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NUTSCH

NENNEWITZ
Manual de Tecnologia da Madeira
2ª edição brasileira
tradução da 4ª edição alemã

SEIFERT
PESCHEL
Este manual para indústria madeireira é indispensável para
profissionais que atuam nessa área e serve como um ótimo
trabalho de referência. Contém tabelas, fórmulas e padrões.
Pode ser usado individualmente ou em conexão com outros
materiais, tanto para iniciantes, para estagiários ou para uso

MANUAL DE TECNOLOGIA DA MADEIRA
diário no trabalho.

MANUAL DE TECNOLOGIA
DA MADEIRA
2ª edição brasileira

INGO NENNEWITZ
WOLFGANG NUTSCH
PETER PESCHEL
GERHARD SEIFERT

www.blucher.com.br

00_Abertura00:Titelei 5.0 3/16/2011 9:00 AM Page 1

Manual de Tecnologia
da Madeira

00_Abertura00:Titelei 5.0 3/16/2011 9:00 AM Page 2

00_Abertura00:Titelei 5.0 3/16/2011 9:00 AM Page 1

Ingo Nennewitz Wolfgang Nutsch Peter Peschel Gerhard Seifert

Manual de Tecnologia
da Madeira

Elaborado por professores de escolas
profissionalizantes e engenheiros da Europa

Tradução da 4a edição alemã

Tradução: Helga Madjderey

Revisão técnica: Ingeborg Sell

2a edição brasileira

TABELLENBUCH HOLZTECHNIK

A edição em língua alemã foi publicada
pela Verlag Europa-Lehrmittel, Nourney,
Vollmer GmbH

copyright © 2005, by Verlag Europa-Lehrmittel,
Nourney, Vollmer GmbH

Manual de tecnologia da madeira
Tradução da 4ª edição alemã – 2008
2ª edição brasileira – 2012
Editora Edgard Blücher Ltda.

FICHA CATALOGRÁFICA

Rua Pedroso Alvarenga, 1245, 4º andar Manual de tecnologia da madeira / Ingo
04531-012 – São Paulo – SP – Brasil Nennewitz...[et al.]; tradução Helga
Tel 55 11 3078-5366 Madjderey. – 2. ed. brasileira –

editora@blucher.com.br São Paulo: Blucher, 2012.

www.blucher.com.br
Outros autores: Wolfgang Nutsch, Peter
Peschel, Gerhard Seifert

Segundo Novo Acordo Ortográfico, conforme Título original: Tabellenbuch Holztechnik
5. ed. do Vocabulário Ortográfico da Língua “Tradução da 4ª edição alemã”
Portuguesa, Academia Brasileira de Letras,
março de 2009.
ISBN 978-85-212-0595-1

1. Madeira 2. Tecnologia I. Nennewitz,
Ingo. II. Nutsch, Wolfgang. III. Peschel, Peter.
IV. Seifert, Gerhard.
É proibida a reprodução total ou parcial
por quaisquer meios, sem autorização
escrita da Editora. 11-03235 CDD-674.8

Todos os direitos reservados pela Editora Índices para catálogo sistemático:
Edgard Blücher Ltda. 1. Madeira: Tabelas: Tecnologia 674.8
2. Tabelas para madeira: Tecnologia 674.8

p.iv_Nennewitz.indd iv 04/02/2012 14:26:43

Além disso. Os itens dos capítulos são destacados na barra de cabeçalho de cada página. O Manual de Tabelas contém os seguintes capítulos Fundamentos de matemática e das ciências naturais 1 Madeiras e materiais da madeira 2 Materiais 3 Desenho técnico 4 Projetos e construções 5 Física das construções 6 Recursos para acabamentos 7 Organização empresarial 8 O recorte numerado facilita o rápido acesso ao capítulo desejado. assim como por indicação de eventuais falhas. regras e determinações de órgãos públicos e instituições reconhecidas. também é uma fonte de informação no treinamento prático. Instituições e Editoras relacionadas nas fontes de referência. Ele contém tabelas. Valorizamos espe- cialmente a visualização das representações. Pensou-se também nas necessidades e requisitos do aperfeiçoamento profissional e do trabalho prático diário.00_Abertura00:Titelei 5. graças ao seu cará- ter independente. Agradecemos também por sugestões que melhorem e aperfeiçoem esta publicação. fórmulas. tabelas são destacadas por grades verdes. matemático. baseando-se também em conteú- dos de renomados livros didáticos. assim como no exercício da profissão. além de valores de muitas características fisico-químicas de madeiras e grandezas para uso da madeira em construções. Normas DIN. no apri- moramento e reciclagem para mestres e técnicos na prática profissional. fórmu- las importantes são destacadas em quadros e exemplos destacados em fundo verde. Além do índice.0 3/16/2011 9:00 AM Page 3 Prefácio O Manual de Tecnologia da Madeira amplia a série de publicações Europa específicas para o ensino profissionalizante no setor madeireiro. de escolas técnicas e escolas superio- res. No entanto. O Manual de Tecnologia da Madeira é uma valiosa obra de consulta para aprendizes. A escolha do conteúdo tecnológico. Verão de 2005 Autores e Editora 3 . pode ser empregado tanto sozinho como junto com outros livros di- dáticos na instrução e no aperfeiçoamento. Agradecemos aqui a todos que contribuíram com sugestões na elaboração do Manual de Tabelas – em especial as Empresas. alunas e alunos de escolas profissionalizantes. um glossário abrangente auxilia na busca rápida de termos e fatos. gráfico e de planejamento operacio- nal desta coleção obedece aos planos didáticos básicos dos Estados alemães para as profissões no segmento da Tecnologia da Madeira.

. . . . .3 Metais . . . . . . . .9. . . 7 3. 131 2.5 Umidade da madeira . . . . . . . . . . . 112 1. . . . . . . . . 121 1. . . . . . .2 Parafusos para madeira . . .5 Cálculo de percentagem madeira e cimento . . . .2 Substâncias perigosas no compostos . .4 Elementos de ligação . . . . . . . . . . . . . . . .3 Defeitos da madeira . . . . . . . . . . . . . . . . .7 Folheados . . . . . 34 3. .8 Buchas de fixação . . . . . . .3. . . .1. . 65 3. . . . . . . . . .2 Vidro plano . . .2. . . . . . . . 153 2. .9. .18 Eletrotécnica . 67 3. . . . . . . . . 115 1. . . . . . . . . . . . .4. . . .2 Vidro .4. . . . . . . . . . . . .2 Produtos para pátina e colorização . . . . . . . . . . . 70 de solicitações . . 104 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 3. . . . . . . . . . . . . . 14 3.5 Roscas. . . . . . . 55 3. . 33 3. .7 Produtos para superfícies . . .15 Máquinas simples e acionamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. 32 3. . . .3. potência. . . . . .9.21 Fundamentos de acústica . . 110 representações gráficas . . . . 13 3.1 Grandezas e unidades .6 Parafusos para chapas. . . . . . .3 Valores característicos . . . . . . 56 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . .2 Proteção contra incêndio em elementos de madeira . . . . . . . . .17 Líquidos e gases . . . . 118 1. 19 3. .104 e das ciências naturais . . . . . . . .3. . .1. . . . . . . . . . . .9. . . . . .1 Placas de materiais minerais . . .20 Tecnologia do calor . . . . . 138 caducas . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . .3 Parafusos . . . furos. 126 2. . .4. . . . . . . . .2 Materiais de aglomerados de madeira . . . . . .9 Sólidos . . . . . . . . . .19 Fundamentos de química . . . .3 Equações . . 154 2. . . . . .4. . . . . . . . . .1. . . . 90 3. . . . . . 30 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 Porcas e arruelas . . .2 Normalização de aços .1 Regulamentações e definições . . . . . . . . . . . . .9. . . . .4. . . 123 3. 94 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 e bucha aparafusada . . . . . . . . .1 Placas de gesso cartonado . . . .7. . . . . .11 Coesão e adesão . . . .1 Estrutura e corte . .6 Comprimento . . . . . . .1 Proteção contra insetos e fungos . . . . . . 41 3. . . . 16 3. . .1 Madeira de coníferas . . .13 Movimento uniforme 3. . .1 Normalização de materiais por 1. . . . .2. . . . . . .3 Materiais de fibras de madeira . .1 Tipos de vidros e produtos de vidro . . .14 Trabalho. . . . . . . .8 Parquete . .3 Classificação dos aços . .9 Materiais derivados da madeira . .9. . . .6 Metais duros . . . . . 146 2. . . . . . . . . . 37 3. 108 1.4 Placas de aglomerado de 1.4. .7 Cavilha de madeira. . . .4 Técnicas de aplicação . 106 funções trigonométricas . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 1. . . . . . . . . . . . . . . . .2 Tipos de madeiras . . . . . . . . . . 23 3. . . . 111 e acelerado . 117 1. . 94 processamento da madeira . 12 3.3. 105 1. . . .1 Produtos para pré-tratamento . . .10 Funções e 3. . . . . 104 1. . 69 3. . . 52 3. . . . 110 1. . .1. . . . . . . . . . . . 149 2. . . . . . . .1 Pinos de arame e grampos . . . . . . . . . . . . 107 1. . . . . . . 141 2.4. . . . . . . . . . 141 2. . . . . . 25 3.8 Cálculo de triângulos e 3. 124 2 Madeira e derivados de madeira . . . . . . . . .7 Corrosão e proteção contra corrosão . . 122 1. . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Materiais para cobertura . . . . . . . . . 157 4 . . . . . . . .7. . . . . . . . forças . . . . . . . . . . . . . . . 7 3. . 40 3. . . 116 e teoria da resistência . .1. . energia. .4 Materiais ferrosos fundidos . . . . .4. . . 106 1. . . . . . . . .5 Teste de aderência e grupos 2. . . . . 29 meio de números .7. 143 2.3 Solventes e diluentes . . . . . .12 Massa.7.3. . .4 Regra de três e cálculo de misturas . . . . . 45 3. . . 98 3. . . . . . 142 2. . . . . . 110 1. . . 125 2.4. . . . . . . . . . . . . . . . .5 Plásticos . . . . . .1 Materiais em camadas e materiais 3. . 147 2.4. . . . . . . . . . . . . . .8 Produtos abrasivos .2 Fundamentos da matemática . .00_Abertura00:Titelei 5. .3. . . . . . . .9. . . . . . 105 e cálculo de juros . . . . . . . . . . densidade. . .5 Metais não ferrosos .3. . . . . . . parafusos autoperfurantes e rebites cegos . chanfros . . . 153 2. . . . . .3 Vidro isolante de multicamadas . . . cantoneira 2. . . 60 3. . 104 1. . . . . .4 Pó de madeira . . . . . . . 75 3. 156 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 3. .2 Placas de fibrocimento . . . . . . . . .7. . . . . . . . . .3 Placas de fibra de gesso . 53 3. . . . 10 3. . . .2. . .16 Fundamentos da estática 3. . . . . . 92 proteção ambiental . . . . 67 3. . . . . . .5 Placas leves de lã de madeira . .0 3/16/2011 9:00 AM Page 4 Índice 1 Fundamentos da matemática 3 Materiais . . . . . . . . . 114 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 Madeira como produto comercial .4 Proteção da madeira .6 Adesivos . . 51 3. . . . . 15 1. .2 Madeira de árvores de folhas 3.7 Áreas . . . . . . . . . 105 1.9 Segurança do trabalho e 2. . . . . . . . grau de eficiência . . . .

1 Série de tolerâncias para madeira (HT) . . 249 4. . . .9. 184 5. . . . .2 Caligrafia normalizada . . . . . . . . .5. 252 4. 269 6. . . .9 Tolerâncias e ajustes . 175 5. . . . .11 Símbolos de superfície . . . . .2 Definições de medidas e designações .3 Proteção contra umidade e água 5. . . . . . . . . . . . . . 247 4.5 Perspectiva . . . . . .3. . . . 276 5. . 283 5. . . . . 252 4. 195 6. . . . .2. .9. . . .2 Peças e acessórios para móveis . . . . .3. . . . . . . . . . .5 Alteração do comprimento por influência da temperatura . . . . . . . 206 de energia . .9. . 241 4. 183 5. . . . . . . 3. . . .2 Portas . 276 5. . .3 Medidas de proteção contra a for- Seção transversal de perfilados . .1. . .5 Valores MAK e TRK de materiais 5. . . . . . .2 Paredes – paredes sem função 4. . . .3 Cálculo da isolação térmica . . .4. 160 5. . .2 Valores teóricos da tecnologia de proteção contra umidade . 205 6. . .3 Revestimentos para paredes . . . . . . . .3. . . 259 inchamento ou contração . . . . . . . . . . . . . . . .2. . .3. . . . . . . . . . . . . . . .9. . . . . . . .1 Construções geométricas básicas . . . . . . . . . . . . . . 182 4. . . . . .4. . . . . . . . . . .1 Sistemas de aberturas e perfis de janelas . . .8 Valores de materiais selecionados . 195 6 Física das construções . . . . . . . . .00_Abertura00:Titelei 5. . . . . . . . vedação 4. . . . . . . . . . . . . . . . . 166 5. . .2. . . . . . . . . . . . . .3 Rebatimentos e grandezas 5. . . . .4. 203 térmica . 159 5. . 265 4. . . . .5. . 236 3. . .2. . . . . . . .6 Fundamentos do design . . 218 5. 167 5. . . . . . . . . . . . 224 6. . . . . . . . . .0 3/16/2011 9:00 AM Page 5 Índice 3. .5. . . . . . . . . . . .12 Hachuras para materiais e 6. . . . .1 Instrumentos e material de desenho . .9 Envidraçamento . . .3. . . . . . . . . . . . . . 164 5.1 Tecnologia térmica 4. . .9.5 Conexão janela-corpo da construção . . . . . . . . . . . 261 4. 163 5. 253 4. . . . . . . . . . . 240 4 Desenho técnico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 mação de água de condensação . . . . . .5. . . . 279 Sistemas de janelas . . . . . . . . . . . . . . . 234 3.9. . . . . . . .2 Inscrição das tolerâncias . . .4. . . 250 verdadeiras . . . . . . .4 Construções internas . . . . .1 Tipos de móveis e design . . . 224 6. . . . . . . . . . . . . . . 229 6. . 267 elementos de construção . . . 277 5. 287 5 . . . . . . . . . 248 4.5. . . . . . . . . . . . .5 Assoalhos de madeira . . . . .7 Folhas de dados de segurança 5.3 Requisitos dimensionais . . . . . . . . . . . .2 Perspectiva central . . . . . .1 Móveis . . . . . .9. . . . . . . . . . . . .1 Armários embutidos . . . . . . . . . . . . 180 5. . . . . . . . . . . . . . .8 Inscrições dimensional. . . .1 Fundamentos técnicos da proteção contra umidade . . . . . . 246 4. . 262 4. cotas . . . 254 4. . 258 4. . . . . . . . . . . 181 5.3. . . . . .4. . . . . . . . . . . . . 275 5. . . . . . 162 proteção contra arrombamento . . . . 166 Esquema de medidas para construções . proteção acústica. . . . . . . 167 de sustentação .4 Revestimentos para tetos . . .1. . . . . .7 Ferragens e fixação . .9. . . .3 Dimensionamento das seções selecionados (TRGS 905) . . . . . . .2 Proteção térmica . .4 Repartição de escadas curvas . . . . . . .4. . . . . .9. . . . . . .1 Tipos de escadas . . . .2 Projeção ortogonal . . . .6 Medidas de proteção térmica . . .9. . . .2 Valores para cálculo da proteção e guarnições .3.3 Escalas . . . . . 158 das esquadrias .5 Escadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 de condensação . . . . . . . .4.6 Instruções operacionais .259 4. . . . .4 Dimensões na janela . . . . . . . . .2 Solicitação . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . .5 Proteção contra fogo . . . . . . . . . . . . . . .1 Perspectiva inclinada . . . . .8 Revestimento das superfícies . . . .4 Proteção acústica . . 190 4. 194 4. . .10 Representação dos materiais 6. . . . . . . . . . . . . . . .6 Contenção térmica. . . 199 Requisitos térmicos mínimos .7 Tipos de linhas . . .4 Ajustes . . .2. 198 6. . . . . . . . . . .3 Alteração dimensional pelo e bloqueio . . . . . .13 Esquema de medidas na construção . . . . . . . . . . . . . . . 177 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187 5. . . . . . . . . . . . . 210 6.5.4. . . . . . . . . .3. . . . 228 6. . .4 Regulamento sobre economia 4. . . .4. . .4 Construções básicas . . . . . .1 Materiais de isolação. . . . . . . . . . . . . .2. . . . 275 5 Projetos . . . . . . . . . . . . 239 5. . . 205 4. . 246 4. . . . . . 251 4. 231 3. . . 207 6.3. .5 Sistemas de ajustes . . . 235 e alíneas S . . . .3 Janelas . . .164 5.207 6. . . .3. . .9 Símbolos para substâncias perigosas . . . . . . . . . .3. . 196 6.4 Projeções paralelas .

. . . 302 8. . . . . . 298 7. . . . . . . .1 Materiais de corte . . . .3. . . . . . . . .2 Direção do corte . .5 Fresas para tupias . .3 Ferramentas de máquinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 geometria de corte.2. 326 de bancada . .3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311 Grandezas físicas básicas 7. . . . . 320 trabalho Símbolos para materiais perigosos 6 . . . . . .1 Máquinas estacionárias . . . . .3 Terminologia dos tempos de execução 7. . . . 337 7. . 347 7. . . . .2 Centros de usinagem CNC . . . . 304 dos meios de produção . . . . . . . . . . . . .3 Terminilogia da ferramenta. .3. . . . . . . . . . . . .6 Fluxogramas funcionais Sinalização de segurança no posto de e diagramas funcionais . . . . . . 298 8 Organização empresarial .2 Fluxograma e cronograma . . . . .3 Máquinas manuais .4 Fundamentos de processamento Nas contra-capas eletrônico de dados . .8 Comando CNC .2. . . . . . . . . . . . . . . . . .334 inclusive amostra de instrução de operação 8. . .2. . . . . . . . . . . . .7 Serras de fita.4 Cálculo de custos . . . . . . . . . . . 310 7. . . serras de corte . . .6 Lista reguladora de obras . . . .293 memória . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Máquinas . . . .4 Motores elétricos . . . . .1 Garantia da qualidade . . . . . . . . . . . . . . . de construção (VOB) . . . . . . . . .5 Regras contratuais para serviços 7. . . 316 Símbolos de segurança 7. . . . . . . . . 303 das ordens de serviço e de ocupação 7. . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . 335 7. . . .3. . .5 Pneumática e hidráulica . . . . . . . 301 8. . . . . . cálculos . . . 346 7. .6 Brocas para furadeira . . . . . . . . . . . . . 307 7. . .3. . . . .4 Disco de serra circular . . . . . . 339 7. . . . . . .0 3/16/2011 9:00 AM Page 6 Índice 7. .00_Abertura00:Titelei 5. 322 7. . 304 8. . . . . . . . . . . .3. . . . . . 334 7. . 348 7. 305 8. . . . . . 293 7. . 309 Índice de empresas . . . . . . . . . .1 Bancada de marceneiro e ferramentas 7. . . . . . . . . . . . facas para desempenadeiras. . 310 Índice remissivo . . .7 Comandos armazenados em 7 Meios de fabricação . .2. .3049 8. . . .

1 1 10 100 1000 10 000 100 000 1 000 000 Potência 10–3 10–2 10–1 100 101 102 103 104 105 106 Arredondamento para cima e para baixo Procedimento Exemplo para cima se o seguinte dígito for 5 ou maior 3.001 0. derivadas p.01 0. γ.. valores abaixo de 1 com expoentes negativos Valor 0. superfície.ex. 1 min = 60 s Prefixos Fator 1012 109 106 103 102 101 10–1 10–2 10–3 10–6 10–9 10–12 Prefixo Tera Giga Mega Quilo Hecto Deca Deci Centi Mili Micro Nano Pico Símbolo T G M k h da d c m µ n p crescente ← → decrescente Potências de dez Valores acima de 1 com expoentes positivos.1415 → 3. derivadas p. 1 N = 1 kg m/s² Unidades não Unidades convertidas por intermédio de um outro fator.4 mm Superfície A.ex.2957° 1° = π / 180 rad = 60‘ 7 ..142 para baixo se o seguinte dígito for 4 ou menor 3. S m2 Metro quadrado 1m2 = 100 dm2 = 10 000 cm2 = 1 000 000 mm2 a Are 1 a = 100 m2 (para áreas de terrenos) ha Hectare 1 ha = 100 a = 10 000 m2 1 km2 = 100 ha Volume V m3 Metro cúbico 1 m3 = 1 000 dm3 = 1 000 000 cm3 l Litro 1 l = 1 dm3 1 ml = 1 cm3 Ângulo α. 7.1415 → 3.de Intensidade de corrente substância luminosa Unidade Metro Quilograma Segundo Ampère Kelvin Mol Candela Símbolo m kg s A K mol cd Unidades Unidades derivadas das básicas com o fator 1 ou com potência.14 (para centésimos) Comprimento. … ° Grau 1 ° = 60 ‘ plano ‘ Minuto 1 ‘ = 60 ‘‘ ‘‘ Segundo rad Radiano 1 rad = 1 m/m = 57. Das sete unidades fun- damentais (unidades básicas) são derivadas unidades para as demais grandezas.1 Grandezas e unidades O sistema internacional de unidades (SI) define as unidades da metrologia.eps 22/2/2012 13:40:51 1 Fundamentos da matemática e das ciências naturais 1. volume e ângulo Símbolos Unidade Grandeza DIN 1304 Símbolo Significado Relações entre as unidades Comprimento l m Metro 1 m = 10 dm = 100 cm = 1 000 mm 1 mm = 1 000 µm 1 km = 1 000 m 1 inch = 1 pol = 25. β. Grandezas e unidades básicas Grandeza Comprimento Massa Tempo Intensidade Temperatura Qde.

81 m/s2 Frequência f Hz Hertz 1 Hz = 1/s 1 Hz = 1 oscilação/s Rotação n 1/min 1/minuto 1/min = 1 min–1 1/s 1/segundo 1/s = 60/min = 60 min–1 Grandezas mecânicas Massa m kg Quilograma 1 kg = 1 000 g g Grama 1 g = 1 000 mg t Tonelada 1 t = 1 000 kg Densidade  kg/m3 Quilograma/ 1 000 kg/m3 = 1 kg/dm3 = 1 t/m3 metro3 Força F N Newton 1 N = 1 kg m/s2 = 1 J/m Força peso G. 8. ϑ °C Graus Celsius Diferença de temperatura 1 K = 1 °C Quantidade Q J Joule 1 J = 1 Nm = 1 Ws de calor 3 600 kJ = 1 kWh Poder calorífico H J/kg Joule/ específico quilograma Grandezas elétricas Intensidade I A Ampère de corrente Tensão U V Volt Resistência R Ω Ohm 1 Ω = 1 V/A Resistência  Ωm Ohm-metro  = 1/k específica Condutância κ S/m Siemens/metro Trabalho W Ws Watt-segundo 1 Ws = 1 J.6 106 Ws Potência P W Watt 1 W = 1 Nm/s = 1 J/s = 1 VA 8 . 1 kWh = 3.1 Grandezas e unidades Símbolo Unidade Grandeza matemático Símbolo Significado Relações entres as unidades DIN 1304 Grandezas temporais Tempo t s Segundo min Minuto 1 min = 60 s h Hora 1 h = 60 min = 3 600 s d Dia 1 d = 24 h Velocidade v m/s Metro/segundo 1m/s = 60 m/min = 3.eps 22/2/2012 14:00:43 1.6 km/h Velocidade ω 1/s 1/segundo angular Aceleração a m/s2 Metro/segun- g do2 Aceleração da gravidade g = 9. de inércia 2º grau Temperatura e calor Temperatura T K Kelvin 0 K = – 273 °C termodinâmica 0 °C = 273 K t. Fg Torque M Nm Newton-metro 1 kNm = 100 daNm = 1 000 Nm Pressão p Pa Pascal 1 Pa = 1 N/m2 1 bar = 100 000 Pa = 105 bar = 10 N/cm2 1 mbar = 1 hPa Tensão στ N/m2 Newton/ 1 MN/m2 = 1 N/mm2 = 1 MPa mecânica metro2 Momento I cm4 Centímetro4 Momento de inércia geométrico.

σ sigma ‰ por mil Τ. traço de fração natural Ο. ϕ Fi n raiz enésima tan tangente Χ. vezes ln logaritmo Ξ.1 Grandezas e unidades Símbolos Matemáticos Letras gregas Símbolo Significado Símbolo Significado maiúscula/minúscula Nome = igual ( ). :. Α. α alfa ≠ diferente {} chaves Β. ξ xi /. 300 + 50 + 0 = 350 total. — dividido. colchetes. χ Ji cot cotangente Ψ. ζ zeta ≤ menor ou igual Η.ι iota triângulo Κ. ν ni ×. η eta ângulo reto ≥ maior ou igual Θ . µ mi ± mais ou menos ∆x delta x (diferença) Ν. rô ∼ proporcional % por cento Σ. [ ] parêntesis. ψ psi AB Segmento AB Ω.eps 22/2/2012 15:23:56 1. 8 + 4 + 0 + 1 = 13 decimal decimal Sistema hexadecimal Conversão para número decimal: número binário: B3E B3E Posição 162 = 256 161 = 16 160 = 1 Valor do caractere 11 3 14 Valor 11 · 256 3 · 16 14 · 1 Grupo de 4 bit 1011 0011 1110 Valor 2816 + 48 + 14 = 2878 Número binário: 1011 0011 1110 total: 9 . β beta corresponde paralelo Γ. δ delta < menor que ↓↓ paralelo sentido inverso Ε. γ gama ≈ aproximadamente ↑↑ paralelo sentido igual ∆. λ lambda – menos ≅ congruente com Μ. τ tau an elevado a potência sin seno Υ. etc Ι .π pi π pi = 3. lg logaritmo Π . multiplicação. ο ômicron Σ Somatório log. capa + mais círculo Λ. . υ ípsilon raiz quadrada cos cosseno Φ.9.θ teta ângulo … e daí por diante até. ε épsilon > maior que Perpendicular a Ζ. ω ômega Sistemas numéricos Tipo Base Caracteres utilizados Números binários 2 0 1 Números decimais 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Números 16 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F hexadecimais Representação e conversão dos sistemas numéricos Sistema decimal Sistema binário Número decimal z10 350 Número binário z2 1101 Posição 102 = 100 101 = 101 100=1 Posição 23=8 22 = 4 21 = 2 20 = 1 Valor 3 · 100 5 · 10 0·1 Valor 1·8 = 8 1·4 = 4 0·2 = 0 1·1 = 1 Valor Valor total.141… decimal Ρ.

As frações precisam ter 1 3 5 + 6 11 1 + = = =1 subtrair denominador comum 2 5 10 10 10 Multiplicar Multiplicar numerador por numerador 2 3 6 = e denominador por denominador 5 7 35 Dividir Multiplicar a primeira fração pelo 2 3 2 4 8 : = = valor inverso da segunda fração 5 4 5 3 15 Regra do sinal Regra Exemplo Regra Exemplo Dois fatores com 3 6 = 18 Dividendo e divisor com 10/2 = 5 o mesmo sinal produzem (–x) (–y) = xy o mesmo sinal produzem –a a = um resultado positivo um quociente positivo –b b Dois fatores com sinais (– 4) 7 = – 28 Dividendo e divisor com 16/– 4 = – 4 diferentes produzem x (– y) = – xy sinais diferentes produzem –a a =– um resultado negativo um quociente negativo. 10 . 5/8. b Fatores b b Índice. resto Extração da raiz a Radicando Multiplicação a. 4/5. características Exemplo Frações positivas >0 3/4 Frações são Frações negativas <0 – 2/5 partes de Frações próprias < 1. resultado ab = c b Expoente Subtração a Minuendo. 2/9 Fração aparente denominador = 1 6/1 Operação Regra Exemplo Expandir Numerador e denominador são 2=2 2=4 x = x z = xz multiplicados por um mesmo número 3 3 2 6 y y z yz Simplificar Numerador e denominador são 24 = 12 divididos por um mesmo número 42 21 Somar. sempre antes de adições e subtrações Resolução de parêntesis Regra Exemplo Resolver um parêntesis com um mais antes do parêntesis: x + (y – z ) = x + y – z – O parêntesis pode ser dispensado. Fator antes de uma expressão entre parêntesis: 4 (x – y + z) = 4x – 4y + 4z – Cada membro do parêntesis é multiplicado pelo fator. b b Multiplicações e divisões são realizadas na ordem em que aparecem. Resolver um parêntesis com um menos antes do parêntesis: 5 – (10 – 4) = 5 – 10 + 4 = – 1 – O parêntesis pode ser dispensado. b Parcelas Potenciação a Base a+b=c c Soma. b Divisor Função logarítmica a Logaritmando. numerador > denominador 7/3 Frações com o mesmo nome mesmo denominador 3/8. 10. b Subtraendo c Potência a–b=c c Diferença.2 Fundamentos da matemática Tipos de cálculos Tipo Denominação Tipo Denominação Adição a. b Base a:b=c c Quociente logba = c c Logaritmo Frações e operações com frações Definição Tipo de fração Símbolos. e os sinais dentro do parêntesis são trocados. 7/8 Frações com nomes diferentes denominadores diferentes 3/12. expoente da raiz a b=c c Produto a=c c Raiz Divisão a Dividendo.eps 22/2/2012 15:55:43 1. numerador < denominador 4/15 um inteiro Frações impróprias > 1.

depois colchetes e = 6 x – x – 2 y 2 + ay = 5 x – 2 y2 + ay por fim chaves. loga a = 1 lg 10 = 1. Potências Regra Exemplo Potências com expoente zero possuem valor 1 100 = 1.y) Equações binomiais Logaritmos loga b = c. 20 + 16 = 36 = 6.2 Fundamentos da matemática Resolução de parêntesis (continuação) Regra Exemplo Multiplicação de expressões entre parêntesis: (a + b) (c – d) = ac – ad + bc – bd – Cada membro de um parêntesis é multiplicado por cada membro do outro parêntesis. Fator comum: bx – 2 ax + 3 x + cx – Um fator comum a mais parcelas é colocado = x (b – 2 a + 3 + c) antes dos parêntesis – em evidência. colchetes e chaves: 6 x – [ x + y (y – a) + y 2] – Resolver a expressão de dentro para fora. 3 / / 2 = 22 . ln e = 1 (a ± b)3 = a3 ± 3 a2b + 3 ab2 ± b3 Regras log (ab) = log a + log b log a/b = log a – log b (a ± b)4 = a4 ± 4 a3b + 6 a2b2 ± 4 ab3 + b4 log (bn) = n log b 1 Casos especiais log n b = log b n a3 + b3 = (a + b) (a2 – ab + b2) Conversões ln a = ln 10 lg a lg a = lg e ln a a3 – b3 = (a – b) (a2 + ab + b2) lg e = M = 0.y = (x . Expressões entre parênteses por divisor: 18 a – 12 b 18 a 12 b – Cada membro do parêntesis é dividido pelo divisor. a. se ac = b para a > 0 e b > 0 (a + b)2 = (a + b) (a + b) = a2 + 2 ab + b2 Logaritmo decimal lg a = log10 a (a – b)2 = (a – b) (a – b) = a2 – 2 ab + b2 Logaritmo natural ln a = loge a e = 2.11. = 6 x – [x + y 2 – ay + y2] resolver parêntesis. = – =6a–4b um traço de fração substitui o parêntesis. x Raízes Regra Exemplo 1 1 Raízes podem ser escritas na forma de potências. 5 = 25 = 5 A raiz pode ser extraída ou do produto ou de cada um dos fatores. am an = am + n – Os expoentes são somados. an Potência com expoente negativo é igual ao valor 1 x–n = n recíproco da mesma potência.eps 22/2/2012 16:14:42 1. 3 3 3 Resolução de parêntesis. x = x 3 . x . Radicando como produto: 5 . Divisão de potências de mesma base: am = am – n – Os expoentes são subtraídos. ln 1 = 0 Potências mais elevadas loga 1 = 0.3026… M 11 .711828… (a + b) (a – b) = a2 + b2 Casos especiais lg 1 = 0. (x + y)0 = 1 Multiplicação de potências de mesma base: a2 a3 = a5.b = a b Radicando como soma ou subtração: (A raiz só pode ser extraída do resultado da operação).4343… a4 – b4 = (a2 + b2) (a2 – b2) 1 ln 10 = = 2.

a 3 a:b=3:4 ou = a:b=3:4 ——— | | b 4 3b=4a Membros internos. 12. Com elas se constrói uma terceira equação com apenas quadrada mista: ax2 + bx + c = 0 uma incógnita e resolve-se esta. igualação ou adição é determi.b=c Desigualdade Termos desiguais são unidos 2 5 + 4 > 10. l1 : l2 = 3 m : 5 m (proporção) Equação de grandezas Inclui grandezas (200 g + 100 g)/3 = 100 g Equação de resolução Inclui incógnitas (variáveis) 5a. 12 . extremos Uma equação relacional pode ser escrita |———————| como uma equação de produtos. x = 16 = 4 cessárias duas equações diferentes.genuinamente quadrada: x2 = 16. Pelo método fórmula da solução: x = _ b +_ b2 – 4ac / de substituição.3 Equações Tipos de equações Definição Explicação Exemplo Equação União de dois termos 3m+4m=7m equivalentes por intermédio de um sinal de igualdade Equação numérica Tem apenas números 20 – 5 = 3 5 Equação de unidades Tem apenas unidades N = kg m/s2 Equação relacional Os quocientes são iguais entre si. proporções Duas proporções com valores iguais podem ser igualadas e escritas como equação. Membros externos. por < ou > b<1 Equação: 1º grau linear a + 10 = c 2º grau quadrada x2 – ax = y. equação fracionária Produto dos meios= meios produto dos extremos Equações do 1º grau Equações do 2º grau com duas incógnitas (equações quadráticas) Para a determinação de duas incógnitas são ne. 2a nada a segunda incógnita.eps 22/2/2012 16:28:11 1. y = ax2 + bx + c Fórmulas Expressam leis ou princípios da s=v t tecnologia e das ciências naturais Transformar equações Regra Exemplo Valor procurado isolado no lado esquerdo: a–4+4=8 x+y–y=z Por intermédio de adição ou subtração do mesmo a–4+4=8+4 x+y–y=z–y valor nos dois lados a – 4 + a = 12 x+y–x=z–y a Valor procurado isolado no lado esquerdo: 4 a = 12 =5b 3 Por intermédio da multiplicação ou divisão do mesmo 4 a 12 a 3 = =3 = 5 b 3 = 15 b valor nos dois lados 4 4 3 Valor procurado isolado no lado esquerdo: a=5 c2 = a + b 2 Por intermédio da potenciação ou extração da raiz ( a )= 5 2 +c 2 = a+b nos dois lados a = 25 c2 = +_ a + b Equações relacionais.

2 l = 222 g 13 . Regra: 5 instaladores em 1 h assentam 6 8 de três 210 m2 5 9 5 instaladores em 9 h assentam = 196. 5 marceneiros precisam de 80 h 50 2.4 l 2+ 3 2 l 10 (porção 1) GM = (5 + 1)kg Ácido = = 0.00 0 3. 8 marceneiros precisam de = 50 h 8 Regra de três composta (dupla) São comparadas 3 Exemplo: 6 instaladores de parquete com um turno diário de 8 h grandezas. 1. 3. 3 = 1kg 2l Acido: água = 10 : 100 Quantidade básica GM 15 GM = = 0.00 € 2.00 € 8 000 Quanto custam 3. Quantos m² de parquete deza procurada é assentariam 5 instaladores num turno de 9 horas/dia? calculada em etapas.4 Regra de três e cálculo de misturas Proporções na regra de três Proposição direta indireta 1º proposição afirmativa x ⇒ y x ⇒ y y 2º proposição unitária 1 ⇒ 1 ⇒ y x x y x1 y x 3º proposição conclusiva x1 ⇒ x1 ⇒ x x1 Regra de três com proporção linear (direta) Exemplo: 4. 1.875 m2 6 8 Cálculo de misturas Regra em porção de massa em porção de espaço em percentual Proporção de mistura Exemplo: 5 kg de cola Exemplo: 2 l de mistura Exemplo: solução de =A:B:C:… em pó diluídos na pro. Regra: 6 instaladores em 8 h assentam 210 m2 Em cada etapa de três 210 m2 apenas uma grandeza 1 instalador em 8 h assenta é alterada. 4. A gran.00 € 3. assentam 210 m² de parquete. 1 marceneiro precisa de 5 · 80 h 0 0 2 4 6 8 10 5 80 h Marceneiros 3. se houver 8 marceneiros disponíveis? 100 Horas 1.00 m3 de madeira de carvalho custa Custos 4. dos materiais A e B na ácido em 2l de água a Quantidade total porção de 15 : 3 proporção de 2 : 3 10% =A+B+C+… Diluente = 5kg .4 l = 1.00 m de madeira de carvalho custam 4.eps 22/2/2012 16:49:10 1. 6 210 m2 5 5 instaladores em 8 assentam 6 210 m2 5 2.13.50 2 000 3 7 875.50 0 1 2 3 m3 5 Volume = 5 250.50 m3 de madeira de carvalho custam 7 875 € 4 000 7875.222 l A = 2 0.4 l = 0.00 m3? 1.33 kg B = 3 0.00 € Regra de três com proporção inversa (indireta) 200 Exemplo: 5 marceneiros precisam de 80 horas para um trabalho de montagem.8 l 90 = Quantidade total 15 + 3 Porções = 0.50 m³ de madeira de carvalho custam 7875. Quanto tempo levará 150 a montagem.

00€.9%.40 € acrescido Gmehr após um aumento de 3. • Número de anos n Kn = K 1 ( 100 ) 14 . t = 7 400. Qual era o preço bruto? Valor de base Valor por cento com desconto (PW) Gmin · 100% Solução: G = 100 % –p % p% 100% – p 16 500.00 € Z · 100% lados os juro para um ano. • Taxa de juros p (%/anos) b) Qual teria sido a taxa de juros se no K·p·t mesmo prazo os juros tivessem sido Z = • Prazo t (anos) 100% de 7400.eps 1 23/2/2012 09:33:18 1.00 € 2 Cálculo de juros compostos Os juros devidos são adicio.33 € Cálculo com valor de base acrescido • Valor de base Exemplo: Um trabalhador recebe 13.95 € 100% + p 100% + 3.5 Cálculo de percentagem e cálculo de juros Cálculo de percentagem Cálculo com valor de base integral Exemplo: o carvalho tem uma perda PW · 100% tangencial por contração de 8. 14.00 €? • 1 ano de juros 360 dias Solução: Z · 100% 40 000.40 € · 100% 100% p% G = mehr G= = 12.5%. = 6 800. Calcule o salário-hora anterior? Valor de base Valor por cento (G) (PW) Solução: G · 100% 13.5% 2 • 1 mês de juros 30 dias p = K· t Z = 100% Com a taxa de juros são calcu. Em • Por cento % 1/100 G = p quantos mm contrai uma prancha lateral • Valor de base G G·p com largura b = 320 mm? PW = • Valor da porcentagem PW 100% Solução: • Taxa percentual p (%) PW · 100% 320 mm 8. K = p·t • Juros Z (€) a) Calcule os juros para 2 anos.9 % p = PW = = 28.48 mm G 100% Cálculo com valor de base decrescido • Valor de base Exemplo: Devido ao trabalho incompleto.25% 40 000.00 € 100% K· p p = = 9.00 € 8. decrescido Gmin um cliente está pagando apenas 10% do Gmin = G – PW preço bruto e envia uma ordem de paga- mento de 16500.5% no valor do Gmehr = G + PW salário-hora.5% 100% +p% = valor de base acrescido Cálculo de juros Exemplo: Uma empresa recebe um cré- dito de 40000.00 € 100% G= 100% = valor de base (G) 100% 10% G = 18 333. Capital após n anos: nados ao capital para efeito do cálculo dos juros em n p períodos subsequentes.00 € a uma taxa de juros • Capital K (€) Z · 100% de 8.

b Distâncias das bordas e = l – (a + b) a b n–1 l Dividir o comprimento total em partes iguais com intervalos b1. 1 :5. 1 :20..+ bm) n–1 l Divisão áurea G Distância total M = G ( 5 – 1) 2 M Segmento maior –– G 2 M = G · 0. 5 :1.eps 22/2/2012 17:47:27 1.(b1 s+ b2 +. 1:500 etc. b2 Intervalos b1 b2 b3 b4 b5 e e e e e = l .382 p. 10 :1. B2 A1B1 SA1 Se duas retas concorrentes forem cortadas por A1 = S A2B2 SA2 duas retas paralelas..15. 15 . 1:50. 50:1..618 m Segmento menor M m m = M · 0. z=n+1 por exemplo.6 Comprimentos Divisão de comprimentos Dividir o comprimento total em partes iguais com afastamentos iguais das bordas e e e e e l l Comprimento total. os segmentos das retas paralelas serão A1B1 SB1 proporcionais aos respectivos segmentos das B1 A2 = A2B2 SB2 retas concorrentes medidos a partir do vértice.. que não passem pelo vér- tice. furos l z Número de partes Dividir o comprimento total em partes iguais com afastamento diferente das bordas e e e e a. 1 :10. 20 :1. Escalas (DIN ISO 5455) Tamanho natural M 1:1 n Coeficiente de proporção Aumento M 2 :1. 158 Aclive m = h = tan α m Relação de inclinação s l h Altura l Comprimento 1:n m% = h · 1 00% l h α Ângulo de inclinação α 1 l m% Inclinação em percentagem l n = = m h n Coeficiente de inclinação Teorema das retas concorrentes A2 SA1 SB1 Se duas retas concorrentes forem cortadas A1 = por duas retas paralelas.618 G m = G · 0. que não passem SA2 SB2 S pelo vértice. 1:200. l lz Comprimento no desenho 1:100. distância dividida e= e Comprimento das partes n +1 n Número de elementos a marcar. l n lw Comprimento real Redução M 1 :2. os segmentos de uma reta con- SA1 SB1 corrente serão proporcionais aos respec- B1 = B2 A1A2 B1B2 tivos segmentos da outra reta concorrente.

5 m2 l Retângulo A = l·b A Área l Comprimento U Perímetro b Largura U = 2 · (l + b) e Diagonal e Exemplo: e = l2 + b2 l = 120 mm.14 m 2 l·b A Área l Comprimento Triângulo A = 2 U Perímetro b Largura (altura) U = l 1 + l 2 + l3 l1.l e Exemplo: l l = 75 cm A = l2 = (75 cm)2 = 5 625 cm l e = 2 .5 m. b = 80 mm b A = l b = 120 mm 80 mm = 9 600 m2 l e = l 2 + b 2 = (120mm)2 + 80mm2 = 144. l4 Comprimento dos lados l 1 + l2 Exemplo: lm = 2 b lm l1 = 2. l2 = 2. b = 3. 75 cm = 106. l = 2 . b = 1.0 m. 16.07 cm Losango (rombo) A = l·b A Área U Perímetro U = 4·l l Comprimento do lado b Largura Exemplo: l b l = 4.5 m 3.0 m A = 1 2 b = 1.8 m l1 2 2 = 4.0 m A = l b = 4. b = 65 cm l (l1) A = l b = 80 cm 65 cm = 5 200 cm2 Trapézio l 1 + l2 ·b A Área l1 Comprimento maior A = 2 U Perímetro l2 Comprimento médio l2 b Largura l3 Comprimento menor U = l 1 + l 2 + l3 + l 4 l3.0 m = 13.6 m + 2.eps 22/2/2012 18:18:05 1.6 m. b = 31 mm l b 72 mm 31 mm A = = = 1116 mm2 2 2 l 16 .7 Áreas Quadrado A = l2 A Área U Perímetro U = 4·l l Comprimento do lado e Diagonal e= 2. l2.2 mm Paralelogramo (romboide) A = l·b A Área U Perímetro U = 2 · (l1 + l2) l (l1) Comprimento l2 Comprimento do lado b Largura l2 b Exemplo: l = 80 cm. l3 Comprimentos dos lados Exemplo: b l = 72 mm.8 m l +l 2.

309 3.500 1.98 cm 17 .829 0.649 0.eps 1 23/2/2012 08:48:09 1.96 cm 55.707 = (60 cm)2 0.383 = 22.196 0.236 6 2.000 1.078 0.000 4 1.866 0. b2 = 45 cm b1 A1 l1 b1 A1 = = 2 750 cm2 2 A2 l b A2 = 2 2 = 2 475 cm2 b2 2 A = A1 + A2 = 5 225 cm2 Polígono regular l·d A Área n número de vértices A = n· l Comprimentos dos lados 4 l d Diâmetro do círculo inscrito D Diâmetro do círculo circunscrito l = D · sen (18n0 °) Exemplo: Octógono com D = 60 cm 180 ° d D d= D2-l2 l = 60 cm sen ( ) 8 = 22.864 1..052 12 11. l2 … Comprimentos b1.44 cm l = D 0.7 Áreas Triângulo Fórmula do triângulo A Área de Heron s Meio perímetro l1.376 0.3 cm2 Cálculo de polígonos regulares Número Comprimento dos Diâmetro do círculo Diâmetro do Área de lados inscrito círculo circunscrito lados A l d D de l de d de D de d de D de l de D de l de d l2 vezes d 2 vezes D 2 vezes d vezes D vezes l vezes D vezes l vezes d vezes 3 0.732 0.966 3.2 cm2.500 1.735 0. (s .433 1.154 2.598 0.809 1.577 0.l2) .96 cm)2 = 55.707 1.732 0.951 3.082 10 7.924 = 60 cm 0.812 0.588 1.727 0.578 0. + Am l1.259 3.707 0.414 1. (s .732 0.268 0.414 5 1.383 2.750 0. b2 … Larguras Exemplo:l1 = l2 = 110 cm b1 = 50 cm.702 1.035 Exemplo:octógono com D = 60 cm A = D 2 0.867 0.908 0.000 0.500 1. l2.595 0.383 = 60 cm 0. d = D 0.236 1.43 cm 22. A2 … Áreas parciais l1 = l2 A = A1 + A2 + .43 cm A =8 4 = 2 545. l3 Comprimentos dos lados 1 l2 s= (l1 + l2 + l2) 2 l3 A = s ..828 0.l1) .l3) l1 Polígono irregular A = ∑ de todas as áreas parciais A Área total A1.694 0.721 0.414 0.924 = 55.924 2.707 1.866 2.000 1.325 1.325 0.17.614 1.804 0. (s .000 0.414 0.299 0.707 = 2 545.96 cm d = (60 cm)2 – (22.000 0.155 8 4.

h (2 .785 Exemplo: d = 80 mm 4 π d 2 π (80 mm)2 A = = = 5 026.d.1 mm r 3 2 2 α A ≈ l h= 52 mm 15. d = 40 cm d 2 α D d α 65 cm 40 cm A = = 4 4 D = 2 042 cm2 18 .5 mm2 4 4 U = π d = π 80 mm = 251.7 cm2 π·α A Área Segmento de anel circular A = · (D 2 – d 2) 4 · 36 0 ° D Diâmetro maior d Diâmetro menor α α Ângulo central d D π ·D·d A Área U Perímetro Elipse A = 4 D Diâmetro maior d Diâmetro menor π U ≈ (D + d ) Exemplo: D = 65 cm.3 mm 26 mm A = = 2 2 = 471.9 mm2 Segmento circular π ⋅ d2 α l ⋅ (r − h) A Área r Raio A= ⋅ − d Diâmetro l Comprimento da corda 4 360o 2 α Ângulo central h Altura Fórmula de aproximação: h α 2 A≈ ·l·h Exemplo: l = 52 mm. d = 20 cm π π ( A = (D 2 – d 2) = (75 cm)2 – (20 cm)2) 4 4 dm = 4 103.eps 1 24/2/2012 15:05:45 1. 18.h) π A Área s Largura Anel circular A = · (D 2 – d 2) 4 D Diâmetro maior s d Diâmetro menor A = π · dm · s dm Diâmetro médio D d Exemplo: D = 75 cm.3 mm l̂ r 36.α 360 ° 360 ° r l̂ = 360 o = 36.5 mm2 d ¢ = 2 .7 Áreas 2 Círculo π ·d A Área A= 2 = π · r2 U Perímetro d Diâmetro U= π ·d =π ·2·r r Raio d π = 0.1 mm l = 2 · r · sen 3 3 2 = 523. α = 80 ° π d α π 52 mm 80 ° α l̂ = = d π .3 mm 2 Setor circular π⋅d α A Área r Raio A= ⋅ 4 360o d Diâmetro l̂ Comprimento do arco l l̂ · r α Ângulo central A = 2 Exemplo: d = 52 mm. h = 15. r .

q p 2 (5 cm)2 c a2 = c · p b p=a = c 7 cm c·q c·p b2 = c · q b = 3. b2 a b sobre a hipotenusa.q h = 49 mm p· q p 19 . Teorema de Pitágoras No triângulo retângulo.3 cm 1. 3 . b Catetos base o diâmetro de um b a h Altura círculo.eps 1 24/2/2012 14:08:22 1. l = 35 cm l h 1. B.Exemplo: tura h é igual à área do retângulo Triângulo retângulo com p = h formado pelas projeções dos ca. 1 h= 1.80 mm e q = 30 mm h2 tetos sobre a hipotenusa p e q. 3 . 5 cm deve ser transformado a2 tenusa e a projeção do cateto num retângulo com l = 7 cm.57 cm Teorema da altura (Euclides) A área do quadrado sobre a al. 3. (35 cm)2 4 4 ¨ = 530. b c a a b c c2=a2+b2 3 4 5 c = a2+b2 5 12 13 c 2 a = c -b2 2 7 24 25 b = c2-a2 8 15 17 ⋅ − equiláteros resulta. 3 . l = .4 cm2 Teorema de Euclides (teorema dos catetos) A área do quadrado sobre um Exemplo: cateto é igual á área de um Um quadrado com lado a = retângulo formado pela hipo.l2 1 1 –– 2 4 A = . q Projeções dos los cujo vértice esteja p q catetos sobre a sobre o arco do círculo é A c B hipotenusa A. C Vértices um triângulo retângulo. 30 mm h= p.19.q = 80 mm . a soma Tríade pitagórica das áreas dos dois quadrados (relação entre os lados em números a 2 sobre os catetos é igual à área do inteiros para triângulos retângulos) b2 quadrado sobre a hipotenusa. l A= 3. todos os triângu- h p.l h= 3 . Exemplo: Triângulo equilá- Em triângulos segundo o teorema de Pitágoras: tero. q p h2 = p · q h= p. 35 cm 2 2 2 = 30. l 2 = .8 Cálculo de triângulos e funções trigonométricas Triângulo retângulo Designações Teorema de Tales C c Hipotenusa Tendo como linha de a.

Funções trigonométricas no círculo padrão 90° + II IV cotg β(–) cotg α(+) +1 se nα sα co co co senα(+) senβ(+) tg α(+) α α tg tg tg t β gα α α – + 0° cosβ(–) cosα(+) 0° 90° 180° 270° 360° α 180° 1 360° tg β(–) r= –1 tg α – I III 270° Determinação do valor da função para ângulos acima de 90° conforme o seguinte exemplo: sen 140° = sen (180° – 140°) = sen 40° Valores da função para ângulos importantes 0° 30 ° 45 ° 60 ° 90 ° 180 ° 270 ° 360 ° sen 0 1/2 1/2 2 1/2 3 1 0 –1 0 cos 1 1/2 3 1/2 2 1/2 0 –1 0 1 tg 0 1/3 3 1 3 ∞ 0 ∞ 0 cotg ∞ 3 1 1/3 3 0 ∞ 0 ∞ Relação entre as funções para o mesmo ângulo sen α sen α sen2 α + cos2 α = 1 tg α cotg α = 1 tg α = cotg α = cos α cos α 20 .eps 1 23/2/2012 10:58:03 1. 20. Por interpolação podem ser calculados valores intermediários.8 Cálculo de triângulos e funções trigonométricas Funções trigonométricas no triângulo retângulo Designações Funções trigonométricas cateto oposto a b c hipotenusa a cateto Seno = sen α = sen β = oposto hipotenusa c c de α α cateto adjacente b a b cateto adjacente de α Cosseno = cos α = cos β = hipotenusa c c cateto oposto a b c hipotenusa β a cateto Tangente = tg α = tg β = adjacente cateto adjacente b a de β cateto adjacente b a Cotangente = cotg α = cotg β = b cateto oposto de β cateto oposto a b Os valores para as funções trigonométricas podem ser consultados na tabela da página 21.

000 0 45 01 0.324 9 72 63 0.212 6 78 57 0.753 6 53 82 0.913 5 2.376 4 36 10 0.258 8 0..933 6 2.017 5 89 46 0.1219 0.383 9 69 66 0.600 9 59 76 0..994 5 9.081 1 03 43 0.300 7 04 42 0.484 8 0.866 0 1.034 9 0.144 4 07 39 0.290 0 01 45 0.819 2 1.487 4 16 30 0.529 9 0.424 5 67 68 0.105 1 84 51 0.559 2 0..156 4 0.998 6 19.230 9 77 58 0.313 8 09 37 0.052 3 0.707 1 1.539 9 33 13 0.829 0 1.732 1 15 31 0.309 0 0.292 4 0.487 7 64 71 0. 90 ° Grau ⇓ 0 ° .927 2 2.880 7 28 18 0.615 7 0.438 4 0.104 5 0.649 4 57 78 0.010 8 14 32 0..99985 57.874 6 1.573 6 0.704 6 12 34 0.000 0 0.754 7 1.719 3 1.275 6 0.731 4 1.8 Cálculo de triângulos e funções trigonométricas Funções trigonométricas Grau 0 ° .674 5 56 79 0.514 4 06 40 0.707 1 1.207 9 0.515 0 0.279 9 38 08 0139 2 0.. 45 ° Grau 45 ° .194 4 79 56 0.996 2 11.428 1 35 11 0..344 3 71 64 0. 45° Grau 21 .077 7 18 28 0.454 0 0.122 8 83 52 0.241 9 0.355 9 23 23 0.286 7 74 61 0.406 7 0.600 3 32 14 0.809 0 1.900 4 48 87 0.374 6 0.000 0 90 45 0.605 1 21 25 0.781 3 52 83 0.656 1 0.636 3 02 44 0.331 5 13 33 0.072 4 43 03 0.671 3 10 36 0.839 1 50 85 0.249 3 76 59 0.629 3 0.766 0 1.951 1 3.945 5 2.390 7 0.190 8 0.531 7 62 73 0.984 8 5.000 0 45 90 1.990 3 7.898 8 2.694 7 0.974 4 4.981 6 5.732 1 30 16 0.587 8 0.992 5 8.554 3 61 74 0.270 9 17 29 0.144 6 11 35 0.358 4 0.140 5 82 53 0.956 3 3.997 6 14.034 9 88 47 0.445 2 66 69 0..176 3 80 55 0.017 5 0.978 1 4.173 6 0.404 0 68 67 0.342 0 0.965 9 3.422 6 0.267 9 75 60 0.110 6 42 04 0.544 6 0.904 2 19 27 0.158 4 81 54 0.035 5 44 02 0.469 5 0.000 0 ? 00 cos cotg cos cotg ⇓ 45 ° .225 0 0.087 5 85 50 0.144 5 25 21 0.857 2 1.869 3 49 86 0.305 7 73 62 0.191 8 40 06 0.327 0 37 09 0.466 3 65 70 0.430 1 05 41 0.932 5 47 88 0.891 0 1.150 4 41 05 0.999 4 28.21.624 9 58 77 0.364 0 70 65 0.970 3 4..050 3 26 20 0.669 1 0.069 9 86 49 0.939 7 2.962 6 27 19 0.482 6 34 12 0.682 0 0.eps 1 23/2/2012 11:26:36 1.069 8 0.809 8 51 84 0.642 8 0.475 1 22 24 0.664 3 31 15 0.777 1 1.965 7 46 89 0.961 3 3.115 4 08 38 0.052 4 87 48 0.987 7 6.726 5 54 81 0.747 5 20 26 0.804 1 29 17 0.325 6 0.234 9 39 07 0.788 0 1.920 5 2.500 0 0.700 2 55 80 0.848 0 1.838 7 1. 90 ° sen tg ⇑ sen tg ⇑ 00 0.882 9 1.601 8 0.743 1 1.906 3 2.798 6 1.087 2 0.577 4 60 75 0.509 5 63 72 0.246 0 24 22 0.

c) 2 A Área b a 1 a 2 · sen γ . O centro de gravidade di. C C b ha a S H hb hc A B A c B 22 . b. hc Altura dos lados c α + β + γ = 180 ° = π corespondentes Funções trigonométricas : sen Lei dos senos Lei dos cossenos a : b : c = sen α : sen β : sen γ a 2 = b 2 + c 2 – 2 bc · cos α a b c = = b 2 = a 2 + c 2 – 2 ac · cos β sen α senβ sen γ c 2 = a 2 + b 2 – 2 ab · cos γ a sen α b sen β a senα = . centro M do círculo circunscrito. = Usando a lei dos senos e dos cossenos é b sen β c sen γ c senγ possível calcular ângulos. A altura de um triângulo é o segmento da vide as medianas na proporção 2 : 1. C C M O r R A B A B 2·A a· b·c R = a = b = c r = = a + b+ c 2 · R ( a + b + c) 2 . β. gulo. lados e área de triângulos escalenos. perpendicular baixada de um vértice sobre o lado oposto ou sobre o prolongamento deste. 22. sen β 2 . sen β A = · R Raio do círculo 2 sen α circunscrito r Raio do círculo inscrito α Soma dos ângulos: β ha. = . b. hb. γ ângulos (opostos γ A = a · b · sen γ aos lados a. sen α 2 . c Lados 1 α. sen β Medianas Alturas As medianas se cruzam no centro de gravi. As alturas se cruzam no ortocentro H do triân- dade geométrico S.eps 1 24/2/2012 13:48:44 1.8 Cálculo de triângulos e funções trigonométricas Triângulo escaleno Fórmula da área: a. Bissetrizes e círculo inscrito Mediatrizes e círculo circunscrito As bissetrizes de um triângulo se cruzam no As mediatrizes de um triângulo se cruzam no centro O do círculo inscrito.

23. b Comprimentos dos lados h Altura l2 hs = h 2 + hs Altura dos lados l1 4 hs l1 Comprimento das arestas h b2 b ls = hs + l 4 Cone π · d2 h V Volume V = · 4 3 AM Área lateral d Diâmetro π · d · hs AM = h Altura hs 2 h hs Altura lateral d2 hs = + h2 4 d 23 .9 Sólidos Cubo V = l3 V Volume A0 Área da superfície A0 = 6 · l 2 l Comprimento dos lados d d Diagonal espacial d = l· 3 l l l Paralelepípedo V = l·b·h V Volume A0 Área da superfície A0 = 2 (l · b + l · h + b · h) l Comprimento b Largura h d= l2+b2+h2 d h Altura d Diagonal espacial b l Cilindro π · d2 V Volume V = ·h 4 A0 Área da superfície π · d2 AM Área lateral A0 = π · d · h + 2 · 4 d Diâmetro d h Altura h AM = π · d · h Cilindro oco π ·h V Volume V = · (D 2 – d 2) 4 A0 Área da superfície D.eps 1 23/2/2012 13:59:08 1. d Diâmetros ∆ A0 = π (D + d ) [ 1 2 ] (D – d ) + h h Altura h d Pirâmide l·b·h V Volume V = 3 l.

b1 Comprimentos da b2 l2 superfície da base l2. b2 Comprimentos da cunha: superfície do topo h · b1 h Altura h V = (2 · l1 + l2) 6 b1 l1 Tronco de cone π ·h V Volume V = · (D 2 + d 2 + D · d ) 12 AM Área lateral d D.l1 Comprimentos dos lados ⎛ l 1 – l2 ⎛ h hs = h 2 + ⎝ 2 ⎝ b1 l1 Prismatoide. (A1 + A2) hs Altura lateral 2 2 l1. cunha h V Volume V = [l1b1 + l2b2 + (l1 + l2) · (b1 + b2)] 6 l1.eps 1 23/2/2012 14:21:51 1. d Diâmetros h Altura π · hs Am = · (D + d) hs Altura lateral hs 2 h ⎛ D – d ⎛2 hs = h2 + ⎝ 2 ⎝ D Esfera π · d3 V Volume V = 6 A0 Área da superfície d Diâmetro A0 = π · d 2 r d Segmento de esfera V Volume d1 V = π · h2 · (d2 – h3) AM Área da calota A0 Área da superfície A0 = π · h · (2 · d – h) d Diâmetro h d1 Diâmetro menor h Altura AM = π · d · h d 24 . A2) 3 h Altura hs V = h . 24. (A1 + A2 + A1 .9 Sólidos Tronco de pirâmide V Volume A1 Área da base b2 l2 A2 Área do topo V = h .

eps 1 24/2/2012 09:59:31 1. 0) –4 –5 f : x → (x – b )2 + c Vértice no ponto S (b.10 Funções e representações gráficas Descrição matemática Gráfico (diagrama) Definição Funções são relações inequívocas que. se | a| < 1 5 4 aberta para baixo. conjunto de {(x. Grafia e designação Eixo y f : x → f (x ). associam um elemento do conjunto W (contradomínio. –4 P2 (2|– 4) Função linear (função racional do 1º grau) f:x→mx y y = 2x – 1 Reta original com coeficiente angular m 3 f:x→mx+b 2 Reta com coeficiente angular m e 1 coeficiente linear b –6 –5 –4 –3 –2 –1 1 2 3 4 5 6 x Formato padrão da equação da reta: –1 y = mx + b –3 Função quadrática f : x → f (x )| f (x ) = ax2 com D = IR y em comparação com a parábola normal será 8 7 esticada. c) –6 –7 –8 Fórmulas para resolução na página 12 25 . uma função. conjunto de num sistema de coordenadas é o gráfico de valores). se ½ a½ < 0 3 y =x2 2 1 Vértice da parábola: f (x ) = a (x + c )2 + b –6 –5 –4 –3 –2 –1 1 2 3 4 5 6 x –1 –2 f : x → x2 + c Vértice no ponto S (0. se | a| > 1 y = 2x 2 6 achatada. a cada A representação dos conjuntos de pares ordenados elemento do conjunto D (domínio. c) –3 y = –x 2 f : x → (x – b )2 Vértice no ponto S (b. y) | x G ^ y = f (x )} partida). 1 imagem de x –8 –7 –6–5 –4 –3–2 –1 –1 1 2 3 4 5 6 7 8 Eixo x W = {f (x)| x D } –2 (abscissa) A equação y = f (x) do diagrama é chamada P4 (–3|–3) –3 de equação da função. f (x ) W (ordenada) 4 P1 (3|4) Variável x : Argumento 3 → : Símbolo para associação P3 (– 4|2) 2 y = f( x) f (x) : Valor da função na posição x.25. conjunto imagem. x D.

eps 1 23/2/2012 15:04:40 1. para diferen- ciação. fora do diagrama.ex. No caso de várias curvas podem ser usadas.). Para os valores intermediários é suficiente uma indi- cação numérica abreviada. u raç tremidade superior das ordenadas. 1 ponto zero com uma faixa parcial suprimida ou a grade pode 10 ser interrompida.. FS O sistema de coordenadas não tem graduação. cada curva ' . Tempo t • Indicação das grandezas Símbolos matemáticos ou nomes das grandezas são coloca. R2 Os eixos podem ser graduados de formas diferentes. 20 00% ão 1 timos números na extremidade direita das abscissas e na ex. R1 – R W. Umidade relativa do ar dos no início da seta. todavia. 0 0 1 2 3 4 s 5 querda e inferior. o último número pode ser suprimido. Podem ser indicadas coordenadas de pontos importantes e ∆LS ∆LFmax ∆LR assinaladas por meio de círculos na curvas. 6 15 3 • Graduação dos eixos R'W. 0 5 10 15 g/m 3 25 As unidades também podem ser unidas ao símbolo ma. 50 Esses devem ser lidos sem que seja preciso girar o diagrama. fora do sistema de coordenadas. 20 m — s 20 • Escalas m 5 —s v= Distância s Os eixos são numerados com valores numéricos legíveis de 10 v= baixo para cima e da esquerda para a direita. 25 • Grupo de curvas dB 5 dB =1 Se houver várias curvas num mesmo diagrama. 26. % °C 25 % Os nomes no eixo vertical podem ser lidos a partir da direita.R .R genda etc. 1 9 R' W . os dois eixos precisam apresentar divisão linear. Na graduação logarítmica devem ser indicadas as potências 5 de dez. p. 50 30 75 % • Unidades Temperatura do ar Os símbolos para as unidades são colocados entre os dois úl. le. Força F Em um eixo pode ser inscrita uma variável como função de uma outra variável. 10 sat Havendo falta de espaço. de va 0 r Cu • Indicação combinada Para a indicação de grandezas e unidades também pode ser –10 usada notação fracionária (grandeza/unidade) no início da –20 seta (exemplo: p/bar ou P/W). legendas. Os valores negativos são dotados de um sinal de menos. Os números nas linhas de grade são inscritos na margem es. 0 1 2 5 10 2 5 100 sges —— s2 Diagramas com representação qualitativa Diagramas de visão geral Fmax Eles mostram apenas a evolução característica de grandezas FR interdependentes. Teor de água temático ou ao nome da grandeza pelo conectivo "em" (exemplo: v em m/s ou umidade da madeira em %).10 Funções e representações gráficas Diagramas com representação quantitativa 30 • Diagramas com linhas de grade m Os eixos recebem uma graduação numerada (escala).re s 12 20 –R W será dotada com o seu parâmetro (símbolo matemático. Dilatação linear ∆L 26 . formas variadas de linhas e cores.

50 100 0. Escalas de 0 10 20 30 40 50 °F 70 linear tem ler a relação entre duas função 100 101 102 103 104 105 106 Hz 108 Graduação grandezas. Elas podem ter gra- duação linear ou logarítmica.1 10 Gráficos (exemplos) Gráfico de colunas Gráfico pizza (círculo) Gráfico de linhas Densidade de madeiras em kg/m3 Resistência à ruptura (N/mm²) 1200 140 Área de florestas no mundo 1000 120 Flexão 800 Ásia América do Norte 100 18 % 16 % 80 600 África 60 17 % América Pressão 400 Países da do Sul 40 200 Ex URSS Europa 23 % 22 % 4% 20 0 Balsa Faia Ébano Car. 16 000 em Diâmetro da ferramenta 50 1 4 00 0 0 1/m Na graduação logarítmica 60 12 0 00 00 in de ambos os eixos.10 Funções e representações gráficas Nomogramas Gráfico reticulado 20 mm Fre A inter-relação de 3 ou mais quê 30 ncia grandezas é representada de g 40 20 0 18 00 iro n num gráfico reticulado.2 1 5 kQ U 5 2 I 1 2 U 0.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.2 1 R 0. 200 3 0 00 0 0 2 50 22 0 300 2 0 00 1 8 00 0 16 0 400 1 4 00 0 0 500 15 20 25 30 35 40 45 50 60 70 80m/s100 Velocidade de corte v Escalas de alinhamento –20 –10 0 10 °C 20 Graduação As escalas de função permi. 80 10 0 9 0 00 0 8 00 0 lação proporcional e uma 100 7 00 0 0 relação inversamente pro. 108 107 106 105 104 103 102 m 10 0 logarítmica As escalas de alinhamento Escalas de alinhamento.5 I= — 0. uma re.7 10 10 1.0 3/4/2011 3:16 PM Page 27 1.1 graduação logarítmica mA entre três grandezas. Graduação logarítmica permitem consultar a relação Escalas paralelas com 100 1000 0. 120 6 00 0 5 00 0 porcional conduzem a uma 160 4 00 35 0 linha reta.Pinus 0 valho Pinho Faia Wengé Álamo 27 .5 em distâncias iguais V 50 R Inter-relação: a = b/c 20 41.

35 x2 28.352 = → Apagar o último dígito da entrada Entrada Tecla Visor CE/C Apagar a última entrada numérica 5. Elas podem ser muito simples. valor armazenado anteriormente Potenciação em geral é apagado Exemplo: 7. Atribuições da teclas (seleção) Tecla Função Tecla Função Tecla Função AC Apagar x Multiplicar SIN Seno CE/C Apagar entrada ÷ Dividir COS Cosseno 2ND Segunda função = Resultado TAN Tangente 0 . Aqui serão apresentadas apenas as funções básicas e o teclado.45 x 2.006 = 18. Vírgula decimal x Raiz quadrada SUM Adicionar à memória +/– Troca de sinal yx Potenciar EXC Trocar memória ( ) Parêntesis % Percentagem MODE Seleção de modo Elementos de operação especiais Exemplos de cálculos AC/ON Ligar (calculadora solar).10 Funções e representações gráficas Calculadora de bolso Na tecnologia da madeira são usadas calculadoras científicas.19698 memória e. 28 . Entrada Tecla Visor 6 % 0. ao mesmo tempo. 0.8 +/– – 0.62 conteúdo armazenado na memória .62– 0.7716 = 300 x 300.8 EXC O valor do visor é armazenado na = 0. 50.0 3/4/2011 3:16 PM Page 28 1. como também oferecer um amplo espectro de possibilidades para a execução de cálculos estatísticos e matemáticos. 9 Dígitos 1/x Valor inverso STO Guardar na memória π Constante pi x2 Elevar ao quadrado RCL Chamar da memória .7321 Percentagem Exemplo: 6% de 300 = Exemplo: Função inversa (arco-) Entrada Tecla Visor Arco-seno 0. o próximo dígito teclado é avaliado como expoente 8.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.45 = 2ND Ativar a segunda função das teclas Entrada Tecla Visor EXP Potência de dez..49779 DMS 50 ° 29‘ 52‘’ = 575..5 Exemplos de cálculos 60 TAN 1. são trazidos para o visor outros dados armazenados Funções trigonométricas Aviso Exemplo: seno 45° = e tangente 60° = de erro: E no visor Entrada Tecla Visor 30 SIN 0. todos as Elevar ao quadrado áreas de cálculo são apagadas Exemplo: 5.7716 SIN–1 50.8 = RCL Chamar para o visor o dado arma.62 yx 7. Entrada Tecla Anzeige zenado na memória SUM O valor no visor é adicionado ao 7.6225 CE/ESTO Apagar a memória MODE Ativar as funções alternativas das Raiz quadrada teclas Exemplo: 8.906889 STO Armazenar o valor do visor.49779 Exemplo: 500 + 15% (imposto) = 500 + 500 Conversão para graus/minutos/segundos 15 % 75.

11 Coesão e adesão Coesão (força de agregação) A força de atração entre as moléculas de uma substância é de- nominada coesão. A elevação máxima é atingida quando a força peso da coluna de líquido e a força resultante da coesão e da adesão forem iguais Água em intensidade. conse- quentemente. Adesão (força de união) A força de atração entre moléculas de substâncias diferentes é Adesão denominada adesão. adesivo na junta de cola. Capilaridade (efeito capilar) O comportamento dos líquidos em capilares e poros finos dos corpos é denominado capilaridade. diminuindo com a elevação da tem- peratura do líquido. A magnitude dessa força molecular deter- mina a coerência de uma substância ou de um corpo e. Por intermé- dio do fornecimento ou supressão de energia é possível passar de um estado para outro. reduzem a sua superfície. Essa resistência é gerada devido ao atrito entre as moléculas em movimento e às forças de coesão. corpos de substâncias diferentes Cola podem ser fixados um no outro.. Viscosidade A viscosidade é uma medida para a resistência interna de um líquido. A forte coesão de um líquido provoca também uma grande tensão superficial. Líquidos com alta viscosidade (colas) são de baixa fluidez e líquidos com baixa viscosidade (água) são de alta fluidez.ex. 29 . Substância sólida: Forte coesão – sólido As moléculas se encontram numa determi- nada disposição no interior da substância.0 3/4/2011 3:16 PM Page 29 1. líquido gasoso Substâncias gasosas: Nenhuma coesão – (Gases) As moléculas se dispersam (expansão). Por isso. Substâncias líquidas: Fraca coesão – (líquidos) As moléculas podem mudar de lugar no interior da substância. A altura da elevação capilar depende da interação entre a coe- são do líquido. com Água isso. –– A tensão superficial afeta a capacidade de umectação e a fluidez R R=0 de um líquido. a adesão dos diferentes materiais e do diâmetro do capilar ou do tamanho do poro. Tensão superficial Ar As forças de coesão entre as moléculas na superfície de um lí- quido atuam com maior intensidade para dentro dele e. A viscosidade depende da temperatura. também seu estado de agregação. Exemplos: – Cola sobre peças de encaixe Adesão – Verniz sobre superfície da madeira Madeira Não há força de união entre todas as substâncias. Pela atuação de forças externas esses corpos são conformados ou se expan- dem com o fornecimento de calor. p.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.

peso.81 m/s2 = 941.. Densidade A densidade k de um material é calculada a partir da massa m e do volume V. Massa.12 m3 m = V  kR = 0. abrasivos Massa A massa m de um corpo independe de sua localização. Para acelerar de 1 m/s a massa de 1 kg em 1 s é necessária F = m·a uma força de 1 kgm/s2. derivados de madeira. miligrama mg Exemplo: Prancha de carvalho V = 0. O excerto da Norma DIN a seguir define massa.ex.12 m3  800 kg/m2 = 96 kg kR = 800 kg/m3 Força Para que uma massa m seja acelerada ou desacelerada é necessária uma força F. grama g. p.. Aceleração da gravidade g = 9. quilograma kg. Unidade: tonelada t. p. etc) são estabelecidos em normas corresponden- tes. forças O significado de todos os termos (massa.12 Massa.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. água kR Densidade bruta para materiais sólidos porosos. que ele sofre ou sofrerá pela ação da força F. força e força peso.. p. madeira. 2 Massa 6 Força peso A massa m descreve a propriedade de um corpo de se manifestar tanto sob efeito de inércia em A força peso FG de um corpo de massa m é o relação a uma alteração em seu movimento produto da massa m pela aceleração da gravi- como também sob atração de um outro corpo.8 N (pode ser calculado de forma aproximada com g ≈10 m/s2) 30 .81 m/s2 Exemplo: Prancha com uma massa m = 96 kg FG = m  g = 96 kg  9. DIN força peso. k = m V Unidade: 1 000 kg/m3 = 1 kg/dm3 = 1 g/cm3 k Densidade. carga 1305 Conceitos 1 Área de aplicação 5 Força Esta norma é válida para a área de física clássica A força F é o produto da massa m de um corpo e sua aplicação na tecnologia e na economia.ex. absoluta para materiais sólidas sem poros.ex. líquidos.0 3/4/2011 3:16 PM Page 30 1. força. pela aceleração a. Ela pode ser m = V·k calculada a partir do volume V e da densidade k. força de pesar. dade g. Aceleração a em m/s2 Unidade: 1 kgm/s2 = 1 N (Newton) Exemplo: A prancha é movida m = 96 kg F = m  a = 96 kg  2 m/s2 = 192 kgm/s2 = 192 N a = 2 m/s2 Força peso A atração da terra provoca uma força peso FG sobre a massa de um FG = m · g corpo. concreto para agregados granulados (materiais sólidos amontoados soltos). gases. metais. força. densidade. kS Densidade aparente areia.

05 cm Aço sobre poliamida 0. 0.. β FR Medida l 1 = 13 mm.2 0... F2 = 120 N FR = F1 – F2 = 320 N – 120 N = 200 N • Forças componentes atuam FR = F12 + F22 F1 = FR  sen α F2 = FR  cos α em ângulo reto FR F1 Exemplo: F1 = 250 N... 0. 0.002 – Madeira sobre madeira 0. p.12 Forças Forças Representação das forças As forças são representadas por setas (vetores). 0. Intensidad As forças podem ser deslocadas na sua linha de atuação.0 3/4/2011 3:16 PM Page 31 1. FN Atrito estático e de deslizamento FN Força Normal FR FR = µ · FN FR Força de atrito FN Atrito de rolagem µ Coeficiente de atrito r f · FN FR FR =  f Coeficiente de atrito de rolagem r Raio r f (Para simplificar calcula-se. α = 60 ° F1 MK = 5 N/mm.. Mk = 10 N/mm. geralmente. F2 = 120 N FR FR = F1 + F2 = 200 N + 120 N = 320 N • Subtração de forças na F R = F1 – F2 mesma linha de atuação F1 FR F2 Exemplo: F1 = 320 N.001 .003 .4 0.5 N • Forças componentes atuam Solução gráfica em ângulo arbitrário Exemplo: F1 = 200 N.001 – – 31 .15 . β = 90 ° F1 MK = 5 N/mm...5 . com a fórmula do atrito de deslizamento) Coeficiente de Coeficiente de Combinação de Coeficiente de atrito de atrito de rolagem Coeficiente de materiais atrito estático deslizamento (simplificado) atrito de rolagem (cinético) Aço sobre aço 0...25 .3 0. 0..ex... O compri- F mento da seta corresponde à intensidade da força.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5..5 0.5 0. A força de atrito não depende do tamanho da superfície de contato.2 .001 0. F2 = 90 N. 0.. α = 15 °. 0.3 ..005 – Mancal de rolamento – 0.1 . F2 = 150 N 90 ° FR = F12 + F21 = (250 N)2 – (150 N)2 F2 α FR = 291..3 0. Composição de forças: • Adição de forças na mesma F R = F1 + F2 linha de atuação F1 F2 Exemplo: F1 = 200 N.3 – – Aço sobre madeira 0. l2 = 52 mm α F1 = l1  MK = 13 mm  5 N/mm = 065 N F2 F2 = l2  MK = 52 mm  5 N/mm = 260 N Atrito A força de atrito depende da força normal (perpendicular à superfície de contato) e do coeficiente de atrito (características da superfície). α Medida l R = 52 mm FR F2 FR = l R  MK = 52 mm  5 N/mm = 260 N Decomposição de forças Solução gráfica Exemplo: FR = 250 N.6 0. 0. represen- uação A Linha de at e da força tada em uma escala Mk.

01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.2 m/s ω = 2  π  n = 2  π  133.s = 27.78 m/s m a = v =  = 2. t = 11 s Gráfico velocidade .81 m/s2 1 m 4 s—2 t = 6s h = g · t 2 = 2 a 2 g 9.a.6 m Movimento circular v Velocidade tangencial Exemplo: n = 8 000 1/min P v ω Velocidade angular d = 0.81 m/s2 6 Exemplo: Queda livre h altura da queda s g = 9.67 km 0 0 1 2 3 4 s5 t Movimento uniformemente Aceleração é o incremento da Exemplo: Aceleração acelerado velocidade em 1 segundo.3 s–1 d 60 s ω v = π·d·n v=πdn P v = π  0.1 m m 3— s2 8 Aceleração da gravidade a= g = 9. a redução.21m n Rotação 8 000 min–1 d Diâmetro n =  = 133. distância t = 20 min Gráfico percurso-tempo t Tempo 30 s = vt m 20 m 20 s— m v = s s = 80 km/h  20 min   1h 5 —s t 60 min v= 10 v= s s = 26. sendo v 12 a velocidade inicial e a veloci.81 m/s2 h =   t 2 =   (6 s)2 0 2 2 0 1 2 3 4 s5 t h = 176.6 m 1 m s— 2 v 2 v= 2.tempo v Velocidade final 100 000 m  1 h m a Aceleração v =  = 27.78 m/s)2 dade final = 0.3 s–1 ω=2·π·n ω = 837 s–1 32 .21 m  133.78 m/s Gráfico percurso-tempo as mesmas fórmulas.0 3/4/2011 3:16 PM Page 32 1. v2 (27.78  6 1 h  3 600 s s s Percurso m t Tempo — s 3—m v 27.78 m/s s2 Para velocidade inicial = 0 vale: s =   t =   11 s 4 2 2 a= 3 v = a·t s = 305.13 Movimento uniforme e acelerado Movimento retilíneo Movimento uniforme v Velocidade Exemplo: v = 80 km/h s Percurso.3 s–1 v = ω · d n 2 v = 50. v = 100 km/h desaceleração. s =  =  2a 2  7 m/s2 m Queda livre s = 55.5  a 1 t 11 s s s = v · t Exemplo: Desaceleração 0 2 0 1 2 3 4 s 5 v = 100 km/h t s = a · t 2 a = 7 m/s2 2 Para a desaceleração valem v = 27.

2 m s 1 W = 1 Nm/s = 1 J/s kNm P = 133.70 33 . grau de eficiência Trabalho mecânico F Trabalho é realizado quando Exemplo: F = 500 N uma força atua ao longo de s = 12. t = 40 s 50 10 40 20 P Potência F  s 500 N  80 m 30 P =  =  t 40 s W P= P = 1 000 Nm/s F  t P = 1 000 W = 1kW P=F  ·s Exemplo: F = 6 kN t v = 80 km/h = 22. W = F  s = 500 N  12. η3 Graus de eficiência η Grau de eficiência (eta) parciais Pzu Potência recebida Pzu Pab Potência entregue Exemplos de graus de eficiência: 100 % Motor Otto ⬇ 0. recebida η1.0 3/4/2011 3:16 PM Page 33 1.2  = 133.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.27 η=P ab Motor trifásico ⬇ 0.2 m/s s P=F·v P = F  v = 6 kN  22. WP Energia potencial WP Energia potencial FG Força peso do corpo WP = FG · s s Percurso (diferença de altura) m FG Energia cinética WK Energia do movimento s WK m Massa WK = m · v 2 2 v Velocidade v Unidades como no trabalho Potência mecânica O trabalho realizado numa Exemplo: F = 500 N unidade de tempo é denomi.5 m W Trabalho. s = 80 m 0 t nado potência. η2.85 Pzu Turbina a vapor ⬇ 0. F Força s Percurso W = 6 000 Nm s W=F·s W = 6 000 J = 6 kJ 1 Nm = 1 J = 1 Ws Energia Energia é a capacidade de gerar trabalho.14 Trabalho.2 kW s Grau de eficiência O grau de eficiência é a relação Grau de eficiência total entregue entre a potência recebida pelo η = η1 · η2 · η3 sistema (entrada) e a potência Pab por ele entregue (saída).23 perdas η < 1 ou < 100% Máquina de aplainar⬇ 0.5 m um percurso. energia. potência.

Mli Mre l1 l2 Alavanca ∑Mli Soma de todos momen- interfixa F2 tos com rotação horária F1 ∑ Mli = ∑ Mre ∑ Mre Soma de todos mo- mentos com rotação anti-horária Alavanca Alavanca angular Mre l2 para duas forças O número de momentos com angular F1 Mli atuantes vale: rotação horária e anti-horária l1 pode ser arbitrário. F2 F1 · l1 = F2 · l2 Forças no Ponto de F1 Um ponto de apoio é tomado como centro de giro: F2 Ponto de pontos de apoio A apoio B apoio F1 · l1 + F2 · l2 … FA =   FA + FB = F1 + F2 … FA FB l Roldana fixa Forças no plano inclinado F = FG l FN = FG · b h h F1 s s=h FG FN h A direção da força é b h FG F1 = FG ·  F alterada.15 Máquinas simples e acionamentos Torque e alavanca Torque F M Torque r Braço de alavanca = r M=F·r distância em ângulo reto do centro de giro até a linha de atuação da força Alavanca l1 F1 Lei da alavanca: inter-resistente Mli Uma alavanca está em equilíbrio quando a soma dos l2 Mre momentos em rotação horária for igual a soma dos F2 momentos em rotação anti-horária. 34 . l Aplicações: F Roldana livre Plano inclinado Cunha FG FG FG s F=  s s 2 F F h h s=2·h h FG F · s = FG · h Talha Parafuso F2 FG F= l p  n F1 · π · 2 · l = F2 · p p F1 s s=n·h s n Número de cabos s=π·2·l FG h F portantes Para todas as aplicações é válido: O que é ganho em força é perdido em distância percorrida.0 3/4/2011 3:16 PM Page 34 1.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.

camadas de couro. lona.5 23. Dependendo da posição dos eixos distingue-se diversos tipos de engrenagens (seleção): Coroa S Parafuso sem-fim Engrenagens Engrenagem reta Engrenagens retas com cremalheira cônicas Coroa e parafuso sem-fim Acionamento por correntes As correntes transmitem movimen- tos giratórios por fechamento de forma.8 3. para pequenas a médias potências Correias V estreitas (DIN 7753) Perfil da b1 Medidas em mm para correia bw Designações correias V estreitas e hw polias Perfil da correia cf. Corrente de roletes Correntes de roletes múltiplos 35 . portanto livre de patinação.8 α t 2211 t 11 13.8 17.5 11 14 19 bw h 8 10 13 18 c Polias DIN hw = c 2 2. ISO SPZ SPA SPB SPC h dw b0 = b1 9. para baixas até extremamente altas rotações.15 Máquinas simples e acionamentos Acionamento e transmissão de força indireto direto O motor transmite a rotação diretamente Correias Engrenagens Correntes sobre o eixo de trabalho.0 3/4/2011 3:16 PM Page 35 1. Elas servem para a transmissão de Pino Manilhas forças com grandes distâncias entre os eixos. 38 ° Transmissão por engrenagens Engrenagens transmitem torque por fechamento de forma.7 16. Geralmente correias de várias (correias dentadas) de forças por tuídas em larga escala por cor.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.8 dw da dw (menor possível) 63 90 140 224 da dw + 2 c canal único canal duplo α (depende de dw) 34 ° a. têm baixa perda por atrito e operam de forma suave. Rolete Geralmente são utilizadas correntes de roletes. transmis- reias V estreitas. portanto livre de patinação. substi. plástico e fechamento de forma.7 12.5 4. são sem patinação (síncrona).3 22 b1 bw 8. Acionamento por correias Correias V Correias planas Correias sincronizadoras Correias V normais. A distância entre os eixos pode ser reduzida e é limitada pelo tamanho das engrenagens.

i2 Relações de transmissão intermediárias n2 =n3 i2 i = i1  i2 n4 d4 n1  n3 d2  d4 Exemplo: n1 = 2 800 min–1 d3 i=  =  n2  n4 d1  d3 d1 = 280 mm n2 = 8 000 min–1 i1 d2 movida 2 800 min–1  280 mm n1  d1  d1 i d2 =  = n2 8 000 min–1 n1 motora d2 = 98 mm. n4 Rotações n1 n2 i = 1 = z2 z2. z4 Números de dentes n2 z1 i Relação de transmissão z1 z2 i1. v1. n3 Rotações d1.75 z1 z2 z3 z4 ⇒ 8. v2Velocidades v = v1 = v2 tangenciais v2 v1 v Polia motora: d1 d2 n1  d1 = n2  d2 n1.86 Transmissão por engrenagens Transmissão simples Engrenagem motora: n1  z1 = z2  d2 n1. i2 Relações de transmissão intermediárias Transmissão dupla Exemplo: i1 = 3. d4 Diâmetros i Relação de transmissão Transmissão dupla i1.75 : 1 i motora movida Transmissão por coroa e parafuso sem-fim Parafuso sem-fim: z2 n2 n1  g = n2  z2 g Número de filetes n1 Rotação Coroa: i i = n1 = z2 z2 Número de dentes n2 g n2 Rotação n1 i Relação de transmissão z1 36 .5 z3 24 i = i1  i2 = 3. n3 Rotações i z1.0 3/4/2011 3:16 PM Page 36 1. z3 Números de dentes motora movida Engrenagem movida: n n2.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.5  2.5 : 1 n2 = n3 i = i1  i2 z3 = 24 i1 i2 n4 z4 = 60 n1 n1  n3 z2  z4 i=  =  n2  n4 z1  z3 z 60 i2 = 4 =  = 2.15 Máquinas simples e acionamentos Acionamento por correias Transmissão simples v. n4 Rotações i i = 1 = 2 motora movida n2 d1 d2. i = 1 : 2.5 = 8. d3 Diâmetros n1 n2 Polia movida: n d n2.

12. anti-horário. Repre- sentação das forças em 1. • Condições de equilíbrio Uma condição essencial na estática é o estado de equilíbrio em repouso. o momento será positivo (+). das forças cortantes e das deformações. apoios) Folhas.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. Elas atuam como forças volumétricas (força da gravidade) ou como forças superficiais (força de contato). • Forças são a causa de um movimento ou da alteração da forma de um corpo. A y Teorema do momento: Os momentos de várias forças com centro de M FH x' rotação comum num sistema plano de forças 0 a x podem ser somados. • O momento de uma força (sistema plano de forças) em relação y' ao centro de rotação é igual ao produto da força pelo seu braço de alavanca. Elementos da estática Barras (tirantes. Com elas a teoria da resistência dos materiais define a capacidade de carga (seção transversal necessária. defor- mação admissível) dos elementos da construção. FV F tação for horário. placas – elementos de formato achatado. elementos lineares.0 3/4/2011 3:16 PM Page 37 1. se o sentido de ro. levando-se em conta os sinais. vigas. página 31. d  l e h ou a e b behl F d F F F h F h d l b l b a  (muito menor) Armações Treliças compostas por F Barras planas solicitadas barras solicitadas somente por forças por flexão. de acordo com o sentido de rotação. e negativo (-) se.208 · h 3 h 12 6 y y b·h 3 b · h2 h Iy =   Wy =  – – b 12 6 37 .16 Fundamentos da estática e teoria da resistência dos materiais Estática é o estudo da estabilidade de vigas em repouso sob a influência de forças. Equilíbrio de forças Σ FV = 0 e Σ FH = 0 FV Forças verticais FH Forças horizontais Equilíbrio de momentos ΣM = 0 Sistemas estáticos Sistemas estáticos descrevem estruturas portantes idealizadas de uma construção e servem para o cálculo das forças de apoio.14 l · h 4 WP = 0. tração e F normais F pressão Momentos de inércia e momentos de resistência Seção transversal Axial Polar Momento de inércia Momento Momento de inércia Momento (momento de área de resistência (momento de área de resistência o de 2 grau) o de 2 grau) 4 π·d π · d3 π·d 4 π · d3 I=  IP =   WP =  d W =  64 32 32 16 y y h4 h3 h Iy =   Wy =  IP = 0.

16 Fundamentos da estática e teoria da resistência dos materiais Casos de carga Forças de apoio Momentos de flexão Flecha. Valores de resistência de madeiras selecionadas Tipo de Valores em N/mm2 medição paralela às fibras. umidade da madeira u = 10% . pas com diferentes níveis de carga.. à pressão Resist. peça em teste..0 3/4/2011 3:16 PM Page 38 1. à tração Resist.Uma pirâmide de diamante é Uma esfera de diamante é pressio- nada com uma carga determi.pressionada na superfície da nada na peça em teste em duas eta- nada contra a peça em teste.5 27 Pinheiro 100 45 80 10 30 Lariço 105 48 93 9 38 Faia ruiva 135 60 120 10 78 Abeto branco 80 40 68 7. flexão Vigas estaticamente determinadas MA F F · l3 A=F MA = – F · l f=  f A l 3 · E ·Û MA q q · l2 q · l4 A=q·l MA = –  f =  f A 2 8· E·I l = = F F F·l F · l3 A = B =  MA = –  f =  f 2 4 48 · E · I A B q q·l q · l2 5 · q · l4 A = B =  M =  f =  f 2 8 384 · E · I A l B Vigas estaticamente indeterminadas MA q MB MA = MB = – q · l2  q · l4 q·l 12 A = B =  f =  384 · E · I f 2 q · l2 A l B max M =  24 = = MA F MB MA = MB = – F  ·l F · l3 F 8 f =  A = B =  192 · E · I f 2 A l B max M = F  ·l 8 M Momento de flexão em Ncm f Flexão I Momento de inércia em cm4 q Carga distribuída E Módulo de elasticidade em N/mm2 (momento de área de 2ª ordem) Dureza e testes de dureza Dureza é a resistência que um corpo opõe à penetração de um outro corpo. ao Dureza cisalhamento Bordo 82 49 95 9 67 Carvalho 110 52 95 11.5 34 38 . Teste de dureza conforme Teste de dureza conforme Teste de dureza conforme Brinell HB Vickers HV Rockwell HRC Uma esfera de aço é pressio. à flexão Resist.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.5 69 Freixo 130 50 105 13 76 Abeto vermelho 80 40 68 7. 15% madeira Resist.

16 Fundamentos da estática e teoria da resistência dos materiais Conceitos de resistência e tipos de solicitações Tipo de solicitação Deformação Tensão Resistência plástica Alteração Fórmulas de DIN 1052-05/2000 Valores da forma cálculo 䉴 p. Fzul = σz zul  S mento S Área de seção de ruptura transversal A ν Índice de segurança Pressão Tensão de Resistência Limite de pressão σ =F à pressão compressão Compressão d S S σd σdB σdF εd σ dF σd zul =   (para F F ν aço) Fzul = σd zul  S ν Índice de segurança Flexão Tensão de Resistência Limite de Flecha flexão à flexão flexão f Mb σb =  σb σbB σbF W (medida no eixo da barra) f F Flambagem Tensão de Resistência π2  E  I flambagem à – – Fk zul =  I II III IV lk2  ν F F F F σk flambagem σkB Fk zul Força de flamba- gem admissível I II III IV lk Comprimento livre de flambagem.8  Rm (para aço) Torção Tensão de Resistência Limite de Mt Ângulo de τ =  t  torção à torção torção torção Wp τt τtB τtF ϕ Mt Momento de Mt torção Wp Momento de resistência polar zul ≈ permissível 39 .0 3/4/2011 3:16 PM Page 39 1. σz = F tração à tração alonga. de- l l lk = 2 l lk = l lk =  lk =  pendente da si- 2 2 tuação de carga Cisalhamento Tensão de Resistência τa = F cisalhamento ao – – S τa cisalhamento τaB τazul = S τaB ν F Fzul = S  τa zul F τaB ⬇ 0. mento S R S σz Rm mento ε σz zul = e (para aço) Re ν F F Alonga. 64 limite Tração Tensão de Resistência Limite de Alonga.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.

p Pressão k Densidade pende da sua densidade e da g Aceleração da gravidade profundidade do líquido. T2 Temperaturas absolutas    bar T1 T2 Exemplo: Compressor 3 V1 = 10 m3. pressão absoluta. V2 =  293 K  8 bar V peratura T = 273 K. se pabs < pamb com p = 6 bar 1 0 férica negativa p e p amb pamb ≈ 1 bar pabs = pe + pamb = (6 + 1) bar Pressão efetiva pabs = 7 bar 0 –1 Vácuo Equação de estados para gases Equação genérica: p1.847 m3 40 . p2 Pressões 5 V1. p1 = 1 bar T1 Lei de Boyle-Mariotte: = (temperatura constante) T1 = 293 K T2 2 p2 = 8 bar. V2 Volumes p1 · V1 = p2 · V2 T1. pressão efetiva pe Pressão efetiva pe = pabs – pamb pabs Pressão absoluta 2 +1 pamb Pressão atmosférica efetiva p e Pressão absoluta p abs bar bar Pressão pe+. h Profundidade do líquido Densidade  Exemplo: Profundidade da água h = 10 m Pressão p p=g·k ·h h p = 9.81 m2  1 000  kg  10 m  s m3 N p = 98 100 2 = 0. pe–.013 bar e a uma tem.981 bar m p ⬇ 1 bar Pressão atmosférica. T2 = 433 K p abs p1 · V1 = p2 · V2 p1  V1  T2 1 V2 =   T1  p2 O volume normal Vn para os 0 gases é dado a uma pressão 0 1 2 3 dm 3 5 1 bar  10 m3  433 K pabs = 1. V2 = 1.0 3/4/2011 3:16 PM Page 40 1.17 Líquidos e gases Pressão F p Pressão F Força p = F A Área A Beispiel: p = 8 bar A 1 N2 = 1 Pa = 10–5 bar d = 60 mm m N (∅ do pistão) 1 bar = 10 2 cm l  d2 F=pA=p  p 1 mbar = 1 hPa 4 l (6 cm)2 = 226.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. se pabs > pamb Pressão Exemplo: Cilindro pneumático atmos.2 N F = 8 N2    cm 4 Pressão hidrostática A pressão em um líquido de.

R2 = 40 Ω Ι R = R1 + R2 + … U = 220 V R = R1 + R2 = 20 Ω + 40 Ω U = U1 + U2 + … R = 60 Ω R1 U1 U R U 220 V 1 = 1 I =  =   = 3. Lei de Ohm Ι Beispiel: I = 3.18 Eletrotécnica Tipos de corrente Corrente contínua DC – Corrente alternada AC ~ Corrente alternada trifásica (corrente alternada monofásica) i i u 0 l t ωt 0 T 120° 120° 120° t Corrente constante no tempo A corrente muda periodica. 5A 41 . I2 Correntes parciais U1 = 146.9.0 3/4/2011 3:16 PM Page 41 1. Três correntes alternadas monofá- e em uma só direção. R2 Resistências individuais U1 = 73.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. 5A R R1 R2 R 13.5 A = 210 V U Tensão em V R Resistência em Ω Resistência dos condutores Resistência específica k em l k l R = · Ω mm2 A  m R Resistência (valores veja em 3. U2 Tensões parciais U2 = R2  I = 40 Ω  3. página 150) k Resistência específica l Comprimento do condutor Condutância γ =1 em m A  2 A Área transversal do condutor k Ω mm Ligação de resistências em série e em paralelo Ligação em série Exemplo: R1 = 20 Ω. 5A − 11A = 5. 33Ω I = R1 R2 1 1 1 U 220V  =  +  + … = = 16.6 V R Resistência total Ligação em paralelo U Tensão total Exemplo: R1 = 20 Ω. 33Ω I1 = I R U 220V  1 = 2 = = 11A U I 2 R1 R1 20Ω I 2 = I − I1 = 16.67 A I1.5 A I = U R = 60 Ω R A V Ι I Corrente em A U R U = R  I = 60 Ω  3.67 A U2 R2 R 60Ω U1 = R1  I = 20 Ω  3. mente de intensidade e direção. sicas estão deslocadas temporal- f = 50 Hz mente 120° em três condutores. R2 = 40 Ω Ι Û Corrente total U = 220 V R1 ⋅ R2 (20 ⋅ 40)Ω2 R= = R1 + R2 (20 + 40)Ω Ι1 Ι2 Ι = I1 + I2 + … R = 13.67 A R2 R1.4 V U U2 U1.

85 P = U  I  cos ϕ Corrente trifásica Typ 752 1994 P = 230 V  4 A  0.87 P = 3. cos ϕ Exemplo: Motor trifásico 300 W 230 V 1. U . U .5 h 1 Whk = 3 600 Ws W = 2 kWh N o– 1 kWh = 3 600 000 Ws Ligação triângulo-estrela (corrente alternada trifásica) Ligação estrela Y Ligação triângulo ∆ Ligação estrela L1 L1 U = 3 . Nr.5 A . 400 V .5 A U = 400 V. um ponto na rede L2 N Condutor neutro conectado L3 em algum lugar com o con- N dutor de proteção PE S N e PE separados no res- pectivo setor da rede M Tensão nominal (DIN IEC 38): 230/400 V 42 .01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. 5. IStr L2 L2 L3 L3 P Y : P∆ = 1 : 3 Formato da rede (usual) e Tensões Rede TN-S Significado: T Aterramento direto de.315 kW Trabalho elétrico Medidor Exemplo: P = 4 kW.87 700/min 3 Fator de concatenação P = 3 . I = 4 A P = U · I · cos ϕ cos ϕ = 0. 2732 P = 3 . no L1 mínimo. UStr ¡ Ι RStr Ligação triângulo U UStr U RStr ΙStr I = 3 .18 Eletrotécnica Potência elétrica Corrente contínua e Exemplo: U = 230 V corrente alternada P = U·I I =4A (consumidor ôhmico) P = I2 · R P = U  I = 230 V  4 A = 920 W U2 P =  R Corrente alternada e Corrente alternada Exemplo: Motor monofásico corrente trifásica U = 230 V. I = 5.5 A cos ϕ Fator de potência (<1) cos ϕ = 0. 0. cos ϕ P = 3 . t = 30 min 0 0 0 0 3 W=P·t W = P  t = 4 kW  0.0 3/4/2011 3:16 PM Page 42 1. I .85 = 782 W Mot. I .

condutores condutores NYIF não são permitidos. genérica zonas de instalação horizontais 30 cm de largura Distribuição 5x20 W Trilho de lâmpadas. o reboco um polo Condutor Grupo de no reboco interruptores 15 Condutor Interruptor em sob o reboco série Condutor Comutador em tubo Condutor para Tecla telefone Condutor para Regulador para interfone iluminação 30 Condutor Tomada simples com 20 para cima contato de proteção 10 30 Condutor 3 Tomada múltipla. Instalação especial Aplicação Instalação Observação Construções em ar.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. p. 32 A. zonas de instalação verticais 20 cm de largura p.. balho nas paredes: trifásica doméstica pada. alívio de tração e empuxo Abreviações usadas em Tomadas CEE (de uso comum) equipamentos elétricos Tensão 50 V .0 3/4/2011 3:16 PM Page 43 1.ex. p.ex.. não apenas fixados com grampos Instalação ergue-se no espaço vazio Cabos e Revestimento plástico retardante de chama.. 3 tomadas Tomada.ex. Tomada de proteção genérica 3/N/P para corrente trifásica Para a instalação imperceptível dos condutores elétricos em recintos sem superfície de tra- Caixa de conexão Saída para lâm. rencialmente 105 cm sobre OFF ao lado das medidor genérico portas. 15 para baixo p. Mini distribuidor VDE 0606 ou mações de madeira Tomadas de conexão Revestimento com 12 mm silicato-amianto ou e derivados..ex. e para aparelhos Revestimento com 100 mm de lã de vidro ou de rocha paredes divisórias Equipamentos Montados em caixas. 6 h.. com 5 lâmpadas Os interruptores devem ser instalados prefe- Quadro de E Aparelho elétrico. 750 V V D E "Segurança comprovada" selo Correntes nominais 16 A.18 Eletrotécnica Símbolos de circuito para esquemas Zonas de instalação de instalação (seleção conforme DIN 40 900) (excerto da DIN 18 015) Condutor sobre Interruptor. 125 A de segurança da legislação de Localização do contato de proteção conforme po- sição do ponteiro das horas.. 63 A. geprüfte Sicherheit proteção de máquinas dependendo da tenção e corrente V D E Selo de inspeção VDE 2 pólos + PE 3 pólos + N + PE L2 L3 Classe de proteção I: medidas de pro- teção com condutor de proteção Classe de proteção II: isolamento de proteção L1 N Classe de proteção III: tensão de pro- teção extrabaixa PE PE 6h 6h 43 .

AC 25V ou DC 60V Isolamento básico. curto com a massa.0 3/4/2011 3:16 PM Page 44 1. curto com a terra 5 Provável fibrilação ventricular Medidas de proteção (apenas as medidas mais importantes) Tipo de contato Medidas Observações O contato com peças condutoras de tensão é evitado. cobertura etc.18 Eletrotécnica Tipos de falhas em instalações elétricas Efeitos fisiológicos L1 10000 400/230 V L2 ms Duração do efeito t L3 1000 N 1 2 3 4 5 PE 100 Fusíveis do aparelho Interruptor 10 Curto com Curto com 0. Como no contato direto mas AC 50V adicionalmente uso de e DC 120 V tensão extrabaixa Classe de proteção III Isolamento básico e Isolamento adicional ao isolamento básico isolamento de proteção Classe de proteção II Indireto Corpos condutores precisam ser conectados a um Isolamento básico e condutor de proteção.1 1 10 100 mA 10000 a massa o condutor Intensidade da corrente Ι Curto A corrente contínua não é tão perigosa quanto a circuito corrente alternada. no caso de falha. Exemplos de medidas de proteção Rede TN-S (veja página 42) Condutor neutro N Condutor de 400 V proteção PE L1 400 V 400 V L2 230 V 230 V 230 V L3 N PE Ι Dn # 30 mA F¡ Transformador M de separação Proteção adicional para contato direto por meio de Carcaça de material isolante U 2 # 50 V ~ dispositivo de proteção contra corrente de fuga Classe de Classe de Classe de proteção I proteção II proteção III 44 . Classe de proteção I Dispositivo de proteção Complementação das medidas contra contato direto. o equipamento condutor de proteção deve ser desligado em tempo especificado. Adicional contra corrente de fuga não admissível como medida isolada. Isolamento das peças ativas Direto Alimentação por fontes exclusivas com tensão máxima Afastamento. 1 Imperceptível Curto com a terra 2 Nenhum efeito danoso 3 Ainda não ocorre fibrilação ventricular 4 Possível fibrilação ventricular Curto-circuito.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.

45 . Elemento Substância que não pode mais ser decomposta por meios químicos. (substância básica) Existem 92 elementos naturais e 13 produzidos artificialmente por meio de transformação atômica. Valência • Número de elétrons que um átomo pode dar ou receber na com- binação com outro átomo. Dispersão Misturas nas quais as substâncias não se encontram diluídas. Macromolécula Molécula muito grande. Base (lixívia) Compostos que em solução podem formar íons hidróxidos. A água destilada possui um valor pH = 7 (neutro). Sal Compostos que contém íons metálicos positivos ou íons NH4 e íons negativos residuais de ácidos. apenas distribuídas. lixívia é a solução de uma base em água. constituída por muitos monômeros. • Número dos átomos de hidrogênio com os quais um átomo pode fixar ou substituir. Ácido Compostos capazes de acumular íons positivos de hidrogênio. Análise Decomposição de um composto químico (também a determinação da sua composição). Molécula A menor unidade de um composto químico ou grupo atômico. Síntese Produção (elaboração) de um composto químico. Química A química se ocupa com a síntese ou com a análise das substâncias e de suas propriedades mutáveis.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.0 3/4/2011 3:16 PM Page 45 1. Solução Um líquido no qual se encontram bem distribuídas (como moléculas individuais) uma ou mais substâncias. sim. consti- tuída por vários átomos. Liga Soluções sólidas de metais que foram diluídos entre si em estado de fusão. Valor pH O valor indica quão ácida ou básica é uma solução. Oxidação • Combinação de uma substância com o oxigênio • Remoção de elétrons de um átomo ou íon Redução • Subtração de oxigênio • Adição de elétrons a um átomo ou íon Mistura Associação de duas ou mais substâncias em proporções arbitrárias. Composto químico Substância elaborada a partir de vários elementos que possui proprie- dades inteiramente diversas destes. mas.19 Fundamentos de química Conceitos básicos da química Conceito Explicação Átomo A menor partícula a que um elemento pode ser quimicamente decomposto.

V. K Ca Sc Ti V Cr Mn Fe Co Ni Cu Zn Ga Ge As Se Br Kr Períodos 052) 5. III II. –I IV. II II. H Fe Símbolo do elemento He 1. IV. III. II VI. II.40 In 114.03 (237) Cm Bk N p P u Am C Bk (242) (243) (247) (247) Cf (249) Es Fm M (254) Md N o Lr . II ± III.69 121.00797 55. III. V.922 78. III ± I. V. VIII I.907 144. VI. IV I II III IV. VII 0. IV III Série dos actinídeos Th 232. IV. IV. V.948 36 Criptônio 1.10 40. IV III. IV. II 4.59 Tl 204.2 190.71 63.49 Ta 180. Rb85.90 50. VI ± I. V. III II. III. II III.96 157.9994 18.905 106. VI III III.87 112.105 Hahnium tovium I II III IV V 7.847 58.938 55. V.639 9. III II.75 Te 127. IV 3.924 162.2 Pt 195.9738 33 Arsênio S 32. V.064 34 Selênio Cl 35. sobre a massa atômica e sobre a estrutura dos átomos.46 TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS A tabela periódica dos elementos fornece informações sobre a valência. III VI.905 Zr 91. III 5.6 I 126.85 Re Os 186.0026 3 Lítio 4 Berílio 5 Boro 6 Carbono 7 Nitrogênio 8 Oxigênio 9 Flúor 10 Neônio I II 103 Lawren.933 58. I II.086 32 Germânio P 30.906 95.96 47. III.08 44. II –II –I 0 cium Número dos períodos = número de camadas de elétrons 2.183 Letra vazada = elemento produzido artificialmente 11 Sódio 12 Magnésio 13 14 15 16 17 18 Alumínio Silício Fósforo Enxofre Cloro Argônio 052): 01 (027 I II Grupos secundários III ± II. IV. IV.04 Pa(231) U 238. V 0.909 83. IV.35 151. IV VI.94 (98) Ru Rh Pd Ag Cd 101. VI. V 6. V –II. III V. IV. II.22 Tc Nb Mo T 92. III. IV III III III.07 102.96 79.12 140.24 (147) 150.34 La 138. III VI.04 174.453 35 Bromo Ar 39. IV II.09 Au Hg 196. V. VI I. III III.942 51.59 74.948 W 183. IV.37 Pb 207. III ± IV.312 20 Cálcio } 21 Escândio III a IV a 22 Titânio Va 23 Vanádio VI a 24 Cromo VII a 25 Manganês 26 Ferro } VIII a 27 Cobalto 28 Níquel Ia 29 Cobre II a 30 Zinco Al 26. V.81 12.19 Bi 208. III. II III Série dos lantanídeos Ce Pr Nd P m Sm Eu Gd Tb Dy Ho Er Tm Yb Lu Page 46 140. V II. Na Mg 22.9898 19 Potássio 24.72 72.54 65. II III III. VII II. II III.4 107.0067 15. II III. VI.905 Ba 137. III IV. VI IV.26 168. Li Be Número do grupo = número de elétrons na camada externa B C N O F Ne 6.9984 20. V IV. Grupos principais Grupos principais Explicação: } } 01_Capitulo01 (027 I II Número atômico = número de prótons e número de elétrons III IV V VI VII VIII 1 Hidrogênio 26 Ferro Nome do elemento 2 Hélio I II.47 Sr 87.25 158. IV III III III III. 3:16 PM Fr(223) Ra(226) Ac(227) Ha Ku H a (261) (262) 58 Cério 59 Praseodímio 60 Neodímio 61 Promécio 62 Samário 63 Európio 64 Gadolínio 65 Térbio 66 Disprósio 67 Hólmio 68 Érbio 69 Túlio 70 Itérbio 70 Lutécio III. IV 0 3/4/2011 III IV V VI.93 167.62 Y 88. III. VI ± I. IV. II. VII 0 IV ± III. II VII III.970 90 Tório 91 Protactínio 92 Urânio 93 Netúnio 94 Plutônio 95 Amerício 96 Cúrio 97 Berquélio 98 Califórnio 99 Einstênio 100 Férmio 101 Mendelévi 102 Nobélio 103 Laurêncio IV V. III 0 Valência do elemento 1. VI. I III. IV.2 Ir 192.967 200.9 Xe 131. II VII.98 Po(210) At (210) Rn (222) 87 Frâncio 88 Rádio 89 Actínio 104 Kurtscha. III II. V. Cs 132.37 69.19 Fundamentos de química I II III IV.50 164. 847 Massa atômica 4.91 Hf 178.01115 14.80 37 Rubídio 38 Estrôncio 39 Ítrio 40 Zircônio 41 Nióbio 42 Molibdênio 43 Tecnécio 44 Rutênio 45 Ródio 46 Paládio 47 Prata 48 Cádmio 49 Irídio 50 Estanho 51 Antimônio 52 Telúrio 53 Iodo 54 Xenônio I II III IV V. I II III IV III. II.0 39.9815 31 Gálio Si 28.93 173.3 55 Césio 56 Bário 57 Lantânio 72 Háfnio 73 Tântalo 74 Tungstênio 75 Rênio 76 Ósmio 77 Irídio 78 Platina 79 Ouro 80 Mercúrio 81 Tálio 82 Chumbo 83 Bismuto 84 Polônio 85 Astato 86 Radônio I II IV. II ± III.82 Sn Sb 118. III.0122 Lr 10.996 54.

os cristais. quebradiço. elétrons se deslocam livremente ocupada por elétrons. boa Alumínio Al metal leve maleável condutividade elétrica Silício Si substância sólida.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. amarelo Cloro Cl gás de cor verde. (nuvem de elétrons). grafite. inodoro Potássio K metal mole de fácil inflamação Carbono C sólido: diamante. De. inodoro Ferro Fe metal pesado. condutividade Fósforo P substância venenosa.1089 · 10–28 g e carga elementar negativa Número atômico = número de prótons + nêutrons Símbolo: Número de prótons 13 Símbolo Número de prótons = número de ordem na tabela periódica Número atômico 27 Al químico Elementos (seleção pela sequência do número de ordem) Hidrogênio H gás incolor. inodoro Cromo Cr metal resistente à corrosão Oxigênio O gás incolor.0 3/4/2011 3:16 PM Page 47 1. Pelo com. São criados cristais. com isso. consequente. vido às cargas opostas dos íons. vos e a nuvem de elétrons. elétrica extremamente alta inflamável Estanho Sn metal branco-prata Enxofre S substância amarela. odor avermelhado sufocante Chumbo Pb metal pesado branco Ligações químicas Ligações por par de elétrons Ligação iônica Ligação metálica Não metal + não metal Metal + não metal Metal + Metal CH4 – – Na + Cl – Na + Fe2+ – Fe2+ – Fe2+ – – – + + Cl Na + Cl – Fe2+ Fe2+ Fe2+ – – – Na + – Na ++ – Fe2+ Fe2+ Fe2+ – Cl Cl Fe2+ – Na + – – – – – – – Fe2+ – – C Cl – Na + Cl – Na + Fe2+ Fe2+ Fe2+ – Fe 2+ – – H + + Cl – – – – – – – – Fe2+ – – – – Na + Cl – Na + Fe2+ – Fe2+ – Fe2+ A camada externa dos parceiros Na transferência ou recebimento Nos metais em estado sólido os na ligação não é completamente de elétrons são gerados íons. sólida. uma ligação. solúvel em água carvão Titânio Ti metal leve muito duro Nitrogênio N gás incolor. Flúor F gás amarelo muito venenoso magnético Sódio Na metal mole de fácil Níquel Ni metal pesado resistente à inflamação corrosão Magnésio Mg metal de fácil inflamação Cobre Cu metal vermelho vivo.6725 · 10–24 g e carga elemen- tar positiva Núcleo do Nêutron Componente do núcleo com massa Envoltório Átomo de 1. Cálcio Ca metal mole. entre eles em todas direções e entre os resíduos atômicos positi- mente. A ligação partilhamento de elétrons ocorre formam-se forças de atração metálica se baseia na atração um equilíbrio e.19 Fundamentos de química Estrutura atômica dos elementos químicos Componentes do átomo Modelo atômico de Rutherford-Bohr Próton Componente do núcleo com massa Exemplo: Alumínio de 1. 47 .6748 · 10–24 g e sem carga de elétrons elétrica Elétron Partícula do envoltório do átomo com massa em repouso de 9. sólida Ouro Au metal mole. de difícil Zinco Zn metal branco-azulado inflamação Prata Ag metal nobre.

butano. butino. propano. buteno. (formaldeído). estirol. butanona. água.0 3/4/2011 3:16 PM Page 48 1. metilglicol e butilglicol Aminas –– NH2 Grupo amina Ureia. anilina Ligações macromoleculares Macromoléculas são combinações de monômeros (moléculas individuais) com diversos meca- nismos de reação. p.ex. etanol. em macromoléculas – policondensadas – Exemplo: formação de poliéster O O H H O O H H — — — — — — — — — — — — …+ HO — C — — C — OH + HO — C — C — OH +… …— C — — C — O— C — C — O — … + n H2O H H H H Ácido tereftálico Etanodiol Poliéster Água Poliadição Macromoléculas – poliadicionadas – filamentosas ou espacialmente encadeadas são criadas a partir de monômeros iguais ou diferentes.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. butadieno Alquinos C –––– C Ligação tripla Etino (acetileno). naftalina. Alquenos C –– C Ligação dupla Eteno. pentanol. metano. Polimerização Monômeros insaturados são combinados em macromoléculas filamentares. pela quebra das li- gações duplas – polimerizadas – Exemplo: Formação de polieteno (polietileno) H H H H H H H H H H H H — — — — — — — — — — — — — — — — — — …+ C—C + C—C + C—C +… …—C—C—C—C—C—C—… — — — — — — H H H H H H H H H H H H Eteno Eteno Eteno Polieteno (polietileno) Policondensação Diferentes tipos de moléculas se combinam. Como estas substâncias são constituídas por um número muito grande de moléculas individuais elas são chamadas de polímeros. propino Aromáticos Anel benzeno Benzol. pentano. Alcoóis hidroxila álcool (etanol e aditivos) –O Aldeídos –– C ––– Grupo Metanal. toluol. sem a desagregação de subprodutos. propeno. Alcanos halogenados: triclorometano. éster metílico do ácido butano Éter –– O –– Éter dietílico. tetracloroetano. butanol.19 Fundamentos de química Ligações orgânicas (resumo) Nome do Arranjo atômico típico/ Exemplo grupo Grupo de funções Alcanos C –– C Ligação simples Etano. Exemplo: For- mação de poliuretano H H O O O O — — — — — — …+ O — (C H2) n — O + C — N — (C H2) m — N — C +… …— O — (C H2) n — O — C — N — (C H2) m — N — C — … — — H H Diol Di-isocianato Poliuretano 48 . propanol. sob a desagregação de uma substância de baixo peso molecular. etanal H aldeído –– C –– Grupo –– Cetonas O Acetona. éster metílico do ácido O –– éster buteno. ciclo-hexanona cabonila –O Ésteres –– C ––– Grupo Éster metílico do ácido etano.. fenol –– OH Grupo Metanol.

em elevadas proporções no ar dificulta a respiração Óxido de ferro Fe2O3 ocorre como ferrugem (substância vermelho amarronzada) e minério de ferro (hematita vermelha) Química da água Substâncias presentes nas águas A água que ocorre na natureza não é a água subterrâneas e superficiais H2O quimicamente pura. Numa solução neutra (pH = 7) a quan- tidade de íons H+ e de íons HO – são iguais. 49 .8 mmol/l Fe2+. N2 Faixa de dureza 3 Cátions Na+. K+. incolor e muito venenoso.8 mmol/l SO42–.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.3 mmol/l … 2.3 mmol/l Não eletrólitos Ácido silícico Faixa de dureza 2 Húmus Média 1. (substâncias em algas. HPO42– Valor pH O valor pH (potencial de hidrogênio) é uma medida para a potência de uma base ou de um ácido. CO32–. suspensão) vírus color. O2. crescentemente básica solução ← tra → Valor pH 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 concen- tração H+ em g/l 100 10–1 10–2 10–3 10–4 10–5 10–6 10–7 10–8 10–9 10–10 10–11 10–12 10–13 10–14 forte fraco fraca forte ácido água base Indicação: Os ácidos colorem o papel tornassol neutro de vermelho e as bases de azul. H2O2 concentrado apresenta risco de explosão. inflamável Dióxido de carbono CO2 gás incolor. dade (a 4 °C) de k = 1 g/cm³ e é um líquido in. e coloidais silicatos.19 Fundamentos de química Óxidos (seleção) Designação Fórmula Observação Água H2O combinação química mais disseminada na natureza (veja abaixo) Peróxido de hidrogênio H2O2 líquido pouco azulado.5 vezes mais pesado do que o ar. pelo contrário. argilas. grande tendência à decomposição. Mn2+ Faixa de dureza 4 Ânions HCO3–. Substâncias insolúveis Areia. 1. A água quimicamente pura possui uma densi. inodoro e insípido. NO3–. inodoro e não venenoso.5 mmol/l … 3. Ele indica a concentração dos íons H+ em uma solução. Muito dura 3. Dura 2. Mg2+. bactérias. soluções para branqueamento Monóxido de carbono CO gás inodoro. húmus. Substâncias dissolvidas Faixa de dureza 1 em nível molecular: Mole …1.5 mmol/l CO2. não inflamável. ela contém uma série de substâncias.0 3/4/2011 3:16 PM Page 49 1. Ca2+. Tipo de crescentemente ácida neu.

ácido diluído e isento de ferro para remoção de manchas. catequina. cautchu – presente em diversas madeiras (EI. transparente.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. ataca a maioria dos metais e o vidro Amônia NH4OH (água amoniacal). para fumigação de madeira de car- valho. branqueamento de madeiras com teor de tanino Ácido clorídrico HCl venenoso. • Sais Os sais consistem de um íon de metal e de um íon de ácido. comercializado na forma cristalina. para branqueamento do carvalho e remoção de resíduos de cola de glutina Ácido carbônico H2CO3 surge da dissolução de gás CO2 na água (umidade do ar). sulfato de cálcio de potássio K2Cr2O7 para decapagem CaSO4 (gesso) Fluoretos Fluoreto de cálcio CaF2 (fluorita) Sulfitos Sulfito de sódio Na2SO3 50 . para neutralização de resíduos de lixívia na ma- deira. branqueamento de madeiras resinosas Ácido sulfúrico H2SO4 ácido forte. Cloreto de só. Silicatos Silicato de alumínio Al2(SiO2)3 dio NaCl (sal de cozinha) Sulfatos Sulfato de cobre CuSO4 (vitríolo azul) Cromatos Cromato de potássio K2CrO4 e bicromato para decapagem. portanto substâncias sólidas. oleoso. carbonato de potássio K2CO3 (potássio) nitrato de prata AGNO3+ e carbonato de sódio Na2CO3 (soda) para decapagem Fosfatos Fosfato de cálcio Ca3(PO4)2 Cloretos Cloreto de cálcio CaCl2. incolor. fluido pesado. para lixiviação de madeira de carvalho. NB) Ácido oxálico (bioxalato de potássio KHC2O4) venenoso. diluído para neutralização de resíduos de lixívia. ácido muito fraco.0 3/4/2011 3:16 PM Page 50 1. remoção de penetrações de cola de glutina Ácido oxálico (COOH)2 muito venenoso. diluído para remoção de penetrações de cola de caseína Ácido tânico extraído de substâncias vegetais – tanino.19 Fundamentos de química • Ácidos Ácidos são soluções aquosas que contêm íons de hidrogênio. branqueamento de madeiras com teor de tanino • Lixívias (bases) Lixívias são soluções aquosas de hidróxidos metálicos. Formação dos ácidos: Óxido não metálico + água água ácido → Hidrogênio halógeno + água → ácido Ácidos no tratamento da madeira Propriedades e aplicação Ácido acético CH3COOH levemente volátil. Formação das lixívias: Óxido metálico + água água lixívia → Metal comum + água água lixívia + hidrogênio → Lixívias no tratamento da madeira Propriedades e aplicação Lixívia de cal Ca(OH)2 fraca. pirogalol. lixívia fraca. corrosivo. altamente corrosivo e ataca a maioria dos metais Ácido cítrico C6H8O7 não venenoso. aditivo no branqueamento As bases são lixívias concentradas por evaporação. dá manchas escuras em madeiras com teor de tanino Lixívia de potassa KOH (potassa cáustica) mesmas propriedades da lixívia de soda Lixívia de soda NaOH (soda cáustica) lixívia forte. Formação dos sais: → Neutralização de um ácido com uma lixívia → Combinação de metal com restos de ácido → Efeito de um ácido sobre um metal ou óxido de metal → Reações de sais diferentes Sais Exemplo Sais Exemplo Carbonatos Carbonato de cálcio CaCO3 (calcário) Nitratos Nitrato de potássio KNO3+ (fertilizante).

r Calor específico de fusão H Poder calorífico específico específica em kJ/kg  K e calor específico de va. veja página 152) Dilatação volumétrica ∆V Dilatação volumétrica V1 Volume inicial ∆ϑ Alteração na temperatura ∆V γ Coeficiente de dilatação ∆V = γ  V1  ∆ϑ volumétrica (valores carac- V1 terísticos dos materiais.0 3/4/2011 3:16 PM Page 51 1. Aço 205 combustível Água 2 256 Gasolina 43 MJ/kg. Tn = 273. unidade: 1 J (Joule) = 1 Ws = 1 Nm Temperatura é a condição térmica de um corpo. Temperatura crítica é a temperatura acima da qual um gás.ex. mesmo com a elevação da pressão.013 bar Ponto de inflamação é temperatura na qual um corpo gera gases inflamáveis.01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5.Valores característicos de q e r Valores característicos de H (seleção): teriais para c veja página 160 em kJ/kg (seleção): Madeira 15 MJ/kg …17 MJ/kg. não mais se liquidifica Quantidades de temperatura na alteração da temperatura na fusão através da combustão e vaporização Quantidade de calor Calor de fusão e de Calor de combustão vaporização Q = c  m  ∆ϑ Q = qm Q = Hm Q = rm Q = HV c Capacidade térmica q. p.. veja página 162) para materiais sólidos γ ≈ 3α 51 . ∆ϑ = ϑ1 – ϑ2 = 45 °C – 20 °C = 25 K Temperatura normal: ϑn = 0 °C.20 Tecnologia do calor Temperatura e calor Calor é uma forma de energia – energia cinética das moléculas.15 K Pressão normal: pn = 1013 hPa = 1. Alumínio 356 Óleo 40 MJ/kg … 43 MJ/kg. q r Carvão mineral Ferro 332 30 MJ/kg … 34 MJ/kg. Escalas de temperatura – 273 0 100 Zero |||→ ϑ (°C) Celsius absoluto |||→ T (K) Kelvin 0 273 373 Conversão: T = 273 K + ϑ Diferenças de temperatura são indicadas em Kelvin. em MJ/kg ou MJ/m3 para porização em kJ/kg gases Valores característicos dos ma. Gasolina 419 Gás natural 34 MJ/m3 … 36 MJ/m3 Álcool 95% 854 Acetileno 57 MJ/m3 Dilatação por calor Dilatação linear ∆l Dilatação linear l1 Comprimento inicial ∆ϑ Alteração na temperatura α Coeficiente de dilatação ∆l = α  l1  ∆ϑ linear (valores característicos dos l1 ∆l materiais.

que percebe a intensidade dos tons em 0 dependência da frequência deles. é diferente em meios diferentes. Frequência f Número de vibrações por segundo.21 Fundamentos de acústica Termos técnicos do som Termo Explicação Som Vibrações mecânicas produzidas por um corpo com propriedade vibratória e que se propagam em meios sólidos. ar 340 m/s Tipo de som Som do ar Som de sólidos Som de passos por meio da vibração de em corpos sólidos ao andar sobre uma Propagação moléculas de ar cobertura ou piso Barulho Som composto de diversos tons. A grandeza de referência é o limiar auditivo do 60 ouvido humano de p0 = 2 · 10–5 N/m² (2 · 10–4 µbar) a uma frequência f de 1000 Hz.0 3/4/2011 3:16 PM Page 52 1. p. –60 –70 dB (A) Limites de intensidade sonora/barulho 10 20 50 100 250 500 1000 2000 4000 8000 16000 Hz 80 160 315 630 1250 2500 5000 10000 20000 0 …6 Limiar de audição Frequência f 35 Limite superior de barulho noturno em áreas residenciais/conversação em voz baixa Curva padronizada A para correção do nível de 45 Limite superior do barulho diurno em intensidade sonora áreas residenciais/entretenimento normal 65 Início de danos ao sistema nervoso vegeta- tivo/rua barulhenta Exemplo: Valor de correção 19 dB (pela curva) 90 Início dos danos auditivos/serra circular Nível de intensidade sonora A: 120 Limiar da dor/avião a motor (3 m) (70 – 19) dB = 51 dB(A) 52 . comprimento de onda λ = velocidade de propagação/frequência onda λ λ = c/f em m Velocidade de Também velocidade do som..01_Capitulo01 (027 052): 01 (027 052) 5. Pressão sonora. água 1450 m/s. p. líquidos e gasosos. –20 por isso os barulhos são determinados por um –30 nível de intensidade sonora padronizado.. 40 Unidade: Decibel (dB) sonora L p 20 L = 20 lg  p0 10 10 10 0. pressão sonora A intensidade do som é uma grandeza subjetiva e dB leva em conta a peculiaridade individual do ouvido +10 Acréscimos ou descontos humano. Ruído Barulho incômodo e irritante. unidade 1/s = 1 Hz (Hertz) A altura do tom depende da frequência – frequência alta = tom mais alto Faixa audível infrassom Som normal Ultrassom 0 Hz … 16 Hz 16 Hz … 16 kHz > 16 kHz Comprimento de Uma vibração sonora. 100 Unidade: 1 N/m2 = 10 µbar O nível do som é uma medida da intensidade do 80 Nível de intensidade som. Um aumento de 10 dB no nível do som Nível de intensidade sonora L em função da dobra a sensação subjetiva da intensidade dele. nível do som A pressão sonora p é uma pressão alternada ge- rada por vibrações que se sobrepõe à pressão 120 dB atmosférica. vidro 5200 m/s. em madeira Propagação c dura 3400 m/s. Unidade: fon –10 É difícil medir com exatidão a intensidade do som. sendo os valores medidos corrigidos pela –50 curva padronizada A (DIN 45633).ex. aço 5000 m/s.ex. 50 dB. sig- nifica que a intensidade do som é 316 vezes a Pressão sonora p pressão sonora capaz de provocar uma sensação auditiva. em –40 dB(A).1 1 N/m 100 10–5 –4 –3 –2 2 Explicação: um nível de som de.