem genericamente aos
intervalos entre 2 µ e 5 µ e entre 8 µ e 14 µ.
LATITUDE DE ExPOSIÇÃO
Faixa de exposições que corresponde a faixa de densida-
de óptica útil do flme radiográfco
LAvAGEM
Ver enxágüe.
LEITURA ABSOLUTA
No ensaio eletromagnético, é o sinal de saída de uma
bobina absoluta. (ver bobina absoluta (absolute coil).
LEITURA COMPARATIvA
No ensaio eletromagnético, é o sinal de saída das bo-
binas comparadoras. (ver bobinas de comparação (com-
parator coils).
LEITURA DIFERENCIAL
No ensaio eletromagnético, é o sinal de saída das bobi-
nas diferenciais. (ver bobinas diferenciais (differential
coils)).
LENTE
Material translúcido que refrata a luz passante.
LIGAÇÃO CLANDESTINA
Ligação efetuada por terceiros na rede de distribuição
de água, sem o conhecimento ou autorização da compa-
nhia de saneamento.
LIGAÇÃO PREDIAL
Ponto de fornecimento de água ao imóvel, vinculando-
se à existência de medição e cobrança de consumo.
LIMITE DE RESOLUÇÃO
Distância mínima entre um par de pontos ou um par de
linhas paralelas, quando estes pontos ou linhas podem
ser distinguidos como dois, e não um só; são expressos
em minutos de arco. A acuidade visual, nesses casos, é
recíproca à metade do período, expresso em minutos.
LIMITE DE vOLTAGEM DE ALTA AMPLITUDE
Limite de voltagem para eventos de grande amplitude
LIMITE DE vOLTAGEM DE BAIxA AMPLITUDE
Limite de voltagem acima do qual as contagens de EA
são medidas.
LIMITE FLUTUANTE
Qualquer limite com amplitude estabilizada por uma
medida média no tempo do sinal de entrada
LIMITES DE ACEITAÇÃO
Níveis de ensaio usados na inspeção eletromagnética,
que estabelecem o grupo a que pertence o material
examinado
LIMITES DE ERROS DE UM INSTRUMENTO DE
MEDIÇÃO
Valores extremos de um erro, admissíveis por especi-
fcação, regulamentos etc., para um dado instrumento
de medição.
LIMPEZA
Remoção de material da superfície por meio químico,
eletroquímico ou mecânico.
LINEARIDADE hORIZONTAL
Medição da proporcionalidade dos sinais apresentados
no eixo de tempo ou distância da tela (TRC), através de
ecos múltiplos de um bloco com espessura conhecida.
LINEARIDADE vERTICAL
Medida da proporcionalidade da amplitude do sinal de
entrada no receptor e da amplitude do sinal que aparece
na tela do aparelho de ultra-som.
LINhAS DE FLUxO
Ver linhas de força.
LINhAS DE FORÇA
Representação conceitual de fuxo magnético baseado
no modelo de uma linha produzida, quando limalhas de
ferro são espalhadas sobre uma folha de papel colocada
sobre um ímã permanente.
LíqUIDO SOB PRESSÃO
Líquido no interior de uma tubulação ou recipiente sub-
metido a pressões superiores à pressão atmosférica.
LOCAÇÃO DE MASSA METÁLICA
Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a lo-
calização de tubulações ou peças enterradas (metálicas
ou não), utilizando o locador de tubulação ou locador
de massa metálica.
LOCAÇÃO DE TUBULAÇÃO
Técnica de ensaio não destrutivo empregada para loca-
lização de tubulações ou peças enterradas (metálicas
ou não), utilizando o locador de tubulação ou o locador
de massa metálica.
LOCADOR DE MASSA METÁLICA
Equipamento utilizado para localização de peças metáli-
cas enterradas (tampões, caixas de válvula etc).
LOCADOR DE TUBULAÇÃO METÁLICA E DE CABO
ENERGIZADO
Equipamento utilizado para localização de tubulações
metálicas e cabos elétricos enterrados.
LOCADOR DE TUBULAÇÃO NÃO METÁLICA
Equipamento utilizado para localização de tubulação
não metálica enterrada.
LOCALIZAÇÃO ZONAL
Método de localizar aproximadamente a região de um
evento utilizando a atividade dos sensores.
LúMEN
Unidade de medida do SI para fuxo luminoso.
LUMINâNCIA
Relação entre a intensidade luminosa superfcial, em
uma determinada direção, e a unidade da área projeta-
da. Medida em candela por metro quadrado.
LUMINESCêNCIA FOTOESTIMULADA
Fenômeno físico no qual o material fosforescente absor-
ve radiação ionizante incidente, armazenando em um
estado meta estável e emitindo radiação luminescente
proporcional a energia absorvida quando estimulada
por uma radiação eletromagnética.
LUMINOSIDADE
Efciência luminosa da energia radiante.
LUMINOSIDADE
Medida da intensidade de luz incidente em um deter-
minado ponto.
LUPA
Lente simples ou composta, empregada como instru-
mento óptico de ampliação.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
+Z
LUx
Unidade de medida do SI para iluminância. Equivalente
a lumens por metro quadrado e abreviada como lx. Um
lux é igual a 0,1 fc (footcandle).
LUZ BRANCA (LíqUIDO PENETRANTE)
Ver luz visível.
LUZ BRANCA (PARTíCULAS MAGNÉTICAS)
Ver luz ultravioleta.
LUZ NEGRA
Radiação eletromagnética no espectro ultravioleta com
comprimento de onda entre 320 nm a 400 nm (3200
Å a 4 000 Å).
LUZ ULTRAvIOLETA
Radiação eletromagnética com comprimento de onda
entre 200 nm e 400 nm (2 000 Å a 4 000 Å).
LUZ vISívEL
Radiação eletromagnética na faixa de comprimento de
onda de 400 nm a 700 nm (4 000 Å a 7 000 Å).
MAGNETIZAÇÃO CIRCULAR
Ver campo magnético circular.
MAGNETIZAÇÃO DE yOkE
Campo magnético longitudinal induzido em uma peça,
ou em uma área de uma peça, por meio de um eletroímã
no formato de um “U”.
MAGNETIZAÇÃO INDIRETA
Magnetização induzida em uma peça quando nenhum
contato elétrico direto é estabelecido.
MAGNETIZAÇÃO INSTANTâNEA
Magnetização por um fuxo corrente de curta duração.
MAGNETIZAÇÃO LONGITUDINAL
Ver campo magnético longitudinal.
MAGNETIZAÇÃO MULTIDIRECIONAL
Aplicação simultânea de campos magnéticos em dire-
ções diferentes, com a fnalidade de detectar desconti-
nuidades que estejam diferentemente orientadas.
MAGNETIZAÇÃO POR CONTATO DIRETO
Ver técnica de contato direto.
MAGNETIZAÇÃO TOTAL
Magnetização de uma peça inteira com um único ciclo
energizante.
MANChAMENTO
Resultado da ação do revelador sobre o líquido pene-
trante na descontinuidade, formando uma indicação.
MANôMETRO
Equipamento utilizado para medição de pressão em adu-
toras e redes de distribuição de água.
MARCAÇÃO DE vAZAMENTO
Ato de identifcar o local exato do vazamento não visí-
vel detectado, através de procedimento específco, para
facilitar sua localização pela equipe de reparo.
MARCADOR DE POSIÇÃO
Número ou letra feito de chumbo ou outro material com
grande poder de atenuação da radiação, que é posicio-
nado no objeto em teste para permitir rastreabilidade
entre uma área específca deste objeto e a imagem ob-
tida.
MARCADOR DE TEMPO
Pulsos produzidos eletronicamente, separados por in-
tervalo de tempo conhecido, que se sobrepõe à base de
tempo, permitindo uma calibração temporária, usados
na tela para medir distância ou tempo.
MATERIAIS PENETRANTES
Produtos utilizados no ensaio por líquido penetrante
(solvente, penetrante, emulsifcador, removedor e re-
velador).
MATERIAL DE BLOqUEIO DE ExTREMIDADE
Material aplicado ao redor de um espécime ou em cavi-
dade para se obter uma absorção mais uniforme, reduzir
as radiações espalhadas e prevenir uma sobrexposição
local (ver 2.90).
MATERIAL DIAMAGNÉTICO
Material cuja permeabilidade relativa é ligeiramente
menor que a unidade, sendo praticamente independen-
te da força de magnetização.
MATERIAL FERROMAGNÉTICO
Material que geralmente exibe o fenômeno de histerese
e saturação, e cuja permeabilidade é dependente da for-
ça de magnetização.
MATERIAL NÃO FERROMAGNÉTICO
Material não magnetizável e que, portanto, é essen-
cialmente não afetado por campos magnéticos. Nesta
defnição também se incluem materiais paramagnéticos
e materiais diamagnéticos.
MATERIAL PARAMAGNÉTICO
Material cuja permeabilidade relativa é ligeiramente
maior do que a unidade, sendo praticamente indepen-
dente da força de magnetização.
MATIZ
Característica da luz em uma determinada largura de
banda, é ela que atribui um nome à cor.
MEDIÇÃO TERMOGRÁFICA DIRETA
Medição realizada quando o equipamento infravermelho
pode converter diretamente as leituras da radiação em
temperaturas, sem a utilização de referências externas.
MEDIÇÃO TERMOGRÁFICA RELATIvA
Medição realizada quando a radiação do objeto é relacio-
nada, através do equipamento infravermelho, com uma
referência de temperatura e emissividade conhecidas.
MEDIÇõES ABSOLUTAS
No ensaio eletromagnético, são as medições feitas sem
uma referência direta, usando-se uma bobina absoluta,
em contraste com as medições diferenciais e comparati-
vas. (ver bobina absoluta (absolute coil)).
MEDIÇõES COMPARATIvAS
No ensaio eletromagnético, são as medições efetuadas
nas quais o desbalanceamento do sistema é medido
através de bobinas comparadoras, em contraste com as
medições diferenciais e absolutas. (ver bobinas de com-
paração (comparator coils).
MEDIÇõES DIFERENCIAIS
No ensaio eletromagnético, são as medições efetuadas
nas quais o desbalanceamento do sistema é medido
através de bobinas diferenciais, em contraste com as
medições absolutas e comparativas. (ver bobinas dife-
renciais (differential coils))
MEDIDOR DE CAMPO MAGNÉTICO
Instrumento projetado para medir a densidade de fuxo
de campos magnéticos de maneira quantitativa.
MEDIDOR DE REFLExÃO
Fotômetro utilizado para medir a refetância difusa, es-
pecular e total.
MEDIDOR DE TAxA DE DOSE
Instrumento para medida de taxa de dose da raios X
ou gama.
MEIA vIDA
Tempo no qual a atividade de uma fonte radioativa de-
cai para a metade do seu valor.
MEIO BLOqUEADOR
Material utilizado para reduzir o efeito do espalhamento
da radiação no flme ou no detector de imagem.
MEIO DE CONTRASTE
Qualquer substância adequada, sólida ou líquida, apli-
cada a um material que está sendo radiografado, para
aumentar seu contraste de radiação no total ou em
parte.
MEIO DE ENSAIO
Pó ou suspensão de partículas magnéticas que é aplica-
do a uma superfície de ensaio magnetizada para deter-
minar a presença ou ausência de descontinuidades.
MELhORAMENTO DE vISUALIZAÇÃO DE IMAGEM
Qualquer recurso que aumente ou melhore a visualiza-
ção de uma imagem pela alteração do contraste e/ou
defnição e/ou redução de ruído. Freqüentemente uti-
lizado em processamento de imagens digitais, utilizan-
do de programas específcos e preservando a imagem
digital.
MENSURANDO
Ver objeto.
MESóPTICA
Visão adaptada a uma quantidade de luz entre fotóptica
em 3,4 x 10-2 cd.m-2 (3,2 x 10-3 cd.ft-2) e escotópica
em 3 x 10-6 cd.m-2 (2,7 x 10-6 cd.ft-2).
MÉTODO DE ENSAIO NÃO DESTRUTIvO
Detecção de vazamentos não visíveis de líquidos sob
pressão em tubulações enterradas.
MICROSCóPIO
Aparelho que gera imagens ampliadas de objetos muito
pequenos.
MIOPIA
Imperfeição do olho cujo eixo ântero-posterior é de-
masiado longo.
Guia de END&Inspeção
+J
GUIA DE TERMOS Institucional
MOLhABILIDADE
Capacidade de um líquido para espalhar e aderir em su-
perfícies sólidas.
MONITOR
Circuito eletrônico de um aparelho apto a produzir uma
indicação através de sinal luminoso ou sonoro para ecos
com distância e amplitude predeterminadas.
MONITORAÇÃO CONTíNUA
Processo de monitoração de componente, submetido a
esforços contínuos para detectar emissão acústica du-
rante o início, operação e interrupção do serviço.
MONOCROMÁTICO
Luz de uma porção minúscula do espectro, chamada de
monocromática.
MOSAICO
Disposição regular de cristais montados de tal maneira
que o conjunto opera como um único cabeçote.
NEGATOSCóPIO
Equipamento que contém fonte de luz e uma tela trans-
lúcida, utilizado para analisar a imagem radiográfca de
flmes.
NEUTRONGRAFIA
Ensaio radiográfco utilizando um feixe de nêutrons.
NívEL DE ACEITAÇÃO
Nível de ensaio acima ou abaixo do qual as peças são
aceitáveis, contrastando com o nível de rejeição.
NívEL DE CORTE
Ver nível de rejeição.
NívEL DE qUALIDADE DO ENSAIO
Ver nível de rejeição.
NívEL DE REFRêNCIA
Ajuste de um instrumento que faz com que ele registre
somente as alterações nas respostas, maiores ou meno-
res do que a magnitude especifcada.
NívEL DE REjEIÇÃO
Valor estabelecido para o sinal do ensaio, acima ou abai-
xo do qual as peças são rejeitáveis, ou de alguma outra
forma distinguida das demais peças.
NívEL DE SOBRECARGA DO SINAL
Nível acima do qual a operação cessa de ser satisfató-
ria como resultado da distorção do sinal, sobrecalenta-
miento ou dano.
NORMA DE PROjETO, CONSTRUÇÃO, FABRICA-
ÇÃO, MONTAGEM E INSPEÇÃO EM SERvIÇO
Norma que estabelece os requisitos técnicos referentes
a material, montagem e inspeção nos projetos de fa-
bricação e construção de produtos ou equipamentos.
NOTA: Ensaios de ultra-som em solda são realizados
em inúmeros produtos e equipamentos, portanto não é
possível estabelecer uma relação das normas existentes
de projeto, fabricação, construção e montagem. Fica à
critério das partes interessadas defnir quais as normas
são aplicáveis.
NúCLEO
Parte do circuito magnético que fca no interior de uma
bobina.
NúMERO DE PULSOS
Número de vezes que um sinal discreto cruza o umbral
de detecção.
OBjETIvA
Em um sistema de lentes (câmara, boroscópio, micros-
cópio e telescópio), é a extremidade ou a lente mais
próxima ao objeto ensaiado – extremidade oposta à
ocular.
OBjETO
Corpo no qual se faz a medição.
ONDA CONTíNUA
Fluxo constante de ondas ultra-sônicas.
ONDA DE LAMB
Tipo de onda que se propaga através da espessura de
uma chapa fna e que pode ser gerada apenas a deter-
minados valores de ângulos de incidência, freqüência e
espessura da chapa.
ONDA DE RAyLEIGh
Onda superfcial que é caracterizada pelo movimento
elíptico das partículas em torno do eixo de propagação,
apresentando penetração inferior a um comprimento de
onda.
ONDA LONGITUDINAL
Movimento ondulatório onde o deslocamento das par-
tículas é paralelo à direção de propagação da perturba-
ção, também chamada de onda de compressão.
ONDA SUPERFICIAL
Perturbação que se propaga numa superfície na forma
de movimento ondulatório.
ONDA TRANSvERSAL
Movimento ondulatório onde o deslocamento é perpen-
dicular à direção de propagação da perturbação, tam-
bém denominada onda cisalhante.
ONDA ULTRA-SôNICA
Perturbação se propagando sob a forma de ondas, em
qualquer modo, tendo uma freqüência de oscilação su-
perior a 20 kHz.
OPERAÇÃO DA PLANTA
Operação normal incluindo aquecimento, início,
desligamento da planta, e qualquer pressão ou
outro estímulo induzido para ensaiar o invó-
lucro de pressão para outros propósitos que a
estimulação de fontes de EA.
PADRÃO
Ver nível de rejeição.
PADRÃO DE ACEITAÇÃO
Padrão usado para estabelecer o nível de aceitação e que
tenha sido preparado com descontinuidades artifciais,
conforme requerido na norma ou especifcação aplicável
ao produto.
PADRÃO DE EA
Conjunto de características de atributos reproduzidos
dos sinais de EA, associados com um objeto de ensaio
específco, observado com um sistema de instrumenta-
ção particular sob condições de ensaio específcas.
PADRÃO DE REFERêNCIA
Uma referência usada como base para comparação ou
calibração. No caso específco de inspeção de tubos, é
um tubo com descontinuidades artifciais usado para
estabelecer o ajuste da sensibilidade do ensaio e para as
verifcações periódicas do ajuste da sensibilidade, con-
forme requeridas. (ver padrão (standard).
PADRÃO DE TESTE POR PAR DE LINhAS
Padrão de um ou mais pares de objetos com linhas de
alto contraste, de mesma espessura, comprimento e
espaçamento. Este padrão é utilizado como dispositivo
para medição da resolução espacial.
PADRÃO DE vISTA jAEGER
Padrão ocular utilizado para exames de acuidade visu-
al.
PAR DE LINhAS MíNIMO
Menor distância que um sistema específco de imagem
pode distinguir entre um par de linhas paralelas adja-
centes, utilizadas para avaliar a resolução do sistema.
PARADA RÁPIDA
Interrupção súbita da corrente magnetizante.
PARALAxE
Diferença aparente na posição de um ponto da imagem,
de acordo com dois sensores em posição diferente.
PARâMETRO ExTERNO
Magnitude medida que se deseja correlacionar com a
EA, já seja porque é sua causa ou porque esta relaciona-
da com ela. Por exemplo a pressão numa prova hidráuli-
ca ou o número de ciclos num ensaio cíclico.
PARES DE LINhA POR MILíMETRO
Medida da resolução espacial de um dispositivo de con-
versão de imagem. O padrão de teste por par de linhas é
utilizado para determinar a densidade máxima de linhas
e espaços que podem ser visualizados corretamente na
imagem. Este valor é expresso em par de linhas por mi-
límetro.
PARTíCULAS MAGNÉTICAS
Material ferromagnético fnamente dividido, capaz de
ser individualmente magnetizado e ser atraído para a
distorção em um campo magnético (campo de fuga).
PE
Material plástico, composto de polietileno.
PEAD
Material plástico, composto de polietileno de alta den-
sidade, que foi muito utilizado nos ramais prediais (atu-
almente substituído pelo PE).
PEÇA DE ENSAIO
Amostra que contém descontinuidades artifciais ou
naturais conhecidas, usadas para conferir a efciência
do processo de detecção de descontinuidades com par-
tículas magnéticas.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
++
PENETRAÇÃO DO FLUxO
Profundidade no qual um fuxo magnético existe em
uma peça.
PENETRADORES
Em aplicações nucleares, o termo penetrador refere-
se a conector de fase contendo seções de cabos ele-
trônicos de instrumentação instalados através de
isolamento ou contendo paredes para permitir a pas-
sagem de instrumentação de força e informações de s
inais através desta parede de proteção sem comprome-
ter a integridade protetiva da parede.
PENETRâMETRO
Ver indicador de qualidade de imagem (IQI).
PENETRANTE
Líquido composto por várias substâncias químicas, pig-
mentos e corantes balanceados para proporcionar um
alto contraste e penetração por capilaridade.
PENETRANTE FLUORESCENTE
Penetrante que emite radiação visível quando excitado
através de luz negra.
PENETRANTE LAvÁvEL EM ÁGUA
Penetrante que possui em sua fórmula um emulsifca-
dor.
PENETRANTE PóS EMULSIFICÁvEL
Penetrante que exige a aplicação de um emulsifcador
em separado.
PENETRANTE REMOvívEL COM SOLvENTE
Penetrante não solúvel em água, preparado para que
o excesso na superfície possa ser removido por meio
de material absorvente limpo ou levemente umedecido
com solvente.
PENETRANTE vISívEL
Líquido penetrante que é caracterizado por uma intensa
cor, normalmente vermelho.
PENUMBRA
Indefnição de contornos causada pela combinação da
penumbra geométrica, inerente e de movimento.
PENUMBRA DE MOvIMENTO
Penumbra da imagem radiográfca devido a movimen-
to relativo da fonte de radiação, objeto ou detector de
radiação.
PENUMBRA GEOMÉTRICA
Falta de nitidez de uma imagem radiográfca que depen-
de do tamanho do ponto focal e das distâncias fonte-
para-objeto e objeto-para-flme.
PENUMBRA INERENTE
Escurecimento de uma imagem radiográfca
causada por fótons de radiação que desalojam
elétrons da emulsão radiográfca, os quais sensi-
bilizam os grãos de haletos de prata.
PERCEPÇÃO DE CORES
Percepção de diferenças entre dois ou mais matizes.
PERCEPÇÃO vISUAL
Interpretações das impressões transmitidas da retina
para o cérebro, em termos das informações do mundo
físico apresentado ao olho. A percepção visual envolve
um ou mais dos seguintes fatores: reconhecimento da
presença de algo (objeto, abertura ou meio); sua iden-
tifcação; sua localização no espaço; sua relação com
outros objetos; identifcação de seus movimentos, cor,
brilho ou forma.
PERCURSO SôNICO
Distância percorrida por um feixe sônico entre dois
pontos específcos de um meio material.
PERDA
Diferença entre o volume de água produzido e os volu-
mes contabilizados (faturados ou não) pela companhia
de saneamento básico junto aos consumidores fnais.
PERDA APARENTE
Ver perda física.
PERDA COMERCIAL
Ver perda não física.
PERDA FíSICA
Volume de água produzido que não chega ao consumi-
dor fnal, devido à ocorrência de vazamentos no sistema
de abastecimento (adutoras, redes, ramais e reservató-
rios) e extravasamentos nos reservatórios, também co-
nhecido como perda real.
PERDA NÃO FíSICA
Volume de água consumido, mas não contabilizado
pela companhia de saneamento, decorrente de erros de
medição nos hidrômetros e demais tipos de medidores,
fraudes, ligações clandestinas, falhas no cadastro co-
mercial etc. Também conhecido como perda comercial
ou perda aparente
PERDA REAL
Ver perda física.
PERFURATRIZ
Equipamento de perfuração, pneumático ou elétrico,
utilizado para confrmar o local do vazamento sem efe-
tuar escavação.
PERíODO PRóPRIO
Inverso da freqüência própria ou freqüência natural
PERMEABILIDADE EFETIvA
Grandeza hipotética, que descreve a permeabilidade
magnética verifcada sob um dado conjunto de con-
dições físicas, tais como uma peça cilíndrica em uma
bobina envolvente, sob uma freqüência específca. Esse
valor pode ser diferente da permeabilidade de um me-
tal particular que estiver sendo ensaiado, visto que ele
considera alguns itens, tais como a geometria da peça,
a posição em relação à bobina envolvente e as caracte-
rísticas do campo magnético.
PERMEABILIDADE INCREMENTAL
Relação entre a mudança na indução magné-
tica e a correspondente mudança na força de
magnetização, quando a indução média for
diferente de zero
PERMEABILIDADE INICIAL
Inclinação da curva de indução quando a força de mag-
netização for igual a zero, na medida em que a peça
estiver sendo removida da condição desmagnetizada
(inclinação da curva BH na origem, antes que a histe-
rese seja observada).
PERMEABILIDADE MAGNÉTICA
Maior ou menor facilidade que um determinado material
tem de ser magnetizado. É dada pela relação entre a
densidade de fuxo magnético e a intensidade de campo
magnético
PERMEABILIDADE NORMAL
Relação entre a indução (quando a alteração simétrica
em relação a zero for de caráter cíclico) e a alteração
correspondente na força de magnetização
PESqUISA ACúSTICA
Técnica de detecção de vazamentos não visíveis em
tubulações ou recipientes enterrados pressuriza-
dos que utiliza princípios de propagação de ruídos
para identifcar o local exato onde ocorre a fuga de lí-
quido.
PESqUISA ACúSTICA DIRETA
Aplicação da pesquisa acústica quando é possível o con-
tato direto em uma parte acessível da tubulação ou do
recipiente.
PESqUISA ACúSTICA INDIRETA
Aplicação da pesquisa acústica em tubulações ou siste-
mas não acessíveis ou enterradas.
PIxEL
Ponto iluminado na tela de uma imagem digital. A ima-
gem gerada em um computador convencional possui
cerca de 256000 pixels, cada qual com um valor nu-
mérico. Quanto maior o valor de um pixel, maior seu
brilho. Antigamente conhecido como picture element
(elemento da imagem).
PIxEL
Menor elemento mensurável em uma imagem digital.
PLACA DE CONTATO
Bloco de metal substituível, normalmente de trança de
cobre, colocado em eletrodos para dar um bom contato
elétrico, prevenindo assim danos, com abertura de arco,
para a peça em teste.
PLACA DE FóSFORO
Placa capaz de armazenar a imagem radiográfca laten-
te, gerando luminescência proporcional à intensidade
de radiação, quando estimulada por um feixe de laser.
PLACAS PSEUDO-ISOCROMÁTICA
Placas coloridas utilizados para exames visuais de cores.
Cada placa possui uma imagem que pode ser de difícil
distinção à pessoa com difculdade visual em relação
à cor.
PLANTA CADASTRAL
Conjunto de informações representadas grafcamente
que ilustra o caminhamento das tubulações e peças
componentes da rede de abastecimento.
Guia de END&Inspeção
+5
GUIA DE TERMOS Institucional
PLANTA/SISTEMA DA PLANTA
Completo sistema que contenha pressão, incluindo
acessórios e controles que constituem a operação.
PLÁSTICO REFORÇADO COM FIBRA DE vIDRO
(PRFv)
Polímero composto de fbra de vidro que contém pro-
priedades mecânicas superiores àquelas da resina-base.
Pó SECO
Partículas ferromagnéticas fnamente selecionadas e
preparadas para ensaio por partículas magnéticas.
PODER DE RESOLUÇÃO
Capacidade da visão ou de outro sistema de detecção de
separar dois pontos. O poder de resolução depende do
ângulo da visão e da distância do sensor à superfície de
ensaio. Com freqüência, o poder de resolução é medido
usando linhas paralelas.
PóLO MAGNÉTICO
Região de uma peça magnetizada das quais as linhas de
força de um campo magnético entram ou saem.
PONTO “CURIE”
Temperatura na qual os materiais ferromagnéticos já
não podem ser magnetizados por forças externas e na
qual perdem o seu magnetismo residual (aproximada-
mente 649oC a 871ºC para muitos metais).
PONTO DE CONTATO
Qualquer ponto acessível onde se pode estabelecer um
contato com um equipamento de pesquisa acústica e
que esteja diretamente ligado à tubulação onde se de-
seja realizar a pesquisa.
PONTO DE FULGOR
Mais baixa temperatura na qual os vapores sobre uma
substância combustível volátil incendeiam-se no ar
quando expostos a uma chama.
PONTO DE SAíDA DO FEIxE SôNICO (INDEx)
Ponto de intersecção do eixo do feixe sônico com a su-
perfície do cabeçote.
PONTO DE SOBRECARGA DO SINAL
Máxima amplitude do sinal de entrada, a qual a relação
entrada-saída permanece em um rango operativo linear
prescrito.
PONTO FOCAL EFETIvO
Local de uma ampola de raios X ou fonte radioativa de
onde emana a radiação, como visto no dispositivo de
medição.
PONTO FOCAL REAL
Local de uma ampola de raios-X ou fonte radioativa de
onde emana a radiação..
PONTO SUSPEITO
Qualquer ponto onde é observado um ruído de um pro-
vável vazamento e que necessita de uma verifcação
mais detalhada com instrumentos de maior sensibili-
dade.
PORTA
Circuito eletrônico que permite monitorar um determi-
nado segmento da faixa da base de tempo (expressa em
termos de distância) e amplitude.
PORTA-FONTE
Dispositivo utilizado para fxação da fonte de raios
gama ao acionamento remoto do irradiador
PóS-EMULSIFICAÇÃO
Técnica de remoção do excesso de penetrante que em-
prega um emulsifcador.
PóS-LIMPEZA
Remoção de materiais penetrantes residuais da peça em
ensaio, depois que o ensaio por líquido penetrante tiver
sido concluído.
POTêNCIA DO PULSO
Intensidade do sinal sônico recebido pelo transdutor ou
aplicada a ele.
PRÉ-LIMPEZA
Remoção de contaminantes da superfície da peça em
ensaio, antes da aplicação do ensaio por líquido pene-
trante.
PREPARO DA SUPERFíCIE
Preparo necessário da superfície para torná-la adequada
ao acoplamento satisfatório do transdutor e incidência
do feixe sônico.
PRESSÃO
Tensão à qual uma superfície, estrutura ou objeto está
submetido, expressa pelo quociente da força aplicada
perpendicularmente pela área correspondente.
PRESSÃO DE OPERAÇÃO (EMISSÃO ACúSTICA)
Pressão no topo de um vaso, na qual ele normalmente
opera. Ela não excede a pressão de projeto e é usu-
almente mantida em um nível adequado abaixo da
abertura das válvulas de segurança, para prevenir sua
freqüente operação.
PRESSÃO DE OPERAÇÃO (EMISSÃO ACúSTICA)
Pressão na qual o TRRT opera normalmente. Não deve
exceder a pressão de projeto.
PRESSÃO DE PROjETO
Pressão utilizada no projeto do vaso com o propósito de
determinar a espessura mínima permissível ou carac-
terísticas físicas de diferentes partes do vaso. Quando
existentes, as cargas estáticas são somadas à pressão de
projeto para determinar a espessura de alguma parte
específca do vaso.
PRESSÃO DO ENSAIO DE qUALIFICAÇÃO
Pressão de ensaio que é ajustada por acordo entre o
usuário e o fabricante, pela agência de teste ou com-
binada entre eles.
PRISMA
Dispositivo usinado (normalmente em plástico) que,
colocado entre o transdutor e a peça, obriga o feixe
a ser refratado no interior da peça sob um ângulo co-
nhecido.
PROCESSADOR
Circuito que analisa formas de ondas de EA.
PROCESSAMENTO DE IMAGEM DIGITAL
Método pelo qual a imagem é transformada através de
uma função matemática.
PROCESSAMENTO DO FILME
Operações necessárias para transformar a imagem la-
tente no flme exposto em uma imagem visível perma-
nente.
PROFUNDIDADE DE CAMPO
Na fotografa, é o alcance da distância a partir do qual
um sistema de imagem fornece uma defnição satisfató-
ria, quando suas lentes estiverem focalizadas para uma
determinada distância.
PROFUNDIDADE DE PELíCULA
Ver profundidade de penetração (depth of penetra-
tion).
PROFUNDIDADE DE PENETRAÇÃO
Profundidade de penetração é uma função exponencial
da freqüência do sinal, da condutividade e da permea-
bilidade do material.
PROFUNDIDADE EFETIvA DE PENETRAÇÃO
No ensaio eletromagnético, é a profundidade mínima,
além da qual o sistema de ensaio praticamente não con-
segue detectar um aumento adicional na espessura da
peça (o ensaio pode ser infuenciado pela espessura da
peça, caso não seja excedida a espessura mínima para
a freqüência utilizada, ou a espessura da peça não seja
rigidamente controlada).
PROFUNDIDADE PADRÃO DE PENETRAÇÃO
No ensaio eletromagnético, é a profundidade na qual a
intensidade do campo magnético ou a densidade das
correntes parasitas induzidas diminui para 37% do seu
valor na superfície.
PROPAGAÇÃO POR ONDAS
Fenômeno associado à passagem de uma perturbação
através de um meio.
PULO
Para um transdutor angular em um material de espessura e
e faces paralelas, pulo é a medida na superfície de aplica-
ção do transdutor entre o ponto de saída até o ponto onde
o centro do feixe refetido atinge a superfície de origem
após percorrer um percurso duplo. O valor do pulo é dado
pela expressão. P = 2*e*tang a.
PULSO INICIAL/PULSO TRANSMITIDO/PULSO
DE EMISSÃO
Pulso sônico que corresponde ao momento que o trans-
dutor é excitado por um pulso elétrico.
PULSO REFLETIDO
Pulso que sofreu o fenômeno de refexão.
PULvERIZAÇÃO ELETROSTÁTICA
Técnica para obter uma camada uniforme na qual é apli-
cada uma carga elétrica ao material borrifado.
PUPILA
Abertura negra no centro do cristalino ocular, através
da qual a luz passa para atingir a retina.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
+c
PvC
Material plástico, composto de cloreto de polivinila.
qUALIDADE DA ILUMINAÇÃO
Nível de distribuição da iluminância para a vista ou para
o ambiente.
qUALIDADE DA IMAGEM
Característica da imagem radiográfca que determina o
grau de detalhe visível (ver 2.78 e 2.129).
qUALIDADE DO FEIxE DE RADIAÇÃO
Poder de penetração do feixe de radiação freqüente-
mente medido pela camada semi-redutora.
qUALIDADE RADIOGRÁFICA
Termo qualitativo para descrever a capacidade de deter-
minação de descontinuidades na área examinada.
RADIAÇÃO ESPALhADA
Radiação que sofreu mudança de direção com ou sem
mudança de energia durante sua interação com o objeto
irradiado.
RADIAÇÃO INFRAvERMELhO
Energia radiante eletromagnética, com comprimentos
de ondas maiores do que 770 nm.
RADIAÇÃO PRIMÁRIA
Radiação transmitida ao longo de uma linha direta da
fonte para o detector sem divergência.
RADIAÇÃO RETROESPALhADA
Parte da radiação X ou gama que é emitida pelo material
a um ângulo maior que 90o em relação à direção do
feixe incidente.
RADIAÇÃO SECUNDÁRIA
Radiação emitida por um objeto como resultado da irra-
diação de uma fonte primária (exemplo: radiação retro-
espalhada, radiação lateral espalhada e radiação interna
espalhada).
RADIADOR DE CORPO NEGRO
Ver corpo negro.
RADIADOR SELETIvO
Objeto radiante cuja emissividade varia com o compri-
mento de onda.
RADIOGRAFIA
Imagem visível obtida através do ensaio radiográfco.
RADIOGRAFIA COMPUTADORIZADA
Imagem obtida através do método foto-luminescente
estimulado composto de duas etapas no processo de
formação da imagem radiográfca: 1 – uma placa de
fósforo para armazenamento de imagem é exposta a
radiação penetrante, 2 – a luminescência da placa de
fósforo luminescente fotoestimulada é detectada, di-
gitalizada e disponibilizada em formato expresso ou
arquivo digital.
RADIOGRAFIA MICROFOCO
Radiografa que utiliza um aparelho de raios X com di-
mensão do foco máxima de 100 µm.
RADIOISóTOPO
Isótopo de um elemento com propriedades de emitir
espontaneamente radiação X ou gama.
RADIOLOGIA INDUSTRIAL
Ciência e aplicação dos raios X, raios gama, nêutrons
e outras radiações penetrantes em ensaios não destru-
tivos.
RADIOMETRIA
Técnica de sensoreamento remoto, na qual as medições de
temperatura são realizadas por sensores que não estão em
contato físico com os objetos sob estudo. A medição radio-
métrica de temperaturas baseia-se na detecção da radiação
eletromagnética naturalmente emitida pelos corpos em
função de sua temperatura absoluta. A radiometria pode
ser realizada nas faixas espectrais do ultravioleta, visível,
infravermelho ou microondas, e abrange grande número de
técnicas, entre as quais a termografa.
RADIôMETRO
Instrumento para medir força de radiação de uma fre-
qüência específca.
RADIôMETRO INFRAvERMELhO
Equipamento infravermelho, normalmente portátil, que
mede temperaturas a partir da radiação recebida de um
campo de visão fxo, resultado da projeção de um ele-
mento detector.
RADIOSCOPIA
Ensaio de radiografa industrial onde se utiliza uma
cabine blindada ou um local protegido para se obter
imagem radiográfca em tempo real em um monitor de
vídeo.
RADIOSIDADE
Energia infravermelha total (fuxo radiante) que deixa
a superfície de um objeto. É a soma dos componentes
transmitidos, irradiados e refetidos da radiação infra-
vermelha. Somente o componente irradiado está rela-
cionado à temperatura da superfície do objeto.
RAIOS GAMA
Radiação ionizante eletromagnética, emitida por mate-
riais radioativos específcos.
RAIOS x
Radiação eletromagnética penetrante, de comprimento
de onda entre 0,0001 nm e 1 nm.
RAMAL PREDIAL
Conjunto de tubulações e conexões, de acordo com pa-
drões defnidos pela companhia de saneamento, que
interliga a rede de distribuição de água ao consumidor
fnal.
RANGO DINâMICO
Diferencia, em decibeis, entre o nível de sobrecarga e
o nível de sinais mínimo (fxado geralmente por um ou
mais dos níveis de ruído, distorção de baixo nível, in-
terferência ou nível de resolução) em um sistema ou
sensor.
RAZÃO FELICITy
Medida do efeito Felicity e é defnido como tensão na
qual a emissão ocorre, dividida pela máxima tensão
previamente atingida. A razão Felicity é indicativa da
severidade dos defeitos.
REATâNCIA ACúSTICA
Módulo da componente imaginária de uma impedância
acústica específca.
REDE DE DISTRIBUIÇÃO
Conjunto de tubulações e seus acessórios destinados a
colocar água potável à disposição dos consumidores, de
forma contínua e com qualidade e pressões recomen-
dadas.
REDE PRIMÁRIA
Tubos de maior diâmetro utilizados para “alimentar” as
redes secundárias na distribuição de água.
REDE SECUNDÁRIA
Tubulações de menor diâmetro da rede, que distribuem
água para os consumidores fnais, através dos ramais
prediais.
REFERêNCIA FíSICA USADA COMO BASE PARA
COMPARAÇÃO OU CALIBRAÇÃO
Um conceito que tenha sido estabelecido por uma auto-
ridade ou por um cliente, ou mediante um acordo, para
servir como modelo ou regra na medição da qualidade,
ou no estabelecimento de práticas ou procedimentos.
REFLETâNCIA
Relação entre a energia de onda refetida e a energia de
onda incidente. Também conhecida como refetividade.
REFLETIvIDADE ()
Porção da energia incidente sobre uma superfície, que é
refetida por esta, em um dado comprimento de onda.
Para um espelho perfeito, a refetividade é 1.0, e para um
corpo negro, a refetividade é 0.
REFLETOR
Mecanismo empregado para redirecionar o fuxo lumi-
noso de uma fonte, por um processo de refexão.
REFLETOR CILíNDRICO
Interface de forma cilíndrica separando dois meios de
impedâncias características diferentes.
REFLETOR ESFÉRICO
Interface de forma esférica, separando dois meios de
impedâncias características diferentes.
REFLETOR PLANAR
Interface plana que separa dois meios de impedâncias
características diferentes.
REFLExÃO (ENSAIO vISUAL)
Expressão genérica para o processo no qual o fuxo inci-
dente deixa a superfície ou o meio pelo lado da incidên-
cia, sem alteração da freqüência. A refexão, em geral, é
uma combinação de refexão regular e difusa.
REFLExÃO (ULTRA-SOM)
Retorno do feixe sônico ao meio de origem, no mesmo
ou em outro modo, total ou parcialmente, devido à in-
cidência numa interface.
REFLExÃO DIFUSA
Refexão observada quando um feixe sônico incide
numa superfície rugosa ou irregular, refetindo-se de
Guia de END&Inspeção
+/
GUIA DE TERMOS Institucional
maneira não especular.
REFLExÃO ESPECULAR
Refexão de um feixe sônico quando o ângulo de inci-
dência é igual ao ângulo de refexão.
REFLExÃO MúLTIPLA
Refexão repetida da energia sônica entre duas ou mais
superfícies ou descontinuidade do meio. Também cha-
mado de ecos múltiplos.
REFLExÃO PARCIAL
Quando dois meios de impedâncias características di-
ferentes estão acoplados, incidindo um feixe sônico na
interface, parte da energia é refetida e parte transmi-
tida ao segundo meio. Diz-se que, o feixe incidente foi
parcialmente refetido.
REFLExÃO TOTAL
Refexão observada quando o ângulo de incidência é
maior que o segundo ângulo crítico.
REFRAÇÃO
Desvio do caminho da radiação, causada pelo meio que
ela atravessa.
REGIÃO DE SOMBRA
Região inatingível pela energia sônica devido à geome-
tria ou descontinuidade.
REGIÃO DE vARREDURA
Região da superfície sobre a qual o transdutor é movi-
mentado na execução da varredura.
REGISTRO
Equipamento instalado em adutoras, reservatórios e re-
des, que permite executar as manobras de abertura e
fechamento do fuxo de água.
REGISTRO DE PASSEIO
Equipamento instalado no ramal predial antes do cava-
lete, com a fnalidade de executar manobras de abertura
e fechamento do fuxo de água do ramal predial.
REGISTRO ESTRANGULADO
Registro semi-aberto ou obstruído por algum objeto que
provoca difculdade de passagem de fuido.
RÉGUA DE POSICIONAMENTO DE DESCONTINUI-
DADE
Escala graduada fxada ao transdutor de incidência
oblíqua e que, associada à posição do eco de desconti-
nuidade no monitor, permite determinar rapidamente o
posicionamento da descontinuidade no interior do meio
em exame.
REjEIÇÃO
Ver supressor.
RELAÇÃO DIâMETRO-ESPESSURA (D/T)
Expressa pela fórmula (Do + Di)2t, onde (Do) é o diâme-
tro externo da tubulação, (Di) é o diâmetro interno da
tubulação e (t) é a espessura de parede medida na seção
transversal do tubo.
RELAÇÃO FELICITy
Medição do efeito Felicity, defnida como a relação entre
a carga à que reaparece EA durante a seguinte aplicação
da carga e a carga máxima precedente.
RELAÇÃO SINAL-RUíDO
Relação entre a amplitude de um sinal de EA e a ampli-
tude de ruido de fundo médio.
RELATóRIO DE vAZAMENTO
Formulário usado para registrar um vazamento encon-
trado, que deve conter os dados necessários que pos-
sibilitem a sua identifcação e a propagação do seu
reparo.
REMOvEDOR
Líquido utilizado para a remoção do excesso de pene-
trante da superfície que é examinada (água ou solvente
apropriado, dependendo do tipo de penetrante).
REPARO DE vAZAMENTO
Ato de realizar a correção de um vazamento.
RÉPLICA
Pedaço de material maleável, como flme plástico de
polivinil ou de poliestireno, moldado à superfície de
ensaio, para registro e análise da microestrutura su-
perfcial.
REPLICABILIDADE
Técnica para copiar a topografa de uma superfície, fa-
zendo sua impressão em material plástico ou maleável.
RESISTêNCIA ACúSTICA
Valor da componente real de uma impedância acústica
específca.
RESOLUÇÃO
Aspecto da qualidade de imagem, concernente com a
habilidade do sistema de reproduzir objetos. Em geral,
é medida pela determinação de um par de objetos adja-
centes ou de linhas paralelas.
RESOLUÇÃO
Capacidade do cabeçote ultra-sônico de diferenciar ecos
provenientes de descontinuidades próximas e situadas
dentro do feixe sônico
RESOLUÇÃO
Propriedade de um sistema de ensaio para a separação
de indicações devidas a descontinuidades na peça em
ensaio, quando as descontinuidades estão próximas
umas das outras.
RESOLUÇÃO DE MEDIÇÃO
Corresponde ao menor tamanho de alvo no qual o equi-
pamento infravermelho pode produzir uma medição
confável de temperatura. É expressa em miliradianos
ou na razão D/d (distância de observação dividida pelo
tamanho do alvo).
RESOLUÇÃO ESPACIAL
Menor distância entre pontos característicos que podem
ser identifcados e separados na imagem.
RESOLUÇÃO GEOMÉTRICA, ESPACIAL OU óPTICA
Capacidade do sistema em discernir entre dois pontos à
uma dada distância. Está relacionada com a área deli-
mitada pela projeção do(s) elemento(s) detector(es), na
cena. É expressa em miliradianos ou na razão D/d (dis-
tância de observação dividida pelo tamanho do alvo).
RETENTIvIDADE
Propriedade de um material de reter uma porção do
campo magnético aplicado depois da força magnetizan-
te ter sido removida.
RETINA
Tecido do olho sensível à luz, onde é formada a ima-
gem.
REvELAÇÃO DO FILME OU PAPEL
Processo químico ou físico que converte uma
imagem latente (oculta) em uma imagem
visível.
REvELADOR
Material que é aplicado à superfície de ensaio para pro-
mover a sangria e aumentar o contraste das indicações.
REvELADOR DE FILME PLÁSTICO
Suspensão de partículas de revelador em um veículo que
deixa uma resina ou flme de polímero na superfície de
teste depois de secar.
REvELADOR DE Pó SECO
Revelador composto de um pó fno, normalmente apli-
cado por pulverização ou imersão.
REvELADOR EM SOLUÇÃO
Revelador completamente solúvel em água.
REvELADOR EM SUSPENSÃO AqUOSA
Revelador que possui partículas suspensas em água.
REvELADOR NÃO AqUOSO
Revelador que possui partículas suspensas em um veí-
culo não aquoso.
RMS
Raiz média quadrática, também chamada de valor ef-
caz.
RODA DE MEDIÇÃO
Equipamento para medição de distância através de uma
roda calibrada com totalizador mecânico ou eletrônico.
RUíDO
Qualquer interferência nos dados presentes em uma ra-
diografa que não estão diretamente relacionados com
o objeto em teste.
RUíDO
No ensaio eletromagnético, qualquer sinal irrelevante
que tende a interferir com a recepção normal ou com
o processamento de um desejado sinal de descontinui-
dade. Deve-se notar que tais sinais de ruído podem ser
gerados por uma falta de homogeneidade da peça exami-
nada, sem prejuízo para o uso fnal da peça.
RUíDO CRUZADO
Interferência produzida pelas ondas superfciais gera-
das pelo elemento emissor e detectadas pelo receptor,
nos transdutores de cristal duplo.
RUíDO DE ALTA FREqüêNCIA
Ruído de vazamento com freqüência geralmente supe-
rior a 1 000 Hz.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
+8
RUíDO DE BAIxA FREqüêNCIA
Ruído de vazamento com freqüência geralmente inferior
a 1 000 Hz.
RUIDO DE FUNDO
Sinais produzidos por outras causas distintas de EA
ou por fontes de EA que não estão relacionadas com
o ensaio.
NOTA: Podem ser de origem elétrica e/ou mecânica
RUíDO DE vAZAMENTO
Conjunto de sons provenientes da passagem do
líquido sob pressão por falhas (orifícios, trincas)
existentes na tubulação e acessórios.
SANGRIA
Ação de um líquido penetrante que sai da descontinui-
dade para a superfície com o objetivo de formar indi-
cações.
SAPATA
Peça intercalada entre o cabeçote e a peça em exame,
usinada de maneira conveniente, visando melhor aco-
plamento, focalização do feixe, conversão de modo ou
incidência adequada às características da peça.
SATURAÇÃO
Característica relativa ou comparativa da cor, resultante
da diluição da matiz com a luz branca.
SATURAÇÃO MAGNÉTICA (CORRENTES PARASI-
TAS)
Grau de magnetização em que um aumento adicional na
força de magnetização não produz um aumento signi-
fcativo na densidade do fuxo magnético (permeabili-
dade) na peça.
SATURAÇÃO MAGNÉTICA (PARTíCULAS MAGNÉ-
TICAS)
Limite acima do qual o aumento da intensidade do
campo magnético aplicado não produz um aumento na
densidade de fuxo na peça.
SELETIvIDADE
Característica de um sistema de ensaio, que é uma me-
dida do quanto um instrumento é capaz de diferenciar
o sinal desejado de distúrbios de outras freqüências ou
fases.
SENSIBILIDADE (PARTíCULAS MAGNÉTICAS)
Capacidade de uma técnica de ensaio por partículas
magnéticas para indicar descontinuidades superfciais
ou subsuperfciais em materiais ferromagnéticos.
SENSIBILIDADE (RADIOGRAFIA)
A mínima descontinuidade detectável sob condições de
teste especifcadas.
SENSIBILIDADE (ULTRA-SOM)
Medida da habilidade do sistema ultra-sônico de de-
tectar pequenos refetores capazes de gerar sinais no
monitor
SENSIBILIDADE DE CONTRASTE
Menor mudança de espessura no objeto que produz uma
mudança discernível na densidade óptica em uma ima-
gem radiográfca (ou radioscópica), normalmente ex-
pressa como uma porcentagem das densidades totais.
SENSIBILIDADE DIRECIONAL
Para um dado refetor, a sensibilidade direcional é a
relação entre o ângulo que o feixe sônico faz com a
normal ao refetor e a amplitude do eco detectado.
SENSIBILIDADE DO IqI
Medida da qualidade da imagem requerida ou alcançada
através do fo ou furo visível do IQI.
SENSIBILIDADE DO SENSOR DE EA
Relação entre o sinal de entrada da onda mecânica do
sensor e o sinal elétrico emitido. Geralmente expres-
sado em Volt por metro por segundo ou em Volt por
microbar.
SENSIBILIDADE RADIOGRÁFICA
Termo geral ou qualitativo relativo à dimensão do me-
nor detalhe e/ou mudança de contraste visível em uma
imagem radiográfca, ou a facilidade com o qual os de-
talhes podem ser vistos.
SENSIBILIDADE TÉRMICA
Menor diferença de temperatura que pode ser detectada
pelo instrumento. Depende das propriedades do sistema
óptico, da resposta do detector e do nível de ruído ele-
trônico interno do equipamento infravermelho.
SENSOR DE EA
Elemento de detecção geralmente piezoeléctrico, que transfor-
ma o desplazamiento da onda elástica em um sinal elétrico.
SENSOR DE REFERêNCIA
Sensor de EA cuja resposta foi estabelecida por calibra-
ção primária.
SENSOR GUARDA
Sensor de EA utilizado para discriminar as fontes que
provém do exterior da zona de interesse
SETOR DE ABASTECIMENTO
Área defnida do sistema de abastecimento de água,
composta por uma ou mais zonas de pressão, onde se
realiza o controle de vazões, dos consumos e da opera-
ção e manutenção da rede de distribuição
SINAL
Os dados presentes em uma radiografa que estão dire-
tamente relacionados com o objeto em teste.
SINAL CONTíNUO
Sinal de EA com um princípio e um fnal não identi-
fcável.
SINAL DE EA
Sinal elétrico emitido por um sensor como resultante
de uma EA.
SINAL DISCRETO
Sinal de EA com um princípio e um fnal identifcável.
SINAL ESTACIONÁRIO
Um sinal é estacionário se, obtida a média e o desvio
padrão no tempo t1 do sinal, estes valores de média e
desvio padrão se retém no tempo t2.
SINAL RANDôMICO
Um sinal é considerado randômico se o mesmo apresen-
ta valores de amplitude que seguem uma distribuição
randômica ou aleatória.
SINTONIZAÇÃO DO PULSO
Controle destinado a otimizar a resposta do transdutor
e cabos, pela variação da freqüência dentro de deter-
minados limites.
SISTEMA ABSOLUTO
Sistema de ensaio eletromagnético que usa um conjun-
to de bobinas e circuitos eletrônicos associados, para
medir as propriedades eletromagnéticas totais de uma
peça em ensaio, sem comparação direta com outra seção
da peça, ou com outra peça. (ver bobina absoluta).
SISTEMA DE AqUISIÇÃO DE IMAGEM DIGITAL
Sistema de componentes eletrônicos que detecta a ra-
diação diretamente ou converte a radiação analógica
detectada (radiografa computadorizada) e produz uma
imagem digital.
SISTEMA DE EA
Toda a instrumentação eletrônica e equipamento (exce-
to sensores e cabos) utilizados para detectar, analisar,
apresentar e registrar sinais de EA.
SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE IMAGEM
Sistema que utiliza algoritmos matemáticos para pro-
cessar imagens digitais.
SISTEMA DIFERENCIAL (DIFFERENTIAL SySTEM/
COMPARATIvE SySTEM)
Sistema de ensaio eletromagnético que usa um conjunto de
bobinas e circuitos eletrônicos associados, para detectar uma
condição elétrica ou magnética, ou ambas, que não sejam
comuns às áreas da peça que estiver sendo examinada. (ver
bobinas diferenciais).
SISTEMA INFRAvERMELhO
Conjunto composto pelo termovisor, acessórios e aplica-
tivos de análise termográfca dos registros efetuados.
SISTEMA SENSITIvO DE FASE (PhASE SENSITIvE
SySTEM)
Sistema cujo sinal de saída depende da relação de fase
entre a tensão elétrica retornada de uma detecção ou de
uma bobina sensora, e a tensão elétrica de referência.
SISTEMA TRRT
Conjunto de estrutura tubular de vários componentes
que estão colados, roscados, em camadas etc., dentro
de uma unidade funcional.
SISTEMAS TERMOGRÁFICOS
Ver sistema infravermelho.
SOLENóIDE
Condutor elétrico no formato de uma bobina.
SOLvENTE
Líquido capaz de dissolver ou eliminar elementos es-
tranhos e não aderidos na superfície que é examinada
(óleo, graxa, sujeiras e outros).
Guia de END&Inspeção
+9
GUIA DE TERMOS Institucional
SOMATóRIO DE AMPLIFICAÇÃO
Amplifcador operacional que produz um sinal de saída
igual ao somatório ponderado de sinais de entrada.
SOMBRA ACúSTICA
Efeito que se observa num meio devido à sua geometria
ou a uma descontinuidade, onde a energia sônica ao
se propagar numa determinada direção é impedida de
atingir determinada região do próprio meio, chamada
simplesmente sombra.
SONDA (CORRENTES PARASITAS)
Elemento composto de bobina indutora que induz um
campo magnético na superfície inspecionada e bobinas
sensoras que enviam os sinais (Bx e Bz) das pertuba-
ções ocorridas na presença de descontinuidades para o
equipamento ACFM.
SONDA (CORRENTES PARASITAS)
No ensaio eletromagnético, uma pequena bobina ou
um conjunto de pequenas bobinas, colocadas sobre a
superfície da peça a ser examinada, ou próximas a essa
superfície.
SUPERFíCIE REFLETORA
Qualquer superfície no percurso sônico que apresente
impedância característica diferente.
SUPRESSOR
Controle que permite minimizar ou eliminar os sinais de
baixa amplitude (elétrico ou ruído do material), dando
ênfase aos sinais de maiores amplitudes.
SUSPENSÃO
Sistema de duas fases que consiste em um sólido fna-
mente dividido disperso em um líquido.
TAMANhO DA BOBINA
Dimensão de uma bobina, como, por exemplo, compri-
mento ou diâmetro.
TAMANhO DO PIxEL
Comprimento e largura do pixel.
TAMANhO DO PONTO FOCAL
Dimensão do ponto focal de um tubo de raios X ou fonte
radioativa, medido paralelamente ao plano do flme ou
tela fuorescente.
TAP
Registro de derivação instalado na tubulação, cuja prin-
cipal função é permitir o acesso ao fuxo interno para
a realização de medições (velocidade, pressão, dimen-
são).
TAxA DE EA DISCRETA
Número de sinais discretos detectados por unidade de
tempo.
TAxA DE PRESSÃO
Termo utilizado por fabricantes de tubulações de TRRT
como uma indicação de máxima pressão de operação.
TAxA DE REPETIÇÃO DOS PULSOS
Número de pulsos emitidos por unidade de tempo.
TÉCNICA CONTíNUA
Técnica em que o meio de ensaio é aplicado enquanto a
força magnetizante está presente.
TÉCNICA DA BOBINA
Técnica de magnetização na qual parte, ou todo o com-
ponente é enrolado com um cabo, ou quando a peça é
colocada internamente ou próxima a uma bobina rígida,
induzindo um campo magnético longitudinal na peça.
TÉCNICA DE AMPLIAÇÃO PROjETADA
Método de radiografa ou radioscopia envolvendo um
aumento primário da imagem pelo uso de uma distância
entre o objeto e o sistema de aquisição de imagem.
TÉCNICA DE ATENUAÇÃO
Técnica de ensaio onde a qualidade do material é avalia-
da com base na queda de amplitude de ecos sucessivos.
TÉCNICA DE CONTATO DIRETO
Técnica de magnetização pela passagem de uma cor-
rente por um componente através de eletrodos (prods)
ou cabeças de contato. A corrente pode ser alternada,
retifcada ou direta.
TÉCNICA DE CORRENTE INDUZIDA
Ver 2.95.
TÉCNICA DE ENSAIO FLUORESCENTE
Ensaio de partículas magnéticas que emprega um meio
de ensaio fuorescente ferromagnético fnamente divi-
dido.
TÉCNICA DE ENSAIO NÃO DESTRUTIvO
Técnica de escuta de ruído de vazamento através de
haste de escuta, com amplifcador mecânico; Técnica de
escuta de ruído de vazamento através de geofones ele-
trônicos e mecânicos; Técnica de detecção de vazamen-
to através de correlacionador de ruídos de vazamento.
TÉCNICA DE ENSAIO POR CONTATO
Varredura por meio de um transdutor(s) ultra-sônico(s),
de contato direto com o objeto de ensaio (com ou sem
acoplante).
TÉCNICA DE IMERSÃO
Técnica de ensaio ultra-sônico na qual a peça de ensaio
e o cabeçote são imersos em líquido utilizado como um
meio de acoplamento e/ou prisma de refração
TÉCNICA DE INDUÇÃO DE CORRENTE
Técnica de magnetização na qual uma corrente circu-
lante é induzida em um componente em forma de anel
pela infuência de uma variação do campo magnético
vinculado ao componente.
TÉCNICA DE PULSO-ECO
Técnica na qual os pulsos ultra-sônicos são transmitidos
e recebidos após refexão em um único ciclo.
TÉCNICA DE RESSONâNCIA
Técnica que envolve a variação da freqüência sôni-
ca do conjunto transdutor-peça em exame, visando
a máxima amplitude do sinal para determinação de
espessuras. Na análise sônica, a ressonância indica as
propriedades da peça em exame através do espectro.
TÉCNICA DE TOFD
Técnica na qual a correlação entre os caminhos do som
de ondas difratadas em diversas posições do transdu-
tor ou ângulos de incidência é utilizada principalmente
para a detecção e avaliação do tamanho de refetores
planos.
TÉCNICA DE TRANSMISSÃO
Técnica de ensaio onde a qualidade de um material é
avaliada pela quantidade de energia sônica incidente
num transdutor após ter atravessado um determinado
percurso no material.
TÉCNICA DE vARREDURA DIRETA
Técnica na qual o feixe ultra-sônico é direcionado para
uma região da peça de ensaio sem refexão interme-
diária.
TÉCNICA DE vARREDURA INDIRETA
Técnica na qual o feixe ultra-sônico é direcionado para
uma região da peça de ensaio por meio da refexão em
uma superfície (ou superfícies).
TÉCNICA DO POLíMERO
Técnica de exame no qual um polímero é usado como o
veículo de suspensão de partículas.
TÉCNICA POR TRANSPARêNCIA
Técnica de ensaio sônico que envolve o uso de dois
transdutores, operando um deles como emissor e o ou-
tro como receptor.
TÉCNICA RESIDUAL
Aplicação das partículas magnéticas depois da força
magnetizante ter sido removida.
TÉCNICA úMIDA
Técnica de exame na qual as partículas magnéticas es-
tão suspensas em um veículo líquido.
TÉCNICA vIA SECA
Ensaio por partículas magnéticas nas quais as partículas
ferromagnéticas são empregadas na forma de pó seco.
TELA DE TERRAS RARAS
Ver tela intensifcadora de chumbo.
TELA INTENSIFICADORA
Material que converte parte da energia de radiação em
luz ou elétrons e, quando em contato com um meio
de registro durante a exposição, aumenta a qualidade
radiográfca ou reduz o tempo de exposição requerido
para produzir uma radiografa.
TELA INTENSIFICADORA DE ChUMBO
Ver tela intensifcadora fuormetálica.
TELA INTENSIFICADORA FLUORESCENTE
Tela composta de uma camada de fósforo que fuoresce
quando exposta a radiações ionizantes.
TELA INTENSIFICADORA FLUORMETÁLICA
Tela metálica revestida por um material que fuoresce
quando exposto a radiação ionizante.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
5J
TELA INTENSIFICADORA METÁLICA
Tela constituída de um material denso (usualmente
chumbo) ou material composto (óxido de chumbo) que
fltra radiação e emite elétrons primários quando expos-
ta a radiações ionizantes.
TEMPERATURA AMBIENTE
Temperatura do meio circundante ao objeto.
TEMPERATURA APARENTE
Temperatura de um objeto, indicada pelo instrumento,
antes que correções especifcas para este sejam intro-
duzidas.
TEMPERATURA ATMOSFÉRICA
Temperatura dos gases (geralmente o ar) entre o instru-
mento e o objeto.
TEMPERATURA DAS CORES
Classifcação de uma fonte de luz quanto à visualização
da cor.
TEMPERATURA DE FUNDO
Ver temperatura ambiente.
TEMPERATURA REFLETIDA
Ver temperatura ambiente.
TEMPO DE ChEGADA
Tempo em que o sinal discreto cruza pela primera vez o
umbral de detecção (ver fgura 1).
TEMPO DE CLAREAMENTO
Tempo requerido para obter a total transparência de um
flme virgem, quando imerso em um banho fxador.
TEMPO DE DRENAGEM
Tempo durante o qual o excesso de penetrante ou emul-
sifcador escoa da peça.
TEMPO DE EMULSIFICAÇÃO
Tempo que um emulsifcador permanece em contato
com o excesso de penetrante.
TEMPO DE ExPOSIÇÃO
Duração do processo de expor um meio de registro à
radiação.
TEMPO DE PENETRAÇÃO
Tempo total em que o penetrante fca em contato com a
superfície da peça, antes da remoção do excesso.
TEMPO DE PROPAGAÇÃO
Tempo para o sinal ultra-sônico transmitido atingir os
pontos de recepção.
TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE SOBRECARGA
Intervalo de operação não linear de um instrumento
causado por um sinal com uma amplitude em excesso
do rango de operação linear do instrumento.
TEMPO DE RESTABELECIMENTO
Tempo necessário para que um sistema de ensaio retor-
ne ao seu estado original, após ter recebido um sinal.
TEMPO DE RETARDO
Diferença de tempo que o som do vazamento leva para
percorrer as distâncias entre o ponto de fuga dos senso-
res do correlacionador.
TEMPO DE REvELAÇÃO
Tempo decorrente entre a aplicação do revelador e o
exame da peça.
TEMPO DE SECAGEM
Tempo requerido para secagem dos produtos utilizados
na limpeza ou na remoção do excesso.
TEMPO DE SUBIDA DO SINAL DE EA.
O tempo entre o começo do sinal de EA (ver 3.13) e a
máxima amplitude desse sinal (ver fgura 1).
TEMPO MORTO
Qualquer intervalo de tempo durante a aquisição de da-
dos, durante o qual o instrumento ou sistema é incapaz
de aceitar novos dados.
TERMOGRAFIA
Técnica de sensoreamento remoto que possibilita a me-
dição de temperaturas e a formação de imagens térmicas
(chamadas termogramas) de um componente, equipa-
mento ou processo, a partir da radiação infravermelha,
naturalmente emitida pelos corpos, em função de sua
temperatura.
TERMOGRAFISTA
Profssional habilitado a realizar inspeções termográf-
cas através da operação de um sistema infravermelho.
Em função de sua habilitação, pode também analisar e
gerenciar trabalhos de inspeções termográfcas.
TERMOGRAMA
Imagem obtida a partir da radiação térmica (infraver-
melha), naturalmente emitida pelos corpos, em função
de sua temperatura.
TERMôMETRO INFRAvERMELhO
Ver radiômetro infravermelho.
TERMOvISORES
Equipamentos destinados a detectar a radiação térmica
e convertê-la em sinais eletrônicos que, devidamente
processados, permitem a formação de imagens térmicas
e a medição remota de temperaturas.
TESTE
Seqüência de ensaios para a verifcação da qualidade
de um item em relação a um critério previamente es-
tabelecido.
TESTE DE RESISTêNCIA DO COMPONENTE E
CONjUNTO
Programa de ensaios em componentes de TRRT, proje-
tado para garantir a qualidade do produto na planta
do fabricante, no campo de instalação ou quando pos-
ta fora de serviço para re-teste. Um conjunto é uma
unidade construída de componentes montados seqüen-
cialmente.
TESTE DE RESISTêNCIA DO SISTEMA
Programa de ensaios de um conjunto de sistema TRRT,
projetado para garantir a integridade estrutural para
uso em serviço.
TESTE DE RESOLUÇÃO
Procedimento onde uma linha é detectada para averi-
guar a sensibilidade do sistema.
TESTE DE SISTEMAS EM SERvIÇO
Programa de ensaios periódicos durante o tempo de
vida de um sistema de TRRT, projetado para garantir a
integridade estrutural.
TESTE FUNCIONAL
Teste realizado no bloco padrão para verifcação da
sensibilidade da sonda relativa ao sinal apresentado na
tela
TESTES DE qUALIFICAÇÃO DE FABRICANTES
Programa compreensivo de ensaios para confrmar o
projeto, desempenho e aceitabilidade do produto e ca-
pacidade do fabricante.
TIRO (ShOT)
Ciclo energizante curto em um ensaio de partículas
magnéticas.
TOLERâNCIA à ÁGUA
Quantidade de água que um penetrante ou emulsifca-
dor podem absorver antes de sua efciência ser preju-
dicada.
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC)
Imagem bidimensional de uma seção transversal do ob-
jeto, obtida pelo processamento de projeções unidimen-
sionais através de radiações.NOTA Esta é a tomografa
axial computadorizada e não se aplica a outros meios de
executar tomografa.
TRANSDUTOR
Elemento ativo do cabeçote (cristal) que realiza conver-
são de energia elétrica para mecânica e vice-versa.
TRANSDUTOR DE EA
O elemento ativo em um sensor de EA (geralmente pie-
zoeléctrico).
TRANSMISSIvIDADE (t)
Porção da energia incidente sobre um corpo, que é
transmitida por este, em um dado comprimento de
onda. Para um corpo opaco, a transmissividade é igual
a 0. Materiais transparentes possuem valores de trans-
missividade entre 0 e 1.
TRAvESSIA
Tubulação da rede de abastecimento, geralmente apa-
rente, que permite a transposição de pontos notáveis
(pontes, viadutos, córregos, faixas).
TREM DE ONDAS
Sucessão de ondas sônicas originadas pela mesma fonte,
limitada no tempo, apresentando as mesmas caracterís-
ticas e propagando-se ao longo do mesmo percurso.
TRENA ELETRôNICA
Equipamento para medição de distância através de roda
calibrada com totalizador digital eletrônico.
TUBO DE FOCO DUPLO
Tubo de raios X com dois tamanhos diferentes de fo-
cos.
Guia de END&Inspeção
51
GUIA DE TERMOS Institucional
TUBO DE RAIOS x
Tubo a vácuo onde são produzidos raios-X.
TUBOS REFORÇADOS DE RESINA TERMOCURADA
(TRRT)
Produto tubular contendo reforço dentro ou nas vizi-
nhanças, por resina curada termicamente.
TUBULAÇÃO APARENTE
Tubo visível do sistema de abastecimento de água (tra-
vessia de alguma ponte ou viaduto, trecho de tubo em
poço de visita, cavalete).
TUBULAÇÃO PRESSURIZADA
Tubo submetido à pressão maior do que a atmosfera.
UMBRAL DE AvALIAÇÃO
Valor de umbral prefxado usado para as análises dos da-
dos a examinar. Os dados podem ser registrados com um
sistema de umbral menor que o umbral de exame. Para
propósitos de análises, deve tomar-se em consideração a
dependência dos dados medidos com o sistema de umbral
de exame (ver fgura 1).
UMBRAL DE DETECÇÃO DE EA
Nível de tensão que deve sobrepasar-se para que um
sinal de emissão acústica seja detectada e processada.
NOTA: Este umbral pode ser ajustável, fxo ou futu-
ante.
UMBRAL DE TENSÃO
Nível de tensão de um comparador eletrônico tal que
os sinais com amplitudes maiores que este nível serão
reconhecidas. O umbral de tensão pode ser ajustável,
fxo ou automáticamente futuante.
UMBRAL DO SISTEMA DE ExAMINAÇÃO
Umbral do instrumento eletrônico (ver umbral de ava-
liação) com o qual os dados serão detectados.
UMBRAL FLUTUANTE
Qualquer umbral com uma amplitude estabelecida por
uma medição de tempo médio do sinal de entrada.
UMECTANTE
Substância que é adicionada ao acoplante para reduzir
a tensão superfcial.
UNIDADE DE MEDIDA DE PRESSÃO
Expressão da grandeza da pressão dentro de sistemas de
medidas estabelecidos.
vALOR DA qUALIDADE DA IMAGEM
Ver sensibilidade do IQI.
vALOR DE CONTAGEM NC
Critério de avaliação baseado no número total de con-
tagens de EA.
vALOR DE SINAL M
Medida da força do sinal de EA (energia/unidade de
tempo), a qual é utilizada para indicar falha na união
do adesivo em juntas de TRRT.
vÁLvULA
Equipamento instalado na entrada de reservatórios ou
em outras partes do sistema de abastecimento, com a
fnalidade de controlar a vazão e a pressão da água.
vÁLvULA ESTRANGULADA
Válvula semi-aberta ou obstruída por algum objeto que
provoca difculdade de passagem de fuido.
vARREDURA
Ato de realizar uma verifcação geral, através de método
de pesquisa de vazamento, em uma determinada rede
de distribuição ou tubulação.
vARREDURA
Deslocamento relativo sistemático entre o feixe de som
e a peça de ensaio.
vARREDURA AUTOMÁTICA
Deslocamento mecânico do transdutor sobre a superfí-
cie de ensaio.
vARREDURA MANUAL
Deslocamento manual do transdutor sobre a superfície
de ensaio.
vARREDURA ORBITAL
Técnica utilizada para obter informações sobre a forma
de um refetor detectado anteriormente, sendo a varre-
dura realizada em volta do refetor.
vARREDURA ROTACIONAL
Técnica que utiliza a rotação do transdutor ao redor de
um eixo, que passa pelo ponto de saída do feixe sônico,
perpendicular à superfície da peça.
vAZAMENTO DE CAMPO MAGNÉTICO
Campo magnético que sai ou entra na superfície de uma
peça em uma descontinuidade ou mudança de confgu-
ração da seção, de um circuito magnético.
vAZAMENTO NÃO vISívEL
Fuga de água de redes de distribuição ou adutoras, não
aforante à superfície e localizável por meio de equipa-
mentos de detecção acústica ou por outro processo de
detecção. Também conhecido como vazamento oculto.
vAZAMENTO OCULTO
Ver vazamento não visível.
vAZAMENTO vISívEL
Fuga de água de redes de distribuição ou adutoras, afo-
rante à superfície e identifcada por inspeção visual.
vEíCULO
Líquido, aquoso ou não aquoso, no qual são dissolvidas
ou suspensas outras substâncias ou produtos.
vEíCULO
Fluido no qual são suspensas as partículas magnéticas
para a aplicação.
vELADURA POR ENvELhECIMENTO
Aumento na densidade óptica em um flme não expos-
to, medido após o processamento, devido ao tempo de
armazenamento.
vELOCIDADE DE PROCESSAMENTO
Velocidade alcançada (hits/s), como função dos parâ-
metros estabelecidos e o número de canais ativos, dos
quais os sinais de EA podem processar continuamente.
vELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO
Valor comum das velocidades de fase e de grupo de uma
onda se propagando num meio não dispersivo. Normal-
mente recebe apenas a denominação de velocidade.
vELOCIDADE DO FILME
Medida quantitativa da resposta de um sistema de flme
(flme e telas intensifcadoras) para uma determinada
energia de radiação em condições específcas de expo-
sição.
vENTOSA
Dispositivo usado na rede de abastecimento para a re-
tirada de ar das tubulações, bem como para permitir o
fuxo de ar nas operações de carregamento e descarga
de água.
vERIFICAÇÃO OPERACIONAL
Teste realizado para verifcação da inexistência de trin-
ca contínua em toda a extensão do cordão de solda.
vISÃO
Percepção pelo olhar.
vISÃO DISTANTE
Visão de objetos a uma distância geralmente acima de
um braço de comprimento.
vISÃO ESCOTóPTICA
Visão adaptada ao escuro, usando apenas os bastonetes
da retina, onde se detectam as diferenças de brilho, mas
não de matizes. A visão é totalmente escotópica quando
a luminância da superfície de ensaio estiver abaixo de 3
x 10-6 cd.m-2 (2,7 x 10-6 cd.ft-2). Também conhecida
como visão parafoveal.
vISÃO PERIFÉRICA
Visão de objetos deslocados da linha primária da visão e
fora do campo visual central.
vISÃO PRóxIMA
Visão de objetos próximos, geralmente até um braço de
comprimento.
vISCOSIDADE
Resistência que um líquido apresenta ao escoamento.
vISIBILIDADE
Qualidade ou estado de ser perceptível pelo olho. Em di-
versas aplicações em área aberta, a visibilidade é defnida
como a distância na qual um objeto pode ser perceptível ao
olho. Para aplicações em área fechada, em geral, é defnida
como o contraste ou a dimensão de um objeto de ensaio
padrão, observado sob condições padronizadas de visão.
vISORES TÉRMICOS
Equipamentos infravermelhos que produzem imagens
térmicas, porém sem capacidade de medição de tempe-
raturas (não radiométricos). São utilizados, sobretudo,
na área militar e de segurança.
vOBULAÇÃO
No ensaio eletromagnético, um efeito que produz va-
riações no sinal de saída de um sistema de ensaio, e se
origina das variações no espaçamento da bobina (des-
prendimento operacional), devidas ao movimento late-
ral da peça examinada, quando da sua passagem através
de uma bobina envolvente.
Guia de Termos - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
5Z
vOLTAGEM DE RAIOS x EqUIvALENTE
Voltagem aplicada ao tubo de raios X que produz uma
radiografa equivalente a uma gamagrafa tirada com
uma determinada fonte de raios gama.
vOLTAGEM DO TUBO
Diferença potencial elétrica do tubo de raios X, entre o
cátodo e o ânodo, através da qual a partícula carregada
é acelerada (usualmente expressa na unidade de kV ou
MV).
yOkE
Ímã que induz um campo magnético na área de uma
peça que está entre os seus pólos. Yokes podem ser ímãs
permanentes ou eletroímãs.
ZERO DA ESCALA
Ponto na escala de tempo que indica o instante em que
energia sônica penetra no material em exame.
ZONA
Área circunvizinha ao sensor na qual EA pode ser de-
tectada.
ZONA DE PRESSÃO
Área abrangida por uma subdivisão do setor de abaste-
cimento, na qual as pressões máximas e mínimas não
devem ultrapassar limites pré-fxados.
ZONA LIMITADA DE MONITORAÇÃO
Processo de monitoração de uma porção defnida do
componente através de um arranjo específco de sen-
sores, parâmetros controláveis da instrumentação ou
ambos, para limitar a área monitorada.
ZONA MORTA
Região do material adjacente à superfície de aplicação
do transdutor, onde eco algum produzido por descon-
tinuidades pode ser detectado, dadas as características
combinadas do cabeçote e da peça em ensaio.
ONS 58
Organismo de
Normalização Setorial
de END
A ABENDE é credenciada pela
Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT para a elaboração
de normas de END. Participe das
Comissões de Estudos de Normalização.
Informações : normalizacao@abende.
org.br
CEQ´s
PETROBRAS S/A
CEQ SEQUI PETROBRAS
Métodos: LP • PM • ER • Ev • US • CP
Tel.: (12) 3928-6633
Site: www.petrobras.com.br
SENAI CETEC de Solda Orlando Barbosa
Métodos: LP • PM(Yoke/ Eletrodo) • Ev
Tel.: (21) 3978-8723 / 8724 / 8725 / 8726
E-Mail: mcosta@frjan.org.br e
rteixeira@rj.senai.br
SENAI CIMATEC
Métodos: LP • US(medição de espessura)
Ev• PM(YOKE)
Tel.: (71) 3462.9582
Site: www.cimatec.feb.org.br
Cia de Saneamento Básico do Estado de São
Paulo – SABESP
Métodos: Detecção de vazamentos não visíveis
de líquidos sob pressão em tubulações enterra-
das (ES-N1-AE1 * ES-N2-AE1)
Tel.: (11) 3030-4068
E-Mail: jtardelli@sabesp.com.br
A ABENDE se frmou desde 1981 como
uma entidade promotora da capacitação
profssional, através do treinamento, da qua-
lifcação e da certifcação. É acreditada pelo
Instituto Nacional de Metrologia, Normali-
zação e Qualidade Industrial - INMETRO
como Organismo de Certifcação de Pessoas
– OCP-002, conforme a Norma ISO 17024,
para a qualifcação e certifcação de pessoal
em END, baseada nos critérios da Norma
ISO 9712.
A ABENDE, pelo Sistema Nacional de
Qualifcação e Certifcação de Pessoal em
END (SNQC/END), também é reconhecida
pela Federação Européia de (END – EFN-
DT); com base no Mutual Recognition
Agreement (MRA), documento que atesta
que o sistema de certifcação da ABENDE
segue os preceitos mínimos estabelecidos
pela Federação.
Estrutura:
Conselho de Certifcação: Órgão normativo
do sistema.
Bureau de Certifcação: Órgão executivo do
sistema.
Comitês: Órgãos técnicos de apoio do
Bureau que representam os diversos e
distintos setores industriais ou métodos
aplicáveis a vários setores.
- Comitê Setorial de Inspeção Subaquática
- Comitê Setorial Nuclear
- Comitê Setorial Petróleo e Químico
- Comitê Setorial de Saneamento Básico
- Comitê Setorial Siderúrgico
Grupo de Trabalho: Órgão técnico consul-
tivo de apoio aos Comitês ou Bureau de
Certifcação.
Sub-Fornecedores: Profssionais qualifca-
dos para prestação de serviços ao SNQC/
END.
Setor de Certifcação ABENDE: Equipe
formada por gerentes, consultores, secretá-
rias de atendimento e auxiliares.
Centros de Exame de Qualifcação (CEQ´s)
: Orgãos que aplicam os exames de qualif-
cação do sistema.
Sistema ABENDE de Certifcação de Pessoas
Institucional
Cursos para Qualifcação – OTR´s
Guia de END&Inspeção - Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE
Organismos de Treinamento Reconhecidos - OTR's
É um sistema pelo qual a ABENDE reconhece organizações, em vários estados, para ministrar cursos em seu nome. Com esse
reconhecimento, o OTR está autorizado a realizar cursos de END (Níveis 1, 2 e Radioproteção Industrial), de acordo com os
critérios estabelecidos pela Associação e baseados em modelos internacionais.
vANTAGENS EM FAZER UM
TREINAMENTO NOS OTR’S
Ao fazer o curso em um dos OTR’s, o
profssional contará com a qualidade dos
cursos ministrados por especialistas na
técnica e com os mais modernos recur-
sos didáticos e equipamentos. Os OTR’s
oferecem assim a segurança e confança
para que o profssional faça sua pre-
paração de forma adequada para os ex-
ames de qualifcação e certifcação.
O profssional que realiza um treina-
mento nos OTR´s poderá contar ao fnal
do curso com a aplicação de exames
teóricos para qualifcação e certifcação
pelo SNQC/END e descontos especiais
nos eventos da ABENDE.

expediente
Publicado por:
Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE

índice
Institucional ABENDE .................................................4 Índice Remissivo por Empresas e Métodos de END .......................................................6 Indicadores .............................................................. 10 Guia dos Métodos de END ...................................... 12 Guia de Termos de END........................................... 28

Colaboradores Técnicos para o Guia dos Métodos de END

Equipe ABENDE

Alejandro David A.Spoerer del Rio – POLIMETER Carla Alves Marinho Ferreira - PETROBRAS Carlos Alberto Arruda Miranda - BRASITEST Carlos Donizetti Corrêa Madureira - BBL César Coppen Martin - ABENDE Edson Almeida Torre - SABESP Eduardo J. Netto - GERMAN Hermann Schubert – PASA Honório Paulo Teixeira Coelho - Vertical Inspeções Jaques Townsend- TOTAL Joaquim José Moreira dos Santos - PETROBRAS José Carlos Lobato da Cunha - PETROBRAS José Maurício Barbosa Rabello - PETROBRAS Luciano Paiva Ponci - TEKNIKAO Luiz Mauro Alves - ABENDE Marcelo Ricardo Dutkevicz - REM Marcelo Garcia Stenzel – SGS Raimar Eckard Schmidt - RAIMECK Ricardo de Oliveira Carneval - PETROBRAS

Responsável: Eliane Bastos Apoio Técnico: Alessandra Alves, Ana Paula Giolo Comercial: Vanessa Barros Tiragem: 6000 exemplares Público Leitor: Especialistas, Engenheiros, Técnicos, Inspetores que trabalham direta ou indiretamente com inspeção industrial. Revisão Gramatical: Edmundo Conde Projeto Gráfico e Diagramação: Hodogéu Comunicação Impressão: GT Editora

END

Comissões de Estudos de Normalização Técnica para o Guia de Termos de END
•Análise de Vibrações •Aplicações Especiais •Correntes Parasitas •Emissão Acústica •Estanqueidade •Métodos Superficiais •Radiografia •Termografia •Teste por Pontos •Ultra-Som

Os Ensaios Não Destrutivos (END) são técnicas utilizadas na inspeção de materiais e equipamentos sem danificá-los, sendo executados nas etapas de fabricação, construção, montagem e manutenção. São largamente utilizados nos setores petróleo/petroquímico, químico, aeronáutico, aeroespacial, siderúrgico, naval, eletromecânico, papel e celulose, entre outros. Contribuem para a qualidade dos bens e serviços, redução de custo, preservação da vida e do meio ambiente, sendo fator de competitividade para as empresas que os utilizam. Para apresentar resultados eficazes e confiáveis os Ensaios Não Destrutivos devem, necessariamente, levar em consideração os seguintes componentes: • Pessoal treinado, qualificado e certificado • Equipamentos calibrados • Procedimentos de execução de ensaios qualificados com base em normas e critérios de aceitação previamente definidos e estabelecidos Comparativamente, podemos afirmar que o “controle da qualidade” que o médico faz de um corpo humano, na avaliação da saúde ou da patologia de um paciente, é o mesmo aplicado na indústria, só que para materiais e produtos. 

ABENDE: Rua Guapiaçu, 05 – Vila Clementino - 04024-020 São Paulo – SP - Tel.: (11) 5586-3199 – Fax: (11) 5581-1164 e-mail: abende@abende.org.br – Site: www.abende.org.br

A
Institucional

ABENDE

“Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE” é uma entidade técnico-científica, sem fins lucrativos, de direito privado, com sede em São Paulo, fundada em Março de 1979, voltada à difusão das técnicas de END e Inspeção, com ações voltadas ao aprimoramento da tecnologia e, conseqüentemente, do pessoal e das empresas envolvidas no tema. A Associação, através de seu trabalho de articulação entre indústrias, instituições de ensino, de pesquisas e profissionais, contribui de forma significativa para a exportação de bens e serviços nacionais. Suas ações impactam diretamente na segurança e saúde do trabalhador e na preservação do meio ambiente. Faz parte do Comitê Internacional de END - ICNDT e do Comitê Pan-Americano de END - PAN NDT. Através de sua ação em prol do desenvolvimento e gestão da tecnologia, obteve os seguintes reconhecimentos, credenciamento, acreditação e qualificação: • Reconhecida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT como Entidade Tecnológica Setorial – ETS para a gestão tecnológica na área de END.

• Reconhecida através do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em END (SNQC/END) pela European Federation for NDT EFNDT, com base no Mutual Recognition Agreement - MRA, instrumento este que garante que o sistema de certificação da ABENDE seja conduzido segundo os preceitos mínimos estabelecidos pela Federação. Os países signatários do MRA reconhecem tais requisitos mínimos. Esse é o primeiro passo para a aceitação das certificações dos profissionais do SNQC/END por essas nações, embora a decisão final seja do contratante. • Credenciada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT como Organismo de Normalização Setorial – ONS-58 para a elaboração de normas de END. • Acreditada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, como Organismo de Certificação de Pessoal – OPC-002, conforme a Norma ISO 17024, para a qualificação e certificação de pessoal em END, baseada nos critérios da Norma ISO 9712 • Qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), pelo Ministério da Justiça.

PRINCIPAIS ATIVIDADES 
Formação e Treinamento de Pessoal Promoção e Realização de Eventos, Feiras e Exposições Técnicas Desenvolvimento de Projetos de Pesquisas Aplicadas e Multiclientes Estabelecimento de Sistemas de Qualificação e Certificação de Pessoal, Produtos e Equipamentos de END. Elaboração de Normas Técnicas de END Edição de uma Revista Técnica, a “Revista ABENDE” Edição de Publicações Técnicas (Vídeos, Apostilas e Livros de END) Desenvolvimento de Projetos de Cooperação Técnica Internacional Estabelecimento de Acordos de Cooperação Técnica Nacional e Internacional Conheça a ABENDE pelo site: www.abende.org.br

Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção - ABENDE



Guia de END&Inspeção

8822 comercial@brasitest. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US ARCTEST SERvIÇOS TEC.BUREAU BRASILEIRO LTDA (11) 3616. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US ÁTOMO RADIOP. LTDA (19) 3836. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. LTDA (19) 3481.com.com.4000 bbl@bbl.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | BODyCOTE BRASIMET PROCESSAMENTO TÉRMICO S/A (11) 2168.com. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.br (11) 3835.com. (21) 2498. E MANUT.4029 info@alpitecbr.br juracy@belov.br.CENTRO CONTROLE E INSPEÇÃO LTDA (11) 3857.br • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO | • Serviços | consultoria | proced.com.com • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.8600 arotec@arotec.6254 luiz.8830 dieter@rcabrasil. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | venda | LOCAÇÃO | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | proced. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US ALTENBURGER REPR.com.com.2002 hamilton@ccisp. INDL.GUIA DE EMPRESAS AhAk BRASIL SERvIÇOS INDUSTRIAIS LTDA (11) 40252139 paulo@ahak.br • Serviços | consultoria | proced.com.99403 spr@asndt.com. LTDA (19) 3884.4616 adelia@atomo.COM.9960 comercial@arctest.com.netto@bodycote. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced. E SEGURANÇA NUCLEAR S/C LTDA (11) 3032.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.3657 bqs@uol.br AV ACFM CR CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US CARESTREAM hEALTh (12) 3932. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED. INSP. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US BqS BRAZIL qUALITy SERvICES LTDA EPP (11) 3719. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END Av ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção .5668 scheila@bctrade.6424 eliane. E ExPORTADORA LTDA (31) 3462. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END  AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US AROTEC S/A INDúSTRIA E COMÉRCIO (11) 4613. E CONSULTORIA LTDA.com.slscci@uol.com.castro@carestreamhealth. IMP. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US ALPITEC DO BRASIL ALPINISMO INDUSTRIAL LTDA (24) 2291.com.com. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US CARLOS ALBERTO ARRUDA SALLES MARqUES E CIA.CONSULTORIA E INSPEÇÃO (21) 3335.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.com AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US BC TRADE . | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO | • Serviços | consultoria | proced.2020 araujo@araujoengenharia.3227 cmarques@cmarques.com. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US ARAújO ENGª E INTEGRIDADE EM EqUIP. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.ABENDE .br • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US BELOv ENGENhARIA LTDA (71) 3381.com • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US BRASITEST LTDA AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US AUxíLIO ASSESSORIA SERvIÇOS TÉCNICOS LTDA (11) 5575.br AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US BBL .com.com. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US CCI .1954/1477 eng@belov.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | ASNDT : ENGENhARIA.3837 operacional@auxilio.

5576 ceieng@terra.3515 endcheck@endcheck. ESPEC.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.br AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US CONSINSP .com.Institucional GUIA DE EMPRESAS CEI . | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.curriculum@dmcj.com.6193 fraend@fraend.6383 comercial@german-engenharia.com. LTDA (13) 3222.1233 denilson@coonai. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US Av ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US Guia de END&Inspeção . | inspeção | SERvIÇOS | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.COOPERATIvA NACIONAL DE CONTROLE DA qUALIDADE LTDA (31) 2122.com • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.6908 moacirbispo@inspec.INSTITUTO DE SOLDADURA E qUALIDADE LTDA (31) 3263.com.3263 isq@isqbrasil. TÉCNICOS LTDA (11) 3641. | inspeção | serviços | AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US FRAEND .br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | END-ChECk CONSULTORIA E SERv. INSPEÇÃO E TREINAMENTO (51) 3463. COM.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced. E AvAL.com • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO | • Equipamentos | calibração | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO | • Serviços | consultoria | proced.br AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US INTER-METRO SERvIÇOS ESPECIAIS LTDA (11) 5071. DE CâMERAS INFRAvERMELhAS LTDA (15) 3238.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US ENGENORTE ENGENhARIA E INSPEÇÃO LTDA (91) 3244. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.solda@ae. | INSPEÇÃO | serviços | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US COMPETêNCIA ASSESSORIA E SERv.com.2764 comercial@inter-metro.4459 dmcj@dmcj. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced. EqUIPS.4094 cooinsp@cooinsp.CONSULTORIA EM EqUIPAMENTOS LTDA (71) 3342.Inspec Norproj Inspeção Consultoria e Projetos (71) 3321.com.8169 eugenio. PROF. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US GERALTEC . DE EqUIPAMENTOS LTDA-EPP** (11) 5077.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US FLIR SySTEMS BRASIL COM.ge.com. (62) 3215. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US INSPEC .br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.INSP.COOINSP (71) 379.8070 flir@flir. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced.1226 diagnostic@diagnostic.COOP.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | proced. E PESqUISA APLICADA à INDúSTRIA LTDA (41) 3668. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.2596 consinsp@terra.6535 hilton@competencia.com. INDL.com.br AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US COOPERATIvA DOS INSP.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US GE INSPECTION TEChNOLOGIES AV ACFM CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US DIAGNOSTIC IMAGIND AUTOMAÇÃO LTDA (11) 4458.3853/9917 engenor@veloxmail.9810 geraltec@uol. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • Serviços | consultoria | proced.2924 adm@jbsensaios.CONSULT.br (11) 3067. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US ENGISA INSP.com.com.7586 jovitec@uol. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.br AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US COONAI . | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.CENTRO DE ENGENhARIA E INSPEÇõES LTDA (11) 3392.com.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US GERMAN ENGª E SERvIÇOS DE MANUTENÇÃO (11) 4543.com. AUTôNOMOS DA BA . LTDA (19) 3933. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US jOvITEC INSPEÇÃO E ENSAIOS NÃO DESTRUTIvOS LTDA. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END AVACFM CR CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US ISq BRASIL .br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | PROCED.com. LTDA (21) 2427-6646 integra@integra. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced.org. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.3786 interativa@interativaconsultoria.8713 endoliveira@terra.br.com. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END Av ACFM CR CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US íNTEGRA . E MANUT.com.com.com.com. ENGª INTEGRIDADE EqUIP.1919 engisa@engisa. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.br hCG TECNOLOGIA LTDA* (11) 4127.5438 hcg@hcgtecnologia.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US jBS INSPEÇÃO E ENSAIOS LTDA (11) 4048.CONSULTORIA. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • MÉTODOS DE END Av ACFM CR CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US INTERATIvA .br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.br • Equipamentos | calibração | vENDA | LOCAÇÃO | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US DMCj INSPEÇõES LTDA (21) 2413. | INSPEÇÃO | serviços | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO |  AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US END OLIvEIRA (51) 3468.

com.br. SERv.com. (11)5667-4225 innotech@innotech.br • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US OPERTEC ENGENhARIA S/C LTDA (11) 5083.2340/3452 opertec@uol.com.ind.1511 qualitec@qualitecend. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US MkS SERvIÇOS ESPECIAIS DE ENGENhARIA LTDA (51) 3371.4811 powertemp@uol. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US • Serviços | consultoria | proced.com.com • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US OCEâNICA SERvIÇOS TÉCNICOS SUBMARINOS LTDA (22) 2105. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US PhE INDúSTRIA E COMÉRCIO DE EqUIPAMENTOS LTDA (11) 6246. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END  MULTIFLUx MÁqUINAS ESPECIAIS IND.com. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US • Serviços | consultoria | proced.5111 vendas@pasa. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO | • Serviços | consultoria | proced.br • Equipamentos | calibração | venda | LOCAÇÃO | reparo | POLIMETER COMÉRCIO E REPRESENTAÇõES LTDA (11) 4612. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US PANENG ENGENhARIA E CONSULTORIA LTDA (19) 3229.6868 protecaoecia@protecaoecia. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced.7777 ndt@ndtdobrasil.mfx@multiflux.1777 mks@mksservices.com. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced.com.com. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.8960 kroma@attglobal. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US MAGNAFLUx (11) 4785.7946 proaqt@proaqt.com.br • Serviços | consultoria | proced.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US qUALITy wELDING CONSULTORIA E Cq LTDA (71) 3601. CONSULT. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US kROMA PRODUTOS GRÁFICOS E REPRES.com. LTDA (11) 6204.3900 phe@phe.com.br • Serviços | CONSULTORIA | proced.PASA (11) 3082. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.com. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced.br • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US P&C CONSULTORIA REPRES. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END Av ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US AV ACFM CP EA ES EV ER hD IRIS LP PM TM US Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . E COM. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US REM INDúSTRIA E COMÉRCIO LTDA (11) 3377.jR END’S .br • Equipamentos | calibração | venda | LOCAÇÃO | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US METAL ChEk DO BRASIL IND.br • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US PROAqT EMPREEDIMENTOS TECNOLóGICOS (11) 3682. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. LTDA (11) 4109.com. DA qUALIDADE LTDA (31) 3288.ABENDE .com.br • Equipamentos | calibração | venda | LOCAÇÃO | REPARO | NDT DO BRASIL LTDA (11) 3736.br • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO | AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US PhySICAL ACOUSTICS SOUTh AMERICA .br • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.5500 oceanica@oceanicasub. LTDA (11) 3515. E COM.9922 industrial@rem.0727 paneng@terra.com.com. LTDA (31) 3823. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US kUBIkA COMERCIAL LTDA (11) 6909.1302 kubika@globo.EMP.9466 adm. cursos@qualitywelding.3522 metaltec@uol. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.com.br AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US RAIMECk COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E ExPORTAÇÃO LTDA (11) 5524.net • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US OCEANEERING INSPECTION .com.br AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US ROENTGEN COMÉRCIO E REPRESENTAÇõES LTDA.1449 jrends@terra. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.5821 raimeck@sti.com. ASS.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | Av ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US qUALITEC ENG.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.1005 quality@qualitywelding.2600 sales@itwchem. E COMÉRCIO LTDA (85) 3219.com AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US POwERTEMP TECNOLOGIA INDUSTRIAL LTDA (11) 4425.0699 polimeter@uol.8923 jsmid@oceaneering.5287 diretoria@metalchek.com.com.Brasil (21) 2729.br • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.br • Equipamentos | calibração | vENDA | LOCAÇÃO | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US METALTEC NÃO DESTRUTIvOS LTDA (11) 5044.br • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.

br • Equipamentos | calibração | vENDA | locação | REPARO | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US SCANTECh DO BRASIL SOLUÇõES TECNOLóGICAS LTDA (11)3736.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | (11) 4486.com.SISTEMAS DE ACESSO LTDA (21) 3638.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.0100 sergio@gruposervice.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO | AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US wELDING SOLDAGEM E INSPEÇõES LTDA (16) 3942. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US SOThERM TRATAMENTO TÉRMICO LTDA-ME AV ACFM CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US vICTóRIA qUALIDADE INDUSTRIAL LTDA (71) 3287.5733 sbcq@sbcq. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced.com.biblioteca@rj. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.br • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | LOCAÇÃO | reparo | • Serviços | consultoria | proced.brasil@sgs.CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE NITERóI (21) 2624. E CONTROLE DA qUALIDADE LTDA (71) 3621. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.3100 technotest@technotest.br • Equipamentos | CALIBRAÇÃO | vENDA | locação | REPARO | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US SERv-END INDúSTRIA E COMÉRCIO LTDA .com.0222 vendas@tecnomedicao. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US SERvICE ENGENhARIA DA qUALIDADE LTDA (31) 3048..dir@welding.br ULTRATESTE INSPEÇõES TÉCNICAS LTDA (51) 3459.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US SENAI/Rj .br.com.5740 sales@southseas. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US TwI BRASIL LTDA (21) 2253.8800 sgs.com.senai.com.com.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | proced.com. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AVACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US TEChNOTEST CONSULTORIA E ASSESSORIA LTDA (31) 3429.br AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US SBCq INSPEÇõES.ind. ENSAIOS E TESTES DE qUALIDADE LTDA (21) 2671. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US SOUTh SEAS INTERNATIONAL LTDA (22) 2773.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO | SISTAC . | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US TECNOMEDIÇÃO SISTEMAS DE MEDIÇÃO LTDA (11) 6994. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | consultoria | proced. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US SEGÁS DO BRASIL LTDA (21) 2532. | inspeção | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END • Serviços | CONSULTORIA | proced.2323 sotherm.5312 servend@servend.6725 ultrateste@ultrateste.com • Serviços | CONSULTORIA | PROCED. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US SGS DO BRASIL LTDA (11) 5504. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US SySTEM ASSES.com • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | AV ACFM CP EA ES Ev ER HD IRIS LP PM TM US • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.9166 sagatech@sagatech. | INSPEÇÃO | serviços | • MÉTODOS DE END • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.com.6057 segas@sesegasdobrasil. | inspeção | serviços | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US TOPChECk CONTROLE DA qUALIDADE LTDA (21) 3403.0689 comercial@twibrasil. INSP.com • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.Institucional GUIA DE EMPRESAS SAGATECh INSPEÇõES DE EqUIPAMENTOS LTDA (21) 2215.9750 cfpnit.com.EPP (11) 4066.0024 victoria@victoriaqualidade.7777 scantech@scantech.4659 topcheck@uol.2023 benedito.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Serviços | consultoria | proced.5825/5044 sistac@sistac.br • Equipamentos | calibração | venda | locação | reparo | • Equipamentos | calibração | venda | locação | REPARO | • Serviços | CONSULTORIA | PROCED.com.com.com.5350 systeminspecao@systeminspecao.adm@ig. | INSPEÇÃO | SERvIÇOS | • MÉTODOS DE END AV ACFM CP EA ES EV ER HD IRIS LP PM TM US LEGENDA: métodos de END Av (análise de vibrações) ACFM (Alternating Current Field Measurement) CP (correntes parasitas) CR (campo remoto) EA (emissão acústica) ER (ensaios radiográficos) ES (estanqueidade) Ev (ensaio visual) hD (holyday detector) IRIS (Internal Rotary Inspection System) LP (líquido penetrante) PM (partículas magnéticas) TM (termografia) US (ultra-som) Empresas Sócias da ABENDE em dia com a anuidade de sócio até setembro/07  AV ACFM CR CP EA ES Ev ER hD IRIS LP PM TM US Guia de END&Inspeção .comercial@sbcq.com.

..... 36 Fabricantes/Representantes ...... 67 10 Guia de END&Inspeção ... MÉTODO DE END ........Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção ............... 8 Consultoria . 10 Prestação de Serviços .. 45 Elabora Procedimentos ........... 56 Locação de Equipamentos ............... 100 Reparos e Manutenção ... 15 Inspeção de Equipamentos............ Correntes Parasitas......................................ABENDE ...............Institucional INDICADORES DO SETOR LOCALIZAÇÃO Roraima Informações extraídas da base de dados das empresas associadas à ABENDE do setor de END..... Vibrações e PIG Instrumentado 4% Outros: ÁREA DE ATUAÇÃO Nº de empresas Calibração ........Outros Métodos Amapá 1% 1% Amazonas Pará Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Acre Rondônia Tocantins Mato Grosso Brasília (DF) Bahia Goiás Mato Grosso do Sul Região Norte Região Nordeste Região Centro-Oeste Região Sudeste Região Sul Rio Grande do Sul Santa Catarina São Paulo Paraná Minas Gerais Espírito Santo 9% 5% Rio de Janeiro 60% 1% 17% 5% Campo Remoto....................... Espectometria. 27 Implanta sistema da qualidade ................

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folgas. a medição das vibrações é essencial para a melhoria da qualidade final do produto. na detecção e reconhecimento da deterioração de rolamentos. para substituição de peças desgastadas. prensas. Alguns equipamentos permitem fazer a análise das freqüências. pois a identificação das falhas de máquinas e motores é feita por medições eletrônicas das vibrações. ou chassis da máquina. no estudo de mau funcionamento típico em maquinaria com regime cíclico de trabalho. 12 Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . turbinas. etc. notadamente em turbinas e outras máquinas rotativas ou vibratórias. interferência. Na usinagem mecânica com ferramental sofisticado. indicando quais os componentes da máquina que apresentam defeito. não percebidas por nossos ouvidos. Este método também permite grande confiabilidade na operação e na interrupção de uma máquina em tempo hábil. através de um aparelho. é possível fazer um histórico (curva de tendência). ou componente em questão. e nos processos de trincamento. desalinhamento de juntas e rolamentos. ressonância.). etc. erosão localizada. laminadores. Além disso. Medida e Análise de Vibrações é um método muito valioso. indica a quantidade e direção da vibração detectada. Um sensor de vibração (normalmente piezoelétrico) é acoplado ao mancal. bombas. Este sensor. eliminando assim a subjetividade do técnico.GUIA DE MÉTODOS ANÁLISE DE VIBRAÇÕES A medida e análise das vibrações mecânicas é um método indispensável na detecção prematura de anomalias em máquinas e equipamentos em virtude de problemas tais como: falta de balanceamento das partes rotativas.. O método tem se provado particularmente útil na monitoração mecânica de máquinas rotativas (ventiladores. abrasão. Bom conhecimento teórico e prático do operador são essenciais ao sucesso do ensaio.ABENDE . excentricidade. etc. compressores. O método é aplicado na engenharia civil para o estudo do comportamento das estruturas sujeitas a carregamento provocado por um tráfego de alta velocidade. o que permite programar a manutenção em acordo com a produção.

Se for apenas um acompanhamento dos níveis globais da vibração. a implantação pode ter um custo alto. É possível realizar alguns ensaios em estruturas. • Baixo custo. o medidor de vibrações é o suficiente e pode ser executado por técnico nível 1. • Processo não intrusivo. bombas. • Diagnóstico rápido. A princípio. LIMITAÇõES Em máquinas alternativas há maior dificuldade na identificação da origem das falhas. • Não há perda de produção durante as medidas. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL A partir de agosto de 2007 a ABENDE oferecerá ao mercado o reconhecimento dos profissionais para qualificação e certificação em análise de vibrações. vANTAGEM • Permite detectar defeitos nos componentes das máquinas muito antes da quebra.Institucional GUIA DE MÉTODOS APLICAÇÃO Qualquer equipamento rotativo: motores. • Tem alto grau de confiabilidade no diagnóstico. é necessário medidor com análise de freqüências e o técnico deve ser nível 2 ou 3. Para detecção e/ou acompanhamento do componente defeituoso. 1 Guia de END&Inspeção . mas é rapidamente absorvido pela diminuição dos custos de manutenção. REqUISITOS DE ExECUÇÃO E COMPRA Depende do nível de análise desejada. compressores. • Evita a troca de peças em boas condições (manutenção preventiva). ventiladores. etc.

furos de estruturas de aeronaves. barras. • Mais de uma variável afeta simultaneamente ao ensaio. barras de direção.CORRENTES PARASITAS O campo magnético gerado por uma sonda ou bobina alimentada por corrente alternada produz correntes induzidas (correntes parasitas) na peça sendo ensaiada. condição de tratamento térmico. profundidade de camada endurecida. • Produção (ou velocidade de inspeção) necessária. • Medição de espessuras de camadas não magnéticas sobre metais magnéticos. granulação. etc.) alteram o fluxo das correntes parasitas. arames. etc. REqUISITOS DE COMPRA São necessárias as seguintes informações para apresentação de proposta: • Aplicação (detecção de descontinuidades. APLICAÇõES O ensaio por correntes parasitas se aplica em metais tanto ferromagnéticos como não ferromagnéticos. em correntes parasitas. e a seguir. sonda (ou bobina) e a superfície da peça sendo ensaiada. • Controle da espessura de tubos de equipamentos de troca térmica. • Peça(s) a ser ensaiada(s) (tubos. assim como mudanças nas características físico-químicas ou da estrutura do material (composição química. tais como partículas magnéticas e líquidos penetrantes. alumínio. • Não exige uma preparação superficial rigorosa das peças a serem ensaiadas. • O método possibilita elevado grau de automatização e em alguns casos elevadas velocidades de inspeção. O fluxo destas correntes depende das características do material A presença de descontinuidades superficiais e subsuperficiais (trincas. a sensibilidade para detectar descontinuidades superficiais pode ser inferior à que pode ser obtida com outros métodos superficiais. dobras ou inclusões). entre outros. desmagnetizá-lo. • Medição de condutividade elétrica em materiais não ferromagnéticos.) O método se aplica também para detectar trincas de fadiga e corrosão em componentes e estruturas aeronáuticas e em tubos instalados em trocadores de calor. comandos.). barras e arames). • Em algumas aplicações para detectar descontinuidades em materiais ferromagnéticos. mudando a tensão induzida e a impedância da sonda ou bobina. é necessário saturar magneticamente o material. • Material a ser ensaiado (aços carbono. • Não há necessidade de materiais de consumo. • Em muitas aplicações não existe contato físico entre a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . tempera. • Diferenciação (ou separação) de peças metálicas seriadas quanto à composição química (ligas).). discos e panelas de freio. dureza. etc. em autopeças (parafusos. aços inox austeníticos. etc. • Em algumas aplicações o ensaio pode-se adaptar a uma condição passa / não passa. Seguem as aplicações principais deste método de ensaio: • Detecção de descontinuidades em materiais condutores ferromagnéticos e não ferromagnéticos. • Medição de espessuras de camadas não condutivas sobre metais condutores não magnéticos. separação de materiais.. possibilitando a sua detecção. terminais. • Dependendo da aplicação. em produtos siderúrgicos (tubos.). • Dimensões da(s) peça(s) a ser ensaiada(s). dureza.ABENDE . 1 vANTAGEM • Aplica-se tanto em metais ferromagnéticos como não ferromagnéticos. • Tipo do equipamento. soldas. • Comprimento a ser ensaiado. etc. microestrutura. eixos. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE. • Grau de automatização necessário. caldeias e similares. LIMITAÇõES • A profundidade de penetração do ensaio é limitada e depende da freqüência de teste e das características elétricas e magnéticas do material sendo ensaiado.

cilindros de alta pressão. • Necessidade de plataformas e/ou andaimes ou alpinistas. tais como vasos de pressão. As funções básicas de um sistema de análises de Emissão Acústica são detectar e localizar fontes de emissão. vANTAGEM • Avaliação de integridade em serviço. esferas. etc. • Necessidade de pessoal qualificado e certificado para interpretação dos resultados. tais como tanques de armazenamentos e silos. É a técnica de END que aplica conceitos de emissão acústica. • Equipamentos metálicos de pressão atmosférica. em todos os seus componentes.Institucional GUIA DE MÉTODOS EMISSÃO ACÚSTICA Tecnologia de inspeção computadorizada para avaliação de integridade estrutural. • Monitoramento da evolução de dados de forma contínua ou periódica. pontes rolantes. • Equipamentos não-metálicos pressurizados ou atmosféricos. • Avaliação global em um único ensaio. APLICAÇÃO • Equipamentos metálicos pressurizados. pressurizados ou atmosféricos. aeronáutica e aeroespacial. • Detecção e localização de descargas parciais em transformadores. equipamentos e tubulações. • Componentes estruturais metálicos e não-metálicos de LIMITAÇõES • Não dimensiona descontinuidades. costados e tetos. como tanques e tubulações. reatores. • Detecção de vazamento em válvulas. conforme o tipo de equipamento. colunas. fundos. • Estruturas de transporte e levantamento de cargas. aplicação automotiva. fabricados em material plástico reforçado com fibra de vidro ou fibra de carbono. 1 Guia de END&Inspeção . • Monitoramento de forma remota. • Estruturas de concreto. tais como guindastes. para instalação dos sensores. etc. transportadores de minérios. trocadores de calor.

• Informação do procedimento de pressurização se for aplicável. • Tempo disponível para inspeção e facilidade de acesso varia conforme o equipamento e o propósito da inspeção. visual de solda. em fita cassete para posterior inspeção. • Possível de ser realizado em peças ou equipamentos de geometria complexa. É uma técnica apurada. REqUISITOS DE COMPRA São necessárias as seguintes informações para apresentação da proposta: • Informar o propósito da inspeção: visualização de defeitos. • Certificado de calibração da instrumentação de emissão acústica e sensores. • Área ou comprimento a ser examinado. ou em quaisquer outros meios magnéticos. vANTAGEM • Aplicável a todos os materiais e equipamentos. • Dependendo da condição do equipamento ou tubulação não há condição de visualização das características esperadas. preferencialmente desenho de conjunto. • Necessidade de plataformas e/ou andaimes conforme o tipo de equipamento. que reproduz as imagens para análise do operador em um terminal de vídeo. 1 qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em ensaio visual. se as condições de visualização serão favoráveis ou não à realização do ensaio. este processo é denominado Endoscopia. • Condição de acesso ao equipamento. Na avaliação de integridade. visualização de trincas. • Pode ser realizada em superfícies planas ou curvas e mesmo naquela de difícil acesso. • Não se pode saber. indicado para determinação de descontinuidades visíveis ou em locais onde não é possível visualizar superfícies sem desmontar ou abrir o equipamento. Não existe nenhum processo industrial em que a inspeção visual não esteja presente. • Ensaios complementares necessários (caso de conhecimento antecipado). LIMITAÇõES • Necessidade de inspetor treinado para interpretação correta das descontinuidades. • Necessidade de limpeza prévia da superfície. APLICAÇÃO DA ENDOSCOPIA • Os equipamentos atuais permitem a inspeção em vasta gama de diâmetro a partir de 1“ e as imagens são gravadas Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . • Tipo do equipamento (se possível desenho).ABENDE . o ensaio visual é a principal ferramenta para inspeção de componentes para verificação da sua condição de operação e manutenção. • Especialmente indicado para a inspeção de tubulações de inox em indústrias de alimentos. material e dimensões.. antes do início do serviço.REqUISITOS DE COMPRA DE SERvIÇO São necessárias as seguintes informações para apresentação da proposta: • Tipo de equipamento. ENSAIO VISUAL Ensaio Não Destrutivo. • Condição operacional. identificação de incrustações. • Disposição. etc. deixandoa isenta de imperfeições que podem mascarar o ensaio. Em locais onde não é possível visualizar a superfície sem se desmontar ou abrir o equipamento. • Possibilidade de identificação rápida de descontinuidades. com uma câmera em sua ponta. Quando necessário é introduzido uma sonda. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em emissão acústica. obedece a sólidos requisitos básicos que devem ser conhecidos e corretamente aplicados.

vANTAGEM Dependendo do método utilizado. 1 Guia de END&Inspeção . APLICAÇÃO Este método é largamente empregado em testes de componentes pressurizados ou despressurizados em que existe o risco de escape ou penetração de produtos. garantindo integridade dos equipamentos.Institucional GUIA DE MÉTODOS ESTANQUEIDADE Basicamente. Pode ser aplicado na detecção de vazamentos em tubulações enterradas sob pressão. comprometendo o sistema de contenção. podemos afirmar que o Ensaio de Estanqueidade é uma forma de ensaio não destru-tivo usada para a detecção e localização de descontinuidades passantes e a medição de taxa de vazamentos de fluídos em componentes ou sistemas pressurizados (pressão posi-tiva ou negativa) ou por capilaridade. (1) No setor de saneamento é possível utilizar este método na detecção e localização de vazamentos em tubulações enterradas sob pressão. torna-se um ensaio mais caro e que exige profissionais com conhecimentos técnicos mais aprofundados e/ou larga experiência. (1) Habitualmente empregado em testes de tubulações enterradas sob pressão em que existe a necessidade de fazer frente à diminuição dos índices de perdas e da melhoria operacional do sistema de abastecimento de água. torna-se um ensaio muito simples e de baixo custo. com o advento de sinistros por conseqüência dos vazamentos no sistema. pessoas e meio ambiente. LIMITAÇõES Quando for necessária a utilização de métodos mais sofisticados. Alguns métodos simples de ser aplicados estão limitados para a detecção de grandes vazamentos. permitindo a localização do vazamento e oferecendo boas medidas quantitativas.

é necessário aterramento eficiente do conjunto. correlacionador de ruídos. APLICAÇÃO 1 Aplicável a todas as superfícies metálicas revestidas com Teflon. O ensaio caracteriza a presença de pitting. locador de massa e tubulação metálica). locador de rede (plástica ou metálica). REqUISITOS DE COMPRA São necessárias as seguintes informações para apresentação da proposta: • O tipo de produto que será inspecionado e suas características dimensionais. lupa. • qual revestimento será inspecionado. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em estanqueidade. tanques ou equipamentos. termômetro. e pode ser realizado em superfícies planas. quando não se tem acesso à superfície externa. tanto na superfície interna como externa. • Quais os acessórios recomendados (sondas. dependendo do tipo de equipamento a ser inspecionado. • Se o procedimento estabelece que seja feita a localização do vazamento ou quantificada a taxa de vazamento do produto a ser inspecionado. CoalTar Epóxi. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Este serviço deve ser realizado por um profissional treinado e com experiência em aplicação e inspeção de revestimento. conforme estabelecido em procedimento (AWWA. Por tratar-se de um equipamento que opera com alta tensão. ASTM. IRIS (Internal Rotary Inspection System) Ensaio ultra-sônico. de operador treinado para interpretação correta das descontinuidades e. para o setor de petróleo ou de saneamento básico. bomba de vácuo. visando detectar descontinuidades (furos). Estes pulsos são então refletidos por um espelho a 45º. Polietileno. HOLIDAY DETECTOR Ensaio não destrutivo. ISO. JIS). serão necessárias plataformas e/ou andaimes. • Acessórios recomendados (molas ou escovas). LIMITAÇõES Necessita de fonte de energia próxima ao local do ensaio. geofone (mecânico e/ou eletrônico). Os pulsos ultrasônicos são emitidos pelo transdutor na direção do eixo do tubo. Petrobrás. cronômetro.REqUISITOS DE COMPRA São necessárias as seguintes informações para apresentação da proposta: • O tipo de produto que será inspecionado e suas características dimensionais. Poliuretano. O transdutor é conectado ao dispositivo centralizador. caixas de vácuo. alvéolos. manômetros. • (1) haste de escuta. FBE (Fusion Bonded Epóxi). • Quais as especificações ou normas que devem ser atendidas na aplicação do ensaio. erosão e abrasão. indicado para inspeção em revestimentos anticorrosivos aplicados interna ou externamente em tubulações. indicado para determinação de espessura remanescente em tubos de trocadores de calor e caldeira. trena ou roda de medição entre outros.ABENDE . circulares ou em peças de geometria complexa. conforme estabelecido em procedimento. vANTAGEM Este ensaio possibilita a identificação de descontinuidade no revestimento. que é colocado dentro do tubo a ser testado. Polipropileno. Fiberglass. NACE. de tal forma que são direcionados radialmente à parede do tubo. válvulas. • a faixa de espessura que comumente será realizada na inspeção no produto revestido. do tipo pulso eco. Resinas Vinílicas. que pode causar deterioração por corrosão Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . • quais as especificações ou normas que devem ser atendidas na aplicação do ensaio. cilíndricas. Coal-Tar Enamel.

APLICAÇÃO • Materiais ferrosos.5 mm. incidem 333 pulsos sobre a circunferência do tubo. LIMITAÇõES • Não detecta trincas. • Imagem em versão B. • Não detecta furos ou pites com diâmetro inferior a 2 mm. provocado pelo fluxo de água. • Possibilidade de armazenar imagens de 700 tubos com 6 m de comprimento. 1 Guia de END&Inspeção . • Gravação dos resultados em mídia. Os sinais refletidos são processados de forma a obter uma imagem da parede do tubo. • Software interativo que permite a verificação dos resultados em um computador normal. • Espessura de 0. evidenciando-se a espessura mínima e os defeitos encontrados interna ou externamente (corrosão. erosão. etc). • Equipamentos verticais. de modo a varrer toda a superfície interna e externa do tubo em todo o seu comprimento. por rotação. • Diâmetros de 9 a 100 mm (interno). C e D Scan. o feixe ultra-sônico incide sobre todo o perímetro do tubo. A rotação da turbina e a freqüência do pulso são ajustáveis de modo a permitir velocidade de deslocamento da sonda de até 5 m/min. não ferrosos e plásticos. horizontais ou em “U”. Como o espelho é rotativo. • Comprimento até 30 m.5 a 12. • Imagem em tamanho real na tela. O intervalo de tempo entre o 1º eco (a primeira reflexão da parede interna do tubo) e o 2º eco (a primeira reflexão da parede externa do tubo) dá a medida da espessura da parede do tubo. o feixe de ultra-som efetua um movimento helicoidal. Com uma freqüência de repetição de pulso de 10 kHz e o espelho girando a 1800 rpm. Portanto. Além do movimento de rotação.Institucional GUIA DE MÉTODOS As reflexões das paredes internas e externas do tubo seguem o mesmo caminho de retorno para o transdutor. pitting. vANTAGEM • Rapidez do ensaio. o operador efetua movimentos de translação do transdutor. • Não é possível verificar a espessura em curvas.

pulverização ou imersão. • Comprimento. ou do tipo fluorescente. vidros. vertical ou em “U”. REqUISITOS DE COMPRA São necessárias as seguintes informações para apresentação da proposta: • Tipo do equipamento: trocador ou caldeira. normalmente na cor vermelha. O revelador normalmente é aplicado por pulverização com uma camada fina e uniforme (revelador úmido). Antes da aplicação do revelador vANTAGEM • Aplicável em materiais magnéticos ou não magnéticos. trincas provocadas pela usinagem. dupla laminação. • Pode ser aplicado em ambientes escurecidos (técnica fluorescente). Para a realização do ensaio deve ser aplicado líquido sobre a superfície chamado líquido penetrante. O líquido penetrante utilizado pode ser colorido. Descontinuidades em materiais fundidos. sobreposição de material. • Diâmetro nominal. A aplicação pode ser realizada por pincelamento. ou tamponamento dos tubos pelo lado oposto ao que vai ser realizado o ensaio. • Espessura. O penetrante fluorescente deve ser visualizado sob luz negra e em um ambiente escurecido. • Fácil caracterização da descontinuidade. tais como gota fria.• Necessária a limpeza prévia através de hidrojateamento de alta pressão. • Possível de ser aplicado em grandes áreas. 20 Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . a superfície deve estar seca. costuras. alumínio. • Aplicável em peças de geometrias complexas. • Tempo necessário para inspeção varia conforme o equipamento e o propósito da inspeção. Em seguida é realizada a remoção do excesso de penetrante da superfície por meio de lavagem com água ou remoção com solventes. trincas de fadiga ou mesmo corrosão sob tensão podem ser facilmente detectadas pelo ensaio Líquido Penetrante. certos tipos de plásticos ou materiais organo-sintéticos. O revelador tem por finalidade auxiliar a sangria do penetrante retido nas descontinuidades existentes formando manchamentos e conseqüentemente as indicações. tanques. na pressão de 3. O poder de penetração é característica fundamental. Após a aplicação aguarda-se um tempo conhecido como tempo de penetração no qual o líquido penetra nas descontinuidades pelo efeito de capilaridade. • Disposição: horizontal. • Água limpa. • Quantidade de tubos a ser ensaiados. Alguns exemplos típicos de materiais que podem ser ensaiados são: metais ferrosos e não ferrosos. Líquidos penetrantes também podem ser utilizados para a detecção de vazamentos em tubos. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em ultra-som em medição de espessura. metálicos e não metálicos. soldas e componentes (ensaio de capilaridade). • Fácil visualização da descontinuidade. Este método está baseado no fenômeno da capilaridade. APLICAÇÃO Geralmente este ensaio se destina à detecção de descontinuidades superficiais em materiais não porosos. descontinuidades de fabricação ou de processo tais como trincas. Na técnica colorida as indicações são observadas diretamente com luz visível (branca).5 kgf/cm2. O penetrante fluorescente apresenta maior sensibilidade devido ao alto contraste apresentado entre as indicações e a superfície ensaiada. LÍQUIDO PENETRANTE O ensaio por Líquidos Penetrantes é considerado um dos métodos mais utilizados para a detecção de descontinuidades superficiais nos mais variados materiais. • Enchimento do equipamento com água. ligas metálicas. trinca de tensão provocada por processos de têmpera ou revenimento. uma vez que a sensibilidade do ensaio é diretamente proporcional a esta propriedade. que é o poder de penetração de um líquido em áreas extremamente pequenas devido a sua baixa tensão superficial.ABENDE .

São detectados defeitos tais como: trincas. análise de contaminantes no caso de utilização em materiais como titânio. • Cuidados adicionais quanto à segurança. ligas de níquel ou aço inoxidável austenítico. • Normalmente os requisitos dos equipamentos e dos consumíveis estão definidos no procedimento de ensaio ou norma aplicável. inclusões. • Necessidade de prever escoamento e tratamento dos resíduos do produto após aplicação. REqUISITOS DE COMPRA DE EqUIPAMENTO OU CONSUMívEIS • Equipamentos e padrões utilizados: requisitos de calibração.Institucional GUIA DE MÉTODOS LIMITAÇõES • Com as técnicas convencionais não é aplicável em materiais porosos. dobras e falta de fusão. PARTÍCULAS MAGNÉTICAS O ensaio por partículas magnéticas é usado para detectar descontinuidades superficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos. gota fria. O método de ensaio está baseado na geração de um campo 21 Guia de END&Inspeção . • Necessário limpeza rigorosa antes da execução do ensaio. junta fria. • O ensaio não gera registro permanente. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em líquido penetrante. • Consumíveis utilizados: teste de recebimento. dupla laminação em biseis.

soldas. 22 REqUISITOS DE COMPRA DE EqUIPAMENTOS E CONSUMívEIS • Equipamentos e padrões utilizados: requisitos de calibração. máquinas portáteis com contatos manuais (eletrodos) ou equipamentos de magnetização estacionários para ensaios seriados. veículo utilizado: teste de recebimento dos produtos (sensibilidade. conseqüentemente. • Exige preparação da superfície do material antes do ensaio. Irídio-192 ou Selênio-75. chapa ou elemento de máquina que desejamos ensaiar. RADIOGRAFIA O ensaio radiográfico é uma técnica não destrutiva que se utiliza da radiação ionizante. laminados. Alguns exemplos típicos de materiais que podem ser ensaiados são: fundidos. concentração. conotando deste modo a presença de descontinuidades. • Alta produção em sistemas automatizados. colocase o elemento sensor que poder ser um filme radiográfico. A radiação ionizante obtémse a partir de aparelhos de Raio-X industriais. de um lado a ampola de Raios-X. ou pela desintegração de isótopos radiativos. A presença ou não de descontinuidades forma imagem no elemento sensor (filme ou placa) que contrastam com a imagem da peça. ou modernamente os captadores de imagem na forma de painéis. a peça deverá ser magnetizada em pelo menos duas direções ortogonais. • Possível de ser realizado em peças de geometria complexa dependendo da técnica utilizada. APLICAÇÃO A técnica se destina à detecção de descontinuidades superficiais e subsuperficiais em materiais ferromagnéticos. tais como Cobalto60. em tempo real e ainda em 3 dimensões se a peça estiver girando ou se deslocando. Para que as descontinuidades sejam detectadas é importante que elas estejam aproximadamente perpendiculares às linhas de fluxo magnético. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em partículas magnéticas. aplicam-se as partículas magnéticas que serão atraídas para o local onde existe campo de fuga. • Aplica-se somente à detecção de descontinuidades superficiais e subsuperficiais. condi- Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . • Alta sensibilidade para detecção de descontinuidades superficiais como as trincas de fadiga. O ensaio radiográfico permite ser efetuado com a peça em movimento. observando-se o resultado em um “Intensificador de Imagem” que mostra a imagem instantânea. • Indicações imediatas e de fácil interpretação. • Dificuldade na obtenção de registro perma-nente. placas de fósforo ou outros materiais que gravam a imagem recebida. Para a magnetização podem ser utilizados aparelhos como yokes. • Partículas magnéticas. entre outros. LIMITAÇõES • Aplicável somente em materiais ferromagnéticos. • Normalmente os requisitos do equipamento e dos consumíveis estão definidos no procedimento de ensaio ou norma aplicável. • Necessita de energia elétrica. Do lado oposto ao da incidência do feixe de radiação. A radiação incide e deve atravessar a peça. do outro lado o “captador da imagem“ para transformá-la em formato digital. no centro um manipulador que movimenta a peça em eixos motorizados comandado em console externo por meio de joystik. criando assim região com polaridade magnética (campo de fuga). • Rapidez e simplicidade de execução.magnético que percorre toda a superfície do material ferromagnético. As linhas de força induzidas no material desviam-se de sua trajetória ao encontrar descontinuidade superficial ou subsuperficial. forjados. Enquanto a magnetização está presente na peça. extrudados. cionador/distensor.ABENDE .). tinta de contraste. etc. com ajuda do Integrador de imagem mostrando o vANTAGEM • Baixo custo de execução. usinados e peças tratadas termicamente. isto é. Para tanto necessitamos de: uma cabine à prova de radiação.

rodas. alumínio e outros materiais são analisados por Raios-X. partículas magnéticas. Não é possível detectar trincas perpendiculares ao feixe de radiação porque a variação volumétrica(entenda-se a “espessura” da trinca) é muito pequena. aos operadores e às pessoas da redondeza. exige cuidados de radioproteção que incluem o isolamento da área. Detecta preferencialmente falhas volumétricas. entre muitos outros. vazios. Conotado como ensaio prioritário em itens de segurança na indústria automobilística. peças fundidas ou forjadas. LIMITAÇõES • Apresenta limitações na detecção de descontinuidades planares (trincas) que são as mais graves em termos de afetar a integridade dos materiais. APLICAÇÃO O método é aplicado durante as etapas de fabricação ou depois em serviços de manutenção. caldeiras. de ferro. mas também trincas ou falhas planares desde que o plano destas falhas esteja o mais paralelo possível ao feixe de radiação. • Seguir e aplicar as normas de proteção radiológica inclusive com a presença de instrumentos de medição de radiação registrados e aferidos. facilitando a situação de análise. aço. • É o ensaio com potencial nocivo à saúde.Institucional GUIA DE MÉTODOS resultado em monitores de alta resolução. A Radioscopia Industrial tem a grande vantagem de mostrar um visual tridimensional da descontinuidade. segregações. Ensaios de solda em tubos. laudo e documentação. se a peça for manipulada dentro do feixe de radiação. tais como pinças de freio. rechupes. 2 Guia de END&Inspeção . carcaças de direção hidráulica. vANTAGEM Das técnicas convencionais de ensaios não destrutivos (líquidos penetrantes. inclusive no acompanhamento através de auditagem. passando a ser realizado em horário noturno. Existem sistemas que efetuam a análise da imagem do monitor automaticamente. ultrasom manual) é’ o único método que apresenta registro permanente por meio de filme ou de imagem digitalizada de fácil compreensão. ao vivo e em tempo real. nesse caso o método de ensaio é chamado de Radioscopia Industrial. o que prejudica sua aplicação em períodos normais de trabalho. pontas de eixo. bolhas.

evitando paradas não programadas ou acidentais. acompanhamento de desempenho e desenvolvimento de placas e circuitos eletrônicos. Pode também ser utilizada no monitoramento de sistemas mecânicos. APLICAÇÃO qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Toda empresa que atua ou deseja atuar com radiação ionizante (Raios-X ou Gamagrafia) deverá contratar uma pessoa especializada em Proteção Radiológica. é utilizada no desenvolvimento e no estudo do comportamento de pneumáticos. sendo que a inspeção de sistemas elétricos em empresas de geração. O ensaio termográfico. Há ainda TERMOGRAFIA A inspeção termográfica (Termografia) é uma técnica não destrutiva. há aplicação na siderurgia. De forma geral. como no levantamento do perfil térmico dos fundidos durante a solidificação. Com a análise das diferenças de temperaturas ou mesmo do aquecimento 2 Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . como o do vidro e o de papel. propiciando a manutenção e produção. tem sido utilizado para observação remota do perfil de temperaturas das superfícies dos corpos sob exame. através da qual a distribuição de temperaturas de uma dada superfície é apresentada sob a forma de uma imagem térmica. a maioria estrangeiros. através de inserção controlada de calor na amostra.• A área de execução do ensaio deve estar livre de pessoas. A existência de um representante com Assistência Técnica local é desejável. permitindo que as cabines sejam integradas dentro das linhas de produção das fábricas ou fundições. A partir do momento em que o gradiente térmico é criado durante a inspeção. devem ser homologados pelos respectivos órgãos de Proteção Radiológica de seus países de origem. desembaçadores de pára-brisas traseiros. Na indústria automobilística. rolamentos e mancais. A inspeção interna e externa de fornos de processo. compressores etc. argamassas e revestimentos em geral. sem inserção deliberada de calor nos mesmos. na análise de motores. e de vazamentos e obstruções em tubulações de plantas industriais. bem como a aplicação no monitoramento de reatores e torres de refrigeração. qualificada e registrada pelo CNEN. Além do acompanhamento de processos produtivos.ABENDE . em freios e em sistemas de refrigeração veicular. elevado. bombas. é empregada na inspeção de painéis elétricos em empresas de diversos ramos de atividade. Na área das pesquisas científicas há aplicações em processos de trocas térmicas. em motorização. Na engenharia civil também se faz a avaliação do isolamento térmico de edifícios e determinam-se detalhes construtivos de obras e produtos como cerâmicas. Esta apresentação é possibilitada pelo uso de câmeras (termo visores) capazes de detectar radiações eletromagnéticas na faixa do infravermelho. transmissão e distribuição de energia é o seu emprego mais tradicional. não intrusiva e preditiva. impossibilitando o acesso àquelas não autorizadas. a metodologia é denominada termografia ativa. Na indústria aeronáutica é extensivamente empregada na inspeção de painéis confeccionados em material compósito. A termografia é uma técnica fortemente associada à manutenção preditiva e preventiva. comumente. como roletes. No ensaio por Radioscopia Industrial efetuado dentro da cabine à prova de radiação. também se obtêm a distribuição térmica dos objetos e equipamentos a que se quer saber a condição operacional e da temperatura que se encontram no momento. Também recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em raios-x ou gama. devidamente demarcadas. sendo o contraste visual da imagem gerado pelo gradiente térmico espontaneamente existente. bem como ao monitoramento de processos dinâmicos. é também uma prática consolidada. Devem ser fornecidos certificados de conformidade e completos manuais de instrução. REqUISITOS DE COMPRA Os fabricantes de equipamentos. Esta metodologia poderia ser caracterizada como termografia passiva. os requisitos são mais brandos. Ela encontra campo em aplicações bastante variadas. em indústrias químicas e petroquímicas. é possível traçar programas de intervenção e monitoramento.

Esta característica não intrusiva permite a continuidade operacional. É necessário que haja atenção com o problema de reflexos. 2 Guia de END&Inspeção .Institucional GUIA DE MÉTODOS mais estudos voltados para o emprego da técnica na inspeção de compósitos. vANTAGEM As informações relativas à distribuição e aos valores de temperatura permitem uma análise confiável a respeito das condições operacionais dos equipamentos e componentes. A análise dos resultados é praticamente imediata. Na inspeção de fornos. e desenvolvimento de metodologias ativas de inspeção aplicadas a materiais poliméricos. a termografia é empregada no diagnóstico de anomalias e disfunções. Como a variável de interesse é extremamente dinâmica (temperatura). portanto. a calibração dos termovisores torna-se bastante complexa. ou mesmo a determinação do momento crítico em que não haverá mais condições de postergar a correção de anormalidades. Na área médica. como vidro ou acrílico. compósitos e metálicos. O exemplo dessas limitações são painéis blindados. Outras dificuldades são as limitações que as normas e procedimentos de segurança requerem. visto que as imagens térmicas tendem a ser de fácil interpretação. umidade relativa e velocidade do vento. e a segurança do inspetor é garantida. Em espaços abertos. fazendo com que o ensaio termográfico tenha características fortemente qualitativas. a presença de depósitos de cinza aderidos nas paredes dos tubos pode acarretar interpretações errôneas. sem impacto na produção por conta das atividades de inspeção. ressaltando que os equipamentos têm de estar em operação ou energizados. mesmo que a interface entre a câmera e o objeto seja uma placa de material transparente à luz visível. O inspetor precisa ter um profundo conhecimento sobre o equipamento e suas condições de operação. contatos e comutadoras de transformadores. LIMITAÇõES É necessário que o inspetor tenha acesso direto para visualizar a superfície de exame. já que praticamente nenhuma preparação de superfície de observação é exigida. possibilitando a programação de intervenções. O fato de não haver necessidade de contato é um outro ponto muito positivo. os resultados são sensíveis às variações das condições atmosféricas. não será possível obter informações a respeito de componentes internos que não sejam diretamente observáveis.

soldados ou não. etc) e. • Necessidade de plataformas e/ou andaimes conforme o tipo de equipamento. • Necessidade de inspetor treinado para interpretação correta das descontinuidades. portanto. profundidade e perda de espessura. • Possível de ser realizado em peças de geometria complexa. A técnica TOFD trabalha com a difração da onda ultra-sônica. fundidos. 2 e 3 encontra-se em fase de desenvolvimento no sistema nacional. PHASED ARRAY: Ultra-Som Automático com Registro Contínuo. Possibilita a determinação da extensão. 2 vANTAGEM • Possibilidade de identificação de descontinuidades internas com detalhes como profundidade e comprimento. TIPOS DE ULTRA-SOM Medição por Espessura: Ensaio ultra-sônico.Neste tipo de apresentação. cobre 100% da solda e ZTA. ao longo de toda sua extensão. estirados. com apresentação B-Scan . qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL Recomenda-se que a atividade de END seja executada por profissional qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação de Pessoal da ABENDE em ultra-som.com a varredura realizada na superfície da peça. do tipo pulso eco. B-SCAN: Ensaio ultra-sônico por varredura. através do trabalho da Comissão de Estudos de Termografia da ABENDE. com objetivo de cobrir 100% do volume da solda. indicado para detectar descontinuidades superficiais e internas em materiais metálicos. indicado para determinação de espessura remanescente em superfícies que permitam o acesso para contato do cabeçote. forjados. devido à corrosão ou a desgastes causados por fluidos. ULTRA-SOM Ensaio não destrutivo. extrudados e soldas. • Pontos de inspeção e facilidade de acesso para obtenção das imagens • Tempo disponível para inspeção • Procedimentos internos de operação e segurança • Critérios de aceitação e recomendação (quando acertados e discutidos) • As câmeras termográficas podem operar na faixa espectral de ondas curtas (3-5µm) ou médias (7-14µm). óleo. LIMITAÇõES • Necessidade de limpeza prévia da superfície.REqUISITOS DE COMPRA Devem ser repassadas as seguintes informações: • Tipo do equipamento e suas quantidades. qUALIFICAÇÃO DE PESSOAL A qualificação em inspetor termografista de nível 1. vasos de pressão. tanques e tubulações em geral. Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . • Necessidade de blocos de calibração. tre-filados. APLICAÇÃO Materiais laminados. necessita de um acoplante (graxa. deixandoa isenta de imperfeições que podem mascarar o ensaio. esta tecnologia de inspeção de ultra-som computadorizado e automatizado que utiliza o método de escaneamento linear com transdutores de múltiplos cristais. que é gerada quando esta atinge a descontinuidade existente na solda. TOFD: Ultra-Som Automático com Registro Contínuo é uma técnica de inspeção de ultra-som computadorizado e automatizado que utiliza o método de escaneamento linear com múltiplos transdutores conectados no scanner. • Pode ser realizado em superfícies planas ou curvas. vaselina. • Limitação para caracterização e dimensionamento preciso do resultado. de limpeza posterior.ABENDE . a tela do aparelho mostra a secção transversal da peça. além de aplicações específicas em materiais não me-tálicos e/ ou equipamentos tais como: caldeiras. • Na maioria dos casos.

• A execução deve ser orientada por um procedimento qualificado por um profissional nível 3 do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal/ABENDE • Ao término dos serviços deve ser fornecido um relatório com as descontinuidades e/ou defeitos detectados e sua localização. fita cassete ou meio magnético. RECOMENDAÇÕES PARA OBTER RESULTADOS SATISFATÓRIOS Os seguintes itens devem ser considerados como elementos fundamentais para os resultados destes ensaios: • Pessoal treinado. em papel. 2 Guia de END&Inspeção . • O equipamento a ser ensaio deve estar limpo.Institucional GUIA DE MÉTODOS RECOMENDAÇÕES QUANTO À EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS PARA TODOS OS ENSAIOS • O contratante do serviço deve disponibilizar: o croqui do equipamento. andaimes e estruturas de apoio quando necessário. • O local da realização do ensaio deve possuir iluminação adequada. qualificado e certificado • Equipamentos calibrados • Procedimentos de execução de ensaios qualificados com base em normas e critérios de aceitação previamente definidos e estabelecido.

• Líquido penetrante • Partículas magnéticas • Ensaio visual • Qualificação e certificação de pessoal ABSORvIDADE (a) Porção da energia incidente sobre uma superfície. ACABAMENTO FOSCO Superfície com tendência à difusão em vez da reflexão da luz. ACOPLAMENTO (CORRENTES PARASITAS) Dois circuitos elétricos estão acoplados quando têm uma impedância em comum. elaborado e consensado com significativa parcela da comunidade técnica e acadêmica. etc. Guia de Termos . tubulações e estruturas metálicas. Na edição deste guia. NOTA Generalmente se utiliza como acoplante: vaselina. em um dado comprimento de onda. graxa para vazio.0. ADAPTAÇÃO AO ESCURO Ajuste dos olhos quando a pessoa passa de um lugar iluminado para um lugar escurecido.GUIA DE TERMOS Guia de Terminologias de END No presente trabalho. 2 • Radiografia industrial • Termografia • Ultra-som ACELERADOR LINEAR DE ELÉTRONS Gerador de elétrons na qual a aceleração das partículas é conectada a um campo de propagação de alta freqüência dentro de um guia linear ou ondulado. Para um corpo negro.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção .ABENDE . devido ao estabelecimento ou interrupção de um circuito elétrico energizado. ABERTURA DE ARCO Queima localizada na peça causada pelo arco elétrico. sem brilho. consta a relação dos termos dos seguintes métodos de ensaios: • Correntes parasitas. de tal forma que a corrente em um dos circuitos causa uma voltagem no outro circuito. Os esforços aqui direcionados foram no sentido de se atender ao máximo às diferentes correntes de opinião e padronizar os termos utilizados pelos profissionais no seu dia-a-dia. para facilitar a transmissão da energia ultra-sônica. buscou-se enfocar os termos técnicos consolidados nas normas técnicas brasileiras publicadas pela ABNT. Também conhecida como lambertiam. esse valor é 1. ACúMULO ExCESSIvO Acúmulo demasiado de partículas magnéticas devido à excessiva magnetização da peça. ACUIDADE vISUAL Capacidade de distinguir pequenos detalhes visualmente. ACOPLANTE (ULTRA-SOM) Meio interposto entre o transdutor e peça de ensaio. • Emissão acústica. • Estanqueidade para saneamento básico ABSORÇÃO (RADIOGRAFIA) Processo pelo qual os fótons incidentes são reduzidos em número ou energia ao atravessar a matéria. ACFM (ALTERNATING CURRENT FIELD MEASUREMENT) Técnica de medição de campo de corrente alternada. utilizada para detectar e dimensionar trincas de fadiga em equipamentos. ABSORÇÃO (ULTRA-SOM) Parte da atenuação de um feixe sônico devido à conversão da energia vibratória em calor. ACOPLANTE (EMISSÃO ACúSTICA) Meio interposto entre o sensor e a peça em ensaio para melhorar a transmissão da energia acústica durante o monitoramento. ACOPLAMENTO (ULTRA-SOM) Termo usado para descrever a qualidade da impedância acústica entre o transdutor e a peça em ensaio. que é absorvida por esta.

Institucional GUIA DE TERMOS 2 Guia de END&Inspeção .

âNGULO Ângulo formado entre o eixo central do feixe de radiação e o plano do detector.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção .ABENDE . AMPLITUDE DA RESPOSTA Propriedade do sistema de ensaio pela qual se pode medir a amplitude do sinal detectado. Tal apresentação é monodimensional. Apresentação em coordenadas cartesianas. ANÁLISE DE IMPEDâNCIA Em ensaio eletromagnético. (1 nm = 10-9 m). Atualmente é utilizada tal apresentação em sistemas de inspeção automática e por imersão. AMPERíMETRO ShUNT Resistor de precisão de baixa resistência com capacidade para conduzir altas correntes. onde os eixos horizontal e vertical indicam o posicionamento do pulso pelas coordenadas x e y. ANEL DE DISTRIBUIÇÃO Conjunto de tubulações que forma a rede primária. o posicionamento do eixo z. onde a luminosidade foi substituída por dígitos que indicam a profundidade z. âNGULO DE CAMPO Ângulo existente entre os pontos nos lados opostos do eixo do feixe. ruído de vazamento ou outro dado de interesse para a operação da rede de distribuição de água. Guia de Termos . pelo meio em que se propaga. ANOMALIA Qualquer indicação de temperatura que se desvie do esperado. independentemente de fase (ver ‘’análise de fase’’ e ‘’análise de harmônico’’). AMPLITUDE DO PULSO Valor da amplitude máxima do pulso. de um sinal complexo de ensaio com as condições eletromagnéticas da peça examinada. ALvO Área da superfície do ânodo de um tubo de raios X onde ocorre a colisão do feixe de elétrons. ou de todas essas mudanças. vazão. âNGULO DE REFLExÃO Ângulo entre o eixo do feixe refletido e a normal da interface. ANÁLISE DE hARMôNICO AGENTE CONDICIONADOR Aditivo para uma suspensão de água utilizado para melhorar propriedades específicas como molhabilidade. freqüências ou bandas de freqüências na envoltória de modulação (freqüência portadora) do sinal.ADAPTAÇÃO vISUAL Ajuste dos olhos quando a pessoa passa de um local iluminado para um lugar escurecido. ÁREA DE INTERESSE Região do objeto na imagem radiográfica que deve ser avaliada. entre pontos correspondentes de duas ondas senoidais de mesma freqüência. em um ponto de observação. AMPLITUDE TÉRMICA Intervalo de temperaturas coberto na escala de um termograma. âNGULO CRíTICO Máximo ângulo de incidência em uma interface de dois meios diferentes. dentro do campo distante. onde os eixos horizontal e vertical indicam o posicionamento x e y do pulso e a luminosidade da tela. APRESENTAÇÃO B (B-SCAN) ANGSTROM (Å) Unidade de comprimento que pode ser usada para expressar o comprimento de onda de radiação eletromagnética. ANÁLISE DE MODULAÇÃO Método analítico usado em ensaios eletromagnéticos. onde a amplitude do pulso é representada no eixo vertical e o tempo no eixo horizontal. AjUSTE DO CONTRASTE Função de ajuste dos valores da escala de cinzas para aumentar ou reduzir o contraste da imagem. ANISOTROPIA ACúSTICA Característica acústica de um material com uma diferença no comportamento acústico. âNGULO DE FASE Equivalente angular do defasamento. indicando tão somente o posicionamento do pulso e sua amplitude. âNODO ANÁLISES DA EA Interpretação e avaliação de EA para descrever e caracterizar suas fontes. AMPERèS-ESPIRA Produto do número de espiras da bobina e da corrente elétrica em ampères que circula pela bobina. ARMAZENAMENTO DE DADOS Equipamento eletrônico para coleta. registro e armazenamento de dados de pressão. resistência à corrosão ou antiespumante. dispersão de partículas. Técnica analítica pela qual se determina a amplitude ou fase. âNGULO ENTRE TRANSDUTORES Ângulo existente entre os feixes sônicos de transdutor de duplo cristal. AMORTECIMENTO DO RUíDO Absorção das ondas sonoras. âNGULO DE REFRAÇÃO Ângulo entre o eixo do feixe refratado e a normal da interface. é um método analítico que consiste em correlacionar mudanças na amplitude. fase ou componentes cartesianos. âNGULO DE INCIDêNCIA Ângulo entre o eixo do feixe de incidência e a normal da interface. individualmente. APRESENTAÇÃO A (A-SCAN) Apresentação em coordenadas cartesianas. conectado em paralelo com um amperímetro. pelas diferentes mudanças no ângulo de fase que essas condições produzem no sinal de ensaio (ver detecção de fase). AGENTE DE ENSAIO Ver meio de ensaio. é medido em minuto de arco. Trata-se de representação bidimensional. AMORTECIMENTO DO MATERIAL Medida da capacidade de um dado material em dissipar a energia mecânica vibratória. 0 AMPLITUDE DO SINAL DE EA Maior pico de tensão obtido pela forma de onda do sinal de um evento de emissão. separando e interpretando. Eletrodo positivo de um tubo de raios X. de maior dimensão. ÁREA ExAMINADA Região de uma estrutura que é monitorada por EA. AFERIÇÃO Ver calibração. no tempo. âNGULO vISUAL Ângulo subtendido por um objeto ou detalhe. que distribui água para as linhas secundárias. provenientes do ruído de vazamento. neste caso a luz. que é usado para avaliar e comparar o desempenho global e sensibilidade das partículas magnéticas. ANÁLISE DE FASE Técnica analítica que discrimina entre as variáveis da peça submetida ao ensaio eletromagnético. que permite a existência de uma onda refratada transversal. indicando os ecos por meio de corte transversal da peça. APRESENTAÇÃO C (C-SCAN) Apresentação em coordenadas cartesianas. NOTA Entenda-se por área uma parte da estrutura. que separa as respostas devidas a vários fatores que influenciam o campo magnético total. entre o eixo e borda do feixe. ANEL DE ENSAIO Anel que contém descontinuidades subsuperficiais artificiais. ou ambas. Geralmente. da freqüência de componentes de um sinal periódico complexo. Um Angstrom é igual a 0. AjUSTE Operação destinada a fazer com que um instrumento de medição tenha desempenho compatível com o seu uso. âNGULO DE DIvERGêNCIA Ângulo. gerando os raios X.1 nanômetros.

exposição ou processamento de uma imagem. ARRANjO DE SENSOR Múltiplos sensores de EA arranjados em uma configuração geométrica designada para fornecer detecção/ localização de fonte de EA para um dado componente da planta ou área do contorno de pressão a ser monitorada. dispersão e abertura do feixe sônico. umidade.Institucional GUIA DE TERMOS ARqUIvO DE IMAGEM Material capaz de captar e/ou armazenar uma imagem radiográfica de forma digital ou analógica. em dB por unidade de distância. AvALIAÇÃO DE RESULTADOS Ato de interpretar os resultados de um ensaio. BARRA DE PERFURAÇÃO Equipamento de perfuração manual utilizado para confirmar o local do vazamento sem efetuar escavação. causada por falhas na fabricação. ATIvIDADE ESPECíFICA A atividade por unidade de massa de um radioisótopo. Célula receptora da retina que responde a níveis baixos de luminância. ATENUAÇÃO ATMOSFÉRICA Perda resultante da propagação da radiação infravermelha pelo meio atmosférico. ARRASTE Perda de materiais penetrantes como resultado da aderência destes na peça em ensaio. ATENUAÇÃO (ULTRA-SOM) Perda de energia produzida pela somatória dos efeitos da perda por absorção. mesmo muito abaixo do limite dos cones. BASE DO FILME Material que serve de apoio. ARTEFATO (INDICAÇÃO FALSA) Indicação espúria na radiografia. ASTIGMATISMO Deformação na superfície da curvatura do globo ocular. com base em suas especificações e nos princípios do sistema utilizado. BETATRON Máquina na qual os elétrons são acelerados em uma órbita circular antes de serem defletidos em um alvo para a produção de raio X de alta energia. durante sua passagem através da matéria. BARRA DE SOLDAGEM Ver barra de perfuração. em um dado percurso. BASTONETES ATRASO DA vARREDURA Apresentação onde o zero da escala de tempo não coincide com o zero do reticulado. É função da distância. ATIvIDADE DE EA Ocorrência dos sinais de EA. Não existem bastonetes na fóvea centralis. de que resulta em diferença no grau de refração dos diferentes meridianos e conseqüente desvio dos raios luminosos. BANhO Ver suspensão. AUSCULTAÇÃO ATENUAÇÃO (RADIOGRAFIA) Redução em intensidade de um feixe de raios X ou gama. o qual é coberto pela emulsão fotossensível. Nesses níveis não há base para percepção de diferenças de cores e de saturação. manuseio. Ação de identificar ruído através da utilização do ouvido. ATIvIDADE Número de desintegrações nucleares por unidade de tempo que ocorrem em uma fonte radioativa. temperatura e partículas. Também conhecido como barra de soldagem. causada por absorção e espalhamento. devido à absorção ou ao espalhamento dela. 1 Guia de END&Inspeção . AUDIOFREqUêNCIA ATENUAÇÃO (EMISSÃO ACúSTICA) Perda na amplitude do sinal de EA. Freqüências compreendidas dentro da faixa de 20 Hz a 20 kHz.

CABEÇOTE DE DUPLO CRISTAL Dispositivo que utiliza dois transdutores independentes para emissão e recepção do feixe sônico. CADASTRO DE TUBULAÇÃO BOBINAS ENvOLvENTES No ensaio eletromagnético. circunferenciais. fazendo com a normal a superfície tangente à peça. BOBINAS DE COMPARAÇÃO Ver bobinas diferenciais. de modo que qualquer condição elétrica ou magnética. BOBINAS DE COMPENSAÇÃO BLOCO DE CALIBRAÇÃO Bloco cujas dimensões. BORRIFADOR DE Pó Dispositivo usado para aplicar pó magnético em cima da superfície de uma peça em ensaio. um sensor de referência e o sensor a calibrar. na qual se colocam uma fonte simulada de EA. CAMINhO EM v (vPATh) Para um transdutor emitindo um feixe sônico oblíquo sob um ângulo a num material de espessura t e faces paralelas. ou entre um corpo-de-prova e um padrão. que permite a rápida identificação e visualização das características de trechos de uma rede de água implantada. com nível de detalhamento adequado. capazes de operar independentemente. quando este condutor é atravessado por uma corrente elétrica. BLOCO-PADRÃO (CORRENTES PARASITAS) Bloco com ranhuras (defeitos artificiais) de dimensões conhecidas. características. Cabeçote cujo eixo de feixe incide. Interfere com a nitidez da visão e com a observação e o julgamento crítico. CALIBRADOR DE EA CABEÇA DE CONTATO Dispositivo usado para apoiar e suportar uma peça para facilitar a passagem de corrente elétrica pela peça. NOTA Também pode ser usado para avaliar técnicas por líquido penetrante ou condições de ensaio BOBINAS CIRCUNFERENCIAIS Ver bobinas envolventes. Dispositivo que utiliza um único transdutor para gerar e receber feixe sônico.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . Brilho excessivo (ou brilho variando mais do que 10:1 dentro do campo da visão). a relação entre os valores indicados por um instrumento de medição ou sistema de medição ou valores representados por uma medida materializada ou um material de referência. BLOCO ESCALONADO Bloco de um mesmo material contendo diferentes espessuras. gerando uma magnetização circular. Conjunto de informações representadas graficamente. empregada(o) em ensaios eletromagnéticos. com propriedades radiográficas equivalentes ao objeto ensaiado. quando atravessado por um feixe de radiação X ou gama. CALIBRAÇÃO Conjunto de operações que estabelece.BLOCO COMPARADOR Bloco que contém descontinuidades intencionalmente provocadas.) para produzir um feixe focalizado ou um ponto focal. forma geométrica e superfície de acabamento estão perfeitamente definidas e determinadas. CABEÇOTE DE ONDAS SUPERFICIAIS Cabeçote para gerar ou receber ondas superficiais. que produzem um campo magnético. reduz sua intensidade pela metade. processo eletrônico etc. CABEÇOTE MONOCRISTAL BLOCO DE REFERêNCIA Bloco cujo material é semelhante àquele da peça em ensaio. e de gerar feixes de ângulos e distâncias focais variadas. BOBINAS ANULARES Ver bobinas envolventes. que contém descontinuidades conhecidas. CABEÇOTE FOCALIZADO Cabeçote no qual o feixe sônico é concentrado por dispositivos especiais (forma do cristal. BOBINAS DE REFERêNCIA Bobina ou sonda que pode ser usada em conjunto com um material adequado para balancear eletricamente um sistema diferencial. bobinas inseridas ou bobinas de inserção. CAMADA SEMI-REDUTORA (CSR) Espessura de material especificado que. como no caso de bobinas internas (sondas) em tubos. um ângulo diferente de (0 grau e 90º). 2 CABEÇOTE ANGULAR BOBINA INTERNA Bobina ou conjunto de bobinas. bobina(s) ou conjunto de bobinas que envolve(m) a peça a ser examinada. permitindo a calibração e a verificação do desempenho de um equipamento de exame de materiais por processos sônicos. Material posicionado sobre o IQI. BOBINAS DE ENSAIO Seção de um conjunto de bobina que excita e/ou detecta o campo magnético no material que estiver sendo examinado.ABENDE . quando atravessado por um feixe de raios X ou gama. Também conhecida como aferição. CABEÇOTE Dispositivo eletroacústico incorporando um ou mais transdutores (cristais) com a finalidade de transmitir e/ou receber ondas ultra-sônicas. BLOCO-PADRÃO (ULTRA-SOM) Ver bloco de calibração. com o objetivo de comparar diferentes tipos de materiais penetrantes quanto ao seu desempenho. BOBINA (CORRENTES PARASITAS) Uma ou mais espiras de condutor. etc. As bobinas deste tipo são também conhecidas como bobinas internas. Generador eletrônico de forma de ondas e outro dispositivo que pode introduzir um sinal transitório em um processador de emissão acústica com o fim de controlar e verificar o funcionamiento da instrumentação. que não seja(m) comum(ns) às áreas da peça que estiverem sendo sido examinadas. CABEÇOTE NORMAL Cabeçote do qual ondas se propagam a 90º em relação à superfície de ensaio. detectadas de uma região da peça através de um ensaio eletromagnético. isoladas entre si e geralmente envolvidas por isolação apropriada. CALÇO BOROSCóPIO Equipamento utilizado no ensaio visual remoto para ensaio de superfícies não acessíveis. É utilizado para permitir a comparação entre os sinais provenientes de descontinuidades desconhecidas com os provenientes de descontinuidades perfeitamente definidas e determinadas. ou com outra peça. com diferentes amplitudes e fases. As bobinas deste tipo são também conhecidas como anulares. CAMADA DECI-REDUTORA Espessura de material especificado que. CABEÇOTE PhASED ARRAy Cabeçote composto por diversos cristais elementares. por inserção dentro das peças em ensaio. composição. sob condições especificadas. o percurso “V” é a distância medida na superfície de aplicação do transdutor entre o seu índice até o ponto onde o centro do feixe refletido atinge a superfície de origem. BOBINA ABSOLUTA Bobina (ou bobinas) que responde(m) a todas as propriedades elétricas ou magnéticas. produza(m) uma indicação. lentes. por conseqüência. reduz a intensidade à décima parte. e os valores correspondentes das grandezas estabelecidas por padrões. BLOqUEIO DA CALIBRAÇÃO PARA SENSORES Peça de metal de um material homogêneo isótropo elástico. BOBINA INSERIDA Ver bobina interna. Ver bobinas diferenciais. BOBINAS DIFERENCIAIS Duas ou mais bobinas conectadas eletricamente em oposição de série. Guia de Termos . BRILhO BOBINA (PARTíCULAS MAGNÁTICAS) Elemento constituído por um determinado número de espiras em série. provoque(m) um desbalanceamento do sistema e. CABEÇOTE DE IMERSÃO Cabeçote de onda longitudinal especialmente fabricado para ser utilizado em um líquido. utilizado para compensar diferenças geométricas da peça. ou ambas. sem comparação com outra seção da peça. ou ambas.

 Guia de END&Inspeção . CAMPO PRóxIMO (ZONA DE FRESNELL) Região do feixe ultra-sônico onde a pressão sônica não é relacionada diretamente com a distância em razão de interferências. CAMPO MAGNÉTICO Espaço dentro e ao redor de uma peça magnetizada ou um condutor conduzindo corrente elétrica. dois campos para produzir uma imagem ou quadro completo. CAMPO OSCILANTE Ver magnetização multidirecional. O mesmo que “zona remota” ou “região de fraunhofer”. Abreviação cd. cabos de conexãoe detectores ou processadores de sinais. CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO Número de sinais que podem ser processados na velocidade de processamento antes do sistema interromper a aquisição de dados para limpar os buffers ou para outro dispositivo aceitar dados adicionais. CAMPO MAGNÉTICO CIRCULAR Geralmente. CAMPO Na tecnologia de vídeo. outra instrumentação necessária. podem ser percebidos pela visão humana. CAMPO MAGNÉTICO RESULTANTE (àS vEZES ChAMADO vETORIAL) Campo magnético que é resultado de duas forças magnetizantes aplicadas na mesma área de um objeto magnetizável. CAMPO INDUZIDO Ver magnetização indireta. CANDELA Unidade básica de medição para a intensidade luminosa. CAMPO MAGNÉTICO LONGITUDINAL Campo magnético em que as linhas de força atravessam a peça em uma direção essencialmente paralela ao seu eixo longitudinal. portanto. CANAL DE EA Montagem em linha contendo um sensor. CAMPO BIPOLAR Campo magnético longitudinal dentro de uma peça que tem dois pólos. amplificadores. é definido como a porção angular sensoreada pelo sistema. resultante de uma corrente que passa através da peça ou condutor. onde a intensidade é inversamente proporcional ao quadrado da distância. o campo magnético ao redor de qualquer condutor elétrico ou peça. é um dos dois componentes da imagem do vídeo que juntos formam um quadro. é definido pelo ângulo sólido determinado pela projeção do(s) elemento(s) detector(es) na cena em um dado instante. CAMPO REMOTO (ZONA DE FRAUNhOFER) Região uniforme de um feixe sônico. Cada campo possui metade do total dos elementos da imagem. É a intensidade luminosa em uma dada direção da fonte que emite radiação monocromática de freqüência de 540 x 1012 Hz e que possui intensidade radiante naquela direção de 1. filtros. Antigamente conhecida como vela. CAMPO DE OBSERvAÇÃO Faixa ou área onde os objetos podem ser observados através de um sistema de imagem. CAMPO DE vISÃO INSTANTâNEO (CvI) Expresso em miliradianos. no qual a força magnética está presente. préamplificador. CAMPO DE FUGA Ver vazamento de campo magnético. CAMPO DE vISÃO TOTAL (CvT) Expresso em graus. radianos ou milímetros. CAMPO MAGNÉTICO RESIDUAL Campo que permanece em material ferromagnético depois da força magnetizante ter sido removida. CAMPO DE vISÃO Faixa ou área onde os objetos. é parte integrante do SI – Sistema Internacional de Unidades. o percurso é dado pela expressão: P = 2*e*tang a.Institucional GUIA DE TERMOS após percorrer um percurso duplo. lentes ou abertura. em um dado momento. de uma extremidade à outra.4641 miliwatt por steradion (stereo + radian). Analiticamente. São necessários. se o olho estiver imóvel.

CAvALETE Parte do ramal predial de água localizado na propriedade particular. Corpo capaz de absorver toda a radiação nele incidente e. introduzido no instrumento e/ou aplicativo de análise termográfica. Um sinal de intensidade constante. Limite de um feixe de radiação para uma forma de dimensões desejadas. é um receptor da retina que controla a resposta da retina. para armazenar o filme ou detector de imagem. O centro elétrico pode ser diferente do centro físico da bobina de ensaio. CENTRO ELÉTRICO Centro estabelecido pela distribuição do campo eletromagnético dentro de uma bobina de ensaio. CONTRASTE Diferença entre a quantidade de luz refletida ou transmitida por um objeto e pelo trabalho visual ou campo de visão do observador. CORPO CINZENTO Objeto radiante cuja emissividade é constante e apresenta valor inferior a 1. através de transmissão ou reflexão. CONTROLE DE GANhO Ver ganho. Distância percorrida por uma onda durante um ciclo completo. ChASSI Dispositivo protetor de luz. COMPóSITO Cristal microsseccionado.0. na imagem. COMPRIMENTO DE ONDA CIRCUITO DE POTENCIAL CONSTANTE Configuração eletrônica projetada para ampliar e manter um potencial constante dentro de um tubo de raios X. com objetivo de aumento de resolução. que identifica a posição do vazamento entre dois pontos determinados de uma tubulação. Diferença relativa de transmissão de radiação. COEFICIENTE DE ATENUAÇÃO Fator que indica a diminuição da amplitude de uma onda sônica por unidade de comprimento. CONTRASTE DE FUNDO Superfície da peça de ensaio contra as quais as indicações são vistas. parcial ou totalmente. converte ondas sônicas de um modo em ondas de modo diferente. pelo uso de dispositivos feitos de material absorvedor CONTRASTE Diferença na visibilidade (brilho ou coloração) entre uma indicação e o fundo. COR CONDUTOR CENTRAL Condutor colocado em uma peça oca e usado para produzir magnetização circular na peça. COEFICIENTE DE ABSORÇÃO Fator que define a capacidade de um meio em absorver energia sônica. expressa pela relação: l = lo * e-µx Onde: I é a intensidade de luz transmitida. emitir o máximo possível de radiação térmica.ABENDE . CONTRASTE DO OBjETO COMPENSAÇÃO DE TEMPERATURA AMBIENTE Parâmetro de temperatura ambiente.0. lo é a intensidade incidente de radiação. CLASSIFICAÇÃO EM DUAS vIAS Classificação eletromagnética baseada no sinal de resposta de um material. possibilitando a obtenção de formas variadas. acima ou abaixo do qual é estabelecido um nível. rígido ou flexível. Ver bastonetes. Sensação por meio da qual o olho humano distingue luz de diferentes intensidades (brilho) e diferentes comprimentos de onda entre 380 nm e 770 nm. para uma dada temperatura. CICLO ENERGIZANTE Aplicação de uma força magnetizante através de um condutor. CONvERSOR DE MODO Dispositivo que. utilizando o correlacionador de ruídos e vazamentos. com ou sem tela intensificadora durante a exposição. CLASSIFICAÇÃO EM TRêS vIAS Classificação eletromagnética baseada no sinal de resposta de um material. COLIMADOR (RADIOGRAFIA) Dispositivo feito de um material absorvedor de radiação. COLAR DE TOMADA Peça utilizada para derivação na rede de distribuição para execução de ramais prediais. CONE Na biologia. CONvERSOR ANALóGICO PARA DIGITAL (A/D) Dispositivo que converte um sinal analógico em uma representação digital do sinal. independente da posição circunferencial da descontinuidade. COEFICIENTE DE CONvERSÃO Relação entre as energias fornecidas e convertidas por um cristal piezoelétrico. Número de vezes que o sinal de EA excede um limite de referência prefixado durante uma parte selecionada de um ensaio ou inspeção. CORRELAÇÃO Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a localização de vazamentos não visíveis em tubulações enterradas. CONTRASTE DE IMAGEM COLIMADOR (ULTRA-SOM) Dispositivo destinado a controlar a direção e área de um feixe sônico. COMUTAÇÃO DE FASE Mudança na relação de fase entre duas grandezas alternadas de mesma freqüência. COMPRIMENTO DO PERCURSO Ver percurso sônico. CONTAGEM DE EA (N) COEFICIENTE DE ATENUAÇÃO (µ) Redução fracional por unidade de espessura e depende do material absorvedor e da energia da radiação incidente. através de três ou mais padrões de calibração. é indicativo da centralização elétrica. para fornecer compensação automática nas temperaturas medidas. X é a espessura. projetada de forma a permitir instalação do hidrômetro e do registro. projetado de forma a limitar a direção e área do feixe de radiação. O valor de sua emissividade é 1.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . entre duas zonas consideradas do objeto irradiado.  CONTAMINANTE Qualquer substância estranha presente na superfície de ensaio ou nos materiais penetrantes que afete adversamente o desempenho do ensaio ou prejudique o material que está sendo inspecionado. pré-amplificadores e sensores. através dos efeitos de reflexão ou refração. através de dois ou mais padrões de calibração.CARGA NO CRISTAL Energia mecânica por unidade de área que o cristal piezoelétrico fornece ao meio acusticamente acoplado a ele. CONvERSÃO DE MODO Processo pelo qual uma onda com um dado modo de propagação apresenta modos diferentes. COLIMAÇÃO CÁTODO Eletrodo negativo de raios X. CORPO NEGRO CONFIRMAÇÃO DO vAZAMENTO Ato de confirmar com instrumento de verificação direta (barra de perfuração ou perfuratriz) a existência de vazamento no local indicado (suspeito). quando o nível de luminância é alto e proporciona a percepção das cores. acima ou abaixo do qual é estabelecido um nível. tal como o chumbo ou o tungstênio. Diferença relativa de densidade óptica entre duas áreas adjacentes de uma imagem radiográfica. Guia de Termos . CORRELACIONADOR DE RUíDOS E vAZAMENTOS Equipamento acústico composto de unidade principal.

expressa em linhas de fluxo por unidade de área. CORRENTE DE âNODO Ver corrente do tubo. CORRENTE CONTíNUA Corrente elétrica que flui continuamente em uma única direção através de um condutor. operação e interrupção do serviço. dBEA Processo de monitoração de componentes. detectores planos etc. em função dos parâmetros básicos de ensaio. como conseqüência de uma reação química. DIGITAL Representação de um dado ou de uma grandeza física de forma discreta. de um campo magnético aplicado. que é interposto entre o transdutor e a peça. introduzidos em um padrão de referência. DIGITALIZAÇÃO (DE UM FILME) Ato de converter a imagem analógica em digital. DENSIDADE DE FLUxO MAGNÉTICO Valor de um campo magnético. dBEA Valor logarítmico da medida da amplitude do sinal de EA referente a 1 µV. D = log (lo/l) Onde: D é a densidade óptica. DETECÇÃO DE vAZAMENTO Método ou modalidade de ensaio não destrutivo para controle da estanqueidade de sistemas.  CUNhA Dispositivo. rasgos Guia de END&Inspeção . CORRENTES PARASITAS (EDDy CURRENT) Corrente elétrica induzida em um condutor pela variação no tempo ou no espaço. CRISTAL METALIZADO Placa de cristal piezoelétrico que tem uma ou ambas as faces cobertas por filme metálico condutor. DIFERENÇA DE TEMPERATURA EqUIvALENTE AO RUíDO Menor diferença de temperatura que se pode detectar. níveis de sensibilidade reproduzíveis para o equipamento de ensaio eletromagnético. placa de fósforo. A curva mostra um circuito fechado em forma de “S”. utilizada para gerar o magnetismo na peça a ser ensaiada. seqüencialmente. CRISTAL CORTE x Placa de cristal piezoelétrico. DERIvAÇÃO Saída de uma tubulação. posicionada no plano focal do instrumento. ou em ambos. DETECTOR DE INFRAvERMELhO Elemento transdutor. CRISTAL PIEZOELÉTRICO Material que possui a propriedade de converter energia mecânica em energia elétrica e vice-versa. DEFINIÇÃO DE IMAGEM Nitidez de delineamento dos detalhes da imagem radiográfica. CORROSÃO Perda ou degradação de um metal.). I e a intensidade da luz transmitida. CORRENTE DE MEIA ONDA Corrente alternada retificada monofásica que produz um campo pulsante e unidirecional. mais difícil a distinção de uma descontinuidade. DIAFRAGMA Dispositivo que limita a abertura (extensão) do feixe de raios-x emitido. com precisão. e os pontos de mínima e máxima força de magnetização definem importantes características magnéticas do material. CORRENTE DE ONDA COMPLETA Corrente alternada retificada de uma ou três fases. DESMAGNETIZAÇÃO Redução de magnetismo residual para um nível aceitável. positivo e negativo. CURvA DE hISTERESE Curva que mostra a densidade de fluxo “B” obtida em função da força de magnetização “H”. ramal predial etc). gerando as características de penetração e fluxo similares à corrente contínua. CURvA DE DECAIMENTO Atividade de um radioisótopo traçada contra o tempo. cortado de tal maneira que o eixo y seja normal às faces do hexágono e à superfície onde são aplicados. Os pontos de intersecção da curva com os eixos “B” e “H”. DETECÇÃO DE FASE Sinal cuja amplitude é função do ângulo de fase entre duas correntes alternadas. podendo ser traçada manual ou eletronicamente. sendo uma das quais usada como referência. DIAGRAMA PLANO DE IMPEDâNCIA OU PLANO DE IMPEDâNCIA Representação gráfica do lugar geométrico dos pontos que indicam a variação de impedância da bobina de ensaio. CURvA DE REFERêNCIA Curva construída a partir de um refletor utilizado como referência para o ajuste da sensibilidade do ensaio. ou entalhes. CURvA CARACTERíSTICA (DE UM FILME) Curva que apresenta a relação entre o logaritmo da exposição relativa e a densidade óptica. para proporcionar. DESCONTINUIDADE ARTIFICIAL Descontinuidades de referência. que converte em sinal elétrico a energia infravermelha incidente sobre sua superfície. CORRENTE DE MAGNETIZAÇÃO Fluxo de corrente.Institucional GUIA DE TERMOS CORRENTE ALTERNADA Corrente elétrica que muda a direção do fluxo em intervalos regulares. tais como furos. DENSITôMETRO Aparelho para a medida da densidade óptica de um filme radiográfico ou densidade refletiva de uma impressão fotográfica. DETECTOR Dispositivo de captação de radiação para formação de uma imagem (por exemplo: filme radiográfico. submetidos a esforços contínuos para detectar emissão acústica durante o início. DENSIDADE (FILME) Medida quantitativa do enegrecimento do filme quando a luz é transmitida. Io é a intensidade da luz incidente no filme. geralmente expressa em miliampéres. quando a força de magnetização é aumentada até o ponto de saturação em ambas as direções. tubulações ou recipientes. DESORDEM vISUAL (DE PLANO) DE FUNDO Formações ou sinal de um objeto de ensaio que representa o plano de fundo de uma descontinuidade. CRISTAL CURvO Cristal piezoelétrico que apresenta pelo menos uma superfície não plana e é utilizado para facilitar o acoplamento ou a focalização do feixe sônico. limitada pelo ruído interno do equipamento infravermelho a uma determinada temperatura. DESCONTINUIDADE SUBSUPERFICIAL Descontinuidade não aberta à superfície de uma peça em ensaio que produz uma indicação difusa. CORRENTE DO TUBO Corrente que passa entre o catodo e o anodo em um tubo de raios X. geralmente de material sintético. visando melhorar o acoplamento ou fornecer uma incidência adequada do feixe sônico no material. empregado para localizar fugas indesejáveis de líquidos. alternada ou contínua. CURvA DE SENSIBILIDADE DA vISTA Expressão gráfica das características da sensibilidade da visão do olho humano. Quanto maior o nível de desordem visual de fundo. com ou sem alteração de diâmetro (tê. CRISTAL CORTE y Placa de cristal piezoelétrico. cortada de tal maneira que o eixo x seja normal ao eixo longitudinal do cristal onde são aplicados os eletrodos. DETECTOR DE MATRIZ DE PLANO FOCAL (MPF) Matriz linear ou de duas dimensões de elementos detectores. DALTONISMO Deficiência na capacidade de percepção ou distinção de matizes (cores). CURvA DAC Curva de correção da amplitude em função da distância.

devido à mudança no acoplamento magnético entre a sonda e a peça em ensaio. DISTâNCIA FONTE/FILME (DFF) Menor distância entre a fonte de radiação real e o filme. DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DA AMPLITUDE DE EA -F(v) Número de eventos cujo sinal de EA excede uma amplitude arbitraria em função da amplitude V. EFEITO PELICULAR Fenômeno causado pela magnetização produzida por corrente alternada em uma peça ferromagnética. EFEITO MATCh BEND Ilusão óptica. na qual as linhas de força se concentram próximas à superfície da peça. EFEITO DE vELOCIDADE Fenômeno ocorrido em ensaio eletromagnético cuja evidência é uma mudança na voltagem do sinal resultante de uma variação no movimento relativo entre a peça e um conjunto de bobinas de ensaio. ELEMENTO DE ATENUAÇÃO Material que é ligado rigidamente à superfície posterior do elemento ativo e que tem por finalidade atenuar as suas vibrações. Esse efeito geralmente provoca um mascaramento das descontinuidades existentes dentro da região afetada (também conhecido como efeito de extremidade). EMISSÃO ACúSTICA (EA) Fenômeno pela qual as ondas elásticas transitorias se geram pela liberação rápida de energia desde fontes localizadas dentro de um material. ft(V) é o valor absoluto da derivada da distribuição acumulada Ft(V) dos cruzes do limite de referência.DISCO óPTICO Área interna da retina (humor vítreo) atravessada pelas fibras dos diversos receptores. f(V) é o valor absoluto da derivada da distribuição acumulada de amplitudes F(V). EIxO ACúSTICO Centro geométrico de amplitude máxima de energia sônica. Se medido em termos de espaço. EMISSÃO DISCRETA EA de eventos que podem ser separados uns dos outros. ECOS ESPúRIOS Sinal não associado a uma descontinuidade ou a uma variação de contorno na peça em ensaio. EMBAÇAMENTO DO FILME Termo geral utilizado para descrever a densidade óptica de um filme processado. o fluxo de corrente é limitado a uma camada externa e extremamente fina do condutor. etc. eco múltiplo Reflexão repetida de um impulso ultra-sônico entre duas ou mais superfícies ou descontinuidades em um meio material. EFEITO DE BORDA No ensaio eletromagnético. DOSíMETRO Instrumento para medição de dose de radiação ionizante. e emissão. quando uma corrente elétrica passa pelo arame. diferentes dos componentes fundamentais.ABENDE . Em geral é causada por envelhecimento do filme e processamento. a duração. DISTâNCIA OBjETO/FILME Ver distância objeto/detector. EFEITO kAISER Ausência de EA detectável até o momento no que se excede ao nível de carga máxima previamente aplicada. EMISSÃO CONTíNUA EA de eventos que não podem separar-se uns dos outros. cuja distância da origem é proporcional ao tempo decorrido. com a finalidade de permitir a passagem de corrente de magnetização à peça. muito elevadas.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . onde uma área com brilho uniforme aparenta ser irregular por causa do contraste do brilho de uma área adjacente. ELETRODOS Elementos condutores ligados por cabos à fonte. DURAÇÃO DO PULSO/LARGURA DO PULSO Separação entre as fases ascendentes e descendentes de um pulso. EFICIêNCIA vISUAL Confiabilidade do sistema visual. separando dois meios de impedâncias acústicas diferentes. EIxO DE TEMPO Sinal horizontal representado na tela do aparelho. causada por qualquer outra ação diferente da radiação formadora da imagem. Essa área de transição é totalmente cega. Tempo entre a primeira e a última vez que o sinal cruza o umbral de detecção. DISTRIBUIÇÃO LOGARíTMICA DA AMPLITUDE DE EA -G(v)-  Número de eventos com sinais de amplitude de EA entre V e aV (onde a é um multiplicador constante) em função da amplitude. tem-se a largura e se em termos de tempo. DURAÇÃO DO SINAL DE EA DISTâNCIA FOCO/FILME Ver distância fonte/filme (DFF). ELETROíMÃ Núcleo de ferro cercado por uma bobina de arame que temporariamente se torna um ímã. quando a onda de entrada for senoidal. ECO DE DESCONTINUIDADE Eco refletido por qualquer descontinuidade no interior do meio. EFEITO FELICITy Aparição de EA significativa em um nível de carga inferior ao nível máximo aplicado previa-mente. ECO DE INTERFACE Eco refletido por qualquer interface. ELÉTRON-vOLT (Ev) Unidade de energia utilizada para expressar a energia de radiações eletromagnéticas e corpusculares DISTRIBUIÇÃO ACUMULADA DOS CRUZES DO LIMITE DE REFERêNCIA DE EA -FT(v)Número de vezes que o sinal de EA excede um umbral arbitrario como funcão da tensão do umbral V. Outros términos que se utilizam na literatura de EA incluem: emissão de ondas de tensão mecânica. DISTRIBUÇÃO DIFERENCIAL DOS CRUZES DO LIMITE DE REFERêNCIA DE EA -FT(v)Número de vezes que a forma de onda do sinal de EA tem um pico entre os limites de referência V e V+DV como função do limite de referência V. é o que se observa nos materiais compostos. DISTRIBUIÇÃO DIFERENCIAL DA AMPLITUDE DE EA -F(v)Número de eventos com sinais de amplitude de EA compreendida entre V e V+DV como função da amplitude V. atividade microsísmica. A expressão eficiência visual utiliza a acuidade visual próxima 20/20 como referência para a eficiência visual de 10%. Ver profundidade de penetração. medida no eixo central de radiação. sempre que a distância entre elas for alterada. EFEITO PECULIAR Fenômeno segundo o qual a profundidade de penetração da corrente elétrica em um condutor diminui com o aumento da freqüência da corrente. medida na direção do eixo perpendicular. ECO DE FUNDO Eco proveniente da reflexão direta entre o transdutor e a superfície oposta do meio em ensaio. por exemplo. apropriada para ser representada em um gráfico logarítmico. A EA é o término recomendado para uso geral. Esta é uma variável da distribuição diferencial da amplitude. DISTORÇÃO DE hARMôNICO Distorção não linear caracterizada pelo aparecimento de harmônicos na saída. juntamente com o feixe do nervo óptico. DISTâNCIA OBjETO/DETECTOR Distância da superfície lado fonte do objeto ao detector. DISTORÇÃO DE AMPLITUDE Ver distorção de harmônico. em virtude da proximidade de uma mudança abrupta na geometria da peça (borda). EFEITO “LIFT-OFF” Efeito observado na saída do sistema de ensaio. Para freqüências EMISSIvIDADE (e) Parâmetro adimensional que estabelece a relação entre Guia de Termos . ou as ondas transitórias assím produzidas. é o distúrbio do campo magnético e das correntes parasitas.

Institucional GUIA DE TERMOS a quantidade de energia irradiada por um corpo em estudo e a que seria emitida por um corpo negro. através de princípios físicos definidos. ESTANqUEIDADE Estado de um sistema em que não é detectada passagem de líquidos e gases de um meio para outro. tornando-o lavável em água. e intensificada por partículas sólidas nesses fluidos ou por cavitação do fluido em movimento. que fluoresce quando ativado através de luz negra (320 nm à 400 nm). que interage com o penetrante. ESTANqUEIDADE DE SETOR Inexistência de mistura de água entre duas áreas de controle adjacentes (zonas de pressão. remoto ou translúcido. é refletida de maneira aleatória. ENSAIO ELETROMAGNÉTICO Método de ensaio não destrutivo para materiais condutores elétricos. ENERGIA DO EvENTO DE EA (MARSE) Energia elástica liberada por um evento de EA. depois de tratamento apropriado. como de um metal. ENERGIA ESPALhADA Energia que. realizado sobre peça ou estrutura acabada. o qual emprega energia eletromagnética com freqüencias menores do que as freqüências da luz visível. O processo também é chamado de lavagem. ESPECTRO CONTíNUO Faixa de comprimentos de onda ou energias. a distância axial entre duas bobinas envolventes ou internas de um sistema diferencial. ESCALA Percurso máximo que o feixe sônico pode executar numa dada base de tempo. geofone e correlacionador de ruídos e vazamentos). tornando-o lavável em água. ENxÁGüE POR IMERSÃO Meio de remover o excesso de penetrante no qual as peças em ensaio são mergulhadas em um tanque agitado com água. setores de abastecimento). ao encontrar descontinuidades com diâmetros efetivos menores que 2 /e. à mesma temperatura e comprimento de onda. pressão. Guia de END&Inspeção . manômetro aferido). ENSAIO Seqüência de tarefas específicas relacionadas ao método de emissão acústica. ESCRITA MAGNÉTICA Forma de indicação não relevante que pode ser causada quando a superfície de uma peça magnetizada entra em contato com outra peça de material ferromagnético. ExAME POR IMERSÃO Técnica de ensaio sônico onde o transdutor e a peça em exame são imersos em líquido. ENSAIO POR PARTíCULAS MAGNÉTICAS Método de ensaio não destrutivo para a detecção de descontinuidades superficiais e subsuperficiais. ENSAIO RADIOGRÁFICO Método de ensaio não destrutivo para obtenção de uma radiografia utilizando radiações ionizantes. EMULSIFICADOR hIDROFíLICO Líquido à base de água usado no ensaio por líquido penetrante. EqUIPAMENTOS INFRAvERMELhOS DE vARREDURA LINEAR Equipamentos infravermelhos que realizam repetidamente o sensoreamento ao longo de uma linha. EqUIPAMENTOS AUxILIARES Conjunto de equipamentos considerados complementares para a atividade de detecção de vazamento (locadores de massa e tubulações metálicas e não-metálicas. temperatura. etc. ou em um dispositivo de efeito Hall. através de técnica de ensaio escolhida e com sensibilidade especificada. através de indicações obtidas pela aplicação de partículas ferromagnéticas finamente divididas na superfície a ser ensaiada. geradas por um aparelho de raios X. calor. causadas por variações na peça. ESPAÇAMENTO ENTRE BOBINAS No ensaio eletromagnético. proporcionando informações a respeito da qualidade do material examinado. A emissividade varia entre 0 e 1. conseguida através do fechamento de registros limítrofes. roda de medição ou trena. ESTUFA Forno usado para acelerar a evaporação da água de enxágüe ou do revelador aquoso das peças de ensaio  EvENTO DE EA Mudança localizada no material que produz um aumento de EA. ENSAIO POR LíqUIDO PENETRANTE Ensaio não destrutivo que usa líquidos que penetram em descontinuidades abertas à superfície de materiais sólidos e. ao objeto sob ensaio para causar a ativação das fontes de EA. para subseqüente análise por instrumentação e técnica adequadas. indica a presença de descontinuidades. com aumento de até 10 vezes. EMULSIFICADOR LIPOFíLICO Líquido à base de óleo usado nos ensaios por líquido penetrante. ENxÁGüE Processo de remoção do excesso de líquido penetrante da superfície da peça em ensaio por meio de lavagem ou imersão com outro líquido. causada por fricção ou abrasão de fluidos em movimento. As mudanças no fluxo. incluindo materiais magnéticos. resultando em um fóton de menor energia. normalmente água. EMULSIFICADOR Líquido que interage com uma substância oleosa para torná-la lavável em água. ESPECULAR Relativo ao acabamento refletivo do espelho. ENSAIO vISUAL REMOTO Ensaio realizado com o auxílio de instrumentos ópticos simples e/ou de controle remoto. ENSAIO POR PARTíCULAS MAGNÉTICAS FLUORESCENTES Processo de ensaio por partículas magnéticas que emprega um meio de ensaio fluorescente ferromagnético finamente dividido. para detecção de falta de homogeneidade ou defeitos. EROSÃO Perda de material ou degradação da qualidade superficial. barra de perfuração ou perfuratriz. são refletidas em uma ou mais bobinas vizinhas. ENSAIO vISUAL Ensaio não destrutivo que emprega a radiação eletromagnética em freqüências visíveis. ENDOSCóPIO Aparelho para a observação do interior dos objetos ESPALhAMENTO COMPTON Forma de espalhamento causada pela interação de raios X ou gama no material. ENERGIA REFLETIDA Energia de um feixe sônico que sofreu o fenômeno de reflexão. que interage com o penetrante. ENSAIO POR CORRRENTES PARASITAS Método de ensaio não destrutivo no qual é induzido um fluxo de correntes parasitas no objeto em ensaio. ENSAIO NÃO DESTRUTIvO Ensaio para controle da qualidade. As indicações serão obtidas nas regiões onde ocorrem um campo de fuga. sem prejudicar a posterior utilização do produto inspecionado. umidade e demais fatores oriundos do meio externo. ESTABILIDADE Característica que define a capacidade do instrumento de manter seu desempenho constante em função das variações da linha de alimentação. podendo ser direto. ENERGIA INCIDENTE Porção de energia sônica de um feixe que incide numa determinada superfície. A radiação é emitida em ângulo diferente em relação à direção incidente. ENSAIO vISUAL DIRETO Ensaio realizado a olho nu ou com auxílio de lentes de aumento. a qual deve estar magnetizada. ESTIMULAÇÃO Aplicação de um estímulo tal como uma força. em materiais ferromagnéticos. EqUIPAMENTOS PRINCIPAIS Conjunto de equipamentos considerados imprescindíveis para a atividade de detecção de vazamentos (haste de escuta.

utilizado para derivação na rede de distribuição de ferro fundido na execução de ramais prediais. atenuando a energia para todas as outras freqüências.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . FEIxE INCIDENTE Feixe de radiação definido pelo ponto focal. ou próxima a ela. FATOR DE ACRÉSCIMO Fator de acréscimo definido pela razão entre a intensidade da radiação total e a intensidade da radiação primária que alcança o mesmo ponto. ou ambos. FIM DO SINAL DE EA Término conhecido de um sinal. FLUOROSCOPIA Processo de produção de uma imagem visível em uma tela fluorescente por meio de raios X e para exame visual direto na tela. FILME RADIOGRÁFICO Filme que consiste em uma base transparente revestida com uma emulsão fotossensível. FOCO TÉRMICO Intervalo de temperaturas selecionado para se evidenciar uma característica específica do termograma. FLUORESCêNCIA INERENTE Fluorescência que é uma característica intrínseca de uma material. usualmente definido como a última vez que o sinal corta o limite de referência. e proporciona um perfeito contato do sensor de emissão acústica com a estrutura. FAIxA DINâMICA Diferença. FATOR DE INTENSIFICAÇÃO Razão entre o tempo de exposição com e sem tela intensificadora para se obter a mesma densidade óptica. absorção de radiação de luz negra. ExCESSO DE LAvAGEM Lavagem muito longa ou muito vigorosa. FILTRO (ULTRA-SOM) Dispositivo eletrônico utilizado para impedir a passagem de freqüências não desejadas. FOLGA DA BOBINA ENvOLvENTE Distância radial média entre as superfícies adjacentes Guia de Termos .ABENDE . FERRULE Tipo de registro fabricado com liga de cobre. FIxAÇÃO Remoção química de haletos de prata da emulsão do filme depois da revelação. ExCESSO DE EMULSIFICAÇÃO Tempo excessivo de permanência do emulsificador que resulta na remoção de penetrante de algumas descontinuidades. e somente durante. interferência ou resolução em um sistema sensor. tendo como referência um material padrão (normalmente aço). e somente durante. mantendo-se todas as outras condições inalteradas. FERROMAGNÉTICO Termo aplicado a materiais que podem ser magnetizados ou fortemente atraídos por um campo magnético. FATOR DE REFLExÃO Relação entre as pressões refletidas e incidentes numa interface. no intuito de absorver preferencialmente radiação de baixa energia. FLUORESCêNCIA Emissão de radiação visível por uma substância como resultado da. FATOR DE TRANSMISSÃO Relação entre as intensidades do feixe sônico transmitida através de uma interface e a incidente. em termos espectrais. ExPOSIÇÃO RADIOGRÁFICA Processo por meio do qual a radiação é captada em um sistema detector. e não o diâmetro interno adjacente à peça). certificada por um órgão de rastreabilidade internacional. FIxADOR (FIxADOR DE MONTAGEM) Dispositivo que fixa o sensor sobre a estrutura a ser monitorada. dentro de suas especificações de exatidão. FALSO RUíDO DE vAZAMENTO Som emitido por outras fontes de ruído.ExAME POR SEMI-IMERSÃO Técnica de ensaio sônico onde apenas o transdutor é imerso em líquido. ExATIDÃO DE MEDIÇÃO Grau de concordância entre o resultado de uma medição e um valor verdadeiro do mensurado. FAIxA DE OPERAÇÃO DO INSTRUMENTO Faixa de temperaturas do ambiente dentro da qual um instrumento é projetado para operar dentro das especificações de desempenho publicadas. FITA DENSITOMÉTRICA CALIBRADA Filme que possui densidades ópticas escalonadas e calibradas. FATOR DE ENChIMENTO (CORRENTES PARASITAS) Relação entre a área da seção transversal da peça e a área da seção transversal efetiva do núcleo da bobina envolvente primária (diâmetro externo da forma da bobina. FILTRO (RADIOGRAFIA) Camada uniforme de material processado entre a fonte e o detector. a radiação recebida pelo detector de um instrumento. FAIxA DE MEDIÇÃO DO INSTRUMENTO Faixa de temperaturas para a qual o instrumento foi projetado a medir. FITA DENSITOMÉTRICA DE CALIBRAÇÃO Fita densitométrica calibrada. FILTRO PASSA BANDA Filtro de onda com uma única banda de freqüências. geometria do colimador e aposição relativa de ambos. que resulta em remoção de penetrantes de algumas continuidades. com a finalidade de atingir a mesma absorção. FAIxA DE TEMPERATURA Intervalo de temperatura no qual um ensaio por líquido penetrante é aplicado. a absorção de radiação de luz negra. FILTRO DE LUZ NEGRA Filtro que transmite luz negra enquanto absorve outros comprimentos de onda. de transmissividade seletiva. FAIxA úTIL DA DENSIDADE óPTICA Faixa de densidade óptica de uma radiografia que é utilizada para interpretação da imagem FILTRAÇÃO INERENTE Filtração de um feixe de radiação pelas partes do tubo ou cápsulas da fonte pelo qual o feixe primário passará. em decibels entre o nível máximo e o mínimo do sinal. utilizado para restringir. para uso como referência de densidade. ExPOSIÇÃO PANORâMICA Arranjo radiográfico utilizando as propriedades multidirecionais da fonte de raios gama ou de raios X panorâmico. em faixas de freqüências similares à dos ruídos de vazamento. FITA DENSITOMÉTRICA DE COMPARAÇÃO Ver fita densitométrica calibrada. FILTRO ESPECTRAL Elemento óptico. FILTRO (CORRENTES PARASITAS) Componente elétrico que permite a passagem da energia de ondas eletromagnéticas de freqüências em uma determinada faixa de freqüência. FAMíLIA  Série completa de materiais penetrantes de um mesmo fabricante requeridos para o desempenho de um ensaio por líquido penetrante. FATOR DE ENChIMENTO (PARTíCULAS MAGNÉTICAS) Relação da área da seção transversal da peça em ensaio para a seção transversal da bobina. sendo que os valores zero e infinito não são as freqüências limites desta banda. FILTRO EqUALIZADOR Dispositivo utilizado para equalizar a energia do feixe de radiação. FATOR DE EqUIvALêNCIA RADIOGRÁFICA Fator pelo qual a espessura de um material deve ser multiplicado. distorção de baixo nível. usualmente fixado por um ou mais níveis de ruído. FLUORESCêNCIA Emissão de radiação visível por uma substância como o resultado da.

FORMA DO PULSO Forma geométrica do pulso (retangular. Cada propriedade em um dado material pode ter sua própria freqüência ótima. Ver efeito “lift-off”. GRÁFICO DE ExPOSIÇÃO FREqüêNCIA óTIMA No ensaio eletromagnético. FONTE DE CALIBRAÇÃO INFRAvERMELhA Referência de emissividade conhecida e temperatura controlada. amplificador. utilizada para calibração de instrumentos infravermelhos. registrando-o cumulativamente. Dispositivo da rede de distribuição utilizado pelo Corpo de Bombeiros para o suprimento de emergência em caso de incêndio. hIPERMETROPIA Vício de refração em que os raios luminosos que entram no olho paralelamente ao eixo óptico são levados a um foco além da retina. Inclinação de uma linha ligando dois pontos especificados na curva característica de um filme. FOSFORESCêNCIA Propriedade de uma substância de emitir luz quando estimulada por radiação. destinado a identificar os ruídos de vazamentos a partir da superfície do solo. Por exemplo pode ser uma barra que esta acoplada num extremo a uma estrutura monitorada e a um sensor no outro extremo. FORÇA COERCITIvA Força magnetizante na qual a densidade de fluxo magnético é igual a zero. hISTERESE Retardamento do efeito magnético quando a força magnética que age em um corpo ferromagnético é mudada. FONTES DE RAIOS GAMA PARA GAMAGRAFIA Material radioativo selado em uma cápsula de metal. FOTôMETRO Instrumento utilizado para medir a energia de fluxo luminoso. FUNDO Superfície da peça ensaiada na qual a indicação é vista. FONTE SIMULADA DE EA Sistema no qual pode-se repetidamente induzir um transiente de ondas elásticas através da estrutura tendo suficiente amplitude para estimular ruptura de fibra. GEOFONE ELETRôNICO Detector acústico de vazamento composto de sensor. GUIA DE ONDA DE EA FUGA DE FLUxO MAGNÉTICO Dispersão das linhas de força magnéticas da superfície de uma peça. hASTE DE ESCUTA Equipamento composto de um amplificador mecânico ou eletrônico. GRADIENTE MÉDIO FREqüêNCIA DE OPERAÇÃO Freqüência nominal do feixe sônico. Unidade de medida de freqüência adotada pelo Sistema Internacional de Unidades. Dispositivo que permite transferir ao sensor as ondas elásticas do objeto ensaiado. hIDRANTE GATE Ver nível de rejeição. FREqüêNCIA ULTRA-SôNICA Freqüência de vibração mecânica acima de 20 kHz. cavaletes. Guia de END&Inspeção . O valor da intensidade do campo correspondente é indicativo da facilidade ou dificuldade para se realizar a desmagnetização. GRANULAÇÃO Impressão visual da distribuição não homogênea do depósito de prata em um filme processado. FORÇA DE MAGNETIZAÇÃO Intensidade medida de um campo magnético em um ponto. Pode ser a superfície natural da peça em ensaio ou o revelador que cobre a superfície. por unidade de tempo. dente de serra etc). FOLGA DA SONDA Distância medida perpendicularmente entre as superfícies adjacentes da(s) sonda(s) e da peça em ensaio. hARMôNICO Onda senoidal onde a freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência fundamental. dado o encurtamento ântero-posterior do globo ocular.  FRENTE DE ONDA Superfície que constitui o lugar geométrico de todos os pontos de onda que se encontram em fase. hISTóRICO MAGNÉTICO Condição magnética de uma peça ferromagnética baseada em exposições anteriores a campos magnéticos. GEOFONE MECâNICO Detector acústico de vazamentos composto de elementos sensores mecânicos que transmitem os ruídos de vazamentos a partir da superfície do solo. produzida por um transdutor. hERTZ (hZ) GANhO Controle no instrumento que permite estabelecer um valor conveniente ao nível de amplificação aplicado a um sinal de entrada. podendo ser usado também para descarga de água da rede de distribuição. expresso em “oersted” ou ampères por metro. de uma corrente alternada aplicada na bobina primária de ensaio.Institucional GUIA DE TERMOS da bobina e da peça em ensaio. FONTE DE EA Causa física de um ou mais eventos de EA. pico. triangular. quadrado. GAMAGRAFIA Ensaio radiográfico utilizando uma fonte de raios gama. é o número de ciclos completos. Gráfico que indica o tempo para as exposições radiográficas para diferentes espessuras de um material especificado e para uma determinada qualidade de um feixe de radiação. FREqüêNCIA DE ENSAIO No ensaio eletromagnético. FUNÇÃO MODULAÇÃO DE TRANSFERêNCIA (MFT) Resposta espacial em freqüência de um sistema de imagem. no caso de um conjunto de bobina envolvente colocada em torno de uma peça cilíndrica. corresponde a uma oscilação por segundo. FREqüêNCIA Número de oscilações da onda sonora na unidade de tempo. hidrantes etc). GERADOR DE PULSOS Dispositivo que produz energia elétrica sob a forma de uma série de pulsos discretos. hIDRôMETRO Aparelho utilizado para medir o volume de água consumido em uma determinado ligação. FóvEA CENTRAL Pequena depressão na parte central da retina. destinado a captar ruídos de vazamentos em acessórios da rede de distribuição (registros. GRADIENTE DO FILME (G) Inclinação da curva característica de um filme a uma densidade óptica especificada (D). acoplado a uma barra metálica. FONTE DE RADIAÇÃO Equipamento e/ou material capaz de emitir radiação ionizante. FONTE hSU-NIELSEN Dispositivo para simular um acontecimento de EA utilizando a rotura de uma mina de grafite sustentada por um suporte adequado com as características indicadas nas figuras 4a e 4b. GRADIENTE DE SINAL Ver leitura diferencial (differential readout). fones de ouvido e filtros de ruído de alta e baixa freqüência. utilizando o geofone (mecânico ou eletrônico). é a freqüência que proporciona a obtenção da maior relação sinal .ruído possível para a detecção de uma determinada propriedade do material.NOTA: Mudanças de sinal podem ser devidos a variações nas características da mina. GEOFONAMENTO Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a localização de vazamentos não visíveis em tubulações.

INTENSIDADE DE CAMPO Ver força de magnetização. a partir de uma direção escolhida. que pode ser um disco bipolar. INCERTEZA DE MEDIÇÃO Parâmetro associado ao resultado de uma medição. INCIDêNCIA NORMAL Incidência de um feixe sônico num ângulo de 90º ao plano tangente à superfície no ponto de incidência. Em geral expressa como produto da velocidade do som pela densidade. tipicamente um bimetal (por exemplo: aço-carbono e cobre). inalterado por um longo período de tempo (característica de materiais com alta retentividade). ILUMINAÇÃO DIRECIONAL Iluminação projetada no plano de trabalho ou no objeto. Nesse caso a medição de temperaturas é indiretamente afetada pelo alvo em questão e o resultado é inferido. INDICADOR DE CAMPO MAGNÉTICO Instrumento. para a medição de temperaturas ou observação de padrões diferenciais de distribuição de calor.1 µ. ILUMINAÇÃO Ato de iluminar ou o estado de estar iluminado. octogonal ou com outras configurações.hIT Detecção e medição de um sinal de EA em um canal. íMÃ PERMANENTE Ímã que retém um alto grau de magnetização. equipamento ou processo. INCIDêNCIA OBLíqUA Incidência de um feixe sônico numa superfície sob qualquer ângulo com a normal à superfície do plano tangente no ponto de incidência. INFRAvERMELhO PRóxIMO Faixa espectral entre 1. INCANDESCêNCIA Emissão de radiação visível como conseqüência de excitação térmica. Pode ser qualitativo ou quantitativo. indicações de descontinuidades subsuperficiais. INDICADOR DE CAMPO MAGNÉTICO RESIDUAL Medidor de bolso que é usado para indicar ou determinar a intensidade do campo magnético residual. do campo magnetizante. INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA DIRETA Medição realizada em um objeto que pode ser visualizado diretamente. INSPEÇÃO qUALITATIvA Modalidade de inspeção na qual o termografista analisa padrões térmicos diferenciais (anomalias). especificamente o quociente complexo da tensão elétrica dividido pela corrente. IMAGEM LATENTE Imagem invisível produzida em um filme ou placa de fósforo pela radiação. IACS (ThE INTERNATIONAL ANNEALED COPPER STANDARD) Norma internacional de condutividade elétrica que atribui um valor de 100% IACS à condutividade do cobre recozido puro a uma temperatura de 20ºC. com a seção transversal de um determinado material. IMAGEM ANALóGICA Imagem produzida por uma variável física contínua (exemplo: filme radiográfico). IMAGEM Representação visual de um objeto de ensaio ou de uma ação. Composto de uma série de fios duplos e paralelos com variação de diâmetros.ABENDE .78 µ) até o comprimento de onda de 1 000 µ. INSPEÇÃO qUANTITATIvA Modalidade de inspeção na qual o termografista determina valores específicos de temperatura. ou ambos. INDICAÇõES DE DESCONTINUIDADES Acúmulo de partículas ferromagnéticas nos locais onde existem descontinuidades. São feitos de metal de alta densidade. INFILTRAÇÃO Água de vazamento da rede de distribuição que circula pelo solo e aflora em um ponto distinto do local do vazamento. ILUMINâNCIA Densidade do fluxo luminoso sobre uma superfície. usualmente definido pela amplitude que excede o limite de referência. NOTA Os fabricantes de equipamentos infravermelhos denominam “onda longa” a faixa entre 8 µ e 14 µ. ILUMINADOR MONOCROMÁTICO Dispositivo que emprega prismas ou redes reticuladas para separar ou dispersar os comprimentos de onda do espectro em linhas ou faixas descontínuas. INDICAÇÃO (RADIOGRAFIA) Resposta ou evidência obtida através de um ensaio não destrutivo que requer interpretação para determinação de sua relevância. INFRAvERMELhO MUITO DISTANTE Faixa espectral entre 15 µ e 1 000 µ. INFRAvERMELhO MUITO PRóxIMO Faixa espectral entre 0. INDICADOR DE qUALIDADE DE IMAGEM (IqI) Dispositivo que compreende uma série de elementos de espessuras graduadas que possibilitam uma medida da qualidade de imagem a ser obtida. 0 IMPEDâNCIA ACúSTICA Razão da pressão do som pelo produto da velocidade.78 µ e 1. INDICAÇÃO (PARTíCULAS MAGNÉTICAS) Acúmulo de partículas magnéticas atraídas por uma distorção do campo magnético (campo de fuga) que requer interpretação para determinar o seu significado. que caracteriza a dispersão dos valores que podem ser fundamentalmente atribuídos a um mensuramento. realizada com a utilização de equipamentos infravermelhos. IMPEDâNCIA Oposição total que um circuito apresenta ao fluxo de uma corrente alternada. contendo falhas artificiais e usado para verificar a eficiência ou direção. predominantemente. INFRAvERMELhO DISTANTE Faixa espectral entre 6 e 15 mícrons. INDICADOR DE qUALIDADE DE IMAGEM DE FIO DUPLO Indicador de qualidade de imagem especificamente projetado para avaliar a penumbra global de uma imagem radiográfica. INFRAvERMELhO MÉDIO Faixa espectral entre 3 e 6 µ. INíCIO DO SINAL DE EA Início do sinal de EA reconhecido pelo processador do sistema. capaz de ser convertida em imagem visível pelo processamento do filme ou leitura da placa. INDICAÇÃO (LíqUIDO PENETRANTE) Ver manchamento. INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA INDIRETA Medição na qual um material se interpõe ao percurso da radiação.1 e 3 mícrons. NOTA: Este vocabulárioo se mantevo do idioma original por ser de uso comun na área de EA. NOTA Os fabricantes de equipamentos infravermelhos denominam “onda curta” a faixa entre 3 µ e 5 µ. por exemplo. Os elementos de um IQI geralmente são arames ou plaquetas com furos. IMAGEM DIGITAL Imagem composta por pontos (pixel) discretos. INFRAvERMELhO Porção do espectro eletromagnético que se estende do limite inferior do visível (0. íNDICE DE REFLExÃO Relação entre as energias sônicas refletidas e incidentes numa interface. cada um dos quais caracterizados pelo nível de luminescência representado digitalmente (tons de cinza). Emissão de radiação visível como resultado do calor.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA Técnica de inspeção não destrutiva. INCANDESCENTE Guia de Termos . com o objetivo de propiciar informações relativas à condição operacional de um componente. INDICAÇõES DIFUSAS Indicações que não são claramente definidas. Sua unidade no Sistema Internacional é lux. devido à distorção das linhas de força magnéticas nessas áreas (campo de fuga). exceto para incidência a 0 e 90º.

para tornar seguro o seu manuseio. é recíproca à metade do período. todos os pontos que apresentam a mesma radiosidade. (ver bobinas diferenciais (differential coils)). IRRADIADOR PARA FONTES DE RAIOS GAMA Recipiente com dispositivo de travamento porta fonte.(medido em candela). utilizando o locador de tubulação ou o locador de massa metálica. sem o conhecimento ou autorização da companhia de saneamento. armazenando em um estado meta estável e emitindo radiação luminescente proporcional a energia absorvida quando estimulada por uma radiação eletromagnética. INTENSIDADE LUMINOSA Energia luminosa que alcança uma unidade de área de superfície por unidade de tempo. Guia de END&Inspeção . LOCAÇÃO DE MASSA METÁLICA Técnica de ensaio não destrutivo empregada para a localização de tubulações ou peças enterradas (metálicas ou não). LIMITES DE ACEITAÇÃO Níveis de ensaio usados na inspeção eletromagnética. dentro do espectro infravermelho. e não um só. e a unidade da área projetada. Eficiência luminosa da energia radiante. INTERFERêNCIA Produto de uma série de pressões máximas e mínimas provocadas pela superposição de ondas sônicas de mesma freqüência. ISOTERMA Função de processamento de imagem que ressalta. quando estes pontos ou linhas podem ser distinguidos como dois. LíqUIDO SOB PRESSÃO Líquido no interior de uma tubulação ou recipiente submetido a pressões superiores à pressão atmosférica. (ver bobina absoluta (absolute coil). LUMINOSIDADE LINEARIDADE hORIZONTAL Medição da proporcionalidade dos sinais apresentados no eixo de tempo ou distância da tela (TRC). empregada como instrumento óptico de ampliação. através de ecos múltiplos de um bloco com espessura conhecida. é o sinal de saída das bobinas comparadoras. caixas de válvula etc). LIGAÇÃO PREDIAL Ponto de fornecimento de água ao imóvel. 1 LINEARIDADE vERTICAL LAvAGEM Ver enxágüe. admissíveis por especificação. INTENSIFICADOR DA IMAGEM Dispositivo eletrônico projetado para prover uma imagem mais luminosa que a produzida pela ação do feixe de raios X em uma tela fluorescente. LOCAÇÃO DE TUBULAÇÃO Técnica de ensaio não destrutivo empregada para localização de tubulações ou peças enterradas (metálicas ou não). é o sinal de saída de uma bobina absoluta. dividido pelo ângulo sólido entre a superfície e a fonte. LEITURA COMPARATIvA No ensaio eletromagnético. com diferentes impedâncias acústicas. é o sinal de saída das bobinas diferenciais. regulamentos etc. LENTE Material translúcido que refrata a luz passante. INTERvALO DE TEMPO DE ChEGADA Intervalo de tempo entre a chegada detectada de uma onda de emissão acústica a os sensores i-ésimo y j-ésimo de um conjunto de sensores. utilizando o locador de tubulação ou locador de massa metálica. jANELAS ATMOSFÉRICAS (INFRAvERMELhO) Intervalos espectrais. LATITUDE DE ExPOSIÇÃO Faixa de exposições que corresponde a faixa de densidade óptica útil do filme radiográfico LUMINOSIDADE Medida da intensidade de luz incidente em um determinado ponto. A área superficial da íris ajusta-se espontaneamente com a quantidade de luz no olho. são expressos em minutos de arco. nos quais a atenuação atmosférica é reduzida. LIMITES DE ERROS DE UM INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO Valores extremos de um erro. LINhAS DE FLUxO Ver linhas de força. LIMITE FLUTUANTE Qualquer limite com amplitude estabilizada por uma medida média no tempo do sinal de entrada LOCALIZAÇÃO ZONAL Método de localizar aproximadamente a região de um evento utilizando a atividade dos sensores. LOCADOR DE MASSA METÁLICA Equipamento utilizado para localização de peças metálicas enterradas (tampões. em uma determinada direção. Medida da proporcionalidade da amplitude do sinal de entrada no receptor e da amplitude do sinal que aparece na tela do aparelho de ultra-som. vinculandose à existência de medição e cobrança de consumo. LEITURA ABSOLUTA No ensaio eletromagnético. LIMITE DE vOLTAGEM DE BAIxA AMPLITUDE Limite de voltagem acima do qual as contagens de EA são medidas. expresso em minutos.. nesses casos. LUMINESCêNCIA FOTOESTIMULADA Fenômeno físico no qual o material fosforescente absorve radiação ionizante incidente. LUMINâNCIA Relação entre a intensidade luminosa superficial. LIGAÇÃO CLANDESTINA INTERFACE Limite entre dois materiais em contato acústico. Distância mínima entre um par de pontos ou um par de linhas paralelas. LIMITE DE vOLTAGEM DE ALTA AMPLITUDE Limite de voltagem para eventos de grande amplitude íRIS Anel de largura variável ao redor da pupila e na frente do cristalino do olho. LIMITE DE RESOLUÇÃO INTERPRETAÇÃO Avaliação de uma indicação. para um dado instrumento de medição. em um termograma. com uma espessura de parede suficiente para blindar a intensidade da radiação emitida pela fonte. As janelas atmosféricas correspondem genericamente aos intervalos entre 2 µ e 5 µ e entre 8 µ e 14 µ. (ver bobinas de comparação (comparator coils). LOCADOR DE TUBULAÇÃO METÁLICA E DE CABO ENERGIZADO Equipamento utilizado para localização de tubulações metálicas e cabos elétricos enterrados. Medida em candela por metro quadrado. jANELA DO TUBO Área do tubo de raios X onde o feixe primário de radiação atravessa. eletroquímico ou mecânico. LOCADOR DE TUBULAÇÃO NÃO METÁLICA Equipamento utilizado para localização de tubulação não metálica enterrada. LEITURA DIFERENCIAL No ensaio eletromagnético.Institucional GUIA DE TERMOS INTENSIDADE LUMINOSA Fluxo luminoso sobre uma superfície normal à direção da fonte de luz. quando limalhas de ferro são espalhadas sobre uma folha de papel colocada sobre um ímã permanente. LINhAS DE FORÇA Representação conceitual de fluxo magnético baseado no modelo de uma linha produzida. feito de material denso. A acuidade visual. que estabelecem o grupo a que pertence o material examinado LúMEN Unidade de medida do SI para fluxo luminoso. LUPA Lente simples ou composta. Ligação efetuada por terceiros na rede de distribuição de água. LIMPEZA Remoção de material da superfície por meio químico.

2 MANôMETRO Equipamento utilizado para medição de pressão em adutoras e redes de distribuição de água. é essencialmente não afetado por campos magnéticos. MATIZ Característica da luz em uma determinada largura de banda. Equivalente a lumens por metro quadrado e abreviada como lx. permitindo uma calibração temporária. MARCADOR DE TEMPO Pulsos produzidos eletronicamente. MEDIÇõES DIFERENCIAIS No ensaio eletromagnético. usando-se uma bobina absoluta. MEDIDOR DE CAMPO MAGNÉTICO Instrumento projetado para medir a densidade de fluxo de campos magnéticos de maneira quantitativa. LUZ vISívEL Radiação eletromagnética na faixa de comprimento de onda de 400 nm a 700 nm (4 000 Å a 7 000 Å). em contraste com as medições diferenciais e comparativas. com uma referência de temperatura e emissividade conhecidas. MÉTODO DE ENSAIO NÃO DESTRUTIvO Detecção de vazamentos não visíveis de líquidos sob pressão em tubulações enterradas. MATERIAIS PENETRANTES Produtos utilizados no ensaio por líquido penetrante (solvente. através de procedimento específico. sendo praticamente independente da força de magnetização. MANChAMENTO Resultado da ação do revelador sobre o líquido penetrante na descontinuidade. portanto. penetrante. sólida ou líquida. MAGNETIZAÇÃO LONGITUDINAL Ver campo magnético longitudinal. MEDIÇÃO TERMOGRÁFICA DIRETA Medição realizada quando o equipamento infravermelho pode converter diretamente as leituras da radiação em temperaturas. MICROSCóPIO Aparelho que gera imagens ampliadas de objetos muito pequenos. MEDIÇÃO TERMOGRÁFICA RELATIvA Medição realizada quando a radiação do objeto é relacionada.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . paração (comparator coils).90). LUZ NEGRA Radiação eletromagnética no espectro ultravioleta com comprimento de onda entre 320 nm a 400 nm (3200 Å a 4 000 Å). ou em uma área de uma peça. removedor e revelador). com a finalidade de detectar descontinuidades que estejam diferentemente orientadas. MARCAÇÃO DE vAZAMENTO Ato de identificar o local exato do vazamento não visível detectado.LUx Unidade de medida do SI para iluminância. que é posicionado no objeto em teste para permitir rastreabilidade entre uma área específica deste objeto e a imagem obtida. formando uma indicação. que se sobrepõe à base de tempo. emulsificador. reduzir as radiações espalhadas e prevenir uma sobrexposição local (ver 2. MESóPTICA Visão adaptada a uma quantidade de luz entre fotóptica em 3. Nesta definição também se incluem materiais paramagnéticos e materiais diamagnéticos. LUZ ULTRAvIOLETA Radiação eletromagnética com comprimento de onda entre 200 nm e 400 nm (2 000 Å a 4 000 Å). especular e total. MEDIDOR DE REFLExÃO Fotômetro utilizado para medir a refletância difusa. MAGNETIZAÇÃO INDIRETA Magnetização induzida em uma peça quando nenhum contato elétrico direto é estabelecido. em contraste com as medições diferenciais e absolutas. são as medições feitas sem uma referência direta. são as medições efetuadas nas quais o desbalanceamento do sistema é medido através de bobinas diferenciais.4 x 10-2 cd.2 x 10-3 cd. através do equipamento infravermelho. MEIA vIDA Tempo no qual a atividade de uma fonte radioativa decai para a metade do seu valor. para facilitar sua localização pela equipe de reparo. utilizando de programas específicos e preservando a imagem digital. e cuja permeabilidade é dependente da força de magnetização. em contraste com as medições absolutas e comparativas. MAGNETIZAÇÃO TOTAL Magnetização de uma peça inteira com um único ciclo energizante. MEIO DE CONTRASTE Qualquer substância adequada. MEDIÇõES COMPARATIvAS No ensaio eletromagnético. MATERIAL PARAMAGNÉTICO Material cuja permeabilidade relativa é ligeiramente maior do que a unidade. MEDIÇõES ABSOLUTAS No ensaio eletromagnético. MATERIAL NÃO FERROMAGNÉTICO Material não magnetizável e que. sem a utilização de referências externas. MATERIAL DIAMAGNÉTICO Material cuja permeabilidade relativa é ligeiramente menor que a unidade. aplicada a um material que está sendo radiografado. MELhORAMENTO DE vISUALIZAÇÃO DE IMAGEM Qualquer recurso que aumente ou melhore a visualização de uma imagem pela alteração do contraste e/ou definição e/ou redução de ruído.m-2 (2. MAGNETIZAÇÃO POR CONTATO DIRETO Ver técnica de contato direto. MAGNETIZAÇÃO CIRCULAR Ver campo magnético circular.m-2 (3.7 x 10-6 cd. MATERIAL DE BLOqUEIO DE ExTREMIDADE Material aplicado ao redor de um espécime ou em cavidade para se obter uma absorção mais uniforme. MAGNETIZAÇÃO MULTIDIRECIONAL Aplicação simultânea de campos magnéticos em direções diferentes. MEDIDOR DE TAxA DE DOSE Instrumento para medida de taxa de dose da raios X ou gama. (ver bobina absoluta (absolute coil)). MENSURANDO Ver objeto.ft-2) e escotópica em 3 x 10-6 cd. Um lux é igual a 0. sendo praticamente independente da força de magnetização. MEIO BLOqUEADOR Material utilizado para reduzir o efeito do espalhamento da radiação no filme ou no detector de imagem. por meio de um eletroímã no formato de um “U”. MEIO DE ENSAIO Pó ou suspensão de partículas magnéticas que é aplicado a uma superfície de ensaio magnetizada para determinar a presença ou ausência de descontinuidades. LUZ BRANCA (PARTíCULAS MAGNÉTICAS) Ver luz ultravioleta. MATERIAL FERROMAGNÉTICO Material que geralmente exibe o fenômeno de histerese e saturação. MAGNETIZAÇÃO DE yOkE Campo magnético longitudinal induzido em uma peça. (ver bobinas diferenciais (differential coils)) LUZ BRANCA (LíqUIDO PENETRANTE) Ver luz visível. separados por intervalo de tempo conhecido.ft-2).1 fc (footcandle). (ver bobinas de com- MIOPIA Imperfeição do olho cujo eixo ântero-posterior é demasiado longo. Número ou letra feito de chumbo ou outro material com grande poder de atenuação da radiação. MAGNETIZAÇÃO INSTANTâNEA Magnetização por um fluxo corrente de curta duração. são as medições efetuadas nas quais o desbalanceamento do sistema é medido através de bobinas comparadoras. é ela que atribui um nome à cor. usados na tela para medir distância ou tempo. MARCADOR DE POSIÇÃO Guia de Termos . Freqüentemente utilizado em processamento de imagens digitais. para aumentar seu contraste de radiação no total ou em parte.ABENDE .

Fluxo constante de ondas ultra-sônicas. PADRÃO DE vISTA jAEGER Padrão ocular utilizado para exames de acuidade visual. ONDA ULTRA-SôNICA Perturbação se propagando sob a forma de ondas. PARADA RÁPIDA Interrupção súbita da corrente magnetizante. conforme requeridas. PEÇA DE ENSAIO Amostra que contém descontinuidades artificiais ou naturais conhecidas. CONSTRUÇÃO. ONDA DE RAyLEIGh NEUTRONGRAFIA Ensaio radiográfico utilizando um feixe de nêutrons. início. em qualquer modo. observado com um sistema de instrumentação particular sob condições de ensaio específicas. composto de polietileno. ONDA CONTíNUA MOSAICO Disposição regular de cristais montados de tal maneira que o conjunto opera como um único cabeçote. PADRÃO Ver nível de rejeição. boroscópio. microscópio e telescópio). é a extremidade ou a lente mais próxima ao objeto ensaiado – extremidade oposta à ocular. maiores ou menores do que a magnitude especificada. é um tubo com descontinuidades artificiais usado para estabelecer o ajuste da sensibilidade do ensaio e para as verificações periódicas do ajuste da sensibilidade. Por exemplo a pressão numa prova hidráulica ou o número de ciclos num ensaio cíclico. construção e montagem. OBjETO Corpo no qual se faz a medição. ONDA TRANSvERSAL Movimento ondulatório onde o deslocamento é perpendicular à direção de propagação da perturbação. PADRÃO DE EA Conjunto de características de atributos reproduzidos dos sinais de EA. No caso específico de inspeção de tubos. utilizado para analisar a imagem radiográfica de filmes. OBjETIvA MONITORAÇÃO CONTíNUA Processo de monitoração de componente. NOTA: Ensaios de ultra-som em solda são realizados em inúmeros produtos e equipamentos.Institucional GUIA DE TERMOS MOLhABILIDADE Capacidade de um líquido para espalhar e aderir em superfícies sólidas. NívEL DE ACEITAÇÃO Nível de ensaio acima ou abaixo do qual as peças são aceitáveis. NívEL DE CORTE Ver nível de rejeição. Em um sistema de lentes (câmara. contrastando com o nível de rejeição. submetido a esforços contínuos para detectar emissão acústica durante o início. Material ferromagnético finamente dividido. PARTíCULAS MAGNÉTICAS OPERAÇÃO DA PLANTA Operação normal incluindo aquecimento. freqüência e espessura da chapa. MONTAGEM E INSPEÇÃO EM SERvIÇO Norma que estabelece os requisitos técnicos referentes a material. fabricação. tendo uma freqüência de oscilação superior a 20 kHz. já seja porque é sua causa ou porque esta relacionada com ela. MONITOR Circuito eletrônico de um aparelho apto a produzir uma indicação através de sinal luminoso ou sonoro para ecos com distância e amplitude predeterminadas. acima ou abaixo do qual as peças são rejeitáveis.  PADRÃO DE ACEITAÇÃO Padrão usado para estabelecer o nível de aceitação e que tenha sido preparado com descontinuidades artificiais. também chamada de onda de compressão. ou de alguma outra forma distinguida das demais peças. NívEL DE SOBRECARGA DO SINAL Nível acima do qual a operação cessa de ser satisfatória como resultado da distorção do sinal. sobrecalentamiento ou dano. PARES DE LINhA POR MILíMETRO Medida da resolução espacial de um dispositivo de conversão de imagem. Fica à critério das partes interessadas definir quais as normas são aplicáveis. NívEL DE REjEIÇÃO Valor estabelecido para o sinal do ensaio. O padrão de teste por par de linhas é utilizado para determinar a densidade máxima de linhas e espaços que podem ser visualizados corretamente na imagem. Este valor é expresso em par de linhas por milímetro. que foi muito utilizado nos ramais prediais (atualmente substituído pelo PE). usadas para conferir a eficiência do processo de detecção de descontinuidades com partículas magnéticas. NúMERO DE PULSOS Número de vezes que um sinal discreto cruza o umbral de detecção. utilizadas para avaliar a resolução do sistema. portanto não é possível estabelecer uma relação das normas existentes de projeto. PARâMETRO ExTERNO NívEL DE qUALIDADE DO ENSAIO Ver nível de rejeição. NívEL DE REFRêNCIA Ajuste de um instrumento que faz com que ele registre somente as alterações nas respostas. montagem e inspeção nos projetos de fabricação e construção de produtos ou equipamentos. PE Material plástico. PARALAxE Diferença aparente na posição de um ponto da imagem. composto de polietileno de alta densidade. e qualquer pressão ou outro estímulo induzido para ensaiar o invólucro de pressão para outros propósitos que a estimulação de fontes de EA. PEAD Material plástico. de acordo com dois sensores em posição diferente. ONDA SUPERFICIAL Perturbação que se propaga numa superfície na forma de movimento ondulatório. apresentando penetração inferior a um comprimento de onda. PADRÃO DE TESTE POR PAR DE LINhAS Padrão de um ou mais pares de objetos com linhas de alto contraste. NúCLEO Parte do circuito magnético que fica no interior de uma bobina. Onda superficial que é caracterizada pelo movimento elíptico das partículas em torno do eixo de propagação. Magnitude medida que se deseja correlacionar com a EA. (ver padrão (standard). Este padrão é utilizado como dispositivo para medição da resolução espacial. comprimento e espaçamento. NORMA DE PROjETO. PADRÃO DE REFERêNCIA Uma referência usada como base para comparação ou calibração. FABRICAÇÃO. ONDA DE LAMB Tipo de onda que se propaga através da espessura de uma chapa fina e que pode ser gerada apenas a determinados valores de ângulos de incidência. MONOCROMÁTICO Luz de uma porção minúscula do espectro. PAR DE LINhAS MíNIMO Menor distância que um sistema específico de imagem pode distinguir entre um par de linhas paralelas adjacentes. associados com um objeto de ensaio específico. NEGATOSCóPIO Equipamento que contém fonte de luz e uma tela translúcida. de mesma espessura. também denominada onda cisalhante. ONDA LONGITUDINAL Movimento ondulatório onde o deslocamento das partículas é paralelo à direção de propagação da perturbação. chamada de monocromática. desligamento da planta. capaz de ser individualmente magnetizado e ser atraído para a distorção em um campo magnético (campo de fuga). operação e interrupção do serviço. Guia de END&Inspeção . conforme requerido na norma ou especificação aplicável ao produto.

PIxEL PENUMBRA Indefinição de contornos causada pela combinação da penumbra geométrica. brilho ou forma. os quais sensibilizam os grãos de haletos de prata. prevenindo assim danos. A imagem gerada em um computador convencional possui cerca de 256000 pixels. tais como a geometria da peça. Técnica de detecção de vazamentos não visíveis em tubulações ou recipientes enterrados pressurizados que utiliza princípios de propagação de ruídos para identificar o local exato onde ocorre a fuga de líquido. PESqUISA ACúSTICA PERDA APARENTE Ver perda física. PLACA DE CONTATO Bloco de metal substituível. É dada pela relação entre a densidade de fluxo magnético e a intensidade de campo magnético PERCURSO SôNICO Distância percorrida por um feixe sônico entre dois pontos específicos de um meio material. PENETRâMETRO Ver indicador de qualidade de imagem (IQI). PERDA REAL Ver perda física. o termo penetrador referese a conector de fase contendo seções de cabos eletrônicos de instrumentação instalados através de isolamento ou contendo paredes para permitir a passagem de instrumentação de força e informações de s inais através desta parede de proteção sem comprometer a integridade protetiva da parede. Menor elemento mensurável em uma imagem digital. Grandeza hipotética. visto que ele considera alguns itens. mas não contabilizado pela companhia de saneamento. em termos das informações do mundo físico apresentado ao olho. PENETRADORES Em aplicações nucleares. sua identificação. utilizado para confirmar o local do vazamento sem efetuar escavação. Cada placa possui uma imagem que pode ser de difícil distinção à pessoa com dificuldade visual em relação à cor. colocado em eletrodos para dar um bom contato elétrico. ligações clandestinas. PERDA NÃO FíSICA PENETRANTE REMOvívEL COM SOLvENTE Penetrante não solúvel em água. PLACA DE FóSFORO Placa capaz de armazenar a imagem radiográfica latente. antes que a histerese seja observada). cor. PENETRANTE LAvÁvEL EM ÁGUA Penetrante que possui em sua fórmula um emulsificador. PENETRANTE FLUORESCENTE Penetrante que emite radiação visível quando excitado através de luz negra. PLACAS PSEUDO-ISOCROMÁTICA Placas coloridas utilizados para exames visuais de cores. Relação entre a indução (quando a alteração simétrica em relação a zero for de caráter cíclico) e a alteração correspondente na força de magnetização PENETRANTE Líquido composto por várias substâncias químicas. PENETRANTE PóS EMULSIFICÁvEL Penetrante que exige a aplicação de um emulsificador em separado. normalmente vermelho. sua relação com outros objetos. também conhecido como perda real. PERMEABILIDADE NORMAL PERDA Diferença entre o volume de água produzido e os volumes contabilizados (faturados ou não) pela companhia de saneamento básico junto aos consumidores finais. PERMEABILIDADE MAGNÉTICA Maior ou menor facilidade que um determinado material tem de ser magnetizado. PERFURATRIZ Equipamento de perfuração.PENETRAÇÃO DO FLUxO Profundidade no qual um fluxo magnético existe em uma peça. sob uma freqüência específica. inerente e de movimento. PESqUISA ACúSTICA DIRETA Aplicação da pesquisa acústica quando é possível o contato direto em uma parte acessível da tubulação ou do recipiente. Guia de Termos . objeto ou detector de radiação. identificação de seus movimentos. PENUMBRA DE MOvIMENTO Penumbra da imagem radiográfica devido a movimento relativo da fonte de radiação. ramais e reservatórios) e extravasamentos nos reservatórios. a posição em relação à bobina envolvente e as características do campo magnético. Esse valor pode ser diferente da permeabilidade de um metal particular que estiver sendo ensaiado. na medida em que a peça estiver sendo removida da condição desmagnetizada (inclinação da curva BH na origem. Antigamente conhecido como picture element (elemento da imagem). que descreve a permeabilidade magnética verificada sob um dado conjunto de condições físicas. maior seu brilho. PERMEABILIDADE INCREMENTAL Relação entre a mudança na indução magnética e a correspondente mudança na força de magnetização. sua localização no espaço. redes. quando estimulada por um feixe de laser. PERDA FíSICA Volume de água produzido que não chega ao consumidor final. pneumático ou elétrico. gerando luminescência proporcional à intensidade de radiação.  PENUMBRA INERENTE Escurecimento de uma imagem radiográfica causada por fótons de radiação que desalojam elétrons da emulsão radiográfica. abertura ou meio). Quanto maior o valor de um pixel. tais como uma peça cilíndrica em uma bobina envolvente.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . para a peça em teste. PERCEPÇÃO vISUAL Interpretações das impressões transmitidas da retina para o cérebro. Volume de água consumido. PENETRANTE vISívEL Líquido penetrante que é caracterizado por uma intensa cor. pigmentos e corantes balanceados para proporcionar um alto contraste e penetração por capilaridade. PERCEPÇÃO DE CORES Percepção de diferenças entre dois ou mais matizes. falhas no cadastro comercial etc. decorrente de erros de medição nos hidrômetros e demais tipos de medidores. PESqUISA ACúSTICA INDIRETA Aplicação da pesquisa acústica em tubulações ou sistemas não acessíveis ou enterradas.ABENDE . PERDA COMERCIAL Ver perda não física. normalmente de trança de cobre. Também conhecido como perda comercial ou perda aparente PIxEL Ponto iluminado na tela de uma imagem digital. devido à ocorrência de vazamentos no sistema de abastecimento (adutoras. preparado para que o excesso na superfície possa ser removido por meio de material absorvente limpo ou levemente umedecido com solvente. PERíODO PRóPRIO Inverso da freqüência própria ou freqüência natural PERMEABILIDADE EFETIvA PENUMBRA GEOMÉTRICA Falta de nitidez de uma imagem radiográfica que depende do tamanho do ponto focal e das distâncias fontepara-objeto e objeto-para-filme. com abertura de arco. quando a indução média for diferente de zero PLANTA CADASTRAL Conjunto de informações representadas graficamente que ilustra o caminhamento das tubulações e peças componentes da rede de abastecimento. PERMEABILIDADE INICIAL Inclinação da curva de indução quando a força de magnetização for igual a zero. A percepção visual envolve um ou mais dos seguintes fatores: reconhecimento da presença de algo (objeto. fraudes. cada qual com um valor numérico.

é o alcance da distância a partir do qual um sistema de imagem fornece uma definição satisfatória. PóS-EMULSIFICAÇÃO Técnica de remoção do excesso de penetrante que emprega um emulsificador. a qual a relação entrada-saída permanece em um rango operativo linear prescrito. PONTO FOCAL REAL Local de uma ampola de raios-X ou fonte radioativa de onde emana a radiação. PONTO DE FULGOR Mais baixa temperatura na qual os vapores sobre uma substância combustível volátil incendeiam-se no ar quando expostos a uma chama. quando suas lentes estiverem focalizadas para uma determinada distância. PONTO DE SOBRECARGA DO SINAL Máxima amplitude do sinal de entrada. PULSO INICIAL/PULSO TRANSMITIDO/PULSO DE EMISSÃO Pulso sônico que corresponde ao momento que o transdutor é excitado por um pulso elétrico. PROFUNDIDADE DE PENETRAÇÃO Profundidade de penetração é uma função exponencial da freqüência do sinal. além da qual o sistema de ensaio praticamente não consegue detectar um aumento adicional na espessura da peça (o ensaio pode ser influenciado pela espessura da peça. incluindo acessórios e controles que constituem a operação. PRESSÃO DE OPERAÇÃO (EMISSÃO ACúSTICA) Pressão na qual o TRRT opera normalmente. PóS-LIMPEZA Remoção de materiais penetrantes residuais da peça em ensaio. PRESSÃO Tensão à qual uma superfície. O valor do pulo é dado pela expressão. é a profundidade na qual a intensidade do campo magnético ou a densidade das correntes parasitas induzidas diminui para 37% do seu valor na superfície. PORTA Circuito eletrônico que permite monitorar um determinado segmento da faixa da base de tempo (expressa em Guia de END&Inspeção . PONTO DE SAíDA DO FEIxE SôNICO (INDEx) Ponto de intersecção do eixo do feixe sônico com a superfície do cabeçote. PROFUNDIDADE DE PELíCULA Ver profundidade de penetração (depth of penetration). através da qual a luz passa para atingir a retina. pulo é a medida na superfície de aplicação do transdutor entre o ponto de saída até o ponto onde o centro do feixe refletido atinge a superfície de origem após percorrer um percurso duplo. da condutividade e da permeabilidade do material. PUPILA Abertura negra no centro do cristalino ocular. na qual ele normalmente opera. PREPARO DA SUPERFíCIE Preparo necessário da superfície para torná-la adequada ao acoplamento satisfatório do transdutor e incidência do feixe sônico. PRESSÃO DE OPERAÇÃO (EMISSÃO ACúSTICA) Pressão no topo de um vaso. PROFUNDIDADE DE CAMPO Na fotografia. Pó SECO Partículas ferromagnéticas finamente selecionadas e preparadas para ensaio por partículas magnéticas. obriga o feixe a ser refratado no interior da peça sob um ângulo conhecido. termos de distância) e amplitude. PODER DE RESOLUÇÃO Capacidade da visão ou de outro sistema de detecção de separar dois pontos. PRESSÃO DE PROjETO Pressão utilizada no projeto do vaso com o propósito de determinar a espessura mínima permissível ou características físicas de diferentes partes do vaso.Institucional GUIA DE TERMOS PLANTA/SISTEMA DA PLANTA Completo sistema que contenha pressão. PROCESSAMENTO DE IMAGEM DIGITAL Método pelo qual a imagem é transformada através de uma função matemática. PONTO DE CONTATO Qualquer ponto acessível onde se pode estabelecer um contato com um equipamento de pesquisa acústica e que esteja diretamente ligado à tubulação onde se deseja realizar a pesquisa. P = 2*e*tang a. as cargas estáticas são somadas à pressão de projeto para determinar a espessura de alguma parte específica do vaso. PROPAGAÇÃO POR ONDAS Fenômeno associado à passagem de uma perturbação através de um meio. Não deve exceder a pressão de projeto.  PONTO SUSPEITO Qualquer ponto onde é observado um ruído de um provável vazamento e que necessita de uma verificação mais detalhada com instrumentos de maior sensibilidade. PRÉ-LIMPEZA Remoção de contaminantes da superfície da peça em ensaio. ou a espessura da peça não seja rigidamente controlada). PóLO MAGNÉTICO Região de uma peça magnetizada das quais as linhas de força de um campo magnético entram ou saem. Com freqüência. PROCESSADOR Circuito que analisa formas de ondas de EA. caso não seja excedida a espessura mínima para a freqüência utilizada. O poder de resolução depende do ângulo da visão e da distância do sensor à superfície de ensaio.. como visto no dispositivo de medição. PROFUNDIDADE PADRÃO DE PENETRAÇÃO No ensaio eletromagnético. depois que o ensaio por líquido penetrante tiver sido concluído. para prevenir sua freqüente operação. PROFUNDIDADE EFETIvA DE PENETRAÇÃO No ensaio eletromagnético. Quando existentes. PRISMA Dispositivo usinado (normalmente em plástico) que. PRESSÃO DO ENSAIO DE qUALIFICAÇÃO Pressão de ensaio que é ajustada por acordo entre o usuário e o fabricante. é a profundidade mínima. antes da aplicação do ensaio por líquido penetrante. PULO Para um transdutor angular em um material de espessura e e faces paralelas. estrutura ou objeto está submetido. PULSO REFLETIDO Pulso que sofreu o fenômeno de reflexão. PULvERIZAÇÃO ELETROSTÁTICA Técnica para obter uma camada uniforme na qual é aplicada uma carga elétrica ao material borrifado. colocado entre o transdutor e a peça. POTêNCIA DO PULSO Intensidade do sinal sônico recebido pelo transdutor ou aplicada a ele. PROCESSAMENTO DO FILME Operações necessárias para transformar a imagem latente no filme exposto em uma imagem visível permanente. o poder de resolução é medido usando linhas paralelas. pela agência de teste ou combinada entre eles. PONTO FOCAL EFETIvO Local de uma ampola de raios X ou fonte radioativa de onde emana a radiação. expressa pelo quociente da força aplicada perpendicularmente pela área correspondente. Ela não excede a pressão de projeto e é usualmente mantida em um nível adequado abaixo da abertura das válvulas de segurança. PONTO “CURIE” Temperatura na qual os materiais ferromagnéticos já não podem ser magnetizados por forças externas e na qual perdem o seu magnetismo residual (aproximadamente 649oC a 871ºC para muitos metais). PORTA-FONTE Dispositivo utilizado para fixação da fonte de raios gama ao acionamento remoto do irradiador PLÁSTICO REFORÇADO COM FIBRA DE vIDRO (PRFv) Polímero composto de fibra de vidro que contém propriedades mecânicas superiores àquelas da resina-base.

REFLExÃO (ENSAIO vISUAL) Expressão genérica para o processo no qual o fluxo incidente deixa a superfície ou o meio pelo lado da incidência. em geral. Energia infravermelha total (fluxo radiante) que deixa a superfície de um objeto. entre o nível de sobrecarga e o nível de sinais mínimo (fixado geralmente por um ou mais dos níveis de ruído. total ou parcialmente. emitida por materiais radioativos específicos. de comprimento de onda entre 0. REDE SECUNDÁRIA Tubulações de menor diâmetro da rede. em decibeis. REDE DE DISTRIBUIÇÃO Conjunto de tubulações e seus acessórios destinados a colocar água potável à disposição dos consumidores. REFLETâNCIA Relação entre a energia de onda refletida e a energia de onda incidente. RADIOLOGIA INDUSTRIAL Ciência e aplicação dos raios X. Somente o componente irradiado está relacionado à temperatura da superfície do objeto. que interliga a rede de distribuição de água ao consumidor final. sem alteração da freqüência. que distribuem água para os consumidores finais. com comprimentos de ondas maiores do que 770 nm. através dos ramais prediais. e para um corpo negro. ou no estabelecimento de práticas ou procedimentos. RAZÃO FELICITy Medida do efeito Felicity e é definido como tensão na qual a emissão ocorre. RADIOSIDADE RADIAÇÃO SECUNDÁRIA Radiação emitida por um objeto como resultado da irradiação de uma fonte primária (exemplo: radiação retroespalhada. REFLETOR PLANAR RAMAL PREDIAL Conjunto de tubulações e conexões. REFERêNCIA FíSICA USADA COMO BASE PARA COMPARAÇÃO OU CALIBRAÇÃO Um conceito que tenha sido estabelecido por uma autoridade ou por um cliente. refletindo-se de Guia de Termos . RADIAÇÃO PRIMÁRIA Radiação transmitida ao longo de uma linha direta da fonte para o detector sem divergência. em um dado comprimento de onda. RADIOMETRIA Técnica de sensoreamento remoto.ABENDE . no mesmo ou em outro modo. ou mediante um acordo. infravermelho ou microondas. REDE PRIMÁRIA Tubos de maior diâmetro utilizados para “alimentar” as redes secundárias na distribuição de água.0001 nm e 1 nm. A radiometria pode ser realizada nas faixas espectrais do ultravioleta. A medição radiométrica de temperaturas baseia-se na detecção da radiação eletromagnética naturalmente emitida pelos corpos em função de sua temperatura absoluta. RADIAÇÃO ESPALhADA Radiação que sofreu mudança de direção com ou sem mudança de energia durante sua interação com o objeto irradiado. entre as quais a termografia. RAIOS GAMA Radiação ionizante eletromagnética. e abrange grande número de técnicas. para servir como modelo ou regra na medição da qualidade. interferência ou nível de resolução) em um sistema ou sensor. nêutrons e outras radiações penetrantes em ensaios não destrutivos. RADIADOR SELETIvO Objeto radiante cuja emissividade varia com o comprimento de onda. É a soma dos componentes transmitidos. RADIOGRAFIA Imagem visível obtida através do ensaio radiográfico. REFLExÃO (ULTRA-SOM) Retorno do feixe sônico ao meio de origem. que é refletida por esta. severidade dos defeitos. na qual as medições de temperatura são realizadas por sensores que não estão em contato físico com os objetos sob estudo. devido à incidência numa interface. REFLETIvIDADE () Porção da energia incidente sobre uma superfície. Interface de forma esférica. qUALIDADE DA ILUMINAÇÃO Nível de distribuição da iluminância para a vista ou para o ambiente. de acordo com padrões definidos pela companhia de saneamento. qUALIDADE RADIOGRÁFICA Termo qualitativo para descrever a capacidade de determinação de descontinuidades na área examinada. RADIôMETRO INFRAvERMELhO Equipamento infravermelho. dividida pela máxima tensão previamente atingida.129). a refletividade é 1.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . REFLETOR ESFÉRICO RAIOS x Radiação eletromagnética penetrante.78 e 2. visível. RADIAÇÃO RETROESPALhADA Parte da radiação X ou gama que é emitida pelo material a um ângulo maior que 90o em relação à direção do feixe incidente. digitalizada e disponibilizada em formato expresso ou arquivo digital. composto de cloreto de polivinila. é uma combinação de reflexão regular e difusa. RADIOGRAFIA COMPUTADORIZADA Imagem obtida através do método foto-luminescente estimulado composto de duas etapas no processo de formação da imagem radiográfica: 1 – uma placa de fósforo para armazenamento de imagem é exposta a radiação penetrante. irradiados e refletidos da radiação infravermelha. Interface de forma cilíndrica separando dois meios de impedâncias características diferentes. qUALIDADE DO FEIxE DE RADIAÇÃO Poder de penetração do feixe de radiação freqüentemente medido pela camada semi-redutora. por um processo de reflexão. Para um espelho perfeito. RADIôMETRO Instrumento para medir força de radiação de uma freqüência específica. Também conhecida como refletividade.  RANGO DINâMICO Diferencia. RADIAÇÃO INFRAvERMELhO Energia radiante eletromagnética. 2 – a luminescência da placa de fósforo luminescente fotoestimulada é detectada. A razão Felicity é indicativa da REFLExÃO DIFUSA Reflexão observada quando um feixe sônico incide numa superfície rugosa ou irregular. radiação lateral espalhada e radiação interna espalhada). Interface plana que separa dois meios de impedâncias características diferentes.PvC Material plástico. A reflexão. distorção de baixo nível. REFLETOR Mecanismo empregado para redirecionar o fluxo luminoso de uma fonte. RADIOSCOPIA Ensaio de radiografia industrial onde se utiliza uma cabine blindada ou um local protegido para se obter imagem radiográfica em tempo real em um monitor de vídeo. REATâNCIA ACúSTICA Módulo da componente imaginária de uma impedância acústica específica. que mede temperaturas a partir da radiação recebida de um campo de visão fixo. REFLETOR CILíNDRICO RADIADOR DE CORPO NEGRO Ver corpo negro. a refletividade é 0. de forma contínua e com qualidade e pressões recomendadas. RADIOGRAFIA MICROFOCO Radiografia que utiliza um aparelho de raios X com dimensão do foco máxima de 100 µm. raios gama. normalmente portátil. separando dois meios de impedâncias características diferentes. RADIOISóTOPO Isótopo de um elemento com propriedades de emitir espontaneamente radiação X ou gama. qUALIDADE DA IMAGEM Característica da imagem radiográfica que determina o grau de detalhe visível (ver 2. resultado da projeção de um elemento detector.0.

RETENTIvIDADE Propriedade de um material de reter uma porção do campo magnético aplicado depois da força magnetizante ter sido removida. dependendo do tipo de penetrante). onde (Do) é o diâmetro externo da tubulação. RESOLUÇÃO Capacidade do cabeçote ultra-sônico de diferenciar ecos provenientes de descontinuidades próximas e situadas dentro do feixe sônico RODA DE MEDIÇÃO Equipamento para medição de distância através de uma roda calibrada com totalizador mecânico ou eletrônico. Deve-se notar que tais sinais de ruído podem ser gerados por uma falta de homogeneidade da peça examinada. REFRAÇÃO Desvio do caminho da radiação. RESOLUÇÃO Propriedade de um sistema de ensaio para a separação de indicações devidas a descontinuidades na peça em ensaio. normalmente aplicado por pulverização ou imersão. REvELADOR EM SOLUÇÃO Revelador completamente solúvel em água. também chamada de valor eficaz. fazendo sua impressão em material plástico ou maleável. concernente com a habilidade do sistema de reproduzir objetos. RESOLUÇÃO DE MEDIÇÃO Corresponde ao menor tamanho de alvo no qual o equipamento infravermelho pode produzir uma medição confiável de temperatura. que permite executar as manobras de abertura e fechamento do fluxo de água. É expressa em miliradianos ou na razão D/d (distância de observação dividida pelo tamanho do alvo). moldado à superfície de ensaio. REvELADOR NÃO AqUOSO Revelador que possui partículas suspensas em um veículo não aquoso. com a finalidade de executar manobras de abertura e fechamento do fluxo de água do ramal predial. associada à posição do eco de descontinuidade no monitor. REFLExÃO PARCIAL Quando dois meios de impedâncias características diferentes estão acoplados. Em geral. REvELADOR DE Pó SECO Revelador composto de um pó fino. RELAÇÃO SINAL-RUíDO Relação entre a amplitude de um sinal de EA e a amplitude de ruido de fundo médio. quando as descontinuidades estão próximas umas das outras. REGISTRO DE PASSEIO Equipamento instalado no ramal predial antes do cavalete. RUíDO CRUZADO Interferência produzida pelas ondas superficiais geradas pelo elemento emissor e detectadas pelo receptor. RESISTêNCIA ACúSTICA Valor da componente real de uma impedância acústica específica. REGISTRO Equipamento instalado em adutoras. RUíDO No ensaio eletromagnético. RÉPLICA Pedaço de material maleável. RMS Raiz média quadrática. como filme plástico de polivinil ou de poliestireno. sem prejuízo para o uso final da peça. REGIÃO DE SOMBRA Região inatingível pela energia sônica devido à geometria ou descontinuidade. RÉGUA DE POSICIONAMENTO DE DESCONTINUIDADE Escala graduada fixada ao transdutor de incidência oblíqua e que. REvELADOR DE FILME PLÁSTICO Suspensão de partículas de revelador em um veículo que deixa uma resina ou filme de polímero na superfície de teste depois de secar. REMOvEDOR Líquido utilizado para a remoção do excesso de penetrante da superfície que é examinada (água ou solvente apropriado. da carga e a carga máxima precedente. RELAÇÃO FELICITy Medição do efeito Felicity. é medida pela determinação de um par de objetos adjacentes ou de linhas paralelas. definida como a relação entre a carga à que reaparece EA durante a seguinte aplicação RUíDO DE ALTA FREqüêNCIA Ruído de vazamento com freqüência geralmente superior a 1 000 Hz. qualquer sinal irrelevante que tende a interferir com a recepção normal ou com o processamento de um desejado sinal de descontinuidade. na cena. REFLExÃO ESPECULAR Reflexão de um feixe sônico quando o ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão. nos transdutores de cristal duplo. onde é formada a imagem. ESPACIAL OU óPTICA Capacidade do sistema em discernir entre dois pontos à uma dada distância. RELATóRIO DE vAZAMENTO Formulário usado para registrar um vazamento encontrado. (Di) é o diâmetro interno da tubulação e (t) é a espessura de parede medida na seção transversal do tubo. Está relacionada com a área delimitada pela projeção do(s) elemento(s) detector(es). o feixe incidente foi parcialmente refletido.  RELAÇÃO DIâMETRO-ESPESSURA (D/T) Expressa pela fórmula (Do + Di)2t. RUíDO Qualquer interferência nos dados presentes em uma radiografia que não estão diretamente relacionados com o objeto em teste. REGIÃO DE vARREDURA Região da superfície sobre a qual o transdutor é movimentado na execução da varredura. REFLExÃO MúLTIPLA Reflexão repetida da energia sônica entre duas ou mais superfícies ou descontinuidade do meio. RESOLUÇÃO Aspecto da qualidade de imagem. causada pelo meio que ela atravessa. RESOLUÇÃO ESPACIAL Menor distância entre pontos característicos que podem ser identificados e separados na imagem. REGISTRO ESTRANGULADO Registro semi-aberto ou obstruído por algum objeto que provoca dificuldade de passagem de fluido. parte da energia é refletida e parte transmitida ao segundo meio. RESOLUÇÃO GEOMÉTRICA. REPLICABILIDADE Técnica para copiar a topografia de uma superfície. permite determinar rapidamente o posicionamento da descontinuidade no interior do meio em exame. para registro e análise da microestrutura superficial.Institucional GUIA DE TERMOS maneira não especular. Ato de realizar a correção de um vazamento. Diz-se que. Também chamado de ecos múltiplos. reservatórios e redes. REvELADOR EM SUSPENSÃO AqUOSA Revelador que possui partículas suspensas em água. REjEIÇÃO Ver supressor. REvELADOR Material que é aplicado à superfície de ensaio para promover a sangria e aumentar o contraste das indicações. Guia de END&Inspeção . incidindo um feixe sônico na interface. REvELAÇÃO DO FILME OU PAPEL Processo químico ou físico que converte uma imagem latente (oculta) em uma imagem visível. REPARO DE vAZAMENTO REFLExÃO TOTAL Reflexão observada quando o ângulo de incidência é maior que o segundo ângulo crítico. É expressa em miliradianos ou na razão D/d (distância de observação dividida pelo tamanho do alvo). RETINA Tecido do olho sensível à luz. que deve conter os dados necessários que possibilitem a sua identificação e a propagação do seu reparo.

SENSOR DE REFERêNCIA Sensor de EA cuja resposta foi estabelecida por calibração primária. SENSIBILIDADE DO IqI Medida da qualidade da imagem requerida ou alcançada através do fio ou furo visível do IQI. SENSIBILIDADE DE CONTRASTE Menor mudança de espessura no objeto que produz uma mudança discernível na densidade óptica em uma imagem radiográfica (ou radioscópica). visando melhor acoplamento. SINAL Os dados presentes em uma radiografia que estão diretamente relacionados com o objeto em teste. trincas) existentes na tubulação e acessórios. que transforma o desplazamiento da onda elástica em um sinal elétrico. SISTEMA DE EA Toda a instrumentação eletrônica e equipamento (exceto sensores e cabos) utilizados para detectar. padrão no tempo t1 do sinal. ou ambas. SATURAÇÃO MAGNÉTICA (CORRENTES PARASITAS) Grau de magnetização em que um aumento adicional na força de magnetização não produz um aumento significativo na densidade do fluxo magnético (permeabilidade) na peça. que não sejam comuns às áreas da peça que estiver sendo examinada.RUíDO DE BAIxA FREqüêNCIA Ruído de vazamento com freqüência geralmente inferior a 1 000 Hz. roscados. sem comparação direta com outra seção da peça. Depende das propriedades do sistema óptico. SISTEMA DIFERENCIAL (DIFFERENTIAL SySTEM/ COMPARATIvE SySTEM) Sistema de ensaio eletromagnético que usa um conjunto de bobinas e circuitos eletrônicos associados. para medir as propriedades eletromagnéticas totais de uma peça em ensaio. a sensibilidade direcional é a relação entre o ângulo que o feixe sônico faz com a normal ao refletor e a amplitude do eco detectado. (ver bobina absoluta). normalmente expressa como uma porcentagem das densidades totais. SENSIBILIDADE TÉRMICA Menor diferença de temperatura que pode ser detectada pelo instrumento. NOTA: Podem ser de origem elétrica e/ou mecânica SENSIBILIDADE DIRECIONAL Para um dado refletor. SOLENóIDE Condutor elétrico no formato de uma bobina. dos consumos e da operação e manutenção da rede de distribuição SISTEMA SENSITIvO DE FASE (PhASE SENSITIvE SySTEM) Sistema cujo sinal de saída depende da relação de fase entre a tensão elétrica retornada de uma detecção ou de uma bobina sensora. SENSIBILIDADE (PARTíCULAS MAGNÉTICAS) Capacidade de uma técnica de ensaio por partículas magnéticas para indicar descontinuidades superficiais ou subsuperficiais em materiais ferromagnéticos. RUIDO DE FUNDO Sinais produzidos por outras causas distintas de EA ou por fontes de EA que não estão relacionadas com o ensaio. SINAL DISCRETO Sinal de EA com um princípio e um final identificável. SELETIvIDADE Característica de um sistema de ensaio. ou a facilidade com o qual os detalhes podem ser vistos. composta por uma ou mais zonas de pressão. sujeiras e outros). SISTEMA ABSOLUTO Sistema de ensaio eletromagnético que usa um conjunto de bobinas e circuitos eletrônicos associados. SISTEMA TRRT Conjunto de estrutura tubular de vários componentes que estão colados. SINAL ESTACIONÁRIO Um sinal é estacionário se.  A mínima descontinuidade detectável sob condições de teste especificadas. Geralmente expressado em Volt por metro por segundo ou em Volt por microbar. SENSIBILIDADE RADIOGRÁFICA Termo geral ou qualitativo relativo à dimensão do menor detalhe e/ou mudança de contraste visível em uma imagem radiográfica. SENSOR GUARDA Sensor de EA utilizado para discriminar as fontes que provém do exterior da zona de interesse SISTEMA INFRAvERMELhO Conjunto composto pelo termovisor.. SINAL RANDôMICO Um sinal é considerado randômico se o mesmo apresenta valores de amplitude que seguem uma distribuição randômica ou aleatória. resultante da diluição da matiz com a luz branca. SETOR DE ABASTECIMENTO Área definida do sistema de abastecimento de água.ABENDE . obtida a média e o desvio Guia de Termos . SISTEMAS TERMOGRÁFICOS Ver sistema infravermelho. conversão de modo ou incidência adequada às características da peça. SATURAÇÃO MAGNÉTICA (PARTíCULAS MAGNÉTICAS) Limite acima do qual o aumento da intensidade do campo magnético aplicado não produz um aumento na densidade de fluxo na peça. analisar. graxa. acessórios e aplicativos de análise termográfica dos registros efetuados.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE IMAGEM Sistema que utiliza algoritmos matemáticos para processar imagens digitais. focalização do feixe. que é uma medida do quanto um instrumento é capaz de diferenciar o sinal desejado de distúrbios de outras freqüências ou fases. da resposta do detector e do nível de ruído eletrônico interno do equipamento infravermelho. SATURAÇÃO Característica relativa ou comparativa da cor. RUíDO DE vAZAMENTO Conjunto de sons provenientes da passagem do líquido sob pressão por falhas (orifícios. onde se realiza o controle de vazões. SENSIBILIDADE (ULTRA-SOM) Medida da habilidade do sistema ultra-sônico de detectar pequenos refletores capazes de gerar sinais no monitor SINAL DE EA Sinal elétrico emitido por um sensor como resultante de uma EA. dentro de uma unidade funcional. (ver bobinas diferenciais). usinada de maneira conveniente. SENSIBILIDADE DO SENSOR DE EA Relação entre o sinal de entrada da onda mecânica do sensor e o sinal elétrico emitido. ou com outra peça. e a tensão elétrica de referência. SAPATA Peça intercalada entre o cabeçote e a peça em exame. pela variação da freqüência dentro de determinados limites. estes valores de média e desvio padrão se retém no tempo t2. apresentar e registrar sinais de EA. SENSIBILIDADE (RADIOGRAFIA) SINAL CONTíNUO Sinal de EA com um princípio e um final não identificável. para detectar uma condição elétrica ou magnética. SENSOR DE EA Elemento de detecção geralmente piezoeléctrico. em camadas etc. SISTEMA DE AqUISIÇÃO DE IMAGEM DIGITAL Sistema de componentes eletrônicos que detecta a radiação diretamente ou converte a radiação analógica detectada (radiografia computadorizada) e produz uma imagem digital. SINTONIZAÇÃO DO PULSO Controle destinado a otimizar a resposta do transdutor e cabos. SOLvENTE Líquido capaz de dissolver ou eliminar elementos estranhos e não aderidos na superfície que é examinada (óleo. SANGRIA Ação de um líquido penetrante que sai da descontinuidade para a superfície com o objetivo de formar indicações.

dimensão). TÉCNICA DE ENSAIO FLUORESCENTE Ensaio de partículas magnéticas que emprega um meio de ensaio fluorescente ferromagnético finamente dividido. TELA INTENSIFICADORA FLUORESCENTE Tela composta de uma camada de fósforo que fluoresce quando exposta a radiações ionizantes. TÉCNICA DE AMPLIAÇÃO PROjETADA SONDA (CORRENTES PARASITAS) Elemento composto de bobina indutora que induz um campo magnético na superfície inspecionada e bobinas sensoras que enviam os sinais (Bx e Bz) das pertubações ocorridas na presença de descontinuidades para o equipamento ACFM. TELA DE TERRAS RARAS TÉCNICA DE IMERSÃO Técnica de ensaio ultra-sônico na qual a peça de ensaio e o cabeçote são imersos em líquido utilizado como um meio de acoplamento e/ou prisma de refração Ver tela intensificadora de chumbo. TÉCNICA DE INDUÇÃO DE CORRENTE Técnica de magnetização na qual uma corrente circulante é induzida em um componente em forma de anel pela influência de uma variação do campo magnético vinculado ao componente. onde a energia sônica ao se propagar numa determinada direção é impedida de atingir determinada região do próprio meio. TÉCNICA DE PULSO-ECO Técnica na qual os pulsos ultra-sônicos são transmitidos e recebidos após reflexão em um único ciclo. TÉCNICA DE CORRENTE INDUZIDA Ver 2. aumenta a qualidade radiográfica ou reduz o tempo de exposição requerido para produzir uma radiografia. TÉCNICA DE vARREDURA DIRETA Técnica na qual o feixe ultra-sônico é direcionado para uma região da peça de ensaio sem reflexão intermediária. Varredura por meio de um transdutor(s) ultra-sônico(s). quando em contato com um meio de registro durante a exposição. TAP Registro de derivação instalado na tubulação. uma pequena bobina ou um conjunto de pequenas bobinas. Técnica de escuta de ruído de vazamento através de geofones eletrônicos e mecânicos. TÉCNICA DE ENSAIO NÃO DESTRUTIvO Técnica de escuta de ruído de vazamento através de haste de escuta. Técnica de ensaio sônico que envolve o uso de dois transdutores. SONDA (CORRENTES PARASITAS) No ensaio eletromagnético. medido paralelamente ao plano do filme ou tela fluorescente. de contato direto com o objeto de ensaio (com ou sem acoplante). Na análise sônica. SOMBRA ACúSTICA Efeito que se observa num meio devido à sua geometria ou a uma descontinuidade. TÉCNICA DE vARREDURA INDIRETA TÉCNICA DE CONTATO DIRETO Técnica de magnetização pela passagem de uma corrente por um componente através de eletrodos (prods) ou cabeças de contato. operando um deles como emissor e o outro como receptor. TELA INTENSIFICADORA FLUORMETÁLICA Tela metálica revestida por um material que fluoresce quando exposto a radiação ionizante. a ressonância indica as propriedades da peça em exame através do espectro. TÉCNICA CONTíNUA Técnica em que o meio de ensaio é aplicado enquanto a força magnetizante está presente. Técnica na qual o feixe ultra-sônico é direcionado para uma região da peça de ensaio por meio da reflexão em uma superfície (ou superfícies). induzindo um campo magnético longitudinal na peça. TÉCNICA DE TOFD Técnica na qual a correlação entre os caminhos do som de ondas difratadas em diversas posições do transdutor ou ângulos de incidência é utilizada principalmente para a detecção e avaliação do tamanho de refletores planos. TELA INTENSIFICADORA Material que converte parte da energia de radiação em luz ou elétrons e.  TAxA DE PRESSÃO Termo utilizado por fabricantes de tubulações de TRRT como uma indicação de máxima pressão de operação. TAMANhO DO PONTO FOCAL Dimensão do ponto focal de um tubo de raios X ou fonte radioativa. pressão. TAMANhO DA BOBINA Dimensão de uma bobina. como. TAxA DE EA DISCRETA Número de sinais discretos detectados por unidade de tempo. TÉCNICA úMIDA Técnica de exame na qual as partículas magnéticas estão suspensas em um veículo líquido. com amplificador mecânico. Guia de END&Inspeção . Método de radiografia ou radioscopia envolvendo um aumento primário da imagem pelo uso de uma distância entre o objeto e o sistema de aquisição de imagem. chamada simplesmente sombra. TELA INTENSIFICADORA DE ChUMBO Ver tela intensificadora fluormetálica. comprimento ou diâmetro. TAxA DE REPETIÇÃO DOS PULSOS Número de pulsos emitidos por unidade de tempo. TÉCNICA DE TRANSMISSÃO Técnica de ensaio onde a qualidade de um material é avaliada pela quantidade de energia sônica incidente num transdutor após ter atravessado um determinado percurso no material. TÉCNICA DE RESSONâNCIA Técnica que envolve a variação da freqüência sônica do conjunto transdutor-peça em exame. por exemplo. ou todo o componente é enrolado com um cabo. dando ênfase aos sinais de maiores amplitudes. ou próximas a essa superfície. TÉCNICA vIA SECA Ensaio por partículas magnéticas nas quais as partículas ferromagnéticas são empregadas na forma de pó seco. TÉCNICA POR TRANSPARêNCIA SUPRESSOR Controle que permite minimizar ou eliminar os sinais de baixa amplitude (elétrico ou ruído do material). colocadas sobre a superfície da peça a ser examinada. cuja principal função é permitir o acesso ao fluxo interno para a realização de medições (velocidade. SUPERFíCIE REFLETORA Qualquer superfície no percurso sônico que apresente impedância característica diferente. ou quando a peça é colocada internamente ou próxima a uma bobina rígida. A corrente pode ser alternada. Técnica de detecção de vazamento através de correlacionador de ruídos de vazamento. TÉCNICA DA BOBINA Técnica de magnetização na qual parte. TÉCNICA RESIDUAL SUSPENSÃO Sistema de duas fases que consiste em um sólido finamente dividido disperso em um líquido. TÉCNICA DO POLíMERO Técnica de exame no qual um polímero é usado como o veículo de suspensão de partículas. visando a máxima amplitude do sinal para determinação de espessuras.Institucional GUIA DE TERMOS SOMATóRIO DE AMPLIFICAÇÃO Amplificador operacional que produz um sinal de saída igual ao somatório ponderado de sinais de entrada. TÉCNICA DE ATENUAÇÃO Técnica de ensaio onde a qualidade do material é avaliada com base na queda de amplitude de ecos sucessivos. retificada ou direta. TÉCNICA DE ENSAIO POR CONTATO TAMANhO DO PIxEL Comprimento e largura do pixel. Aplicação das partículas magnéticas depois da força magnetizante ter sido removida.95.

NOTA Esta é a tomografia axial computadorizada e não se aplica a outros meios de executar tomografia.Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . TESTE Seqüência de ensaios para a verificação da qualidade de um item em relação a um critério previamente estabelecido. Materiais transparentes possuem valores de transmissividade entre 0 e 1. TEMPO DE RETARDO Diferença de tempo que o som do vazamento leva para percorrer as distâncias entre o ponto de fuga dos sensores do correlacionador. TOLERâNCIA à ÁGUA Quantidade de água que um penetrante ou emulsificador podem absorver antes de sua eficiência ser prejudicada. a transmissividade é igual a 0. TRANSDUTOR DE EA O elemento ativo em um sensor de EA (geralmente piezoeléctrico). O tempo entre o começo do sinal de EA (ver 3. projetado para garantir a integridade estrutural. TEMPO DE SECAGEM Tempo requerido para secagem dos produtos utilizados na limpeza ou na remoção do excesso. TRANSMISSIvIDADE (t) TEMPO DE ExPOSIÇÃO Duração do processo de expor um meio de registro à radiação. no campo de instalação ou quando posta fora de serviço para re-teste. 0 Intervalo de operação não linear de um instrumento causado por um sinal com uma amplitude em excesso do rango de operação linear do instrumento. Elemento ativo do cabeçote (cristal) que realiza conversão de energia elétrica para mecânica e vice-versa. devidamente processados. TREM DE ONDAS Sucessão de ondas sônicas originadas pela mesma fonte. apresentando as mesmas características e propagando-se ao longo do mesmo percurso. pode também analisar e gerenciar trabalhos de inspeções termográficas. Qualquer intervalo de tempo durante a aquisição de dados. antes que correções especificas para este sejam introduzidas.13) e a máxima amplitude desse sinal (ver figura 1).ABENDE . Guia de Termos . antes da remoção do excesso. naturalmente emitida pelos corpos. TEMPERATURA AMBIENTE Temperatura do meio circundante ao objeto. obtida pelo processamento de projeções unidimensionais através de radiações. Porção da energia incidente sobre um corpo. após ter recebido um sinal. TERMOGRAFIA Técnica de sensoreamento remoto que possibilita a medição de temperaturas e a formação de imagens térmicas (chamadas termogramas) de um componente. TEMPO DE PROPAGAÇÃO Tempo para o sinal ultra-sônico transmitido atingir os pontos de recepção. Em função de sua habilitação. TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE SOBRECARGA TESTE DE RESISTêNCIA DO COMPONENTE E CONjUNTO Programa de ensaios em componentes de TRRT. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TC) Imagem bidimensional de uma seção transversal do objeto. geralmente aparente. TEMPO DE ChEGADA Tempo em que o sinal discreto cruza pela primera vez o umbral de detecção (ver figura 1). em um dado comprimento de onda. TEMPERATURA REFLETIDA Ver temperatura ambiente. em função de sua temperatura. limitada no tempo. Programa de ensaios periódicos durante o tempo de vida de um sistema de TRRT. que permite a transposição de pontos notáveis (pontes. faixas). naturalmente emitida pelos corpos. a partir da radiação infravermelha. TEMPO DE PENETRAÇÃO Tempo total em que o penetrante fica em contato com a superfície da peça. TERMOGRAFISTA Profissional habilitado a realizar inspeções termográficas através da operação de um sistema infravermelho. TEMPERATURA ATMOSFÉRICA Temperatura dos gases (geralmente o ar) entre o instrumento e o objeto. córregos. TESTE DE RESOLUÇÃO Procedimento onde uma linha é detectada para averiguar a sensibilidade do sistema. Um conjunto é uma unidade construída de componentes montados seqüencialmente. projetado para garantir a integridade estrutural para uso em serviço. TERMOGRAMA Imagem obtida a partir da radiação térmica (infravermelha). TUBO DE FOCO DUPLO Tubo de raios X com dois tamanhos diferentes de focos. TEMPO DE CLAREAMENTO Tempo requerido para obter a total transparência de um filme virgem. projetado para garantir a qualidade do produto na planta do fabricante. desempenho e aceitabilidade do produto e capacidade do fabricante. indicada pelo instrumento. TEMPERATURA APARENTE Temperatura de um objeto. TEMPO MORTO TEMPERATURA DAS CORES Classificação de uma fonte de luz quanto à visualização da cor. viadutos. TRANSDUTOR TEMPO DE DRENAGEM Tempo durante o qual o excesso de penetrante ou emulsificador escoa da peça. que é transmitida por este. TERMOvISORES Equipamentos destinados a detectar a radiação térmica e convertê-la em sinais eletrônicos que. TEMPO DE EMULSIFICAÇÃO Tempo que um emulsificador permanece em contato com o excesso de penetrante. TERMôMETRO INFRAvERMELhO Ver radiômetro infravermelho. TEMPO DE RESTABELECIMENTO Tempo necessário para que um sistema de ensaio retorne ao seu estado original. permitem a formação de imagens térmicas e a medição remota de temperaturas.TELA INTENSIFICADORA METÁLICA Tela constituída de um material denso (usualmente chumbo) ou material composto (óxido de chumbo) que filtra radiação e emite elétrons primários quando exposta a radiações ionizantes. TRAvESSIA Tubulação da rede de abastecimento. TRENA ELETRôNICA Equipamento para medição de distância através de roda calibrada com totalizador digital eletrônico. em função de sua temperatura. quando imerso em um banho fixador. TEMPERATURA DE FUNDO Ver temperatura ambiente. TIRO (ShOT) Ciclo energizante curto em um ensaio de partículas magnéticas. Para um corpo opaco. TESTE DE SISTEMAS EM SERvIÇO TEMPO DE REvELAÇÃO Tempo decorrente entre a aplicação do revelador e o exame da peça. TESTES DE qUALIFICAÇÃO DE FABRICANTES Programa compreensivo de ensaios para confirmar o projeto. TESTE DE RESISTêNCIA DO SISTEMA Programa de ensaios de um conjunto de sistema TRRT. TESTE FUNCIONAL Teste realizado no bloco padrão para verificação da sensibilidade da sonda relativa ao sinal apresentado na tela TEMPO DE SUBIDA DO SINAL DE EA. durante o qual o instrumento ou sistema é incapaz de aceitar novos dados. equipamento ou processo.

vISCOSIDADE vAZAMENTO vISívEL Fuga de água de redes de distribuição ou adutoras. a qual é utilizada para indicar falha na união do adesivo em juntas de TRRT. medido após o processamento. cavalete). Também conhecida como visão parafoveal. com a finalidade de controlar a vazão e a pressão da água. vEíCULO Líquido. A visão é totalmente escotópica quando a luminância da superfície de ensaio estiver abaixo de 3 x 10-6 cd.7 x 10-6 cd. UMBRAL DO SISTEMA DE ExAMINAÇÃO Umbral do instrumento eletrônico (ver umbral de avaliação) com o qual os dados serão detectados.Institucional GUIA DE TERMOS TUBO DE RAIOS x Tubo a vácuo onde são produzidos raios-X. perpendicular à superfície da peça. observado sob condições padronizadas de visão. TUBOS REFORÇADOS DE RESINA TERMOCURADA (TRRT) Produto tubular contendo reforço dentro ou nas vizinhanças. Os dados podem ser registrados com um sistema de umbral menor que o umbral de exame. porém sem capacidade de medição de temperaturas (não radiométricos). em uma determinada rede de distribuição ou tubulação. UMECTANTE Substância que é adicionada ao acoplante para reduzir a tensão superficial. UMBRAL FLUTUANTE Qualquer umbral com uma amplitude estabelecida por uma medição de tempo médio do sinal de entrada. vARREDURA MANUAL Deslocamento manual do transdutor sobre a superfície de ensaio. vELADURA POR ENvELhECIMENTO Aumento na densidade óptica em um filme não exposto. a visibilidade é definida como a distância na qual um objeto pode ser perceptível ao olho. TUBULAÇÃO PRESSURIZADA Tubo submetido à pressão maior do que a atmosfera. Resistência que um líquido apresenta ao escoamento. UMBRAL DE DETECÇÃO DE EA Nível de tensão que deve sobrepasar-se para que um sinal de emissão acústica seja detectada e processada. vAZAMENTO NÃO vISívEL Fuga de água de redes de distribuição ou adutoras. vALOR DE CONTAGEM NC Critério de avaliação baseado no número total de contagens de EA. 1 vALOR DE SINAL M Medida da força do sinal de EA (energia/unidade de tempo). vARREDURA ROTACIONAL Técnica que utiliza a rotação do transdutor ao redor de um eixo. aflorante à superfície e identificada por inspeção visual. dos quais os sinais de EA podem processar continuamente. O umbral de tensão pode ser ajustável. deve tomar-se em consideração a dependência dos dados medidos com o sistema de umbral de exame (ver figura 1). UMBRAL DE AvALIAÇÃO Valor de umbral prefixado usado para as análises dos dados a examinar. fixo ou automáticamente flutuante. Para propósitos de análises. TUBULAÇÃO APARENTE Tubo visível do sistema de abastecimento de água (travessia de alguma ponte ou viaduto. trecho de tubo em poço de visita. vALOR DA qUALIDADE DA IMAGEM Ver sensibilidade do IQI. não aflorante à superfície e localizável por meio de equipamentos de detecção acústica ou por outro processo de detecção. vISORES TÉRMICOS Equipamentos infravermelhos que produzem imagens térmicas. Guia de END&Inspeção . vARREDURA ORBITAL Técnica utilizada para obter informações sobre a forma de um refletor detectado anteriormente. que passa pelo ponto de saída do feixe sônico. NOTA: Este umbral pode ser ajustável. bem como para permitir o fluxo de ar nas operações de carregamento e descarga de água. vEíCULO Fluido no qual são suspensas as partículas magnéticas para a aplicação. vELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO Valor comum das velocidades de fase e de grupo de uma onda se propagando num meio não dispersivo. de um circuito magnético. Normalmente recebe apenas a denominação de velocidade. UNIDADE DE MEDIDA DE PRESSÃO Expressão da grandeza da pressão dentro de sistemas de medidas estabelecidos. na área militar e de segurança. sendo a varredura realizada em volta do refletor. vAZAMENTO DE CAMPO MAGNÉTICO Campo magnético que sai ou entra na superfície de uma peça em uma descontinuidade ou mudança de configuração da seção. vERIFICAÇÃO OPERACIONAL Teste realizado para verificação da inexistência de trinca contínua em toda a extensão do cordão de solda. vÁLvULA Equipamento instalado na entrada de reservatórios ou em outras partes do sistema de abastecimento. onde se detectam as diferenças de brilho. Também conhecido como vazamento oculto. vARREDURA Ato de realizar uma verificação geral. fixo ou flutuante. vARREDURA Deslocamento relativo sistemático entre o feixe de som e a peça de ensaio. Em diversas aplicações em área aberta. vARREDURA AUTOMÁTICA Deslocamento mecânico do transdutor sobre a superfície de ensaio. e se origina das variações no espaçamento da bobina (desprendimento operacional). vÁLvULA ESTRANGULADA Válvula semi-aberta ou obstruída por algum objeto que provoca dificuldade de passagem de fluido. mas não de matizes. vENTOSA Dispositivo usado na rede de abastecimento para a retirada de ar das tubulações. vELOCIDADE DO FILME Medida quantitativa da resposta de um sistema de filme (filme e telas intensificadoras) para uma determinada energia de radiação em condições específicas de exposição. através de método de pesquisa de vazamento. vOBULAÇÃO vELOCIDADE DE PROCESSAMENTO Velocidade alcançada (hits/s). um efeito que produz variações no sinal de saída de um sistema de ensaio. é definida como o contraste ou a dimensão de um objeto de ensaio padrão. vAZAMENTO OCULTO Ver vazamento não visível. quando da sua passagem através de uma bobina envolvente.ft-2). São utilizados. devido ao tempo de armazenamento. vISÃO Percepção pelo olhar. por resina curada termicamente.m-2 (2. aquoso ou não aquoso. sobretudo. vISÃO PRóxIMA Visão de objetos próximos. vISÃO DISTANTE Visão de objetos a uma distância geralmente acima de um braço de comprimento. devidas ao movimento lateral da peça examinada. vISÃO ESCOTóPTICA Visão adaptada ao escuro. usando apenas os bastonetes da retina. em geral. Para aplicações em área fechada. como função dos parâmetros estabelecidos e o número de canais ativos. no qual são dissolvidas ou suspensas outras substâncias ou produtos. geralmente até um braço de comprimento. vISIBILIDADE Qualidade ou estado de ser perceptível pelo olho. vISÃO PERIFÉRICA Visão de objetos deslocados da linha primária da visão e fora do campo visual central. UMBRAL DE TENSÃO Nível de tensão de um comparador eletrônico tal que os sinais com amplitudes maiores que este nível serão reconhecidas. No ensaio eletromagnético.

vOLTAGEM DE RAIOS x EqUIvALENTE Voltagem aplicada ao tubo de raios X que produz uma radiografia equivalente a uma gamagrafia tirada com uma determinada fonte de raios gama. Yokes podem ser ímãs permanentes ou eletroímãs. na qual as pressões máximas e mínimas não devem ultrapassar limites pré-fixados. vOLTAGEM DO TUBO Diferença potencial elétrica do tubo de raios X. onde eco algum produzido por descontinuidades pode ser detectado. org. ZONA LIMITADA DE MONITORAÇÃO Processo de monitoração de uma porção definida do componente através de um arranjo específico de sensores. para limitar a área monitorada.br yOkE Ímã que induz um campo magnético na área de uma peça que está entre os seus pólos. Informações : normalizacao@abende. dadas as características combinadas do cabeçote e da peça em ensaio. entre o cátodo e o ânodo. ZONA MORTA Região do material adjacente à superfície de aplicação do transdutor.ABENDE .Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . ZONA Área circunvizinha ao sensor na qual EA pode ser detectada. ZERO DA ESCALA Ponto na escala de tempo que indica o instante em que energia sônica penetra no material em exame. através da qual a partícula carregada é acelerada (usualmente expressa na unidade de kV ou MV). parâmetros controláveis da instrumentação ou ambos. Participe das Comissões de Estudos de Normalização. ONS 58 Organismo de Normalização Setorial de END A ABENDE é credenciada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas . 2 Guia de Termos . ZONA DE PRESSÃO Área abrangida por uma subdivisão do setor de abastecimento.ABNT para a elaboração de normas de END.

br .com. através do treinamento. É acreditada pelo Instituto Nacional de Metrologia. Normalização e Qualidade Industrial . CEQ´s PETROBRAS S/A CEQ SEQUI PETROBRAS Métodos: LP • PM • ER • Ev • US • CP Tel.Comitê Setorial Siderúrgico Grupo de Trabalho: Órgão técnico consultivo de apoio aos Comitês ou Bureau de Certificação.INMETRO como Organismo de Certificação de Pessoas – OCP-002. com base no Mutual Recognition Agreement (MRA).br Cia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP Métodos: Detecção de vazamentos não visíveis de líquidos sob pressão em tubulações enterradas (ES-N1-AE1 * ES-N2-AE1) Tel.Comitê Setorial Nuclear .org. baseada nos critérios da Norma ISO 9712.br SENAI CIMATEC Métodos: LP • US(medição de espessura) Ev• PM(YOKE) Tel. pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em END (SNQC/END).: (71) 3462. da qualificação e da certificação.com. Centros de Exame de Qualificação (CEQ´s) : Orgãos que aplicam os exames de qualificação do sistema.org. Estrutura: Conselho de Certificação: Órgão normativo do sistema. A ABENDE. secretárias de atendimento e auxiliares.br e rteixeira@rj.cimatec. Bureau de Certificação: Órgão executivo do sistema. consultores. documento que atesta que o sistema de certificação da ABENDE segue os preceitos mínimos estabelecidos pela Federação.9582 Site: www. Sub-Fornecedores: Profissionais qualificados para prestação de serviços ao SNQC/ END.: (11) 3030-4068 E-Mail: jtardelli@sabesp. Comitês: Órgãos técnicos de apoio do Bureau que representam os diversos e distintos setores industriais ou métodos aplicáveis a vários setores. conforme a Norma ISO 17024. .br SENAI CETEC de Solda Orlando Barbosa Métodos: LP • PM(Yoke/ Eletrodo) • Ev Tel.: (21) 3978-8723 / 8724 / 8725 / 8726 E-Mail: mcosta@firjan.Comitê Setorial Petróleo e Químico . para a qualificação e certificação de pessoal em END.Comitê Setorial de Saneamento Básico .petrobras.: (12) 3928-6633 Site: www.senai.fieb.Sistema ABENDE de Certificação de Pessoas A ABENDE se firmou desde 1981 como uma entidade promotora da capacitação profissional. Setor de Certificação ABENDE: Equipe formada por gerentes.Comitê Setorial de Inspeção Subaquática . também é reconhecida pela Federação Européia de (END – EFNDT).

O profissional que realiza um treinamento nos OTR´s poderá contar ao final do curso com a aplicação de exames teóricos para qualificação e certificação pelo SNQC/END e descontos especiais nos eventos da ABENDE.OTR's Guia de END&Inspeção .Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção . o OTR está autorizado a realizar cursos de END (Níveis 1. para ministrar cursos em seu nome.ABENDE . 2 e Radioproteção Industrial). Os OTR’s oferecem assim a segurança e confiança para que o profissional faça sua preparação de forma adequada para os exames de qualificação e certificação. Com esse reconhecimento. Organismos de Treinamento Reconhecidos . o profissional contará com a qualidade dos cursos ministrados por especialistas na técnica e com os mais modernos recursos didáticos e equipamentos.Institucional Cursos para Qualificação – OTR´s É um sistema pelo qual a ABENDE reconhece organizações. vANTAGENS EM FAZER UM TREINAMENTO NOS OTR’S Ao fazer o curso em um dos OTR’s. em vários estados. de acordo com os critérios estabelecidos pela Associação e baseados em modelos internacionais.